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A Estupidez Americana: Será que o Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Fonte: The American blunder: Will the West correct its response to Islamist threat? | IndiaFacts


A Estupidez Americana: Será Que O Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem.

Por Shankar Sharan | IndiaFacts

29 de Abril de 2017

A Secretária de Estado dos EUA, Hillary Rodham Clinton, encontra-se com as mulheres líderes da sociedade civil Afegã na Embaixada dos EUA em Cabul, no Afeganistão, na Quinta-feira, 20 de outubro de 2011. (S.K. Vemmer / Departamento de Estado)

Sessenta anos atrás, o Comunismo Soviético era uma ameaça aos países livres e democráticos em todo o mundo. Os líderes Comunistas tinham uma fé enorme no que chamavam de “ciência” do Marxismo-Leninismo e estavam firmes na crença de que, mais cedo ou mais tarde, converteriam o mundo inteiro ao Comunismo. Foi nesse momento tão histórico que o principal líder Soviético, Nikita Khrushchev, ameaçou diretamente o mundo Ocidental: “Vamos enterrá-lo”.

Em resposta, o Ocidente liderado pelos EUA não hesitou em lançar uma guerra ideológica contra o Comunismo. Mostraram que a fé Marxista-Leninista não era uma ciência, mas uma construção ideológica. Ela estava cheia de buracos e por isso os Soviéticos e outros comunistas recorreram regularmente à falsidade, à censura e à violência. Caso contrário, teriam poucas realizações para mostrar em qualquer dos países comunistas que governaram durante décadas.

Na época, aproximadamente entre o final dos anos de 1950 e o começo dos anos 80, acadêmicos dos EUA, formuladores de políticas e comentaristas nunca disseram que ‘o Marxismo-Leninismo é bom, mas os líderes Soviéticos estão equivocados’. Em vez disso, os círculos governamentais Ocidentais, acadêmicos, mídia, travaram uma guerra aberta contra os princípios do Marxismo-Leninismo e expuseram as sombrias realidades das sociedades comunistas. É claro que também havia outros no mundo Ocidental, que defendiam tenazmente as posições Soviéticas e comunistas. Mas foram rejeitadas ponto por ponto na academia e na mídia, sem quaisquer escrúpulos.

Agora, os mesmos EUA e seus aliados Ocidentais estão mais seriamente ameaçados pelas declarações semelhantes provenientes dos Islamistas em todo o mundo. O ISIS é apenas o último avatar do mesmo Islamismo, ostentando uma fé semelhante para converter o mundo inteiro ao Islã, exterminando todas as outras crenças e ideias, o que chamam de ‘kufr’(incrédulo).

Mas desta vez, estranhamente, os mundos Ocidentais escolheram uma postura peculiar: o Islã é bom, só os terroristas Islâmicos são maus. Embora o Islã por si só seja mais uma ideologia política do que uma religião. Em outras palavras, é uma ideologia política sob um traje religioso. De fato, o aiatolá Khomeini certa vez expressou assim: “Todo o Islã é político”. E ele não estava sozinho nesta observação. Todos os clérigos Islâmicos e acadêmicos testemunham dessa forma, embora de várias maneiras, sem hesitar.

É por isso que muitos e muitos Muçulmanos humanistas também sublinham a necessidade de olhar para a ideologia Islâmica per se, a fim de combatê-la até o fim. Por exemplo, o ex-Jihadista Britânico Ed Hussain enfatizou a necessidade de “enfrentar essa violenta ideologia” que o influenciou antes de se afastar dela. Taslima Nasreen e Salman Rushdie também destacaram isso direta e indiretamente.

Então, a qual ideologia Hussain está se referindo? Por que o Ocidente até agora não se preocupou em desmascará-la tão completamente, como fez com o Marxismo-Comunismo? A ideologia jihadista é nada mais que uma parte intrínseca do Islã. É uma entidade histórica, autodeclaradamente criada por um homem histórico, e assim como qualquer outra coisa, é extremamente vulnerável a erros humanos. Ora, o próprio Muhammad tinha duvidado disso! Mesmo que apenas em sua fase anterior como “profeta”, mas o fato é que duvidou de seus pensamentos. Para não dizer sobre a sociedade em que vivia — estavam esmagadoramente duvidando de suas reivindicações. Como consequência, todas as guerras que Maomé teve que fazer, para forçá-los a aceitar sua reivindicação profética. A situação continua até hoje, enquanto todos os Muçulmanos estão sob ameaça dos guardiões do Islã, caso duvidem do Profeta ou das suas imposições. A importância deste fato, e o seu potencial para causar dano, ainda não foi realizada pelos líderes do mundo livre.

Em segundo lugar, os famosos “versículos satânicos” são também uma prova de que Muhammad, o Profeta, mesmo depois, ainda poderia estar equivocado. Afinal, ele mesmo descartou esses quatro versos, os quais uma vez proclamou como Divinos. Há outras evidências também, em abundância, mostrando que a ideologia do Islã desde o início tem sido uma construção pobre. É por isso que, da mesma forma que o Comunismo Soviético, também foi condenado mais tarde a empregar violência constante, e a impor censura sobre qualquer discussão e crítica aos princípios Islâmicos.

De fato, essa é uma prova positiva de que o Islã não é uma doutrina infalível. Porque uma doutrina infalível não pode ter medo das simples perguntas e observações vindas de um ser humano comum. Assim como um princípio científico da física ou uma sólida equação matemática, não se sentem ameaçados pelos incrédulos.

Assim sendo, se o establishment Americano tivesse lançado uma guerra ideológica aberta contra a ideologia Islâmica, e a fé política que emana dela, ao invés de enviar exércitos para os estados Islâmicos nocivos — o mundo Islâmico estaria há muito tempo na defensiva. Teriam que responder em palavras todas as questões levantadas contra a qualidade do profeta Maomé e a “única fé verdadeira”. Não teriam escolha. Como os Khomeinis puderam emitir Fatwas para matar inúmeros estudiosos, escritores e líderes que duvidaram das reivindicações Islâmicas, como Rushdie fez em 1988?

Declarar uma guerra ideológica contra o Islã não teria prejudicado as “relações comerciais”, uma vez que os países Islâmicos estão mais dependentes de vários bens do Ocidente que o Ocidente em relação ao petróleo. Os establishments Islâmicos, nesse caso, teriam sido obrigados a responder em palavras, para justificar seu credo, seu sistema sociopolítico, suas leis, suas realidades sociais, os abusos generalizados perpetrados contra não-Muçulmanos e sobre suas próprias mulheres e crianças, etc. Falhando nesta tarefa, teriam simplesmente mostrado o valor de uma doutrina oca. No processo, Muçulmanos comuns, pelo menos uma considerável parte sensata deles, notariam a grosseira irracionalidade do credo Islâmico, um credo que presunçosamente chama as outras culturas de “kufr”, “podre” e “aptas a serem destruídas”.

Não fazê-la, é a maior estupidez que os EUA e seus aliados vêm cometendo há pelo menos três décadas, ou seja, desde que Rushdie abriu uma frente crucial. Teriam ganhado generosamente a guerra contra a visão do mundo Islâmico, apenas estabelecendo jornais de qualidade, estações de rádio, canais de TV exclusivamente dedicados à expor as doutrinas Islâmicas moribundas e suas práticas bárbaras em países Islâmicos e as comunidades Muçulmanas que vivem em outros lugares. Algo exatamente na linha da rádio ‘Europa Livre’, ‘Liberdade’ e revistas como ‘Problemas do Comunismo’ etc., que expuseram brilhantemente a antiga URSS e a Europa Oriental. Trouxeram tudo que fosse comunista ao escrutínio humano normal.

Se os Estados Unidos tivessem feito algo semelhante em relação à ideologia e aos establishments Islâmicos, além de tornarem os regimes Islâmicos, as organizações, os partidos, as defesas dos establishments e dos mais fracos, também teriam encorajado os Muçulmanos reformistas em todo o mundo. Os dissidentes adormecidos das ditaduras Islâmicas em todos os países/sociedades Islâmicos teriam produzido numerosos Salman Rushdies e Wafa Sultans.

Há um número considerável de dissidentes nas sociedades Muçulmanas como aconteceu nas ditaduras comunistas anteriores. Mas estes estão sob a ameaça da shariat ameaçando o mundo todo. Eles não estão recebendo qualquer apoio do mundo livre como receberam os dissidentes Soviéticos do comunismo. Este foi o grande erro dos políticos e intelectuais Ocidentais.

Na verdade, é surpreendente que um método totalmente não-violento para solucionar o problema Islâmico jihadista não tenha sido realizado até agora. Foi apenas um erro tolo ou um resultado da ignorância geral sobre o Islã e suas realidades históricas? Seja o que for, mas se manter em silêncio em nome de “respeitar os sentimentos” dos Islâmicos, mostra que o Ocidente vem ao longo do tempo cometendo uma dupla falta. Uma delas é não estar apoiando os seus melhores aliados e a outra, fortalecendo seus inimigos!

Basta imaginar, por comparação, o que teria acontecido se nos anos de 1960 os EUA tivessem reiterado que Marx, Lênin, Mao e seus livros e prescrições eram ótimos, só os comunistas Russos ou Chineses ou seus propagandistas é que são maus? Isso teria apenas reforçado o poder do credo Marxista-Leninista, o credo que sustentou os líderes Soviéticos durante décadas. É exatamente isto que vem acontecendo nos últimos trinta anos em relação ao Islã. Essa é a grade estupidez Ocidental. Tente reconhecer isso.

A postura Ocidental de apaziguar o Islã sempre foi autodestrutiva. É a mesma história na Ásia e em outros lugares que seguem a mesma postura. Nenhum deles parece realmente estar entendendo a loucura completamente. Às vezes proferem algo como lutar contra a “ideologia do mal”, mas não conseguem apontá-la.

A verdade verificável é: o que era uma tática correta contra a fé comunista é ainda mais apta para o caso Islâmico. Exceto uma fé cega para conquistar o mundo para o Islã, as forças Islâmicas não têm muito o que fazer numa guerra contra o “mundo infiel” liderado pelos EUA. Nenhum líder jihadista promete qualquer coisa e nenhum jihadista comum falha em mencioná-la como sua inspiração. Considere estes fatos incrivelmente simples e qualquer um poderá ver que é tão fácil destruir a fonte do terrorismo Islâmico para fora da face da terra.

Uma vez que essa fé for enfraquecida, criando uma enorme dúvida na mente de um grande número de Muçulmanos sobre a fé e as realidades sociais durante todos esses séculos, e todos os aspectos dela, já será meio caminho andado (testemunhar todo o tipo de ameaças feitas para matar Muçulmanos escritores, intelectuais que exprimem dúvidas sobre um preceito do Islã: são sinais seguros de temor, o temor de não poder defender as posições ideológicas se as pessoas críticas a elas não forem ameaçadas), a desintegração de organizações terroristas seria uma mera formalidade. Eles não têm mais nada para sustentar, exceto a ideia de jihad e a recompensa no paraíso, a única recompensa no Islã. Por favor, observe os depoimentos dos terroristas Islâmicos e jihadistas, todos quase sem exceções, foram exaltados pela fé nesse credo e na recompensa.

O credo, portanto, deve ser desafiado com ousadia e desinteresse. Depois disso os jihadistas não saberiam o que fazer! Depois de completamente feito, conseguirá a vitória da liberdade de expressão/pensamento sobre dogmas Islâmicos sem qualquer derramamento de sangue. Isso também aliviará ipso facto milhões de Muçulmanos que vivem em escravidão pela ulemá, os guardiões do “partido do Islã”.

O Ocidente e o mundo livre não têm nada a perder se decidir fazer uma guerra contra os princípios sociopolíticos e jurídicos Islâmicos. Por favor note: será um ato civil, não militar. Portanto, nenhum derramamento de sangue estará envolvido. As ameaças iniciais de assassinato e violência por parte dos grupos Islâmicos, e regimes para estancar tal escrutínio ideológico aberto, seria totalmente insignificante em comparação ao que temos visto desde o Afeganistão, Paquistão até a Síria.

É também um direito humano básico bem reconhecido desde a época dos grandes Upanishads até Sócrates e a Reforma na Europa, onde todos estão satisfeitos com o seu direito de criticar um pensamento, uma ideologia, incluindo uma ideologia político-religiosa. Isto é mais válido no caso Islâmico, porque as proclamações Islâmicas nunca deixam os outros, os “infiéis” sozinhos. Então por que os outros não deveriam retribuir com veemência?

Por exemplo, por que um Hindu não deve dizer que a maioria das coisas pregadas em livros Islâmicos autoritários são simples ‘Adharma’, um monte de maldade, de acordo com o que os Hindus entendem por milênios? E, portanto, os Hindus e os Budistas, por exemplo, têm o direito de travar uma guerra contra as forças de asuri (demônio) representadas por todos os tipos de Islamistas. Da mesma forma, os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem. Chegou a hora do Ocidente, bem como as outras sociedades não-Islâmicas ao redor do mundo, perceber o ponto crucial e evitar inibições. Tem sido contraproducente o tempo todo.

Dr. Shankar Sharan é Professor de Ciência Política no NCERT, Nova Delhi


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Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Fonte: Aprovado acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos


O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Por Tião Cazeiro

24 de Abril de 2017


Publiquei recentemente neste blog um artigo do Raymond Ibrahim intitulado “Uma ‘Fobia’ De 1.389 Anos De Idade?”  que  observa o seguinte:

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.”

Em Novembro de 2016, o governador Marconi Perillo oficializou os entendimentos para que uma fábrica de armamentos e munições dos Emirados Árabes, exclusivas para as forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina, fosse instalada em Goiás.

No dia 19 de Abril de 2017, foi aprovado um acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, que acatou o parecer do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

“Segundo Miguel Haddad, “adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países e, potencialmente, de outros daquela região”.

Portanto, resolvi questionar os brasileiros envolvidos nesse projeto, — e o faço com todo respeito, sem que isso deixe margem para o medo, pois se este fosse o caso eu não teria traduzido e publicado mais de 250 artigos dos mais respeitados experts em Islã do mundo.

Eis aqui algumas perguntas:

• O que vocês sabem sobre o Islã?
• O que os levou a não considerar os 175 milhões de Cristãos entre outras religões etc.?

Gostaria de deixar claro que não estou particularizando a religião em si, e sim as 175 milhões de pessoas que irão ser massacradas pelo antagonismo Islâmico, o Islã Político. Falo de pessoas, mulheres, crianças, pais de família etc. que serão punidas/massacradas pela sua fé. As igrejas do Egito, por exemplo, que foram e continuam sendo bombardeadas pela intolerânica Islâmica.

A Arábia Saudita é um problema para o mundo. — Arábia Saudita: O Grande Hipócrita do Mundo

Em vários artigos, sempre menciono o impressionante discurso do Presidente do Egito al Sisi, um Muçulmano fervoroso, diante das maiores autoridades do Islã e em Al Azhar:

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Ele também apelou publicamente à instituição Al Azhar para reconsiderar o uso dos livros auxiliares, num esforço para mudar a imagem internacional do Islã, de guerra e inimizade, para algo mais tolerante.

Agora, a mais alta autoridade Muçulmana do Egito deixou claro que Al Azhar nunca teve nenhuma intenção de mudar nada, que o “discurso religioso” articulado na era Medieval — o de hostilidade e violência para com o outro, em uma palavra, jihad — é o único “discurso” que os Muçulmanos podem/devem aceitar.

Al-Azhar, a principal instituição do Islã Sunita, recusa-se a declarar que o Estado Islâmico (ISIS) comete apostasia — Al-Azhar, the foremost institution in Sunni Islam, refuses to declare the Islamic State apostate

Tendo dito, gostaria de finalizar este artigo raciocinando sobre a frase do Miguel Haddad:

“Adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países…”

‘Adentrar o Oriente Médio’ deve induzir realmente muita fantasia na mente do criativo Miguel Haddad, o que me faz lembrar alguns excertos e versos do Alcorão. É importante neste raciocício, ter em mente o Exército de Muhammad (Maomé), o “homem perfeito” aos olhos dos Muçulmanos. E não é à toa que estão antagonizando o mundo todo. O genocídio de Cristãos no Oriente Médio é a prova disso. Leia também: A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Será que estes excertos e versos irão contribuir com a sociedade Brasileira através desse acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos?

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo os aprisionou em Medina, na região de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najar. Depois disso, o Apóstolo foi até o mercado de Medina, onde cavou trincheiras. E assim os enviou e decapitou suas cabeças nas trincheiras, que foram trazidas para fora diante dele, em lotes. Entre eles estavam o inimigo de Alá, Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registrem de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes, para o Apóstolo, perguntaram a Kab o que pensou que seria feito com eles. Kab respondeu: “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até o Apóstolo ter dado um fim a todos eles.” — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra,
é que sejam mortos, ou crucificados,
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos…”

Alcorão 8:12
“Vou lançar o terror
nos corações dos incrédulos.
Portanto cortarei suas cabeças
e cortarei todos os dedos deles.”

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406),
 observou em seu famoso “Muqaddimah”,
 a primeira obra de teoria histórica que:
 “Na comunidade Muçulmana,
 a guerra santa é um dever religioso
 por causa do
 universalismo da missão Muçulmana
 e (da obrigação de) converter a todos ao Islã
 ou pela persuasão ou pela força".

Alcorão 98:6
“Honestamente falando, aqueles que não creem
na religião Islâmica, no Alcorão
e no Profeta Muhammad/Maomé)
entre eles o
Povo do Livro (Judeus e Cristãos)
e demais infiéis,
terão que aceitar o
Fogo do Inferno.
Eles são as piores criaturas”.

Esses versos estão disponíveis online, podem ser acessados em sites Islâmicos (Alcorão), e são ensinados nas mesquitas instaladas no Brasil.

E agora? Vão me chamar de racista, Islamofóbico, xenófogo etc… Isso é público, não estou inventando nada.

Que futuro estão buscando para o país?  Uma “República Islâmica do Brasil“, com partidos comunistas controlando o poder, — e quem sabe dividindo as Huris no paraíso?

Ops! já ia me esquecendo de mencionar o prefeitinho de São Paulo e suas andanças pelos Emirados Árabes…. e a Lei de Migração do Aloysio Nunes… e o Papa Francisco, e a CNBB… Xiitas no Brasil…

Ideias têm consequências e no caso do Brasil, tenho a nítida impressão que o mundo vai se envolver.

Se isso não for uma invasão…

Grato pela atenção! Espero ter contribuído de alguma forma.


UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã são simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã — Canibalismo

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The Islamic State Revives Islam’s Original Terror Tactic — Cannibalism


Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã  — Canibalismo

Por RAYMOND IBRAHIM

9 de Março de 2017

À luz das recentes revelações de que o Estado Islâmico está ensinando aos seus seguidores para comerem os não-Muçulmanos, — certamente podemos agora concordar que, pelo menos nisso, — o ISIS não é verdadeiramente Islâmico?

Infelizmente não. Até mesmo comer “infiéis” tem precedentes em toda história Islâmica, especialmente como tática do terror. Dois episódios bem documentados vêm à mente:

O primeiro diz respeito à jihad por excelência, Khalid bin al-Walid (d.642). Apelidado de “Espada de Alá” por Muhammad, devido a sua proeza, mantém posição reverenciada entre os grupos jihadistas (a bandeira negra do ISIS com escrita Árabe branca é um fac-símile da bandeira que Khalid carregava nas batalhas). Durante a Ridda — ou “guerras de apostasia” contra as várias tribos Árabes que tentaram romper com o Islã após a morte de Muhammad — Khalid acusou falsamente Malik bin Nuwayra, um bem quisto chefe Árabe, de apostasia. Depois de matá-lo, Khalid estuprou — fontes Muçulmanas chamam isso de “casou” — a esposa de Malik. Não contente,

“Ele [Khalid] ordenou a cabeça de [Malik]; juntou-a com duas pedras e a cozinhou num pote sobre elas. E Khalid a comeu naquela noite para aterrorizar as tribos Árabes apóstatas entre outros. E foi dito que os cabelos de Malik criaram uma chama tão brilhante que a carne ficou muito bem cozida [da crônica em vários volumes do historiador Muçulmano al-Tabari, al-bidaya w’al nihaya (“O Início e o Fim”; Excerto Árabe aqui).”

O segundo episódio diz respeito à conquista Islâmica da Espanha. De acordo com o cronista Muçulmano Ibn Abdul Hakam, depois de capturarem um grupo de vinicultores Cristãos, os invasores Islâmicos

“os aprisionaram. Depois pegaram um dos vinicultores e o mataram, o cortaram em pedaços e o ferveram, enquanto o resto de seus companheiros olhavam. Eles também tinham fervido carne em outros caldeirões. Quando a carne ficou cozida, jogaram fora o corpo do homem que tinham fervido; sem ninguém saber que jogaram fora; e comeram a carne que tinham fervido, enquanto os outros vinicultores eram espectadores. Estes não duvidaram que os Muçulmanos comeram a carne de seu companheiro; os outros, depois de serem liberados e mandados embora, informaram ao povo de Andaluzia [Cristãos Espanhóis] que os Muçulmanos se alimentavam de carne humana, informando-os sobre o que tinha sido feito ao vinicultor [fonte].”

Tarek ibn Ziyad — outro jihadi extraordinaire, reverenciado por queimar seus barcos ao chegar à costa da Espanha como prova de seu compromisso com a jihad ou o “martírio” — também tinha Cristãos cativos, abatidos, cozidos e aparentemente comidos diante de seus companheiros reféns. Então, de acordo com o historiador Muçulmano Ahmad ibn Muhammad al-Maqqari, o herói jihadista “permitiu que alguns dos cativos escapassem, para que pudessem relatar aos seus conterrâneos o que tinham visto. E assim o estratagema produziu o efeito desejado, já que o relato dos fugitivos contribuiu em alto grau para aumentar o pânico entre os infiéis” (The History of the Mohammedan Dynasty, p.227).

Note-se que, de acordo com todos os cronistas Muçulmanos acima citados, os jihadistas se engajaram nessas práticas canibais para aterrorizar e criar pânico entre os infiéis e apóstatas, isto é, como uma forma de guerra psicológica. Isto é mais uma vez ressaltado quando, como de costume, os cronistas citam ou parafraseiam versos do Alcorão que clamam por “infundir o terror” nos corações dos infiéis (e.g., 3:151, 8:12, 8:60) em justaposição à selvageria relatada.

(Assisti alguns anos atrás a um vídeo de um clérigo Egípcio moderno que também deixava claro que as ações de Khalid foram calculadas para aterrorizar os apóstatas. Entretanto o YouTube como de costume retirou o vídeo, mas aqui está a minha tradução original do que ele disse: “As pessoas se perguntam como Nosso Senhor Khalid poderia ter comido de tal carne? Oh sim — ele comeu disso! Nosso Senhor Khalid tinha um caráter muito forte, um grande apetite e tudo mais! Tudo para aterrorizar os Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exige determinação, estas questões exigem força — terrorismo.”)

Existem mais e episódios relacionados. Durante as primeiras invasões Muçulmanas na Síria Cristã, um dos companheiros de Muhammad, ‘Ubadah bin al-Samat, disse a um comandante Cristão que “Nós provamos sangue e não encontramos nada mais doce do que o sangue dos Romanos”, significando Bizantinos e/ou Cristãos. Se literal ou figurativo, claramente essas referências sanguinárias inspiram a cosmovisão do Estado Islâmico como evidenciado pela afirmação deste último de que “o sangue Americano é o melhor, e vamos prová-lo em breve”.

Aliás, a veneração e/ou a emulação da barbárie jihadista primitiva não se limita a trajes “radicais” ou extremistas, como sempre nos é dito, ou seja, “não têm nada a ver com o Islã“. Nada além de Al Azhar — a universidade mais prestigiada do mundo Muçulmano, que anfitriou o discurso do “Novo Começo” de Obama em 2009 — ensina estes relatos de Muçulmanos comendo infiéis. A razão é simples: tal herança não pertence ao ISIS mais do que à Al Azhar.

Uma nota final: uma escola de pensamento sustenta que, nos episódios históricos acima mencionados, Muçulmanos não fingiam apenas devorar suas vítimas; eles realmente faziam isso. No entanto, cronistas Muçulmanos posteriores, envergonhados pelo selvageria bestial de seus correligionários, retrataram o canibalismo como fosse apenas fingimento. Se isso for verdade, valida ainda mais o porquê do ISIS não está apenas ensinando os Muçulmanos a fingirem que devoram suas vítimas infiéis, mas a comê-las na realidade — como quando um jihadista cortou e enterrou os dentes no coração de um soldado Sírio caído, “Juro por Alá, soldados de Bashar, seus cães — comeremos os seus corações e fígados! Allahu Akbar!” (Sim, vídeo aqui.) — Nota do Blog: Vídeo de extrema violência. Se for em frente, clique em “continue”, em vermelho, na tela que surgirá.

Isso também pode ajudar a clarear explicação insatisfatória do Daily Mail  sobre o porquê do ISIS estar promovendo o canibalismo. De acordo com Haras Rafiq, uma autoridade do Daily, que descreve, como”Muçulmano praticante”, que o ISIS está promovendo o canibalismo “caso não haja suprimentos de alimentos disponíveis durante o que descrevem como em tempos de jihad”. Diante das circunstâncias, “terroristas foram encorajados a matar os não-Muçulmanos ou Muçulmanos, que não compartilham da mesma versão do Islã, por alimento.”

Com certeza, comer seres humanos em tempos de coação extrema e inanição — ou alimento “não-halal” — não é particularmente chocante e aconteceu muitas vezes, passado e presente, por povos de todas as raças e religiões. Fica a critério de cada aqui, refletir se Rafiq é mais um de uma longa lista de autoridades Muçulmanas embaraçadas tentando racionalizar as práticas depravadas de seus correligionários em nome do Islã.

[PJ Media]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Fonte: Muslims discovered America before Columbus, claims Turkey’s Erdogan – The Washington Post –


Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Por Ishaan Tharoor

15 de Novembro de 2014 (Reeditado em 27/02/2017)

Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan num discurso em Ankara, Turquia, on May 13, 2014. (AFP/Getty Images)

Em discurso televisionado em Istambul, o Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan afirmou que os Muçulmanos haviam descoberto as Américas três séculos antes das viagens de Cristóvão Colombo. Ele estava se dirigindo a cúpula de líderes Muçulmanos da América Latina.

“Os contatos entre a América Latina e o Islã remontam ao século 12. Muçulmanos descobriram a América em 1178, e não Cristóvão Colombo”, disse Erdogan. “Marinheiros Muçulmanos chegaram à América a partir de 1178. Colombo mencionou a existência de uma Mesquita numa colina na costa Cubana.”

Erdogan não é tímido ao fazer declarações provocativas, sejam sobre seus rivais políticos, minorias étnicas ou sites de mídia social. Suas últimas observações são, em comparação, menos incendiárias.

Elas ecoam a pesquisa de um pequeno grupo de estudiosos que acredita que há evidências arqueológicas e documentais de Muçulmanos na América pré-Colombiana. Erdogan está, aparentemente, citando o trabalho disputado de Youssef Mroueh, um acadêmico afiliado a Fundação As-Sunnah da América.

Num artigo de 1996 Mroueh referiu-se à presença de uma Mesquita descoberta por Colombo ao longo da costa Cubana. “Colombo admitiu em seus papéis que, na Segunda-feira, 21 de Outubro de 1492 CE, enquanto o seu navio navegava próximo a Gibara, na costa nordeste de Cuba, que viu uma Mesquita no topo de uma montanha bonita”, escreve Mroueh.

A maioria dos estudiosos insiste que a “Mesquita” mencionada era uma alusão metafórica a uma característica marcante da terra. Não foram descobertas arqueológicas de estruturas pré-Islâmicas que datam da chegada de Colombo ao Novo Mundo.

Mroueh, que não está listado como um historiador em qualquer instituição de ensino superior sugere que exploradores provenientes de reinos Muçulmanos da África Ocidental fizeram a mesma viagem através do Atlântico a partir das ilhas Canárias, bem antes do marinheiro Italiano ter realizado o serviço para a Coroa Espanhola.

Outros citam o trabalho de um notório geógrafo na Espanha Muçulmana, que produziu um mapa no século 10 mostrando o contorno da América do Sul, referenciando a jornada de um marinheiro Árabe que viajou para o oeste através de um “oceano de trevas e nevoeiro.”

Poderíamos até continuar esse artigo sem dizer que os primeiros povos a “descobrir” as Américas foram os ancestrais dos povos indígenas dos continentes.

Mas há todo tipo de especulação de outros povos em outras épocas encontrando as Américas muito antes de Colombo. Será que os Polinésios remando catamarans chegaram à costa do Pacífico Americano? E sobre as grandes frotas preciosas do imperador chinês Ming? Ou os pescadores Bascos, perseguindo as correntes e o bacalhau do Atlântico?

A narrativa mais consistente de encontro pré-Colombiano envolve os exploradores e colonizadores da Escandinávia, que chegaram a costa da Terra Nova e no Canadá há cerca de cinco séculos antes da expedição Espanhola de 1492.

No entanto, a insistência de Erdogan sobre a presença de Muçulmanos no mundo novo vale a pena considerar, mas não pelas razões que ele tem em mente.

A exploração e a colonização Espanhola das Américas seguiram as sangrentas batalhas da Reconquista — as campanhas Católicas contra os últimos estados Muçulmanos na península Ibérica. Muitos dos soldados e oficiais Espanhóis que cruzaram o Atlântico foram animados pelo fervor da Inquisição Espanhola, e em alguns relatos referem-se às populações indígenas que encontraram como “mouros” e “infiéis” e seus “zigurates” como “mesquitas”. A profusão de cidades no México chamadas de “Matamoros” — morte aos mouros, um nome associado a um santo Cristão místico que lutou contra os Muçulmanos — fala desse legado.

Além dos Árabes e Muçulmanos convertidos a bordo de navios Espanhóis, o Islã não pode ter estado presente no Novo Mundo. Mas ainda assombrava a imaginação dos Europeus enquanto aventuravam em terras alienígenas.


Ishaan Tharoor escreve sobre assuntos externos para o Washington Post. Anteriormente foi editor sénior da TIME, com sede em Hong Kong e depois em Nova York. Siga no Twitter @ishaantharoor


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Fonte/Source: Pope Francis Tears at History’s Ancient Walls against Islam – Raymond Ibrahim

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Por Raymond Ibrahim

24 de Fevereiro de 2017

FrontPage Magazine

Papa Francisco continua a defender dois pontos inter-relacionados que, embora aparentemente humanos, comprometam as nações Ocidentais e expõe seus cidadãos ao perigo.

Ele reiterou seu primeiro ponto no início deste mês quando disse: “Eu apelo para não criar muros, mas para construir pontes”. Francisco tem feito este apelo com frequência, tanto figurativamente (quando implora aos países Ocidentais para não fecharem as portas contra a entrada de mais migrantes Muçulmanos) e literalmente (nessa caso, caracterizando a proposta de Donald Trump de construir uma muralha entre os EUA e o México como “não Cristã“).

Francisco reiterou seu segundo ponto alguns dias atrás, quando disse: “O terrorismo Muçulmano não existe”. Sua lógica é que, já que existem Cristãos que se envolvem em atividades criminosas e violentas — e, no entanto, ninguém culpa o Cristianismo por seu comportamento — sendo assim, então o Islã também não pode ser culpado quando Muçulmanos se envolvem em atividades criminosas e violentas.

Nisso, o papa Católico parece incapaz ou não quer fazer a distinção fundamental entre a violência cometida de acordo com os ensinamentos Islâmicos e a violência cometida em contradição com os ensinamentos Cristãos.

Mas existe uma outra ironia relevante e muitas vezes esquecida: todas as manhãs Francisco acorda no Vaticano e olha pela janela, vê um lembrete muito grande e concreto que desmente tanto a sua argumentação contra os muros e o seu argumento em defesa do Islamismo. Falo das grandes muralhas que cercam a Cidade do Vaticano, mais especificamente a Muralha Leonina.

Contexto: Poucos anos após a morte do profeta Muhammad em 632, seus seguidores irromperam da Arábia e conquistaram terras vizinhas não-Muçulmanas em nome do Islã. Em poucas décadas, tinham anexado dois terços do que foi a Cristandade no século VII. Tomaram todo o Oriente Médio, Norte da África e Espanha, até que finalmente foram parados em Tours, no centro da França (732). No final do século IX, as incursões jihadistas haviam transformado o Mar Mediterrâneo em um lago Muçulmano; as ilhas principais — Sicília, Creta, Rodes, Malta, Chipre — foram conquistadas, e a costa Europeia foi habitualmente invadida para espólio e escravos.

Segundo os cronistas Muçulmanos mais influentes e contemporâneos — al-Waqidi, al-Baladhuri, al-Tabari, al-Maqrizi, etc. — tudo isso foi feito porque o Islã ordena os Muçulmanos a subjugar e humilhar os não-Muçulmanos.

Foi neste contexto que, em 846, as frotas Muçulmanas do Norte da África desembarcaram perto de Roma. Incapazes de romper os muros da Cidade Eterna, saquearam e espoliaram os arredores rurais, incluindo — para consternação da Cristandade — as basílicas veneradas e centenárias de São Pedro e São Paulo. Os invasores Muçulmanos profanaram os túmulos dos apóstolos venerados e os despojaram de todos os seus tesouros. Papa Leão IV (847-855) respondeu construindo grandes muralhas e fortificações ao longo da margem direita do Tibre para proteger os locais sagrados de outras incursões Muçulmanas. Concluída em 852, as muralhas, em alguns lugares, mediam de 12 m de altura por 3,7 m de espessura.

Antecipando em muito as cruzadas contra o Islã por mais de dois séculos — isso mostra como era há muito tempo — o Papa Leão decretou que qualquer Cristão que morresse combatendo invasores Muçulmanos iria entrar no céu. Depois dele e pelas mesmas razões, o Papa João VIII ofereceu a remissão de pecados àqueles que morreram combatendo invasores Islâmicos. Tal era o perigo existencial e permanente que os Muçulmanos causavam na Europa Cristã — mais de dois séculos antes do apelo do Papa Urbano para a Primeira Cruzada em 1095.

Hoje, muitos Muçulmanos, não apenas as variações do ISIS, continuam vangloriando-se de que o Islã conquistará Roma, a única das cinco sés apostólicas — sendo as outras quatro Antioquia, Alexandria, Jerusalém e Constantinopla —que nunca foi subjugada pela jihad. Da mesma forma, Muçulmanos em toda a Europa continuam exibindo a mesma hostilidade e desprezo por todas as coisas e pessoas não-Islâmicas, seja indo à igreja para vandalizar e quebrar cruzes, ou estuprando mulheres “infiéis” como suas por direito.

Em suma, as muralhas do Papa Leão provam que o Papa Francis está errado em ambos os casos: sim, as muralhas são por vezes necessárias para preservar a civilização; sim, o Islã promove a violência e a intolerância à diferença do outro — muito mais do que qualquer outra religião. Este fato é facilmente discernido examinando as palavras passadas e presentes e os atos dos Muçulmanos, todos os quais evidenciam uma notável e inabalável continuidade de hostilidade contra “infiéis”.

Talvez a mais irônica de todas, se não fosse as muralhas do Papa Leão — e tantas outras muralhas Cristãs, como a de Constantinopla, que manteve o Islã fora da Europa durante séculos, e a de Viena, que bloqueou uma jihad completa em 1683 — não haveria hoje em dia um papa para pontificar sobre como as muralhas são terríveis e quão incompreendido é o Islã. E quando Francisco acusa, de não serem Cristãos, os que constroem muros, como fez com Trump, acusa essencialmente homens como o Papa Leão IV — que fez tanto para proteger e preservar a Cristandade em um tempo em que o Islã estava engolindo o mundo — de não ser um verdadeiro Cristão.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Foto/Capa: Tradução do texto da foto/capa: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito.”

Photo/Cover/Credit: Underpaid Genius — Why Do They Hate Us? – Mona Eltahawy

Fonte/Source: Council of Islamic Ideology declares women’s existence anti-Islamic


A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Burka woman 2

Nota do blog: “Texto foi retirado do site  Pakistan Today — PT.  Acesse o link acima.” — “UNDER FAIR USE”

Islamabad é a capital do Paquistão, 
cujo nome em Urdu significa “Morada do Islã”. 

15 de Março/2014  — Reeditado.

By “KHABARISTAN TODAY

Islamabad – Sharia Correspondent:  O Conselho da Ideologia Islâmica (CII) concluiu a reunião no. 192 desta Quinta-feira com a decisão de que as mulheres são anti-Islâmicas e que sua mera existência contradiz a Sharia e a vontade de Alá. De acordo com a decisão, o CII Presidente Maulana Muhammad Khan Shirani observou que a existência das mulheres “desafia as leis da natureza, e para proteger o Islamismo e a Sharia, as mulheres devem deixar de existir o mais rápidamente possível.” O anúncio chegou dois dias após a reunião no.191 do CII, onde apelidaram leis relacionadas à idade mínima para o casamento para que sejam consideradas anti-Islâmias.

Após declararem que as mulheres são anti-Islâmicas, Shirani explicou que havia, na verdade, dois tipos de mulheres — haraam e makrooh. “Podemos dividir todas as mulheres do mundo em duas categorias distintas: as que são haram e aquelas que são makrooh. Agora, a diferença entre haram e makrooh é que a primeira é categoricamente proibida enquanto que a segunda é realmente detestada”, disse Shirani.

Ele foi mais longe para explicar como as mulheres ao redor do mundo podem certificar-se de que sejam promovidas a makrooh ou serem apenas haram. “Qualquer mulher que exercer a sua própria vontade é haram, absolutamente haram, e portanto está conspirando contra o Islã e a Ummah, enquanto que as mulheres que são totalmente subservientes podem alcançar o status de makrooh. “Tal é a generosidade da nossa ideologia, e tal é o esforço de homens Muçulmanos como nós, que são os verdadeiros portadores da igualdade de gênero”, disse o presidente CII acrescentou.

Funcionários disseram ao “Khabaristan Today” que os membros do conselho deliberaram sobre várias referências históricas relacionadas às mulheres e concluiu que cada mulher é uma fonte de “fitna” e um inimigo perpétuo do Islã. Disseram também que restringindo as mulheres como suas subordinadas, na fronteira com o estado de escravidão, o ”Momineen” e os “Mujahideen” podem assim garantir que o Islã continuará a ser a religião de paz, prosperidade e igualdade de gênero.

Respondendo uma pergunta de um dos funcionários, “disse que as normas internacionais de igualdade do gênero não devem ser utilizadas quando contradizem o Islã ou a constituição do Paquistão”, que tinha incorporado o Islamismo e dado a soberania a Alá. “Nós não acreditamos nos ideais Ocidentais, e tudo que contradiz o Islã nunca deve ser dado atenção.” “Em todo o caso, dando às mulheres o status mais elevado, de serem makrooh, somos nós os Muçulmanos que abriram o caminho para a verdadeira Sharia do feminismo complacente”, disse o funcionário.

A reunião CII também aconselhou ao governo que a lei que protege o direito das mulheres do Islã de respirar, também deve ser retirado delas. Se a mulher tem ou não permissão para respirar, isto deve ser deixado para o marido ou tutor masculino, e nenhuma mulher, em circunstância alguma, deve ser autorizada a decidir se pode ou não respirar, disse Shirani . (Ênfase adicionada).

Khabaristan Today

khabaristantoday 

Telling it like it almost never is / Contando como se quase nunca fosse

Email: khabaristantoday@pakistantoday.com.pk.


Nota do Blog: Este artigo é uma sátira feita pelo site Khabaristantoday. Veja o logo acima e nas páginas fontes.  Portanto, para evitar confusão, fica registrado aqui. Nenhuma das fontes emitiram nota sobre isso. 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Fonte/Source: Islamic Invasion Of India: The Greatest Genocide In History — The Muslim Issue


A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA:
O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Por The Muslim Issue

O historiador Muçulmano Firishta [nome completo Muhammad Qasim Hindu Shah, 1560 – 1620], autor de Tarikh-i Firishta (A História da Índia (Dos tempos antigos até os dia de Jahangir) e Gulshan-I Ibrahim, foi o primeiro a dar uma ideia do banho de sangue medieval que foi a Índia durante o domínio Muçulmano, quando declarou que mais de 400 milhões de Hindus foram massacrados durante a invasão e ocupação Muçulmana da Índia. Os sobreviventes foram escravizados e castrados. A população da Índia era estimada em cerca de 600 milhões na época da invasão Muçulmana. Em meados de 1500, a população Hindu era de 200 milhões.

Quando os Britânicos chegaram às margens da Índia, depois de séculos de lei Islâmica governando a Índia, a população Hindu não estava mais se comportando como Hindus; Estavam agora se comportando como Muçulmanos. Existem muitos relatos de testemunhas nos arquivos Britânicos, sobre os horríveis  incidentes com Hindus que chocaram os Britânicos pelo grau de crueldade — e, por isso, às vezes se referiam ao povo como “selvagens”. Sim, qualquer pessoa contaminada pela associação com a “cultura” Islâmica fica realmente infectado e selvagem. É exatamente por isso que ela  é tão prejudicial e perigosa.

Hoje, como outras culturas com a alma massacrada pelo Islã, a Índia não é verdadeiramente uma nação Hindu. A Índia é uma sombra do Islã, uma versão “Hinduzida” pelo Islã, onde cada atrocidade humana tem sido emulada e adotada por uma cultura anteriormente alheia a tal brutalidade. E em associação com a praga mohamedana estrangeira, esses hábitos Islâmicos foram adotados e aceitos como parte “normal” da cultura Indiana. Mas se olharmos para a cultura Indiana pré-Islâmica, era em grande parte uma cultura de conhecimento e aprendizagem benevolente, muito mais que hoje em dia.

Desde a época da Dinastia Umayyad (711 d.C.) até o último Mughal, Bahadur Shah Zafar (1858), tão amplamente elogiada como grandes líderes pelos próprios historiadores Indianos, cidades inteiras foram queimadas e as populações massacradas, com centenas de milhares mortos em cada campanha, e números semelhantes deportados como escravos. Cada novo invasor fez (muitas vezes literalmente) suas colinas com crânios de Hindus. Assim, a conquista do Afeganistão no ano 1000 foi seguida pela aniquilação da população Hindu; A região é ainda chamada de Hindu Kush, isto é, “abate Hindu”.

A propagação do Império Mughal e a ocupação da Índia.

O genocídio sofrido pelos Hindus e Sikhs na Índia, pelas mãos das forças de ocupação Árabes, Turcas, Mughal e Afegãs, durante um período de 800 anos, é ainda formalmente não reconhecido pelo mundo.

O único genocídio semelhante no passado recente foi o do povo Judeu nas mãos dos Nazistas.

O holocausto dos Hindus na Índia foi de proporções ainda maiores, a única diferença é que continuou por 800 anos, até que os regimes brutais fossem efetivamente dominados em uma luta de vida ou morte pelos Sikhs em Punjab e pelos exércitos Hindu Maratha em outras partes da Índia no final de 1700.

Temos elaboradas evidências literárias do maior holocausto do mundo a partir de relatos de testemunhas oculares contemporâneas. Os historiadores e biógrafos dos exércitos invasores e governantes subseqüentes da Índia deixaram registros bastante detalhados das atrocidades que cometeram em seus encontros cotidianos com os Hindus da Índia.

Pinturas por Edwin Lord Weeks.

Esses registros contemporâneos gabavam-se e glorificavam os crimes cometidos — e o genocídio de dezenas de milhões de Hindus, estupros em massa de mulheres Hindus e a destruição de milhares de templos e bibliotecas Hindus/Budistas antigos foram bem documentados e fornecem provas sólidas ao maior holocausto do Mundo.

Dr. Koenraad Elst em seu artigo “Havia um genocídio Islâmico dos Hindus?” Afirma:

“Não há nenhuma estimativa oficial do número total de mortos dos Hindus pelas mãos do Islã. Uma primeira olhada nos importantes testemunhos de cronistas Muçulmanos sugere que, ao longo de 13 séculos e um território tão vasto como o Subcontinente, os Guerreiros Sagrados Muçulmanos facilmente mataram mais Hindus do que os 6 milhões do Holocausto. Ferishtha enumera várias ocasiões em que os sultões Bahmani da índia central (1347-1528) mataram cem mil Hindus, que estabeleceram como meta mínima sempre que sentiam-se com vontade de punir os Hindus; E era apenas uma dinastia provincial de terceiro grau.

Os maiores assassinatos ocorreram durante os ataques de Mahmud Ghaznavi (cerca de 1000 EC); durante a conquista real da Índia do Norte por Mohammed Ghori e seus tenentes (1192 ff.); e sob o Sultanato de Delhi (1206-1526).”

Ele também escreveu em seu livro “Negação na Índia“:

“As conquistas Muçulmanas, até o século 16, foram para os Hindus, uma luta pura de vida ou morte. Cidades inteiras foram queimadas e populações massacradas, com centenas de milhares mortos em cada campanha, e números semelhantes deportados como escravos. Cada novo invasor fez (muitas vezes literalmente) suas colinas de crânios Hindus. Assim, a conquista do Afeganistão no ano 1000 foi seguida pela aniquilação da população Hindu; A região é ainda chamada de Hindu Kush, ou seja, abate Hindu. “

Will Durant argumentou em seu livro de 1935 “A História da Civilização: Nossa Herança Oriental” (página 459):

“A conquista Mahometana da Índia é provavelmente o relato mais sangrento da história. Os historiadores e estudiosos Islâmicos registraram com grande alegria e orgulho os massacres de Hindus, conversões forçadas, rapto de mulheres e crianças Hindus nos mercados de escravos e a destruição de templos realizados pelos guerreiros do Islã desde 800 d.C. até 1700 d.C. Milhões de Hindus foram convertidos ao Islã pela espada durante este período. “

Francois Gautier em seu livro ‘Rewriting Indian History‘ (1996) escreveu:

“Os massacres perpetrados por Muçulmanos na Índia são incomparáveis na história, maior do que o Holocausto dos Judeus pelos Nazistas; Ou o massacre dos Armênios pelos Turcos; Mais extenso ainda que o abate das populações nativas da América do Sul pelo invasor Espanhol e Português “.

O escritor Fernand Braudel relatou em  “A History of Civilizations” (1995), o governo Islâmico na Índia desta forma:

“Experimento colonial” foi “extremamente violento”, e “os Muçulmanos não podiam governar o país exceto pelo terror sistemático. A crueldade era a norma — queimaduras, execuções sumárias, crucificações ou empalações, torturas inventivas. Templos Hindus foram destruídos para dar lugar às mesquitas. Às vezes houveram conversões forçadas. Se alguma vez houve uma revolta, ela foi instantaneamente e brutalmente reprimida: casas foram queimadas, o campo foi devastado, homens foram abatidos e mulheres levadas como escravas “.

Alain Danielou em seu livro, “Histoire de l ‘Inde” escreve:

“A partir do momento em que os Muçulmanos começaram a chegar, por volta de 632 d.C., a história da Índia se transforma em uma longa e monótona série de assassinatos, massacres, espoliação e destruições. É, como de costume, em nome de uma “guerra santa”, pela fé, em seu único Deus, que os bárbaros destruíram civilizações, destruíram raças inteiras “.

Irfan Husain em seu artigo “Demons from the Past” observa:

“Enquanto os eventos históricos devem ser julgados pelo contexto do período em que viveram, não se pode negar que mesmo naquele período sangrento da história, nenhuma misericórdia foi mostrada aos Hindus, infelizes o suficiente para estar no caminho dos conquistadores Árabes do Sindh e Punjab do sul, ou os Asiáticos Centrais que varreram do Afeganistão… Os heróis Muçulmanos vistos como maiores que a vida em nossos livros de história, cometiam crimes terríveis. Mahmud de Ghazni, Qutb-ud-Din Aibak, Balban, Mohammed bin Qasim e Sultan Mohammad Tughlak, todos têm as mãos manchadas de sangue que a passagem dos anos não as limpou. Aos olhos Hindus, a invasão Muçulmana de sua pátria foi um desastre absoluto.”

“Seus templos foram arrasados, seus ídolos esmagados, suas mulheres estupradas, seus homens mortos ou levados como escravos. Quando Mahmud de Ghazni entrou em Somnath, em um de seus ataques anuais, massacrou todos os 50.000 habitantes. Aibak matou e escravizou centenas de milhares. A lista de horrores é longa e dolorosa. Esses conquistadores justificaram suas ações alegando que era seu dever religioso ferir os não-crentes. Escondendo-se na bandeira do Islã, alegaram que estavam lutando pela fé quando, na realidade, estavam massacrando e saqueando por puro e simples prazer… “

Uma amostra de relatos de testemunhas oculares contemporâneas dos invasores e governantes, durante as conquistas Indianas.

O governante Afegão Mahmud al-Ghazni invadiu a Índia nada menos que dezessete vezes entre 1001 – 1026 d.C. O livro ‘Tarikh-i-Yamini’ — escrito por seu secretário, documenta vários episódios de suas sangrentas campanhas militares:

“O sangue dos infiéis fluía tão copiosamente derramado [na cidade Indiana de Thanesar] que a corrente estava descolorida, apesar da sua pureza, e as pessoas não conseguiam beber… os infiéis abandonaram o forte e tentaram atravessar o rio espumante… mas muitos deles foram mortos, carregados ou afogados… Quase cinquenta mil homens foram mortos.”

No registro contemporâneo — ‘Taj-ul-Ma’asir’ por Hassn Nizam-i-Naishapuri, afirma que quando Qutb-ul-Din Aibak (de origem Turko-Afegã e primeiro Sultão de Delhi de 1194-1210 AD) conquistou Meerat, demoliu todos os templos Hindus da cidade e erigiu mesquitas em seus locais. Na cidade de Aligarh, converteu os habitantes Hindus ao Islã pela espada e decapitou todos aqueles que aderiram à sua própria religião.

O historiador Persa Wassaf escreve em seu livro ‘Tazjiyat-ul-Amsar wa Tajriyat ul Asar’ que quando o Alaul-Din Khilji (um Afegão de origem Turca e segundo governante da dinastia Khilji na Índia 1295-1316 d.C.) capturou a cidade de Kambayat na cabeceira do golfo de Cambay, matou os habitantes machos adultos Hindus para a glória do Islã, deixou rios de sangue, enviou as mulheres do país com todo o seu ouro, prata e jóias, para sua própria casa, e ainda levou cerca de vinte mil meninas Hindus como suas escravas particulares.

A Índia tem uma história cultural profunda e longa. O Hinduísmo começou em torno de 1500 a.C. e o Budismo em torno do século VI a.C. Essa cultura tinha conseguido uma evolução intelectual, religiosa e artística impressionante. Antes e depois dos primeiros dias do Islã, estudiosos Indianos levaram seus trabalhos de ciência, matemática (zero, álgebra, geometria, o sistema decimal, os chamados algarismo “Arábicos” são, na verdade, Hindus!), medicina, filosofia etc. para as cortes dos outros (incluindo Muçulmanos. e.g. Baghdad).

Outros foram estudar em universidades estabelecidas na Índia. As crianças Indianas (meninos e meninas) foram educadas em um sistema de educação relativamente difundido e com ampla variedade de assuntos e.g. ciência, medicina e filosofia, e a arte e arquitetura da Índia foram magníficas. Eram um povo próspero. Aí o Islã chegou — massacre, escravidão, estupro, violência, pilhagem; destruição de sítios religiosos, arte e arquitetura; pobreza, exploração, humilhação, fome, conversão forçada, declínio das atividades intelectuais, destruição social e agravamento dos males sociais. Para o Islã, tudo o que não é Islâmico pertence a um tempo de ignorância — Jahiliyya — e deve ser destruído (ou apropriado e chamado de Islã!). O ataque devastador criou os Roma (ciganos), destruiu o Afeganistão Hindu e formou o Paquistão (Kashmir) e Bangladesh.

O custo das invasões Muçulmanas é enorme no que se refere à vida, riqueza e cultura. Estimativas sugerem que entre 60-80 MILHÕES morreram nas mãos de invasores Muçulmanos e governantes e somente de 1000 à 1525 (ou seja, mais de 500 anos — a população foi ABATIDA). (Lal citado em Khan p. 216) “Você pensa que isso é impossível? Na guerra da Independência de Bangladesh, em 1971, o exército Paquistanês Muçulmano matou de 1,5 a 3 milhões de pessoas (principalmente Muçulmanos…) em apenas 9 meses.” (Khan p 216) ! O número real de Hindus brutalmente abatidos pelos Muçulmanos foi algo em torno de 400 milhões, e não 60-80 milhões, de acordo com Firishta [1560-1620], o autor de Tarikh-i Firishta e do Gulshan-i Ibrahim]

Com base em números disponíveis, a quantidade de Indianos escravizados é enorme!

A conquista Muçulmana da Índia foi provavelmente a mais sangrenta da história:

Historiadores e scholars Islâmicos registraram com alegria e orgulho os abates dos Hindus, conversões forçadas, rapto de mulheres, crianças Hindus nos mercados de escravos e a destruição de templos realizadas pelos guerreiros do Islã a partir de 800 d.C. até 1700 d.C. Milhões de Hindus foram convertidos ao Islã pela espada neste período “(cita o historiador Durant;  Khan p 201)

E Rizwan Salim (1997) conta o que os invasores Árabes realmente fizeram:

“Selvagens, de baixo nível civilizatório e nenhuma cultura, vale o nome, partindo da Arábia e da Ásia Ocidental, começaram a entrar na Índia desde o início do século em diante. Os invasores Islâmicos derrubaram inúmeros templos Hindus e inúmeras esculturas e ídolos foram destruídas para sempre; saquearam incontáveis fortalezas e palácios de reis Hindus; mataram um grande número de homens Hindus e levaram as mulheres Hindus… mas muitos Indianos parecem não reconhecer que os alienígenas Muçulmanos destruíram a evolução histórica da civilização mais avançada mentalmente, da cultura mais ricamente imaginativa e da sociedade mais vigorosamente criativa “(citado em Khan, p. 179)

É claro que os Indianos pré-Islâmicos lutaram, mas NÃO com a intenção de escravizar ou devastar, nem massacrar, nem destruir locais religiosos, nem prejudicar culturas e agricultores. As batalhas eram geralmente conduzidas em solo aberto, entre militares. (Khan p 205-207) Não havia o conceito de “espólio”, então os Indianos não estavam preparados para o ataque do Islã. Nativos Indianos foram forçados a fugir para selvas e montanhas, ou enfrentariam explorações extenuantes e impostos, abate ou escravidão, enquanto sua sociedade era humilhada e destruída. Os Muçulmanos atacaram constantemente a população Indiana, idólatra e também lutaram uns contra os outros em revoltas incessantes causadas por generais, chefes e príncipes durante todo o tempo do governo Islâmico (Khan p 205).

Escravidão: Inicialmente a “Índia” incluía parte do Paquistão de hoje (Sindh), Bangladesh/Bengala e Kashmir. O Hinduísmo e o Budismo floresceram no Afeganistão antes da conquista Islâmica (Século VII). No século XVI, o Afeganistão foi dividido entre o Império Muçulmano Mogol (Mughal) da Índia e os Safávidas da Pérsia.

Inicialmente os ateus Umayyads, permitiram o status de dhimmi Hindus — possivelmente por causa de seu grande número, resistência ao Islã e seu valor como fonte de renda via imposto. Isso viola o texto Islâmico e a lei que exige a morte ou conversão para idólatras e politeístas. Quando o sultão Iltutmish (d 1236) foi questionado por que os Hindus não tinham a escolha entre a morte e o Islã, ele respondeu:

“…, mas no momento, na India… os Muçulmanos são tão poucos que são como o sal (num prato grande) … contudo após alguns anos quando a capital e as regiões e todas as cidades pequenas, quando os Muçulmanos estiverem estabelecidos e as tropas forem maiores… seria possível dar aos Hindus a escolha da morte ou do Islã “(citado em Lal [c] p 538) (Podemos aprender alguma coisa com isso)

Apesar do suposto status de “dhimmi”, o massacre em massa, a conversão forçada em massa e a escravidão em massa com a consequente conversão forçada ao Islã foram praticados durante todo o governo Islâmico, e no século XX quando muitos ainda exigem dos idólatras/politeístas a conversão ou a morte.

Lutadores Hindus e homens foram massacrados e mulheres e crianças escravizadas. A escravidão dos eunucos era praticada em meninos.

Frequentemente, os números reais são omitidos, apenas comentários como “inúmeros cativos/escravos”, ou “todas as mulheres e crianças foram levadas.” Onde os números são registrados, se mostram aterrorizeantes. Além de pessoas, os Muçulmanos tomaram tudo o que puderam — moedas, jóias, panos, roupas, móveis, ídolos, animais, grãos etc ou destruíram tudo.

Governantes Muçulmanos eram estrangeiros. Até o século XIII, a maioria dos escravos foram enviados para fora da Índia, mas de acordo com o Sultanato de Delhi (1206), foram retidos para trabalho no sultanato e vendidos na Índia ou enviados para outro lugar. Os escravos de outros lugares eram importados e os exércitos Muçulmanos eram compostos por uma grande variedade de grupos de escravos estrangeiros “convertidos” ao Islã, e “Hindus” e  Indianos “conversos”.

Os escravos eram o espólio prometido de Alá e obtê-los era uma forte motivação para a jihad.

“Escravos eram tão abundantes que se tornaram muito baratos; Homens… foram degradados… mas, essa é a bondade de Deus, que concede honras em sua própria religião e degrada a infidelidade”. (Cronista Muçulmano Utbi em Sultan Subuktigin sobre o ataque dos escravos de Ghazni [942-997] em Sookdheo p166).

Em Sindh (a primeira área atacada com sucesso) a primeira comunidade “Muçulmana” era composta principalmente de escravos forçados ao Islã e um número pequeno de mestres Árabes (Khan p 299). Inicialmente, os escravos foram forçados a sair da Índia, por exemplo, Qasim (Árabe), o conquistador de Sindh enviado por Hajjaj bin Yusuf Sakifi ao califado de Walid I, levou 300.000 de uma campanha que durou 3 anos em 712-715 (Khan p 299, Trifkovic p 109). Muçulmanos vieram de todos os lugares para participar dessa “jihad”. Qasim foi de repente convocado e executado (possivelmente por ter semeado no couro de um animal[sic]) por supostamente violar duas princesas Sindhi destinadas ao harém do califa! (Lal [c] p 439)

Os Ghaznivids-Turcos de Ghazni, Afeganistão (997-1206), que subjugou o Punjab.

Das 17 invasões (997-1030), o Sultão Muhmud Ghazni (Turco do Afeganistão, 997-1030) enviou centenas de milhares de escravos para Ghanzi (Afeganistão), resultando em uma perda de cerca de 2 milhões de pessoas por abate ou escravidão, inclusive vendidos para fora da Índia. P 315). Os cronistas (por exemplo Utbi, secretário do sultão) fornecem alguns números, por exemplo, de Thanesar, o exército Muçulmano trouxe 200.000 cativos de volta a Ghazni (Afeganistão). Em 1019, 53.000 foram levados. De uma só vez,  uma ⅕ parte do califa era de 150.000, sugerindo 750.000 cativos. 500.000 foram tomadas em uma campanha (em Waihind) (Lal [c] p 551) secretário de Mahmud al-Utbi registros:

“As espadas brilharam como um clarão no meio da escuridão das nuvens, e fontes de sangue fluíram como a queda da estrela que se põe. Os amigos de Deus derrotaram seus oponentes… Os Musalmans fizeram vingança contra os infiéis inimigos de Alá, matando 15 mil deles… tornando-os alimentos das bestas e aves de rapina… Alá também concedeu a seus amigos uma certa quantidade de espólio, o qual era além de todos os limites e cálculos, incluindo 500.000 escravos, lindos homens e mulheres”(Khan p 191)

Os ataques de Ghaznivid no “sultanato Islâmico de Punjab” até 1186. Ataques em Kashmir, Hansi e distritos de Punjab resultaram em massacre e escravidão, por exemplo, 100.000 ao longo de 1079 ataques em Punjab (Tarik -i-Alfi em Khan p 276-7, Lal [d] p553

Sob os governos de Ghauriv (Turcos) por exemplo, Muhammad Ghauri (Afago) e seu comandante militar e depois governador, Qutbuddin Aibak (r1206-1210), o sultanato de Deli foi criado. Desaparecimentos em massa, escravidão, conversões forçadas, saque e destruição de templos continuaram. Escravos eram incrivelmente abundantes. Em 1195, Aibak levou 20.000 escravos de Raja Bhim e 50.000 em Kalinjar (1202) (Lal [c] p 536).

“Até um pobre (Muçulmano) chefe de família tornou-se proprietário de numerosos escravos.” (Khan 103, Lal [c] p 537).

Através do 13/14º século governado por Khilji (Khaljis) e Tughlaq’s, a escravidão cresce, assim como o Islã se expandiu. Milhares de escravos foram vendidos a um preço baixo todos os dias (Khan p 280). A captura de escravos de Alauddin Khilji (r 1296-1316) era estupenda e ele algemou, acorrentou e humilhou os escravos (Lal [c] p. 540). Só no saque de Somnath:

“Aprisionou um grande número de donzelas bonitas e elegantes, somando 20.000, além crianças de ambos os sexos. Mais do que uma lápis pode enumerar. O exército Maometano levou o país à ruína total, destruiu a vida dos habitantes, saqueou as cidades e capturou a sua descendência “(historiador citado em Bostom p 641, Lal [c] p 540)

Muitos milhares foram massacrados. Alauddin Khilji (r 1296-1316) tinha 50.000 escravos MENINOS em seu serviço pessoal e 70.000 escravos trabalharam continuamente em seus edifícios. (Lal [c] p 541)

As mulheres praticavam Jauhar (queimando-se ou suicidando-se para evitar a escravidão e a violação) e sati.

O Sufi Amir Khusrau observa que “os Turcos, quando querem, podem prender, comprar ou vender qualquer Hindu” (Lal [c] p 541)

Escravizado e Castrado

Eunucos: Em todo o mundo Islâmico, os conquistados foram castrados, inclusive na Índia. Isso foi feito para que os homens pudessem proteger os haréns; fornecer indulgência carnal para os governantes; oferecer devoção ao governante como não tinham esperança de uma família própria, e assim, rapidamente reduziu o estoque de reprodutores do conquistado. A castração era uma prática comum em todo governo Muçulmano, possivelmente contribuindo para o DECLÍNIO na população da Índia, de 200 milhões em 1000 CE  para 170 milhões em 1500 CE (Khan p 314).

Logo que o Sultão Bakhtiyar Khilji conquistou Bengal em 1205, tornou-se fornecedor líder de escravos castrados. E assim continuou no período Mogul (1526-1857).

Akbar o Grande (1556-1605) possuía eunucos. Disse que Khan Chaghtai possuía 1.200 eunucos (um oficial do filho de Akbar, Jahangir)! No reino de Aurangzeb, em 1659 em Golkunda (Hyderabad), 22.000 meninos foram emasculados e dados aos governantes Muçulmanos e governadores ou vendidos. (Khan 313).

Sultão Alauddin Khilji (r 1296-1316) tinha 50.000 meninos em seu serviço pessoal; O sultão Muhammad Tughlaq (r 1325-51) tinha 20.000 e o sultão Firoz Tughlaq (r 1351-1388) tinha 40.000 (Firoz Tulghlaq gostava de colecionar meninos de qualquer maneira e tinha 180.000 escravos no total (Lal [p] p 542). Vários comandantes sob vários sultões eram eunucos. Os historiadores Muçulmanos registram a ‘paixão’ dos sultões Mahmud Ghazni, Qutbuddin Aibak e Sikandar Lodi — por garotos bonitos! O sultão Mahmud foi apaixonado pelo seu comandante Hindu Tilak (Khan p 314)

Conclusão: O comportamento desumano aplicado a toda a população Indiana pelos Muçulmanos era o mesmo, não importando se os Muçulmanos eram Sufis, Árabes, Afegãos, Turcos ou Mongóis, pois todos seguiam as leis do Islã, os textos  e o belo exemplo de Muhammad/Maomé. Deve-se notar também que a violência e a escravidão continuaram mesmo depois de terem um controle virtual sobre a Índia, porque o objetivo não era meramente a conquista, mas também a força de todos pela expansão do Islã. Os Muçulmanos não vieram para se juntar à sociedade Indiana, vieram para limpá-la e substituí-la pelo Islã — porque pensam que possuem tudo, porque é o espólio prometido por Alá. Os pagãos/idólatras, politeístas têm que se converter ou morrer e só então poderá haver paz (Islâmica)! Os escravos eram a recompensa justa para os guerreiros do Islã — parte do espólio prometido por Alá.


REFERÊNCIAS:

1) Bostom, A. G. ‘O Legado da Jihad: guerra Santa Islâmica e o destino dos não-Muçulmanos’ Prometeu Books. Nova York. 2005.

2) Khan, M. A. ‘Jihad Islâmica: Um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão.’ Universe, Bloomington, IN. 2009. (Um ex-Muçulmano Indiano) – FULL PDF LIVRO AQUI

3) Lal [a], K.S. Os Muçulmanos invadem a Índia p 433-455 em Bostom (1) acima.

4) Lal [b], K.S. Jihad sob os Turcos e jihad sob o Mughals p 456-461 em Bostom (1) acima.

5) Lal [c], K.S. Captura de Escravos durante o Governo Muçulmanos p535-548 em Bostom (1) acima.

6) Lal [d], K.S. Escravização de Hindus por invasores Árabes e Turcos p 549-554 em Bostom (1) acima.

7) Lal [e], K.S. As origens do sistema escravo Muçulmano p 529-534 em Bostom (1) acima.

8) Reliance of the Traveler: Um manual clássico da lei sagrada Islâmica. Em Árabe com texto em Inglês, comentários e apêndices editados e traduzidos por Nuh Ha Mim Keller Al-Misri, Ahmad ibn Naqib; Publicações Amana Maryland USA 1994.

9) Sookhdeo, P. ‘Jihad Global: O futuro em face do Islã Militante’ Isaac Publishing. 2007.

10) Trifkovic, S. ‘A espada do profeta.’ Regina Orthodox Press, Inc. 2002.

11) Ye’or, Morcego. ‘Islã e Dhimmitude: Onde as civilizações colidem’ traduzido do Francês por Miriam Kochan e David Littman. Fairleigh Dickinson University Press 2002, reimpressão 2005.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hugh Fitzgerald: O Islã e a Propaganda de Guerra (Parte I): Versão Impressa e Online

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Islam and the Propaganda War (Part I): In Print and Online

Hugh Fitzgerald:
O Islã e a Propaganda de Guerra (Parte I):
Versão Impressa e Online

Por HUGH FITZGERALD

10 de Fevereiro de 2017

Entre as muitas armas do governo Americano durante a Guerra Fria estavam os programas para disseminar, por trás da Cortina de Ferro, e especialmente na União Soviética, informações que expunham as crueldades do Comunismo. Milhões na Europa Oriental ouviram a Radio Free Europe, milhões na União Soviética ouviram a Radio Liberty e em toda parte as pessoas ouviram as transmissões da Voz da América. Havia também um programa sobre publicações, incluindo centenas de edições publicadas pela C.I.A., muitas vezes fáceis de esconder — formato pequeno, papéis feitos de casca de cebola — cópias, de novelas distópicas como a Revolução dos Bichos (Animal Farm) de Orwell e 1984, estudos econômicos e históricos do capitalista Estados Unidos, até mesmo ficção de escritores Russos émigré. Tais livros foram disponibilizados aos visitantes Soviéticos na Europa. Embora confiável o suficiente pelo Estado Soviético para ser permitido em missões (e.g., intelectuais Soviéticos enviados para as intermináveis ​​conferências de “Paz”), muitos desses visitantes aceitaram voluntariamente esses livros. Alguns os leram e depois os deixaram para trás; Outros, mais ousados, contrabandearam esses livros quando voltaram para a União Soviética, passando de leitor para leitor, com várias cópias feitas muitas vezes, ao estilo samizdat (ou seja, cópia clandestina, à mão, distribuído por indivíduos, de textos censurados pelas autoridades Comunistas), por datilógrafos incansáveis.

A ampla visão da C.I.A. ajudou a afastar as pessoas do Comunismo, e descobriu que dando-lhes um vislumbre da liberdade de expressão — via literatura, arte, música do mundo livre — poderiam então comparar com a aridez de suas vidas reguladas e constritas, tornadas miseráveis ​​pelo Comunismo, e isso foi particularmente eficaz.

Por exemplo, na Voz da América havia um programa de música, Voz do Jazz, apresentado por Willis Conover, um nome pouco conhecido na América, mas muito conhecido sobretudo na Rússia, onde as pessoas ouviam o seu programa de jazz Americano, ouvido em rádios de ondas curtas, apesar de estático, e os ouvintes puderam ter um vislumbre auditivo do outro mundo, de uma liberdade emocionante, deixando os ouvintes Soviético mesmerizados. Nada abertamente político foi transmitido, mas a apresentação de um outro mundo — América! Dzhazz! — teve um impacto político, fez as pessoas ansiarem ainda mais por algo diferente da vida cinzenta Soviética.

Outro exemplo do Kulturkampf conduzido durante a Guerra Fria foi o Congresso para a Liberdade Cultural, fundado em 1950 e com apoio financeiro da C.I.A., que patrocinava conferências e reuniões de intelectuais anticomunistas, muitos deles de esquerda, e alguns deles ex-comunistas, no Ocidente, e também publicou uma revista mensal, Encounter, que possivelmente era talvez a melhor revista do mundo na língua Inglesa, cobrindo arte, literatura, música, filosofia, história, ficção, poesia, tudo isso para uma audiência específica, como as reuniões do próprio Congresso, por meio dos intelectuais Ocidentais. Evidentemente, também haviam relatos manifestamente políticos sobre os partidos Comunistas no Ocidente (especialmente Itália e França, onde os partidos ainda eram muito fortes nos anos 50 e 60) e sobre a vida por trás da Cortina de Ferro.

É perturbador comparar a campanha multifacetada durante a Guerra Fria para minar um implacável inimigo ideológico, — uma campanha que foi bem sucedida, tanto para enfraquecer qualquer fé residual no Comunismo, na Rússia e Europa Oriental, como para manter os intelectuais Ocidentais no campo democrático liberal, — com o modesto e quase inexistente esforço que os infiéis do mundo estão fazendo agora para combater a ideologia do Islã, seu evidente apelo a alguns no Ocidente e sua ininterrupta influencia em Dar al-Islã (Casa do Islã). O fato de que isso seja assim deve-se, em grande parte, do Islã apresentar-se como uma religião, e não como o que sabemos ser, tanto uma religião como um sistema político que tenta regular todas as áreas da vida, desde o mais caseiro e íntimo dos detalhes domésticos até as relações geopolíticas. E como “religião”, é muitas vezes tratado com luvas de pelica, como se esse mero rótulo o tornasse fora dos limites da crítica, fornecendo a ideologia com um escudo protetor invisível. Quanto mais atenção for dada aos aspectos do Islã que sugerem não uma religião, mas um culto, um culto do qual você não tem permissão para sair, melhor.

Infelizmente para nós, o Islã é a menos pacífica, a mais perigosa, das religiões do mundo, e temos o dever de compreender a ideologia do Islã, a fim de nos protegermos melhor. O Islã baseia-se numa divisão intransigente do mundo entre crentes e infiéis, Muçulmanos e não-Muçulmanos. É um dever dos Muçulmanos conduzir a Jihad contra os não-Muçulmanos, por meios violentos, se necessário, e uma vez subjugados, oferecer-lhes a opção de conversão ao Islã, ou morte, ou status inferior permanente como dhimmis, sujeito a uma série de deficiências políticas, econômicas e sociais. Além disso, é dever dos Muçulmanos expandir o território de Dar al-Islã, onde o Islamismo domina e os Muçulmanos governam, à custa de Dar al-Harb (Casa de Guerra), territórios onde os não-Muçulmanos ainda dominam. Para entender isso, é necessário algum estudo sobre o Islã, mas não apenas os governos Ocidentais relutam em fornecer tal educação aos seus próprios povos, mas muitos dos líderes Ocidentais parecem querer enganar o próprio povo e a si mesmos, sobre a natureza do Islã. Porque se a verdade viesse à tona, a pergunta óbvia que o público gostaria de responder seria: “O quê? Você sabia que o Islã não significava nada de bom para os Infiéis, e mesmo assim permitiu que todas essas pessoas que acreditam nessas coisas entrassem no nosso país, para se estabelecerem em nosso meio? Por quê? Com que teoria? Nós contávamos com você para nos proteger, nós supúnhamos que você sabia o que estava fazendo, e agora você nos diz, depois de deixar entrar centenas de milhares, ou mesmo mais de um milhão de migrantes Muçulmanos, que você estava errado?

É difícil saber em que ponto um número suficiente de pessoas no Ocidente finalmente irão cair na real sobre o tema do Islã, mas esse momento certamente está chegando. Muitas bombas foram detonadas, muitos coletes suicidas explodiram, muitas facas também decapitaram muitos infiéis indefesos, para manter a pretensão de que o Islã significa “paz”. Ou ainda insistir, após tantos ataques terroristas, na conclusão idiota de que “o Islã não tem nada a ver com isso”. Ou que “essas pessoas (terroristas) são apenas doentes mentais”. Ou o habitual tu-quoque de que “todas as religiões têm seus extremistas”. Todas as desculpas ridículas foram oferecidas, mas seu efeito está se desintegrando. Até agora muitos estão cansados ​​de serem mal informados — ou seja, mentir acerca do — Islã, e como eles começam a compreender a verdadeira natureza e o alcance da ameaça, tornam-se cada vez mais impacientes, e mesmo ansiosos, para aprender o que é o Islã. Aqueles que lhes dizem que têm razão de ter medo, mas que não é tarde demais para que o Ocidente se salve, não podem mais ser rapidamente eliminados como “Islamofóbicos”.

A Europa oferece exemplos de desespero (como refletido nas políticas de Angela Merkel), mas também esperança. Na França, ambos os principais candidatos à presidência, Le Pen e Fillon, alertam sobre o “totalitarismo Islâmico”. Na Holanda, o sincero Geert Wilders, apesar de todos os esforços para silenciá-lo, e que declarado ‘Político do Ano’ em 2016, é líder nas eleições, e seu partido, o PVV (Partido da Liberdade) é o favorito para ganhar a maioria dos assentos na eleição de Março, dando Wilders uma chance de formar o próximo governo Holandês. Enquanto isso, seu principal oponente, o primeiro-ministro Mark Rutte, surpreendeu muitos com sua carta aberta, publicada online e em anúncios de jornal de página inteira, afirmando que há “algo de errado com nosso país” e a “maioria silenciosa” não tolera mais os imigrantes que “abusam da nossa liberdade”. Rutte então mencionou aquelas pessoas que não respeitam as mulheres ou os direitos dos homossexuais. Ele advertiu os imigrantes “para ser normal ou ir embora.” Ele não mencionou explicitamente o Islã; não havia necessidade. A Wildernização da política Holandesa é um desenvolvimento bem-vindo; Isso significa que Wilders já ganhou em parte, forçando seus oponentes a fazerem eco de suas opiniões.

E há outros movimentos políticos anti-Islâmicos crescentes, na Alemanha, na Áustria, na Dinamarca, na Suécia, na Finlândia e na Suíça, todos constantemente descritos, tendenciosamente e imprecisamente, como “extrema-direita”. Esses grupos supostamente de extrema-direita deploraram a enorme despesa para apoiar os imigrantes Muçulmanos porque, entre outras consequências, tornou difícil apoiar os pobres e idosos locais. Em outras palavras, esses grupos querem evitar cortes na segurança social e em outros benefícios para os pobres e os idosos — essas não são exatamente políticas que se possa pensar como “extrema-direita”. Mas, declarações simples sobre a verdade, precisam ser repetidas sem cessar. A saber, não há nada de irracional sobre o medo do Islã. O Islã não é uma raça, e ser anti-Islã não tem nada a ver com o racismo. Alguns opositores à propagação do Islamismo na Europa podem ser “de extrema-direita”, mas há também muitas pessoas de centro e à esquerda que consideram o Islã uma ameaça à liberdade. Declarações óbvias, todos os três, mas, aparentemente, para muitos na mídia não é óbvio o suficiente..

Em muitos desses países, os adeptos do Islã sofreram sérias derrotas recentemente. Houve casos judiciais, sustentando tudo, desde a proibição nacional da burqa  até a decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos de manter uma exigência Suíça para que os pais Muçulmanos enviem suas filhas para aulas de natação em escolas de sexo misto; no interesse da “integração social”, não poderiam ser isentos. O referendo Suíço que levou à proibição da construção de minaretes foi outro marco na contenção do poder do Islamismo agressivo. E um tribunal Suíço apoiou os funcionários da escola que insistiam que os estudantes Muçulmanos não poderiam ser dispensados ​​do costume de apertar a mão do professor no início e no final do dia escolar, mesmo que essa professora fosse do sexo feminino.

Todas são vitórias, muitas vezes em assuntos aparentemente pequenos, mas somam, e todas apontam numa direção, que é a da crescente oposição às contínuas invasões Muçulmanas sobre as leis e costumes dos povos da Europa. Um ampla pesquisa Europeia em Fevereiro de 2017 confirma o crescente apoio à proibição total da imigração Muçulmana; 55 por cento dos Europeus agora apoiam tal proibição.

Enquanto isso, a tranquila Dinamarca, famosa por sua tolerância, após ser assaltada pela realidade Muçulmana, endureceu suas leis de imigração, tornando a Dinamarca menos atraente para os Muçulmanos, que os Dinamarqueses tiveram que aturar. Em agosto de 2015, o governo passou uma redução de 45% em benefícios sociais para os imigrantes e, em seguida, deram seguimento com uma nova lei que exigia que os migrantes entregassem ao Estado Dinamarquês quaisquer soma que possuíssem acima de $1,450, a fim de ajudar a sua própria manutenção. Mesmo na Suécia, um país que tem sido incrivelmente complacente com os Muçulmanos, a oposição está crescendo. Lá, imigrantes Muçulmanos,  embolsaram uma cornucópia de benefícios do governo Sueco, e em troca deram aos Suecos 55 “no-go zones”,— áreas limitadas à Muçulmanos, controladas pela lei Sharia, onde nem a polícia consegue entrar, — incluindo a cidade de Malmo; um aumento da taxa de criminalidade, com Muçulmanos responsáveis ​​por 70% das violações do país; e custos enormes que o Estado Sueco tem que pagar para aulas de idiomas, educação gratuita, assistência médica e habitação subsidiada, abonos de família, incluindo os custos administrativos surpreendentes para todos esses programas, oferecidos a todos os migrantes Muçulmanos. A despesa total foi calculada por um economista Sueco, ao longo da vida apenas dos migrantes que chegaram há um ano, 2015, em torno de 600 bilhões de Coroas, ou cerca de 55 bilhões de dólares. Uma quantia impressionante.

Este valor, —55 bilhões de dólares para os custos estimados, ao longo das suas vidas, apenas para migrantes Muçulmanos que chegaram em 2015, — deve ser repetido constantemente, devido ao gasto efetivo de apoio aos Muçulmanos imigrantes, (não importando o dano ao sentimento que uma nação tem de si mesma, ou a ameaça da conquista demográfica, ou a ameaça do terrorismo) algo que todos podem compreender e que pode chamar a atenção até mesmo do mais externamente fleumático. Questões sobre quebra de bancos preocupa.

Ainda assim, essas decisões judiciais, referendos que rejeitaram desafios específicos por parte dos Muçulmanos às leis e costumes infiéis, esses sinais de repressão às demandas dos imigrantes Muçulmanos e suas despesas espirais, enquanto bem-vindas, não constituem o tipo de guerra ideológica que ocorreu durante a Guerra Fria. Mesmo que os migrantes Muçulmanos fossem capazes de pagar por si próprios, em vez de agirem como parasitas nas economias da Europa Ocidental, ainda há o perigo permanente que a doutrina Islâmica representa para todos os não-Muçulmanos. Os aspectos políticos e mesmo geopolíticos do Islamismo, como uma fé permanentemente agressiva, recebem atenção insuficiente; somos constantemente informados de que existe algo chamado “Islã Político” que não devemos confundir com o “Islã”, mas isso confunde o caso: o Islã pode não ser idêntico, mas contém, em vez de contradizer, o que entendemos por ” Islamismo político “. E mesmo enquanto proíbem algumas coisas que os Muçulmanos querem (a burka, o Minarete) e condenam outros Muçulmanos que não querem (o aperto de mão de aluno-professor, classes de natação mista), os Europeus continuam cautelosos para não desagradar o Islã, e continuam a tratá-lo como uma religião e não como uma ideologia política de conquista e subjugação.

Mas há um reconhecimento crescente, de que o público em geral, precisa saber muito mais sobre o Islã, do que a  informação da chamada ‘grande mídia’. Quando, por exemplo, você leu no New York Times ou no Washington Post, ou ouviu em qualquer grande programa de notícias, os termos “Jizyah” ou “dhimmi”? Quando você leu nesses jornais, um único, dos 109 versos da Jihad (como os versos 9:5 e 9:29) que poderia pausar os leitores, e mostrar o verdadeiro sentido da violência anti-infiel que está em toda parte no Alcorão? Quando você leu, ou ouviu, na ‘grande mídia’, a citação do Alcorão descrevendo os não-Muçulmanos como “a criatura mais vil”? A resposta em cada caso é “NUNCA”. E por que ainda ouvimos, repetidas vezes, os repórteres e os âncoras traduzindo “Allahu Akbar” como “Deus é grande”, em vez de como o grito de guerra é: “Meu Deus — Alá — é maior (do que o seu)? “Essa tradução incorreta não é trivial. Enquanto isso, os Muçulmanos têm estado ocupados promovendo campanhas generalizadas para convencer os não-Muçulmanos de sua inocuidade. É tudo tipo “gente como a gente”; noites na Mesquita Próxima; dias de Visite a Minha Mesquita; Conheça Meus Vizinhos Muçulmanos e (Põe a Sua Mente Para Relaxar), todas variantes do mesmo roteiro, onde os Muçulmanos ostensivamente amigáveis, ​​ansiosos para avançar a causa do Islã, oferecem uma noite de taqiyya sorridente e (se necessário for) um indignado tu-quoque para os não-Muçulmanos confiantes e ansiosos para “aprenderem sobre o Islã” e para encontrarem Muçulmanos da vida real. O que descobrem, sem surpresa, é que as pessoas Muçulmanas em seu melhor comportamento podem vir a ser, — enquanto nada de substância é aprendido sobre o que o Islã inculca, — no final de uma apresentação suave, um aceno à baklava (um docinho do Oriente Médio), e um bom momento para todos…

Os governos podem hesitar ou evitar confrontar a ideologia do Islã, pois eles têm sido astutos nas acusações de preconceito e Islamofobia.

No entanto, infundado ou mal-entendido ou idiota essas acusações são, elas são repetidas com tanta frequência que assumem uma vida própria. Isso não significa que nada possa ser feito até que líderes Ocidentais como Wilders e Le Pen sejam eleitos para o cargo. Aqueles fora do governo precisam fazer o que ainda não foi feito. Partidos privados, cheios de poeira, podem intervir e ajudar a financiar aqueles grupos e indivíduos que se tornaram alertas aos perigos do Islã e estão tentando educar os públicos Ocidentais. (Jihad Watch é um modelo que vale a pena apoiar, e emular.) Os partidos privados também podem subscrever o material educacional que precisa ser divulgado. Seria útil publicar — ou publicar online — “edições estudantis especiais” do Alcorão, com um comentário corrente nas margens, comentário exegético e crítico, enfocando os versos mais problemáticos (como 9:5; 98: 6) e também as coleções de Ahadith (plural de Hadith) selecionados (tirados principalmente das compilações de Muçulmanos e Al-Bukhari, os dois mais respeitados muhaddithin), e trechos, também, da Sira, ou a biografia de Muhammad/Maomé, com ênfase nas muitas Histórias sobre o que Muhammad fez e disse, que propagandistas do Islã tentam manter fora do radar dos infiéis (o casamento com a pequena Aisha, os assassinatos de Asma bint Marwan e Abu Afak, o ataque a Khaybar, os assassinatos dos Banu Qurayza). E esses textos devem ser disponibilizados gratuitamente e amplamente distribuídos em edições impressas, e torná-los ainda mais disponíveis — e tão livres quanto — na Internet.

As edições dos três principais textos Islâmicos, com os mais importantes comentários críticos, devem ser complementadas por outras obras críticas ao Islã, especialmente as dos ex-Muçulmanos. Os estudos de escritores como Ayaan Hirsi Ali e Ibn Warraq devem ser traduzidos em pelo menos uma dúzia das principais línguas do mundo não-Muçulmano, incluindo, mas não limitado ao, Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Russo, Italiano, Holandês, Português, chinês, Hindi, Coreano, Japonês e meia dúzia das principais línguas do Islã: Árabe, Urdu, Farsi, Bahasa, Turco, Malaio. É preocupante que tal projeto de tradução, que custaria tão pouco, mas que potencialmente faria tanto, ainda não foi realizado por qualquer fundação. A guerra ideológica, então, deve ser conduzida tanto entre não-Muçulmanos como Muçulmanos, da mesma forma que durante a Guerra Fria, a C.I.A. tinha dois públicos-alvo: o primeiro era o público preso atrás da Cortina de Ferro, que foi mantido informado por transmissões sobre o que era a vida no Ocidente, e o segundo era um público no Ocidente, constituído por intelectuais esquerdistas que a C.I.A. queria evitar que sucumbissem aos brados ideológicos do Comunismo. Queremos educar os públicos Ocidentais sobre o Islã, mostrando-lhes os versículos do Alcorão e as histórias de Hadith que os propagandistas Muçulmanos tentam evitar discutir, ou quando podem ser forçados a discuti-los, exalam taqiyya sob uma cortina de fumaça que é difícil de dissipar. E nós queremos levar a guerra ideológica ao inimigo, tentando enfraquecer o poder que o Islã tem sobre seus adeptos. Ainda não foi feito o suficiente, por exemplo, para explorar o fato de que o Islã tem sido um veículo para a supremacia Árabe, — dado que 80% dos Muçulmanos do mundo não são Árabes, — pode muito bem ser o argumento mais poderoso para enfraquecer o apelo do Islã.

Mas, novamente, os tempos são muito diferentes daqueles da Guerra Fria, e a publicação impressa não é mais a principal maneira de disseminar a informação. Agora é uma questão de postar online, e chegar ao público de dezenas de milhões, em vez de dezenas de milhares, um alcance que nunca poderia ter sido imaginado até vinte anos atrás. Mas ainda caberá às partes privadas garantir que esses textos Islâmicos e os comentários críticos sobre eles e as principais obras de ex-Muçulmanos articulados e outros críticos importantes do Islã (incluindo Robert Spencer, como o principal motor da Jihad Watch ), sejam traduzidos fielmente em quase vinte línguas, incluindo as oito línguas principais dos povos Muçulmanos, e depois certificando-se de que todas estas traduções são apresentadas de forma atraente e fácil de encontrar online, como parte do que já é a primeira grande guerra cibernética. É uma guerra que o Ocidente chegou atrasado no fim do dia, mas deve agora, sem mais demora, entrar nas listas ideológicas, dependendo necessariamente do apoio privado, enquanto os governos ainda temem pisar, para prevalecer numa guerra que o Ocidente não pode perder.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis