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“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Fonte: “May Allah CURSE you, you pig, you dog”: Muslim abuses anti-Sharia Muslim cleric on Australia street – Geller Report


“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Por Pamela Geller

6 de Maio de 2017

Nota do tradutor: O texto original do Daily Mail Australia menciona ‘Deus’ em vez de ‘Alá’. Entretanto, no título do artigo, isso foi alterado por Pamela Geller.

É improvável que Tawhidi esteja tentando sinceramente expurgar o Alcorão da misoginia, do ódio aos Judeus, da incitação à violência contra os infiéis e o resto. Porém, o que ele tem dito contra a importação da sharia para a Austrália trouxe-lhe a ira do devoto Muçulmano, que o encontrou numa rua de Sydney e lançou a maldição de Alá sobre ele. Isso é completamente contrário à narrativa dominante. Se os Muçulmanos na Austrália, e em todo o Ocidente, fossem da maneira como são descritos pelos líderes Ocidentais, e pela grande mídia do establishment, os Muçulmanos na Austrália estariam aclamando Tawhidi como um herói.


“Que Deus o amaldiçoe, você é um porco, cão!”: Líder Islâmico Sheik Mohammad Tawhidi insultado por Muçulmanos enquanto andava pela rua em Sydney”, por Stephen Johnson, Daily Mail Australia, 2 de Maio de 2017:

Um sheik Islâmico que fala contra a radicalização e a lei da sharia foi amaldiçoado e cuspido enquanto andava por uma importante área Muçulmana em Sydney.

O sheik xiita Mohammad Tawhidi foi assediado com insultos, momentos após caminhar ao longo da rua Haldon, em Lakemba, a qual abriga a maior mesquita da Austrália.

Um homem gritou em Árabe enquanto o sheik se aventurava, passando pelas lojas acompanhado do repórter Bryan Seymour da 7News, na segunda-feira, pouco antes do meio-dia.

Perguntado pelo significado do insulto, o Sheik Tawhidi disse: ‘isso significa, ‘Que Deus te amaldiçoe, você é um porco, cão!’

Depois de apenas alguns minutos, o Sheik Tawhidi e a equipe da 7News voltaram para uma van não marcada para evitar a possibilidade de violência.

Grupos fechados no Facebook começaram a compartilhar o insulto online, com um homem Muçulmano Libanês usando a palavra Árabe para cão sugerindo que deveria ter havido um confronto violento.

“Esse kalb (cão em Árabe) caminhou em Lakemba. Não posso acreditar que ninguém tenha feito nada”, disse o Muçulmano Libanês.

Sheikh Tawhidi, nascido no Iraque, mas que se mudou para a Austrália em 1995, aos 12 anos de idade, disse que esta foi a primeira vez que experimentou insultos dessa natureza.

“Nós fomos maltratados, cuspidos, insultados, chamados porcos e cães, e eles se reuniram para tentar intimidar-nos”, disse o líder religioso baseado em Adelaide ao Daily Mail Australia pouco depois do incidente”.

“Nunca fui insultado ou abusado na Austrália por qualquer não-Muçulmano”.

“Nunca sofri discriminação racial e hoje foi a primeira vez que experimentei a discriminação racial em toda a minha vida, e logo de um Muçulmano”.

O Sheik Tawhidi disse que o Alcorão Sagrado havia influenciado os homens que o abusaram na segunda-feira.

“Alcorão Sagrado”? O Daily Mail se refere à “Bíblia Sagrada”?

‘Eles acreditam que a terra pertence a Deus, e que eles são a nação escolhida por Deus, e que todos aqueles que não crêem no Deus que eles acreditam, da maneira como acreditam, então basicamente a terra não lhes pertence, e portanto não tem o direito de habitá-la”, disse o sheik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

Foto/Capa:  BOOM! Os efeitos digitais de explosão

Fonte/Source: Abu Dhabi: Non-Muslim couple imprisoned for sex before marriage

Nota do blog:
O prefeitinho de São Paulo, João Doria, 
“In Love” com Abu Dhabi, e que anda a “210 Km/H”, 
— e não é o único, — 
talvez não queira saber desta notícia, 
a qual não é novidade, já foi divulgada na mídia. 
Mas, eis a questão: 
Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

ABU DHABI: CASAL NÃO-MUÇULMANO PRESO POR SEXO ANTES DO CASAMENTO

Por Robert Spencer

12 de Março de 2017

Estamos constantemente seguros no Ocidente de que a Sharia se aplica apenas aos Muçulmanos e não aos não-Muçulmanos. A realidade, como é tantas vezes o caso nesses assuntos, é diferente.

“CRIME DA PAIXÃO — Casal é preso em Abu Dhabi por sexo antes do casamento depois que médicos descobriram que a noiva estava grávida”, de Brittany Vonow, The Sun, 9 de Março de 2017:

Um casal foi preso por ter relações sexuais antes do casamento depois que a polícia descobriu que a mulher estava grávida — com sua família dizendo: “A única coisa que fizeram de errado foi se apaixonar“.

Iryna Nohai, segundo o noticiário, estava de férias em Abu Dhabi com seu parceiro Emlyn Culverwell quando começou a sofrer dores de estômago e aos 27 anos de idade, foi rapidamente levada ao hospital.

Mas, quando o médico local percebeu que estava grávida, e não era casada com seu parceiro de 29 anos, relatou o casal à polícia, disse o Netwerk 24.

O Sul-Africano e sua noiva Ucraniana estão detidos pela polícia desde 29 de Janeiro, porque o sexo antes do casamento é uma ofensa criminal nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo relatos, o casal ainda não foi notificado.

Nohai poderia ser acusado por “Zina” — esse termo Islâmico refere-se a relações sexuais ilegais.

A família do casal afirmou desde então que eles só se envolveram no dia 27 de Janeiro, dois dias antes de sua prisão, com a dupla saindo há três anos.

A mãe perturbada também disse que a embaixada Ucraniana estava tentando pedir permissão para o casal se casar ou ser deportado, em vez de ter que ficar em Dubai.

O Ministério das Relações Exteriores da África do Sul disse que não pode ajudar o casal porque estão enfrentando uma lei doméstica dos Emirados Árabes Unidos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Marcelo Freixo e a Inversão dos Fatos

Foto/Capa e Fonte: Marcelo Freixo lidera avanço do Islamismo sobre o Rio de Janeiro – Juntos pelo Brasil

Marcelo Freixo e a Inversão dos Fatos

Por Tião Cazeiro

11 de Março de 2017

De acordo com Marcelo Freixo, do PSOL, “tão importante quanto o trabalho de conscientização e amparo é a criação de uma Delegacia Especializada em Crimes de Ódio, o que englobaria atos de hostilidade variados de diversos tipos de preconceitos. O Rio de Janeiro tem demanda suficiente para isto”. [Ênfase adicionada].

FBI relatou que o número de incidentes nos EUA, por exemplo, é muito menor do que a esquerda e seus satélites da inimídia gostariam de ouvir. E mais, que o número de ataques a Judeus foi mais do que o dobro nos EUA, fato que a mídia não relata, nem a esquerda se pronuncia a respeito. O número de falsos ataques a Muçulmanos tem sido cada vez mais frequente. Eis aqui alguns casos de falsos ataques nos EUA (vitimização).

Veja o que Robert Spencer/Jihad Watch diz a respeito:

Em todo caso, este tão aclamado aumento de 67% em crimes de ódio anti-Muçulmanos nos leva ao total de 257. Todo crime de ódio autêntico é repreensível e os autores devem ser processados, mas 257 crimes de ódio em um ano num país de 318 milhões não demonstra realmente uma onda de “crime de ódio Islamofóbico”, um mito da mídia. Os crimes de ódio anti-Muçulmanos são menos de um em um milhão. Essa é uma boa demonstração da decência dos Americanos — mas isso não interessa aos meios de comunicação do establishment.”

Agressão, por exemplo, é impor o hijab em documentos oficiais como a CNH. Um movimento claro da imposição da Sharia no Brasil. Veja o que acontece com as Muçulmanas que rejeitam o hijab. Leia: Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas http://buff.ly/2nnivhU

Marcelo Freixo — PSOL

Agressão é o projeto de autoria do deputado Miguel Correia, do PT, com apoio de deputados de outros partidos como o PSOL entre outros, para inserir o ensino Islâmico nas Escolas Brasileiras entre outras manobras recentes.

O resultado dessa aberração é a repressão, a inversão dos fatos, como estamos vendo em Marcelo Freixo, um político com a ideia “genial” de criar uma Delegacia Especializada para proteger Muçulmanos, logo no Rio de Janeiro.

Eis a pergunta: Especializada em quê? Em reprimir a narrativa de auto defesa do povo Brasileiro? Em controlar a liberdade de expressão e o pensamento crítico?

A liberdade de expressão e de pensamento crítico são cerceadas, ou melhor, profundamente agredidas em todas as vezes que alguém é chamado de Islamofóbico. Islamofobia é uma palavra inventada para que você não critique o Islã. Não criticar o Islã é se render a essa ideologia nefasta, o Islã Político, que humilha os infiéis, os Kafirs. Por acaso a Delegacia Especializada irá cuidar deste específico? Ou só os “Islamofóbicos” serão enquadrados?

Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” — Lênin deve ter se inspirado no Islã quando bolou esta frase.

A Arábia Saudita, por exemplo, o país mais hipócrita do mundo,

“...reiterou o seu apelo à comunidade internacional para criminalizar qualquer ato que difame as crenças e os símbolos da fé religiosa, bem como todos os tipos de discriminação baseados em religião.”

Entretanto, a realidade apresenta outras cores,

Nenhuma construção religiosa não-Muçulmana é permitida; a mais alta autoridade Islâmica decretou que “é necessário destruir todas as Igrejas da região.” Sempre que existe alguma suspeita de Cristãos se reunindo numa casa de culto ou como um funcionário Saudita certa vez reclamou, “conspirando para celebrar o Natal” – eles são presos e punidos.”

Poucos países apresentam tanta “intolerância étnica, religiosa e cultural”, como o Reino Árabe, onde qualquer expressão Cristã é um problema de proporção bíblica.

O respeito ao povo Brasileiro deve vir primeiro. Ideias têm consequências.

Agora, no Brasil, quantas Mesquistas existem atualmente e quantos Muçulmanos estão vivendo neste país? Sim, muitos e aumentando numa velocidade estonteante, diria inclusive, turbinadas por milhões… e com a ajuda da esquerda.

Para quem acompanha o cenário internacional, ou tenta, as palavras corajosas de al Sisi, Presidente do Egito, um Muçulmano fervoroso, são importantes e todos deveriam ouvir. Leia: Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”. http://buff.ly/2np3RHa

A esquerda cria espaços para uma ideologia hostil e incompatível com o Ocidente, o Islã Político, os quais são proibidos pela mesma, de fazerem amizade com os não-Muçulmanos. De um povo que não assimila a nação que os hospeda de braços abertos, e ainda que impor uma lei totalitária (SHARIA) e que quando atingir um número suficiente de seguidores explodirá pra cima da população — vide Suécia, Alemanha, França, Inglaterra, EUA etc. — com suas “necessidades especiais”, nesse caso o hijab em documentos oficiais Brasileiros, por exemplo, não podemos esperar nada de bom.

Só o mesmo velho padrão de sempre… reflexo dos 1400 anos de história Islâmica contra os infiéis, os Kafirs.

“Que os fiéis não tomem por amigos os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Alá salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes” — Alcorão, Versículo 3:28

Quando se fala em “Islamofobia”, quem realmente é a vítima? Os 90.000 Cristãos assassinados só em 2016 pelo “ultra-fundamentalismo Islâmico” ou os Muçulmanos que acusam os Cristãos entre outros não-Muçulmanos de “Islamofóbicos” porque estão denunciando o Islã Político em blogs entre outras mídias?

Enquanto “as últimas salvas do comunismo” ainda são responsáveis por alguns maus-tratos aos Cristãos, disse Introvigne à Breitbart, o “ultra-fundamentalismo Islâmico” tomou seu lugar como o agente número um de perseguição.” Report: 90,000 Christians Killed for Their Faith in 2016

Em que planeta o Marcelo Freixo (PSOL) vive? Como se atreve a tratar a sociedade do Rio de Janeiro dessa maneira sem observar o genocídio Cristão no Oriente Médio entre outros absurdos? Querem por pra baixo do tapete 1400 anos de massacre Islâmico? Iludir a população? Querem esconder que os Muçulmanos massacraram 60 milhões de Cristãos sem falar do genocídio atual?

Existem pessoas pacíficas no Islã sim, mas a reforma do discurso religioso infelizmente foi rejeitada pela própria universidade Al Azhar — a mais prestigiosa do mundo Islâmico, através do Muçulmano mais prestigiado do mundo, o Sheikh Ahmed al-Tayeb. — Leia: Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso” http://buff.ly/2mL0InF

Só falta agora o Marcelo Freixo emular Barack Obama e dizer que “O futuro não pertence àqueles que difamam o profeta do Islã.

Digno de nota, na Sharia, a palavra traduzida como ‘difamação’ — ‘slander’ em Inglês— é a palavra Árabe ‘ghiba’, que significa dizer algo sobre alguém que eles não gostam, mesmo que  seja verdade. — Slander in Islamic Law – What You’re Not Allowed to Say or Know – CounterJihad http://buff.ly/2mxaTvK

Pense nisso!


OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Fonte/Source: The Specifics of Sharia’s Savageries – Raymond Ibrahim

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Por Raymond Ibrahim

3 de Janeiro de 2017

FrontPage Magazine

Embora a mídia Ocidental regularmente não reivindique um “motivo” sequer aos muitos ataques Islâmicos a não-Muçulmanos, muitos agora estão, pelo menos vagamente, conscientes de que os perpetradores Muçulmanos contam com ensinamentos Islâmicos genéricos que promovem hostilidade aos não-Muçulmanos.

No entanto, muitas vezes ignoradas, as regras Islâmicas, muito rigorosas e detalhadas, estão por trás de muitos ataques terroristas.

Tomemos o recente ataque à Catedral de São Pedro no Egito, que deixou pelo menos 25 fiéis Cristãos — em sua maioria mulheres e crianças — mortas por ataque assumido pelo ISIS. Embora muitos possam classificá-lo como, apenas um outro ataque genérico visando os “infiéis” Cristãos Coptas, a realidade é que o ISIS, entre outros grupos e indivíduos Islâmicos, se apoiam em decisões Islâmicas arcanas e pouco conhecidas, para justificar sua violência.

Por exemplo, por que a Catedral de São Pedro foi especificamente atingida? A resposta óbvia, é que ela ocupa um lugar de prestígio entre a comunidade Copta Ortodoxa, e está situada no interior do complexo de São Marcos, a sede do Papa Copta no Cairo, Capital do Egito.

Contudo, ainda existe outra razão. Em novembro de 2014, o ISIS convocou seus seguidores e simpatizantes Muçulmanos para atacarem todas as Igrejas do Cairo. Então, um tal de Abu Mus’ab al-Maqdisi, um líder do ISIS, disse numa declaração que “É necessário levar a batalha para o Cairo”, e para os jihadistas focarem nos Coptas: “Porque mirá-los, segui-los e matá-los, é um entre muitos caminhos, para servir a causa dos nossos virtuosos reféns masculinos e femininos dos tiranos.”

Alguns meses depois, um jurista da Sharia servindo o Estado Islâmico, Hussein bin Mahmoud, disse num artigo publicado em 17 de Fevereiro de 2015, e aparecendo em vários sites jihadistas, que todas as Igrejas Cristãs no Cairo devem ser demolidas. Intitulado “A decisão sobre os Cristãos do Egito”, o artigo foi escrito como uma fatwa que:

“A regra com relação às Igrejas que estão no Cairo é que elas sejam destruídas, de acordo com o consenso dos nossos honrados antepassados​​, porque elas são novas sob o Islã, e o Cairo é uma cidade nova, cujos habitantes originais eram Muçulmanos. Não haviam Igrejas nela anteriormente.

Quanto às Igrejas do Alto Egito, que podem ter existido antes da conquista Islâmica do Egito, estas podem permanecer, mas nunca poderão ser reformadas ou consertadas.”

Tudo isto está relacionado à visão Islâmica, predominante, sobre os lugares de culto não-Muçulmanos: se existiram quando os jihadistas históricos do Islã invadiram as terras, e se os nativos se renderam pacificamente, então essas podem continuar a existir (embora nunca poderão ser reformadas); Se, por outro lado, os nativos resistiram aos Muçulmanos invasores, então todas as Igrejas existentes devem ser destruídas. Em ambos os casos, novas Igrejas não poderão ser construídas.

Como acontece, o Cairo moderno foi fundado no século X, quase 400 anos depois que a primeira campanha Islâmica invadiu e conquistou o Egito Copta. Assim, de acordo com a cosmovisão Islâmica, em nenhuma circunstância poderá existir qualquer Igreja no Cairo, uma vez que, de acordo com essa noção, o Cairo era Islâmico desde o seu início.

Daí uma das razões pelas quais a Catedral São Pedro no Cairo foi escolhida para o bombardeio.

Tal nível de detalhe e leis, regularmente orientam a cosmovisão hostil do ISIS e seus milhões de simpatizantes Muçulmanos.

Mas, é claro que os analistas Ocidentais podem ser desculpados por ignorarem essas regras arcanas. Afinal, se militantes Sunitas, como o ISIS, são zelosos com o bem-estar das cidades Sunitas, a maioria deles é igualmente ignorante do fato irônico de que o Cairo — mesmo Al Azhar, a escola Sunita mais famosa do mundo — foi fundada e servida pelos interesses de um dos maiores inimigos históricos do Islã Sunita: os Xiitas da Dinastia Fatimid.


Tradução: Tião Cazeiro — MUhammad e os Sufis