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Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Fonte: Christmas Season of Terror: Islamic State makes chilling threat to ‘attack on Christmas markets in UK, Germany and France’


No dia 22 de Julho de 2015, Robert Spencer publicou um artigo intitulado Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”, traduzido por mim e publicado neste blog. Alguns meses depois o artigo recebeu uma audiência — e confesso que fiquei muito assustado — anormal. No total, chegou a 17 mil visualizações em um ou dois dias, como ainda pode ser visto no artigo. Por quê? Porque o ISIS prometeu e cumpriu, atacando Paris em Novembro de 2015, assassinando centenas de pessoas.


Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Por Pamela Geller

2 de Dezembro de 2017

A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.

Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.

É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?

Tradução francesa:

“Em breve, durantes as suas férias”: ISIS promete, com ameaças arrepiantes, “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Os cartazes de propaganda terrorista mostram um Pai Natal com as mãos atadas por um jihadista na Regent Street em Londres e uma mão segurando uma faca sangrenta durante uma cena festiva ao lado da Torre Eiffel.

ISIS ameaça dizendo que está preparando ataques terroristas para a festa de Natal na França… Convocou terroristas Muçulmanos para cometerem atrocidades nas Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha, França e Nova Iorque.

Os defensores do terrorismo Islâmico circulam cartazes demonstrando frieza, através de aplicativos de mensagens que incluem a frase “em breve, durante as suas férias” em Inglês, Alemão e Francês. O último de uma onda de cartazes de propaganda publicados pelo ISIS chamou a atenção dos habitantes locais e visitantes de Nova Iorque. A imagem mostra um Papai Noel deixando explosivos na Times Square, com a mensagem: “Nos encontraremos no Natal em Nova York… em breve.”

A propaganda jihadista também contém imagens de marcos históricos — como a Torre Eiffel — no horário de Natal, com imagens terroristas obscuras, incluindo uma mão segurando uma faca sangrenta. Outra imagem surgiu mostrando um Papai Noel ajoelhado, as mãos amarradas e um jihadista vestido de preto parado atrás dele no que parece ser a Regent Street Avenue, em Londres.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Fonte/Source: What do Muslims think of Jesus?


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Tião Cazeiro

30 de Novembro de 2017

Tenho lido alguns artigos inacreditáveis, pelo grau de ingenuidade e desinformação, como este publicado no U.S. Catholic. Entretanto, acredito na boa intenção da autora, sem dúvida. Portanto, não tenho a intenção de criticar a igreja Católica no sentido ruim da palavra, e sim apresentar uma visão investigativa e crítica da realidade.

Dr. Bill Warner, diretor do Political Islam enviou um Twitter hoje dizendo o seguinte: 
Mulher Muçulmana afirma que Maria (mãe de Jesus) é reverenciada no Alcorão. Verdade, e ela ainda diz que Jesus é o profeta de Alá...
Isso não significa que o Islam não destrua igrejas e os Cristãos que a frequentam. 60 milhões foram mortos ao longo de 1400 anos e muitos estão morrendo hoje. Temos problemas maiores do que os tweets.

Agora leiam estes Hádices… (significa um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Muhammad/Maomé)


Os Quarenta Hadices (Ditos)
— Al‘rba'un Alnawauiah —

— “Para Deus a religião é o Islam. 
E os adeptos do livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
só discordaram por inveja, 
depois que a verdade lhes foi revelada. 
Porém, quem nega os versículos de Deus, 
saiba que Deus é destro em ajustar contas.”
 (3:19) — [Ênfase adicionada]

 — “E quem quer que almeje outra religião 
que não seja o Islam 
jamais lhe será aceito, 
e no outro mundo, 
contar-se-á entre os desventurados.” (3:85)

Outra informação importante retirada dos aquivos do Robert Spencer/Jihad Watch para vocês entenderem o artigo em questão.

Al-Ghazali
O eminente estudioso Islâmico W.M. Watt salienta a ortodoxia Muçulmana de Al-Ghazali. Ele diz que Al-Ghazali foi “aclamado tanto no Oriente e quanto no Ocidente como o maior Muçulmano depois de Muhammad (Maomé) e em hipótese alguma é desmerecedor de dignidade… Ele trouxe ortodoxia e misticismo ao contato mais próximo…; Os teólogos tornaram-se mais dispostos a aceitar os místicos como respeitáveis, enquanto os místicos estavam mais cuidadosos em permanecer dentro dos limites da ortodoxia.” [1]
Aqui está Al-Ghazali, evidentemente, sem intenção de partir ou do Sufismo ou da ortodoxia Muçulmana, escrevendo sobre a guerra (jihad) e o tratamento dos povos dhimmis não-Muçulmanos subjugados:

“Deve-se continuar a jihad (ou seja, ataques bélicos como razzias ou raids) ao menos uma vez ao ano… Pode-se usar uma catapulta contra eles [não-Muçulmanos] quando estão numa fortaleza, mesmo que mulheres e crianças estejam entre eles. Pode-se atear fogo neles e/ou afogá-los… Se uma pessoa da Ahl al-Kitab [Povo do Livro – primordialmente Judeus e Cristãos] for escravizado, seu casamento é [automaticamente] revogado… Podem cortar suas árvores… É preciso destruir seus livros inúteis. Jihadistas podem tomar como espólio o que decidirem… Podem roubar tanto alimento quanto precisarem…”

“O dhimmi é obrigado a não mencionar Allah ou seu apóstolo… Judeus, Cristãos e Majians devem pagar a jizya [imposto de proteção para os não-Muçulmanos]… Em oferecendo a jizya, o dhimmi deve inclinar sua cabeça enquanto um Oficial de Coleta segura a sua barba e bate no [dhimmi] osso protuberante debaixo de sua orelha [isto é, a mandíbula]… Eles não estão autorizados a exibir ostensivamente seus vinhos ou os sinos da Igreja…
Suas casas não podem ser maiores que as dos Muçulmanos, e não importa o quão baixo isso seja.

O dhimmi não pode montar num cavalo ou mula elegante; ele pode montar um burro apenas se a sela [de Trabalho] for de madeira. Ele não pode andar sobre a parte boa da estrada. Eles [os dhimmis] têm que usar [uma identificação] um remendo [em suas roupas], mesmo as mulheres, e até mesmo em banhos [públicos]… [dhimmis] devem segurar sua língua… [2] (Fonte: Wagjiz, escrito em 1101 AD. (Ênfase adicionada).

Para facilitar a vida, vou inserir alguns comentários em ‘vermelho‘. Eis aqui o artigo em questão para que vocês tirem suas próprias conclusões. Comentários serão bem-vindos.


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Marianne Farina, C.S.C.

Publicado originalmente em 19 de Setembro de 2016

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta
a quem foi dada uma mensagem especial 
— injil, ou o Evangelho — 
para ser transmitida a todas as pessoas.

“Quem as pessoas dizem que sou?” Jesus perguntou aos discípulos. A resposta deles — de João Batista a Elijah ou de um dos profetas — revela como os seus seguidores entenderam a vida de Jesus e sua missão. Hoje, indagando a mesma pergunta às comunidades Muçulmanas ao redor do mundo — quem você pensa que é o Cristo? — é igualmente revelador.

O Alcorão menciona Jesus, ou Isa, 25 vezes, mas diferentemente a cada vez. O Alcorão explica que Jesus nasceu da Virgem Maria (19:20-21) e é “nobre neste e no próximo mundo” (3:45–47). Por isso, ele é chamado de Isa ibn Maryan, ou Jesus filho de Maria. O Alcorão também se refere a ele como ruh min ibn Allah (“Espírito de Deus”), mushia bi’l baraka (“o Messias — alguém abençoado por Deus), kalimah min Allah (“Palavra vinda/de Deus”), e rasul (Profeta-Mensageiro) de Deus.

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta a quem foi dada uma mensagem especial — injil, ou o Evangelho— para ser transmitida a todas as pessoas. Ambos confirmaram essa mensagem que foi ensinada na Torá e pressagiou a vinda do Profeta Muhammad. Assim, Jesus tem um papel vital e único a desempenhar na fé muçulmana.

Veja, traduzi o texto ipsis litteris para não haver dúvida. De acordo com Robert Spencer e David Wood não há registro de ‘presságio’ sobre a vinda do profeta do Islam especificamente. 

“Nada disso, no entanto, nega a realidade de que o Islã se baseia em uma falsa revelação. Ao avisar dos falsos profetas, Cristo disse: “Você os conhecerá por seus frutos” — não por suas aparências. Afinal, o aviso não seria necessário, exceto que o lobo estará disfarçado com roupas de ovelha. Infelizmente, muitos Católicos e muitos de seus pastores parecem viver em um mundo de sonhos bucólicos, onde os pensamentos de lobos e falsos profetas nunca são entretidos.’ — Ralph Sidway

Entretanto, enquanto Muçulmanos aceitam que Jesus era um servo, professor, e amante da palavra de Deus, eles não acreditam que ele era uma divindade ou filho de Deus. O Alcorão descreve os milagres que Jesus realizou, como a cura dos enfermos e a ressuscitação dos mortos, mas não atribui esses milagres a sua divindade. Em vez disso, Jesus é um sinal para toda a humanidade da infinita misericórdia de Deus.

Muçulmanos não acreditam em pecado original. Eles não veem necessidade de um salvador, além disso, não acreditam na crucificação de Jesus. O Alcorão afirma que Jesus foi supostamente para o céu (3:169) antes de ser, de fato, considerado morto. A tradição Islâmica explica que Jesus foi poupado da morte porque era o santo de Deus. Muçulmanos acreditam que os inimigos de Jesus não poderiam triunfar sobre ele porque ele é o servo escolhido de Deus.

 Do Inglês “assumed”. O que é supostamente? Que é suposto, uma suposição, hipótese. Pensem nisso!

Da mesma forma que os Cristãos, Muçulmanos acreditam que Jesus retornará. Textos Islâmicos dizem que Jesus regressará no dia do Julgamento, quando ele destruirá o addajjal — anti-Cristo ou impostor.

Durante toda a história e ainda hoje muitos pensadores Muçulmanos tem usado Jesus como um importante modelo religioso. Um estudioso do século XI e XII, Abu Hamid al-Ghazali, encorajou os Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou. O filósofo do século XIII Ibn ‘Arabi chamou Jesus de wilaya (“selo do amigo de Deus”) porque ele possuiu o mais alto conhecimento de e intimidade com Deus. Mahmoud Ayoub, um moderno teologista Islâmico, desenvolveu uma Cristologia Islâmica que explora como Jesus representa a realização da humanidade por estar totalmente iluminado pela luz de Deus (tajalli).

Mencionei al-Ghazali no início do artigo.  Um Mestre Sufi jihadista, que subjugou Cristãos, encoraja Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou.  —‘Guerra é trapaça’ – Hadith 4:269

É claro que o pensamento Islâmico sobre Jesus difere dos ensinamentos Cristãos. Mas nós também compartilhamos muitas crenças em comum: o concepção virginal de Jesus por Maria, profundo respeito pelos mistérios de Deus, amor por Jesus, e uma vontade de aprender com a vida dele enquanto buscamos a felicidade em Deus. Talvez aqui tenhamos uma abertura para uma conversa produtiva entre ambas religiões em torno da fé.

 Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Marianne Farina, C.S.C. é professora da Escola Dominicana de Filosofia e Teologia da Berkeley, California.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

As Últimas Palavras De Um Terrorista

Fonte/Source: Last words of a terrorist
Via Jamie Glazov – Twitter: @JamieGlazov  — Editor do Frontpagemag.com — David Horowitz Centre — e apresentador do Web TV Show, The Glazov Gang.


Este documento foi divulgado pelo F.B.I. e traduzido para o The New York Times pela Capital Communications Group, uma empresa de consultoria internacional com sede em Washington, e por Imad Musa, tradutor contratado.

Um dos poucos — e certamente o mais impressionante e perturbador — vislumbres nas mentes e motivos dos homens que perpetraram o massacre de 11 de Setembro em Nova Iorque é um documento de quatro páginas, escrito em Árabe, encontrado na bagagem do líder suspeito por trás da carnificina, Mohamed Atta.


As Últimas Palavras De Um Terrorista


Publicado originalmente em 30 de Setembro de 2001

A ÚLTIMA NOITE

1) Faça o juramento de morte e renove as suas intenções.
Raspe o excesso de cabelo do corpo e use colônia. Chuveiro.

2) Certifique-se de conhecer bem todos os aspectos do plano e espere a resposta, ou uma reação, do inimigo.

3) Leia al-Tawba e Anfal [capítulos de guerra tradicional do Alcorão] e reflita sobre seus significados e lembre-se de todas as coisas que Alá prometeu aos mártires.

4) Lembre a sua alma para ouvir e obedecer [todas as ordens divinas] e lembre-se de que você enfrentará situações decisivas que podem impedir você de obedecer 100 por cento, dome a sua alma, purifique-a, convença-a, faça ela entender e incite. Alá disse: “Obedeça a Alá e ao Seu Mensageiro, e não lute entre vocês mesmos ou então você falhará. Seja paciente, pois Alá está com o paciente.

5) Reze durante a noite e seja persistente ao pedir a Alá que lhe dê vitória, controle e conquista, e que ele possa facilitar sua tarefa e não nos expor.

6) Lembre-se de Alá com frequência, e a melhor maneira de fazer isso é lendo o Alcorão Sagrado, de acordo com todos os estudiosos, até onde eu sei. É suficiente para nós que [o Alcorão] seja a palavra do Criador da Terra e das plantas, Aquele que você encontrará [no Dia do Juízo].

7) Purifique sua alma de todas as coisas impuras. Esqueça completamente de algo chamado de ‘este mundo’ [ou ‘esta vida’]. O tempo para diversão acabou e o tempo sério está sobre nós. Quanto tempo se perde em nossas vidas? Não devemos aproveitar essas últimas horas para oferecer boas ações e obediência?

8) Você deve sentir uma tranquilidade completa, porque o tempo entre você e seu casamento [no céu] é muito curto. Depois, começa a vida feliz, onde Alá está satisfeito com você, e a felicidade eterna “na companhia dos profetas, dos companheiros, dos mártires e das pessoas boas, que são boas companhias”. Peça a Alá a sua misericórdia e seja otimista, porque [o Profeta], a paz esteja com ele, costumava preferir o otimismo em todos os seus assuntos.

9) Tenha em mente que, se você entrar em dificuldades, como você irá agir e como você permanecerá firme e lembre-se de que você retornará a Alá e lembre-se de que tudo o que acontece com você nunca pode ser evitado e o que não aconteceu você nunca poderia ter acontecido com você. Esse teste do Alá Todo-Poderoso elevará o seu nível [níveis de céu] e apagará seus pecados. Tenha certeza de que é uma questão de momentos, que passarão, se Alá quiser, tão abençoados são aqueles que ganham a grande recompensa de Alá. O Alá Todo-Poderoso disse: “Você pensou que poderia ir para o céu antes de Alá saber quem entre vocês lutou por ele e é paciente?”

10) Lembre-se das palavras do Alá Todo-Poderoso: “Você estava olhando para a batalha antes de se envolver nela, e agora você a enxerga com seus próprios dois olhos”. Lembre-se: “Quantos grupos pequenos atingiram grandes grupos pela vontade de Alá”. As palavras Dele: ´Se Alá te der a vitória, ninguém poderá vencer. Então, os fiéis confiam em Alá.’

11) Lembre-se das súplicas e dos seus irmãos e pondere seus significados. (As súplicas da manhã e da tarde, e as súplicas de [entrando] uma cidade, e as súplicas [imprecisas], e as súplicas ditas antes de conhecer o inimigo.

12) Abençoe o seu corpo com alguns versos do Alcorão [lendo os versos em suas próprias mãos e depois esfregando as mãos sobre o que quer que seja abençoado], a bagagem, a roupa, a faca, seus efeitos pessoais, sua identificação, passaporte, e todos os seus documentos.

13) Verifica a sua arma antes de sair e muito antes de sair. (Você deve afiar sua faca e não gerar desconforto ao seu animal durante o abate).

14) Aperte as suas roupas [uma referência para certificar-se de que suas roupas cobrirão suas partes privadas em todos os momentos], pois esse é o caminho das gerações piedosas segundo o Profeta. Eles apertavam suas roupas antes da batalha. Aperte bem os sapatos, use meias para que seus pés estejam solidamente em seus sapatos. Todas essas são coisas mundanas [que os humanos podem fazer para controlar seu destino, embora Alá decrete o que funcionará e o que não] e o resto é deixado para Alá, ninguém melhor para depender.

15) Reza a oração da manhã em um grupo e pondera as grandes recompensas dessa oração. Faça súplicas após, e não saia de seu apartamento, a menos que você tenha feito uma ablução antes de sair, porque os anjos estarão pedindo o seu perdão enquanto você estiver em estado de ablução e estarão orando por você. Esta frase do Profeta foi mencionada por An-Nawawi em seu livro ‘O melhor das Súplicas’. Leia as palavras de Alá: “Você pensou que nós o criamos sem motivo…”, capítulo Al-Mu’minun.

O SEGUNDO PASSO

Quando o táxi levar você ao (M) [esta inicial poderia representar o aeroporto de matar (sic), em Árabe], lembre-se de Alá constantemente enquanto estiver no carro. (Lembre-se da súplica para entrar num carro, para entrar numa cidade, a súplica de lugar e outras súplicas).

Quando você chegar ao (M) e descer do táxi, diga uma súplica de lugar [‘Oh Senhor, eu peço o melhor deste lugar, e peço que você me proteja de seus males’], e em todos os lugares que você for, diga a oração e sorria e fique calmo, pois Alá está com os crentes. Os anjos o protegem sem que você sinta nada. Diga esta súplica: “Alá é mais querido do que toda a Sua criação”. Diga: ‘Oh Senhor, proteja-me deles como desejar.’ Diga: ‘Oh Senhor, tire sua ira do [inimigo] e pedimos que você nos proteja de seus males’. Diga: ‘Oh Senhor, bloqueia a visão deles, para que não vejam’. Diga: “Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar”. Lembre-se das palavras de Alá: ‘Aqueles a quem o povo disse: “As pessoas se juntaram para te pegar, então temê-los”, mas isso só aumentou sua fé e eles disseram: Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar. ‘Depois de dizer isso, você encontrará [não está claro] como Alá prometeu isso aos seus servos que dizem esta súplica:

1) Eles voltarão [da batalha] com as bênçãos de Alá
2) Eles não foram prejudicados
3) E Alá estava satisfeito com eles.

Alá diz: “Eles voltaram com as bênçãos de Alá, não foram prejudicados, e Alá ficou satisfeito com eles, e Alá é eterna bênção”.

Todos os seus equipamentos e portões e tecnologia não impedirão, nem prejudicarão, exceto pela vontade de Alá. Os crentes não temem essas coisas. Os únicos que o temem são os aliados de Satanás, que são os irmãos do diabo. Eles se tornaram seus aliados, Alá nos salve, pois o medo é uma ótima forma de adoração, e o único digno disso é Alá. Ele é o único que merece. Ele disse nos versos: “Esse é apenas o Diabo assustando seus aliados”, que estão fascinados com a civilização Ocidental, e beberam o amor [do Ocidente], como eles bebem água [não está claro] e têm medo de seu equipamento fraco” então não temas, somente a Mim, se você é crente”.

O medo é uma ótima adoração. Os aliados de Alá não oferecem tal adoração, exceto o único Alá, que controla tudo. [não está claro] com total certeza de que Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis. Alá disse: “Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis”.

Você deve se lembrar dos seus irmãos com todo o respeito. Ninguém deve notar que você está fazendo a súplica: “Não há Deus senão Alá”, porque se você diz 1000 vezes, ninguém será capaz de dizer se você está quieto ou se lembrando de Alá. Entre os seus milagres está o que o Profeta, a paz esteja com ele, disse: “Quem diz: “Não há Deus senão Alá”, com todo o seu coração, vai pro céu”. O profeta, a paz esteja com ele, disse: “Se você colocar todos os mundos e universos num lado da balança, e “Não há Deus senão Alá” no outro, “Não há Deus além de Alá” pesará mais fortemente. Você pode repetir essas palavras com confiança, e esse é apenas um dos pontos fortes dessas palavras. Quem pensa profundamente sobre essas palavras descobrirá que elas não têm pontos [na literatura Árabe] e isso é apenas uma de suas grandezas, pois as palavras que têm pontos carregam menos peso do que as que não têm.

Basta que essas sejam as palavras do monoteísmo, as quais o fará firme na batalha, como o profeta, a paz esteja com ele e com os seus companheiros e com aqueles que vieram antes dele, se Alá quiser, até o Dia do Juízo.

Não pareça confuso ou mostre sinais de tensão nervosa. Seja feliz, otimista, calmo, porque você está indo para uma ação que Alá ama e vai aceitar. Este será o dia, se Alá quiser, em que você passará o tempo com as mulheres do paraíso.

[poesia] Sorria diante da dificuldade jovem/porque você está indo ao paraíso eterno

Lembre-se de fazer súplicas aonde quer que você vá, e quando você fizer alguma coisa, e Alá está com seus servos fiéis, Ele os protegerá e facilitará suas tarefas, e lhe dará sucesso, controle, vitória e tudo…

A TERCEIRA FASE

Quando você subir no (T) [provavelmente tayyara, avião em Árabe], antes que o seu pé adentre pela porta, e mesmo antes de entrar, faça uma oração e súplicas. Lembre-se que esta é uma batalha pelo bem de Alá. Como o profeta, a paz esteja com ele, disse: “Uma ação por Alá é melhor do que tudo que existe neste mundo”. Quando você entrar no (T) e sentar-se em seu assento, comece com as súplicas conhecidas que mencionamos anteriormente. Esteja ocupado com a constante lembrança de Alá. Alá disse: “Ó fiel, quando achar o inimigo fique firme e lembre-se de Alá constantemente, para que seja bem-sucedido”. Quando o (T) se mover, mesmo um pouco, em direção a (Q) [referência desconhecida], diga a súplica de viagem. Porque você está viajando para o Alá Todo-Poderoso, então esteja atento nessa viagem.

Então, [não está claro], ele decola. Este é o momento em que ambos os grupos se juntam. Então lembre-se de Alá, como Ele disse em Seu livro: ‘Oh Senhor, derrame sua paciência sobre nós e firme os nossos pés e nos dê a vitória sobre os infiéis’. As palavras Dele: “A única coisa que eles dizem Senhor, perdoe nossos pecados e excessos e torne nossos pés firmes e nos dê a vitória sobre os infiéis”. O seu profeta disse: ‘Oh Senhor, você revelou o livro, você move as nuvens, você nos deu vitória sobre o inimigo, conquiste-os e dê-nos a vitória sobre eles’ ‘. Dê-nos a vitória e agite o chão debaixo de seus pés. Reze por si mesmo e por todos os seus irmãos para que eles possam ser vitoriosos e atingir seus alvos e pedir a Alá que lhe conceda o martírio diante do inimigo, não fugir dele e que Ele lhe conceda paciência e a sensação de que qualquer coisa que lhe aconteça é por ele.

Então, cada um de vocês deve se preparar para desempenhar seu papel de maneira que satisfaça Alá. Você deve apertar os dentes, como fizeram as piedosas gerações iniciais.

Quando o confronto começar, ataque como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isso gera terror nos corações dos infiéis. Alá disse: “Ataque acima do pescoço, e ataque todas as extremidades”. Saiba que os jardins do paraíso estão esperando por você com toda o seu esplendor, e as mulheres do paraíso estão esperando, exclamando: “Venha aqui, amigo de Alá”. Elas vestiram suas roupas mais lindas. [Ênfase adicionada].

Se Alá decretar que qualquer um de vocês deva matar, dedique o massacre a seus pais e [não está claro], porque você tem obrigações para com eles. Não discorde e obedeça. Se você matar, não crie desconforto àqueles que você está matando, porque esta é uma das práticas do profeta, a paz esteja com ele. Sobre uma condição: que você não se distraiam com [não está claro] e nem negligenciem o que é maior, prestando atenção ao inimigo. Isso seria traição, e causaria mais dano do que bem. Se isso acontecer, a ação em questão é mais importante do que fazer isso, porque a escritura é uma obrigação e [a outra coisa] é opcional. Uma obrigação tem prioridade sobre uma opção.

Não procure vingança por si mesmo. Ataque pela causa de Alá. Uma vez, Ali Bin Abi Talib [companheiro e parente próximo do profeta Muhammad] lutou com um infiel. O infiel cuspiu em Ali, que Alá o abençoe. Ali [não está claro] sua espada, mas não o atacou. Quando a batalha terminou, os companheiros do profeta perguntaram por que ele não tinha ferido o infiel. Ele disse: “Depois que ele cuspiu em mim, tive receio que eu fosse atacá-lo por vingança, então levantei minha espada”. Depois, com as intenções renovadas, voltou e matou o homem. Isso significa que, antes de fazer qualquer coisa, certifique-se de que a sua alma está preparada para fazer tudo somente por Alá.

Em seguida, implemente o caminho do profeta tornando-os prisioneiros. Torne-os prisioneiros e mate-os. Como Alá Todo-Poderoso disse: “Nenhum profeta deveria ter prisioneiros até que tenha encharcado a terra com sangue. Você quer as recompensas deste mundo [em troca de prisioneiros] e Alá quer o outro mundo [para você], e Alá é todo-poderoso, sapientíssimo”.

Se tudo ocorrer bem, cada um de vocês deverá afagar o ombro do outro por confiança que (M) e (T) número (K). (sic) Lembre a seus irmãos que essa ação é por Alá o Todo-Poderoso. Não confunda seus irmãos nem os distraia. Deve dar-lhes boas novas e acalmá-los, e lembrá-los [de Alá] e encorajá-los. Quão lindo é ler as palavras de Alá, como: ‘Aqueles que preferem a vida após a morte, neste mundo devem lutar pela causa de Alá”.

Suas palavras: “Não suponha que aqueles que foram mortos pela causa de Alá estão mortos; eles estão vivos… ‘ E outras. Ou deveriam cantar músicas para reforçar o moral, como as piedosas primeiras gerações fizeram na agonia da batalha, para trazer calma, tranquilidade e alegria aos corações de seus irmãos.

Não se esqueça de fazer uma caridade, mesmo que seja um copo de água para saciar a sua sede ou a de seus irmãos, se possível. Quando a hora da realidade se aproximar, a hora zero, [não está clara] e de todo o coração dê boas-vindas à morte pela causa de Alá. Sempre esteja se lembrando de Alá. Ou termine sua vida enquanto reza, segundos antes do alvo, ou faça suas últimas palavras: “Não há Deus senão Alá, Muhammad é o Seu Mensageiro”.

Depois, todos nos encontraremos no mais alto dos céus, se Alá permitir.

Se você vê o inimigo como forte, lembre-se dos grupos [que formaram uma coalizão para lutar contra o profeta Muhammad]. Eles eram muitos, 10.000. Lembre-se de como Alá deu a vitória aos seus fiéis servos. Ele disse: “Quando os fiéis avistaram os grupos, disseram: isso é o que Alá e o profeta prometeram, disseram a verdade. Isso só aumentou a fé.

E que a paz de Alá esteja sobre o profeta.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã sejam simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

islãFonte/Source: Ten Ways the Mafia and Islam are Similar – Raymond Ibrahim


Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

Por Raymond Ibrahim

Nota: Publicado originalmente em 8 de Dezembro de 2014 


5 de Abril de 2017

Don Corleone — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar

Nota do autor: O artigo a seguir foi publicado na PJ Media, onde é complementado com clipes de vários filmes relacionados com a máfia, como o The Godfather, para ajudar a demonstrar as dez semelhanças. Partes deste artigo foram serializadas anteriormente no FrontPage Magazine.


Durante um debate na HBO’s Real Time em Outubro passado, o anfitrião Bill Maher declarou que o Islã é “a única religião que age como a máfia, e que vai matar você se disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

Maher aparentemente estava se referindo às leis de “blasfêmia” do Islã, que amaldiçoam com a pena de morte qualquer “insulto” — como encontrado numa declaração, um quadro, um livro — ao Islã e especialmente ao seu profeta, Muhammad/Maomé.

Embora Maher tenha sido criticado por sua afirmação “Islamofóbica”, ele entre outros podem surpreende-se ao saber que as semelhanças entre o Islã e a máfia ultrapassam em muito o castigo àqueles que dizem, desenham ou escrevem “a coisa errada”.

A seguir, vamos examinar uma série dessas semelhanças.

Vamos começar observando a relação entre Alá, o seu mensageiro Muhammad, e os Muçulmanos, para perceber os vários paralelos entre o padrinho, o subchefe e a máfia.

Em seguida, examinaremos a natureza clandestina da máfia para comparar com o tribalismo Islâmico, especialmente no contexto da doutrina Islâmica de “Lealdade e Hostilidade”. Por exemplo, tanto no Islã como na máfia, os membros que desejam romper, “apostatar”, são assassinados.

Vamos considerar a máfia e o Islã, e como ambos têm lucrado historicamente com a extorsão — taxa de proteção (‘protection racket’): o Islã exigiu jizya de não-Muçulmanos sob sua autoridade/território e a máfia exigiu pizzo de pessoas que estão sob sua jurisdição.

Finalmente, vamos considerar o que explica as muitas semelhanças entre o Islã e a máfia, inclusive de uma perspectiva histórica.

  1. Alá e Muhammad/Padrinho e Subchefe

O padrino (em Italiano) das maiores organizações e famílias da máfia — literalmente, o “padrinho” ou “chefe dos chefes” — tem controle absoluto sobre seus subordinados e é muitas vezes muito temido por eles por sua crueldade. Ele tem um “subchefe”, um braço direito que emite suas ordens e reforça sua vontade. O próprio padrinho é muitas vezes inacessível; os membros da máfia precisam passar pelo subchefe ou outros associados de alto escalão.

Compare isso com a relação entre Alá e seu “mensageiro” Muhammad (em Árabe, Muhammad é mais comumente referido como al-rasul, “o mensageiro”). Ao contrário do Deus Judaico-Cristão — um Deus pessoal, um Pai, que de acordo com Cristo deve ser comungado diretamente (Mateus 6: 9) — O Deus do Islã, Alá, é inacessível, incognoscível, intocável. Como o padrinho, ele é inacessível. Suas ordens são reveladas por seu mensageiro, Muhammad (Maomé).

Enquanto o Deus Judaico-Cristão chama os fiéis como “venham agora, vamos raciocinar juntos” (Isaías 1:18), Alá diz: ” Ó fiéis, não interrogueis acerca de coisas que, se vos fossem reveladas, atribular-vos-iam.” (Alcorão 5: 101). Apenas sigam as ordens.

  1. Um “Pedaço da Ação”

O padrinho e seu subchefe sempre recebem um “pedaço da ação” — uma “fatia” — de todos os despojos adquiridos por seus subordinados.

E da mesma forma, Alá e seu mensageiro, Muhammad. O Alcorão 8:41 informa aos Muçulmanos que “E sabei que, de tudo quanto adquirirdes de despojos, a quinta parte pertencerá a Alá,  e ao Mensageiro” (seguido pela família de Maomé e finalmente pelos necessitados).

  1. Assassinatos

O padrinho, através do seu subchefe, envia regularmente os homens da máfia para fazerem “acertos”— para assassinar — aqueles considerados inimigos da família.

Assim fez Alá e seu mensageiro. Um exemplo: um poeta não-Muçulmano, Ka’b ibn Ashraf, insultou Muhammad, incitando o último a exclamar: “Quem matará este homem que feriu Alá e seu mensageiro?” Um jovem Muçulmano chamado Ibn Maslama se ofereceu voluntariamente com a condição de que para chegar perto o suficiente para assassinar Ka’b ele deveria ser autorizado a mentir para o poeta.

O mensageiro de Alá concordou. Ibn Maslama viajou para Ka’b e começou a denegrir o Islã e Muhammad até que seu desafeto tornou-se tão convincente que o poeta o tomou em sua confiança. Pouco tempo depois, Ibn Maslama apareceu com outro Muçulmano e então, enquanto Ka’b estava com a guarda baixa, matou o poeta, levando sua cabeça para Muhammad aos gritos triunfantes habituais de “Allahu Akbar!”

  1. Circunstância é tudo

Enquanto a máfia adere a um código de conduta geral, o padrinho emite ordens mais fluidas de acordo com as circunstâncias.

Isso é uma reminiscência de toda a “revelação” do Alcorão, onde versões/comandos mais recentes contradizem versos/comandos anteriores, dependendo das circunstâncias (conhecidas na jurisprudência Islâmica como al-nāsikh wal-mansūkh ou doutrina da ab-rogação).

Assim, enquanto Alá supostamente disse ao profeta que “não há compulsão na religião” (Alcorão 2: 256), uma vez que o mensageiro tornou-se suficientemente forte, Alá emitiu novas revelações incitando à guerra/jihad até o Islã se tornar supremo (Alcorão 8:39, 9:5, 9:29, etc.).

Enquanto outras religiões e escrituras podem ter contradições, somente o Islã as racionaliza através da ab-rogação — isto é, dando proeminência à versículos posteriores que são vistos como a decisão “mais recente” da divindade.

  1. A Lealdade do Clã

A lealdade é fundamental na máfia. Após rituais elaborados de juramentos de sangue, os membros da máfia devem manter a lealdade absoluta à família, sob pena de morte. Da mesma forma, os membros da máfia devem estar sempre disponíveis para a família — “mesmo que sua esposa esteja prestes a dar à luz” Como diz um dos dez mandamentos da máfia — e defender o padrinho e sua honra, mesmo que lhe custe a vida. Combine isto com a violência generalizada e as convulsões que ocorrem sempre que Alá ou seu profeta são ofendidos — sempre que os não-Muçulmanos “Infiéis” os blasfemam. Ou, como Bill Maher colocou: “a única religião que age como a máfia, que vai — [f***ing kill you] (sic) — matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

A doutrina de “Lealdade e Hostilidade” do Islã (al-wala ‘wa’l bara’) — que convoca os Muçulmanos a serem leais uns aos outros, mesmo que não gostem uns dos outros — é especialmente ilustrativo. O Alcorão 9:71 declara que “os homens [Muçulmanos] crentes e as mulheres [Muçulmanas] crentes são protetores uns dos outros” (ver também 8:72-75). E de acordo com Muhammad, “Um Muçulmano é o irmão de um Muçulmano. Ele não o oprime, nem o humilha, nem o despreza. Todas as coisas de um Muçulmano são invioláveis para seu irmão na fé: seu sangue, sua riqueza e sua honra” — precisamente estas três coisas que os membros da máfia respeitam entre si. É por isso que Muçulmanos como o Major do Exército dos EUA, Nidal Hassan, cujo “pior pesadelo” era ser escalado para combater os companheiros Muçulmanos, frequentemente contra-ataca).

  1. Morte aos Traidores

Quando um frangote membro da máfia, que faz o juramento de lealdade à máfia, — incluindo o Omertà, o código de silêncio das máfias — tenta sair da “família” é visto como traidor e passível de pena de morte. Para qualquer membro da família, grande ou pequeno, é dado autoridade para matar o traidor ou (vira-casaca) – [“turncoat“]. Compare isto com o Islã. Um recém-nascido de pai Muçulmano, o torna imediatamente um Muçulmano — não há juramentos a serem tomados, muito menos qualquer escolha na matéria. E, de acordo com a lei Islâmica, se os Muçulmanos de nascimento, em algum momento em suas vidas, optarem por deixar o Islã, serão considerados “apóstatas” — traidores — e punidos, inclusive com morte. Qualquer Muçulmano zeloso, e não apenas as autoridades, estaria justificado ao matar o apóstata (daí porque as famílias Muçulmanas que matam crianças apóstatas raramente são processadas). Nas palavras de Muhammad — o mensageiro (“subchefe”) de Alá (padrinho): “Quem deixar a sua fé Islâmica, mate-o”.

  1. Desconfiança E Antipatia Pelos “Estranhos” [Outsiders]

Além da lealdade à família, espera-se que os membros da máfia também não façam amizade ou associem-se livremente com “estranhos” — que por natureza não se deve confiar, porque não pertencem à “família” — a não ser que essa “amizade” alavanque a posição da família.

Da mesma forma, a segunda metade da doutrina da Lealdade e Hostilidade — a hostilidade (al-bara’) — invoca aos Muçulmanos para manterem distância e ter hostilidade a todos os não-Muçulmanos, ou “infiéis”.

Assim, o Alcorão 5:51 adverte aos Muçulmanos para que: “não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” Segundo a exegese Islâmica predominante de al-Tabari, Alcorão 5:51 significa que o Muçulmano que “se alinhar com eles [os não-Muçulmanos] e os capacitar contra os crentes, o mesmo é membro da fé e da comunidade deles”, isto é, um desertor, um apóstata, um inimigo.

Escrituras semelhantes: Alcorão 4:89, 5:54, 6:40, 9:23 e 58:22; Este último simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes”. Alcorão 60: 1 declara: “Ó fiéis! Não tomeis por confidentes os Meus e os vossos inimigos [os incrédulos], demonstrando-lhes afeto, posto que renegam tudo quanto vos chegou da verdade…, [i.e., enquanto negam o Islã]?” E o Alcorão 4: 144 declara “Oh você que acredita! Não tomeis os incrédulos por confidentes, em vez dos que crêem. Desejais proporcionar a Alá [“padrinho”] provas evidentes contra nós?”.

  1. Traição e Dissimulação

Como mencionado, são permitidas relações íntimas com indivíduos não-mafiosos que se mostram vantajosas para a família (por exemplo, a colaboração com um “policial corrupto”) — enquanto a máfia mantém uma distância segura, mantém o estranho à distância.

Compare isto com o Alcorão 3:28, que ordena “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis… salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes”. De acordo com o comentário de Tabari no Alcorão padrão, “vos resquardardes” significa:

“Se vocês [Muçulmanos] estão sob a autoridade dos [não-Muçulmanos], temendo por vocês mesmos, comportem-se fielmente diante deles com a sua língua enquanto nutrem animosidade interior por eles… [mas saibam que] Alá proibiu os fiéis de serem amigáveis ou ter intimidade com os infiéis em vez de outros crentes — exceto quando os infiéis estão acima deles [em autoridade]. Se este for o caso, deixe-os agir amigavelmente com eles enquanto preserva a sua religião.”

Depois de interpretar o Alcorão 3:28 como significando que os Muçulmanos podem “proteger” a si mesmos “através do show exterior” quando sob autoridade não-Muçulmana, Ibn Kathir, talvez o mais celebrado exegeta do Islã, cita o profeta do Islã (“subchefe”) dizendo: “Realmente, sorrimos na cara de algumas pessoas, enquanto os nossos corações o amaldiçoam.”

Da mesma forma, há alguns anos, Sheikh Muhammad Hassan — um líder clérigo Salafista no Egito — afirmou ao vivo na televisão que, embora os Muçulmanos nunca deveriam sorrir na cara dos não-Muçulmanos, deveriam sorrir, entretanto dissimuladamente, se assim alavancar o Islã, especialmente no contexto da’wa.

A ideia de odiar os “estranhos” parece estar tão enraizada no Islã que um outro clérigo Salafista, Dr. Yasser al-Burhami, insiste que, embora os homens Muçulmanos possam casar-se com mulheres Cristãs e Judias, devem odiá-las em seu coração — e mostrar a elas que eles as odeiam na esperança de que se convertam à “família” do Islã.

(Para mais informações sobre a doutrina de “Lealdade e Hostilidade”, incluindo referências às fontes exegéticas citadas acima, veja o abrangente tratado do líder da al-Qaeda, Dr. Ayman Zawahiri, em The Al Qaeda Reader, págs. 63-115.)

  1. Uma Oferta Que Você Não Pode Recusar

Embora o romance que virou filme, O Poderoso Chefão, seja fictício, também captura grande parte do modus operandi da máfia. Considere, por exemplo, a mais famosa das frases — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar” — falada pelo Padrinho a um de seus “afilhados”, um aspirante a ator e cantor. Depois de ser rejeitado por um diretor de estúdio, para um papel que ele queria desesperadamente, o afilhado procurou a ajuda de seu padrinho.

À medida que o filma avança, torna-se claro que, a oferta irrecusável, consiste em nada menos que violência e ameaças de morte: após o pedido do mensageiro do Padrinho ser novamente rejeitado para que o papel fosse dado ao ator, quando o diretor despertou na manhã seguinte, encontrou a cabeça ensanguentada e decapitada de seu garanhão favorito na cama, ao lado dele. O afilhado conseguiu finalmente o papel do filme.

Durante todo o contexto da trilogia inteira do Padrinho (que captura muito bem o jeito da máfia com os negócios) fazendo à alguém “uma oferta irrecusável” significa “faça como eu digo ou sofra as consequências”, e possivelmente a morte.

Compare isso com a tríplice escolha do Islã. Segundo as ordens de Muhammad/Maomé, sempre que os Muçulmanos conquistam um território em nome do Islã, seus habitantes não-Muçulmanos recebem três escolhas: 1) converter-se ao Islã, 2) manter sua identidade religiosa, mas pagar um tributo (Jizya, ver abaixo) e viver como um “estranho”, um dhimmi subjugado ou 3) execução.

Ao longo da história, a conversão ao Islã tem sido uma “oferta” que inúmeros não-Muçulmanos não puderam recusar. De fato, esta “oferta” foi responsável pela transformação de grande parte do Oriente Médio e do Norte da África, de maioria Cristã no século VII, quando a jihad estourou da Arábia para o “mundo Muçulmano”.

E essa oferta ainda existe e continua ativa até hoje. Por exemplo, vários Cristãos idosos e incapacitados que não puderam se unir ao êxodo dos territórios controlados pelo Estado Islâmico (ISIS) optaram por converterem-se ao Islã em vez de morrer.

Assim como a máfia, a oferta do Islã para conquistar os não-Muçulmanos é basicamente “junte-se à nossa” família”, ajude-nos e nós o ajudaremos; se recusar, machucaremos você.”

  1. “Taxa de Proteção”

Uma vez que a máfia assuma um território, uma das principais formas de lucro é através da coleta do “dinheiro de proteção” de seus habitantes. Embora a taxa de proteção tenha vários aspectos, um em particular, é semelhante a uma prática Islâmica: coagir as pessoas no território da máfia à pagarem dinheiro pela “proteção”, ostensivamente contra elementos externos; Na verdade, a proteção comprada é da máfia em si— ou seja, dinheiro de extorsão, ou pizzo. Potenciais “clientes” que se recusam a pagar pela “proteção” da máfia muitas vezes têm sua propriedade vandalizada e são rotineiramente ameaçados e assediados.

Compare a coleta de pizzos com o conceito Islâmico de jizya: A palavra jizya aparece no Alcorão 9:29: “Aqueles que não crêem em Alá nem no Último Dia, nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos e sentindo-se subjugados, paguem o Jizya.” [Ênfase adicionada].

No hadith, o Mensageiro de Alá, Muhammad — em nossa analogia, o “subchefe” — invoca regularmente os Muçulmanos a exigirem a jizya dos não-Muçulmanos: “Se recusarem a aceitar o Islã”, disse o profeta, “exijam deles a jizya. Se concordarem em pagar, aceite e segure as mãos deles. Se recusarem a pagar a jizya, procure a ajuda de Alá e lutem contra eles.” O significado da raiz da palavra Árabe “jizya” é simplesmente “pagar” ou “recompensar”, basicamente para “compensar” algo. De acordo com o dicionário Hans Wehr, o dicionário Árabe-Inglês padrão, jizya é algo que “toma o lugar” de algo mais, ou “substitui.”

Simplificando, os não-Muçulmanos conquistados comprariam suas vidas, que de outra forma seriam perdidas para seus conquistadores Muçulmanos, com dinheiro. Como diz um jurista medieval, “suas vidas e suas posses só são protegidas por causa do pagamento de jizya” (Crucified Again, p.22).

E para completar, assim como a máfia racionaliza sua coleta de “dinheiro de proteção” retratando-o como dinheiro que compra a proteção da máfia contra os “estranhos” — quando, como mencionado, o dinheiro/tributo serve apenas para proteger o cliente da própria máfia — assim também o fazem os apologistas do Islã retratando a coleta da jizya como dinheiro destinado a compra de proteção Muçulmana contra os estranhos, quando na verdade o dinheiro/jizya compra a proteção contra os próprios Muçulmanos.

Conclusão: Máfia — O Que Há Numa Palavra?

O que explica todas essas semelhanças entre o Islã e a máfia? Uma pista é encontrada no fato de que a própria palavra “máfia”, significando “hostilidade à lei, ousadia”, é derivada de uma palavra Árabe, mahya, que na tradução significa “orgulhoso, bombástico, bravateiro e arrogante“. Esta etimologia é um lembrete de que a Sicília, berço da máfia, estava sob domínio Árabe/Islâmico por mais de 200 anos. Além de uma etimologia emprestada, poderia algum modus operandi da máfia  ter sido também emprestado do Islã? Isolados em sua ilha, os Sicilianos nativos poderiam ter cooptado as técnicas de controle social que tinham vivido e aprendido com seus antigos senhores — embora sem o verniz Islâmico?

A máfia não é o único exemplo histórico de uma organização criminosa não-Muçulmana influenciada pelo Islã. Por exemplo, os Thuggees —de onde temos a palavra “bandido/thug” — eram uma irmandade de bandidos aliados e assassinos que acharcavam e selvagemente assassinavam viajantes na Índia, muitas vezes inicialmente fingindo amizade. Embora fossem mais tarde associados ao culto Hindu de Kali, os Thuggees originais eram todos Muçulmanos. Até o século 19, um grande número de Thuggees capturados e condenados pelos Britânicos eram Muçulmanos.

As semelhanças são claras: Além de assassinar seus oponentes, incluindo como visto, pela traição, Muhammad também pessoalmente se envolveu em banditismo, saqueando as caravanas das tribos inimigas.

E se as palavras “máfia” e “vândalo” tiverem etimologias Árabe-Islâmicas, as palavras “assassinato” e “assassino” derivam de uma seita Islâmica medieval: os Hashashin, os quais foram pioneiros no uso do assassinato político — com promessas de um paraíso hedonista ao assassino que certamente morreu — em nome do Islã.

De qualquer forma, quando a personalidade da HBO Bill Maher proclamou recentemente que o Islã é “a única religião que age como a máfia, que vai matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”, estava apenas tateando as semelhanças entre a máfia e outras organizações criminosas, e o Islã.

Raymond Ibrahim é autor do livro: Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

Fonte/Source: Muslim Reform Group Reached Out to 3,000 US Mosques, Got Only 40 Responses

GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

POR STEPHEN M. KIRBY

24 de Fevereiro de 2017

Dr. Zuhdi Jasser

Em Dezembro de 2015, um pequeno grupo de Muçulmanos se reuniu em Washington, DC para discutir a reforma do Islã. Com a fanfarra da mídia, eles se denominaram Movimento de Reforma Muçulmano (MRM), emitiram uma Declaração para a Reforma Muçulmana e se tornaram a nova face dos “reformadores Muçulmanos”.

Houve apenas um problema fundamental: o MRM nunca teve apoio majoritário da comunidade Muçulmana.

O Dr. Zuhdi Jasser, um dos fundadores da MRM, admitiu isso em 30 de Janeiro de 2017, quando foi entrevistado em um artigo no The Federalist sobre o recente aniversário de um ano da MRM: Um reformador Muçulmano fala sobre sua batalha contra o Islamismo e PC. Jasser foi perguntado sobre quantas mesquitas o MRM tinha abordado inicialmente para apoio em 2015 e a natureza das respostas dessas mesquitas. A resposta de Jasser foi reveladora:

“Nós gastamos recursos significativos nesse projeto ao longo de um período de dez meses. Entramos em contato através do correio tradicional, e-mail, e do telefone com mais de 3.000 mesquitas e mais de 500 Muçulmanos Americanos públicos conhecidos. Recebemos apenas 40 e poucas respostas desprezíveis dos nossos contatos, e infelizmente menos de dez delas foram positivas. Na verdade, uma mesquita na Carolina do Sul nos deixou uma mensagem de voz violenta, ameaçando nossa equipe caso os contatemos novamente.

Assim, o MRM fez mais de 3.500 contatos dentro da comunidade Muçulmana, mas recebeu apenas um pouco mais de 40 respostas, das quais menos de dez foram positivas. Então, para trabalhar com esses números, digamos que o MRM fez 3.500 contatos e recebeu nove respostas positivas. Isso significa que apenas .0026 (um contato sobre um quarto de um por cento) das organizações Muçulmanas e indivíduos Muçulmanos que o MRM contatou responderam de forma positiva. E o MRM ainda recebeu um “mensagem de voz violenta” de uma mesquita como resultado desses primeiros contatos.

A irrelevância do MRM foi revelada ainda mais quando Jasser foi questionado sobre as realizações do MRM durante o primeiro ano de sua existência. Jasser afirmou:

“Nossa maior conquista até agora é a nossa declaração.”

A declaração da MRM é um documento de duas páginas criado na primeira reunião, publicado na porta de uma mesquita próxima (e rapidamente removido), e disponível nos sites de várias organizações de “reforma” Muçulmana. Como notei no meu primeiro artigo sobre o MRM, esta declaração é “um documento que rejeitou o Islã de Muhammad em favor dos valores Ocidentais e Judaico-Cristãos”, e em termos de doutrina Islâmica, é repleto de blasfêmia.

Jasser também admitiu que após um ano de existência do MRM,

“Estamos decepcionados com o relativo silêncio da maioria dos líderes Muçulmanos …

Jasser culpou a falta de dinheiro pelo pobre apoio da comunidade Muçulmana:

“Eu posso adivinhar porque nós tivemos deficiências no alcance. Se tivéssemos mais fundos, poderíamos estudar isso mais cientificamente … Ninguém sabe verdadeiramente como a maioria dos Muçulmanos se sente sobre as ideologias Islâmicas. A segurança nacional precisa desesperadamente de nos ajudar a estudar isso…. Não conseguimos alcançar efetivamente a maioria dos Muçulmanos por causa dos recursos e da ausência de plataformas efetivas.

Assim, por causa da “segurança nacional”, o MRM precisa estudar as atitudes dos Muçulmanos a fim de descobrir por que o MRM tem sido geralmente rejeitado por aqueles Muçulmanos. E para que o MRM complete esse estudo, eles precisam de dinheiro. O dinheiro tem que, por padrão, vir de não-Muçulmanos.

Mas eu gostaria de economizar o tempo do MRM e o dinheiro dos não-Muçulmanos. Em vez de um novo estudo sobre o porquê do MRM não ter praticamente nenhum apoio Muçulmano, vou dar a resposta: em termos de doutrina Islâmica, a declaração do MRM é blasfema, e o MRM não deve se surpreender que mais de 99% não queira participar dessa blasfêmia.

É apenas a atenção do mundo não-Muçulmano que permitirá que o Movimento de Reforma Muçulmana permaneça em apoio à vida, visível, mas irrelevante.

Dr. Stephen M. Kirby é o autor de quatro livros sobre o Islã. Seu último livro é o Profeta Militante do Islã: Muhammad e as Conversões Forçadas ao Islã


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Fonte/Source: Oppression chic: Nike offers “Pro Hijab” for athletic Muslimas

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Por ROBERT SPENCER

8 de Março de 2017

A Nike fornecerá suprimentos para apedrejamento de Muçulmanos adúlteros?

A Nike oferecerá uma série de lâminas adequadas para cortar a garganta das Muçulmanas que se atreverem a não usar o hijab?

A Nike oferecerá capuzes Klan para atletas racistas?

“A Nike tem um novo produto para mulheres Muçulmanas: O ‘Hijab Pro'”, de Zahraa Alkhalisi, CNN, 7 de Março de 2017:

PHILADELPHIA (CNN) – A Nike em breve começará a vender um hijab de performance para as atletas Muçulmanas.

O lenço de cabeça chamado de “Nike Pro Hijab”, possui um design pull-on de camada única, feito de poliéster leve e em cores escuras e neutras. Os pequenos orifícios do tecido o tornarão respirável enquanto permanecem opacos, um requisito para mulheres que usam hijab.

A Nike disse que começou a desenvolver o hijab depois que algumas atletas Muçulmanas queixaram-se de usar o lenço de cabeça tradicional durante a competição.

O processo do design levou 13 meses e o produto final estará disponível para venda na temporada de Primavera da Companhia em 2018.

A Nike disse que o hijab já está sendo usado pela figura Emirática patinadora Zahra Lari.

Fiquei excitada e um pouco emocionada ao ver a Nike prototipando um hijab”, disse Lari em comunicado. “Eu tentei tantos hijabs diferentes para o meu desempenho, e…. poucos deles realmente funcionam para mim. Mas, quando o vesti e o experimentei na pista de gelo, fiquei deslumbrada com o ajuste e o peso leve.“…


Nota do Blog:

Eis aqui a tradução de uma parte do artigo mencionado acima, via link, por Robert Spencer:


Dia Mundial Do Hijab: Mulheres Não-Muçulmanas Convidadas A Usar o Hijab Hoje Em Solidariedade Ás Mulheres Muçulmanas

“Hoje, as mulheres de esquerda em toda a Europa e América do Norte podem sinalizar a sua virtude. Mas onde está a sua preocupação com Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou com seu hijab depois que ela se recusou a usá-lo? Ou Aqsa e Amina Muse Ali, uma mulher Cristã na Somália que Muçulmanos assassinaram porque ela não estava vestindo o hijab? Ou as 40 mulheres assassinadas no Iraque em 2007 por não usar o hijab; ou Alya Al-Safar, cuja prima Muçulmana ameaçou matá-la e prejudicar sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; ou Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; ou a garota Egípcia, também chamada Amira, que se suicidou depois de ter sido brutalizada por sua família por se recusar a usar o hijab; ou os professores Muçulmanos e não-Muçulmanos do Colégio Islâmico do Sul da Austrália, que foram informados de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidos; ou as mulheres na Chechênia que a polícia disparou com bolas de tinta porque não estavam usando o hijab; ou as mulheres também na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não usar hijab; ou os professores de uma escola primária na Tunísia que foram ameaçados de morte por não usar hijab; ou as alunas Sírias que eram proibidas de ir à escola a menos que usassem hijab; ou as mulheres em Gaza que o Hamas forçam a usar o hijab; ou as mulheres no Irã que protestaram contra o regime se atrevendo a tirar o hijab legalmente exigido; ou as mulheres de Londres que vândalos Muçulmanos ameaçaram matar se não usassem hijab; ou a jovem Muçulmana anônima que tirou o hijab fora de casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais; ou as quinze meninas na Arábia Saudita que foram mortas quando a polícia religiosa não as deixou sair do prédio da escola em chamas por terem tirado seus hijabs em seu ambiente totalmente feminino; ou todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo de ousar a não usar o hijab?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FACEBOOK E TWITTER CENSURAM JIHAD WATCH, BLOQUEAM MILHARES DE LEITORES

FACEBOOK E TWITTER CENSURAM JIHAD WATCH, BLOQUEAM MILHARES DE LEITORES

Por ROBERT SPENCER

3 de Março de 2017

Os fatos em mãos presumivelmente falam por si mesmos, mas com um pouco mais de vulgaridade, eu suponho, do que os fatos normalmente costumam apresentar.

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 2 de fevereiro de 2017: 16.683
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 2 de fevereiro de 2017: 1.051

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 6 de fevereiro de 2017: 12.882
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 7 de fevereiro de 2017: 1.880

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 7 de fevereiro de 2017: 23.783
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 7 de fevereiro de 2017: 1.718

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 8 de fevereiro de 2017: 18.926
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 8 de fevereiro de 2017: 1.091

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 9 de fevereiro de 2017: 11.914
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 9 de fevereiro de 2017: 974

E então no dia seguinte:

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 10 de fevereiro de 2017: 2.923
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 10 de fevereiro de 2017: 295

E o abandono continua:

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 20 de fevereiro de 2017: 3.408
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 20 de fevereiro de 2017: 416

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 27 de fevereiro de 2017: 2.369
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 27 de fevereiro de 2017: 329

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 2 de março de 2017: 1.645
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 2 de março de 2017: 206

Será que milhares de pessoas que costumavam os artigos da Jihad Watch no Facebook e Twitter de repente, em 10 de Fevereiro, perderam o interesse? Claro que não. Isto é o que aconteceu: o Facebook e o Twitter estão censurando a Jihad Watch como “discurso de ódio”. Agora, eu não aceito e nunca aceitarei a ideia de que relatar a atividade da jihad e a opressão da Sharia constitui “discurso de ódio”, mas é claro, a reivindicação de longa data da Organização de Cooperação Islâmica (OIC) e grupos Muçulmanos no Ocidente, foi adotada sem críticas pela esquerda, com a qual o Facebook e o Twitter estão tão firmemente alinhados.

Na realidade, o que constitui “discurso de ódio” é um julgamento subjetivo. O próprio rótulo é um instrumento nas mãos dos poderosos, permitindo-lhes controlar o discurso e silenciar os dissidentes à sua agenda. Isto é, em última instância, o que isso significa: os fornecedores da Grande Mentira (sic) sempre têm de calar os que dizem a verdade, porque estão conscientes de que todo seu empreendimento repousa sobre uma mentira e estão profundamente ameaçados pela verdade. Eles só podem colocar sua mentira através de repetição constante e perseguição implacável daqueles que dizem a verdade. Em contraste, os narradores de verdade não precisam recorrer à censura contra os mentirosos, pois estão confiantes de que a verdade, se for dada uma audiência justa, será óbvia e convincente.

A boa notícia em tudo isso é que, apesar desse bloqueio de referências do Facebook e do Twitter, o número total de leitores da Jihad Watch está crescendo. Aparentemente, muitas pessoas que costumavam vir aqui via Facebook e Twitter estão encontrando caminhos diferentes. Isto é muito importante em geral: as pessoas livres não devem aceitar a censura, que é um ataque desesperado de uma elite política e midiática desacreditada e enfraquecida contra uma revolução populista inexoravelmente crescente. Se o Facebook e o Twitter excluirem a verdade, então temos que, em grande número, fechar o Facebook e o Twitter. Isto é certamente o que eu vou fazer: enquanto cada artigo da Jihad Watch automaticamente sobe no Facebook e Twitter (enquanto durar), não irei pessoalmente a qualquer um deles novamente.

E apesar da plataforma cada vez mais decrescente para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.

“União Europeia Informa Riot Act ao Facebook, Twitter, Google Sobre o Discurso de Ódio (FB, GOOG)”, de Rakesh Sharma, Investopedia, 5 de Dezembro de 2016:

 A União Europeia alertou o Facebook Inc. (FB), o Twitter Inc. (TWTR), a subsidiária Google da Alphabet Inc. (GOOG) e a Microsoft Inc. (MSFT) que poderiam enfrentar a perspectiva das leis do discurso de ódio se não reprimirem tal discurso em suas plataformas. As empresas, que possuem ou executam plataformas de mídia social com números de membros que chegam a milhões no continente, assinaram em Maio um código de conduta para eliminar casos de discurso ofensivo e de ódio dentro de 24 horas. (Veja também: Facebook, Google, Twitter, Microsoft concordam em relatar discurso de ódio à UE).

 De acordo com um novo relatório que quantifica seus esforços, os gigantes da tecnologia ainda têm algum caminho a percorrer. O relatório, que será discutido pelos ministros da UE esta semana, afirmou que as empresas analisaram 40 por cento dos casos relatados nas primeiras 24 horas e 80 por cento em 48 horas. A Alemanha e a França viram taxas mais elevadas, “em excesso” de 50%, enquanto que apenas 4% e 11% dos posts relatados foram removidos na Itália e Áustria, respectivamente.

“Se o Facebook, YouTube, Twitter e a Microsoft quiserem convencer-me e aos ministros de que a abordagem não legislativa pode funcionar, terão de agir rapidamente e fazer um grande esforço nos próximos meses”, disse Vera Jourova, FT em uma entrevista. (Veja também: Facebook pode permitir que grupos de terceiros censurem conteúdo na China) ….

E mais:

“Google Lança Programa AI para Detectar “Discurso de Ódio”, por Lucas Nolan, Breitbart, 23 de Fevereiro de 2017:

” O Google lançou um novo programa AI chamado Perspective para detectar comentários “abusivos” online em um esforço para reprimir o discurso de ódio.

Publicações como The New York Times, The Guardian e The Economist estão testando o novo software como uma maneira de policiar seções de comentários, de acordo com o Financial Times.

“As organizações de notícias querem encorajar o envolvimento e a discussão em torno de seu conteúdo, mas acham que classificar por milhões de comentários para encontrar aqueles que são trolling ou abusivos leva muito dinheiro, trabalho e tempo”, disse Jared Cohen, presidente da Jigsaw. Incubadora social que construiu a ferramenta. “Como resultado, muitos sites fecharam os comentários completamente. Mas eles nos dizem que não é a solução que querem. “

Perspective está disponível para todas as publicações que atualmente fazem parte da Digital News Initiative do Google, que inclui The Guardian, a BBC e The Financial Times. Em teoria, o software também poderia ser utilizado por empresas de mídia social como Facebook e Twitter. Twitter recentemente tentou impor regras mais rígidas sobre os usuários em uma tentativa de reduzir suposto assédio na plataforma.

CJ Adams, um gerente de produto na Jigsaw, discutiu a adaptabilidade de seu programa, dizendo: “Estamos abertos para trabalhar com qualquer um, desde pequenos desenvolvedores até as maiores plataformas na internet. Todos nós temos um interesse compartilhado e nos beneficiamos de discussões online saudáveis. “

Perspective é usado para filtrar e compilar comentários em sites para revisão humana. Para aprender o que exatamente conta como um comentário “tóxico”, o programa estudou centenas de milhares de comentários de usuários que foram considerados inaceitáveis por revisores em websites como The New York Times e Wikipedia. “Todos nós estamos familiarizados com o aumento da toxicidade em torno de comentários em conversas online”, disse Cohen. “As pessoas estão deixando conversas por causa disso, e queremos capacitar publicações para trazer essas pessoas de volta”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhamamad e os Sufis

ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Fonte/Source: Robert Spencer: Good Riddance: Hijab-wearing Muslim NSC staffer quits, blames Trump, claims victim status


ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA  DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Por ROBERT SPENCER

27 de Fevereiro de 2017


Meus mais recentes artigos no FrontPage Magazine:

Rumana Ahmed

A mídia do establishment encontrou uma nova heroína: Rumana Ahmed, uma mulher Muçulmana que trabalha vestida com o seu hijab, que integrou o Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama, e que aora pediu demissão depois de oito dias no governo Trump .

Ahmed explicou: “Eu tive que partir porque era um insulto entrar no edifício mais histórico do país todos os dias sob uma administração que está lutando contra e vilipendiando tudo o que eu defendo como Americana e como Muçulmana”. Isso basta para a mídia disparar sua fúria anti-Trump com uivos hipócritas, mas como sempre, há mais nessa história do que a mídia está dizendo, e muito mais sobre Rumana Ahmed que gostariam que você não soubesse.

Em seu artigo no The Atlantic, explicando por que deixou o NSC – National Security Council, (e é importante notar que ela não foi demitida pelos seus novos patrões supostamente “Islamofóbicos”, ela pediu demissão), Ahmed usa expressões pós-9/11 de vitimização Muçulmana, que se tornaram tropos familiares entre os esquerdistas: depois de contar sua vida idílica “vivendo o sonho Americano”, ela diz: “Depois do 11 de Setembro, tudo mudaria. No auge do meu choque, horror e desgosto, tive que lidar com o medo que algumas crianças de repente tiveram de mim. Fui observada, amaldiçoada e cuspida em público e na escola. As pessoas me chamavam de “terrorista” e me disseram: “volte para seu país”.

Não surpreende que Ahmed não tenha mencionado o fato de que essa narrativa de vitimização Muçulmana foi manchada, se não completamente viciada, pelo alto número de “crimes de ódio anti-Muçulmanos” que foram falsificados por Muçulmanos. O Conselho ligado às Relações Americano-Islâmicas (CAIR) do Hamas e outros Muçulmanos em muitas ocasiões não hesitaram em rebaixar-se até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques às mesquitas e até assassinatos: um Muçulmano de Nova Jersey foi considerado culpado pelo assassinato que tentou retratar como um ataque “Islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de primeiro acusar o assassinato de “Islamofobia”.

Ahmed ainda culpou um assassinato por “Islamofobia”: “Um mundo mais duro começou a ressurgir em 2015”, escreveu no The Atlantic. “Em Fevereiro, três jovens estudantes Muçulmanos Americanos foram mortos em suas casas, em Chapel Hill, por um Islamofóbico. Tanto a mídia como a administração foram lentas ao enfrentar o ataque, como se os mortos tivessem de ser examinados antes que pudessem ser velados. Foi emocionalmente devastador.”

Na verdade, não há provas de que os assassinatos de Chapel Hill tenham sido cometidos por um “Islamofóbico”. O advogado Ripley Rand declarou no dia seguinte aos assassinatos: “Os acontecimentos de ontem não fazem parte de uma campanha contra os Muçulmanos na Carolina do Norte”. Rand disse que não havia “informações de que isso fizesse parte de um evento organizado contra Muçulmanos”. Nem surgiu desde então, embora esse fato não tenha impedido os grupos Islâmicos de advocacia de rotineiramente tratar esses assassinatos como evidência de uma onda de ódio anti-Muçulmano nos EUA. Ruhana Ahmed, no The Atlantic, encoraja essa agenda cínica e maliciosa.

Na mesma linha, Ahmed afirma: “Quando Trump pediu o banimento Muçulmano pela primeira vez, os relatos de crimes de ódio contra Muçulmanos dispararam“. Na realidade, como notou o MRC Newsbusters no final de Novembro, “Uma série desses incidentes já foram desmascarados, embora os poucos detalhes sobre a maioria das histórias faz com que seja quase impossível refutar (ou provar!)”.

Ahmed não é só desonesta; ela está conectada. Antes de trabalhar para o governo de Obama, era funcionária da associação dos estudantes Muçulmanos da Universidade de George Mason (MSA). De acordo com a Discover the Networks, a MSA “foi estabelecida principalmente por membros da Irmandade Muçulmana (MB) em Janeiro de 1963 na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign. O Teólogo Larry A. Poston da Nyack College escreve que ‘muitos dos membros fundadores dessa agência [MSA] eram membros de, ou tinha conexões com’ a Irmandade Muçulmana ou Jamaat-i-Islami.” O MSA é “uma força política radical e uma importante organização lobista da seita Wahhabi do Islã, dizendo aos estudantes que a América é uma potência imperialista e Israel uma nação opressora. Palestrantes do MSA rotineiramente vomitam libelos antissemitas e justificam o genocídio contra os Judeus que é promovido por organizações terroristas Islâmicas como o Hamas e o Hezbollah e pelo governo do Irã “.

Além disso, “um documento interno da Irmandade Muçulmana de 1991 — intitulado “Um Memorando Explicativo sobre o Objetivo Estratégico Geral para o Grupo na América do Norte” — que nomeou a MSA como uma das 29 “organizações de amigos” da Irmandade que compartilha o objetivo comum de destruir a América e transformá-la numa nação Muçulmana. Esses “amigos” foram identificados pela Irmandade como grupos que poderiam ajudar a ensinar aos Muçulmanos que seu trabalho nos Estados Unidos é uma espécie de grande Jihad para eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro e “sabotar” sua miserável casa pelas próprias mãos… de modo que… a religião de Deus <a href="sic“>Islã seja vitoriosa sobre todas as outras religiões”.

É difícil imaginar como alguém que tinha servido como funcionária numa organização dedicada a “eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro” seria tão rapidamente nomeada para o Conselho de Segurança Nacional, mas essa era a América de Barack Obama. O governo Trump está, de fato, estabelecendo um tom surpreendentemente diferente, que Rumana Ahmed considera inaceitável. Sua insatisfação e partida do NSC são boas razões para que todos os Americanos patrióticos aplaudam.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O Islã e o Desejo Pelo Poder: Entrevista Com Raymond Ibrahim

Fonte/Source: Islam’s Will to Power: An Interview with Raymond Ibrahim – Raymond Ibrahim

O Islã e o Desejo Pelo Poder:  Entrevista Com Raymond Ibrahim

Por Raymond Ibrahim

20 de Outubro de 2016

Nota do autor: Recentemente, fui entrevistado por Niram Ferretti para a publicação Italiana L'informale.
Raymond Ibrahim

De pais Coptas Egípcios e fluente em Árabe, Raymond Ibrahim está entre os estudiosos e comentaristas que, como Robert Spencer e David Horowitz, não têm medo de chamar uma espada de espada. Nesses tempos em que vivemos, envenenado pelo politicamente correto, soa como uma rajada de ar fresco.

Ele não falará do Islã como “a religião de paz”, fingindo ser algo que nunca foi. Pelo contrário, enfatizará que os jihadistas contemporâneos seguem a aplicação estrita do Alcorão, muito parecido com os reformistas protestantes com seu conceito de sola scriptura (a escritura por si só). A principal diferença é que o último geralmente não se explode, ou decapita “infiéis” ou estão comprometidos com uma luta permanente contra o Ocidente para subjugá-lo.

A razão para isso é que no Alcorão, a jihad é prescrita e Muhammad/Maomé, o exemplo perfeito para todos os Muçulmanos, foi um profeta, mas também um caudilho. Raymond Ibrahim é autor regular do David Horowitz Freedom Center e anteriormente foi diretor associado do The Middle East Forum, Raymond Ibrahim é autor do livro Crucified AgainExposing Islam’s New War on Christians e editor do seminal The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden’s Terrorist Organization.

Raymond Ibrahim aceitou gentilmente responder às nossas perguntas.

A primeira questão que gostaria de abordar é a noção generalizada de que o ISIS é, de fato, um produto da intervenção dos EUA no Iraque. A implicação é muito clara. Se os EUA não tivessem invadido o Iraque, não haveria nenhum ISIS ao redor. Qual é o seu comentário sobre isso?

Ibrahim: Fatos são fatos. Antes de os EUA invadirem, Saddam Hussein era conhecido por suprimir os movimentos Islâmicos. De fato, uma das razões para sua posterior reputação de abusar dos direitos humanos foi que estava brutalmente pisoteando os jihadistas, um rótulo que os meios de comunicação Ocidentais omitem quando falam de ditadores Árabes seculares usando meios brutais, como Assad e seus esforços contra os jihadistas. Uma década depois que Saddam foi expulso, morto e os EUA proclamaram a vitória por terem trazido “liberdade e democracia” para o Iraque, tudo o que temos que mostrar é o surgimento do ISIS, que, quando se trata de abusos de direitos humanos, faz Saddam parecer um Papai Noel.

Costumo olhar para a situação das minorias Cristãs nos países Muçulmanos para entender a natureza daqueles que governam. Sob Saddam, eles e suas igrejas foram protegidos; o ano em que os Estados Unidos trouxeram “liberdade e democracia” ao Iraque, os Cristãos foram perseguidos e dezenas de igrejas bombardeadas. Aliás, não é apenas no Iraque que a intervenção Americana deu origem ao ISIS. Líbia e Síria também fazem parte do califado do ISIS, e mais uma vez, graças aos Estados Unidos pavimentando o caminho ao expulsar Gaddafi e tentar derrubar Assad. Eu não pretendo saber a razão por trás desse fenômeno, mas os fatos falam por si mesmos: onde os EUA expulsam homens fortes Árabes seculares — cujos abusos de direitos humanos estavam muitas vezes dentro de um contexto para combater ainda mais os abusos de direitos humanos que os jihadistas/ISIS seguem.

O antiamericanismo continua forte entre os esquerdistas tanto na Europa como nos Estados Unidos. Pessoas como Noam Chomsky espalharam a noção de que os EUA são a encarnação do mal junto com Israel, visto como seu proxy no Oriente Médio. Quais são os principais fatores, segundo você, por trás dessa atitude?

Ibrahim: Em última análise, acredito que essas opiniões se baseiam menos em fatos objetivos e mais em distorções subjetivas da história. A visão dominante hoje é que, pelo menos historicamente, homens brancos e Cristãos são a fonte de todo o mal no planeta Terra; Portanto, o mínimo que podem fazer por meio de reparações é serem passivos, enquanto Muçulmanos e outros do terceiro mundo convivem com seus tormentos crescentes — que se manifestam nas atrocidades contra os não-Muçulmanos, incluindo Ocidentais. Assim, sempre que os EUA ou Israel fazem qualquer coisa para defender seus interesses e a segurança, o qual deveria considerado absolutamente normal e padrão para outras nações, especialmente as não-Ocidentais, a esquerda chora injustamente, racismo, etc.

Os apologistas do Islã nos dizem que o Islã é uma parte muito importante do Ocidente, pois ajudou a moldar nossa cultura com suas inovações quando ainda era um império. Aqui na Itália um renomado historiador, Franco Cardini, disse recentemente que “o Islã está na base da modernidade”. Qual é a sua opinião pessoal?

Ibrahim: Esse ponto de vista é apenas mais um exemplo de como a verdadeira história do Islã e da Europa foi tão profundamente distorcida e deformada visando glorificar o Islã e humilhar a Europa anteriormente Cristã. A realidade e a história — como registradas pelos historiadores mais renomados do Islã — têm uma história muito diferente a contar, uma história que é conhecida pela criança mediana Europeia, mas que agora virou “tabu” reconhecer isto: a guerra ou a jihad na Europa é a verdadeira história do Islã e do Ocidente. Considere alguns fatos por um momento: Uma década após o nascimento do Islã no século 7, a jihad explodiu fora da Arábia. Dois terços do que era então a Cristandade foram conquistados permanentemente e grande parte de sua população foi posta à espada e/ou pressionada a se converter, de modo que quase ninguém percebe hoje que a Síria, o Egito e toda a África do Norte foram os centros do Cristianismo. Depois foi a vez da Europa. Entre outras nações e territórios que foram atacados e/ou estavam sob a dominação Muçulmana são — dando os seus nomes modernos, mas não necessariamente nesta ordem: Portugal, Espanha, França, Itália, Sicília, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Rússia, Polônia, Bulgária, Ucrânia, Lituânia, Roménia, Albânia, Sérvia, Arménia, Geórgia, Creta, Chipre, Croácia, etc.

Em 846 Roma foi saqueada e o Vaticano contaminado por invasores Árabes Muçulmanos; Cerca de 600 anos depois, em 1453, a outra grande basílica da Cristandade, a Santa Sofia (ou Hagia Sophia) foi conquistada permanentemente pelos Turcos Muçulmanos. As poucas regiões Europeias que escaparam da ocupação Islâmica direta, devido ao seu afastamento à noroeste incluem a Grã-Bretanha, Escandinávia e Alemanha. Isso, naturalmente, não significa que não foram atacados pelo Islã. Na verdade, no extremo noroeste da Europa, na Islândia, os Cristãos costumavam rezar para que Deus os salvasse do “terror Turco”. Até 1627 corsários Muçulmanos invadiram a ilha Cristã capturando quatrocentos cativos, e os vendendo nos mercados de escravos da Argélia. Nem a América escapou. Poucos anos após a formação dos Estados Unidos, em 1800, navios mercantes Americanos no Mediterrâneo foram saqueados e seus marinheiros escravizados por corsários Muçulmanos. O embaixador de Trípoli explicou a Thomas Jefferson que era um “direito e dever dos Muçulmanos fazer guerra contra os [não-Muçulmanos] onde quer que pudessem ser encontrados e escravizar tantos quantos pudessem tomar como prisioneiros”. Cerca de um milênio — pontuado pelas Cruzadas —refutação que o Ocidente moderno está obcecado em demonizar — o Islã diariamente representou uma ameaça existencial à Europa Cristã e, por extensão, à civilização Ocidental. Neste contexto, do que adianta destacar as aberrações? Mesmo aquela exceção periférica que tantos acadêmicos Ocidentais tentam usar como regra — a Espanha Islâmica – foi recentemente desmentida como fraude no livro de Dario Fernández-Morera — The Myth of the Andalusian Paradise. O Islã se apresenta como a verdadeira e definitiva religião da humanidade. O Judaísmo e o Cristianismo na visão Islâmica são vistos como profundamente defeituosos e corrompidos. De acordo com o Islã, o profeta Muçulmano Jesus virá no Dia do Juízo Final para destruir todas as cruzes e expor a falsidade do próprio Cristianismo. Não obstante, o Papa continua chamando o Islã de religião de paz e o apresenta somente sob uma luz favorável. De acordo com você, é apenas prudência política ou algo mais?

Ibrahim: Este papa enxerga a si mesmo como diplomata e político, não como um líder espiritual, e certamente não como defensor dos Cristãos. É uma pena, uma vez que em toda Europa, historicamente foram os papas Católicos que mais compreenderam os perigos do Islamismo — físico e espiritual — especialmente para os irmãos Cristãos. No entanto, ele se recusa firmemente  associar o Islã à violência. Mesmo quando um jornalista o perguntou se o padre Francês de 85 anos, Padre Jacques, recentemente assassinado, foi “morto em nome do Islã“, Francis discordou veementemente; argumentou que ouve falar de Cristãos que cometem violência todos os dias na Itália: “Aquele que assassinou sua namorada, outro que assassinou a sogra… e esses são batizados como Católicos! Há Católicos violentos! Se falo de violência Islâmica, devo falar de violência Católica. “Aparentemente, para o Papa Francisco, a violência feita de acordo com os mandamentos de Alá não é mais preocupante do que a violência feita em contradição com os mandamentos do Deus Judeu-Cristão. Por essa lógica perversa, se responsabilizamos o Islã, então devemos responsabilizar o Cristianismo — independentemente do fato de que o Islã justifica a violência enquanto o Cristianismo a condena. E quando se encontrou com os familiares e os sobreviventes do Dia da Bastilha — outro ataque Islâmico que custou a vida a 86 e feriu centenas — disse: “Precisamos iniciar um diálogo sincero e ter relações fraternas entre todos, especialmente com aqueles que acreditam num único Deus que é misericordioso”, uma referência aos Muçulmanos monoteístas. Acrescentou que isso era “uma prioridade urgente… Só podemos responder aos ataques do Diabo com as obras de Deus, que são o perdão, o amor e o respeito pelo outro, mesmo que sejam diferentes.” Esta é certamente uma abordagem diferente da do seu corajoso homônimo. E também é fútil o vis-à-vis com o Islã, o qual só vai tirar proveito. Como alguém pode ter “relações fraternas” com adeptos de uma religião que exorta o ódio a todos os não-Muçulmanos, incluindo seus membros familiares e esposas? Mesmo o Alcorão 60:4, exorta os Muçulmanos ao “ódio eterno” a todos os não-Muçulmanos.

Alguma chance do Islã acomodar-se aos valores Ocidentais, e se isso for possível, com que base?

Ibrahim: Para que o Islã possa acomodar os valores Ocidentais, primeiro terá de deixar de ser o Islã. Inúmeras formas de comportamento que antagonizam diretamente os valores Ocidentais são exigidas no Alcorão e/ou Hadith, e os ulemás, estão de acordo: morte aos apóstatas e blasfemos, subjugação de mulheres Muçulmanas, escravização sexual de mulheres não-Muçulmanas, poligamia, casamento com crianças, banimento e destruição dos locais de culto não-Muçulmanos e suas escrituras, e a inimizade com os não-Muçulmanos — não são menos Islâmicos do que a oração e o jejum.

Mesmo as atrocidades do Estado Islâmico — tal como triunfando sobre os corpos mutilados de “infiéis” e sorrindo enquanto posam com as cabeças decapitadas — encontram apoio no Alcorão e nas histórias do profeta. Para examinar profundamente o quanto o Islã antagoniza diretamente os valores Ocidentais, considere as descobertas de um artigo em língua Árabe do Dr. Ahmed Ibrahim Khadr. Ele lista uma série de coisas que a corrente principal Muçulmana apoia, mesmo contradizendo diretamente os valores Ocidentais. A lista inclui (sem surpresa): demandas para um califado regido de acordo com a Sharia e que se expanda sobre o território “infiel” através da jihad; Morte para qualquer pessoa vocalmente crítica do Islã ou Muhammad; perseguição de Muçulmanos que tentam deixar o Islã; rejeição da igualdade para Cristãos e Judeus num estado Muçulmano; rejeição da igualdade entre mulheres e homens; e assim por diante.

Qualquer um que entenda como o Islã é realmente articulado, sabe que a afirmação de que é “possível ser um liberal Ocidental pertencente à principal corrente Muçulmana”, como o prefeito Muçulmano de Londres disse recentemente, é um oxímoro grotesco. É o mesmo que dizer que é possível ajustar uma cavilha quadrada através de um buraco redondo. Não funciona — a não ser, é claro, que alguém o force com um martelo, quebrando partes da cavilha, ou seja, o Muçulmano ou destruindo a superfície do buraco, isto é, a sociedade Ocidental.

O Islã é um sistema religioso político desde a sua criação. Você subscreveria a noção de que é realmente uma ideologia com um revestimento religioso, ou há algo realmente religioso sobre ele? Estou pensando nos místicos Islâmicos e nos Sufis, por exemplo.

Ibrahim: Em última análise, não importa: mesmo que tenha um revestimento religioso envolvido, é certamente uma ideologia política, especialmente no período inicial. Quando olhamos a vida de seu fundador, o profeta Muhammad, tudo isso fica simplesmente claro. Quando era meramente um pregador impotente em Meca, só tinha um pequeno grupo de seguidores; quando foi para Medina e se tornou um caudilho e bandido de caravanas — e quando seus seguidores começaram a enriquecer com as pilhagens — suas fileiras começaram a inchar.

Muitas são as recompensas mundanas, incentivos e privilégios — para não falar das recompensas “mundanas” (sexo com mulheres sobrenaturais) no futuro — que recebem por ser um Muçulmano: se você luta pelo empoderamento do Islã contra os não-Muçulmanos então pode mentir, enganar, matar, roubar, escravizar e estuprar. Inúmeros são os Muçulmanos, passado ​​e presente, que se juntaram ao movimento Islâmico precisamente por essas prerrogativas. Dito isto, acredito que alguns Muçulmanos tentam transformar o Islã em algo mais espiritual por causa própria. Mas, isso não muda o fato de que outros o usam pelo seu propósito original de conquista e saque.

Uma das declarações mais repetidas sobre o terrorismo Islâmico é que ele é um produto de vários grupos fanáticos. A maioria dos Muçulmanos são moderados e nunca irão sair por aí decapitando pessoas ou explodindo a si mesmos. Essas evidências são conclusivas?

Ibrahim: Sim e não. Pode ser verdade que muitos Muçulmanos não querem decapitar pessoas ou detonar-se, mas isso é porque não estão comprometidos ou interessados ​​no Islã além do básico para a sobrevivência. No entanto, é errado pensar que “o terrorismo Islâmico é…. produto de vários grupos de fanáticos”. O terrorismo é na verdade um produto do Alcorão e do exemplo do profeta — as duas coisas que todos os Muçulmanos são obrigados a seguir. E enquanto esses dois pilares do Islã existirem, terão adeptos, mesmo que a maioria dos nomeados Muçulmanos — que não se atreve a apostatar devido à pena de morte do Islã — não o siga literalmente.

O Islã tem sido profundamente dividido em si mesmo a partir da morte de Muhammad em 632. Parece que a guerra e os conflitos são inatos no mundo Muçulmano. Você concorda?

Ibrahim: Sim. Talvez o aspecto mais definidor do Islã seja a busca do poder absoluto — poder sobre todos os outros, sejam eles infiéis, mulheres, os tipos errados de Muçulmanos, ad infinitum. Assim, e apesar de algumas das suas imposições contra, por exemplo, matar Muçulmanos, os Muçulmanos massacraram e continuam massacrando uns aos outros, em nome do Islã.

Podemos dizer que o wahhabismo está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo, ou é um ponto de vista reducionista?

Ibrahim: Podemos dizer isso, mas seria muito mais preciso dizer que uma leitura literal dos principais textos do Islã “está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo”. Afinal de contas, isso é o que significa “Wahhabismo”. Aliás, nenhum Wahhabi chama ou vê a si mesmo como um Wahhabi, — uma palavra usada com frequência no Ocidente para distanciar o Islã da violência e da intolerância — veem a si mesmos simplesmente como Muçulmanos que literalmente modelam suas vidas através dos ensinamentos de Muhammad/Maomé e Alcorão.

Qual é a sua opinião sobre a aliança de longa data entre os EUA e a Arábia Saudita, que está entre os mais estritos estados wahhabitas. A realpolitik justifica tudo?

Ibrahim: Eu acho que é uma aliança repugnante e vergonhosa que transforma tudo o que os EUA representam em piada. Além disso a realpolitik não é a raiz do problema. Afinal, os EUA e todo o mundo livre poderiam facilmente colocar a Arábia Saudita de joelhos e forçá-los a uma reforma ou então seu petróleo poderia ser apreendido — e na verdade deve, visto que, com essa receita, a Arábia Saudita gasta 100 bilhões anualmente radicalizando Muçulmanos em todo o mundo, tal como a sua criação, o ISIS. O conhecimento da Arábia Saudita sobre tudo isso é uma das principais razões pelas quais pagam milhões aos políticos Ocidentais entre outros, que em troca se postam diante dos Ocidentais e falam da Arábia Saudita como um “aliado fiel”, cuja ajuda na “luta contra o terrorismo” é ” indispensável”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE OS SUPREMACISTAS ISLÂMICOS E OS ESQUERDISTAS RADICAIS DETESTAM O DIA DOS NAMORADOS

Fonte/Source: Hating Valentine’s — Why Islamic Supremacists and Radical Leftists Loathe the Day of Love

POR QUE OS SUPREMACISTAS ISLÂMICOS E OS ESQUERDISTAS RADICAIS DETESTAM O DIA DOS NAMORADOS

Por JAMIE GLAZOV

14 de Fevereiro de 2017

valentines

Hoje, 14 de Fevereiro, é Dia dos Namorados (nos Estados Unidos), um dia sagrado o, que companheiros íntimos marcam para celebrar o amor e o afeto de uns pelos outros. Se você está pensando em fazer um estudo sobre como os casais celebram este dia, o mundo Muçulmano e o meio social da Esquerda radical não são lugares que você deva gastar seu tempo. Na verdade, é muito difícil superar os Islamistas e os “progressistas” quando se trata de ódio ao Dia dos Namorados. E esse ódio é precisamente o território sobre o qual se forma o romance contemporâneo entre a Esquerda e a Supremacia Islâmica.

O trem nunca chega tarde: todos os anos no Dia dos Namorados, o mundo Muçulmano entra em erupção com raiva feroz, com os seus líderes fazendo tudo o que está ao seu alcance para sufocar a festa que vem com a celebração do romance privado. Os Imãs em todo o mundo trovejam contra os Namorados todos os anos — e a celebração do próprio dia é literalmente proscrita nos estados Islâmicos.

Este ano, por exemplo, a Suprema Corte de Islamabad, no Paquistão, proibiu a celebração do Dia dos Namorados em locais públicos e em nível oficial, e proibiu todos os meios eletrônicos e impressos de cobrir qualquer festa ou mencionar a ocasião. Várias cidades de maioria Muçulmana através da Indonésia, entretanto, proibiram as pessoas de celebrar o dia. Na cidade de Surabaya, um grupo de alunos de uma escola, que incluiu muitas meninas vestindo o hijab, denunciou o Dia dos Namorados. Na Malásia predominantemente Muçulmana, o grupo Associação Nacional de Juventude Muçulmana ordenou as mulheres, numa mensagem precedendo o Dia dos Namorados, para não usar emotivos e perfumes.

No ano passado, o Paquistão também proibiu o Dia dos Namorados, chamando-o de “insulto” ao Islã e alertando sobre uma ação “severa” contra qualquer pessoa que ousar celebrar esse dia em qualquer parte de Islamabad. No passado, as atividades do Dia dos Namorados foram interrompidas pelo Jamaat-e-Islami, o principal partido religioso do Paquistão, mas nos últimos dois anos o estado e a corte envolveram-se para proibir a celebração. De volta ao Dia dos Namorados no Paquistão em 2013, os partidários do Jamat-e-Islami saíram às ruas em Peshawar para denunciar veementemente o Dia do Amor. Demonizando-o como “anti-Islâmico”, manifestantes Muçulmanos gritaram que o dia tinha “difundido imodéstia no mundo”. Shahzad Ahmed, líder local da ala estudantil de Jamat-e-Islami, declarou que a organização não vai “permitir” qualquer cerimônia no Dia dos Namorados, advertindo que se a aplicação da lei Paquistanesa não impedir que Paquistaneses realizem tais cerimônias, então Jamat-e-Islami impedirá, “do nosso jeito.” Khalid Waqas Chamkani, um líder do Jamat-e-Islami, chama o Dia dos Namorados de “um dia vergonhoso.”

Essas forças Islâmicas no Paquistão não podem, naturalmente, impedir completamente que os casais demonstrem amor uns aos outros nesse dia especial, e muitos Paquistaneses ainda misteriosamente comemoram o Dia dos Namorados e trocam presentes em segredo.

No Irã, Arábia Saudita e na Indonésia no ano passado, como sempre, o Dia dos Namorados foi proibido. Sob o regime Islâmico no Irã, por exemplo, qualquer venda ou promoção de itens relacionados ao Dia dos Namorados, incluindo o intercâmbio de presentes, flores e cartões, é ilegal. A polícia Iraniana consistentemente adverte os varejistas contra a promoção das comemorações do Dia dos Namorados.

Ao longo dos anos, líderes religiosos Islâmicos e autoridades da Malásia alertaram os Muçulmanos contra a celebração do Dia dos Namorados. Na Arábia Saudita, a polícia da moralidade proíbe a venda de todos os itens do Dia dos Namorados, forçando os lojistas a removerem os itens vermelhos, porque o dia é considerado um feriado Cristão.

Malásia e Arábia Saudita estão carregando a tocha para o Conselho Indonésio Ulema em Dumai, Riau, e para a Agência de Educação, Juventude e Desporto em Mataram (sic), West Nusa Tenggara, onde ambos, todos os anos, emitem um aviso terrível a todas as pessoas contra a celebração do Dia dos Namorados, afirmando que o Dia do Amor “é contra o Islã”. Isso é porque, como o julgamento do Conselho Indonésio Ulema de 2011 explicou, o Dia dos Namorados levam os jovens para um “mundo sombrio“.

O assistente do chefe mufti Mat Jais Kamos, da Malásia, sempre mantém sua mente focada nesse mundo sombrio e, em 2014, poucos dias antes do Dia dos Namorados, ordenou que os jovens ficassem longe da celebração do Dia do Amor: “A celebração enfatiza o relacionamento entre dois indivíduos, ao invés do amor entre os membros da família ou casais casados”, afirmou, e funcionários do departamento apoiaram seu comando distribuindo panfletos para lembrar aos Muçulmanos da proibição em 2006 do Dia dos Namorados emitido pelo conselho fatwa de estado (sic). No Uzbequistão Islâmico, entretanto, várias universidades habitualmente se asseguram de que os estudantes assinem contratos prometendo não festejar o Dia dos Namorados.

Todos esses protestos Islâmicos contra o Dia dos Namorados refletem uma miríade de outros esforços para sufocar o dia do amor durante a Guerra Muçulmana. Por exemplo, na província de Aceh, na Indonésia, todos os anos, os clérigos Muçulmanos enviam severos avisos aos Muçulmanos contra a observação do Dia dos Namorados. Tgk Feisal, secretário-geral da Associação Aceh Ulema (HUDA), afirmou que “é haram para os Muçulmanos observarem o Dia dos Namorados porque não está de acordo com a Sharia Islâmica”. Enfatizou que o governo deve estar atento aos jovens que participam das atividades do Dia dos Namorados em Aceh. Só podemos imaginar o que acontece com os culpados.

Como mencionado, os Sauditas sempre punem o menor indício de celebração do Dia dos Namorados. O Reino e sua polícia religiosa sempre emitem oficialmente uma severa advertência para que qualquer um que tenha sido apanhado, até mesmo pensando no Dia dos Namorados, sofrerá algumas das mais dolorosas penalidades da Lei da Sharia. Daniel Pipes documentou como o regime Saudita toma uma posição firme contra o dia dos Namorados a cada ano e como a polícia religiosa Saudita monitora as lojas que vendem rosas e outros presentes.

Trabalhadores Cristãos estrangeiros que vivem na Arábia Saudita provenientes das Filipinas, entre outros países, sempre tomam precauções extras, atendendo a advertência dos Sauditas, especificamente evitando cumprimentar alguém com as palavras “Feliz Dia dos Namorados” ou trocar qualquer presente que cheira romance. Um porta-voz de um grupo de trabalhadores Filipinos comentou:

 “Estamos pedindo aos colegas Filipinos no Oriente Médio, especialmente os amantes, para celebrarem o Dia dos Namorados secretamente e com muito cuidado.”

Os déspotas Iranianos, entretanto, como mencionado acima, tentam consistentemente certificar-se de que os Sauditas não os superam em aniquilação do Dia dos Namorados. A polícia da “moralidade” do Irã ordena severamente que as lojas para removam as decorações com corações, flores e imagens de casais que se abraçam nesse dia — e a qualquer hora em torno desse dia.

Típico dessa patologia no mundo Islâmico foi um acontecimento testemunhado em 10 de Fevereiro de 2006, quando as ativistas do grupo Islâmico radical Dukhtaran-e-Millat (Filhas da Comunidade), em Caxemira, criaram um tumulto em Srinagar, a principal cidade da parte Indiana de Caxemira. Cerca de duas dúzias de mulheres Muçulmanas com véu negro invadiram lojas de presentes e papelarias, queimando cartões do Dia dos Namorados e cartazes mostrando casais unidos.

No Ocidente, entretanto, as feministas Esquerdistas não devem ser superadas pelos seus aliados Islâmicos por criticar — e tentar exterminar — o Dia dos Namorados. Ao longo de muitos Programas de Estudos sobre a Mulher em campi Americanos, por exemplo, você encontrará a demonização desse dia, visto que, como os discípulos de Andrea Dworkin explicam com raiva, o dia é uma manifestação de como os patriarcas capitalistas e homofóbicos lavam o cérebro e oprimem as mulheres — e as empurram para dentro das esferas da impotência.

Como um indivíduo que passou mais de uma década na academia, tive o privilégio de testemunhar essa guerra contra o Dia dos Namorados de perto e de forma pessoal. Ícones feministas como Jane Fonda, entretanto, ajudam a liderar o ataque ao Dia dos Namorados na sociedade em geral. Como David Horowitz documentou, Fonda liderou a campanha para transformar esse dia especial em “V-Day” (“Dia da Violência contra a Mulher”) — como já mencionado, quando tudo se resume a isso, um dia de ódio, caracterizado pela acusação em massa dos homens.”

Então, o que exatamente está acontecendo aqui? O que explica esse ódio ao Dia dos Namorados por feministas Esquerdistas e Islamistas? E como e por que isso serve como vínculo sagrado que une a Esquerda e o Islã nessa festa de ódio?

A questão central na fundação desse fenômeno é que o Islã e a esquerda radical criticam a noção do amor privado, uma entidade não tangível e divina que atrai os indivíduos uns aos outros e, portanto, não permite que se submetam a uma divindade secular.

O objetivo mais elevado do Islã e da esquerda radical é claro: romper a sagrada intimidade que um homem e uma mulher podem compartilhar, pois esse vínculo é inacessível à ordem. A história, portanto, demonstra como o Islã e o Comunismo travam uma guerra feroz contra qualquer tipo de amor privado e não regulado. No caso do Islã, a realidade é sintetizada em suas estruturas monstruosas de apartheid de gênero e o terror que o mantém no lugar. De fato, a sexualidade e a liberdade femininas são demonizadas, consequentemente, o véu forçado, o casamento forçado, a mutilação genital feminina, os crimes de honra e outras monstruosidades misóginas, partes obrigatórias do paradigma sádico.

A natureza puritana dos sistemas totalitários (Fascista, Comunista ou Islâmico) é outra manifestação desse fenômeno. Na Rússia Stalinista, o prazer sexual era retratado como anti-socialista e contrarrevolucionário. Sociedades Comunistas mais recentes também travaram uma guerra contra a sexualidade — uma guerra que, como sabemos, o Islã trava com ferocidade semelhante. Essas estruturas totalitaristas não podem sobreviver em ambientes cheios de indivíduos interessados em si mesmos e que buscam o prazer, que priorizam a devoção à outros seres humanos individuais acima do coletivo e do Estado. Como o Esquerdista visceralmente odeia a noção e a realidade do amor pessoal e “o casal”,  defendendo a imposição do puritanismo totalitário pelos regimes despóticos que tanto adora.

Os famosos romances da distopia do século XX, Yevgeny Zamyatin’s We, George Orwell’s 1984, e Aldous Huxley’s Brave New World, retratam poderosamente o assalto da sociedade totalitária ao domínio do amor pessoal com sua violenta tentativa de desumanizar os seres humanos e submetê-los completamente à sua regra. Em Zamyatin’s We, o mais antigo dos três romances, o regime despótico mantém os seres humanos em linha, dando-lhes licença para a promiscuidade sexual regulamentada, enquanto o amor privado é ilegal. O herói quebra as regras com uma mulher que o seduz — não só no amor proibido, mas também na luta contrarrevolucionária. No fim, a totalidade força o herói, como o resto da população mundial, a sofrerem a Grande Operação, que aniquila a parte do cérebro que dá vida à paixão e à imaginação e, portanto, gera o potencial de amor. Em 1984 de Orwell, o personagem principal acaba sendo torturado e inutilizado pelo Ministério da Verdade por estar envolvido com um comportamento proscrito de amor não regulamentado. No Mundo Bravo de Huxley, a promiscuidade é encorajada — todos têm relações sexuais com todos sob as regras do regime, mas ninguém tem permissão para estabelecer uma conexão privada, profunda e independente.

No entanto, como demonstram esses romances, nenhuma tentativa tirânica de transformar os seres humanos em robôs obedientes pode ter sucesso. Há sempre alguém que tem dúvidas, que é desconfortável, e que questiona a divindade secular — mesmo que fosse mais seguro se conformar como todos os outros. O desejo que, portanto, supera o instinto de autopreservação é a paixão erótica. E é por isso que o amor apresenta tal ameaça à ordem totalitária: ousa servir a si mesmo. É uma força mais poderosa do que o medo, que permeia tudo, que uma ordem totalitária precisa impor para sobreviver. Os engenheiros sociais Esquerdistas e Muçulmanos acreditam, portanto, que a estrada rumo à redenção terrena (sob uma sociedade sem classes ou a Sharia) só tem uma chance se o amor e a afeição privada forem purgados da condição humana.

É exatamente por isso que, quarenta anos atrás, como bem demonstraram Peter Collier e David Horowitz em Destructive Generation, o ‘Weather Underground’ não só travou uma guerra contra a sociedade Americana por meio da violência e do caos, mas também travou uma guerra contra o amor privado dentro de suas próprias fileiras. Bill Ayers, um dos principais terroristas do grupo, argumentou num discurso defendendo a campanha:

Qualquer noção de que as pessoas possam ter responsabilidade por uma pessoa, que elas possam ter isso “de fora” — temos de destruir essa noção para construir um coletivo; Temos de destruir todos os “de fora”, para destruir a noção de que as pessoas podem se apoiar numa pessoa e não serem responsáveis para com o todo coletivo.”

Assim, o ‘Weather Underground’ destruiu quaisquer sinais de monogamia dentro de suas fileiras e casais foram forçados, — alguns dos quais haviam estado juntos durante anos, — a admitir seu “erro político” e separar-se. Como seu ícone Margaret Mead, eles lutaram contra as noções de amor romântico, ciúme e outras manifestações “opressivas” de intimidade e compromisso individual. Isso foi seguido por sexo em grupo forçado e “orgias nacionais”, cujo principal objetivo era esmagar o espírito do individualismo. Isto constituiu uma repetição misteriosa da promiscuidade sexual que foi encorajada (enquanto o amor privado era proibido) em We, 1984, e em Brave New World.

Torna-se completamente compreensível, por esse motivo, o porquê dos crentes Esquerdistas terem sido inspirados pelas tiranias da União Soviética, China Comunista, Vietnã do Norte Comunista e muitos outros países. Como o sociólogo Paul Hollander documentou em seu clássico Political Pilgrims, os companheiros de viagem ficaram especialmente encantados com o vestido dessexualizado que o regime Maoísta impunha aos seus cidadãos. Isso satisfez imediatamente o desejo da Esquerda pela identidade forçada e o imperativo de apagar as atrações entre cidadãos particulares. Como demonstrei no United in Hate, a roupa unissex dos Maoístas encontra seu paralelo no mandato do Islamismo fundamentalista para que os revestimentos sem forma sejam usados por homens e mulheres. O “uniforme” coletivo simboliza a submissão a uma entidade superior e frustra a expressão individual, a atração física mútua, a conexão e a afeição privada. E assim, mais uma vez, o Esquerdista Ocidental permanece não apenas acrítico, mas completamente apoiante — e encantado — nesta forma de puritanismo totalitário.

É precisamente por isso que as feministas de Esquerda, hoje em dia, não condenam o véu forçado das mulheres no mundo Islâmico; porque suportam tudo o que o véu forçado gera. Não deve ser nenhuma surpresa, portanto, que Naomi Wolf acha o hijab “sexy”. E não deveria ser nenhuma surpresa que o Professor de Antropologia de Oslo, Dr. Unni Wikan, tenha encontrado uma solução para a alta incidência de Muçulmanos violando a mulher Norueguesa: o estuprador não deve ser punido, mas as mulheres Norueguesas precisam usar o véu.

O Dia dos Namorados é um “dia vergonhoso” para o mundo Muçulmano e para a Esquerda radical. É vergonhoso porque o amor privado é considerado obsceno, pois ameaça o mais alto dos valores: a necessidade de uma ordem totalitária para atrair a atenção completa e indivisa, a lealdade e a veneração de cada cidadão. O amor serve como a ameaça mais letal para os tiranos que procuram construir a Sharia e uma utopia sem classes na terra, e assim esses tiranos anseiam pela aniquilação de cada ingrediente do homem que cheira a qualquer coisa que significa ser humano.

E assim, precisamente por estarmos refletindo sobre o Dia dos Namorados anteriores, é que somos lembrados da esperança que podemos realisticamente ter na nossa batalha contra a feia e perniciosa Aliança Profana (Unholy Allianceque procura destruir nossa civilização.

Esse dia nos lembra que temos uma arma, o arsenal mais poderoso da face da terra, diante do qual os déspotas e os terroristas tremem e se agitam, e correm horrorizados pelas sombras da escuridão, evitando desesperadamente sua luz penetrante.

Esse arsenal é amor.

E nenhuma guarda Maoísta Vermelha ou polícia Saudita Islâmico-Fascista conseguiu derrubar — por mais que batessem e torturassem suas vítimas. E nenhum jihadista da Al-Qaeda no Paquistão ou Feminazi em qualquer campus Americano conseguirá sufocá-lo, não importa o quão ferozmente cobiçam desinfetar o homem do quem e do que ele é.

O amor prevalecerá.

Vida Longa ao Dia dos Namorados!


Para obter toda a história sobre a guerra do Islã e da Esquerda contra o amor privado, veja o livro de Jamie Glazov ” United in Hate: The Left’s Romance With Tyranny and Terror “.

 Jamie Glazov é o Editor da Frontpagemag.com. Ele possui um Ph.D. em História com especialidade em Rússia, nos EUA e na política externa Canadense. Ele é o autor do United in Hate, o apresentador da web-TV show, The Glazov Gang, e pode ser contatado via:  jamieglazov11@gmail.com.



Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hugh Fitzgerald: O Islã e a Propaganda de Guerra (Parte I): Versão Impressa e Online

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Islam and the Propaganda War (Part I): In Print and Online

Hugh Fitzgerald:
O Islã e a Propaganda de Guerra (Parte I):
Versão Impressa e Online

Por HUGH FITZGERALD

10 de Fevereiro de 2017

Entre as muitas armas do governo Americano durante a Guerra Fria estavam os programas para disseminar, por trás da Cortina de Ferro, e especialmente na União Soviética, informações que expunham as crueldades do Comunismo. Milhões na Europa Oriental ouviram a Radio Free Europe, milhões na União Soviética ouviram a Radio Liberty e em toda parte as pessoas ouviram as transmissões da Voz da América. Havia também um programa sobre publicações, incluindo centenas de edições publicadas pela C.I.A., muitas vezes fáceis de esconder — formato pequeno, papéis feitos de casca de cebola — cópias, de novelas distópicas como a Revolução dos Bichos (Animal Farm) de Orwell e 1984, estudos econômicos e históricos do capitalista Estados Unidos, até mesmo ficção de escritores Russos émigré. Tais livros foram disponibilizados aos visitantes Soviéticos na Europa. Embora confiável o suficiente pelo Estado Soviético para ser permitido em missões (e.g., intelectuais Soviéticos enviados para as intermináveis ​​conferências de “Paz”), muitos desses visitantes aceitaram voluntariamente esses livros. Alguns os leram e depois os deixaram para trás; Outros, mais ousados, contrabandearam esses livros quando voltaram para a União Soviética, passando de leitor para leitor, com várias cópias feitas muitas vezes, ao estilo samizdat (ou seja, cópia clandestina, à mão, distribuído por indivíduos, de textos censurados pelas autoridades Comunistas), por datilógrafos incansáveis.

A ampla visão da C.I.A. ajudou a afastar as pessoas do Comunismo, e descobriu que dando-lhes um vislumbre da liberdade de expressão — via literatura, arte, música do mundo livre — poderiam então comparar com a aridez de suas vidas reguladas e constritas, tornadas miseráveis ​​pelo Comunismo, e isso foi particularmente eficaz.

Por exemplo, na Voz da América havia um programa de música, Voz do Jazz, apresentado por Willis Conover, um nome pouco conhecido na América, mas muito conhecido sobretudo na Rússia, onde as pessoas ouviam o seu programa de jazz Americano, ouvido em rádios de ondas curtas, apesar de estático, e os ouvintes puderam ter um vislumbre auditivo do outro mundo, de uma liberdade emocionante, deixando os ouvintes Soviético mesmerizados. Nada abertamente político foi transmitido, mas a apresentação de um outro mundo — América! Dzhazz! — teve um impacto político, fez as pessoas ansiarem ainda mais por algo diferente da vida cinzenta Soviética.

Outro exemplo do Kulturkampf conduzido durante a Guerra Fria foi o Congresso para a Liberdade Cultural, fundado em 1950 e com apoio financeiro da C.I.A., que patrocinava conferências e reuniões de intelectuais anticomunistas, muitos deles de esquerda, e alguns deles ex-comunistas, no Ocidente, e também publicou uma revista mensal, Encounter, que possivelmente era talvez a melhor revista do mundo na língua Inglesa, cobrindo arte, literatura, música, filosofia, história, ficção, poesia, tudo isso para uma audiência específica, como as reuniões do próprio Congresso, por meio dos intelectuais Ocidentais. Evidentemente, também haviam relatos manifestamente políticos sobre os partidos Comunistas no Ocidente (especialmente Itália e França, onde os partidos ainda eram muito fortes nos anos 50 e 60) e sobre a vida por trás da Cortina de Ferro.

É perturbador comparar a campanha multifacetada durante a Guerra Fria para minar um implacável inimigo ideológico, — uma campanha que foi bem sucedida, tanto para enfraquecer qualquer fé residual no Comunismo, na Rússia e Europa Oriental, como para manter os intelectuais Ocidentais no campo democrático liberal, — com o modesto e quase inexistente esforço que os infiéis do mundo estão fazendo agora para combater a ideologia do Islã, seu evidente apelo a alguns no Ocidente e sua ininterrupta influencia em Dar al-Islã (Casa do Islã). O fato de que isso seja assim deve-se, em grande parte, do Islã apresentar-se como uma religião, e não como o que sabemos ser, tanto uma religião como um sistema político que tenta regular todas as áreas da vida, desde o mais caseiro e íntimo dos detalhes domésticos até as relações geopolíticas. E como “religião”, é muitas vezes tratado com luvas de pelica, como se esse mero rótulo o tornasse fora dos limites da crítica, fornecendo a ideologia com um escudo protetor invisível. Quanto mais atenção for dada aos aspectos do Islã que sugerem não uma religião, mas um culto, um culto do qual você não tem permissão para sair, melhor.

Infelizmente para nós, o Islã é a menos pacífica, a mais perigosa, das religiões do mundo, e temos o dever de compreender a ideologia do Islã, a fim de nos protegermos melhor. O Islã baseia-se numa divisão intransigente do mundo entre crentes e infiéis, Muçulmanos e não-Muçulmanos. É um dever dos Muçulmanos conduzir a Jihad contra os não-Muçulmanos, por meios violentos, se necessário, e uma vez subjugados, oferecer-lhes a opção de conversão ao Islã, ou morte, ou status inferior permanente como dhimmis, sujeito a uma série de deficiências políticas, econômicas e sociais. Além disso, é dever dos Muçulmanos expandir o território de Dar al-Islã, onde o Islamismo domina e os Muçulmanos governam, à custa de Dar al-Harb (Casa de Guerra), territórios onde os não-Muçulmanos ainda dominam. Para entender isso, é necessário algum estudo sobre o Islã, mas não apenas os governos Ocidentais relutam em fornecer tal educação aos seus próprios povos, mas muitos dos líderes Ocidentais parecem querer enganar o próprio povo e a si mesmos, sobre a natureza do Islã. Porque se a verdade viesse à tona, a pergunta óbvia que o público gostaria de responder seria: “O quê? Você sabia que o Islã não significava nada de bom para os Infiéis, e mesmo assim permitiu que todas essas pessoas que acreditam nessas coisas entrassem no nosso país, para se estabelecerem em nosso meio? Por quê? Com que teoria? Nós contávamos com você para nos proteger, nós supúnhamos que você sabia o que estava fazendo, e agora você nos diz, depois de deixar entrar centenas de milhares, ou mesmo mais de um milhão de migrantes Muçulmanos, que você estava errado?

É difícil saber em que ponto um número suficiente de pessoas no Ocidente finalmente irão cair na real sobre o tema do Islã, mas esse momento certamente está chegando. Muitas bombas foram detonadas, muitos coletes suicidas explodiram, muitas facas também decapitaram muitos infiéis indefesos, para manter a pretensão de que o Islã significa “paz”. Ou ainda insistir, após tantos ataques terroristas, na conclusão idiota de que “o Islã não tem nada a ver com isso”. Ou que “essas pessoas (terroristas) são apenas doentes mentais”. Ou o habitual tu-quoque de que “todas as religiões têm seus extremistas”. Todas as desculpas ridículas foram oferecidas, mas seu efeito está se desintegrando. Até agora muitos estão cansados ​​de serem mal informados — ou seja, mentir acerca do — Islã, e como eles começam a compreender a verdadeira natureza e o alcance da ameaça, tornam-se cada vez mais impacientes, e mesmo ansiosos, para aprender o que é o Islã. Aqueles que lhes dizem que têm razão de ter medo, mas que não é tarde demais para que o Ocidente se salve, não podem mais ser rapidamente eliminados como “Islamofóbicos”.

A Europa oferece exemplos de desespero (como refletido nas políticas de Angela Merkel), mas também esperança. Na França, ambos os principais candidatos à presidência, Le Pen e Fillon, alertam sobre o “totalitarismo Islâmico”. Na Holanda, o sincero Geert Wilders, apesar de todos os esforços para silenciá-lo, e que declarado ‘Político do Ano’ em 2016, é líder nas eleições, e seu partido, o PVV (Partido da Liberdade) é o favorito para ganhar a maioria dos assentos na eleição de Março, dando Wilders uma chance de formar o próximo governo Holandês. Enquanto isso, seu principal oponente, o primeiro-ministro Mark Rutte, surpreendeu muitos com sua carta aberta, publicada online e em anúncios de jornal de página inteira, afirmando que há “algo de errado com nosso país” e a “maioria silenciosa” não tolera mais os imigrantes que “abusam da nossa liberdade”. Rutte então mencionou aquelas pessoas que não respeitam as mulheres ou os direitos dos homossexuais. Ele advertiu os imigrantes “para ser normal ou ir embora.” Ele não mencionou explicitamente o Islã; não havia necessidade. A Wildernização da política Holandesa é um desenvolvimento bem-vindo; Isso significa que Wilders já ganhou em parte, forçando seus oponentes a fazerem eco de suas opiniões.

E há outros movimentos políticos anti-Islâmicos crescentes, na Alemanha, na Áustria, na Dinamarca, na Suécia, na Finlândia e na Suíça, todos constantemente descritos, tendenciosamente e imprecisamente, como “extrema-direita”. Esses grupos supostamente de extrema-direita deploraram a enorme despesa para apoiar os imigrantes Muçulmanos porque, entre outras consequências, tornou difícil apoiar os pobres e idosos locais. Em outras palavras, esses grupos querem evitar cortes na segurança social e em outros benefícios para os pobres e os idosos — essas não são exatamente políticas que se possa pensar como “extrema-direita”. Mas, declarações simples sobre a verdade, precisam ser repetidas sem cessar. A saber, não há nada de irracional sobre o medo do Islã. O Islã não é uma raça, e ser anti-Islã não tem nada a ver com o racismo. Alguns opositores à propagação do Islamismo na Europa podem ser “de extrema-direita”, mas há também muitas pessoas de centro e à esquerda que consideram o Islã uma ameaça à liberdade. Declarações óbvias, todos os três, mas, aparentemente, para muitos na mídia não é óbvio o suficiente..

Em muitos desses países, os adeptos do Islã sofreram sérias derrotas recentemente. Houve casos judiciais, sustentando tudo, desde a proibição nacional da burqa  até a decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos de manter uma exigência Suíça para que os pais Muçulmanos enviem suas filhas para aulas de natação em escolas de sexo misto; no interesse da “integração social”, não poderiam ser isentos. O referendo Suíço que levou à proibição da construção de minaretes foi outro marco na contenção do poder do Islamismo agressivo. E um tribunal Suíço apoiou os funcionários da escola que insistiam que os estudantes Muçulmanos não poderiam ser dispensados ​​do costume de apertar a mão do professor no início e no final do dia escolar, mesmo que essa professora fosse do sexo feminino.

Todas são vitórias, muitas vezes em assuntos aparentemente pequenos, mas somam, e todas apontam numa direção, que é a da crescente oposição às contínuas invasões Muçulmanas sobre as leis e costumes dos povos da Europa. Um ampla pesquisa Europeia em Fevereiro de 2017 confirma o crescente apoio à proibição total da imigração Muçulmana; 55 por cento dos Europeus agora apoiam tal proibição.

Enquanto isso, a tranquila Dinamarca, famosa por sua tolerância, após ser assaltada pela realidade Muçulmana, endureceu suas leis de imigração, tornando a Dinamarca menos atraente para os Muçulmanos, que os Dinamarqueses tiveram que aturar. Em agosto de 2015, o governo passou uma redução de 45% em benefícios sociais para os imigrantes e, em seguida, deram seguimento com uma nova lei que exigia que os migrantes entregassem ao Estado Dinamarquês quaisquer soma que possuíssem acima de $1,450, a fim de ajudar a sua própria manutenção. Mesmo na Suécia, um país que tem sido incrivelmente complacente com os Muçulmanos, a oposição está crescendo. Lá, imigrantes Muçulmanos,  embolsaram uma cornucópia de benefícios do governo Sueco, e em troca deram aos Suecos 55 “no-go zones”,— áreas limitadas à Muçulmanos, controladas pela lei Sharia, onde nem a polícia consegue entrar, — incluindo a cidade de Malmo; um aumento da taxa de criminalidade, com Muçulmanos responsáveis ​​por 70% das violações do país; e custos enormes que o Estado Sueco tem que pagar para aulas de idiomas, educação gratuita, assistência médica e habitação subsidiada, abonos de família, incluindo os custos administrativos surpreendentes para todos esses programas, oferecidos a todos os migrantes Muçulmanos. A despesa total foi calculada por um economista Sueco, ao longo da vida apenas dos migrantes que chegaram há um ano, 2015, em torno de 600 bilhões de Coroas, ou cerca de 55 bilhões de dólares. Uma quantia impressionante.

Este valor, —55 bilhões de dólares para os custos estimados, ao longo das suas vidas, apenas para migrantes Muçulmanos que chegaram em 2015, — deve ser repetido constantemente, devido ao gasto efetivo de apoio aos Muçulmanos imigrantes, (não importando o dano ao sentimento que uma nação tem de si mesma, ou a ameaça da conquista demográfica, ou a ameaça do terrorismo) algo que todos podem compreender e que pode chamar a atenção até mesmo do mais externamente fleumático. Questões sobre quebra de bancos preocupa.

Ainda assim, essas decisões judiciais, referendos que rejeitaram desafios específicos por parte dos Muçulmanos às leis e costumes infiéis, esses sinais de repressão às demandas dos imigrantes Muçulmanos e suas despesas espirais, enquanto bem-vindas, não constituem o tipo de guerra ideológica que ocorreu durante a Guerra Fria. Mesmo que os migrantes Muçulmanos fossem capazes de pagar por si próprios, em vez de agirem como parasitas nas economias da Europa Ocidental, ainda há o perigo permanente que a doutrina Islâmica representa para todos os não-Muçulmanos. Os aspectos políticos e mesmo geopolíticos do Islamismo, como uma fé permanentemente agressiva, recebem atenção insuficiente; somos constantemente informados de que existe algo chamado “Islã Político” que não devemos confundir com o “Islã”, mas isso confunde o caso: o Islã pode não ser idêntico, mas contém, em vez de contradizer, o que entendemos por ” Islamismo político “. E mesmo enquanto proíbem algumas coisas que os Muçulmanos querem (a burka, o Minarete) e condenam outros Muçulmanos que não querem (o aperto de mão de aluno-professor, classes de natação mista), os Europeus continuam cautelosos para não desagradar o Islã, e continuam a tratá-lo como uma religião e não como uma ideologia política de conquista e subjugação.

Mas há um reconhecimento crescente, de que o público em geral, precisa saber muito mais sobre o Islã, do que a  informação da chamada ‘grande mídia’. Quando, por exemplo, você leu no New York Times ou no Washington Post, ou ouviu em qualquer grande programa de notícias, os termos “Jizyah” ou “dhimmi”? Quando você leu nesses jornais, um único, dos 109 versos da Jihad (como os versos 9:5 e 9:29) que poderia pausar os leitores, e mostrar o verdadeiro sentido da violência anti-infiel que está em toda parte no Alcorão? Quando você leu, ou ouviu, na ‘grande mídia’, a citação do Alcorão descrevendo os não-Muçulmanos como “a criatura mais vil”? A resposta em cada caso é “NUNCA”. E por que ainda ouvimos, repetidas vezes, os repórteres e os âncoras traduzindo “Allahu Akbar” como “Deus é grande”, em vez de como o grito de guerra é: “Meu Deus — Alá — é maior (do que o seu)? “Essa tradução incorreta não é trivial. Enquanto isso, os Muçulmanos têm estado ocupados promovendo campanhas generalizadas para convencer os não-Muçulmanos de sua inocuidade. É tudo tipo “gente como a gente”; noites na Mesquita Próxima; dias de Visite a Minha Mesquita; Conheça Meus Vizinhos Muçulmanos e (Põe a Sua Mente Para Relaxar), todas variantes do mesmo roteiro, onde os Muçulmanos ostensivamente amigáveis, ​​ansiosos para avançar a causa do Islã, oferecem uma noite de taqiyya sorridente e (se necessário for) um indignado tu-quoque para os não-Muçulmanos confiantes e ansiosos para “aprenderem sobre o Islã” e para encontrarem Muçulmanos da vida real. O que descobrem, sem surpresa, é que as pessoas Muçulmanas em seu melhor comportamento podem vir a ser, — enquanto nada de substância é aprendido sobre o que o Islã inculca, — no final de uma apresentação suave, um aceno à baklava (um docinho do Oriente Médio), e um bom momento para todos…

Os governos podem hesitar ou evitar confrontar a ideologia do Islã, pois eles têm sido astutos nas acusações de preconceito e Islamofobia.

No entanto, infundado ou mal-entendido ou idiota essas acusações são, elas são repetidas com tanta frequência que assumem uma vida própria. Isso não significa que nada possa ser feito até que líderes Ocidentais como Wilders e Le Pen sejam eleitos para o cargo. Aqueles fora do governo precisam fazer o que ainda não foi feito. Partidos privados, cheios de poeira, podem intervir e ajudar a financiar aqueles grupos e indivíduos que se tornaram alertas aos perigos do Islã e estão tentando educar os públicos Ocidentais. (Jihad Watch é um modelo que vale a pena apoiar, e emular.) Os partidos privados também podem subscrever o material educacional que precisa ser divulgado. Seria útil publicar — ou publicar online — “edições estudantis especiais” do Alcorão, com um comentário corrente nas margens, comentário exegético e crítico, enfocando os versos mais problemáticos (como 9:5; 98: 6) e também as coleções de Ahadith (plural de Hadith) selecionados (tirados principalmente das compilações de Muçulmanos e Al-Bukhari, os dois mais respeitados muhaddithin), e trechos, também, da Sira, ou a biografia de Muhammad/Maomé, com ênfase nas muitas Histórias sobre o que Muhammad fez e disse, que propagandistas do Islã tentam manter fora do radar dos infiéis (o casamento com a pequena Aisha, os assassinatos de Asma bint Marwan e Abu Afak, o ataque a Khaybar, os assassinatos dos Banu Qurayza). E esses textos devem ser disponibilizados gratuitamente e amplamente distribuídos em edições impressas, e torná-los ainda mais disponíveis — e tão livres quanto — na Internet.

As edições dos três principais textos Islâmicos, com os mais importantes comentários críticos, devem ser complementadas por outras obras críticas ao Islã, especialmente as dos ex-Muçulmanos. Os estudos de escritores como Ayaan Hirsi Ali e Ibn Warraq devem ser traduzidos em pelo menos uma dúzia das principais línguas do mundo não-Muçulmano, incluindo, mas não limitado ao, Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Russo, Italiano, Holandês, Português, chinês, Hindi, Coreano, Japonês e meia dúzia das principais línguas do Islã: Árabe, Urdu, Farsi, Bahasa, Turco, Malaio. É preocupante que tal projeto de tradução, que custaria tão pouco, mas que potencialmente faria tanto, ainda não foi realizado por qualquer fundação. A guerra ideológica, então, deve ser conduzida tanto entre não-Muçulmanos como Muçulmanos, da mesma forma que durante a Guerra Fria, a C.I.A. tinha dois públicos-alvo: o primeiro era o público preso atrás da Cortina de Ferro, que foi mantido informado por transmissões sobre o que era a vida no Ocidente, e o segundo era um público no Ocidente, constituído por intelectuais esquerdistas que a C.I.A. queria evitar que sucumbissem aos brados ideológicos do Comunismo. Queremos educar os públicos Ocidentais sobre o Islã, mostrando-lhes os versículos do Alcorão e as histórias de Hadith que os propagandistas Muçulmanos tentam evitar discutir, ou quando podem ser forçados a discuti-los, exalam taqiyya sob uma cortina de fumaça que é difícil de dissipar. E nós queremos levar a guerra ideológica ao inimigo, tentando enfraquecer o poder que o Islã tem sobre seus adeptos. Ainda não foi feito o suficiente, por exemplo, para explorar o fato de que o Islã tem sido um veículo para a supremacia Árabe, — dado que 80% dos Muçulmanos do mundo não são Árabes, — pode muito bem ser o argumento mais poderoso para enfraquecer o apelo do Islã.

Mas, novamente, os tempos são muito diferentes daqueles da Guerra Fria, e a publicação impressa não é mais a principal maneira de disseminar a informação. Agora é uma questão de postar online, e chegar ao público de dezenas de milhões, em vez de dezenas de milhares, um alcance que nunca poderia ter sido imaginado até vinte anos atrás. Mas ainda caberá às partes privadas garantir que esses textos Islâmicos e os comentários críticos sobre eles e as principais obras de ex-Muçulmanos articulados e outros críticos importantes do Islã (incluindo Robert Spencer, como o principal motor da Jihad Watch ), sejam traduzidos fielmente em quase vinte línguas, incluindo as oito línguas principais dos povos Muçulmanos, e depois certificando-se de que todas estas traduções são apresentadas de forma atraente e fácil de encontrar online, como parte do que já é a primeira grande guerra cibernética. É uma guerra que o Ocidente chegou atrasado no fim do dia, mas deve agora, sem mais demora, entrar nas listas ideológicas, dependendo necessariamente do apoio privado, enquanto os governos ainda temem pisar, para prevalecer numa guerra que o Ocidente não pode perder.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD, COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

Fonte/Source: “Endeavor to portray Muslims as ‘brown’ and foes of jihad terror as disliking them for racial reasons is dishonest”

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

 

POR ROBERT SPENCER

8 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour afirmou recentemente que, por ser “morena” (uma afirmação duvidosa na melhor das hipóteses), “Palestina” e “Muçulmana”, além de uma “mulher franca”, era “o pior pesadelo dos Islamofóbicos”.

Isso é apenas mais uma negação e projeção. Na realidade, ela é criticada por estar a favor da opressão da Sharia e ligada de várias maneiras ao Hamas. Mas isso é apenas mais inversão esquerdista da realidade.

“Por que os liberais continuam abrindo caminho para o Islã radical — e o que será necessário para mudar de opinião”, de Dave Urbanski, The Blaze, 7 de fevereiro de 2017:

Alguém poderia concluir que, depois de tantos exemplos de atos hediondos do Islã radical em todo o mundo, mesmo depois do 11 de Setembro, os liberais deixariam de abrir caminho ou de dar o benefício da dúvida.

Mas mesmo depois dos ataques em Fort Hood, Boston, Paris, Garland, Chattanooga, San Bernardino e Orlando — para citar alguns deles — alguns liberais claramente não se sentem assim. De fato, uma nova pesquisa da CBS indica que 66% dos democratas acreditam que o Islã não é diferente de outras religiões quando se trata de incentivar a violência…

Robert Spencer — diretor da Jihad Watch e notável autoridade sobre a omnipresença do Islamismo radical — disse ao The Blaze que vê a esquerda não somente continuando a abrir caminhos para o extremismo Islâmico, mas notando também que os liberais estão começando a normalizar alguns elementos dele.

E não precisou ir muito longe para falar da tão alardeada Marcha das Mulheres, que lotou as ruas um dia após a inauguração de Trump — e que contou com a organizadora do evento, Linda Sarsour, uma “Palestina Muçulmana Americana” que está sob escrutínio por declarações ameaçadoras que ela fez contra a crítica do Islã Ayaan Hirsi Ali vários anos atrás.

“A Sra. Sarsour não está interessada em direitos humanos universais”, disse Ali ao New York Times, acrescentando que: “ela é defensora da lei da Sharia. Não há princípio que humilhe, degrade e desumanize mais as mulheres do que o princípio da lei Sharia”.

Apesar disso, Spencer disse que os liberais continuam “glamorizando e glorificando” Linda Sarsour — bem como “vilipendiando qualquer um que aponte as ligações dela com o Hamas, o ódio vicioso à Israel…. mesmo em publicações como a Elle”.

Outros exemplos de normalização incluem a “proliferação dos eventos do Dia Mundial do Hijab, que ignoram as muitas mulheres que foram brutalizadas ou até mesmo mortas por não usarem o hijab e a disseminação entre as feministas esquerdistas Ocidentais da ideia de que as restrições do hijab e da Sharia às mulheres são sinais lindos da diversidade cultural, para ser comemorado e não condenado.”

Spencer concordou, também, que o preconceito esquerdista contra o Cristianismo e o Judaísmo, encontra um parentesco espiritual com o Islamismo radical, visto que ambos compartilham “o ódio pela civilização Ocidental Judaico-Cristã”. Além disso, o objetivo do Islã radical de derrubar o “Ocidente” bate levemente num tipo de auto-aversão liberal que não se importaria de ver a América de joelhos, dado que é visto por alguns liberais como “a fonte de todo o mal no mundo”.

Outra ferramenta que a esquerda tende a usar — e vista nesta aparição do Affleck em “Tempo Real”. — é a caracterização da crítica Islâmica como “racismo”, apesar do fato de que o Islã não é uma raça. (Ênfase adicionada).

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português e não pertence ao texto original. Resolvi publicá-lo para dar sentido ao parágrafo acima. 

“O racismo é o nosso trauma nacional”, acrescentou Spencer ao The Blaze. “Esforçar-se para retratar Muçulmanos como “morenos” e os inimigos do terror da jihad como repugnantes unicamente por razões raciais, é um cínico e desonesto empreendimento que tem o efeito de intimidar as pessoas a terem medo de se oporem ao terror jihadista. Naturalmente, muitos esquerdistas são tão mal educados e incapazes de pensar criticamente que sem dúvida acreditam nisso tudo”.

Então, o que — por acaso — poderia eventualmente mudar a maré da esquerda?

Spencer observou que muito provavelmente seria algo pelo menos tão terrível quanto outro ataque em escala como o 11 de Setembro, porque “a cada ataque de jihad algumas pessoas acordam”.

Mas, a “intelectualidade esquerdista sabe disso”, disse ele, o que coloca uma questão, já que “depois de cada ataque, há um esforço extenuante para exonerar o Islã de qualquer responsabilidade por ele”.

Aqui está Spencer discutindo o Islã e a agressão da esquerda à liberdade de expressão em 2009 — e você pode dizer que as palavras dele provaram ser bastante proféticas nos Estados Unidos nos últimos anos:

 — Infelizmente este vídeo não está legendado em Português —


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ROBERT SPENCER: LÍDERES DEMOCRATAS PROTESTAM CONTRA A DETERMINAÇÃO DE TRUMP DE LUTAR CONTRA A JIHAD

Fonte/Source: Robert Spencer: Democrat Leaders Protest Trump’s Determination to Fight Jihad – The Geller Report

ROBERT SPENCER: LÍDERES DEMOCRATAS PROTESTAM CONTRA A DETERMINAÇÃO DE TRUMP DE LUTAR CONTRA A JIHAD

Por Robert Spencer

6 de Fevereiro de 2017

Equivalência moral espúria, 
empregada a fim de desviar a atenção da ameaça real. 
PAMELA GELLER

Democrata John Conyers — Michigan

The Hill publicou na Sexta-feira que “um trio de Democratas disse que o Presidente Trump erra ao pressionar os esforços contra extremismo para que concentrem-se apenas no Islamismo radical….  A carta de Sexta-feira foi assinada pelos representantes do Partido Democrata Bennie Thompson (Md.), Eliot Engel) e John Conyers (Mich.).”

Thompson, Engel e Conyers escreveram: “É uma manobra equivocada na medida em que as pessoas que cometem atos de extremismo violento são inspiradas por diversas crenças políticas, religiosas e filosóficas e não se limitam a nenhuma população ou região”.

Na realidade, tem havido mais de 30.000 assassinatos, ataques terroristas jihadistas em todo o mundo desde 11 de Setembro. Quantas outras crenças políticas, religiosas e filosóficas têm sido responsáveis por qualquer número comparável? Um estudo amplamente divulgado pretendendo mostrar que os “extremistas de direita” mataram mais pessoas nos EUA do que os jihadistas Islâmicos, representando assim uma ameaça maior, foi desmascarado por vários motivos.

Os Democratas também escreveram: “Mudar o nome para ‘Combate ao Extremismo Islâmico’ ou ‘Combate ao Extremismo Radical Islâmico’ produziria efeitos prejudiciais à nossa segurança nacional, — alimentando a propaganda criada por grupos terroristas, — às relações domésticas infantis e às relações diplomáticas internacionais. Além disso, poderia alienar ainda mais e criar desconfiança perante as comunidades Muçulmano-Americanas, quando o programa depende de uma estreita cooperação com a aplicação da lei “.

Jihadistas Islâmicos rotineiramente citam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar suas ações e fazerem recrutas entre Muçulmanos pacíficos. A ideia de que Muçulmanos que rejeitam o terror da jihad ficarão furiosos se o governo dos EUA tomar nota disso é um absurdo. Se rejeitam o terror da jihad, não irão abraçá-lo porque as autoridades estão dizendo coisas que não os agradam; Na verdade, se realmente rejeitam, devem acolher e cooperar com esforços para identificar suas causas e erradicá-las. Esses congressistas estão recomendando uma redução do nosso discurso para evitar críticas ao Islã, e isso não passa de um suprimento de blasfêmia da Sharia, que a Organização de Cooperação Islâmica (OIC) vem tentando impor aos EUA por meio das leis de “discurso de ódio” há anos. De modo que, se as declarações de Thompson, Engel e Conyers expressam simplesmente a sabedoria convencional de hoje, é uma indicação do sucesso desses esforços.

Os críticos do plano do Presidente Trump reclamaram: “O programa  ‘Combate ao Extremismo Violento’, ou CEV, poderia ser alterado para ‘Combate ao Extremismo Islâmico’ ou ‘Combate ao Extremismo Radical Islâmico’, disseram as fontes, e não mais visariam grupos como os supremacistas brancos que também realizaram bombardeios e tiroteios nos Estados Unidos “.

De fato, mas a ameaça supremacista branca tem sido extremamente exagerada pelos grupos financiados por George Soros (exageros que foram divulgados pelos meios de comunicação financiados por Soros) que minimizam e negam a ameaça da jihad. A equivalência da Reuters aqui também ignora o fato de que a jihad é um movimento internacional voltado para a destruição dos Estados Unidos e encontrado em todos os continentes; a supremacia branca não.

A diferença aqui, é que Trump não se curva, como Obama fazia, aos grupos ligados à Irmandade Muçulmana. Obama removeu o material de treinamento contraterrorismo e todas as menções ao Islã e à jihad. Em 19 de Outubro de 2011, Farhana Khera da Muslim Advocates, entregou uma carta à John Brennan, que era então o assistente do presidente para a National Security for Homeland Security e Counter Terrorism. A carta foi assinada pelos líderes de praticamente todos os grupos Islâmicos significativos nos Estados Unidos: 57 organizações Muçulmanas, Árabes e do sul da Ásia, muitas delas ligadas ao Hamas e à Irmandade Muçulmana, incluindo: Council on American-Islamic Relations (CAIR), the Islamic Society of North America (ISNA), the Muslim American Society (MAS), the Islamic Circle of North America (ICNA), Islamic Relief USA, e o Muslim Public Affairs Council (MPAC).

A carta denunciou o que está caracterizado como “uso de materiais de treinamento tendenciosos, falsos e altamente ofensivos sobre Muçulmanos e Islã.” Khera reclamou especificamente sobre mim, observando que meus livros podiam ser encontrados na “biblioteca da Academia de treinamento do FBI em Quantico, Virgínia”; que uma lista de livros que acompanha uma apresentação de slides da Unidade de Comunicações de Aplicação da Lei do FBI recomendou o meu livro ‘A Verdade Sobre Muhammad’; que em Julho de 2010 “apresentei um seminário de duas horas sobre” o sistema de crenças jihadistas Islâmicos” para a Joint Task Force de Terrorismo (JTTF) em Tidewater, Virgínia”; e que eu também “apresentei uma palestra similar para o U.S. Attorney’s Anti-Terrorism Advisory Council, que é co-organizado pela Norfolk Field Office do FBI”.

Esses eram os supostos materiais terríveis porque eu era supostamente intolerante e odioso. No entanto, muitos dos exemplos que Khera aduziu de “materiais intolerantes e distorcidos” envolviam declarações que eram simplesmente precisas.

Por exemplo, Khera declarou:

Um relatório de 2006 da inteligência do FBI, afirmando que os indivíduos que se convertem ao Islã estão a caminho de se tornarem “Extremistas Islâmicos Locais” se exibirem qualquer um do seguinte comportamentos:

“Vestindo traje Muçulmano tradicional”

“Deixando a barba crescer”

“Participação frequente numa Mesquita ou num grupo de oração”

“Viagem a um país Muçulmano”

“Maior atividade num grupo social pró-Muçulmano ou causa política”

O relatório da inteligência do FBI que Khera está ser referindo, na verdade não diz isso. Em vez, incluía esses comportamentos entre uma lista de catorze indicadores que poderiam “identificar um indivíduo passando pelo processo de radicalização”. Outros indicadores incluíam:

“Viagem sem fonte óbvia de fundos”

“Compras suspeitas de parafernália ou armas para fabricação de bombas”

“Grande transferência de fundos, para ou do exterior”

“Formação de células operacionais”

“Khera tinha seletivamente citado a lista para dar a impressão de que o FBI estava ensinando que a devota observância ao Islã levava inevitavelmente e em todos os casos ao “extremismo”.

Apesar da precisão factual do material sobre o qual estavam reclamando, grupos Muçulmanos assinaram a carta exigindo da força-tarefa, entre outras ações, para:

“Eliminar todos os materiais tendenciosos do treinamento do governo federal”

“Implementar um programa obrigatório de retreinamento para agentes do FBI, Oficiais dos EUA e todas as autoridades federais, estaduais e locais que foram submetidas ao treinamento tendencioso.”

Eles queriam assegurar que todos os oficiais de aplicação da lei aprendessem absolutamente nada sobre o Islã e a jihad seria o que os signatários desejariam que aprendessem — e Brennan foi receptivo a isso. Tomou as queixas de Khera como uma ordem para marchar.

Numa carta datada de 3 de Novembro de 2011 para Khera,  — significativamente — escrita em papel timbrado da Casa Branca, Brennan aceitou as críticas de Khera sem um murmúrio de protesto e assegurou-lhe de sua prontidão para obedecê-la. Ele detalhou as ações específicas que estão sendo realizadas, incluindo “a coleta de todo o material de treinamento que contenha conteúdos culturais ou religiosos, incluindo informações relacionadas ao Islã ou Muçulmanos”. Na realidade, esse material não seria apenas “coletado”; seria eliminado de qualquer coisa que Farhana Khera e outros como ela achassem ofensivo. Uma discussão honesta e exata sobre como os jihadistas Islâmicos usam os ensinamentos Islâmicos para justificar a violência não seria mais permitida.

A alegria com que Brennan obedeceu foi infeliz em muitos níveis. Numerosos livros e apresentações que deram uma visão precisa do Islã e da jihad foram eliminados. Brennan estava cumprindo demandas de facções que dificilmente poderiam ser consideradas autenticamente moderadas.

Essa política do Obama no governo dos EUA garantiu que muitos jihadistas simplesmente não pudessem ser identificados como de alto risco. A administração Obama foi obrigada, por questão política, a ignorar o que em tempos mais cuidadosos seria visto como sinais de alerta. Agora podemos esperar que Trump reverta tudo isso. Na verdade, é nossa única esperança para derrotar esse flagelo.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Fonte/Source: Linda Sarsour, Women’s March Organizer and Fake Feminist

Photo Cover Page: THEO WARGO / GETTY IMAGES / AFP

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Por ALEX VANNESS

Linda Sarsour

3 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour é uma das principais organizadoras de Marcha da Mulher em Washington após a inauguração do Presidente Donald Trump.

Sua ascensão ao estrelato liberal após a marcha ocorreu apesar de seu apoio as ideias antifeministas e aos ataques ultrajantes contra as mulheres lideram o movimento anti-Sharia.

Sarsour, que atua como Diretora Executiva da Associação Árabe-Americana de Nova York (AAANY) e que foi homenageada pela Casa Branca do ex-Presidente Obama como uma “campeã da mudança“, mostra que a cada oportunidade que ela se envolve, relacionada a todas as causas de justiça social conhecidas pelo homem, ela as vincula à Palestina. Por exemplo, em Novembro, se ligou à causa do bloqueio do Dakota Access Pipeline e fez questão de trazer sua bandeira Palestina.

Essa promoção desavergonhada também pode ser vista na Marcha das Mulheres. Ao dirigir-se à multidão, assegurou-se de injetar alguma solidariedade Palestina à causa, afirmando que “você pode contar com ela, sua irmã Muçulmana Palestina para manter a voz dela alta”. Ela também fez questão de certificar de que ela era sua “Avó que vive o sonho mais selvagem em território ocupado.”

No entanto, seu maior vexame naquele fim de semana foi quando o nível de sua hipocrisia em relação à causa adotada pela Marcha da Mulher foi apontada para o público.

Especificamente, por causa de um tuite da Sarsour, que tem circulado nas mídias sociais descartando as visões misóginas da Arábia Saudita simplesmente porque o país tem um programa de licença-maternidade pago.

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Sarsour rejeita o fato de que as mulheres na Arábia Saudita são tratadas como cidadãs de segunda classe, — impedidas de dirigir, interagir com os homens e de se vestirem como quiserem, — como insignificante.

Além de rejeitar a subjugação Saudita de mulheres, ela atacou um documentário chamando a atenção para a situação das mulheres no mundo Islâmico. Sarsour tem criticado a produtora executiva do filme, Ayaan Hirsi Ali, ex-Parlamentar Holandesa, ex-Muçulmana, e uma importante crítica do Islã, que também foi vítima de mutilação genital feminina.

Em 2011, Sarsour através do Tuiter, vulgarmente ofendeu Hirsi Ali e a fundadora da ACT for America, Brigitte Gabriel, dizendo: “Eu gostaria de poder tirar suas vaginas — elas não merecem ser mulheres“. Isto é especialmente vulgar considerando o sofrimento que Hirsi Ali sofreu. Logo após o tuíte ter sido descoberto, em vez de assumir a autoria do tuíte vulgar e se desculpar, tentou excluí-lo antes que fosse visto por muitas pessoas.

sarsour-ayaan-hirsi-ali-tweet-2011

Sarsour também tem uma longa história de críticas a Israel de tal maneira que cruzam a linha do antissemitismo e do simpatizante terrorista.

Ela apoia o Movimento BDS, que além de ser discriminatório, tem ligações terroristas e afirmou que “nada é mais assustador” do que o Sionismo.

Ela pediu solidariedade a Muhammad Allan, um membro do grupo terrorista Palestino Jihad Islâmica que tem uma história de recrutamento de suicidas.

Depois que a hipocrisia com relação à questão da Mulher foi exposta, ela se defendeu descrevendo os ataques como fascistas, alegando que “o fascismo está aqui” e que “não podemos permitir que criminalizem nossos líderes e movimentos usando reivindicações sem fundamento… Lembre-se, nós somos e podemos ser a verdadeira geração #NeverAgain/#NuncaMais.

Ela descreve aqueles que a apoiam como seu “Exército do Amor”. Para eles, críticas legítimas a seus pontos de vista e de suas associações soam ocos.

Os grupos que patrocinaram a marcha — incluindo a conta oficial do Tuíte da Marcha das Mulheres, Human Rights Watch, Black Lives Matter, Amnesty International e do Southern Poverty Law Center — lançaram uma defesa em grande escala para apoiar Sarsour. A hashtag #IMarchWithLinda foi usada no Tuíte.

Sally Kohn, personalidade da Cable news, emitiu diversos tuites defendendo Sarsour, incluindo chamadas para que as pessoas façam doações para AAANY. Eu não acho que Kohn está ciente de que AAANY costumava receber apoio financeiro da Qatar Foundation International, uma organização intimamente ligada ao governo do Qatar. Além disso, por causa de seus laços com o prefeito de Nova York Bill de Blasio, a AAANY foi capaz de garantir US$500.000 em financiamento para a própria AAANY.

Sarsour também recebeu vários endossos de celebridades como, Susan Sarandon, Mark Ruffalo e Russell Simmons entre outros.

Opa! se Mark Ruffalo gosta dela ela deve ser boa, certo?

Enquanto atestados pessoais são agradáveis, eles não provam que alguém é mesmo uma boa pessoa. Mesmo as pessoas terríveis podem encontrar alguém que pensam que são agradáveis.

Aqueles que a apoiam não se importam de que ela promova terroristas; Eles não se importam que ela vulgarmente diga para uma vítima de mutilação genital feminina para ter sua genitália removida; E eles não estão preocupados se ela minimiza a misoginia na Arábia Saudita. Tão pouco estão preocupados, se ela ajudou a montar uma Marcha porque para eles, ela é excelente e de alta qualidade.

Sarsour é vista como uma estrela em ascensão nos círculos Esquerdistas e no Partido Democrata. A Esquerda precisa tirar as viseiras e dar uma longa e dura olhada para as pessoas que estão apoiando como modelos.

Alex Vanness é o Diretor do Projeto de Paz e Segurança no Oriente Médio, no Centro de Política de Segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA A PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Fonte/Source: NYC: Muslims pray in the streets and close grocery stores to protest Trump’s travel ban – The Geller Report

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Por Pamela Geller

3 de Fevereiro de 2017

Alguns dos manifestantes estavam gritando “Allahu akbar”. Eles querem fazer de Nova York uma Sana’a? Qual é o propósito dessas manifestações, se não intimidar as pessoas a pensarem que é errado resistir à imigração Muçulmana maciça e irrestrita e ao próprio terror da jihad?

Se os Muçulmanos nos Estados Unidos são tão bem assimilados, por que todo esse ressentimento partidário, reclamações, processos judiciais e demandas por acomodação, etc.? Sem mencionar o ódio Islâmico aos Judeus e o apoio por uma guerra contra Israel.

A única diferença entre a América e a Europa é o número de Muçulmanos. Quanto maior a população Muçulmana, mais restritiva, hostil e violenta será — mais informações sobre a imigração Muçulmana aqui.

Centenas rezam nas ruas e fecham supermercados em protesto contra a proibição de viajar de Trump”, por Will Kirby, Express, 3 de fevereiro de 2017:

Mais de mil proprietários de lojas Americanas Iemenitas fecharam seus negócios hoje e viajaram para Brookyn Borough Hall para rezar, protestar e dar apoio aos afetados pela controversa proibição de viagem do presidente Trump.

O qual está sendo descrito como a ‘Greve de Bodega‘, milhares de imigrantes Iemenitas estão se manifestando contra a proibição de entrada em grande escala nos EUA por Trump.

A palavra Espanhola “Bodega” é literalmente traduzida como “loja de vinhos” e é uma gíria usada em Nova York para lojas de conveniência, e os organizadores da greve afirmam que há cerca de 6.000 Bodegas de propriedade Iemenita em toda a cidade.

Os fechamentos começaram ao meio-dia (5.00pm GMT) e continuarão por oito horas.

Uma página no Facebook criada para a greve afirma: “O fechamento das mercearias e bodegas será um show público para mostrar o papel vital que esses merceeiros e suas famílias desempenham no tecido econômico e social de Nova York.

“Durante este período, os proprietários de supermercados irão passar um tempo com suas famílias e entes queridos para apoiarem uns aos outros; Muitas dessas famílias foram diretamente afetadas pela proibição “.

O Presidente Trump assinou uma ordem executiva proibindo a imigração para os EUA de sete países “Muçulmanos”. Isso levou a protestos em toda a América e, agora no Reino Unido.

Debbie Almontaser, organizadora de greve e membro do Conselho da Rede de Comunidade Muçulmana, disse: “Originalmente, nós consideramos começar o fechamento às 8 da manhã, mas os merceeiros deixaram claro que não estariam dispostos a fecharem se isso significasse que seus clientes regulares ficariam sem o seu café da manhã.

“Mesmo quando suas vidas foram viradas de cabeça para baixo, se recusaram a interromper as vidas das mesmas pessoas que servem diariamente.”

Sulaiman Alaodyi, de 24 anos, que trabalha no caixa da Best and Tasty Deli, no bairro do Bronx, disse que esta foi a primeira vez que a loja fechou suas portas desde que foi inaugurada há nove meses.

“Queremos enviar uma mensagem de que estamos aqui.

“Nós vamos sair e apoiar todos os nossos irmãos e irmãs que estão detidos em aeroportos e em outros países que não podem voltar.

“Isso não é justo.”…


Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), Editora da PamelaGeller.com e Autora do livro: The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.