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TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis