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AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Fonte/Source: Islam’s Three Worst Doctrines


AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

12 de Dezembro de 2017

FrontPage Magazine

Uma vez que o Islã é criticado por muitas coisas — de hostilidade à modernidade e democracia, os apelos à regra teocrática, ao “patriarcado” radical, à misoginia e às punições draconianas, para citar alguns — é útil dar um passo atrás e distinguir entre essas (muitas) doutrinas que afetam apenas a sociedade Muçulmana, e aquelas que se estendem e afetam os povos Ocidentais ou não-Muçulmanos em geral. Ao fazer isso, três doutrinas inter-relacionadas se aproximam. Vamos a elas:

1) desaprovação total e inimizade para com o “infiel”, isto é, hostilidade espiritual ou metafísica constante contra os não-Muçulmanos (em Árabe isso conhecido como al-wala ‘w’al bara, ou “lealdade e inimizade“);

2) isto se manifesta naturalmente na forma de jihad, isto é, a hostilidade física contra, e sempre que for possível, tentar subjugar os não-Muçulmanos;

3) finalmente, as jihads bem sucedidas levam à dhimmitude, posição degradante de não-Muçulmanos conquistados que se recusam a perder sua liberdade religiosa se convertendo ao credo do vencedor.

Lealdade e inimizade

Não há dúvida de que a maioria dos Muçulmanos defende a separação de Muçulmanos dos não-Muçulmanos, fieis dos infiéis, limpos dos imundos.

Alcorão 5:51 adverte os Muçulmanos da seguinte forma: “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” isto é, ele também se torna um infiel ou kafir, a pior classificação humana no Islã.

Alcorão 3:28, 4:89, 4: 144, 5:54, 6:40, 9:23, todos têm a mesma mensagem; 58:22 simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “mesmo que sejam seus pais, filhos, irmãos ou parentes”.

Mas os versos do Alcorão convidam ainda mais os Muçulmanos a ter inimizade — ódio —aos não-Muçulmanos: “Nós [Muçulmanos] renunciamos a você [não-Muçulmanos]. A inimizade e o ódio reinarão para sempre entre nós, até que você acredite somente em Alá” (Alcorão 60: 4). Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou em um artigo inequivocamente intitulado, “Por que nós o odiamos e por que nós lutamos contra você“, “Nós o odiamos, antes de mais nada, porque vocês são incrédulos”.

O lado B do al-wala ‘walal bara é que os Muçulmanos são obrigados a fazer amizade e ajudar aos outros Muçulmanos — incluindo jihadistas, por exemplo através de fundos (ou zakat). Como resume uma autoridade Muçulmana, o crente “é obrigado a fazer amizade com um crente — mesmo que ele seja opressivo e violento contra você — enquanto ele deve ser hostil ao infiel — mesmo que liberal e gentil com você” (The Al Qaeda Reader, p. 64).

Essa lealdade aos outros Muçulmanos e a inimizade pelos não-Muçulmanos é fundamentalmente responsável pelo choque metafísico ou “espiritual” entre o Islã e o Ocidente. Acrescente à inimizade o fato de que os Muçulmanos podem mentir para os não-Muçulmanos — inclusive fingindo lealdade ou amizade — tornando evidente o quão perigosa é a doutrina de “lealdade e inimizade”: entre outras coisas, deslealdade para com os infiéis (veja aqui, aqui e aqui como exemplos) e uma “mentalidade mafiosa“, segundo a qual todos os Muçulmanos devem trabalhar abertamente ou secretamente, sugere que a hostilidade para os não-Muçulmanos, mesmo que não seja vista, está sempre presente.

Jihad

Jihad — a guerra contra os não-Muçulmanos por nenhuma outra razão a não ser por serem não-Muçulmanos — é a manifestação física ou a realização da inimizade para com os “infiéis”. Não só é natural atacar e procurar subjugar porque foi criado para odiar, exceto a doutrina da jihad, inclusive para espalhar e fazer cumprir a Sharia em todo o mundo, é parte integrante do Islã; não é menos codificado do que os Cinco Pilares do Islã. Como exemplo, a Enciclopédia do Islã registra o verbete “jihad” da seguinte forma: “propagação do Islã pelas armas é um dever religioso sobre os Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad possa ser eliminada”.

Pode-se continuar citando um número qualquer de autoridades, especialmente Muçulmanas, dizendo que a jihad para subjugar o mundo é um aspecto rígido do Islã. Mesmo o falecido Osama bin Laden — que gostaria de ter feito o Ocidente acreditar que o terror da al-Qaeda é um subproduto das queixas políticas — ao falar em Árabe para os Muçulmanos, deixou perfeitamente claro que a doutrina da jihad é a raiz do problema: “Nossas conversas com o Ocidente infiel e nosso conflito com eles, em última análise, gira em torno de uma questão… O Islã força, ou não força, as pessoas pelo poder da espada a se submeterem a sua autoridade corporalmente senão espiritualmente? Sim. Existem apenas três escolhas no Islã … Converta-se, ou viva sob a soberania do Islã, ou morra”.

Dhimmitude

Mas, como os infiéis devem ser odiados per se e não apenas no contexto da jihad — a capacidade dos mesmos para julgar é muitas vezes reduzida pelas circunstâncias — a hostilidade continua mesmo após a interrupção das jihads bem-sucedidas. Ao contrário de outros conquistadores e conquistas que geralmente permitem que os conquistados continuem sem serem molestados, desde que não desafiem a nova ordem — alguns tentam apaziguar e dominar seus novos assuntos — quando e onde o Islã conquista, de modo que aquela antiga hostilidade metafísica que alimentou a jihad continue a se divertir em triunfo sobre os assuntos dos infiéis. Assim, esse último, não somente deve pagar um imposto especial (jizya), como abraçar uma postura subordinada e seguir uma série de debilitações — e deve também ser lembrado e obrigado a se sentir inferior e desprezado, inclusive para “inspirá-lo” à conversão para a fé “verdadeira”.

Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou no artigo acima mencionado, independentemente de qualquer apaziguamento oferecido pelos não-Muçulmanos, “continuaríamos a odiá-lo porque a nossa principal razão para odiar você não deixará de existir até você abraçar o Islã. Mesmo que você pagasse a jizya e vivesse sob a autoridade do Islamismo, em humilhação, continuaríamos a odiá-lo”.

De qualquer forma, o Islã ganha: se os não-Muçulmanos continuarem com sua fé, os Muçulmanos continuarão caçando eles; Se, por outro lado, os não-Muçulmanos acabarem por se “render” ao Islã, a umma ganha um novo recruta (sob pena de morte, caso ele se entretenha com pensamentos secundários e apostatar).

————

Esses três ensinamentos inter-relacionados do Islamismo — lealdade e inimizade, jihad e dhimmitude — estão inequivocamente fundamentados na lei Islâmica, ou Sharia. Não são questões abertas à interpretação ou ao debate. Ao eliminar ou diminuir o foco em todos os outros ensinamentos “problemáticos” que afetam apenas os Muçulmanos — mas que tendem a ser confundidos com aqueles (três) ensinamentos que afetam diretamente os não-Muçulmanos — poderemos avaliar melhor e, assim, colocar o foco sobre as verdadeiras raízes do conflito entre o Islã e o Ocidente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Fonte/Source: Muslim Nazis Stage Anti-Jewish Riots in Berlin


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Por Pamela Geller

10 de dezembro de 2017

Este é o novo movimento Nazista, idêntico ao original. A grande mídia não mostrará o rosto real desses protestos perversos e antissemitas.

Angela Merkel está avançando a agenda do Terceiro Reich, apesar de suas declarações ao contrário.

Tradução do Google por Morgen Post:

Na tarde de Sexta-feira, centenas de pessoas se reuniram em frente à Embaixada dos EUA na Pariser Platz em protesto contra a decisão do Presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital do estado de Israel.

Participantes da demonstração disseram que queimaram duas bandeiras Israelitas e exibiram bandeiras Islâmicas do Hamas e Fatah. A demonstração organizada terminou por volta das 17 horas de acordo com um porta-voz da polícia. O evento foi “na maior parte sem problemas”.

A polícia então pediu aos manifestantes que deixassem a Pariser Platz. Gritos de “Allahu akbar” foram ouvidos de forma isolada. Ânimos exaltados, com pancadaria ocasional entre os próprios manifestantes e disputas com a polícia. Várias pessoas foram presas temporariamente. Não usaram o canhão de água em frente ao Portão de Brandemburgo. Às 18 horas, os manifestantes deixaram a Pariser Platz .

A polícia estima que o número de participantes era de aproximadamente 1200, com 450 policiais em ação.

Transatlantic Inst. Retweeted Jüdisches Forum

Estrelas de Davi foram queimadas, bandeiras do terror tremulavam enquanto cantavam “Khaybar ya Yahud” (o cântico Islâmico evocando os exércitos de Muhammad que exterminaram toda uma tribo de Judeus), tudo isso, vai muito além das críticas à decisão do Presidente Trump em Jerusalém. É uma frontal intimidação antissemita.

Você nunca ouve tais cânticos contra os Muçulmanos, nunca. Você nunca protesta contra os Muçulmanos como agora é comum entre, Muçulmanos e seus esquerdistas cãozinhos de estimação [sic].

[VIDEO] Manifestantes queimam bandeiras com a Estrela de David, em frente ao Portão de Brandemburgo; slogans antissemitas e canções de propaganda com bandeiras Islâmicas do Fatah e Hamas; militantes do Hamas espalhados entre outros em frente à embaixada dos EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

Fonte/Source: Conservative party leadership advisor helped create anti-Islam organization


Por Tião Cazeiro

Este é um artigo especial. Traduzi apenas o que considerei importante devido a complexidade. Este artigo vai mostrar o tamanho do problema e as ações que estão sendo tomadas principalmente pelo Centro de Políticas de Segurança dos Estados Unidos, através de uma pessoa que admiro muito, Clare Lopez, vice presidente do CPS. Isto já está acontecendo aqui no Brasil.  Boa leitura!

Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

 Por Steven Zhou e Evan Balgord

6 de Dezembro de 2017

Menos Islã gera Menos Terror — Sem Islã, Sem Terror

“Um membro sênior da equipe de Andrew Scheer ajudou a criar uma organização anti-Islã durante sua campanha para liderar o Partido Conservador. Agora, essa organização está realizando eventos para protestar contra a petição (Motion 103 ou M103) anti-Islamofobia e está reunindo os especialistas anti-Islamismo do Canadá e os grupos anti-Muçulmanos.

Georganne Burke, presidente da campanha Scheer, participou da criação da Carta Canadense dos Direitos e das Liberdades (C3RF). O grupo adverte que o governo liberal está criminalizando as críticas ao Islamismo e abrindo as portas para a Sharia (Lei Islâmica) assumir o controle da lei Canadense. C3RF planeja realizar eventos em todo o país para advogar contra a M103 e o governo Trudeau.

Georganne Burke é uma dos três membros sênior da equipe de Scheer que agora é afiliada aos chamados grupos alt-rights (direita alternativa) ou anti-Islâmicos. O gerente da campanha de Scheer, Hamish Marshall, foi diretor da Rebel Media, uma mídia alt-right que impulsiona narrativas de genocídio branco e hospeda figuras proeminentes da alt-right, e organizou os escritórios da Rebel durante a campanha. Agora foi nomeado presidente da campanha para as eleições gerais de 2019.

Burke é vice-presidente sênior do Pathway Group, que trabalha nas relações governamentais e presta serviços para campanhas políticas, e tem mais de 10 anos de experiência como agente político para o Partido Conservador do Canadá. Ela é uma grande fã de Donald Trump, de acordo com as postagens das redes sociais e uma entrevista em Outubro de 2016 com a CBC.

INDÚSTRIA ANTI-ISLÃ

A indústria anti-Islã nos Estados Unidos e no Canadá é composta por dezenas de especialistas individuais, think tanks e meios de comunicação que hospedam eventos juntos e ampliam as vozes influentes. Algumas organizações são mais cuidadosas em suas críticas ao Islamismo do que outras, mas tendem a ver o Islã e a comunidade Muçulmana como uma entidade monolítica com uma agenda antiocidental perigosa.

Em 10 de Setembro, o C3RF realizou uma conferência anti-M103 (petição para condenar a Islamofobia) em Toronto, que reuniu vários palestrantes e organizações da indústria anti-Islamismo.

C3RF trabalhou com o ACT! For Canada [trad., Ato! Pelo Canadá], filial Canadense do ACT! For America e o Centro de Política de Segurança, baseado em Washington DC, que fazem parte da indústria de Islamofobia nos Estados Unidos, de acordo com o Fear, Inc., um relatório publicado pelo Centro para o Progresso Americano.

De acordo com o relatório, o Centro de Política de Segurança é uma “fonte chave de informação para a rede Islamofobia”. Clare Lopez, vice-presidente de Pesquisa e Análise da CPS, foi a principal oradora na conferência do C3RF, da qual o Ato! Pelo Canadá também foi co-parceiro, junto com o conservador think-tank The Mackenzie Institute e a pro-Israel Hasbara Fellowships.

O Ato! Pelo Canadá, compartilhou artigos em apoio ao PEGIDA — um grupo anti-Muçulmano da Europa com uma filial Canadense — que frequentemente é linkado pelo Robert Spencer e seu site, Jihad Watch. O Dr. Gad Saad, outro orador do C3RF na conferência de Setembro, também hospedou Spencer em seu canal no Youtube. O Southern Poverty Law Center descreve Spencer como um “propagandista anti-Muçulmano”.

Vários membros da página do Facebook do C3RF também são membros de grupos anti-Muçulmanos no Facebook, incluindo a Aliança de tempestade, uma ramificação dos Soldados de Odin, Sangue e Honra, um grupo neonazista violento e os III%ers [sic], um grupo armado de milícias. O grupo Facebook do C3RF promoveu o dia de ação em 30 de Setembro organizado pela Aliança Storm e outros grupos de extrema direita para protestar contra as políticas de imigração do Partido Liberal.

Além disso, o coordenador do satélite C3RF Calgary é Stephen Garvey, presidente do National Advancement Party (NAP) e membro da Coligação Mundial Contra o Islã, um grupo da supremacia branca. A Liga de Defesa Judaica, que atuou como segurança para várias manifestações anti-Muçulmanas, também forneceu segurança para a conferência de 10 de Setembro do C3RF.

“AGRESSIVO E INTOLERANTE”

Os palestrantes no evento caracterizaram o M103 como uma ameaça à liberdade de expressão apoiada por extremistas Muçulmanos cujo objetivo final é criminalizar as críticas ao Islamismo.

“O aumento do Islamismo Político que estamos vendo em todo o mundo é talvez a maior ameaça ao Canadá”, disse Anthony Furey, um colunista de Toronto Sun que falou na conferência. Furey diz que as audiências do comitê sobre Racismo Sistêmico e Discriminação Religiosa desencadeadas pelo M103 podem “levar a recomendações” que possam sugerir a proibição de críticas ao Islã.

Outra colunista de Toronto Sun, Sue-Ann Levy, deu um passo adiante ao sugerir que os centristas liberais e os extremistas Islâmicos têm uma ampla sobreposição de interesse. “Eu tive problemas para dizer que Barack Obama tem vínculos com a ideologia Islâmica radical”, disse ela. “Não há dúvida em mim sobre o que ele faz, e também acho que ele é Muçulmano”.

Oradores como Benjamin Dichter, fundador da LGBTory, também sugeriram que uma cultura excessivamente liberal e politicamente correta está ajudando a abrir a porta para que os Islamistas radicais assumam a sociedade Canadense.

“Alguns líderes liberais Ocidentais estão impedindo as pessoas de fazerem perguntas importantes”, disse Dichter, “a questão de saber se um Canadá mais Islâmico se tornará mais tolerante ou mais agressivo e intolerante com algo além de si mesmo”.

Os pontos de discussão compartilhados pelo C3RF, seus oradores e organizações parceiras são quase idênticos aos cargos de grupos anti-Muçulmanos extremos e os chamados alt-right. Eles alertam amplamente sobre uma massa não especificada de Muçulmanos no Ocidente que querem a lei da Sharia e uma “teocracia Islâmica”.

“Os princípios e as liberdades que sustentam ambas as constituições nos Estados Unidos e no Canadá se baseam na cultura Judaico-Cristã”, disse a oradora principal Clare Lopez. “O Islamismo não possui tais liberdades, como a liberdade de expressão; tem a “lei da calúnia”, que se entende como qualquer coisa que um Muçulmano não goste”.

A brochura do C3RF adverte sobre os Muçulmanos que “querem implementar pelo menos alguns aspectos da lei da Sharia” e que estão usando ou parceria com Iqra Khalid para implementar a “normalização da lei da Sharia como uma forma respeitável de expressão multicultural”.

Eles também criticam amplamente as políticas de imigração e refugiados do Canadá. Em suas mentes, o Islã e o Ocidente estão em conflito, tanto no exterior como aqui no Canadá, e eles estão lutando por valores Ocidentais e Judaico-Cristãos.

Uma das organizações parceiras do C3RF, ATO! Pelo Canadá, recentemente foi negado espaço numa biblioteca de Ottawa para hospedar uma exibição do Killing Europe [tr., Matando a Europa], um vídeo Islamofóbico. A exibição do vídeo seguiu em frente no Domingo passado, organizada pela Liga de Defesa Judaica no Toronto Sionist Center.

Burke também havia planejado um “Rali para transformar Khadr Settlement Over To Speer e Morris Families” no final de julho, que foi cancelado depois que foi relatado que mais da metade das pessoas que confirmaram presença via Facebook estavam conectadas com grupos e páginas anti-Muçulmanas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

Fonte/Source: EU vows push to make Jerusalem capital for “Palestinians,” too


A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos”

POR ROBERT SPENCER

7 de Dezembro de 2017

Idiotas úteis até o mais amargo fim. A União Europeia tem infatigavelmente incentivado a jihad “Palestina”, e está decidida a continuar dessa maneira, ignorando a congruência ideológica dos grupos jihadistas “Palestinos” e Europeus. Muitíssimo em breve, a Europa como um todo será uma zona de guerra da jihad, e esses políticos da União Europeia podem se parabenizar no momento em que a lâmina da jihad começar a decapitar vocês, que sempre apoiaram os “direitos” “Palestinos”.

Federica Mogherini

A UE Promete Pressionar Para Jerusalém Se Tornar também a Capital dos “Palestinos “, Reuters, 7 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao David):

BRUXELAS – O principal diplomata da UE prometeu nessa Quinta-feira revigorar a diplomacia com a Rússia, Estados Unidos, Jordânia e outros para garantir que os Palestinos tenham uma capital em Jerusalém depois que o Presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu a cidade como a capital de Israel.

A União Europeia, um membro do Quarteto do Oriente Médio, juntamente com os Estados Unidos, as Nações Unidas e a Rússia, acredita que tem o dever de fazer ouvir sua voz como o maior doador assistencial dos Palestinos e o principal parceiro comercial de Israel.

“A União Europeia tem uma posição clara e unida. Acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e a Palestina é baseada em dois estados e com Jerusalém como a capital de ambos”, disse a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini, em entrevista coletiva.

Ela disse que se encontrará com o ministro das Relações Exteriores da Jordânia na Sexta-feira, enquanto ela e os ministros das Relações Exteriores da UE discutirão Jerusalém com o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu em Bruxelas na Segunda-feira.

“A União Europeia vai se envolver ainda mais com as partes e com os nossos parceiros regionais e internacionais. Continuaremos trabalhando com o Quarteto do Oriente Médio, possivelmente em um formato ampliado”, disse Mogherini, citando a Jordânia, o Egito e a Arábia Saudita, bem como a Noruega. “Continuamos convencidos de que o papel dos Estados Unidos… é crucial”, disse ela.

Mogherini, que também falou com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, se posicionou atrás do rei Abdullah, dizendo que ele é “um homem muito sábio” e que todos deveriam escutá-lo como o guardião dos locais sagrados Muçulmanos em Jerusalém…

A UE também é percebida por alguns em Israel como sendo demasiadamente pró-Palestina, em parte devido à oposição de longa data da UE aos assentamentos Israelenses na Cisjordânia ocupada, dizem os diplomatas.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Fonte/Source: Hamas says Trump has opened ‘the gates of hell’ and calls for ‘day of rage’


Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Por Pamela Geller

6 de Dezembro de 2017

Pode vir. Chegou a hora de esmagar esses selvagens.

Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado.

Estou certa de que os grupos dos Hamas, como o CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas), também estarão agitando nos EUA. É hora do Departamento de Justiça avançar a “montanha da evidências” contra os grupos dos Hamas: CAIR, ISNA, et al.

Últimas notícias de Jerusalém:

Hamas diz que Trump abriu “os portões do inferno” e pede um “dia de fúria”.

O Presidente dos EUA reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e irá transferir a embaixada dos EUA para a cidade.

O Hamas disse que o reconhecimento do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a decisão de mover a embaixada dos EUA para lá, “abre os portões do inferno”.

“A decisão de Trump sobre Jerusalém não conseguirá mudar o fato de que Jerusalém é uma terra Árabe Muçulmana”, afirmou um porta-voz do grupo militante que governa Gaza.

O grupo também repetidamente pediu um “dia de fúria” Palestino marcado para 8 de Dezembro.

E mais…

Atualizações ao vivo enquanto Trump espera a hora para anunciar que Jerusalém é a capital de Israel:

“A juventude e a resistência Palestina na Cisjordânia precisam responder com todos os meios disponíveis à decisão dos EUA que prejudica a nossa Jerusalém”, diz o comunicado.

O Hamas chamou a decisão sobre a cidade — lar de locais sagrados para Judeus, Muçulmanos e Cristãos — de “linha vermelha”.

A declaração foi inequívoca: “A resistência não permitirá qualquer profanação”.

O porta-voz disse que “essa decisão é tola e o tempo vai provar que os maiores perdedores são“ o Sr.Trump e o Primeiro-Ministro Israelense, Benjamin Netanyahu.

A transferência da embaixada só acontecerá antes de pelo menos seis meses por causa de uma renúncia que o Presidente assinou, se não demorar mais , mas o reconhecimento do capital rompe com a prática de política externa dos EUA nos últimos 70 anos.

“Seria uma loucura assumir a repetição da mesma fórmula” e produzir resultados diferentes, disse Trump, acrescentando que as partes não estão próximas de um acordo de paz.

Trump chamou as decisões “há muito atrasadas” porque Jerusalém é a “sede do moderno governo Israelense”.

O parlamento do Knesset, a Suprema Corte e vários ministérios estão localizados lá.

A Senadora Republicana Lindsey Graham imediatamente tuitou seu apoio à decisão do Presidente, escrevendo: “Apoio plenamente a decisão da Administração do Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel porque essa afirmação reflete a realidade na região nos últimos 3.000 anos”.

Os líderes Palestinos estavam buscando reunir o apoio diplomático para persuadir Trump a não reconhecer Jerusalém como a capital de Israel depois que ele lançou a possibilidade.

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavasoglu, também respondeu via Twitter, publicando que a decisão era “irresponsável” e “é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

A Jordânia controlava a Jerusalém Oriental desde a criação de Israel em 1948 até que as forças Israelenses a capturaram durante a Guerra dos Seis Dias em 1967.

Mais tarde, Israel a anexou num movimento não reconhecido pela comunidade internacional, incluindo seu aliado histórico, os EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Netanyahu: Irã e o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

Fonte/Source: PM likens Iran to Nazi Germany in its ‘commitment to murder Jews’


Netanyahu: O Irã Compartilha com os Nazistas da Alemanha o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

 Por Raphael Ahrencorrespondente diplomático do The Times of Israel

 4 de Dezembro de 2017

Porém, falando ao Fórum Saban, Netanyahu diz que Israel será o “primeiro da fila” para restaurar os laços com o Irã assim que o regime do Ayatollah Khamenei cair.

O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu no Domingo comparou o Irã à Alemanha Nazista, apontando para o Irã e o acusando pelo “compromisso implacável para assassinar Judeus”. Ao mesmo tempo, Netanyahu disse que Israel seria o primeiro país a restabelecer relações com o Irã quando o regime do aiatolá Ali Khamenei cair.

Transmitido em vídeo para o Fórum Saban do Brookings Institute em Washington, Netanyahu referiu-se ao Príncipe Saudita e Ministro da Defesa, Mohammed Bin Salman, chamando o líder supremo do Irã, de “o novo Hitler do Oriente Médio“, o qual precisa ser impedido.

“Obviamente, existem algumas diferenças importantes entre a Alemanha Nazista e a República Islâmica do Irã”, disse Netanyahu. “Mas ambos os regimes têm duas coisas importantes em comum. Primeiro, um compromisso implacável de impor a tirania e o terror. E em segundo lugar, um compromisso implacável para assassinar Judeus”.

Há cerca de 20 mil Judeus atualmente vivendo no Irã.

Netanyahu continuou falando sobre um novo livro que está lendo a respeito da Segunda Guerra Mundial, que condena as chamadas políticas de apaziguamento dos políticos Britânicos que acreditavam que Hitler não era uma ameaça como se dizia.

“Hipocrisia”, Netanyahu citou o autor do livro, Victor Davis Hanson, “é o leite materno da tirania”.

“Tenho certeza de que muitos de vocês ouviram o eloquente e persuasivo Ministro das Relações Exteriores do Irã, explicando com encanto que o Irã é um poder moderno. E que não guarda ódio contra ninguém. Certo”, disse Netanyahu sarcasticamente.

Dirigindo-se a Mohammad Zarif diretamente, disse que Zarif deveria contar isso aos jornalistas torturados e aos estudantes baleados nas ruas do Irã, “centenas de milhares” mortos pelas proxies Iranianas na Síria, incluindo Judeus na Argentina, cujos entes queridos foram mortos por terroristas Iranianos, e aos Israelenses que são “rotineiramente condenados à aniquilação pelos líderes fanáticos do Irã”.

“Eu falei tantas vezes sobre o Irã porque li a história”, continuou Netanyahu. “Quando os tiranos pedem a destruição do meu povo, eu acredito neles. Não me dou ao luxo de ignorar as ameaças de genocídio”.

O Primeiro-Ministro continuou comentando sobre a política de Israel de não permitir que o Irã adquira armas nucleares e se entrincheire militarmente na Síria. O acordo nuclear do Irã de 2015, conhecido como Plano Integrado de Ação Conjunta, permitirá que Teerã produza um arsenal de armas nucleares dentro de uma década, disse ele.

“O Presidente [dos EUA] Trump criou uma oportunidade para corrigir as grandes falhas do JCPOA.  Exorto a todos, da comunidade política, para ajudar aos que estão no comando das capitais da Europa e no Capitólio para aproveitar esta oportunidade”, afirmou.

“Meus amigos, um dia o regime Iraniano irá cair. Mães e pais Iranianos se alegrarão nas ruas. Israel será o primeiro da fila para reatar as relações e reconstruir nossa parceria”, continuou. “Esse é apenas um dos motivos por estar tão esperançoso quanto ao nosso futuro. Hoje Israel é muito mais bem-vindo do que antes pelas nações do mundo. Nossa economia está crescendo. Nossas relações estrangeiras estão florescendo. Nosso exército está mais poderoso do que nunca”.

Netanyahu acrescentou: “Quando olho para frente, 50 ou 100 anos, acredito que Israel será abraçado por seus vizinhos Árabes abertamente e não em segredo, como é feito hoje”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

Fonte/Source: Islamic State promises jihad massacre at World Cup


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

POR ROBERT SPENCER

4 de Dezembro de 2017

Mesmo que não a retirem, a ameaça serve para “aterrorizar os inimigos de Alá” (Alcorão 8:60).


Inglaterra jogará em estádio ameaçado — com slogan ‘nos aguardem’ — pelo Estado Islâmico (ISIS) nas finais da Copa do Mundo”, de Andrew Gilpin e Dave Burke, Mirror, 1 de Dezembro de 2017 (agradecimentos ao The Religion of Peace):

A Inglaterra se prepara para jogar uma de suas partidas da Copa do Mundo num estádio Russo que aparece numa arrepiante campanha de propaganda do ISIS.

Os malditos jihadistas divulgaram no início deste ano uma imagem com um terrorista empunhando uma submetralhadora e uma bomba, com a Arena Volgograd do sul da Rússia em segundo plano.

E uma mensagem com as seguintes palavras “nos aguardem” embaixo de uma figura sinistra.

O estádio receberá Gareth Southgate quando enfrentarem a Tunísia no dia 18 de Junho, revelou o sorteio da Copa do Mundo de hoje.

Embora o Volgograd não seja uma área que o Ministério do Interior aconselha aos fãs de futebol para não visitarem, alertou aos adeptos para antes de viajarem ao torneio, observarem as recomendações das agências de viagem.

A imagem, compartilhada em todos os canais pro-ISIS, no aplicativo de mensagens criptografadas Telegram, apresentou um trecho de um verso Alcorânico, manipulado pelos seguidores do ISIS, pedindo aos companheiros jihadistas para aproveitarem todas as oportunidades para atacar mortalmente os EUA e a Rússia.

Grupos ligados ao ISIS inundaram as redes sociais com a imagem, e com fotografias horrorosas manipuladas  com a estrela da Argentina Lionel Messi e o Brasileiro Neymar.

Messi, a estrela do Barcelona, aparece decapitado e Neymar é retratado de joelhos, chorando, com o terrorista em pé ao lado deles com uma faca na mão.

A imagem foi feita e distribuída pela pro-ISIS Wafa Media Foundation….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Fonte/Source: New Issue of “Voice of Jihad”


Há mais de uma década, Robert Spencer vem alertando o mundo sobre a crescente ameaça do terrorismo Islâmico e a ascensão do Islã nos EUA e Europa.

Ele mesmo diz “O porquê disso ser tão ignorado não sei responder”.

Este artigo foi escrito em 2003 e o interessante é que se eu publicar com a data de hoje não fará a mínima diferença. Os padrões se repetem e o objetivo não muda.


A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Por Robert Spencer

31 de Outubro de 2003

O MEMRI-Middle East Media Research Institute relata uma nova edição da revista Al-Qaeda online, “A Voz da Jihad“.

“O nosso inimigo número um”, informa a edição, “são Judeus e Cristãos, e devemos nos libertar para investir todos os nossos esforços até que possamos aniquilá-los — e somos capazes de fazê-lo, se Alá nos permitir — porque eles são o principal obstáculo para o estabelecimento do estado Islâmico”.

Observe o objetivo: estabelecer o estado Islâmico, o califado. O porquê disso ser tão ignorado não sei responder, e não apenas a Al-Qaeda, mas todo grupo Muçulmano radical declarou isso como objetivo. Se os EUA se retirassem do Iraque e do Afeganistão amanhã, e todo cidadão de Israel se mudasse para Idaho, ainda assim haveria Muçulmanos radicais que lançariam uma jihad contra Judeus e Cristãos com o intuito de estabelecer o estado Islâmico.

Essa questão também declara um plano para “evitar, tanto quanto possível, confrontos com os exércitos e as forças do estado, para que possamos atacar os ocupantes com golpes letais, se Alá assim desejar.” Nessa frase, “o estado” refere-se aos Muçulmanos governantes que não se adequam aos padrões Muçulmanos radicais. Ela pode sinalizar uma intenção para parar de escolher os membros do conselho governamental Iraquiano e se concentrar em matar os Americanos.

Além disso, um certo sheik Nasser Al-Najdi confirma as leis da jihad e dhimmitude que revelei em Soldados Muçulmanos online. O fato dele poder recorrer às estipulações tradicionais da jurisprudência Islâmica para tudo isso, é uma das principais razões pelas quais a Al-Qaeda e grupos como esse podem ganhar recrutas no mundo Muçulmano:

“O Islamismo é uma religião abrangente. É uma religião para pessoas e para regimes… No momento em que as pessoas recebem a escolha [de acreditar] no Islã ou pagando a Jizya [um imposto de proteção pago pelos não-Muçulmanos que vivem sob o domínio Muçulmano], o Islã se torna a única alternativa para os países [do mundo.]…

Portanto, o crime dos tiranos infiéis [i.e. países não-Muçulmanos], que não se governam de acordo com a lei de Alá, é um enorme pecado… e somos obrigados a lutar contra eles e a iniciá-los até que se convertam ao Islã ou até que os Muçulmanos dominem o país, e aquele que não se converter ao Islã pagará a Jizya.”

Leia a Sura 9:29 do Alcorão e me diga que este sheik está pervertendo o Islã; não afirmo que a visão radical do Islã seja a única forma do Islã, mas ignorar os seus fundamentos tradicionais é perder uma fonte principal do problema. [nota: Inseri a Sura mencionada, retirada de um Alcorão online, ipsis litteris].

Sura 9.29 
Combatei aqueles que não crêem em Deus 
e no Dia do Juízo Final, 
nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram
e nem professam a verdadeira religião daqueles 
que receberam o Livro, 
até que, submissos, paguem o Jizya

Além disso, no decorrer de um debate sobre se a Al-Qaeda deve atacar os Americanos na Arábia Saudita ou não, Abd Al-Aziz bin Issa bin Abd Al-Mohsen (Abu Hajjer), o qual é procurado na Arábia Saudita, observou: “É também verdade que devemos usar este país [Arábia Saudita] porque é a principal fonte de financiamento para a maioria dos movimentos Jihadistas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Fonte: Christmas Season of Terror: Islamic State makes chilling threat to ‘attack on Christmas markets in UK, Germany and France’


No dia 22 de Julho de 2015, Robert Spencer publicou um artigo intitulado Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”, traduzido por mim e publicado neste blog. Alguns meses depois o artigo recebeu uma audiência — e confesso que fiquei muito assustado — anormal. No total, chegou a 17 mil visualizações em um ou dois dias, como ainda pode ser visto no artigo. Por quê? Porque o ISIS prometeu e cumpriu, atacando Paris em Novembro de 2015, assassinando centenas de pessoas.


Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Por Pamela Geller

2 de Dezembro de 2017

A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.

Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.

É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?

Tradução francesa:

“Em breve, durantes as suas férias”: ISIS promete, com ameaças arrepiantes, “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Os cartazes de propaganda terrorista mostram um Pai Natal com as mãos atadas por um jihadista na Regent Street em Londres e uma mão segurando uma faca sangrenta durante uma cena festiva ao lado da Torre Eiffel.

ISIS ameaça dizendo que está preparando ataques terroristas para a festa de Natal na França… Convocou terroristas Muçulmanos para cometerem atrocidades nas Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha, França e Nova Iorque.

Os defensores do terrorismo Islâmico circulam cartazes demonstrando frieza, através de aplicativos de mensagens que incluem a frase “em breve, durante as suas férias” em Inglês, Alemão e Francês. O último de uma onda de cartazes de propaganda publicados pelo ISIS chamou a atenção dos habitantes locais e visitantes de Nova Iorque. A imagem mostra um Papai Noel deixando explosivos na Times Square, com a mensagem: “Nos encontraremos no Natal em Nova York… em breve.”

A propaganda jihadista também contém imagens de marcos históricos — como a Torre Eiffel — no horário de Natal, com imagens terroristas obscuras, incluindo uma mão segurando uma faca sangrenta. Outra imagem surgiu mostrando um Papai Noel ajoelhado, as mãos amarradas e um jihadista vestido de preto parado atrás dele no que parece ser a Regent Street Avenue, em Londres.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Era Tarde Demais

Era Tarde Demais


1 de Dezembro de 2017

Traduzido por Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


O IMPENSÁVEL

Texto Traduzido de Autor Desconhecido


Blocos de cimento para proteger os cidadãos contra o terrorismo Islâmico.

Quando os refugiados Muçulmanos vieram, não protestei — eram apenas refugiados pobres.

Quando construíram mesquitas e centros culturais Islâmicos, não protestei — tinham o direito de rezar para Alá.

Quando exigiram que servissem apenas comida Halal nas escolas, não protestei — só podem comer o que o Alcorão lhes permite comer.

Quando estupraram mulheres e meninas, não protestei — violações ocorrem em todas as culturas e não têm nada a ver com o Islã.

Quando lançaram ataques terroristas, não protestei — eram apenas alguns extremistas, que não representavam o verdadeiro Islã.

Quando exigiram áreas (no go zones) comandadas pela lei sharia, não protestei — precisavam de seu próprio espaço, e nós vivemos num país livre.

Quando os deputados deles tomaram posse no parlamento, não protestei — agora eles representam quase metade da população e têm seus direitos.

Quando introduziram a Lei Islâmica, a Sharia, exigindo que fosse aplicada sobre a toda a população, era tarde demais para protestar.


Inseri este vídeo porque faz parte do Twitter acima. Para os versados na língua Inglesa, com vocês Pat Condell.

CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Fonte/Source:  CNN: The “prayerful” phrase “Allahu akbar” is a “celebration of life


CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Por Robert Spencer

2 de Novembro de 2017

Omar Suleiman é o Ímã que prevaleceu sobre o Google para alterar os resultados de busca, de modo a enterrar qualquer informação negativa sobre o Islã. Agora, na CNN, ele argumenta que os Muçulmanos dizem “Allahu akbar” em uma variedade de contextos, muitos deles positivos, portanto quando “um terrorista solitário grita ‘Allahu akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque, não pode se apropriar do termo.”

Suleiman reclama que “o jeito como ” Allahu Akbar ” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: para incutir medo das pessoas que pronunciam essa frase e suscitar preocupações até mesmo sobre o próprio Islã.”

Veja, se você perceber que jihadistas assassinos em massa, não apenas na cidade de Nova Iorque como na Terça-feira, mas frequentemente em todo o mundo, gritam ‘Allahu akbar’ enquanto assassinam pessoas, você tem uma “agenda nefasta”. Se você lembrar que o sequestrador do 11 de Setembro, Mohamed Atta, lembrou a si mesmo de “gritar, ‘Allahu Akbar’, porque isso causa medo nos corações dos infiéis”, você é um Islamofóbico seboso. Suleiman quer que seus leitores acreditem que ‘Allahu akbar’ é benigno e até bonito, e que não há motivo para “se preocupar mesmo com o próprio Islã”. Ele mesmo cita John J. McCain, o aprendiz de Ímã, para justificar esse caso.

Mas existe um problema. Suleiman diz que “um terrorista solitário que grita ‘Allahu Akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova York “não pode se apropriar do termo”, mas que “aqueles que se apropriam do termo” são “aqueles que vivem nesse caminho e comemoram a grandeza de Deus obedecendo seus mandamentos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.” Mas será que o assassino em massa da jihad de Nova York, Sayfullo Saipov, realmente desprezou os comandos de Alá e fez alguma coisa injusta?

O Alcorão pede aos Muçulmanos, três vezes, para “matá-los onde quer que os encontre” (2: 191; 4:89; 9: 5). Ele diz aos Muçulmanos que façam guerra contra o Povo do Livro, ou seja, primordialmente Judeus e Cristãos, até que se submetam à hegemonia da lei Islâmica e aceitem o status de segunda classe (9:29). Ele diz aos Muçulmanos para lutar contra os não-Muçulmanos até que “a religião seja toda pela causa de Alá” (8:39). Muhammad, o profeta do Islã é um “excelente exemplo” (Qur’an 33:21) para que seja emulado pelos Muçulmanos: “Eu fui ordenado (por Alá) a lutar contra o povo até que eles testemunhem que ninguém tem direito de ser adorado, mas Alá e que Muhammad é o Apóstolo de Alá, e oferece perfeitamente as orações e dá a caridade obrigatória, então, se procederem assim, salvarão suas vidas e suas propriedades de mim, com exceção para as leis Islâmicas e assim a avaliação (contas) será feita por Alá. (Bukhari 1.2.24).

Omar Suleiman sabe o que o Alcorão e Muhammad dizem. Ele sabe que Muhammad também disse que: “Guerra é trapaça”. (Bukhari 4.52.268). Sua própria trapaça e cinismo nesta peça da CNN está exposta na sua citação de Hasan Shibly, do CAIR, vinculado ao Hamas. O CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) é coconspirador não incriminado em um caso de terrorismo financiado ligado ao Hamas — assim chamado pelo Departamento de Justiça. Funcionários do CAIR repetidamente se recusam a denunciar o Hamas e o Hezbollah como grupos terroristas. Vários ex-funcionários do CAIR foram condenados por vários crimes relacionados ao terrorismo jihadista. O cofundador do CAIR e o presidente do conselho e de longa data (Omar Ahmad), bem como o seu porta-voz principal (Ibrahim Hooper), fizeram declarações supremacistas sobre como a lei Islâmica deveria ser imposta nos EUA (Ahmad nega isso, mas a repórter original garante a reportagem.) As agencias do CAIR frequentemente distribuem panfletos dizendo aos Muçulmanos para que não cooperem com as investigações ou aplicações da lei. O CAIR se opôs praticamente a todas as medidas antiterroristas que foram propostas ou implementadas e foi declarada organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos. Um funcionário do CAIR recentemente pediu a derrubada do governo dos EUA.

À luz de tudo isso, as palavras de Shibly aqui sobre o massacre da jihad sendo “o pior crime contra Alá” são ocas. Shibly sabe o que o Islã ensina e o significado do CAIR. Do mesmo modo, Suleiman. “Guerra é trapaça” de fato.

A CNN, é claro, tem o prazer de publicar esse nonsense absurdo e promover a ignorância e a complacência quanto à ameaça da jihad entre seus leitores. Mas a CNN nunca publica algo quando eu explico o verdadeiro significado de “Allahu akbar” e por que os terroristas jihadistas o gritam enquanto assassinam? Porque não é a sua vida! Descubra o porquê no meu novo livro Confissões de um Islamofóbico: reserve a sua cópia aqui agora.

O que ‘Allahu Akbar’ realmente significa,” por Omar Suleiman, CNN, 1 de novembro de 2017:

Nota do tradutor: Muitos Muçulmanos utilizam ‘Deus’ no Ocidente em vez de ‘Alá’ como o texto ipsis litteris a seguir.  Entretanto, tenha em mente que o correto é ‘Alá’.

“… Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as palavras “Allahu Akbar” simplesmente significam “Deus é maior”. É uma declaração poderosa usada pelos Muçulmanos em muitas ocasiões e em muitas orações. É uma celebração da vida, as primeiras palavras que os pais sussurram nos ouvidos de seus recém-nascidos. Elas são usadas para indicar gratidão quando Deus lhe concede algo que você teria sido incapaz de alcançar se não fosse pela benevolência divina. É uma frase orante que nos lembra que, não importa quais sejam as nossas preocupações, Deus é maior do que eles.

Adoradores de uma mesquita em Quebec ouviram a frase “Allahu Akhbar [sic]”, a própria frase que eles recitam nas orações da manhã, proferida pelo assassino supremacista branco logo antes de abrir fogo e matar seis Muçulmanos em Janeiro. E os Muçulmanos numa mesquita em Minnesota estavam recitando “Allahu Akbar” durante as orações da manhã quando sua mesquita foi incendiada em Agosto.

Poderia “Allahu Akbar” ser usado às vezes como um grito de batalha? Sim, porém, como o Senador John McCain argumentou na Fox News, isso não faz a frase em si mesmo abominável. Ao notar que “Muçulmanos moderados” também dizem “Allahu Akbar”, McCain disse que a frase não é mais preocupante do que um Cristão dizendo: “Graças a Deus”.

Mas a maneira como “Allahu Akbar” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: a de inculcar medo por qualquer pessoa que pronuncie a frase e suscite preocupações até mesmo sobre o próprio Islã. Mas um terrorista solitário que grita “Allahu Akbar” enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque não se apropria desse termo. Nem os que declaram não ser necessário mais detalhes para determinar o motivo, quando um homem com um nome Muçulmano comete um ataque usando essas palavras.

Como disse Hassan Shibly, diretor executivo da CAIR-Florida, em resposta ao recente ataque terrorista em Nova Iorque: “Este é o maior ato de heresia, gritar o nome glorioso de Deus ao cometer o pior crime contra Deus”.

Embora essas palavras sejam usadas para celebrar a vida também às vezes acompanham atos horríveis, este não é um fenômeno novo.

Uma das maiores ironias observadas pelos companheiros do Profeta Muhammad (a paz esteja com ele), foi o nascimento e a morte de Abdullah Ibn Az Zubayr.

Abdullah Ibn Az Zubayr foi o primeiro filho nascido na comunidade Muçulmana depois de terem migrado de Meca para Medina para escapar da perseguição.

Alguns moradores de Medina disseram aos Muçulmanos que eles colocaram um feitiço sobre eles, que os impedirá de ter filhos. Quando Abdullah nasceu, seu avô, Abu Bakr, o levou pelas ruas enquanto a multidão cantava “Allahu Akbar”.

Quando Abdullah foi assassinado por outro grupo de Muçulmanos enquanto representava a justiça em Meca, seus assassinos também cantavam “Allahu Akbar”.

Como uma testemunha disse: “Eu estava lá no dia em que Abdullah nasceu, e eu estou aqui no dia em que ele morreu, e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele nasceu e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele morreu, e eu juro por Deus que os que disseram Allahu Akbar no dia em que nasceu eram muito superiores aos que disseram Allahu Akbar hoje! “

Enquanto aqueles que mataram Abdullah usaram as mesmas palavras daqueles que comemoraram seu nascimento, apenas um grupo realmente honrou a grandeza de Deus. Eles são os que se tornam proprietários do termo: aqueles que vivem de um jeito que comemora a grandeza de Deus obedecendo seus comandos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.

Não devemos permitir que terroristas ou agendas do medo se apropriem de quaisquer palavras, conceitos ou devoções encontradas no texto sagrado de uma quarta parte da população mundial. Isso lhes daria exatamente o que eles querem. E Deus é superior à feiura cometida em Seu nome. “Allahu Akbar…”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE

Fonte/Source: Islamic State Santa poster threatens Christmas jihad massacre in Times Square


ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE NA NOITE DE NATAL

Por Robert Spencer

27 de Novembro  de 2017

Alá diz que irá atacar os incrédulos 
(Alcorão 3:151)
 e pede aos Muçulmanos para fazerem o mesmo 
(Alcorão 8:60). 
O Estado Islâmico está obedecendo este apelo.

“Poster Propaganda Do Estado Islâmico (Isis) Promete Massacre Na Noite De Natal Da Time Square Em Nova Iorque “, por Bridget Johnson, PJ Media, 27 de novembro de 2017:

“Um militante do ISIS lançou nas redes sociais do grupo um assombroso poster do Papai Noel olhando em direção a Times Square com uma caixa de dinamite ao seu lado.

A imagem mostra Papai Noel segurando um saco vermelho volumo diante da Time Square em noite repleta de pedestres.

“Nos encontraremos em Nova Iorque durante a festa de Natal… em breve”, diz o texto na imagem.

Este posters segue uma série de outros posters de propaganda fazendo ameaças durante o período de férias na Europa, com uma mão segurando uma faca sangrenta diante de um mercado no bairro da Torre Eiffel e um jihadista vestido com uma balaclava preta em pé diante do Papai Noel da Regent Street em Londres.

A Wafa’ Media Foundation, apoiada pelo ISIS, lançou inúmeras ameaças contra o feriado e contra o Vaticano. Em uma mensagem aos outros jihadistas na semana passada, o grupo observou que “a festa dos cruzados está próxima.”

Em outro caso, a Wafa’ circulou um cartaz que descrevia um veículo que se movia em direção ao Vaticano com um arsenal de armas, prometendo um ‘Natal Sangrento.’


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”

Fonte/Souce: Teachers Warned Not to Say ‘Boys’ or ‘Girls’ as It ‘Reminds Pupils of Gender’


"Professores advertem para não dizer 
"Meninos" ou "Meninas"

Por Tião Cazeiro

23 de Novembro de 2017

Tommy Robinson sendo agredido por Muçulmanos em Luton, sua cidade natal, Reino Unido.

Repetição é um saco, mas sinto-me na obrigação de repetir ad nauseam o excerto abaixo.

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim em UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Tenho assistido a vários vídeos/debates/comentários de pessoas inteligentíssimas como o Olavo de Carvalho, Nigel Farage, Douglas Murray, Milo Yiannopoulos, Robert Spencer, Pamela Geller, David Wood, Jamie Glazov, David Horrowitz, Raymond Ibrahim, Roger Scruton, Geert Wilders entre outros sobre o Islamismo.

O ponto de convergência é a própria cultura Ocidental como bem descreve Ralph Sidway em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’

“Será que estamos nos estágios iniciais de uma longa derrota, levando à morte uma outrora grande civilização?

A menos que a paralisada e catatônica Europa e suas irmãs possam sacudir o sono para derrubar o Íncubo, acorrentando-o, a noite será longa e o futuro, de fato, escuro.”

Eis aqui a razão:

“Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu. Tantos são os aspectos que o compõem, tal a multiplicidade de movimentos que ele abrange, que sua própria unidade escapa ao horizonte de visão de muitos liberais e conservadores, levando-os a tomar decisões desastradas e suicidas no momento mesmo em que se esforçam para deter o avanço da “esquerda”.” — (Olavo de Carvalho). A revolução globalista

Enquanto os Ingleses debatem com toda aquela fleuma Britânica e paixão pela própria língua, (um jeito de ser que eu aprecio, nada contra) os Muçulmanos explodem literalmente, e dominam cidades como Luton, situada no sul da Inglaterra, cidade natal do ativista anti-Islã Tommy Robinson.

E o que dizer do prefeitinho de Londres, um tal de Sadiq Khan? Um triunfo do multiculturalismo, filiado ao Partido dos Trabalhadores e que quer “assegurar-se de que a percepção do Islã não seja contaminada por aqueles com visões extremistas”. Entretanto, o prefeitinho defende o líder Muçulmano Azzam Tamimi, que pediu a destruição de Israel e sua substituição por um estado Islâmico, e mais, “Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammad “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”.

Em Londres, e não é novidade, Muçulmanos com a maior cara de pau  pedem a instituição da Sharia de imediato. Não tenho dúvidas a respeito, o nome disso é guerra civil ou bye-bye Reino Unido.


Veja este exemplo que aconteceu na Alemanha.

Refugiado Sírio com 4 esposas e 22 filhos reivindica o equivalente a 320 mil libras esterlinas per ano em benefícios ao governo Alemão da Mama Merkel. Como a Alemanha não aceita poligamia, apenas uma será oficial, as outras ficarão como amigas. Esse caso, de acordo com o artigo, é uma exceção. Mas… entendeu? rsrs — Syrian refugee with FOUR WIVES and 23 CHILDREN ‘claims £320,000 a year in benefits’

Esse é o modus operandi Islâmico. Enquanto fazem milhares de filhos para avançar a causa do Islã, — o califado global, — criam seus filhos de acordo com o Alcorão.

Vamos ao artigo publicado hoje pela Breitbart e depois você tira as suas próprias conclusões. Traduzi apenas uma parte do artigo.


Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”, para não lembrar o gênero aos alunos“, por Lian Deacon

Professores devem evitar de chamar as alunas de “meninas” ou “senhoritas”, porque isso significa que elas estão “constantemente sendo lembradas do seu gênero”, disse um ex-czar do departamento de saúde mental do governo. [ênfase adicionada]

Natasha Devon, que foi nomeada MBE em 2015 por “serviços prestados aos jovens”, disse que o movimento ajudaria as crianças transgêneras, bem como incentivaria os estudantes do sexo feminino e masculino a desafiar as noções tradicionais de gênero, que afetam o “bem-estar”.

Ela disse à conferência anual da Girls’ School Association em Manchester que “nunca entraria numa sala de aula só de meninas” e diria  “meninas” ou “senhoritas” porque isso é “paternalismo”.

Os professores devem, em vez disso, dirigir-se aos jovens como “alunos”, “estudantes”, ou mesmo apenas “pessoas”, ela insistiu, de acordo com The Telegraph.

“Não penso que seja útil lembrar constantemente o seu gênero e todos os estereótipos que o acompanham”.

A palavra “menina” pode “criar muita ansiedade” em crianças e adolescentes do sexo feminino, afirmou, enquanto a palavra “meninos” carrega conotações “machistas, não falando sobre seus sentimentos, ensinado a ser (valente/corajoso)”. [ênfase adicionada].

Em seguida: “Se a sua narrativa está dizendo que meninas não se irritam, ou que meninos não choram, ou que meninas não têm permissão para fazer isso, ou que meninos não têm permissão para fazer isso, então isso potencialmente terá um impacto no seu bem-estar..

“Então espero que, ao tirar os estereótipos negativos associados ao gênero, podemos em última análise melhorar sua saúde mental “.


“Nós vamos queimar você vivo!” – Perseguição Muçulmana de Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


"Nós vamos queimar você vivo!"
Perseguição Muçulmana de Cristãos

Por Raymond Ibrahim

6 de Novembro de 2017

Gatestone Institute

O Padre Jesuíta Henri Boulad, versado em Islamismo, da Igreja Greco-Melquita Católica do Egito, não poupou palavras numa entrevista sobre os motivos do terrorismo Islâmico e as respostas Ocidentais aos fatos. “O Islamismo é uma declaração de guerra aberta contra os não-Muçulmanos“, declarou o Padre, “e aqueles que realizam atos de violência e intolerância estão apenas fazendo o que credo exige“.

Eis a entrevista:

“Aqueles que não reconhecem a verdadeira ameaça representada pelo Islã são ingênuos e ignorantes, desconhecem a história, disse o Padre, e infelizmente muitos na Igreja se enquadram nessa categoria. Citando uma carta que escreveu em Agosto passado ao Papa Francisco, o Padre Boulad disse que “sob o pretexto de abertura, tolerância e caridade Cristã — a Igreja Católica caiu na armadilha ideológica da esquerda liberal que está destruindo o Ocidente”. “Qualquer ação que não defenda essa ideologia é imediatamente estigmatizada em nome do “politicamente correto”, disse ele. O sacerdote chegou até a castigar o próprio Papa Francisco — um colega Jesuíta — sugerindo que ele também caiu nessa armadilha. “Muitos pensam que um certo número de suas posições estão alinhadas com essa ideologia e que, da complacência, você vai de concessões a concessões e de compromissos em compromissos à custa da verdade”, disse o Padre em carta ao Papa. Cristãos no Ocidente e no Oriente: “estão esperando algo de você, além de declarações vagas e inofensivas que podem obscurecer a realidade”; “É tempo de emergir de um silêncio vergonhoso e embaraçoso diante do Islamismo que ataca o Ocidente e o resto do mundo. Uma atitude sistematicamente conciliatória é interpretada pela maioria dos Muçulmanos como um sinal de medo e fraqueza”, disse o Padre. “Se Jesus nos disse: Bem-aventurados os pacificadores, ele não nos disse: Bem-aventurados os pacifistas. A paz é a paz a qualquer custo, a qualquer preço. Tal atitude é a mais pura e simples traição da verdade”, disse ele. O sacerdote também afirmou sua crença de que o Ocidente está diante de uma catástrofe moral e ética, e que sua defesa do Islã é uma negação da verdade. “Ao defender a todo custo o Islã e procurar exonerá-lo dos horrores cometidos todos os dias em seu nome, acabará traindo a verdade”, disse o Padre em carta ao Papa Francisco.

Nota: Este artigo acompanha o importante relatório mensal de perseguição de Cristãos ao redor do mundo realizado por Raymond Ibrahim, o qual a grande mídia não publica. Para os interessados acesse o link: Muslim Persecution of Christians Report


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis