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KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Fonte: Saudi Muslim cleric demands FIFA ban players from making sign of the cross


Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Por CHRISTINE WILLIAMS

11 de Maio de 2017

Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futubol, instruísse os jogadores para não fazer o sinal Cristão da cruz.

Para muitos Cristãos, sua fé profunda, pessoal e pacífica é inextricável de todos os aspectos de sua vida. Fazer o sinal da cruz — ou de qualquer outro gesto religioso — não deve representar um problema ou uma ameaça a ninguém, mas para o líder da supremacia Islâmica Muhammad Alarefe e a sua classe, qualquer expressão religiosa fora do Islã representa uma ameaça, especialmente porque a FIFA tem muito prestígio.

Esperemos que a FIFA honre as liberdades religiosas de seus talentosos jogadores e rejeite as exigências de Muhammad Alarefe. Se a FIFA se submeter à exigência de Alarefe, também deverá proibir igualmente a oração Muçulmana no campo e arredores.

Em Fevereiro, a equipe de futebol do Real Madrid removeu a cruz de seu logotipo para não ofender os Muçulmanos.

Discriminar contra os valores Cristãos e tentar sufocar o Cristianismo — uma fé fundacional na evolução dos entendimentos modernos dos direitos humanos e da formação dos princípios democráticos Ocidentais — não é nada de novo. O mais preocupante é que a discriminação contra os Cristãos, enquanto prestam subserviência aos Muçulmanos, está sendo apresentada como norma para a próxima geração.

O Centro Americano de Direito e Justiça informou em 2015 que:

Colégios públicos e universidades estão tirando as luvas quando se trata de estudantes Cristãos em seus campus. Passaram-se os dias de desprezo discreto contra os Cristãos; agora está aberta a temporada de caça à fé. Uma flagrante discriminação anti-Cristã é a nova norma.

Correção: não “está aberta temporada de caça à fé”, mas especificamente da fé Cristã.

Além disso, a doutrinação Islâmica nas escolas públicas está em pleno andamento, com a ávida colaboração e ajuda do grupo (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas ligado ao Hamas.

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz“, de Ali Waked, Breitbart, 9 de Maio de 2017:

TEL AVIV – Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futebol, instruísse os jogadores a não fazer o sinal Cristão da cruz.

Alarefe escreveu em sua conta no Twitter: “Eu vi vídeo clipes de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando ganham fazem o símbolo da cruz no peito, e a minha pergunta é se as regras da FIFA proíbem isso”.

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د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

9h46 – 5 de Maio de 2017

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Os usuários de mídia social ficaram divididos sobre a questão, com alguns apoiando o comentário de Alarefe e outros rindo, e dizendo, já que perguntou por que não tomou qualquer posição contra os jogadores de futebol Muçulmanos que se ajoelham para rezar quando ganham ou marcam um gol.

O Sultão Alhusni escreveu: “Não posso mentir. Mohamed Salah (um jogador de futebol Egípcio que joga na Europa) e outros se ajoelham para orar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele.”

5 de Maio

حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

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سلطان الحسني @ dremer_88

@hesshalown @MohamadAlarefe ما يجوز الكذب .. محمد صلاح وغيره من المسلمين في الملاعب الاروبية يحتفلون بالسجود بعد تسجيلهم الاهداف ولم يعاقبوا .. اقول خلوا الرياضه لاهلها

10:39 – 5 de Maio de 2017

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Sam, outro usuário de mídia social, escreveu: “A cruz é um dos símbolos dos veículos que viajamos, então qual é o problema se aparece no campo, ou será que, o que é permitido num lugar e proibido em outro? Esquisito.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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Ɑ̷̜Lм̷̤̜̈ Al @ sam147147

@twasulnews العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية

1:40 AM – 6 de Maio de 2017

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Fahd Alarawi escreveu, “Ótimo, Alarefe tornou-se um comentarista esportivo. Quando há tempo livre, nos envolvemos em coisas que não entendemos.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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فهد العروي @tvip_f

@twasulnews احلى يالعريفي صاير محلل رياضي😂

الفاضي يعمل قاضي😁 # محمد_العريفي

12h26 AM- 6 de Maio de 2017

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Outro usuário de mídia social escreveu: “Respeitado Sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos Muçulmanos, e infelizmente ninguém protesta sobre isso — ao contrário, ficam mudos como um túmulo”.

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام, ..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

10:35 AM – 5 de Maio de 2017

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Win Al Fahad escreveu ao Sheik: “É como se você estivesse agora chamando a FIFA para proibir os jogadores Muçulmanos de curvarem-se a Alá e levantar suas mãos em oração para o céu. A FIFA proíbe o uso da religião, da política e do racismo no esporte”.

5 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@MohamadAlarefe حتى المسلمين لما يسجلو او يفوزو يسجدو شكر لله

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فهد محمد العوين @alowinfahad

@ Ibraheam202 @MohamadAlarefe كأنك بهذا تدعو الفيفا لمنع اللاعبين المسلمينمن السجود لله ورفع أيديهم لله شكرا

الفيفا يمنع توظيف الدين والعنصرية والسياسة في الرياضة.

1h01 PM – 5 de Maio de 2017

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Ibrahim Alatwi respondeu a Al Fahad, dizendo: “E ninguém diz nada (aos jogadores Muçulmanos que rezam) portanto os Cristãos estão autorizados a marcar a cruz no peito. A FIFA não faz distinção entre um jogador e outro”.

6 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe انا احدثك على نظام عالمي اللي هو الفيفا

نظام لا يفرق بين مسلم وكافر من ناحية القوانين مثلما احنا المسلمين نسجد عند الفرح

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ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe ولا يتكلم علينا احد فيحق للنصارى ايضا الشارة الى صدورهم باشارة الصليب

فالفيفا لا يفرق بين هذا وذاك

10:54 AM – 6 de Maio de 2017

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Abu Lil repreendeu o erudito religioso, escrevendo: “Saia do nosso esporte que une Cristãos, Sunitas e Xiitas numa equipe com seus corações um sobre o outro. Todos devem lidar com sua religião e deixe-nos ser. Que a FIFA seja abençoada.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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✍ابو ليل☞ @ M0503996767

@MohamadAlarefe @hesshalown انتم اطلعوا من رياضتنا اليت

10:42 AM – 5 de Maio de 2017
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Outro usuário da mídia social, Capitano, respondeu ao Sheik com sarcasmo, dizendo: “O que você está fazendo?” O regime do ISIS proíbe fazer o sinal da cruz em si mesmo; quando al-Baghdadi for eleito presidente da Fifa, discutiremos o pedido do respeitado Sheik.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @ MohamadAlarefe….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: “A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Fonte: ‘The Real Bomb Is in Islam’s Books’ – Raymond Ibrahim


“A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Por Raymond Ibrahim

3 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Durante sua visita ao Egito na semana passada, “o Papa Francisco visitou a Universidade de al-Azhar, a instituição de ensino Islâmico Sunita mundialmente respeitada”, e “se encontrou com o sheik Ahmed al-Tayeb, imam da mesquita de Al-Azhar e professor de filosofia Islâmica”. Isso tem sido divulgado por vários meios de comunicação, frequentemente com muita fanfarra.

Infelizmente, porém, Sheik Tayeb, uma vez eleito “Muçulmano mais influente do mundo“, e Al Azhar, a importante madrassa (escola) da qual ele é chefe, são partes do problema, não a solução. Tayeb é um renomado mestre em exibir uma face aos companheiros Muçulmanos no Egito — uma que apóia a pena de morte aos “apóstatas”; apela à totalidade da regra da Sharia; se recusa a denunciar o ISIS como anti-Islâmico; denuncia toda a arte como imoral, e rejeita o próprio conceito de reformar o Islã — e uma outra face aos não-Muçulmanos.

Considere, por exemplo, as palavras do Islâmico al-Behery — um reformista popular Muçulmano Egípcio que frequentemente se choca com os Islamistas no Egito, os quais o acusam de blasfêmia e apostasia. No dia seguinte ao atentado suicida de duas igrejas Cristãs Coptas no Egito no mês passado, esse scholar Muçulmano foi entrevistado via telefone num programa popular da televisão Egípcia (Amr Adib kul youm, ou “Todo os dias“). Passou a maior parte de seu tempo no ar explodindo Al Azhar e Ahmed al-Tayeb — a ponto de dizer que “70-80% de todo o terror nos últimos cinco anos é um produto da Al Azhar”.

O reformador sabe o que está falando; em 2015, telefonemas televisados ​​de Behery visando a reforma do Islã irritaram tanto Al Azhar que a venerável instituição Islâmica o acusou de “blasfêmia” contra o Islã, o que o levou à prisão.

Agora Behery diz que, desde que o Presidente Sisi implorou à Al Azhar para realizar reformas sobre como o Islã está sendo ensinado no Egito há três anos, a madrassa autoritária “não reformou sequer uma única coisa”, só ofereceu palavras. “Se fossem sinceros sobre alguma coisa, teriam protegido centenas, ou certamente evitado milhares de assassinatos no Egito”, disse al-Behery.

A título de exemplo, o reformador Muçulmano apontou que Al Azhar ainda faz uso de livros em seu currículo que ensinam coisas como “quem mata um infiel, seu sangue é salvaguardado, porque o sangue de um infiel não é igual ao de um fiel [Muçulmano]”. Da mesma forma, mostrou como o sheik Ahmed al-Tayeb afirma que os membros do ISIS não são infiéis, apenas Muçulmanos iludidos; mas as suas vítimas — como os Cristãos bombardeados — são infiéis, o pior rótulo no léxico do Islã.

Um porta-voz de Al Azhar naturalmente rejeitou as acusações do reformador Behery contra a madrassa Islâmica. Disse que a fonte dos problemas no Egito não é a instituição medieval, mas sim as “novas” ideias que chegaram ao Egito provenientes dos “radicais” do século XX como Hasan al-Bana e Sayyid Qutb, líderes fundadores/ideólogos da Irmandade Muçulmana.

A resposta de Behery foi revitalizante; esses muitos analistas Ocidentais que seguem a mesma linha de pensamento — a de que o “radicalismo” só veio depois que pensadores como Bana, Qutb, Mawdudi (no Paquistão) ou Wahhab (na Arábia) entraram em cena — fariam muito bem em ouvir. Depois de dizer que “culpar radicalmente esses homens é puro delírio”, o reformador corretamente acrescentou:

“O homem que se mata hoje em dia, não se mata por causa das palavras de Hassan al-Bana ou Sayyid al-Qutb, ou qualquer outra pessoa. Ele se mata por causa do consenso entre os ulemás (juízes), e as quatro escolas de jurisprudência, com o qual todos concordaram. Hassan al-Bana não criou essas ideias [de jihad contra infiéis e apóstatas, destruindo igrejas, etc.]; Elas estão por aí há muitos, e muitos séculos…. Estou falando sobre o Islã [agora], e não como vem sendo ensinado nas escolas.”

A título de exemplo, Behery disse que se alguém hoje em dia entrar em qualquer mesquita Egípcia ou livraria, e pedir um livro que contenha as decisões das quatro escolas de jurisprudência Islâmica, “tudo o que está acontecendo hoje será encontrado neles; assassinar o Povo do Livro [Cristãos e Judeus] é obrigatório. Não vamos começar a brincar uns com os outros e culpar tais pensamentos sobre Hassan al-Bana!” Behery disse mais:

“Há uma curta distância entre o que está escrito em todos esses livros antigos e o que aconteceu ontem [bombardeios das igrejas Coptas] — a verdadeira bomba está nos livros, que repetidamente chamam os Povos do Livro de “infiéis”, que ensinam que todo o mundo é infiel… Hassan al-Bana e Sayyid al-Qutb não são a fonte do terror, mas são seguidores desses livros. Poupem-me com o termo Qutbism, que fez a nação sofrer com o terrorismo por 50 anos.”

Behery não culpa Al Azhar pela existência desses livros; ao contrário, ele, assim como muitos reformadores, querem que a instituição Islâmica quebre a tradição, que denuncie as decisões das quatro escolas de direito [Islâmico] como produtos de mortais falíveis e a reformem de forma compatível com o mundo moderno. E disse que, considerando que o ex-imam do Egito, Sheikh Muhammad Sayyid Tantawi (d. 2010), tinha “mesmo sem ter sido requisitado, removido todos os livros antigos e colocado apenas um livro introdutório, e quando al-Tayeb” — que dias atrás abraçou o Papa Francisco — retornou, se livrou desse livro e trouxe de volta todos os livros antigos, os quais estão cheios de matança e derramamento de sangue.”

A conclusão final, de acordo com Behery, é que o governo Egípcio — e aqui o Vaticano faria especialmente bem em ouvir — não pode confiar na Al Azhar para realizar qualquer reforma, pois é a mesma que impulsiona o Egito para trás.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

sFonte: Why Islamists and Fascists Persecute Christians – Raymond Ibrahim


Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

Por Raymond Ibrahim

28 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Um estudo do Centro para Estudos sobre Novas Religiões com sede na Europa, confirmou recentemente que os “Cristãos continuam sendo os fiéis mais perseguidos do mundo, com mais de 90.000 seguidores de Cristo mortos no último ano [2016]”, o que reflete uma morte a cada seis minutos. O estudo também descobriu que cerca de 600 milhões de Cristãos ao redor do mundo foram impedidos de praticar sua fé.

Qual grupo é mais propenso a perseguir Cristãos ao redor do mundo? A resposta foi esclarecida por outro estudo recente, o qual constatou que das dez nações ao redor do mundo, onde os Cristãos sofrem as piores formas de perseguição, nove são Islâmicas, embora a pior delas e absoluta — a Coréia do Norte — não é.

O que há nos Cristãos que traz o pior de algumas pessoas, Muçulmanos em sua maioria? Três razões principais vêm à mente, embora existam mais:

  • O Cristianismo é a maior religião do mundo. Há cristãos praticamente em todo o mundo, inclusive em grande parte do mundo Muçulmano. Além disso, porque grande parte do território que o Islã conquistou ao longo dos séculos era originalmente Cristão — incluindo todo o Oriente Médio, Turquia e África do Norte — e continuando confrontando vestígios do Cristianismo. Somente no Egito, que era o centro intelectual da antiga Cristandade antes das invasões Islâmicas, restam pelo menos 10 milhões de Cristãos. Em suma, somente por conta do seu número absoluto, Cristãos no mundo Muçulmano são muito mais propensos a sofrerem sob o Islã do que outros “infiéis”.
  • O Cristianismo se dedica a “proclamar o Evangelho” (literalmente, “as boas novas”). Nenhuma outra religião maior — nem o Budismo, Hinduísmo, Judaísmo — tem esse aspecto missionário. Essas crenças tendem a ser coextensivas com certas etnias e cultivadas em certos locais. A única outra religião que tem o que pode ser descrito como um elemento missionário é o próprio Islã. Assim, porque o Cristianismo é a única religião que desafia ativamente os Muçulmanos com as verdades de sua própria mensagem, também é a religião principal a ser acusada de proselitismo, o qual é proibido pela lei Islâmica. E, ao proclamar publicamente ensinamentos que contradizem a mensagem central de Muhammad — incluindo a mensagem central do Cristianismo — os Cristãos caem em conflito também com a lei de blasfêmia do Islã. Daí a razão pela qual a maioria dos Muçulmanos que cometem apostasia por outras religiões — e são punidos por isso, às vezes com a morte — apostatam pelo Cristianismo.
  • O Cristianismo é a quintessência do martírio. Desde o início — começando com Jesus e seguido por seus discípulos e inúmeros outros da igreja primitiva — muitos Cristãos se dispuseram a aceitar a morte em vez de parar de espalhar o Evangelho — ou pior, renunciar a fé; isto era evidente nos tempos antigos nas mãos do Império Romano pagão e nos tempos medievais (e modernos) nas mãos dos Muçulmanos e de outros perseguidores. Praticamente nenhuma outra religião incentiva seus adeptos a abraçar a morte em vez de abjurar a fé. Assim, enquanto Cristo diz: “Mas aquele que me negar diante dos homens, eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” (Mateus 10:33, ver também Lucas 14:33), o Islã ensina os Muçulmanos a esconder e até a renunciar publicamente a Muhammad, em vez de morrer. Além disso, outras religiões e seitas aprovam a dissimulação para preservar a vida de seus adeptos. Um missionário do século XIX observou que no Irã “o Bahaísmo aprecia a taqiyya (ocultação da fé) como um dever, mas o Cristianismo exige a declaração pública; e portanto, na Pérsia é muito mais fácil se tornar um Bahai do que se tornar um Cristão. “[I]

É claro que as leis opressivas do Islã têm como alvo pessoas de todas ou nenhuma religião. Muitos apóstatas Muçulmanos sinceros no Ocidente, que não se converteram ao Cristianismo, devem temer a execução caso acabem nas mãos de seus ex-correligionários. No entanto, estão aqui e agora, vivos e bem no Ocidente e nos advertem, precisamente porque não estavam desafiando as verdades espirituais do Islã na ocasião, quando estavam vivendo sob sua sombra — e por que deveriam ter feito? Se a vida está limitada ao agora, como acontece na cosmovisão secular, por que arriscar, especialmente quando simplesmente não balançar o barco, como muitos “Muçulmanos moderados” o fazem, irá salvá-lo?

É de fato uma propensão do Cristianismo de não seguir a linha que, desde os seus primórdios até agora, fez com que fascistas [ii] e supremacistas de todos os tipos — desde o antigo Império Romano (de onde vem a palavra fascista) até a atual Coréia do Norte — perseguissem Cristãos. O último tem uma longa história de recusa ao silêncio, pagando uma falsa propaganda onde todos estão dispostos a compartilhar para sobreviver.

Assim como Jesus irritou Pilatos, recusando-se a proferir algumas palavras para salvar sua vida — “Você não percebe que tenho o poder de te libertar ou crucificar?”, Perguntou o despreocupado procurador (João 19:10) — seus discípulos e incontáveis ​​outros Cristãos antigos desafiaram o Império Romano, levando vários imperadores a lançar o que, pelo menos até agora, eram consideradas as piores perseguições da história dos Cristãos; e hoje, incontáveis ​​Cristãos modernos continuam sofrendo e sendo assim punidos pelos seus senhores totalitários e supremacistas — da Coréia do Norte a todos os cantos do mundo Muçulmano — pelas mesmas razões.

[i]Samuel M. Zwemer, The Law of Apostasy in Islam: Answering the Question Why There are So Few Moslem Converts, and Giving Examples of Their Moral Courage and Martyrdom (London: Marshall Brothers, 1916), 25.

[ii] Uso o termo “fascista (s)” aqui no sentido popular — como num regime não-Cristão que “reprime forçosamente a oposição e a crítica” — e não em referência a qualquer partido ou governo fascista particular história.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Papa No Egito: “Vamos dizer… ‘Não!’ a todas as formas de violência… perpetradas em nome da religião”

Fonte: Pope in Egypt: “Let us say… ‘No!’ to every form of violence…carried out in the name of religion”


Papa No Egito: “Vamos dizer… ‘Não!’ a todas as formas de violência… perpetradas em nome da religião”

Por Robert Spencer

28 de Abril de 2017

É difícil ser Egípcio: água virando sangue, rãs, piolhos, animais selvagens, criatório doente, furúnculos, granizo, gafanhotos, escuridão, morte do primogênito e agora o Papa Francisco.

Sério, Francisco observa a “incompatibilidade da violência e da fé” e diz: “Vamos dizer mais uma vez, um firme e claro ‘Não!’ a todas as formas de violência, vingança e ódio perpetrados em nome da religião ou em nome de Deus.”

Tudo isso soa bem, mas este é o homem que disse que “o Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a toda forma de violência”.

É claro que ele não revisou essa visão catastroficamente contrafactual, pois em vez de, se afastar de sua declaração, sobre a rejeição da violência em nome da religião, e apelar à Al-Azhar para reformar os ensinamentos do Islã que exigem violência contra os incrédulos, Francis partiu para o controle de armas e uma denúncia oblíqua a Donald Trump e líderes Europeus que querem deter o ataque de migrantes Muçulmanos: “Francisco pediu o fim da ‘proliferação de armas’ e ridicularizou as “formas demagógicas de populismo”. Comentou sobre as armas: “se forem produzidas e vendidas, mais cedo ou mais tarde serão usadas. Somente trazendo à luz do dia, as obscuras manobras que alimentam o câncer de guerra, é que suas causas reais poderão ser impedidas. Os líderes nacionais, as instituições e os meios de comunicação são obrigados a empreender essa tarefa urgente e grave.” Como se pudesse dar um fim à jihad simplesmente confiscando as armas, coisa que só alguém que acredita que o Alcorão se opõe a qualquer forma de violência poderia pensar.

Em saudação ao sinistro Ahmed al-Tayeb de Al-Azhar, Francis foi mais uma vez fotografado sorrindo alegremente enquanto Tayeb olhava para trás friamente. Cada foto deles capta as mesmas expressões, e eles são uma parábola para o embuste do “diálogo inter-religioso” e para a atitude dos líderes Ocidentais em comparação com a dos líderes dos países Muçulmanos: o Ocidental ingênuo e ignorante buscando uma amizade sincera, feliz em provar-se “tolerante” e não “Islamofóbico”, enquanto seu homólogo Muçulmano, muito mais consciente do que está acontecendo, reage friamente e não revela o que está pensando.

Mas aqueles que estão conscientes do desprezo pelos Cristãos que está no Alcorão e na Suna, e a natureza e magnitude da jihad global, terão uma boa ideia do que está passando pela mente de al-Tayeb.

Papa Francis No Egito:” Não A Todas As Formas De Violência“, por Sarah Sirgany e Joe Sterling, CNN, 28 de abril de 2017:

Cairo (CNN) — O Papa Francisco, falando no coração da erudição Islâmica Sunita, destacou a importância da unidade entre Muçulmanos e Cristãos para moldar a paz mundial e enfatizou a “incompatibilidade da violência e da fé”.

“Vamos dizer mais uma vez, um firme e claro, ‘Não!’ a todas as formas de violência, vingança e ódio perpetrados em nome da religião ou em nome de Deus”, disse o Papa em Italiano no discurso da Conferência de Paz na Universidade Al-Azhar, o principal centro de ensino superior dos Muçulmanos Sunitas.

O Papa chegou ao Egito na Sexta-feira, dando início a uma viagem de dois dias destinada a forjar a fraternidade Muçulmano-Cristã e mostrar solidariedade com a perseguida minoria Cristã Copta.

Francisco se encontrou com o sheik Ahmed el-Tayeb e se tornou o primeiro pontífice a visitar a instituição desde o Papa João Paulo II em 2000.

O Papa e o Grande Imam falaram no encerramento da Conferência Internacional pela Paz, organizada por Al-Azhar. Quando cumprimentou o Grand Imam, o Papa o chamou de “meu irmão”. Os homens sentaram-se lado a lado na conferência….

Francis abriu seu discurso com “As-Salaam Alaikum”, a tradicional saudação Muçulmana em Árabe que significa “Que a paz esteja sobre vós”, após o discurso do Imam. ” A fim de evitar conflitos e construir a paz, é essencial que não esqueçamos os esforços para eliminar as situações de pobreza e exploração onde o extremismo se arraiga mais facilmente e para bloquear o fluxo de dinheiro e armas destinados àqueles que provocam a violência”, disse. Francisco pediu o fim da “proliferação de armas” e as “formas demagógicas de populismo”.

“Se forem produzidas e vendidas, mais cedo ou mais tarde serão usadas”, disse. “Somente trazendo à luz do dia, as obscuras manobras que alimentam o câncer de guerra, é que suas causas reais poderão ser impedidas. Os líderes nacionais, as instituições e os meios de comunicação são obrigados a empreender esta tarefa urgente e grave.”…

O Papa, novamente falando em Italiano, concentrou-se no papel do Egito na luta contra o terrorismo na região, evocando incidentes de sua história Bíblica e moderna. Saudou cerimonialmente todos os povos Egípcios, incluindo os Cristãos minoritários — os Ortodoxos Coptas, os Bizantinos Gregos, os Ortodoxos Armênios, os Protestantes e os Católicos. “Sua presença neste país não é nova ou acidental, mas antiga e uma parte inseparável da história do Egito” disse o Papa. “Você é parte integrante deste país, e ao longo dos séculos desenvolveu uma espécie de relação única, uma simbiose particular, que pode servir de exemplo para outras nações”.

Francis destacou o sacrifício de membros do exército e da polícia, o êxodo forçado de Cristãos do Sinai e os últimos bombardeios da igreja. Enfatizou também o respeito aos direitos humanos e às liberdades religiosas…

O Papa Tawadros II, chefe da Igreja Ortodoxa Copta do Egito, cumprimentou Francisco na Catedral Copta Ortodoxa de São Marcos, no distrito de Abbassiya, no Cairo, informou a TV estatal. Caminharam juntos em procissão e participaram de orações ecumênicas na igreja adjacente de São Pedro, o local de uma explosão mortal em Dezembro que deixou pelo menos 23 pessoas mortas….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Porta-Voz Da Igreja Anglicana: “As Crianças Devem Ser Forçadas A Aprender Sobre O Islã”

Fonte: Church of England Spokesman: ‘Children Should Be Forced to Learn About Islam’

Photo Cover Credit: Christopher Furlong/Getty Images – Edited (Black and White) by Muhammad e os Sufis.


Porta-Voz Da Igreja Anglicana: “As Crianças Devem Ser Forçadas A Aprender Sobre O Islã”

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

28 de Abril de 2017

A Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra) pediu para que aos pais percam o direito de retirar seus filhos das aulas de educação religiosa — porque alguns pais aparentemente estão usando isso para tirar seus filhos das lições sobre o Islã.

Atualmente, os pais podem optar por não querer que seus filhos participem das aulas de educação religiosa (ER), e podem fazê-lo sem dar uma razão.

No entanto, Derek Holloway, diretor de ER da Igreja Anglicana, pediu que esse direito seja removido dos pais e que seus filhos sejam expostos a outras religiões do mundo, independentemente dos pontos de vista dos pais.

“Parece que [alguns pais] não querem que seus filhos sejam expostos a outras crenças e visões do mundo, em particular o Islã. Estamos preocupados porque estão negando a esses alunos a oportunidade de desenvolverem as habilidades que precisam para viverem juntos quando adultos”, disse ao Times.

Acrescentou: “Curiosamente, ocorreram também alguns casos, em diferentes partes do país, de pais com crenças religiosas fundamentalistas, com consequência semelhante. Isso não se limita a nenhuma religião ou área específica do país”.

Em um post na página do Facebook da Igreja Anglicana, insistiu que as crianças devem ser ensinadas sobre todas as religiões para prepará-las para a vida como cidadãos globais.

“As religiões são globais em seu alcance e são globais em sua organização. O Reino Unido é parte de uma comunidade global, e por isso, este é o momento perfeito para considerar o conteúdo do currículo de ER, balanceado em termos globais e não nos termos dos dados do Censo paroquial Inglês”, escreveu.

A Igreja Anglicana coordena aproximadamente 4.700 escolas, das quais aproximadamente 200 são escolas secundárias ou médias. A Igreja é, portanto, responsável por educar cerca de um milhão de crianças por ano.

No entanto, apesar das diretrizes do governo estipularem que a educação religiosa deve expressar que “as tradições religiosas da Grã-Bretanha são principalmente Cristãs”, continuam dizendo que devem “levar em conta os ensinamentos e as práticas das outras religiões principais”.

Em seu blog, Holloway apoiou esse princípio, escrevendo: “As escolas da Igreja não são ‘escolas de fé para fiéis, são escolas da igreja que servem a comunidade’. Portanto, não procuramos oferecer um currículo de Educação Religiosa (ER) adequado apenas àqueles de origem Cristã, mas uma Educação Religiosa que é um componente essencial de uma educação que permite que todos os alunos que servimos de todas as crenças, sem privilégios, seja preparado para a vida na Grã-Bretanha moderna.”

Acrescentou: “O direito de abandonar a ER agora dá conforto àqueles que estão violando a lei e buscando incitar ao ódio religioso”.

No entanto, o blog do Sr. Holloways levantou preocupações dos pais sobre a interferência do estado. Martin Earnest comentou: “Essa é uma proposta terrível e vai muito além do limite com a igreja interferindo no Estado e privacidade de consciência.

“Vou retirar o meu filho do ER para evitar o doutrinamento religioso através do Estado.”

Outro leitor, Eric Norton, acusou a igreja de hipocrisia, discordando da afirmação do Sr. Holloway de que as escolas da igreja não são escolas de fé. “Se isso é verdade, por que a Igreja fez lobby e obteve isenções da legislação de igualdade que permite que suas escolas façam exatamente o que você alega não fazer?”, perguntou.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis