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Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Imagens Fortes Das Igrejas do Egito

Fonte/Source: Graphic: Images and Video of Palm Sunday’s Coptic Church Bombings – Raymond Ibrahim


IMAGENS FORTES: IMAGENS E VÍDEOS DOS BOMBARDEIOS À IGREJA COPTA NO DOMINGO DE RAMOS

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

O número de mortos dos ataques de ontem nas duas igrejas Coptas no Egito subiu para 50: trinta Cristãos foram mortos na Igreja de São Jorge em Tanta, e 15 Cristãos e cinco policiais foram mortos em São Marcos na Alexandria. Cerca de 120 estão gravemente feridos.

Porque os atentados suicidas Islâmicos estão em ascensão e corremos o risco de ficar insensíveis a eles, e porque uma imagem supostamente vale mais que mil palavras. Portanto, abaixo estão várias imagens e um vídeo dos bombardeios.

AVISO: São imagens muito fortes. (Aqueles que conseguem lidar com elas, também podem querer ver o  bombardeio de São Pedro no Cairo, em11 de Dezembro de 2016, e o bombardeio suicida islâmico de uma igreja em Bagdá, para ter uma ideia clara do que isso significa.)

Aqui está um breve vídeo — que provavelmente será removido do YouTube em breve — de algumas das vítimas do ataque em Tanta; observe a mulher cuja perna esquerda parece ter sido separada do corpo dela durante a explosão, mas permanece unida pela calça — assim como a menina morta.

As primeiras imagens do Papa Copta Tawadros, que estava na Igreja de São Marcos durante o ataque e, segundo notícias não pode falar ou fazer qualquer comentário por algum tempo.

Imagens gerais das consequências das explosões:


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Fonte/Source: 44 Dead Christians: Islam’s Latest Victims – Raymond Ibrahim


Nota do blog:

Os fatos sobre os ataques recentes às igrejas do Egito já são conhecidos por todos, mas o leitmotiv continua sendo omitido pelos líderes políticos e religiosos com raríssimas excessões. Espero que esta análise imploda, de uma vez por todas, as fantasias criadas em torno da “Religião de Paz”.


44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

O início das celebrações da Semana Santa dos Cristãos no Egito foi marcado pela tragédia. Duas igrejas Coptas Cristãs Ortodoxas repletas de fiéis para a missa de Domingo de Ramos foram atacadas por homens-bomba Islâmicos; deixando um total de 44 mortos e 126 feridos ou mutilados.

Cenas horrorosas de carnificina — membros e sangue espirrado nos altares e bancos — estão sendo relatadas em ambas as igrejas. Vinte e sete pessoas — relatórios iniciais indicam crianças, em sua maioria — foram mortas na  St. George, em Tanta, norte do Egito. “Onde está o governo?”, Gritou um Cristão irado para os repórteres da AP. “Não há governo! Houve um claro lapso de segurança, que deve ser reforçado a partir de agora para salvar vidas.”

Menos de duas horas depois, 17 pessoas foram mortas na Catedral de São Marcos em Alexandria, que — desde que o edifício original da igreja, fundada pelo Evangelista Mark no primeiro século, foi destruído pelo fogo durante as invasões Muçulmanas do sétimo século no Egito — tem sido a sede histórica da Cristandade Copta. Papa Tawadros, que estava presente — e aparentemente alvejado — escapou da carnificina.

No Domingo, 11 de Dezembro de 2016, um homem-bomba Islâmico entrou na Catedral de São Pedro no Cairo durante a missa, detonou-se e matou pelo menos 27 fiéis — na maioria mulheres e crianças — e feriu quase 70. As descrições das cenas desse bombardeio são praticamente idênticas com as de hoje: “Eu encontrei corpos, muitas delas mulheres, deitados nos bancos. Foi uma cena horrível. Vi uma mulher sem cabeça sendo levada. Todos estavam em estado de choque. Estávamos apanhando a carne das pessoas no chão. Havia crianças. O que eles fizeram para merecer isso? Eu gostaria de ter morrido com eles em vez de ver essas cenas.”

Antes do ataque de 11 de Dezembro, o mais mortífero bombardeio da igreja ocorreu em 1 de Janeiro de 2011. Nessa ocasião, enquanto celebravam o Ano Novo, 23 Cristãos foram explodidos em pedaços.

O Estado Islâmico (ISIS) assumiu os atentados de 11 de Dezembro e o de hoje. (Porque não havia nenhum “Estado Islâmico” por volta de 2011, somente os “Islâmicos” genéricos podem reivindicar aquele atentado.) Este acréscimo na perseguição Cristã acredita-se que seja em resposta a um vídeo liberado recentemente pelo Estado Islâmico no Sinai. Nele, militantes mascarados prometeram mais ataques aos “fiéis da cruz”, uma referência aos Coptas do Egito, aos quais também se referiram como “presa favorita” e — num pouco de projeção Muçulmana clássica — como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Deve-se lembrar que para cada ataque com bomba bem-sucedido a uma igreja no Egito, existem inúmeros fracassados ou “muito-insignificante-para-reportar”. Assim, na semana anterior aos bombardeios de hoje, um artefato explosivo foi encontrado na igreja de St. George em Tanta e desarmado a tempo. Antes disso, outra bomba foi encontrada plantada no Collège Saint Marc, uma escola exclusivamente para meninos no centro de Alexandria. Da mesma forma, algumas semanas antes do bombardeio da igreja em 11 de Dezembro, um homem atirou um explosivo improvisado em outra igreja em Samalout. Se a bomba tivesse detonado — também desarmada a tempo — as baixas provavelmente teriam sido muito altas, já que a igreja estava repleta de milhares de adoradores reunidos para um serviço especial de férias. Em um incidente separado em Dezembro, slogans Islâmicos e mensagens de ódio —incluindo “Cristãos, vocês vão morrer” — foram pintados no chão de outra igreja, a da Virgem Maria em Damiette.

Os bombardeios de hoje nas igrejas também seguem uma série de crimes de ódio assassinos contra os Cristãos em todo o Egito nas últimas semanas — crimes que viram Coptas queimados vivos e mortos nas ruas movimentadas, e em plena luz do dia e deslocados do Sinai. Em um vídeo desses Coptas destituídos, um homem pode ser ouvido dizendo: “Eles estão nos queimando vivo! Eles querem exterminar os Cristãos completamente! Onde estão os militares [Egípcios]? “Outra mulher grita para a câmera:” Diga ao mundo todo, olhe — nós deixamos nossas casas, e por quê? Porque eles matam nossos filhos, matam nossas mulheres, matam nossos inocentes! Por quê? Nossos filhos têm medo de ir às escolas. Por quê? Por que toda essa injustiça?! Por que o presidente [Sisi] não se move e faz alguma coisa por nós? Não podemos nem mesmo atender às nossas portas sem estarmos aterrorizados! “(Nota: As doações que vão diretamente para os Coptas deslocados do Egito podem ser feitas aqui).

Em resposta aos bombardeios das igrejas de hoje, o presidente Sisi declarou estado de emergência de três meses, acrescentando em declaração que tais ataques só fortalecerão a determinação dos Egípcios contra as “forças do mal”. Por sua parte, o presidente Trump tuitou dizendo que está “muito triste com a notícia sobre o ataque terrorista”, mas que tem “grande confiança” em Sisi e que ele “vai lidar com a situação corretamente.”

Sisi culpou ainda mais os “países e organizações fascistas e terroristas que tentaram controlar o Egito” pelo bombardeio de hoje.

Mas o que dizer sobre o que está acontecendo dentro do Egito? Será que “Sisi está lidando com a situação corretamente”? Se aqueles que estão aterrorizando os Cristãos Coptas são verdadeiramente membros do ISIS ou meros simpatizantes, o fato é que todos foram crescidos no Egito — todos ensinados a odiar os “infiéis” nas mesquitas e nas escolas do Egito. [Ênfase adicionada].

O próprio Sisi reconheceu abertamente isso em 2015 quando se apresentou diante dos clérigos Islâmicos Egípcios de Al Azhar e implorou-lhes para fazerem alguma coisa sobre a forma de como o Islã é ensinado aos Muçulmanos. Entre outras coisas, Sisi disse que o “corpus de textos e idéias Islâmicos que temos sacralizado ao longo dos séculos” está “antagonizando o mundo inteiro” e que o Egito “está sendo rasgado, está sendo destruído, está se perdendo — e está se perdendo pelas nossas próprias mãos.”

O quão sério as suas palavras foram levadas foi revelado em Novembro passado, quando a maior autoridade Islâmica do Egito e Grande Imam, Dr. Ahmed al-Tayeb — que aparece sentado na primeira fila durante o discurso de Sisi em 2015 — defendeu a confiança de Al Azhar sobre esses mesmos “corpus de textos e ideias [Islâmicas] sacralizados ao longo dos séculos”, que muitos reformadores estão ansiosos para ver eliminados do currículo Egípcio porque apóiam as expressões mais “radicais” do Islamismo — incluindo a morte de apóstatas, perseguição de Cristãos e a destruição de igrejas.

O Grande Imam do Egito chegou a afastar descaradamente o pedido de reforma como quixotesco na melhor das hipóteses:

“Quando [Sisi e os reformadores] dizem que Al Azhar Deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso (sic), isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda o discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos de nossos anciãos.

E a lei que os anciãos do Islã, o ulemá, legaram aos Muçulmanos prega o ódio aos “infiéis” — que, no Egito, significa Cristãos. Este é o problema definitivo do Egito, e não, para citar Sisi, os “países estrangeiros e organizações fascistas e terroristas”, que são sintomas do problema.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

Fonte/Source: Islamic State claims responsibility for the two church bombings in Egypt

Nota do blog: O Islã é o mesmo há quase 1400 anos. Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

POR ROBERT SPENCER

9 de Abril de 2017

O Express informou em 21 de Fevereiro que “os militantes do Estado Islâmico (ISIS) no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “liberar” o Cairo num novo vídeo arrepiante. No clipe de 20 minutos, o grupo seleciona Egípcios Cristãos proeminentes, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presa preferida do grupo”.

“ISIS reivindica a responsabilidade por 2 bombardeios em Igrejas no Egito que matou dezenas”, por Michael Edison Hayden, ABC News, 9 de Abril de 2017:

O Estado Islâmico (ISIS) responsabilizou-se por dois ataques a Igrejas no Egito que estavam lotadas para os serviços do Domingo de Ramos, de acordo com sua agência de notícias.

Os ataques seguem as advertências do grupo terrorista de que escalariam os ataques aos Cristãos do Egito, que segundo estimativas da CIA representam cerca de 10% da população do país.

Duas bombas mataram pelo menos 37 pessoas e feriram outras 100 no Domingo de Ramos. O primeiro explodiu numa igreja Cristã Copta na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, e o segundo, várias horas depois, na Catedral de São Marcos, na cidade costeira de Alexandria, a sede histórica da Cristandade no Egito.

Imagens gráficas compartilhadas nas mídias sociais pela Igreja Ortodoxa Copta do Egito entre outros, mostram as terríveis consequências das explosões gêmeas: Os bancos da Igreja ficaram em pedaços em grande parte da Igreja Copta Mar Girgis em Tanta, onde pelo menos 26 pessoas foram mortas e mais de 70 pessoas feridas — sangue e livros de oração foram triturados e estão espalhados pelo chão.

Em Alexandria, onde pelo menos 11 pessoas foram mortas e outras 35 ficaram feridas, a equipe de resgate no local da cena caótica usaram cobertores para transportar as vítimas através dos escombros e uma multidão à espera de veículos de emergência laranja.

A explosão na Catedral de São Marcos ocorreu logo após o líder da Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria, o Papa Tawadros II, terminar os serviços, informou a Associated Press. Os seus assessores mais tarde disseram à imprensa local que ele escapou ileso…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ALLAHU AKBAR EM WESTMINSTER

Allahu Akbar em Westminster

Por Tião Cazeiro

22 de Março de 2017

O ISLÃ ESTÁ ANTAGONIZANDO O MUNDO TODO!

O que falta para o povo Brasileiro dar um basta definitivo neste governo que está cruelmente abrindo as portas para o impensável?

Notícias como esta — Muçulmanos Devotos E Apoiadores Do Estado Islâmico (ISIS) Celebram Ataque Terrorista Em Londres — deveria sensibilizar o governo, principalmente um governo que tem em seu território 175 milhões de Cristãos entre outros grupos religiosos, ou seja, o segundo maior país Cristão do mundo.

E não me venha com Cruzadas ou Inquisição, pois isto não cabe mais no mundo atual.

A penetração Islâmica no tecido Ocidental chegou a um ponto que até — “mães na Pensilvânia estão produzindo acessórios Barbie-Hijab para “criar uma geração amável”.

O Islã está em guerra contra o mundo para impor a lei Sharia, algo que “todo mundo” já sabe. Agora, se você levantar a voz para criticar o Islã, a esquerda, a globalização etc. será enquadrado, de acordo com a maldita ONU, no “discurso de ódio“, “RACISMO“, “contra os direitos de alguém“. Só não dizem quem estão defendendo.

Veja o Brasil, basta olhar em volta para perceber o que estão fazendo com este país. Tudo orquestrado. Tudo pronto pra você viver no INFERNO, e quem sabe se tornar um DHIMMI. Por acaso você sabe o que é um Dhimmi? Sempre faço esta pergunta, e poucos respondem.

Estão bombardeando o mundo, mas você não pode criticar o agente dos bombardeios. Sim, nada a ver com o Islã, diz a grande inimídia.

Você é obrigado todos os dias a engolir a maldita esquerda, o globalismo, progressistas, feministas etc, mas ai de você se abrir a boca para falar do “povo das necessidades especiais”.


Nações Unidas: Regulando o discurso de “ódio” e não um ataque à liberdade de expressão.

As Nações Unidas marcaram o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na Terça-feira, dizendo aos governos ao redor do mundo que a regulação do “discurso de ódio” é parte da estratégia necessária para “defender os direitos de alguém“.


O ISLÃ NÃO É UMA RAÇA, É UMA IDEOLOGIA.


Para quem não o conhece, Tommy Robinson é um super ativista contra a Islamização.
Muito corajoso e já se machucou feio a ponto de ser hospitalizado quando foi atacado por Muçulmanos.
Ele é um dos líderes do grupo PEGIDA/UK. (Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente).

Neste protesto em vídeo, foi chamado de Nazista, Fascista, Islamofóbico, RACISTA e muito mais…
Resumindo, a polícia o tirou da passeata para evitar violência por parte dos anti-Islamofóbicos…
Essa é a mentalidade de merda da esquerda em Londres, e em toda parte, melhor dizendo.
O atentado de hoje em Westminster não vai mudar em nada, não irão desistir dessa insanidade.

Este vídeo, ainda sem legenda em Português diz muito. Assista, não se preocupe com o Inglês. Eis aqui um resumo só para dar uma ideia. As imagens dizem muito mais…

Tommy Robinson diz que no ano passado foram desarticulados pela polícia 12 atentados em Londres envolvendo supermercado, boate, avião etc., do mesmo porte que esse que aconteceu hoje em Westminster. Acusa o atentado de hoje como autoria do Estado Islâmico (ISIS)…

Tommy Robinson vem alertando a Inglaterra sobre este terrorista, Abu Izzadeen, por mais de uma década.

Nota: Até o momento em que escrevi este artigo a imprensa mundial dizia que Abu Izzadeen era o autor do atentado em Westminster. O blog Lei Islâmica em Ação colaborou com este artigo atualizando o nome do terrorista: Masood, 52anos, nascido em Kent, Inglaterra. Veja a reação dele no fim do vídeo….

 

No Sábado passado, Tommy Robinson participou da passeata anti-Islamofobia em Londres e olha no que deu…

A polícia o retirou da passeata… ele só queria entrevistar o público.

Estou mostrando isto a vocês porque vai acontecer aqui em breve. O padrão Muçulmano é o mesmo e não existe outra alternativa.

O Brasil vai pagar pela estupidez. A velocidade com que estão orquestrando a penetração Islâmica no Brasil não deixa dúvida, quando o país acordar será tarde demais.

175 milhões de Cristãos (Católicos, Evangélicos etc.) e nenhuma reação realmente significativa. Por quê?

Não é bola de cristal, é pura lógica, estudo e common sense.

Já cruzamos a linha vermelha. Infelizmente!


E por último, leia isto…

Reino Unido: terrorista “Asiático” atropela pedestres com  carro antes de correr para o Parlamento com uma faca. — UK: “Asian” attacker crashed into pedestrians in his car before running into Parliament with knife

“Asiático” é o eufemismo da mídia Britânica para Muçulmano.

O “Moderado” Fatah pediu tais ataques. E o Estado Islâmico emitiu esse apelo em Setembro de 2014:

“Então, ó muwahhid, não deixe que essa batalha passe por onde quer que você esteja. Você deve atacar os soldados, patronos e soldados do tawaghit. Golpeie seus membros da polícia, da segurança, e da inteligência, assim como seus agentes traiçoeiros. Destrua suas camas. Amargure a vida deles e ocupe-os com eles mesmos. Se você pode matar um Americano ou um Europeu incrédulo — especialmente o Francês rancoroso e sujo — ou um Australiano, ou um Canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-os de qualquer jeito ou maneira, no entanto, pode ser… se você não for capaz de encontrar um IED ou uma bala, então escolha um Americano descrente, um Francês, ou qualquer um dos seus aliados. Golpeie a cabeça dele com uma pedra, ou mate-o com uma faca, ou o atropele com o seu carro, ou jogue-o de um lugar alto, ou sufoque, envenene…”


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”
Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continua dizendo que os Cristãos não eram mais ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã em referência a não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29). Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

E será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Fonte/Source: The Specifics of Sharia’s Savageries – Raymond Ibrahim

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Por Raymond Ibrahim

3 de Janeiro de 2017

FrontPage Magazine

Embora a mídia Ocidental regularmente não reivindique um “motivo” sequer aos muitos ataques Islâmicos a não-Muçulmanos, muitos agora estão, pelo menos vagamente, conscientes de que os perpetradores Muçulmanos contam com ensinamentos Islâmicos genéricos que promovem hostilidade aos não-Muçulmanos.

No entanto, muitas vezes ignoradas, as regras Islâmicas, muito rigorosas e detalhadas, estão por trás de muitos ataques terroristas.

Tomemos o recente ataque à Catedral de São Pedro no Egito, que deixou pelo menos 25 fiéis Cristãos — em sua maioria mulheres e crianças — mortas por ataque assumido pelo ISIS. Embora muitos possam classificá-lo como, apenas um outro ataque genérico visando os “infiéis” Cristãos Coptas, a realidade é que o ISIS, entre outros grupos e indivíduos Islâmicos, se apoiam em decisões Islâmicas arcanas e pouco conhecidas, para justificar sua violência.

Por exemplo, por que a Catedral de São Pedro foi especificamente atingida? A resposta óbvia, é que ela ocupa um lugar de prestígio entre a comunidade Copta Ortodoxa, e está situada no interior do complexo de São Marcos, a sede do Papa Copta no Cairo, Capital do Egito.

Contudo, ainda existe outra razão. Em novembro de 2014, o ISIS convocou seus seguidores e simpatizantes Muçulmanos para atacarem todas as Igrejas do Cairo. Então, um tal de Abu Mus’ab al-Maqdisi, um líder do ISIS, disse numa declaração que “É necessário levar a batalha para o Cairo”, e para os jihadistas focarem nos Coptas: “Porque mirá-los, segui-los e matá-los, é um entre muitos caminhos, para servir a causa dos nossos virtuosos reféns masculinos e femininos dos tiranos.”

Alguns meses depois, um jurista da Sharia servindo o Estado Islâmico, Hussein bin Mahmoud, disse num artigo publicado em 17 de Fevereiro de 2015, e aparecendo em vários sites jihadistas, que todas as Igrejas Cristãs no Cairo devem ser demolidas. Intitulado “A decisão sobre os Cristãos do Egito”, o artigo foi escrito como uma fatwa que:

“A regra com relação às Igrejas que estão no Cairo é que elas sejam destruídas, de acordo com o consenso dos nossos honrados antepassados​​, porque elas são novas sob o Islã, e o Cairo é uma cidade nova, cujos habitantes originais eram Muçulmanos. Não haviam Igrejas nela anteriormente.

Quanto às Igrejas do Alto Egito, que podem ter existido antes da conquista Islâmica do Egito, estas podem permanecer, mas nunca poderão ser reformadas ou consertadas.”

Tudo isto está relacionado à visão Islâmica, predominante, sobre os lugares de culto não-Muçulmanos: se existiram quando os jihadistas históricos do Islã invadiram as terras, e se os nativos se renderam pacificamente, então essas podem continuar a existir (embora nunca poderão ser reformadas); Se, por outro lado, os nativos resistiram aos Muçulmanos invasores, então todas as Igrejas existentes devem ser destruídas. Em ambos os casos, novas Igrejas não poderão ser construídas.

Como acontece, o Cairo moderno foi fundado no século X, quase 400 anos depois que a primeira campanha Islâmica invadiu e conquistou o Egito Copta. Assim, de acordo com a cosmovisão Islâmica, em nenhuma circunstância poderá existir qualquer Igreja no Cairo, uma vez que, de acordo com essa noção, o Cairo era Islâmico desde o seu início.

Daí uma das razões pelas quais a Catedral São Pedro no Cairo foi escolhida para o bombardeio.

Tal nível de detalhe e leis, regularmente orientam a cosmovisão hostil do ISIS e seus milhões de simpatizantes Muçulmanos.

Mas, é claro que os analistas Ocidentais podem ser desculpados por ignorarem essas regras arcanas. Afinal, se militantes Sunitas, como o ISIS, são zelosos com o bem-estar das cidades Sunitas, a maioria deles é igualmente ignorante do fato irônico de que o Cairo — mesmo Al Azhar, a escola Sunita mais famosa do mundo — foi fundada e servida pelos interesses de um dos maiores inimigos históricos do Islã Sunita: os Xiitas da Dinastia Fatimid.


Tradução: Tião Cazeiro — MUhammad e os Sufis

TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Fonte/Source: Trump at CIA: “We have to get rid of ISIS. We have no choice….This is a level of evil that we haven’t seen”


TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Por Robert Spencer

 21 DE JANEIRO DE 2017

“Temos de nos livrar do ISIS. Não temos escolha. O terrorismo Islâmico radical, e eu disse isso ontem, tem que ser erradicado da face da terra. Isso é o mal. Isso é o mal…. Esse é um nível de crueldade que ainda não tínhamos visto. E você vai fazê-lo com muita garra e vai fazer um trabalho fenomenal, e vamos dar um fim a isso. Está na hora. Está na hora de acabarmos com isso.”

Sobre o que o Trump disse ontem, eu já tinha dito o seguinte, não é possível erradicar o “terrorismo radical Islâmico” (que na verdade é ortodoxo e mainstream no Islã), enquanto houverem pessoas que acreditam que o Alcorão é a palavra perfeita e eterna de Alá. Sempre haverá alguns fiéis com a ideia de que podem agradar a Alá matando e sendo mortos por ele (Alcorão 9: 111). No entanto, a declaração de Trump, embora hiperbólica, é uma indicação bem-vinda de sua aparente determinação em falar honestamente sobre a natureza e magnitude da ameaça da jihad, para combatê-la e revertê-la…

Além disso, chamá-lo de “mal”, após oito anos de equívocos e ofuscação moral, é tão refrescante quanto Ronald Reagan chamando a União Soviética de “império do mal”, em meio a um período semelhante de equívoco e covardia. É bem-vindo ter esse tipo de clareza moral na Casa Branca. O Presidente Trump claramente espera imitar Reagan ao destruir o Estado Islâmico assim como as ações de Reagan levaram ao colapso da União Soviética. Esse colapso não acabou com o comunismo, que está vivo e bem no Partido Democrata e nos campi universitários dos EUA, mas deu-lhe um golpe significativo. Se o Trump terminar com o Estado Islâmico, não vai acabar com o jihad Islâmica, mas vai dar um golpe significativo. Depois de tantos anos ignorando, permitindo, explicando e se culpando por causa da jihad, os Estados Unidos estão finalmente de volta aos trilhos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis