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Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamita’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Fonte/Source: Donald Trump Plans Call to Fight ‘Islamist Extremism’ in Speech to Muslims

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamita’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Por CHARLIE SPIERING

21 de Maio 2017

O Presidente Donald Trump abordará a ameaça do terrorismo Islâmico radical em seu discurso hoje à tarde para o mundo Muçulmano.

De acordo com trechos do discurso divulgados pela Casa Branca, o Presidente pedirá que o Oriente Médio enfrente “a crise do extremismo Islamita e os grupos terroristas Islamitas que os inspiram”.

“Trata-se de uma batalha entre criminosos bárbaros que buscam obliterar a vida humana, e as pessoas decentes de todas as religiões que procuram protegê-la”, diz Trump. “Esta é uma batalha entre o bem e o mal.”

Trump irá explorar a sua ideia sobre o “realismo de princípios” baseado em interesses compartilhados pelos Estados Unidos e o mundo Muçulmano.

“Tomaremos decisões baseadas em resultados do mundo real — não de uma ideologia inflexível”, ele dirá. “Seremos guiados pelas lições da experiência, não pelos confins do pensamento rígido”.

Trump lembrará às nações Árabes que a América não é a única responsável pela erradicação do terrorismo, mas está empenhada em proteger seus cidadãos. Em um aceno para o legado de Obama, Trump irá citar que não vai tentar “palestrar” países estrangeiros como governar seu povo.

“Nós não estamos aqui para dar uma palestra — não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, o que ser, ou como cultuar”, Trump planeja dizer. “Em vez disso, estamos aqui para oferecer parceria — baseada em interesses e valores compartilhados — para buscar um futuro melhor para todos nós”.

Trump invocará Deus em seu discurso, apontando que um futuro sem extremismo “honra a Deus”

“Cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus, isso deve ser um insulto a toda pessoa de fé”, ele dirá.

Ele também chamará os Muçulmanos para extirpar o extremismo em locais de culto, aludindo aos imãs radicais nas mesquitas.

“Os líderes religiosos devem deixar isso absolutamente claro: a barbárie não lhe trará nenhuma glória — a piedade para com o mal não lhe trará dignidade”, diz Trump. “Se você escolher o caminho do terror, sua vida estará vazia, sua vida será breve, e sua alma será condenada”.

O discurso do presidente será proferido na Arábia Saudita.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão

Photo/Cover Credit: 10 Of The Tallest Lord Shiva Statues In Sitting Posture

Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão

Por Tião Cazeiro

16 de Março de 2017

Localizada nos arredores da cidade de Bangalore, logo atrás do Forte Kemp, o Kemp Fort Shiva é conhecido como as seis maiores estátuas Shiva do mundo com 20 metros de altura.

Robert Spencer da Jihad Watch comentou recentemente que “Donald Trump diz que os meios de comunicação não relatam os ataques terroristas, e a mídia diz que a equipe do Trump os inventa”.

Então vamos dar uma volta…

—  “1500 Ataques Com Ácido Foram Registrados Em Londres Desde 2011”. — 1,500 acid attacks have been recorded in London since 2011

De acordo com o artigo:

“De acordo com Tareq Haddad do International Business Times, “Globalmente, cerca de 80% das vítimas tendem a ser mulheres.

Os ataques são frequentemente realizados por homens vingativos que tiveram suas propostas de casamento ou avanços sexuais rejeitados. [Ênfase adicionada].

No entanto, as instituições de caridade para ataques com ácido no Reino Unido estimam que as vítimas Britânicas são predominantemente homens em cerca de 71% das vítimas.”

— “Ataques Com Ácido No Reino Unido: Escondido à Vista de Todos e em Ascensão” — UK Acid Attacks: Hidden From View and on the Rise

“Não há dados holísticos definitivos que correspondam. Os relatórios policiais são provavelmente os mais próximos que temos para compreender o número de ataques com ácido relatados no Reino Unido”, disse Shah ao Sputnik.

— “Ácido Atirado Em Quatro Pessoas Em Uma Série De Ataques Durante A Luz Do Dia Em Canterbury City Centre – Londres” — ‘Acid’ thrown at four people in series of attacks during broad daylight

“Serviços de emergência disseram que quatro pessoas foram atacadas por um produto químico letal em dois locais diferentes em Canterbury por volta das 16h.

A polícia de Kent prendeu um garoto de 17 anos de Londres suspeito pela agressão.”

Nota: Isso é praticamente tudo que o artigo revela. Entretanto, você poderá observar acessando o link acima para ver que inseriram um slide com fotos de “Sobreviventes de Ácido da Índia” —  é importante conferir — dizendo o seguinte:

“Express Pictures relata sobre a crescente preocupação da tendência crescente da violência com ácido na Índia. A violência com ácido é uma forma de violência de gênero que reflete e perpetua a desigualdade das mulheres na sociedade”

Nota: Isso é uma estupidez total. Jogam todo o peso na Índia para não falar do que está acontecendo na Inglaterra. Envolve tudo num pacote  para falar da “desigualdade das mulheres na sociedade”. O que precisa ser dito não se atrevem a dizer.

Vamos em frente, e vocês vão entender…

— “Ataque De Ácido Deixa Vítima Em Coma “Gritou E Tirou As Roupas Antes De Correr Pela Rua Implorando Por Água” – Acid attack victim left in coma ‘screamed and pulled off his clothes in street’ http://buff.ly/2m4Z3ua

“Isso levou dias até a polícia local e o conselho prometerem uma “blitz” sobre ao crime juvenil depois de um recente ataque de líquidos nocivos.” [Ênfase adicionada].

Nota: Perceba aqui que a covardia é tanta que acaba afetando os jovens Ingleses pois estão automaticamente inseridos quando generalizam o crime como crime juvenil. Imagina se isso acontecesse no seu bairro e de repente o seu filho fosse enquadrado nessa generalização injusta. Como você se sentiria?

— “Ataque De Ácido Na Capital Da Grã-Bretanha (Londres) Revela Que O Número Assaltos Com Líquidos Corrosivos Decola” — ‘Acid attack capital of Britain’ revealed 

“Os números foram revelados a pedido do Freedom of Information à Polícia (Met), que disse que estatísticas mostram ofensas em que “fluidos corrosivos” foram lançados com “intenção de causar danos corporais graves” ou “causar uma explosão”.

Nota: Mais uma maldita vez, em que ninguém menciona o nome do maldito inimigo. PQP!!!

— “Ataques De Ácido Foram Uma Mancha Na Grã-Bretanha Vitoriana. Agora Estão Voltando” Por Ian Jack. — Acid attacks were a stain on Victorian Britain. Now they are returning | By Ian Jack 

Nota: Eis aqui um caso especial.  Você pode desenhar, explicar, mostrar a lógica dos fatos, mas Ian Jack, o autor deste artigo, vai contar de tal forma que o nome do inimigo será diluído a tal ponto que você vai acabar condenando o povo Britânico, o Patriarquismo, Opressão Masculina, Feudalismo etc.  pelos atentados com ácido. Veja o que ele diz: “Uma ironia final, assustadora é esta. A Grã-Bretanha, o país que mais ou menos inventou o ácido sulfúrico, tem agora uma incidência crescente de violência ácida que, de acordo com Jaf Shah, da Acid Survivors Trust International, de Londres, pode dar-lhe uma das maiores taxas per capita do mundo.”

Entenderam? E ainda diz mais: “Registros oficiais coletados desde 2010 não incluem a etnia da maioria dos perpetradores e vítimas, mas dizem que a maioria são homens. Daqueles cuja etnia foi registrada, a maioria era branca. A selvageria não conhece fronteiras culturais.”

Esse alucinado esconde, ou realmente não sabe, — embora com registros válidos, porém históricos e não estatísticos, com um número absolutamente inferior ao que estamos vendo, — todo um movimento ao redor do mundo a esse respeito.  Adoraria ver essa estatística que ele menciona. —“Daqueles cuja etnia foi registrada, a maioria era branca.” — E os outros?

Quando cita — “as nações com os mais altos níveis registrados incluem a Colômbia, Uganda, Afeganistão, Índia, Paquistão, Bangladesh e Nepal, com os países do sul da Ásia, em particular, produzindo imagens inesquecíveis de mulheres desfiguradas que foram atacadas com ácido porque rejeitaram os avanços sexuais ou propostas de casamento, ou despertou o ciúme, ou de alguma forma incomodou o patriarcado e despertou sua ira”  [ênfase adicionada] — o faz de forma tão doentia e mal informada que prova o quanto a esquerda precisa ser condenada e expulsa da vida pública para sempre. Ian Jack tinha que escrever para o The Guardian, este é o seu lugar. Neste ponto esse imbecil está correto.

Quando ele cita um episódio macabro na Índia, o faz de tal forma que deixa no ar uma imagem de que a Índia toda prescreve o dito. Isto é um insulto a um país que outrora foi riquíssimo e culturalmente sofisticado, mas detonado pelo Islã. Por conseguinte, ou por força das circustâncias, muitos Hindus se converteram ao Islamismo, sem contar com os milhões de Muçulmanos de outros lugares. Portanto, associar um episódio macabro a toda Índia mostra claramente como a esquerda é venenosa, cruel e covarde, profundamente covarde.

Isso é estupidez absoluta e falta de abrangência cultural. A Inglaterra tem um passado extremamente sombrio com a índia e a Índia hoje em dia corre atrás, com dignidade, para mostrar ao mundo o que fizeram com ela, como ela era antes, e como ficou depois do maior genocídio da história por conta da invasão Islâmica.

Acusar, generalizar, os Indianos de estupro e ataque com ácido é estupidez. Isso precisa ser visto dentro de um contexto e analisado para realmente ver o que está por trás. Hindus convertidos ao Islamismo estão sendo descritos em artigos de alta qualidade para mostrar a influência nefasta que o Islã trouxe a essa grande civilização. Esse tipo de violência nunca fez parte da cultura primordial da Índia e só um boçal desse tipo poderia manchar a imagem já tão massacrada de um povo maravilhoso.

Os Cristãos por outro lado, — e não estou aqui falando de violência Cristã contra os Hindus, — precisam ler o que os Hindus estão falando sobre a Cristianização da Índia. A ideia de alterar os costumes e crenças de uma nação como a Índia, mesmo que de forma pacífica, não dará bons frutos na moderna Índia.

— “Ataques Com Ácido, o Outro Lado Da Índia” — Ataques com ácido, o outro lado da Índia

Nota:  Acabei de falar sobre a Índia… Veja o que este artigo diz:

“Os motivos por detrás de uma prática tão monstruosa são difíceis de compreender. A razão é geralmente trivial, motivada por uma ofensa ao orgulho do criminoso. Desde pequenas discussões do dia-a-dia a dramas amorosos, quase tudo serve.”

E mais,

“Desafiando os convencionais padrões de beleza, o fotógrafo Rahul Saharan, em parceria com a Stop Acid Attacks (uma organização que procurar criar uma maior consciencialização para a situação das vítimas desses ataques)”.

Alguém que tenha juízo deve estar pensando: que diabos a Stop Acid Attacks está fazendo que não descreve a situação de forma realista… esse é o papel dela, ao invés disso, promove fotografia, aparece na mídia, recebe algum cascalho das organizações governamentais ou não, enfim… é um absurdo total. Resultado prático é esse título ridículo, “… o outro lado da Índia”. Bagunça com a imagem da Índia sem saber o que está realmente acontecendo.

Isso é o mesmo que o Iraniano Reza Aslam, “o queridinho…” faz, “o Darling” da mídia internacional, que fala um monte de merda, ganha um monte de dinheiro e vai pra Índia em parceria com a CNN pra comer cérebro humano e aí transmite para o mundo a ideia esdrúxula de que a Índia toda como cérebro humano. Ora, vá pra pqp! — CNN’s Reza Aslan Faces Backlash After Eating Part of a Human Brain

— “Polícia investiga ataques com ácido em Berlim” — Polícia investiga ataques com ácido em Berlim

“Esse foi o quinto caso de ataque com ácido na capital alemã desde dezembro. Em 12 de janeiro, um ciclista jogou um líquido contra uma mulher que caminhava por volta das 23h no bairro de Prenzlauer Berg. O suspeito fugiu em seguida.”

Entenderam? Ninguém fala realmente o que deve ser dito.

Vamos então navegar outros mares:
Shiva Statue at Jabalpur
Com 23 metros de altura, a estátua de Shiva na cidade de Kachnar é uma das mais altas da Índia.

— “Paquistão: Três Hindus feridos em ataques com ácido por celebrarem Holi” — Pakistan: Three Hindus injured in acid attack for celebrating Holi

Os Muçulmanos de Karachi acreditam que o atacante era Hindu“, mas isso é extraordinariamente improvável. Holi é uma festa Hindu durante a qual as pessoas jogam corantes coloridos sobre o outro. É uma ocasião alegre e festiva, e enquanto isso possa ter sido obra de algum Hindu amargurado, “o incidente com ácido tem a ver com a queima de um templo Hindu e um escritório comunitário no distrito de Larkana no sul, no Domingo, por multidões irritadas protestando contra uma alegada queima de um Alcorão por um Hindu.” Essas turbas eram, é claro, Muçulmanas, e sua raiva ainda está irradiando calor. Além disso, dadas as ocasiões em que fanáticos supremacistas Islâmicos no Paquistão lançaram ácido em mulheres que consideram desobedientes, parecem ser os suspeitos mais prováveis.”

— “Índia: Multidão Incendia Mesquita Após Ataque De Ácido” — India: Mob Torches Mosques After Acid Attack

“MANDI – Uma multidão irritada incendiou duas Mesquitas na cidade nesta noite depois que um homem jogou uma garrafa de ácido em passageiros de um ônibus privado, ferindo gravemente pelo menos 11 pessoas, incluindo uma criança de cinco anos.

A polícia prendeu mais tarde o culpado, Mohammad Mahboob, de Muzzafarnagar em Uttar Pradesh. Ele teria confessado o crime.”

— “Paquistão: Supremacistas Islâmicos Atacam Sete Mulheres Com Ácido Em Dois Dias — Um “Merecia Que Seu Rosto Fosse Arruinado Porque Ela Não Tinha Coberto A Cabeça”  — Pakistan: Islamic supremacists attack seven women with acid in two days — one “deserved for her face to be ruined because she had not covered her head”

“Ambos os rapazes vão para a mesma faculdade que eu e estavam me agredindo com palavras por não estar usando uma dupatta (véu ) na minha cabeça. Eles tentaram me pegar e quando eu gritei eles me atacaram com ácido”, disse Tayyiba aos policiais antes de ser internada no hospital. “Ela disse que os dois homens haviam dito que ela merecia que seu rosto fosse arruinado porque não tinha coberto a cabeça”, disse o oficial da Station House, Malik Zafar Iqbal.”

— “Bangladesh: Terra Dos Ataques Com Ácido “Desenfreados” —Bangladesh: Land of “rampant” acid attacks

“Seu pai costumava colocar gotas de ácido em partes de seu corpo todos os dias”

“Ele também costumava alimentá-la com ácido. Afinal, ele queria um filho. Para demonstrar como os ataques de ácido desenfreado contra mulheres e crianças são na maioria Muçulmana Bangladesh, considere o fato de que os país realmente tem um hospital Fundação de “Sobreviventes de Ácido”. Mas não se preocupe; como este relatório continua a sugerir, toda essa misoginia é um produto da “pobreza”. Não poderia ter nada a ver com a misoginia intrínseca do Islã, — que se manifesta nas manchetes diárias, — ou poderia?

— “Dois Jihadistas Acusados De Ataque De Ácido Contra Meninas Britânicas Em Zanzibar” — Two jihadis charged with acid attack on British girls in Zanzibar

“Mulheres andando ao redor sem ter tudo, exceto seus rostos e mãos cobertas: um pecado grave. Atirando ácido sobre essas mulheres: agradando Alá.

Dois suspeitos de terrorismo com ligações com os extremistas Islâmicos do Boko Haram apareceram no tribunal acusados de atirar ácido em duas adolescentes Britânicas de férias em Zanzibar.

Com a ajuda da Scotland Yard e da Interpol, dois membros do grupo Uamsho ou ‘Despertar’ foram presos e acusados pelas autoridades locais.

Os Londrinos Kirstie Trup e Katie Gee, ambos com 18 anos, ficaram com graves queimaduras depois que um estranho numa moto atirou ácido sobre os dois em 2013 ….”

— “Grã-Bretanha: Convertido Ao Islã Jogou Ácido Na Face Da Mãe De Seis, Deixando-A Desfigurada E Cega Em Um Olho” — UK: Convert to Islam threw acid in face of mother of six, leaving her disfigured and blind in one eye

“Durante anos temos visto mulheres que não foram pensadas para ser vestidas modestamente ou que se acreditava ter transgredido contra a honra da família, atacadas com ácido por Muçulmanos no Paquistão. Agora, o etos selvagens estão vindo para os países Ocidentais. Mas ninguém teria se atrevido a tentar conversar com Billal Kidd Mujahedin sobre a conversão ao Islã. Isso teria sido “Islamofóbico.

Carla pode estar cega. Ela teve um transplante de córnea, mas os médicos não “esperam” que ela consiga enxergar novamente.”

— “As 10 Principais Vítimas De Ataque Ácido No Irã – Um Vídeo De Anni Cyrus” — Top 10 Acid Attack Victims in Iran — an Anni Cyrus Video

“Anni discute as 10 principais vítimas de ataque ácido no Irã, pedindo-nos para nunca esquecê-las — e para refletir sobre a desumanidade que a Lei Islâmica gera para as mulheres.”

Nota: Infelizmente não tenho como traduzir este vídeo. Fica aqui o registro para quem quiser traduzi-lo. E para aqueles versados no Inglês que queiram assistir.

— “Palestinos” Ferem Cinco Israelenses Em Ataques Com Ácido“Palestinian” wounds five Israelis in acid attack

“Um homem Israelense parou para dar carona a um Palestino. É assim que a bondade infiel é retribuída pelos jihadistas Islâmicos.”

— “Paquistão: Muçulmanos Atacam As Filhas Com Ácido Por Se Recusarem A Casar Com Homens Que Ele Escolheu Para Elas” — Pakistan: Muslim attacks step-daughters with acid for refusing to marry men he had chosen for them 

Alcorão 4:34 “Alá fez os homens superiores às mulheres porque Alá preferiu alguns a outros, e porque os homens gastam a sua riqueza para mantê-las. Portanto, as mulheres virtuosas são obedientes, e elas devem guardar as suas partes escondidas do mesmo modo que Alá as guarda. Com respeito às mulheres que você receie irão se rebelar, chame a atenção delas primeiro, e depois as mande para uma cama separada, e então bata nelas…”

— “Afeganistão: Garotas Estudantes Sem Burca Pulverizadas Com Ácido” — Afghanistan: Non-burqa wearing school-girls sprayed with acid 

“Três estudantes Afegãs sofreram graves queimaduras quando os agressores pulverizaram ácido em seus rostos enquanto caminhavam para a escola. Dois homens montados numa motocicleta atacaram um grupo de 15 meninas com uma pistola de água cheia de ácido na cidade de Kandahar, Sul, deixando seis necessitando de tratamento hospitalar, três delas por ferimentos graves.”


Bem, é o bastante. Esse material mostra a realidade e não a fantasia do “The Guardian” entre outros da “grande mídia”. Fica claro aqui a estupidez que a esquerda etc., entre outras mazelas mais, estão impondo à sociedade, quando o que precisa ser dito é abafado pela hipocrisia.

Tenho pena dessas pessoas, inclusive, obviamente, das Muçulmanas que tiveram o rosto deformado por esses verdadeiros monstros, agentes do mal. Muitas ficaram cegas. Uma tristeza imensa.

Resolvi desde o início não expor fotografias dessas mulhres e meninas, por respeito. Não sei se estou certo, mas é assim que eu sinto.

Fica aqui a minha humilde solidariedade a todas elas, indistintamente.  Isso deixa qualquer um com o coração apertado e com lágrimas nos olhos.

Enquanto isso, muitos continuam soltos, ocultos e em ascensão.


RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: Trump to American Muslims — Become Christian, Pay Jizya, or Die?

RAYMOND IBRAHIM: TRUMP AOS MUÇULMANOS AMERICANOS — TORNE-SE CRISTÃO, PAGUE A JIZYA OU MORRE?

Por RAYMOND IBRAHIM

17 de Fevereiro de 2017

Enquanto os liberais/esquerdistas Americanos continuam retratando o veto migratório de Donald Trump em sete países Muçulmanos com os piores termos possíveis — de “racista” a “islamofóbico” — e ativistas Muçulmanos continuam reivindicando “choque e trauma”, um Egípcio solitariamente fez algumas perguntas relevantes que poucos Muçulmanos se importariam de fazer.

Dr. Ahmed Abdu Maher é um pesquisador e ativista político que aparece regularmente na televisão de língua Árabe e que tem um longo histórico expondo as instituições Islâmicas, como a Universidade de Al Azhar, por usarem textos e currículos que promovem o terrorismo em nome do Islã. Em 6 de Fevereiro, postou um breve vídeo de si mesmo falando em Árabe, do qual traduzi partes relevantes:

Amigos, no que diz respeito à vitória presidencial de Donald Trump, queríamos perguntar aos nossos irmãos — os fuqaha [juristas da lei Islâmica] e os ulemás [estudiosos do Islã] — uma pergunta: se esse homem, que em mais de uma ocasião anunciou que não quer Muçulmanos…  se ele coagisse, através do poder das armas, a maioria dos Muçulmanos que vivem na América… para que se tornem Cristãos ou paguem a jizya, ou então perderão suas propriedades, matará seus homens, escravizará suas mulheres e meninas, as quais serão vendidas em mercados de escravos. Se ele fizesse tudo isso, seria considerado racista, terrorista ou não? Claro, estou apenas hipotetizando, eu sei que a Bíblia e sua religião não promovem tais coisas, mas vamos apenas presumir: Seria ele um racista ou não? Seria um terrorista ou não? Como então [quando se considera] que temos em nossa jurisprudência Islâmica, que você nos ensina, e nos diz que todos os Imãs estão de acordo de que as aberturas Islâmicas [ou seja, as conquistas] são a maneira de disseminar o Islã? Precisamos ser sensitivos à palavra “abertura” [futuhat]! As aberturas Islâmicas significam espadas e matança. As aberturas Islâmicas, através das quais as casas, castelos e territórios foram devastados, estes … [fazem parte de] um Islã que você tenta nos fazer seguir. Então, me pergunto, ó sheik, ó líder deste ou aquele centro Islâmico em Nova York, você gostaria de ver isso acontecendo com sua esposa e filha? Você — este ou aquele sheik — aceitaria que isso fosse feito com os seus filhos? Que sua filha caísse nas mãos desse guerreiro [como escrava], seu filho nãos mãos desse guerreiro, — um quinto [do espólio de guerra] indo para o Califa — e assim por diante? Quero dizer, não é isso que vocês chamam de Sharia de Alá? … Então vamos pensar sobre as coisas e fazer um esforço para discernir o que é certo e o que é errado.”

Para aqueles que desconhecem o assunto, Maher está se referindo às conquistas Islâmicas na história, que na tradição Muçulmana são referidas em termos gloriosos como “aberturas” altruístas (futuhat) que permitiram que a luz do Islã rompesse para a humanidade. Durante séculos, os exércitos Muçulmanos invadiram territórios não-Muçulmanos, dando aos habitantes três escolhas: converter-se ao Islã, ou então pagar a jizya (imposto de proteção) e aceitar o status de terceira classe como um “humilde” dhimmi (ver Alcorão 9:29), ou enfrentarão a espada, a morte e a escravidão. A maioria viu a luz e o nascimento do “mundo Muçulmano”.

Os Muçulmanos se comportaram assim diante dos não-Muçulmanos por quase 1.400 anos, e a lei Islâmica, que acredita ser baseada na vontade transcendente e imutável de Alá, ainda prescreve essa abordagem aos não-Muçulmanos.

Nesse contexto, do que os Muçulmanos reclamam? pergunta Maher. Tudo o que Trump fez foi banir a imigração das nações Muçulmanas estreitamente associadas ao terrorismo. Como pode, se ele realmente tratou os Muçulmanos na América do mesmo modo como os Muçulmanos sempre trataram os não-Muçulmanos sob sua autoridade — a maneira como a lei Islâmica, a Sharia, exige — ou seja, de uma maneira muito pior do que simplesmente proibir a imigração de nações terroristas no interesse de autopreservação?

Deve-se notar que se Maher está entre uma minoria de Muçulmanos que  expõe abertamente a hipocrisia e a dupla moral de seus correligionários, a maioria dos Muçulmanos do mundo — incluindo e especialmente aqueles que estão atualmente na América, fingindo um trauma, nas palavras “ofensivas” de Trump — sabe precisamente do que ele está falando.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

EXCLUSIVO: PARTIDÁRIOS DO ISIS REAGEM COM RAIVA À SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE REFUGIADOS DO TRUMP

Fonte/Source: EXCLUSIVE – Islamic State Supporters React Angrily to Trump’s Temporary Refugee Halt

Photo/Cover/Credit: (AP / Dar Yasin) 

EXCLUSIVO: PARTIDÁRIOS DO ISIS REAGEM COM RAIVA À SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE REFUGIADOS  DO TRUMP

Por Aaron Klein and Ali Waked

30 de Janeiro de 2017

Manifestantes Muçulmanos mantêm uma bandeira do Estado Islâmico enquanto clamam slogans contra a Índia durante um protesto em Srinagar, na Caxemira controlada pela Índia, Sexta-feira, 8 de Abril de 2016. A polícia disparou gás lacrimogêneo para dispersar a população que se reuniu depois das preces da tarde para protestar contra o controle Indiano sobre uma parte da região disputada de Caxemira.

Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico (ISIS) reagiram de forma previsível ao bloqueio temporário do Presidente Donald Trump sobre os refugiados, enquanto o governo revigora o falho processo de triagem de segurança.

A Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada em um grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens de Telegrama criptografados. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno de tipos como os jihadistas e simpatizantes do ISIS, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

“O louco Trump ainda ignora a política, a ciência e a cultura”, escreveu o apoiador do ISIS Abu Maslama para seus associados no aplicativo Telegram. “Esse Cruzado que odeia o Islã impede que os Muçulmanos entrem na América. Esse Nazista fracassado acha que isso vai impedir os mujahedeen de golpear seu país. Ele não entende que seu país vai implodir? Quando isso acontecer, ele entrará em pânico e retrocederá em suas políticas de ódio ao Islã. ”

Maslama não ofereceu nenhuma explicação sobre como os EUA supostamente implodirão implementando procedimentos mais rígidos de rastreamento de segurança destinados a manter os terroristas fora do país. Ele também alegou falsamente que Trump estava impedindo os Muçulmanos de entrar no país. Na verdade, a ordem executiva de Trump suspende vistos por 90 dias para “imigrantes e não-imigrantes” da Síria, Somália, Sudão, Líbia, Iêmen, Irã e Iraque. A ordem suspendeu ainda mais a entrada de todos os refugiados por 120 dias, indefinidamente bloqueou os refugiados Sírios de entrar e baixou o teto para 50.000 de refugiados autorizados a entrar nos EUA durante o ano fiscal de 2017.

Enquanto isso, o usuário do Telegrama Omra Alfarouq, outro apoiador do ISIS, escreveu: “As decisões tomadas por esse tolo (Trump) vão arrastar os Estados Unidos e seus seguidores para uma guerra, uns contra os outros, que será provocada pelos mujahedeen, que aproveitarão a oportunidade para se infiltrar.”

ALFAROUQ OMAR TELEG

Utilizando linguagem racista, Alfarouq continuou: “Os confrontos com os negros que começaram sob o comando do asno Obama se repetirão, mas desta vez de forma muito mais ampla entre os Americanos. E os Muçulmanos vão explorar esses confrontos para atacar no coração do país infiel. Não pense que a vitória virá por conta própria. Ela vai emanar de estupidez deles e seus atos criminosos que atestam seu ódio ao Islã. Alá, em sua sabedoria, fortalecerá os mujahedeen e os conduzirá à vitória. ”

Um partidário da ISIS que publica mensagens sob o nome “ISIS WILL LIVE FOREVER”/”ISIS VIVERÁ PARA SEMPRE” escreveu: O ódio —”Trump e (Vladimir) Putin—, dos Cruzados pelo Islã é notório e suas políticas só provam isso. A guerra contra os Cruzados começou e terminará com sua derrota. Estamos no fim dos tempos, e em que tempo estão — no tempo dos oprimidos mujahedeen sobre a face da terra. A sabedoria de Alá permitirá que os mujahedeen e os oprimidos se levantem e cortem as cabeças dos Cruzados… e de todos aqueles que o apoiam, inclusive aqueles que falsamente afirmam serem Muçulmanos”.

ISIS WILL LEAVE FOREVER (1)

ISIS, Al Qaeda e outros grupos terroristas teriam procurado maneiras de tirar proveito da crise de refugiados no Oriente Médio com o objetivo de infiltrar as nações Ocidentais.

Em Novembro passado, um atropelamento intencional e um massacre por esfaqueamento foram realizados na Universidade Estadual de Ohio pelo refugiado Somaliano Abdul Razak Ali Artan, que teria sido inspirado pelo ISIS.

Em 2013, a ABC News revelou pela primeira vez que dois anos antes, o Departamento de Estado impôs congelamento do processamento de refugiados Iraquianos por seis meses. A interrupção foi resultado da descoberta de dois membros da al-Qaeda, admitidos como refugiados do Iraque, que viviam em Bowling Green, no Kentucky, e que admitiram ter atacado tropas Americanas no Iraque. A rede na época também citou agentes do FBI que admitem: “várias dezenas de suspeitos de bombas terroristas, incluindo alguns que acreditam terem alvejado as tropas Americanas, podem ter sido erradamente autorizados a se mudar para os Estados Unidos como refugiados de guerra”.

Aaron Klein é o chefe do escritório de Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é autor best-seller do New York Times e apresenta um programa popular de rádio nos fins de semana, “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

VIRGIL: O ESTADO PROFUNDO CONTRA-ATACA: A CAMPANHA PERMANENTE CONTRA DONALD TRUMP

Fonte/Source: Virgil: The Deep State Strikes Back: The Permanent Campaign Against Donald Trump


 VIRGIL: O ESTADO PROFUNDO CONTRA-ATACA: A CAMPANHA PERMANENTE CONTRA DONALD TRUMP

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Por VIRGIL

13 de Janeiro de 2017

Segunda de três partes…

Na primeira parte desta série, observamos que o globalismo é uma ideologia, talvez até uma teologia. E assim, naturalmente, o globalismo gera muito apoio apaixonado entre a elite planetária. E, no entanto, a paixão deve ser traduzida em poder político. E, claro, os globalistas têm muito disso também. Nesta segunda edição, veremos como os globalistas ainda procuram abrir caminho, mesmo depois de perderem as eleições de 2016. Para eles, o alvo nº 1, claro, é Donald Trump.

  1. A Militarização dos Rumores

Todos os leitores da Breitbart estão familiarizados com os contornos gerais da história do hacker Russo: Começando em Junho de 2016, alguém ou algo conhecido como “Guccifer 2.0” estava sendo acusado de hackear os computadores dos principais Democratas e trabalhando através do Wikileaks de Julian Assange, distribuindo informação suculenta.

Os hacks foram claramente prejudiciais para aos Democratas. E pelo fato dos vazamentos terem sido comprovados, teve repercussões significativas. As revelações forçaram, por exemplo, o presidente do Comitê Nacional Democrático, a Republicana Debbie Wasserman-Schultz, a renunciar em Julho passado.

Logo, os Democratas desenvolveram sua contra estratégia, que pode ser resumida como, A CULPA É do Donald Trump. Ou seja, quem quer que seja e o que Guccifer fosse, ele ou ela haquearam para ajudar o Trump. Então, novamente, Culpa do Trump!

Durante a queda, os Democratas tinham outro ponto a fazer: os Russos estavam por trás disso. Será mesmo, de fato, que as agências de espionagem Russas FSB, ou GRU, estavam por trás dos hacks? Virgil desconhece, mas sabe disso: os Democratas acusaram os Russos, pelo menos a princípio, sem provas sólidas.

Enquanto isso, na mesma época, os Democratas decidiram que eles mesmos deveriam fazer o mesmo jogo de insinuações e boatos dos Russos.

Assim, em Julho, começaram a circular boatos de que uma investigação tinha descoberto revelações bomba sobre Trump e os Russos. No entanto, a evidência era frágil, na melhor das hipóteses: consistia em várias declarações, atribuídas a fontes não identificadas, acusando Trump de várias coisas.

Em outras palavras, nada foi comprovado, e por isso mesmo a grande mídia (MSM), faminta por notícias anti-Trump, optou por não tocar nas alegações. A única exceção foi um vago item em 31 de Outubro da esquerdista Mother Jones, que reportou — talvez devemos dizer que, “reportou” — que um “ex-oficial de inteligência Ocidental”, contratado primeiro pelos anti-Trump Republicanos e, em seguida, pelos Democratas, tinha montado um dossiê sugerindo que Trump estava “comprometido” com a inteligência Russa.

O relatório Mother Jones foi cuidadosamente escrito, consciente de que não havia provas e, de fato, nenhuma evidência, além da palavra de uma escritora, que estava na folha de pagamento das forças anti-Trump. Em outras palavras, não era nada —apenas um depósito de pesquisas da oposição cheio de incógnitas desconhecidas. Na verdade, as palavras poderiam ter sido usadas num longo romance ou um roteiro avant-garde.

No entanto, a história de Mother Jones teve uma pérola específica: Aprendemos que numa carta ao diretor do FBI James Comey, datada de 30 de outubro, o líder da minoria do Senado Harry Reid tentou, mais uma vez, mexer o pote anti-Trump. Como Reid declarou:

Nas minhas comunicações com você e outros altos funcionários da comunidade de segurança nacional, ficou claro que você possui informações explosivas sobre laços estreitos e coordenação entre Donald Trump, seus principais assessores e o governo Russo — um interesse estrangeiro abertamente hostil aos Estados Unidos Estados.

No entanto, apesar dos melhores esforços de Reid, essas alegações ainda não possuem tração suficiente: os meios de comunicação, não importa o quão pro-Hillary, não iriam anexar a sua credibilidade a um relatório que não tinha de fato uma base demonstrável.

Além disso, é possível também que os Democratas não tivessem empurrado a história anti-Trump com todo empenho — foram complacentes. Ou seja, pensavam que Hillary Clinton estava no caminho pra vitória, e portanto, por que balançar o barco levantando alegações que poderiam ricochetear numa direção imprevista? Contra, talvez, Bill Clinton? Como o próprio Obama disse, ele e todos os seus conselheiros estavam convencidos de que Hillary iria ganhar. E assim, após a eleição, Obama e companhia assumiram que Clinton-45 poderia limpar qualquer bagunça que tivesse sido feita.

Naturalmente, toda essa presunção evaporou após a eleição de Trump em 8 de Novembro.

2 –  O Estado Profundo Se Movimenta

Desde o triunfo de Trump, os tambores anti-Trump tem crescido cada vez mais. E não são apenas os Democratas. Desde então, aprendemos, por exemplo, que em Dezembro, o Senador Republicano John McCain entregou pessoalmente, alegações anti-Trump ao FBI. E, claro, poderiam ter havido outros atores políticos — muitos outros — envolvidos nesse esforço anti-Trump.

Na verdade, é preciso dizer que a grande maioria da administração do governo em Washington D.C. é anti-Trump. Aqui na Breitbart em 12 de Dezembro, dei uma olhada nessa administração; Tem sido chamada de “Estado Profundo”. Ou seja, o Estado Profundo é um combinado político permanente que governa Washington — ou pelo menos tenta fazê-lo. Como defini há um mês atrás:

O termo “Estado Profundo” refere-se ao complexo de burocratas, tecnocratas e plutocratas que gostam das coisas do jeito que estão e querem mantê-las assim — as eleições que se danem.

É óbvio que a última coisa que o Estado Profundo quer ver é que o pântano administrativo seja drenado. Porque é a casa deles!

Virgil escreveu novamente sobre o Estado Profundo vs Trump em 19 de Dezembro, observando que o Estado Profundo logo teria um líder natural, Barack Obama:

O 44º presidente não vai ficar longe. Assim que Janeiro chegar, ele irá se movimentar só um quilometro e meio no arredores da cidadã, nas áreas de interesse, na vizinhança ostentosa de Kalorama, onde, e isso é uma aposta segura, vai garantir um palanque como se ainda fosse presidente. Assim, o Estado Profundo ainda terá um palanque enquanto planeja o próximo movimento contra o Tenebroso Trump. Ou devemos dizer, ele terá mais um palanque, porque, de fato, ele já possui muitos.

Virgil pôde anotar que essa história foi escrita há três semanas antes que o Politico revelasse os planos futuros do futuro ex-presidente. Aqui está a manchete de 9 de Janeiro: “Obama reequipa sua operação política para outra rodada: Ele vai usar a sua fundação e um grupo atualizado Organizing for Action para tentar salvar seu legado e reconstruir o Partido Democrata.” Em outras palavras, Obama será um força a ser considerada.

E então, naquela peça de Dezembro, Virgílio fechou com estas palavras, que provaram ser proféticas:

A amarga eleição acabou, querido leitor, mas a verdadeira tempestade ainda está por vir.

Desde então, a tempestade veio de muitas frentes. Além da mídia anti-Trump usual, o Estado Profundo persegue outros ângulos; Por exemplo, o pessoal de carreira do Departamento de Justiça dos EUA está se concentrando no diretor do FBI, James Comey, por sua manipulação pré-eleitoral com relação aos e-mails de Hillary Clinton; É uma aposta segura de que esses carreiristas, desfrutando de autonomia estatutária dentro do DOJ (Departamento de Justiça), encontrarão Comey violando alguma coisa.

Enquanto isso, advogados anti-Trump e outros ativistas de todo o país estão planejando ir ao Capitólio na Inauguração. Enquanto isso, soubemos que uma turma do Estado Profundo, ancorados em Israel, advertiram os seus homólogos Israelenses para não confiarem em Trump.

No entanto, o Estado Profundo é mais ativo dentro do cinturão administrativo (Washington D.C.): Por exemplo, um energético membro do Estado Profundo anti-Trump é Walter Shaub, diretor do Escritório de Ética Governamental. Sim, ele é um empregado federal, mas Shaub transformou seu escritório supostamente não-partidário numa máquina partidária, promovendo sua campanha anti-Trump inclusive no Twitter.

Curiosamente, o grupo de pesquisa America’s Rising observou que Shaub, um democrata que doou à campanha de reeleição de Obama em 2012, nunca pareceu incomodado pelas múltiplas transgressões éticas de Hillary Clinton. Como diz o grupo:

A mídia, deveria ter pausado a história de Shaub como democrata e o duplo padrão que ele empregou como chefe da OGE (Escritório de Ética Governamental), antes de tomar as palavras de Shaub seriamente.

E mais, claro, ainda Shaub está no noticiário o tempo todo, sempre batendo no Trump. Aqui, por exemplo, uma manchete de 11 de Janeiro no The Hill, descrevendo o último ataque de Shaub: “Chefe da Ética Federal explode” plano de negócios do Trump não sem sentido.” E mais isto, do Político: “Czar de ética federal fuzila o plano de conflitos do Trump.”

No entanto, os maiores conflitos, é claro, foram sobre a questão da influência Russa nos EUA. Mesmo se os repórteres ficassem longe dos boatos indecentes que não podiam provar, perseguiram outros ângulos, notavelmente, que os Russos tinham uma estratégia para ajudar Trump a derrotar Hillary.

Nesse esforço, é claro, os jornalistas forma de grande ajuda ao Estado Profundo.

Por exemplo, em meados de Dezembro, o Politico Europa acrescentou um detalhe — faça com que o alegado, ao invés de comprovado — detalhe que o líder Russo Vladimir Putin “pessoalmente dirigiu” o haqueamento, como parte de sua suposta “vendetta” contra Hillary Clinton. Isso é verdade? Quem sabe. Mas o Político conseguiu a história, e escreveu, com informações vindas de “vários altos funcionários de inteligência”.

3 – A Batalha do Mundo Político e Social de Washington, D.C. (Beltway)

Então, na semana passada, a história ficou ainda mais quente. E o ponto de ebulição foi um dossiê duvidoso — aquele, como observamos, que vinha flutuando há meses.

Recentemente, os “Quatro Grandes” chefes de inteligência — que seria o diretor de Inteligência Nacional James Clapper, o diretor do FBI, Comey, o diretor da CIA, John Brennan, e o diretor da Agência de Segurança Nacional, o almirante Mike Rogers — decidiram que o documento valia a pena ser levado a sério. Ou seja, o operativo “Ocidental” mencionado por Mother Jones — publicamente identificado recentemente como um Britânico, Christopher Steele, um ex-espião MI-6 Britânico — foi de repente promovido; Agora, ele e sua informação foram considerados como uma fonte crível. Tão crível, de fato, que o “Quatro Grandes” precisaram contar ao Trump tudo sobre isso.

Assim, na semana passada, o Presidente eleito foi informado sobre algumas das alegações de altos funcionários de inteligência dos EUA. E aqui está o mais estranho: Apesar do quarteto membro do Estado Profundo serem craques em guardar segredos, a notícia desse briefing imediatamente vazou.

Como informou o The Washington Post em 10 de Janeiro, um alto funcionário disse que Trump foi informado sobre as alegações “porque já estavam circulando amplamente e eram “principalmente uma cortesia” para que soubesse que eles estavam lá fora.

Sobre isso, Virgil pode dizer, isso é que é “cortesia”! Na verdade, parece ter sido mais como algo combinado. Vamos pensar nisso: rumores desconfiados sobre Trump flutuavam há meses, ressoando abaixo do nível das notícias, e ainda o Quarteto de Inteligência diz que, como “cortesia”, vão dizer ao Trump sobre os rumores e, em seguida, o traem divulgando à imprensa. Isso não é cortesia, isso é — chutzpah — audácia descarada.

E assim, naturalmente, os componentes do briefing, as partes picantes, tornaram-se uma enorme notícia. Afinal de contas, o Quarteto de Inteligência, ao contar ao Trump sobre as acusações, tinha-lhes dado uma espécie de pseudo-veracidada e certamente a tornaram notícia. Então agora, para a grande mídida, foi aberta a temporada de caça ao Trump.

Político (o Magazine), como sempre um especialista em agitar o governo, proclamou numa manchete de 10 de Janeiro, “Trump confronta tempestade de alegações sobre a Rússia.” A história citou Adam Jentleson, um ex-assessor top de Harry Reid, que teria tuitado, em todas as letras maiúsculas, “ISSO É O QUE HARRY REID ESTAVA SE REFERINDO”. Isto é, referindo-se à carta de Reid, em 30 de Outubro, ao diretor do FBI, Comey. (Podemos fazer uma pausa para observar que Jentleson está agora dirigindo uma “sala de guerra” no Centro para o Progresso Americano, ou seja, seu trabalho agora em tempo integral é enviar explosões políticas em letras maiúsculas).

CNN bateu forte nessa história sobre o Trump. O canal declarou que “os principais representantes de inteligência da nação” haviam informado ao Trump (e em outras oportunidades a, Obama e Joe Biden) sobre informações que “comprometem o presidente eleito Trump”.

Enquanto isso, o time do Trump negou tudo. A ABC News, no programa “Bom Dia América”, Kellyanne Conway disse o seguinte:

Só para difamar o presidente eleito dos Estados Unidos, agora temos funcionários de inteligência divulgando informações que prestaram juramento de não divulgar. Eu nem sequer acho que isso seja uma notícia falsa, acho que isso é apenas falso.

Por sua parte, Trump agiu inteligentemente com o que o Estado Profundo estava fazendo com ele. Desprezou seus inimigos como “pessoas doentes”, tuitou:

As agências de inteligência nunca deveriam ter permitido que essa falsa notícia “vazasse” para o público. Um último tiro em mim. Estamos vivendo na Alemanha nazista?

Como esperávamos, essa foi uma declaração dura de Trump. E, no entanto, pondo a sua óbvia raiva de lado, o presidente eleito também estava perspicazmente consolidando a sua base, que há muito tempo já acreditava no pior sobre a grande mídia e o Estado Profundo.

De fato, nessa conferência de imprensa em 11 de Janeiro, Trump aproveitou a oportunidade e foi para a ofensiva. Ele não só descartou as acusações, mas também rotulou a CNN como “notícia falsa”, sem dúvida provocando elogios de toda a Nação Trump.

E mais, o presidente eleito recordou como ele havia caído na armadilha pelo Quarteto de Inteligência: “Toda vez que me encontro [com as autoridades], as pessoas estão lendo sobre isso”. Acrescentou que “o que aconteceu é muito injusto, muito injusto com o povo Americano.”

Assim Trump reuniu a sua base; no dia 12 de Janeiro, o Politico Playbook, num e-mail com comentários e uma lista de dicas aos insiders de Washington D.C. e aos insiders aspirantes, tiveram que admitir a contragosto, “Para a maioria das pessoas que assistiu Trump ontem, ele “fez uma boa performance”.

No entanto, é claro, os críticos mais duros de Trump continuam ásperos. Então é justo dizer que as forças de ambos os lados da linha de batalha — pro-Trump e anti-Trump — agora redobraram sua determinação.

Aqui podemos fazer uma pausa para observar que os funcionários de inteligência aparentemente entregaram apenas um resumo seco de duas páginas das alegações; Podemos chamar isso de “Pequena Difamação”. No entanto, havia também um amontoado de 35 páginas de alegações, incluindo alegações sexuais; Podemos chamar isso de “Grande Difamação”.

O principal jogador na Grande Difamação foi o BuzzFeed, uma publicação on-line fundada por um Jonah Peretti, que aprendeu o seu ofício no The Huffington Post. Sim, o website imprimiu o dossiê completo de 35 páginas, completo com a sua salacidade sexual. (Mais uma vez, devemos imediatamente estipular que existe zero ou nenhuma prova de que qualquer das acusações sejam verdadeiras.)

Surpreendentemente, ao mesmo tempo em que publicou esse lodo, o editor do BuzzFeed, Ben Smith, tuitou: “Há sérias razões para duvidar das alegações”.

Virgil não é um advogado, mas parece-lhe certo que a admissão de Smith atende ao padrão legal de difamação, incluindo o “descuido imprudente pela verdade”. Como diz um recurso legal:

Se a pessoa difamada é uma figura pública, a pessoa que faz a declaração difamatória só pode ser responsabilizada por difamação, se soubesse que a declaração era falsa ou se ele/ela agiu com desprezo imprudente quanto à verdade ou falsidade da declaração. [Ênfase adicionada]

Olá, processo judicial?

Enquanto isso, a crítica de outros na mídia veio em cascata sobre o Buzzfeed. Falando pela grande mídia, NBC News ‘Chuck Todd mandou bem na cara do BuzzFeed Ben Smith:

Você acabou de publicar notícias falsas. Você tomou uma decisão sabendo que iria publicar uma inverdade.

Smith respondeu dizendo: “Eu acho que essa é uma história real sobre um documento real”. A isso podemos dizer sim, é um documento real, no sentido de que há palavras numa página. Mas isso não significa que seja um documento verdadeiro. Como em, cada palavra em cada única página poderia ser uma mentira — e BuzzFeed não ofereceu ajuda ao leitor para verificar qualquer coisa.

Enquanto isso, outros jornalistas da grande mídia botaram pressão. The Wall Street Journal relatou, de forma suave, “O Jornal não foi capaz de verificar as alegações.” Ao mesmo tempo, outros jornalistas do Washington Post, Margaret Sullivan e Erik Wemple, denunciaram a decisão do Buzzfeed. E no dia 12 de Janeiro, o veterano de Washington D.C., Mike Allen — ex-membro do Politico, agora numa nova empresa, Axios — descartou as alegações:

Pense na loucura que tomou conta da metade do dia quando o BuzzFeed publicou, na íntegra, um memorando sem fundamento, de uma só fonte, financiado por partidários, que reivindicava atos — muito repugnantes para serem impressos — sobre um homem que está a uma semana do Escritório Oval (Casa Branca).

Isto é o que Allen quis dizer, isso vai dar em nada.

Enquanto isso, a direita conservadora ortodoxa, David French, da National Review, ele mesmo fortemente anti-Trump, escreveu sobre a história de BuzzFeed:

Isso é ridículo. Como os “Americanos tomam decisões” quando não têm capacidade de verificar as alegações? O público não sabe nada sobre as fontes, nada sobre as reivindicações subjacentes, e não tem meios de descobrir a verdade… Isso não é transparência; É malícia.

E o cão de guarda da mídia conservadora, Brent Bozell aplicou este soco:

A história do BuzzFeed é claramente uma notícia falsa. Qualquer mídia que não produza uma notícia que declare que a história da BuzzFeed é falsa, estará colaborando e dando conforto as notícias falsas e promovendo sua proliferação. Esse fiasco é exatamente porque os índices da mídia estão no toilet.

E aqui está Glenn Greenwald, escrevendo para The Intercept, duro como sempre. Sob a manchete “O Estado Profundo Vai à Guerra com o Presidente Eleito, Utilizando Alegações Não Verificadas, enquanto Democratas Aplaudem” Greenwald declarou que qualquer publicação do material seria “um assalto ao jornalismo, à democracia e à racionalidade humana básica”.

Apesar da crítica de Greenwald, a grande mídia agora tem um bolo e o estão comendo também. Ou seja, podem reivindicar “mãos limpas” ao não terem publicado as alegações no início, e agora que estão fora, podem alegremente reimprimir as alegações; Depois de tudo, alguém as imprimiu primeiro, tornando-as dessa forma “notícia”. Desse modo, referências casuais ao dossiê estão agora encontrando seu caminho nas histórias da grande mídia sobre o governo Trump, não apenas histórias sobre as alegações da Rússia. Essa é a reação em cadeia da grande mídia: um círculo feliz de anti-Trumpismo. Os Americanos podem não gostar, mas a turma da grande mídia certamente adora.

Enquanto isso, outro observador agudo, Matt Drudge, perguntou se os Russos estavam mesmo envolvidos. Ou seja, talvez fosse o próprio Estado Profundo produzindo as acusações, ao mesmo tempo em que lançava a culpa em Moscou:

Estão as agências corruptas dos EUA chantageando Trump com sua própria sujeira habilmente etiquetadas contra os funcionários “Russos”?

Curiosamente, em meio a repercussão contra o agora notório breifing, James Clapper, optou por se distanciar dos outros. No final da noite de 11 de Janeiro, emitiu uma declaração afirmando que as agências de inteligência “não fizeram qualquer julgamento de que a informação deste documento é confiável”. Virgil diz: “Boa tentativa, Sr. Clapper, mas o tempo para expressar suas preocupações foi antes do briefing, ou durante o briefing, não depois do briefing — depois que o bip ativou o ventilador. ”

Naturalmente, a retrospectiva de Clapper lamenta, contudo, o Estado Profundo está a toda velocidade à frente, ainda procurando torpedear Trump.

Por exemplo, o ex-gerente de campanha de Clinton, Robby Mook, compara o assunto com Watergate. A implicação é suficientemente clara: assim como o Estado Profundo conseguiu afastar Richard Nixon do poder em 1974, hoje, o Estado Profundo deve buscar o mesmo destino para Trump.

Claro, Trump não está planejando ir a lugar algum; Na verdade, tem sido dito que os funcionários já estão trabalhando em sua campanha de reeleição para 2020.

Assim, A Batalha do Mundo Político e Social de Washington, D.C. (Beltway) continuará.

Próximo: O Estado Profundo abre outra frente contra o Trump.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

VIRGIL: A VISÃO NACIONALISTA DE TRUMP VERSUS O EVANGELHO DO GLOBALISMO

Fonte/Source: Virgil:  Virgil: Trump’s Nationalist Vision vs. the Gospel of Globalism

 

VIRGIL: A VISÃO NACIONALISTA DE TRUMP VERSUS O EVANGELHO DO GLOBALISMO

 

Por VIRGIL

12 Janeiro de 2017

Primeira de três partes…


  1. A Visão Nacionalista de Trump, Ascendente.

É um fato óbvio: Donald Trump nem sequer prestou o juramento como 45º Presidente e no entanto, já está estabelecendo a agenda nacional. Através do Twitter entre outras mídias sociais e a aparição pública ocasional, ele ainda está fazendo o que fez durante toda a campanha presidencial — dominando. Só agora, de acordo com ele, não o faz por si mesmo, mas pelo povo Americano.

Nas últimas semanas, Trump fechou acordos com Carrier e Ford. Daí esta reveladora manchete de 3 de Janeiro: “Repreendida por Trump, Ford sucateia a fábrica do México, cria empregos em Michigan.” Ele também anunciou um acordo de US $ 50 bilhões, 50.000 empregos com o investidor Japonês Masayoshi Son e acaba de promover um novo plano de criação de emprego da Fiat Chrysler.

E ainda, ao mesmo tempo, Trump está usando um chicote, assim como cenouras. Deixou claro que qualquer empresa que tirar empregos do país será punida por fazê-lo. Como ele disse na conferência de imprensa em 11 de Janeiro,

A palavra agora é fora, para que quando você mudar a sua fábrica para o México ou a qualquer outro lugar e quiser demitir todos os trabalhadores de Michigan e Ohio. . . Não vai acontecer mais dessa maneira.

E nessa mesma conferência de imprensa, ele foi atrás das empresas farmacêuticas por cobrar demais. E tinha uma solução orientada para o mercado: “O que temos que fazer é criar novos procedimentos de licitação para a indústria farmacêutica, porque estão fugindo do crime”.

E, claro, repreendeu os fornecedores de defesa Boeing e Lockheed, os quais Trump acredita que vêm cobrando muito dos contribuintes.

O resultado desta “terapia de tweet” tem sido uma revisão no pensamento da América Corporativa. Pesquisando o novo estilo presidencial Trump, “bullying do púlpito”, a Reuters conclui: “Líderes corporativos… Não podem mais centrar-se apenas na maximização do valor dos acionistas; Eles também devem de agora em diante pesar o interesse nacional. “Sim, é isso mesmo: os executivos Americanos estão agora começando um curso acelerado de patriotismo econômico; Eles não podem mais agir como se não fossem cidadãos deste país — ou que outros cidadãos Americanos não importam. Por causa de Trump, eles agora devem levar em conta a força total e o bem-estar da nação em que residem.

E aqui está um ponto interessante: O lado pro-trabalhador, ativista pró-contribuinte do Trump também está provando ser pró-negócio. É uma vitória para os três setores; Chamo isso de win-win-win nacional. (win significa vencer, ganhar etc.) E só faz sentido: se houver mais trabalhadores Americanos com grandes salários, comprando coisas e pagando sua parcela justa de impostos, isso é bom tanto para o negócio Americano quanto para o orçamento do Tio Sam.

Na verdade, de acordo com a Federação Nacional de Negócios Independentes, o otimismo das pequenas empresas tem “disparado”, e a confiança dos consumidores também está alta; Enquanto isso, o dólar está em alta, e o Dow Jones Industrial Average (Média Industrial) ganhou 2000 pontos desde a eleição. Portanto, é totalmente evidente que a economia Americana está respondendo positivamente ao Trump como Chefe-Negociador. Bem como a sua administração será composta, claro, por um time de excelentes negociadores.

Sim, é interessante pensar sobre as velhas formas do governo federal, as formas pré-Trump. Ou seja, os federais têm sido intervencionistas em tantas questões durante tanto tempo, e no entanto, foram quase inteiramente desprovidos de ação quando se tratava de bons empregos e salários; As corporações estavam livres para ir e vir — na maior parte, ir. A mensagem para os empregadores era, de fato, faça o que você quiser com a sua base de trabalhadores, mas você deve, a todo custo, proteger os pantanais, as corujas manchadas e os sentimentos das “vítimas protegidas” e sua livre escolha de banheiros.

Felizmente, essa estranha e injusta escolha da política do Tio Sam — ignorar os interesses da ampla classe média enquanto atendia as subcategorias cada vez mais vanguardistas — parece estar chegando ao fim.

Portanto, é possível, talvez até mesmo provável, que sob o comando do Presidente Trump, mais uma vez tornar-se-á uma nação para todos os Americanos, incluindo — a classe Média Americana. Poderíamos ainda ser a “Cidade do Alto da Colina” que Ronald Reagan tão eloquentemente descreveu. Ou seja, um verdadeiro centro-direita “o time Americano”, unidos na sua determinação de trabalhar duro e fazer bem feito, colocando os cidadãos dos EUA em primeiro lugar.

Como Trump disse na conferência de imprensa da Quarta-feira, sua vitória foi “um movimento como o mundo nunca viu… foi uma coisa linda, o dia 8 de Novembro.”

  1. A Velha Visão Globalista, Descendente

É claro que nem todo mundo acha que o que aconteceu no dia da eleição de 2016 foi uma coisa linda, porque estavam vivendo com uma visão muito diferente do nacionalismo econômico de Trump.

Vamos ser específicos. Podemos começar com Barack Obama; Nos últimos oito anos, como sabemos, Obama nunca se preocupou muito com a classe média, nem com a América. Em vez disso, seus olhos vislumbravam um prêmio diferente: a visão de um mundo implacavelmente globalizado, no qual os EUA se encaixariam… em algum lugar.

Eis como o 44º presidente expressou-se no seu primeiro discurso inaugural, em 2009:

Na medida em que o mundo diminui, nossa comum humanidade se revelará; E a América precisa desempenhar o seu papel inaugurando uma nova era de paz.

Isto pode ser um bom pensamento para guardar em alguma torre de marfim acadêmica, mas no mundo real, há pouca evidência de que os povos poliglotas do planeta concordam com muita coisa, e muito menos em inaugurar uma nova era de paz.

Para espanto geral, mesmo Obama, tendo recebido um Prêmio Nobel da Paz para fazer discursos agradáveis, imediatamente escalou uma guerra desesperada no Afeganistão. Ainda assim, em sua mente dogmaticamente ideológica, ele estava determinado a encolher o poder Americano para que “desempenhasse seu papel” nessa nova ordem global.

E assim, em Abril de 2009, o presidente estava empenhado em negar que o “excepcionalismo Americano” fosse algo digno de nota, muito menos se orgulhar disso. Em vez disso, criticou de forma sarcástica “o excepcionalismo Americano” dizendo quer era uma ilusão, porque todos os países se consideram excepcionais. O desprezo de Obama inspirou um repórter a comentar o seguinte,

Se todos os países são “excepcionais”, então nenhum é, e reivindicar o contrário rouba a palavra, e a ideia de excepcionalismo Americano, de qualquer significado.

E, mais uma vez, os comentários de Obama fizeram todo o sentido, se percebermos que seu objetivo era menosprezar os Estados Unidos como apenas um outro país no cenário mundial, em algum lugar entre Uganda e Uzbequistão.

Então, é claro, Obama dedicou seus primeiros meses no cargo a uma “turnê de desculpas” mundial, embora muitos digam que durou, na verdade, oito anos na Casa Branca.

John Fonte, um crítico conservador do globalismo do Instituto Hudson, chama essa ideologia de “progressismo transnacional”, e certamente define a visão de mundo progressista.

Na verdade, se cavarmos mais fundo, podemos ver que o globalismo é, de fato, uma espécie de religião. Todo mundo já ouviu, querendo ou não, a canção de John Lennon de 1971, “Imagine”, incluindo essa letra pegajosa-esquerdista:

Imagine que não haja países

Não é difícil de ser feito

Nenhum motivo para matar ou morrer

E nenhuma religião também.

Esse “Lennonismo”, com certeza, é compartilhado por muitos ao redor do mundo. Assim, não é de admirar que Obama tenha uma causa comum com outros globalistas, incluindo o ex-primeiro-ministro Britânico David Cameron, a chanceler Alemã Angela Merkel e o chefe da União Europeia, Jean-Claude Juncker.

Essas são as pessoas que presidiram a criação ou o crescimento de várias empresas transnacionais obscuras, incluindo as Nações Unidas, a União Europeia, o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas e o Plano Integral Conjunto de Ação, também conhecido como o acordo nuclear do Irã.

O fio condutor comum a todos essas geringonças burocráticas é o chamado “déficit democrático”. Ou seja, na mente da elite, quanto menos pessoas reais, inclusive nos EUA, que consigam votar ou caso contrário examinar, o desempenho desses burocratas, melhor.

Na verdade, também seria melhor, assim pensa a elite, que nem mesmo pudessem conhecer a verdade sobre o que está sendo feito em seu nome. Podemos citar, por exemplo, a questão dos refugiados. Para os globalistas, é um ponto de honra aceitar os refugiados, mesmo com a perspectiva de subsidiar para sempre, numa dependência não assimilada. Assim, podemos facilmente ver que a Alemanha de Merkel é, na hierarquia globalista de sinalização de virtude, a mais “honrada”.

No entanto, como sabemos, o governo Obama deu o seu melhor para manter-se. E se esses programas de influxo de refugiados não são populares com o público, bem, o instinto da elite padrão é enganar e enganar. Na mente desses enganadores, é tudo para o bem maior porque o ideal da sagrada “aldeia global” nunca atingirá uma condição melhor se os “deploráveis” ​​chegarem a decidir qualquer coisa. Nota do tradutor: Hillary Clinton, durante a eleição presidencial recente, ofendeu os seguidores do Trump de “deploráveis”.

Tem sido muito bem documentado, que o governo dos EUA esconde a verdade sobre os crimes de refugiados, a saúde dos refugiados e até mesmo o número real de refugiados. Alguém na administração Obama está se desculpando por esses abusos? Claro que não.

E, no entanto, claro que, à luz dos recentes resultados eleitorais, nos quais o globalismo de Obama foi decisivamente rejeitado, temos de perguntar: Será que a elite realmente pensou que iriam conseguir esconder isso? Será que eles realmente pensaram que as pessoas não iriam notar o que tem acontecido com suas comunidades e bairros?

A resposta parece ser: “Sim” — os intelectuais que dão apoio ao Obama, os Obamans, realmente acreditaram que poderiam se livrar de tudo isso. Pensaram que o Trump seria enterrado por uma onda azul demográfica em 2016, e que Hillary Clinton continuaria suas políticas globalistas favorecidas em 2017.

Sobre os quais podemos dizer: Talvez a elite não seja tão esperta como pensam que são. No entanto, claro, mesmo depois de terem sido arrancados do poder, os globalistas de Obama terão um pouso suave: muitos deles logo estarão trabalhando para algum grupo think tank financiado por George Soros. E a partir desses poleiros confortáveis, serão capazes de manter sua “resistência” ao Trump (mais sobre isso nos próximos dois artigos).

Agora citaremos um segundo item sagrado na agenda globalista: o livre comércio internacional.

E aqui vemos, mais uma vez, que o pensamento da elite sobre o globalismo tem uma maneira de transformar uma teoria num princípio transcendentalmente moral. E tem sido assim há muito tempo.

Em 1846, o principal comerciante Britânico livre, Richard Cobden, declarou, sem rodeios, que o livre comércio salvaria o mundo:

Vejo, no princípio do livre comércio, aquilo que deve agir no mundo moral como o princípio da gravitação d o universo — reunindo os homens, afastando o antagonismo da raça, do credo e da linguagem e unindo-nos nos laços da eterna Paz.

Cobden era um capitalista, e os capitalistas muitas vezes têm olhos frios, mas, como podemos ver, há um utopismo sonhador, até vertiginoso, no pensamento de Cobden. E surpreendentemente, ganhou a batalha da opinião pública na Grã-Bretanha do século XIX.

Curiosamente, um contemporâneo de Cobden — que tinha um olhar muito mais frio e decididamente não era um capitalista — endossou a mesma ideia. Esse era Karl Marx, o fundador do comunismo. Como prognosticador teórico, Marx pode ter tido uma visão equivocada do que o comunismo viria a ser no futuro, mas mesmo assim foi um observador astuto dos acontecimentos atuais.

Marx pôde ver que o capitalismo laissez-faire descontrolado e desequilibrado pulverizaria rapidamente culturas, tradições e até nações inteiras num vendaval sem fim de destruição criativa. Ou seja, os indivíduos podem ser melhores em alguns aspectos materiais, mas como uma comunidade, seriam atomizados e desarticulados.

Enquanto isso, Marx continuou, sem interferir no destino alheio, mercados livres e sem restrições concentrariam a maioria da riqueza nas mãos de especuladores e de outros financistas. E como resultado, Marx concluiu, as massas, em seu vexame, estariam prontas para experimentar o socialismo e depois o comunismo.

Com esse esperado cenário Vermelho em mente, Marx declarou no famoso discurso de 1848: “Senhores, sou a favor do livre comércio“.

No entanto, hoje, os mais ardentes defensores do livre comércio não são comunistas irônicos; São globalistas neo-Cobdenistas, e são dolorosamente sinceros. Alguns podem ser Democratas, alguns podem ser Republicanos, alguns podem pensar em si mesmos como Liberais, alguns podem se identificar como Conservadores. No entanto, o que os une é a visão de um mundo sem fronteiras, com restrições mínimas às exportações e às importações. (E, claro, restrições mínimas sobre o trânsito, também, de pessoas.)

Certamente, alguns globalistas, como o europeu Jean-Claude Juncker, transformaram o globalismo numa ideologia lucrativa; Há anos, Juncker esteve no meio dos esforços de seu país de origem, Luxemburgo, para transformá-lo no bilionário paraíso fiscal mais amigável do mundo. Então, sim, há abundância de auto interesse no globalismo. E ainda, ao mesmo tempo, há mais do que isso — muito mais.

  1. O Evangelho do Globalismo

De fato, essa fé globalista é tão forte que podemos concluir que é mais do que uma ideologia — deve ser uma espécie de teologia.

Como o escritor Fay Voshell sugeriu em Setembro passado no American Thinker, o globalismo, para muitos, é uma espécie de Cristianismo transmutado. Ou seja, o globalismo é um novo tipo de fé:

Substituir a visão beatífica do Cristianismo é um novo universal… Uma ordem em que a fidelidade dos seres humanos é para uma global Cidade dos Homens, governada por sacerdotes da elite que agem como deuses diante das massas. Pregadores da visão globalista apresentam um Reino ersatz (imitação de qualidade inferior)… A religião do globalismo vê uma ordem mundial terrestre e utópica na qual todos os homens prestam lealdade aos sacerdotes da elite que governam uma Cidade Mundial sem fronteiras nacionais. Às vezes, a visão beatífica substituta é expressa em termos de uma “aldeia global”, uma entidade mística que toma o lugar da família de Deus. A família dos globalistas da humanidade não distingue país, tribo ou credo.

Estas últimas palavras, “não distingue país, tribo ou credo”, nos levam de volta ao ponto em que começamos — com Imagine, de John Lennon.

Para os globalistas, essa visão é tão poderosa que é fácil perceber como eles foram inspirados a fazer exatamente o que fizeram: abrir suas fronteiras, impor correção política ao seu povo e transformar suas sociedades através de através de vastos esquemas de engenharia social. Na verdade, como vimos, líderes políticos globalistas estão tão comprometidos com suas crenças que estão até dispostos a correr o risco de perder eleições, sacrificando suas carreiras no altar de sua fé.

E foi exatamente o que aconteceu com o voto do Brexit em Junho, que não só colocou a Grã-Bretanha no rumo para deixar a União Europeia, mas também custou a David Cameron seu escritório no Número 10 da Downing Street. E aqui nos Estados Unidos em Novembro, o mesmo aconteceu com Hillary Clinton — e com o legado de Barack Obama.

Dada a profundidade apaixonada dos sentimentos globalistas, não é de admirar que as elites tomaram essas derrotas com amarga consternação. No Reino Unido, por exemplo, a primeira resposta dos  globalistas irritados  foi colocar uma maldição permanente sobre o líder da Brexit, Nigel Farage.

Certamente você deve ter notado: aqui nos EUA, a elite está com muita raiva do Trump.

Na mente globalista, Farage e Trump não são apenas inimigos, são hereges. Talvez até mesmo, no sentimento pós-Cristão, sejam anticristos.

Assim, enquanto Farage e Trump venceram suas respectivas campanhas políticas, a fúria completa da elite está para ser sentida.

Vamos dar uma olhada na reação dos EUA no próximo artigo, o segundo de três partes.


Tradução: Tião Cazeiro  — Muhammad e os Sufis

“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Fonte/Source: “Islam Hates Us” More Than You Know

“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Por Raymond Ibrahim

13 de Março de 2016

O mais recente comentário politicamente incorreto de Donald Trump com relação ao Islã é muito mais verdadeiro do que a maioria pensa. Após ser indagado na semana passada pela CNN se acreditava que o Ocidente está em guerra com o Islã, o candidato presidencial Republicano simplesmente disse:

Acho que o Islã nos odeia. Existe alguma coisa lá que — Há um ódio tremendo lá. Temos que chegar ao fundo da questão. Há um ódio tremendo. Existe um ódio inacreditável da gente.”

Enquanto milhões de Americanos indiscutivelmente estão de acordo com as afirmações de Donaldo Trump, — pelo menos aqueles que têm olhos e ouvidos para ver e ouvir — poucos realizam que esse “ódio tremendo” não é um produto de ressentimentos, fatores políticos ou mesmo da interpretação “extremista” do Islã; ao contrário, é um subproduto direto da corrente principal do ensinamento Islâmico.

De acordo com a antiga doutrina Islâmica de “al-wal’a wa al-Bara”, ou “lealdade e inimizade” — a qual está bem fundamentada nas escrituras Islâmicas; bem patrocinada pelas autoridades Islâmicas; bem manifestada em toda a história Islâmica e em assuntos contemporâneos — os Muçulmanos devem odiar e se opor a todos os não-Muçulmanos, incluindo os próprios membros da família.

Alcorão 60: 4 – Este verso é a pedra angular dessa doutrina e fala por si: “Você [Muçulmanos] teve um excelente exemplo em Abraão e naqueles que o seguiram, quando disseram ao seu povo: “Nós renegamos você e tudo quanto adorais em lugar de Alá. Renunciamos a você: inimizade e ódio duradouros reinarão entre nós e vós, a menos que creia unicamente em Alá!” (Alcorão 60:4, ênfase adicionada pelo autor).

Alcorão 58:22  louva os Muçulmanos que lutam e matam seus próprios membros familiares não-Muçulmanos: “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, —ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes.”

De acordo com o comentário convencional de Ibn Kathir sobre o Alcorão, esse versículo refere-se a um número de Muçulmanos que massacraram seus parentes não-Muçulmanos (um matou seu próprio pai não-Muçulmano, outro seu irmão não-Muçulmano, um terceiro — Abu Bakr, o primeiro califa reverenciado da história Islâmica — tentou matar seu filho não Muçulmano, e Omar, o segundo califa, massacrou seus parentes). Como Ibn Kathir explica, [1] Alá ficou imensamente satisfeito pelo zelo inabalável à sua causa e os premiou com o paraíso.

De fato, versos que apoiam a doutrina divisionista de “lealdade e inimizade” permeiam o Alcorão (veja também 4:89, 4: 144, 5:51, 5:54, 6:40, 9:23 e 60: 1). Há uma ressalva, capturada pelo Alcorão 03:28: quando Muçulmanos estão em posição de fraqueza, podem fingir amizade com os não-Muçulmanos enquanto o ódio pulsa em seus corações. (Leia aqui para vários exemplos recentes de Muçulmanos que vivem há anos em paz e amizade com não-Muçulmanos, mas que em seguida se levantam de forma violenta contra eles, assim que se tornam mais fortes. [2]).

Pelo fato da inimizade aos não-Muçulmanos ser algo tão inquebrantável no Alcorão, a elite dominante do ensinamento Islâmico detém que, os homens Muçulmanos, devem até mesmo odiar — e mostrar que odeiam — suas mulheres não-Muçulmanas, por serem “infiéis”, nada mais.

Se os Muçulmanos devem odiar até os mais próximos — pais, filhos, irmãos e esposas simplesmente por serem não-Muçulmanos, não é surpresa alguma que tantos Muçulmanos odeiem “infiéis” estrangeiros que vivem a oceanos de distância, — tais como os Americanos que, além disso, são retratados em todo o mundo Islâmico como tentando minar o Islã?

Assim, mesmo os supostos melhores amigos e aliados Muçulmanos — como a Arábia Saudita e o Qatar, — foram registrados como pedindo a todos os Muçulmanos que nos odeiem. De acordo com o site governamental Saudita, os Muçulmanos devem “se opor e odiar, quem quer que seja se Alá nos ordenar a opor e odiar. Incluindo Judeus, Cristãos, e outros mushrikin [não- Muçulmanos], até acreditarem unicamente em Alá e obedecer a suas leis, as quais ele enviou a seu Profeta Muhammad, paz e bênçãos sobre ele”.

Em suma, a afirmação de Donald Trump de que “o Islã nos odeia” é demonstrável através das palavras claras e ensinamentos do Alcorão, pelas palavras claras e os ensinamentos do passado e do presente dos clérigos Islâmicos, e pelas ações passadas e presentes de Muçulmanos em todo o mundo.

Mas, como de costume, em vez de discutir esses fatos problemáticos, os poderosos estão muito mais interessados ​​em retratar Donald Trump como aquele que odeia.


[1] Alcorão 58:22 – Verso Completo:  “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes. Para aqueles, Alá lhes firmou a fé nos corações e os confortou com o Seu Espírito, e os introduzirá em jardins, abaixo dos quais correm os rios, onde morarão eternamente. Alá se comprazerá com eles e eles se comprazerão n’Ele. Estes formam o partido de Alá. Acaso, não é certo que os que formam o partido de Alá serão os bem-aventurados?”

De acordo com o comentário de Ibn Kathir: “Foi dito que a frase do Altíssimo ‘mesmo que sejam seus pais’ foi revelada sobre Abu Ubayda quando matou seu pai na [batalha de] Badr; ‘seus filhos’ estavam com Abu Bakr [sucessor e primeiro califa de Muhammad] quando pretendeu matar seu filho, Abd al-Rahman; ‘seus irmãos’ estavam com Mus’ab Bin Umayr, que massacrou seu irmão, Ubayd Bin Umayr, ‘ou seu parente’ estava com Omar, que massacrou seus parentes.

Além disso, Hamza, Ali, e Ubayda bin al-Harith: Mataram Utba, Sheeba, e al-Walid bin Uitba [seus parentes] naquela batalha. Alá sabe [melhor]. E mais, quando o Mensageiro de Alá consultou os Muçulmanos com relação aos cativos de Badr, Abu Bakr aconselhou que deviam pagar pelo resgate, permitindo assim que os Muçulmanos ficassem mais fortes. Além disso, uma vez que eles [prisioneiros] eram primos e parentes, Alá, o Altíssimo, talvez, eventualmente, os tenha guiado. Mas, Omar disse: “Isso vai contra o meu pensamento, ó Mensageiro de Alá. Deixe-me matar assim e assim (um parente de Omar), e deixe Ali [massacrar] Aquil [irmão de Ali], e fulano de tal [massacrar] fulano de tal para que Alá possa saber que não há nenhum amor em nossos corações para com os idólatras… “Essa é a história toda.” Extraído de Ayman al-Zawahiri de “Lealdade e inimizade”  The Al Qaeda Reader, pgs., 63-115.

[2]Para mais informações sobre formas de engodo sancionadas pelo Islã, leia sobre tawriya, and taysir.


Tradução: Sebastian Cazeiro (Muhammad e os Sufis)