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CRISTIANISMO E JUDAÍSMO GERAM TERRORISMO ASSIM COMO O ISLÃ, DIZ O PRINCIPAL CLÉRIGO MUÇULMANO DO EGITO

Fonte/Source: Christianity and Judaism Breed Terrorism Just Like Islam, Says Egypt’s Top Muslim Cleric – Raymond Ibrahim

CRISTIANISMO E JUDAÍSMO 
GERAM TERRORISMO ASSIM COMO O ISLÃ, 
DIZ O PRINCIPAL CLÉRIGO MUÇULMANO DO EGITO

Por Raymond Ibrahim

14 de Março de 2017

Solidariedade Copta

O principal clérigo Muçulmano do Egito e líder de Al Azhar, Dr. Ahmed al-Tayeb, falou recentemente perante os representantes religiosos de cerca de 50 nações durante uma conferência no Cairo. O sheik demonstrou mais uma vez que é um mestre ao exibir um rosto para os colegas Muçulmanos — um que apóia a pena de morte aos “apóstatas”, pede a totalidade das regras da Sharia e se recusa a denunciar o Estado Islâmico (ISIS) como anti-Islâmico — e um outro rosto para os não-Muçulmanos, Judeus e Cristãos em particular.

Em vez de admitir honestamente que existe um problema especial entre o Islã e a violência — da forma como fez o seu presidente al-Sisi um par de anos atrás, quando declarou categoricamente diante do clero Muçulmano do Egito, com Tayeb sentado na primeira fila, que os ensinamentos Islâmicos “estão antagonizando o mundo todo.” — Tayeb passou seu tempo denunciando a “Islamofobia” e lamentando quão “doloroso” é ver tantas pessoas ao redor do mundo associar o Islã à violência e ao terrorismo.

Em certo ponto, até se gabou de que, desde o início, o Islã sempre tratou os não-Muçulmanos — “infiéis” — o kuffar em Árabe, ou seja, as formas mais desprezadas da humanidade, cujo sangue pode ser derramado com impunidade, em muitos casos de acordo com Sharia — como semelhantes.

Mas as alegações ridículas não terminaram aí. O sheik de Al Azhar insistiu que, quando se trata da capacidade de “radicalizar” seus seguidores, o Islã não é diferente do Cristianismo ou do Judaísmo. Pelo contrário, apenas o “duplo padrão” Judaico e Cristão faz com que o Islã pareça mais violento e intolerante. Em suas próprias palavras:

“Obviamente há um duplo padrão no julgamento que o mundo faz do Islã por um lado, e [seu julgamento do] Cristianismo e do Judaísmo, e por outro — apesar de todos serem culpados de uma só e mesma coisa, isto é, a violência religiosa e o terrorismo. A violência Cristã e Judaica é uma questão tranquila e casual para o Ocidente, que nunca mancha a imagem dessas duas religiões. Somente seu terceiro irmão [Islã] está sendo julgado sozinho no cais, onde sua imagem é constantemente prejudicada.”

Essa afirmação viaja em face da realidade. Não há um dia sem que haja alguns Muçulmanos atacando alguns não-Muçulmanos em algum lugar ao redor do mundo — e quase sempre em nome do Islã e/ou da jihad.

Além disso, em seu discurso Tayeb falou do “terrorismo e violência” de “Cristãos e Judeus” — em vez de meramente “terroristas Cristãos” ou “terroristas Judeus” — retratando o Cristianismo e o Judaísmo, as religiões em si, como igualmente susceptíveis de levarem seus seguidores a aterrorizar, subjugar, decapitar, crucificar, mutilar, escravizar e — por que não? — extrair a jizya de “infiéis” não-Cristãos e não-Judeus.

Num dado momento, talvez para dar alguma substância às suas, de outro modo, reivindicações abstratas de equivalência, Tayeb nomeou como “terroristas Cristãos” Michael Bray (detido em 1985 e encarcerado por quatro anos por bombardear uma clínica de aborto); Timothy McVeigh (bombardeou em 1995 o edifício Federal da Cidade de Oklahoma); e David Koresh (líder de um culto, morto durante um tiroteio em Waco, Texas, 1993).

Quão análogos estão, esses três homens, para a questão do terrorismo Islâmico é discutível. Para começar, nenhum deles citou os ensinamentos Cristãos autênticos — ou citou Jesus — para justificar a violência, como os Muçulmanos regularmente citam os ensinamentos Islâmicos convencionais e citam Muhammad ipsis litteris; McVeigh se referia a si mesmo como um agnóstico e Koresh era um líder de um culto denunciado por praticamente todos os Cristãos Americanos além dos seus devotos mais próximos.

O fato de Tayeb, o qual parece ter vasculhado todos os episódios e estilos dos terroristas que possivelmente poderiam estar associados ao Cristianismo, só ter conseguido chegar a três — em 1985, 1993 e 1995 — levanta ainda mais a questão: como podem estes três exemplos que abrangem mais de 30 anos (de 1985 até o presente), ser equivalentes aos milhares, senão dezenas de milhares de episódios de violência e terrorismo cometidos em todo o mundo por Muçulmanos altamente devotos e obedientes durante o mesmo período?

De fato, desde Julho de 2011, venho compilando relatórios mensais de perseguição Muçulmana de Cristãos, num total de 66 relatórios. Cada um deles contendo dezenas de episódios de Muçulmanos ao redor do mundo — o Egito, a pátria de Tayeb nunca perde um mês — perseguindo, estuprando, escravizando e matando Cristãos, e atacando suas Igrejas, com base no fato de serem “infiéis” indesejáveis. A maioria dos episódios nesses relatórios é considerada “notícia sem valor” pela mídia Ocidental,  mas se o perseguidor fosse Cristão e a vítima Muçulmana, provavelmente teria cobertura total 24 horas por dia.

Esse é o verdadeiro “duplo padrão” que todos nós deveríamos criticar — e não a imaginária “Islamofobia” de Tayeb.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

Foto/Capa:  BOOM! Os efeitos digitais de explosão

Fonte/Source: Abu Dhabi: Non-Muslim couple imprisoned for sex before marriage

Nota do blog:
O prefeitinho de São Paulo, João Doria, 
“In Love” com Abu Dhabi, e que anda a “210 Km/H”, 
— e não é o único, — 
talvez não queira saber desta notícia, 
a qual não é novidade, já foi divulgada na mídia. 
Mas, eis a questão: 
Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

ABU DHABI: CASAL NÃO-MUÇULMANO PRESO POR SEXO ANTES DO CASAMENTO

Por Robert Spencer

12 de Março de 2017

Estamos constantemente seguros no Ocidente de que a Sharia se aplica apenas aos Muçulmanos e não aos não-Muçulmanos. A realidade, como é tantas vezes o caso nesses assuntos, é diferente.

“CRIME DA PAIXÃO — Casal é preso em Abu Dhabi por sexo antes do casamento depois que médicos descobriram que a noiva estava grávida”, de Brittany Vonow, The Sun, 9 de Março de 2017:

Um casal foi preso por ter relações sexuais antes do casamento depois que a polícia descobriu que a mulher estava grávida — com sua família dizendo: “A única coisa que fizeram de errado foi se apaixonar“.

Iryna Nohai, segundo o noticiário, estava de férias em Abu Dhabi com seu parceiro Emlyn Culverwell quando começou a sofrer dores de estômago e aos 27 anos de idade, foi rapidamente levada ao hospital.

Mas, quando o médico local percebeu que estava grávida, e não era casada com seu parceiro de 29 anos, relatou o casal à polícia, disse o Netwerk 24.

O Sul-Africano e sua noiva Ucraniana estão detidos pela polícia desde 29 de Janeiro, porque o sexo antes do casamento é uma ofensa criminal nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo relatos, o casal ainda não foi notificado.

Nohai poderia ser acusado por “Zina” — esse termo Islâmico refere-se a relações sexuais ilegais.

A família do casal afirmou desde então que eles só se envolveram no dia 27 de Janeiro, dois dias antes de sua prisão, com a dupla saindo há três anos.

A mãe perturbada também disse que a embaixada Ucraniana estava tentando pedir permissão para o casal se casar ou ser deportado, em vez de ter que ficar em Dubai.

O Ministério das Relações Exteriores da África do Sul disse que não pode ajudar o casal porque estão enfrentando uma lei doméstica dos Emirados Árabes Unidos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis