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DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.
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BAT YEOR: “O CALIFADO UNIVERSAL ESTÁ DIANTE DE NÓS”

Fonte/Source: Bat Ye’or: ‘The universal caliphate stands before us’ Read 


Por Tião Cazeiro

Traduzi recentemente um artigo incrível com a historiadora Bat Ye’or intitulado “EURABIA E A TRAIÇÃO À ISRAEL: UMA ENTREVISTA COM BAT YE’OR“. Leitura essencial.

Agora, traduzi e reproduzi abaixo um texto dela  publicado pelo “American Thinker” em 2011.

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.


“O Califado Universal Está Diante de Nós”

Por Bat Ye’or

Texto publicado em 2011.

 ‘American Thinker’: Em seu livro “Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate, publicado em 2011, Bat Ye’or atualiza sua análise para demonstrar como a contínua e moralmente grotesca metamorfose Eurabiana está avançando ativamente —através das Nações Unidas, em particular — na busca eterna do Islamismo pela dominação terrena sob a Sharia, ou seja, um Califado Global.

As conclusões de Bat Ye’or nesse trabalho indispensável (pp. 183-185) são reproduzidas a seguir:


Ao escrever este estudo, lembrei-me de uma questão que me incomodou há vinte e cinco anos quando pesquisava “As Cristandades do Oriente entre jihad e dhimmitude” (1991).

Como os povos e estados Cristãos, alguns com exércitos poderosos e as culturas mais ricas de seu tempo, desmoronaram diante do ataque da jihad e dhimmitude a partir do século VII ao XV? Agora, não me pergunto mais essa questão.

O processo de degradação que eu costumava estudar e documentar nas antigas crônicas, tenho visto acontecer na Europa de hoje. Quando examinei o passado vi que estava se repetindo no presente, sob meus próprios olhos. Na verdade, a situação atual é uma reminiscência daquela que seguiu as conquistas Muçulmanas. Manter os funcionários Cristãos em suas posições preservou uma aparência de continuidade. Por trás do nevoeiro, a Islamização pode penetrar em cada estrato das sociedades derrotadas. No entanto, com o tempo, o colapso desse edifício revelou o verdadeiro papel desses pastores, cujo trabalho era fazer cumprir as ordens do califado sobre o seus, sob pena de morte. Faltava um elo essencial na cadeia de eventos: as motivações dos seres humanos que os conduzem numa direção inabalável dentro do caos dos eventos, a rota desviante para um objetivo final. Agora esse link se revelou na mistura de medo, covardia, corrupção, ódio e ambições de curto prazo que, no espaço de quarenta anos, tem levado a Europa ao longo da estrada para a Eurabia, um estágio intermediário para uma mudança ainda mais profunda.

Existe uma moral nessa história? Para as sociedades Judaico-Cristãs, a resposta é afirmativa, porque a Bíblia, o fundamento espiritual dessas sociedades, concede liberdade e dignidade ao homem, bem como seu corolário: responsabilidade. O significado bíblico do bem e do mal tendo penetrado em todos os aspectos do Cristianismo, o último não poderia manter vivo o seu ódio por Israel mais do que o veneno auto infligido.

Ativa na busca de sua própria Islamização, a Europa encorajou a rejeição da Bíblia Hebraica. A lealdade às suas origens foi uma ação de retaguarda travada por defensores heróicos. Pressionados pelos governos, as Igrejas apoiaram a heresia Palestina do Centro de Teologia da Libertação de Sabeel, professando um Cristianismo Marcionita Islamizado, que não só removeu todas as raízes da Bíblia Hebraica, como também despojou o povo Judeu de seu próprio patrimônio eterno e transferiu aos Palestinos. “Palestina Árabe” e a Igreja deixou de ser a nova Israel. Esse movimento majoritário na Europa de hoje é a arma da OIC [Organização da Conferência Islâmica; desde 28 de Junho de 2011, representa todos os 57 estados Muçulmanos, e é o maior bloco de votação nas Nações Unidas]. Cortado de sua base, o Cristianismo pôde, assim, ser recuperado para o Islã. Essa parece ser a missão do Centro Sabeel de Jerusalém e das Igrejas Árabes do Oriente.

Ao lado de um culto de ódio por Israel e a Bíblia, houve outras dinâmicas envolvidas na desintegração da Europa. No entanto, para mim, esse aspecto parece apresentar um dos principais elementos da aliança Europa-OIC, porque a extinção de Israel é essencial para o OCI na conquista do Ocidente Cristão. Israel nasceu da libertação de homens e mulheres da escravidão e com sua liberdade veio a responsabilidade moral — características que são consubstanciais com o significado de Israel desde a antiguidade. A rejeição e até o divórcio cheio de ódio desse espírito de liberdade abriram o caminho para o dhimmitude pregado pelas Igrejas Árabes e para os Cristãos rejeitarem totalmente sua identidade. A renovação das alianças Euro-Árabes formadas por Fascistas e Nazistas deu substância ao culto Palestino, Muçulmano-Cristão de substituição por Israel. A luta contra Israel, inerente à escolha da Palestina, proporcionou a base para a construção de Eurabia. Essa ideologia determinou a negação da jihad e encorajou as políticas autodestrutivas da Islamização moral e ideológica na Europa.

É evidente que tais escolhas, endêmicas nas sociedades Cristãs, representam correntes permanentes que levam inelutavelmente à destruição dos valores Judaico-Cristãos e Iluministas. Determinou a escolha da servidão sobre a liberdade, como a estamos vendo hoje. Porque não se pode comprometer a própria identidade e liberdade, a menos que já seja um escravo… ou um dhimmi.

A Europa perdeu sua aposta. Refém do ódio contra Israel, pensou que poderia salvar a paz por sua rendição ao terrorismo Palestino desde o final da década de 1960. Polindo os instrumentos de sua própria derrota, argumentou que o terrorismo não será derrotado através da opção militar, mas sim através do diálogo, do multilateralismo e do multiculturalismo, o principal argumento do próximo Califado. Ela tem usado inteligentemente esses instrumentos para justificar a estratégia de rendição e para transformar as vitórias militares de Israel em derrotas políticas, correndo para resgatar seus inimigos implacáveis ​​para manter o conflito vivo.

A Palestinização da Europa trouxe o Califado às cidades da Europa. Ele avançou através da negação dos perigos e do ofuscamento da história. Avançou sobre os carpetes dourados dos corredores do diálogo, nas redes de alianças e parcerias, na corrupção de seus líderes, intelectuais e ONGs, particularmente das Nações Unidas. O Califado já está vivo e cresce dentro da Europa, na extinção das liberdades básicas, no controle sobre o pensamento, das opiniões e a cultura, subversão das leis democráticas pela Sharia, fatwas, autocensura e medo — companheiros inseparáveis ​​da dhimmitude.

O Califado universal, para o qual a Europa forneceu um trampolim na ONU, está diante de nós, unindo o poder político e religioso. Ele se estabeleceu como o protetor das massas imigrantes Muçulmanas no mundo e exige que permaneçam firmemente ancorados nas tradições Islâmicas do Alcorão e da Suna, seguindo as leis da Sharia enquanto os Europeus são orientados a abandonar seus valores históricos e até mesmo sua identidade condenada como Islamofobia. Hoje, rumores abafados surgem dos povos da Europa, anunciando aos que criaram essa situação que não escaparão do julgamento da história.


Livros Essenciais da Bat Ye’or:

  1. Eurabia: The Euro-Arab Axis (English Edition)

  2. Understanding Dhimmitude (English Edition)

  3. Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate

Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel”

Fonte/Source: Trump recognizes Jerusalem as Israel’s capital, starts embassy move


Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel, e inicia a transferência da embaixada

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O Presidente dos EUA desafia os avisos de líderes Árabes e mundiais, diz que o movimento não afeta o processo de paz e endossa uma solução de dois estados se ambas as partes concordarem.


WASHINGTON – Desafiando sérias advertências mundiais, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira rompeu com décadas de EUA e política internacional ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Apesar dos apelos urgentes dos líderes Árabes e Europeus e do risco de protestos e violência antiamericana, Trump declarou que estava encerrando uma abordagem que há décadas não conseguiu avançar nas perspectivas de paz. Ele também, pela primeira vez, aprovou o conceito de “solução de dois estados” para Israel e os Palestinos, desde que ambos os lados concordem com isso.

“Eu determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel”, disse em discurso na Casa Branca, chamando-o de “atrasado” e no melhor interesse dos Estados Unidos. Ele disse o reconhecimento confirmou o “óbvio” de que Jerusalém é a sede do governo de Israel, apesar do status disputado que é um dos elementos-chave do conflito Israelense-Palestino.

“Isso é nada mais, nada menos que o reconhecimento da realidade”, disse ele.

Trump também ordenou que o Departamento de Estado comece o processo de transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, conforme exigido pela lei dos EUA. Funcionários disseram, no entanto, que o movimento levará anos para ser completado.

Trump afirmou que sua decisão não comprometeria as fronteiras geográficas e políticas da cidade, que ainda serão determinadas por Israel e Palestinos.

O Primeiro-Miinistro Benjamin Netanyahu elogiou Trump, dizendo que Israel estava “profundamente grato”.

“Este é um dia histórico”, disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo. “Estamos profundamente gratos pelo presidente por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e preparando-se para a abertura da embaixada dos EUA aqui”.

Netanyahu disse que o movimento reflete o “compromisso de Trump com uma verdade antiga, mas duradoura, cumprir suas promessas e promover a paz”.

O principal negociador Palestino, Saeb Erekat, disse que a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel “desqualificou os Estados Unidos da América a desempenhar qualquer papel em qualquer processo de paz”.

Turquia liderou a oposição Muçulmana com o Ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, dizendo que isso é contra o direito internacional.

“Condenamos a declaração irresponsável da administração dos EUA confirmando que reconhece Jerusalém como a capital de Israel e que vai mudar a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém”, escreveu no twitter. “Esta decisão é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

Mesmo os aliados mais próximos da América na Europa questionaram a sabedoria da radical saída de Trump da posição passada dos EUA, que era cuidadosamente neutra sobre a soberania da cidade.

“Esta é uma decisão lamentável que a França não aprova e vai contra o direito internacional e todas as resoluções do Conselho de Segurança da ONU”, disse o Presidente Francês, Emmanuel Macron.

O chefe da ONU, Antonio Guterres, falou contra o que ele chamou de “medidas unilaterais” que põem em perigo a perspectiva de paz entre Israelenses e Palestinos.

“Neste momento de grande ansiedade, quero deixar claro: não há alternativa para a solução de dois estados. Não há Plano B “, disse ele, sem mencionar o discurso de Trump.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que o trabalho de transferência da embaixada começará imediatamente.

“Nós consultamos muitos amigos, parceiros e aliados antes do Presidente tomar sua decisão. Acreditamos firmemente que há uma oportunidade para uma paz duradoura “, disse em comunicado.

No entanto, disse também que os EUA estavam se preparando para a agitação em resposta à decisão.

“A segurança dos Americanos é a maior prioridade do Departamento de Estado, e em conjunto com outras agências federais, implementamos planos de segurança robustos para proteger a segurança dos Aamericanos nas regiões afetadas”, disse Tillerson.

Diante do discurso de Trump, líderes Árabes e Muçulmanos falaram sobre o potencial de violência. Em Gaza, centenas de manifestantes Palestinos queimaram bandeiras Americanas e Israelenses. Eles também acenaram bandeiras e banners Palestinos proclamando Jerusalém como sua “capital eterna”, linguagem que os Israelenses usam de maneira semelhante para a sua nação.

Jerusalém inclui o terreno mais sagrado do Judaísmo. É também o lar do santuário mais antigo do Islã e dos principais locais Cristãos, e qualquer dano percebido às reivindicações Muçulmanas à cidade desencadeou protestos no passado, na Terra Santa e além.

O consulado Americano em Jerusalém ordenou que o pessoal dos EUA e suas famílias evitassem visitar a Cidade Velha de Jerusalém ou a Cisjordânia e exortou os cidadãos Americanos em geral a evitar lugares com maior presença policial ou militar.

O hospital de Jerusalém, Shaare Zedek, disse à equipe da sala de emergência que se preparasse para a possível violência que poderia sair após o discurso na noite de quarta-feira.

Os funcionários foram convidados a ficar “de plantão” nos próximos três dias em antecipação ao aumento das baixas em confrontos em e em torno de Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


 

Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos…

Fonte/Source:Red Cross Demands Branches Remove Crucifixes to Be More Secular


Por Tião Cazeiro

A Cruz Vermelha, — assim como a Solidaris, um fundo de seguro saúde socialista da Valônia, Bélgica, que retirou a cruz da mitra de São Nicolau, — e muitas outras organizações na Europa, estão facilitando o trabalho dos supremacistas Islâmicos.
Muçulmanos odeiam a cruz, de acordo com o Alcorão, que nega a morte de Jesus na cruz (4: 157), e no momento em que tomarem o poder na Bélgica, os dhimmis  já terão removido preventivamente todas as cruzes por precaução, para não irritá-los.

Alcorão 4:157
"E por dizerem: 
Matamos o Messias, 
Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, 
embora não sendo, na realidade, 
certo que o mataram, nem o crucificaram, 
senão que isso lhes foi simulado. 
E aqueles que discordam, quanto a isso, 
estão na dúvida, 
porque não possuem conhecimento algum, 
abstraindo-se tão-somente em conjecturas; 
porém, o fato é que não o mataram."

 Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos Para Ser Mais Secular

Por Chris Tomlinson

4 Dezembro de 2017 

Voluntários criticaram a beneficente Cruz Vermelha depois de receberem um comunicado pedindo para removerem os crucifixos das paredes das filiais, porque a organização quer se tornar mais secular.

As filias da organização de ajuda internacional da Bélgica receberam um e-mail do Comitê Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos. André Rouffart, presidente da Cruz Vermelha em Verviers, disse: “Nos pediram para respeitar os princípios da Cruz Vermelha”, e não distinguir entre raça ou crença religiosa, como reporta 7sur7.

Rouffart disse que voluntários e outros membros reclamaram sobre a decisão, mas minimizou o problema, dizendo: “Acho que é uma tempestade numa xícara de chá”.

Vários voluntários conversaram com a emissora Belga RTL e expressaram hostilidade ao movimento, com um deles dizendo: “Deixe as coisas permanecerem como estão. Costumamos dizer “Feriados de Natal”, agora são “Feriados de inverno”. O mercado de Natal em Bruxelas tornou-se “Prazer de Inverno”.

“Para uma certa parte da população — por causa dos Muçulmanos — as cruzes foram removidas das casas da Cruz Vermelha e, mais particularmente, na de Verviers,” acrescentou o voluntário.

Tradução do Twitter acima: “A Cruz Vermelha que sempre foi tão respeitada está agora reforçando a tirania do Politamente Correto.”

A ordem segue uma sugestão de remoção de uma cruz na França que estava localizada acima de uma estátua de São João Paulo II em Ploërmel, Bretanha. O movimento provocou indignação entre muitos o que levou o governo Polonês e Húngaro a se oferecerem para ficar com a cruz.

“Tais medidas devem ser consideradas como tentativas de acabar com a civilização e a cultura do continente”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjártó.

Tradução do Twitter acima: Depois que a França ordenou a remoção da cruzes, a Hungria perguntou: “Será que qualquer um tem o direito de liberdade de expressão exceto os Cristãos?”

Na Irlanda, o sacerdote Católico Padre Desmond O’Donnell pediu aos Cristãos para abandonar completamente a palavra “Natal”, dizendo que a comercialização do feriado substituiu o significado Cristão original.

Enquanto as velhas tradições de Natal estão sendo substituídas, outros emergem — incluindo barreiras antiterrorismo envoltas em papel de embrulho de Natal e arcos vermelhos brilhantes na cidade de Bochum, na Alemanha, para evitar ataques terroristas Islâmicos radicais como o massacre na Feira de Natal de Berlim em Dezembro de 2016.


Tradução; Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Por Tião Cazeiro

2 de Dezembro de 2017

“Nesta semana, o Presidente dos Estados Unidos transmitiu mensagens maliciosas de um grupo racista e ultranacionalista diretamente a quase 44 milhões de pessoas. Esses 44 milhões o seguem no Twitter e podem ter compartilhado essas mensagens antimuçulmanas para milhões de pessoas a mais.

O presidente retuitou três vídeos postados por um líder do grupo Britain First. Todos os vídeos culpam Muçulmanos por crimes ou ofensas, mas em poucas horas, as afirmações foram ditas como falsas ou fora de contexto. O gabinete da primeira-ministra Teresa May disse que o Britain First “busca dividir as comunidades através do uso de narrativas odiosas que provocam tensões”. É como se o primeiro-ministro Britânico tivesse compartilhado um tuite de David Duke (“ex-líder de uma filial da Ku Klux Klan (KKK) foi um dos vários supremacistas brancos que inundaram no fim de semana passado as ruas de Charlottesville” – El País)— que, por sinal, viu os vídeos da Grã-Bretanha e retuitou: “Graças a Deus por Trump! É por isso que o amamos!” — Scott Simon

Esse texto pertence a um idiota chamado Scott Simon, a quem o Washington Post elogia como “o programa de notícias mais alfabetizado, espirituoso, emocionante e simplesmente interessante…”, e por Brett Martin do Time-Out New York “as duas horas mais ecléticas e inteligentes da radiodifusão”.

Entender como o outro pensa ajuda você a compreender o fato em si, a realidade. Morei um bom tempo em Londres, trabalhei com os ingleses o suficiente para saber que quando explodem, de fato, é porque a coisa está insuportável.

O mundo está lotado de gente como Scott Simon, gente sem noção, que desconhece a História do Islã ao longo de 1400 anos. Pessoas que acreditam nesse empreendimento paramilitar totalitário, sem perceber que serão vítimas do mesmo, caso não se convertam.

Em suma, venho acompanhando Jayda Fransen e ela explodiu há muito tempo, mas agora a luz que ela emana está incontrolável, a ponto de receber explicitamente o apoio do Trump, o ‘líder do mundo livre’.

Jayda pede o fechamento de todas as mesquitas e a expulsão de todos os Muçulmanos radicais, que estão se apropriando e aterrorizando a população Inglesa. E mais, ela é inteligente e se expressa extraordinariamente bem.

Credibilidade não falta a ela e é capaz, como o video mostra, de protestar em frente a uma mesquita de Londres , suportando cuspes, ofensas etc.. Dizer que ela é uma louca fará de você um idiota. Ela agora é a voz sufocada de milhões de Ingleses, humilhados pelo Islã em seu próprio país. Acompanho isso no Twitter todos os dias e afirmo que o governo fará tudo para tirar a Jayda de circulação.

A pressão Islâmica mundial movida a petrodólar vai acelerar o banimento do Islã no mundo, e consequentemente, levará à guerra, esta já declara pelo Islã faz tempo.

Isso se deve a impossibilidade de haver uma reforma no Islã, como aconteceu em outras religiões. A Arábia Saudita está levantando algumas questões atualmente, mas o tempo dirá. A crescente opinião pública mundial aponta para essa direção. Se você não acredita no que estou dizendo é porque você está muito mal informado.

Existem padrões Muçulmanos que remontam a 1400 anos. Esses padrões se repetem e não serão reformados. Aqueles que apostam numa reforma irão se decepcionar.

Consequentemente, sendo o Islã incompatível com o Ocidente por ter como missão subjugar o infiel, pela persuasão ou pela força, e isto está escrito, e é PRESCRITO nos textos sagrados do Islã, podemos concluir que o segundo maior país Católico do mundo, o Brasil, enfraquecido pelos partidos de esquerda, não escapará do conflito armado, quando o Islã se tornar mais expressivo populacionalmente. Este é um padrão inexorável do Islã. O Islã não veio para assimilar ou compartilhar, veio para eliminar tudo aquilo que não reflete o Alcorão. É totalitário por natureza.

Jayda Fransen, a ‘estrela brilhante’ do ativismo anti-Islã, tem a coragem de um grande guerreiro, que luta para resgatar o seu país, para salvar o seu país de um desastre total. Trump acertou em cheio, acordando a Grã-Bretanha com um choque de realidade.

O Scott Simon, esse globalista idiota e a sua turminha, acreditam que criticar o Islã é racismo, ultranacionalismo, Islamofobia etc. O Islã não é uma raça, chamar alguém de racista porque critica o Islã é pura ignorância. Defender a sua própria casa é uma obrigação de todo ser humano lúcido. Islamofobia é uma estratégia para você não interromper o avanço Islâmico global, para não criticar o Islã.


 A Grã-Bretanha agora é submissa à Sharia.
Jayda Fransen

Chegou a hora de fechar as fronteiras da Europa! Basta!” — Jayda Fransen

Vítimas de migrantes Muçulmanos.

Bem-vindos ao Mundo Ocidental. Este é o nosso futuro! — Jayda Fransen

Assista a estes vídeos. Não se preocupe com o Inglês, apenas assista, as imagens falam por si mesmas.  A Jayda é Cristã, por isso protesta com uma cruz nas mãos, e para mostrar que a Grã-Bretanha é Cristã.


 

O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Fonte/Source: What do Muslims think of Jesus?


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Tião Cazeiro

30 de Novembro de 2017

Tenho lido alguns artigos inacreditáveis, pelo grau de ingenuidade e desinformação, como este publicado no U.S. Catholic. Entretanto, acredito na boa intenção da autora, sem dúvida. Portanto, não tenho a intenção de criticar a igreja Católica no sentido ruim da palavra, e sim apresentar uma visão investigativa e crítica da realidade.

Dr. Bill Warner, diretor do Political Islam enviou um Twitter hoje dizendo o seguinte: 
Mulher Muçulmana afirma que Maria (mãe de Jesus) é reverenciada no Alcorão. Verdade, e ela ainda diz que Jesus é o profeta de Alá...
Isso não significa que o Islam não destrua igrejas e os Cristãos que a frequentam. 60 milhões foram mortos ao longo de 1400 anos e muitos estão morrendo hoje. Temos problemas maiores do que os tweets.

Agora leiam estes Hádices… (significa um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Muhammad/Maomé)


Os Quarenta Hadices (Ditos)
— Al‘rba'un Alnawauiah —

— “Para Deus a religião é o Islam. 
E os adeptos do livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
só discordaram por inveja, 
depois que a verdade lhes foi revelada. 
Porém, quem nega os versículos de Deus, 
saiba que Deus é destro em ajustar contas.”
 (3:19) — [Ênfase adicionada]

 — “E quem quer que almeje outra religião 
que não seja o Islam 
jamais lhe será aceito, 
e no outro mundo, 
contar-se-á entre os desventurados.” (3:85)

Outra informação importante retirada dos aquivos do Robert Spencer/Jihad Watch para vocês entenderem o artigo em questão.

Al-Ghazali
O eminente estudioso Islâmico W.M. Watt salienta a ortodoxia Muçulmana de Al-Ghazali. Ele diz que Al-Ghazali foi “aclamado tanto no Oriente e quanto no Ocidente como o maior Muçulmano depois de Muhammad (Maomé) e em hipótese alguma é desmerecedor de dignidade… Ele trouxe ortodoxia e misticismo ao contato mais próximo…; Os teólogos tornaram-se mais dispostos a aceitar os místicos como respeitáveis, enquanto os místicos estavam mais cuidadosos em permanecer dentro dos limites da ortodoxia.” [1]
Aqui está Al-Ghazali, evidentemente, sem intenção de partir ou do Sufismo ou da ortodoxia Muçulmana, escrevendo sobre a guerra (jihad) e o tratamento dos povos dhimmis não-Muçulmanos subjugados:

“Deve-se continuar a jihad (ou seja, ataques bélicos como razzias ou raids) ao menos uma vez ao ano… Pode-se usar uma catapulta contra eles [não-Muçulmanos] quando estão numa fortaleza, mesmo que mulheres e crianças estejam entre eles. Pode-se atear fogo neles e/ou afogá-los… Se uma pessoa da Ahl al-Kitab [Povo do Livro – primordialmente Judeus e Cristãos] for escravizado, seu casamento é [automaticamente] revogado… Podem cortar suas árvores… É preciso destruir seus livros inúteis. Jihadistas podem tomar como espólio o que decidirem… Podem roubar tanto alimento quanto precisarem…”

“O dhimmi é obrigado a não mencionar Allah ou seu apóstolo… Judeus, Cristãos e Majians devem pagar a jizya [imposto de proteção para os não-Muçulmanos]… Em oferecendo a jizya, o dhimmi deve inclinar sua cabeça enquanto um Oficial de Coleta segura a sua barba e bate no [dhimmi] osso protuberante debaixo de sua orelha [isto é, a mandíbula]… Eles não estão autorizados a exibir ostensivamente seus vinhos ou os sinos da Igreja…
Suas casas não podem ser maiores que as dos Muçulmanos, e não importa o quão baixo isso seja.

O dhimmi não pode montar num cavalo ou mula elegante; ele pode montar um burro apenas se a sela [de Trabalho] for de madeira. Ele não pode andar sobre a parte boa da estrada. Eles [os dhimmis] têm que usar [uma identificação] um remendo [em suas roupas], mesmo as mulheres, e até mesmo em banhos [públicos]… [dhimmis] devem segurar sua língua… [2] (Fonte: Wagjiz, escrito em 1101 AD. (Ênfase adicionada).

Para facilitar a vida, vou inserir alguns comentários em ‘vermelho‘. Eis aqui o artigo em questão para que vocês tirem suas próprias conclusões. Comentários serão bem-vindos.


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Marianne Farina, C.S.C.

Publicado originalmente em 19 de Setembro de 2016

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta
a quem foi dada uma mensagem especial 
— injil, ou o Evangelho — 
para ser transmitida a todas as pessoas.

“Quem as pessoas dizem que sou?” Jesus perguntou aos discípulos. A resposta deles — de João Batista a Elijah ou de um dos profetas — revela como os seus seguidores entenderam a vida de Jesus e sua missão. Hoje, indagando a mesma pergunta às comunidades Muçulmanas ao redor do mundo — quem você pensa que é o Cristo? — é igualmente revelador.

O Alcorão menciona Jesus, ou Isa, 25 vezes, mas diferentemente a cada vez. O Alcorão explica que Jesus nasceu da Virgem Maria (19:20-21) e é “nobre neste e no próximo mundo” (3:45–47). Por isso, ele é chamado de Isa ibn Maryan, ou Jesus filho de Maria. O Alcorão também se refere a ele como ruh min ibn Allah (“Espírito de Deus”), mushia bi’l baraka (“o Messias — alguém abençoado por Deus), kalimah min Allah (“Palavra vinda/de Deus”), e rasul (Profeta-Mensageiro) de Deus.

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta a quem foi dada uma mensagem especial — injil, ou o Evangelho— para ser transmitida a todas as pessoas. Ambos confirmaram essa mensagem que foi ensinada na Torá e pressagiou a vinda do Profeta Muhammad. Assim, Jesus tem um papel vital e único a desempenhar na fé muçulmana.

Veja, traduzi o texto ipsis litteris para não haver dúvida. De acordo com Robert Spencer e David Wood não há registro de ‘presságio’ sobre a vinda do profeta do Islam especificamente. 

“Nada disso, no entanto, nega a realidade de que o Islã se baseia em uma falsa revelação. Ao avisar dos falsos profetas, Cristo disse: “Você os conhecerá por seus frutos” — não por suas aparências. Afinal, o aviso não seria necessário, exceto que o lobo estará disfarçado com roupas de ovelha. Infelizmente, muitos Católicos e muitos de seus pastores parecem viver em um mundo de sonhos bucólicos, onde os pensamentos de lobos e falsos profetas nunca são entretidos.’ — Ralph Sidway

Entretanto, enquanto Muçulmanos aceitam que Jesus era um servo, professor, e amante da palavra de Deus, eles não acreditam que ele era uma divindade ou filho de Deus. O Alcorão descreve os milagres que Jesus realizou, como a cura dos enfermos e a ressuscitação dos mortos, mas não atribui esses milagres a sua divindade. Em vez disso, Jesus é um sinal para toda a humanidade da infinita misericórdia de Deus.

Muçulmanos não acreditam em pecado original. Eles não veem necessidade de um salvador, além disso, não acreditam na crucificação de Jesus. O Alcorão afirma que Jesus foi supostamente para o céu (3:169) antes de ser, de fato, considerado morto. A tradição Islâmica explica que Jesus foi poupado da morte porque era o santo de Deus. Muçulmanos acreditam que os inimigos de Jesus não poderiam triunfar sobre ele porque ele é o servo escolhido de Deus.

 Do Inglês “assumed”. O que é supostamente? Que é suposto, uma suposição, hipótese. Pensem nisso!

Da mesma forma que os Cristãos, Muçulmanos acreditam que Jesus retornará. Textos Islâmicos dizem que Jesus regressará no dia do Julgamento, quando ele destruirá o addajjal — anti-Cristo ou impostor.

Durante toda a história e ainda hoje muitos pensadores Muçulmanos tem usado Jesus como um importante modelo religioso. Um estudioso do século XI e XII, Abu Hamid al-Ghazali, encorajou os Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou. O filósofo do século XIII Ibn ‘Arabi chamou Jesus de wilaya (“selo do amigo de Deus”) porque ele possuiu o mais alto conhecimento de e intimidade com Deus. Mahmoud Ayoub, um moderno teologista Islâmico, desenvolveu uma Cristologia Islâmica que explora como Jesus representa a realização da humanidade por estar totalmente iluminado pela luz de Deus (tajalli).

Mencionei al-Ghazali no início do artigo.  Um Mestre Sufi jihadista, que subjugou Cristãos, encoraja Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou.  —‘Guerra é trapaça’ – Hadith 4:269

É claro que o pensamento Islâmico sobre Jesus difere dos ensinamentos Cristãos. Mas nós também compartilhamos muitas crenças em comum: o concepção virginal de Jesus por Maria, profundo respeito pelos mistérios de Deus, amor por Jesus, e uma vontade de aprender com a vida dele enquanto buscamos a felicidade em Deus. Talvez aqui tenhamos uma abertura para uma conversa produtiva entre ambas religiões em torno da fé.

 Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Marianne Farina, C.S.C. é professora da Escola Dominicana de Filosofia e Teologia da Berkeley, California.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Fonte: Saudi Muslim cleric demands FIFA ban players from making sign of the cross


Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Por CHRISTINE WILLIAMS

11 de Maio de 2017

Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futubol, instruísse os jogadores para não fazer o sinal Cristão da cruz.

Para muitos Cristãos, sua fé profunda, pessoal e pacífica é inextricável de todos os aspectos de sua vida. Fazer o sinal da cruz — ou de qualquer outro gesto religioso — não deve representar um problema ou uma ameaça a ninguém, mas para o líder da supremacia Islâmica Muhammad Alarefe e a sua classe, qualquer expressão religiosa fora do Islã representa uma ameaça, especialmente porque a FIFA tem muito prestígio.

Esperemos que a FIFA honre as liberdades religiosas de seus talentosos jogadores e rejeite as exigências de Muhammad Alarefe. Se a FIFA se submeter à exigência de Alarefe, também deverá proibir igualmente a oração Muçulmana no campo e arredores.

Em Fevereiro, a equipe de futebol do Real Madrid removeu a cruz de seu logotipo para não ofender os Muçulmanos.

Discriminar contra os valores Cristãos e tentar sufocar o Cristianismo — uma fé fundacional na evolução dos entendimentos modernos dos direitos humanos e da formação dos princípios democráticos Ocidentais — não é nada de novo. O mais preocupante é que a discriminação contra os Cristãos, enquanto prestam subserviência aos Muçulmanos, está sendo apresentada como norma para a próxima geração.

O Centro Americano de Direito e Justiça informou em 2015 que:

Colégios públicos e universidades estão tirando as luvas quando se trata de estudantes Cristãos em seus campus. Passaram-se os dias de desprezo discreto contra os Cristãos; agora está aberta a temporada de caça à fé. Uma flagrante discriminação anti-Cristã é a nova norma.

Correção: não “está aberta temporada de caça à fé”, mas especificamente da fé Cristã.

Além disso, a doutrinação Islâmica nas escolas públicas está em pleno andamento, com a ávida colaboração e ajuda do grupo (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas ligado ao Hamas.

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz“, de Ali Waked, Breitbart, 9 de Maio de 2017:

TEL AVIV – Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futebol, instruísse os jogadores a não fazer o sinal Cristão da cruz.

Alarefe escreveu em sua conta no Twitter: “Eu vi vídeo clipes de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando ganham fazem o símbolo da cruz no peito, e a minha pergunta é se as regras da FIFA proíbem isso”.

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د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

9h46 – 5 de Maio de 2017

993 993 Retweets 2,015 2,015 likes

Os usuários de mídia social ficaram divididos sobre a questão, com alguns apoiando o comentário de Alarefe e outros rindo, e dizendo, já que perguntou por que não tomou qualquer posição contra os jogadores de futebol Muçulmanos que se ajoelham para rezar quando ganham ou marcam um gol.

O Sultão Alhusni escreveu: “Não posso mentir. Mohamed Salah (um jogador de futebol Egípcio que joga na Europa) e outros se ajoelham para orar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele.”

5 de Maio

حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

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سلطان الحسني @ dremer_88

@hesshalown @MohamadAlarefe ما يجوز الكذب .. محمد صلاح وغيره من المسلمين في الملاعب الاروبية يحتفلون بالسجود بعد تسجيلهم الاهداف ولم يعاقبوا .. اقول خلوا الرياضه لاهلها

10:39 – 5 de Maio de 2017

21 21 Retweets 42 42 likes

Sam, outro usuário de mídia social, escreveu: “A cruz é um dos símbolos dos veículos que viajamos, então qual é o problema se aparece no campo, ou será que, o que é permitido num lugar e proibido em outro? Esquisito.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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Ɑ̷̜Lм̷̤̜̈ Al @ sam147147

@twasulnews العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية

1:40 AM – 6 de Maio de 2017

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Fahd Alarawi escreveu, “Ótimo, Alarefe tornou-se um comentarista esportivo. Quando há tempo livre, nos envolvemos em coisas que não entendemos.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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فهد العروي @tvip_f

@twasulnews احلى يالعريفي صاير محلل رياضي😂

الفاضي يعمل قاضي😁 # محمد_العريفي

12h26 AM- 6 de Maio de 2017

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Outro usuário de mídia social escreveu: “Respeitado Sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos Muçulmanos, e infelizmente ninguém protesta sobre isso — ao contrário, ficam mudos como um túmulo”.

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام, ..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

10:35 AM – 5 de Maio de 2017

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Win Al Fahad escreveu ao Sheik: “É como se você estivesse agora chamando a FIFA para proibir os jogadores Muçulmanos de curvarem-se a Alá e levantar suas mãos em oração para o céu. A FIFA proíbe o uso da religião, da política e do racismo no esporte”.

5 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@MohamadAlarefe حتى المسلمين لما يسجلو او يفوزو يسجدو شكر لله

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فهد محمد العوين @alowinfahad

@ Ibraheam202 @MohamadAlarefe كأنك بهذا تدعو الفيفا لمنع اللاعبين المسلمينمن السجود لله ورفع أيديهم لله شكرا

الفيفا يمنع توظيف الدين والعنصرية والسياسة في الرياضة.

1h01 PM – 5 de Maio de 2017

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Ibrahim Alatwi respondeu a Al Fahad, dizendo: “E ninguém diz nada (aos jogadores Muçulmanos que rezam) portanto os Cristãos estão autorizados a marcar a cruz no peito. A FIFA não faz distinção entre um jogador e outro”.

6 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe انا احدثك على نظام عالمي اللي هو الفيفا

نظام لا يفرق بين مسلم وكافر من ناحية القوانين مثلما احنا المسلمين نسجد عند الفرح

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ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe ولا يتكلم علينا احد فيحق للنصارى ايضا الشارة الى صدورهم باشارة الصليب

فالفيفا لا يفرق بين هذا وذاك

10:54 AM – 6 de Maio de 2017

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Abu Lil repreendeu o erudito religioso, escrevendo: “Saia do nosso esporte que une Cristãos, Sunitas e Xiitas numa equipe com seus corações um sobre o outro. Todos devem lidar com sua religião e deixe-nos ser. Que a FIFA seja abençoada.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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✍ابو ليل☞ @ M0503996767

@MohamadAlarefe @hesshalown انتم اطلعوا من رياضتنا اليت

10:42 AM – 5 de Maio de 2017
7 7 Retweets 15 15 likes

Outro usuário da mídia social, Capitano, respondeu ao Sheik com sarcasmo, dizendo: “O que você está fazendo?” O regime do ISIS proíbe fazer o sinal da cruz em si mesmo; quando al-Baghdadi for eleito presidente da Fifa, discutiremos o pedido do respeitado Sheik.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @ MohamadAlarefe….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: “A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Fonte: ‘The Real Bomb Is in Islam’s Books’ – Raymond Ibrahim


“A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Por Raymond Ibrahim

3 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Durante sua visita ao Egito na semana passada, “o Papa Francisco visitou a Universidade de al-Azhar, a instituição de ensino Islâmico Sunita mundialmente respeitada”, e “se encontrou com o sheik Ahmed al-Tayeb, imam da mesquita de Al-Azhar e professor de filosofia Islâmica”. Isso tem sido divulgado por vários meios de comunicação, frequentemente com muita fanfarra.

Infelizmente, porém, Sheik Tayeb, uma vez eleito “Muçulmano mais influente do mundo“, e Al Azhar, a importante madrassa (escola) da qual ele é chefe, são partes do problema, não a solução. Tayeb é um renomado mestre em exibir uma face aos companheiros Muçulmanos no Egito — uma que apóia a pena de morte aos “apóstatas”; apela à totalidade da regra da Sharia; se recusa a denunciar o ISIS como anti-Islâmico; denuncia toda a arte como imoral, e rejeita o próprio conceito de reformar o Islã — e uma outra face aos não-Muçulmanos.

Considere, por exemplo, as palavras do Islâmico al-Behery — um reformista popular Muçulmano Egípcio que frequentemente se choca com os Islamistas no Egito, os quais o acusam de blasfêmia e apostasia. No dia seguinte ao atentado suicida de duas igrejas Cristãs Coptas no Egito no mês passado, esse scholar Muçulmano foi entrevistado via telefone num programa popular da televisão Egípcia (Amr Adib kul youm, ou “Todo os dias“). Passou a maior parte de seu tempo no ar explodindo Al Azhar e Ahmed al-Tayeb — a ponto de dizer que “70-80% de todo o terror nos últimos cinco anos é um produto da Al Azhar”.

O reformador sabe o que está falando; em 2015, telefonemas televisados ​​de Behery visando a reforma do Islã irritaram tanto Al Azhar que a venerável instituição Islâmica o acusou de “blasfêmia” contra o Islã, o que o levou à prisão.

Agora Behery diz que, desde que o Presidente Sisi implorou à Al Azhar para realizar reformas sobre como o Islã está sendo ensinado no Egito há três anos, a madrassa autoritária “não reformou sequer uma única coisa”, só ofereceu palavras. “Se fossem sinceros sobre alguma coisa, teriam protegido centenas, ou certamente evitado milhares de assassinatos no Egito”, disse al-Behery.

A título de exemplo, o reformador Muçulmano apontou que Al Azhar ainda faz uso de livros em seu currículo que ensinam coisas como “quem mata um infiel, seu sangue é salvaguardado, porque o sangue de um infiel não é igual ao de um fiel [Muçulmano]”. Da mesma forma, mostrou como o sheik Ahmed al-Tayeb afirma que os membros do ISIS não são infiéis, apenas Muçulmanos iludidos; mas as suas vítimas — como os Cristãos bombardeados — são infiéis, o pior rótulo no léxico do Islã.

Um porta-voz de Al Azhar naturalmente rejeitou as acusações do reformador Behery contra a madrassa Islâmica. Disse que a fonte dos problemas no Egito não é a instituição medieval, mas sim as “novas” ideias que chegaram ao Egito provenientes dos “radicais” do século XX como Hasan al-Bana e Sayyid Qutb, líderes fundadores/ideólogos da Irmandade Muçulmana.

A resposta de Behery foi revitalizante; esses muitos analistas Ocidentais que seguem a mesma linha de pensamento — a de que o “radicalismo” só veio depois que pensadores como Bana, Qutb, Mawdudi (no Paquistão) ou Wahhab (na Arábia) entraram em cena — fariam muito bem em ouvir. Depois de dizer que “culpar radicalmente esses homens é puro delírio”, o reformador corretamente acrescentou:

“O homem que se mata hoje em dia, não se mata por causa das palavras de Hassan al-Bana ou Sayyid al-Qutb, ou qualquer outra pessoa. Ele se mata por causa do consenso entre os ulemás (juízes), e as quatro escolas de jurisprudência, com o qual todos concordaram. Hassan al-Bana não criou essas ideias [de jihad contra infiéis e apóstatas, destruindo igrejas, etc.]; Elas estão por aí há muitos, e muitos séculos…. Estou falando sobre o Islã [agora], e não como vem sendo ensinado nas escolas.”

A título de exemplo, Behery disse que se alguém hoje em dia entrar em qualquer mesquita Egípcia ou livraria, e pedir um livro que contenha as decisões das quatro escolas de jurisprudência Islâmica, “tudo o que está acontecendo hoje será encontrado neles; assassinar o Povo do Livro [Cristãos e Judeus] é obrigatório. Não vamos começar a brincar uns com os outros e culpar tais pensamentos sobre Hassan al-Bana!” Behery disse mais:

“Há uma curta distância entre o que está escrito em todos esses livros antigos e o que aconteceu ontem [bombardeios das igrejas Coptas] — a verdadeira bomba está nos livros, que repetidamente chamam os Povos do Livro de “infiéis”, que ensinam que todo o mundo é infiel… Hassan al-Bana e Sayyid al-Qutb não são a fonte do terror, mas são seguidores desses livros. Poupem-me com o termo Qutbism, que fez a nação sofrer com o terrorismo por 50 anos.”

Behery não culpa Al Azhar pela existência desses livros; ao contrário, ele, assim como muitos reformadores, querem que a instituição Islâmica quebre a tradição, que denuncie as decisões das quatro escolas de direito [Islâmico] como produtos de mortais falíveis e a reformem de forma compatível com o mundo moderno. E disse que, considerando que o ex-imam do Egito, Sheikh Muhammad Sayyid Tantawi (d. 2010), tinha “mesmo sem ter sido requisitado, removido todos os livros antigos e colocado apenas um livro introdutório, e quando al-Tayeb” — que dias atrás abraçou o Papa Francisco — retornou, se livrou desse livro e trouxe de volta todos os livros antigos, os quais estão cheios de matança e derramamento de sangue.”

A conclusão final, de acordo com Behery, é que o governo Egípcio — e aqui o Vaticano faria especialmente bem em ouvir — não pode confiar na Al Azhar para realizar qualquer reforma, pois é a mesma que impulsiona o Egito para trás.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

sFonte: Why Islamists and Fascists Persecute Christians – Raymond Ibrahim


Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

Por Raymond Ibrahim

28 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Um estudo do Centro para Estudos sobre Novas Religiões com sede na Europa, confirmou recentemente que os “Cristãos continuam sendo os fiéis mais perseguidos do mundo, com mais de 90.000 seguidores de Cristo mortos no último ano [2016]”, o que reflete uma morte a cada seis minutos. O estudo também descobriu que cerca de 600 milhões de Cristãos ao redor do mundo foram impedidos de praticar sua fé.

Qual grupo é mais propenso a perseguir Cristãos ao redor do mundo? A resposta foi esclarecida por outro estudo recente, o qual constatou que das dez nações ao redor do mundo, onde os Cristãos sofrem as piores formas de perseguição, nove são Islâmicas, embora a pior delas e absoluta — a Coréia do Norte — não é.

O que há nos Cristãos que traz o pior de algumas pessoas, Muçulmanos em sua maioria? Três razões principais vêm à mente, embora existam mais:

  • O Cristianismo é a maior religião do mundo. Há cristãos praticamente em todo o mundo, inclusive em grande parte do mundo Muçulmano. Além disso, porque grande parte do território que o Islã conquistou ao longo dos séculos era originalmente Cristão — incluindo todo o Oriente Médio, Turquia e África do Norte — e continuando confrontando vestígios do Cristianismo. Somente no Egito, que era o centro intelectual da antiga Cristandade antes das invasões Islâmicas, restam pelo menos 10 milhões de Cristãos. Em suma, somente por conta do seu número absoluto, Cristãos no mundo Muçulmano são muito mais propensos a sofrerem sob o Islã do que outros “infiéis”.
  • O Cristianismo se dedica a “proclamar o Evangelho” (literalmente, “as boas novas”). Nenhuma outra religião maior — nem o Budismo, Hinduísmo, Judaísmo — tem esse aspecto missionário. Essas crenças tendem a ser coextensivas com certas etnias e cultivadas em certos locais. A única outra religião que tem o que pode ser descrito como um elemento missionário é o próprio Islã. Assim, porque o Cristianismo é a única religião que desafia ativamente os Muçulmanos com as verdades de sua própria mensagem, também é a religião principal a ser acusada de proselitismo, o qual é proibido pela lei Islâmica. E, ao proclamar publicamente ensinamentos que contradizem a mensagem central de Muhammad — incluindo a mensagem central do Cristianismo — os Cristãos caem em conflito também com a lei de blasfêmia do Islã. Daí a razão pela qual a maioria dos Muçulmanos que cometem apostasia por outras religiões — e são punidos por isso, às vezes com a morte — apostatam pelo Cristianismo.
  • O Cristianismo é a quintessência do martírio. Desde o início — começando com Jesus e seguido por seus discípulos e inúmeros outros da igreja primitiva — muitos Cristãos se dispuseram a aceitar a morte em vez de parar de espalhar o Evangelho — ou pior, renunciar a fé; isto era evidente nos tempos antigos nas mãos do Império Romano pagão e nos tempos medievais (e modernos) nas mãos dos Muçulmanos e de outros perseguidores. Praticamente nenhuma outra religião incentiva seus adeptos a abraçar a morte em vez de abjurar a fé. Assim, enquanto Cristo diz: “Mas aquele que me negar diante dos homens, eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” (Mateus 10:33, ver também Lucas 14:33), o Islã ensina os Muçulmanos a esconder e até a renunciar publicamente a Muhammad, em vez de morrer. Além disso, outras religiões e seitas aprovam a dissimulação para preservar a vida de seus adeptos. Um missionário do século XIX observou que no Irã “o Bahaísmo aprecia a taqiyya (ocultação da fé) como um dever, mas o Cristianismo exige a declaração pública; e portanto, na Pérsia é muito mais fácil se tornar um Bahai do que se tornar um Cristão. “[I]

É claro que as leis opressivas do Islã têm como alvo pessoas de todas ou nenhuma religião. Muitos apóstatas Muçulmanos sinceros no Ocidente, que não se converteram ao Cristianismo, devem temer a execução caso acabem nas mãos de seus ex-correligionários. No entanto, estão aqui e agora, vivos e bem no Ocidente e nos advertem, precisamente porque não estavam desafiando as verdades espirituais do Islã na ocasião, quando estavam vivendo sob sua sombra — e por que deveriam ter feito? Se a vida está limitada ao agora, como acontece na cosmovisão secular, por que arriscar, especialmente quando simplesmente não balançar o barco, como muitos “Muçulmanos moderados” o fazem, irá salvá-lo?

É de fato uma propensão do Cristianismo de não seguir a linha que, desde os seus primórdios até agora, fez com que fascistas [ii] e supremacistas de todos os tipos — desde o antigo Império Romano (de onde vem a palavra fascista) até a atual Coréia do Norte — perseguissem Cristãos. O último tem uma longa história de recusa ao silêncio, pagando uma falsa propaganda onde todos estão dispostos a compartilhar para sobreviver.

Assim como Jesus irritou Pilatos, recusando-se a proferir algumas palavras para salvar sua vida — “Você não percebe que tenho o poder de te libertar ou crucificar?”, Perguntou o despreocupado procurador (João 19:10) — seus discípulos e incontáveis ​​outros Cristãos antigos desafiaram o Império Romano, levando vários imperadores a lançar o que, pelo menos até agora, eram consideradas as piores perseguições da história dos Cristãos; e hoje, incontáveis ​​Cristãos modernos continuam sofrendo e sendo assim punidos pelos seus senhores totalitários e supremacistas — da Coréia do Norte a todos os cantos do mundo Muçulmano — pelas mesmas razões.

[i]Samuel M. Zwemer, The Law of Apostasy in Islam: Answering the Question Why There are So Few Moslem Converts, and Giving Examples of Their Moral Courage and Martyrdom (London: Marshall Brothers, 1916), 25.

[ii] Uso o termo “fascista (s)” aqui no sentido popular — como num regime não-Cristão que “reprime forçosamente a oposição e a crítica” — e não em referência a qualquer partido ou governo fascista particular história.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Papa No Egito: “Vamos dizer… ‘Não!’ a todas as formas de violência… perpetradas em nome da religião”

Fonte: Pope in Egypt: “Let us say… ‘No!’ to every form of violence…carried out in the name of religion”


Papa No Egito: “Vamos dizer… ‘Não!’ a todas as formas de violência… perpetradas em nome da religião”

Por Robert Spencer

28 de Abril de 2017

É difícil ser Egípcio: água virando sangue, rãs, piolhos, animais selvagens, criatório doente, furúnculos, granizo, gafanhotos, escuridão, morte do primogênito e agora o Papa Francisco.

Sério, Francisco observa a “incompatibilidade da violência e da fé” e diz: “Vamos dizer mais uma vez, um firme e claro ‘Não!’ a todas as formas de violência, vingança e ódio perpetrados em nome da religião ou em nome de Deus.”

Tudo isso soa bem, mas este é o homem que disse que “o Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a toda forma de violência”.

É claro que ele não revisou essa visão catastroficamente contrafactual, pois em vez de, se afastar de sua declaração, sobre a rejeição da violência em nome da religião, e apelar à Al-Azhar para reformar os ensinamentos do Islã que exigem violência contra os incrédulos, Francis partiu para o controle de armas e uma denúncia oblíqua a Donald Trump e líderes Europeus que querem deter o ataque de migrantes Muçulmanos: “Francisco pediu o fim da ‘proliferação de armas’ e ridicularizou as “formas demagógicas de populismo”. Comentou sobre as armas: “se forem produzidas e vendidas, mais cedo ou mais tarde serão usadas. Somente trazendo à luz do dia, as obscuras manobras que alimentam o câncer de guerra, é que suas causas reais poderão ser impedidas. Os líderes nacionais, as instituições e os meios de comunicação são obrigados a empreender essa tarefa urgente e grave.” Como se pudesse dar um fim à jihad simplesmente confiscando as armas, coisa que só alguém que acredita que o Alcorão se opõe a qualquer forma de violência poderia pensar.

Em saudação ao sinistro Ahmed al-Tayeb de Al-Azhar, Francis foi mais uma vez fotografado sorrindo alegremente enquanto Tayeb olhava para trás friamente. Cada foto deles capta as mesmas expressões, e eles são uma parábola para o embuste do “diálogo inter-religioso” e para a atitude dos líderes Ocidentais em comparação com a dos líderes dos países Muçulmanos: o Ocidental ingênuo e ignorante buscando uma amizade sincera, feliz em provar-se “tolerante” e não “Islamofóbico”, enquanto seu homólogo Muçulmano, muito mais consciente do que está acontecendo, reage friamente e não revela o que está pensando.

Mas aqueles que estão conscientes do desprezo pelos Cristãos que está no Alcorão e na Suna, e a natureza e magnitude da jihad global, terão uma boa ideia do que está passando pela mente de al-Tayeb.

Papa Francis No Egito:” Não A Todas As Formas De Violência“, por Sarah Sirgany e Joe Sterling, CNN, 28 de abril de 2017:

Cairo (CNN) — O Papa Francisco, falando no coração da erudição Islâmica Sunita, destacou a importância da unidade entre Muçulmanos e Cristãos para moldar a paz mundial e enfatizou a “incompatibilidade da violência e da fé”.

“Vamos dizer mais uma vez, um firme e claro, ‘Não!’ a todas as formas de violência, vingança e ódio perpetrados em nome da religião ou em nome de Deus”, disse o Papa em Italiano no discurso da Conferência de Paz na Universidade Al-Azhar, o principal centro de ensino superior dos Muçulmanos Sunitas.

O Papa chegou ao Egito na Sexta-feira, dando início a uma viagem de dois dias destinada a forjar a fraternidade Muçulmano-Cristã e mostrar solidariedade com a perseguida minoria Cristã Copta.

Francisco se encontrou com o sheik Ahmed el-Tayeb e se tornou o primeiro pontífice a visitar a instituição desde o Papa João Paulo II em 2000.

O Papa e o Grande Imam falaram no encerramento da Conferência Internacional pela Paz, organizada por Al-Azhar. Quando cumprimentou o Grand Imam, o Papa o chamou de “meu irmão”. Os homens sentaram-se lado a lado na conferência….

Francis abriu seu discurso com “As-Salaam Alaikum”, a tradicional saudação Muçulmana em Árabe que significa “Que a paz esteja sobre vós”, após o discurso do Imam. ” A fim de evitar conflitos e construir a paz, é essencial que não esqueçamos os esforços para eliminar as situações de pobreza e exploração onde o extremismo se arraiga mais facilmente e para bloquear o fluxo de dinheiro e armas destinados àqueles que provocam a violência”, disse. Francisco pediu o fim da “proliferação de armas” e as “formas demagógicas de populismo”.

“Se forem produzidas e vendidas, mais cedo ou mais tarde serão usadas”, disse. “Somente trazendo à luz do dia, as obscuras manobras que alimentam o câncer de guerra, é que suas causas reais poderão ser impedidas. Os líderes nacionais, as instituições e os meios de comunicação são obrigados a empreender esta tarefa urgente e grave.”…

O Papa, novamente falando em Italiano, concentrou-se no papel do Egito na luta contra o terrorismo na região, evocando incidentes de sua história Bíblica e moderna. Saudou cerimonialmente todos os povos Egípcios, incluindo os Cristãos minoritários — os Ortodoxos Coptas, os Bizantinos Gregos, os Ortodoxos Armênios, os Protestantes e os Católicos. “Sua presença neste país não é nova ou acidental, mas antiga e uma parte inseparável da história do Egito” disse o Papa. “Você é parte integrante deste país, e ao longo dos séculos desenvolveu uma espécie de relação única, uma simbiose particular, que pode servir de exemplo para outras nações”.

Francis destacou o sacrifício de membros do exército e da polícia, o êxodo forçado de Cristãos do Sinai e os últimos bombardeios da igreja. Enfatizou também o respeito aos direitos humanos e às liberdades religiosas…

O Papa Tawadros II, chefe da Igreja Ortodoxa Copta do Egito, cumprimentou Francisco na Catedral Copta Ortodoxa de São Marcos, no distrito de Abbassiya, no Cairo, informou a TV estatal. Caminharam juntos em procissão e participaram de orações ecumênicas na igreja adjacente de São Pedro, o local de uma explosão mortal em Dezembro que deixou pelo menos 23 pessoas mortas….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Porta-Voz Da Igreja Anglicana: “As Crianças Devem Ser Forçadas A Aprender Sobre O Islã”

Fonte: Church of England Spokesman: ‘Children Should Be Forced to Learn About Islam’

Photo Cover Credit: Christopher Furlong/Getty Images – Edited (Black and White) by Muhammad e os Sufis.


Porta-Voz Da Igreja Anglicana: “As Crianças Devem Ser Forçadas A Aprender Sobre O Islã”

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

28 de Abril de 2017

A Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra) pediu para que aos pais percam o direito de retirar seus filhos das aulas de educação religiosa — porque alguns pais aparentemente estão usando isso para tirar seus filhos das lições sobre o Islã.

Atualmente, os pais podem optar por não querer que seus filhos participem das aulas de educação religiosa (ER), e podem fazê-lo sem dar uma razão.

No entanto, Derek Holloway, diretor de ER da Igreja Anglicana, pediu que esse direito seja removido dos pais e que seus filhos sejam expostos a outras religiões do mundo, independentemente dos pontos de vista dos pais.

“Parece que [alguns pais] não querem que seus filhos sejam expostos a outras crenças e visões do mundo, em particular o Islã. Estamos preocupados porque estão negando a esses alunos a oportunidade de desenvolverem as habilidades que precisam para viverem juntos quando adultos”, disse ao Times.

Acrescentou: “Curiosamente, ocorreram também alguns casos, em diferentes partes do país, de pais com crenças religiosas fundamentalistas, com consequência semelhante. Isso não se limita a nenhuma religião ou área específica do país”.

Em um post na página do Facebook da Igreja Anglicana, insistiu que as crianças devem ser ensinadas sobre todas as religiões para prepará-las para a vida como cidadãos globais.

“As religiões são globais em seu alcance e são globais em sua organização. O Reino Unido é parte de uma comunidade global, e por isso, este é o momento perfeito para considerar o conteúdo do currículo de ER, balanceado em termos globais e não nos termos dos dados do Censo paroquial Inglês”, escreveu.

A Igreja Anglicana coordena aproximadamente 4.700 escolas, das quais aproximadamente 200 são escolas secundárias ou médias. A Igreja é, portanto, responsável por educar cerca de um milhão de crianças por ano.

No entanto, apesar das diretrizes do governo estipularem que a educação religiosa deve expressar que “as tradições religiosas da Grã-Bretanha são principalmente Cristãs”, continuam dizendo que devem “levar em conta os ensinamentos e as práticas das outras religiões principais”.

Em seu blog, Holloway apoiou esse princípio, escrevendo: “As escolas da Igreja não são ‘escolas de fé para fiéis, são escolas da igreja que servem a comunidade’. Portanto, não procuramos oferecer um currículo de Educação Religiosa (ER) adequado apenas àqueles de origem Cristã, mas uma Educação Religiosa que é um componente essencial de uma educação que permite que todos os alunos que servimos de todas as crenças, sem privilégios, seja preparado para a vida na Grã-Bretanha moderna.”

Acrescentou: “O direito de abandonar a ER agora dá conforto àqueles que estão violando a lei e buscando incitar ao ódio religioso”.

No entanto, o blog do Sr. Holloways levantou preocupações dos pais sobre a interferência do estado. Martin Earnest comentou: “Essa é uma proposta terrível e vai muito além do limite com a igreja interferindo no Estado e privacidade de consciência.

“Vou retirar o meu filho do ER para evitar o doutrinamento religioso através do Estado.”

Outro leitor, Eric Norton, acusou a igreja de hipocrisia, discordando da afirmação do Sr. Holloway de que as escolas da igreja não são escolas de fé. “Se isso é verdade, por que a Igreja fez lobby e obteve isenções da legislação de igualdade que permite que suas escolas façam exatamente o que você alega não fazer?”, perguntou.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Fonte: Aprovado acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos


O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Por Tião Cazeiro

24 de Abril de 2017


Publiquei recentemente neste blog um artigo do Raymond Ibrahim intitulado “Uma ‘Fobia’ De 1.389 Anos De Idade?”  que  observa o seguinte:

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.”

Em Novembro de 2016, o governador Marconi Perillo oficializou os entendimentos para que uma fábrica de armamentos e munições dos Emirados Árabes, exclusivas para as forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina, fosse instalada em Goiás.

No dia 19 de Abril de 2017, foi aprovado um acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, que acatou o parecer do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

“Segundo Miguel Haddad, “adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países e, potencialmente, de outros daquela região”.

Portanto, resolvi questionar os brasileiros envolvidos nesse projeto, — e o faço com todo respeito, sem que isso deixe margem para o medo, pois se este fosse o caso eu não teria traduzido e publicado mais de 250 artigos dos mais respeitados experts em Islã do mundo.

Eis aqui algumas perguntas:

• O que vocês sabem sobre o Islã?
• O que os levou a não considerar os 175 milhões de Cristãos entre outras religões etc.?

Gostaria de deixar claro que não estou particularizando a religião em si, e sim as 175 milhões de pessoas que irão ser massacradas pelo antagonismo Islâmico, o Islã Político. Falo de pessoas, mulheres, crianças, pais de família etc. que serão punidas/massacradas pela sua fé. As igrejas do Egito, por exemplo, que foram e continuam sendo bombardeadas pela intolerânica Islâmica.

A Arábia Saudita é um problema para o mundo. — Arábia Saudita: O Grande Hipócrita do Mundo

Em vários artigos, sempre menciono o impressionante discurso do Presidente do Egito al Sisi, um Muçulmano fervoroso, diante das maiores autoridades do Islã e em Al Azhar:

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Ele também apelou publicamente à instituição Al Azhar para reconsiderar o uso dos livros auxiliares, num esforço para mudar a imagem internacional do Islã, de guerra e inimizade, para algo mais tolerante.

Agora, a mais alta autoridade Muçulmana do Egito deixou claro que Al Azhar nunca teve nenhuma intenção de mudar nada, que o “discurso religioso” articulado na era Medieval — o de hostilidade e violência para com o outro, em uma palavra, jihad — é o único “discurso” que os Muçulmanos podem/devem aceitar.

Al-Azhar, a principal instituição do Islã Sunita, recusa-se a declarar que o Estado Islâmico (ISIS) comete apostasia — Al-Azhar, the foremost institution in Sunni Islam, refuses to declare the Islamic State apostate

Tendo dito, gostaria de finalizar este artigo raciocinando sobre a frase do Miguel Haddad:

“Adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países…”

‘Adentrar o Oriente Médio’ deve induzir realmente muita fantasia na mente do criativo Miguel Haddad, o que me faz lembrar alguns excertos e versos do Alcorão. É importante neste raciocício, ter em mente o Exército de Muhammad (Maomé), o “homem perfeito” aos olhos dos Muçulmanos. E não é à toa que estão antagonizando o mundo todo. O genocídio de Cristãos no Oriente Médio é a prova disso. Leia também: A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Será que estes excertos e versos irão contribuir com a sociedade Brasileira através desse acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos?

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo os aprisionou em Medina, na região de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najar. Depois disso, o Apóstolo foi até o mercado de Medina, onde cavou trincheiras. E assim os enviou e decapitou suas cabeças nas trincheiras, que foram trazidas para fora diante dele, em lotes. Entre eles estavam o inimigo de Alá, Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registrem de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes, para o Apóstolo, perguntaram a Kab o que pensou que seria feito com eles. Kab respondeu: “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até o Apóstolo ter dado um fim a todos eles.” — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra,
é que sejam mortos, ou crucificados,
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos…”

Alcorão 8:12
“Vou lançar o terror
nos corações dos incrédulos.
Portanto cortarei suas cabeças
e cortarei todos os dedos deles.”

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406),
 observou em seu famoso “Muqaddimah”,
 a primeira obra de teoria histórica que:
 “Na comunidade Muçulmana,
 a guerra santa é um dever religioso
 por causa do
 universalismo da missão Muçulmana
 e (da obrigação de) converter a todos ao Islã
 ou pela persuasão ou pela força".

Alcorão 98:6
“Honestamente falando, aqueles que não creem
na religião Islâmica, no Alcorão
e no Profeta Muhammad/Maomé)
entre eles o
Povo do Livro (Judeus e Cristãos)
e demais infiéis,
terão que aceitar o
Fogo do Inferno.
Eles são as piores criaturas”.

Esses versos estão disponíveis online, podem ser acessados em sites Islâmicos (Alcorão), e são ensinados nas mesquitas instaladas no Brasil.

E agora? Vão me chamar de racista, Islamofóbico, xenófogo etc… Isso é público, não estou inventando nada.

Que futuro estão buscando para o país?  Uma “República Islâmica do Brasil“, com partidos comunistas controlando o poder, — e quem sabe dividindo as Huris no paraíso?

Ops! já ia me esquecendo de mencionar o prefeitinho de São Paulo e suas andanças pelos Emirados Árabes…. e a Lei de Migração do Aloysio Nunes… e o Papa Francisco, e a CNBB… Xiitas no Brasil…

Ideias têm consequências e no caso do Brasil, tenho a nítida impressão que o mundo vai se envolver.

Se isso não for uma invasão…

Grato pela atenção! Espero ter contribuído de alguma forma.


BRAZIL OPENS ITS BORDERS TO DRUG TRAFFICKING AND ISLAMIC CALIPHATE

Fonte/Source: Brazil, first nation to officially eliminate its borders: Muslims welcome

Photo/Credit: Andressa Anholete/AFP from Brazil’s Rousseff impeached from presidency


Brazil opens its borders to drug trafficking and Islamic Caliphate

By José Atento

21 de Abril de 2017

IN. President Michel Temer waves as he takes office before the plenary of the Brazilian Senate in Brasilia, on August 31, 2016. Andressa Anholete/AFP

New immigration law opens Brazil’s borders to trafficking and Islamic Caliphate

This article deals with the situation of the Islamization of Brazil in light of the new Law of Immigration, approved by the country’s Senate and sent for presidential signing. It highlights steps that have been taken to increase the nonexistent Islamic presence in Brazil into becoming an influential power. To understand the situation one needs to understand the deterioration of the political landscape of the country, which is briefly discussed in the course of the article (keeping in mind that politics in Brazil has a huge complicating factor: endemic corruption).

During an Islamic conference in Chicago in 2008 I heard the audio of a speech from an Imam in which he described how Brazil would become an Islamic nation within 50 years. I was aware of what was happening in the West but I thought that Brazil would not be in the axis of Islamic interest. I was wrong. After all, Brazil is the powerhouse of South America not just due to the size of the country (remember, Brazil is larger than the US without Alaska) but also due to the size of its economy and influence. It is said that where Brazil goes so goes South America.  Indeed.

In 1964 a democratic but USSR-leaning government was overthrown by the Brazilian military under the pretext of keeping Brazil from becoming a “New Cuba.” The military regime remained in power, relinquishing it slowly under pressure from a democratic front that encompassed politicians, civil society and the Brazilian Roman Catholic bishops, most of them adherents of the Liberation Theology. During this time communist-style guerrilla warfare took place and several of the guerrilla leaders ended up deported, mostly to Chile (under Allende), Cuba or France. In 1988, a new Constitution was promulgated and in 1989 presidential elections were held. The guerrilla leaders returned to the country under an amnesty law and joined a number of pro-Socialist parties. The most notable of them was the Labor Party (PT), led by the union leader Lula da Silva, who was compared by many to Lech Walesa and Václav Havel. The difference is that unlike Walesa and Havel, Lula wanted Socialism and Globalism.

The new civilian regime reached its apex during the presidency of Fernando Cardoso (1995-2003), of the also Left-leaning Social Democrats (PSDB). He controlled inflation and led the country to phenomenal growth, even though under accusations of rampant corruption. Lula da Silva was elected in 2003, remaining in power until 2011. He used the economic legacy of his predecessor, creating his own corruption base in an attempt to solidify power. His goal was to keep the Labor Party in permanent control of the Federal Government. He was followed by Dilma Roussef in 2012, but the economy did not survive 8 years of Lula da Silva and corruption that reached unprecedented levels. The corruption was made public by a few young and courageous judges in what has been know as Operation Car Wash. Dilma Roussef was impeached, being replaced by her vice-president, Michel Temer.

It should be mentioned that since Fernando Cardoso’s presidency, Brazil has turned towards the Left and several former guerrilla members have become Ministers of State. It continues up to today under the current president.

Then enters the unholy alliance between the Left and Islam, Brazilian style. 

Most of the Left in Brazil is anti-Semitic, anti-Israel and Pro-Palestinian. Add to the equation the inherent animosity against the USA (accused of helping the military in 1964) and the overthrow of Saddam Hussein and al-Khadafi, as well as their sympathy for Iran, and you have open doors for any Islamic leader to the high echelons of power.

Since the late 1990s there has been a growing presence of Saudi and UAE support for an exponential effort in building mosques and madrassas, even though the number of Muslims remains small (official records mention fewer than 100,000 whereas Islamic leaders mention two million).

There has been also an increase in the number of visits by Islamic leaders of any kind to government officials at state, municipal and federal levels. There has also been increasing activity dealing with public safety, including the arrest of several Muslims accused of terror plots, as well as increasing activity of Hezbollah in connection with organized crime.

But Islam has not made an impact on the local population as its leaders would like. The only way for a faster growth is by fostering Muslim immigration to Brazil. There has been a concerted effort linking government officials, NGOs (e.g., funded by the likes of George Soros’ Open Society Foundation and the Ford Foundation), Christian groups and Islamic leaders to open the doors for more immigrants and refugees. The halal industry is a door, but not to import enough Muslims. Meet the new Law of Immigration.

Senator Aloysio Nunes, himself a former guerrilla fighter, now Minister of Foreign Affairs, is the author of this legislation that, among other things, destroys the borders of the country. The main intention of the Brazilian Left is the “continental integration”, i.e., that South America becomes a single Socialist entity (they have Venezuela as a model, seriously). So, the new legislation targets primarily the free transit of foreigners from bordering countries, giving them full citizenship rights. But anyone who comes to Brazil, even as tourist, can claim the same. The doors are open to anyone, from anywhere.

This law, in practical terms, leaves Brazilian migration policy in the hands of international organizations (for example, the UN and The Union of South American Nations [UNASUR]), without limiting the number of immigrants coming to Brazil. As the Minister of Justice said: there may be one thousand, ten thousand, one hundred thousand per year, everyone is welcome. It turns out that Brazil cannot provide for its people, with tens of millions living in poverty; how will it provide for “one hundred thousand refugees per year”?

This law guarantees that foreigners — anyone who wants to stay in Brazil — will have access to all services — public health services, welfare — as if they were Brazilians. But Brazil is not Sweden nor Germany. Who will pay this bill?

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Visitors (tourists) are considered immigrants, with all rights, they just need to say so. 

Foreigners are allowed to form political parties and trade unions. Who will they represent? Are they committed to the public common good or to external forces and entities? 

The law allows the creation of “common spaces”. In this way several enclaves of foreigners will be created in the Brazilian territory. No-go zones, anyone?

By creating a borderless country, this law makes it more difficult to fight drug and arms trafficking, which is already a big problem. The control of criminals is compromised, because the law allows for the “non-criminalization of immigration”, ignoring the fact that illegal or dangerous immigrants and tourists exist!

Brazil is facing confrontations of the worst kind. A crisis of confidence, a moral crisis, an economic crisis, lack of employment with tens of millions of unemployed people, an overloading of social security, a serious crisis in its public health system, and an excessive tax burden that hampers economic prosperity. There are 60,000 murders per year, 38,000 rapes, and 7.6 million illegal weapons crossing our borders, and an undisputed level of power for organized crime and drug traffickers.

Laws that allow a world without borders have failed in Europe. We need to be honest and realistic. Humanitarian discourse will not survive the lack of employment, the prejudice that will arise in the melee of disputes for bread, medicine, crumbs thrown to the wind, and this law comes with wrong values, without looking at what is inside the door. To open our doors to the unknown world is to close the door to a life worthy of Brazilians.

Before proposing a law to accept hundreds of thousands of refugees and immigrants without controls and boundaries, our representatives should understand that any absorption of migration can only be made by those who have the conditions and under the criteria on which these conditions are sustained. But it seems that our representatives are no better than the European ones.

Considering that the European Union has already expressed its interest in relocating refugees outside of Europe, Brazil is in danger of becoming the sewer of the European Union.

Just one last thing. The mayor of São Paulo, João Dória, a Social Democrat, is selling municipal assets under the excuse that he wants to improve services. Where did he go to advertise them? To the Gulf countries. He is a strong presidential candidate for the elections next year. The prospects are not good.

 This article was written for VladTepes blog.

José Atento is a Brazilian blogger, writing in Portuguese at Lei Islâmica em Ação. José Atento can be reached at joseatento@gmail.com.


 

POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Fonte/Source: Why Easter Brings Out the Worst in Islam – Raymond Ibrahim


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

17 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Por que alguns Cristãos são assassinados e muitos aterrorizados em nome do Islã nos feriados da Páscoa?

O ataque mais notável deste ano ocorreu no Egito, onde duas igrejas Cristãs Coptas foram bombardeadas durante a missa do Domingo de Ramos, deixando 50 mortos e 120 feridos.

Embora este incidente tenha recebido alguma cobertura da mídia Ocidental, os ataques às igrejas do Egito na Páscoa, ou em torno dela, não são incomuns. Por exemplo, neste último dia 12 de Abril, apenas dois dias após os ataques do Domingo de Ramos, as autoridades frustraram outro ataque terrorista Islâmico visando um monastério Copta no Alto Egito. Da mesma forma, no dia 12 de Abril de 2015, Domingo de Páscoa, duas explosões dirigidas a duas igrejas separadas ocorreram no Egito. Apesar de nenhuma ocorrência fatal— e por esta razão não houve relatos na mídia Ocidental —poderia facilmente ter resultado num grande número, baseado em precedentes (por exemplo, em 1 de Janeiro de 2011, quando os Cristãos do Egito inauguravam o Ano Novo — outro feriado Cristão para as comunidades Ortodoxas — carrosbomba explodiram perto da Igreja dos Dois Santos em Alexandria, resultando em 23 mortos e dezenas de feridos em estado crítico).

Menos espetacular, mas não menos contundente, depois de 45 anos de espera, os Cristãos de Nag Shenouda, no Egito, finalmente conseguiram uma autorização para construir uma igreja; os Muçulmanos locais responderam com tumultos e até queimaram a tenda temporária que os Coptas tinham erguido para o culto (um incidente diferente deste aqui). Rejeitados, os Cristãos de Nag Shenouda comemoraram a Páscoa na rua, para zombaria e escárnio (foto aqui)

Enquanto quase tudo pode provocar os Muçulmanos a atacar as igrejas em todo o mundo, há uma razão para que o acirramento de ânimos possa atingir um pico febril durante a Páscoa: mais do que qualquer outra festa Cristã, o Domingo da Ressurreição comemora e celebra três doutrinas centrais Cristãs que o Islã manifestamente rejeita: que Cristo foi crucificado e morreu; que ressuscitou; e que por virtude especial do último, é o Filho de Deus. Como disse o Dr. Abdul Rahman al-Bir, mufti da Irmandade Muçulmana do Egito em 2013, os Muçulmanos não devem elogiar os Cristãos durante a Páscoa, pois esse feriado “contradiz e colide com a doutrina Islâmica, ao contrário do Natal”.

Daqui por diante a carnificina faz sentido. Assim, no Domingo de Páscoa de 2016, outro atentado suicida com bombas Islâmicas ocorreu perto de um parque público infantil no Paquistão, onde os Cristãos eram conhecidos por estarem congregados e celebrando. Cerca de 70 pessoas — em sua maioria mulheres e crianças — foram mortas e quase 400 feridas. Algo semelhante estava reservado ao Paquistão este ano, em 2017, quando os funcionários frustraram um “grande ataque terrorista” dirigido aos Cristãos no Domingo de Páscoa.

Celebrar a Páscoa é um assunto especialmente perigoso nas regiões de maioria Muçulmana na Nigéria: uma igreja foi incendiada no Domingo de Páscoa de 2014, deixando 150 mortos; outra igreja foi bombardeada no Domingo de Páscoa de 2012, deixando cerca de 50 fiéis mortos; os pastores Muçulmanos lançaram uma série de ataques durante a semana da Páscoa, em 2013, matando pelo menos 80 Cristãos — principalmente crianças e idosos; além disso, mais de 200 casas Cristãs foram destruídas, oito igrejas queimadas e 4.500 Cristãos removidos.

Como a presença do Islã continua crescendo na Europa, e de acordo com a regra de números do Islã, os ataques relacionados com a Páscoa também estão crescendo. De acordo com um relatório, “a célula terrorista que atingiu Bruxelas [em Março de 2016, matando 34] estava planejando massacrar os fiéis nos cultos da Páscoa em toda a Europa, incluindo a Grã-Bretanha”. Na Escócia, em 2016, um homem Muçulmano apunhalou outro Muçulmano até a morte por desejar aos Cristãos uma Sexta-Feira Santa e uma Feliz Páscoa. E se um plano terrorista da al-Qaeda visando os consumidores durante a Páscoa no Reino Unido não fosse frustrado “certamente teria sido o pior ataque terrorista da Grã-Bretanha, com o potencial de causar mais mortes do que os ataques suicidas de 7 de Julho de 2005, quando 52 pessoas foram assassinadas”.

Episódio atrás de episódio…

É claro que, embora o Domingo da Ressurreição tenha a capacidade de ofender — e, assim, revelar o pior em alguns Muçulmanos mais do que em qualquer outro dia santo Cristão, deve-se ter cuidado para não atribuir muito dano doutrinário aos agressores. Afinal, os Muçulmanos bombardearam e queimaram igrejas Cristãs em outros feriados — uma igreja do Cairo foi bombardeada deixando 27 mortos antes do último Natal — e sem feriados. (Veja aqui o Natal de 2016, aqui o Natal de 2015, e aqui o Natal de 2014 para ver dezenas de episódios de violência Muçulmana contra e assassinato de Cristãos no contexto do Natal.)

Em suma, qualquer que seja o feriado, um número crescente de Muçulmanos parece concordar com a opinião de um clérigo Egípcio de que “o culto Cristão é pior do que assassinato e derramamento de sangue” —significando, derramando o sangue dos Cristãos e os assassinando é preferível do que permitir que exibam sua oposição aos ensinamentos de Muhammad/Maomé, como fazem naturalmente todos os Domingos na igreja. Somente os Muçulmanos doutrinariamente sintonizados, e que estão em minoria, salvam seus ataques para aquele dia especial do ano que tão flagrantemente desafia o Islã: Domingo da Ressureição.


Tradução: Tião Cazeiro —Muhammad e os Sufis