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NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Fonte/Source: Muslim Nazis Stage Anti-Jewish Riots in Berlin


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Por Pamela Geller

10 de dezembro de 2017

Este é o novo movimento Nazista, idêntico ao original. A grande mídia não mostrará o rosto real desses protestos perversos e antissemitas.

Angela Merkel está avançando a agenda do Terceiro Reich, apesar de suas declarações ao contrário.

Tradução do Google por Morgen Post:

Na tarde de Sexta-feira, centenas de pessoas se reuniram em frente à Embaixada dos EUA na Pariser Platz em protesto contra a decisão do Presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital do estado de Israel.

Participantes da demonstração disseram que queimaram duas bandeiras Israelitas e exibiram bandeiras Islâmicas do Hamas e Fatah. A demonstração organizada terminou por volta das 17 horas de acordo com um porta-voz da polícia. O evento foi “na maior parte sem problemas”.

A polícia então pediu aos manifestantes que deixassem a Pariser Platz. Gritos de “Allahu akbar” foram ouvidos de forma isolada. Ânimos exaltados, com pancadaria ocasional entre os próprios manifestantes e disputas com a polícia. Várias pessoas foram presas temporariamente. Não usaram o canhão de água em frente ao Portão de Brandemburgo. Às 18 horas, os manifestantes deixaram a Pariser Platz .

A polícia estima que o número de participantes era de aproximadamente 1200, com 450 policiais em ação.

Transatlantic Inst. Retweeted Jüdisches Forum

Estrelas de Davi foram queimadas, bandeiras do terror tremulavam enquanto cantavam “Khaybar ya Yahud” (o cântico Islâmico evocando os exércitos de Muhammad que exterminaram toda uma tribo de Judeus), tudo isso, vai muito além das críticas à decisão do Presidente Trump em Jerusalém. É uma frontal intimidação antissemita.

Você nunca ouve tais cânticos contra os Muçulmanos, nunca. Você nunca protesta contra os Muçulmanos como agora é comum entre, Muçulmanos e seus esquerdistas cãozinhos de estimação [sic].

[VIDEO] Manifestantes queimam bandeiras com a Estrela de David, em frente ao Portão de Brandemburgo; slogans antissemitas e canções de propaganda com bandeiras Islâmicas do Fatah e Hamas; militantes do Hamas espalhados entre outros em frente à embaixada dos EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Fonte/Source: Hamas says Trump has opened ‘the gates of hell’ and calls for ‘day of rage’


Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Por Pamela Geller

6 de Dezembro de 2017

Pode vir. Chegou a hora de esmagar esses selvagens.

Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado.

Estou certa de que os grupos dos Hamas, como o CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas), também estarão agitando nos EUA. É hora do Departamento de Justiça avançar a “montanha da evidências” contra os grupos dos Hamas: CAIR, ISNA, et al.

Últimas notícias de Jerusalém:

Hamas diz que Trump abriu “os portões do inferno” e pede um “dia de fúria”.

O Presidente dos EUA reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e irá transferir a embaixada dos EUA para a cidade.

O Hamas disse que o reconhecimento do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a decisão de mover a embaixada dos EUA para lá, “abre os portões do inferno”.

“A decisão de Trump sobre Jerusalém não conseguirá mudar o fato de que Jerusalém é uma terra Árabe Muçulmana”, afirmou um porta-voz do grupo militante que governa Gaza.

O grupo também repetidamente pediu um “dia de fúria” Palestino marcado para 8 de Dezembro.

E mais…

Atualizações ao vivo enquanto Trump espera a hora para anunciar que Jerusalém é a capital de Israel:

“A juventude e a resistência Palestina na Cisjordânia precisam responder com todos os meios disponíveis à decisão dos EUA que prejudica a nossa Jerusalém”, diz o comunicado.

O Hamas chamou a decisão sobre a cidade — lar de locais sagrados para Judeus, Muçulmanos e Cristãos — de “linha vermelha”.

A declaração foi inequívoca: “A resistência não permitirá qualquer profanação”.

O porta-voz disse que “essa decisão é tola e o tempo vai provar que os maiores perdedores são“ o Sr.Trump e o Primeiro-Ministro Israelense, Benjamin Netanyahu.

A transferência da embaixada só acontecerá antes de pelo menos seis meses por causa de uma renúncia que o Presidente assinou, se não demorar mais , mas o reconhecimento do capital rompe com a prática de política externa dos EUA nos últimos 70 anos.

“Seria uma loucura assumir a repetição da mesma fórmula” e produzir resultados diferentes, disse Trump, acrescentando que as partes não estão próximas de um acordo de paz.

Trump chamou as decisões “há muito atrasadas” porque Jerusalém é a “sede do moderno governo Israelense”.

O parlamento do Knesset, a Suprema Corte e vários ministérios estão localizados lá.

A Senadora Republicana Lindsey Graham imediatamente tuitou seu apoio à decisão do Presidente, escrevendo: “Apoio plenamente a decisão da Administração do Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel porque essa afirmação reflete a realidade na região nos últimos 3.000 anos”.

Os líderes Palestinos estavam buscando reunir o apoio diplomático para persuadir Trump a não reconhecer Jerusalém como a capital de Israel depois que ele lançou a possibilidade.

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavasoglu, também respondeu via Twitter, publicando que a decisão era “irresponsável” e “é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

A Jordânia controlava a Jerusalém Oriental desde a criação de Israel em 1948 até que as forças Israelenses a capturaram durante a Guerra dos Seis Dias em 1967.

Mais tarde, Israel a anexou num movimento não reconhecido pela comunidade internacional, incluindo seu aliado histórico, os EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump…

Fonte/Source: 57 Muslim leaders send letter to Trump warning him not to move U.S embassy to Jerusalem


Tradução do Twitter acima:

Desde o século X a.C., séculos antes de Muhammad conjurar seu grande esquema, Jerusalém era a cidade mais sagrada, foco e centro espiritual dos Judeus. Jerusalém nem sequer é mencionada no Alcorão


57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump Alertando Para Não Transferir A Embaixada Dos EUA Para Jerusalém

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017


Ódio Islâmico ao Judeu — é o dogma central do Islã.

A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), 56 países mais a Autoridade Palestiniana, estão muitíssimo por trás dessa jihad contra os Judeus.

A OCI é uma das maiores organizações intergovernamentais do mundo. Abrange 56 estados Muçulmanos mais a Autoridade Palestiniana.

Distribuído em quatro continentes, afirma falar em nome da ummah (a comunidade Muçulmana universal), que totaliza cerca de 1,3 bilhão. A missão da OCI é unir todos os Muçulmanos do planeta enraizando-os no Alcorão e Suna — o núcleo da civilização e dos valores Islâmicos tradicionais.

Visa fortalecer a solidariedade e a cooperação entre todos os seus membros, a fim de proteger os interesses dos Muçulmanos em todos os lugares e galvanizar a ummah num corpo unificado. A OIC é uma organização única — que não tem equivalente no mundo. Ela une a força religiosa, econômica, militar e política de 56 estados. — (Bat Ye’or)

ABBAS PEDE AOS LÍDERES MUNDIAIS PARA EVITAREM O PLANO TRUMP

Jerusalém Online, 5 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao Mark):

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, contatou o Papa e uma série de outros líderes mundiais, incluindo o Presidente Russo, Vladimir Putin, solicitando para que intervenham e impeçam os EUA de transferirem sua embaixada para Jerusalém. Enquanto isso, o Rei de Marrocos enviou uma carta ao Trump assinada por 57 países Árabes e Muçulmanos alertando sobre as consequências do movimento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Fonte: Christmas Season of Terror: Islamic State makes chilling threat to ‘attack on Christmas markets in UK, Germany and France’


No dia 22 de Julho de 2015, Robert Spencer publicou um artigo intitulado Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”, traduzido por mim e publicado neste blog. Alguns meses depois o artigo recebeu uma audiência — e confesso que fiquei muito assustado — anormal. No total, chegou a 17 mil visualizações em um ou dois dias, como ainda pode ser visto no artigo. Por quê? Porque o ISIS prometeu e cumpriu, atacando Paris em Novembro de 2015, assassinando centenas de pessoas.


Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Por Pamela Geller

2 de Dezembro de 2017

A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.

Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.

É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?

Tradução francesa:

“Em breve, durantes as suas férias”: ISIS promete, com ameaças arrepiantes, “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Os cartazes de propaganda terrorista mostram um Pai Natal com as mãos atadas por um jihadista na Regent Street em Londres e uma mão segurando uma faca sangrenta durante uma cena festiva ao lado da Torre Eiffel.

ISIS ameaça dizendo que está preparando ataques terroristas para a festa de Natal na França… Convocou terroristas Muçulmanos para cometerem atrocidades nas Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha, França e Nova Iorque.

Os defensores do terrorismo Islâmico circulam cartazes demonstrando frieza, através de aplicativos de mensagens que incluem a frase “em breve, durante as suas férias” em Inglês, Alemão e Francês. O último de uma onda de cartazes de propaganda publicados pelo ISIS chamou a atenção dos habitantes locais e visitantes de Nova Iorque. A imagem mostra um Papai Noel deixando explosivos na Times Square, com a mensagem: “Nos encontraremos no Natal em Nova York… em breve.”

A propaganda jihadista também contém imagens de marcos históricos — como a Torre Eiffel — no horário de Natal, com imagens terroristas obscuras, incluindo uma mão segurando uma faca sangrenta. Outra imagem surgiu mostrando um Papai Noel ajoelhado, as mãos amarradas e um jihadista vestido de preto parado atrás dele no que parece ser a Regent Street Avenue, em Londres.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Fonte/Source: Breitbart News Daily: Pamela Geller Reviews President Trump’s Visit to MidEast – Geller Report


Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Por Pamela Geller

22 de Maio de 2017

Minha conversa hoje pela manhã com  Alex Marlow na rádio Breibart pode ser ouvida aqui (em Inglês).


Entendo muito bem que o Presidente Trump estava em uma missão diplomática, mas ele não precisava ir tão longe a ponto de dizer: “Toda vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus” e “Isso não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou diferentes civilizações“. Isso está descaradamente errado


Eis aqui a transcrição feita pela Breitbart:

PAMELA GELLER: TRUMP RECEBE NOTA MÁXIMA PELO DISCURSO EM RIYADH, MAS ERRA AO DIZER QUE TERRORISTAS NÃO ESTÃO INVOCANDO O ALCORÃO

Por John Hayward, Breitbart News, 22 de Maio de 2017

Pamela Geller, Diretora da American Freedom Defense Initiative, comentou a visita do Presidente Donald Trump ao Oriente Médio com o apresentador Alex Marlow da SIRIUSXM no programa da Breitbart News Daily.

“Foi um bom discurso”, disse Geller sobre as declarações do Presidente Trump em Riyadh na Arábia Saudita durante o fim de semana. “O presidente Obama tinha colocado uma marca tão baixa que apenas a menção do terror Islâmico já é motivo de júbilo. Isto mostra o quão ruim a situação está.” [Ênfase feita pela Breitbart em todos os excertos a seguir]

“Foi uma mistura heterogênea. Espero que ele siga em muitas dessas iniciativas. Esses novos centros para combater a ideologia extremista — de novo, o medo de não nomear o motivo, de uma ideologia sem um motivo, é profundamente preocupante”, disse Geller.

“É claro que as declarações do Rei Salman foram tão fortes e reveladoras quanto as do Presidente Trump”, acrescentou. “A ideia de que ele não fala sobre os ensinamentos e textos Islâmicos que incitam a jihad, e não fala sobre a doutrina jihadista. Ele passa o tempo todo nos dizendo, pregando para nós, que o Islã é uma religião de paz e que tem uma história de coexistência. Não sei de que período está falando porque durante 1400 anos, os infiéis, Cristãos e Judeus, foram forçados a viverem em dimmitude sob a negação dos direitos humanos básicos”.

“E, é claro, o Rei Salam cita aquela famosa frase do Alcorão que o CAIR cita, que o Presidente Obama cita, que se você salvar uma vida você salva o mundo inteiro — quando, na verdade, isso é um verso Talmúdico que foi plagiado pela religião Islâmica, e é realmente uma ameaça implícita ao povo Judeu. Nós não temos que entrar em detalhes, mas todo o discurso do Rei Salman foi uma engodo,” acusou Geller. (CAIR é o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, uma organização política nos Estados Unidos).

Estou muito feliz pelo Presidente Trump ter falado sobre a luta contra o ISIS, porque de acordo com os e-mails vazados de Hillary Clinton, os Sauditas e o Qatar estavam abastecendo o ISIS. Eles não podem continuar jogando em ambos os lados, o que os Sauditas fizeram brilhantemente por décadas“, disse Geller.

Então, quando o Presidente Trump diz: Expulse-os das mesquitas’, isto é complicado, porque como os países que vivem sob o domínio Muçulmano vão expulsar os mais devotos das mesquitas? É aí que eu acho que o Presidente Trump entendeu errado, quando disse que os terroristas invocavam falsamente o nome de Deus. Não, eles não estão. Eles estão citando capítulo e verso do Alcorão. Essa foi uma informação enganosa“, disse Geller.

“Isso é puro Islã. É o Islã autêntico”, ela insistiu. “quero dizer, quando ele diz que os terroristas não adoram Deus; eles adoram a morte — isso não é verdade. Eles estão morrendo pela causa de Alá. Eles não estão gritando ‘Morte akbar’ eles estão gritando ‘Allahu akbar.’ Eles rezam cinco vezes ao dia. Se você olhar os vídeos do ISIS, eles rezam depois de matarem pela causa do Islã”.

“Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa do Estado Islâmico, tem um Ph.D. e um mestrado em teologia Islâmica da universidade líder mundial Islâmica “, afirmou. “Os líderes Ocidentais presumem que sabem mais do que ele sobre o Islã?”

Geller continuou dizendo “enfaticamente que a batalha entre o bem e o mal era uma declaração extraordinária, maravilhosa” no discurso de Trump em Riyadh.

“Mesmo que a Casa Branca tenha divulgado o texto chamando isso de” extremismo Islamista”, ele disse “extremismo Islâmico”. Este é um ponto importante porque a palavra “Islamista” é uma palavra ridícula. Não significa nada, exceto que a pessoa que o usa não quer ofender o Islã falando verdades indesejáveis ​​sobre a natureza política dessa religião”, ela argumentou.

Em suma, foi um ‘A’, classificou assim o discurso de Trump.

Marlow observou que o Trump surpreendentemente removeu o qualificador do terrorismo Islâmico “radical” e se referiu simplesmente ao “terrorismo Islâmico” diretamente.

“Foi brilhante”, disse Geller, zombando de como os meios de comunicação adversários criticaram Trump por se recusar a denunciar o “terrorismo Islâmico radical” como se estivesse se afastando de sua retórica de campanha, quando, de fato, o que ele disse no discurso de Riyadh foi ainda mais contundente e direto.

Ela também zombou de um destaque da CNN que levou Trump a se explicar por supostamente falhar em discutir os direitos humanos na Arábia Saudita.

“Oh, meu Deus — exclamou ela. “Você tinha o Presidente Obama, que estava ajudando e estimulando os assassinos em massa, que nunca pronunciou a palavra, que deu bilhões para um dos piores violadores dos direitos humanos no planeta, o Irã — e essa foi a principal notícia na CNN — tipo desprezaram os direitos humanos nos países Muçulmanos! É extraordinário. A cobertura é quase kafkiana. “

Geller disse que era “absolutamente agradável” assistir a luta da mídia para chegar a falar de pontos que retratam a viagem de Trump ao Oriente Médio como um fracasso.

“Ele acabou de entregar aos Sauditas a maior negociação de armamentos, — e claro, sabemos que é realmente por causa do Irã. O Irã está lutando contra os Sauditas no Iêmen”, observou. “O Presidente Barack Obama iria insistir muito nisso, que as maiores vítimas desse extremismo são os próprios Muçulmanos. Essa é uma falsa narrativa porque os Sunitas versus Xiitas — você viu isso com o ISIS quando alinhavam suas vítimas e faziam perguntas específicas sobre o Islã. Os Sunitas não pensam que os Xiitas são Muçulmanos, e os Xiitas não pensam que os Sunitas são Muçulmanos. Eles estão lutando para provar quem é o verdadeiro Muçulmano. Quando o Ocidente diz: “Oh, eles estão matando Muçulmanos” — mais uma vez, isso está em sua mente, mas não na mente dos Sunitas e não na mente dos Xiitas.”

“Estou preocupada com essa negociação de armamentos”, acrescentou. “O inimigo comum do Irã e dos Sauditas, claro, é Israel. Agora, os Sauditas precisam de Israel porque o Irã foi recentemente encorajado, recém-enriquecido e recém armado, graças ao Presidente Obama. Isso é muito assustador. Onde estarão as leis das consequências não intencionais?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

GETTY

Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Fonte: “May Allah CURSE you, you pig, you dog”: Muslim abuses anti-Sharia Muslim cleric on Australia street – Geller Report


“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Por Pamela Geller

6 de Maio de 2017

Nota do tradutor: O texto original do Daily Mail Australia menciona ‘Deus’ em vez de ‘Alá’. Entretanto, no título do artigo, isso foi alterado por Pamela Geller.

É improvável que Tawhidi esteja tentando sinceramente expurgar o Alcorão da misoginia, do ódio aos Judeus, da incitação à violência contra os infiéis e o resto. Porém, o que ele tem dito contra a importação da sharia para a Austrália trouxe-lhe a ira do devoto Muçulmano, que o encontrou numa rua de Sydney e lançou a maldição de Alá sobre ele. Isso é completamente contrário à narrativa dominante. Se os Muçulmanos na Austrália, e em todo o Ocidente, fossem da maneira como são descritos pelos líderes Ocidentais, e pela grande mídia do establishment, os Muçulmanos na Austrália estariam aclamando Tawhidi como um herói.


“Que Deus o amaldiçoe, você é um porco, cão!”: Líder Islâmico Sheik Mohammad Tawhidi insultado por Muçulmanos enquanto andava pela rua em Sydney”, por Stephen Johnson, Daily Mail Australia, 2 de Maio de 2017:

Um sheik Islâmico que fala contra a radicalização e a lei da sharia foi amaldiçoado e cuspido enquanto andava por uma importante área Muçulmana em Sydney.

O sheik xiita Mohammad Tawhidi foi assediado com insultos, momentos após caminhar ao longo da rua Haldon, em Lakemba, a qual abriga a maior mesquita da Austrália.

Um homem gritou em Árabe enquanto o sheik se aventurava, passando pelas lojas acompanhado do repórter Bryan Seymour da 7News, na segunda-feira, pouco antes do meio-dia.

Perguntado pelo significado do insulto, o Sheik Tawhidi disse: ‘isso significa, ‘Que Deus te amaldiçoe, você é um porco, cão!’

Depois de apenas alguns minutos, o Sheik Tawhidi e a equipe da 7News voltaram para uma van não marcada para evitar a possibilidade de violência.

Grupos fechados no Facebook começaram a compartilhar o insulto online, com um homem Muçulmano Libanês usando a palavra Árabe para cão sugerindo que deveria ter havido um confronto violento.

“Esse kalb (cão em Árabe) caminhou em Lakemba. Não posso acreditar que ninguém tenha feito nada”, disse o Muçulmano Libanês.

Sheikh Tawhidi, nascido no Iraque, mas que se mudou para a Austrália em 1995, aos 12 anos de idade, disse que esta foi a primeira vez que experimentou insultos dessa natureza.

“Nós fomos maltratados, cuspidos, insultados, chamados porcos e cães, e eles se reuniram para tentar intimidar-nos”, disse o líder religioso baseado em Adelaide ao Daily Mail Australia pouco depois do incidente”.

“Nunca fui insultado ou abusado na Austrália por qualquer não-Muçulmano”.

“Nunca sofri discriminação racial e hoje foi a primeira vez que experimentei a discriminação racial em toda a minha vida, e logo de um Muçulmano”.

O Sheik Tawhidi disse que o Alcorão Sagrado havia influenciado os homens que o abusaram na segunda-feira.

“Alcorão Sagrado”? O Daily Mail se refere à “Bíblia Sagrada”?

‘Eles acreditam que a terra pertence a Deus, e que eles são a nação escolhida por Deus, e que todos aqueles que não crêem no Deus que eles acreditam, da maneira como acreditam, então basicamente a terra não lhes pertence, e portanto não tem o direito de habitá-la”, disse o sheik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller: …enquanto os Judeus FOGEM da Europa

Fonte/Source: Holocaust Remembrance Day: EU vows to ‘make sure Jews feel totally safe in Europe’ as Jews FLEE Europe – Geller Report


Dia Da Memória Do Holocausto: UE Promete “Garantir Que Judeus Sintam-Se Totalmente Seguros Na Europa”, Enquanto Os Judeus FOGEM Da Europa

Por Pamela Geller

25 de abril de 2017

A ideia de que a União Europeia (UE) pode ou deveria manter os Judeus seguros é ilusória. Sua política era importar um verdadeiro exército de inimigos violentos que odeiam Judeus. Esses cretinos não conseguem se proteger do terror da jihad, como podem ter a pretensão de salvar os seus Judeus?

Os Judeus estão fugindo da Europa em massa e com boas razões. Eles estão “cada vez mais preocupados com sua segurança devido às experiências cotidianas de antissemitismo”. O aumento do ódio ao Judeus é resultado da migração sem precedentes de Muçulmanos. Antissemitismo Islâmico — isto está no Alcorão.

A UE está tornando o sonho de Hitler uma realidade — uma Europa Judenrein. [depurada de Judeus]

Os comentários abaixo do artigo contam a verdadeira história

“Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Exceto, é claro, quando se trata de votar na ONU e no terreno de ação, ambos exigem que a UE esteja na cama com os terroristas Islâmicos entre outros que desprezam os Estados Unidos e Israel.

Para a União Europeia: Stick it! — Nota do tradutor: neste caso, ‘stick it!’ é o mesmo que  ‘shove it (up your ass)’, ou seja, ‘enfia na bunda!’. 

A UE não pode proteger os seus próprios cidadãos nativos contra ataques terroristas dos seus cidadãos mais favorecidos, os descontentes Muçulmanos e os terroristas. Eles estão fazendo tudo o que podem para mostrar aos Judeus que não os querem, então como podem protegê-los?


Não são os Judeus mortos que precisam se sentir mais seguros — agora é tarde e muito tarde para nós, Judeus vivos!

Quanta hipocrisia, fazer esse pronunciamento no HaShoah Day; a REALIDADE é que não estamos “seguros” e nem somos queridos na Europa. (Quão ingênuos pensam que somos?) Repita essa mentira para si mesmo se isso o faz sentir menos culpado; nós conhecemos melhor do que ninguém. (e mais importante ainda é que D-us sabe)

Aproveite a sua Europa Juden Frei!! — [Livre de Judeus]


Os Europeus sabem disso — escolheram os Muçulmanos às custas dos Judeus; escolhem o apaziguamento/dhimmitude sobre a coragem e os princípios; escolheram a morte sobre a vida.

E esta não é a primeira vez, mas será a última vez; a Europa acabou.

(E o coisa doente é que provavelmente culparão os Judeus pela morte deles).


Por que devemos acreditar em você? Você está um pouco atrasada, cerca de 7 décadas.

De fato.


UE PROMETE “GARANTIR QUE JUDEUS SINTAM-SE TOTALMENTE SEGUROS NA EUROPA  — World News Israel, 24 de abril de 2017:

Emissários da UE e dignitários estacionados em Israel “reafirmaram o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer” o Holocausto e as suas lições.

Em uma declaração conjunta divulgada no Dia da Memória do Holocausto, a delegação da União Européia (UE) para Israel e as embaixadas dos Estados membros da UE no país se comprometeram a garantir que os Judeus na Europa vivam em segurança por causa do antissemitismo.

Na atual realidade de aumento do antissemitismo, do fanatismo e da violência em todo o mundo, a União Européia está determinada a prevenir e combater o antissemitismo em todas as suas formas, e garantir que os Judeus se sintam totalmente seguros na Europa. “Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Os dignitários da UE reconheceram a importância de manter viva a memória do Holocausto.

“A União Europeia reafirma o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer”, sublinharam. Como lembrou o vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel, “a memória tornou-se um dever sagrado de todas as pessoas de boa vontade”.

“Nós nos juntamos ao povo de Israel e às comunidades Judaicas em toda a UE em sua comemoração das vítimas do Holocausto e estamos com eles em suas orações”.

Os emissários da UE sublinharam também o seu desejo de proteger os direitos de todas as minorias em toda a UE, afirmando que

“os valores da democracia e da dignidade humana em que a União Europeia foi fundada e continua a orientar-nos nestes tempos difíceis à medida que procuramos manter a nossa visão de paz e tolerância para todos os cidadãos da União Europeia “.

Dirigindo-se ao Congresso Judaico Mundial no Domingo à noite, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, prometeu combater o antissemitismo global.


Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O Hitler Muçulmano

Fonte/Source:  The Muslim Hitler – Geller Report


O Hitler Muçulmano

Por Pamela Geller

31 de Janeiro de 2010

Mohammad Amin al-Husseini

Durante uma entrevista realizada no final da década de 1930 (publicada em 1939), Carl Jung, psiquiatra Suíço e fundador da psiquiatria analítica, foi questionado se “… tinha algum ponto de vista sobre o que provavelmente seria o próximo passo no desenvolvimento religioso?” Jung respondeu:

Não sabemos se Hitler irá fundar um novo Islã. Ele já está a caminho; ele é como Muhammad. A emoção na Alemanha é Islâmica; guerreira e Islâmica. Eles estão todos bêbados com o deus selvagem. Esse pode ser o futuro da história.” Continuar lendo O Hitler Muçulmano

Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Fonte/Source: Prince Charles phoned US ambassador to ask for delay on Afghan invasion because he wanted to ‘honour’ Ramadan – Geller Report

Photo credit: (FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images) included photo/cover-black and white edited by the blog.


Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Por Pamela Geller

1 de Abril de 2017

O Príncipe Charles está tentando ser o Rei dos Muçulmanos. O Príncipe Charles atacou o “populismo anti-imigrante” (uma resposta humana e racional à onda sem precedentes de violência pelos imigrantes Muçulmanos). E agora descobrimos isto.

“EXCLUSIVO — O Dia Em Que O Príncipe Charles Tentou Deter Uma Guerra: Como O Futuro Rei Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã … Porque Queria Honrar “O Ramadã”, por Sam Greenhill, Daily Mail, 31 de março, 2017 (Agradecimentos ao Todd):

O príncipe Charles tentou deter a invasão Americana do Afeganistão para “honrar” o Ramadã.

Ele fez esse apelo ao embaixador dos EUA em Londres, quatro semanas depois da grande operação militar lançada após os ataques terroristas de 11 de Setembro.

O enviado, assustado, perguntou ao príncipe: “Senhor, está realmente falando a sério?”, de acordo com um livro que está sendo serializado a partir de hoje pelo Daily Mail. A intervenção de Charles parece ter sido feita pelas costas do então primeiro ministro Tony Blair.

(Photo credit:FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images)

Na noite passada, um oficial que liderou as forças Britânicas no Afeganistão disse que o pedido do príncipe era um absurdo. Os críticos o descreveram como grosseiramente irresponsável. Políticos no Reino Unido estão acostumados com o príncipe tentando se intrometer na política e seus manuscritos ‘memorandos da aranha negra‘ são lendários.

Vinte mil soldados Norte-Americanos e Britânicos foram mandados ao Afeganistão por George W. Bush e Blair em Outubro de 2001, porque o Talibã recusou-se a entregar o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden.

Cerca de um mês depois da ofensiva — e duas semanas antes do início do mês sagrado Muçulmano do Ramadã —, Charles fez um “apelo urgente” a William Farish, o embaixador de Washington em Londres.

Entrevistado para a nova biografia de Charles, Farish lembrou: “O príncipe Charles me perguntou se seria possível parar a invasão para ele honrar o Ramadan, e se eu poderia transmitir este pedido ao presidente Bush“.

O embaixador explicou que seria bastante difícil deter uma invasão militar já em pleno andamento, mas o príncipe supostamente protestou: “Mas os Americanos podem fazer qualquer coisa!”

O enviado perguntou: “Senhor, está realmente falando s sério?”, E o herdeiro do trono respondeu: “Sim, estou“….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Fonte/Source: Pamela Geller, WND Column: Netanyahu tells truth about mufti’s role in Holocaust – Geller Report


Nota: Optei por este artigo publicado em 2015 para complementar o artigo anterior — Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini.


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Por Pamela Geller

29 de Outubro de 2015

Netanyahu diz a verdade sobre o papel do mufti no Holocausto

A reprovação tem sido além do esperado: Benjamin Netanyahu está sendo denunciado pelos meios de comunicação e pelas elites políticas em todo o mundo de um jeito que nem o abertamente  jihadista genocida Mahmoud Abbas conseguiu ser. O crime de Netanyahu? Ele disse ao Congresso Sionista na Terça-feira passada: “Hitler não queria exterminar os Judeus na época; ele queria expulsar os Judeus“. Netanyahu citou Hitler perguntando ao mufti: “Então o que devo fazer com eles?” De acordo com Netanyahu o mufti respondeu, “Queime-os“.

Aqueles que estão esfolando o Netanyahu por isso estão negligenciando um fato: Netanyahu estava certo.

O mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, viveu em Berlim de 1941 a 1945 e recrutou uma divisão Muçulmana SS para Hitler. E Netanyahu estava correto: Os Nazistas originalmente seguiam uma política de expatriação de Judeus para a Europa Oriental, e mesmo para a Palestina — até que o mufti protestou para que não fossem enviados para a Palestina. A decisão de exterminar os Judeus veio logo em seguida.

É bom ver que Netanyahu não está recuando. Considerou o criticismo às suas observações como um “absurdo”, e é:

As observações de Netanyahu refletem os meus anúncios destacando o papel do mundo Muçulmano durante o Holocausto, e o Netanyahu está experimentando a mesma pressão dos supremacistas e apologistas Islâmicos que eu recebo.

Tradução: O ódio Islâmico aos Judeus está no Alcorão.

O primeiro homem a liderar a ideia fracassada de que devíamos colocar toda a nossa esperança no “Islã moderado,” Daniel Pipes, afirmou há vários meses que a nossa campanha publicitária na Filadélfia chamando a atenção para o relacionamento do mufti com Hitler era um fracasso. Pipes discordou de nossas afirmações factuais, afirmando que o encontro do mufti com Hitler era uma “única, consulta oportunista”. Diga isso para as 400 mil mulheres e crianças Judias que Husseini assassinou em campos de concentração Nazistas. Diga isso às vítimas dos exércitos Muçulmanos na Bósnia que Husseini criou para Hitler.

mufti muslim armies

Al-Husseini viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial às custas de Hitler e produziu programas semanais de rádio em Berlim para as nações do poder do Eixo e o mundo Muçulmano. Em um desses programas ele gritou: “Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.”

O mufti fez apelos semelhantes, — sempre referindo-se ao Alcorão, — várias vezes em seus programas de rádio durante a guerra. Organizou serviços de propaganda para os Muçulmanos do mundo a partir de Berlim. Usou estações de rádio do Eixo chamando os Muçulmanos às armas para uma guerra santa contra os Aliados. Ajudou o serviço de espionagem Nazista. Criou grupos de paraquedistas Muçulmanos para sabotagem no Oriente Médio. Criou formações Muçulmanas para lutar contra os aliados. Ajudou o plano Nazista para exterminar quase 6 milhões de Judeus.

Hitler“, Netanyahu comentou em outras ocasiões depois que a tempestade midiática iniciou, “foi responsável pela Solução Final para exterminar seis milhões de Judeus; ele tomou a decisão. É igualmente absurdo ignorar o papel desempenhado pelo mufti, Haj Amin al-Husseini, um criminoso de guerra, por encorajar e incitar Hitler“.

Mais uma vez ele está correto. No meu site, PamelaGeller.com, tenho chamado a atenção para isso há anos. SS Hauptsturmfuehrer Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann, testemunhou que

o grande mufti, que estava em Berlim desde 1941, desempenhou um papel na decisão do governo Alemão para exterminar os Judeus Europeus cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele havia repetidamente sugerido o extermínio dos Judeus Europeu às várias autoridades com quem esteve em contato,  e acima de tudo diante de Hitler, Ribbentrop e Himmler . Ele considera isso como uma solução confortável para o problema Palestino. Em suas mensagens transmitidas de Berlim nos superou em ataques anti-Judáicos. Era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava à acelerar as medidas para o extermínio. Ouvi dizer que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito a câmara de gás que Auschwitz.”

Eichmann expôs a informação mencionada numa Declaração Juramentada em seu escritório, Budapeste, em 4 de Junho de 1944; A confirmação através de Wisliceny foi dada alguns dias mais tarde também em Budapest.

hitler mufti
“À Sua Eminência o Grande Mufti, um Souvenir, 4 de Julho de 1943″ H. Himmler”

E não é tudo: De acordo com o testemunho nos julgamentos de Nuremberg, “[o] mufti era um inimigo amargo dos Judeus e sempre foi protagonista da ideia de aniquilamento. Essa ideia, o mufti, sempre avançava em suas conversas com Eichmann

O papel do mufti no Holocausto foi encoberto. O The New York Post relatou em 1948 que “em 28 de agosto de 1946, Dean Acheson, então Secretário de Estado interino, anunciou que “o Departamento de Estado está preparando um Livro Branco sobre as atividades do ex-mufti de Jerusalém“.

Acheson disse que a publicação seria na forma de um livro, que abrangeria todos os documentos relativos ao ex-mufti confiscado dos arquivos Alemães. Esse Livro Branco ainda não foi publicado, embora tenham decorrido 17 meses. O que impede o Departamento de Estado de publicá-lo? Quem está interessado no atraso? Estão todos os documentos seguros?

Esse atraso continuou por quase setenta anos. O Livro Branco nunca foi publicado. Submeti um pedido à Lei da Liberdade de Informação muitos anos atrás, pedindo uma cópia, assim como de toda a correspondência do departamento de estado a respeito disso. O Departamento de Estado respondeu que esse tal Livro Branco não existia e nunca existiu, e que não havia correspondência sobre o assunto.

Então, o que aconteceu com aquele Livro Branco prometido? Sob cujos auspícios, e por que razão, o papel do mufti no Holocausto foi envolto em silêncio?

Netanyahu fez ao mundo um grande serviço chamando a atenção para isso. A intensidade dos ataques contra ele só atesta o quanto atingiu um nervo. Na grande mídia, o Islã e os Muçulmanos nunca devem ser criticados. Podemos apenas ter esperança de que a controvérsia nos levará aos detalhes que estão sendo revelados sobre o papel do mufti no genocídio de Hitler


Para os versados na língua Inglesa recomendo estes dois Best Sellers da Pamela Geller.

Clique nos links para mais informações.:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini

Fonte/Source: UNCOVERED: Nazi Leader Himmler letter to Muslim leader Mufti al Husseini – Geller Report


Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini

Por Pamela Geller

29 de Março de 2017

Há muitos anos venho documentando os estreitos laços entre a liderança Nazista e os líderes do mundo Muçulmano. Eu tenho uma categoria inteira dedicada à minha pesquisa aqui. Fui severamente ridicularizada e criticada por causa de uma campanha publicitária que coordenei destacando a aliança entre Hitler e o mundo Muçulmano. Mesmo por pseudo-intelectuais como Daniel Pipes.

Aqui está mais uma prova de sua estreita aliança e objetivos compartilhados.

Foto: A foto foi autografada por Himmler: “A sua eminência o Grande Mufti, 4 VII 1943, em memória”

Hitler: Somos aliados naturais — temos o mesmo inimigo, ou seja, os Judeus. Quando ganharmos, o mufti será o Fuhrer dos Muçulmanos.

O ódio Muçulmano dos Judeus remonta muito antes de 1967 ou mesmo de Hitler. Ele remonta a Muhammad.

Heinrich Himmler com Haj Amin El Husseini

DESCOBERTO EM ISRAEL UM DOCUMENTO NUNCA VISTO ANTES  AUTOGRAFADO PELO LÍDER NAZISTA HIMMLER

A BIBLIOTECA NACIONAL DESCOBRIU UM TELEGRAMA ESCRITO POR HEINRICH HIMMLER E ENVIADO AO MUFTI AL-HUSSEINI, NO QUAL O LÍDER NAZI EXPRESSA SEU APOIO À LUTA PALESTINA CONTRA OS JUDEUS.

Por Joy Bernard, Jerusalém Post, 29 de Março de 2017:

A Biblioteca Nacional descobriu um telegrama escrito por Heinrich Himmler e enviado ao Mufti al-Husseini, no qual o líder Nazista expressa seu apoio à luta Palestina contra os Judeus.

The 'Decent One' movie
Neste constrangedor documentário, a vida do oficial SS Heinrich Himmler se desenrola através das filmagens e das cartas que ele escreveu durante a guerra. (Foto: PR)

 Alemanha defenderá firmemente o povo Palestino na sua luta contra a “criminosa” Declaração de Balfour, foi a principal mensagem transmitida no telegrama recentemente descoberto nos arquivos da Biblioteca Nacional de Israel. O raro documento, que a biblioteca avalia, data de 1943, foi escrito pelo infame SS comandante Heinrich Himmler e enviado a Haj Amin al-Husseini, que serviu como o Grande Mufti de Jerusalém entre 1921 a 1937.

O comandante Nazista, que foi um dos principais mentores por trás da “Solução Final” (termo usado pelo regime Nazista para o seu plano de exterminar todos os Judeus da Europa), escreveu ao líder Muçulmano que “o reconhecimento conjunto do inimigo, e batalha conjunta contra ele é o que cria a firme lealdade entre a Alemanha e os Muçulmanos que procuram a liberdade em todo o mundo

Himmler continuou dizendo ao Mufti, — que presidiu os territórios Palestinos durante um período particularmente tumultuado durante o domínio do Mandato Britânico na região, —que seu país seguia de perto a resistência Palestina contra a Declaração de Balfour (o histórico documento Britânico escrito por Arthur James Balfour, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido na época, que apoiou abertamente “o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo Judeu”.)

O movimento Nacional-Socialista da grande Alemanha fez da sua luta contra o Judaísmo mundial um princípio orientador desde o seu início”, escreveu Himmler. “Por isso, [o movimento] vem acompanhando de perto a batalha dos Árabes que buscam a liberdade — e especialmente na Palestina — contra os invasores Judeus“, acrescentou o líder Nazista.

Terminou sua calorosa carta ao Mufti escrevendo: “Com esse espírito, estou feliz em desejar-lhe no primeiro aniversário da Declaração de Balfour, calorosos votos para a continuação de sua batalha até a grande vitória“.

Esse documento recém descoberto revela e ilumina as fortes conexões que os historiadores têm afirmado entre o Mufti e a hierarquia superior do regime Nazista. Em 1937, o Mandato Britânico procurou prender Al-Husseini devido ao seu envolvimento no levante Árabe. O Mufti fugiu para o Líbano e de lá para o Iraque, onde se juntou a um grupo pró-Nazista que se rebelou contra o regime Iraquiano e realizou um golpe militar em Abril de 1941. Quando o golpe falhou, Al-Husseini escapou para a Alemanha Nazista, Berlim, em Novembro de 1941.

Ao testemunhar as marcas de vitórias, na época, da Alemanha Nazista, o Mufti decidiu que tinha que ganhar o apoio pessoal do líder da Alemanha Nazista Adolf Hitler. O encontro de Al-Huseeini e Fuhrer, de 90 minutos de duração, foi especialmente cordial, com o Mufti se apresentando ao Hitler não apenas como líder do movimento nacional Palestino, mas também como líder de todos os Árabes e representantes Muçulmanos em todo o mundo, com o intuito de convencer o líder Nazista da lealdade natural que compartilhava com a Alemanha.

No entanto, historiadores têm enfatizado durante os 72 anos decorridos desde o Holocausto, que o principal objetivo de Mufti al-Husseini, ao promover a reunião na época, era assegurar que os Judeus Europeus não fugissem em massa para a Palestina enquanto tentavam escapar da morte nas mãos dos Nazistas.

Apesar do firme vínculo que o Mufti conseguiu forjar com a liderança Alemã, muitos acreditam que ele não conseguiu atingir a maioria de seus objetivos diplomáticos. Dr. Esther Webman, um historiador da Universidade de Tel Aviv, diz que “No final do dia, o Mufti falhou em alcançar a maioria de seus objetivos: a Alemanha Nazista não declarou seu apoio à independência Árabe e foi usado pela liderança Nazista para realizar seus próprios objetivos.”

“Sua tentativa de incitar os Árabes do Oriente Médio contra as autoridades coloniais durante a Segunda Guerra Mundial também não teve sucesso”, acrescentou o Dr. Webman. “Sua única realização significativa foi o seu sucesso na prevenção de uma série de casos de Judeus deixando a Palestina durante a guerra.”

Como a maioria da liderança Nazista foi rápida em eliminar todas as provas de sua participação nos horrores executados durante a Segunda Guerra Mundial, documentos escritos por altos funcionários do regime servem como uma visão bem-vinda sobre as profundezas dos mecanismos escuros e atrozes de um regime que deixou uma marca trágica na história do mundo. Como recentemente, em Agosto de 2016, mais documentos escritos por Himmler foram revelados. Os diários do escritório do líder Nazista, que acreditava-se perdido por 71 anos, foram encontrados nos arquivos do exército Russo e continham descrições sangrentas das experiências de primeira mão do líder Nazista durante suas visitas aos campos de extermínio que supervisionou e no qual cerca de seis milhões de Judeus haviam perecido. Enquanto as autoridades Israelenses ainda não comentaram o conteúdo do telegrama que surgiu recentemente, muitos estão ansiosos para ouvir a reação do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, que gerou controvérsia em Outubro de 2015, quando expôs durante o discurso que fez no 37º Congresso Sionista Mundial de que Hitler não pretendia exterminar todos os Judeus, mas sim expulsá-los. Netanyahu afirmou ainda que o Fuhrer foi inspirado a massacrar todos os Judeus da Europa somente depois que se reuniu com Mufti al-Husseini, o qual, como mencionado, temia enfrentar uma onda de imigração Judaica à Palestina.

Resta ver como essa nova e significativa descoberta impactará a narrativa histórica sobre a história Judaica e as manobras diplomáticas entre Alemanha-Palestina nos anos anteriores ao estabelecimento do Estado Judeu.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Photo-Cover/Credit: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Fonte/Source: 450 acid attacks against women since 2011 – in LONDON – Geller Report


Por Tião Cazeiro

Em meu último artigo, — Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão, — o qual me deixou muito nervoso diante de tanta brutalidade demoníaca, comentei que havia decidido desde o início não expor fotografias de mulheres ou meninas deformadas pela violencia Muçulmana sem limite em várias partes do mundo entre outros. Disse também que poderia estar errado, mas era o que eu sentia no momento. Entretanto, pensando com calma, depois da tempestade, compreendi e resolvi seguir a Pamela Geller.

Nesse artigo, critiquei também a postura da “grande mídia” pelas reportagens superficiais, nunca mostrando a realidade. ou o que está por trás. Pamela Geller não tem medo de charmar uma espada de espada, cita o nome dos perpetradores e ponto final. O artigo a seguir mostra isso. Pamela diz a verdade enquanto a mídia divulga estatísticas e abobrinhas.

Mas a lição é que essa estrema violência precisa ser exposta, inclusive para ajudar as vítimas financeiramente e é o que farei.

E principalmente para que isso não aconteça no Brasil.

Vídeo de Reshma Quereshi destina-se a ensinar espectadores muito mais do que apenas dicas de beleza — e espera aumentar a consciência sobre a frequência horrível de ataques com ácido

Para acessar o vídeo da Indiana Reshma Quereshi clique neste link: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Para as pessoas interessadas em fazer doações recomendo o site da Índia:  The world’s first job portal for acid attack survivors. #SkillsNotScars — makelovenotscars.org

Este vídeo faz parte da campnha  makelovenotscars.org mencionado acima. Vídeo legendado em Inglês. Infelizmente não tenho como traduzi-lo.


450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Por Pamela Geller 

17 de Março de 2017

Como observei hoje cedo, os ataques com ácido são uma marca registrada de homens Muçulmanos irados do Paquistão, onde mulheres foram desfiguradas em ataques com ácido por crimes como rejeitar uma proposta de casamento ou ser estuprada. Agora tem havido uma onda de tais ataques em Berlim. Sete em cada dez vítimas em Londres são do sexo masculino, em crimes relacionados à gangues. Mas que deixam 30%, ou 450 vítimas do sexo feminino. Isto é, sem dúvida, uma consequência da Islamização da Grã-Bretanha.

Houve 450 Ataques Com Ácido Desde 2011 Em… Londres“, por Christine Rousselle, Townhall, 16 de março de 2017 (Agradecimentos à The Religion of Peace):

Os números são de cair o queixo. Anunciados no início desta semana, mostram que houve 1.500 ataques com ácido em Londres de 2011 a 2016. E o que é mais perturbador, a frequência de ataques parece estar aumentando — 2016 por si só representaram 431 ataques em comparação com 261 em 2015. Ao todo no Reino Unido, esses ataques aumentaram 50% na última década.

Ao contrário do resto do mundo, onde as vítimas de ataques com ácido são principalmente mulheres, estima-se que 7 a cada 10 vítimas de ataques com ácido em Londres sejam do sexo masculino. Acredita-se que estejam conectados com a atividade de gangues. Um ex-membro da uma gangue disse que os ataques com ácido tornaram-se “aceitáveis” devido à facilidade de adquirir os componentes necessários para criar a arma.

Jaf Shah, diretor executivo do grupo de apoio Acid Survivors Trust International (ASTI), disse ao Guardian: “Olhando para os dados em geral, há uma probabilidade bastante grande de que uma alta porcentagem dos incidentes são os ataques do macho-em-macho E com maior probabilidade de estarem relacionados com gangues ….

Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA A PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Fonte/Source: NYC: Muslims pray in the streets and close grocery stores to protest Trump’s travel ban – The Geller Report

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Por Pamela Geller

3 de Fevereiro de 2017

Alguns dos manifestantes estavam gritando “Allahu akbar”. Eles querem fazer de Nova York uma Sana’a? Qual é o propósito dessas manifestações, se não intimidar as pessoas a pensarem que é errado resistir à imigração Muçulmana maciça e irrestrita e ao próprio terror da jihad?

Se os Muçulmanos nos Estados Unidos são tão bem assimilados, por que todo esse ressentimento partidário, reclamações, processos judiciais e demandas por acomodação, etc.? Sem mencionar o ódio Islâmico aos Judeus e o apoio por uma guerra contra Israel.

A única diferença entre a América e a Europa é o número de Muçulmanos. Quanto maior a população Muçulmana, mais restritiva, hostil e violenta será — mais informações sobre a imigração Muçulmana aqui.

Centenas rezam nas ruas e fecham supermercados em protesto contra a proibição de viajar de Trump”, por Will Kirby, Express, 3 de fevereiro de 2017:

Mais de mil proprietários de lojas Americanas Iemenitas fecharam seus negócios hoje e viajaram para Brookyn Borough Hall para rezar, protestar e dar apoio aos afetados pela controversa proibição de viagem do presidente Trump.

O qual está sendo descrito como a ‘Greve de Bodega‘, milhares de imigrantes Iemenitas estão se manifestando contra a proibição de entrada em grande escala nos EUA por Trump.

A palavra Espanhola “Bodega” é literalmente traduzida como “loja de vinhos” e é uma gíria usada em Nova York para lojas de conveniência, e os organizadores da greve afirmam que há cerca de 6.000 Bodegas de propriedade Iemenita em toda a cidade.

Os fechamentos começaram ao meio-dia (5.00pm GMT) e continuarão por oito horas.

Uma página no Facebook criada para a greve afirma: “O fechamento das mercearias e bodegas será um show público para mostrar o papel vital que esses merceeiros e suas famílias desempenham no tecido econômico e social de Nova York.

“Durante este período, os proprietários de supermercados irão passar um tempo com suas famílias e entes queridos para apoiarem uns aos outros; Muitas dessas famílias foram diretamente afetadas pela proibição “.

O Presidente Trump assinou uma ordem executiva proibindo a imigração para os EUA de sete países “Muçulmanos”. Isso levou a protestos em toda a América e, agora no Reino Unido.

Debbie Almontaser, organizadora de greve e membro do Conselho da Rede de Comunidade Muçulmana, disse: “Originalmente, nós consideramos começar o fechamento às 8 da manhã, mas os merceeiros deixaram claro que não estariam dispostos a fecharem se isso significasse que seus clientes regulares ficariam sem o seu café da manhã.

“Mesmo quando suas vidas foram viradas de cabeça para baixo, se recusaram a interromper as vidas das mesmas pessoas que servem diariamente.”

Sulaiman Alaodyi, de 24 anos, que trabalha no caixa da Best and Tasty Deli, no bairro do Bronx, disse que esta foi a primeira vez que a loja fechou suas portas desde que foi inaugurada há nove meses.

“Queremos enviar uma mensagem de que estamos aqui.

“Nós vamos sair e apoiar todos os nossos irmãos e irmãs que estão detidos em aeroportos e em outros países que não podem voltar.

“Isso não é justo.”…


Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), Editora da PamelaGeller.com e Autora do livro: The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


FACEBOOK INTRODUZ PLANO PARA DECIDIR QUAIS NOTÍCIAS SÃO “FALSAS”

Fonte/Source: Facebook Rolls Out Plan To Decide What News Is “FAKE” – The Geller Report


FACEBOOK INTRODUZ PLANO PARA DECIDIR QUAIS NOTÍCIAS SÃO “FALSAS”

Por Pamela Geller

31 de Janeiro de 2017

Ponha a música Nazista pra tocar…

Joseph Goebbels foi o curador quintessencial de notícias. Bom trabalho, Mark Zuckerberg.

Os capangas de George Soros, através de sua empresa, Media Matters, que difama os anti think tanks, estão se associando ao Facebook para escolherem o que é real e o que é falsa notícia. Portanto, agora existe um protocolo em vigor pairando sobre nossa cabeça, exatamente onde o indivíduo pode compartilhar nossos pensamentos, ideias e artigos.

“Por exemplo, se os posts das páginas são frequentemente escondidos por pessoas que os leem, isso é um sinal de que podem não ser autênticos”, diz o post do Facebook, que é criado por dois cientistas e um gerente de engenharia. Mas, de acordo com duas pesquisas independentes, conduzidas por organizações de pesquisa sem fins lucrativos, os Democratas são muito mais propensos do que os Republicanos a bloquearem ou deixarem de seguirem pessoas nas mídias sociais sobre desacordos políticos. E se essas mesmas pessoas estão dispostas a bloquearem ou deixarem de seguir as pessoas que discordam, então elas provavelmente vão fazer o mesmo com as notícias que discordam, independentemente da autenticidade do conteúdo.

Isso é uma espada de dois gumes. Leitores, você estão no Facebook. Ocultem as notícias de Esquerda, denunciem, marquem — todas elas. New York Times, LA Times, Boston Globe, Huffington Post, Media Matters – façam isso. Façam isso com todos eles.


FACEBOOK INTRODUZ PLANO PARA DECIDIR QUAIS NOTÍCIAS SÃO “FASAS”

Eric Lieberman, Daily Caller, 31 de Janeiro de 2017

 FACEBOOK PLANEJA ROTULAR AUTOMATICAMENTE NOTÍCIAS COMO “ENGANOSAS” E “SENSACIONALISTAS”, ALTERANDO A FORMA DE COMO O FEED DE NOTÍCIAS FUNCIONA.

FACEBOOK ANUNCIOU EM SEU BLOG OFICIAL QUE “HOJE ESTAMOS ANUNCIANDO DUAS ATUALIZAÇÕES PARA MELHORAR A CLASSIFICAÇÃO DAS NOTÍCIAS NO SEU FEED”.

As duas atualizações incluem “incorporar novos sinais para melhor identificação e classificação de conteúdo autêntico” e “uma nova maneira de prever e classificar em tempo real, quando os posts podem ser mais relevantes para você”.

A empresa de mídia social irá essencialmente adicionar mais marcadores para cada post, analisando fatores como a fonte da página. O algoritmo que o Facebook usa para triagem de conteúdo nos Feeds de notícias dos usuários será responsável por esses rótulos e posterior ajuste.

“Um dos nossos valores aplicado no Feed de notícias é a comunicação autêntica”, e a mensagem do Facebook continua. “Ouvimos da nossa comunidade que histórias autênticas são as que mais ressoam — aquelas que as pessoas consideram genuínas e não enganosas, sensacionais ou spam”.

Identificar automaticamente um post como legítimo ou fraudulento pode ser uma tarefa difícil para o Facebook, uma vez que a subjetividade parece ser responsável até mesmo pelos processos aparentemente científicos.

“se os posts das páginas são frequentemente escondidos por pessoas que os leem, isso é um sinal de que podem não ser autênticos”, diz o post do Facebook, criado por dois cientistas e um gerente de engenharia.

Mas, de acordo com duas pesquisas independentes, conduzidas por organizações de pesquisa sem fins lucrativos, os Democratas são muito mais propensos do que os Republicanos a bloquearem ou deixarem de seguir as pessoas nas mídias sociais por desacordo político. E se essas mesmas pessoas estão dispostas a bloquearem ou deixarem de seguir as pessoas que discordam, então elas provavelmente farão o mesmo com as notícias que discordam, independentemente da autenticidade do conteúdo.

Facebook tem outros fatores que estão inseridos e classificando os Feed de notícias, os quais têm menos a ver com a credibilidade, e mais a ver com interesses e engajamentos “tal como, se um amigo acaba de comentar sobre isso” ou “se o seu time de futebol favorito ganhou a partida”.

A empresa de mídia social conclui que isso não antecipa páginas considerando “quaisquer mudanças significativas em sua distribuição no Feed de notícias” e que todos devem retomar o negócio como de costume.

Facebook vem tentando ativamente eliminar as notícias enganosas de sua plataforma e promover conteúdo mais genuíno. O conglomerado tecnológico contratou a ex-âncora da CNN e o crítico do presidente Donald Trump, Campbell Brown, no início do mês para liderar sua equipe de parcerias de notícias.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Fonte/Source: ‘A picture of devastation’ Muslims scrawl Islamic slogans across walls of Christian chapel – The Geller Report

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Por Pamela Geller — 14 de Janeiro de 2017
Ah, e ainda nos dão palestras sobre respeito e tolerância.

VÂNDALOS DEPRAVADOS DESFIGURARAM UM CENTRO CRISTÃO ESCREVENDO SLOGANS ISLÂMICOS SOBRE AS PAREDES, DESTRUINDO OS VIDROS PLANOS E QUEBRANDO AS PORTAS EM ATAQUE DOENTIO ANTES DA VÉSPERA DE ANO NOVO.

Por Zoe Efstathiou, The Express, 14 de janeiro de 2017:

Vândalos atacam uma capela na cidade Alemã de Brühl.

A polícia da cidade Alemã de Brühl, no distrito de Rhein-Neckar, em Baden-Württemberg, divulgou uma nota afirmando que os vândalos deixaram no centro da paróquia uma “imagem de devastação”.

O centro Cristão foi destruído em 30 de Dezembro e a polícia está agora investigando o incidente.

Detalhes do desfiguramento vêm em meio a uma série de ataques a sites Cristãos na Alemanha e na Áustria durante o período de Ano Novo.

No norte da Áustria, as estátuas foram decapitadas e livros de oração queimados quando vândalos invadiram uma capela na vila de St. Radegund na véspera de Ano Novo.

No mesmo dia, na cidade vizinha de Auerbach, os vândalos também invadiram um local, onde derrubaram o envoltório de vidro em torno de duas estátuas da Virgem Maria e roubaram 22 murais, que depois queimaram numa madeira local.

E a poucos quilômetros de distância, os agressores invadiram uma capela e roubaram uma figura de Cristo e decapitaram uma estátua de Santa Bárbara, num incidente doentio que causou 5.000 euros de dano.

Os culpados ainda estão em liberdade, e enquanto a polícia continua investigando os incidentes, acreditam que os ataques podem ter sido religiosamente ou culturalmente motivados.

As capelas estão localizadas na região Austríaca de Innviertel, que testemunharam um influxo de migrantes ao longo do ano passado.

Um relatório do Partido de Liberdade Austríaco publicado em Setembro do ano passado afirmou que 120 mil imigrantes ilegais entraram na Áustria no ano passado, apesar de o país só permitir 37.500 migrantes por ano.

A Alemanha, que também registrou níveis recordes de imigração, foi atingida por outro ataque vil a um centro religioso em Novembro, quando estátuas religiosas em exibição em locais públicos na cidade de Dülmen foram desfiguradas.

Vândalos, porém, narizes e dedos dos moldes das imagens religiosas foram decepados e em alguns casos, as estátuas foram mesmo decapitadas.

Günther Fehmer, que supervisiona as finanças de Dülmen, disse que os membros da comunidade católica da cidade ficaram profundamente entristecidos pelo vandalismo, que estima que custará uma soma de seis dígitos para corrigir.

Ele disse: “Estamos todos muito preocupados com o que está acontecendo, e estamos também com raiva.”

Fehmer acrescentou que era impossível impedir a destruição.

Ele disse: “Você não pode guardar essas esculturas durante a noite e não pode vê-las a noite toda. E uma câmera de vídeo em espaços públicos também é problemática. ”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e PM Davutoglu

Fonte/Source: Anti-West Statements By Turkish President Erdogan And PM Davutoglu: Muslim Countries Must ‘Unite And Defeat The Successors Of Lawrence Of Arabia’; ‘No One Will Be Able To Stop’ The Rise Of Islam In Europe por Pamela Geller, Atlas Shrugs


Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e Primeiro Ministro Davutoglu: Países Muçulmanos Precisam ‘Se Unir e Derrotar os Sucessores de Lawrence da Arábia’; ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa

Por Pamela Geller

9 de Fevereiro de 2015

Mais Islã do aliado estrangeiro favorito e “mais confiável” de Obama:

Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e do PM Davutoglu: Países Muçulmanos Precisam ‘Se Unir e Derrotar os Sucessores de Lawrence da Arábia’; ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa, MEMRI 9 de Fevereiro, 2015

No dia 21 de Janeiro de 2015 durante o discurso no encontro União Parlamentar dos Estados Membros da Organização de Cooperação Islâmica (OCI-PUIC) em Istambul, o Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan atacou o Ocidente. Acusou-o de conspirar contra o mundo Islâmico induzindo os muçulmanos a matarem uns aos outro. Sangue muçulmano tem sido derramado, disse ele, pedindo aos países muçulmanos para “que se unam e derrotem os sucessores de Lawrence da Arábia, que querem derrubar o Oriente Médio.” Ele também advertiu o Ocidente sobre o “grande perigo” da islamofobia. [1]

Durante  visita oficial posterior à Etiópia, Djibuti e Somália, em que estava acompanhado de uma grande delegação de funcionários e empresários, ele repetidamente atacou o Ocidente, particularmente a União Européia (UE). A Turquia estava testando a UE, disse ele; “São eles contra a Islamofobia ou não? Se são, devem aceitar a Turquia. Caso contrário, a UE vai confirmar as alegações de que é um clube Cristão”. Acrescentou que a Turquia não vai bater na porta da Europa e implorar para ser autorizada a entrar.

Na ocasião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o Primeiro-Ministro Ahmet Davutoglu, o primeiro ministro do alto escalão da Turquia a participar desde janeiro de 2009; quando o então Primeiro Ministro Erdogan invadiu o palco depois de gritar com o Presidente Israelense Shimon Peres dizendo que ele “sabia bem como matar crianças”, afirmou que o Islã é e sempre será a religião Indígena da Europa, de Al-Andalus até os estados Otomanos. Acrescentou que a Europa temia o poder da nova Turquia, e que a Turquia é a “cura” para os males da Europa. [2]

A seguir, o resumo dos discursos e das reportagens que mostram a crescente hostilidade da política do governo Turco (AKP) contra o Ocidente:

Erdogan para os membros da OIC: “Há graves conspirações contra o mundo Islâmico”; “A Turquia pode… ensinar [a UE] uma lição de democracia”

No discurso de 21 de Janeiro na PUIC em Istambul, o Presidente Turco, Recep Tayyip Erdogan, também disse que graves complôs e jogos contra países Islâmicos estavam sendo realizados pelo Ocidente, e que eles estavam incitando muçulmanos a matarem uns aos outros. [3] “Devemos prestar atenção” disse ele, “o sangue derramado é o sangue muçulmano. Aqueles que matam e os que morrem são todos muçulmanos. Os terroristas desconhecidos que não sabemos para quem eles servem e que são marionetes, não nos representam no mundo Islâmico.”

Como havia feito muitas vezes anteriormente, Erdogan se queixou de que o Conselho de Segurança da ONU tinha cinco membros permanentes, mas nenhum país Muçulmano entre eles. Ninguém iria permitir que os 56 países muçulmanos fossem representados, disse ele, e acrescentou que esses países precisam fazer com que isso aconteça.

Exortando países muçulmanos para alertar o Ocidente das consequências perigosas da Islamofobia, acrescentou que nenhuma liberdade de expressão pode conceder o direito de desrespeitar os valores sagrados dos outros.

Turquia 2

PUIC, Istambul. Yeni Akit, 21 de janeiro de 2015.

Erdogan em Djibouti: Se a Europa é Contra a Islamofobia, Deverá Aceitar a Turquia Caso Contrário, Irá “Confirmar as Alegações De Que a União Européia é Um Clube Cristão”

A segunda parada de Erdogan em sua visita a África, depois da Etiópia, foi Djibouti. Numa coletiva de imprensa conjunta com o seu conterrâneo de Djiboutian, Ismail Omar Guelleh, Erdogan disse: [4] “Nós estamos continuando o processo de adesão à UE. Não é importante para nós saber se eles nos aceitam ou não. Na verdade, estamos testando a Europa. Serão eles capazes de digerir a adesão de um Estado com uma população Muçulmana? São eles contra a Islamofobia ou não? Se são, devem aceitar a Turquia. Caso contrário, a UE irá confirmar as alegações de que é um Clube Cristão.

“A Turquia é um país poderoso. Se vocês [UE] ainda vêem a Turquia como um país que irá implorar à sua porta [para ser admitido] a Turquia não é país de implorar. Se for aceita, nós nos uniremos, mas caso contrário, vamos traçar o nosso próprio caminho.

“A Turquia é um membro da NATO, da OCDE, e muitas outras organizações. Por que a UE não nos aceita? Isso significa que eles têm outro problema [i.e. Islamofobia].”

Disse também que mais uma vez sérios complôs estavam sendo armados contra o mundo Islâmico pelo Ocidente, e disse aos repórteres que a Turquia iria construir uma mesquita e um hospital moderno em Djibouti, fornecendo ambulâncias, e aumentando o número de alunos que estudam em Djibouti, na Turquia.

As declarações de Erdogan sobre a adesão da Turquia a União Européia, veio uma semana após tê-la criticado, dizendo para “manterem suas observações para si mesmos”, após a sua crítica à repressão da mídia na Turquia. [5]

Também em Janeiro, a UE emitiu uma declaração, juntamente com um esboço do relatório sobre o progresso de adesão da Turquia, o qual observou: “O Estado de Direito e de respeito às liberdades fundamentais formam o núcleo do processo de negociação da UE. A este respeito, a Turquia atualmente não atende as expectativas que temos para um país candidato à UE. As preocupações do PE [Parlamento Europeu] focalizam a liberdade de expressão e de independência do poder judiciário, ambas componentes essenciais de uma democracia aberta”

Respondendo imediatamente a isso, Erdogan disse em 17 de janeiro: “Se dê ao trabalho de vir a Turquia, de modo que a Turquia possa dar-lhe uma lição de democracia” E disse também: “Aqueles que tentam aconselhar-nos devem compreender que a Turquia não é mais a velha Turquia. Nós não nos importamos se você nos aceita ou não.”

Vice Primeiro Ministro Turco na África: Agora os Africanos Estão “Vendo uma Mão Branca Que Não Explora, Escraviza ou os Esmurra”

Em 25 de Janeiro de 2015, o VP Ministro Turco Numan Kurtulmus, que acompanhou Erdogan em sua viagem a África, disse: “Pela primeira vez desde que os Otomanos partiram, os Africanos estão vendo uma mão branca que não explora, escraviza, ou esmurra suas cabeças. Uma mão branca que não explora suas minas, não elimina os seus valores, não os assimilam ou os vêem como subumanos. Eles [agora] estão vendo o lado branco da Turquia, que os vêem como iguais e como irmãos. É um tipo de despertar à África. Pode demorar um longo tempo, mas estamos construindo laços de coração a coração. Estamos tentando ajudar o renascimento dessas pessoas corajosas de pele negra, mas gente de coração quente. “[6]

Erdogan Conduz Orações Numa Mesquita da Somália Inaugura Novo Aeroporto em Mogadíscio e Hospital

Erdogan chamou sua última parada na África, Somália, de visita “apenas para ajudar os irmãos e para trazer serviços, hospitais, mesquitas e estradas para a Somália, e não explorar os seus recursos.” Junto com o presidente da Somália Hassan Sheik Mahmoud Adel Abdulle, inaugurou um novo terminal do aeroporto, um hospital, e uma mesquita com instalações para educação, que a Turquia tinha construído e que recebeu o nome da mãe de Erdogan. Ele próprio conduziu orações como muezzin na nova mesquita.

Ele disse aos jornalistas que a THY (Aero línea da Turca) logo iniciaria seus vôos semanais para Mogadíscio, e que no próximo ano ou dois, a Turquia iria construir 10 mil casas na cidade. [7]

PM Turco Davutoglu Na Suíça: “Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregaram o Tekbir Para Zurich”; “O Islã é a Religião Indígena da Europa”; “A Turquia é a cura para a Europa”; “Ninguém será capaz de parar” a ascensão do Islã na Europa

Na Suíça, no Fórum Econômico Mundial em Davos, o Primeiro-Ministro Turco Ahmet Davutoglu visitou Zurique para falar num grande encontro de Turcos que vivem na Europa [8]: “Eu estou dizendo isso de Zurique. O Islã é a religião indígena da Europa, e continuará a ser. Apesar dos obstáculos, preconceitos e muitas provocações, a Turquia continuará a andar no caminho para a adesão à UE. Vamos andar nesta estrada, principalmente por vocês [Turcos da Europa]. Desde que você represente a nossa cultura, nossas tradições, a nossa língua e a nossa religião aqui, e uma vez que temos irmãos, [ou seja,] os 45 milhões de muçulmanos aqui [na Europa], a Turquia será parte da Europa. Nós nunca vamos implorar ou fazer pedidos especiais; vamos entrar com honra, com a cabeça erguida. Vamos entrar na UE com a nossa língua, nossas tradições e nossa religião [Islã]. Você vive orgulhoso com a  nossa cultura na Europa. Será que sacrificaríamos um pingo da nossa cultura? Com a graça de Deus, nós nunca vamos inclinar nossas cabeças. Nós somos os netos dos heróis que lutaram em Gallipoli, que nunca baixaram a cabeça.

“Em 2002, quando nós [AKP] chegamos ao poder, eles [a UE] disseram que a Turquia era tão pobre, tão fraca como país, que nos tornaríamos um fardo para a Europa. Obrigado Deus, hoje a Turquia é o poder crescente do mundo, um membro que preside o G20. Não queremos nada deles. Chegamos a este ponto com o nosso suor, e graças aos impostos pagos pelo nosso povo, graças à moral do nosso povo trabalhador. Que Alá nunca nos faça necessitar de alguma coisa de alguém.

“E agora os mesmos círculos [Europeus] estão dizendo que somos demasiado fortes para sermos aceitos. Tão fortes que iríamos mudar o caráter da Europa, e ocupar um quarto do Parlamento Europeu. Eu digo daqui, agora: “Nós não somos um peso para a Europa. A Turquia é a cura para a Europa! “A Turquia é a cura para a doença do racismo. Nós somos a cura para o seu abrandamento econômico, somos a cura para a sua perda de poder.

“Eu repito isso de novo de Zurique: o Islã é a religião Indígena da Europa, e continuará a ser a sua religião Indígena. De Andaluzia a Otomanos, e, meio século atrás com a santa marcha do nosso povo que veio de todos os cantos da Anatólia. O som de Azan [a chamada para a oração Islâmica] trazido por esses heróis à Europa, as cúpulas das mesquitas com que pontilharam este continente, tudo vai ser protegido. Vamos continuar a lutar contra todas as mãos que se estendem para prejudicá-las [as mesquitas]. Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregavam a Tekbir [i.e. o chamado de “Allahu Akbar” – Alá é Maior –] para Zurique. Que Alá abençoe aqueles que o criaram. Bendito seja aqueles que vieram aqui com apenas uma mala, na pobreza, mas com corações ricos cheios de sua fé [Islã]. Como eram santas aquelas pessoas, que vieram e semearam as sementes aqui, que vai, com a ajuda de Deus, continuar a crescer como uma árvore enorme de justiça no centro da Europa. Ninguém será capaz de parar com isso.”

Primeiro-Ministro Turco Ahmet Davutoglu fala em Zurique, Takvim, 23 de Janeiro, 2015.  Erdogan critica Washington: “Os Estados Unidos devem mudar sua política na Síria, não a Turquia”

Falando com jornalistas a bordo de seu avião, retornando de sua viagem à África, o Presidente Erdogan prometeu que a Turquia nunca iria mudar a sua política sobre a Síria, e propôs que os EUA revisem suas próprias políticas. [9]

Sobre o desentendimento entre os Estados Unidos e a Turquia ele disse: “Nossa posição é bem conhecida. Nossa meta é o regime Sírio. Deixei claro tanto ao Presidente Norte-Americano Obama quanto ao Vice-Presidente Biden que três coisas devem ser resolvidas: o estabelecimento de zonas de segurança dentro da Síria, a declaração de uma zona de exclusão aérea, e o lançamento de uma operação de Treinamento-Equipamento [para os rebeldes Sírios].”

Criticando os EUA por não mais tomar medidas contra o regime de Assad, disse que acontecimentos negativos na Síria, particularmente na região de Aleppo, poderiam refletir o que aconteceu no Iraque “o nascimento do ‘[Curdistão] no Norte do Iraque.” Nós não queremos um [Regime Curdistão] no Norte da Síria. “Nós não vamos aceitar isso.”

Ele queixou-se do foco dos EUA na cidade Iraquiana de Kobane, e observou que os EUA tentam fornecer armas aos combatentes Curdos na região: “Dissemos a eles para não fornecer essas armas, que seria um erro. Apesar dos nossos avisos, infelizmente, três aviões de carga lançaram essas armas, e metade delas foi parar nas mãos do Estado Islâmico (ISIS). Então, quem está alimentando ISIS?”

Turquia, único país a não assinar “A Declaração do Parlamento Europeu Contra o Antissemitismo

Também em 27 de janeiro de 2015, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, seguido de uma mesa-redonda em Praga, com parlamentares de 30 países Europeus, a delegação Turca foi a única a se recusar a assinar o resumo da declaração conjunta pedindo “tolerância zero para o antissemitismo”. [10]

A declaração afirma, entre outras coisas: “Exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública incluem a distorção ou a negação do Holocausto, com a intenção de ferir os Judeus ao redor do mundo e do Estado de Israel. É imperativo que os parlamentos, governos, organizações internacionais e a sociedade civil de todo o mundo adotem uma política de tolerância zero em relação a esses fenômenos.”


Traduçã: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis