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“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Fonte/Source: Why Easter Brings Out the Worst in Islam – Raymond Ibrahim


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

17 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Por que alguns Cristãos são assassinados e muitos aterrorizados em nome do Islã nos feriados da Páscoa?

O ataque mais notável deste ano ocorreu no Egito, onde duas igrejas Cristãs Coptas foram bombardeadas durante a missa do Domingo de Ramos, deixando 50 mortos e 120 feridos.

Embora este incidente tenha recebido alguma cobertura da mídia Ocidental, os ataques às igrejas do Egito na Páscoa, ou em torno dela, não são incomuns. Por exemplo, neste último dia 12 de Abril, apenas dois dias após os ataques do Domingo de Ramos, as autoridades frustraram outro ataque terrorista Islâmico visando um monastério Copta no Alto Egito. Da mesma forma, no dia 12 de Abril de 2015, Domingo de Páscoa, duas explosões dirigidas a duas igrejas separadas ocorreram no Egito. Apesar de nenhuma ocorrência fatal— e por esta razão não houve relatos na mídia Ocidental —poderia facilmente ter resultado num grande número, baseado em precedentes (por exemplo, em 1 de Janeiro de 2011, quando os Cristãos do Egito inauguravam o Ano Novo — outro feriado Cristão para as comunidades Ortodoxas — carrosbomba explodiram perto da Igreja dos Dois Santos em Alexandria, resultando em 23 mortos e dezenas de feridos em estado crítico).

Menos espetacular, mas não menos contundente, depois de 45 anos de espera, os Cristãos de Nag Shenouda, no Egito, finalmente conseguiram uma autorização para construir uma igreja; os Muçulmanos locais responderam com tumultos e até queimaram a tenda temporária que os Coptas tinham erguido para o culto (um incidente diferente deste aqui). Rejeitados, os Cristãos de Nag Shenouda comemoraram a Páscoa na rua, para zombaria e escárnio (foto aqui)

Enquanto quase tudo pode provocar os Muçulmanos a atacar as igrejas em todo o mundo, há uma razão para que o acirramento de ânimos possa atingir um pico febril durante a Páscoa: mais do que qualquer outra festa Cristã, o Domingo da Ressurreição comemora e celebra três doutrinas centrais Cristãs que o Islã manifestamente rejeita: que Cristo foi crucificado e morreu; que ressuscitou; e que por virtude especial do último, é o Filho de Deus. Como disse o Dr. Abdul Rahman al-Bir, mufti da Irmandade Muçulmana do Egito em 2013, os Muçulmanos não devem elogiar os Cristãos durante a Páscoa, pois esse feriado “contradiz e colide com a doutrina Islâmica, ao contrário do Natal”.

Daqui por diante a carnificina faz sentido. Assim, no Domingo de Páscoa de 2016, outro atentado suicida com bombas Islâmicas ocorreu perto de um parque público infantil no Paquistão, onde os Cristãos eram conhecidos por estarem congregados e celebrando. Cerca de 70 pessoas — em sua maioria mulheres e crianças — foram mortas e quase 400 feridas. Algo semelhante estava reservado ao Paquistão este ano, em 2017, quando os funcionários frustraram um “grande ataque terrorista” dirigido aos Cristãos no Domingo de Páscoa.

Celebrar a Páscoa é um assunto especialmente perigoso nas regiões de maioria Muçulmana na Nigéria: uma igreja foi incendiada no Domingo de Páscoa de 2014, deixando 150 mortos; outra igreja foi bombardeada no Domingo de Páscoa de 2012, deixando cerca de 50 fiéis mortos; os pastores Muçulmanos lançaram uma série de ataques durante a semana da Páscoa, em 2013, matando pelo menos 80 Cristãos — principalmente crianças e idosos; além disso, mais de 200 casas Cristãs foram destruídas, oito igrejas queimadas e 4.500 Cristãos removidos.

Como a presença do Islã continua crescendo na Europa, e de acordo com a regra de números do Islã, os ataques relacionados com a Páscoa também estão crescendo. De acordo com um relatório, “a célula terrorista que atingiu Bruxelas [em Março de 2016, matando 34] estava planejando massacrar os fiéis nos cultos da Páscoa em toda a Europa, incluindo a Grã-Bretanha”. Na Escócia, em 2016, um homem Muçulmano apunhalou outro Muçulmano até a morte por desejar aos Cristãos uma Sexta-Feira Santa e uma Feliz Páscoa. E se um plano terrorista da al-Qaeda visando os consumidores durante a Páscoa no Reino Unido não fosse frustrado “certamente teria sido o pior ataque terrorista da Grã-Bretanha, com o potencial de causar mais mortes do que os ataques suicidas de 7 de Julho de 2005, quando 52 pessoas foram assassinadas”.

Episódio atrás de episódio…

É claro que, embora o Domingo da Ressurreição tenha a capacidade de ofender — e, assim, revelar o pior em alguns Muçulmanos mais do que em qualquer outro dia santo Cristão, deve-se ter cuidado para não atribuir muito dano doutrinário aos agressores. Afinal, os Muçulmanos bombardearam e queimaram igrejas Cristãs em outros feriados — uma igreja do Cairo foi bombardeada deixando 27 mortos antes do último Natal — e sem feriados. (Veja aqui o Natal de 2016, aqui o Natal de 2015, e aqui o Natal de 2014 para ver dezenas de episódios de violência Muçulmana contra e assassinato de Cristãos no contexto do Natal.)

Em suma, qualquer que seja o feriado, um número crescente de Muçulmanos parece concordar com a opinião de um clérigo Egípcio de que “o culto Cristão é pior do que assassinato e derramamento de sangue” —significando, derramando o sangue dos Cristãos e os assassinando é preferível do que permitir que exibam sua oposição aos ensinamentos de Muhammad/Maomé, como fazem naturalmente todos os Domingos na igreja. Somente os Muçulmanos doutrinariamente sintonizados, e que estão em minoria, salvam seus ataques para aquele dia especial do ano que tão flagrantemente desafia o Islã: Domingo da Ressureição.


Tradução: Tião Cazeiro —Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Imagens Fortes Das Igrejas do Egito

Fonte/Source: Graphic: Images and Video of Palm Sunday’s Coptic Church Bombings – Raymond Ibrahim


IMAGENS FORTES: IMAGENS E VÍDEOS DOS BOMBARDEIOS À IGREJA COPTA NO DOMINGO DE RAMOS

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

O número de mortos dos ataques de ontem nas duas igrejas Coptas no Egito subiu para 50: trinta Cristãos foram mortos na Igreja de São Jorge em Tanta, e 15 Cristãos e cinco policiais foram mortos em São Marcos na Alexandria. Cerca de 120 estão gravemente feridos.

Porque os atentados suicidas Islâmicos estão em ascensão e corremos o risco de ficar insensíveis a eles, e porque uma imagem supostamente vale mais que mil palavras. Portanto, abaixo estão várias imagens e um vídeo dos bombardeios.

AVISO: São imagens muito fortes. (Aqueles que conseguem lidar com elas, também podem querer ver o  bombardeio de São Pedro no Cairo, em11 de Dezembro de 2016, e o bombardeio suicida islâmico de uma igreja em Bagdá, para ter uma ideia clara do que isso significa.)

Aqui está um breve vídeo — que provavelmente será removido do YouTube em breve — de algumas das vítimas do ataque em Tanta; observe a mulher cuja perna esquerda parece ter sido separada do corpo dela durante a explosão, mas permanece unida pela calça — assim como a menina morta.

As primeiras imagens do Papa Copta Tawadros, que estava na Igreja de São Marcos durante o ataque e, segundo notícias não pode falar ou fazer qualquer comentário por algum tempo.

Imagens gerais das consequências das explosões:


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Fonte/Source: 44 Dead Christians: Islam’s Latest Victims – Raymond Ibrahim


Nota do blog:

Os fatos sobre os ataques recentes às igrejas do Egito já são conhecidos por todos, mas o leitmotiv continua sendo omitido pelos líderes políticos e religiosos com raríssimas excessões. Espero que esta análise imploda, de uma vez por todas, as fantasias criadas em torno da “Religião de Paz”.


44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

O início das celebrações da Semana Santa dos Cristãos no Egito foi marcado pela tragédia. Duas igrejas Coptas Cristãs Ortodoxas repletas de fiéis para a missa de Domingo de Ramos foram atacadas por homens-bomba Islâmicos; deixando um total de 44 mortos e 126 feridos ou mutilados.

Cenas horrorosas de carnificina — membros e sangue espirrado nos altares e bancos — estão sendo relatadas em ambas as igrejas. Vinte e sete pessoas — relatórios iniciais indicam crianças, em sua maioria — foram mortas na  St. George, em Tanta, norte do Egito. “Onde está o governo?”, Gritou um Cristão irado para os repórteres da AP. “Não há governo! Houve um claro lapso de segurança, que deve ser reforçado a partir de agora para salvar vidas.”

Menos de duas horas depois, 17 pessoas foram mortas na Catedral de São Marcos em Alexandria, que — desde que o edifício original da igreja, fundada pelo Evangelista Mark no primeiro século, foi destruído pelo fogo durante as invasões Muçulmanas do sétimo século no Egito — tem sido a sede histórica da Cristandade Copta. Papa Tawadros, que estava presente — e aparentemente alvejado — escapou da carnificina.

No Domingo, 11 de Dezembro de 2016, um homem-bomba Islâmico entrou na Catedral de São Pedro no Cairo durante a missa, detonou-se e matou pelo menos 27 fiéis — na maioria mulheres e crianças — e feriu quase 70. As descrições das cenas desse bombardeio são praticamente idênticas com as de hoje: “Eu encontrei corpos, muitas delas mulheres, deitados nos bancos. Foi uma cena horrível. Vi uma mulher sem cabeça sendo levada. Todos estavam em estado de choque. Estávamos apanhando a carne das pessoas no chão. Havia crianças. O que eles fizeram para merecer isso? Eu gostaria de ter morrido com eles em vez de ver essas cenas.”

Antes do ataque de 11 de Dezembro, o mais mortífero bombardeio da igreja ocorreu em 1 de Janeiro de 2011. Nessa ocasião, enquanto celebravam o Ano Novo, 23 Cristãos foram explodidos em pedaços.

O Estado Islâmico (ISIS) assumiu os atentados de 11 de Dezembro e o de hoje. (Porque não havia nenhum “Estado Islâmico” por volta de 2011, somente os “Islâmicos” genéricos podem reivindicar aquele atentado.) Este acréscimo na perseguição Cristã acredita-se que seja em resposta a um vídeo liberado recentemente pelo Estado Islâmico no Sinai. Nele, militantes mascarados prometeram mais ataques aos “fiéis da cruz”, uma referência aos Coptas do Egito, aos quais também se referiram como “presa favorita” e — num pouco de projeção Muçulmana clássica — como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Deve-se lembrar que para cada ataque com bomba bem-sucedido a uma igreja no Egito, existem inúmeros fracassados ou “muito-insignificante-para-reportar”. Assim, na semana anterior aos bombardeios de hoje, um artefato explosivo foi encontrado na igreja de St. George em Tanta e desarmado a tempo. Antes disso, outra bomba foi encontrada plantada no Collège Saint Marc, uma escola exclusivamente para meninos no centro de Alexandria. Da mesma forma, algumas semanas antes do bombardeio da igreja em 11 de Dezembro, um homem atirou um explosivo improvisado em outra igreja em Samalout. Se a bomba tivesse detonado — também desarmada a tempo — as baixas provavelmente teriam sido muito altas, já que a igreja estava repleta de milhares de adoradores reunidos para um serviço especial de férias. Em um incidente separado em Dezembro, slogans Islâmicos e mensagens de ódio —incluindo “Cristãos, vocês vão morrer” — foram pintados no chão de outra igreja, a da Virgem Maria em Damiette.

Os bombardeios de hoje nas igrejas também seguem uma série de crimes de ódio assassinos contra os Cristãos em todo o Egito nas últimas semanas — crimes que viram Coptas queimados vivos e mortos nas ruas movimentadas, e em plena luz do dia e deslocados do Sinai. Em um vídeo desses Coptas destituídos, um homem pode ser ouvido dizendo: “Eles estão nos queimando vivo! Eles querem exterminar os Cristãos completamente! Onde estão os militares [Egípcios]? “Outra mulher grita para a câmera:” Diga ao mundo todo, olhe — nós deixamos nossas casas, e por quê? Porque eles matam nossos filhos, matam nossas mulheres, matam nossos inocentes! Por quê? Nossos filhos têm medo de ir às escolas. Por quê? Por que toda essa injustiça?! Por que o presidente [Sisi] não se move e faz alguma coisa por nós? Não podemos nem mesmo atender às nossas portas sem estarmos aterrorizados! “(Nota: As doações que vão diretamente para os Coptas deslocados do Egito podem ser feitas aqui).

Em resposta aos bombardeios das igrejas de hoje, o presidente Sisi declarou estado de emergência de três meses, acrescentando em declaração que tais ataques só fortalecerão a determinação dos Egípcios contra as “forças do mal”. Por sua parte, o presidente Trump tuitou dizendo que está “muito triste com a notícia sobre o ataque terrorista”, mas que tem “grande confiança” em Sisi e que ele “vai lidar com a situação corretamente.”

Sisi culpou ainda mais os “países e organizações fascistas e terroristas que tentaram controlar o Egito” pelo bombardeio de hoje.

Mas o que dizer sobre o que está acontecendo dentro do Egito? Será que “Sisi está lidando com a situação corretamente”? Se aqueles que estão aterrorizando os Cristãos Coptas são verdadeiramente membros do ISIS ou meros simpatizantes, o fato é que todos foram crescidos no Egito — todos ensinados a odiar os “infiéis” nas mesquitas e nas escolas do Egito. [Ênfase adicionada].

O próprio Sisi reconheceu abertamente isso em 2015 quando se apresentou diante dos clérigos Islâmicos Egípcios de Al Azhar e implorou-lhes para fazerem alguma coisa sobre a forma de como o Islã é ensinado aos Muçulmanos. Entre outras coisas, Sisi disse que o “corpus de textos e idéias Islâmicos que temos sacralizado ao longo dos séculos” está “antagonizando o mundo inteiro” e que o Egito “está sendo rasgado, está sendo destruído, está se perdendo — e está se perdendo pelas nossas próprias mãos.”

O quão sério as suas palavras foram levadas foi revelado em Novembro passado, quando a maior autoridade Islâmica do Egito e Grande Imam, Dr. Ahmed al-Tayeb — que aparece sentado na primeira fila durante o discurso de Sisi em 2015 — defendeu a confiança de Al Azhar sobre esses mesmos “corpus de textos e ideias [Islâmicas] sacralizados ao longo dos séculos”, que muitos reformadores estão ansiosos para ver eliminados do currículo Egípcio porque apóiam as expressões mais “radicais” do Islamismo — incluindo a morte de apóstatas, perseguição de Cristãos e a destruição de igrejas.

O Grande Imam do Egito chegou a afastar descaradamente o pedido de reforma como quixotesco na melhor das hipóteses:

“Quando [Sisi e os reformadores] dizem que Al Azhar Deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso (sic), isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda o discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos de nossos anciãos.

E a lei que os anciãos do Islã, o ulemá, legaram aos Muçulmanos prega o ódio aos “infiéis” — que, no Egito, significa Cristãos. Este é o problema definitivo do Egito, e não, para citar Sisi, os “países estrangeiros e organizações fascistas e terroristas”, que são sintomas do problema.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Fonte/Source: ‘A picture of devastation’ Muslims scrawl Islamic slogans across walls of Christian chapel – The Geller Report

“IMAGEM DE DEVASTAÇÃO” MUÇULMANOS RABISCARAM SLOGANS ISLÂMICOS NAS PAREDES DE CAPELA CRISTÃ

Por Pamela Geller — 14 de Janeiro de 2017
Ah, e ainda nos dão palestras sobre respeito e tolerância.

VÂNDALOS DEPRAVADOS DESFIGURARAM UM CENTRO CRISTÃO ESCREVENDO SLOGANS ISLÂMICOS SOBRE AS PAREDES, DESTRUINDO OS VIDROS PLANOS E QUEBRANDO AS PORTAS EM ATAQUE DOENTIO ANTES DA VÉSPERA DE ANO NOVO.

Por Zoe Efstathiou, The Express, 14 de janeiro de 2017:

Vândalos atacam uma capela na cidade Alemã de Brühl.

A polícia da cidade Alemã de Brühl, no distrito de Rhein-Neckar, em Baden-Württemberg, divulgou uma nota afirmando que os vândalos deixaram no centro da paróquia uma “imagem de devastação”.

O centro Cristão foi destruído em 30 de Dezembro e a polícia está agora investigando o incidente.

Detalhes do desfiguramento vêm em meio a uma série de ataques a sites Cristãos na Alemanha e na Áustria durante o período de Ano Novo.

No norte da Áustria, as estátuas foram decapitadas e livros de oração queimados quando vândalos invadiram uma capela na vila de St. Radegund na véspera de Ano Novo.

No mesmo dia, na cidade vizinha de Auerbach, os vândalos também invadiram um local, onde derrubaram o envoltório de vidro em torno de duas estátuas da Virgem Maria e roubaram 22 murais, que depois queimaram numa madeira local.

E a poucos quilômetros de distância, os agressores invadiram uma capela e roubaram uma figura de Cristo e decapitaram uma estátua de Santa Bárbara, num incidente doentio que causou 5.000 euros de dano.

Os culpados ainda estão em liberdade, e enquanto a polícia continua investigando os incidentes, acreditam que os ataques podem ter sido religiosamente ou culturalmente motivados.

As capelas estão localizadas na região Austríaca de Innviertel, que testemunharam um influxo de migrantes ao longo do ano passado.

Um relatório do Partido de Liberdade Austríaco publicado em Setembro do ano passado afirmou que 120 mil imigrantes ilegais entraram na Áustria no ano passado, apesar de o país só permitir 37.500 migrantes por ano.

A Alemanha, que também registrou níveis recordes de imigração, foi atingida por outro ataque vil a um centro religioso em Novembro, quando estátuas religiosas em exibição em locais públicos na cidade de Dülmen foram desfiguradas.

Vândalos, porém, narizes e dedos dos moldes das imagens religiosas foram decepados e em alguns casos, as estátuas foram mesmo decapitadas.

Günther Fehmer, que supervisiona as finanças de Dülmen, disse que os membros da comunidade católica da cidade ficaram profundamente entristecidos pelo vandalismo, que estima que custará uma soma de seis dígitos para corrigir.

Ele disse: “Estamos todos muito preocupados com o que está acontecendo, e estamos também com raiva.”

Fehmer acrescentou que era impossível impedir a destruição.

Ele disse: “Você não pode guardar essas esculturas durante a noite e não pode vê-las a noite toda. E uma câmera de vídeo em espaços públicos também é problemática. ”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis