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FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

Fonte/Source: Archeologists discover early Islamic coins featuring an image of a menorah


Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

POR ROBERT SPENCER

8 de Dezembro de 2017

Símbolo Menorá retratada a 1300 anos em Moedas Islâmicas

Isso apóia o argumento que mostrei em meu livro, Será Que Muhammad Realmente Existiu? que o Islamismo não foi apresentado ao mundo de forma completa por um homem chamado Muhammad, mas começou a aparecer apenas décadas mais tarde da tradicional data da morte de Muhammad e é um amálgama de materiais de múltiplas fontes, principalmente do Judaísmo e Cristianismo. Durante décadas no século VII, ainda estava apenas num estado incipiente em termos de doutrina, mesmo quando os exércitos Árabes conquistavam grandes dimensões do Oriente Médio e da África do Norte. Durante esse período, os edifícios públicos foram inscritos com cruzes, e inclusive as moedas também apresentaram cruzes, juntamente com, como agora vemos, menorás. O Islamismo foi montado por vários elementos diferentes para proporcionar uma religião que unisse o novo império Árabe. O novo credo era marcial e expansionista, porque era trabalhado por guerreiros e para guerreiros.

“Arqueologistas descobrem inscrição menorá em moedas do período Islâmico primitivo”, de Daniel K. Eisenbud, Jerusalem Post, 6 de Dezembro de 2017:

Os pesquisadores descobriram recentemente que menorás adornavam moedas e navios Muçulmanos durante o período Islâmico primitivo há 1.300 anos.

As relíquias inscritas com o símbolo Judaico que datam da dinastia Umayyad, durante os séculos VII-VIII, foram encontradas em vários sítios arqueológicos em Israel e agora estão sendo exibidas ao público.

No ano passado, os arqueólogos Assaf Avraham da Universidade Bar-Ilan e Peretz Reuven da Universidade Hebraica de Jerusalém expuseram uma inscrição Islâmica inicial que se refere à Cúpula da Rocha como “Beit al-Maqdis”. Influências Judaico-Muçulmanas nos primeiros dias do Islã

De acordo com os estudiosos, a “inscrição Nuba”, como é conhecida, implica que nos primeiros dias do Islã, os Muçulmanos perceberam o santuário como uma versão Islâmica do Templo de Salomão.

Agora, os pesquisadores estão expondo novas descobertas em Israel que constituem evidências de influências Judaicas nos primeiros dias do Islã.

“O símbolo Judaico que os Muçulmanos estavam usando era a menorá [candelabro de sete braços do templo], que apareceu em várias moedas e outros artefatos Islâmicos primitivos”, disse Avraham na Quarta-feira.

“As moedas menorá carregam a inscrição Árabe, Shahada, de um lado:” Não há Deus senão Alá”, enquanto a menorá aparece no centro da moeda. O outro lado tem a inscrição: “Muhammad [é o] mensageiro de Deus”[sic].

Além das moedas, os arqueólogos estão apresentando vários vasos de cerâmica e chumbo do período Islâmico primitivo que também utilizou o símbolo menorá em seu design.

“São datados dos primeiros dias do califado Islâmico e foram utilizados pelos Muçulmanos”, disse Avraham, observando que os achados são de grande importância para a compreensão da história do Islã…


Tradição: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JUIZ PEDE PRISÃO DE CRISTINA KIRCHNER

Fonte/Source: New moderate Iran’s foreign policy top dog “approved” 1994 jihad bombing of Jewish center in Argentina


Por Tião Cazeiro

Em 2 de Junho de 2014 traduzi e publiquei este artigo do Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, sobre o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina), um artigo muito informativo, veja:  MINISTRO IRANIANO APROVOU ATAQUE MONSTRUOSO A UM CENTRO JUDAICO NA ARGENTINA EM 1994.

Hoje, o  Deputado Jair Bolsonaro enviou o tuiter abaixo com uma mensagem muito importante e bem-vinda.

Aproveito a oportunidade para mostrar a reação da bancada do PT na Cãmara a seguir…


A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados manifesta preocupação com as graves ameaças ao Estado de Direito na Argentina. Causa-nos espanto o modo autoritário com que o presidente Maurício Macri e o seu grupo político lidam com a oposição política, o Ministério Público, a imprensa e os movimentos sociais e sindicais.
Faz parte desse contexto autoritário o ativismo judicial de alguns magistrados que, a exemplo do que ocorre no Brasil, utilizam sem justificativa consistente o recurso das prisões preventivas e promovem espetáculos midiáticos para interditar a ação política da oposição.
Por conta disso, os deputados e deputadas do PT solidarizam-se com a ex-presidente e agora senadora Cristina Fernández de Kirchner, claramente perseguida pelo juiz Claudio Bonadio, que nesta quinta-feira solicitou o impedimento de suas funções legislativas e a sua prisão preventiva.
O que se vê em curso na Argentina é a mesma estratégia usada pela direita em outros países da América Latina: se valem do lawfare e dos canhões midiáticos para assassinar reputações e alijar da disputa presidencial de 2019 os principais nomes da oposição e das forças de esquerda e progressistas em geral.
Essa estratégia provoca a corrosão do Estado de Direito e a violação dos princípios fundamentais da democracia e da soberania nacional, uma vez que é notória a submissão da direita neoliberal no continente aos interesses externos das grandes potências.
Brasília, 7 de dezembro de 2017

Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido na Câmara  dos Deputados


Eis aqui na íntegra, o artigo do Robert Spencer que traduzi para este blog…


Ministro Iraniano Aprovou Ataque Monstruoso A Um Centro Judaico Na Argentina Em 1994.

Por Robert Spencer

2 de Jundo de 2017

Ali Akbar Velayati
Ali Akbar Velayati

Novo Ministro “Moderado” e “Top Dog” da Política Externa do Irã aprovou o ataque Jihadista a um centro Judaico na Argentina em 1994. 

Como devem rir de Obama e Kerry em Teerã. “Novo Chefe da Política Externa Iraniana” Aprovou o “ataque à bomba de 1994”, de Adam Kredo para o Washington Free Beacon, 3 de Janeiro:

Um político Iraniano conhecido por sua atuação no planejamento e aprovação do atentado terrorista em 1994 a um centro Judaico na Argentina foi oficialmente nomeado para dirigir a política externa do Irã, um posto anteriormente ocupado pelo atual presidente Hassan Rouhani.

Ali Akbar Velayati, um membro de longa data do regime e que serve como conselheiro sênior de política externa do líder supremo Iraniano aiatolá Ali Khamenei foi recentemente escolhido para dirigir o “Centro de Pesquisa Estratégica (CSR) do Irã”, um “think tank” intimamente ligado ao “Conselho de Conveniência (Expediency)” do Irã , um órgão governamental poderoso que se reporta diretamente ao aiatolá Khamenei.

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Autoridades Argentinas acusaram Velayati de planejar e aprovar o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina)ataque este orquestrado pelo Irã, que matou 85 pessoas e continua a ser o mais mortífero ataque terrorista na Argentina.

A ascensão de Velayati ao escalão superior do Irã, controlando a máquina da política externa levou alguns observadores a criticar Rouhani por elevar radicais extremistas, apesar das promessas de agir como um “reformador moderado”.

O envolvimento de Velayati com o atentado à AMIA foi revelado através das investigações realizadas pelo Procurador-Geral Argentino Alberto Nisman em 2006, que foi proibido pelo seu governo de discutir suas descobertas com o Congresso dos EUA.

Velayati foi membro do comitê secreto Iraniano que se reuniu em 1993 para projetar o ataque ao centro Judaico AMIA em Buenos Aires, de acordo com Nisman, acusação que contou com o depoimento de um ex-oficial da inteligência Iraniana.

“No que diz respeito à comissão” e seu papel na decisão de realizar o ataque à AMIA, [o oficial de inteligência] afirmou que essa decisão foi tomada sob a direção de Ali Khamenei, e que os outros membros do comitê foram [o então presidente  Iraniano Ali Akbar Hashemi ], Rafsanjani, Mir Hejazi , Rouhani, Velayati e Fallahijan”, disse a acusação.

Um juiz Argentino emitiu um mandado de captura internacional contra Velayati em 2006 por seu papel no planejamento do ataque terrorista…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

Fonte/Source: EU vows push to make Jerusalem capital for “Palestinians,” too


A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

POR ROBERT SPENCER

7 de Dezembro de 2017

Idiotas úteis até o mais amargo fim. A União Europeia tem infatigavelmente incentivado a jihad “Palestina”, e está decidida a continuar dessa maneira, ignorando a congruência ideológica dos grupos jihadistas “Palestinos” e Europeus. Muitíssimo em breve, a Europa como um todo será uma zona de guerra da jihad, e esses políticos da União Europeia podem se parabenizar no momento em que a lâmina da jihad começar a decapitar vocês, que sempre apoiaram os “direitos” “Palestinos”.

Federica Mogherini

A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos “, Reuters, 7 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao David):

BRUXELAS – O principal diplomata da UE prometeu nessa Quinta-feira revigorar a diplomacia com a Rússia, Estados Unidos, Jordânia e outros para garantir que os Palestinos tenham uma capital em Jerusalém depois que o Presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu a cidade como a capital de Israel.

A União Europeia, um membro do Quarteto do Oriente Médio, juntamente com os Estados Unidos, as Nações Unidas e a Rússia, acredita que tem o dever de fazer ouvir sua voz como o maior doador assistencial dos Palestinos e o principal parceiro comercial de Israel.

“A União Europeia tem uma posição clara e unida. Acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e a Palestina é baseada em dois estados e com Jerusalém como a capital de ambos”, disse a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini, em entrevista coletiva.

Ela disse que se encontrará com o ministro das Relações Exteriores da Jordânia na Sexta-feira, enquanto ela e os ministros das Relações Exteriores da UE discutirão Jerusalém com o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu em Bruxelas na Segunda-feira.

“A União Europeia vai se envolver ainda mais com as partes e com os nossos parceiros regionais e internacionais. Continuaremos trabalhando com o Quarteto do Oriente Médio, possivelmente em um formato ampliado”, disse Mogherini, citando a Jordânia, o Egito e a Arábia Saudita, bem como a Noruega. “Continuamos convencidos de que o papel dos Estados Unidos… é crucial”, disse ela.

Mogherini, que também falou com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, se posicionou atrás do rei Abdullah, dizendo que ele é “um homem muito sábio” e que todos deveriam escutá-lo como o guardião dos locais sagrados Muçulmanos em Jerusalém…

A UE também é percebida por alguns em Israel como sendo demasiadamente pró-Palestina, em parte devido à oposição de longa data da UE aos assentamentos Israelenses na Cisjordânia ocupada, dizem os diplomatas.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rei Saudita: “Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

Fonte/Source: Saudi King: Moving embassy to Jerusalem “a flagrant provocation of Muslims, all over the world”


Por Robert Spencer

Rei Saudita: Transferir A Embaixada Para Jerusalém É “Uma Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

5 de Dezembro de 2017

E o chefe da “Palestina” Mahmoud Abbas “advertiu sobre as consequências perigosas que tal decisão teria no processo de paz e para a paz, segurança e estabilidade da região e do mundo”.

Eles estão alertando: “Não faça isso, ou os Muçulmanos matarão pessoas”. É apenas mais um tipo de intimidação violenta que nenhuma pessoa livre, incluindo o Trump, deve ceder, pois agindo assim só encorajará ainda mais esse tipo de coisa.

Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis


Reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Trump é criticado até mesmo por aliados dos EUA, BBC, 6 de Dezembro de 2017

….

Aliada dos Estados Unidos, a Arábia Saudita classificou a decisão de Trump de uma “flagrante provocação aos muçulmanos de todo o mundo”.

O representante dos palestinos no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse à BBC que a medida será o “beijo da morte” nas negociações de paz baseadas no reconhecimento de dois Estados (um israelense, que já existe, e um palestino, que ainda não foi criado, embora seja uma demanda histórica do mundo islâmico).

O Egito, outro aliado dos EUA, também se opôs à decisão. O presidente, Abdul Fattah al-Sisi, fez um apelo para que Trump “não complique a situação na região”.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, infirmou que o país pode vir a cortar laços com Israel. O rei da Jordânia, Abdullah 2º, disse por sua vez que a decisão do presidente americano “prejudicará os esforços para a retomada do processo de paz”.

O líder do Hamas, Ismail Haniya, convocou a comunidade muçulmana a fazer protestos na sexta. Já a China alertou para uma escalada da tensão no Oriente Médio.

Leia o artigo completo da BBC clicando aqui.


 

ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

Fonte/Source: Islamic State promises jihad massacre at World Cup


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

POR ROBERT SPENCER

4 de Dezembro de 2017

Mesmo que não a retirem, a ameaça serve para “aterrorizar os inimigos de Alá” (Alcorão 8:60).


Inglaterra jogará em estádio ameaçado — com slogan ‘nos aguardem’ — pelo Estado Islâmico (ISIS) nas finais da Copa do Mundo”, de Andrew Gilpin e Dave Burke, Mirror, 1 de Dezembro de 2017 (agradecimentos ao The Religion of Peace):

A Inglaterra se prepara para jogar uma de suas partidas da Copa do Mundo num estádio Russo que aparece numa arrepiante campanha de propaganda do ISIS.

Os malditos jihadistas divulgaram no início deste ano uma imagem com um terrorista empunhando uma submetralhadora e uma bomba, com a Arena Volgograd do sul da Rússia em segundo plano.

E uma mensagem com as seguintes palavras “nos aguardem” embaixo de uma figura sinistra.

O estádio receberá Gareth Southgate quando enfrentarem a Tunísia no dia 18 de Junho, revelou o sorteio da Copa do Mundo de hoje.

Embora o Volgograd não seja uma área que o Ministério do Interior aconselha aos fãs de futebol para não visitarem, alertou aos adeptos para antes de viajarem ao torneio, observarem as recomendações das agências de viagem.

A imagem, compartilhada em todos os canais pro-ISIS, no aplicativo de mensagens criptografadas Telegram, apresentou um trecho de um verso Alcorânico, manipulado pelos seguidores do ISIS, pedindo aos companheiros jihadistas para aproveitarem todas as oportunidades para atacar mortalmente os EUA e a Rússia.

Grupos ligados ao ISIS inundaram as redes sociais com a imagem, e com fotografias horrorosas manipuladas  com a estrela da Argentina Lionel Messi e o Brasileiro Neymar.

Messi, a estrela do Barcelona, aparece decapitado e Neymar é retratado de joelhos, chorando, com o terrorista em pé ao lado deles com uma faca na mão.

A imagem foi feita e distribuída pela pro-ISIS Wafa Media Foundation….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Fonte/Source: New Issue of “Voice of Jihad”


Há mais de uma década, Robert Spencer vem alertando o mundo sobre a crescente ameaça do terrorismo Islâmico e a ascensão do Islã nos EUA e Europa.

Ele mesmo diz “O porquê disso ser tão ignorado não sei responder”.

Este artigo foi escrito em 2003 e o interessante é que se eu publicar com a data de hoje não fará a mínima diferença. Os padrões se repetem e o objetivo não muda.


A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Por Robert Spencer

31 de Outubro de 2003

O MEMRI-Middle East Media Research Institute relata uma nova edição da revista Al-Qaeda online, “A Voz da Jihad“.

“O nosso inimigo número um”, informa a edição, “são Judeus e Cristãos, e devemos nos libertar para investir todos os nossos esforços até que possamos aniquilá-los — e somos capazes de fazê-lo, se Alá nos permitir — porque eles são o principal obstáculo para o estabelecimento do estado Islâmico”.

Observe o objetivo: estabelecer o estado Islâmico, o califado. O porquê disso ser tão ignorado não sei responder, e não apenas a Al-Qaeda, mas todo grupo Muçulmano radical declarou isso como objetivo. Se os EUA se retirassem do Iraque e do Afeganistão amanhã, e todo cidadão de Israel se mudasse para Idaho, ainda assim haveria Muçulmanos radicais que lançariam uma jihad contra Judeus e Cristãos com o intuito de estabelecer o estado Islâmico.

Essa questão também declara um plano para “evitar, tanto quanto possível, confrontos com os exércitos e as forças do estado, para que possamos atacar os ocupantes com golpes letais, se Alá assim desejar.” Nessa frase, “o estado” refere-se aos Muçulmanos governantes que não se adequam aos padrões Muçulmanos radicais. Ela pode sinalizar uma intenção para parar de escolher os membros do conselho governamental Iraquiano e se concentrar em matar os Americanos.

Além disso, um certo sheik Nasser Al-Najdi confirma as leis da jihad e dhimmitude que revelei em Soldados Muçulmanos online. O fato dele poder recorrer às estipulações tradicionais da jurisprudência Islâmica para tudo isso, é uma das principais razões pelas quais a Al-Qaeda e grupos como esse podem ganhar recrutas no mundo Muçulmano:

“O Islamismo é uma religião abrangente. É uma religião para pessoas e para regimes… No momento em que as pessoas recebem a escolha [de acreditar] no Islã ou pagando a Jizya [um imposto de proteção pago pelos não-Muçulmanos que vivem sob o domínio Muçulmano], o Islã se torna a única alternativa para os países [do mundo.]…

Portanto, o crime dos tiranos infiéis [i.e. países não-Muçulmanos], que não se governam de acordo com a lei de Alá, é um enorme pecado… e somos obrigados a lutar contra eles e a iniciá-los até que se convertam ao Islã ou até que os Muçulmanos dominem o país, e aquele que não se converter ao Islã pagará a Jizya.”

Leia a Sura 9:29 do Alcorão e me diga que este sheik está pervertendo o Islã; não afirmo que a visão radical do Islã seja a única forma do Islã, mas ignorar os seus fundamentos tradicionais é perder uma fonte principal do problema. [nota: Inseri a Sura mencionada, retirada de um Alcorão online, ipsis litteris].

Sura 9.29 
Combatei aqueles que não crêem em Deus 
e no Dia do Juízo Final, 
nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram
e nem professam a verdadeira religião daqueles 
que receberam o Livro, 
até que, submissos, paguem o Jizya

Além disso, no decorrer de um debate sobre se a Al-Qaeda deve atacar os Americanos na Arábia Saudita ou não, Abd Al-Aziz bin Issa bin Abd Al-Mohsen (Abu Hajjer), o qual é procurado na Arábia Saudita, observou: “É também verdade que devemos usar este país [Arábia Saudita] porque é a principal fonte de financiamento para a maioria dos movimentos Jihadistas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

França: Terrorrismo Cancela Feira de Natal

Fonte/Source: France: Lyon Christmas Market canceled, organizers couldn’t afford $23,800 for anti-jihad barriers


França: Feira De Natal De Lyon Cancelada, Organizadores Não Podem Pagar US$ 23.800 Por Barreiras Antiterrorismo

Por Robert Spencer

3 de Dezembro de 2017

A lei Islâmica proíbe os dhimmis de fazerem exibição pública de seus festivais, de modo que os migrantes Muçulmanos estão recebendo apenas o tipo de Europa que muitos desejam.

Além disso, é uma Europa amedrontada, assustada e submissa, facilmente suscetível aos Muçulmanos que sequem o imperativo do Alcorão de “atacar os inimigos de Alá” (8:60).

Feira de Natal cancelada porque os organizadores não puderam pagar € 20,000 pelas barreiras antiterrorismo“, por Victoria Friedman, Breitbart, 3 de Dezembro de 2017:

A Feira de Natal da colina Croix-Rousse em Lyon, França, foi cancelada porque os organizadores não puderam pagar o orçamento de segurança de € 20.000.

A Feira Anual de Natal, com suas barracas, toldos e animais de fazenda, foi cancelada porque o custo para garantir a segurança do local dia e noite era proibitivamente caro, enquanto cidades e municípios da Europa estão fortificando suas feiras de Natal com barreiras antiterrorismo, como relata o Le Progrés.

“No ano passado, os pedidos para garantir nossos eventos aumentaram”, explicou Maïlys, gerente de projetos da associação de comerciantes da cidade do sul da França.

“Este ano, o custo da segurança atingiu quase 20 mil euros (£17,600 / $23,800). Para pelo menos equilibrar nosso orçamento, poderíamos ter aumentado o número de barracas ou o preço de aluguel dos sites (de € 2.000 a € 3.000 por semana). A decisão de cancelar o mercado 2017 foi complicada e difícil de tomar, mas nenhuma solução pode ser encontrada, apesar das discussões com a Câmara Municipal “.

Aumentar a segurança se tornou prioridade para os organizadores dos mercados comunitários de Natal depois que o Tunisiano candidato a asilo e o extremista Islâmico Anis Amri assassinaram um motorista Polonês, roubaram seu veículo e invadiram a Feira de Natal em Berlim, Alemanha, atropelando e matando 11 pedestres e ferindo mais de 50 em Dezembro de 2016.

O ataque terrorista com veículos obrigou cidades e municípios da Alemanha e do Reino Unido a instalar barreiras antiterrorismo em torno de suas feiras de Natal, às vezes cobertas com material decorativo para aparecer como presentes disfançando sua verdadeira função.

Outras foram pintadas com cores brilhantes para se assemelharem a blocos de Lego. Alguns cidadãos da Alemanha reagiram à aparência dos blocos em suas comunidades pintando “Danke Merkel” (“Obrigado, Merkel”) ou “Merkel Lego” sobre os presentes antiterrorismo “desenrolados”, em referência à chanceler Alemã Angela Merkel…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Fonte/Source:  CNN: The “prayerful” phrase “Allahu akbar” is a “celebration of life


CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Por Robert Spencer

2 de Novembro de 2017

Omar Suleiman é o Ímã que prevaleceu sobre o Google para alterar os resultados de busca, de modo a enterrar qualquer informação negativa sobre o Islã. Agora, na CNN, ele argumenta que os Muçulmanos dizem “Allahu akbar” em uma variedade de contextos, muitos deles positivos, portanto quando “um terrorista solitário grita ‘Allahu akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque, não pode se apropriar do termo.”

Suleiman reclama que “o jeito como ” Allahu Akbar ” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: para incutir medo das pessoas que pronunciam essa frase e suscitar preocupações até mesmo sobre o próprio Islã.”

Veja, se você perceber que jihadistas assassinos em massa, não apenas na cidade de Nova Iorque como na Terça-feira, mas frequentemente em todo o mundo, gritam ‘Allahu akbar’ enquanto assassinam pessoas, você tem uma “agenda nefasta”. Se você lembrar que o sequestrador do 11 de Setembro, Mohamed Atta, lembrou a si mesmo de “gritar, ‘Allahu Akbar’, porque isso causa medo nos corações dos infiéis”, você é um Islamofóbico seboso. Suleiman quer que seus leitores acreditem que ‘Allahu akbar’ é benigno e até bonito, e que não há motivo para “se preocupar mesmo com o próprio Islã”. Ele mesmo cita John J. McCain, o aprendiz de Ímã, para justificar esse caso.

Mas existe um problema. Suleiman diz que “um terrorista solitário que grita ‘Allahu Akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova York “não pode se apropriar do termo”, mas que “aqueles que se apropriam do termo” são “aqueles que vivem nesse caminho e comemoram a grandeza de Deus obedecendo seus mandamentos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.” Mas será que o assassino em massa da jihad de Nova York, Sayfullo Saipov, realmente desprezou os comandos de Alá e fez alguma coisa injusta?

O Alcorão pede aos Muçulmanos, três vezes, para “matá-los onde quer que os encontre” (2: 191; 4:89; 9: 5). Ele diz aos Muçulmanos que façam guerra contra o Povo do Livro, ou seja, primordialmente Judeus e Cristãos, até que se submetam à hegemonia da lei Islâmica e aceitem o status de segunda classe (9:29). Ele diz aos Muçulmanos para lutar contra os não-Muçulmanos até que “a religião seja toda pela causa de Alá” (8:39). Muhammad, o profeta do Islã é um “excelente exemplo” (Qur’an 33:21) para que seja emulado pelos Muçulmanos: “Eu fui ordenado (por Alá) a lutar contra o povo até que eles testemunhem que ninguém tem direito de ser adorado, mas Alá e que Muhammad é o Apóstolo de Alá, e oferece perfeitamente as orações e dá a caridade obrigatória, então, se procederem assim, salvarão suas vidas e suas propriedades de mim, com exceção para as leis Islâmicas e assim a avaliação (contas) será feita por Alá. (Bukhari 1.2.24).

Omar Suleiman sabe o que o Alcorão e Muhammad dizem. Ele sabe que Muhammad também disse que: “Guerra é trapaça”. (Bukhari 4.52.268). Sua própria trapaça e cinismo nesta peça da CNN está exposta na sua citação de Hasan Shibly, do CAIR, vinculado ao Hamas. O CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) é coconspirador não incriminado em um caso de terrorismo financiado ligado ao Hamas — assim chamado pelo Departamento de Justiça. Funcionários do CAIR repetidamente se recusam a denunciar o Hamas e o Hezbollah como grupos terroristas. Vários ex-funcionários do CAIR foram condenados por vários crimes relacionados ao terrorismo jihadista. O cofundador do CAIR e o presidente do conselho e de longa data (Omar Ahmad), bem como o seu porta-voz principal (Ibrahim Hooper), fizeram declarações supremacistas sobre como a lei Islâmica deveria ser imposta nos EUA (Ahmad nega isso, mas a repórter original garante a reportagem.) As agencias do CAIR frequentemente distribuem panfletos dizendo aos Muçulmanos para que não cooperem com as investigações ou aplicações da lei. O CAIR se opôs praticamente a todas as medidas antiterroristas que foram propostas ou implementadas e foi declarada organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos. Um funcionário do CAIR recentemente pediu a derrubada do governo dos EUA.

À luz de tudo isso, as palavras de Shibly aqui sobre o massacre da jihad sendo “o pior crime contra Alá” são ocas. Shibly sabe o que o Islã ensina e o significado do CAIR. Do mesmo modo, Suleiman. “Guerra é trapaça” de fato.

A CNN, é claro, tem o prazer de publicar esse nonsense absurdo e promover a ignorância e a complacência quanto à ameaça da jihad entre seus leitores. Mas a CNN nunca publica algo quando eu explico o verdadeiro significado de “Allahu akbar” e por que os terroristas jihadistas o gritam enquanto assassinam? Porque não é a sua vida! Descubra o porquê no meu novo livro Confissões de um Islamofóbico: reserve a sua cópia aqui agora.

O que ‘Allahu Akbar’ realmente significa,” por Omar Suleiman, CNN, 1 de novembro de 2017:

Nota do tradutor: Muitos Muçulmanos utilizam ‘Deus’ no Ocidente em vez de ‘Alá’ como o texto ipsis litteris a seguir.  Entretanto, tenha em mente que o correto é ‘Alá’.

“… Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as palavras “Allahu Akbar” simplesmente significam “Deus é maior”. É uma declaração poderosa usada pelos Muçulmanos em muitas ocasiões e em muitas orações. É uma celebração da vida, as primeiras palavras que os pais sussurram nos ouvidos de seus recém-nascidos. Elas são usadas para indicar gratidão quando Deus lhe concede algo que você teria sido incapaz de alcançar se não fosse pela benevolência divina. É uma frase orante que nos lembra que, não importa quais sejam as nossas preocupações, Deus é maior do que eles.

Adoradores de uma mesquita em Quebec ouviram a frase “Allahu Akhbar [sic]”, a própria frase que eles recitam nas orações da manhã, proferida pelo assassino supremacista branco logo antes de abrir fogo e matar seis Muçulmanos em Janeiro. E os Muçulmanos numa mesquita em Minnesota estavam recitando “Allahu Akbar” durante as orações da manhã quando sua mesquita foi incendiada em Agosto.

Poderia “Allahu Akbar” ser usado às vezes como um grito de batalha? Sim, porém, como o Senador John McCain argumentou na Fox News, isso não faz a frase em si mesmo abominável. Ao notar que “Muçulmanos moderados” também dizem “Allahu Akbar”, McCain disse que a frase não é mais preocupante do que um Cristão dizendo: “Graças a Deus”.

Mas a maneira como “Allahu Akbar” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: a de inculcar medo por qualquer pessoa que pronuncie a frase e suscite preocupações até mesmo sobre o próprio Islã. Mas um terrorista solitário que grita “Allahu Akbar” enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque não se apropria desse termo. Nem os que declaram não ser necessário mais detalhes para determinar o motivo, quando um homem com um nome Muçulmano comete um ataque usando essas palavras.

Como disse Hassan Shibly, diretor executivo da CAIR-Florida, em resposta ao recente ataque terrorista em Nova Iorque: “Este é o maior ato de heresia, gritar o nome glorioso de Deus ao cometer o pior crime contra Deus”.

Embora essas palavras sejam usadas para celebrar a vida também às vezes acompanham atos horríveis, este não é um fenômeno novo.

Uma das maiores ironias observadas pelos companheiros do Profeta Muhammad (a paz esteja com ele), foi o nascimento e a morte de Abdullah Ibn Az Zubayr.

Abdullah Ibn Az Zubayr foi o primeiro filho nascido na comunidade Muçulmana depois de terem migrado de Meca para Medina para escapar da perseguição.

Alguns moradores de Medina disseram aos Muçulmanos que eles colocaram um feitiço sobre eles, que os impedirá de ter filhos. Quando Abdullah nasceu, seu avô, Abu Bakr, o levou pelas ruas enquanto a multidão cantava “Allahu Akbar”.

Quando Abdullah foi assassinado por outro grupo de Muçulmanos enquanto representava a justiça em Meca, seus assassinos também cantavam “Allahu Akbar”.

Como uma testemunha disse: “Eu estava lá no dia em que Abdullah nasceu, e eu estou aqui no dia em que ele morreu, e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele nasceu e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele morreu, e eu juro por Deus que os que disseram Allahu Akbar no dia em que nasceu eram muito superiores aos que disseram Allahu Akbar hoje! “

Enquanto aqueles que mataram Abdullah usaram as mesmas palavras daqueles que comemoraram seu nascimento, apenas um grupo realmente honrou a grandeza de Deus. Eles são os que se tornam proprietários do termo: aqueles que vivem de um jeito que comemora a grandeza de Deus obedecendo seus comandos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.

Não devemos permitir que terroristas ou agendas do medo se apropriem de quaisquer palavras, conceitos ou devoções encontradas no texto sagrado de uma quarta parte da população mundial. Isso lhes daria exatamente o que eles querem. E Deus é superior à feiura cometida em Seu nome. “Allahu Akbar…”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE

Fonte/Source: Islamic State Santa poster threatens Christmas jihad massacre in Times Square


ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE NA NOITE DE NATAL

Por Robert Spencer

27 de Novembro  de 2017

Alá diz que irá atacar os incrédulos 
(Alcorão 3:151)
 e pede aos Muçulmanos para fazerem o mesmo 
(Alcorão 8:60). 
O Estado Islâmico está obedecendo este apelo.

“Poster Propaganda Do Estado Islâmico (Isis) Promete Massacre Na Noite De Natal Da Time Square Em Nova Iorque “, por Bridget Johnson, PJ Media, 27 de novembro de 2017:

“Um militante do ISIS lançou nas redes sociais do grupo um assombroso poster do Papai Noel olhando em direção a Times Square com uma caixa de dinamite ao seu lado.

A imagem mostra Papai Noel segurando um saco vermelho volumo diante da Time Square em noite repleta de pedestres.

“Nos encontraremos em Nova Iorque durante a festa de Natal… em breve”, diz o texto na imagem.

Este posters segue uma série de outros posters de propaganda fazendo ameaças durante o período de férias na Europa, com uma mão segurando uma faca sangrenta diante de um mercado no bairro da Torre Eiffel e um jihadista vestido com uma balaclava preta em pé diante do Papai Noel da Regent Street em Londres.

A Wafa’ Media Foundation, apoiada pelo ISIS, lançou inúmeras ameaças contra o feriado e contra o Vaticano. Em uma mensagem aos outros jihadistas na semana passada, o grupo observou que “a festa dos cruzados está próxima.”

Em outro caso, a Wafa’ circulou um cartaz que descrevia um veículo que se movia em direção ao Vaticano com um arsenal de armas, prometendo um ‘Natal Sangrento.’


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

É HORA DE OUVIR ROBERT SPENCER

Fonte/Source: Video: Stanford dean Nanci Howe congratulates student fascists as they disrupt Robert Spencer event

Stanford and Other Universities of Gleichschaltung

Stanford Ph.D. candidate says disruption of Robert Spencer event does “not befit an institution of learning”


É HORA DE OUVIR O ROBERT SPENCER

Por Tião Cazeiro

21 de Novembro de 2017


“Hoje em dia na América, as universidades geralmente são lugares para discussão e debate aberto e livre, com uma única exceção: se a pessoa se opor ativamente ao antissemitismo (seja em Mein Kampf ou no Alcorão) e lutar pela liberdade de expressão. Numerosos indivíduos que mantêm esses pontos de vista — posições básicas do Iluminismo — tornaram-se parias em muitos campus universitários. Essas universidades, pelas ações de seus administradores, professores e estudantes, tornaram-se bastiões da Gleichschaltung.

Gleichschaltung, traduzida como Nazificação, foi posta em prática na Universidade de Freiburg, Universidade de Frankfurt, Universidade de Göttingen e em outras universidades da Alemanha nos anos de 1930, enquanto marginalizavam, frequentemente brutalizavam, e em seguida eliminaram Judeus e antifascistas que se opunham ao antissemitismo e acreditavam na liberdade de expressão.

Stanford emerge como a mais recente universidade Americana a demonstrar seu compromisso com a Gleichschaltung” — Richard Sherman

A palestra tão esperada de Robert Spencer na Stanford University, gerou muita confusão e uma reação inusitada por parte dos alunos, que de forma orquestrada abandonaram o salão. Alguns ainda chamaram o Robert Spencer de fascista, e pior, incentivados por alguns diretores associados à Reitoria de Assuntos Estudantis.

Primeiro, certificaram-se de que o salão estava repleto de estudantes que não tinham interesse em participar da palestra, mas estavam lá apenas para sabotar, negando assentos às pessoas  realmente interessadas no evento. Eles até mesmo deixaram de fora alguns membros Republicanos da faculdade, exatamente o grupo que patrocinava o evento.

Assista a estes vídeos de curtíssima duração, mesmo que você não domine a língua Inglesa, e perceba logo no primeiro vídeo a movimentação de uma diretora (dando tapinha nas costas) incentivando os alunos a deixarem o local.

O segundo vídeo, mostra Robert Spencer, — que já esperava alguma reação devido aos protestos que antecederam o evento, — assistindo a debandada geral e corretamente lembrando aos alunos o verdadeiro significado da palavra fascismo.

“Não havia nada a ganhar, mas tudo a perder, saindo propositadamente da palestra como um grupo organizado…. Inclusive negando acesso à palestra e exibindo o símbolo da  Antifa em edifícios acadêmicos.” — Qi Yang, Ph.D.

Entretanto, Ibn Warraq, um ex-Muçulmano, autor de vários livros importantes como, Por Que Não Sou Muçulmano, As Origens Do Alcorão, A Busca Pelo Muhammad Histórico e a Defesa Do Ocidente entre outros, disse o seguinte:

“Robert Spencer vem alertando e denunciando o terrorismo Islâmico desde 2003. Todos os dias ele observa atentamente todas as barbaridades do terrorismo Islâmico. Em vários momentos de tristeza, quando não o levaram a sério o suficiente, Spencer foi forçado a nos lembrar: “Eu te avisei.” É hora de ouvir o Robert Spencer.”

PJ Media: “Um líder nesta guerra há mais de uma década, documentando não apenas o que está acontecendo, mas explicando o porquê.”

Venho traduzindo os artigos do Robert Spencer, Raymond Ibrahim, Pamela Geller, Dr. Bill Warner entre outros desde 2013.  Este blog não existiria se não fossem os artigos dessas pessoas tão especiais.

Robert Spencer e Raymond Ibrahim são versados em Árabe e conhecem profundamente o Islã e a História. Ouvir o que eles têm a dizer é de extrema importância pois estamos em plena era do absurdo.


 

Alemanha: Refugiado Muçulmano Preso Por Estuprar Um Pônei Em Zoológico Infantil

Fonte/Source: Germany: Muslim refugee arrested for raping pony at children’s zoo


Alemanha: Refugiado Muçulmano Preso Por Estuprar Um Pônei Em Zoológico Infantil

Por Nicolai Sennels 

17 de Novembro de 2017


[Nota do Editor: Com base em Resmalhe Towzih al-Masael do Ayatollah Khomeini, traduzido para o Inglês por J. Borujerdi como “Esclarecimento às Questões”:

# 2631. É repugnante comer carne de cavalo e mula e burro e se alguém faz o coito com eles, isso é uma relação sexual, eles se tornam ilegais e devem ser retirados da cidade e vendidos em outro lugar.

# 2632. Se eles tiverem relações sexuais com uma vaca, uma ovelha e um camelo, sua urina e esterco tornam-se impuros e beber seu leite também será ilegal e eles devem ser mortos e queimados sem demora, e a pessoa que teve relações sexuais com eles deve pagar dinheiro ao dono. Além disso, caso ele tenha tido relações sexuais com qualquer animal selvagem seu leite se torna ilegal.] (sic)

Um refugiado Sírio de 23 anos que estuprou um pônei na “Fazenda para Crianças” é acusado por abuso animal.

Um refugiado Sírio foi preso por ataque sexual a um pônei na “Fazenda Infantil” em Görlitzer Park, na Alemanha. Um funcionário do lugar confirmou a informação ao Berliner Morgenpost. Uma babá viu o incidente, tirou uma foto da cena e contatou a equipe. O estuprador de 23 anos saiu voado, mas foi encontrado rapidamente pela polícia através da foto da babá.

O Sírio foi banido do parque e agora é cobrado por abuso animal e por causar transtorno público.

Nós nunca tivemos um incidente como esse antes“, disse um empregado. A babá não quis comentar, já que estava muito traumatizada.


Nota: Dos links abaixo, apenas o título foi traduzido. Estes links fazem parte do artigo original.


Leia também: Epidemia de estupro Islâmico na Suécia: quase metade das vítimas são CRIANÇAS

Leia também: REFUGIADOS PERIGOSOS: Afegãos 79 VEZES mais propensos ao ESTUPRO

Leia também: Pai “estupra por honra” namorado da filha

Leia também: Extrema crueldade contra animais em gueto Muçulmano: cabeças retiradas de gatos, gatinhos cortados e intestinos puxados para fora.

Leia também: Fúria em rodovia da Multicultural Dinamarca: “Eu vou foder a sua CABRA!” (I’ll F**k Your Goat!”)


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

Fonte/Source: UK: Mother converts to Islam, is murdered by her Muslim husband for wearing Western clothes

Photo Cover Credit: Pamela Geller Report


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

 Por Robert Spencer

17 de Novembro de 2017

Reino Unido: vítimas do crescente crime contra a honra.

Esse é o resultado da cultura de violência criada pelos ensinamentos religiosos, que dizem aos homens para espancar as mulheres por quem “temem a desobediência” (Alcorão 4:34). É também um resultado de uma cultura que aceita o crime contra a honra. Muçulmanos cometem 91% dos crimes contra a honra no mundo.

A Autoridade Palestina concede perdões ou suspende sentenças aos assassinatos em nome da honra. Mulheres Iraquianas pediram sentenças mais duras aos assassinatos Islâmicos em nome da honra, das quais se livram com muita facilidade. A Síria em 2009 descartou uma lei que limitava a duração das sentenças por homicídios em nome da honra, mas “a nova lei diz que um homem ainda pode se beneficiar das circunstâncias atenuantes em crimes de paixão ou contra a honra”, desde que tenha pena de prisão de pelo menos dois anos em caso de assassinato”.

Em 2003, o Parlamento Jordano rejeitou por motivos Islâmicos uma disposição destinada a endurecer as penas por homicídios contra a honra. Al-Jazeera informou que “Islamistas e conservadores disseram que as leis violavam tradições religiosas e poderiam destruir famílias e valores”.

Enquanto o encorajamento fornecido pela lei Islâmica ao crime contra a honra não for reconhecido e confrontado, mais mulheres sofrerão.

“Jovem Mãe Convertida ao Islã Assassinada a Marteladas por Voltar ao Estilo de Vida Ocidental”, de Virginia Hale, Breitbart, 17 de Novembro de 2017 (Agradecimentos à Ken):

Uma jovem mãe convertida ao Islã foi brutalmente assassinada pelo marido, que a impediu de ver familiares e amigos depois de começar a usar novamente suas roupas Ocidentais, um tribunal Britânico ouviu.

Akshar Ali atingiu Sinead Wooding com um martelo e a esfaqueou repetidamente, antes de despejar e incendiar o corpo da mãe de quatro crianças numa floresta, disse o promotor Nicholas Campbell QC à Leeds Crown Court.

A Sra. Wooding estava em processo de conversão ao Islã e havia mudado seu nome para Zakirah quando conheceu o Sr. Ali, de 27 anos, que trabalhava numa tenda de alimentação no mercado interno de Leeds, de acordo com o Times.

Casaram-se numa cerimônia Islâmica no início de 2015, mas o júri ouviu que seu relacionamento era “volátil” e às vezes violento, com argumentos sobre a constante visita de Wooding, de 26 anos aos familiares e amigos de quem seu marido a “proibia” de ver.

O Sr. Campbell disse que a Sra. Wooding tinha começado a usar roupas Ocidentais, do dia-a-dia, antes de ser assassinada em 11 de Maio numa festa realizada na casa do amigo do marido, Yasmin Ahmed, que junto com o Sr. Ali, negam o assassinato.

Depois que o casal teve uma discussão, os convidados ouviram um estrondo da cozinha, momento em que a Sra. Ahmed foi verificar.

Ela voltou e disse que a Sra. Wooding havia esbarrado contra uma porta, mas que estava tudo bem, e pouco tempo depois relatou aos convidados que a jovem mãe tinha deixado a casa.
“Na verdade, Sinead Wooding não saiu da propriedade com vida”, disse Campbell, dizendo ao tribunal que ela primeiro estava incapacitada — sofrendo de uma fraturada craniana após repetidos golpes na cabeça por um martelo de unha — e em seguida assassinada após ter sido “apunhalada várias vezes”.

“Se ela estivesse consciente naquele momento, teria sido impedida de chorar”, disse Campbell ao júri, que o sangue encontrado nas paredes e chão da adega da Sra. Ahmed correspondia ao DNA da Sra. Wooding.

“Ela foi apunhalada várias vezes com pelo menos um instrumento afiado, quase definitivamente uma faca”.

Seu corpo foi supostamente mantido na adega por dois dias, e depois “embrulhado [e] amarrado com fio” antes que duas pessoas fossem vistas, por um vizinho, transportando um corpo durante a noite… “.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Fonte/Source: Icelandic Leftist poisons Robert Spencer


Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Por ROBERT SPENCER

16 de Maio de 2017

Na última Quinta-feira, dei uma palestra sobre a ameaça da jihad no Grand Hotel, em Reykjavik, Islândia. Pouco tempo depois, um jovem Esquerdista Islandês expressou sua desaprovação ao que eu disse me envenenando.

Aconteceu depois do evento, quando meu chefe de segurança, os organizadores do evento, e Christine Williams, escritora da Jihad Watch, que também foi convidada para falar, foram comigo a um restaurante local para celebrar o sucesso da noite.

Fui rapidamente reconhecido nesse estabelecimento aglomerado de Reykjavik. Um jovem Islandês me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse que era um grande fã. Pouco depois, um outro cidadão daquela terra famosa e gentil também me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse: “Vá se foder!”.

Recebemos essa maravilhosa saudação Islandesa como um sinal para irmos embora. Mas o dano já tinha sido feito. Cerca de quinze minutos depois, quando voltei para o meu quarto no hotel, comecei a sentir dormência no meu rosto, mãos e pés. Comecei a tremer e a vomitar. Meu coração estava acelerando perigosamente. Passei a noite num hospital de Reykjavik.

O que tinha acontecido rapidamente se tornou claro, e logo foi confirmado por um teste no hospital: um desses Islandeses locais que se aproximou de mim — provavelmente aquele que disse que era um grande fã, porque estava muito mais perto de mim do que o sujeito do “Vá se foder!” — tinha colocado alguma droga na minha bebida. Eu não estava e não estou tomando nenhum outro medicamento, e por isso não havia qualquer outra explicação de como essas coisas tinham chegado à minha corrente sanguínea.

Durante vários dias, depois disso, fiquei doente, mas fui à delegacia de Reykjavik e dei-lhes um caso maior do que tinham visto há algum tempo. O policial com quem falei tomou medidas imediatas para identificar e localizar os principais suspeitos e obter o vídeo de vigilância do restaurante.

A Islândia é um país pequeno. Todo mundo se conhece. E assim, fui rapidamente capaz de descobrir a identidade, o número de telefone e a página no Facebook do principal suspeito, o jovem que afirmou ser um “grande fã”. Não pretendo chamá-lo. A polícia Islandesa entrará em contato com ele em breve, caso ainda não o tenha feito.

No entanto, olhei a sua página do Facebook, e como previa, não achei nada que pudesse indicar que ele realmente era um “grande fã” do meu trabalho, ou que tivesse qualquer ponto de vista fora do convencional — e sim, a cortesia das elites políticas e de mídia da Islândia, dominadas inteiramente pela Esquerda.

O cenário mais provável é que este jovem, ou quem me drogou, ouviu que um notório “racista” estava vindo para Reykjavik, por acaso me viu no restaurante, e decidiu me dar uma lição com algumas das drogas ilegais que são tão abundantes em Reykjavik como em qualquer outro lugar.

Eu deveria ter previsto isso. Afinal, minha visita desencadeou uma tormenta de insultos na imprensa Islandesa, todos baseados pontos de discussão dos Esquerdistas Americanos. Cada história sobre a minha visita tinha os mesmos elementos: o aviso de que o SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul) afirma que eu provoco o “discurso de ódio”, o qual é um julgamento subjetivo usado para barrar divergências da linha do establishment; o fato de que fui banido da Grã-Bretanha, sem menção aos principais detalhes de que fui banido por dizer que o Islã tem doutrinas de violência (que é o mesmo que ser banido por dizer que a água é molhada) e pelo crime de apoiar Israel; e a falsa alegação que eu incitei o assassino em massa Norueguês Anders Breivik para matar (na verdade, não sou mais responsável pelos assassinatos de Breivik do que os Beatles pelo Charles Manson). Após o evento, um artigo ainda apresentou uma grande foto de Breivik, mas nada do que eu disse naquela noite foi mencionado.

Nenhum dos meios de comunicação Islandeses que publicou uma história sobre a minha vinda ou sobre o evento em si, me contatou para comentar, muito menos para refutar as acusações que fizeram contra mim. Uma emissora de TV fez uma entrevista comigo em que o entrevistador se recusou a acreditar que eu não me sentia responsável pelos assassinatos de Breivik, e me perguntou sobre isto repetidamente.

Após o evento, os artigos na imprensa Islandesa incluíam citações dos 50 manifestantes, mas nenhum incluiu uma única citação sequer ou descrição de qualquer coisa que realmente tivéssemos dito. Ninguém citou nenhum dos 500 corajosos Islandeses que desafiaram o ódio das elites politicamente corretas e foram ao Grand Hotel para ouvir Cristine Williams e eu — um número incrivelmente grande num país de 300 mil pessoas.

Está claro: a jihad e a Islamização não são assuntos que os políticos Islandeses e os formadores de opinião da mídia querem que os Islandeses discutam.

Essa é a razão pela qual deve ser discutido.

Entretanto, aprendi uma lição. A lição que aprendi foi que a demonização da mídia daqueles que discordam da linha Esquerdista é a incitação direta à violência. Ao me retratarem e a outros que levantam questões legítimas sobre o terror da Jihad e a opressão da Sharia como Islamistas racistas e intolerantes, sem nos permitir uma audiência justa, os meios de comunicação da Islândia e do resto do Ocidente estão ativamente colocando em perigo aqueles que ousam discordar. O SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul), o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), o Centro para o Progresso Americano e o resto que dedicam tanto dinheiro, tempo e atenção para demonizar os “Islamofóbicos” estão pintando alvos enormes em nossas costas.

Claro, pensam que estão fazendo algo nobre. A Esquerda não somente preenche com ódio aqueles que sofrem lavagem cerebral, mas o faz enquanto retrata seus inimigos como os incitadores de ódio, de tal forma que os Esquerdistas violentos, como o jovem que me drogou, sentem-se justos, mesmo quando vitimam e brutalizam os conservadores.

Não há dúvida: estou certo de que quem me envenenou na Islândia foi embora feliz com o que tinha feito. Se comentou com alguém o que ele fez, tenho certeza que foi saudado como herói. Também estou ciente de que muitos dos que lerem isso ficarão felizes com o fato de eu ter ficado gravemente doente. Isto em si é um sinal de quão degenerada e do mal a Esquerda se tornou.

Por todo o Ocidente, enquanto os estudantes de Esquerda provocam e ameaçam fisicamente palestrantes conservadores e os porta-vozes da Esquerda se entregam à retórica mais histérica para difamar seus inimigos, políticos se acovardam com medo e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuarão a crescer na Islândia e em outros lugares.

À medida que subiam ao poder na Alemanha, os Nazistas doutrinavam seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão fazendo uma grande coisa. A demonização dos oponentes da Esquerda, hoje em dia, vai levar a exatamente a mesma coisa. E já aconteceu comigo, na bela Reykjavik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis