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KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: Trump to American Muslims — Become Christian, Pay Jizya, or Die?

RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Por RAYMOND IBRAHIM

17 de Fevereiro de 2017

Enquanto os liberais/esquerdistas Americanos continuam retratando o veto migratório de Donald Trump em sete países Muçulmanos com os piores termos possíveis — de “racista” a “islamofóbico” — e ativistas Muçulmanos continuam reivindicando “choque e trauma”, um Egípcio solitariamente fez algumas perguntas relevantes que poucos Muçulmanos se importariam de fazer.

Dr. Ahmed Abdu Maher é um pesquisador e ativista político que aparece regularmente na televisão de língua Árabe e que tem um longo histórico expondo as instituições Islâmicas, como a Universidade de Al Azhar, por usarem textos e currículos que promovem o terrorismo em nome do Islã. Em 6 de Fevereiro, postou um breve vídeo de si mesmo falando em Árabe, do qual traduzi partes relevantes:

Amigos, no que diz respeito à vitória presidencial de Donald Trump, queríamos perguntar aos nossos irmãos — os fuqaha [juristas da lei Islâmica] e os ulemás [estudiosos do Islã] — uma pergunta: se esse homem, que em mais de uma ocasião anunciou que não quer Muçulmanos…  se ele coagisse, através do poder das armas, a maioria dos Muçulmanos que vivem na América… para que se tornem Cristãos ou paguem a jizya, ou então perderão suas propriedades, matará seus homens, escravizará suas mulheres e meninas, as quais serão vendidas em mercados de escravos. Se ele fizesse tudo isso, seria considerado racista, terrorista ou não? Claro, estou apenas hipotetizando, eu sei que a Bíblia e sua religião não promovem tais coisas, mas vamos apenas presumir: Seria ele um racista ou não? Seria um terrorista ou não? Como então [quando se considera] que temos em nossa jurisprudência Islâmica, que você nos ensina, e nos diz que todos os Imãs estão de acordo de que as aberturas Islâmicas [ou seja, as conquistas] são a maneira de disseminar o Islã? Precisamos ser sensitivos à palavra “abertura” [futuhat]! As aberturas Islâmicas significam espadas e matança. As aberturas Islâmicas, através das quais as casas, castelos e territórios foram devastados, estes … [fazem parte de] um Islã que você tenta nos fazer seguir. Então, me pergunto, ó sheik, ó líder deste ou aquele centro Islâmico em Nova York, você gostaria de ver isso acontecendo com sua esposa e filha? Você — este ou aquele sheik — aceitaria que isso fosse feito com os seus filhos? Que sua filha caísse nas mãos desse guerreiro [como escrava], seu filho nãos mãos desse guerreiro, — um quinto [do espólio de guerra] indo para o Califa — e assim por diante? Quero dizer, não é isso que vocês chamam de Sharia de Alá? … Então vamos pensar sobre as coisas e fazer um esforço para discernir o que é certo e o que é errado.”

Para aqueles que desconhecem o assunto, Maher está se referindo às conquistas Islâmicas na história, que na tradição Muçulmana são referidas em termos gloriosos como “aberturas” altruístas (futuhat) que permitiram que a luz do Islã rompesse para a humanidade. Durante séculos, os exércitos Muçulmanos invadiram territórios não-Muçulmanos, dando aos habitantes três escolhas: converter-se ao Islã, ou então pagar a jizya (imposto de proteção) e aceitar o status de terceira classe como um “humilde” dhimmi (ver Alcorão 9:29), ou enfrentarão a espada, a morte e a escravidão. A maioria viu a luz e o nascimento do “mundo Muçulmano”.

Os Muçulmanos se comportaram assim diante dos não-Muçulmanos por quase 1.400 anos, e a lei Islâmica, que acredita ser baseada na vontade transcendente e imutável de Alá, ainda prescreve essa abordagem aos não-Muçulmanos.

Nesse contexto, do que os Muçulmanos reclamam? pergunta Maher. Tudo o que Trump fez foi banir a imigração das nações Muçulmanas estreitamente associadas ao terrorismo. Como pode, se ele realmente tratou os Muçulmanos na América do mesmo modo como os Muçulmanos sempre trataram os não-Muçulmanos sob sua autoridade — a maneira como a lei Islâmica, a Sharia, exige — ou seja, de uma maneira muito pior do que simplesmente proibir a imigração de nações terroristas no interesse de autopreservação?

Deve-se notar que se Maher está entre uma minoria de Muçulmanos que  expõe abertamente a hipocrisia e a dupla moral de seus correligionários, a maioria dos Muçulmanos do mundo — incluindo e especialmente aqueles que estão atualmente na América, fingindo um trauma, nas palavras “ofensivas” de Trump — sabe precisamente do que ele está falando.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ROBERT SPENCER: LÍDERES DEMOCRATAS PROTESTAM CONTRA A DETERMINAÇÃO DE TRUMP DE LUTAR CONTRA A JIHAD

Fonte/Source: Robert Spencer: Democrat Leaders Protest Trump’s Determination to Fight Jihad – The Geller Report

ROBERT SPENCER: LÍDERES DEMOCRATAS PROTESTAM CONTRA A DETERMINAÇÃO DE TRUMP DE LUTAR CONTRA A JIHAD

Por Robert Spencer

6 de Fevereiro de 2017

Equivalência moral espúria, 
empregada a fim de desviar a atenção da ameaça real. 
PAMELA GELLER

Democrata John Conyers — Michigan

The Hill publicou na Sexta-feira que “um trio de Democratas disse que o Presidente Trump erra ao pressionar os esforços contra extremismo para que concentrem-se apenas no Islamismo radical….  A carta de Sexta-feira foi assinada pelos representantes do Partido Democrata Bennie Thompson (Md.), Eliot Engel) e John Conyers (Mich.).”

Thompson, Engel e Conyers escreveram: “É uma manobra equivocada na medida em que as pessoas que cometem atos de extremismo violento são inspiradas por diversas crenças políticas, religiosas e filosóficas e não se limitam a nenhuma população ou região”.

Na realidade, tem havido mais de 30.000 assassinatos, ataques terroristas jihadistas em todo o mundo desde 11 de Setembro. Quantas outras crenças políticas, religiosas e filosóficas têm sido responsáveis por qualquer número comparável? Um estudo amplamente divulgado pretendendo mostrar que os “extremistas de direita” mataram mais pessoas nos EUA do que os jihadistas Islâmicos, representando assim uma ameaça maior, foi desmascarado por vários motivos.

Os Democratas também escreveram: “Mudar o nome para ‘Combate ao Extremismo Islâmico’ ou ‘Combate ao Extremismo Radical Islâmico’ produziria efeitos prejudiciais à nossa segurança nacional, — alimentando a propaganda criada por grupos terroristas, — às relações domésticas infantis e às relações diplomáticas internacionais. Além disso, poderia alienar ainda mais e criar desconfiança perante as comunidades Muçulmano-Americanas, quando o programa depende de uma estreita cooperação com a aplicação da lei “.

Jihadistas Islâmicos rotineiramente citam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar suas ações e fazerem recrutas entre Muçulmanos pacíficos. A ideia de que Muçulmanos que rejeitam o terror da jihad ficarão furiosos se o governo dos EUA tomar nota disso é um absurdo. Se rejeitam o terror da jihad, não irão abraçá-lo porque as autoridades estão dizendo coisas que não os agradam; Na verdade, se realmente rejeitam, devem acolher e cooperar com esforços para identificar suas causas e erradicá-las. Esses congressistas estão recomendando uma redução do nosso discurso para evitar críticas ao Islã, e isso não passa de um suprimento de blasfêmia da Sharia, que a Organização de Cooperação Islâmica (OIC) vem tentando impor aos EUA por meio das leis de “discurso de ódio” há anos. De modo que, se as declarações de Thompson, Engel e Conyers expressam simplesmente a sabedoria convencional de hoje, é uma indicação do sucesso desses esforços.

Os críticos do plano do Presidente Trump reclamaram: “O programa  ‘Combate ao Extremismo Violento’, ou CEV, poderia ser alterado para ‘Combate ao Extremismo Islâmico’ ou ‘Combate ao Extremismo Radical Islâmico’, disseram as fontes, e não mais visariam grupos como os supremacistas brancos que também realizaram bombardeios e tiroteios nos Estados Unidos “.

De fato, mas a ameaça supremacista branca tem sido extremamente exagerada pelos grupos financiados por George Soros (exageros que foram divulgados pelos meios de comunicação financiados por Soros) que minimizam e negam a ameaça da jihad. A equivalência da Reuters aqui também ignora o fato de que a jihad é um movimento internacional voltado para a destruição dos Estados Unidos e encontrado em todos os continentes; a supremacia branca não.

A diferença aqui, é que Trump não se curva, como Obama fazia, aos grupos ligados à Irmandade Muçulmana. Obama removeu o material de treinamento contraterrorismo e todas as menções ao Islã e à jihad. Em 19 de Outubro de 2011, Farhana Khera da Muslim Advocates, entregou uma carta à John Brennan, que era então o assistente do presidente para a National Security for Homeland Security e Counter Terrorism. A carta foi assinada pelos líderes de praticamente todos os grupos Islâmicos significativos nos Estados Unidos: 57 organizações Muçulmanas, Árabes e do sul da Ásia, muitas delas ligadas ao Hamas e à Irmandade Muçulmana, incluindo: Council on American-Islamic Relations (CAIR), the Islamic Society of North America (ISNA), the Muslim American Society (MAS), the Islamic Circle of North America (ICNA), Islamic Relief USA, e o Muslim Public Affairs Council (MPAC).

A carta denunciou o que está caracterizado como “uso de materiais de treinamento tendenciosos, falsos e altamente ofensivos sobre Muçulmanos e Islã.” Khera reclamou especificamente sobre mim, observando que meus livros podiam ser encontrados na “biblioteca da Academia de treinamento do FBI em Quantico, Virgínia”; que uma lista de livros que acompanha uma apresentação de slides da Unidade de Comunicações de Aplicação da Lei do FBI recomendou o meu livro ‘A Verdade Sobre Muhammad’; que em Julho de 2010 “apresentei um seminário de duas horas sobre” o sistema de crenças jihadistas Islâmicos” para a Joint Task Force de Terrorismo (JTTF) em Tidewater, Virgínia”; e que eu também “apresentei uma palestra similar para o U.S. Attorney’s Anti-Terrorism Advisory Council, que é co-organizado pela Norfolk Field Office do FBI”.

Esses eram os supostos materiais terríveis porque eu era supostamente intolerante e odioso. No entanto, muitos dos exemplos que Khera aduziu de “materiais intolerantes e distorcidos” envolviam declarações que eram simplesmente precisas.

Por exemplo, Khera declarou:

Um relatório de 2006 da inteligência do FBI, afirmando que os indivíduos que se convertem ao Islã estão a caminho de se tornarem “Extremistas Islâmicos Locais” se exibirem qualquer um do seguinte comportamentos:

“Vestindo traje Muçulmano tradicional”

“Deixando a barba crescer”

“Participação frequente numa Mesquita ou num grupo de oração”

“Viagem a um país Muçulmano”

“Maior atividade num grupo social pró-Muçulmano ou causa política”

O relatório da inteligência do FBI que Khera está ser referindo, na verdade não diz isso. Em vez, incluía esses comportamentos entre uma lista de catorze indicadores que poderiam “identificar um indivíduo passando pelo processo de radicalização”. Outros indicadores incluíam:

“Viagem sem fonte óbvia de fundos”

“Compras suspeitas de parafernália ou armas para fabricação de bombas”

“Grande transferência de fundos, para ou do exterior”

“Formação de células operacionais”

“Khera tinha seletivamente citado a lista para dar a impressão de que o FBI estava ensinando que a devota observância ao Islã levava inevitavelmente e em todos os casos ao “extremismo”.

Apesar da precisão factual do material sobre o qual estavam reclamando, grupos Muçulmanos assinaram a carta exigindo da força-tarefa, entre outras ações, para:

“Eliminar todos os materiais tendenciosos do treinamento do governo federal”

“Implementar um programa obrigatório de retreinamento para agentes do FBI, Oficiais dos EUA e todas as autoridades federais, estaduais e locais que foram submetidas ao treinamento tendencioso.”

Eles queriam assegurar que todos os oficiais de aplicação da lei aprendessem absolutamente nada sobre o Islã e a jihad seria o que os signatários desejariam que aprendessem — e Brennan foi receptivo a isso. Tomou as queixas de Khera como uma ordem para marchar.

Numa carta datada de 3 de Novembro de 2011 para Khera,  — significativamente — escrita em papel timbrado da Casa Branca, Brennan aceitou as críticas de Khera sem um murmúrio de protesto e assegurou-lhe de sua prontidão para obedecê-la. Ele detalhou as ações específicas que estão sendo realizadas, incluindo “a coleta de todo o material de treinamento que contenha conteúdos culturais ou religiosos, incluindo informações relacionadas ao Islã ou Muçulmanos”. Na realidade, esse material não seria apenas “coletado”; seria eliminado de qualquer coisa que Farhana Khera e outros como ela achassem ofensivo. Uma discussão honesta e exata sobre como os jihadistas Islâmicos usam os ensinamentos Islâmicos para justificar a violência não seria mais permitida.

A alegria com que Brennan obedeceu foi infeliz em muitos níveis. Numerosos livros e apresentações que deram uma visão precisa do Islã e da jihad foram eliminados. Brennan estava cumprindo demandas de facções que dificilmente poderiam ser consideradas autenticamente moderadas.

Essa política do Obama no governo dos EUA garantiu que muitos jihadistas simplesmente não pudessem ser identificados como de alto risco. A administração Obama foi obrigada, por questão política, a ignorar o que em tempos mais cuidadosos seria visto como sinais de alerta. Agora podemos esperar que Trump reverta tudo isso. Na verdade, é nossa única esperança para derrotar esse flagelo.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA A PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Fonte/Source: NYC: Muslims pray in the streets and close grocery stores to protest Trump’s travel ban – The Geller Report

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Por Pamela Geller

3 de Fevereiro de 2017

Alguns dos manifestantes estavam gritando “Allahu akbar”. Eles querem fazer de Nova York uma Sana’a? Qual é o propósito dessas manifestações, se não intimidar as pessoas a pensarem que é errado resistir à imigração Muçulmana maciça e irrestrita e ao próprio terror da jihad?

Se os Muçulmanos nos Estados Unidos são tão bem assimilados, por que todo esse ressentimento partidário, reclamações, processos judiciais e demandas por acomodação, etc.? Sem mencionar o ódio Islâmico aos Judeus e o apoio por uma guerra contra Israel.

A única diferença entre a América e a Europa é o número de Muçulmanos. Quanto maior a população Muçulmana, mais restritiva, hostil e violenta será — mais informações sobre a imigração Muçulmana aqui.

Centenas rezam nas ruas e fecham supermercados em protesto contra a proibição de viajar de Trump”, por Will Kirby, Express, 3 de fevereiro de 2017:

Mais de mil proprietários de lojas Americanas Iemenitas fecharam seus negócios hoje e viajaram para Brookyn Borough Hall para rezar, protestar e dar apoio aos afetados pela controversa proibição de viagem do presidente Trump.

O qual está sendo descrito como a ‘Greve de Bodega‘, milhares de imigrantes Iemenitas estão se manifestando contra a proibição de entrada em grande escala nos EUA por Trump.

A palavra Espanhola “Bodega” é literalmente traduzida como “loja de vinhos” e é uma gíria usada em Nova York para lojas de conveniência, e os organizadores da greve afirmam que há cerca de 6.000 Bodegas de propriedade Iemenita em toda a cidade.

Os fechamentos começaram ao meio-dia (5.00pm GMT) e continuarão por oito horas.

Uma página no Facebook criada para a greve afirma: “O fechamento das mercearias e bodegas será um show público para mostrar o papel vital que esses merceeiros e suas famílias desempenham no tecido econômico e social de Nova York.

“Durante este período, os proprietários de supermercados irão passar um tempo com suas famílias e entes queridos para apoiarem uns aos outros; Muitas dessas famílias foram diretamente afetadas pela proibição “.

O Presidente Trump assinou uma ordem executiva proibindo a imigração para os EUA de sete países “Muçulmanos”. Isso levou a protestos em toda a América e, agora no Reino Unido.

Debbie Almontaser, organizadora de greve e membro do Conselho da Rede de Comunidade Muçulmana, disse: “Originalmente, nós consideramos começar o fechamento às 8 da manhã, mas os merceeiros deixaram claro que não estariam dispostos a fecharem se isso significasse que seus clientes regulares ficariam sem o seu café da manhã.

“Mesmo quando suas vidas foram viradas de cabeça para baixo, se recusaram a interromper as vidas das mesmas pessoas que servem diariamente.”

Sulaiman Alaodyi, de 24 anos, que trabalha no caixa da Best and Tasty Deli, no bairro do Bronx, disse que esta foi a primeira vez que a loja fechou suas portas desde que foi inaugurada há nove meses.

“Queremos enviar uma mensagem de que estamos aqui.

“Nós vamos sair e apoiar todos os nossos irmãos e irmãs que estão detidos em aeroportos e em outros países que não podem voltar.

“Isso não é justo.”…


Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), Editora da PamelaGeller.com e Autora do livro: The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


STREISAND: “SEM NOÇÃO, IMPRUDENTE, SEM GRAÇA, ESTÚPIDO E SEM CORAÇÃO: NOSSO PRESIDENTE ELEITO.

Fonte/Source: Streisand: Trump ‘Clueless, Reckless, Graceless, Heartless’


STREISAND: “SEM NOÇÃO, IMPRUDENTE, SEM GRAÇA, ESTÚPIDO E SEM CORAÇÃO: NOSSO PRESIDENTE ELEITO”

Por Breitbart News

Na véspera da inauguração do Presidente eleito Donald Trump, a cantora Barbra Streisand escreveu um ensaio para o Huffington Post, no qual relata que “não pode respeitar” o novo Presidente e está “profundamente preocupada” com a direção do país.

Streisand escreveu no Huffington Post:

Houveram gigantes que serviram como Presidente: George Washington ajudou a fundar o país; Abraham Lincoln libertou os Escravos; Teddy Roosevelt estabeleceu os parques nacionais; Franklin Roosevelt nos tirou da Grande Depressão e derrotou o Fascismo; Lyndon Johnson estabeleceu Medicare; Bill Clinton deu à nação um superávit orçamentário; E Barack Obama forneceu o acesso ao Seguro Saúde (Obamacare) para todos os Americanos.

Agora esperamos Donald Trump, e estou profundamente preocupada com o nosso país e com o mundo. Ele demonstrou que é perigoso e impróprio para o cargo. Ele entende a magnitude do trabalho? Será que ele só quer ser Presidente para obter o mesmo que o Presidente Obama, que uma vez fez piadas sobre ele num jantar de Correspondentes na Casa Branca? Ele quer se livrar do Obamacare apenas por causa do nome?

Ele não apenas traz políticas econômicas com as quais eu discordo, ou uma abordagem para o financiamento de saúde que poderia ferir milhões de pessoas. Isto não é simplesmente uma questão de Republicano versus Democrático. Esse é um homem que, em registro e muitas vezes em vídeo, desprezou ou descaradamente ridicularizou as mulheres, imigrantes, deficientes entre outros. Ele perdeu o voto popular por quase três milhões de votos, e ainda não consegue entender que a obrigação do Presidente é pelo menos tentar unir e respeitar todos os Americanos.

Tenho grande respeito pelos políticos experientes que serviram a nossa nação com sincero respeito para melhorar e proteger a República, mesmo aqueles com quem muitas vezes discordei. No entanto, não posso respeitar um machista, racista, xenófobo que nos coloca em risco com o seu comportamento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP: NATO “OBSOLETA”, MERKEL COMETEU “ERRO CATASTRÓFICO” AO ADMITIR MIGRANTES MUÇULMANOS

Fonte/Source: Trump: NATO “obsolete,” Merkel made “catastrophic mistake” in admitting Muslim migrants

TRUMP: NATO “OBSOLETA”, MERKEL COMETEU “ERRO CATASTRÓFICO” AO ADMITIR MIGRANTES MUÇULMANOS

 

POR ROBERT SPENCER

16 de Janeiro de 2017

A NATO é de fato obsoleta: foi concebida para defender o Ocidente contra a União Soviética. A Esquerda Americana sempre minimizou a ameaça Soviética e zombou daqueles que chamaram a atenção para isso; Agora, naturalmente, a Esquerda Americana está se preocupando mais com os Russos do que Joe McCarthy e tempo algum, mas isso não torna a NATO menos obsoleta. Precisa ser reconfigurada como uma coalizão defensiva contra a ameaça da jihad. O qual é improvável que aconteça, no entanto, uma vez que muitos, se não a maioria, dos países membros atualmente estão perseguindo políticas de negação e apaziguamento sobre a ameaça da jihad.

Quanto a Merkel, não há absolutamente nenhuma dúvida de que ela realmente cometeu um erro catastrófico. Os efeitos desse erro serão vistos na Alemanha durante as próximas décadas, e na verdade, a Alemanha pode não se recuperar maisa

“Trump chacoalha a NATO com a explosiva “obsoleta “, de James Masters e Katie Hunt, CNN, 16 de janeiro de 2017:

(CNN) A acusação de Donald Trump de que a OTAN é “obsoleta” gerou “surpresa e agitação” dentro da aliança, disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha.

Falando em Bruxelas antes de uma reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, Frank-Walter Steinmeier sugeriu que a aliança foi chocalhada pelas observações de Trump…

Trump usou a entrevista para reafirmar suas dúvidas sobre a NATO. “Eu disse há muito tempo que a NATO tinha problemas”, disse na entrevista.

“Número um, se tornou obsoleta, porque foi projetada há muitos, muitos anos.

“Número dois, os países não estavam pagando o que deveriam pagar”, acrescentando que isso era injusto para com os Estados Unidos.

Steinmeier disse ter falado com o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, “que está preocupado com o fato de o presidente eleito Trump considerar a NATO obsoleta”.

Ele também observou que a posição de Trump estava “em contradição” com a de James Mattis, candidato de Trump à Secretaria de Defesa.

A porta-voz da NATO, Oana Lungescu, recusou os comentários. “Uma NATO forte é boa para os Estados Unidos, assim como para a Europa”.

Mas Dmitry Peskov, porta-voz da imprensa do presidente Russo Vladimir Putin, concordou com a avaliação de Trump sobre a NATO, dizendo na Segunda-feira que “o objetivo sistemático dessa organização é o confronto”…

Trump mirou na Chanceler Alemã Angela Merkel, chamando-a “de longe o líder mais importante” na Europa, enquanto rasgava as suas políticas de imigração, rotulando-as de “catastrófica”.

“Tenho grande respeito por ela, senti que era uma grande líder, acho que ela cometeu um erro catastrófico assimilando todos esses ilegais e todas essas pessoas de qualquer parte e ninguém realmente sabe de onde vêm.

Um entusiasmado Trump elogiou a iminente saída da Grã-Bretanha da União Europeia como sendo “muito inteligente”.

“Eu acho que o Brexit vai acabar sendo uma grande coisa”, disse Trump ao seu entrevistador do Times, Michael Gove, um dos ex-líderes da campanha Brexit e membro do Parlamento do Reino Unido.

Perguntado por que achava que a campanha Britânica do Brexit foi bem-sucedida, Trump culpou a frouxidão das fronteiras e as preocupações sobre os efeitos da imigração. Ele também as vinculou às preocupações de segurança dos EUA.

“Os países querem sua própria identidade. O Reino Unido queria sua própria identidade. Eu acredito nisso, se não tivessem sido forçados a aceitarem todos os refugiados e foi um número enorme, com todos os problemas que isso acarreta, você não teria um Brexit… provavelmente isso não teria funcionado.”…

Trump disse que tomará imediatamente todas as medidas para restringir a imigração nos EUA, assim que assumir o governo.

“Neste país vamos ter fronteiras muito fortes. A partir do dia em que eu entrar. Uma das primeiras ordens que vou assinar. Dia um.”

Trump reiterou planos para implementar o que chama de “extremo exame” de pessoas do mundo Muçulmano, de acordo com uma transcrição da Bild traduzida para o inglês pela CNN.

“Haverá um exame de segurança extremo, não será como é agora. Não temos controles de segurança adequados para as pessoas que entram no nosso país, elas realmente não existem no momento, como aconteceu no seu país pelo menos no passado “.

Quando perguntado se iria impor restrições semelhantes à Europa, o Presidente eleito não se comprometeu, de acordo com Bild.

“Isso poderia acontecer. Mas vamos ver “, disse ele.

Trump também abordou o acordo nuclear do Irã, mas recusou-se a dizer se exigiria mudanças nele.

“Bem, eu não vou dizer o que vou fazer com a negociação com o Irã. Eu só não quero jogar as cartas. Quero dizer, olha, não sou um político, não saio e digo, “Eu vou fazer isso” — Eu vou fazer, tenho que fazer o que tenho que fazer… Mas não estou feliz com o negócio do Irã, acho que é um dos piores negócios já feitos”, disse ele, de acordo com o Times…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis