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Por Que O Cristianismo Representa Uma Clara Ameaça À Índia

Fonte/Source: Why Christianity poses a clear threat to India | IndiaFacts


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Por Que O Cristianismo Representa Uma Clara Ameaça À Índia

O Cristianismo ainda não falhou na Índia. 
Com poderosos aliados no Ocidente, 
está se preparando para mais uma grande colheita.

Por  /@ByRakeshSimha


Se você pudesse resumir a história do Cristianismo na Índia em uma palavra, essa palavra seria ingratidão. Entre os primeiros refugiados a chegar à Índia estavam os Cristãos Sírios, perseguidos em suas terras nativas no Império Persa, século IV CE.

Perseguição não seria a palavra correta nesse caso porque os Cristãos Sírios do Império Persa foram encontrados colaborando com a Roma Cristianizada. Horrorizado com a traição de seus súditos Cristãos — em meio à guerra da Pérsia com os Romanos —, o Rei Zoroastriano Shapur II lamentou: “Nós estamos em estado de guerra; Eles estão num estado de alegria e prazer. Vivem em nossa terra, mas pensam como o Imperador, nosso inimigo.”

Shahpur II deportou alguns Cristãos de sua província Oriental na Síria e impôs um duplo imposto sobre os que permaneceram. Os vassalos Cristãos foram então ordenados a reverterem-se à sua religião Zoroastriana nativa.

Por falta de sorte, os Cristãos Sírios procuraram refúgio na Índia. A costa de Malabar, em Kerala, os atraiu — porque tinham ouvido falar de uma comunidade antiga de Judeus que viveram nesse local desde o primeiro século CE, fugindo da turbulência do Oriente Médio.

Como os Cristãos Sírios — ou Nasaranis — como ainda são chamados pelos moradores locais, foram tratados? “O Rei Indiano os recebeu com grande bondade”, escreve George David Malec na História da Nação Síria e da Antiga Evangélica-Igreja Apostólica do Oriente.

“Na escola de Kotem em Malabar ainda existem algumas placas de cobre com mensagens escritas pelo Rei ao líder Cristão, permitindo que ele e seus seguidores se instalassem em alguns lugares e recomendassem aos chefes vizinhos”.

De fato, por volta de (1498 CE) quando os saqueadores Portugueses conduzidos por Vasco Da Gama chegaram em Malabar, a comunidade Cristã Síria estava florescendo, com pelo menos 30.000 membros. Agora, eis aqui como retribuíram a generosidade da Índia. Quando Da Gama retornou pela segunda vez em 1502, foi recebido por uma delegação de Cristãos Sírios: “Eles se identificaram, renderam suas antigas honrarias e documentos, e o convidaram — para fazer a guerra contra seus Reis Hindus“, escreve Ishwar Sharan em O Mito de Santo Tomás e do Templo Mylapore Shiva.

De acordo com George Menachery, um apologista Católico e antigo conselheiro do Departamento de Arqueologia do Estado de Kerala, os Cristãos Sírios apresentaram ao Da Gama uma “Vara de Justiça” e juraram fidelidade aos Reis Portugueses e imploraram a proteção Portuguesa.

K.M. Panikkar descreve em Malabar e os Portugueses: “Mais do que isso, sugeriram (para Da Gama) que com a ajuda deles conquistaria os Reinos Hindus e o convidou — a construir uma fortaleza para esse propósito em Cranganore (Kodungallur). Essa foi a recompensa que os rajas Hindus receberam por tratar com liberalidade e bondade os Cristãos em seu meio“.

vascoO autor e pesquisador Sanjay Subrahmanyam, que não era amigo dos Hindus, escreve no extensamente comentado A Carreira e a Lenda de Vasco da Gama:

A perspectiva dos Cristãos Sírios sobre as primeiras atividades Portuguesas em Kerala é interessante; claramente apoiam os seus correligionários, e não os governantes locais…

Em carta datada de 1524, o Bispo Sírio-Cristão Mar Jacob escreve depois de relatar todas as suas ações a favor da Coroa Portuguesa: “Isto, Majestade, é o serviço que fiz nessas partes, com a intenção de levá-lo a ajudar-me na expansão dessas pessoas (Cristãos Sírios) através desta Índia na fé de Jesus Cristo, nosso Redentor.

Subrahmanyam continua: “No mesmo contexto, ofereceu a ajuda dos Cristãos Sírios como uma força militar auxiliar, para ajudar os Portugueses, alegando que representam ‘mais de 250.000 guerreiros’”. O bispo pede a Vasco Da Gama para interceder — para que use a força militar — em nome da comunidade Cristã Síria. Mar Jacob também propôs a construção de uma fortaleza Portuguesa em Cranganore, uma proposta que entrou em vigor uma década mais tarde, em 1536, abrindo caminho para a colonização Portuguesa.

Porém, uma vez que usaram cinicamente a ajuda da comunidade traidora, os fanáticos Portugueses perseguiram os Cristãos Sírios como vingança e os forçaram — sob pena de morte — a abandonar sua antiga Igreja Ortodoxa e a jurar lealdade ao Catolicismo Romano.

Avançando pelo Século XX

A história dos Cristãos de Kerala — que hoje constituem cerca de 20% da população do Estado — não tem sido totalmente exemplar nos tempos modernos. No início da década de 1970, quando— a Primeira Ministra Indira Gandhi denunciou publicamente a ameaça de subversão da CIA na Índia, o embaixador dos EUA em Nova Delhi, Daniel Patrick Moynihan, ordenou uma investigação sobre o assunto.

A Embaixada dos Estados Unidos descobriu em duas ocasiões durante o governo do pai de Indira, o Primeiro-Ministro Jawaharlal Nehru, que a CIA secretamente forneceu fundos para ajudar os adversários dos comunistas nas eleições estatais. A primeira ocasião foi na década de 1950, em Kerala, onde o dinheiro foi fornecido à Igreja Cristã Síria para desestabilizar o Partido Comunista democraticamente eleito na Índia. Segundo Moynihan, “Ambas as vezes o dinheiro foi dado ao Partido do Congresso, o qual havia solicitado. Uma vez que foi dado à própria Sra. Gandhi, que era então uma funcionária do partido“.

Assim como os Cristãos Sírios apoiaram seus correligionários Ocidentais em detrimento das comunidades Hindus e Muçulmanas locais, com quem coexistiram — e de cuja ajuda floresceram, prosperaram e gentrificaram — os Cristãos Indianos modernos protegem o Ocidente, especialmente os Estados Unidos. De acordo com eles, a América, sendo a maior nação Cristã, deve ajudá-los a manter a Índia — e, portanto, os Hindus — na linha.

Papel Dos Cristãos Na Divisão Indiana

Em um artigo intitulado O Papel dos Cristãos no Movimento da Liberdade do Paquistão, publicado no Jornal de Ciências Sociais do Paquistão, Munir-ul-Anjum e Shahnaz Tariq escreve:

O apoio dos Cristãos em prol do Paquistão foi baseado na crença de que a sociedade Muçulmana em sua natureza era mais secular do que o sistema de casta da sociedade Hindu, portanto, mais permissiva aos direitos e salvaguardas das minorias religiosas”.

Os Cristãos apoiaram fortemente Quaid-e-Azam e a Liga Muçulmana naquele momento crítico quando havia muita oposição à formação de um novo estado Muçulmano. A All India Christian Association garantiu a cooperação incondicional plena ao fundador do Paquistão. Este papel crucial da população Cristã da região foi reconhecido pelo fundador do Paquistão e da All India Muslim League em todos os níveis. Esses Cristãos desempenharam um papel muito forte na criação do Paquistão… O voto Cristão antes da Comissão de Fronteiras foi o único voto decisivo para a verdadeira fundação do Paquistão. Líderes Cristãos votaram pelo Paquistão porque acreditavam que Quaid-e-Azam seria o verdadeiro protetor de seus direitos e interesses“.

Quando os procedimentos da Comissão de Fronteiras tomou forma, os líderes Cristãos Dewan Bahadur S.P. Singha, C.E. Gibbon e Fazal Elahi, numa declaração registrada, exigiram que na demarcação das fronteiras, a população Cristã fosse incluída e denominada como população Muçulmana“.

Nos últimos dias da Índia unida, Jinnah visitou Lahore como parte de sua campanha para buscar o apoio da comunidade minoritária para o Paquistão. Ele conheceu o líder Cristão Chandu Lal e o líder Sikh Giani Kartar Singh. O líder Sikh recusou sua oferta enquanto Chandu Lal declarou apoio incondicional dos Cristãos ao Paquistão. Quando a resolução de juntar o Paquistão ou a Índia foi transferida e votada na Assembleia Legislativa de Punjab, os três membros Cristãos votaram a favor do Paquistão e salvaram a situação. Oitenta e oito e 91 votos foram expressos a favor da Índia e do Paquistão, respectivamente. Desta forma, os três votos Cristãos decidiram o destino da província.” [Ênfase adicionada]

No entanto, não contentes com a criação do Paquistão, os Cristãos “denunciaram e condenaram a injusta distribuição da província de Punjab com mais ímpeto que os Muçulmanos e tentaram o melhor possível para incluir os distritos de Pathankot e Gurdaspur no Punjab Ocidental”.

Os Cristãos São Uma Quinta Coluna?

Os fundamentalistas Cristãos prosperam no sofrimento e no desastre. Em Fevereiro de 2001, T. John, ministro da aviação civil de Karnataka e membro da Igreja Ortodoxa, descreveu o terremoto de Gujarat, que resultou na morte de mais de 20.000 pessoas, como “a punição de Deus ao povo por maltratar Cristãos e Minorias no estado“.

John também viu uma conexão divina entre os ataques aos Cristãos em Orissa e o ciclone que atingiu a região em Dezembro de 1999, matando 10.000 pessoas. Isso não é nada além de prazer vicário à custa de Indianos não-Cristãos.

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O Evangelista da Ásia, K.P. Yohannan, fundador e presidente do grupo Evangelista, Gospel for Asia (investigado por IndiaFacts várias vezes anteriormente), saudou o tsunami de 2004 como “uma das maiores oportunidades que Deus nos deu para compartilhar seu amor com as pessoas“.

Ele não foi o único a expressar tais sentimentos. O tsunami na Índia — no qual 10.136 pessoas foram mortas e centenas de milhares desabrigadas — foi de fato uma surpresa para muitas Igrejas Americanas, as quais derramaram bilhões de dólares para converter um grande número de pescadores pobres da região de Kudankulam.

Dez anos mais tarde, esses conversos foram lançados contra a importante central nuclear Kudankulam. Em 2014, a Intelligence Bureau (IB) — principal órgão de segurança interna da Índia — apresentou um relatório ao Primeiro Ministro Narendra Modi, identificando várias ONGs financiadas por estrangeiros que estão “afetando negativamente o desenvolvimento econômico”.

O relatório do IB relaciona-se perfeitamente com as declarações do ex-primeiro-ministro Manmohan Singh de que as ONGs financiadas pelos Americanos estavam liderando os protestos contra os reatores nucleares Russos construídos em Kudankulam. Ouvir o irritante e taciturno Singh — apesar de ter o seu cargo de Primeiro Ministro nas mãos do chefe do partido, uma pró-Cristã e Católica Sonia Gandhi — é uma indicação do perigo colocado à segurança nacional da Índia por forças controladas remotamente pelo Ocidente.

As ONGs que estavam no centro dos protestos de massa foram associadas com o Bispo Yvon Ambroise, o líder da Igreja de Tuticorin, que esteve ativo durante a viciosa campanha contra a usina.

Na verdade, há evidências de que os Cristãos mais antigos convertidos do Hinduísmo traíram interesses Indianos. Também ilustra como os Cristãos são facilmente coagidos por seus mestres Ocidentais.

O processo pelo qual o algodão é tingido (Animalizing) — era um segredo que permaneceu um mistério para os Europeus. Stephen Yafa explica em seu livro Cotton: The Biography of a Revolutionary Fiber como este segredo comercial foi roubado: “Ironicamente, foi um homem do tecido, o Padre Jesuíta Coeur-doux, que traiu esses segredos ferozmente guardados. Em 1742, o clérigo Francês aproveitou o seu posto missionário na costa de Coromandel para ganhar a confiança dos mestres tintureiros Indianos que ele havia convertido ao Catolicismo.”

Esses Cristãos Indianos lhe confiaram seu processo secreto com a compreensão de que nunca o revelaria. E o que o padre fez? “Coerdoux(sic) imediatamente deu uma descrição detalhada em uma carta, passo a passo, publicada na França. Em um piscar de olhos, 3000 anos de prática artesanal clandestina tornou-se de conhecimento público.”

O ponto não é a traição pelos recém convertidos Indianos Cristãos. Certamente, havia — embora ingenuamente — pedido ao sacerdote Europeu para guardar o segredo para si mesmo. O ponto é que isso mostra exatamente como os Indianos Cristãos podem ser usados pelos seus mestres Ocidentais. Por exemplo, a pressão pode ser aplicada na família de um Indiano Cristão aparentemente leal que, digamos, poderia ser um cientista de foguetes da Organização de Pesquisa Espacial Indiana.

A pressão pode vir de várias maneiras, mas a abordagem mais provável que uma agência de inteligência Ocidental usaria é a de aproximar-se primeiro do padre da paróquia do cientista Cristão através do bispo local, que pode ser abordado através de alguém do Vaticano.

Pressão paroquial não é brincadeira. Os Hindus, que não se reúnem formalmente sob um sacerdote, não conseguem entender quão estreitamente integrada é a Igreja com as famílias de Cristãos locais numa determinada área ou paróquia. Quando este escritor estava estudando em St. Thomas College, Thrissur, Kerala, foi testemunha de sacerdotes, alguns dos quais eram palestrantes, exigindo saber por que um determinado estudante tinha faltado à missa de Domingo.

A família pode ser ameaçada com status de pária. Por exemplo, para muitos Cristãos de Kerala, que se juntaram ao Partido Comunista da Índia, foram negados serviços de sepultamento pela Igreja após a sua morte. Isso pode ser traumático para os membros sobreviventes porque o resto dos membros da comunidade tendem a tratá-los como marginalizados. (Imagine o estado das crianças que não são capazes de enterrar seu pai morto.)

Sob tais circunstâncias, a transferência de segredos nacionais para um pen drive e entregá-los a um agente de uma agência de inteligência Ocidental pode parecer um pequeno inconveniente. Certamente, os Cristãos individuais em posições de alto nível podem não estar predispostos à traição. Mas porque todo o ecossistema Cristão está orientado para o controle total de seu rebanho, é improvável que muitos deles possam suportar a imensa pressão exercida sobre eles e suas famílias. Como escreve Subrahmanyam, os Portugueses consideravam os Cristãos Sírios como um meio de obter “quilometragem política e econômica”. Da mesma forma, hoje os Indianos Cristãos servem como meio para o Ocidente penetrar nos escalões mais elevados do poder em Nova Deli.

Por que o Cristianismo não tem lugar na Índia

Alguns argumentam que o sistema de castas do Hinduísmo é injusto com as castas inferiores e, portanto, o Cristianismo pode levantá-las tratando-as como iguais. Este é provavelmente o argumento mais lamentável a favor da fé Abraâmica. Pois, se o Cristianismo não fez, digamos, dos Europeus ou Americanos, seres humanos melhores, o que os faz pensar que isso tornará os Indianos melhores?

Em primeiro lugar, o racismo nunca esteve tão em alta no Ocidente. Igrejas Cristãs Americanas citaram a Bíblia para dar aprovação ao tráfico de escravos. Hoje, os Cristãos negros estão sendo novamente linchados por Cristãos brancos na América. O que eles podem ensinar à Índia sobre igualdade?

Além disso, apesar do derramamento de sangue terrível nas duas guerras mundiais, essas nações Cristãs ainda estão na garganta uns dos outros e ainda bombardeando civis inocentes ao redor do mundo. E se os eventos na Ucrânia indicam alguma coisa, os Cristãos Europeus não aprenderam nada e estão criando uma situação que poderia levar à III Guerra Mundial.

De qualquer forma, as separarão de castas entre os Indianos Cristãos reflete as divisões de castas no Hinduísmo. “A conversão ao Cristianismo não parece erradicar o preconceito sobre as castas da Índia mais do que elimina a discriminação racial nos Estados Unidos. Apesar do chamado de Jesus para o amor fraternal, o Domingo não é o dia mais segregado na América? “, Escreve C. Alex Alexander, um cidadão Norte-Americano naturalizado e ex-chefe de gabinete do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA numa exposição detalhada da ameaça Cristã à Índia.

Há outros que argumentam que os Hindus convertidos permanecerão Indianos, portanto, qual é o problema da conversão? Bem, há um grande problema e Swami Vivekananda o define no documento fundador da Missão Ramakrishna em 1897. Se a Índia abraça uma religião estrangeira, ele escreve: “A civilização Indiana será destruída. Pois quem quer que saia da religião Hindu não é apenas um a menos entre nós, mas também temos nele um inimigo a mais.”

Porque o Ocidente usurpou a alma do Cristianismo, a Cristianização — como a Islamização — equivale à desnacionalização. Os missionários Ocidentais que estavam se debatendo na China nos anos 40 gostaram da frase “Um Cristão a mais, um Chinês menos”.

A conversão religiosa é, portanto, um movimento de um interruptor que transforma um Indiano — ou, nesse caso, qualquer seguidor de uma religião nativa — em uma extensão da cultura e influência Ocidental.

ianEm seu livro, The Armies Of God: A Study In Militant Christianity, Ian Buchanan, um acadêmico Britânico nascido na Malásia, explicou como o Cristianismo importado do Ocidente pode causar estragos nos países em desenvolvimento. Em entrevista ao jornal DNA, ele diz:

Não há dúvida alguma de que a estratégia Americana faz uso deliberado (e um pouco cínico) das agências Cristãs em busca da política externa — e que a distinção entre religioso e secular é deliberadamente nebulosa no processo… A maioria das corporações evangélicas (World Vision, Campus Crusade, Youth with a Mission e Samaritan’s Purse) operam em parceria com o governo dos EUA em busca da política externa — World Vision, que é efetivamente um braço do Departamento de Estado, é talvez o mais notável exemplo disso.”

O que isso significa, na prática, para um país alvo?

Acima de tudo, significa que muitas vezes é muito difícil distinguir as agências de evangelização. A ativa proselitização Cristã é muitas vezes apenas uma pequena parte do processo; Além disso, deve haver infiltração de todos os setores de influência numa sociedade, de grupos religiosos para os departamentos governamentais para as instituições de caridade locais para as empresas privadas, de forma que obscurecem a linha entre a doutrinação Cristã e a mudança secular“.

Alex Alexander concorda:

Os auto professos grupos de pressão Cristã têm tanto uma sociedade altamente influente como um poderoso controle sobre a política. A rede de influência Evangélica vai muito além disso: há dezenas desses grupos trabalhando no Congresso, nas Forças Armadas e nos departamentos de Estado. Todos atuam para conectar a política, os negócios, os meios de comunicação e os militares entre si em busca de uma visão comum, de um domínio Cristão Americano sobre o mundo“.

É fato bem conhecido que Cristãos Indianos em conluio com políticos fundamentalistas Americanos, grupos de Igrejas e Marxistas Indianos desempenharam um papel de liderança conseguindo que o Primeiro Ministro Narendra Modi fosse proibido de entrar nos EUA por seu suposto envolvimento nos tumultos religiosos em 2002, Gujarat.

No entanto, os Cristãos vêm trabalhando contra os interesses Indianos mesmo antes disso. Em Setembro de 2000, quando o Primeiro Ministro Atal Bihari Vajpayee esteve em visita oficial nos EUA, o fundamentalista Cristão John Dayal compareceu perante a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) dos Estados Unidos, em Washington DC.

De acordo com Alexander, o virulento anti-Hindu “Dayal deveria ter pensado na possibilidade de que o timing do convite estendido a ele pela USCIRF não foi um acidente. É muito provável que fizesse parte do plano do Departamento de Estado dos EUA colocar o visitante Primeiro Ministro na defensiva, e assim, enfraquecer os esforços da Índia para transmitir ao público Americano as consequências destrutivas do terrorismo transfronteiriço auxiliado e apoiado pelo Paquistão.”

Alexander oferece um exemplo do nexo Cristão Ocidental:

Uma página da história recente do Timor-Leste pode ser apropriada para os Indianos reverem, a fim de compreender o potencial negativo da proselitização offshore. As tribos indígenas daquela ilha foram primeiramente convertidas ao Cristianismo por missionários Holandeses e Portugueses. Em seguida, foram ajudados pelas nações Ocidentais a se separarem da Indonésia. A Índia pode correr riscos semelhantes se continuar a permitir que missionários estrangeiros tenham acesso irrestrito a suas populações tribais“.

Na verdade, as atividades dos missionários Cristãos podem causar tumulto como aconteceu em grande escala em 1857. Historian R.C. Majumdar escreve:

A sensibilidade dos Cipaios (Sipais) às suas crenças e práticas religiosas e o temor da conversão ao Cristianismo funcionaram como um pesadelo em suas mentes…. Um vago temor de que o governo estivesse decidido, por bem ou por mal, a converter os Indianos ao Cristianismo, impregnou todas as fileiras da sociedade, e os Cipaios compartilharam plenamente essas apreensões com os demais…. A atitude agressiva dos missionários Cristãos… em matéria de proselitismo tinha sido motivo de queixa frequente“.

Entre tais atividades agressivas, Majumdar observou a prática dos missionários de “denunciar abertamente sem verificar, os usos e costumes sociais (Indianos) estimados, em linguagem de extrema violência, e abusos imundos de seus deuses e deusas por bandos de missionários Cristãos“.

O Mito Dos Cristãos Passivos

Exteriormente, o Cristianismo pode parecer uma religião benigna. De fato, quando comparado com a face agressiva do Islã, ele definitivamente aparece como a irmã Abraâmica mais domesticada. Em Why Christianity Failed in India, Tony Joseph escreve na revista Outlook que após 2000 anos de tentativa de converter a Índia, os Cristãos formam apenas cerca de 2 por cento da população. No entanto, ele erra totalmente o ponto.

O Cristianismo não cresceu muito durante os séculos que antecederam o período do colonialismo Europeu porque os primeiros Cristãos eram refugiados e não gostavam de converter Indianos nativos. Novamente, durante o período colonial, quando hordas de missionários Europeus entraram na Índia, o ritmo de conversão fracassou, porque os Indianos sabiam quem era o inimigo — os Cristãos Europeus, que vieram destruir a civilização Indiana assim como destruíram as culturas Aborígenes Americana e Australiana.

Hoje, os Europeus se foram, mas a agenda permanece. Onde antes poderíamos localizar um Cristão ou um evangelista pela cor de sua pele, agora estão em nosso meio. Eles têm nomes como Mahesh Bhupathi, cuja mãe uma vez disse: “Meu fardo é por causa da Índia, já que neste país nós lutamos com cerca de 33 milhões de outros deuses.” Se ela não tivesse pronunciado essas observações insípidas, ninguém teria sido mais iluminado para com ela e as atividades prosiletistas de seu filho.

Sob o manto da Democracia, os missionários Cristãos podem infiltrar-se e conduzir sua obra profana entre pobres e desamparados. Igrejas Cristãs surgiram como uma erupção na costa leste após o tsunami atingir o sul da Índia. Nagaland, que era inteiramente animista, apesar de dois séculos de domínio Britânico, tornou-se 100% Cristã durante 50 anos de governo democrático — ou melhor, da dinastia Nehru-Gandhi.

O Cristianismo ainda não falhou na Índia. Com poderosos aliados no Ocidente, está se preparando para mais uma grande colheita. Ao visitar a Índia em 1999, o Papa proclamou abertamente seu desejo de “testemunhar uma grande colheita de fé” por meio da Cristianização de todo o país. Previsivelmente, isso levou a uma reação dos Hindus que se sentiram ameaçados — e traídos — pelas grandes multidões de Cristãos Indianos que vieram cumprimentar o Papa.

Quebrando a Índia

Líderes Cristãos e organizações em sintonia com as ONGs Ocidentais e organismos apoiados por Igrejas estão apostando num jogo de divisão destinado a quebrar a Índia. O autor Rajiv Malhotra expôs isso com abundante evidência no livro Breaking India, o qual é co-autor com Aravindan Neelakandan.

Koenraad Elst diz: “Há uma tentativa viciosa de deslegitimar o Hinduísmo como religião nativa da Índia e de mobilizar as seções mais fracas da sociedade Hindu contra ela com slogans “de sangue e solo”.”

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Vendo como o movimento nativista nas Américas é parcialmente dirigido contra o Cristianismo por causa de sua agressão histórica contra a sociedade nativa (apesar das tentativas da Teologia da Libertação de recuperar o movimento), a Igreja Indiana tenta dominar essa tendência nativista e forjá-la numa arma Contra o Hinduísmo.

O envolvimento Cristão nos chamados movimentos Dalit (“oprimidos”) e Adivasi (“aborígenes”) é uma tentativa de canalizar o avivamento nativista e perversamente dirigi-lo contra a própria sociedade nativa. Ele anuncia seus serviços como o guardião dos interesses dos “verdadeiros nativos” (significando as Castas e Tribos Agendadas) contra a sociedade nativa, enquanto rotulando as castas superiores como “invasores Arianos”, com base numa teoria desatualizada postulando uma imigração em 1500 a.C.

Elst acrescenta:

Declarar pessoas como “invasores” por causa de uma suposta imigração de alguns de seus antepassados há 3500 anos é um feito incomum da retórica de ódio político em si mesma, mas o ponto é que segue um padrão de rodadas anteriores de agressão Cristã. Eis aqui o Cortés mais uma vez: Cortés, o conquistador do México, poderia derrotar os Astecas, a nação dominante que havia imigrado de Utah três séculos antes, ao alistar o apoio de nações subjugadas pelos Astecas, com ele próprio posando como seu libertador (claro, eles deveriam lamentar sua “libertação”). A tentativa de dividir as pessoas de um país com base étnica — se é uma distinção étnica real, como no caso do México de Cortés, ou intencionalmente inventada, como no caso da Índia — é um ato óbvio de hostilidade, inequivocamente um elemento de guerra.”

“Portanto, “sem qualquer restrição”, Cristãos estão ensinando alguns setores da sociedade Hindu a odiarem outros setores. Normalmente, você não tenta criar hostilidade entre seus amigos, de modo que a política da Igreja de dividir os setores da sociedade Hindu entre si deve ser vista pelo que é: um ato de agressão, que garante uma política ativa de autodefesa e contra-ataque. Este contra-ataque deve assumir uma forma adequada, adaptada ao gênio do Hinduísmo”.

Da a aliança com os fanáticos Portugueses ao apoio às turbas da Liga Muçulmana assassina dos anos 1940, os Indianos Cristãos mostraram uma linha incrivelmente estúpida e oportunista. Sua bússola Abraâmica está fixada no oeste e há pouca esperança de que os Cristãos se tornem de repente nacionalistas. Pois, a identificação com o estado-nação Indiano também implicaria a aceitação do Hinduísmo. Isso, mais que tudo, é incompatível com a cosmovisão Cristã. O ex-policial Julio Ribeiro e o juiz da Suprema Corte Kurian Joseph — que tanto criticaram o estado-nação Indiano — são símbolos vivos dessa incompatibilidade. Descendo a cortina de fundo, Ghar Wapsi (Híndi, significando “regresso a casa”) — ou reversão de Cristãos ao Hinduísmo — não é uma ideia tão ruim depois de tudo.


Rakesh Krishnan Simha é um jornalista baseado na Nova Zelândia. Ele escreve sobre assuntos externos e defesa para a Rússia Beyond the Headlines, um projeto do grupo Rossiyskaya Gazeta, com sede em Moscou, o maior grupo de mídia da Rússia. Ele está no conselho consultivo da Diplomacia Moderna baseada na Europa.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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EXCLUSIVO: PARTIDÁRIOS DO ISIS REAGEM COM RAIVA À SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE REFUGIADOS DO TRUMP

Fonte/Source: EXCLUSIVE – Islamic State Supporters React Angrily to Trump’s Temporary Refugee Halt

Photo/Cover/Credit: (AP / Dar Yasin) 

EXCLUSIVO: PARTIDÁRIOS DO ISIS REAGEM COM RAIVA À SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE REFUGIADOS  DO TRUMP

Por Aaron Klein and Ali Waked

30 de Janeiro de 2017

Manifestantes Muçulmanos mantêm uma bandeira do Estado Islâmico enquanto clamam slogans contra a Índia durante um protesto em Srinagar, na Caxemira controlada pela Índia, Sexta-feira, 8 de Abril de 2016. A polícia disparou gás lacrimogêneo para dispersar a população que se reuniu depois das preces da tarde para protestar contra o controle Indiano sobre uma parte da região disputada de Caxemira.

Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico (ISIS) reagiram de forma previsível ao bloqueio temporário do Presidente Donald Trump sobre os refugiados, enquanto o governo revigora o falho processo de triagem de segurança.

A Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada em um grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens de Telegrama criptografados. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno de tipos como os jihadistas e simpatizantes do ISIS, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

“O louco Trump ainda ignora a política, a ciência e a cultura”, escreveu o apoiador do ISIS Abu Maslama para seus associados no aplicativo Telegram. “Esse Cruzado que odeia o Islã impede que os Muçulmanos entrem na América. Esse Nazista fracassado acha que isso vai impedir os mujahedeen de golpear seu país. Ele não entende que seu país vai implodir? Quando isso acontecer, ele entrará em pânico e retrocederá em suas políticas de ódio ao Islã. ”

Maslama não ofereceu nenhuma explicação sobre como os EUA supostamente implodirão implementando procedimentos mais rígidos de rastreamento de segurança destinados a manter os terroristas fora do país. Ele também alegou falsamente que Trump estava impedindo os Muçulmanos de entrar no país. Na verdade, a ordem executiva de Trump suspende vistos por 90 dias para “imigrantes e não-imigrantes” da Síria, Somália, Sudão, Líbia, Iêmen, Irã e Iraque. A ordem suspendeu ainda mais a entrada de todos os refugiados por 120 dias, indefinidamente bloqueou os refugiados Sírios de entrar e baixou o teto para 50.000 de refugiados autorizados a entrar nos EUA durante o ano fiscal de 2017.

Enquanto isso, o usuário do Telegrama Omra Alfarouq, outro apoiador do ISIS, escreveu: “As decisões tomadas por esse tolo (Trump) vão arrastar os Estados Unidos e seus seguidores para uma guerra, uns contra os outros, que será provocada pelos mujahedeen, que aproveitarão a oportunidade para se infiltrar.”

ALFAROUQ OMAR TELEG

Utilizando linguagem racista, Alfarouq continuou: “Os confrontos com os negros que começaram sob o comando do asno Obama se repetirão, mas desta vez de forma muito mais ampla entre os Americanos. E os Muçulmanos vão explorar esses confrontos para atacar no coração do país infiel. Não pense que a vitória virá por conta própria. Ela vai emanar de estupidez deles e seus atos criminosos que atestam seu ódio ao Islã. Alá, em sua sabedoria, fortalecerá os mujahedeen e os conduzirá à vitória. ”

Um partidário da ISIS que publica mensagens sob o nome “ISIS WILL LIVE FOREVER”/”ISIS VIVERÁ PARA SEMPRE” escreveu: O ódio —”Trump e (Vladimir) Putin—, dos Cruzados pelo Islã é notório e suas políticas só provam isso. A guerra contra os Cruzados começou e terminará com sua derrota. Estamos no fim dos tempos, e em que tempo estão — no tempo dos oprimidos mujahedeen sobre a face da terra. A sabedoria de Alá permitirá que os mujahedeen e os oprimidos se levantem e cortem as cabeças dos Cruzados… e de todos aqueles que o apoiam, inclusive aqueles que falsamente afirmam serem Muçulmanos”.

ISIS WILL LEAVE FOREVER (1)

ISIS, Al Qaeda e outros grupos terroristas teriam procurado maneiras de tirar proveito da crise de refugiados no Oriente Médio com o objetivo de infiltrar as nações Ocidentais.

Em Novembro passado, um atropelamento intencional e um massacre por esfaqueamento foram realizados na Universidade Estadual de Ohio pelo refugiado Somaliano Abdul Razak Ali Artan, que teria sido inspirado pelo ISIS.

Em 2013, a ABC News revelou pela primeira vez que dois anos antes, o Departamento de Estado impôs congelamento do processamento de refugiados Iraquianos por seis meses. A interrupção foi resultado da descoberta de dois membros da al-Qaeda, admitidos como refugiados do Iraque, que viviam em Bowling Green, no Kentucky, e que admitiram ter atacado tropas Americanas no Iraque. A rede na época também citou agentes do FBI que admitem: “várias dezenas de suspeitos de bombas terroristas, incluindo alguns que acreditam terem alvejado as tropas Americanas, podem ter sido erradamente autorizados a se mudar para os Estados Unidos como refugiados de guerra”.

Aaron Klein é o chefe do escritório de Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é autor best-seller do New York Times e apresenta um programa popular de rádio nos fins de semana, “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ROBERT SPENCER — REDDIT — ME PERGUNTE QUALQUER COISA!

Fonte/Source: Jihaaquid Watch director Robert Spencer at The_Donald – Ask Me Anything! • /r/The_Donald

ROBERT SPENCER — REDDIT — ME PERGUNTE QUALQUER COISA!

Por Reddit/Robert Spencer

Nota do blog: Eis aqui um formato interessante.  Produzido pela Reddit, um site de mídia social, tendo Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch como convidado para responder perguntas vindas de várias partes dos Estados Unidos. Para os interessados na versão original em Inglês acesse o link aqui.

As perguntas foram sendo geradas antes e depois da posse do novo Presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

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Sério, como podem os Americanos construírem uma verdadeira discussão sobre essas questões sem sermos difamados como Islamofóbicos? Isto para mim é o problema #1.

Robert Spencer:

Obrigado e agradeço de antemão pela paciência por eu nunca ter participado disso e por saber quase nada sobre a Reddit. Obrigado por me convidarem!

A difamação via “Islamofobia” foi desenhada para intimidar as pessoas, através do medo, para que não se oponham ao terror jihadista. Mas, isso é uma guerra contra a realidade: enquanto cresce cada vez mais o número de ataques jihadistas e as pessoas veem que todas as respostas a esses ataques estão sendo denunciadas como “Islamofóbicas”, mais e mais pessoas estão acordando em consequência disso. A realidade não poderá ser escondida para sempre.

Pensei que fosse uma guerra contra a doença mental? Todos estão culpando esses ataques como doença mental, até que a verdade apareça, mas até lá esses ataques estão sendo varridos para baixo do tapete.

Robert Spencer:

Um novo vento está soprando. Agora existe um forte desafio a essa tolice. A repetida promessa do Trump de combater o “terrorismo Islâmico Radical” abriu uma porta para a discussão honesta sobre a motivação ideológica dos jihadistas.

Sr. Spencer, na sua opinião, o Islã está se apropriando do modelo político esquerdista/socialista Ocidental para seus próprios objetivos, uma ameaça viável que precisa ser resolvida?

Como isso pode ser abordado dentro dos quadros políticos existentes nos países afetados, e será que a “esquerda” jamais se recuperará da contínua invasão de suas instituições?

Robert Spencer:

Sim, os supremacistas da Sharia têm vorazmente se apropriado dos Esquerdistas/Socialistas para faturarem o apoio da esquerda. É uma grande ameaça. Vemos pela vitória do Trump e do Brexit que os quadros políticos existentes que a esquerda dominou, estão perdendo hegemonia. Isto continuará, à medida que o povo se levantar contra a destruição de seus países pelos globalistas da esquerda, através do afluxo de migrantes Muçulmanos, etc.

Na sua opinião, quão seria a melhor estratégia para aniquilar completamente o Estado Islâmico (ISIS)?

Robert Spencer:

A ação militar NÃO deve ser seguida pelo conceito fútil Wilsoniano — de construção de uma nação. Sim, as forças da jihad se reagruparão uma vez que deixarmos a área, mas a destruição do Califado será um tremendo golpe para aqueles que pensam que Alá estabeleceu e está protegendo isso. Osama não queria um Califado estabelecido no Iraque — Zarqawi o fez — porque Osama estava preocupado que os EUA viessem a derrubá-lo e isso seria um tremendo golpe para a causa da jihad em todo o mundo. A ação militar deve ser combinada com um reconhecimento honesto de sua ideologia motivadora e um desafio direto a essa ideologia em todas as frentes.

Por que a esquerda, que se diz pró-mulher, pró-gay, se enverga toda para um grupo de pessoas com quem deveriam se opor incondicionalmente por suas posições sobre os direitos das mulheres ou os direitos dos homossexuais ou qualquer tipo de direitos humanos?

Robert Spencer:

Porque odeiam os Estados Unidos, o Oeste, a tradição Judaico-Cristã e a civilização Ocidental, e perceba que, tanto a jihad Islâmica quanto os supremacistas, também odeiam. E ainda pensam que serão capazes de controlar os jihadistas e a supremacia Islâmica, por não entenderem ou não levarem os impulsos religiosos em geral a sério e por subestimarem esse poder.

Qual o melhor conselho para que se possa revelar a verdadeira agenda da Jihad para as pessoas que se recusam a ver isso, e que acusam —aqueles que não aceitam Muçulmanos por conta da sua religião — de racistas e intolerantes ou fanáticos?

Robert Spencer:

Exponha os fatos. Mostre os versos do Alcorão, mas não apenas isso porque você vai ouvir “você está tirando isso do contexto” e/ou “existem coisas más na Bíblia também”. Exponha as declarações de Muhammad e as declarações das autoridades jurídicas Islâmicas. Eu já publiquei essas coisas em meus livros e milhões de vezes no meu site: jihadwath.org. Caso ainda assim recusem os fatos, então não há nada a fazer, a não ser tomar uma cerveja e relaxar.

Qual é a sua opinião sobre a Europa, as suas políticas de imigração, integração e a sua forma de lidar com o Islã?

E, com as eleições chegando nos Países Baixos e na França, que conselho você tem para nós, Europeus, que apoiamos o Trump, que queremos ver nossos países novamente grandes e seguros?

Robert Spencer:

As políticas de imigração e integração da Europa são francamente suicidas e só poderiam ter sido implantadas por idiotas ou por internacionalistas que conscientemente estão tentando destruir não somente a nação-estado, mas as nacionalidades Europeias.

A vitória de Trump é um grande exemplo para os defensores de Wilders e Le Pen. Cabeça erguida e não se desculpe pela defesa de sua nação e cultura. Não permita ser colocado na defesa. Refute todas as acusações de que todo nacionalismo é igual ao neonazismo com argumentos racionais ponto-a-ponto, mas exponha as suas razões de forma positiva. Divulgue o máximo que puder a verdadeira devastação dessas políticas suicidas.

Quão Islamizados estão os nossos campus universitários? (Por exemplo, a Universidade de Oregon proibiu professores de dizerem qualquer coisa negativa sobre o Islã, entretanto, “boicote a Israel” e/ou “usar um hijab por um dia” são movimentos predominantes nos campus hoje em dia).

Robert Spencer:

 Campus universitários são quase centros radioativos de doutrinação de esquerda, em nenhum sentido se configuram como centros de alta aprendizagem.

Sr. Spencer, sigo o seu site e escritos desde 2006. Existe alguma possibilidade, com o Trump sendo eleito, da Theresa May finalmente levantar a ordem que proíbe a sua entrada no Reino Unido? Pamela Geller também foi banida junto com Michael Savage. Você costumava dar aulas para as classes de contraterrorismo do FBI sobre o extremismo Islâmico, existe alguma chance do governo contratá-lo como um perito interno? Por fim, o que você acha da conversão de Charles Johnson ao Marxismo de extrema esquerda? Obrigado Robert por todo o seu impressionante trabalho!

Robert Spencer:

Obrigado. Eu não acho que May reverterá a proibição; Ela estava apenas se gabando disso, e me comparando a assassinos terroristas jihadistas há algumas semanas. Eu não acho que a proibição será levantada até que o establishment político reinante no Reino Unido seja decisivamente repudiado e que haja um primeiro-ministro do UKIP. Não estou prendendo a respiração. Enquanto isso, se for convidado a treinar agentes do FBI novamente, com prazer farei isso. Quanto a Charles Johnson, como disse no momento de sua mudança, apenas um evento cataclísmico poderia levar alguém a repudiar suas crenças e denunciar seus amigos. Ou ele passou por uma crise pessoal que o levou a uma ruptura e ao desejo de fazer uma ruptura total com sua vida anterior, ou ele foi seduzido pelo dinheiro e/ou sexo. Consulte “Macbeth” para obter detalhes.

Por que o Islã Radical é uma questão tão importante para o nosso país? (Esta é uma daquelas perguntas da eventual brigada de idiotas que inevitavelmente aparecem — pelo menos podem aprender algo enquanto tentam nos derrubar).

Robert Spencer:

Até agora ocorreram 30.000 ataques jihadistas violentos em todo o mundo desde do atentado às torres gêmeas em Nova York. São mais do que “extremistas de direita”. Estatísticas usadas para mostrar que os de extrema-direita foram responsáveis por mais assassinatos nos Estados Unidos do que os realizados por Muçulmanos, e que foram consequentemente mais que uma ameaça do terror, foram fraudadas. Elas deixaram de fora os atentados ás torres gêmeas, que teria mostrado amplamente quem realmente representa a maior ameaça.

Dado o clima político no mundo agora com a eleição de Trump, como você espera que a reação global seja diferente quando outro grande ataque terrorista Islâmico ocorrer inevitavelmente em solo Europeu?

Robert Spencer:

Duvido que os Europeus em geral estejam dispostos a tolerar as condenações pró-forma covardes aos ataques e apologéticas do Islã, como têm sido a resposta habitual aos ataques durante a era de Obama.

Apenas um palpite, quantos Muçulmanos extremistas estimam que vivem na América, e quão seguros estamos dos ataques? O que você sugere que nós, os cidadãos, façamos para nos protegermos sem desrespeitar ou violar os direitos dos Muçulmanos?

Robert Spencer:

Não tenho como dizer porque as raízes do “extremismo” estão no Alcorão. Quantos Muçulmanos acreditam no Alcorão? Todos. Quantos deles são “extremistas”? Nem todos, mas pode e acontece de Muçulmanos serem “radicalizados” simplesmente lendo o Alcorão — notavelmente Mohammed Reza Taheri-azar, o estudante da UNC-Chapel Hill que tentou atropelar outros estudantes em nome de Alá em 2006.

Precisamos convocar os grupos Muçulmanos nos EUA para apoiar as suas condenações ao ISIS/al-Qeada com um programa de ensino genuíno, transparente e inspecionável contra a compreensão deles a respeito do Islã. Os Muçulmanos são perfeitamente livres sob a Primeira Emenda para praticarem sua religião aqui, mas a Primeira Emenda não é uma licença à traição, subversão e sedição.

Por que os EUA não podem agir simplesmente como o Japão, China, Coréia, Vietnã, Birmânia, etc. entre outros países inteligentes, recusando a entrada de Muçulmanos? Parece que os Muçulmanos levam o terrorismo para onde quer que vão. Sem Muçulmanos. Sem problemas.

Robert Spencer:

Isso é realmente um mito urbano. Eles não recusam os Muçulmanos per se (especialmente a Birmânia, que tem uma população Muçulmana grande e reticente). Eles apenas têm leis de imigração estritamente indesculpáveis. Eu não penso que as leis de imigração estritas são alguma afronta aos direitos humanos.

O que você faria para acabar com o terrorismo Islâmico?

Robert Spencer:

Iria banir migrantes provenientes de países Muçulmanos. Isso não é, na realidade, inconstitucional. A Constituição não se aplica aos não-cidadãos, e ninguém tem algum direito natural de vir para os EUA. Além disso, iria contrariar agressivamente a ideologia orientadora dos jihadistas — coisa que os Estados Unidos NUNCA fizeram. Durante a Guerra Fria tivemos a Radio Free Europe e a VOA irradiando para os países comunistas explicando por que o comunismo era um sistema fracassado.

Agora, não nos atrevemos a desafiar a ideologia da jihad, porque é religiosa. Mas, o que teria acontecido se, quando fomos para o Iraque e o Afeganistão, tivéssemos oferecido refúgio a todas as mulheres espancadas pelos seus maridos, a todos os ex-Muçulmanos escondidos (escondidos porque apostasia no Islã é sinônimo de morte), a todos os não-Muçulmano perseguidos por Muçulmanos, e a todos os gays que vivem com medo de serem assassinados, etc.? O resultado poderia ter sido muito diferente.

Bem-vindo! Você acha que haverá um ponto de inflexão na Europa (digamos, na Alemanha) onde um grande ataque irá acontecer e haverá um grande e violento movimento contra o radicalismo Islâmico pelo povo?

Robert Spencer:

Sim, isso acontecerá, a menos que as elites políticas europeias sejam definitivamente eliminadas e substituídas por líderes políticos que realmente se preocupam em proteger o seu povo, em vez de prosseguirem com a agenda globalista.

O que deveríamos fazer para combater o crescimento do terrorismo nos EUA?

Robert Spencer:

De novo. Precisamos chamar os grupos Muçulmanos nos EUA para apoiar suas condenações ao ISIS/AQ com programas genuínos, transparentes e inspecionáveis ensinando contra a sua compreensão do Islã. Os Muçulmanos são perfeitamente livres sob a Primeira Emenda para praticar sua religião aqui, mas a Primeira Emenda não é uma licença para traição, subversão, sedição.

Acho que li um de seus livros há uma década. O The Politically Incorrect Guide to Islam. Este livro me impressionou porque você foi uma das primeiras pessoas a dizer basicamente que “o Islã radical não é o problema, o Islã é o problema”. Para a maioria de nós de direita, isso soa verdadeiro. Mas, como convencer os outros que estão demasiadamente condicionados pelo multiculturalismo para aceitarem tal ideia?

Robert Spencer:

Continue mostrando os fatos. A verdade não pode ser obscurecida para sempre. Eu gostaria de ter alguma bala mágica ou uma ideia inteligente, e se eu a tivesse, não seria tão insultado. Estou apenas certo de que a verdade eventualmente não conseguirá se esconder mais.

Você acha plausível que um bom número dos chamados de “sleepers” nos EUA simplesmente se tornaram absorvidos pelo estilo de vida “Norte-Americano”?

Nota do tradutor: O vocábulo “sleepers” vem da expressão “sleeper cell”. Esta expressão pode ser descrita como: “Um grupo secreto de espiões ou agentes terroristas que permanecem inativos dentro de uma população-alvo até serem ordenados a agir.” A expressão “sleeper cell” pode ser traduzida também como “célula adormecida”.

Robert Spencer:

Sim, mas isso não significa necessariamente que eles deixaram de estar “adormecidos”. Quando o jornalista Charles Glass foi sequestrado pelo Hezbollah, eles estavam ouvindo Michael Jackson e os discos da Madonna (há cerca de 20 anos) e perguntaram ao jornalista se ele achava que as garotas Americanas os achariam atraentes — ao mesmo tempo apontando uma arma na cabeça.

Você acha que a proibição da concessão de cidadania por nascimento seria uma boa ferramenta para combater a jihad global nos EUA?

Robert Spencer:

Pode ajudar, mas é apenas uma pequena parte no combate à jihad.

Por que a feministas de Esquerda apoiam essa escória do Estado Islâmico (ISIS)? (Ou ao menos aquelas que dividem os mesmo princípios deles?

Robert Spencer:

 O inimigo do meu inimigo é meu amigo.

Robert, gosto muito do seu website. Você acha que o crescimento do Nacionalismo nos dá alguma esperança contra a expansão do Islamismo radical?

Robert Spencer:

Absolutamente sim. Internacionalistas como Obama, May e Merkel não se envolveram para dar alívio aos refugiados, mas sim pela engenharia social — cf. A esmagadora preponderância dos Muçulmanos entre os refugiados que Obama trouxe para os EUA. O nacionalismo genuíno repudia tudo isso.

Poderia nos contar suas próprias experiências sobre a remoção do establishment de inteligência da Administração Obama, e das ferramentas e inteligência necessárias para combater o Islamismo radical?

Robert Spencer:

Fui nomeado especificamente numa carta de 19 de Outubro de 2011 pelo escritório Farhana Khera e Advogados Muçulmanos (e co-assinada por 57 organizações Muçulmanos e aliados) à John Brennan. Khera exigiu que eu fosse removido como instrutor do FBI, JTTF e do pessoal militar dos EUA, e que meus livros fossem removidos do treinamento contra o terrorismo. Brennan imediatamente cumpriu e removeu toda menção ao Islã e a jihad do treinamento antiterrorista.

Como posso explicar a alguém que a Sharia “No go zones” não são a mesma coisa que dizer, Chinatown?

Nota: Para quem não sabe, Sharia “No go zones”, são áreas controladas pela lei Sharia (lei Islâmica) dentro de um estado não-Muçulmano (França e Suécia, por exemplo), onde não-Muçulmanos não são bem-vindos, incluindo a polícia etc.

Robert Spencer:

Chinatowns não são habitadas por pessoas com um modelo de sociedade e de governo que consideram superior ao da sociedade maior, e que estão determinadas a substituir um pelo outro. Não são apenas enclaves de uma cultura diferente (Islã), mas enclaves de uma cultura que está comprometida (para não dizer que cada indivíduo deste enclave está comprometido) a uma ideologia política que é violenta, supremacista, autoritária e maximalista.

O que pode ser feito com grupos que servem a uma agenda de dominação, como o CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas)?

Robert Spencer:

Precisam ser fechados como sediciosos, se ficar provado que são. Obama cancelou uma investigação sobre o CAIR em 2009. Ela precisa ser reiniciada.

Pergunto o seguinte— qual seria a nossa melhor estratégia para usarmos com êxito na separação entre Igreja e Estado, para manter o Islã fora da América? É uma espécie de espada de dois gumes — você é livre para praticar sua religião, mas o estado não pode mandar na religião.

Robert Spencer:

Nenhuma liberdade garantida na Constituição implica em algum tipo de licença, para todos os fins, que induza à traição. A liberdade de religião não é, como a Constituição em geral, um pacto de suicídio. Não foi criada para destruir a nação, mas a sua preservação. Os Muçulmanos são perfeitamente livres para praticarem o Islã nos Estados Unidos, exceto os aspectos que exigem traição ou violação de outras leis (abuso conjugal, etc.).

Você apoiaria a construção/modificação de uma ideologia para a Direita contra a ideologia cultural Marxista, e qual seria? Nacionalismo? Patriotismo? Conservadorismo Cristão? “Alt Right” memes? Tudo acima? Parece que os Muçulmanos e a esquerda são “impulsionados ideologicamente”, enquanto a Direita é individualista e às vezes demasiadamente apática ou cínica em relação à política para dar o apoio que a Direita precisa (embora a eleição de Brexit e Trump sugira uma mudança de maré). Obrigado pelo seu tempo!

Robert Spencer:

Defender a liberdade deveria ser o suficiente para uma ideologia unificadora.

O Islã pode ser reformado?

Robert Spencer:

Não é apenas possível, já aconteceu. Muhammad ibn Abdul Wahhab (1792), o fundador do Wahhabismo, se propôs a reformar o Islã e cortar todas as bid’a (inovações). Agora temos uma forma de Islã ainda mais violenta e virulenta do que o que tinha acontecido antes.

Alguma vez você já encontrou um Muçulmano que 1) aceita que Muhammad casou com uma menina de 6 anos e teve relações sexuais com ela aos 9 anos, um fato escrito em mais de uma dúzia de Ahadith, 2) acredita que Muhammad é o exemplo/homem perfeito para os Muçulmanos pra todo o sempre, e isto é dito claramente no Alcorão, 91 vezes, e 3) que condena Muhammad por esses atos particulares? Eu venho tentando encontrar tal pessoa há anos. Não importa quão moderado ou liberal, eu só encontrei Muçulmanos que se forem indagados sobre isso diretamente irão te confundir, relativizar ou defenderão Muhammad por ter tido relações sexuais com uma criança. Qual é a sua taxa de sucesso nisso?

Robert Spencer:

Não. Conheci Muçulmanos que acreditam no 2, mas negam o 1. Conheci Muçulmanos que admitem o 1, mas aí negam o 2. Apenas uma negação do 2 pode levar ao 3. Olhe para os artigos de meu querido amigo, o falecido Tashbih Sayyid. Ele era um verdadeiro reformador Muçulmano que declarou inequivocamente que os Muçulmanos tinham que reavaliar a ideia de Muhammad como o homem perfeito.

Sr. Spencer, como pode explicar o conflito entre sunitas e xiitas para um infiel como eu? Como essa diferença religiosa se desenrola nas guerras e na violência que ocorrem no Oriente Médio entre esses grupos? Na sua opinião, é possível que um estado secular estável exista sob essas religiões?

Robert Spencer:

É um conflito sobre a liderança legítima da comunidade Muçulmana. Explico isso extensamente no meu livro ” The Complete Infidel’s Guide to Iran”. É atualmente a causa principal do conflito no Iraque, bem como no Iêmen. Nenhum Estado Secular jamais existiu no mundo Islâmico, exceto a Turquia Kemalista, que foi fundada sobre um repúdio explícito do Islamismo político, e está agora em plena agonia. Um estado Secular estável não pode existir no mundo Islâmico, por causa da natureza do Islã Político.

Olá! Obrigado pelo seu patriotismo e trabalho duro! Você acha que veremos mais terrorismo Islâmico radical nos Estados Unidos nos próximos dois anos? Ou você acha que vai diminuir imediatamente? Obrigado antecipadamente e Deus o abençoe!

Robert Spencer:

Os jihadistas sabem que há um novo xerife na cidade, mas seu imperativo de travar uma guerra contra o Povo do Livro (principalmente Judeus e Cristãos) não depende disso. Assim, serão mais cautelosos, mas teremos notícias deles novamente.

Olá, Robert! O que o inspirou a se tornar um estudioso sobre os perigos do Islã e como você se sente sobre o futuro?

Robert Spencer:

Eu sempre fui fascinado pelo Islã, embora não tanto, a ponto de me converter. Primeiro, li o Alcorão no início dos anos 80, e isso levou à leitura das principais coleções do hadith e ao estudo posterior. Foi apenas uma questão de interesse pessoal relacionada à minha história familiar no início, mas a situação geopolítica levou-me a tomar uma posição pública — nunca imaginei ou planejei fazer isso.

Robert qual é a sua opinião sobre a grande mídia, que parece ser controlada por algumas pessoas ruins. Nós costumávamos ouvir que eram controlados pelos “Judeus Sionistas”, mas não acho que qualquer pessoa Judaica ou organização de notícias, em seu perfeito juízo, possa estar manipulando contra o presidente Trump ou as mudanças que ele quer fazer para tornar o mundo mais seguro destruindo o ISIS. Quem você acha que realmente controla essas organizações corruptas, de notícias mentirosas? Obrigado.

Robert Spencer:

George Soros.

Você acha que a forma como Trump impediu a imigração do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen foi um passo na direção certa na luta contra o terrorismo radical Islâmico? Se sim, qual deve ser a sua próxima jogada? Além disso, o que podemos esperar dos seus próximos projetos literários?

Robert Spencer:

Sim, um passo muito bom. Próximo movimento: banir a imigração da Arábia Saudita, Paquistão, Afeganistão, Turquia. Meu próximo livro está pronto, mas irão segurá-lo até Julho: “The Complete Infidel’s Guide to Free Speech (and Its Enemies).” Depois disso… estou aguardando para escrever um grande volume sobre a História do Islã.

O Islã provavelmente nunca se reformará. Os Muçulmanos fundamentalistas nunca adotarão crenças Americanas ou as assimilarão. Como você acha que os EUA devem lidar com as comunidades Islâmicas que se recusam a “participar do jogo”?

Robert Spencer:

As leis de sedição existem e devem ser aplicadas quando necessário.

Obrigado por se juntar a nós. O que você acha da aliança profana entre feministas delirantes e Muçulmanos? Temos “flocos de neve” na Suécia e na Alemanha gritando Allahu Akbar. Existe alguma coisa que possamos fazer? Além disso, qual é afinal o jogo dos globalistas tentando inundar esses países com pessoas que querem matá-los? Os globalistas acham que suas filhas não serão estupradas? Isso me lembra o político cuja filha foi estuprada e jogada num rio da Alemanha. Obrigado.

Robert Spencer:

Acho que os globalistas acreditam que se apagarem todas as distinções étnicas, raciais e econômicas entre as pessoas, haverá paz. Então estão inundando o Ocidente com Muçulmanos, com a intenção de tornar a Europa e os EUA tão pobres, esquálidos, sujos e perigosos como o Paquistão ou o Afeganistão. Então, haverá paz porque não valerá a pena lutar? É uma visão utópica tão estúpida, insana e perigosa como o Marxismo.

Sr. Spencer, obrigado pelo seu incrível trabalho. Sua bravura e a de seus colegas, incluindo Pamela Gellar, é simplesmente incrível. Você acha que as pessoas nos EUA e na Europa estão acordando mais e mais, e vendo o extremismo Islâmico como um fanatismo religioso ao invés de uma classe minoritária protegida?

Robert Spencer:

Pamela Geller. Sim, ela é ótima. Sim, estou bastante encorajado. As coisas estão bem melhores. As pessoas estão realmente acordando. Nós fomos forçados a aceitar mentiras e as irrealidades por tanto tempo, mas agora a realidade está prevalecendo.

Como você consegue manter a sua sanidade quando está debatendo com pessoas que não têm ideia do que estão falando? Parece espantoso para mim que as pessoas possam ter opiniões tão fortes sobre a religião da paz sem absolutamente nenhum fato para respaldar suas opiniões e, aparentemente, nenhum interesse em ouvir quaisquer fatos. Qual a melhor forma, se houver, para abrir uma mente fechada, pelo menos, iniciar uma discussão?

Robert Spencer: 

Pressione suas contradições. Mostre o que as declarações delas poderiam significar. Quando discuti com o falso “especialista” de segurança, Mubin Shaikh, me mantive mostrando que suas reivindicações para sustentar sua afirmação de que o Islã ensinava a paz, repudiava o Alcorão, a Sunnah, Maomé e todas as escolas de jurisprudência Islâmica. Desse jeito, mostre o absurdo que estão dizendo.

Seria a Taqiyya é uma tática importante para aqueles que tentam se infiltrar no Ocidente? Você tem algum exemplo?

Robert Spencer:

Eu aprendi muito com Bat Ye’or e Ibn Warraq.

Walid Shoebat é um vendedor de notícias falsas e um mentiroso. Antes que eu soubesse disso, peguei algumas histórias e fotos dele que acabaram se mostranado completamente falsas (e, no caso das fotos, eram photoshops). Ele nunca se retratou ou admitiu. Ele é desonesto ao extremo.

Quando você não está caçando bandidos o que você gosta de fazer em seu tempo livre?

Robert Spencer:

Eu costumava tocar sax soprano, mas estava exigindo muito tempo para manter qualquer tipo de forma razoável com ele, infelizmente. Eu ainda escuto muito jazz: John Coltrane, Miles Davis, Pharoah Sanders, Archie Shepp, Sun Ra, Albert Ayler, Steve Lacy, Sun Ra, etc. Ultimamente tem sido tudo elétrico: Miles: “In A Silent Way”, ” Bitches Brew “,” Big Fun “,” Agharta “,” Pangaea “.

Você já teve uma fatwa ordenada contra você ainda, estilo Salman Rushdie?

Robert Spencer:

Eu tive uma miríade de ameaças de morte. No RevivingIslam.com anos atrás, vi uma discussão numa lista da Al-Qaeda em que meu nome apareceu, mas eu não sei se ele foi baseado em uma fatwa formal. Em 2015, depois que fomos atacados por jihadis em Garland, Texas, o ISIS publicou uma fatwa de morte para a Pamela Geller, e também prometeu a morte para todos os seus associados, mas eu não fui nomeado especificamente.

Você acha que há alguma maneira do Islã se separar da Sharia e realmente evoluir para uma religião normal? Ou é mais uma ideologia que será sempre uma ameaça à civilização ocidental?

Robert Spencer:

A Sharia é inseparável do Islã.

Por que a jihad violenta e extremista é tão atraente para tantos? Tem raízes no desejo de vingança, ou ódio ao liberalismo Ocidental, ou um anseio genuíno, mas equivocado, de ser um herói? Os principais meios de comunicação social tentam nos dizer que a causa é baseada na economia, e é porque os jovens homens Islâmicos precisam de emprego, mas sabemos que isso não é o cerne da questão (veja o alto nível socioeconômico e educacional dos terroristas/sequestradores das Torres Gêmeas de Nova York por exemplo).

Robert Spencer:

A ideia de que a pobreza causa o terrorismo tem sido comprovada como falsa por numerosos estudos. Todos os fatores que você menciona podem desempenhar um papel nisso, mas acho que a principal coisa que o torna atraente é que dá sentido à vida. Algumas pessoas sem talento, sem raízes, sem rumo como Adam Gadahn podem se tornar parte de uma grande luta por Alá. Um fracassado que jogava videogames e comia Milk Duds durante todo o dia enquanto ouvia heavy metal.

Nota do blog: Spencer se refere aqui ao Adam Gadahn, um norte-Americano que se tornou porta-voz da al-Qaeda.

O Islã é a religião que mais cresce. Como podemos irradicar uma ideologia intolerante? Os jihadistas simplesmente não emergiriam dos mortos? É possível se livrar dessa religião completamente?

Robert Spencer:

Não é possível “se livrar” deles. Só podemos combatê-los com coisas melhores. Muitas pessoas dizem “devemos proibir o Islã”. Isso não deve ser feito. Nos EUA não temos Polícia do Pensamento. Não é possível erradicá-los simplesmente banindo suas ideias. Temos que lutar contra eles no nível do discurso racional (enquanto que, é claro, agressivamente processando qualquer ação sediciosa).


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP: “NÃO PODEMOS, E NÃO DEVEMOS, ADMITIR… AQUELES QUE COLOCARIAM ÉDITOS RELIGIOSOS VIOLENTOS ACIMA DA LEI AMERICANA”

Fonte/Source:  Trump: “We cannot, and should not, admit…those who would place violent religious edicts over American law”

TRUMP: “NÃO PODEMOS, E NÃO DEVEMOS, ADMITIR… AQUELES QUE COLOCARIAM ÉDITOS RELIGIOSOS VIOLENTOS ACIMA DA LEI AMERICANA”

Por ROBERT SPENCER

26 DE JANEIRO DE 2017

Eis aqui um excerto notável da ordem executiva  do Presidente Trump, “Protegendo a Nação de Ataques Terroristas por Estrangeiros“, sobre imigração. Você pode ler o texto completo aqui (em Inglês).

“A fim de proteger os Americanos, devemos garantir que aqueles que foram admitidos neste país não tenham atitudes hostis em relação ao nosso país e seus princípios fundadores. Não podemos e não devemos admitir no nosso país aqueles que não apoiam a Constituição dos EUA ou aqueles que colocariam violentos éditos religiosos acima  da Lei Americana. Além disso, os Estados Unidos não devem admitir aqueles que se engajam em atos de fanatismo e ódio (incluindo homicídios de “honra”, entre outras formas de violência contra as mulheres ou perseguição aos que praticam outras religiões) ou aqueles que oprimem os membros de uma raça, sexo ou orientação sexual.”

A precisão e abrangência desse excerto é profundamente impressionante. A ideia de que qualquer ponto desse texto possa ser remotamente controverso, mostra o quão profundamente confusa a opinião pública Americana se tornou, durante décadas de hegemonia da Esquerda.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Photo Cover: GETTY

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Por Tião Cazeiro

Por que o Projeto de Lei 2516/2015 que institui uma nova Lei de Migração no Brasil está sendo veementemente criticado nas redes sociais?

A resposta é clara, por não considerar principalmente o antagonismo Islâmico.

Este antagonismo a que me refiro foi publicamente denunciado pelo Presidente do Egito Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso que no entanto abraçou os Cristãos Coptas no Natal de 2015 numa Igreja Copta pela primeira vez na história do Egito.

O próprio General al-Sisi neste vídeo confirma que o Islã está antagonizando o mundo todo.

Infelizmente e apesar dos esforços de al-Sisi teremos que conviver com a realidade: Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso”

“Como pode o homem de bom senso” negligenciar a violência no Alcorão?

A situação atual diverge do padrão normal de migração. Uma decisão desastrada neste momento levará o Brasil a uma guerra civil. Vide Europa. Principalmente quando o Ministro da Justiça Alexandre de Moraes diz publicamente que não há limite para o número de migrantes.

Migração em massa para o Brasil em meio a uma crise profunda, com milhões de brasileiros desempregados, com Venezuelanos dormindo nas ruas e calçadas na região norte de Roraima, criminalidade altíssima, conflitos armados com traficantes, corrupção etc. me leva a pensar que esse governo está envolvido numa intensa pressão internacional.

George Soros disse que a União Européia deveria aceita no mínimo um milhão de refugiados anualmente.

Os excertos a seguir foram retirados de um artigo do Express:

“George Soros,  ativista dos direitos humanos, e notável adepto da União Europeia, apelou para que a UE aceite mais refugiados e que cubra os custos de alojamento e os cuidados com relação a saúde e a educação, para cada refugiado durante os primeiros dois anos.

O empresário bilionário foi acusado na semana passada pelo primeiro-ministro da Hungria de encorajar deliberadamente a crise migratória.

O Primeiro-ministro Húngaro, Viktor Orban, afirmou que ativistas como Soros são em parte culpados pela crise atual. (ênfase adicionada)

Ele disse: “Essa invasão é conduzida, por um lado, por contrabandistas de pessoas, e por outro lado por aqueles ativistas que se alimentam de tudo aquilo que enfraquece o Estado-nação”.

Agora entenda o motivo que levou o Primeiro-ministro Húngaro Viktor Orbán a fechar as fronteiras da Hungria:

Raymond Ibrahim diz que o crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos foram incontroláveis, implacáveis.

Agora, eis aqui um dado importante:

“Soros tem um histórico de doações de elevadas somas de dinheiro para áreas carentes ao redor do mundo, mas isso só ocorreu uma vez através da ONU. “Na Bósnia, nós fizemos uma doação ao Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados). Mas aquela foi realmente uma exceção.” “Nós interferimos em assuntos internos dos Estados, mas baseados em ajudar pessoas dentro do país.” “Na verdade, temos sido bastante efetivos em levar democratização, mudança democrática de regime, na Eslováquia, na Croácia e na Iugoslávia, mas isso ajudando a mobilização da sociedade civil nesses países.” MundoRI – Editorial – George Soros: o desafio de Bush (ênfase adicionada)

“Neste artigo, a famosa ativista Pamela Geller revela documentos que vazaram na rede social comprovando que George Soros chama a crise migratória de “Nova Norma” dizendo que isso abre oportunidades globais, para a influencia global da sua fundação. Isso a grande a mídia jamais dirá a você, não é mesmo?  Leaked Soros Memo Calls Refugee Crisis ‘New Normal,’ Says It ‘Opens Opportunities’ for Foundation’s Global Influence – The Geller Report

Portanto, impor uma migração em massa no momento atual, não somente é uma tremenda irresponsabilidade como também capital político. Partidos de esquerda aliados do Islã e globalistas como Soros, que não medem consequências quando se trata de atingir a meta de uma ideologia utópica muito parecida com a do Islã, podem estar por trás disso tudo, o que não me surpreenderia.

O Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu tem razão quando diz:

“Nós já vimos isso antes: Há uma raça superior; Agora há uma fé superior”

 


 

 

ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO

Fonte/Source: Germany: Muslim migrants who witness “right-wing hate crimes” to be immune from deportation

ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO
POR ROBERT SPENCER

 

DE JANEIRO DE 2017

Venho notando que na maioria das várias vezes, crimes de ódio são capital político. Quando os crimes reais não existem, devem ser inventados. Isso só levará a mais crimes de ódio anti-Muçulmanos fabricados — e já houve muitos. O (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas vinculado ao Hamas e outros Muçulmanos, em muitas ocasiões, não hesitaram em se curvar até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques contra Mesquitas. Um Muçulmano de New Jersey foi considerado culpado de um homicídio que ele tentou retratar como um ataque “islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de culpar a “islamofobia” pelo assassinato dela.

Este tipo de coisa acontece com bastante frequência. O New York Daily News informou que “uma mulher que disse aos policiais que foi chamada de terrorista e golpeada no rosto em plena Manhattan, admitiu mais tarde que inventou a história, disse a polícia no início da Sexta-feira. A mulher, que usava um lenço na cabeça, disse às autoridades que um excêntrico portando uma lâmina cortou o rosto dela ao sair de uma escola de cosmetologia em Manhattan, disseram fontes policiais.”

Fomos informados também que um menino Muçulmano foi atacado e espancado num ônibus escolar na Carolina do Norte — mas uma foto mostrou o menino sem um arranhão e ninguém no ônibus corroborou sua história. E recentemente, na Grã-Bretanha, o assassinato de um imã popular se espalhou por toda parte como um outro “crime de ódio islamofóbico” — até confirmarem que o assassino era um Muçulmano. O Mirror relatou que o imã “foi atacado porque tinha feito esforços para que jovens abandonassem o Islã radical.”

De acordo com o The Detroit News, uma mulher Muçulmana, Saida Chatti, foi “acusada de fazer um boletim de ocorrência falso depois que supostamente fabricou um plano para explodir a escola Dearborn Fordson em retaliação aos ataques terroristas de Novembro em Paris… A Polícia afirma que Chatti chamou os investigadores de Dearborn no dia 19 de Novembro, seis dias após extremistas Islâmicos assassinarem 130 pessoas em Paris.”

E da mesma forma na Grã-Bretanha, uma mulher Muçulmana foi “multada por mentir à polícia que tinha sido atacada por usar um hijab. A estudante de 18 anos, conhecida apenas como Senhorita Choudhury, disse que foi violentamente empurrada pelas costas e socada no rosto por um homem no centro de Birmingham, 10 dias após as atrocidades na capital Francesa no dia 13 de Novembro.”

“Migrantes serão IMUNES à deportação se testemunharem crime ‘de direita’ de acordo com a nova proposta”, de Simon Osborne, Express, 5 de janeiro de 2017:

MIGRANTES que sofrerem ou testemunharem crimes de ódio “de direita” estarão imunes à deportação de acordo com as propostas apresentadas pelo estado federal Alemão de Brandemburgo.

O parlamento estadual no ano passado tornou-se o primeiro da Alemanha a oferecer aos migrantes, direitos extras às vítimas de crimes de direita após o aumento dos ataques registrados, e a nova medida agora está sendo pressionada pelo Ministério do Interior.

Uma declaração do ministério disse: “Além de sempre prevenir e processar as infrações penais, a proteção especial às vítimas e cuidados especiais são necessários se as vítimas são pessoas de origem estrangeira”.

Os defensores do movimento argumentam que os recém-chegados são exclusivamente vulneráveis, ​​sem redes de apoio na Alemanha e que a deportação pode tornar suas vidas mais difíceis.

O parlamento regional também concordou em “pedir ao governo regional para garantir que, às vítimas de crimes violentos de direita, seja oferecida a possibilidade de serem emitidos autorizações de residência e tolerâncias”.

Migrantes que cometerem crime ou partilharem a responsabilidade por um incidente violento na Alemanha ficam isentos da nova regra proposta…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Foto: General Vo Nguyen Giap com Dilma, Lula e Celso Amorim.

"O general Vo Nguyen Giap, vencedor de Dien Bien Phu, reconheceu indiretamente, em 1964, a contribuição chinesa: “A partir de 1950, depois da vitória chinesa, o nosso exército e o nosso povo tiveram oportunidade de aprender lições preciosas com o Exército de Libertação do Povo Chinês. Nós pudemos nos educar graças ao pensamento militar de Mao Tse Tung. Esse foi o fator importante que determinou a maturidade do nosso exército e contribuiu para as nossas sucessivas vitórias”. 

A “educação” do ídolo de Dilma foi com ninguém menos do que o maior genocida da história da humanidade, responsável pela morte de cerca de 60 milhões de pessoas!

Excerto do artigo "A Lição do Presidente Lula" de Rodrigo Constantino.

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Por Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

06 de Janeiro de 2017

Em 27 de Outubro de 1964, o brilhante  ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan  disse o seguinte:

“”Você e eu fomos informados de que devemos escolher entre uma esquerda ou uma direita, mas eu sugiro que não existe tal coisa como uma esquerda ou uma direita. Há apenas um para cima ou para baixo. Até o velho sonho do homem — o máximo de liberdade individual consistente com a ordem — ou até o monte de formigas do totalitarismo. Independentemente de sua sinceridade, seus motivos humanitários, aqueles que sacrificariam a liberdade pela segurança embarcaram nesse caminho descendente”.

Infelizmente não tenho como traduzir alguns artigos citados aqui, muito menos o vídeo.

O governo Reagan é admirado até hoje e comparado aos Pais da Nação Americana.

Agora, vejam o que Eric Beinhocker (professor em Oxford) disse recentemente numa entrevista:

“Precisamos avançar para além das categorias tradicionais de esquerda vs. direita, e desenhar um modelo de capitalismo que seja inclusivo, resiliente e ambientalmente sustentável. Esse é o desafio da nossa geração”.

Propor uma sociedade melhor para os nossos filhos, não necessariamente passa pela reinvenção da roda. “Próximo Papa diz que Trump poderia ser como ‘o melhor presidente’ Reagan“.

Precisamos mais do que nunca de bom senso.

Margaret Thatcher deixou uma frase interessante:

“As nações Democráticas devem tentar encontrar formas de matar de fome o terrorista e o sequestrador, com o oxigênio da publicidade de que dependem.”

O que eu quero dizer com isso? A grande mídia, como sempre, não revela que a esquerda anda de braços dado com o Islã.

O Islã não é uma minoria e muito menos raça. Islamofobia é pura demagogia contra o Kafir (infiel).

Quem defende foto com o Hijab em documentos oficiais (passaporte por exemplo) e tenta introduzir o Ensino Islâmico nas Escolas Brasileiras?  Advinha…  Leia este artigo: A vereadora Anice Gazzaoui (PT) defende o seguinte

O blog Portal Conservador
 questiona o deputado Jean Wyllys, 
observando  que os gays 
serão fatalmente atingidos,
 pois o Islamismo é totalmente anti-homossexual.  
E mais, se o Ensino Islâmico 
for aprovado 
"irá promover uma religião 
em detrimento das demais, 
e justamente sobre  a parcela da sociedade
 mais indefesa, as crianças." 
 http://buff.ly/SMV9Tl 

Isso nada mais é do que a Sharia se impondo no Brasil.

Ator preponderante que há 1.400 anos despeja um ódio mortal a Judeus, Cristãos etc. Algo em torno de 270 milhões de pessoas foram massacradas pelo Islã. Se podemos afirmar que a esquerda odeia o Cristianismo, e é fato, logo podemos afirmar que a esquerda e o globalismo tem uma interseção com o Islamismo. Anotações hackeadas: George Soros Network promoveu intensamente a ‘Islamofobia’ após ataque terrorista Islâmico

A esquerda, em particular, nos convenceram de que criticar o Islã é ser “intolerante”.  Assim que alguém criticar o Islã a primeira resposta que ouve é  “você é um racista”. Isso não é verdade. O Islã é uma ideologia não uma raça. Você pode criticar o Islã da mesma forma que pode criticar o comunismo, o liberalismo, o feminismo, etc.

A esquerda está sempre no futuro. Nunca no presente, é sempre para depois, sempre para “algum dia”, igualzinho ao Islã: “A paz virá quando o Islã dominar o mundo“. Isto é ridículo.

Veja o que estão fazendo com o Donald Trump. Não suportaram a derrota e agora o acusam de Fascista, Nazista etc. Pânico em Hollywood: 100 celebridades prometem parar o ‘perigoso’ Donald Trump

A vinda em massa de migrantes para o Brasil é oportunismo político barato. A tempestade perfeita.

Leiam este artigo escrito em 2015 por  Dorrit Harazim, O Globo‘Onde está o mundo? Compare esse artigo com o que está acontecendo na Europa atualmente e irão entender tudo.

Encerro a questão com três artigos brilhantes:

1 – Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

2 -Por que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

3 –A Revolução Globalista – Olavo de Carvalho


ITÁLIA: MUÇULMANO INCENDEIA CENA DA NATIVIDADE DA IGREJA

Fonte/Source:  Italy: Muslim sets fire to church Nativity scene

Por ROBERT SPENCER

5 de Janeiro de 2017

Por que ele queria destruir os símbolos Cristãos? Porque “certamente não acredita quando dizem que Deus é Cristo, o Filho de Maria” (Alcorão 5:17): no que diz respeito a esse Muçulmano, as estátuas são idólatras em si mesmas e estão celebrando crenças falsas e idólatras. Mas, no que diz respeito às autoridades Italianas, é porque ele estava sofrendo de uma “crise psicofísica visível”. É tudo apenas parte do surto global de doença mental.

Migrante Muçulmano que queria destruir símbolos Cristãos Incendeia Cena da Natividade“, de Joey Millar, Express, 3 de janeiro de 2017:

Um migrante Muçulmano que “queria destruir símbolos Cristãos” foi preso por ter incendiado uma cena da Natividade da Igreja.

Esse homem sem-teto foi pego no ato pelo Padre da Igreja, que notificou às autoridades.

Eles correram para a cena e lutaram para conter o homem, que estava sofrendo de uma “crise psicofísica visível”.

Segundo relatos locais, o Gambiano de 25 anos disse à polícia que era Muçulmano e queria destruir símbolos Cristãos.

Além de incendiar a cena, destruiu uma estátua de Maria.

As autoridades finalmente conseguiram controlar o homem e o levaram à prisão. Ele foi acusado de danos à propriedade privada, incêndio criminoso e resistência à prisão.

O homem, que tem uma autorização de residência legal, vive na Itália há dois anos.

No momento do incidente, que aconteceu na Paróquia de Madonna del Rosario em Foggia, Sul da Itália, ele estava muito irritado…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Fonte/Source:  UK Puts 15-Year-Old Burqa Opponent on Anti-Terror Programme — Breaitbart News

Photo Cover: AFP PHOTO / Carl de Souza (Crédito da foto: CARL DE SOUZA / AFP / Getty Images) Getty

As mulheres Muçulmanas manifestam-se a favor da lei da Sharia durante um protesto em frente à 10 Downing Street, em Londres, em 21 de março de 2011. Diz um cartaz: A SHARIA VAI DOMINAR O MUNDO

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Por LIAM DEACON

04 de Janeiro de 2017

Um estudante Britânico de 15 anos que pensava que as “mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para vestir o niqab” foi identificado como um potencial terrorista e passou pelo mais rígido programa de desradicalização do governo.

Channel é parte do esquema Prevent e é reservado para os casos mais graves de radicalização, visando “indivíduos em risco de serem atraídos para o extremismo violento” e o terrorismo.

O menino não identificado, que vem de uma área predominantemente branca, foi obrigado a passar um tempo com um Imã (autoridade religiosa do Islamismo), bem como visitar Mesquitas além de um “projeto multi fé”, onde ele foi registrado como voluntário.

O funcionamento do Channel é geralmente mantido em segredo, mas as autoridades tomaram a decisão incomum de divulgar o ataque do aluno branco depois que os ativistas alegaram que o Prevent era “racista” e que “injustamente atacam Muçulmanos”.

A polícia disse ao The Yorkshire Post que o menino foi detido depois de ter feito comentários na escola sobre Muçulmanos “tentando assumir o controle do país” e ter sido “insistente nos seus pontos de vista sobre o que os Muçulmanos devem ou não ser autorizados a usar.”

A cobertura completa do rosto é proibida ou restrita em grande parte da Europa Continental, e uma pesquisa realizada em Setembro passado revelou que o público Britânico apoiou a proibição da burca por dois a um.

Descrevendo o processo em que o adolescente de West Yorkshire foi encaminhado para o Channel, o detetive superintendente Nik Adams, coordenador regional da região Nordeste do Prevent, disse que ele mostrou uma “vulnerabilidade genuina”.

“Ele estava dizendo que as mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para usar o niqab e tinha a cabeça cheia de disparates sobre Muçulmanos tentando tomar o controle do país”, acrescentou.

Apesar de supostamente ajudarem a deter vários terroristas, e a França e a Alemanha planejarem esquemas similares, o Prevent foi atacado implacavelmente no Reino Unido.

O Sindicato Nacional dos Professores pediu a sua eliminação e a União Nacional de Estudantes afirma que é “racista” e trabalhou com os Islâmicos para organizar workshops que instruia os estudantes a “resistir“.

Até mesmo o Comité de Assuntos Internos do Parlamento considerou-o como “tóxico” e discriminatório em relação aos Muçulmanos. Em Abril, o relator especial das Nações Unidas (ONU) sobre o direito à liberdade de reunião interveio alegando que criou um “espectro do Big Brother”.

No entanto, em 2011, o Prevent foi atualizado para torná-lo explicitamente claro sobre a segmentação de todas as formas de radicalização, não apenas o extremismo Islâmico.

Fontes insistem que o caso do estudante é “bastante típico” no trabalho do Prevent, e desde o mês passado, uma em cada dez referências tinha ligações com a “extrema-direita” nacional. Em Yorkshire, as referências de “extrema-direita” representam quase 50% do seu número de casos e 30% do número de casos no East Midlands.

O detetive superintendente Adams disse ao Yorkshire Post que recentemente houve um foco renovado sobre a “extrema-direita”.

Ele admitiu que a “extrema-direita” era predominantemente conhecida por protestos de rua, prejudicando a “coesão comunitária”, em vez de terrorismo, mas disse que as coisas mudaram desde o assassinato de Joe Cox por um simpatizante Nazista em Junho.

“Historicamente, o que você vê na extrema-direita é a desordem pública, o protesto público, que teve um impacto sobre a coesão da comunidade, o senso de bem-estar e pertencimento das pessoas”, disse ele.

Acrescentando: “Embora não estamos olhando a inteligência para sugerir que temos um número crescente de Thomas Mairs, é uma preocupação que se deixarmos inexplorada e incontestada haverá o risco real de que isso [possa] crescer e que podemos ver mais incidentes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Estudantes da Columbia University apoiam a mutilação genital feminina

Excertos por Pamela Geller 

 

03 de Janeiro de 2017

Estes excertos mostram muito bem o grau de submissão, inconsciente, com relação a imposição da Sharia nos Estados Unidos da América e no mundo.

As universidades estão bombardeando a cabeça das alunos. O Islã está intenso e a esquerda dando todo apoio.

Criticar ou não criticar, eis a questão. Se apoiar a mutilação genital feminina será criticado. Se não apoiar será criticado também. Só resta ficar em cima do muro e dizer que aceita os costumes alheios.

Aos poucos, vão aceitando este absurdo que nada mais é do que tirar o prazer sexual da mulher. O Islã odeia a mulher. O mundo todo fala disso, não estou inventando nada. Está escrito no Alcorão.

A mulher é um inimigo perpétuo do Islã

islam-women eles nos detestam

Tradução do texto da foto: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito”

Vamos aos excertos de Pamela Geller:

“O grupo de defesa dos direitos humanos, a American Freedom Defense Initiative (AFDI), revelou hoje uma pesquisa alarmante divulgada em vídeo,  — filmado na Universidade de Columbia, uma escola da Ivy League e um dos principais centros de ensino superior da nação, — que a maioria dos estudantes estão dispostos a tolerar a mutilação genital feminina.

“A presidente da AFDI, Pamela Geller, observou: “Os alunos foram questionados se a Planned Parenthood deveria financiar e apoiar a mutilação genital feminina (MGF). A MGF envolve a remoção parcial ou total do clitóris causando lesões nos órgãos genitais femininos por razões não médicas. Ela não tem benefícios para a saúde de meninas e mulheres, e remove toda a possibilidade de prazer sexual. É o pior tipo de misoginia. Os procedimentos podem causar sangramento severo e problemas de urinar, e mais tarde cistos, infecções, bem como complicações no parto e aumento do risco de mortes de recém-nascidos.”
"Hipócritas e enganadores afirmam que a mutilação genital feminina é um fenômeno cultural e não religioso, a MGF é um fenômeno ISLÂMICO e só é encontrado no interior, ou em áreas adjacentes, das comunidades Muçulmanas.
Mais de 200 milhões de meninas e mulheres vivas hoje foram cortadas em 30 países na África, Oriente Médio e Ásia, onde a MGF está concentrada."
 Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis