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ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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XIITA VERSUS SUNITA

Fonte/Source: Shia vs. Sunni: The Schism Western Politicians Don’t Understand and Won’t Discuss


Arte final da batalha de Chaldiran (1514)
XIITA VERSUS SUNITA:
O CISMA QUE OS POLÍTICOS OCIDENTAIS
NÃO COMPREENDEM E NÃO DISCUTIRÃO

Por JOHN HAYWARD

Publicado originalmente pela Breitbart News em 25 Maio 2017


Os políticos Ocidentais raramente reconhecem o cisma entre o Islamismo Xiita e Sunita. Não há nada remotamente comparável a este cisma em qualquer outra religião no mundo moderno.

O conflito Sunita-Xiita define a estrutura política do Oriente Médio, da rivalidade internacional entre o Irã e a Arábia Saudita à política interna das nações Muçulmanas. No entanto, os políticos Ocidentais, ansiosos por retratar o Islã como uma “religião de paz”, falam dos Muçulmanos como homogêneos.

No cerne do politicamente correto, o Islã é tratado mais como uma raça do que uma religião, um bloco étnico monolítico como “Hispânicos” ou “Asiáticos”. Ambos os grupos são, por sua vez, populações diversas absurdamente espremidas em monólitos para a conveniência dos estrategistas políticos de esquerda.

Na verdade, existem Muçulmanos Xiitas que pensam que os Sunitas não contam como Muçulmanos, e vice-versa. Adeptos das seitas mais extremas dentro das escolas Sunitas e Xiitas consideram os seguidores moderados da mesma tradição basica como apóstatas.

A divisão Sunita-Xiita

Poucos políticos Ocidentais sabem alguma coisa sobre o conflito Sunita-Xiita, que brota de uma disputa doutrinária que pode parecer trivial aos alienígenas modernos. Quando Muhammad morreu, no Século 7, houve um profundo desacordo entre os primeiros seguidores do Islã sobre quem deveria suceder-lhe como líder.

O coração do conflito Sunita-Xiita revela que os Sunitas pensavam que o novo líder ou “califa”, Abu Bakr, deveria ser eleito e escolhido por ter sido amigo íntimo de Muhammad (Maomé). O líder do Estado Islâmico (ISIS), que se intitula “califa” ou governante de todos os verdadeiros Muçulmanos, chama-se “Abu Bakr al-Baghdadi” em homenagem ao primeiro califa. Seu nome verdadeiro é Ibrahim Awwad Ibrahim al-Badri.

O grupo dissidente que agora conhecemos como Xiitas insistiu que apenas um parente de sangue de Muhammad estava apto a liderar, apoiando assim Ali bin Abu Talib, que era primo de Muhammad e genro. Ali realmente assumiu como califa depois que Abu Bakr morreu, logo seria mais exato dizer que a rixa duradoura dentro de Islã foi causada pela aprovação da liderança de Ali e o argumento sobre seu sucessor.

Uma grande parte da política tribal do século VII girou em torno deste conflito, tornando-o mais complexo que qualquer breve resumo pudesse capturar. Entre outros fatores, houve o desenvolvimento do Islã numa religião guerreira, levando à rivalidade de clãs e argumentos viciosos sobre espoliação. As lealdades pessoais a Ali ou a seus rivais também desempenharam um papel.

Mas isso é um cisma religioso, não uma questão para estimular o debate entre historiadores. Os Xiitas acreditam que roubar a liderança dos descendentes de Muhammad/Maomé configurou apostasia, um pecado contra a verdadeira fé.

Ali foi assassinado, esfaqueado na testa com uma espada venenosa enquanto rezava. Os Xiitas modernos ainda fazem uma peregrinação à mesquita onde acreditam que ele morreu e está enterrado, localizado no que é agora o Iraque. A cidade onde está localizado, Najaf, tem sido palco de muito derramamento de sangue sectário. O governo Sunita do ditador Iraquiano Saddam Hussein enfureceu uma geração de Xiitas por abusar da mesquita Imam Ali.

Ali sequer ganhou o título de “califa” numa eleição. Abu Bakr só reinou por alguns anos antes de morrer. Ali conseguiu o cargo depois que o segundo sucessor de Abu Bakr, o califa Uthman, foi morto por suas próprias tropas na cidade sagrada Muçulmana de Medina. Uma razão pela qual a divisão Sunita-Xiita é tão amarga deve-se ao fato de que os Sunitas da época estavam furiosos com Ali por aceitar o título de califa em vez de punir os assassinos de Uthman.

Seguidores de Uthman pensaram que Ali cometeu atos de blasfêmia e arrogância contra o verdadeiro Islã, e os seguidores de Ali sentiram o mesmo sobre a elite Sunita. Um ponto importante da disputa, e permanece, era se Ali jurou e quebrou o juramento obrigatório de lealdade à hierarquia Sunita e aos califas que vieram antes dele.

Não se trata aqui de uma pequena disputa sobre a vida e os tempos de um personagem histórico morto há muito tempo, mas uma questão profunda de legitimidade religiosa.

O Irã ainda acredita que sua teocracia tem autoridade legítima sobre o Islã de linhagem Xiita que descende de Muhammad/Maomé, por exemplo. Um dos candidatos na recente eleição presidencial Iraniana, o clérigo Ebrahim Raisi, usa um turbante preto para significar que ele é um sayed, um descendente de Muhammad. Raisi escolheu o verde como a cor da campanha porque queria trazer de volta a cor dos manifestantes seculares do “Movimento Verde” e restaurar seu “verdadeiro significado” como a cor dos “netos revolucionários do Profeta”. Estes netos tentaram uma revolução contra o Primeiros califas Sunitas. Eles não morreram de velhice.

Sunitas e Xiitas compartilham muitas crenças essenciais, mas mesmo suas crenças compartilhadas podem ser fontes de tensão. Tanto Sunitas como Xiitas fazem peregrinações às cidades santas da Arábia Saudita. O Irã frequentemente castiga os Sunitas Sauditas pela gestão da peregrinação anual a Meca (Hajj), alegando discriminação contra os Xiitas além do pobre gerenciamento do evento.

A família real da Jordânia é vista por alguns analistas como chave para unir a divisão Sunita-Xiita, porque a dinastia reinante Hachemita da Jordânia Sunita reivindica a descendência direta da família de Muhammad, satisfazendo o critério Xiita para a liderança autêntica do Islã. Infelizmente, isso também significa que o regime Jordaniano consegue desfrutar do ódio violento de extremistas Sunitas e Xiitas. O Estado Islâmico Sunita infamemente queimou vivo numa gaiola um piloto Jordaniano capturado e espalhou a imagem através da Internet como um de seus vídeos favoritos de propaganda. Funcionários Jordanianos, no entanto, disseram que consideram a República Islâmica do Irã como uma ameaça maior à sua segurança do que ISIS ou outros extremistas Sunitas.

Minorias não-Sunitas

O ditador da Síria, Bashar Assad, é membro da minoria Alauíta, uma subseção do Islã Xiita. Os Alauítas só representam cerca de dez por cento da população da Síria, mas o regime de Assad, sob o governo de Bashar e seu pai Hafez, consolidou o poder ao nomear Alauítas para altos cargos governamentais. A grande maioria da população Síria não é Alauíta, nem mesmo Xiita, mas Sunita. Bashar Assad responde frequentemente à crítica por sua brutalidade, apontando para sua história de proteção às minorias religiosas Sírias, incluindo Cristãos, e observando que ele pertence a uma minoria.

Qual é a diferença entre um Alauíta e um Xiita? Há muitas diferenças pequenas no costume e na tradição, mas a diferença principal diz respeito ao Imam Ali. Lembre-se que os Xiitas reverenciam Ali como o líder legítimo do Islã que deveria ter sucedido Muhammad/Maomé, e foi divinamente martirizado na morte, enquanto os Sunitas o consideram como um traidor. Os Alauítas acreditam que ele era Deus encarnado. Alguns líderes religiosos Sunitas os consideram “piores infiéis do que Cristãos e Judeus”, como disse um proeminente clérigo da Irmandade Muçulmana Sunita em 2013 quando pedia uma jihad Sunita contra eles.

Outra ramificação do Islã que muitas vezes sofre discriminação e violência de outros Muçulmanos é a seita Sufi. Os Sufis não são Sunitas nem Xiitas — ou podem dizer que são ambos, uma vez que tanto o Islã Sunita quanto o Xiita possuem ramificações Sufis. Isso os torna uma minoria maltratada em ambas as nações Xiitas como o Irã e países Sunitas como o Egito.

O Sufismo é mais definido por sua abordagem do que por doutrinas específicas, ao contrário do modo como os Sunitas e Xiitas ou Xiitas e Alauítas são distinguidos. Os Sufi modernos têm uma reputação de mansidão e moderação, embora fossem uma força militar formidável no passado. Os famosos “dervixes dançantes”, espadachins da antiguidade, foram uma invenção Sufi. Dervishes continuam girando, mas agora a prática é vista como performance art ou uma forma de meditação em movimento, como o tai chi.

Os Sufis são geralmente menos interessados em interpretações estritas do Alcorão e Sharia, a lei Islâmica, o que os torna desprezados pelas seitas hardcore Islâmicas. Às vezes são acusados de diluir o puro Islã com mumbo-jumbo místico, (Nota do tradutor: palavras ou atividades que parecem complicadas ou misteriosas, mas que não têm significado místico real), ou de servir como agentes para as potências Ocidentais, buscando subverter e “domesticar” o verdadeiro Islã como parte de uma agenda imperialista Ocidental.

Nenhuma dessas ramificações do Islã são em si homogêneas. Existem dezenas de diferentes ordens Sufis, por exemplo. Algumas delas são de natureza militante ou política, contrariamente à impressão geral dos Sufis como místicos pacíficos.

Minorias Sunitas

Uma escola do Islã Sunita que se tornou cada vez mais importante para a política Americana e Européia é o Hizmet, um grupo altamente organizado fundado e liderado por um Imam chamado Fethullah Gulen. O governo da Turquia vê Hizmet como algo muito organizado, processando-o (literalmente) como uma vasta conspiração criminosa que tentou derrubar o presidente Recep Tayyip Erdogan no ano passado. O governo Turco refere-se ao Hizmet como “FETO”, uma acrônimo para “Fethullah Terrorist Organization”. As relações diplomáticas da Turquia com a Europa e os Estados Unidos foram abaladas pela perseguição ao Hizmet e Gulen, que vive na Pensilvânia.

O Islã Sunita também inclui um movimento conhecido como Salafi, os fundamentalistas Islâmicos. Os Salafistas acreditam que Muhammad/Maomé e, em menor grau, suas duas primeiras gerações de descendentes, eram seres humanos perfeitos que deveriam ser imitados em todos os aspectos, incluindo roupagem e  higiene pessoal. O Salafismo inclui suas próprias subseções, ainda mais primitivas e regressivas, incluindo o Islamismo Wahabbi promovido pela Arábia Saudita e o sistema de crenças apocalípticas do Estado Islâmico (ISIS).

“Primitivo” não é um termo pejorativo — os Muçulmanos Wahabbi literalmente abraçam o estilo de vida primitivo do sétimo século, época em que Maomé viveu. Sua hostilidade à modernidade é um de seus atributos determinantes. Outra é a sua hostilidade a todas as outras variações do Islã, incluindo definitivamente os Xiitas.

A rápida disseminação das crenças Salafistas por meio de redes bem financiadas, abertas e secretas  — madrassas Salafistas e agentes de influência enviados para se infiltrarem nas escolas Islâmicas mais moderadas — é uma das principais preocupações de segurança da nossa era, para aqueles analistas e oficiais que não ficaram intimidados com a discussão.

O Islã e o Ocidente

Isso nos leva de volta ao problema de esterilizar o Islã tratando-o como homogêneo. A Irmandade Muçulmana Sunita foi considerada como uma organização terrorista pelo governo dos EUA, mas seus defensores dizem que nem mesmo a Irmandade é uma entidade única. Eles insistem que existem muitas ramificações, muitas das quais não podem ser consideradas como extremistas ou terroristas.

Com certeza, nem todos os Muçulmanos sentem essa animosidade doutrinária. Seria um jogo de tolo dizer que “a maioria faz” ou “a maioria não”, dado o tamanho da população Muçulmana global, as diferenças entre Muçulmanos de diferentes nacionalidades e origens étnicas e os efeitos da emigração e assimilação.

Em seu discurso na Arábia Saudita, o presidente Trump observou que os Muçulmanos são muitas vezes vítimas do terrorismo Islâmico:

Em números absolutos,  o maior número de vítimas foi exigido das pessoas inocentes das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição dessa onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas.

Isso é verdade, mas também uma imagem incompleta do problema. Os Muçulmanos abusam e se matam uns aos outros por causa de conflitos doutrinários numa escala horrível. A maior parte dessa violência e opressão não é “terrorismo”. Ela vem de conflitos militares e de medidas de repressão do governo contra minorias religiosas.

As contendas sectárias são uma das razões pelas quais tantos grupos rebeldes Sírios vistos favoravelmente pelo Ocidente estão dispostos a se aliarem com a Al-Qaeda e outras organizações terroristas. No Iraque, há Sunitas que vivem em território capturado pelo ISIS que abertamente acolheu seus macabros conquistadores, ou pelo menos estavam relutantes de trabalhar com o governo Iraquiano, porque desconfiavam do mesmo, — agora dominado por Xiitas, — e estavam aterrorizados com as milícias Xiitas apoiadas pelo Irã operando na região.

No Bahrein, o governo está sob fogo para reprimir a maioria Xiita de sua população, com cinco mortos numa recente investida policial contra uma comunidade Xiita. A monarquia Bahreinita, por sua vez, acusa com razão o Irã de tentar desestabilizar o país exacerbando tensões Sunitas-Xiitas. Os Sunitas do Bahrein temem ser brutalizados numa escala épica caso os Xiitas derrubem o governo.

Tudo isso se reverte em problema para os Estados Unidos porque nossos interesses nacionais no Oriente Médio estão emaranhados inexoravelmente com o cisma Sunita-Xiita. Bahrein, por exemplo, é a casa estrategicamente vital para a 5 ª frota dos EUA. Os Xiitas se ressentem da América por apoiarem a monarquia Sunita. Os estrategistas militares Americanos estão compreensivelmente nervosos com a perspectiva de alugar uma base para a 5ª Frota de um Bahrein pós-revolucionário que seria um satélite Xiita do Irã, para não falar do efeito em cascata que uma guerra religiosa teria sobre outros aliados Sunitas na região.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Fonte/Source: Breitbart News Daily: Pamela Geller Reviews President Trump’s Visit to MidEast – Geller Report


Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Por Pamela Geller

22 de Maio de 2017

Minha conversa hoje pela manhã com  Alex Marlow na rádio Breibart pode ser ouvida aqui (em Inglês).


Entendo muito bem que o Presidente Trump estava em uma missão diplomática, mas ele não precisava ir tão longe a ponto de dizer: “Toda vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus” e “Isso não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou diferentes civilizações“. Isso está descaradamente errado


Eis aqui a transcrição feita pela Breitbart:

PAMELA GELLER: TRUMP RECEBE NOTA MÁXIMA PELO DISCURSO EM RIYADH, MAS ERRA AO DIZER QUE TERRORISTAS NÃO ESTÃO INVOCANDO O ALCORÃO

Por John Hayward, Breitbart News, 22 de Maio de 2017

Pamela Geller, Diretora da American Freedom Defense Initiative, comentou a visita do Presidente Donald Trump ao Oriente Médio com o apresentador Alex Marlow da SIRIUSXM no programa da Breitbart News Daily.

“Foi um bom discurso”, disse Geller sobre as declarações do Presidente Trump em Riyadh na Arábia Saudita durante o fim de semana. “O presidente Obama tinha colocado uma marca tão baixa que apenas a menção do terror Islâmico já é motivo de júbilo. Isto mostra o quão ruim a situação está.” [Ênfase feita pela Breitbart em todos os excertos a seguir]

“Foi uma mistura heterogênea. Espero que ele siga em muitas dessas iniciativas. Esses novos centros para combater a ideologia extremista — de novo, o medo de não nomear o motivo, de uma ideologia sem um motivo, é profundamente preocupante”, disse Geller.

“É claro que as declarações do Rei Salman foram tão fortes e reveladoras quanto as do Presidente Trump”, acrescentou. “A ideia de que ele não fala sobre os ensinamentos e textos Islâmicos que incitam a jihad, e não fala sobre a doutrina jihadista. Ele passa o tempo todo nos dizendo, pregando para nós, que o Islã é uma religião de paz e que tem uma história de coexistência. Não sei de que período está falando porque durante 1400 anos, os infiéis, Cristãos e Judeus, foram forçados a viverem em dimmitude sob a negação dos direitos humanos básicos”.

“E, é claro, o Rei Salam cita aquela famosa frase do Alcorão que o CAIR cita, que o Presidente Obama cita, que se você salvar uma vida você salva o mundo inteiro — quando, na verdade, isso é um verso Talmúdico que foi plagiado pela religião Islâmica, e é realmente uma ameaça implícita ao povo Judeu. Nós não temos que entrar em detalhes, mas todo o discurso do Rei Salman foi uma engodo,” acusou Geller. (CAIR é o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, uma organização política nos Estados Unidos).

Estou muito feliz pelo Presidente Trump ter falado sobre a luta contra o ISIS, porque de acordo com os e-mails vazados de Hillary Clinton, os Sauditas e o Qatar estavam abastecendo o ISIS. Eles não podem continuar jogando em ambos os lados, o que os Sauditas fizeram brilhantemente por décadas“, disse Geller.

Então, quando o Presidente Trump diz: Expulse-os das mesquitas’, isto é complicado, porque como os países que vivem sob o domínio Muçulmano vão expulsar os mais devotos das mesquitas? É aí que eu acho que o Presidente Trump entendeu errado, quando disse que os terroristas invocavam falsamente o nome de Deus. Não, eles não estão. Eles estão citando capítulo e verso do Alcorão. Essa foi uma informação enganosa“, disse Geller.

“Isso é puro Islã. É o Islã autêntico”, ela insistiu. “quero dizer, quando ele diz que os terroristas não adoram Deus; eles adoram a morte — isso não é verdade. Eles estão morrendo pela causa de Alá. Eles não estão gritando ‘Morte akbar’ eles estão gritando ‘Allahu akbar.’ Eles rezam cinco vezes ao dia. Se você olhar os vídeos do ISIS, eles rezam depois de matarem pela causa do Islã”.

“Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa do Estado Islâmico, tem um Ph.D. e um mestrado em teologia Islâmica da universidade líder mundial Islâmica “, afirmou. “Os líderes Ocidentais presumem que sabem mais do que ele sobre o Islã?”

Geller continuou dizendo “enfaticamente que a batalha entre o bem e o mal era uma declaração extraordinária, maravilhosa” no discurso de Trump em Riyadh.

“Mesmo que a Casa Branca tenha divulgado o texto chamando isso de” extremismo Islamista”, ele disse “extremismo Islâmico”. Este é um ponto importante porque a palavra “Islamista” é uma palavra ridícula. Não significa nada, exceto que a pessoa que o usa não quer ofender o Islã falando verdades indesejáveis ​​sobre a natureza política dessa religião”, ela argumentou.

Em suma, foi um ‘A’, classificou assim o discurso de Trump.

Marlow observou que o Trump surpreendentemente removeu o qualificador do terrorismo Islâmico “radical” e se referiu simplesmente ao “terrorismo Islâmico” diretamente.

“Foi brilhante”, disse Geller, zombando de como os meios de comunicação adversários criticaram Trump por se recusar a denunciar o “terrorismo Islâmico radical” como se estivesse se afastando de sua retórica de campanha, quando, de fato, o que ele disse no discurso de Riyadh foi ainda mais contundente e direto.

Ela também zombou de um destaque da CNN que levou Trump a se explicar por supostamente falhar em discutir os direitos humanos na Arábia Saudita.

“Oh, meu Deus — exclamou ela. “Você tinha o Presidente Obama, que estava ajudando e estimulando os assassinos em massa, que nunca pronunciou a palavra, que deu bilhões para um dos piores violadores dos direitos humanos no planeta, o Irã — e essa foi a principal notícia na CNN — tipo desprezaram os direitos humanos nos países Muçulmanos! É extraordinário. A cobertura é quase kafkiana. “

Geller disse que era “absolutamente agradável” assistir a luta da mídia para chegar a falar de pontos que retratam a viagem de Trump ao Oriente Médio como um fracasso.

“Ele acabou de entregar aos Sauditas a maior negociação de armamentos, — e claro, sabemos que é realmente por causa do Irã. O Irã está lutando contra os Sauditas no Iêmen”, observou. “O Presidente Barack Obama iria insistir muito nisso, que as maiores vítimas desse extremismo são os próprios Muçulmanos. Essa é uma falsa narrativa porque os Sunitas versus Xiitas — você viu isso com o ISIS quando alinhavam suas vítimas e faziam perguntas específicas sobre o Islã. Os Sunitas não pensam que os Xiitas são Muçulmanos, e os Xiitas não pensam que os Sunitas são Muçulmanos. Eles estão lutando para provar quem é o verdadeiro Muçulmano. Quando o Ocidente diz: “Oh, eles estão matando Muçulmanos” — mais uma vez, isso está em sua mente, mas não na mente dos Sunitas e não na mente dos Xiitas.”

“Estou preocupada com essa negociação de armamentos”, acrescentou. “O inimigo comum do Irã e dos Sauditas, claro, é Israel. Agora, os Sauditas precisam de Israel porque o Irã foi recentemente encorajado, recém-enriquecido e recém armado, graças ao Presidente Obama. Isso é muito assustador. Onde estarão as leis das consequências não intencionais?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

GETTY

Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Novo Líder Do Hamas Elogiou Bin Laden Como “Guerreiro Santo”, A BBC O Chama De “Pragmático”

Fonte: New Hamas top dog praised bin Laden as “holy warrior,” BBC calls him “pragmatic”


Novo Líder Do Hamas Elogiou Bin Laden Como “Guerreiro Santo”, A BBC O Chama De “Pragmático”

Por ROBERT SPENCER

6 de Maio de 2017

A BBC: sem noção ou cúmplice? A essa altura, que diferença faz?

“Hamas escolhe Ismail Haniya como novo líder”, BBC, 6 de Maio de 2017 (Agradecimentos a Fjordman):

O grupo militante Palestino Hamas anunciou que Ismail Haniya foi escolhido como seu novo líder global.

Ele sucede Khaled Meshaal, que serviu o máximo de dois mandatos no cargo.

Sr. Haniya, 54, vive em Gaza, governada pelo Hamas desde 2007, ao contrário de Meshaal, que vive no Qatar.

Sr. Haniya é visto como um pragmatista que tentará aliviar o isolamento internacional do Hamas. O grupo publicou um novo documento político esta semana, considerado como uma tentativa de suavizar a sua imagem….

Declara pela primeira vez uma disposição para aceitar um estado Palestino provisório dentro das fronteiras pré-1967, sem reconhecer Israel.

Também diz que a luta do Hamas não é com os Judeus, mas com os “agressores ocupantes Sionistas”. A carta de 1988 foi condenada por sua linguagem anti-Judáica.

Sr. Barhoum disse: “O documento nos dá uma chance de conexão com o mundo exterior.”

Um porta-voz do Primeiro-Ministro Israelense Benjamin Netanyahu disse que o Hamas estava “tentando enganar o mundo, mas não terá sucesso”….

Mas com certeza vai enganar a BBC.

“O Hamas elogia Osama bin Laden como guerreiro santo”, de Conal Urquhart, Guardian, 2 de Maio de 2011 (Agradecimentos a Fjordman):

O grupo Islâmico Palestino Hamas elogiou Osama bin Laden como um “guerreiro santo Árabe” e condenou sua morte pelas forças Americanas no Paquistão….

Ismail Haniyeh, chefe do governo do Hamas na Faixa de Gaza, disse aos repórteres que o Hamas considerou o assassinato de Bin Laden como “uma continuação da política Americana baseada na opressão e no derramamento de sangue Muçulmano e Árabe”.

Observou diferenças doutrinárias entre a al-Qaeda de Bin Laden e o Hamas, que vê a sim mesmo como um movimento nacionalista em vez de um movimento internacional. Haniyeh acrescentou: “Nós condenamos o assassinato e o assassinato de um guerreiro sagrado Árabe. Pedimos a Deus que lhe dê misericórdia com os verdadeiros fiéis e os mártires.”….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Fonte/Source:  How the Islamic World was Forged: An Exercise in Common Sense | Raymond Ibrahim 


Nota do blog: Resolvi reeditar e publicar novamente este artigo por causa dos ataques recentes às igrejas no Egito.


Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Por Raymond Ibrahim

 31 de Agosto de 2015

FrontPage Magazine

O que levou os não-Muçulmanos a se converterem ao Islã, levando à criação do mundo Islâmico Continuar lendo Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã — Canibalismo

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The Islamic State Revives Islam’s Original Terror Tactic — Cannibalism


Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã  — Canibalismo

Por RAYMOND IBRAHIM

9 de Março de 2017

À luz das recentes revelações de que o Estado Islâmico está ensinando aos seus seguidores para comerem os não-Muçulmanos, — certamente podemos agora concordar que, pelo menos nisso, — o ISIS não é verdadeiramente Islâmico?

Infelizmente não. Até mesmo comer “infiéis” tem precedentes em toda história Islâmica, especialmente como tática do terror. Dois episódios bem documentados vêm à mente:

O primeiro diz respeito à jihad por excelência, Khalid bin al-Walid (d.642). Apelidado de “Espada de Alá” por Muhammad, devido a sua proeza, mantém posição reverenciada entre os grupos jihadistas (a bandeira negra do ISIS com escrita Árabe branca é um fac-símile da bandeira que Khalid carregava nas batalhas). Durante a Ridda — ou “guerras de apostasia” contra as várias tribos Árabes que tentaram romper com o Islã após a morte de Muhammad — Khalid acusou falsamente Malik bin Nuwayra, um bem quisto chefe Árabe, de apostasia. Depois de matá-lo, Khalid estuprou — fontes Muçulmanas chamam isso de “casou” — a esposa de Malik. Não contente,

“Ele [Khalid] ordenou a cabeça de [Malik]; juntou-a com duas pedras e a cozinhou num pote sobre elas. E Khalid a comeu naquela noite para aterrorizar as tribos Árabes apóstatas entre outros. E foi dito que os cabelos de Malik criaram uma chama tão brilhante que a carne ficou muito bem cozida [da crônica em vários volumes do historiador Muçulmano al-Tabari, al-bidaya w’al nihaya (“O Início e o Fim”; Excerto Árabe aqui).”

O segundo episódio diz respeito à conquista Islâmica da Espanha. De acordo com o cronista Muçulmano Ibn Abdul Hakam, depois de capturarem um grupo de vinicultores Cristãos, os invasores Islâmicos

“os aprisionaram. Depois pegaram um dos vinicultores e o mataram, o cortaram em pedaços e o ferveram, enquanto o resto de seus companheiros olhavam. Eles também tinham fervido carne em outros caldeirões. Quando a carne ficou cozida, jogaram fora o corpo do homem que tinham fervido; sem ninguém saber que jogaram fora; e comeram a carne que tinham fervido, enquanto os outros vinicultores eram espectadores. Estes não duvidaram que os Muçulmanos comeram a carne de seu companheiro; os outros, depois de serem liberados e mandados embora, informaram ao povo de Andaluzia [Cristãos Espanhóis] que os Muçulmanos se alimentavam de carne humana, informando-os sobre o que tinha sido feito ao vinicultor [fonte].”

Tarek ibn Ziyad — outro jihadi extraordinaire, reverenciado por queimar seus barcos ao chegar à costa da Espanha como prova de seu compromisso com a jihad ou o “martírio” — também tinha Cristãos cativos, abatidos, cozidos e aparentemente comidos diante de seus companheiros reféns. Então, de acordo com o historiador Muçulmano Ahmad ibn Muhammad al-Maqqari, o herói jihadista “permitiu que alguns dos cativos escapassem, para que pudessem relatar aos seus conterrâneos o que tinham visto. E assim o estratagema produziu o efeito desejado, já que o relato dos fugitivos contribuiu em alto grau para aumentar o pânico entre os infiéis” (The History of the Mohammedan Dynasty, p.227).

Note-se que, de acordo com todos os cronistas Muçulmanos acima citados, os jihadistas se engajaram nessas práticas canibais para aterrorizar e criar pânico entre os infiéis e apóstatas, isto é, como uma forma de guerra psicológica. Isto é mais uma vez ressaltado quando, como de costume, os cronistas citam ou parafraseiam versos do Alcorão que clamam por “infundir o terror” nos corações dos infiéis (e.g., 3:151, 8:12, 8:60) em justaposição à selvageria relatada.

(Assisti alguns anos atrás a um vídeo de um clérigo Egípcio moderno que também deixava claro que as ações de Khalid foram calculadas para aterrorizar os apóstatas. Entretanto o YouTube como de costume retirou o vídeo, mas aqui está a minha tradução original do que ele disse: “As pessoas se perguntam como Nosso Senhor Khalid poderia ter comido de tal carne? Oh sim — ele comeu disso! Nosso Senhor Khalid tinha um caráter muito forte, um grande apetite e tudo mais! Tudo para aterrorizar os Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exige determinação, estas questões exigem força — terrorismo.”)

Existem mais e episódios relacionados. Durante as primeiras invasões Muçulmanas na Síria Cristã, um dos companheiros de Muhammad, ‘Ubadah bin al-Samat, disse a um comandante Cristão que “Nós provamos sangue e não encontramos nada mais doce do que o sangue dos Romanos”, significando Bizantinos e/ou Cristãos. Se literal ou figurativo, claramente essas referências sanguinárias inspiram a cosmovisão do Estado Islâmico como evidenciado pela afirmação deste último de que “o sangue Americano é o melhor, e vamos prová-lo em breve”.

Aliás, a veneração e/ou a emulação da barbárie jihadista primitiva não se limita a trajes “radicais” ou extremistas, como sempre nos é dito, ou seja, “não têm nada a ver com o Islã“. Nada além de Al Azhar — a universidade mais prestigiada do mundo Muçulmano, que anfitriou o discurso do “Novo Começo” de Obama em 2009 — ensina estes relatos de Muçulmanos comendo infiéis. A razão é simples: tal herança não pertence ao ISIS mais do que à Al Azhar.

Uma nota final: uma escola de pensamento sustenta que, nos episódios históricos acima mencionados, Muçulmanos não fingiam apenas devorar suas vítimas; eles realmente faziam isso. No entanto, cronistas Muçulmanos posteriores, envergonhados pelo selvageria bestial de seus correligionários, retrataram o canibalismo como fosse apenas fingimento. Se isso for verdade, valida ainda mais o porquê do ISIS não está apenas ensinando os Muçulmanos a fingirem que devoram suas vítimas infiéis, mas a comê-las na realidade — como quando um jihadista cortou e enterrou os dentes no coração de um soldado Sírio caído, “Juro por Alá, soldados de Bashar, seus cães — comeremos os seus corações e fígados! Allahu Akbar!” (Sim, vídeo aqui.) — Nota do Blog: Vídeo de extrema violência. Se for em frente, clique em “continue”, em vermelho, na tela que surgirá.

Isso também pode ajudar a clarear explicação insatisfatória do Daily Mail  sobre o porquê do ISIS estar promovendo o canibalismo. De acordo com Haras Rafiq, uma autoridade do Daily, que descreve, como”Muçulmano praticante”, que o ISIS está promovendo o canibalismo “caso não haja suprimentos de alimentos disponíveis durante o que descrevem como em tempos de jihad”. Diante das circunstâncias, “terroristas foram encorajados a matar os não-Muçulmanos ou Muçulmanos, que não compartilham da mesma versão do Islã, por alimento.”

Com certeza, comer seres humanos em tempos de coação extrema e inanição — ou alimento “não-halal” — não é particularmente chocante e aconteceu muitas vezes, passado e presente, por povos de todas as raças e religiões. Fica a critério de cada aqui, refletir se Rafiq é mais um de uma longa lista de autoridades Muçulmanas embaraçadas tentando racionalizar as práticas depravadas de seus correligionários em nome do Islã.

[PJ Media]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Fonte/Source: ISIS: The Latest Phase of the Jihad – Raymond Ibrahim

Nota do blog: Este artigo, escrito em 5 de Fevereiro de 2016, continua absolutamente atual. O autor o republicou hoje por causa de sua entrevista à uma rádio, onde comenta sobre “A diferença — Apocalíptca e Prática — entre o ISIS e a al-Qaeda“. Para os versados na língua Inglesa, eis aqui o link para ouvir a entrevista : Apocalyptic – and Practical – Differences between ISIS and Al-Qaeda – Raymond Ibrahim


ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Por Raymond Ibrahim

22 de Fevereiro de 2017

Hoover Institution’s Strategika

A melhor maneira de entender o Estado Islâmico (ISIS) é vê-lo como a próxima fase da Al-Qaeda. Todos os grupos jihadistas Islâmicos Sunitas — Boko Haram, ISIS, Taliban, al-Shabaab, al-Qaeda e até mesmo o Hamas — compartilham as mesmas motivações baseadas numa leitura literal e ortodoxa da história e da doutrina Islâmica: ressuscitar um califado (que existiu de várias formas de 632 a 1924) que implementa e difunde a totalidade da sharia, ou lei Islâmica.

Portanto, as notórias atrocidades do ISIS — decapitação, crucificação, escravidão sexual e destruição de locais de culto não-Sunitas — estão sendo cometidas por outros grupos jihadistas (por exemplo, Boko Haram e al-Shabaab, ambos os quais prometeram lealdade ao ISIS) e até mesmo para alguns governos Muçulmanos (por exemplo, Arábia Saudita) e Muçulmanos individuais ao redor do mundo.

Por outro lado, embora a al-Qaeda (AQ) professe à mesma sharia que o ISIS implementa, há muito vem travando uma guerra de propaganda contra o Ocidente. AQ retrata todos os ataques terroristas no Ocidente, incluindo o 11 de Setembro, como mera retaliação às políticas injustas do Ocidente contra Muçulmanos, incluindo o apoio a Israel e aos ditadores Árabes. [1]

Para manter essa narrativa de “ressentimento”, AQ sabe que os aspectos supremacistas e violentos inerentes à sharia — por exemplo, a destruição de Igrejas por parte do ISIS e a subjugação de minorias Cristãs “infiéis” — precisam ser restringidos ou ocultos do mundo Ocidental. Caso contrário, os esforços da AQ de retratar os jihadistas como “combatentes da liberdade” que resistem a um Ocidente opressivo correm o risco de serem minados. [2]

Independentemente disso, a estratégia da AQ de transformar a opinião Ocidental parece ter dado fruto numa área fundamental: cancelar o apoio Ocidental de longa data aos ditadores Árabes seculares. No contexto da “Primavera Árabe”, o governo Obama virou as costas ao aliado Egípcio dos EUA há 30 anos, Hosni Mubarak; ajudou jihadistas afiliados ao ISIS a derrubar Gaddafi da Líbia (embora estivesse cumprindo as ordens de Washington); e continua apoiando os afiliados “moderados” do ISIS [3] para derrubar Assad da Síria. Os idealistas do governo e da mídia esqueceram-se da razão primordial pela qual os Estados Unidos haviam anteriormente apoiado ditadores Árabes seculares: eles determinadamente se opuseram aos jihadistas.

O resultado foi uma nova e encorajada fase da jihad, a.k.a., ISIS. Nascido e entrincheirado precisamente nas nações em que a liderança dos EUA trouxe “liberdade e democracia” — Iraque, Síria e Líbia —ISIS (ou al-Qaeda 2.0) é agora indiferente à opinião Ocidental. Ao difundir amplamente na mídia seu triunfalismo selvagem em nome do Islã, ISIS perde o “cartão de ressentimento”, mas desempenha o “cartão de força”, inspirando assim milhões de Muçulmanos. De acordo com a Pew Research Center, em apenas 11 países, pelo menos 63 milhões e tantos quantos 287 milhões de Muçulmanos apoiam o ISIS. [4]

Mesmo assim, o ISIS trabalha em etapas. Quando criticado pelos Muçulmanos por matar Muçulmanos e não atacar Israel — o inimigo supremo — o ISIS respondeu dizendo que seguia o padrão do califado histórico fundado em 632. [5] Então, o Califa Abu Bakr decapitou e crucificou dezenas de milhares de Muçulmanos por apostatar. Somente depois que as tribos rebeldes foram trazidas de volta ao rebanho do Islã é que foram soltos para conquistar territórios Europeus/Cristãos durante as primeiras conquistas Muçulmanas da história (634-750). Na verdade, acredita-se que o califa Abu Bakr al-Baghdadi do ISIS tomou esse nome para significar seu foco, ou seja, aterrorizar todos os “hipócritas” e “apóstatas” até que se unifiquem sob a bandeira do califado.

Ainda resta saber se as estratégia do ISIS, — que inspira os Muçulmanos, mas perde a opinião Ocidental, terá sucesso. Segundo as pesquisas, a “Islamofobia” está em ascensão no Ocidente, especialmente após o surgimento do ISIS, levando vários políticos a falarem mais abertamente sobre os catalisadores da violência terrorista.

As fracas respostas do governo Obama alimentam a narrativa da AQ de que o terrorismo Islâmico, pelo menos em parte, reflete o ressentimento Islâmico; e se recusa a conectar as ações de qualquer organização jihadista — seja ISIS, al-Qaeda, Boko Haram, e outros — ao ensino Islâmico.

O tempo dirá se a próxima administração permanecerá deliberadamente ignorante sobre a natureza de seu inimigo jihadista — o que é fatal na guerra, de acordo com o antigo dictum de Sun Tzu, “conhece o teu inimigo” — ou se a realidade irá prevalecer sobre o politicamente correto.


[1] Veja, “Uma Análise da Visão de Mundo da Al-Qaeda: Tratamento Reciproco ou Obrigação Religiosa?” Veja também, The Al Qaeda Reader, o qual separara a comunicação da organização em dois grupos: mensagens de “Propaganda” para o Ocidente retratando terroristas jihadistas como mero Combatentes da Liberdade e mensagens de “Teologia” para os companheiros Muçulmanos, pregando o mesmo Islã do ISIS.

[2] Ver “Al-Qaeda: Defensor dos Cristãos?” para uma explicação mais elaborada deste tema.

[3] Em favor do papel do Exército Livre Sírio: “Maior massacre de Cristãos na Síria ignorado.

[4] “Pew poll: Entre 63 milhões e 287 milhões de apoiadores do ISIS em apenas 11 países.

[5] “Novo califado Islâmico declara Jihad aos … Muçulmanos


Traução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: Trump to American Muslims — Become Christian, Pay Jizya, or Die?

RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Por RAYMOND IBRAHIM

17 de Fevereiro de 2017

Enquanto os liberais/esquerdistas Americanos continuam retratando o veto migratório de Donald Trump em sete países Muçulmanos com os piores termos possíveis — de “racista” a “islamofóbico” — e ativistas Muçulmanos continuam reivindicando “choque e trauma”, um Egípcio solitariamente fez algumas perguntas relevantes que poucos Muçulmanos se importariam de fazer.

Dr. Ahmed Abdu Maher é um pesquisador e ativista político que aparece regularmente na televisão de língua Árabe e que tem um longo histórico expondo as instituições Islâmicas, como a Universidade de Al Azhar, por usarem textos e currículos que promovem o terrorismo em nome do Islã. Em 6 de Fevereiro, postou um breve vídeo de si mesmo falando em Árabe, do qual traduzi partes relevantes:

Amigos, no que diz respeito à vitória presidencial de Donald Trump, queríamos perguntar aos nossos irmãos — os fuqaha [juristas da lei Islâmica] e os ulemás [estudiosos do Islã] — uma pergunta: se esse homem, que em mais de uma ocasião anunciou que não quer Muçulmanos…  se ele coagisse, através do poder das armas, a maioria dos Muçulmanos que vivem na América… para que se tornem Cristãos ou paguem a jizya, ou então perderão suas propriedades, matará seus homens, escravizará suas mulheres e meninas, as quais serão vendidas em mercados de escravos. Se ele fizesse tudo isso, seria considerado racista, terrorista ou não? Claro, estou apenas hipotetizando, eu sei que a Bíblia e sua religião não promovem tais coisas, mas vamos apenas presumir: Seria ele um racista ou não? Seria um terrorista ou não? Como então [quando se considera] que temos em nossa jurisprudência Islâmica, que você nos ensina, e nos diz que todos os Imãs estão de acordo de que as aberturas Islâmicas [ou seja, as conquistas] são a maneira de disseminar o Islã? Precisamos ser sensitivos à palavra “abertura” [futuhat]! As aberturas Islâmicas significam espadas e matança. As aberturas Islâmicas, através das quais as casas, castelos e territórios foram devastados, estes … [fazem parte de] um Islã que você tenta nos fazer seguir. Então, me pergunto, ó sheik, ó líder deste ou aquele centro Islâmico em Nova York, você gostaria de ver isso acontecendo com sua esposa e filha? Você — este ou aquele sheik — aceitaria que isso fosse feito com os seus filhos? Que sua filha caísse nas mãos desse guerreiro [como escrava], seu filho nãos mãos desse guerreiro, — um quinto [do espólio de guerra] indo para o Califa — e assim por diante? Quero dizer, não é isso que vocês chamam de Sharia de Alá? … Então vamos pensar sobre as coisas e fazer um esforço para discernir o que é certo e o que é errado.”

Para aqueles que desconhecem o assunto, Maher está se referindo às conquistas Islâmicas na história, que na tradição Muçulmana são referidas em termos gloriosos como “aberturas” altruístas (futuhat) que permitiram que a luz do Islã rompesse para a humanidade. Durante séculos, os exércitos Muçulmanos invadiram territórios não-Muçulmanos, dando aos habitantes três escolhas: converter-se ao Islã, ou então pagar a jizya (imposto de proteção) e aceitar o status de terceira classe como um “humilde” dhimmi (ver Alcorão 9:29), ou enfrentarão a espada, a morte e a escravidão. A maioria viu a luz e o nascimento do “mundo Muçulmano”.

Os Muçulmanos se comportaram assim diante dos não-Muçulmanos por quase 1.400 anos, e a lei Islâmica, que acredita ser baseada na vontade transcendente e imutável de Alá, ainda prescreve essa abordagem aos não-Muçulmanos.

Nesse contexto, do que os Muçulmanos reclamam? pergunta Maher. Tudo o que Trump fez foi banir a imigração das nações Muçulmanas estreitamente associadas ao terrorismo. Como pode, se ele realmente tratou os Muçulmanos na América do mesmo modo como os Muçulmanos sempre trataram os não-Muçulmanos sob sua autoridade — a maneira como a lei Islâmica, a Sharia, exige — ou seja, de uma maneira muito pior do que simplesmente proibir a imigração de nações terroristas no interesse de autopreservação?

Deve-se notar que se Maher está entre uma minoria de Muçulmanos que  expõe abertamente a hipocrisia e a dupla moral de seus correligionários, a maioria dos Muçulmanos do mundo — incluindo e especialmente aqueles que estão atualmente na América, fingindo um trauma, nas palavras “ofensivas” de Trump — sabe precisamente do que ele está falando.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

PSICO E PSEUDO JIHAD

Fonte/Source: The Psycho and Pseudo Jihad – Raymond Ibrahim

PSICO E PSEUDO JIHAD

Por Raymond Ibrahim

2 de Novembro de 2016

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Sempre que os Muçulmanos se envolvem em comportamentos que aparentemente contradizem o Islã — desde o consumo de drogas recreativas, filme pornô e até matar companheiros Muçulmanos — os apologistas do Islã proclamam em voz alta “Aha, tá vendo, eles não são os verdadeiros Muçulmanos!” Ou, nas palavras do diretor da CIA John Brennan sobre o Estado Islâmico (ISIS): “São terroristas, são criminosos. Muitos deles são vândalos psicopatas, assassinos que usam um conceito religioso, se disfarçam e se mascaram nessa construção religiosa”.

O que ele negligencia é que muitos autodenominados jihadistas são realmente “marginais psicopatas, assassinos”; Alguns nem mesmo creem em Alá. No entanto, isso não exonera o Islã, pois sua “construção religiosa” sempre foi projetada de forma a atrair e mobilizar esse tipo de homem.

Como de costume, isso remonta ao profeta, Muhammad/Maomé. [1] Após mais de uma década de pregação em Meca, Muhammad tinha cerca de 100 seguidores, na maioria parentes. Foi somente quando se tornou um caudilho bem-sucedido e um assaltante de caravanas que seus seguidores cresceram e se multiplicaram. Enquanto esses bandidos ajudaram-no a espalhar a bandeira do Islã em terras infiéis, foram considerados como Muçulmanos bons e piedosos — independentemente de suas verdadeiras intenções, prioridades ou mesmo fé.

Isso porque Alá fez um “pacto” com eles. De acordo com o Alcorão 9: 111: “Alá cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Alá, matarão e serão mortos…. Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício.” Segundo o profeta, “Alinhar-se para a batalha no caminho de Alá [jihad para empoderar o Islã] vale mais do que 60 anos de adoração”. Em outras palavras, difundir o Islã através da espada é mais agradável para Alá do que pacificamente orar para ele em perpetuidade. O maior de todos é o Muçulmano que morre lutando por Alá. Nas palavras de Muhammad/Maomé:

“O mártir é especial para Alá. Ele é perdoado desde a primeira gota de sangue [que ele derrama]. Ele vê seu trono no paraíso…. Se casará com o ‘aynhour [mulheres sobrenaturais, celestiais, projetadas exclusivamente para fins sexuais] e não viverá os tormentos da sepultura e estará protegido do maior horror [o inferno]. Fixado em cima de sua cabeça, uma coroa de honra, um rubi que é maior do que o mundo e tudo o que ele contém. E copulará com setenta e duas ‘aynhour.

Daí por que um repórter que passou algum tempo com ISIS “nunca viu o Islã”, apenas homens ansiosos para serem “martirizados” e para terem relações sexuais com mulheres sobrenaturais.

Quanto aos Muçulmanos que rejeitam a jihad, Muhammad disse que “serão torturados como nenhum outro pecador humano”. (Para ver muitas outras escrituras Islâmicas que descrevem a jihad como o maior dos empreendimentos, que ganha perdão incondicional e o paraíso, clique aqui (Inglês).

Não deveria surpreender, portanto, que muitos dos jihadistas originais agora reverenciados na hagiografia Islâmica fossem, de acordo com os padrões modernos, pouco mais do que psicóticos e assassinos em massa. Considere Khalid bin al-Walid: um pagão de Meca, que se opôs a Muhammad por anos; Mas quando o profeta tomou Meca, Khalid — tal como muitos inimigos de Maomé, como Abu-Sufian — converteu-se oportunamente, proclamou a shahada, juntou-se a equipe vencedora, e depois se juntou a jihad, mutilando, pilhando, estuprando, escravizando, crucificando, e incendiando pessoas durante o processo. Mas porque ele ter feito isso sob a bandeira da jihad, esse assassino serial e estuprador é hoje um dos heróis mais reverenciados do Islã.

A razão para isso é que em nenhum lugar do Islã se fala sobre a “condição” do “coração” dos jihadista, ou se ele está “certo” com Alá. Alá não é Deus: não está interessado em “corações e mentes”, mas em combatentes e espadas. Enquanto seus lutadores proclamarem a shahada — “Não há nenhum Deus exceto Alá e Muhammad/Maomé é seu Mensageiro” — e se lutarem sob a bandeira do Islã, poderão tomar, saquear, assassinar e violar os infiéis; E se morrerem em ação, terão o paraíso garantido.

Tal era o gênio de Muhammad: na sociedade Árabe em que vivia, os membros da tribo eram tão invioláveis quanto os não-membros eram jogo livre (sic), para serem saqueados, escravizados ou mortos com impunidade. Muhammad tomou esta ideia e infundiu-a com uma justificativa piedosa. De agora em diante, haveria apenas duas tribos no mundo: a umma — que engloba todos os Muçulmanos, independentemente da raça — e os “infiéis”, que merecem ser saqueados, escravizados ou mortos impunemente por rejeitarem Alá.

Isso explica por que outras sociedades nômades — Turcos e Tártaros, cujo estilo de vida consistia em caçar todos que não pertenciam a sua tribo — também se converteram ao Islamismo e, sob a bandeira da jihad continuaram atacando o outro, o infiel, mas agora como venerados “Campeões da fé”. Como uma autoridade Ocidental em Turcos Seljúcidas escreveu sobre seus motivos para converter-se ao Islã no século X:” …se tirar vidas e devastar as terras dos infiéis eram os meios pelos quais os fins do Islamismo em expansão eram justificados, então os tradicionais prazeres dos novos convertidos eram agora felizmente dotados de uma razão piedosa.”

A Europa Cristã estava ciente do apelo do Islã desde o início. Teófanes, o erudito Bizantino, escreveu o seguinte sobre Muhammad em suas crônicas:

Ele ensinou aos que lhe ouviram que aquele que matava o inimigo — ou era morto pelo inimigo — entrava no paraíso [ver Corão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias como comer, beber e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56:7-40; 78:31; 55:70-77]. E todo o tipo de absurdo.

Quase cinco séculos mais tarde, Santo Tomás de Aquino (d. 1274) fez observações semelhantes:

Ele [Muhamad] seduziu o povo por meio de promessas de prazer carnal para o qual a concupiscência da carne nos exorta. Seu ensinamento também continha preceitos que estavam em conformidade com suas promessas, e deu livre curso ao prazer carnal. Com tudo isso, nada é inesperado; Ele foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina…. Muhammad disse que foi enviado em poder de suas armas — e isso é um sinal de não falta inclusive ladrões e tiranos. Além do mais, nenhum homem sábio, homem treinado em coisas divinas e humanas, acreditou nele desde o princípio. Aqueles que acreditavam nele eram homens brutais e vagabundos do deserto, completamente ignorantes de todo ensino divino, através dos quais Maomé forçou outros a se tornarem seguidores pela violência de suas armas.

Há, finalmente, um outro grupo de “jihadistas” que não deveria ser negligenciado. Estes não dão a mínima para Alá, nem querem ser “martirizados” em troca do paraíso, mas confiam no Islã para justificar roubo, escravização, estupro e matança de não-Muçulmanos, como muitas minorias Cristãs em países como Paquistão e Egito atestam. Porque são apenas “infiéis” — e é um pecado ajudar um não-Muçulmano contra um Muçulmano (isto é, um membro não tribal contra um membro tribal) — criminosos Muçulmanos atacando minorias Cristãs precisamente porque sabem que as autoridades Muçulmanas nada farão a respeito em nome dos infiéis vitimados.

Em suma, chega dessas reinvindicações, de que tal ou qual jihadista é, nas palavras do Diretor da CIA John Brennan, “terroristas”, “criminosos”, “bandidos psicopatas” e “assassinos” Sim, eles são. Mas isso não muda o fato de que um grupo deles está convencido de que, por mais imoral ou perverso que seja seu comportamento, enquanto continuam lutando e morrendo em nome da jihad, não só são exonerados como o paraíso é assegurado; E um outro grupo não se importa nem um pouco com a vida após a morte, mas sabe que, enquanto vitimizam “infiéis”, poucos Muçulmanos irão responsabilizá-los.


[1] Um episódio: Após de ter dito a seus seguidores que Alá havia permitido aos Muçulmanos quatro esposas e concubinas ilimitadas (Alcorão 4: 3), alegou mais tarde que Alá tinha entregado um nova revelação (Alcorão 33.51) permitindo que, somente Muhammad/Maomé, se casasse e dormisse com tantas mulheres quanto quisesse. Em resposta, sua jovem esposa Aisha observou de forma sarcástica: “Sinto que o seu Senhor se apressa para realizar os seus anseios e desejos.” (Apóstatas do Islã regularmente citam esse episódio por especialmente desencantá-los pelo profeta.)


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘Se você ama Jesus, então morra como Jesus!’: Perseguição Muçulmana de Cristãos, Novembro de 2016

Fonte/Source: ‘If You Love Jesus, Then Die Like Jesus!’: Muslim Persecution of Christians, November 2016 – Raymond Ibrahim

‘Se você ama Jesus, então morra como Jesus!’: Perseguição Muçulmana de Cristãos, Novembro de 2016

Por Raymond Ibrahim

6 de Fevereiro de 2017

Originalmente publicado pela Gatestone Institute

Relatórios da vida Cristã sob o Estado Islâmico (ISIS) continuaram chegando ao longo de Novembro. Muitos deles vieram das antigas cidades Cristãs em torno de Mosul, como Batnaya e Qaraqosh, conquistadas pelo ISIS em Agosto de 2014 e liberadas no final de Outubro de 2016.

Um homem Cristão, Esam, de Qaraqosh, relatou o que o ISIS fez depois que o marido de sua irmã recusou-se à conversão ao Islã: “Foi crucificado e torturado diante de sua esposa e filhos, que foram obrigados a assistir. Eles [ISIS] lhe disseram que se amava Jesus tanto assim, iria morrer como Jesus. “Os militantes Islâmicos torturaram seu cunhado das 6 até as 11 da noite.” Abriram o seu estômago e atiraram nele antes de deixá-lo pendurado, crucificado”. Dois outros membros da família de Esam, um casal Cristão, foram sequestrados e separados pelo ISIS. Até hoje, o marido não sabe onde está sua esposa; Ele só sabe que ela foi transformada em concubina, escrava sexual.

Karlus, um Cristão de 29 anos, contou como os membros do ISIS invadiram a casa de seu idoso pai em Batnaya e começaram a destruir as cruzes e rasgaram uma imagem de Cristo. Quando Karlus tentou detê-los, foi levado e torturado: eles “o penduraram no teto da prisão em que estava preso, por uma corda amarrada ao pé esquerdo. Quando o sangue escorria do seu pé, batiam e chutavam, esfregando sal nas feridas. Ele foi abusado sexualmente na prisão por três mulheres usando niqabs [véus negros]. Disseram que seria morto a tiros”, disse o relatório. Sete semanas depois, foi libertado.

Outro punhado de Cristãos relatou que “foram ameaçados, forçados a cuspir num crucifixo ou converter-se ao Islamismo”, mas “milagrosamente sobreviveram mais de dois anos sob o governo do grupo de Estado Islâmico (ISIS)”.

Ismail, outro jovem Cristão de Qaraqosh, contou como foi forçado a converter-se ao Islamismo há dois anos, quando tinha 14 anos: “Eles me disseram para dizer ‘não há Deus além de Alá’ e você se tornará um Muçulmano. Eu disse: ‘Não há outro Deus a não ser Jesus’, então me deu uma bofetada. Eu ainda era jovem. Ele me bateu e apontou uma arma para minha cabeça. E disse à minha mãe: ‘Converta-se ao Islã ou mataremos seu filho’ “.

Antes de serem expulsos dessas cidades Cristãs, agora liberadas em torno de Mosul, o ISIS plantou dispositivos explosivos em ursinhos de pelúcia e brinquedos, que seriam detonados quando as crianças os recolhessem, “matando famílias inocentes”.

Aqueles que sobreviveram ao ISIS, acusaram o ex-presidente dos EUA Barack Hussein Obama de omissão, quando a maior cidade Cristã do Iraque, Qaraqosh, caiu nas mãos dos terroristas Islâmicos, há mais de dois anos, quando sua população Cristã era de mais de 50 mil. Um homem disse: “Obama nunca ajudou os Cristãos. Na verdade, os despreza. Nos últimos 26 meses, mostrou o quanto os despreza. Mas temos esperança no novo presidente, Trump.” Disse o Padre Católico: “O governo dos EUA, liderado pelo Presidente Obama, poderia ter nos protegido — ou pelo menos nos ajudado a nos proteger. Mas, infelizmente, Obama nos abandonou. “Uma moça usando uma cruz acrescentou:” Esperamos que esse novo cara chamado Trump nos ajude mais do que Obama “.

Nos últimos dias do mês de Novembro, a perseguição Muçulmana Mundial de Cristãos reportou, mas isso não é tudo:

Ataques Muçulmanos em (e por causa das) Igrejas Cristãs:

Indonésia: Enquanto vestida com uma camiseta com a palavra “jihad” estampada, um homem chamado Jo Bin Muhammad incendiou uma Igreja em Samarida. Enquanto caminhava pela Igreja, ainda em sessão, atirou um coquetel Molotov, incendiando o prédio. Uma menina de dois anos morreu por queimaduras; Três outras crianças ficaram feridas. Um membro da Igreja descreveu o incidente: “De repente, por volta das 10:00 da manhã, ouvimos uma explosão lá fora. As pessoas fugiam usando a porta da frente e a dos fundos da Igreja. As mulheres estavam chorando e aterrorizadas. Vimos que quatro crianças estavam queimadas — em estado grave —enquanto uma só foi ligeiramente ferida.”

Filipinas: Uma bomba improvisada foi detonada remotamente fora de uma Igreja Católica em Mindanao, quando os fiéis deixavam a missa na manhã de Domingo, 27 de Novembro. Embora a bomba tenha sido projetada para o máximo dano, um carro estacionado entre a entrada da Igreja e a bomba, desviou grande parte da explosão. Duas pessoas ficaram feridas. Segundo o Arcebispo local, o incidente é “um ataque à liberdade de religião e à liberdade de culto”. Acrescentou que o bombardeio da Igreja de Nossa Senhora da Esperança, “no final do nosso Primeiro Domingo da Missa do Advento, às 5:30 da manhã, foi puro terrorismo, agravado por causa da sacralidade do lugar, da sacralidade do dia e da santidade do evento que acabara de acontecer”.

Egito: Logo após os rumores começarem a circular de que os Cristãos de Sohag estavam tentando construir uma Igreja, folhetos foram distribuídos chamando os Muçulmanos locais para atacar os “infiéis”. Dois dias depois, em 25 de novembro, após as orações Muçulmanas, “um grande número de jovens Muçulmanos fanáticos, alguns deles carregando baldes de cilindros de gás e pedras, enquanto outros vinham armados com rifles automáticos, facas, facões e facas, atacaram os Coptas e as casas dos Coptas”, relatou Samir Nashed, um morador Cristão. Os Muçulmanos queimaram e saquearam 11 casas Cristãs, cortaram água e fontes de alimentação da aldeia e bloquearam as estradas para que os caminhões dos bombeiros não pudessem entrar e assim os danos às propriedades Cristãs estariam completos. Quatro Cristãos também foram espancados e feridos.

Bangladesh: Pelo menos 20 homens saquearam a Igreja Católica perto de Dhaka, nação de maioria Muçulmana. Na noite de Sábado, 26 de Novembro, os invasores, com facas, invadiram o recinto e amarraram os guardas e o pastor, Padre Vincent Bimal Rozario. “Os ladrões me advertiram para permanecer em silêncio”, disse ele. “Queriam me matar com armas afiadas. Perguntaram onde estava o dinheiro e os objetos de valor. Fui obrigado a dizer. “Eles então invadiram a Igreja, pegando uma câmera, laptop, dinheiro dedicado à reparação de túmulos e outros bens avaliados em cerca de US $ 1.300. O recinto da Igreja foi atacado pelo menos duas vezes antes, inclusive em 2014, quando duas freiras Cristãs foram estupradas e espancadas.

Um relatório separado publicado em Novembro descobriu que os Cristãos, entre outros grupos minoritários religiosos em Bangladesh, têm sofrido perseguição “quase que diariamente” nas mãos de grupos terroristas Islâmicos profissionais e seus próprios vizinhos Muçulmanos nos últimos três anos.

Chacina Muçulmana de Cristãos

Nigéria: Pastores Muçulmanos mataram 45 Cristãos em ataques coordenados e dirigidos a cinco aldeias de maioria Cristã. “A maioria das vítimas, das últimas atrocidades, foram mulheres, crianças e idosos, que não conseguiram escapar do tiroteio dos atacantes. Mais de 120 edifícios, incluindo oito Igrejas, também foram destruídas”, disse o relatório. Separadamente, um Pastor Cristão e outros oito foram mortos, num ataque suicida, que aconteceu num centro de refugiados. Mulheres suicidas foram enviadas pelo grupo Islâmico, Boko Haram; Elas podem ter vindo das muitas meninas Nigerianas raptadas, estupradas e doutrinadas a acreditar que morrer pela jihad é a sua única salvação. A ajuda humanitária que visitou esses campos de refugiados disse o seguinte: “A vida tornou-se um inferno para as mais de 3.000 pessoas que vivem aqui… As pessoas já estão recorrendo à folhas para sobreviver. As crianças estão morrendo de fome. Se nada for feito por essas pessoas, isso vai levar a uma enorme tragédia. As pessoas não podem ir para casa porque o Boko Haram está constantemente reagrupando e atacando continuamente.”

França: Um homem mascarado carregando uma faca e uma espingarda de cano serrado invadiu uma casa de aposentados missionários em Montpellier, que abriga 60 missionários aposentados, bem como várias freiras, e repetidamente apunhalou uma mulher Francesa idosa até a morte. “O ataque tem ecos do assassinato do Sacerdote Católico Jacques Hamel, esfaqueado no altar de sua Igreja em Julho. No entanto, os funcionários estão mantendo a mente aberta sobre o crime”, observou a reportagem. Uma reportagem mais antiga, de Janeiro de 2015, descreve a região ao redor de Montpellier, próximo ao local do ataque, como “um centro de recrutamento de jihadistas”.

Egito: Depois de 54 anos, Magdy Makeen, um pobre morador Cristão que sustentava a sua família vendendo peixe, acidentalmente bateu num carro da polícia, com seu carro puxado por cavalos. Oficiais furiosos prenderam-no e o levaram à prisão, onde o torturaram e eventualmente o mataram. Como sempre acontece quando as autoridades matam Cristãos presos, ofereceram à família do morto uma história implausível sobre como ele morreu, na qual a polícia foi exonerada de qualquer irregularidade. Mas antes que as autoridades pudessem enterrar o corpo, os membros da família viram muitas contusões, entre outros sinais de violência.

ATAQUES MUÇULMANOS À LIBERDADE CRISTÃ: NÃO À APOSTASIA, BLASFÊMIA E EVANGELISMO

Libéria: Depois de converterem-se do Islã ao Cristianismo, 17 jovens foram perseguidos por suas famílias Muçulmanas. “foram ameaçados, espancados e ordenados à pararem de ir à Igreja e a ouvir música Cristã, e muitos fugiram para as aldeias próximas por segurança”, disse o relatório. “Os jovens crentes colocaram sua fé em Cristo, depois de ouvirem o Evangelho, de visitarem Pastores Cristãos, que também deram a cada um deles uma Bíblia de bolso. Embora inicialmente tivessem medo de ouvir os Pastores por medo de perseguição, continuaram a visita entre eles e outros crentes à noite. Eventualmente, os parentes dos novos Cristãos perceberam que tinham deixado de ir à Mesquita e souberam da sua conversão ao Cristianismo”.

Uganda: Depois de dois meninos, com 16 e 17 anos, convertidos do Islã ao Cristianismo, forma declarados, apóstatas que merecem morrer, pelos próprios pais. Quando fugiram para salvar suas vidas, a casa de um Cristão que lhes deu refúgio foi incendiada e destruída por Muçulmanos. O homem permanece com medo, por sua vida; Os incendiários deixaram folhetos prometendo mais ataques: “Esteja informado de que ainda não terminamos com você. Espere mais, coisas piores estão a caminho.” Agora ele e sua família estão fugindo.

Europa: Os Cristãos, especialmente os Muçulmanos convertidos ao Cristianismo, em campos de refugiados com Muçulmanos, em toda a Europa, continuam sendo perseguidos. Nas palavras de Iranianos que vivem num centro de refugiados na Alemanha:

“Nós, os refugiados Iranianos radicados na cidade de Rotenburg, fugimos da República Islâmica do Irã porque fomos acusados ​​de sermos Cristãos e, por isso, fomos repetidamente ameaçados pela tortura, prisão e pena de morte. Aqui, onde estamos instalados atualmente, estamos expostos aos mesmos tipos de ameaças que antes, desta vez pelas mãos de Muçulmanos Afegãos, e tememos por nossas vidas… Os refugiados Afegãos… que nos chamam de ‘apostatas’ Cristãos Iranianos e ‘Infiéis’ por causa de nossa decisão de deixar o Islã, consideram o derramamento de nosso sangue como legítimo (ou mesmo necessário).”

Separadamente, um líder da Igreja Curda disse que recebeu ameaças de morte por ter deixado o Islã pelo Cristianismo enquanto vivia em campos fora das cidades Francesas de Calais e Dunquerque. Em ambos os campos, os Muçulmanos o antagonizaram: “Em Calais, os contrabandistas [viram] a minha cruz [ao redor do meu pescoço] e disseram: ‘Você é Curdo e você é Cristão? Você é uma vergonha. Eu disse: “Por quê? Estou na Europa, estou livre, estou num país livre”. Eles disseram: ‘Não, você não está livre, você está na selva. Aqui na selva tem regra Curda — saia deste acampamento.’ Os contrabandistas estavam dentro do acampamento, e eram Curdos. E disseram o seguinte: “Vamos pedir aos Argelinos e aos Marroquinos para matarem você”.

Paquistão: Enquanto estava na escola, um menino Cristão de nove anos de idade foi acusado falsamente de queimar um Alcorão. Sua mãe e ele foram presos sob a acusação de blasfêmia. Foram finalmente libertados da prisão depois que a polícia não encontrou evidência para fundamentar a acusação. No entanto, “apesar da sua inocência, os dois Cristãos presos revelaram, após a sua libertação, que foram interrogados e torturados durante os quatro dias de prisão, dizendo que os seus interrogadores tentaram obrigá-los a confessar um crime que não cometeram. Os interrogadores, no entanto, não conseguiram obter qualquer confissão deles”, disse o relatório. Separadamente no Paquistão — uma nação onde dezenas de estações Islâmicas estão livres para exibir seus programas na televisão, incluindo aqueles que glorificam a jihad contra os ‘infiéis’ — todas as estações de televisão Cristãs foram ordenadas a fecharem, apesar de, — como dito pelas minorias Cristãs, — que o artigo 25 da Constituição Paquistanesa estabelece que “Todos os cidadãos são iguais perante a lei e têm direito à igual proteção da lei.” “Qual é o futuro dos meios de comunicação da Igreja no Paquistão? É um momento muito difícil para nós. Estávamos apenas tentando alcançar nossa própria comunidade, que geralmente são ignoradas por outros canais de TV”, disse o Padre Morris Jalal, fundador e diretor executivo da TV Católica aos repórteres enquanto sua equipe empacotava seu equipamento.

Etiópia: Em Outubro do ano passado, quatro jovens Cristãs — de 18, 15, 14 e 14 anos —distribuíram um folheto intitulado “Falemos a verdade com amor”. Porque isso desafia as acusações Islâmicas contra o Cristianismo. Muçulmanos locais ser revoltaram. Atacaram uma Igreja e agrediram os Cristãos. As meninas foram presas e, depois de uma breve audiência em 15 de Novembro, foram condenadas a um mês de prisão. Todas as quatros meninas irão cumprir a sentença entre criminosos comuns, embora três delas estejam abaixo de 18.

Afeganistão: Um relatório publicado em Novembro destacou os grandes perigos que Afegãos convertidos ao Cristianismo enfrentam diariamente: “A representação dos Cristãos no Afeganistão é tão pequena, que ser um deles, significa perseguição certa. Como a maioria da população é Muçulmana, esses novos Cristãos não estão apenas decidindo seguir Cristo. Estão abandonando uma fé antiga e a segurança que advém dela. De acordo com o Projeto Joshua, 99,8% da população segue o Islã. Somente 0,03 por cento da população poderia ser descrita como Cristã Evangélica”. Bob Blincoe, da Frontiers USA, acrescenta: “A doutrina Islâmica é clara e incontestável e uma pessoa que se converte à fé [Cristã] abandonando o Islã deve ser morta. Isso não está em discussão no Islã”.

DHIMMITUDE: MUÇULMANOS DESPREZAM E ABUSAM DE CRISTÃOS

Egito: Apesar da garantia constitucional da nação à liberdade de culto, em todos os distritos das escolas públicas, meninas Cristãs que se recusam a usar o véu Islâmico ou hijab e Cristãos de ambos os sexos que se recusam a recitar o Alcorão — Incluindo versos que contradizem diretamente a fé Cristã — estão sendo expulsos das escolas. Alguns relatam que foram espancados antes de serem expulsos.

Argélia: Silmane Bouhafs, um homem Cristão que atualmente está cumprindo pena de três anos de prisão por “atacar o Islã”, regularmente experimenta perseguição pelas mãos dos outros presos. Em Novembro, depois que os prisioneiros foram mostrados em um programa religioso Islâmico, onde o clérigo incitou contra todos os não-Muçulmanos na Argélia, o Cristão discutiu com os outros espectadores em nome da liberdade religiosa. Os reclusos responderam atacando-o fisicamente. Outro prisioneiro interveio a tempo para alertar aos guardas que interromperam o ataque. Em uma mensagem à sua filha, o Cristão disse que é considerado “um inimigo do Islã” e que vive diariamente em risco.

Marrocos: Um homem Muçulmano em Casablanca tentou matar outro homem com uma espada. A polícia inicialmente demonstrou preocupação — até que descobriu que a vítima, Saeed Zoa, era um Cristão proeminente que trabalha para promover a igualdade de direitos para os Cristãos em Marrocos. A polícia então abandonou a investigação com base no argumento de que o Cristão é um “instigador” que merecia isso. Zoa teme que, desde que a polícia tenha divulgado sua indiferença aos seus direitos, ele ainda será atacado com mais agressividade.

Argélia: Quando a maioria dos membros da família Cristã queria enterrar seu pai de 70 anos, também Cristão, com ritos Cristãos — em vez dos ritos de morte Islâmicos, em que os Muçulmanos se reúnem na casa do falecido, implorando Alá e Muhammad para receberem seus amados — o Imã da vila e outros Muçulmanos “ameaçaram o ostracismo do resto da aldeia se não reverterem sua decisão, e exortou os aldeões a pressionarem a família”, de acordo com um relatório. O xeique Muçulmano acrescentou: “Nós somos Muçulmanos, e continuaremos assim. O funeral de nossos mortos será como sempre foi, e não vamos comprometer nossos costumes e religião. Se alguém quiser enterrar os seus mortos no nosso cemitério, deve fazê-lo de acordo com as nossas tradições”. (Ênfase adicionada)

Paquistão: Numa nação onde a acusação mais implausível de que um Cristão tenha ofendido Muhammad nas mídias sociais, provocou distúrbios, ataques e prisões de Cristãos. Os Cristãos aprenderam o que acontece quando os Muçulmanos zombam de Jesus. Em novembro, uma série de posts apareceu nas mídia social atacando Jesus e seus discípulos; embora os Cristãos tenham apelado às autoridades para que tomassem medidas contra os responsáveis, nada foi feito — apesar de que a lei nacional da “blasfêmia” esteja escrita de uma forma que tecnicamente também protege o Cristianismo.

Turquia: Enquanto ressalta a perseguição que os Cristãos sofrem na Turquia, um relatório diz que essa perseguição “é tão intensa que até mortos Assírios e seus cemitérios não podem escapar”. Eis aqui o exemplo de Miho Irak: Um exilado Cristão de 77 anos morreu recentemente na Bélgica; Como contribuinte e membro do Fundo Funerário da Presidência Turca para Assuntos Religiosos, o governo tinha garantido a transferência de seu corpo para enterrá-lo em sua pátria ancestral na Turquia. No entanto, uma vez que os funcionários souberam que ele era Cristão, imediatamente renunciaram a sua promessa.

SOBRE ESTA SÉRIE

A perseguição de Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, a “perseguição Muçulmana dos Cristãos” foi desenvolvida para reunir alguns — não todos — casos de perseguição que surgem a cada mês. Atendendo a duas finalidades:

1) Documentar o que a mídia tradicional não faz: a perseguição habitual, senão crônica, dos Cristãos.

2) Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — que está enraizada numa cosmovisão inspirada na Sharia Islâmica.

Assim, seja qual for o episódio de perseguição, normalmente se encaixa sob um tema específico, incluindo o ódio às Igrejas e outros símbolos Cristãos; Apostasia, blasfêmia e leis de proselitismo que criminalizam e às vezes punem com a morte aqueles que “ofendem” o Islã; Abuso sexual de mulheres Cristãs; Conversões forçadas ao Islã; Roubo e saque substituindo a jizya (tributo financeiro esperado de não-Muçulmanos); Expectativas gerais para que os Cristãos se comportem como dhimmis intimidados, ou cidadãos de terceira categoria, “tolerados”; E a simples violência e o assassinato. Às vezes, uma combinação deles.

Como esses relatos de perseguição abrangem diferentes etnias, línguas e localidades, — desde Marrocos no Ocidente até a Indonésia no Oriente — , uma coisa precisa ficar bem clara, apenas uma coisa conecta todos esses episódios: Islã — seja a aplicação estrita da lei Islâmica Sharia ou a cultura supremacista nascida dela.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O RETORNO DAS CRIANÇAS-SOLDADOS DO ISLÃ

Fonte/Source: The Return of Islam’s Child-Soldiers – Raymond Ibrahim


O RETORNO DAS CRIANÇAS-SOLDADOS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

 13 de Janeiro de 2017

No passado e no presente, militantes Muçulmanos continuam contando com as mesmas táticas desumanas com o intuito de aterrorizar os “infiéis”. Os efeitos devastadores de um desses acontecimentos ocorreu em Agosto passado na Turquia: uma criança “recrutada” pelo Estado Islâmico realizou um ataque suicida, que deixou pelo menos 51 pessoas —  em sua maioria crianças (seus colegas) — mortas.

Essa criança era uma das inúmeras crianças anônimas, sem rosto, capturadas, castigadas e doutrinadas no Islã, até tornarem-se autênticos “mártires” e carrascos. Conhecidas como os “filhotes/lobinhos do Califado”, são graduadas em “escolas [fundadas pelo ISIS] que preparam centenas de crianças e adolescentes para realizarem ataques suicidas”. O Estado Islâmico (ISIS) gosta de mostrar essas crianças raptadas transformadas em criminosos.

Há poucos dias, publiquei um vídeo desses “lobinhos”, a maioria parece ter uns 10 anos de idade, andando em torno de um parque de diversões abandonado, onde executam selvagemente reféns capturados em passeios. Uma criança, segundo notícias, de apenas quatro anos de idade, disparou cinco tiros numa vítima amarrada enquanto gritava “Allahu Akbar!” (Ver imagem acima). Outro garotinho cortou a garganta de sua vítima, ao lado de um trem de brinquedo, antes de enfiar-lhe a faca nas costas. Em Novembro passado, o ISIS postou outro vídeo com quatro crianças — uma Russa, uma Uzbeque e duas Iraquianas — executando civis.

Um clérigo Cristão explicou a estratégia do Estado islâmico: “Deslocam as famílias, levam os recém-nascidos e os colocam em famílias Islâmicas”, onde são doutrinadas na jihad, Onde são doutrinadas para a jihad, ou como  é chamado no Ocidente, “atividades terroristas”.

As crianças que conseguiram escapar do ISIS dizem que foram repetidamente castigadas e alimentadas com “propaganda sem fim”, incluindo, que deviam matar seus pais não-Muçulmanos: “Não fomos autorizadas a chorar, mas pensava em minha mãe, pensava nela preocupada comigo e tentava chorar silenciosamente”, disse um garotinho.

A captura e a doutrinação de crianças para a jihad dificilmente se limita ao ISIS. Nos últimos três anos, Boko Haram, o grupo jihadista Islâmico que assola a Nigéria, raptou, escravizou, castigou e doutrinou mais de 10 mil jovens — alguns com até 5 anos de idade e muitos de origem Cristã — para se tornarem jihadistas/terroristas.

“Eles nos disseram: “Tudo bem. Você tem permissão para matar e massacrar até mesmo os seus pais”, disse um ex-prisioneiro que testemunhou uma decapitação no dia em que foi escravizado. Outros rapazes apertaram a vítima e explicaram: “Isto é o que você tem que fazer para chegar ao céu.”

Meninas foram mantidas em um acampamento separado e estupradas, muitas vezes por meninos prisioneiros, como forma de ensiná-los as bênçãos de se tornarem guerreiros de Alá (a divindade que permite que seus escravos escravizem e violentem mulheres “infiéis”). Uma menina que conseguiu fugir, Rachel, agora com 13 anos e grávida de estupro, contou como dezenas de rapazes de sua aldeia amarraram um homem sequestrado e o decapitaram. “Se você for lá [campos de treinamento de Boko Haram], você verá crianças de 12 anos falando sobre como queimar uma aldeia”, disse outra menina que conseguiu escapar, acrescentando que “eles se converteram.”

Um garoto, agora com 10 anos, serviu de babá para bebês e crianças raptadas ou concebidas por estupro: “As crianças, todas menores de 4 anos, assistiram vídeos de propaganda jihadista e ensaiaram um jogo chamado “suicídio” onde rasgavam sacos de areia amarrados no peito”.

Essas crianças Nigerianas, algumas com apenas 6 anos, foram usadas para aterrorizar os vizinhos da República dos Camarões, uma nação de maioria Cristã. Durante um ataque jihadista, mais de 100 rapazes gritando, apareceram de repente — descalços, desarmados ou balançando facões no ar — correram em direção a uma unidade militar que os matou. Como o Coronel Didier Badjeck explicou: “É melhor matar um garoto do que ter mil vítimas. Estão nos causando problemas com as organizações internacionais, mas elas não estão na linha de frente. Nós estamos.”

Outro relatório, publicado há poucos dias, comenta sobre as experiências de meninos e meninas sequestrados, e como o Boko Haram mostrou aos meninos para “se divertirem” com as meninas, inclusive para “aprender a subjugar uma vítima em dificuldades durante a agressão sexual”. Uma jovem que escapou, de 16 anos, disse o seguinte: “Fui estuprada quase diariamente por homens diferentes. Quando se encheram de mim, pediram a um menino, que frequentemente os assistia, para assumir.”

Mas, não é apenas o ISIS e o Boko Haram que prendem, escravizam, castigam e doutrinam meninos para a jihad (e as meninas para “mudar” os meninos). Essa prática também está ocorrendo no Iêmen, na Somália e até mesmo em Mali “moderado”. Na verdade, uma pesquisa superficial na Internet revela a extensão desse fenômeno.

Em 2012, 300 crianças Cristãs foram raptadas e convertidas à força ao Islã em Bangladesh. Depois de convencerem as famílias empobrecidas de Bangladesh a gastarem o parco dinheiro que tinham para que seus filhos pudessem estudar nos supostos “albergues de missão”, os vigaristas Muçulmanos “gastaram o dinheiro” e ainda “venderam as crianças para as escolas Islâmicas de outros lugares do país ‘onde Imãs (líderes religiosos Islâmicos) os forçaram a renunciar ao Cristianismo'”.  As crianças são então instruídas no Islã e castigadas. Depois de serem totalmente doutrinadas, as crianças, que uma vez foram Cristãs, são perguntadas se estão “prontas para dar a vida pelo Islã”, presumivelmente se tornando suicidas jihadistas.

Por que os grupos de jihad Islâmicos estão recorrendo a essa tática de escravizar e doutrinar crianças para se tornarem jihadistas? A maioria dos analistas Ocidentais acredita que isso é um reflexo da fraqueza, de grupos desesperados: “A tendência crescente do ISIS de usar soldados-crianças como terroristas suicidas, particularmente no Iraque, tem sido sugerida como um sinal de que os recursos estão rarefeitos na região”, observou uma reportagem.

Ou poderia sugerir que o ISIS, Boko Haram, etc., estão simplesmente seguindo uma outra página do playbook jihadi (Alcorão). Por mais de um milênio, Califas Muçulmanos especializaram-se em prender e escravizar dezenas, senão centenas de milhares de jovens meninos não-Muçulmanos, convertendo-os ao Islã, e depois batendo, doutrinando e treinando-os para se tornarem jihadistas extraordinários.

Exatamente como os famosos Janízaros (a elite do exército dos Sultões) do Império Otomano — meninos Cristãos que foram capturados em suas casas, convertidos e doutrinados ao Islamismo e a jihad, e que depois atacaram suas famílias anteriores. Como o autor de Balkan Wars explica, “Apesar de sua educação Cristã, se tornaram Muçulmanos fanáticos e fervorosamente mantiveram sua fé como guerreiros do Islã. Essa prática cruel do que hoje pode ser definida como “lavagem cerebral” das populações Cristãs do Império Otomano é talvez o legado Turco mais desumano.

O fato da Turquia estar agora sofrendo os efeitos desse sistema — como por exemplo — quando um menino-bomba matou 51 pessoas em nome da Jihad — pode ser chamado de “irônico”.

Analistas Ocidentais não poderiam ser displicentes diante dessa “nova” tática jihadista — otimisticamente retratando a confiança nas crianças como prova de que os grupos jihadistas “ampliaram seus recursos” — como se possuíssem departamentos de estudos Islâmicos que realmente divulgassem os fatos em vez de mitos pró-Islâmicos e propaganda.  Como todos os elementos desagradáveis ​​da história Islâmica, uma instituição de crianças-soldados escravas receberam uma lavagem cerebral completa. Embora imaturos , meninos aterrorizados foram arrancados das garras de seus devastados pais, a narrativa acadêmica é de que as famílias pobres Cristãs estavam, de alguma forma, felizes por verem seus meninos levados pelo Califado onde teriam um “futuro brilhante” como “soldados e estadistas”.

O preço da incapacidade do Ocidente moderno de compreender as táticas medievais do Islã não é apenas uma ignorância a respeito da natureza do inimigo, mas também ignorância com relação as suas vítimas — neste caso, incontáveis ​​crianças sem nome. De acordo com Mausi Segun, um ativista de direitos humanos que discutindo a situação das crianças do Boko Haram, disse: “Há quase uma geração inteira de rapazes desaparecidos. Meu palpite é que a maioria deles morrerá [como jihadistas forçados] em conflito. E morrerão completamente desconhecidos no Ocidente — apenas outro grupo de vítimas sacrificado no altar do politicamente correto, para que a reputação do Islã não seja manchada.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

CONFISQUE O PETRÓLEO SAUDITA, RESOLVA OS PROBLEMAS MUNDIAIS

Fonte/Source: Seize Saudi Oil, Solve World Problems – Raymond Ibrahim


CONFISQUE O PETRÓLEO SAUDITA, RESOLVA OS PROBLEMAS MUNDIAIS

Por Raymond Ibrahim

23 de Janeiro de 2017

WND

Gostaria de saber como os Estados Unidos podem virtualmente eliminar o terrorismo Islâmico global e a fome no mundo num só golpe?

Confisque os poços de petróleo — da Arábia Saudita.

Se isso soa absurdo e antiético — “os EUA não irão partir para a ofensiva e certamente não “roubarão” os recursos naturais de outras pessoas, especialmente seus aliados!” — considere alguns fatos:

Primeiro, qualquer pessoa que veja o Estado Islâmico (ISIS) como um câncer na Terra que precisa ser extirpado — e a maioria dos Americanos, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, assim o vê — precisa também entender a Arábia Saudita (AS) em termos similares. Pois o Reino do Deserto impõe o mesmo tipo de Islã que o ISIS — com todas as intolerâncias religiosas, decapitações, crucificações, mutilações e misoginia que associamos aos terroristas.

Pior ainda, a AS gasta 100 bilhões de dólares anualmente — trilhões ao longo de décadas — para apoiar e disseminar a forma mais vil do Islã (“Wahabismo” / Salafismo) ao redor do mundo. Praticamente toda a literatura radical, Mesquitas radicais, sites radicais e programas de satélites radicais — os quais criam Muçulmanos radicais — são financiados pela AS. Em outras palavras, se você rastrear a “radicalização” dos Muçulmanos — incluindo os antigos bons vizinhos e colegas que, de repente, se tornaram piedosos, cresceram a barba ou vestiram um véu, e assim se lançaram num tiroteio ou se “martirizaram” num ataque suicida — o dinheiro Saudita quase sempre estará no final da linha.

Pior ainda: o Reino Islâmico não é apenas o principal exportador de ideologias radicais; é também o principal financiador e fornecedor de apoio material aos piores grupos terroristas. ISIS e al-Qaeda não existiriam sem a Arábia Saudita e outras generosidades do Golfo.

Então, como a AS é capaz de alimentar essa Jihad multifacetada e global? Com os recursos provenientes das reservas de petróleo abaixo da Península Arábica.

Agora, num mundo justo, certamente os Sauditas devem manter os recursos naturais da Arábia —mesmo que tenha sido o Ocidente o inventor e o criador da tecnologia para a utilização do petróleo. Mas quando a AS usa abertamente a riqueza para espalhar ódio, turbulência, terrorismo e matança de inocentes em todo o mundo, certamente a comunidade internacional tem o direito de responder — neste caso, confiscando a arma das mãos deles, ou seja, os Poços de Petróleo.

Alguns podem argumentar que, qualquer que seja o mérito desse argumento, não há nenhuma chance dos EUA venderem tal guerra para o povo Americano. Na verdade, poderiam — e muito facilmente;  é só dizer a verdade ao povo Americano para que mudem de opinião.

Lembre-se, o establishment já se comportou de forma mais “espetacular”, inclusive indo a guerra contra vários governantes Árabes — no Iraque, na Líbia e agora na Síria. Em todos os casos, os verdadeiros motivos para a guerra foram/estão escondidos do público, provavelmente porque não serviram e não servem aos interesses Americanos (essa é a razão do ISIS estar agora entranhado no “liberado” Iraque, na “liberada” Líbia e na Síria, ainda sendo “liberada”. Tudo que a liderança e a mídia Norte-Americana precisou fazer foi retratar Saddam, Gaddafi e Assad como “monstros” perseguindo seu próprio povo. Isso foi suficiente para que a maioria dos Americanos aceitasse a realização dessas guerras.

No caso da Arábia Saudita, o establishment não teria que enganar o público: o regime Saudita é um monstro. Como nos territórios detidos pelo ISIS, as mulheres na AS são pouco melhores do que bens móveis; blasfemos, apóstatas e homossexuais são perseguidos e às vezes executados; Todos os não Sunitas — de Hindus aos Xiitas são infiéis subumanos a serem tratados em conformidade; As Igrejas estão fechadas, as Bíblias e crucifixos confiscados e destruídos, e os Cristãos que forem pegos rezando em cultos privados são jogados na prisão e torturados. AS é ainda indiscutivelmente mais atrasada do que o ISIS: as mulheres ainda podem dirigir em Mosul e Raqqa, enquanto são proibidas na AS; e o governo Saudita ainda tem o seu próprio departamento especial dedicado a rastrear e executar bruxas e bruxos.

A selvageria da Arábia não se limita à Península. O regime da AS emitiu uma fatwa, ou um decreto Islâmico-sancionado, ainda disponível online para que todos vejam, chamando os Muçulmanos do mundo para odiarem todos os não-Muçulmanos (isso significa mais de 99% dos Americanos; é isso que “o nosso bom amigo e aliado” realmente sente sobre nós).

Em suma, do ponto de vista libertário ou humanitário — e esse é o ponto de vista que foi usado para justificar a guerra no Iraque, na Líbia e na Síria ao público — a tirania de Saddam, Gaddafi e Assad empalidece quando comparada à liderança Saudita.

Nesse contexto, o que poderia parar, digamos, o Conselho de Segurança da ONU — Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e China, e todas as nações que sofreram com a radicalização e o terrorismo financiados pelos Sauditas — de enviar uma coalizão militar para confiscar e internacionalizar os Poços de Petróleo da Arábia? Como isso poderia ser diferente da apreensão dos ativos de uma organização terrorista, o qual o regime de AS se assemelha? Quase não haveria uma “guerra”, certamente nada comparável à invasão dos EUA ao Iraque.

O petróleo pode ser compartilhado igualmente, os preços internacionais justos podem ser estabelecidos e, para apaziguar qualquer culpa Ocidental, receitas — incluindo os 100 bilhões (dólares) gastos anualmente patrocinando radicalismo Islâmico e o terror — pode ir para os pobres e necessitados do mundo, incluindo o mundo Muçulmano. Os Árabes Peninsulares ainda podem ser mantidos por um rico salário; Podem manter Meca e Medina e, se ainda preferirem, podem praticar a Sharia entre si, sem ser uma ameaça para o mundo civilizado em geral.

Uma vitória para todos os envolvidos — o mundo desenvolvido, o mundo subdesenvolvido, e até mesmo os Árabes da Península satisfeitos com a prática do Islã entre si. Mesmo os Muçulmanos do mundo, os quais nos dizem que são esmagadoramente moderados, devem dar as boas-vindas à libertação de seus lugares sagrados.

Os únicos que perdem são aqueles comprometidos com o uso da riqueza do petróleo para espalhar as ideologias Islâmicas radicais e o terrorismo em todo o mundo.

Se essa proposta ainda soa muito “irrealista”, lembre-se: já tivemos precedentes nos EUA e se comportaram de forma ainda mais espetacular. Em 2003, a administração Bush acusou Saddam Hussein de estar por trás do atentado em 11 de Setembro, de desenvolver armas de destruição em massa e de cometer abusos de direitos humanos sem precedentes. Como essas acusações eram falsas ou exageradas — até mesmo as violações de direitos humanos foram frequentemente executadas contra tipos como o ISIS — a maioria das nações do Conselho de Segurança rejeitou a guerra ao Iraque. Mesmo assim, os EUA invadiram e conquistaram o Iraque; e o Americano médio aceitou tudo.

Então, o que impedirá os EUA de irem sozinhos mais uma vez ou em cooperação com todos ou com alguns membros do Conselho de Segurança — talvez um esforço conjunto de Trump/Putin — e assim cortarem a linhagem sangrenta do terrorismo global? Não é a realpolitik, teorias sobre o “equilíbrio de poder” ou normas éticas que impedem os EUA de desfigurarem a cabeça da serpente jihadista. Se os EUA conseguiram ir contra a opinião internacional e invadiram o Iraque com uma série de pretextos falsos/duvidosos, por que não podem fazer o mesmo com a AS — uma nação que é culpada por apoiar e difundir radicalismo e terrorismo em todas as partes do mundo? Aliás, ao contrário de Saddam, a liderança Saudita — para não falar de 15 dos 19 terroristas de 11 de Setembro — estava realmente envolvida nos ataques de 11 de Setembro, caso os Americanos ainda estejam interessados nas indenizações.

Então por que essa proposta não foi implementada? Porque os Sauditas sabem melhor do que ninguém o quão vulneráveis ​​são suas atividades terroristas e há muito compraram os principais políticos Ocidentais, instituições, universidades e meios de comunicação — em uma palavra, o establishment. Dito de outra maneira, a riqueza Saudita não é apenas gasta na jihad ofensiva — na disseminação de ideias e grupos radicais em todo o mundo —, mas na jihad defensiva também. Trata-se de “doar” bilhões para elementos-chave do Ocidente, que, por sua vez, lavam a imagem da AS diante do povo Americano — você sabe, nosso “aliado indispensável na guerra contra o terror”.

O establishment tem outro trabalho muito sutil: condicionar os Americanos a acreditarem que a própria ideia de confiscar o petróleo Saudita é tão irreal e absurda quanto… bem, como foi uma vez a ideia de Donald Trump se tornar presidente.

Mas, os tempos estão mudando e os velhos paradigmas estão sendo quebrados; Coisas que uma vez foram ridicularizadas pelo establishment como “impossíveis” e “ridículas”, agora estão acontecendo. E mais, há um novo governo Americano na cidade, um governo que tem como chefe, um homem cuja imensa riqueza o imune à subornos Sauditas — e que promete drenar o pântano. Seguramente uma das coisas mais imundas que serão encontradas em torno do furo do dreno, e que precisa ser extirpada, é a aliança profana entre a Arábia Saudita e o establishment.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

Fonte/Source: Report: Obama Gave $221 Million to Palestinians in Last Hours


OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

on the West Front of the U.S. Capitol on January 20, 2017 in Washington, DC. In today's inauguration ceremony Donald J. Trump becomes the 45th president of the United States.
Na frente Ocidental do Capitólio dos EUA em 20 de Janeiro de 2017 em Washington, DC. Na cerimônia de inauguração de hoje, Donald J. Trump se torna o 45º presidente dos Estados Unidos.

Por JOEL B. POLLAK

23 de Janeiro de 2017

A Associated Press informou na Segunda-feira que o ex-Presidente Barack Obama liberou US$ 221 milhões em financiamento Americano para a Autoridade Palestina na manhã de Sexta-feira, 20 de Janeiro — poucas horas antes dele deixar o cargo.

Detalhes da AP:

Um funcionário do Departamento de Estado e vários assessores do Congresso dizem que a administração cessante informou formalmente ao Congresso que gastaria o dinheiro na Sexta-feira de manhã, pouco antes de Donald Trump se tornar presidente.

Mais de US$ 227 milhões em financiamento à assuntos externos foram liberados na época, incluindo US$ 4 milhões destinados a programas de mudança climática e US$ 1,25 milhões para organizações da ONU.

Pelo menos dois legisladores do Partido Republicano questionaram e suspenderam os fundos aos Palestinos. Questionamentos do Congresso são geralmente respeitados pelo poder Executivo, mas não são juridicamente vinculativos.

Esta não foi a primeira vez que Obama concedeu fundos à Autoridade Palestina, contrariando o Congresso. Em 2012, por exemplo, desbloqueou quase US$ 200 milhões que foram congelados em resposta às ações unilaterais dos Palestinos nas Nações Unidas, usando uma renúncia legal incluída na Lei de Responsabilidade Civil Palestina.

Os Republicanos têm exigido cada vez mais o bloqueio ou o cancelamento de fundos destinados à Autoridade Palestina, não só por causa de movimentos diplomáticos unilaterais em direção a um estado independente, mas também por evidências crescentes de que os fundos são usados ​​para incitar a violência e proporcionar recompensas financeiras aos terroristas.

A Autoridade Palestiniana prevê indenizações às famílias de prisioneiros terroristas encarcerados em prisões Israelitas, bem como àqueles que se mataram em ataques contra civis Israelitas. O total alocado pelo orçamento da Autoridade Palestina destinados à “Proteção das Famílias dos Mártires” era de cerca de 175 milhões de dólares em 2016 e um montante adicional de 140 milhões de dólares seria atribuído aos pagamentos a prisioneiros e ex-prisioneiros.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, também estava entre os primeiros líderes mundiais que o presidente Obama convocou depois de assumir o cargo em Janeiro de 2009.

Joel B. Pollak é Editor Sênior na Breitbart News. Foi nomeado como umas das “mais influentes” pessoas nos meios de comunicação em 2016. Seu novo livro, COMO TRUMP VENCEU: A HISTÓRIA REAL DE UMA REVOLUÇÃO,  já está disponível através da Regnery. Siga-o no Twitter no @joelpollak.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Fonte/Source: Trump at CIA: “We have to get rid of ISIS. We have no choice….This is a level of evil that we haven’t seen”


TRUMP NA CIA: “TEMOS QUE NOS LIVRAR DO ISIS. NÃO TEMOS ESCOLHA… ESSE É UM NÍVEL DE CRUELDADE QUE AINDA NÃO TÍNHAMOS VISTO”

Por Robert Spencer

 21 DE JANEIRO DE 2017

“Temos de nos livrar do ISIS. Não temos escolha. O terrorismo Islâmico radical, e eu disse isso ontem, tem que ser erradicado da face da terra. Isso é o mal. Isso é o mal…. Esse é um nível de crueldade que ainda não tínhamos visto. E você vai fazê-lo com muita garra e vai fazer um trabalho fenomenal, e vamos dar um fim a isso. Está na hora. Está na hora de acabarmos com isso.”

Sobre o que o Trump disse ontem, eu já tinha dito o seguinte, não é possível erradicar o “terrorismo radical Islâmico” (que na verdade é ortodoxo e mainstream no Islã), enquanto houverem pessoas que acreditam que o Alcorão é a palavra perfeita e eterna de Alá. Sempre haverá alguns fiéis com a ideia de que podem agradar a Alá matando e sendo mortos por ele (Alcorão 9: 111). No entanto, a declaração de Trump, embora hiperbólica, é uma indicação bem-vinda de sua aparente determinação em falar honestamente sobre a natureza e magnitude da ameaça da jihad, para combatê-la e revertê-la…

Além disso, chamá-lo de “mal”, após oito anos de equívocos e ofuscação moral, é tão refrescante quanto Ronald Reagan chamando a União Soviética de “império do mal”, em meio a um período semelhante de equívoco e covardia. É bem-vindo ter esse tipo de clareza moral na Casa Branca. O Presidente Trump claramente espera imitar Reagan ao destruir o Estado Islâmico assim como as ações de Reagan levaram ao colapso da União Soviética. Esse colapso não acabou com o comunismo, que está vivo e bem no Partido Democrata e nos campi universitários dos EUA, mas deu-lhe um golpe significativo. Se o Trump terminar com o Estado Islâmico, não vai acabar com o jihad Islâmica, mas vai dar um golpe significativo. Depois de tantos anos ignorando, permitindo, explicando e se culpando por causa da jihad, os Estados Unidos estão finalmente de volta aos trilhos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História

Fonte/Source: Why Muslim Rapists Prefer Blondes: A History | Raymond Ibrahim

Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História 

Por Raymond Ibrahim  – 30 de Julho de 2015

FrontPage Magazine
A propensão Muçulmana de atacar mulheres “brancas” para fins de exploração sexual – uma epidemia que assola atualmente a Europa, especialmente a Grã-Bretanha e a Escandinávia – é tão antiga quanto o Islã em si, e os vestígios remontam a Muhammad. Continuar lendo Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História