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Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Fonte/Source: Linda Sarsour, Women’s March Organizer and Fake Feminist

Photo Cover Page: THEO WARGO / GETTY IMAGES / AFP

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Por ALEX VANNESS

Linda Sarsour

3 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour é uma das principais organizadoras de Marcha da Mulher em Washington após a inauguração do Presidente Donald Trump.

Sua ascensão ao estrelato liberal após a marcha ocorreu apesar de seu apoio as ideias antifeministas e aos ataques ultrajantes contra as mulheres lideram o movimento anti-Sharia.

Sarsour, que atua como Diretora Executiva da Associação Árabe-Americana de Nova York (AAANY) e que foi homenageada pela Casa Branca do ex-Presidente Obama como uma “campeã da mudança“, mostra que a cada oportunidade que ela se envolve, relacionada a todas as causas de justiça social conhecidas pelo homem, ela as vincula à Palestina. Por exemplo, em Novembro, se ligou à causa do bloqueio do Dakota Access Pipeline e fez questão de trazer sua bandeira Palestina.

Essa promoção desavergonhada também pode ser vista na Marcha das Mulheres. Ao dirigir-se à multidão, assegurou-se de injetar alguma solidariedade Palestina à causa, afirmando que “você pode contar com ela, sua irmã Muçulmana Palestina para manter a voz dela alta”. Ela também fez questão de certificar de que ela era sua “Avó que vive o sonho mais selvagem em território ocupado.”

No entanto, seu maior vexame naquele fim de semana foi quando o nível de sua hipocrisia em relação à causa adotada pela Marcha da Mulher foi apontada para o público.

Especificamente, por causa de um tuite da Sarsour, que tem circulado nas mídias sociais descartando as visões misóginas da Arábia Saudita simplesmente porque o país tem um programa de licença-maternidade pago.

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Sarsour rejeita o fato de que as mulheres na Arábia Saudita são tratadas como cidadãs de segunda classe, — impedidas de dirigir, interagir com os homens e de se vestirem como quiserem, — como insignificante.

Além de rejeitar a subjugação Saudita de mulheres, ela atacou um documentário chamando a atenção para a situação das mulheres no mundo Islâmico. Sarsour tem criticado a produtora executiva do filme, Ayaan Hirsi Ali, ex-Parlamentar Holandesa, ex-Muçulmana, e uma importante crítica do Islã, que também foi vítima de mutilação genital feminina.

Em 2011, Sarsour através do Tuiter, vulgarmente ofendeu Hirsi Ali e a fundadora da ACT for America, Brigitte Gabriel, dizendo: “Eu gostaria de poder tirar suas vaginas — elas não merecem ser mulheres“. Isto é especialmente vulgar considerando o sofrimento que Hirsi Ali sofreu. Logo após o tuíte ter sido descoberto, em vez de assumir a autoria do tuíte vulgar e se desculpar, tentou excluí-lo antes que fosse visto por muitas pessoas.

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Sarsour também tem uma longa história de críticas a Israel de tal maneira que cruzam a linha do antissemitismo e do simpatizante terrorista.

Ela apoia o Movimento BDS, que além de ser discriminatório, tem ligações terroristas e afirmou que “nada é mais assustador” do que o Sionismo.

Ela pediu solidariedade a Muhammad Allan, um membro do grupo terrorista Palestino Jihad Islâmica que tem uma história de recrutamento de suicidas.

Depois que a hipocrisia com relação à questão da Mulher foi exposta, ela se defendeu descrevendo os ataques como fascistas, alegando que “o fascismo está aqui” e que “não podemos permitir que criminalizem nossos líderes e movimentos usando reivindicações sem fundamento… Lembre-se, nós somos e podemos ser a verdadeira geração #NeverAgain/#NuncaMais.

Ela descreve aqueles que a apoiam como seu “Exército do Amor”. Para eles, críticas legítimas a seus pontos de vista e de suas associações soam ocos.

Os grupos que patrocinaram a marcha — incluindo a conta oficial do Tuíte da Marcha das Mulheres, Human Rights Watch, Black Lives Matter, Amnesty International e do Southern Poverty Law Center — lançaram uma defesa em grande escala para apoiar Sarsour. A hashtag #IMarchWithLinda foi usada no Tuíte.

Sally Kohn, personalidade da Cable news, emitiu diversos tuites defendendo Sarsour, incluindo chamadas para que as pessoas façam doações para AAANY. Eu não acho que Kohn está ciente de que AAANY costumava receber apoio financeiro da Qatar Foundation International, uma organização intimamente ligada ao governo do Qatar. Além disso, por causa de seus laços com o prefeito de Nova York Bill de Blasio, a AAANY foi capaz de garantir US$500.000 em financiamento para a própria AAANY.

Sarsour também recebeu vários endossos de celebridades como, Susan Sarandon, Mark Ruffalo e Russell Simmons entre outros.

Opa! se Mark Ruffalo gosta dela ela deve ser boa, certo?

Enquanto atestados pessoais são agradáveis, eles não provam que alguém é mesmo uma boa pessoa. Mesmo as pessoas terríveis podem encontrar alguém que pensam que são agradáveis.

Aqueles que a apoiam não se importam de que ela promova terroristas; Eles não se importam que ela vulgarmente diga para uma vítima de mutilação genital feminina para ter sua genitália removida; E eles não estão preocupados se ela minimiza a misoginia na Arábia Saudita. Tão pouco estão preocupados, se ela ajudou a montar uma Marcha porque para eles, ela é excelente e de alta qualidade.

Sarsour é vista como uma estrela em ascensão nos círculos Esquerdistas e no Partido Democrata. A Esquerda precisa tirar as viseiras e dar uma longa e dura olhada para as pessoas que estão apoiando como modelos.

Alex Vanness é o Diretor do Projeto de Paz e Segurança no Oriente Médio, no Centro de Política de Segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para que eles erradiquem o “extremismo”

Fonte/Source: Some Muslims in U.S. irritated by Obama’s call for them to root out “extremism”

Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para que eles erradiquem o “extremismo”

Por Robert Spencer

9 de dezembro de 2015

Nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar os atos de violência cometidos por pessoas de seus grupos“, disse a ativista Palestino-Americana Linda Sarsour, que vem trabalhado extensivamente com o movimento negro Black Lives Matter entre outros grupos minoritários. “O fato de que isso está apenas direcionado a comunidade Muçulmana, é algo que pessoalmente não posso aceitar.

Bem, existem cerca de 27.401 razões para justificar o caso. Esse é o número de ataques terroristas Islâmicos letais que foram cometidos de acordo com os textos Islâmicos e seus ensinamentos desde 11 de Setembro de 2001. Nesse período, quantos ataques letais foram cometidos por pessoas que apontavam a Bíblia ou quaisquer outros textos religiosos para justificar sua violência? Nenhum, a não ser que se queira contar com os recentes assassinatos em Colorado Springs, uma vez que Robert Caro, aparentemente, se identificava como Cristão (assim como feminino). Por isso, simplesmente não é verdade que “nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar atos de violência cometidos por pessoas de seus grupos“: todas as seitas e Igrejas Cristãs condenaram o assassinato de abortistas e outros tipos de violência, e nenhum grupo Cristão ensina que isso é aceitável. Do lado Muçulmano, no entanto, temos todas as seitas tradicionais e escolas de jurisprudência que ensinam a necessidade de travar uma guerra contra os incrédulos e os subjugar. Temos clérigos Muçulmanos “Palestinos” acenando ao redor com facas e cintos suicidas e exortando o povo a matar Israelenses. Temos grupos de jihad em todo o mundo cometendo violência e apontando o Alcorão com justificativa e exemplo de Muhammad/Maomé.

O fato é, existe obviamente um problema exclusivo dentro do Islã. Os Muçulmanos em questão, que reclamam pelo fato dos Muçulmanos terem sido “escolhidos”, estão esperando que você esqueça que a violência cometida em nome do Islã é muitas vezes mais comum do que a violência cometida em nome de qualquer outra religião. Eles estão esperando que você esqueça que os terroristas da Jihad Islâmica destacaram os não-Muçulmanos para serem assassinados no Quênia, Paris e em outros lugares. Eles estão esperando que você não perceba que não existe nenhum programa em qualquer mesquita ou escola Islâmica que ensine aos Muçulmanos porque o entendimento do Estado Islâmico (ISIS) sobre Islã é errado. Eles estão mais uma vez reivindicando o status de vítima para os Muçulmanos, tentando, assim, desviar a atenção de todos para esses fatos desagradáveis ​​e muito mais. Não há nenhum problema com o terror jihadista, percebe? Existe apenas um problema com os velhos maldosos não-Muçulmanos que demandam que os Mulçumanos façam alguma coisa sobre o terror da jihad.

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Linda Sarsour

“Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para desenraizar o “extremismo””, de Tom Gjelten, NPR, 09 dezembro de 2015:

O pedido do presidente Obama para que os Muçulmanos Americanos ajudem a erradicar e confrontar a ideologia extremista em suas comunidades vem recebendo reações mistas. Os líderes Muçulmanos dizem que querem ajudar, mas alguns não estão gostando de terem sido apontados.

Nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar atos de violência cometidos por pessoas de dentro de seus grupos” disse a ativista Palestino-Americana Linda Sarsour, que vem trabalhado extensivamente com o movimento Black Lives Matter entre outros grupos minoritários. “O fato de que isso está apenas direcionado a comunidade Muçulmana, é algo que pessoalmente não posso aceitar.”

Em sua mensagem Domingo à noite, o presidente disse que os Muçulmanos não devem ser tratados de forma diferente, mas que os funcionários do governo dizem que estão olhando para a comunidade Muçulmana Americana para fornecer alguma assistência particular. O Secretário de Segurança Interna Jeh Johnson levou esse pedido pessoalmente na Segunda-feira a mesquita All Dulles Area Muslim Society em Sterling, Virgínia.

Continuarei a falar contra a discriminação, difamação e isolamento que os Muçulmanos Americanos enfrentam nestes tempos difíceis“, disse Johnson.

Mas em seguida veio o apelo.

Agora, tenho uma pergunta“, disse ele. “É a pergunta das pessoas desta sala e de todos os Muçulmanos em todo país. Organizações terroristas no exterior têm como alvo as comunidades. Eles procuram puxar sua juventude para o poço de extremismo violento. Ajude-nos a ajudá-los a parar com isso.”

Líderes Muçulmanos já ouviram isso antes, e alguns acham isso um pouco irritante.

Nós não somos responsáveis ​​pela aplicação da lei“, disse Shahed Amanullah, um empresário Muçulmano Americano com sede em Washington, e com conexões no Vale do Silício. Ele já trabalhou com o governo dos EUA na luta contra o extremismo online, mas disse que é irrealista esperar que Muçulmanos Americanos enfrentem as pessoas violentas do meio deles.

Somos membros da comunidade e Americanos como todo mundo”, disse , “e devemos ter a mesma relação com a aplicação da lei como todo mundo tem. Esperar que estejamos na linha de frente sem ter a capacidade ou o apoio não será [produtivo]. Não será produtivo com qualquer comunidade.“…

Isso é um completo disparate. Ninguém está pedindo aos Muçulmanos para agir como policiais. Pedem apenas para chamar os policiais quando houver alguma atividade suspeita. Mas é claro, aqueles que favorecem tal atividade jamais pegarão no telefone.

Não é mesmo?


Tradução: Sebastian Cazeiro