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Como o Nazismo Explica o Islã “Moderado” e o “Radical”

Fonte/Source: How Nazism Explains ‘Moderate’ and ‘Radical’ Islam | Raymond Ibrahim

Como o Nazismo Explica o Islã “Moderado” e o “Radical”

Por Raymond Ibrahim

16 de agosto de 2015 (Reeditado em 19/11/2017)

PJ Media

Se as doutrinas Islâmicas são inerentemente violentas, por que então todos os Muçulmanos do mundo – cerca de 1.5 bilhão de pessoas – não são violentos?

Essa pergunta representa uma das mais populares apologias Islâmicas: uma vez que nem todo Muçulmanos é violento, intolerante ou patrocinam o terrorismo, – uma afirmação verdadeira – o Islã em si deve ser inocente.

Vamos considerar brevemente essa lógica.
isla nazism 3Primeiro, e de fato, muitas pessoas se identificam como Muçulmanas, mas não necessariamente aderem ou apoiam as doutrinas supremacistas e intolerantes do Islã. Se você vive num país de maioria Muçulmana, sabe muito bem que isso é verdade.

A pergunta mais importante é: o que esses Muçulmanos representam? Estarão seguindo uma versão legítima, “moderada”, do Islã – uma versão mais autêntica do que a variedade terrorista? Isso é o que a mídia, os políticos e os acadêmicos querem nos fazer crer.

A melhor maneira de responder a essa pergunta é por analogia:

O Nazismo Alemão é uma ideologia amplamente condenada, devido ao seu (“Ariano / Branco”) elemento supremacista. Mas o fato é que muitos Alemães que eram membros ou simpatizantes do partido Nazista eram “boas” pessoas. Não acreditavam na perseguição de Judeus e de outros “não-Arianos”, e alguns ainda ajudaram esses “indesejáveis” a escapar, mesmo correndo grande risco de vida.

Considere Oskar Schindler. Membro da etnia Alemã e do partido Nazista, que fez um grande esforço para salvar os Judeus da chacina.

Como conciliar sua boa ação com o seu mau credo?

Estava Schindler praticando uma legítima e “moderada” forma de Nazismo? Ou é mais razoável dizer que aderiu a alguns princípios do Nacional-Socialismo, mas quando chegou a hora de matar outros seres humanos, em nome da supremacia racial, sua humanidade subiu acima da sua lealdade ao Nazismo?

De fato, muitos Alemães se uniram e apoiaram o Partido Nacional Socialista, principalmente porque era um partido “vencedor”, que oferecia esperança, e menos por causa de suas teorias raciais.

Dessa forma, outros Alemães se juntaram ao partido Nazista precisamente por causa de suas teorias raciais supremacistas e estavam muito felizes em ver “subumanos” incinerados.

Agora considere como essa analogia se aplica ao Islã e Muçulmanos: em primeiro lugar, diferentemente da maioria dos Alemães que optou por aderir ou apoiar o partido Nazista, a esmagadora maioria de Muçulmanos em todo o mundo simplesmente nasceu no Islã; não tiveram escolha. Muitos desses Muçulmanos conhecem o mínimo sobre o Islã – os Cinco Pilares – e são ignorantes com relação às teorias supremacistas do Islã.

Adicione a lei Islâmica da apostasia à mistura – abandonar o Islã pode levar a pena de morte – e tudo fica claro, existem muitos “Muçulmanos” nominais que procuram não balançar o barco.

Portanto, há também um grande número de Muçulmanos que sabem exatamente o que o Islã ensina – incluindo a violência, a pilhagem e a escravização do kafir ou o infiel – e que de forma bastante feliz seguem precisamente devido à supremacia.

Em ambos, Nazismo e Islã, temos uma ideologia supremacista por um lado, e as pessoas, que por outro lado, encontram-se associadas a essa ideologia por uma série de razões: desde aqueles que nasceram dentro dela, passando pelos que aderiram a ela por suas bênçãos temporais, até aqueles que são crentes sinceros e ardentes.

A diferença mais importante é esta: quando se trata de Nazismo, o mundo já concordou que é uma ideologia supremacista. Aqueles que a seguiram fielmente eram “criminosos” – tais como Adolf Hitler. Quanto aos “bons Nazistas”, que ajudaram os Judeus perseguidos, dando abrigo e ainda realizando outros atos altruístas, o mundo reconhece que não estavam seguindo uma forma “moderada” do Nazismo, mas que o seu compromisso com o Nazismo era indiferente na melhor das hipóteses.

Esse é o paradigma correto para visualizar o Islã e os Muçulmanos: O Islã contém doutrinas violentas e supremacistas. Esse é um fato simples. Aqueles que as seguem fielmente foram e são “criminosos” – por exemplo, Osama bin Laden. Ainda assim, existem os “bons Muçulmanos.” No entanto, não são bons porque seguem um bom ou “moderado” Islã, mas porque não estão, em primeiro lugar, totalmente comprometidos com o Islã.

Tendo dito, o altruísmo de Schindler foi um produto do “Nazismo moderado” ou aconteceu apesar do Nazismo em si? O último é evidente. Da mesma forma, se um Muçulmano trata um não-Muçulmano com dignidade e igualdade, estaria fazendo isso porque segue uma marca legítima, tipo “Islã moderado”, ou faz apesar do Islã, porque o seu próprio senso de decência o compele a isso?

Considerando que a lei Islâmica é inequivocamente clara, que não-Muçulmanos têm que ser  subjugados e viverem como “cidadãos” de terceira classe — os incontáveis abusos dos direitos humanos perpetrados pelo Estado Islâmico (ISIS) contra os não-Muçulmanos, são um subproduto direto desses ensinamentos — assim como qualquer Muçulmano que tratar os “infiéis” com igualdade estará se comportando em oposição ao Islã.

Então porque o Ocidente é incapaz de aplicar o paradigma Nazista sobre a questão do Islã e os Muçulmanos? Por que é incapaz de reconhecer que os ensinamentos Islâmicos são inerentemente supremacistas, embora obviamente nem todo Muçulmano está literalmente seguindo exatamente os ensinamentos, como nem todos os membros de qualquer religião estão literalmente seguindo os ensinamentos de sua fé?

Essa questão torna-se mais premente quando se percebe que, por mais de um milênio, o Ocidente considerou o Islã como um culto inerentemente violento e intolerante. Leia os escritos dos não-Muçulmanos desde o alvorecer do Islã até recentemente, a partir de Teófanes, o Confessor (d. 818) até Winston Churchill (d.1965) — e testemunhe como todos retrataram o Islã como um credo violento que vive de conquista, de pilhagem, sempre subjugando o “outro”. (Aqui estão os pensamentos de Marco Polo).

O problema hoje é que o establishment politicamente correto — as universidades, os principais meios de comunicação, os políticos, e todas as outras cabeças falantes — ou seja, os que não querem ser incomodados com realidade ou história, fizeram disso um “fato” estabelecido, de que o Islã é “uma das grandes religiões do mundo.” Portanto, a religião em si, — e não apenas alguns de seus praticantes — é inviolável à crítica.

O ponto aqui é que a identificação dos elementos negativos de uma ideologia e a condenação adequada dos mesmos não é tão difícil. Nós já o fizemos com o Nazismo e com outras ideologias e cultos. E sabemos a diferença entre aqueles que seguem tais ideologias supremacistas (pessoas “más”), e aqueles que se encontram como casuais, membros não comprometidos (pessoas boas ou neutras).

Em épocas sensatas, quando o senso comum poderia ventilar e respirar, essa analogia teria sido considerada supérflua. Nos tempos em que vivemos, no entanto, onde um monte de ruídos sem sentidos são disseminados por toda parte pela grande mídia — e são tragicamente tratados como sérias “análises” —  o senso comum deve ser metodicamente soletrado: Sim, uma ideologia/religião pode ser reconhecida como violenta ou mesmo má, e não, muitos de seus adeptos não precisam ser violentos ou maus — eles podem até ser bons por muitas razões como discutido acima.

Essa é a maneira mais objetiva para entender a relação entre o Islã como um corpo de ensinamentos e Muçulmanos como pessoas individuais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu Há 500 Anos

Fonte/Source: The Pro-Islamic West: Born 500 Years Ago Today


 

O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu Há 500 Anos

Por Raymond Ibrahim

31 de Outubro de 2017

FrontPage Magazine

Há quinhentos anos, em 31 de Outubro de 1517, um monge Católico chamado Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja Alemã, lançando assim o que seria conhecido como a Reforma Protestante. Qualquer outra coisa pode ser dita sobre ele, Lutero involuntariamente iniciou algo a mais muitas vezes negligenciado. Como o historiador Europeu Franco Cardini explica: “A Reforma produziu um resultado lógico embora inesperado: um impulso definitivo à avaliação positiva do Islã e, portanto, ao nascimento e desenvolvimento de uma postura pró-Islâmica, geralmente convencional e educada” no Ocidente.

Assim, embora Lutero tenha mantido a visão Cristã tradicional do Islã — denunciando o Alcorão como um livro “maldito, vergonhoso, desesperado” cheio de “terríveis abominações” — condenou o conceito de cruzada, que havia sido essencial para a sobrevivência de alguns Cristãos Europeus, como os da Espanha: desde a sua conquista pelo Islã no século VIII, a Península Ibérica tinha enfrentado onda após onda de incursões Islâmicas que emanavam do Norte da África (especialmente das mãos dos Almorávidas e Almohades, cujo zelo jihadista e bárbaro supera em muito tudo aquilo que o Estado Islâmico (ISIS) é capaz).

Lutero tampouco foi meramente contra a cruzada “lá” (p. ex., para libertar o Santo Sepulcro em Jerusalém, etc.). Em 1517, o mesmo ano em que ele pregou suas teses, o maior império jihadista da história — o dos Turcos Otomanos — absorveu os vastos domínios do sultanato Mameluke no Oriente Médio e Norte da África e, tendo já conquistado grande parte dos Balcãs, prepararam-se para renovar a jihad no coração da Europa. Contra isso, Lutero originalmente pregou a passividade, indo tão longe a ponto de dizer que, embora o sultão Muçulmano “se enfureça mais intensamente assassinando os Cristãos fisicamente… ele, apesar de tudo, nada faz a não ser preencher o céu com santos.” Quando os Turcos marcharam e cercaram as muralhas de Viena em 1529, soldados rebeldes Luteranos foram ouvidos gritando que o “Turco não Batizado” (significando o sultão) era preferível ao “Turco batizado”.

Ao retratar o papa Católico como uma figura mais “Anticristo” do que a figura Anticristã tradicional até então na Europa, o sultão Turco — um cargo mantido por líderes Muçulmanos que haviam sido responsáveis pela matança e escravidão de centenas de milhares de Cristãos em nome da jihad — homens como Lutero e João Calvino, que sustentavam que o profeta Islâmico Muhammad/Maomé e o Papa eram “os dois chifres do Anticristo”, inauguraram uma espécie de relativismo que prevalece até hoje no Ocidente; o de citar instintivamente (frequentemente distorcido) episódios da história Católica para relativizar e minimizar atrocidades Muçulmanas em andamento.

Para ter certeza, a Igreja Católica respondeu com sua própria invectiva “e frequentemente tentou desacreditar a doutrina Protestante ao compará-la ao Islã — Muhammad foi um dos primeiros Protestantes e os Protestantes foram os Sarracenos do último dia”, explica Bernard Lewis. Cardini elabora:

A Reforma gerou mais veementes e coerentes argumentos entre os Cristãos, cujo efeito final favoreceu os Muçulmanos. Tornou-se habitual entre Católicos e Protestantes censurar um ao outro pelos “vícios” da religião e enfatizar que os infiéis [Muçulmanos] exemplificaram a “virtude” correspondente, a qual naturalmente teria sido muito mais adequada aos Cristãos… De fato, os argumentos entre Católicos e Protestantes frequentemente levaram a uma competição sobre qual dos dois poderia prejudicar mais o adversário tecendo louvores ao infiel.

Ao mesmo tempo, Muçulmanos sentavam e riam — para a exasperação de homens sensíveis, como o humanista da Renascença, Erasmus: “Enquanto estivemos interminavelmente lutando entre nós”, argumentou o Holandês, “os Turcos expandiram amplamente seu império ou, melhor, o reinado de terror”. Incidentalmente, por causa da “contenção de Lutero de que aqueles que declaram guerra aos Turcos se rebelam contra Deus, que está punindo nossos pecados [o Catolicismo] através deles [Muçulmanos]”, Erasmus contra-atacou assim “se não for lícito resistir aos Turcos, porque Deus está punindo os pecados de seu povo através deles, então não é mais lícito chamar um médico durante a doença, porque Deus também envia doenças para purgar seu povo de seus pecados”.

Seja como for, o que começou com Lutero foi legado aos líderes Protestantes subsequentes. Isso foi apenas natural; como os primeiros Protestantes e Muçulmanos tinham o mesmo inimigo comum — a Cristandade Católica, particularmente sob a aparência do Sacro Império Romano — o princípio de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” tornou-se um jogo afiado. Em 1535, “essa foi uma das verdades mais amargas”, escreve o historiador Roger Crowley, “que o rei Católico [Charles V] gastou mais tempo, dinheiro e energia lutando contra Franceses e Protestantes do que jamais devotou à guerra contra o [Sultão] Suleiman. “(não é à toa que muitas conquistas Islâmicas em território Europeu ocorreram sob o reinado do “Magnífico”). Da mesma forma, a Rainha Elizabeth I da Inglaterra formou uma aliança com os piratas Muçulmanos da Barbária — que eventualmente escravizaram cerca de 1.3 milhão de Europeus, incluindo, e não foram poucos, da Irlanda e Islândia — contra a Espanha Católica, levando o núncio papal da nação a lamentar que “não existe um mal que não seja concebido por aquela mulher, isso está perfeitamente claro, socorreu Mulocco [Abd al-Malek] com armas, e especialmente com artilharia”.

Em 1683, quando os Turcos vieram novamente para Viena, escravizando e eventualmente matando cerca de 30.000 Cristãos durante o processo — seus principais aliados não-Muçulmanos eram dois Protestantes: o Luterano Húngaro, Imre Thokoly e o Calvinista transilvano, Príncipe Apafi. De fato, o pretexto Muçulmano de marchar em direção a Viena era para fornecer ajuda militar ao Thokoly que estava até então em rebelião contra o Império Austríaco. Dizendo aos colegas comandantes Muçulmanos que “deveriam aproveitar as desordens dos Cristãos cercando o lugar [Viena], cuja conquista asseguraria a de toda a Hungria e os abriria uma passagem para maiores vitórias”. Grande Vizrigo Kara Mustafa mobilizou indiscutivelmente o maior exército Muçulmano que já invadiu a Europa. Antes de partir para o auxílio em Viena, e consciente do papel pernicioso de Thokoly, o rei Polonês, John Sobieski, escreveu “que, se ele queimasse uma palha em território aliado, ou em seu próprio, eu iria queimá-lo junto com toda a família na própria casa dele”.

O fato de que a Reforma Protestante involuntariamente beneficiou o Islã não deve ser interpretado como um ataque à Reforma ou a defesa do Catolicismo. Nem menciona alguma coisa sobre os méritos teológicos, ou as verdades, de ambos… (“eu não sou, fica aqui o registro, Protestante tampouco Católico, e não tenho um cavalo no páreo, por assim dizer”). Em vez disso, o ponto aqui é que as ações de homens falíveis, de ambas persuasões religiosas, tiveram consequências imprevisíveis. E, se as fendas históricas dentro do Cristianismo — começando por Calcedônia em 451, quando a Ortodoxia (não o Catolicismo ou o Protestantismo) se separou — sempre trabalharam para o Islã levar vantagem, não surpreenderia que a maior de todas rupturas Cristãs também tivesse o maior impacto.

Em suma, “A Reforma produziu um lógico e inesperado resultado: um impulso definitivo à avaliação positiva do Islã e, portanto, para o nascimento e o desenvolvimento de uma postura pró-Islâmica, muitas vezes convencional e educada”. Este “educada” e “com postura pró-Islâmica” persegue o Ocidente até hoje. Afinal, não é à toa que a visão ingênua e favorável ao Islã — incluindo a resposta passiva à agressão Muçulmana e o medo autodestrutivo e paralítico de ser visto como membro de uma “cruzada” contra o Islã, — está especialmente enraizado e compromete a segurança de países historicamente Protestantes, incluindo o Reino Unido, Escandinávia, Alemanha, Austrália e os EUA.

É claro que esses pontos de vista têm menos a ver com qualquer coisa intrínseca à teologia Protestante, e mais a ver com uma série de forças históricas que culminaram numa espécie de tolerância acrítica ou insensata diante de qualquer coisa, e tudo no Ocidente — inclusive o terrorismo Islâmico descarado — fica evidente num fato irônico: hoje é o papa Católico — um papel tradicionalmente preenchido pelos maiores e mais vociferantes oponentes do Islã — que exibe uma determinação sem paralelo para empoderar Muçulmanos e lavar a imagem do Islã.


Não deixe de ler: Lutero, Islã e as Mentiras que Paralisam


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet

Photo Cover Credit: Michael Gordon – Bathing Beauties


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"

Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Finalizamos o episódio anterior com o Padre Copta comentando a predileção de Muhammad por mulheres menstruadas — apesar de que o próprio Alcorão (como colocou Padre Botros, “suas próprias palavras“) proibiu que os homens se aproximem de mulheres menstruadas.

Aqui, nesta última parte, o sacerdote examina a infidelidade de Muhammad com relação às suas esposas (embora alguém possa pensar que o plural torna a noção de fidelidade discutível), seu comportamento sexual explorador e sua dependência da linguagem bastante obscena.

Primeiro, o Padre Botros passou algum tempo discutindo a conhecida história em que o profeta havia traído sua esposa Hafsa com uma escrava-menina (Infelizmente, não se pode capturar a hilaridade com que o padre relatou este conto).

Em suma, depois de enviar Hafsa para visitar seu pai, ela, a meio caminho, percebeu que era “seu dia” — isto é, o dia em que, de todas as suas esposas, Muhammad a visitaria para ter “relações conjugais”. Ela retornou correndo (Padre Botros acrescentou: “Ela o conhecia bem: se ela não estivesse lá, no seu dia, ele ficaria louco e pegaria a primeira mulher que passasse!”).

De fato, Hafsa pegou Muhammad com uma escrava-menina em sua própria cama. Muhammad rapidamente expulsou a escrava e disse a Hafsa que mantivesse isso entre eles, e que doravante, dispensaria a escrava.

Em vão: Hafsa falou demais e logo todas as esposas de Muhammad revoltaram-se contra o seu incessante flerte; como disse o Padre Botros: “Quando as coisas se tornaram críticas, Muhammad soltou uma “nova revelação” sobre elas; então lançou a sura al-tahrim (66:1-11), onde Alá supostamente castiga Muhammad por tentar agradar suas esposas não dormindo por aí, ameaçando as esposas para que entrem na linha, a fim de que o profeta não se divorcie delas — de fato, caso contrário irão pro inferno.”

Em seguida, olhando para a telão, o Padre Botros perguntou: “Imagine, prezada senhora, se o seu marido lhe pedisse para sair com uma incumbência, e de repente você retorna e encontra o seu marido na cama com outra mulher. Que tipo de homem ele pareceria aos seus olhos? Mesmo assim, ainda consegue ser pior: é o seu profeta, a quem todos vocês exaltam como o ser humano mais perfeito, para ser emulado servilmente!”

Ele então indicou que “a inteligente menina Aisha conheceu [Muhammad] bem”: sempre que tais versículos eram revelados, salvando Muhammad, Aisha com frequência observava que “Na verdade, seu senhor [Alá] rapidamente satisfaz seus caprichos e desejos” (e.g., al-Siyuti v.6, p.629).

Em seguida, o padre narrou um episódio retratando como o profeta explorava sexualmente uma mulher “retardada”. De acordo com 23 fontes (por exemplo, Sahih Muslim vol.4, p.1812), uma retardada chegou até Muhammad dizendo: “Ó profeta de Alá! Eu tenho algo para você.” Ele clandestinamente se encontrou com ela e dela tirou esse “algo”.

Padre Botros ainda adicionou: “Temo agora que muitos fiéis irão querer implementar essa suna — não façam isso, rapazes, isso é apenas para ilustrar…”. Muçulmanos, ouçam bem: não me odeiem por revelar tudo isso a vocês; não fiquem à espreita para me matar. Estou apenas revelando o que os seus próprios livros contêm . Como sempre, esperamos humildemente os grandes sheiks e ulemás, para resolver essas questões e nos mostrar onde erramos.”

Em seguida, o Padre Botros discutiu o tipo de língua abominável que Muhammad — o “maior exemplo” — empregava: “Desculpa, sinto muito por revelar a você o tipo de linguagem desprezível que Muhammad usava, também tenho vergonha de mencionar. Na verdade, seu profeta disse que uma das palavras mais obscenas em Árabes — o equivalente a palavra “f-word” (sic) (em Inglês; o mesmo que “fuck” ) [trad. foda, porra! etc.) [neste ponto ele aconselhou aos espectadores Árabes a pesquisar a palavra no Google para entender o que ele está falando].”

Recusando-se a pronunciar ou soletrar essa palavra, que o padre afirma constar em 67 livros, incluindo Sahih Bukhari, o texto contendo essa palavra, “inkat-ha” (em Árabe) — ou, no contexto, Muhammad perguntando a um homem a respeito de uma mulher, se ele “f***** her” (sic) [trad. fodeu ela)— foi exposto na telão para que todos vissem.

Em seguida, “Rápido! tira essa imundície daí! O que vocês, Muçulmanos, fariam se o Sheik de al Azhar (principal instituição do Islã Sunita, Egito) andasse por aí usando essa linguagem? Pior — é o seu profeta, a “maior criação”.

O co-apresentador ex-Muçulmano perguntou se Muhammad usava alguma outra língua imunda, e o padre respondeu: “Rapaz, ele sempre usou; infelizmente este programa é muito curto para listar todas”.

De acordo com Qaid al-Qadir (v.1, p.381), Muhammad disse aos Muçulmanos para reprimir os infiéis insolentes dizendo coisas como — mais uma vez, ele não pronunciou, mas o texto apareceu na telão — “Vá morder o clitóris da sua mãe” ou, de acordo com Zad al-Mi’ad (v.3, p305), “Vá morder o pênis do seu pai!”

E assim, mais uma vez, balançando a cabeça demonstrando total decepção: “Ôh! Profeta de Alá… Profeta de Alá… Gostaria que você tivesse ouvido o conselho do seu senhor Jesus:

“O homem bom, 
do bom tesouro do seu coração tira o bem; 
e o homem mau, 
do seu mau tesouro tira o mal; 
pois do que há em abundância no coração, 
disso fala a boca.” 
Lucas 6:45.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Mais uma vez no início do programa, o Padre Botros narrou um famoso trecho de Ibn Taymiyya sobre como distinguir o verdadeiro do falso profeta. Taymiyya afirmou que há muitos falsos profetas, como Musailima “o mentiroso”, que muitos desses chamados profetas eram, de fato, “possuídos”, e que a única maneira de determinar a autenticidade de qualquer profeta é examinando sua biografia (sira) e suas ações, para ver se ele é considerado digno do título.

Depois de ler uma longa citação, Padre Botros concluiu com um, “Bom para você, Ibn Taymiyya! Você ao menos sabia muito.”

Os espectadores então receberam o aviso habitual: “Este programa é apenas para adultos! Jovens e crianças, por favor retirem-se agora. “Ele então exortou os espectadores a terem em mente, durante a narração sobre Muhammad, que “esse é o profeta que você segue. Tenha isso em mente, ô! Muçulmano!”

Padre Botros então lamentou que, durante 1400 anos, barreiras foram erguidas em torno de Muhammad para que ninguém — Muçulmano ou infiel — pudesse criticar a sua vida: “Mas chegou a hora, meus amigos; a barreira está quebrada!”

Em seguida, recapitulou os últimos três episódios que tratavam dos hábitos sexuais de Muhammad — incluindo (mas não limitado à) chupar as línguas de meninos e meninas, beijando os seios de sua filha Fátima, “cobiçando” meninas de 2-3 anos, deitando com uma mulher morta, inclinações homossexuais, recebendo revelações vestido com roupas femininas, copulando com nove mulheres seguidas sem se lavar entre uma e outra (e ainda se gabando disso), saudando pessoas enquanto nu e proclamando que copulará com Maria mãe de Jesus no céu. (quanto ao último, o padre, com um semblante enojado disse: “Vamos, cara, caia na real.”)

E então começou este episódio dizendo que não menos que 34 livros, incluindo Tafsir de al-Qurtubi e Sahih Muslim, registram que Muhammad costumava “acariciar” — Botros franziu as sobrancelhas diante da telão — “beijar e fazer sexo durante o jejum [Ramadan], embora tenha proibido isso aos outros.”

Disse o co-apresentador ex-Muçulmano: “Interessante. Mas sabemos que os profetas têm dispensas especiais: Você tem algo mais explícito?”

Padre Botros: “Tudo bem. Que tal isto: o profeta costumava visitar [copular com] suas mulheres quando elas estavam menstruando — sinto muito por este tópico repugnante! Me perdoa, pessoal!”

Ele então mencionou que o principal problema com relação a isso é que o Alcorão (2: 222) — “as próprias palavras de Muhammad”, como demonstrou, proibiu os Muçulmanos de se aproximarem das mulheres menstruadas.

E aí prosseguiu citando alguns hadiths, afirmando que Muhammad teve relações sexuais livremente com mulheres menstruadas, inclusive narrado por Sahih Bukhari (v. 5, p. 350), que dizia que se Muhammad desejasse uma mulher menstruada, ele a enrolava com um lençol e prosseguia com seus afazeres, para o qual o sacerdote gritou:

“Vamos lá, cara! Você não conseguiu encontrar nenhuma das suas 66 mulheres? Tinha que ser com a que está menstruando?”

Então, olhando fervorosamente para a câmera: “Fala sério, pessoal: vocês não se envergonham dessas coisas? Eu sei que estou — apenas mencionando eles (os hadiths). É esse o seu “profeta” — o “homem exemplar”?

Em seguida leu um hadith, narrado por Aisha, incluído nos seis canônicos, onde a jovem esposa do profeta relata que, sempre quando menstruava, caso o profeta “a desejasse”, ele a “comandava” a fazer sexo com ele, ao qual o padre exclamou: “Comandava! Isso é estupro! Quem é esse personagem você está seguindo?”

Dando sequência, lendo vários outros hadiths, todos demonstrativos das tendências sexuais de Muhammad com mulheres menstruadas — o que o Alcorão proíbe — acrescentou: “Pessoal, se é assim que o” Profeta de Deus” se comporta, o que podemos esperar do homem comum?”

Nesse momento o co-apresentador perguntou: “Bem, será que outros homens se comportam desse jeito?”
Padre Botros: “Claro, o profeta sempre foi generoso com os seus seguidores, dando a eles uma saída de escape. De acordo com oito compilações do hadith, Ibn Abbas narra que Muhammad afirma que se um homem não puder se ajudar e copular com a esposa menstruada, tudo o que ele tem a fazer é pagar um dinar em reparação; se ele dormir com ela no final do ciclo, quando ela não estiver sangrando muito, ele só precisa pagar meio dinar — um desconto!” [dizendo “desconto” em Inglês e rindo].

Perguntou o co-apresentador ex-Muçulmano: Como você mencionou, dado que Muhammad tinha tantas mulheres, por que ainda sentiu necessidade de recorrer exatamente àquelas que estavam menstruadas?”

Padre Botros: “Ahhhh. Percebo que você está conectando os pontos sabiamente. Pelo simples motivo, meu amigo, é que Muhammad costumava gostar de cheirar”, nesse ponto o padre imitou, sniff, sniff — “sangue de menstruação”. Em seguida citou al-Siyuti, onde Aisha narra que Muhammad ordenou “Venha aqui!”, e ela respondeu: “Mas estou menstruando, ó profeta de Deus”. Então ele disse: “Exponha as suas coxas”; ela obedeceu e “ele prosseguiu colocando a bochecha e o peito nas coxas dela.”

Padre Botros: “Me ajuda, pessoal! Como um comportamento tão perverso vem de um profeta — o “maior modelo de comportamento?”

Ele então leu um hadith, de Sahih Bukhari (v.6, p.2744), narrado por Aisha, onde ela diz que, durante a menstruação, o profeta costumava colocar a cabeça nas coxas dela e recitar o Alcorão.

Padre Botros: “Enquanto recitava o Alcorão!”

Continuando, leu um texto de Ahkam al-Koran (v.3, p.444), onde uma mulher declarou que costumava recolher água de um poço que tinha, não apenas sangue de menstruação, mas carne de cachorro e toda sorte de imundice, e dava para Muhammad beber.
Padre Botros: “O que aconteceu com o verso do Alcorão 2: 222?! Mesmo o “selo dos profetas” pode beber dessa água tão imunda?”

Então, balançando a cabeça e com os olhos baixos: “Oh! Muhammad, Muhammad, Muhammad…”.


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 3

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"


Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Saímos da Parte 2 com o padre Copta lendo um hadith, afirmando que o profeta do Islã “admirou” uma menina de 2-3 anos (dizendo que esperava viver o tempo suficiente para torná-la sua esposa), e “deitado” num túmulo com uma mulher morta.

Neste novo episódio, ele iniciou com a tendência “travesti” do profeta. Leu hadiths, incluindo Sahih Bukhari — Padre Botros afirma que não existem menos de 32 referências diferentes a este fenômeno nos livros do Islã — em que Muhammad muitas vezes se deitou vestido com roupas femininas, especificamente de sua noiva-criança Aisha.

Padre Botros: “Será que os Muçulmanos pensam que ele só se vestiu com as roupas da Aisha? Já que ela era a “favorita”, será que depois de estar intimamente com ela, simplesmente deitava na cama com suas roupas?“ (Aqui o Padre levou suas mãos ao rosto lamentando que tivesse que falar de coisas tão vergonhosas.)

Então ele ofereceu um hadith interessante e revelador, de Sahih Bukhari (2/911), que relata Muhammad dizendo, “Revelações, [i.e., o Alcorão] nunca venha a mim quando eu estiver vestido com roupas femininas — exceto quando estiver vestido com a roupas da Aisha”, implicando que era um hábito do profeta se vestir com roupas femininas.

Padre Botros prosseguiu com alguns comentários de Tafsir de al-Qurtubi — uma exegese autorizada no Islã. Leu um episódio onde Aisha disse que, um dia, enquanto Muhammad estava deitado nu na cama, Zaid chegou batendo; Muhammad, sem se vestir, abriu a porta e “o abraçou e beijou” — completamente nu. Em outro lugar, Qurtubi conclui que “o profeta — orações e bênçãos sobre ele — estava constantemente preocupado com mulheres.”

Padre Botros aos Muçulmanos: “Então esse é o seu profeta — o homem mais moralmente correto? Em vez de se preocupar com, por exemplo, orações ou boas ações, ele estava preocupado com mulheres?”

Em seguida, leu de Faid al-Qabir (3/371), onde Muhammad é citado dizendo: “Meus maiores amores são as mulheres e perfume: a fome é saciada depois de comer, mas nunca me satisfaço com mulheres”. Outro hadith: “Eu posso conter-me com comida e bebida — mas não com mulheres”. Após a leitura desses hadiths, o padre Botros apenas olhava a telão em silêncio, balançando a cabeça.

Em seguida, leu uma narrativa interessante (contida em Umdat al-Qari e Faid al-Qabir). Dizem que, Alá enviou Gabriel com um tipo de alimento celestial (chamado al-kofid) para Muhammad, o ordenando a “Comer!” — da mesma forma quando Gabriel chegou a Muhammad dizendo “Leia!” (i.e., iqra, a palavra para Alcorão). A narrativa continua citando Muhammad dizendo que a comida que lhe foi dada “me deu a potência sexual de 40 homens celestiais”. Padre Botros, em seguida, leu a Suna de al-Tirmidhi, que diz que o “homem celestial” tem a potência sexual de 100 homens mortais.

Perguntei ao padre: “Então, calculando 40×100 podemos concluir que Muhammad/Maomé, quando comeu seu afrodisíaco celestial, teve a potência sexual de 4.000 homens? É mesmo? Ô! Umma (nação Muçulmana), é essa a reivindicação da fama do seu profeta — que ele era um maníaco delirante?” Em seguida, e um pouco menos sério disse: “Imagine a surpresa quando os Ocidentais descobrirem que, mais uma vez, foi Muhammad quem primeiro descobriu o Viagra!”

Zakaria Botros passou a ler outras fontes, como a Suna al-Nisa’i, em que Muhammad costumava, numa única noite, “visitar” todas as suas mulheres sem se lavar entre uma e outra. Perguntou o padre: “Por que registram até mesmo as coisas mais obscenas e embaraçosas?”

Talvez o mais divertido, quando o padre Botros passou algum tempo analisando um episódio registrado em Al-Bidaya We Al-Nihaya de Ibn Kathir. Eis aqui uma tradução para essa longa narrativa:

Depois de conquistar os Judeus de Khaybar e saquear seus pertences, entre outras coisas, um jumento caiu no lote do profeta, que prosseguiu perguntando ao jumento: “Como você se chama?”

O jumento respondeu: “Yazid Ibn Shihab. Alá trouxe de meus ancestrais 60 jumentos, nenhum dos quais foi conduzido exceto por profetas. Nenhum dos descendentes do meu avô permanece vivo, somente eu, e nenhum dos profetas permanece vivo, mas você e eu esperamos que você me cavalgue. Antes de você, pertenci a um Judeu, a quem causei tropeços e quedas frequentes, e por isso ele costumava chutar o meu estômago e bater nas minhas costas.”

Aqui, rindo por entre os dentes, o padre acrescentou: “um burro praticante de taqiyya! (trad. dissimulação ou mentira). Continuando com a leitura: “O profeta — que as orações de Alá e a paz estejam com ele — disse-lhe: ‘vou te chamar de Ya’foor. Oh! Ya’foor!’ Ya’foor respondeu, ‘Eu obedeço.’ O profeta perguntou: ‘Você cobiça as fêmeas?’ O jumento respondeu, ‘Não!'”

O padre gritou: “Até mesmo o jumento corou de vergonha com as perguntas excessivamente sexuais do seu profeta! Aqui temos o que é suposto ser um milagre — um jumento falante; entretanto, de todas as coisas para se comunicar com este animal, a pergunta mais urgente do seu profeta foi se o jumento desejava as fêmeas?

Em seguida, lendo Sahih Bukhari (5/2012), padre Botros narrou um episódio em que Muhammad entrou na casa de uma jovem chamada Umaima bint Nua’m e ordenou “Entregue-se a mim!” A mulher respondeu: “Deverá uma rainha se entregar à ralé?” Sacudindo o punho, Muhammad a ameaçou e depois a enviou para os seus pais.

Padre Zakaria Botros: “Veja bem, pessoal, mesmo naquela época, ainda havia pessoas que possuíam princípios, que não deram lugar a ameaças e coerções. No entanto, a verdadeira questão aqui é, por que Muhammad estava em contradição com os mandamentos de seu próprio Alcorão — “se uma mulher fiel se entregar para o profeta” (33:50) — tentando coagir essa jovem mulher?

Finalmente, com o olhar mais desagradável possível o padre leu um hadith de al-Siyuti (6/395), onde Muhammad afirma que “no céu, Maria mãe de Jesus, será uma das minhas esposas.”

“Por favor, ô! Profeta”, disse o padre Copta Ortodoxo, “não envolve os nossos santos em suas práticas imundas…”


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 2

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch.

Relembrando o episódio anterior, ouvimos o padre e o co-apresentador ex-Muçulmano; o primeiro observou que “nada menos do que 20 fontes Islâmicas — como os hadiths de Ahmad bin Hanbal — relatam que Muhammad costumava sugar as línguas de meninos e meninas”.

Botros prosseguiu lendo várias fontes em voz alta, como um hadith relatado por Abu Hurreira (considerado um narrador de extrema confiabilidade), no qual Muhammad suga as línguas dos dois meninos de seu primo (e futuro califa) Ali, — Hassan e Hussein — ambos com Memória reverenciada pelos Xiitas.

Em seguida leu um hadith de Muhammad sugando a língua de sua própria filha, Fátima. Padre Botros também acrescentou que a palavra Árabe para “sugar” (muss) não pode, como alguns apologistas insistem, significar qualquer coisa, exceto “sugar”. “Afinal,” acrescentou o padre sagaz, “esta é a mesma palavra usada quando se discute as ‘atividades’ de Muhammad “com suas esposas, especialmente sua amada noiva-criança, Aisha”.

Com um semblante externando extremo desgosto, Botros virou-se para a câmera e disse: “Querida senhora, imagine por um momento, você chegando em casa e encontrando o seu marido sugando a língua de sua filha? O que você faria? Pior ainda: é o seu profeta — o homem mais “moralmente correto”, um homem a ser emulado pelo mundo! Um homem que, de acordo com os registros, costumava andar por aí sugando as línguas das suas esposas, filhas e jovens: Seriam estas as atividades do homem descrito no Alcorão como o pináculo da perfeição moral?”

Co-apresentador ex-Muçulmano: “Mais um!”

“Muhammad não dormia enquanto não tivesse beijado sua filha Fátima e acariciado o seu rosto no peito dela [o sacerdote forneceu as fontes apropriadas]. Querida senhora! O que diria para o seu marido se o visse dormindo com o rosto no peito de sua filha — seria isso o auge da moralidade?!”

Neste ponto, o padre Botros, que parecia abatido, pediu desculpas profusamente, dizendo que só podia imaginar como todos esses episódios devem ser preocupantes para os Muçulmanos, para os quais o co-apresentador o tranquilizou: “Não é culpa sua, padre, mas sim daqueles Muçulmanos que registraram essas incidências infames. De qualquer forma: os Muçulmanos precisam saber disso. Por favor, continue.”

Botros continuou a leitura de hadiths ainda mais reveladores, incluindo um do Musnad de Ahmad bin Hanbal, que registra Muhammad observando uma menina de 2-3 anos nos braços de sua mãe. Muhammad ficou tão “impressionado” com ela que disse: “Por Alá, se essa menina alcançar a idade para casar e eu ainda estiver vivo, certamente casarei com ela”.

Um outro hadith segue narrando que Muhammad acabou morrendo antes que essa menina em particular chegasse à idade de casar, ao qual o sacerdote agora vexado, incapaz de conter-se, exclamou: “Ah! Pobre profeta! Perdeu uma!”

Botros então disse aos espectadores que considerassem esse último hadith, como “contexto”, enquanto lia outro hadith da Suna de Bin Said, que registra Muhammad dizendo: “Eu abracei fulana quando ela era criança e descobri que realmente a desejei imensamente”.

“Que profeta é esse que você segue?”, gritou o ultrajado padre Copta. “Onde está a moralidade dele? É esse o homem que os Muçulmanos seguem servilmente? Usem suas mentes!”

Era tarde da noite, mas o Padre Botros não havia terminado de catalogar suas descobertas quanto aos hábitos “sexuais” do profeta (esses programas duram uma hora e meia). Então, quando prosseguiu com um outro hadith que descrevia Muhammad ao lado de uma mulher morta em seu túmulo, bem como apontando para a categoria de hadiths chamados de “relações sexuais com uma mulher morta”, eu felizmente desliguei a internet e chamei isso de pesadelo — até este momento, enquanto estou (um pouco relutante) revisitando as minhas anotações para preparar este relatório.


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 3


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 1

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Publicado originalmente em 3 de Abril de 2009

Nota: Padre Zakaria Botros nasceu em 24 de Outubro de 1934 na cidade de Kafr el Dawar, na província de Behaira, nas proximidades de Alexandria, Egito. Nasceu de família Cristã profundamente envolvida com o trabalho Evangélico. Produtor da série "Questões Relacionadas à Fé", de enorme sucesso, com mais de 150 programas.

Padre Zakaria Botros realizou recentemente um programa dedicado à discussão da questão da moralidade e como isto é — ou deveria ser — uma das características de um profeta. Logo de início, colocou a questão principal do programa: “Era o profeta Muhammad, um moralista — o homem mais justo, digno de ser emulado pelo mundo?”

Ele abriu o programa confiando numa citação de Ibn Taymiyya, que avaliou os sinais de um profeta. Taymiyya afirmou que há muitos falsos profetas, como Musailima “o mentiroso”, um contemporâneo de Muhammad. Taymiyya concluiu que muitos desses chamados profetas estão, de fato, “possuídos”, e que a única maneira de determinar a autenticidade de qualquer profeta é examinando sua biografia (sira) e seus atos, para ver se ele é considerado digno do título.

Sendo assim, este é o primeiro de vários episódios dedicados a examinar os conceitos de moralidade e as características de um verdadeiro profeta (com a noção de que o primeiro reforça o último). O tema para este episódio em particular é a “pureza” (tahara): “Era Muhammad um homem ‘puro’?” — Neste contexto, a pergunta se refere aos costumes sexuais (ou a falta deles).

Após as preliminares, Botros olhou para a câmera e deu um aviso severo: “Este episódio é apenas para adultos! Vou discutir muitas coisas que me fazem corar de vergonha, então por favor: mulheres e crianças retirem-se da sala.”

Em seguida, pediu aos Muçulmanos que assistiam para ter em mente a seguinte pergunta: “É esse o profeta que eu sigo?”; enquanto delineava alguns dos hábitos sexuais de Muhammad.

Primeiro, e proveniente do Alcorão, Botros leu versos declarando inequivocamente que Muhammad é o paradigma de toda virtude e moral, tal como “E com toda certeza você [Muhammad] conforma (você mesmo) com a moral sublime [68:4]”. Mais adiante citou alguns ulemás (teólogos), como o Ibn Kathir, todos insistindo que Muhammad/Maomé era “O mais nobre da humanidade e o maior dos profetas.”

Botros e seu co-apresentador ex-Muçulmano — o padre havia insistido que fosse um homem para este programa específico, para que ele não ficasse muito envergonhado ao delinear os hábitos sexuais de Muhammad — discutiu o Alcorão verso 4:3, que “limita” o número de esposas de um Muçulmano para quatro, incluindo “o que sua mão direita possui (cativas)”, isto é, meninas escravas.

Isso aparentemente não era bom o suficiente para Muhammad, afirmou Botros; um versículo inteiro teve que ser “revelado” justificando mais mulheres para ele (Alcorão 33:50). De fato, o padre Botros compilou cuidadosamente uma lista de todas as mulheres — 66 são conhecidas — por terem tido relações sexuais com Muhammad.

Botros disse que era normal: de acordo com a Sira Al-Halabi, Muhammad pode possuir uma mulher não importando o que aconteça, mesmo contra a vontade dela; caso Muhammad desejasse uma mulher casada, seu marido teria que divorciar-se dela. De acordo com Ibn Sa’ad, autor de outro relato biográfico autorizado de Muhammad: “O profeta não morreu enquanto todas as mulheres foram-lhe permitidas.” (ver Kitab Al Tabaqat Al Kubra, v. 8, 194).

O co-apresentador ex-Muçulmano interveio de forma abrupta — “O que dizer sobre todos os rumores de que Muhammad exibiu tendências homossexuais?”

Botros levou as mãos ao rosto e sussurrou: “Então você ainda insiste em discutir isso?” O co-apresentador foi inflexível, dizendo que era para o bem dos Muçulmanos conhecer tudo.

Assim, Botros, após pedir profusas desculpas aos seus espectadores Muçulmanos, dizendo o quanto isso era embaraçoso para ele, declarou: “Olha! Somos aqui apenas leitores, revelando o que existe nos próprios livros do Islã! Se isso desagrada aos Muçulmanos, eles deveriam ir e queimar esses livros.”

O primeiro episódio discutido pelo sacerdote rodava em torno de um hadith que, embora alguns ulemás o considerem “fraco”, está no entanto, de acordo com Botros, presente em 44 livros Islâmicos — incluindo algumas coleções altamente respeitadas, como a Suna Bayhaqi e Al Halabi.

De acordo com esse hadith, um homem chamado Zahir, que costumava declarar que “o profeta me ama”, disse que um dia Muhammad rastejou inesperadamente atrás dele e deu-lhe um abraço de urso. Zahir, alarmado, gritou: “Me solta!” Depois de virar a cabeça e descobrir que era Muhammad; parou de lutar e passou a “empurrar as costas para o peito do profeta — orações e bênçãos sobre ele.”

Outro hadith curioso contido na Suna Bayhaqi e que leva à Suna Abu Dawud (uma das seis coleções canônicas de hadiths), tem Muhammad levantando a camisa para um homem que passou a beijar todo o seu torso, “desde o ombro até as axilas”.

Botros olhou casualmente para a câmera e disse: “Imagina se o sheik de Al Azhar [o equivalente Muçulmano mais próximo de um papa] levantasse a camisa para que os homens beijassem seu torso” (e começou a imitar os beijos: smack! smack!… para efeito.)

Co-apresentador ex-Muçulmano : “Certamente, mais algum?”

Botros: “Na verdade, existe. Não menos de 20 fontes Islâmicas — como os hadiths de Ahmad bin Hanbal — relatando que Muhammad costumava sugar as línguas de meninos e meninas…


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 2


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Lutero, Islã e as Mentiras que Paralisam

Fonte/Source: Luther, Islam, and the Lies that Cripple


Lutero, Islã e as Mentiras que Paralisam

Por Raymond Ibrahim

15 de Novembro de 2017

FrontPage Magazine

Em “Expansão Do Islã Por Toda A Europa: Não É Culpa Do Martin Lutero“, um tal de Paul Gottfried finge responder ao meu artigo, “O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu há 500 anos“. Enquanto muitos de seus próprios leitores viram e expuseram suas falsas declarações na seção de comentários do meu blog (reproduzido no final deste artigo) mais detalhadamente do que eu nunca teria feito, vale a pena examinar a peça de Gottfried apenas pelas lições importantes em torno dela.

Primeiro, se você procura um exemplo de ou está incerto sobre o que significa a “Falácia do Espantalho” — tipicamente definido como “dando a impressão de refutar o argumento de um oponente, enquanto refuta um argumento que não foi apresentado pelo oponente” — então não procure nada mais do que a “refutação” de Gottfried, que exemplifica a Falácia do Espantalho de maneira muito especial, começando pelo título: “Expansão Do Islã Por Toda A Europa: Não É Culpa De Martin Lutero”. Bravo, Gottfried, que visão! Mas quem disse que “a expansão do Islã por toda a Europa” foi culpa de Lutero? Bem, se você lê a peça de Gottfried sem conferir as suas reivindicações contra o meu artigo, aparentemente eu acusei Lutero. Claro, de volta ao mundo real, isso não aconteceu. Na verdade, como alguém que acabou de escrever um livro (prestes a ser publicado) sobre a história da jihad Islâmica contra a Europa — a qual, pelo menos 75 por cento, ocorreu antes, não depois de Lutero — a afirmação me atingi, mais do que a maioria, de tão absurda.

A próxima distorção óbvia de Gottfried aparece em sua frase de abertura: “Em uma das estranhas manifestações de piedade Católica equivocada ou repugnância para com a Reforma Protestante, exibida por ocasião do 500º aniversário, Raymond Ibrahim revela uma versão bizarra do jogo de culpa.” Abordarei a tal “repugnância” mais adiante; por enquanto, pergunto por que Gottfried oferece, como possibilidade, de eu ter sido motivado por “piedade católica equivocada” quando escrevi claramente que “eu não sou, apenas para registro, Protestante tampouco Católico”?

Apenas duas conclusões existem: Gottfried não leu o meu artigo (o que é patético para alguém reivindicando a “refutação” disso), ou então está devidamente deturpando. Embora o meu primeiro instinto se incline para o primeiro, outras “técnicas” empregadas por Gottfried apontam para uma decepção intencional. Por exemplo, ele nunca me cita como dizendo as coisas que ele afirma que eu digo — da mesma forma como eu o cito aqui — exceto em duas ocasiões: em ambas, afirma que eu escrevi que Lutero pediu “passividade” contra os hostis invasores Muçulmanos. Na realidade, escrevi que “Lutero originalmente pregava a passividade”, o que, é claro, e um fato indiscutível. Para que não haja confusão sobre esse ponto, juntamente com as várias citações e fontes inseridas no meu artigo original — incluindo as próprias palavras de Lutero, que, embora o sultão Muçulmano “se enfureça mais intensamente assassinando os Cristãos fisicamente… ele, apesar de tudo, nada faz a não ser preencher o céu com santos” — aqui estão mais algumas autoridades Ocidentais:

De acordo com S.J. Allen e Emilie Amt, professores universitários e editores do The Crusades: A Reader: “O líder protestante, Martin Lutero, havia pregado anteriormente contra uma cruzada Otomana, acreditando que era uma causa Católica e, portanto, errada aos olhos de Deus. Lutero mudou de ideia depois de Viena, quando a ameaça se aproximou de casa… “ (p. 413).

Idem para Thomas Madden (historiador das Cruzadas): “Lutero deu o tom do pensamento Protestante diante da ameaça Turca. Quando [Papa] Leo X ainda estava tentando ressuscitar sua cruzada em 1520, Lutero escreveu que “lutar contra os Turcos é opor-se ao julgamento que Deus visita em consequência das nossas perversidades através deles”. Na visão de Lutero, as cruzadas contra os Otomanos eram guerras contra Deus… Após o cerco de Viena em 1529, a ameaça Turca tornou-se muito mais terrível para os Alemães, e assim Lutero mudou de opinião”(A New Concise History of the Crusades, pp. 209-210).

Seja como for; a questão relevante aqui é, por que Gottfried me citou intencionalmente duas vezes — dizendo que Lutero pregava a “passividade” quando escrevi que ele “originalmente pregava a passividade”? Simples: a minha formulação está correta, enquanto algo tão “sutil” como omitir o meu qualificador (“originalmente”) leva à formulação de que Gottfried precisa eliminar o seu espantalho.

Essa é uma discussão interminável, mas agora esse ponto deve estar claro. Qualquer pessoa interessada em mais observações sobre as distorções de Gottfried recomendo o comentário de Brian Kelly reproduzido no final deste artigo.

Quanto à segunda e mais importante lição. Embora muitos Protestantes tenham decidido concordar com o meu artigo original, para outros, a Reforma e especialmente Lutero parecem ser irrepreensíveis. Agora, por outro lado, entendo a frustração, especialmente entre os Protestantes pro-Israel: eles tiveram que se desculpar e ficaram envergonhados com o notável antissemitismo de Lutero — e serão amaldiçoados se o Islã também for colocado aos pés de Lutero; como consequência, a resposta automática a qualquer reivindicação que associe negativamente Lutero ao Islã.

Mas isso desvirtua completamente o foco do meu artigo original: rastrear como e por que a imagem do Islã melhorou drasticamente no Ocidente ao longo dos últimos séculos; e sim, gostem ou não, o Protestantismo e seus líderes desempenharam um importante papel, se não intencional, nessa mudança, particularmente usando o “bom” e “nobre” Islã para contrastar e demonizar o “mal” e “corrupto” Catolicismo. Esta não é uma visão “controversa”; é um fato comprovado e confirmado por muitos historiadores, incluindo Protestantes. Tampouco o simples reconhecimento desse fato reflete, como afirma Gottfried, “repugnância [da minha parte] pela Reforma Protestante”.

Reiterando — e para aqueles com dificuldade de leitura ou pior — eis aqui o que escrevi no meu artigo original:

O fato de que a Reforma Protestante involuntariamente beneficiou o Islã, não deve ser interpretado como um ataque à Reforma ou a defesa do Catolicismo. Nem menciona alguma coisa sobre os méritos teológicos, ou as verdades, de ambos… Em vez disso, o ponto aqui é que as ações de homens falíveis, de ambas persuasões religiosas, tiveram consequências imprevisíveis. E, se as fendas históricas dentro do Cristianismo — começando por Calcedônia em 451, quando a Ortodoxia (não o Catolicismo ou o Protestantismo) se separou — sempre trabalharam para o Islã levar vantagem, não surpreenderia que a maior de todas rupturas Cristãs também tivesse o maior impacto.

Aliás, a ironia de tudo isso é que sou eu, não aqueles que reverenciam Lutero, que emula sua abordagem. Pois na verdade não encontro um homem — não apenas papas, mas Protestantes, incluindo seu fundador — infalível. (Portanto, aqui estou, não posso inventar outro).

Neste ponto, chegamos ao máximo de todas as lições: enquanto um número crescente de pessoas Ocidentais está ciente de que o Islã é hostil ao outro, muitos deixam de progredir além desse simples truísmo. O resultado é que veem apenas a metade da imagem: sim, o Islã é um credo intrinsecamente militante e supremacista — mas não é por isso que o Ocidente está sendo aterrorizado por ele. Em vez disso, o Ocidente está sendo aterrorizado por causa do Ocidente. Longe vão os dias em que os Muçulmanos, por meio da pura força, ameaçaram e invadiram o Ocidente. Hoje, o Islã está sendo habilitado e capacitado inteiramente graças a uma série de filosofias Ocidentais e “ismos” distorcidos que vem metastizando e paralisando a população, os impedindo de responder efetivamente à estrada suicida em que sua civilização está acelerando.

Assim sendo, é necessária uma pequena introspeção.

Com certeza, aqueles que insistem que o Islã é intolerante e violento — ao mesmo tempo insistindo que nada associado a eles ou deles pode ser implicado na equação — devem considerar se estão consignando-se a um estado permanente de limbo, eternamente dando um passo à frente e outro atrás na luta contra a jihad.

Talvez o comentário mais abrangente que Gottfried recebeu tenha vindo do comentarista Brian Kelly. Porque continua aparecendo como “aguardando moderação” sob o artigo de Gottfried. Seguem as partes relevantes:

Tudo a partir do título do artigo baixo é uma falsa representação do artigo de Ibrahim. O artigo criticado aqui por Gottfried simplesmente não existe. O artigo que Gottfried se refere simplesmente não expressa o que Gottfried diz. Vamos dar alguns exemplos, começando pelo título:

Título de Gottfried: EXPANSÃO DO ISLAM POR TODA A EUROPA: NÃO É CULPA DE MARTIN LUTERO

Por acaso Ibrahim mencionou que a expansão da Islã na Europa foi culpa de Martin Lutero? Na verdade, e isso está bem claro, Ibrahim desautorizou essa afirmação.

Gottfried: “A versão bizarra de Raymond Ibrahim do jogo de culpa”.

O que se segue é a versão de Gottfried do jogo de culpa, do qual Ibrahim nunca participou, e até mesmo desautorizou.

Gottfried: “ele coloca a culpa da expansão Turca Muçulmana por toda a Europa Central e Oriental no século XVI na porta de Martinho Lutero”.

Não, ele não culpa. Por que Gottfried CITA Ibrahim culpando Martin Lutero? Resposta: porque Ibrahim não culpa Martinho Lutero.

Gottfried: “[sugerindo que Ibrahim disse] Se esse monge rebelde não tivesse pregado suas noventa e cinco teses à porta da catedral de Wittenberg em 31 de outubro de 1517, e não tivesse lançado uma rebelião contra a Igreja Romana, o perigo Muçulmano poderia ter sido contido”.

Quem disse? Gottfried outra vez. Só Gottfried faz um pedido tão BIZZARO. Mas não o Ibrahim. Mais uma vez, se Ibrahim tivesse dito isso, Gottfried teria citado.

Gottfried diz: “[sugerindo que Ibrahim disse] Não só Lutero e seus seguidores enfraqueceram a unidade do Ocidente Cristão, mas também apoiaram a penetração dos Muçulmanos na Europa. Enquanto o exército Turco se mudou da Hungria para o oeste em direção a Viena, Lutero estava exortando a “passividade” diante dos invasores hostis e, segundo Ibrahim, ajudando implicitamente e explicitamente os Turcos a enfraquecer a determinação da Europa Cristã”.

Mais uma vez, Gottfried está implicando que “Ibrahim diz”, mas não cita ele, porque Ibrahim nunca disse isso.

Essa não é uma revelação acadêmica muito negligente, e sim uma deturpação sensacionalista do que Ibrahim disse. Ele nunca disse que Lutero “deu apoio” à penetração Muçulmana da Europa. São palavras como “dar apoio” que fazem a diferença entre ações inúteis a favor de um inimigo, e traição.

Gottfried diz: “Há tantos buracos nesse resumo anti-Protestante que dificilmente alguém saberá onde começa a crítica.

No entanto, quem imagina muitos “buracos” acaba os vendo; um bom lugar para começar a crítica é realmente ler o artigo corretamente para garantir que os buracos existam. Certifique-se de que pode representar uma pessoa adequadamente antes de discordar dela. Use citações, como um professor ensina seus alunos a fazerem em casos como este. Citações forçam o escritor a ser equilibrado.

Gottfried diz: Ele não pediu “passividade” diante dessa crise civilizacional. Na verdade, Lutero estava disposto a unir forças com os príncipes Católicos, apesar de estarem matando e expulsando seus seguidores, para combater o “exército do Diabo”.
Ibrahim disse que Lutero ORIGINALMENTE pregava a passividade diante do Islã, mas note como Gottfried tira o ‘originalmente’ e argumenta como se Ibrahim tivesse dito sem a qualificação de ‘originalmente’.

[…]

Gottfried disse: “Além disso, entre 1525 e 1530, mesmo enquanto os Turcos se mudavam para Viena, o imperador de Habsburgo e principal defensor da fé Católica, Charles V, lutavam contra seus companheiros Católicos, incluindo o Papa Clemente VII, os Franceses, o Inglês e as repúblicas de Veneza e Florença”.

Bem, sim. Qual é exatamente o tipo de coisa que o próprio Ibrahim chamou a atenção para fora em seu artigo equilibrado, e uma leitura mais acadêmica do artigo de Ibrahim e menos indignação teria poupado Gottfried acrescentando indignadamente o equilíbrio ausente ao artigo de Ibrahim, o qual Ibrahim já havia *explicitamente* acrescentado: Ibrahim disse: ‘Em 1535, “foi uma das verdades mais amargas”, escreve o historiador Roger Crowley, “que o Rei Católico [Charles V] gastaria mais tempo, dinheiro e energia lutando contra os Franceses e os Protestantes do que ele jamais dedicou à guerra contra o [Sultan] Suleiman”‘

O próprio artigo de Ibrahim tem muitas outras calmas e tranquilas retratações acadêmicas, todos os tipos de pontos que Gottfried o acusou falsamente de fazer:

Ibrahim disse: Que a Reforma Protestante involuntariamente se beneficiou do Islã não deve ser interpretada como um ataque à Reforma ou defesa do Catolicismo.

Então: o resumo da situação é que o artigo de Gottfried é um grande e emocional espantalho. É histérico. Como diz o Ibrahim, ele não tem um “cavalo no páreo”. Infelizmente, quando há uma luta de vários séculos acontecendo, mesmo se você não quiser participar, as pessoas irão perceber você desse jeito, e com frequência são as pessoas que têm um cavalo na páreo é que não podem ver você de outra maneira. Aqueles cujos pontos de vista são tendenciosos e emocionais veem as visões opostas dos outros como tendenciosas e emocionais, mesmo quando não são.


Não deixe de ler: O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu Há 500 Anos


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Nós vamos queimar você vivo!” – Perseguição Muçulmana de Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


"Nós vamos queimar você vivo!"
Perseguição Muçulmana de Cristãos

Por Raymond Ibrahim

6 de Novembro de 2017

Gatestone Institute

O Padre Jesuíta Henri Boulad, versado em Islamismo, da Igreja Greco-Melquita Católica do Egito, não poupou palavras numa entrevista sobre os motivos do terrorismo Islâmico e as respostas Ocidentais aos fatos. “O Islamismo é uma declaração de guerra aberta contra os não-Muçulmanos“, declarou o Padre, “e aqueles que realizam atos de violência e intolerância estão apenas fazendo o que credo exige“.

Eis a entrevista:

“Aqueles que não reconhecem a verdadeira ameaça representada pelo Islã são ingênuos e ignorantes, desconhecem a história, disse o Padre, e infelizmente muitos na Igreja se enquadram nessa categoria. Citando uma carta que escreveu em Agosto passado ao Papa Francisco, o Padre Boulad disse que “sob o pretexto de abertura, tolerância e caridade Cristã — a Igreja Católica caiu na armadilha ideológica da esquerda liberal que está destruindo o Ocidente”. “Qualquer ação que não defenda essa ideologia é imediatamente estigmatizada em nome do “politicamente correto”, disse ele. O sacerdote chegou até a castigar o próprio Papa Francisco — um colega Jesuíta — sugerindo que ele também caiu nessa armadilha. “Muitos pensam que um certo número de suas posições estão alinhadas com essa ideologia e que, da complacência, você vai de concessões a concessões e de compromissos em compromissos à custa da verdade”, disse o Padre em carta ao Papa. Cristãos no Ocidente e no Oriente: “estão esperando algo de você, além de declarações vagas e inofensivas que podem obscurecer a realidade”; “É tempo de emergir de um silêncio vergonhoso e embaraçoso diante do Islamismo que ataca o Ocidente e o resto do mundo. Uma atitude sistematicamente conciliatória é interpretada pela maioria dos Muçulmanos como um sinal de medo e fraqueza”, disse o Padre. “Se Jesus nos disse: Bem-aventurados os pacificadores, ele não nos disse: Bem-aventurados os pacifistas. A paz é a paz a qualquer custo, a qualquer preço. Tal atitude é a mais pura e simples traição da verdade”, disse ele. O sacerdote também afirmou sua crença de que o Ocidente está diante de uma catástrofe moral e ética, e que sua defesa do Islã é uma negação da verdade. “Ao defender a todo custo o Islã e procurar exonerá-lo dos horrores cometidos todos os dias em seu nome, acabará traindo a verdade”, disse o Padre em carta ao Papa Francisco.

Nota: Este artigo acompanha o importante relatório mensal de perseguição de Cristãos ao redor do mundo realizado por Raymond Ibrahim, o qual a grande mídia não publica. Para os interessados acesse o link: Muslim Persecution of Christians Report


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis