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GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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GEERT WILDERS

GEERT WILDERS

Por Tião Cazeiro

15 de Março de 2017

O G1-Mundo da Globo.com publicou um artigo intitulado “Líder da Ultradireita da Holanda chama Maomé de “senhor da guerra”‘ e “pedófilo”; por Agencia EFE.

Um título no mínimo curioso. Perceba o jogo de palavras, ‘Ultradireita’ com a primeira letra maiúscula e ‘senhor da guerra e pedófilo’ com a primeira letra minúscula. Dois pesos e duas medidas.

Ultradireita, extrema direita, Hitler, radical etc. Vemos isso o tempo todo na ‘grande mídia’ a respeitos de vários políticos que não se alinham com a esquerda. E o pior, não condiz com a realidade. Dizer que Geert Wilders é “Ultradireita” porque critica o Islã é sacanagem pura. Entretanto, não dizem que ele é um homem inteligente, muito corajoso, que diz a verdade e está tentando ajudar o seu país. Um homem honesto consigo mesmo e realista. Um homem que não rejeita os Muçulmanos e sim o Islã, o Islã Político.

Geert Wilders está sendo tratado pelo G1 (Agencia EFE) da mesma forma que Donald Trump foi por alguns colunistas Brasileiros quando o compararam a Hitler. Resultado, Trump ganhou as eleições e está fazendo um grande trabalho, completamente distante do Obozo e sua gangue. E a mídia ficou pra trás como fábrica de “fakenews” assistindo apavorada a audiência despencar dia após dia.

Supondo que Geert Wilders tenha realmente dito isso, ou seja, “senhor da guerra e pedófilo”, vamos ver se ele tem ou não razão:

O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo Ali kamel — Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo diz o seguinte:

Aliás, esse livro conta com o polêmico jornalista Reinaldo Azevedo na contracapa, dando uma ‘forcinha’ ao colega com o seguinte texto:

Ali Kamel é um jornalista ousado, dos mais competentes que conheço, dono de um texto primoroso e de um desassombro intelectual invulgar

Muito bem, mas vamos ver o que o “desassombro intelectual invulgar” apresenta em seu livro:

Um muçulmano não tem nenhuma nacionalidade senão a sua crença” —Pagina 183

Corretíssimo! E confirma o que Tamimi, um Muçulmano “radical” estacionado na Inglaterra disse: “Somos Muçulmanos na Europa e não Muçulmanos Europeus”. Assim, logicamente, podemos dizer que: “Não existem Muçulmanos Brasileiros e sim Muçulmanos no Brasil”. Correto?

Parece bobagem, coisa de bêbado, mas implica na não assimilação ou convivência Muçulmana com a sociedade Brasileira. A imposição ou a troca da Constituição Brasileira pela lei Sharia é um objetivo real e —não se engane — faz parte da agenda Islâmica no Brasil, o qual a esquerda e alguns veículos de comunicação estão empenhados em abrir caminho para que isso aconteça. Isso já é conhecido, não é uma informação extraterrestre.

Outro trecho desse livro que me surpreende muito é o fato do “desassombro intelectual invulgar” ter mencionado na página 88 que:

Maomé se casara com Ayishah quando ela ainda tinha seis anos de idade, mas o casamento, claro, só se consumou quando ela atingiu a maturidade.” [Ênfase adicionada].

Pois este é um dos pontos ou talvez o principal, que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre profeta do Islã.

Muhammad na verdade casou-se com Aisha (ou Ayishah) quando ela era uma menina de 6 anos e consumou o casamento quando ela completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes. Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um homem de 50 e poucos? Isso não abala a reputação de um profeta? E por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “claro”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia? Maturidade aos 9 anos de idade?

É fato também de que o crescimento vertiginoso do Islã no mundo é devido as altíssimas taxas de natalidade e por isso é permitido o casamento infantil; poligamia; estupros em massa, o qual é dito pelos próprios como “isso faz parte da nossa cultura“.

Portanto, o que dizer de Geert Wilders, o “Ultradireita” que chamou Muhammad de ‘senhor da guerra’ e ‘pedófilo’ quando vemos que um diretor da Globo omite a idade de Aisha, um fato escrito nos ahadith e relatado pelo famosíssimo Muçulmano Bukhari (Tabari), quando a própria menina Aisha diz assim: “O Mensageiro de Deus (sic) casou comigo quando eu tinha sete anos; Meu casamento foi consumado quando eu tinha nove anos.” (P.170).

Nota: A maioria falam em 6 entretanto a menina Aisha diz que foi aos 7 anos. Outra coisa, isto não é desrespeito a tradição Islâmica, é a própria história do Islã e discutido mundialmente por todos os scholars além de estar escrito nos ahadith, os quais podem ser lidos por todos os interessados.

Com relação ao ‘senhor da guerra’, o próprio Muhammd disse: “Eu fui feito vitorioso pelo terror.” — Muhammad/Maomé — (Bukhari, 52:220)

Veja também…

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo (Muhammad) limitou-os em Medina, no bairro de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najjar. Depois disso o Apóstolo saiu para o mercado de Medina e cavou trincheiras nele. Então ele os enviou e decapitou as suas cabeças nas trincheiras que foram trazidas para fora diante dele em lotes. Entre eles estava o inimigo de Alá Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registram de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes para o Apóstolo (Muhammad) perguntaram a Kab o que ele pensou que seria feito com eles. Ele respondeu “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até que o Apóstolo (Muhammad) fizesse um sinal a eles. — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Muhammad é visto sim como o ‘senhor da guerra’. Isto é dito por todos os estudiosos. Basta assistir a este maravilhoso trabalho elaborado pelo Dr. Bill Warner, Diretor e Fundador do Political Islam onde mostra as batalhas inspiradas em Muhammad, o senhor da guerra,  que quase liquidou com a civilização Clássica. Assista, você vai se surpreender.

Vídeo legendado em Português e traduzido pelo excelente blog Lei Islâmica em Ação

E por último, eis aqui mais um texto interessante do livro Sobre o Islã do jornalista Ali Kamel:

Num mundo como o de hoje, cada vez mais gente deseja agir como Jehoshua e Tarfon, Abraão e Jó e Muhammad (Maomé). E eu tenho para mim que, quanto mais gente assim o fizer, mais harmonia haverá. Isso de modo algum afasta o mundo da religião“. Página 171.

Estou impressionado com o “desassombro intelectual invulgar” de Ali Kamel. O polêmico Jornalista Reynaldo Azevedo devia estar iluminadíssimo quando escreveu para a contracapa do livro.

Estou impressionado também com o que fazem com os leitores, com a desinformação por conta de uma agenda Islâmica para o Brasil. É uma vergonha tratar um político, um homem de bem, que está ameaçado de morte, com fatwas entre outras coisas bárbaras sobre seus ombros, que vive escoltado, que teve que dormir em quartéis com sua esposa para não ser estraçalhado por selvagens que não sabem o que é liberdade de expressão e de pensamento crítico.

Geert Wilders é um homem corajoso e o Brasil deveria ouvir o que ele tem a dizer.


Geert Wilders: O Islã Não É Uma Religião, É Uma Ideologia Totalitária

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is Not A Religion, It’s a Totalitarian Ideology

Photo Cover Credit: Sean Gallup/Getty Images


Geert Wilders: O Islã Não É Uma Religião, É Uma Ideologia Totalitária

 

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

28 de Fevereiro de 2017

Geert Wilders em Koblenz, Rhein, 21 de Janeiro de 2017, Alemanha. Photo: Sean Gallup / Getty Images

O Islã é uma ideologia totalitária, não uma religião, e por isso o compromisso constitucional Holandês com a liberdade de religião não deve se aplicar a ele, disse Geert Wilders.

Em uma ampla entrevista gravada em Janeiro e transmitida no fim de semana, o político populista e líder do Partido Holandês pela Liberdade (PVV) disse que embora o Islã tenha muitos dos ornamentos de  religião, compartilha mais em comum com ideologias totalitárias como o Comunismo e o Fascismo e devem ser tratados como tal.

“O Alcorão não só contém mais antissemitismo do que Mein Kampf — outro livro terrível — produziu, como é uma prova do totalitarismo porque você não tem permissão para sair. Essa é a prova do totalitarismo”, disse ele.

“O Islã como ideologia não permite a liberdade. Olhe para quase todos os países do mundo onde o Islã é dominante — você vê uma falta total de sociedade civil, de estado de direito, de liberdade para jornalistas, mulheres, Cristãos, ou mesmo alguém que queira deixar o Islã, um apóstata.

“Você tem permissão para deixar o Cristianismo ou o Judaísmo e se tornar um ateu ou o seguidor de outra religião; Você não tem permissão para deixar o fascismo, você não tem permissão para deixar o Comunismo. E ainda hoje na Holanda, na Alemanha, no mundo Árabe, a pena é a morte se você quiser deixar o Islã.

“Esse tipo de pensamento, esse tipo de violência dentro de uma ideologia é algo que não devemos importar”.

Admitindo que sua opinião era uma visão minoritária e que a constituição da Holanda provavelmente não mudaria se seu partido fosse vitorioso nas próximas eleições, esclareceu que sua objeção era ao Islã como um corpo de ideias, não para o povo Muçulmano.

“Eu acredito que o Islã e a liberdade são incompatíveis. Não estou falando de pessoas.”

“Fui muitas vezes ao Irã, Iraque, Síria, Egito e Jordânia, e encontrei pessoas muito amigáveis, agradáveis e muitas vezes muito interessantes. Então eu não tenho um problema com os Muçulmanos, como algumas pessoas acreditam.”

“Mas acredito que a ideologia Islâmica é muito perigosa”.

Wilders também manifestou sua oposição à União Europeia, que, segundo ele, despojava as nações Europeias de sua soberania e criticou os líderes Europeus por sua adesão à doutrina do relativismo cultural.

Invocando o sucesso de Donald J. Trump, o qual o levou à presidência dos EUA numa plataforma de patriotismo e orgulho nacional, Wilders disse: “Um Estado-nação precisa ser independente, precisa de sua própria bandeira e valores. Não é fanatismo ou racismo, é patriotismo, e o patriotismo está em ascensão hoje em dia.

“Então eu tentaria recuperar nossa soberania nacional e ser independente, e deixar o povo Holandês, o governo e o parlamento Holandês decidir o próprio destino novamente”.

E acrescentou: “A maioria dos líderes políticos não são apenas multiculturalistas, mas são relativistas culturais — pessoas que acreditam que as culturas são iguais.” E previu:— “Estou certo de que os últimos dias da União Europeia — como aconteceu com antigo Império Romano — estão chegando. É só uma questão de tempo.”

Wilders provou ser um candidato imensamente popular e o PVV está no bom caminho para ganhar o maior número de lugares. Mas apesar da oportunidade de examinar as ideias de Wilders antes das eleições Holandesas de Março, a imprensa Holandesa preferiu se concentrar num erro cometido por Wilders durante a entrevista.

Discutindo o PVV Wilders disse que tinha sido inspirado pelo político Pym Fortuyn, o qual, ele comentou: “[estava] abordando os problemas que estou abordando agora e infelizmente foi morto e assassinado por um Muçulmano radical.”

Fortuyn foi assassinado por um ambientalista, Volkert van der Graaf, que alegou ter atirado no político para “proteger” os Muçulmanos. Wilders reconheceu o fato num tuite onde explicou que tinha pretendido fazer referência ao cineasta Theo Van Gogh, que foi baleado e esfaqueado até a morte por um Islamista em 2004 por dirigir um documentário, Submissão, que criticava o tratamento das mulheres sob o Islã.

Em um segundo tuite, Wilders acrescentou: “Os esquerdistas elitistas perdedores estão gostando do meu lapso de língua, mas nós vamos desislamizar os Países Baixos muito rapidamente e isso não é nenhum lapso de língua.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis