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AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Fonte/Source: Islam’s Three Worst Doctrines


AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

12 de Dezembro de 2017

FrontPage Magazine

Uma vez que o Islã é criticado por muitas coisas — de hostilidade à modernidade e democracia, os apelos à regra teocrática, ao “patriarcado” radical, à misoginia e às punições draconianas, para citar alguns — é útil dar um passo atrás e distinguir entre essas (muitas) doutrinas que afetam apenas a sociedade Muçulmana, e aquelas que se estendem e afetam os povos Ocidentais ou não-Muçulmanos em geral. Ao fazer isso, três doutrinas inter-relacionadas se aproximam. Vamos a elas:

1) desaprovação total e inimizade para com o “infiel”, isto é, hostilidade espiritual ou metafísica constante contra os não-Muçulmanos (em Árabe isso conhecido como al-wala ‘w’al bara, ou “lealdade e inimizade“);

2) isto se manifesta naturalmente na forma de jihad, isto é, a hostilidade física contra, e sempre que for possível, tentar subjugar os não-Muçulmanos;

3) finalmente, as jihads bem sucedidas levam à dhimmitude, posição degradante de não-Muçulmanos conquistados que se recusam a perder sua liberdade religiosa se convertendo ao credo do vencedor.

Lealdade e inimizade

Não há dúvida de que a maioria dos Muçulmanos defende a separação de Muçulmanos dos não-Muçulmanos, fieis dos infiéis, limpos dos imundos.

Alcorão 5:51 adverte os Muçulmanos da seguinte forma: “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” isto é, ele também se torna um infiel ou kafir, a pior classificação humana no Islã.

Alcorão 3:28, 4:89, 4: 144, 5:54, 6:40, 9:23, todos têm a mesma mensagem; 58:22 simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “mesmo que sejam seus pais, filhos, irmãos ou parentes”.

Mas os versos do Alcorão convidam ainda mais os Muçulmanos a ter inimizade — ódio —aos não-Muçulmanos: “Nós [Muçulmanos] renunciamos a você [não-Muçulmanos]. A inimizade e o ódio reinarão para sempre entre nós, até que você acredite somente em Alá” (Alcorão 60: 4). Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou em um artigo inequivocamente intitulado, “Por que nós o odiamos e por que nós lutamos contra você“, “Nós o odiamos, antes de mais nada, porque vocês são incrédulos”.

O lado B do al-wala ‘walal bara é que os Muçulmanos são obrigados a fazer amizade e ajudar aos outros Muçulmanos — incluindo jihadistas, por exemplo através de fundos (ou zakat). Como resume uma autoridade Muçulmana, o crente “é obrigado a fazer amizade com um crente — mesmo que ele seja opressivo e violento contra você — enquanto ele deve ser hostil ao infiel — mesmo que liberal e gentil com você” (The Al Qaeda Reader, p. 64).

Essa lealdade aos outros Muçulmanos e a inimizade pelos não-Muçulmanos é fundamentalmente responsável pelo choque metafísico ou “espiritual” entre o Islã e o Ocidente. Acrescente à inimizade o fato de que os Muçulmanos podem mentir para os não-Muçulmanos — inclusive fingindo lealdade ou amizade — tornando evidente o quão perigosa é a doutrina de “lealdade e inimizade”: entre outras coisas, deslealdade para com os infiéis (veja aqui, aqui e aqui como exemplos) e uma “mentalidade mafiosa“, segundo a qual todos os Muçulmanos devem trabalhar abertamente ou secretamente, sugere que a hostilidade para os não-Muçulmanos, mesmo que não seja vista, está sempre presente.

Jihad

Jihad — a guerra contra os não-Muçulmanos por nenhuma outra razão a não ser por serem não-Muçulmanos — é a manifestação física ou a realização da inimizade para com os “infiéis”. Não só é natural atacar e procurar subjugar porque foi criado para odiar, exceto a doutrina da jihad, inclusive para espalhar e fazer cumprir a Sharia em todo o mundo, é parte integrante do Islã; não é menos codificado do que os Cinco Pilares do Islã. Como exemplo, a Enciclopédia do Islã registra o verbete “jihad” da seguinte forma: “propagação do Islã pelas armas é um dever religioso sobre os Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad possa ser eliminada”.

Pode-se continuar citando um número qualquer de autoridades, especialmente Muçulmanas, dizendo que a jihad para subjugar o mundo é um aspecto rígido do Islã. Mesmo o falecido Osama bin Laden — que gostaria de ter feito o Ocidente acreditar que o terror da al-Qaeda é um subproduto das queixas políticas — ao falar em Árabe para os Muçulmanos, deixou perfeitamente claro que a doutrina da jihad é a raiz do problema: “Nossas conversas com o Ocidente infiel e nosso conflito com eles, em última análise, gira em torno de uma questão… O Islã força, ou não força, as pessoas pelo poder da espada a se submeterem a sua autoridade corporalmente senão espiritualmente? Sim. Existem apenas três escolhas no Islã … Converta-se, ou viva sob a soberania do Islã, ou morra”.

Dhimmitude

Mas, como os infiéis devem ser odiados per se e não apenas no contexto da jihad — a capacidade dos mesmos para julgar é muitas vezes reduzida pelas circunstâncias — a hostilidade continua mesmo após a interrupção das jihads bem-sucedidas. Ao contrário de outros conquistadores e conquistas que geralmente permitem que os conquistados continuem sem serem molestados, desde que não desafiem a nova ordem — alguns tentam apaziguar e dominar seus novos assuntos — quando e onde o Islã conquista, de modo que aquela antiga hostilidade metafísica que alimentou a jihad continue a se divertir em triunfo sobre os assuntos dos infiéis. Assim, esse último, não somente deve pagar um imposto especial (jizya), como abraçar uma postura subordinada e seguir uma série de debilitações — e deve também ser lembrado e obrigado a se sentir inferior e desprezado, inclusive para “inspirá-lo” à conversão para a fé “verdadeira”.

Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou no artigo acima mencionado, independentemente de qualquer apaziguamento oferecido pelos não-Muçulmanos, “continuaríamos a odiá-lo porque a nossa principal razão para odiar você não deixará de existir até você abraçar o Islã. Mesmo que você pagasse a jizya e vivesse sob a autoridade do Islamismo, em humilhação, continuaríamos a odiá-lo”.

De qualquer forma, o Islã ganha: se os não-Muçulmanos continuarem com sua fé, os Muçulmanos continuarão caçando eles; Se, por outro lado, os não-Muçulmanos acabarem por se “render” ao Islã, a umma ganha um novo recruta (sob pena de morte, caso ele se entretenha com pensamentos secundários e apostatar).

————

Esses três ensinamentos inter-relacionados do Islamismo — lealdade e inimizade, jihad e dhimmitude — estão inequivocamente fundamentados na lei Islâmica, ou Sharia. Não são questões abertas à interpretação ou ao debate. Ao eliminar ou diminuir o foco em todos os outros ensinamentos “problemáticos” que afetam apenas os Muçulmanos — mas que tendem a ser confundidos com aqueles (três) ensinamentos que afetam diretamente os não-Muçulmanos — poderemos avaliar melhor e, assim, colocar o foco sobre as verdadeiras raízes do conflito entre o Islã e o Ocidente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

BAT YEOR: “O CALIFADO UNIVERSAL ESTÁ DIANTE DE NÓS”

Fonte/Source: Bat Ye’or: ‘The universal caliphate stands before us’ Read 


Por Tião Cazeiro

Traduzi recentemente um artigo incrível com a historiadora Bat Ye’or intitulado “EURABIA E A TRAIÇÃO À ISRAEL: UMA ENTREVISTA COM BAT YE’OR“. Leitura essencial.

Agora, traduzi e reproduzi abaixo um texto dela  publicado pelo “American Thinker” em 2011.

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.


“O Califado Universal Está Diante de Nós”

Por Bat Ye’or

Texto publicado em 2011.

 ‘American Thinker’: Em seu livro “Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate, publicado em 2011, Bat Ye’or atualiza sua análise para demonstrar como a contínua e moralmente grotesca metamorfose Eurabiana está avançando ativamente —através das Nações Unidas, em particular — na busca eterna do Islamismo pela dominação terrena sob a Sharia, ou seja, um Califado Global.

As conclusões de Bat Ye’or nesse trabalho indispensável (pp. 183-185) são reproduzidas a seguir:


Ao escrever este estudo, lembrei-me de uma questão que me incomodou há vinte e cinco anos quando pesquisava “As Cristandades do Oriente entre jihad e dhimmitude” (1991).

Como os povos e estados Cristãos, alguns com exércitos poderosos e as culturas mais ricas de seu tempo, desmoronaram diante do ataque da jihad e dhimmitude a partir do século VII ao XV? Agora, não me pergunto mais essa questão.

O processo de degradação que eu costumava estudar e documentar nas antigas crônicas, tenho visto acontecer na Europa de hoje. Quando examinei o passado vi que estava se repetindo no presente, sob meus próprios olhos. Na verdade, a situação atual é uma reminiscência daquela que seguiu as conquistas Muçulmanas. Manter os funcionários Cristãos em suas posições preservou uma aparência de continuidade. Por trás do nevoeiro, a Islamização pode penetrar em cada estrato das sociedades derrotadas. No entanto, com o tempo, o colapso desse edifício revelou o verdadeiro papel desses pastores, cujo trabalho era fazer cumprir as ordens do califado sobre o seus, sob pena de morte. Faltava um elo essencial na cadeia de eventos: as motivações dos seres humanos que os conduzem numa direção inabalável dentro do caos dos eventos, a rota desviante para um objetivo final. Agora esse link se revelou na mistura de medo, covardia, corrupção, ódio e ambições de curto prazo que, no espaço de quarenta anos, tem levado a Europa ao longo da estrada para a Eurabia, um estágio intermediário para uma mudança ainda mais profunda.

Existe uma moral nessa história? Para as sociedades Judaico-Cristãs, a resposta é afirmativa, porque a Bíblia, o fundamento espiritual dessas sociedades, concede liberdade e dignidade ao homem, bem como seu corolário: responsabilidade. O significado bíblico do bem e do mal tendo penetrado em todos os aspectos do Cristianismo, o último não poderia manter vivo o seu ódio por Israel mais do que o veneno auto infligido.

Ativa na busca de sua própria Islamização, a Europa encorajou a rejeição da Bíblia Hebraica. A lealdade às suas origens foi uma ação de retaguarda travada por defensores heróicos. Pressionados pelos governos, as Igrejas apoiaram a heresia Palestina do Centro de Teologia da Libertação de Sabeel, professando um Cristianismo Marcionita Islamizado, que não só removeu todas as raízes da Bíblia Hebraica, como também despojou o povo Judeu de seu próprio patrimônio eterno e transferiu aos Palestinos. “Palestina Árabe” e a Igreja deixou de ser a nova Israel. Esse movimento majoritário na Europa de hoje é a arma da OIC [Organização da Conferência Islâmica; desde 28 de Junho de 2011, representa todos os 57 estados Muçulmanos, e é o maior bloco de votação nas Nações Unidas]. Cortado de sua base, o Cristianismo pôde, assim, ser recuperado para o Islã. Essa parece ser a missão do Centro Sabeel de Jerusalém e das Igrejas Árabes do Oriente.

Ao lado de um culto de ódio por Israel e a Bíblia, houve outras dinâmicas envolvidas na desintegração da Europa. No entanto, para mim, esse aspecto parece apresentar um dos principais elementos da aliança Europa-OIC, porque a extinção de Israel é essencial para o OCI na conquista do Ocidente Cristão. Israel nasceu da libertação de homens e mulheres da escravidão e com sua liberdade veio a responsabilidade moral — características que são consubstanciais com o significado de Israel desde a antiguidade. A rejeição e até o divórcio cheio de ódio desse espírito de liberdade abriram o caminho para o dhimmitude pregado pelas Igrejas Árabes e para os Cristãos rejeitarem totalmente sua identidade. A renovação das alianças Euro-Árabes formadas por Fascistas e Nazistas deu substância ao culto Palestino, Muçulmano-Cristão de substituição por Israel. A luta contra Israel, inerente à escolha da Palestina, proporcionou a base para a construção de Eurabia. Essa ideologia determinou a negação da jihad e encorajou as políticas autodestrutivas da Islamização moral e ideológica na Europa.

É evidente que tais escolhas, endêmicas nas sociedades Cristãs, representam correntes permanentes que levam inelutavelmente à destruição dos valores Judaico-Cristãos e Iluministas. Determinou a escolha da servidão sobre a liberdade, como a estamos vendo hoje. Porque não se pode comprometer a própria identidade e liberdade, a menos que já seja um escravo… ou um dhimmi.

A Europa perdeu sua aposta. Refém do ódio contra Israel, pensou que poderia salvar a paz por sua rendição ao terrorismo Palestino desde o final da década de 1960. Polindo os instrumentos de sua própria derrota, argumentou que o terrorismo não será derrotado através da opção militar, mas sim através do diálogo, do multilateralismo e do multiculturalismo, o principal argumento do próximo Califado. Ela tem usado inteligentemente esses instrumentos para justificar a estratégia de rendição e para transformar as vitórias militares de Israel em derrotas políticas, correndo para resgatar seus inimigos implacáveis ​​para manter o conflito vivo.

A Palestinização da Europa trouxe o Califado às cidades da Europa. Ele avançou através da negação dos perigos e do ofuscamento da história. Avançou sobre os carpetes dourados dos corredores do diálogo, nas redes de alianças e parcerias, na corrupção de seus líderes, intelectuais e ONGs, particularmente das Nações Unidas. O Califado já está vivo e cresce dentro da Europa, na extinção das liberdades básicas, no controle sobre o pensamento, das opiniões e a cultura, subversão das leis democráticas pela Sharia, fatwas, autocensura e medo — companheiros inseparáveis ​​da dhimmitude.

O Califado universal, para o qual a Europa forneceu um trampolim na ONU, está diante de nós, unindo o poder político e religioso. Ele se estabeleceu como o protetor das massas imigrantes Muçulmanas no mundo e exige que permaneçam firmemente ancorados nas tradições Islâmicas do Alcorão e da Suna, seguindo as leis da Sharia enquanto os Europeus são orientados a abandonar seus valores históricos e até mesmo sua identidade condenada como Islamofobia. Hoje, rumores abafados surgem dos povos da Europa, anunciando aos que criaram essa situação que não escaparão do julgamento da história.


Livros Essenciais da Bat Ye’or:

  1. Eurabia: The Euro-Arab Axis (English Edition)

  2. Understanding Dhimmitude (English Edition)

  3. Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate

Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINOS…

Fonte/Source: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS…
Via Pegida Portugal / Facebook


Por Tião Cazeiro

Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, em seu artigo “FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO“, descreve claramente a influência do Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini Yasir e cita Arafat e a KGB, na fictícia reivindicação Islâmica de Jerusalém.

O artigo (na íntegra) a seguir confirma essa narrativa.


SHALOM ISRAEL
JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINIANOS...

Por shalom-israel.blogspot

 Publicado originalmente em 2 de Marco de 2016

JERUSALÉM vista do Monte das Oliveiras, em Abril de 1862
Uma nova exposição fotográfica em Londres exibe a jornada fotográfica realizada pelo Príncipe de Gales (mais tarde Rei Eduardo VII) no ano 1862, durante 4 meses, nas regiões do Médio Oriente.

E, tal como se esperaria, nenhuns sinais de mesquitas ou de presença activa de “palestinianos” foram traçados naquela jornada, contrariando o mito inventado pelos palestinianos da sua “sempre presença” naquela Terra, com o simples objectivo de justificar a “luta armada” contra os “ocupantes judeus” e cativar as ajudas internacionais.

JERUSALÉM em 1862 – Jardim do Getsemane
Contrariando a tese palestiniana que defende a alegada presença de 1 milhão de “palestinianos”, este documento fotográfico revela a quase inexistência de mesquitas há 150 anos atrás em Jerusalém. A única excepção era na altura o Domo da Rocha, que no entanto sempre se mostra vazia em todas as fotos tiradas nos anos 1800 e no início dos 1900. O Domo da Rocha foi construído originalmente como uma sinagoga judaica, tendo posteriormente sido convertida numa catedral cristã, tendo depois sido conquistada e ocupada pelos muçulmanos que a converteram em mesquita.
DOMO DA ROCHA, Jerusalém, em 1875
Toda a argumentação palestiniana não passa de uma fabricação e de uma grosseira distorção da realidade dos factos.
Os “palestinianos” são uma fabricação ordenada e construída pelo “Grand Mufti Haj Husseini (1889 – 1974), com a invasão em massa de árabes oriundos do Egipto e da Arábia Saudita com o objectivo de fazerem jihad contra os judeus. Os terroristas egípcios ficaram confinados em Gaza, enquanto que os sauditas ocuparam a região da Judéia e da Samaria.
Toda a alegação de que os “palestinianos” perderam terras com a “ocupação judaica” não passa de uma vergonhosa e orquestrada mentira, uma vez que essa gente nem sequer é oriunda daquela terra…
É importante também assinalar que logo que Israel foi declarado como terra a devolver aos judeus, em 1917, durante o mandato britânico, os muçulmanos começaram imediatamente a aparecer de todas as terras árabes à volta com o propósito de matar os judeus. Os primeiros conflitos dos tempos modernos em Israel foram assim iniciados pelos árabes muçulmanos.
Foi nessa altura que, numa atitude dúbia e traiçoeira, as autoridades britânicas começaram a estancar o fluxo de judeus que queriam voltar à sua terra prometida, não impedindo entretanto os árabes de se multiplicarem numa terra que não era originalmente deles. Logo a população árabe se tornou maior que a judaica, não por razões naturais, mas pela verdadeira invasão e ocupação por parte dos árabes muçulmanos consentida pelos ingleses.
Conclui-se que os verdadeiros “ocupantes” da Terra de Israel são realmente os árabes muçulmanos que para ali foram a partir de 1917…
Judeus orando junto ao Muro – 1870
As fotografias patentes nesta exposição realizada no palácio de Buckingham,na galeria da raínha, foram tiradas por Francis Bedford (1815 – 1894), o primeiro fotógrafo na História a acompanhar uma viagem da realeza europeia, numa época de grande esplendor do império britânico.

Shalom, Israel!


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Fonte/Source: Muslim Nazis Stage Anti-Jewish Riots in Berlin


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Por Pamela Geller

10 de dezembro de 2017

Este é o novo movimento Nazista, idêntico ao original. A grande mídia não mostrará o rosto real desses protestos perversos e antissemitas.

Angela Merkel está avançando a agenda do Terceiro Reich, apesar de suas declarações ao contrário.

Tradução do Google por Morgen Post:

Na tarde de Sexta-feira, centenas de pessoas se reuniram em frente à Embaixada dos EUA na Pariser Platz em protesto contra a decisão do Presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital do estado de Israel.

Participantes da demonstração disseram que queimaram duas bandeiras Israelitas e exibiram bandeiras Islâmicas do Hamas e Fatah. A demonstração organizada terminou por volta das 17 horas de acordo com um porta-voz da polícia. O evento foi “na maior parte sem problemas”.

A polícia então pediu aos manifestantes que deixassem a Pariser Platz. Gritos de “Allahu akbar” foram ouvidos de forma isolada. Ânimos exaltados, com pancadaria ocasional entre os próprios manifestantes e disputas com a polícia. Várias pessoas foram presas temporariamente. Não usaram o canhão de água em frente ao Portão de Brandemburgo. Às 18 horas, os manifestantes deixaram a Pariser Platz .

A polícia estima que o número de participantes era de aproximadamente 1200, com 450 policiais em ação.

Transatlantic Inst. Retweeted Jüdisches Forum

Estrelas de Davi foram queimadas, bandeiras do terror tremulavam enquanto cantavam “Khaybar ya Yahud” (o cântico Islâmico evocando os exércitos de Muhammad que exterminaram toda uma tribo de Judeus), tudo isso, vai muito além das críticas à decisão do Presidente Trump em Jerusalém. É uma frontal intimidação antissemita.

Você nunca ouve tais cânticos contra os Muçulmanos, nunca. Você nunca protesta contra os Muçulmanos como agora é comum entre, Muçulmanos e seus esquerdistas cãozinhos de estimação [sic].

[VIDEO] Manifestantes queimam bandeiras com a Estrela de David, em frente ao Portão de Brandemburgo; slogans antissemitas e canções de propaganda com bandeiras Islâmicas do Fatah e Hamas; militantes do Hamas espalhados entre outros em frente à embaixada dos EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

Fonte/Source: Archeologists discover early Islamic coins featuring an image of a menorah


Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

POR ROBERT SPENCER

8 de Dezembro de 2017

Símbolo Menorá retratada a 1300 anos em Moedas Islâmicas

Isso apóia o argumento que mostrei em meu livro, Será Que Muhammad Realmente Existiu? que o Islamismo não foi apresentado ao mundo de forma completa por um homem chamado Muhammad, mas começou a aparecer apenas décadas mais tarde da tradicional data da morte de Muhammad e é um amálgama de materiais de múltiplas fontes, principalmente do Judaísmo e Cristianismo. Durante décadas no século VII, ainda estava apenas num estado incipiente em termos de doutrina, mesmo quando os exércitos Árabes conquistavam grandes dimensões do Oriente Médio e da África do Norte. Durante esse período, os edifícios públicos foram inscritos com cruzes, e inclusive as moedas também apresentaram cruzes, juntamente com, como agora vemos, menorás. O Islamismo foi montado por vários elementos diferentes para proporcionar uma religião que unisse o novo império Árabe. O novo credo era marcial e expansionista, porque era trabalhado por guerreiros e para guerreiros.

“Arqueologistas descobrem inscrição menorá em moedas do período Islâmico primitivo”, de Daniel K. Eisenbud, Jerusalem Post, 6 de Dezembro de 2017:

Os pesquisadores descobriram recentemente que menorás adornavam moedas e navios Muçulmanos durante o período Islâmico primitivo há 1.300 anos.

As relíquias inscritas com o símbolo Judaico que datam da dinastia Umayyad, durante os séculos VII-VIII, foram encontradas em vários sítios arqueológicos em Israel e agora estão sendo exibidas ao público.

No ano passado, os arqueólogos Assaf Avraham da Universidade Bar-Ilan e Peretz Reuven da Universidade Hebraica de Jerusalém expuseram uma inscrição Islâmica inicial que se refere à Cúpula da Rocha como “Beit al-Maqdis”. Influências Judaico-Muçulmanas nos primeiros dias do Islã

De acordo com os estudiosos, a “inscrição Nuba”, como é conhecida, implica que nos primeiros dias do Islã, os Muçulmanos perceberam o santuário como uma versão Islâmica do Templo de Salomão.

Agora, os pesquisadores estão expondo novas descobertas em Israel que constituem evidências de influências Judaicas nos primeiros dias do Islã.

“O símbolo Judaico que os Muçulmanos estavam usando era a menorá [candelabro de sete braços do templo], que apareceu em várias moedas e outros artefatos Islâmicos primitivos”, disse Avraham na Quarta-feira.

“As moedas menorá carregam a inscrição Árabe, Shahada, de um lado:” Não há Deus senão Alá”, enquanto a menorá aparece no centro da moeda. O outro lado tem a inscrição: “Muhammad [é o] mensageiro de Deus”[sic].

Além das moedas, os arqueólogos estão apresentando vários vasos de cerâmica e chumbo do período Islâmico primitivo que também utilizou o símbolo menorá em seu design.

“São datados dos primeiros dias do califado Islâmico e foram utilizados pelos Muçulmanos”, disse Avraham, observando que os achados são de grande importância para a compreensão da história do Islã…


Tradição: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JUIZ PEDE PRISÃO DE CRISTINA KIRCHNER

Fonte/Source: New moderate Iran’s foreign policy top dog “approved” 1994 jihad bombing of Jewish center in Argentina


Por Tião Cazeiro

Em 2 de Junho de 2014 traduzi e publiquei este artigo do Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, sobre o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina), um artigo muito informativo, veja:  MINISTRO IRANIANO APROVOU ATAQUE MONSTRUOSO A UM CENTRO JUDAICO NA ARGENTINA EM 1994.

Hoje, o  Deputado Jair Bolsonaro enviou o tuiter abaixo com uma mensagem muito importante e bem-vinda.

Aproveito a oportunidade para mostrar a reação da bancada do PT na Cãmara a seguir…


A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados manifesta preocupação com as graves ameaças ao Estado de Direito na Argentina. Causa-nos espanto o modo autoritário com que o presidente Maurício Macri e o seu grupo político lidam com a oposição política, o Ministério Público, a imprensa e os movimentos sociais e sindicais.
Faz parte desse contexto autoritário o ativismo judicial de alguns magistrados que, a exemplo do que ocorre no Brasil, utilizam sem justificativa consistente o recurso das prisões preventivas e promovem espetáculos midiáticos para interditar a ação política da oposição.
Por conta disso, os deputados e deputadas do PT solidarizam-se com a ex-presidente e agora senadora Cristina Fernández de Kirchner, claramente perseguida pelo juiz Claudio Bonadio, que nesta quinta-feira solicitou o impedimento de suas funções legislativas e a sua prisão preventiva.
O que se vê em curso na Argentina é a mesma estratégia usada pela direita em outros países da América Latina: se valem do lawfare e dos canhões midiáticos para assassinar reputações e alijar da disputa presidencial de 2019 os principais nomes da oposição e das forças de esquerda e progressistas em geral.
Essa estratégia provoca a corrosão do Estado de Direito e a violação dos princípios fundamentais da democracia e da soberania nacional, uma vez que é notória a submissão da direita neoliberal no continente aos interesses externos das grandes potências.
Brasília, 7 de dezembro de 2017

Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido na Câmara  dos Deputados


Eis aqui na íntegra, o artigo do Robert Spencer que traduzi para este blog…


Ministro Iraniano Aprovou Ataque Monstruoso A Um Centro Judaico Na Argentina Em 1994.

Por Robert Spencer

2 de Jundo de 2017

Ali Akbar Velayati
Ali Akbar Velayati

Novo Ministro “Moderado” e “Top Dog” da Política Externa do Irã aprovou o ataque Jihadista a um centro Judaico na Argentina em 1994. 

Como devem rir de Obama e Kerry em Teerã. “Novo Chefe da Política Externa Iraniana” Aprovou o “ataque à bomba de 1994”, de Adam Kredo para o Washington Free Beacon, 3 de Janeiro:

Um político Iraniano conhecido por sua atuação no planejamento e aprovação do atentado terrorista em 1994 a um centro Judaico na Argentina foi oficialmente nomeado para dirigir a política externa do Irã, um posto anteriormente ocupado pelo atual presidente Hassan Rouhani.

Ali Akbar Velayati, um membro de longa data do regime e que serve como conselheiro sênior de política externa do líder supremo Iraniano aiatolá Ali Khamenei foi recentemente escolhido para dirigir o “Centro de Pesquisa Estratégica (CSR) do Irã”, um “think tank” intimamente ligado ao “Conselho de Conveniência (Expediency)” do Irã , um órgão governamental poderoso que se reporta diretamente ao aiatolá Khamenei.

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Autoridades Argentinas acusaram Velayati de planejar e aprovar o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina)ataque este orquestrado pelo Irã, que matou 85 pessoas e continua a ser o mais mortífero ataque terrorista na Argentina.

A ascensão de Velayati ao escalão superior do Irã, controlando a máquina da política externa levou alguns observadores a criticar Rouhani por elevar radicais extremistas, apesar das promessas de agir como um “reformador moderado”.

O envolvimento de Velayati com o atentado à AMIA foi revelado através das investigações realizadas pelo Procurador-Geral Argentino Alberto Nisman em 2006, que foi proibido pelo seu governo de discutir suas descobertas com o Congresso dos EUA.

Velayati foi membro do comitê secreto Iraniano que se reuniu em 1993 para projetar o ataque ao centro Judaico AMIA em Buenos Aires, de acordo com Nisman, acusação que contou com o depoimento de um ex-oficial da inteligência Iraniana.

“No que diz respeito à comissão” e seu papel na decisão de realizar o ataque à AMIA, [o oficial de inteligência] afirmou que essa decisão foi tomada sob a direção de Ali Khamenei, e que os outros membros do comitê foram [o então presidente  Iraniano Ali Akbar Hashemi ], Rafsanjani, Mir Hejazi , Rouhani, Velayati e Fallahijan”, disse a acusação.

Um juiz Argentino emitiu um mandado de captura internacional contra Velayati em 2006 por seu papel no planejamento do ataque terrorista…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

Fonte/Source: Conservative party leadership advisor helped create anti-Islam organization


Por Tião Cazeiro

Este é um artigo especial. Traduzi apenas o que considerei importante devido a complexidade. Este artigo vai mostrar o tamanho do problema e as ações que estão sendo tomadas principalmente pelo Centro de Políticas de Segurança dos Estados Unidos, através de uma pessoa que admiro muito, Clare Lopez, vice presidente do CPS. Isto já está acontecendo aqui no Brasil.  Boa leitura!

Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

 Por Steven Zhou e Evan Balgord

6 de Dezembro de 2017

Menos Islã gera Menos Terror — Sem Islã, Sem Terror

“Um membro sênior da equipe de Andrew Scheer ajudou a criar uma organização anti-Islã durante sua campanha para liderar o Partido Conservador. Agora, essa organização está realizando eventos para protestar contra a petição (Motion 103 ou M103) anti-Islamofobia e está reunindo os especialistas anti-Islamismo do Canadá e os grupos anti-Muçulmanos.

Georganne Burke, presidente da campanha Scheer, participou da criação da Carta Canadense dos Direitos e das Liberdades (C3RF). O grupo adverte que o governo liberal está criminalizando as críticas ao Islamismo e abrindo as portas para a Sharia (Lei Islâmica) assumir o controle da lei Canadense. C3RF planeja realizar eventos em todo o país para advogar contra a M103 e o governo Trudeau.

Georganne Burke é uma dos três membros sênior da equipe de Scheer que agora é afiliada aos chamados grupos alt-rights (direita alternativa) ou anti-Islâmicos. O gerente da campanha de Scheer, Hamish Marshall, foi diretor da Rebel Media, uma mídia alt-right que impulsiona narrativas de genocídio branco e hospeda figuras proeminentes da alt-right, e organizou os escritórios da Rebel durante a campanha. Agora foi nomeado presidente da campanha para as eleições gerais de 2019.

Burke é vice-presidente sênior do Pathway Group, que trabalha nas relações governamentais e presta serviços para campanhas políticas, e tem mais de 10 anos de experiência como agente político para o Partido Conservador do Canadá. Ela é uma grande fã de Donald Trump, de acordo com as postagens das redes sociais e uma entrevista em Outubro de 2016 com a CBC.

INDÚSTRIA ANTI-ISLÃ

A indústria anti-Islã nos Estados Unidos e no Canadá é composta por dezenas de especialistas individuais, think tanks e meios de comunicação que hospedam eventos juntos e ampliam as vozes influentes. Algumas organizações são mais cuidadosas em suas críticas ao Islamismo do que outras, mas tendem a ver o Islã e a comunidade Muçulmana como uma entidade monolítica com uma agenda antiocidental perigosa.

Em 10 de Setembro, o C3RF realizou uma conferência anti-M103 (petição para condenar a Islamofobia) em Toronto, que reuniu vários palestrantes e organizações da indústria anti-Islamismo.

C3RF trabalhou com o ACT! For Canada [trad., Ato! Pelo Canadá], filial Canadense do ACT! For America e o Centro de Política de Segurança, baseado em Washington DC, que fazem parte da indústria de Islamofobia nos Estados Unidos, de acordo com o Fear, Inc., um relatório publicado pelo Centro para o Progresso Americano.

De acordo com o relatório, o Centro de Política de Segurança é uma “fonte chave de informação para a rede Islamofobia”. Clare Lopez, vice-presidente de Pesquisa e Análise da CPS, foi a principal oradora na conferência do C3RF, da qual o Ato! Pelo Canadá também foi co-parceiro, junto com o conservador think-tank The Mackenzie Institute e a pro-Israel Hasbara Fellowships.

O Ato! Pelo Canadá, compartilhou artigos em apoio ao PEGIDA — um grupo anti-Muçulmano da Europa com uma filial Canadense — que frequentemente é linkado pelo Robert Spencer e seu site, Jihad Watch. O Dr. Gad Saad, outro orador do C3RF na conferência de Setembro, também hospedou Spencer em seu canal no Youtube. O Southern Poverty Law Center descreve Spencer como um “propagandista anti-Muçulmano”.

Vários membros da página do Facebook do C3RF também são membros de grupos anti-Muçulmanos no Facebook, incluindo a Aliança de tempestade, uma ramificação dos Soldados de Odin, Sangue e Honra, um grupo neonazista violento e os III%ers [sic], um grupo armado de milícias. O grupo Facebook do C3RF promoveu o dia de ação em 30 de Setembro organizado pela Aliança Storm e outros grupos de extrema direita para protestar contra as políticas de imigração do Partido Liberal.

Além disso, o coordenador do satélite C3RF Calgary é Stephen Garvey, presidente do National Advancement Party (NAP) e membro da Coligação Mundial Contra o Islã, um grupo da supremacia branca. A Liga de Defesa Judaica, que atuou como segurança para várias manifestações anti-Muçulmanas, também forneceu segurança para a conferência de 10 de Setembro do C3RF.

“AGRESSIVO E INTOLERANTE”

Os palestrantes no evento caracterizaram o M103 como uma ameaça à liberdade de expressão apoiada por extremistas Muçulmanos cujo objetivo final é criminalizar as críticas ao Islamismo.

“O aumento do Islamismo Político que estamos vendo em todo o mundo é talvez a maior ameaça ao Canadá”, disse Anthony Furey, um colunista de Toronto Sun que falou na conferência. Furey diz que as audiências do comitê sobre Racismo Sistêmico e Discriminação Religiosa desencadeadas pelo M103 podem “levar a recomendações” que possam sugerir a proibição de críticas ao Islã.

Outra colunista de Toronto Sun, Sue-Ann Levy, deu um passo adiante ao sugerir que os centristas liberais e os extremistas Islâmicos têm uma ampla sobreposição de interesse. “Eu tive problemas para dizer que Barack Obama tem vínculos com a ideologia Islâmica radical”, disse ela. “Não há dúvida em mim sobre o que ele faz, e também acho que ele é Muçulmano”.

Oradores como Benjamin Dichter, fundador da LGBTory, também sugeriram que uma cultura excessivamente liberal e politicamente correta está ajudando a abrir a porta para que os Islamistas radicais assumam a sociedade Canadense.

“Alguns líderes liberais Ocidentais estão impedindo as pessoas de fazerem perguntas importantes”, disse Dichter, “a questão de saber se um Canadá mais Islâmico se tornará mais tolerante ou mais agressivo e intolerante com algo além de si mesmo”.

Os pontos de discussão compartilhados pelo C3RF, seus oradores e organizações parceiras são quase idênticos aos cargos de grupos anti-Muçulmanos extremos e os chamados alt-right. Eles alertam amplamente sobre uma massa não especificada de Muçulmanos no Ocidente que querem a lei da Sharia e uma “teocracia Islâmica”.

“Os princípios e as liberdades que sustentam ambas as constituições nos Estados Unidos e no Canadá se baseam na cultura Judaico-Cristã”, disse a oradora principal Clare Lopez. “O Islamismo não possui tais liberdades, como a liberdade de expressão; tem a “lei da calúnia”, que se entende como qualquer coisa que um Muçulmano não goste”.

A brochura do C3RF adverte sobre os Muçulmanos que “querem implementar pelo menos alguns aspectos da lei da Sharia” e que estão usando ou parceria com Iqra Khalid para implementar a “normalização da lei da Sharia como uma forma respeitável de expressão multicultural”.

Eles também criticam amplamente as políticas de imigração e refugiados do Canadá. Em suas mentes, o Islã e o Ocidente estão em conflito, tanto no exterior como aqui no Canadá, e eles estão lutando por valores Ocidentais e Judaico-Cristãos.

Uma das organizações parceiras do C3RF, ATO! Pelo Canadá, recentemente foi negado espaço numa biblioteca de Ottawa para hospedar uma exibição do Killing Europe [tr., Matando a Europa], um vídeo Islamofóbico. A exibição do vídeo seguiu em frente no Domingo passado, organizada pela Liga de Defesa Judaica no Toronto Sionist Center.

Burke também havia planejado um “Rali para transformar Khadr Settlement Over To Speer e Morris Families” no final de julho, que foi cancelado depois que foi relatado que mais da metade das pessoas que confirmaram presença via Facebook estavam conectadas com grupos e páginas anti-Muçulmanas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

Fonte/Source: EU vows push to make Jerusalem capital for “Palestinians,” too


A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

POR ROBERT SPENCER

7 de Dezembro de 2017

Idiotas úteis até o mais amargo fim. A União Europeia tem infatigavelmente incentivado a jihad “Palestina”, e está decidida a continuar dessa maneira, ignorando a congruência ideológica dos grupos jihadistas “Palestinos” e Europeus. Muitíssimo em breve, a Europa como um todo será uma zona de guerra da jihad, e esses políticos da União Europeia podem se parabenizar no momento em que a lâmina da jihad começar a decapitar vocês, que sempre apoiaram os “direitos” “Palestinos”.

Federica Mogherini

A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos “, Reuters, 7 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao David):

BRUXELAS – O principal diplomata da UE prometeu nessa Quinta-feira revigorar a diplomacia com a Rússia, Estados Unidos, Jordânia e outros para garantir que os Palestinos tenham uma capital em Jerusalém depois que o Presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu a cidade como a capital de Israel.

A União Europeia, um membro do Quarteto do Oriente Médio, juntamente com os Estados Unidos, as Nações Unidas e a Rússia, acredita que tem o dever de fazer ouvir sua voz como o maior doador assistencial dos Palestinos e o principal parceiro comercial de Israel.

“A União Europeia tem uma posição clara e unida. Acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e a Palestina é baseada em dois estados e com Jerusalém como a capital de ambos”, disse a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini, em entrevista coletiva.

Ela disse que se encontrará com o ministro das Relações Exteriores da Jordânia na Sexta-feira, enquanto ela e os ministros das Relações Exteriores da UE discutirão Jerusalém com o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu em Bruxelas na Segunda-feira.

“A União Europeia vai se envolver ainda mais com as partes e com os nossos parceiros regionais e internacionais. Continuaremos trabalhando com o Quarteto do Oriente Médio, possivelmente em um formato ampliado”, disse Mogherini, citando a Jordânia, o Egito e a Arábia Saudita, bem como a Noruega. “Continuamos convencidos de que o papel dos Estados Unidos… é crucial”, disse ela.

Mogherini, que também falou com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, se posicionou atrás do rei Abdullah, dizendo que ele é “um homem muito sábio” e que todos deveriam escutá-lo como o guardião dos locais sagrados Muçulmanos em Jerusalém…

A UE também é percebida por alguns em Israel como sendo demasiadamente pró-Palestina, em parte devido à oposição de longa data da UE aos assentamentos Israelenses na Cisjordânia ocupada, dizem os diplomatas.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Fonte/Source: Hamas says Trump has opened ‘the gates of hell’ and calls for ‘day of rage’


Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Por Pamela Geller

6 de Dezembro de 2017

Pode vir. Chegou a hora de esmagar esses selvagens.

Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado.

Estou certa de que os grupos dos Hamas, como o CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas), também estarão agitando nos EUA. É hora do Departamento de Justiça avançar a “montanha da evidências” contra os grupos dos Hamas: CAIR, ISNA, et al.

Últimas notícias de Jerusalém:

Hamas diz que Trump abriu “os portões do inferno” e pede um “dia de fúria”.

O Presidente dos EUA reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e irá transferir a embaixada dos EUA para a cidade.

O Hamas disse que o reconhecimento do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a decisão de mover a embaixada dos EUA para lá, “abre os portões do inferno”.

“A decisão de Trump sobre Jerusalém não conseguirá mudar o fato de que Jerusalém é uma terra Árabe Muçulmana”, afirmou um porta-voz do grupo militante que governa Gaza.

O grupo também repetidamente pediu um “dia de fúria” Palestino marcado para 8 de Dezembro.

E mais…

Atualizações ao vivo enquanto Trump espera a hora para anunciar que Jerusalém é a capital de Israel:

“A juventude e a resistência Palestina na Cisjordânia precisam responder com todos os meios disponíveis à decisão dos EUA que prejudica a nossa Jerusalém”, diz o comunicado.

O Hamas chamou a decisão sobre a cidade — lar de locais sagrados para Judeus, Muçulmanos e Cristãos — de “linha vermelha”.

A declaração foi inequívoca: “A resistência não permitirá qualquer profanação”.

O porta-voz disse que “essa decisão é tola e o tempo vai provar que os maiores perdedores são“ o Sr.Trump e o Primeiro-Ministro Israelense, Benjamin Netanyahu.

A transferência da embaixada só acontecerá antes de pelo menos seis meses por causa de uma renúncia que o Presidente assinou, se não demorar mais , mas o reconhecimento do capital rompe com a prática de política externa dos EUA nos últimos 70 anos.

“Seria uma loucura assumir a repetição da mesma fórmula” e produzir resultados diferentes, disse Trump, acrescentando que as partes não estão próximas de um acordo de paz.

Trump chamou as decisões “há muito atrasadas” porque Jerusalém é a “sede do moderno governo Israelense”.

O parlamento do Knesset, a Suprema Corte e vários ministérios estão localizados lá.

A Senadora Republicana Lindsey Graham imediatamente tuitou seu apoio à decisão do Presidente, escrevendo: “Apoio plenamente a decisão da Administração do Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel porque essa afirmação reflete a realidade na região nos últimos 3.000 anos”.

Os líderes Palestinos estavam buscando reunir o apoio diplomático para persuadir Trump a não reconhecer Jerusalém como a capital de Israel depois que ele lançou a possibilidade.

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavasoglu, também respondeu via Twitter, publicando que a decisão era “irresponsável” e “é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

A Jordânia controlava a Jerusalém Oriental desde a criação de Israel em 1948 até que as forças Israelenses a capturaram durante a Guerra dos Seis Dias em 1967.

Mais tarde, Israel a anexou num movimento não reconhecido pela comunidade internacional, incluindo seu aliado histórico, os EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel”

Fonte/Source: Trump recognizes Jerusalem as Israel’s capital, starts embassy move


Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel, e inicia a transferência da embaixada

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O Presidente dos EUA desafia os avisos de líderes Árabes e mundiais, diz que o movimento não afeta o processo de paz e endossa uma solução de dois estados se ambas as partes concordarem.


WASHINGTON – Desafiando sérias advertências mundiais, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira rompeu com décadas de EUA e política internacional ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Apesar dos apelos urgentes dos líderes Árabes e Europeus e do risco de protestos e violência antiamericana, Trump declarou que estava encerrando uma abordagem que há décadas não conseguiu avançar nas perspectivas de paz. Ele também, pela primeira vez, aprovou o conceito de “solução de dois estados” para Israel e os Palestinos, desde que ambos os lados concordem com isso.

“Eu determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel”, disse em discurso na Casa Branca, chamando-o de “atrasado” e no melhor interesse dos Estados Unidos. Ele disse o reconhecimento confirmou o “óbvio” de que Jerusalém é a sede do governo de Israel, apesar do status disputado que é um dos elementos-chave do conflito Israelense-Palestino.

“Isso é nada mais, nada menos que o reconhecimento da realidade”, disse ele.

Trump também ordenou que o Departamento de Estado comece o processo de transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, conforme exigido pela lei dos EUA. Funcionários disseram, no entanto, que o movimento levará anos para ser completado.

Trump afirmou que sua decisão não comprometeria as fronteiras geográficas e políticas da cidade, que ainda serão determinadas por Israel e Palestinos.

O Primeiro-Miinistro Benjamin Netanyahu elogiou Trump, dizendo que Israel estava “profundamente grato”.

“Este é um dia histórico”, disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo. “Estamos profundamente gratos pelo presidente por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e preparando-se para a abertura da embaixada dos EUA aqui”.

Netanyahu disse que o movimento reflete o “compromisso de Trump com uma verdade antiga, mas duradoura, cumprir suas promessas e promover a paz”.

O principal negociador Palestino, Saeb Erekat, disse que a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel “desqualificou os Estados Unidos da América a desempenhar qualquer papel em qualquer processo de paz”.

Turquia liderou a oposição Muçulmana com o Ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, dizendo que isso é contra o direito internacional.

“Condenamos a declaração irresponsável da administração dos EUA confirmando que reconhece Jerusalém como a capital de Israel e que vai mudar a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém”, escreveu no twitter. “Esta decisão é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

Mesmo os aliados mais próximos da América na Europa questionaram a sabedoria da radical saída de Trump da posição passada dos EUA, que era cuidadosamente neutra sobre a soberania da cidade.

“Esta é uma decisão lamentável que a França não aprova e vai contra o direito internacional e todas as resoluções do Conselho de Segurança da ONU”, disse o Presidente Francês, Emmanuel Macron.

O chefe da ONU, Antonio Guterres, falou contra o que ele chamou de “medidas unilaterais” que põem em perigo a perspectiva de paz entre Israelenses e Palestinos.

“Neste momento de grande ansiedade, quero deixar claro: não há alternativa para a solução de dois estados. Não há Plano B “, disse ele, sem mencionar o discurso de Trump.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que o trabalho de transferência da embaixada começará imediatamente.

“Nós consultamos muitos amigos, parceiros e aliados antes do Presidente tomar sua decisão. Acreditamos firmemente que há uma oportunidade para uma paz duradoura “, disse em comunicado.

No entanto, disse também que os EUA estavam se preparando para a agitação em resposta à decisão.

“A segurança dos Americanos é a maior prioridade do Departamento de Estado, e em conjunto com outras agências federais, implementamos planos de segurança robustos para proteger a segurança dos Aamericanos nas regiões afetadas”, disse Tillerson.

Diante do discurso de Trump, líderes Árabes e Muçulmanos falaram sobre o potencial de violência. Em Gaza, centenas de manifestantes Palestinos queimaram bandeiras Americanas e Israelenses. Eles também acenaram bandeiras e banners Palestinos proclamando Jerusalém como sua “capital eterna”, linguagem que os Israelenses usam de maneira semelhante para a sua nação.

Jerusalém inclui o terreno mais sagrado do Judaísmo. É também o lar do santuário mais antigo do Islã e dos principais locais Cristãos, e qualquer dano percebido às reivindicações Muçulmanas à cidade desencadeou protestos no passado, na Terra Santa e além.

O consulado Americano em Jerusalém ordenou que o pessoal dos EUA e suas famílias evitassem visitar a Cidade Velha de Jerusalém ou a Cisjordânia e exortou os cidadãos Americanos em geral a evitar lugares com maior presença policial ou militar.

O hospital de Jerusalém, Shaare Zedek, disse à equipe da sala de emergência que se preparasse para a possível violência que poderia sair após o discurso na noite de quarta-feira.

Os funcionários foram convidados a ficar “de plantão” nos próximos três dias em antecipação ao aumento das baixas em confrontos em e em torno de Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


 

Rei Saudita: “Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

Fonte/Source: Saudi King: Moving embassy to Jerusalem “a flagrant provocation of Muslims, all over the world”


Por Robert Spencer

Rei Saudita: Transferir A Embaixada Para Jerusalém É “Uma Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

5 de Dezembro de 2017

E o chefe da “Palestina” Mahmoud Abbas “advertiu sobre as consequências perigosas que tal decisão teria no processo de paz e para a paz, segurança e estabilidade da região e do mundo”.

Eles estão alertando: “Não faça isso, ou os Muçulmanos matarão pessoas”. É apenas mais um tipo de intimidação violenta que nenhuma pessoa livre, incluindo o Trump, deve ceder, pois agindo assim só encorajará ainda mais esse tipo de coisa.

Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis


Reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Trump é criticado até mesmo por aliados dos EUA, BBC, 6 de Dezembro de 2017

….

Aliada dos Estados Unidos, a Arábia Saudita classificou a decisão de Trump de uma “flagrante provocação aos muçulmanos de todo o mundo”.

O representante dos palestinos no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse à BBC que a medida será o “beijo da morte” nas negociações de paz baseadas no reconhecimento de dois Estados (um israelense, que já existe, e um palestino, que ainda não foi criado, embora seja uma demanda histórica do mundo islâmico).

O Egito, outro aliado dos EUA, também se opôs à decisão. O presidente, Abdul Fattah al-Sisi, fez um apelo para que Trump “não complique a situação na região”.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, infirmou que o país pode vir a cortar laços com Israel. O rei da Jordânia, Abdullah 2º, disse por sua vez que a decisão do presidente americano “prejudicará os esforços para a retomada do processo de paz”.

O líder do Hamas, Ismail Haniya, convocou a comunidade muçulmana a fazer protestos na sexta. Já a China alertou para uma escalada da tensão no Oriente Médio.

Leia o artigo completo da BBC clicando aqui.


 

57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump…

Fonte/Source: 57 Muslim leaders send letter to Trump warning him not to move U.S embassy to Jerusalem


Tradução do Twitter acima:

Desde o século X a.C., séculos antes de Muhammad conjurar seu grande esquema, Jerusalém era a cidade mais sagrada, foco e centro espiritual dos Judeus. Jerusalém nem sequer é mencionada no Alcorão


57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump Alertando Para Não Transferir A Embaixada Dos EUA Para Jerusalém

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017


Ódio Islâmico ao Judeu — é o dogma central do Islã.

A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), 56 países mais a Autoridade Palestiniana, estão muitíssimo por trás dessa jihad contra os Judeus.

A OCI é uma das maiores organizações intergovernamentais do mundo. Abrange 56 estados Muçulmanos mais a Autoridade Palestiniana.

Distribuído em quatro continentes, afirma falar em nome da ummah (a comunidade Muçulmana universal), que totaliza cerca de 1,3 bilhão. A missão da OCI é unir todos os Muçulmanos do planeta enraizando-os no Alcorão e Suna — o núcleo da civilização e dos valores Islâmicos tradicionais.

Visa fortalecer a solidariedade e a cooperação entre todos os seus membros, a fim de proteger os interesses dos Muçulmanos em todos os lugares e galvanizar a ummah num corpo unificado. A OIC é uma organização única — que não tem equivalente no mundo. Ela une a força religiosa, econômica, militar e política de 56 estados. — (Bat Ye’or)

ABBAS PEDE AOS LÍDERES MUNDIAIS PARA EVITAREM O PLANO TRUMP

Jerusalém Online, 5 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao Mark):

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, contatou o Papa e uma série de outros líderes mundiais, incluindo o Presidente Russo, Vladimir Putin, solicitando para que intervenham e impeçam os EUA de transferirem sua embaixada para Jerusalém. Enquanto isso, o Rei de Marrocos enviou uma carta ao Trump assinada por 57 países Árabes e Muçulmanos alertando sobre as consequências do movimento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

MODUS OPERANDI – ESTUPRO JIHADISTA II

MODUS OPERANDI – ESTUPRO JIHADISTA II

Por Tião Cazeiro

De acordo com Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, um programa da David Horowitz Freedom Center, as gangues de estupro Muçulmanas acreditam que as suras do Alcorão (4: 3; 4:24; 23: 1-6; 33:50) e a lei Islâmica permitem a captura de meninas não-Muçulmanas e a manutenção das mesmas sob pressão, em escravidão sexual, como fazem os jihadistas do Boko Haram e do Estado Islâmico (ISIS). As autoridades Britânicas têm medo de enfrentar o problema em toda sua magnitude porque temem o estigma dos estigmas do século XXI Ocidental: ser chamado de “racista”.

Alcorão 33.50 
"Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, 
para ti as esposas que tenhas dotado, 
assim como as que a tua mão direita possui (cativas), 
que Alá tenha feito cair em tuas mãos, 
as filhas de teus tios e tias paternas, 
as filhas de teus tios e tias maternas, 
que migraram contigo, 
bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, 
por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; 
este é um privilégio exclusivo teu, 
vedado aos demais fiéis. 
Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), 
em relação às suas esposas e às que suas mãos direita possuem, 
a fim de que não haja inconveniente algum para ti. 
E Alá é Indulgente, Misericordioso."

5 de Dezembro de 2017

Rotherham é um bonito distrito metropolitano de South Yorkshire, localizado na região Yorkshire e Humber, Inglaterra. Porém, esse distrito infelizmente se tornou a “A Capital Pedófila Muçulmana da Grã Bretanha” quando a notícia de que 1400 crianças foram assediadas, estupradas e torturadas por gangues Muçulmanas Paquistanesas.

Esse abuso continuou durante 16 anos porque a polícia e os serviços sociais tinham medo de serem chamados de “racistas”. Como diz Jayda Fransen no tuite abaixo, “o mesmo nome que o establishment Britânico me chamou por criticar os estupros Muçulmanos”.

Em Maio de 2015 traduzi e publiquei este artigo da Pamela Geller intitulado “ESTUPRO JIHADISTA NO REINO UNIDO: ‘NOSSA CULTURA ACEITA ISSO. ’“, um relato corajoso de uma vítima de estupro. Em Setembro de 2015, seguindo os acontecimentos e Rotherham, traduzi e publiquei este outro artigo intitulado “DE QUEM SÃO AS RUAS? SÃO NOSSAS!” MOTIM MUÇULMANO EM ROTHERHAM…, onde Robert Spencer relata duas manifestações que ocorrem separadamente e foram organizadas na cidade no mesmo dia; uma pelo grupo “Britain Firstcontra as gangues de estupro Muçulmanas que proliferam na cidade e a outra, chamada de ‘antidemocrática’.

Recomendo a leitura dos artigos mencionados acima.  Principalmente por serem dois artigos escritos em 2015. Você verá que o padrão na muda, está incrivelmente enraizado.

Caso ainda não tenha lido: MODUS OPERANDI DE ESTUPRO JIHADISTA I

Observar o passado ajuda a compreender o presente e nos prepara para o futuro. Padrões Muçulmanos vêm se repetindo há 1400 e não será uma surpresa se o mesmo já estiver em andamento no Brasil.

Gangues Muçulmanas continuam agindo na Inglaterra. Assim que possível escreverei outro artigo com mais informações para vocês.


 

Netanyahu: Irã e o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

Fonte/Source: PM likens Iran to Nazi Germany in its ‘commitment to murder Jews’


Netanyahu: O Irã Compartilha com os Nazistas da Alemanha o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

 Por Raphael Ahrencorrespondente diplomático do The Times of Israel

 4 de Dezembro de 2017

Porém, falando ao Fórum Saban, Netanyahu diz que Israel será o “primeiro da fila” para restaurar os laços com o Irã assim que o regime do Ayatollah Khamenei cair.

O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu no Domingo comparou o Irã à Alemanha Nazista, apontando para o Irã e o acusando pelo “compromisso implacável para assassinar Judeus”. Ao mesmo tempo, Netanyahu disse que Israel seria o primeiro país a restabelecer relações com o Irã quando o regime do aiatolá Ali Khamenei cair.

Transmitido em vídeo para o Fórum Saban do Brookings Institute em Washington, Netanyahu referiu-se ao Príncipe Saudita e Ministro da Defesa, Mohammed Bin Salman, chamando o líder supremo do Irã, de “o novo Hitler do Oriente Médio“, o qual precisa ser impedido.

“Obviamente, existem algumas diferenças importantes entre a Alemanha Nazista e a República Islâmica do Irã”, disse Netanyahu. “Mas ambos os regimes têm duas coisas importantes em comum. Primeiro, um compromisso implacável de impor a tirania e o terror. E em segundo lugar, um compromisso implacável para assassinar Judeus”.

Há cerca de 20 mil Judeus atualmente vivendo no Irã.

Netanyahu continuou falando sobre um novo livro que está lendo a respeito da Segunda Guerra Mundial, que condena as chamadas políticas de apaziguamento dos políticos Britânicos que acreditavam que Hitler não era uma ameaça como se dizia.

“Hipocrisia”, Netanyahu citou o autor do livro, Victor Davis Hanson, “é o leite materno da tirania”.

“Tenho certeza de que muitos de vocês ouviram o eloquente e persuasivo Ministro das Relações Exteriores do Irã, explicando com encanto que o Irã é um poder moderno. E que não guarda ódio contra ninguém. Certo”, disse Netanyahu sarcasticamente.

Dirigindo-se a Mohammad Zarif diretamente, disse que Zarif deveria contar isso aos jornalistas torturados e aos estudantes baleados nas ruas do Irã, “centenas de milhares” mortos pelas proxies Iranianas na Síria, incluindo Judeus na Argentina, cujos entes queridos foram mortos por terroristas Iranianos, e aos Israelenses que são “rotineiramente condenados à aniquilação pelos líderes fanáticos do Irã”.

“Eu falei tantas vezes sobre o Irã porque li a história”, continuou Netanyahu. “Quando os tiranos pedem a destruição do meu povo, eu acredito neles. Não me dou ao luxo de ignorar as ameaças de genocídio”.

O Primeiro-Ministro continuou comentando sobre a política de Israel de não permitir que o Irã adquira armas nucleares e se entrincheire militarmente na Síria. O acordo nuclear do Irã de 2015, conhecido como Plano Integrado de Ação Conjunta, permitirá que Teerã produza um arsenal de armas nucleares dentro de uma década, disse ele.

“O Presidente [dos EUA] Trump criou uma oportunidade para corrigir as grandes falhas do JCPOA.  Exorto a todos, da comunidade política, para ajudar aos que estão no comando das capitais da Europa e no Capitólio para aproveitar esta oportunidade”, afirmou.

“Meus amigos, um dia o regime Iraniano irá cair. Mães e pais Iranianos se alegrarão nas ruas. Israel será o primeiro da fila para reatar as relações e reconstruir nossa parceria”, continuou. “Esse é apenas um dos motivos por estar tão esperançoso quanto ao nosso futuro. Hoje Israel é muito mais bem-vindo do que antes pelas nações do mundo. Nossa economia está crescendo. Nossas relações estrangeiras estão florescendo. Nosso exército está mais poderoso do que nunca”.

Netanyahu acrescentou: “Quando olho para frente, 50 ou 100 anos, acredito que Israel será abraçado por seus vizinhos Árabes abertamente e não em segredo, como é feito hoje”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis