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Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

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The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã são simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

islãFonte/Source: Ten Ways the Mafia and Islam are Similar – Raymond Ibrahim


Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

Por Raymond Ibrahim

Nota: Publicado originalmente em 8 de Dezembro de 2014 


5 de Abril de 2017

Don Corleone — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar

Nota do autor: O artigo a seguir foi publicado na PJ Media, onde é complementado com clipes de vários filmes relacionados com a máfia, como o The Godfather, para ajudar a demonstrar as dez semelhanças. Partes deste artigo foram serializadas anteriormente no FrontPage Magazine.


Durante um debate na HBO’s Real Time em Outubro passado, o anfitrião Bill Maher declarou que o Islã é “a única religião que age como a máfia, e que vai matar você se disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

Maher aparentemente estava se referindo às leis de “blasfêmia” do Islã, que amaldiçoam com a pena de morte qualquer “insulto” — como encontrado numa declaração, um quadro, um livro — ao Islã e especialmente ao seu profeta, Muhammad/Maomé.

Embora Maher tenha sido criticado por sua afirmação “Islamofóbica”, ele entre outros podem surpreende-se ao saber que as semelhanças entre o Islã e a máfia ultrapassam em muito o castigo àqueles que dizem, desenham ou escrevem “a coisa errada”.

A seguir, vamos examinar uma série dessas semelhanças.

Vamos começar observando a relação entre Alá, o seu mensageiro Muhammad, e os Muçulmanos, para perceber os vários paralelos entre o padrinho, o subchefe e a máfia.

Em seguida, examinaremos a natureza clandestina da máfia para comparar com o tribalismo Islâmico, especialmente no contexto da doutrina Islâmica de “Lealdade e Hostilidade”. Por exemplo, tanto no Islã como na máfia, os membros que desejam romper, “apostatar”, são assassinados.

Vamos considerar a máfia e o Islã, e como ambos têm lucrado historicamente com a extorsão — taxa de proteção (‘protection racket’): o Islã exigiu jizya de não-Muçulmanos sob sua autoridade/território e a máfia exigiu pizzo de pessoas que estão sob sua jurisdição.

Finalmente, vamos considerar o que explica as muitas semelhanças entre o Islã e a máfia, inclusive de uma perspectiva histórica.

  1. Alá e Muhammad/Padrinho e Subchefe

O padrino (em Italiano) das maiores organizações e famílias da máfia — literalmente, o “padrinho” ou “chefe dos chefes” — tem controle absoluto sobre seus subordinados e é muitas vezes muito temido por eles por sua crueldade. Ele tem um “subchefe”, um braço direito que emite suas ordens e reforça sua vontade. O próprio padrinho é muitas vezes inacessível; os membros da máfia precisam passar pelo subchefe ou outros associados de alto escalão.

Compare isso com a relação entre Alá e seu “mensageiro” Muhammad (em Árabe, Muhammad é mais comumente referido como al-rasul, “o mensageiro”). Ao contrário do Deus Judaico-Cristão — um Deus pessoal, um Pai, que de acordo com Cristo deve ser comungado diretamente (Mateus 6: 9) — O Deus do Islã, Alá, é inacessível, incognoscível, intocável. Como o padrinho, ele é inacessível. Suas ordens são reveladas por seu mensageiro, Muhammad (Maomé).

Enquanto o Deus Judaico-Cristão chama os fiéis como “venham agora, vamos raciocinar juntos” (Isaías 1:18), Alá diz: ” Ó fiéis, não interrogueis acerca de coisas que, se vos fossem reveladas, atribular-vos-iam.” (Alcorão 5: 101). Apenas sigam as ordens.

  1. Um “Pedaço da Ação”

O padrinho e seu subchefe sempre recebem um “pedaço da ação” — uma “fatia” — de todos os despojos adquiridos por seus subordinados.

E da mesma forma, Alá e seu mensageiro, Muhammad. O Alcorão 8:41 informa aos Muçulmanos que “E sabei que, de tudo quanto adquirirdes de despojos, a quinta parte pertencerá a Alá,  e ao Mensageiro” (seguido pela família de Maomé e finalmente pelos necessitados).

  1. Assassinatos

O padrinho, através do seu subchefe, envia regularmente os homens da máfia para fazerem “acertos”— para assassinar — aqueles considerados inimigos da família.

Assim fez Alá e seu mensageiro. Um exemplo: um poeta não-Muçulmano, Ka’b ibn Ashraf, insultou Muhammad, incitando o último a exclamar: “Quem matará este homem que feriu Alá e seu mensageiro?” Um jovem Muçulmano chamado Ibn Maslama se ofereceu voluntariamente com a condição de que para chegar perto o suficiente para assassinar Ka’b ele deveria ser autorizado a mentir para o poeta.

O mensageiro de Alá concordou. Ibn Maslama viajou para Ka’b e começou a denegrir o Islã e Muhammad até que seu desafeto tornou-se tão convincente que o poeta o tomou em sua confiança. Pouco tempo depois, Ibn Maslama apareceu com outro Muçulmano e então, enquanto Ka’b estava com a guarda baixa, matou o poeta, levando sua cabeça para Muhammad aos gritos triunfantes habituais de “Allahu Akbar!”

  1. Circunstância é tudo

Enquanto a máfia adere a um código de conduta geral, o padrinho emite ordens mais fluidas de acordo com as circunstâncias.

Isso é uma reminiscência de toda a “revelação” do Alcorão, onde versões/comandos mais recentes contradizem versos/comandos anteriores, dependendo das circunstâncias (conhecidas na jurisprudência Islâmica como al-nāsikh wal-mansūkh ou doutrina da ab-rogação).

Assim, enquanto Alá supostamente disse ao profeta que “não há compulsão na religião” (Alcorão 2: 256), uma vez que o mensageiro tornou-se suficientemente forte, Alá emitiu novas revelações incitando à guerra/jihad até o Islã se tornar supremo (Alcorão 8:39, 9:5, 9:29, etc.).

Enquanto outras religiões e escrituras podem ter contradições, somente o Islã as racionaliza através da ab-rogação — isto é, dando proeminência à versículos posteriores que são vistos como a decisão “mais recente” da divindade.

  1. A Lealdade do Clã

A lealdade é fundamental na máfia. Após rituais elaborados de juramentos de sangue, os membros da máfia devem manter a lealdade absoluta à família, sob pena de morte. Da mesma forma, os membros da máfia devem estar sempre disponíveis para a família — “mesmo que sua esposa esteja prestes a dar à luz” Como diz um dos dez mandamentos da máfia — e defender o padrinho e sua honra, mesmo que lhe custe a vida. Combine isto com a violência generalizada e as convulsões que ocorrem sempre que Alá ou seu profeta são ofendidos — sempre que os não-Muçulmanos “Infiéis” os blasfemam. Ou, como Bill Maher colocou: “a única religião que age como a máfia, que vai — [f***ing kill you] (sic) — matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

A doutrina de “Lealdade e Hostilidade” do Islã (al-wala ‘wa’l bara’) — que convoca os Muçulmanos a serem leais uns aos outros, mesmo que não gostem uns dos outros — é especialmente ilustrativo. O Alcorão 9:71 declara que “os homens [Muçulmanos] crentes e as mulheres [Muçulmanas] crentes são protetores uns dos outros” (ver também 8:72-75). E de acordo com Muhammad, “Um Muçulmano é o irmão de um Muçulmano. Ele não o oprime, nem o humilha, nem o despreza. Todas as coisas de um Muçulmano são invioláveis para seu irmão na fé: seu sangue, sua riqueza e sua honra” — precisamente estas três coisas que os membros da máfia respeitam entre si. É por isso que Muçulmanos como o Major do Exército dos EUA, Nidal Hassan, cujo “pior pesadelo” era ser escalado para combater os companheiros Muçulmanos, frequentemente contra-ataca).

  1. Morte aos Traidores

Quando um frangote membro da máfia, que faz o juramento de lealdade à máfia, — incluindo o Omertà, o código de silêncio das máfias — tenta sair da “família” é visto como traidor e passível de pena de morte. Para qualquer membro da família, grande ou pequeno, é dado autoridade para matar o traidor ou (vira-casaca) – [“turncoat“]. Compare isto com o Islã. Um recém-nascido de pai Muçulmano, o torna imediatamente um Muçulmano — não há juramentos a serem tomados, muito menos qualquer escolha na matéria. E, de acordo com a lei Islâmica, se os Muçulmanos de nascimento, em algum momento em suas vidas, optarem por deixar o Islã, serão considerados “apóstatas” — traidores — e punidos, inclusive com morte. Qualquer Muçulmano zeloso, e não apenas as autoridades, estaria justificado ao matar o apóstata (daí porque as famílias Muçulmanas que matam crianças apóstatas raramente são processadas). Nas palavras de Muhammad — o mensageiro (“subchefe”) de Alá (padrinho): “Quem deixar a sua fé Islâmica, mate-o”.

  1. Desconfiança E Antipatia Pelos “Estranhos” [Outsiders]

Além da lealdade à família, espera-se que os membros da máfia também não façam amizade ou associem-se livremente com “estranhos” — que por natureza não se deve confiar, porque não pertencem à “família” — a não ser que essa “amizade” alavanque a posição da família.

Da mesma forma, a segunda metade da doutrina da Lealdade e Hostilidade — a hostilidade (al-bara’) — invoca aos Muçulmanos para manterem distância e ter hostilidade a todos os não-Muçulmanos, ou “infiéis”.

Assim, o Alcorão 5:51 adverte aos Muçulmanos para que: “não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” Segundo a exegese Islâmica predominante de al-Tabari, Alcorão 5:51 significa que o Muçulmano que “se alinhar com eles [os não-Muçulmanos] e os capacitar contra os crentes, o mesmo é membro da fé e da comunidade deles”, isto é, um desertor, um apóstata, um inimigo.

Escrituras semelhantes: Alcorão 4:89, 5:54, 6:40, 9:23 e 58:22; Este último simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes”. Alcorão 60: 1 declara: “Ó fiéis! Não tomeis por confidentes os Meus e os vossos inimigos [os incrédulos], demonstrando-lhes afeto, posto que renegam tudo quanto vos chegou da verdade…, [i.e., enquanto negam o Islã]?” E o Alcorão 4: 144 declara “Oh você que acredita! Não tomeis os incrédulos por confidentes, em vez dos que crêem. Desejais proporcionar a Alá [“padrinho”] provas evidentes contra nós?”.

  1. Traição e Dissimulação

Como mencionado, são permitidas relações íntimas com indivíduos não-mafiosos que se mostram vantajosas para a família (por exemplo, a colaboração com um “policial corrupto”) — enquanto a máfia mantém uma distância segura, mantém o estranho à distância.

Compare isto com o Alcorão 3:28, que ordena “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis… salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes”. De acordo com o comentário de Tabari no Alcorão padrão, “vos resquardardes” significa:

“Se vocês [Muçulmanos] estão sob a autoridade dos [não-Muçulmanos], temendo por vocês mesmos, comportem-se fielmente diante deles com a sua língua enquanto nutrem animosidade interior por eles… [mas saibam que] Alá proibiu os fiéis de serem amigáveis ou ter intimidade com os infiéis em vez de outros crentes — exceto quando os infiéis estão acima deles [em autoridade]. Se este for o caso, deixe-os agir amigavelmente com eles enquanto preserva a sua religião.”

Depois de interpretar o Alcorão 3:28 como significando que os Muçulmanos podem “proteger” a si mesmos “através do show exterior” quando sob autoridade não-Muçulmana, Ibn Kathir, talvez o mais celebrado exegeta do Islã, cita o profeta do Islã (“subchefe”) dizendo: “Realmente, sorrimos na cara de algumas pessoas, enquanto os nossos corações o amaldiçoam.”

Da mesma forma, há alguns anos, Sheikh Muhammad Hassan — um líder clérigo Salafista no Egito — afirmou ao vivo na televisão que, embora os Muçulmanos nunca deveriam sorrir na cara dos não-Muçulmanos, deveriam sorrir, entretanto dissimuladamente, se assim alavancar o Islã, especialmente no contexto da’wa.

A ideia de odiar os “estranhos” parece estar tão enraizada no Islã que um outro clérigo Salafista, Dr. Yasser al-Burhami, insiste que, embora os homens Muçulmanos possam casar-se com mulheres Cristãs e Judias, devem odiá-las em seu coração — e mostrar a elas que eles as odeiam na esperança de que se convertam à “família” do Islã.

(Para mais informações sobre a doutrina de “Lealdade e Hostilidade”, incluindo referências às fontes exegéticas citadas acima, veja o abrangente tratado do líder da al-Qaeda, Dr. Ayman Zawahiri, em The Al Qaeda Reader, págs. 63-115.)

  1. Uma Oferta Que Você Não Pode Recusar

Embora o romance que virou filme, O Poderoso Chefão, seja fictício, também captura grande parte do modus operandi da máfia. Considere, por exemplo, a mais famosa das frases — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar” — falada pelo Padrinho a um de seus “afilhados”, um aspirante a ator e cantor. Depois de ser rejeitado por um diretor de estúdio, para um papel que ele queria desesperadamente, o afilhado procurou a ajuda de seu padrinho.

À medida que o filma avança, torna-se claro que, a oferta irrecusável, consiste em nada menos que violência e ameaças de morte: após o pedido do mensageiro do Padrinho ser novamente rejeitado para que o papel fosse dado ao ator, quando o diretor despertou na manhã seguinte, encontrou a cabeça ensanguentada e decapitada de seu garanhão favorito na cama, ao lado dele. O afilhado conseguiu finalmente o papel do filme.

Durante todo o contexto da trilogia inteira do Padrinho (que captura muito bem o jeito da máfia com os negócios) fazendo à alguém “uma oferta irrecusável” significa “faça como eu digo ou sofra as consequências”, e possivelmente a morte.

Compare isso com a tríplice escolha do Islã. Segundo as ordens de Muhammad/Maomé, sempre que os Muçulmanos conquistam um território em nome do Islã, seus habitantes não-Muçulmanos recebem três escolhas: 1) converter-se ao Islã, 2) manter sua identidade religiosa, mas pagar um tributo (Jizya, ver abaixo) e viver como um “estranho”, um dhimmi subjugado ou 3) execução.

Ao longo da história, a conversão ao Islã tem sido uma “oferta” que inúmeros não-Muçulmanos não puderam recusar. De fato, esta “oferta” foi responsável pela transformação de grande parte do Oriente Médio e do Norte da África, de maioria Cristã no século VII, quando a jihad estourou da Arábia para o “mundo Muçulmano”.

E essa oferta ainda existe e continua ativa até hoje. Por exemplo, vários Cristãos idosos e incapacitados que não puderam se unir ao êxodo dos territórios controlados pelo Estado Islâmico (ISIS) optaram por converterem-se ao Islã em vez de morrer.

Assim como a máfia, a oferta do Islã para conquistar os não-Muçulmanos é basicamente “junte-se à nossa” família”, ajude-nos e nós o ajudaremos; se recusar, machucaremos você.”

  1. “Taxa de Proteção”

Uma vez que a máfia assuma um território, uma das principais formas de lucro é através da coleta do “dinheiro de proteção” de seus habitantes. Embora a taxa de proteção tenha vários aspectos, um em particular, é semelhante a uma prática Islâmica: coagir as pessoas no território da máfia à pagarem dinheiro pela “proteção”, ostensivamente contra elementos externos; Na verdade, a proteção comprada é da máfia em si— ou seja, dinheiro de extorsão, ou pizzo. Potenciais “clientes” que se recusam a pagar pela “proteção” da máfia muitas vezes têm sua propriedade vandalizada e são rotineiramente ameaçados e assediados.

Compare a coleta de pizzos com o conceito Islâmico de jizya: A palavra jizya aparece no Alcorão 9:29: “Aqueles que não crêem em Alá nem no Último Dia, nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos e sentindo-se subjugados, paguem o Jizya.” [Ênfase adicionada].

No hadith, o Mensageiro de Alá, Muhammad — em nossa analogia, o “subchefe” — invoca regularmente os Muçulmanos a exigirem a jizya dos não-Muçulmanos: “Se recusarem a aceitar o Islã”, disse o profeta, “exijam deles a jizya. Se concordarem em pagar, aceite e segure as mãos deles. Se recusarem a pagar a jizya, procure a ajuda de Alá e lutem contra eles.” O significado da raiz da palavra Árabe “jizya” é simplesmente “pagar” ou “recompensar”, basicamente para “compensar” algo. De acordo com o dicionário Hans Wehr, o dicionário Árabe-Inglês padrão, jizya é algo que “toma o lugar” de algo mais, ou “substitui.”

Simplificando, os não-Muçulmanos conquistados comprariam suas vidas, que de outra forma seriam perdidas para seus conquistadores Muçulmanos, com dinheiro. Como diz um jurista medieval, “suas vidas e suas posses só são protegidas por causa do pagamento de jizya” (Crucified Again, p.22).

E para completar, assim como a máfia racionaliza sua coleta de “dinheiro de proteção” retratando-o como dinheiro que compra a proteção da máfia contra os “estranhos” — quando, como mencionado, o dinheiro/tributo serve apenas para proteger o cliente da própria máfia — assim também o fazem os apologistas do Islã retratando a coleta da jizya como dinheiro destinado a compra de proteção Muçulmana contra os estranhos, quando na verdade o dinheiro/jizya compra a proteção contra os próprios Muçulmanos.

Conclusão: Máfia — O Que Há Numa Palavra?

O que explica todas essas semelhanças entre o Islã e a máfia? Uma pista é encontrada no fato de que a própria palavra “máfia”, significando “hostilidade à lei, ousadia”, é derivada de uma palavra Árabe, mahya, que na tradução significa “orgulhoso, bombástico, bravateiro e arrogante“. Esta etimologia é um lembrete de que a Sicília, berço da máfia, estava sob domínio Árabe/Islâmico por mais de 200 anos. Além de uma etimologia emprestada, poderia algum modus operandi da máfia  ter sido também emprestado do Islã? Isolados em sua ilha, os Sicilianos nativos poderiam ter cooptado as técnicas de controle social que tinham vivido e aprendido com seus antigos senhores — embora sem o verniz Islâmico?

A máfia não é o único exemplo histórico de uma organização criminosa não-Muçulmana influenciada pelo Islã. Por exemplo, os Thuggees —de onde temos a palavra “bandido/thug” — eram uma irmandade de bandidos aliados e assassinos que acharcavam e selvagemente assassinavam viajantes na Índia, muitas vezes inicialmente fingindo amizade. Embora fossem mais tarde associados ao culto Hindu de Kali, os Thuggees originais eram todos Muçulmanos. Até o século 19, um grande número de Thuggees capturados e condenados pelos Britânicos eram Muçulmanos.

As semelhanças são claras: Além de assassinar seus oponentes, incluindo como visto, pela traição, Muhammad também pessoalmente se envolveu em banditismo, saqueando as caravanas das tribos inimigas.

E se as palavras “máfia” e “vândalo” tiverem etimologias Árabe-Islâmicas, as palavras “assassinato” e “assassino” derivam de uma seita Islâmica medieval: os Hashashin, os quais foram pioneiros no uso do assassinato político — com promessas de um paraíso hedonista ao assassino que certamente morreu — em nome do Islã.

De qualquer forma, quando a personalidade da HBO Bill Maher proclamou recentemente que o Islã é “a única religião que age como a máfia, que vai matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”, estava apenas tateando as semelhanças entre a máfia e outras organizações criminosas, e o Islã.

Raymond Ibrahim é autor do livro: Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

Fonte/Source: Muslim Reform Group Reached Out to 3,000 US Mosques, Got Only 40 Responses

GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

POR STEPHEN M. KIRBY

24 de Fevereiro de 2017

Dr. Zuhdi Jasser

Em Dezembro de 2015, um pequeno grupo de Muçulmanos se reuniu em Washington, DC para discutir a reforma do Islã. Com a fanfarra da mídia, eles se denominaram Movimento de Reforma Muçulmano (MRM), emitiram uma Declaração para a Reforma Muçulmana e se tornaram a nova face dos “reformadores Muçulmanos”.

Houve apenas um problema fundamental: o MRM nunca teve apoio majoritário da comunidade Muçulmana.

O Dr. Zuhdi Jasser, um dos fundadores da MRM, admitiu isso em 30 de Janeiro de 2017, quando foi entrevistado em um artigo no The Federalist sobre o recente aniversário de um ano da MRM: Um reformador Muçulmano fala sobre sua batalha contra o Islamismo e PC. Jasser foi perguntado sobre quantas mesquitas o MRM tinha abordado inicialmente para apoio em 2015 e a natureza das respostas dessas mesquitas. A resposta de Jasser foi reveladora:

“Nós gastamos recursos significativos nesse projeto ao longo de um período de dez meses. Entramos em contato através do correio tradicional, e-mail, e do telefone com mais de 3.000 mesquitas e mais de 500 Muçulmanos Americanos públicos conhecidos. Recebemos apenas 40 e poucas respostas desprezíveis dos nossos contatos, e infelizmente menos de dez delas foram positivas. Na verdade, uma mesquita na Carolina do Sul nos deixou uma mensagem de voz violenta, ameaçando nossa equipe caso os contatemos novamente.

Assim, o MRM fez mais de 3.500 contatos dentro da comunidade Muçulmana, mas recebeu apenas um pouco mais de 40 respostas, das quais menos de dez foram positivas. Então, para trabalhar com esses números, digamos que o MRM fez 3.500 contatos e recebeu nove respostas positivas. Isso significa que apenas .0026 (um contato sobre um quarto de um por cento) das organizações Muçulmanas e indivíduos Muçulmanos que o MRM contatou responderam de forma positiva. E o MRM ainda recebeu um “mensagem de voz violenta” de uma mesquita como resultado desses primeiros contatos.

A irrelevância do MRM foi revelada ainda mais quando Jasser foi questionado sobre as realizações do MRM durante o primeiro ano de sua existência. Jasser afirmou:

“Nossa maior conquista até agora é a nossa declaração.”

A declaração da MRM é um documento de duas páginas criado na primeira reunião, publicado na porta de uma mesquita próxima (e rapidamente removido), e disponível nos sites de várias organizações de “reforma” Muçulmana. Como notei no meu primeiro artigo sobre o MRM, esta declaração é “um documento que rejeitou o Islã de Muhammad em favor dos valores Ocidentais e Judaico-Cristãos”, e em termos de doutrina Islâmica, é repleto de blasfêmia.

Jasser também admitiu que após um ano de existência do MRM,

“Estamos decepcionados com o relativo silêncio da maioria dos líderes Muçulmanos …

Jasser culpou a falta de dinheiro pelo pobre apoio da comunidade Muçulmana:

“Eu posso adivinhar porque nós tivemos deficiências no alcance. Se tivéssemos mais fundos, poderíamos estudar isso mais cientificamente … Ninguém sabe verdadeiramente como a maioria dos Muçulmanos se sente sobre as ideologias Islâmicas. A segurança nacional precisa desesperadamente de nos ajudar a estudar isso…. Não conseguimos alcançar efetivamente a maioria dos Muçulmanos por causa dos recursos e da ausência de plataformas efetivas.

Assim, por causa da “segurança nacional”, o MRM precisa estudar as atitudes dos Muçulmanos a fim de descobrir por que o MRM tem sido geralmente rejeitado por aqueles Muçulmanos. E para que o MRM complete esse estudo, eles precisam de dinheiro. O dinheiro tem que, por padrão, vir de não-Muçulmanos.

Mas eu gostaria de economizar o tempo do MRM e o dinheiro dos não-Muçulmanos. Em vez de um novo estudo sobre o porquê do MRM não ter praticamente nenhum apoio Muçulmano, vou dar a resposta: em termos de doutrina Islâmica, a declaração do MRM é blasfema, e o MRM não deve se surpreender que mais de 99% não queira participar dessa blasfêmia.

É apenas a atenção do mundo não-Muçulmano que permitirá que o Movimento de Reforma Muçulmana permaneça em apoio à vida, visível, mas irrelevante.

Dr. Stephen M. Kirby é o autor de quatro livros sobre o Islã. Seu último livro é o Profeta Militante do Islã: Muhammad e as Conversões Forçadas ao Islã


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Fonte/Source: Oppression chic: Nike offers “Pro Hijab” for athletic Muslimas

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Por ROBERT SPENCER

8 de Março de 2017

A Nike fornecerá suprimentos para apedrejamento de Muçulmanos adúlteros?

A Nike oferecerá uma série de lâminas adequadas para cortar a garganta das Muçulmanas que se atreverem a não usar o hijab?

A Nike oferecerá capuzes Klan para atletas racistas?

“A Nike tem um novo produto para mulheres Muçulmanas: O ‘Hijab Pro'”, de Zahraa Alkhalisi, CNN, 7 de Março de 2017:

PHILADELPHIA (CNN) – A Nike em breve começará a vender um hijab de performance para as atletas Muçulmanas.

O lenço de cabeça chamado de “Nike Pro Hijab”, possui um design pull-on de camada única, feito de poliéster leve e em cores escuras e neutras. Os pequenos orifícios do tecido o tornarão respirável enquanto permanecem opacos, um requisito para mulheres que usam hijab.

A Nike disse que começou a desenvolver o hijab depois que algumas atletas Muçulmanas queixaram-se de usar o lenço de cabeça tradicional durante a competição.

O processo do design levou 13 meses e o produto final estará disponível para venda na temporada de Primavera da Companhia em 2018.

A Nike disse que o hijab já está sendo usado pela figura Emirática patinadora Zahra Lari.

Fiquei excitada e um pouco emocionada ao ver a Nike prototipando um hijab”, disse Lari em comunicado. “Eu tentei tantos hijabs diferentes para o meu desempenho, e…. poucos deles realmente funcionam para mim. Mas, quando o vesti e o experimentei na pista de gelo, fiquei deslumbrada com o ajuste e o peso leve.“…


Nota do Blog:

Eis aqui a tradução de uma parte do artigo mencionado acima, via link, por Robert Spencer:


Dia Mundial Do Hijab: Mulheres Não-Muçulmanas Convidadas A Usar o Hijab Hoje Em Solidariedade Ás Mulheres Muçulmanas

“Hoje, as mulheres de esquerda em toda a Europa e América do Norte podem sinalizar a sua virtude. Mas onde está a sua preocupação com Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou com seu hijab depois que ela se recusou a usá-lo? Ou Aqsa e Amina Muse Ali, uma mulher Cristã na Somália que Muçulmanos assassinaram porque ela não estava vestindo o hijab? Ou as 40 mulheres assassinadas no Iraque em 2007 por não usar o hijab; ou Alya Al-Safar, cuja prima Muçulmana ameaçou matá-la e prejudicar sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; ou Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; ou a garota Egípcia, também chamada Amira, que se suicidou depois de ter sido brutalizada por sua família por se recusar a usar o hijab; ou os professores Muçulmanos e não-Muçulmanos do Colégio Islâmico do Sul da Austrália, que foram informados de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidos; ou as mulheres na Chechênia que a polícia disparou com bolas de tinta porque não estavam usando o hijab; ou as mulheres também na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não usar hijab; ou os professores de uma escola primária na Tunísia que foram ameaçados de morte por não usar hijab; ou as alunas Sírias que eram proibidas de ir à escola a menos que usassem hijab; ou as mulheres em Gaza que o Hamas forçam a usar o hijab; ou as mulheres no Irã que protestaram contra o regime se atrevendo a tirar o hijab legalmente exigido; ou as mulheres de Londres que vândalos Muçulmanos ameaçaram matar se não usassem hijab; ou a jovem Muçulmana anônima que tirou o hijab fora de casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais; ou as quinze meninas na Arábia Saudita que foram mortas quando a polícia religiosa não as deixou sair do prédio da escola em chamas por terem tirado seus hijabs em seu ambiente totalmente feminino; ou todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo de ousar a não usar o hijab?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FACEBOOK E TWITTER CENSURAM JIHAD WATCH, BLOQUEAM MILHARES DE LEITORES

FACEBOOK E TWITTER CENSURAM JIHAD WATCH, BLOQUEAM MILHARES DE LEITORES

Por ROBERT SPENCER

3 de Março de 2017

Os fatos em mãos presumivelmente falam por si mesmos, mas com um pouco mais de vulgaridade, eu suponho, do que os fatos normalmente costumam apresentar.

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 2 de fevereiro de 2017: 16.683
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 2 de fevereiro de 2017: 1.051

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 6 de fevereiro de 2017: 12.882
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 7 de fevereiro de 2017: 1.880

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 7 de fevereiro de 2017: 23.783
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 7 de fevereiro de 2017: 1.718

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 8 de fevereiro de 2017: 18.926
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 8 de fevereiro de 2017: 1.091

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 9 de fevereiro de 2017: 11.914
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 9 de fevereiro de 2017: 974

E então no dia seguinte:

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 10 de fevereiro de 2017: 2.923
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 10 de fevereiro de 2017: 295

E o abandono continua:

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 20 de fevereiro de 2017: 3.408
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 20 de fevereiro de 2017: 416

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 27 de fevereiro de 2017: 2.369
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 27 de fevereiro de 2017: 329

Referências à Jihad Watch segundo o Facebook, 2 de março de 2017: 1.645
Referências à Jihad Watch segundo o Twitter, 2 de março de 2017: 206

Será que milhares de pessoas que costumavam os artigos da Jihad Watch no Facebook e Twitter de repente, em 10 de Fevereiro, perderam o interesse? Claro que não. Isto é o que aconteceu: o Facebook e o Twitter estão censurando a Jihad Watch como “discurso de ódio”. Agora, eu não aceito e nunca aceitarei a ideia de que relatar a atividade da jihad e a opressão da Sharia constitui “discurso de ódio”, mas é claro, a reivindicação de longa data da Organização de Cooperação Islâmica (OIC) e grupos Muçulmanos no Ocidente, foi adotada sem críticas pela esquerda, com a qual o Facebook e o Twitter estão tão firmemente alinhados.

Na realidade, o que constitui “discurso de ódio” é um julgamento subjetivo. O próprio rótulo é um instrumento nas mãos dos poderosos, permitindo-lhes controlar o discurso e silenciar os dissidentes à sua agenda. Isto é, em última instância, o que isso significa: os fornecedores da Grande Mentira (sic) sempre têm de calar os que dizem a verdade, porque estão conscientes de que todo seu empreendimento repousa sobre uma mentira e estão profundamente ameaçados pela verdade. Eles só podem colocar sua mentira através de repetição constante e perseguição implacável daqueles que dizem a verdade. Em contraste, os narradores de verdade não precisam recorrer à censura contra os mentirosos, pois estão confiantes de que a verdade, se for dada uma audiência justa, será óbvia e convincente.

A boa notícia em tudo isso é que, apesar desse bloqueio de referências do Facebook e do Twitter, o número total de leitores da Jihad Watch está crescendo. Aparentemente, muitas pessoas que costumavam vir aqui via Facebook e Twitter estão encontrando caminhos diferentes. Isto é muito importante em geral: as pessoas livres não devem aceitar a censura, que é um ataque desesperado de uma elite política e midiática desacreditada e enfraquecida contra uma revolução populista inexoravelmente crescente. Se o Facebook e o Twitter excluirem a verdade, então temos que, em grande número, fechar o Facebook e o Twitter. Isto é certamente o que eu vou fazer: enquanto cada artigo da Jihad Watch automaticamente sobe no Facebook e Twitter (enquanto durar), não irei pessoalmente a qualquer um deles novamente.

E apesar da plataforma cada vez mais decrescente para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.

“União Europeia Informa Riot Act ao Facebook, Twitter, Google Sobre o Discurso de Ódio (FB, GOOG)”, de Rakesh Sharma, Investopedia, 5 de Dezembro de 2016:

 A União Europeia alertou o Facebook Inc. (FB), o Twitter Inc. (TWTR), a subsidiária Google da Alphabet Inc. (GOOG) e a Microsoft Inc. (MSFT) que poderiam enfrentar a perspectiva das leis do discurso de ódio se não reprimirem tal discurso em suas plataformas. As empresas, que possuem ou executam plataformas de mídia social com números de membros que chegam a milhões no continente, assinaram em Maio um código de conduta para eliminar casos de discurso ofensivo e de ódio dentro de 24 horas. (Veja também: Facebook, Google, Twitter, Microsoft concordam em relatar discurso de ódio à UE).

 De acordo com um novo relatório que quantifica seus esforços, os gigantes da tecnologia ainda têm algum caminho a percorrer. O relatório, que será discutido pelos ministros da UE esta semana, afirmou que as empresas analisaram 40 por cento dos casos relatados nas primeiras 24 horas e 80 por cento em 48 horas. A Alemanha e a França viram taxas mais elevadas, “em excesso” de 50%, enquanto que apenas 4% e 11% dos posts relatados foram removidos na Itália e Áustria, respectivamente.

“Se o Facebook, YouTube, Twitter e a Microsoft quiserem convencer-me e aos ministros de que a abordagem não legislativa pode funcionar, terão de agir rapidamente e fazer um grande esforço nos próximos meses”, disse Vera Jourova, FT em uma entrevista. (Veja também: Facebook pode permitir que grupos de terceiros censurem conteúdo na China) ….

E mais:

“Google Lança Programa AI para Detectar “Discurso de Ódio”, por Lucas Nolan, Breitbart, 23 de Fevereiro de 2017:

” O Google lançou um novo programa AI chamado Perspective para detectar comentários “abusivos” online em um esforço para reprimir o discurso de ódio.

Publicações como The New York Times, The Guardian e The Economist estão testando o novo software como uma maneira de policiar seções de comentários, de acordo com o Financial Times.

“As organizações de notícias querem encorajar o envolvimento e a discussão em torno de seu conteúdo, mas acham que classificar por milhões de comentários para encontrar aqueles que são trolling ou abusivos leva muito dinheiro, trabalho e tempo”, disse Jared Cohen, presidente da Jigsaw. Incubadora social que construiu a ferramenta. “Como resultado, muitos sites fecharam os comentários completamente. Mas eles nos dizem que não é a solução que querem. “

Perspective está disponível para todas as publicações que atualmente fazem parte da Digital News Initiative do Google, que inclui The Guardian, a BBC e The Financial Times. Em teoria, o software também poderia ser utilizado por empresas de mídia social como Facebook e Twitter. Twitter recentemente tentou impor regras mais rígidas sobre os usuários em uma tentativa de reduzir suposto assédio na plataforma.

CJ Adams, um gerente de produto na Jigsaw, discutiu a adaptabilidade de seu programa, dizendo: “Estamos abertos para trabalhar com qualquer um, desde pequenos desenvolvedores até as maiores plataformas na internet. Todos nós temos um interesse compartilhado e nos beneficiamos de discussões online saudáveis. “

Perspective é usado para filtrar e compilar comentários em sites para revisão humana. Para aprender o que exatamente conta como um comentário “tóxico”, o programa estudou centenas de milhares de comentários de usuários que foram considerados inaceitáveis por revisores em websites como The New York Times e Wikipedia. “Todos nós estamos familiarizados com o aumento da toxicidade em torno de comentários em conversas online”, disse Cohen. “As pessoas estão deixando conversas por causa disso, e queremos capacitar publicações para trazer essas pessoas de volta”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhamamad e os Sufis

ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Fonte/Source: Robert Spencer: Good Riddance: Hijab-wearing Muslim NSC staffer quits, blames Trump, claims victim status


ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA  DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Por ROBERT SPENCER

27 de Fevereiro de 2017


Meus mais recentes artigos no FrontPage Magazine:

Rumana Ahmed

A mídia do establishment encontrou uma nova heroína: Rumana Ahmed, uma mulher Muçulmana que trabalha vestida com o seu hijab, que integrou o Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama, e que aora pediu demissão depois de oito dias no governo Trump .

Ahmed explicou: “Eu tive que partir porque era um insulto entrar no edifício mais histórico do país todos os dias sob uma administração que está lutando contra e vilipendiando tudo o que eu defendo como Americana e como Muçulmana”. Isso basta para a mídia disparar sua fúria anti-Trump com uivos hipócritas, mas como sempre, há mais nessa história do que a mídia está dizendo, e muito mais sobre Rumana Ahmed que gostariam que você não soubesse.

Em seu artigo no The Atlantic, explicando por que deixou o NSC – National Security Council, (e é importante notar que ela não foi demitida pelos seus novos patrões supostamente “Islamofóbicos”, ela pediu demissão), Ahmed usa expressões pós-9/11 de vitimização Muçulmana, que se tornaram tropos familiares entre os esquerdistas: depois de contar sua vida idílica “vivendo o sonho Americano”, ela diz: “Depois do 11 de Setembro, tudo mudaria. No auge do meu choque, horror e desgosto, tive que lidar com o medo que algumas crianças de repente tiveram de mim. Fui observada, amaldiçoada e cuspida em público e na escola. As pessoas me chamavam de “terrorista” e me disseram: “volte para seu país”.

Não surpreende que Ahmed não tenha mencionado o fato de que essa narrativa de vitimização Muçulmana foi manchada, se não completamente viciada, pelo alto número de “crimes de ódio anti-Muçulmanos” que foram falsificados por Muçulmanos. O Conselho ligado às Relações Americano-Islâmicas (CAIR) do Hamas e outros Muçulmanos em muitas ocasiões não hesitaram em rebaixar-se até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques às mesquitas e até assassinatos: um Muçulmano de Nova Jersey foi considerado culpado pelo assassinato que tentou retratar como um ataque “Islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de primeiro acusar o assassinato de “Islamofobia”.

Ahmed ainda culpou um assassinato por “Islamofobia”: “Um mundo mais duro começou a ressurgir em 2015”, escreveu no The Atlantic. “Em Fevereiro, três jovens estudantes Muçulmanos Americanos foram mortos em suas casas, em Chapel Hill, por um Islamofóbico. Tanto a mídia como a administração foram lentas ao enfrentar o ataque, como se os mortos tivessem de ser examinados antes que pudessem ser velados. Foi emocionalmente devastador.”

Na verdade, não há provas de que os assassinatos de Chapel Hill tenham sido cometidos por um “Islamofóbico”. O advogado Ripley Rand declarou no dia seguinte aos assassinatos: “Os acontecimentos de ontem não fazem parte de uma campanha contra os Muçulmanos na Carolina do Norte”. Rand disse que não havia “informações de que isso fizesse parte de um evento organizado contra Muçulmanos”. Nem surgiu desde então, embora esse fato não tenha impedido os grupos Islâmicos de advocacia de rotineiramente tratar esses assassinatos como evidência de uma onda de ódio anti-Muçulmano nos EUA. Ruhana Ahmed, no The Atlantic, encoraja essa agenda cínica e maliciosa.

Na mesma linha, Ahmed afirma: “Quando Trump pediu o banimento Muçulmano pela primeira vez, os relatos de crimes de ódio contra Muçulmanos dispararam“. Na realidade, como notou o MRC Newsbusters no final de Novembro, “Uma série desses incidentes já foram desmascarados, embora os poucos detalhes sobre a maioria das histórias faz com que seja quase impossível refutar (ou provar!)”.

Ahmed não é só desonesta; ela está conectada. Antes de trabalhar para o governo de Obama, era funcionária da associação dos estudantes Muçulmanos da Universidade de George Mason (MSA). De acordo com a Discover the Networks, a MSA “foi estabelecida principalmente por membros da Irmandade Muçulmana (MB) em Janeiro de 1963 na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign. O Teólogo Larry A. Poston da Nyack College escreve que ‘muitos dos membros fundadores dessa agência [MSA] eram membros de, ou tinha conexões com’ a Irmandade Muçulmana ou Jamaat-i-Islami.” O MSA é “uma força política radical e uma importante organização lobista da seita Wahhabi do Islã, dizendo aos estudantes que a América é uma potência imperialista e Israel uma nação opressora. Palestrantes do MSA rotineiramente vomitam libelos antissemitas e justificam o genocídio contra os Judeus que é promovido por organizações terroristas Islâmicas como o Hamas e o Hezbollah e pelo governo do Irã “.

Além disso, “um documento interno da Irmandade Muçulmana de 1991 — intitulado “Um Memorando Explicativo sobre o Objetivo Estratégico Geral para o Grupo na América do Norte” — que nomeou a MSA como uma das 29 “organizações de amigos” da Irmandade que compartilha o objetivo comum de destruir a América e transformá-la numa nação Muçulmana. Esses “amigos” foram identificados pela Irmandade como grupos que poderiam ajudar a ensinar aos Muçulmanos que seu trabalho nos Estados Unidos é uma espécie de grande Jihad para eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro e “sabotar” sua miserável casa pelas próprias mãos… de modo que… a religião de Deus <a href="sic“>Islã seja vitoriosa sobre todas as outras religiões”.

É difícil imaginar como alguém que tinha servido como funcionária numa organização dedicada a “eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro” seria tão rapidamente nomeada para o Conselho de Segurança Nacional, mas essa era a América de Barack Obama. O governo Trump está, de fato, estabelecendo um tom surpreendentemente diferente, que Rumana Ahmed considera inaceitável. Sua insatisfação e partida do NSC são boas razões para que todos os Americanos patrióticos aplaudam.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis