Arquivo da categoria: ISIS

ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE

Fonte/Source: Islamic State Santa poster threatens Christmas jihad massacre in Times Square


ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE NA NOITE DE NATAL

Por Robert Spencer

27 de Novembro  de 2017

Alá diz que irá atacar os incrédulos 
(Alcorão 3:151)
 e pede aos Muçulmanos para fazerem o mesmo 
(Alcorão 8:60). 
O Estado Islâmico está obedecendo este apelo.

“Poster Propaganda Do Estado Islâmico (Isis) Promete Massacre Na Noite De Natal Da Time Square Em Nova Iorque “, por Bridget Johnson, PJ Media, 27 de novembro de 2017:

“Um militante do ISIS lançou nas redes sociais do grupo um assombroso poster do Papai Noel olhando em direção a Times Square com uma caixa de dinamite ao seu lado.

A imagem mostra Papai Noel segurando um saco vermelho volumo diante da Time Square em noite repleta de pedestres.

“Nos encontraremos em Nova Iorque durante a festa de Natal… em breve”, diz o texto na imagem.

Este posters segue uma série de outros posters de propaganda fazendo ameaças durante o período de férias na Europa, com uma mão segurando uma faca sangrenta diante de um mercado no bairro da Torre Eiffel e um jihadista vestido com uma balaclava preta em pé diante do Papai Noel da Regent Street em Londres.

A Wafa’ Media Foundation, apoiada pelo ISIS, lançou inúmeras ameaças contra o feriado e contra o Vaticano. Em uma mensagem aos outros jihadistas na semana passada, o grupo observou que “a festa dos cruzados está próxima.”

Em outro caso, a Wafa’ circulou um cartaz que descrevia um veículo que se movia em direção ao Vaticano com um arsenal de armas, prometendo um ‘Natal Sangrento.’


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

GETTY

Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Fonte/Source: Why Easter Brings Out the Worst in Islam – Raymond Ibrahim


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

17 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Por que alguns Cristãos são assassinados e muitos aterrorizados em nome do Islã nos feriados da Páscoa?

O ataque mais notável deste ano ocorreu no Egito, onde duas igrejas Cristãs Coptas foram bombardeadas durante a missa do Domingo de Ramos, deixando 50 mortos e 120 feridos.

Embora este incidente tenha recebido alguma cobertura da mídia Ocidental, os ataques às igrejas do Egito na Páscoa, ou em torno dela, não são incomuns. Por exemplo, neste último dia 12 de Abril, apenas dois dias após os ataques do Domingo de Ramos, as autoridades frustraram outro ataque terrorista Islâmico visando um monastério Copta no Alto Egito. Da mesma forma, no dia 12 de Abril de 2015, Domingo de Páscoa, duas explosões dirigidas a duas igrejas separadas ocorreram no Egito. Apesar de nenhuma ocorrência fatal— e por esta razão não houve relatos na mídia Ocidental —poderia facilmente ter resultado num grande número, baseado em precedentes (por exemplo, em 1 de Janeiro de 2011, quando os Cristãos do Egito inauguravam o Ano Novo — outro feriado Cristão para as comunidades Ortodoxas — carrosbomba explodiram perto da Igreja dos Dois Santos em Alexandria, resultando em 23 mortos e dezenas de feridos em estado crítico).

Menos espetacular, mas não menos contundente, depois de 45 anos de espera, os Cristãos de Nag Shenouda, no Egito, finalmente conseguiram uma autorização para construir uma igreja; os Muçulmanos locais responderam com tumultos e até queimaram a tenda temporária que os Coptas tinham erguido para o culto (um incidente diferente deste aqui). Rejeitados, os Cristãos de Nag Shenouda comemoraram a Páscoa na rua, para zombaria e escárnio (foto aqui)

Enquanto quase tudo pode provocar os Muçulmanos a atacar as igrejas em todo o mundo, há uma razão para que o acirramento de ânimos possa atingir um pico febril durante a Páscoa: mais do que qualquer outra festa Cristã, o Domingo da Ressurreição comemora e celebra três doutrinas centrais Cristãs que o Islã manifestamente rejeita: que Cristo foi crucificado e morreu; que ressuscitou; e que por virtude especial do último, é o Filho de Deus. Como disse o Dr. Abdul Rahman al-Bir, mufti da Irmandade Muçulmana do Egito em 2013, os Muçulmanos não devem elogiar os Cristãos durante a Páscoa, pois esse feriado “contradiz e colide com a doutrina Islâmica, ao contrário do Natal”.

Daqui por diante a carnificina faz sentido. Assim, no Domingo de Páscoa de 2016, outro atentado suicida com bombas Islâmicas ocorreu perto de um parque público infantil no Paquistão, onde os Cristãos eram conhecidos por estarem congregados e celebrando. Cerca de 70 pessoas — em sua maioria mulheres e crianças — foram mortas e quase 400 feridas. Algo semelhante estava reservado ao Paquistão este ano, em 2017, quando os funcionários frustraram um “grande ataque terrorista” dirigido aos Cristãos no Domingo de Páscoa.

Celebrar a Páscoa é um assunto especialmente perigoso nas regiões de maioria Muçulmana na Nigéria: uma igreja foi incendiada no Domingo de Páscoa de 2014, deixando 150 mortos; outra igreja foi bombardeada no Domingo de Páscoa de 2012, deixando cerca de 50 fiéis mortos; os pastores Muçulmanos lançaram uma série de ataques durante a semana da Páscoa, em 2013, matando pelo menos 80 Cristãos — principalmente crianças e idosos; além disso, mais de 200 casas Cristãs foram destruídas, oito igrejas queimadas e 4.500 Cristãos removidos.

Como a presença do Islã continua crescendo na Europa, e de acordo com a regra de números do Islã, os ataques relacionados com a Páscoa também estão crescendo. De acordo com um relatório, “a célula terrorista que atingiu Bruxelas [em Março de 2016, matando 34] estava planejando massacrar os fiéis nos cultos da Páscoa em toda a Europa, incluindo a Grã-Bretanha”. Na Escócia, em 2016, um homem Muçulmano apunhalou outro Muçulmano até a morte por desejar aos Cristãos uma Sexta-Feira Santa e uma Feliz Páscoa. E se um plano terrorista da al-Qaeda visando os consumidores durante a Páscoa no Reino Unido não fosse frustrado “certamente teria sido o pior ataque terrorista da Grã-Bretanha, com o potencial de causar mais mortes do que os ataques suicidas de 7 de Julho de 2005, quando 52 pessoas foram assassinadas”.

Episódio atrás de episódio…

É claro que, embora o Domingo da Ressurreição tenha a capacidade de ofender — e, assim, revelar o pior em alguns Muçulmanos mais do que em qualquer outro dia santo Cristão, deve-se ter cuidado para não atribuir muito dano doutrinário aos agressores. Afinal, os Muçulmanos bombardearam e queimaram igrejas Cristãs em outros feriados — uma igreja do Cairo foi bombardeada deixando 27 mortos antes do último Natal — e sem feriados. (Veja aqui o Natal de 2016, aqui o Natal de 2015, e aqui o Natal de 2014 para ver dezenas de episódios de violência Muçulmana contra e assassinato de Cristãos no contexto do Natal.)

Em suma, qualquer que seja o feriado, um número crescente de Muçulmanos parece concordar com a opinião de um clérigo Egípcio de que “o culto Cristão é pior do que assassinato e derramamento de sangue” —significando, derramando o sangue dos Cristãos e os assassinando é preferível do que permitir que exibam sua oposição aos ensinamentos de Muhammad/Maomé, como fazem naturalmente todos os Domingos na igreja. Somente os Muçulmanos doutrinariamente sintonizados, e que estão em minoria, salvam seus ataques para aquele dia especial do ano que tão flagrantemente desafia o Islã: Domingo da Ressureição.


Tradução: Tião Cazeiro —Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Imagens Fortes Das Igrejas do Egito

Fonte/Source: Graphic: Images and Video of Palm Sunday’s Coptic Church Bombings – Raymond Ibrahim


IMAGENS FORTES: IMAGENS E VÍDEOS DOS BOMBARDEIOS À IGREJA COPTA NO DOMINGO DE RAMOS

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

O número de mortos dos ataques de ontem nas duas igrejas Coptas no Egito subiu para 50: trinta Cristãos foram mortos na Igreja de São Jorge em Tanta, e 15 Cristãos e cinco policiais foram mortos em São Marcos na Alexandria. Cerca de 120 estão gravemente feridos.

Porque os atentados suicidas Islâmicos estão em ascensão e corremos o risco de ficar insensíveis a eles, e porque uma imagem supostamente vale mais que mil palavras. Portanto, abaixo estão várias imagens e um vídeo dos bombardeios.

AVISO: São imagens muito fortes. (Aqueles que conseguem lidar com elas, também podem querer ver o  bombardeio de São Pedro no Cairo, em11 de Dezembro de 2016, e o bombardeio suicida islâmico de uma igreja em Bagdá, para ter uma ideia clara do que isso significa.)

Aqui está um breve vídeo — que provavelmente será removido do YouTube em breve — de algumas das vítimas do ataque em Tanta; observe a mulher cuja perna esquerda parece ter sido separada do corpo dela durante a explosão, mas permanece unida pela calça — assim como a menina morta.

As primeiras imagens do Papa Copta Tawadros, que estava na Igreja de São Marcos durante o ataque e, segundo notícias não pode falar ou fazer qualquer comentário por algum tempo.

Imagens gerais das consequências das explosões:


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Fonte/Source: 44 Dead Christians: Islam’s Latest Victims – Raymond Ibrahim


Nota do blog:

Os fatos sobre os ataques recentes às igrejas do Egito já são conhecidos por todos, mas o leitmotiv continua sendo omitido pelos líderes políticos e religiosos com raríssimas excessões. Espero que esta análise imploda, de uma vez por todas, as fantasias criadas em torno da “Religião de Paz”.


44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

O início das celebrações da Semana Santa dos Cristãos no Egito foi marcado pela tragédia. Duas igrejas Coptas Cristãs Ortodoxas repletas de fiéis para a missa de Domingo de Ramos foram atacadas por homens-bomba Islâmicos; deixando um total de 44 mortos e 126 feridos ou mutilados.

Cenas horrorosas de carnificina — membros e sangue espirrado nos altares e bancos — estão sendo relatadas em ambas as igrejas. Vinte e sete pessoas — relatórios iniciais indicam crianças, em sua maioria — foram mortas na  St. George, em Tanta, norte do Egito. “Onde está o governo?”, Gritou um Cristão irado para os repórteres da AP. “Não há governo! Houve um claro lapso de segurança, que deve ser reforçado a partir de agora para salvar vidas.”

Menos de duas horas depois, 17 pessoas foram mortas na Catedral de São Marcos em Alexandria, que — desde que o edifício original da igreja, fundada pelo Evangelista Mark no primeiro século, foi destruído pelo fogo durante as invasões Muçulmanas do sétimo século no Egito — tem sido a sede histórica da Cristandade Copta. Papa Tawadros, que estava presente — e aparentemente alvejado — escapou da carnificina.

No Domingo, 11 de Dezembro de 2016, um homem-bomba Islâmico entrou na Catedral de São Pedro no Cairo durante a missa, detonou-se e matou pelo menos 27 fiéis — na maioria mulheres e crianças — e feriu quase 70. As descrições das cenas desse bombardeio são praticamente idênticas com as de hoje: “Eu encontrei corpos, muitas delas mulheres, deitados nos bancos. Foi uma cena horrível. Vi uma mulher sem cabeça sendo levada. Todos estavam em estado de choque. Estávamos apanhando a carne das pessoas no chão. Havia crianças. O que eles fizeram para merecer isso? Eu gostaria de ter morrido com eles em vez de ver essas cenas.”

Antes do ataque de 11 de Dezembro, o mais mortífero bombardeio da igreja ocorreu em 1 de Janeiro de 2011. Nessa ocasião, enquanto celebravam o Ano Novo, 23 Cristãos foram explodidos em pedaços.

O Estado Islâmico (ISIS) assumiu os atentados de 11 de Dezembro e o de hoje. (Porque não havia nenhum “Estado Islâmico” por volta de 2011, somente os “Islâmicos” genéricos podem reivindicar aquele atentado.) Este acréscimo na perseguição Cristã acredita-se que seja em resposta a um vídeo liberado recentemente pelo Estado Islâmico no Sinai. Nele, militantes mascarados prometeram mais ataques aos “fiéis da cruz”, uma referência aos Coptas do Egito, aos quais também se referiram como “presa favorita” e — num pouco de projeção Muçulmana clássica — como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Deve-se lembrar que para cada ataque com bomba bem-sucedido a uma igreja no Egito, existem inúmeros fracassados ou “muito-insignificante-para-reportar”. Assim, na semana anterior aos bombardeios de hoje, um artefato explosivo foi encontrado na igreja de St. George em Tanta e desarmado a tempo. Antes disso, outra bomba foi encontrada plantada no Collège Saint Marc, uma escola exclusivamente para meninos no centro de Alexandria. Da mesma forma, algumas semanas antes do bombardeio da igreja em 11 de Dezembro, um homem atirou um explosivo improvisado em outra igreja em Samalout. Se a bomba tivesse detonado — também desarmada a tempo — as baixas provavelmente teriam sido muito altas, já que a igreja estava repleta de milhares de adoradores reunidos para um serviço especial de férias. Em um incidente separado em Dezembro, slogans Islâmicos e mensagens de ódio —incluindo “Cristãos, vocês vão morrer” — foram pintados no chão de outra igreja, a da Virgem Maria em Damiette.

Os bombardeios de hoje nas igrejas também seguem uma série de crimes de ódio assassinos contra os Cristãos em todo o Egito nas últimas semanas — crimes que viram Coptas queimados vivos e mortos nas ruas movimentadas, e em plena luz do dia e deslocados do Sinai. Em um vídeo desses Coptas destituídos, um homem pode ser ouvido dizendo: “Eles estão nos queimando vivo! Eles querem exterminar os Cristãos completamente! Onde estão os militares [Egípcios]? “Outra mulher grita para a câmera:” Diga ao mundo todo, olhe — nós deixamos nossas casas, e por quê? Porque eles matam nossos filhos, matam nossas mulheres, matam nossos inocentes! Por quê? Nossos filhos têm medo de ir às escolas. Por quê? Por que toda essa injustiça?! Por que o presidente [Sisi] não se move e faz alguma coisa por nós? Não podemos nem mesmo atender às nossas portas sem estarmos aterrorizados! “(Nota: As doações que vão diretamente para os Coptas deslocados do Egito podem ser feitas aqui).

Em resposta aos bombardeios das igrejas de hoje, o presidente Sisi declarou estado de emergência de três meses, acrescentando em declaração que tais ataques só fortalecerão a determinação dos Egípcios contra as “forças do mal”. Por sua parte, o presidente Trump tuitou dizendo que está “muito triste com a notícia sobre o ataque terrorista”, mas que tem “grande confiança” em Sisi e que ele “vai lidar com a situação corretamente.”

Sisi culpou ainda mais os “países e organizações fascistas e terroristas que tentaram controlar o Egito” pelo bombardeio de hoje.

Mas o que dizer sobre o que está acontecendo dentro do Egito? Será que “Sisi está lidando com a situação corretamente”? Se aqueles que estão aterrorizando os Cristãos Coptas são verdadeiramente membros do ISIS ou meros simpatizantes, o fato é que todos foram crescidos no Egito — todos ensinados a odiar os “infiéis” nas mesquitas e nas escolas do Egito. [Ênfase adicionada].

O próprio Sisi reconheceu abertamente isso em 2015 quando se apresentou diante dos clérigos Islâmicos Egípcios de Al Azhar e implorou-lhes para fazerem alguma coisa sobre a forma de como o Islã é ensinado aos Muçulmanos. Entre outras coisas, Sisi disse que o “corpus de textos e idéias Islâmicos que temos sacralizado ao longo dos séculos” está “antagonizando o mundo inteiro” e que o Egito “está sendo rasgado, está sendo destruído, está se perdendo — e está se perdendo pelas nossas próprias mãos.”

O quão sério as suas palavras foram levadas foi revelado em Novembro passado, quando a maior autoridade Islâmica do Egito e Grande Imam, Dr. Ahmed al-Tayeb — que aparece sentado na primeira fila durante o discurso de Sisi em 2015 — defendeu a confiança de Al Azhar sobre esses mesmos “corpus de textos e ideias [Islâmicas] sacralizados ao longo dos séculos”, que muitos reformadores estão ansiosos para ver eliminados do currículo Egípcio porque apóiam as expressões mais “radicais” do Islamismo — incluindo a morte de apóstatas, perseguição de Cristãos e a destruição de igrejas.

O Grande Imam do Egito chegou a afastar descaradamente o pedido de reforma como quixotesco na melhor das hipóteses:

“Quando [Sisi e os reformadores] dizem que Al Azhar Deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso (sic), isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda o discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos de nossos anciãos.

E a lei que os anciãos do Islã, o ulemá, legaram aos Muçulmanos prega o ódio aos “infiéis” — que, no Egito, significa Cristãos. Este é o problema definitivo do Egito, e não, para citar Sisi, os “países estrangeiros e organizações fascistas e terroristas”, que são sintomas do problema.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

Fonte/Source: Islamic State claims responsibility for the two church bombings in Egypt

Nota do blog: O Islã é o mesmo há quase 1400 anos. Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

POR ROBERT SPENCER

9 de Abril de 2017

O Express informou em 21 de Fevereiro que “os militantes do Estado Islâmico (ISIS) no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “liberar” o Cairo num novo vídeo arrepiante. No clipe de 20 minutos, o grupo seleciona Egípcios Cristãos proeminentes, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presa preferida do grupo”.

“ISIS reivindica a responsabilidade por 2 bombardeios em Igrejas no Egito que matou dezenas”, por Michael Edison Hayden, ABC News, 9 de Abril de 2017:

O Estado Islâmico (ISIS) responsabilizou-se por dois ataques a Igrejas no Egito que estavam lotadas para os serviços do Domingo de Ramos, de acordo com sua agência de notícias.

Os ataques seguem as advertências do grupo terrorista de que escalariam os ataques aos Cristãos do Egito, que segundo estimativas da CIA representam cerca de 10% da população do país.

Duas bombas mataram pelo menos 37 pessoas e feriram outras 100 no Domingo de Ramos. O primeiro explodiu numa igreja Cristã Copta na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, e o segundo, várias horas depois, na Catedral de São Marcos, na cidade costeira de Alexandria, a sede histórica da Cristandade no Egito.

Imagens gráficas compartilhadas nas mídias sociais pela Igreja Ortodoxa Copta do Egito entre outros, mostram as terríveis consequências das explosões gêmeas: Os bancos da Igreja ficaram em pedaços em grande parte da Igreja Copta Mar Girgis em Tanta, onde pelo menos 26 pessoas foram mortas e mais de 70 pessoas feridas — sangue e livros de oração foram triturados e estão espalhados pelo chão.

Em Alexandria, onde pelo menos 11 pessoas foram mortas e outras 35 ficaram feridas, a equipe de resgate no local da cena caótica usaram cobertores para transportar as vítimas através dos escombros e uma multidão à espera de veículos de emergência laranja.

A explosão na Catedral de São Marcos ocorreu logo após o líder da Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria, o Papa Tawadros II, terminar os serviços, informou a Associated Press. Os seus assessores mais tarde disseram à imprensa local que ele escapou ileso…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

CONTRABANDO DE MIGRANTES PARA A EUROPA, AGORA UMA IMPORTANTE FONTE DE FINANCIAMENTO PARA O ESTADO ISLÂMICO (ISIS)

Fonte/Source: Smuggling Migrants to Europe Now a Major Funding Source for Islamic State – Breitbart

Photo/Cover Page: REUTERS/Antonio Parrinello

CONTRABANDO DE MIGRANTES PARA A EUROPA, AGORA UMA IMPORTANTE FONTE DE FINANCIAMENTO PARA O ESTADO ISLÂMICO (ISIS)

Por VIRGINIA HALE

1 de Fevereiro de 2017

Grupos terroristas Islâmicos, incluindo o Estado Islâmico (ISIS), estão conseguindo manter grande parte de suas receitas via contrabando de migrantes para a Europa, disse o chefe de inteligência da Itália.

As informações recolhidas pelas agências de inteligência mostram que na África, gangues criminosas que trabalham traficando migrantes para a Europa, desenvolveram “parcerias” com organizações terroristas no Oriente Médio, incluindo o Estado Islâmico (ISIS), disse Alessandro Pansa à Stampa na Terça-feira.

“O ISIS está enfrentando sérios contratempos. Suas maiores fontes de renda — contrabando de produtos petrolíferos e antiguidades, estão secando. Entendemos que os terroristas estão recorrendo ao tráfico humano como uma nova fonte de receita”, disse Pansa ao jornal.

Pansa, o Diretor-geral do Departamento de Segurança da Informação, revelou as descobertas da agência de inteligência sobre a África, e os “riscos e oportunidades” da imigração, numa palestra em Nápoles.

Descrevendo o envolvimento de grupos terroristas Islâmicos no tráfico de seres humanos, como um grande desafio para a Itália, o chefe de segurança disse que é vital que a Itália trabalhe com os governos da África para “atacar as raízes do fenômeno migratório”.

A Reuters informou na Segunda-feira que o governo Italiano criou um fundo para ajudar as nações Africanas a fecharem suas fronteiras externas e conter o fluxo de migrantes que atravessam o Mediterrâneo em direção à Europa.

Pansa recusou-se a dar uma opinião sobre as ações tomadas pelo presidente Donald J. Trump para ajudar a proteger os EUA contra ataques terroristas — suspendendo a imigração e a emissão de vistos para cidadãos de sete países.

No entanto, de acordo com o chefe de segurança, as agências de inteligência Italianas não foram surpreendidas pelo novo presidente, por ter levado adiante as políticas migratórias prometidas na campanha, e acrescentou: “Nós já esperávamos isso”.

Quase 400 mil imigrantes chegaram à Europa por via marítima em 2016, e mais de 5.000 morreram ao tentar a viagem, estimam as agências de ajuda humanitária.

Em 2015, o então Primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, instou a União Europeia (UE) a enviar os barcos de volta à África, dizendo: “Se quiser proteger vidas, mantenha os barcos parados.”

“A grande coisa sobre a Operação Fronteiras Soberanas é que, ao parar os barcos, paramos com as mortes”, acrescentou.

No entanto, a porta-voz da Comissão Europeia Natasha Bertaud disse que o modelo Australiano “jamais será um modelo” para a UE, pois violaria obrigações internacionais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Fonte/Source: The Specifics of Sharia’s Savageries – Raymond Ibrahim

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Por Raymond Ibrahim

3 de Janeiro de 2017

FrontPage Magazine

Embora a mídia Ocidental regularmente não reivindique um “motivo” sequer aos muitos ataques Islâmicos a não-Muçulmanos, muitos agora estão, pelo menos vagamente, conscientes de que os perpetradores Muçulmanos contam com ensinamentos Islâmicos genéricos que promovem hostilidade aos não-Muçulmanos.

No entanto, muitas vezes ignoradas, as regras Islâmicas, muito rigorosas e detalhadas, estão por trás de muitos ataques terroristas.

Tomemos o recente ataque à Catedral de São Pedro no Egito, que deixou pelo menos 25 fiéis Cristãos — em sua maioria mulheres e crianças — mortas por ataque assumido pelo ISIS. Embora muitos possam classificá-lo como, apenas um outro ataque genérico visando os “infiéis” Cristãos Coptas, a realidade é que o ISIS, entre outros grupos e indivíduos Islâmicos, se apoiam em decisões Islâmicas arcanas e pouco conhecidas, para justificar sua violência.

Por exemplo, por que a Catedral de São Pedro foi especificamente atingida? A resposta óbvia, é que ela ocupa um lugar de prestígio entre a comunidade Copta Ortodoxa, e está situada no interior do complexo de São Marcos, a sede do Papa Copta no Cairo, Capital do Egito.

Contudo, ainda existe outra razão. Em novembro de 2014, o ISIS convocou seus seguidores e simpatizantes Muçulmanos para atacarem todas as Igrejas do Cairo. Então, um tal de Abu Mus’ab al-Maqdisi, um líder do ISIS, disse numa declaração que “É necessário levar a batalha para o Cairo”, e para os jihadistas focarem nos Coptas: “Porque mirá-los, segui-los e matá-los, é um entre muitos caminhos, para servir a causa dos nossos virtuosos reféns masculinos e femininos dos tiranos.”

Alguns meses depois, um jurista da Sharia servindo o Estado Islâmico, Hussein bin Mahmoud, disse num artigo publicado em 17 de Fevereiro de 2015, e aparecendo em vários sites jihadistas, que todas as Igrejas Cristãs no Cairo devem ser demolidas. Intitulado “A decisão sobre os Cristãos do Egito”, o artigo foi escrito como uma fatwa que:

“A regra com relação às Igrejas que estão no Cairo é que elas sejam destruídas, de acordo com o consenso dos nossos honrados antepassados​​, porque elas são novas sob o Islã, e o Cairo é uma cidade nova, cujos habitantes originais eram Muçulmanos. Não haviam Igrejas nela anteriormente.

Quanto às Igrejas do Alto Egito, que podem ter existido antes da conquista Islâmica do Egito, estas podem permanecer, mas nunca poderão ser reformadas ou consertadas.”

Tudo isto está relacionado à visão Islâmica, predominante, sobre os lugares de culto não-Muçulmanos: se existiram quando os jihadistas históricos do Islã invadiram as terras, e se os nativos se renderam pacificamente, então essas podem continuar a existir (embora nunca poderão ser reformadas); Se, por outro lado, os nativos resistiram aos Muçulmanos invasores, então todas as Igrejas existentes devem ser destruídas. Em ambos os casos, novas Igrejas não poderão ser construídas.

Como acontece, o Cairo moderno foi fundado no século X, quase 400 anos depois que a primeira campanha Islâmica invadiu e conquistou o Egito Copta. Assim, de acordo com a cosmovisão Islâmica, em nenhuma circunstância poderá existir qualquer Igreja no Cairo, uma vez que, de acordo com essa noção, o Cairo era Islâmico desde o seu início.

Daí uma das razões pelas quais a Catedral São Pedro no Cairo foi escolhida para o bombardeio.

Tal nível de detalhe e leis, regularmente orientam a cosmovisão hostil do ISIS e seus milhões de simpatizantes Muçulmanos.

Mas, é claro que os analistas Ocidentais podem ser desculpados por ignorarem essas regras arcanas. Afinal, se militantes Sunitas, como o ISIS, são zelosos com o bem-estar das cidades Sunitas, a maioria deles é igualmente ignorante do fato irônico de que o Cairo — mesmo Al Azhar, a escola Sunita mais famosa do mundo — foi fundada e servida pelos interesses de um dos maiores inimigos históricos do Islã Sunita: os Xiitas da Dinastia Fatimid.


Tradução: Tião Cazeiro — MUhammad e os Sufis

O RETORNO DAS CRIANÇAS-SOLDADOS DO ISLÃ

Fonte/Source: The Return of Islam’s Child-Soldiers – Raymond Ibrahim


O RETORNO DAS CRIANÇAS-SOLDADOS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

 13 de Janeiro de 2017

No passado e no presente, militantes Muçulmanos continuam contando com as mesmas táticas desumanas com o intuito de aterrorizar os “infiéis”. Os efeitos devastadores de um desses acontecimentos ocorreu em Agosto passado na Turquia: uma criança “recrutada” pelo Estado Islâmico realizou um ataque suicida, que deixou pelo menos 51 pessoas —  em sua maioria crianças (seus colegas) — mortas.

Essa criança era uma das inúmeras crianças anônimas, sem rosto, capturadas, castigadas e doutrinadas no Islã, até tornarem-se autênticos “mártires” e carrascos. Conhecidas como os “filhotes/lobinhos do Califado”, são graduadas em “escolas [fundadas pelo ISIS] que preparam centenas de crianças e adolescentes para realizarem ataques suicidas”. O Estado Islâmico (ISIS) gosta de mostrar essas crianças raptadas transformadas em criminosos.

Há poucos dias, publiquei um vídeo desses “lobinhos”, a maioria parece ter uns 10 anos de idade, andando em torno de um parque de diversões abandonado, onde executam selvagemente reféns capturados em passeios. Uma criança, segundo notícias, de apenas quatro anos de idade, disparou cinco tiros numa vítima amarrada enquanto gritava “Allahu Akbar!” (Ver imagem acima). Outro garotinho cortou a garganta de sua vítima, ao lado de um trem de brinquedo, antes de enfiar-lhe a faca nas costas. Em Novembro passado, o ISIS postou outro vídeo com quatro crianças — uma Russa, uma Uzbeque e duas Iraquianas — executando civis.

Um clérigo Cristão explicou a estratégia do Estado islâmico: “Deslocam as famílias, levam os recém-nascidos e os colocam em famílias Islâmicas”, onde são doutrinadas na jihad, Onde são doutrinadas para a jihad, ou como  é chamado no Ocidente, “atividades terroristas”.

As crianças que conseguiram escapar do ISIS dizem que foram repetidamente castigadas e alimentadas com “propaganda sem fim”, incluindo, que deviam matar seus pais não-Muçulmanos: “Não fomos autorizadas a chorar, mas pensava em minha mãe, pensava nela preocupada comigo e tentava chorar silenciosamente”, disse um garotinho.

A captura e a doutrinação de crianças para a jihad dificilmente se limita ao ISIS. Nos últimos três anos, Boko Haram, o grupo jihadista Islâmico que assola a Nigéria, raptou, escravizou, castigou e doutrinou mais de 10 mil jovens — alguns com até 5 anos de idade e muitos de origem Cristã — para se tornarem jihadistas/terroristas.

“Eles nos disseram: “Tudo bem. Você tem permissão para matar e massacrar até mesmo os seus pais”, disse um ex-prisioneiro que testemunhou uma decapitação no dia em que foi escravizado. Outros rapazes apertaram a vítima e explicaram: “Isto é o que você tem que fazer para chegar ao céu.”

Meninas foram mantidas em um acampamento separado e estupradas, muitas vezes por meninos prisioneiros, como forma de ensiná-los as bênçãos de se tornarem guerreiros de Alá (a divindade que permite que seus escravos escravizem e violentem mulheres “infiéis”). Uma menina que conseguiu fugir, Rachel, agora com 13 anos e grávida de estupro, contou como dezenas de rapazes de sua aldeia amarraram um homem sequestrado e o decapitaram. “Se você for lá [campos de treinamento de Boko Haram], você verá crianças de 12 anos falando sobre como queimar uma aldeia”, disse outra menina que conseguiu escapar, acrescentando que “eles se converteram.”

Um garoto, agora com 10 anos, serviu de babá para bebês e crianças raptadas ou concebidas por estupro: “As crianças, todas menores de 4 anos, assistiram vídeos de propaganda jihadista e ensaiaram um jogo chamado “suicídio” onde rasgavam sacos de areia amarrados no peito”.

Essas crianças Nigerianas, algumas com apenas 6 anos, foram usadas para aterrorizar os vizinhos da República dos Camarões, uma nação de maioria Cristã. Durante um ataque jihadista, mais de 100 rapazes gritando, apareceram de repente — descalços, desarmados ou balançando facões no ar — correram em direção a uma unidade militar que os matou. Como o Coronel Didier Badjeck explicou: “É melhor matar um garoto do que ter mil vítimas. Estão nos causando problemas com as organizações internacionais, mas elas não estão na linha de frente. Nós estamos.”

Outro relatório, publicado há poucos dias, comenta sobre as experiências de meninos e meninas sequestrados, e como o Boko Haram mostrou aos meninos para “se divertirem” com as meninas, inclusive para “aprender a subjugar uma vítima em dificuldades durante a agressão sexual”. Uma jovem que escapou, de 16 anos, disse o seguinte: “Fui estuprada quase diariamente por homens diferentes. Quando se encheram de mim, pediram a um menino, que frequentemente os assistia, para assumir.”

Mas, não é apenas o ISIS e o Boko Haram que prendem, escravizam, castigam e doutrinam meninos para a jihad (e as meninas para “mudar” os meninos). Essa prática também está ocorrendo no Iêmen, na Somália e até mesmo em Mali “moderado”. Na verdade, uma pesquisa superficial na Internet revela a extensão desse fenômeno.

Em 2012, 300 crianças Cristãs foram raptadas e convertidas à força ao Islã em Bangladesh. Depois de convencerem as famílias empobrecidas de Bangladesh a gastarem o parco dinheiro que tinham para que seus filhos pudessem estudar nos supostos “albergues de missão”, os vigaristas Muçulmanos “gastaram o dinheiro” e ainda “venderam as crianças para as escolas Islâmicas de outros lugares do país ‘onde Imãs (líderes religiosos Islâmicos) os forçaram a renunciar ao Cristianismo'”.  As crianças são então instruídas no Islã e castigadas. Depois de serem totalmente doutrinadas, as crianças, que uma vez foram Cristãs, são perguntadas se estão “prontas para dar a vida pelo Islã”, presumivelmente se tornando suicidas jihadistas.

Por que os grupos de jihad Islâmicos estão recorrendo a essa tática de escravizar e doutrinar crianças para se tornarem jihadistas? A maioria dos analistas Ocidentais acredita que isso é um reflexo da fraqueza, de grupos desesperados: “A tendência crescente do ISIS de usar soldados-crianças como terroristas suicidas, particularmente no Iraque, tem sido sugerida como um sinal de que os recursos estão rarefeitos na região”, observou uma reportagem.

Ou poderia sugerir que o ISIS, Boko Haram, etc., estão simplesmente seguindo uma outra página do playbook jihadi (Alcorão). Por mais de um milênio, Califas Muçulmanos especializaram-se em prender e escravizar dezenas, senão centenas de milhares de jovens meninos não-Muçulmanos, convertendo-os ao Islã, e depois batendo, doutrinando e treinando-os para se tornarem jihadistas extraordinários.

Exatamente como os famosos Janízaros (a elite do exército dos Sultões) do Império Otomano — meninos Cristãos que foram capturados em suas casas, convertidos e doutrinados ao Islamismo e a jihad, e que depois atacaram suas famílias anteriores. Como o autor de Balkan Wars explica, “Apesar de sua educação Cristã, se tornaram Muçulmanos fanáticos e fervorosamente mantiveram sua fé como guerreiros do Islã. Essa prática cruel do que hoje pode ser definida como “lavagem cerebral” das populações Cristãs do Império Otomano é talvez o legado Turco mais desumano.

O fato da Turquia estar agora sofrendo os efeitos desse sistema — como por exemplo — quando um menino-bomba matou 51 pessoas em nome da Jihad — pode ser chamado de “irônico”.

Analistas Ocidentais não poderiam ser displicentes diante dessa “nova” tática jihadista — otimisticamente retratando a confiança nas crianças como prova de que os grupos jihadistas “ampliaram seus recursos” — como se possuíssem departamentos de estudos Islâmicos que realmente divulgassem os fatos em vez de mitos pró-Islâmicos e propaganda.  Como todos os elementos desagradáveis ​​da história Islâmica, uma instituição de crianças-soldados escravas receberam uma lavagem cerebral completa. Embora imaturos , meninos aterrorizados foram arrancados das garras de seus devastados pais, a narrativa acadêmica é de que as famílias pobres Cristãs estavam, de alguma forma, felizes por verem seus meninos levados pelo Califado onde teriam um “futuro brilhante” como “soldados e estadistas”.

O preço da incapacidade do Ocidente moderno de compreender as táticas medievais do Islã não é apenas uma ignorância a respeito da natureza do inimigo, mas também ignorância com relação as suas vítimas — neste caso, incontáveis ​​crianças sem nome. De acordo com Mausi Segun, um ativista de direitos humanos que discutindo a situação das crianças do Boko Haram, disse: “Há quase uma geração inteira de rapazes desaparecidos. Meu palpite é que a maioria deles morrerá [como jihadistas forçados] em conflito. E morrerão completamente desconhecidos no Ocidente — apenas outro grupo de vítimas sacrificado no altar do politicamente correto, para que a reputação do Islã não seja manchada.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Fonte/Source: Trump at CIA: “We have to get rid of ISIS. We have no choice….This is a level of evil that we haven’t seen”


TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Por Robert Spencer

 21 DE JANEIRO DE 2017

“Temos de nos livrar do ISIS. Não temos escolha. O terrorismo Islâmico radical, e eu disse isso ontem, tem que ser erradicado da face da terra. Isso é o mal. Isso é o mal…. Esse é um nível de crueldade que ainda não tínhamos visto. E você vai fazê-lo com muita garra e vai fazer um trabalho fenomenal, e vamos dar um fim a isso. Está na hora. Está na hora de acabarmos com isso.”

Sobre o que o Trump disse ontem, eu já tinha dito o seguinte, não é possível erradicar o “terrorismo radical Islâmico” (que na verdade é ortodoxo e mainstream no Islã), enquanto houverem pessoas que acreditam que o Alcorão é a palavra perfeita e eterna de Alá. Sempre haverá alguns fiéis com a ideia de que podem agradar a Alá matando e sendo mortos por ele (Alcorão 9: 111). No entanto, a declaração de Trump, embora hiperbólica, é uma indicação bem-vinda de sua aparente determinação em falar honestamente sobre a natureza e magnitude da ameaça da jihad, para combatê-la e revertê-la…

Além disso, chamá-lo de “mal”, após oito anos de equívocos e ofuscação moral, é tão refrescante quanto Ronald Reagan chamando a União Soviética de “império do mal”, em meio a um período semelhante de equívoco e covardia. É bem-vindo ter esse tipo de clareza moral na Casa Branca. O Presidente Trump claramente espera imitar Reagan ao destruir o Estado Islâmico assim como as ações de Reagan levaram ao colapso da União Soviética. Esse colapso não acabou com o comunismo, que está vivo e bem no Partido Democrata e nos campi universitários dos EUA, mas deu-lhe um golpe significativo. Se o Trump terminar com o Estado Islâmico, não vai acabar com o jihad Islâmica, mas vai dar um golpe significativo. Depois de tantos anos ignorando, permitindo, explicando e se culpando por causa da jihad, os Estados Unidos estão finalmente de volta aos trilhos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Fonte/Source: ‘A picture of devastation’ Muslims scrawl Islamic slogans across walls of Christian chapel – The Geller Report

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Por Pamela Geller — 14 de Janeiro de 2017
Ah, e ainda nos dão palestras sobre respeito e tolerância.

VÂNDALOS DEPRAVADOS DESFIGURARAM UM CENTRO CRISTÃO ESCREVENDO SLOGANS ISLÂMICOS SOBRE AS PAREDES, DESTRUINDO OS VIDROS PLANOS E QUEBRANDO AS PORTAS EM ATAQUE DOENTIO ANTES DA VÉSPERA DE ANO NOVO.

Por Zoe Efstathiou, The Express, 14 de janeiro de 2017:

Vândalos atacam uma capela na cidade Alemã de Brühl.

A polícia da cidade Alemã de Brühl, no distrito de Rhein-Neckar, em Baden-Württemberg, divulgou uma nota afirmando que os vândalos deixaram no centro da paróquia uma “imagem de devastação”.

O centro Cristão foi destruído em 30 de Dezembro e a polícia está agora investigando o incidente.

Detalhes do desfiguramento vêm em meio a uma série de ataques a sites Cristãos na Alemanha e na Áustria durante o período de Ano Novo.

No norte da Áustria, as estátuas foram decapitadas e livros de oração queimados quando vândalos invadiram uma capela na vila de St. Radegund na véspera de Ano Novo.

No mesmo dia, na cidade vizinha de Auerbach, os vândalos também invadiram um local, onde derrubaram o envoltório de vidro em torno de duas estátuas da Virgem Maria e roubaram 22 murais, que depois queimaram numa madeira local.

E a poucos quilômetros de distância, os agressores invadiram uma capela e roubaram uma figura de Cristo e decapitaram uma estátua de Santa Bárbara, num incidente doentio que causou 5.000 euros de dano.

Os culpados ainda estão em liberdade, e enquanto a polícia continua investigando os incidentes, acreditam que os ataques podem ter sido religiosamente ou culturalmente motivados.

As capelas estão localizadas na região Austríaca de Innviertel, que testemunharam um influxo de migrantes ao longo do ano passado.

Um relatório do Partido de Liberdade Austríaco publicado em Setembro do ano passado afirmou que 120 mil imigrantes ilegais entraram na Áustria no ano passado, apesar de o país só permitir 37.500 migrantes por ano.

A Alemanha, que também registrou níveis recordes de imigração, foi atingida por outro ataque vil a um centro religioso em Novembro, quando estátuas religiosas em exibição em locais públicos na cidade de Dülmen foram desfiguradas.

Vândalos, porém, narizes e dedos dos moldes das imagens religiosas foram decepados e em alguns casos, as estátuas foram mesmo decapitadas.

Günther Fehmer, que supervisiona as finanças de Dülmen, disse que os membros da comunidade católica da cidade ficaram profundamente entristecidos pelo vandalismo, que estima que custará uma soma de seis dígitos para corrigir.

Ele disse: “Estamos todos muito preocupados com o que está acontecendo, e estamos também com raiva.”

Fehmer acrescentou que era impossível impedir a destruição.

Ele disse: “Você não pode guardar essas esculturas durante a noite e não pode vê-las a noite toda. E uma câmera de vídeo em espaços públicos também é problemática. ”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis