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EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Fonte/Source: Breitbart News Daily: Pamela Geller Reviews President Trump’s Visit to MidEast – Geller Report


Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Por Pamela Geller

22 de Maio de 2017

Minha conversa hoje pela manhã com  Alex Marlow na rádio Breibart pode ser ouvida aqui (em Inglês).


Entendo muito bem que o Presidente Trump estava em uma missão diplomática, mas ele não precisava ir tão longe a ponto de dizer: “Toda vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus” e “Isso não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou diferentes civilizações“. Isso está descaradamente errado


Eis aqui a transcrição feita pela Breitbart:

PAMELA GELLER: TRUMP RECEBE NOTA MÁXIMA PELO DISCURSO EM RIYADH, MAS ERRA AO DIZER QUE TERRORISTAS NÃO ESTÃO INVOCANDO O ALCORÃO

Por John Hayward, Breitbart News, 22 de Maio de 2017

Pamela Geller, Diretora da American Freedom Defense Initiative, comentou a visita do Presidente Donald Trump ao Oriente Médio com o apresentador Alex Marlow da SIRIUSXM no programa da Breitbart News Daily.

“Foi um bom discurso”, disse Geller sobre as declarações do Presidente Trump em Riyadh na Arábia Saudita durante o fim de semana. “O presidente Obama tinha colocado uma marca tão baixa que apenas a menção do terror Islâmico já é motivo de júbilo. Isto mostra o quão ruim a situação está.” [Ênfase feita pela Breitbart em todos os excertos a seguir]

“Foi uma mistura heterogênea. Espero que ele siga em muitas dessas iniciativas. Esses novos centros para combater a ideologia extremista — de novo, o medo de não nomear o motivo, de uma ideologia sem um motivo, é profundamente preocupante”, disse Geller.

“É claro que as declarações do Rei Salman foram tão fortes e reveladoras quanto as do Presidente Trump”, acrescentou. “A ideia de que ele não fala sobre os ensinamentos e textos Islâmicos que incitam a jihad, e não fala sobre a doutrina jihadista. Ele passa o tempo todo nos dizendo, pregando para nós, que o Islã é uma religião de paz e que tem uma história de coexistência. Não sei de que período está falando porque durante 1400 anos, os infiéis, Cristãos e Judeus, foram forçados a viverem em dimmitude sob a negação dos direitos humanos básicos”.

“E, é claro, o Rei Salam cita aquela famosa frase do Alcorão que o CAIR cita, que o Presidente Obama cita, que se você salvar uma vida você salva o mundo inteiro — quando, na verdade, isso é um verso Talmúdico que foi plagiado pela religião Islâmica, e é realmente uma ameaça implícita ao povo Judeu. Nós não temos que entrar em detalhes, mas todo o discurso do Rei Salman foi uma engodo,” acusou Geller. (CAIR é o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, uma organização política nos Estados Unidos).

Estou muito feliz pelo Presidente Trump ter falado sobre a luta contra o ISIS, porque de acordo com os e-mails vazados de Hillary Clinton, os Sauditas e o Qatar estavam abastecendo o ISIS. Eles não podem continuar jogando em ambos os lados, o que os Sauditas fizeram brilhantemente por décadas“, disse Geller.

Então, quando o Presidente Trump diz: Expulse-os das mesquitas’, isto é complicado, porque como os países que vivem sob o domínio Muçulmano vão expulsar os mais devotos das mesquitas? É aí que eu acho que o Presidente Trump entendeu errado, quando disse que os terroristas invocavam falsamente o nome de Deus. Não, eles não estão. Eles estão citando capítulo e verso do Alcorão. Essa foi uma informação enganosa“, disse Geller.

“Isso é puro Islã. É o Islã autêntico”, ela insistiu. “quero dizer, quando ele diz que os terroristas não adoram Deus; eles adoram a morte — isso não é verdade. Eles estão morrendo pela causa de Alá. Eles não estão gritando ‘Morte akbar’ eles estão gritando ‘Allahu akbar.’ Eles rezam cinco vezes ao dia. Se você olhar os vídeos do ISIS, eles rezam depois de matarem pela causa do Islã”.

“Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa do Estado Islâmico, tem um Ph.D. e um mestrado em teologia Islâmica da universidade líder mundial Islâmica “, afirmou. “Os líderes Ocidentais presumem que sabem mais do que ele sobre o Islã?”

Geller continuou dizendo “enfaticamente que a batalha entre o bem e o mal era uma declaração extraordinária, maravilhosa” no discurso de Trump em Riyadh.

“Mesmo que a Casa Branca tenha divulgado o texto chamando isso de” extremismo Islamista”, ele disse “extremismo Islâmico”. Este é um ponto importante porque a palavra “Islamista” é uma palavra ridícula. Não significa nada, exceto que a pessoa que o usa não quer ofender o Islã falando verdades indesejáveis ​​sobre a natureza política dessa religião”, ela argumentou.

Em suma, foi um ‘A’, classificou assim o discurso de Trump.

Marlow observou que o Trump surpreendentemente removeu o qualificador do terrorismo Islâmico “radical” e se referiu simplesmente ao “terrorismo Islâmico” diretamente.

“Foi brilhante”, disse Geller, zombando de como os meios de comunicação adversários criticaram Trump por se recusar a denunciar o “terrorismo Islâmico radical” como se estivesse se afastando de sua retórica de campanha, quando, de fato, o que ele disse no discurso de Riyadh foi ainda mais contundente e direto.

Ela também zombou de um destaque da CNN que levou Trump a se explicar por supostamente falhar em discutir os direitos humanos na Arábia Saudita.

“Oh, meu Deus — exclamou ela. “Você tinha o Presidente Obama, que estava ajudando e estimulando os assassinos em massa, que nunca pronunciou a palavra, que deu bilhões para um dos piores violadores dos direitos humanos no planeta, o Irã — e essa foi a principal notícia na CNN — tipo desprezaram os direitos humanos nos países Muçulmanos! É extraordinário. A cobertura é quase kafkiana. “

Geller disse que era “absolutamente agradável” assistir a luta da mídia para chegar a falar de pontos que retratam a viagem de Trump ao Oriente Médio como um fracasso.

“Ele acabou de entregar aos Sauditas a maior negociação de armamentos, — e claro, sabemos que é realmente por causa do Irã. O Irã está lutando contra os Sauditas no Iêmen”, observou. “O Presidente Barack Obama iria insistir muito nisso, que as maiores vítimas desse extremismo são os próprios Muçulmanos. Essa é uma falsa narrativa porque os Sunitas versus Xiitas — você viu isso com o ISIS quando alinhavam suas vítimas e faziam perguntas específicas sobre o Islã. Os Sunitas não pensam que os Xiitas são Muçulmanos, e os Xiitas não pensam que os Sunitas são Muçulmanos. Eles estão lutando para provar quem é o verdadeiro Muçulmano. Quando o Ocidente diz: “Oh, eles estão matando Muçulmanos” — mais uma vez, isso está em sua mente, mas não na mente dos Sunitas e não na mente dos Xiitas.”

“Estou preocupada com essa negociação de armamentos”, acrescentou. “O inimigo comum do Irã e dos Sauditas, claro, é Israel. Agora, os Sauditas precisam de Israel porque o Irã foi recentemente encorajado, recém-enriquecido e recém armado, graças ao Presidente Obama. Isso é muito assustador. Onde estarão as leis das consequências não intencionais?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamista’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Fonte/Source: Donald Trump Plans Call to Fight ‘Islamist Extremism’ in Speech to Muslims

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamista’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Por CHARLIE SPIERING

21 de Maio 2017

O Presidente Donald Trump abordará a ameaça do terrorismo Islâmico radical em seu discurso hoje à tarde para o mundo Muçulmano.

De acordo com trechos do discurso divulgados pela Casa Branca, o Presidente pedirá que o Oriente Médio enfrente “a crise do extremismo Islamista e os grupos terroristas Islamistas que os inspiram”.

“Trata-se de uma batalha entre criminosos bárbaros que buscam obliterar a vida humana, e as pessoas decentes de todas as religiões que procuram protegê-la”, diz Trump. “Esta é uma batalha entre o bem e o mal.”

Trump irá explorar a sua ideia sobre o “realismo de princípios” baseado em interesses compartilhados pelos Estados Unidos e o mundo Muçulmano.

“Tomaremos decisões baseadas em resultados do mundo real — não de uma ideologia inflexível”, ele dirá. “Seremos guiados pelas lições da experiência, não pelos confins do pensamento rígido”.

Trump lembrará às nações Árabes que a América não é a única responsável pela erradicação do terrorismo, mas está empenhada em proteger seus cidadãos. Em um aceno para o legado de Obama, Trump irá citar que não vai tentar “palestrar” países estrangeiros como governar seu povo.

“Nós não estamos aqui para dar uma palestra — não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, o que ser, ou como cultuar”, Trump planeja dizer. “Em vez disso, estamos aqui para oferecer parceria — baseada em interesses e valores compartilhados — para buscar um futuro melhor para todos nós”.

Trump invocará Deus em seu discurso, apontando que um futuro sem extremismo “honra a Deus”

“Cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus, isso deve ser um insulto a toda pessoa de fé”, ele dirá.

Ele também chamará os Muçulmanos para extirpar o extremismo em locais de culto, aludindo aos imãs radicais nas mesquitas.

“Os líderes religiosos devem deixar isso absolutamente claro: a barbárie não lhe trará nenhuma glória — a piedade para com o mal não lhe trará dignidade”, diz Trump. “Se você escolher o caminho do terror, sua vida estará vazia, sua vida será breve, e sua alma será condenada”.

O discurso do presidente será proferido na Arábia Saudita.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

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Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Fonte: Saudi Muslim cleric demands FIFA ban players from making sign of the cross


Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Por CHRISTINE WILLIAMS

11 de Maio de 2017

Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futubol, instruísse os jogadores para não fazer o sinal Cristão da cruz.

Para muitos Cristãos, sua fé profunda, pessoal e pacífica é inextricável de todos os aspectos de sua vida. Fazer o sinal da cruz — ou de qualquer outro gesto religioso — não deve representar um problema ou uma ameaça a ninguém, mas para o líder da supremacia Islâmica Muhammad Alarefe e a sua classe, qualquer expressão religiosa fora do Islã representa uma ameaça, especialmente porque a FIFA tem muito prestígio.

Esperemos que a FIFA honre as liberdades religiosas de seus talentosos jogadores e rejeite as exigências de Muhammad Alarefe. Se a FIFA se submeter à exigência de Alarefe, também deverá proibir igualmente a oração Muçulmana no campo e arredores.

Em Fevereiro, a equipe de futebol do Real Madrid removeu a cruz de seu logotipo para não ofender os Muçulmanos.

Discriminar contra os valores Cristãos e tentar sufocar o Cristianismo — uma fé fundacional na evolução dos entendimentos modernos dos direitos humanos e da formação dos princípios democráticos Ocidentais — não é nada de novo. O mais preocupante é que a discriminação contra os Cristãos, enquanto prestam subserviência aos Muçulmanos, está sendo apresentada como norma para a próxima geração.

O Centro Americano de Direito e Justiça informou em 2015 que:

Colégios públicos e universidades estão tirando as luvas quando se trata de estudantes Cristãos em seus campus. Passaram-se os dias de desprezo discreto contra os Cristãos; agora está aberta a temporada de caça à fé. Uma flagrante discriminação anti-Cristã é a nova norma.

Correção: não “está aberta temporada de caça à fé”, mas especificamente da fé Cristã.

Além disso, a doutrinação Islâmica nas escolas públicas está em pleno andamento, com a ávida colaboração e ajuda do grupo (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas ligado ao Hamas.

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz“, de Ali Waked, Breitbart, 9 de Maio de 2017:

TEL AVIV – Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futebol, instruísse os jogadores a não fazer o sinal Cristão da cruz.

Alarefe escreveu em sua conta no Twitter: “Eu vi vídeo clipes de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando ganham fazem o símbolo da cruz no peito, e a minha pergunta é se as regras da FIFA proíbem isso”.

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د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

9h46 – 5 de Maio de 2017

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Os usuários de mídia social ficaram divididos sobre a questão, com alguns apoiando o comentário de Alarefe e outros rindo, e dizendo, já que perguntou por que não tomou qualquer posição contra os jogadores de futebol Muçulmanos que se ajoelham para rezar quando ganham ou marcam um gol.

O Sultão Alhusni escreveu: “Não posso mentir. Mohamed Salah (um jogador de futebol Egípcio que joga na Europa) e outros se ajoelham para orar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele.”

5 de Maio

حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

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سلطان الحسني @ dremer_88

@hesshalown @MohamadAlarefe ما يجوز الكذب .. محمد صلاح وغيره من المسلمين في الملاعب الاروبية يحتفلون بالسجود بعد تسجيلهم الاهداف ولم يعاقبوا .. اقول خلوا الرياضه لاهلها

10:39 – 5 de Maio de 2017

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Sam, outro usuário de mídia social, escreveu: “A cruz é um dos símbolos dos veículos que viajamos, então qual é o problema se aparece no campo, ou será que, o que é permitido num lugar e proibido em outro? Esquisito.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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Ɑ̷̜Lм̷̤̜̈ Al @ sam147147

@twasulnews العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية

1:40 AM – 6 de Maio de 2017

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Fahd Alarawi escreveu, “Ótimo, Alarefe tornou-se um comentarista esportivo. Quando há tempo livre, nos envolvemos em coisas que não entendemos.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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فهد العروي @tvip_f

@twasulnews احلى يالعريفي صاير محلل رياضي😂

الفاضي يعمل قاضي😁 # محمد_العريفي

12h26 AM- 6 de Maio de 2017

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Outro usuário de mídia social escreveu: “Respeitado Sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos Muçulmanos, e infelizmente ninguém protesta sobre isso — ao contrário, ficam mudos como um túmulo”.

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام, ..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

10:35 AM – 5 de Maio de 2017

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Win Al Fahad escreveu ao Sheik: “É como se você estivesse agora chamando a FIFA para proibir os jogadores Muçulmanos de curvarem-se a Alá e levantar suas mãos em oração para o céu. A FIFA proíbe o uso da religião, da política e do racismo no esporte”.

5 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@MohamadAlarefe حتى المسلمين لما يسجلو او يفوزو يسجدو شكر لله

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فهد محمد العوين @alowinfahad

@ Ibraheam202 @MohamadAlarefe كأنك بهذا تدعو الفيفا لمنع اللاعبين المسلمينمن السجود لله ورفع أيديهم لله شكرا

الفيفا يمنع توظيف الدين والعنصرية والسياسة في الرياضة.

1h01 PM – 5 de Maio de 2017

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Ibrahim Alatwi respondeu a Al Fahad, dizendo: “E ninguém diz nada (aos jogadores Muçulmanos que rezam) portanto os Cristãos estão autorizados a marcar a cruz no peito. A FIFA não faz distinção entre um jogador e outro”.

6 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe انا احدثك على نظام عالمي اللي هو الفيفا

نظام لا يفرق بين مسلم وكافر من ناحية القوانين مثلما احنا المسلمين نسجد عند الفرح

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ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe ولا يتكلم علينا احد فيحق للنصارى ايضا الشارة الى صدورهم باشارة الصليب

فالفيفا لا يفرق بين هذا وذاك

10:54 AM – 6 de Maio de 2017

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Abu Lil repreendeu o erudito religioso, escrevendo: “Saia do nosso esporte que une Cristãos, Sunitas e Xiitas numa equipe com seus corações um sobre o outro. Todos devem lidar com sua religião e deixe-nos ser. Que a FIFA seja abençoada.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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✍ابو ليل☞ @ M0503996767

@MohamadAlarefe @hesshalown انتم اطلعوا من رياضتنا اليت

10:42 AM – 5 de Maio de 2017
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Outro usuário da mídia social, Capitano, respondeu ao Sheik com sarcasmo, dizendo: “O que você está fazendo?” O regime do ISIS proíbe fazer o sinal da cruz em si mesmo; quando al-Baghdadi for eleito presidente da Fifa, discutiremos o pedido do respeitado Sheik.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @ MohamadAlarefe….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTUPRO NO BRASIL

Capa: Orientalist Painting by Eugene Ansen Hofmann

Estupro no Brasil

 Por Tião Cazeiro

Publicado em 29 de Dezembro de 2015 — Reeditado em 13 de Abril de 2017

O artigo “Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História” escrito por Raymond Ibrahim, traduzido por mim, e publicado neste blog no dia 3 de Agosto de 2015, continua entre os artigos mais lidos . Por quê?

Muslim sheikhs examines a slave-girl for purchase
Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História — Raymond Ibrahim

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Gangue de Estupro em Rotherham: Escândalo de Abuso Sexual — 1.400 Crianças Atingidas


A polícia Britânica escondeu a informação para não ser acusada de racismo. Porém, o Islã não é uma raça.

Veja o que Pamela Geller disse:

O Reino Unido acabou. Sem dúvida.
Alguma coisa foi feita? Não.
Eles pararam com a imigração de nações jihadistas? Não.
Levantaram a proibição [de entrar em Londres] a Robert Spencer e a mim? Não.
É tudo parte do mesmo esquema. Submissão e rendição à mais cruel e brutal ideologia sobre a face da terra.

A violação e o tráfico de meninas infiéis por Muçulmanos no Reino Unido não é diferente da violação e o tráfico de meninas Yazidis no Iraque ou a violação e o tráfico de meninas Cristãs pelo Boko Haram na Nigéria.

A escravidão sexual, a violação e o tráfico estão todos de acordo com a lei Islâmica (Sharia).

 Reino Unido – Gangues Muçulmanas De Sexo: “Pode Chegar A Um ‘Milhão’ De [Não-Muçulmanas] Crianças Vítimas De Abusos Sexuais” – Geller Report

Alcorão 3:59 
"Ó Profeta, dize as tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que (quando saírem) 
se cubram com as suas mantas; 
isso é mais conveniente, 
para que distingam das demais e não sejam molestadas; 
sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo."

Por isso Muhammad (Maomé) ordenou no Alcorão o uso do hijab, para que a mulher não seja molestada pelos próprios Muçulmanos. Leia este artigo: O Hijab e a Sharia (leitura imperdível!).

Se isso acontece hoje em dia em países como a Inglaterra, a Suécia (que lidera o ranking de estupros na Europa) entre outros, o que pode estar acontecendo no Brasil?

O Islã é o mesmo há quase 1.400 anos. 
Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

Existe gangue de estupro Muçulmana no Brasil? Ou existe, mas ninguém tem coragem de denunciar, como aconteceu na Inglaterra. Até porque é um padrão Muçulmano, como estamos vendo nos artigos apresentados e escritos por gente séria, como o Raymond Ibrahim, Robert Spencer, Pamela Geller, Brigitte Gabriel, Dr. Bill Warner, David Wood entre muitos outros.

Pintura antiga. Muçulmano marcando meninas escravas a ferro quente.

Dois excertos do artigo:  Turcos Glorificam História de Massacre e Estupro de Cristãos

Na contemporaneidade, é o mesmo que dizer “Estamos orgulhosos de nossos irmãos Muçulmanos Sunitas do Estado Islâmico (ISIS) que estão atualmente abatendo, decapitando, escravizando e estuprando as pessoas simplesmente porque são Cristãos ‘infiéis’”.

Tal orgulho, das atrocidades Islâmicas, chega até o topo na Turquia, ao presidente Erdogan, que afirma que a conquista jihadista de Constantinopla foi um verdadeiro “período iluminado”.

O comandante do Exército, General Villas Bôas ressalta que 100 mulheres são estupradas por dia no Brasil.

Veja também os dados oficiais das secretarias estaduais da Segurança coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.  O Fórum acredita que possam ter ocorrido entre 136 mil e 476 mil casos de estupro no Brasil no ano passado. Nº oficial de estupros cai, mas Brasil ainda tem 1 caso a cada 11 minutos.

Não podeira deixar de mencionar aqui o artigo do brilhante jornalista Felipe Moura Brasil em relação ao IPEA. — A verdadeira cultura do estupro | VEJA.com


Considere:

De acordo com um novo estudo da Pew Research Center, a Índia terá 1.3 bilhões de Hindus e 311 milhões de Muçulmanos em 2050. Isto fará da Índia o “maior” país Muçulmano. Hoje, a índia tem a terceira maior população Muçulmana do mundo, com 177 milhões.

Muçulmanos têm a maior taxa de fertilidade, com média de 3.02 filhos por mulher. Isso levará a comunidade Muçulmana a uma taxa de crescimento de 76% em 35 anos, a frente dos Hindus, 33% e Cristãos,18%.

Inglaterra: Homens Muçulmanos estão fazendo ’20 filhos cada’ por causa da poligamia.


Agora, ouvi comentários sobre a atuação das novelas no imaginário popular etc. Entretanto, tenho dúvidas se isso justifica o gigantesco número de estupros no Brasil. A minha consciência e história de vida não registrou esse dado de estupro por Brasileiros nesse volume.

Existe algo a mais envolvido nesse ambiente demoníaco de estupro no Brasil. Em algum momento isso será revelado, como aconteceu em Rotherham, Inglaterra. O medo de revelar está por trás disso tudo.

Será que essas novelas tem todo esse poder? Estamos falando de quase 500 mil estupros/ano. Até mesmo a ‘cultura da violência‘ pode ser vista por outra perspectiva.

Vetores como a ‘Marxislamização‘ durante décadas no Brasil, por exemplo, só pode dar nisso.

De uma coisa eu tenho certeza, misturar ‘supremacia Islãmica’ com ‘Antonio Gramsci’ dá uma bomba maior que a MOAB.

De qualquer maneira, sem provas não há acusação, apenas uma argumentação baseada em commom sense… para que haja uma investigação urgente.

E por último:

13 de Abril de 2017 — Por Robert Spencer/Jihad Watch

Reino Unido: Gangue De Estupro Muçulmana No Tribunal Com Mais De 170 Acusações De Exploração Sexual De 18 Crianças

UK: Muslim rape gang in court over 170 charges of sexual exploitation of 18 children