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AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Fonte/Source: Islam’s Three Worst Doctrines


AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

12 de Dezembro de 2017

FrontPage Magazine

Uma vez que o Islã é criticado por muitas coisas — de hostilidade à modernidade e democracia, os apelos à regra teocrática, ao “patriarcado” radical, à misoginia e às punições draconianas, para citar alguns — é útil dar um passo atrás e distinguir entre essas (muitas) doutrinas que afetam apenas a sociedade Muçulmana, e aquelas que se estendem e afetam os povos Ocidentais ou não-Muçulmanos em geral. Ao fazer isso, três doutrinas inter-relacionadas se aproximam. Vamos a elas:

1) desaprovação total e inimizade para com o “infiel”, isto é, hostilidade espiritual ou metafísica constante contra os não-Muçulmanos (em Árabe isso conhecido como al-wala ‘w’al bara, ou “lealdade e inimizade“);

2) isto se manifesta naturalmente na forma de jihad, isto é, a hostilidade física contra, e sempre que for possível, tentar subjugar os não-Muçulmanos;

3) finalmente, as jihads bem sucedidas levam à dhimmitude, posição degradante de não-Muçulmanos conquistados que se recusam a perder sua liberdade religiosa se convertendo ao credo do vencedor.

Lealdade e inimizade

Não há dúvida de que a maioria dos Muçulmanos defende a separação de Muçulmanos dos não-Muçulmanos, fieis dos infiéis, limpos dos imundos.

Alcorão 5:51 adverte os Muçulmanos da seguinte forma: “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” isto é, ele também se torna um infiel ou kafir, a pior classificação humana no Islã.

Alcorão 3:28, 4:89, 4: 144, 5:54, 6:40, 9:23, todos têm a mesma mensagem; 58:22 simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “mesmo que sejam seus pais, filhos, irmãos ou parentes”.

Mas os versos do Alcorão convidam ainda mais os Muçulmanos a ter inimizade — ódio —aos não-Muçulmanos: “Nós [Muçulmanos] renunciamos a você [não-Muçulmanos]. A inimizade e o ódio reinarão para sempre entre nós, até que você acredite somente em Alá” (Alcorão 60: 4). Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou em um artigo inequivocamente intitulado, “Por que nós o odiamos e por que nós lutamos contra você“, “Nós o odiamos, antes de mais nada, porque vocês são incrédulos”.

O lado B do al-wala ‘walal bara é que os Muçulmanos são obrigados a fazer amizade e ajudar aos outros Muçulmanos — incluindo jihadistas, por exemplo através de fundos (ou zakat). Como resume uma autoridade Muçulmana, o crente “é obrigado a fazer amizade com um crente — mesmo que ele seja opressivo e violento contra você — enquanto ele deve ser hostil ao infiel — mesmo que liberal e gentil com você” (The Al Qaeda Reader, p. 64).

Essa lealdade aos outros Muçulmanos e a inimizade pelos não-Muçulmanos é fundamentalmente responsável pelo choque metafísico ou “espiritual” entre o Islã e o Ocidente. Acrescente à inimizade o fato de que os Muçulmanos podem mentir para os não-Muçulmanos — inclusive fingindo lealdade ou amizade — tornando evidente o quão perigosa é a doutrina de “lealdade e inimizade”: entre outras coisas, deslealdade para com os infiéis (veja aqui, aqui e aqui como exemplos) e uma “mentalidade mafiosa“, segundo a qual todos os Muçulmanos devem trabalhar abertamente ou secretamente, sugere que a hostilidade para os não-Muçulmanos, mesmo que não seja vista, está sempre presente.

Jihad

Jihad — a guerra contra os não-Muçulmanos por nenhuma outra razão a não ser por serem não-Muçulmanos — é a manifestação física ou a realização da inimizade para com os “infiéis”. Não só é natural atacar e procurar subjugar porque foi criado para odiar, exceto a doutrina da jihad, inclusive para espalhar e fazer cumprir a Sharia em todo o mundo, é parte integrante do Islã; não é menos codificado do que os Cinco Pilares do Islã. Como exemplo, a Enciclopédia do Islã registra o verbete “jihad” da seguinte forma: “propagação do Islã pelas armas é um dever religioso sobre os Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad possa ser eliminada”.

Pode-se continuar citando um número qualquer de autoridades, especialmente Muçulmanas, dizendo que a jihad para subjugar o mundo é um aspecto rígido do Islã. Mesmo o falecido Osama bin Laden — que gostaria de ter feito o Ocidente acreditar que o terror da al-Qaeda é um subproduto das queixas políticas — ao falar em Árabe para os Muçulmanos, deixou perfeitamente claro que a doutrina da jihad é a raiz do problema: “Nossas conversas com o Ocidente infiel e nosso conflito com eles, em última análise, gira em torno de uma questão… O Islã força, ou não força, as pessoas pelo poder da espada a se submeterem a sua autoridade corporalmente senão espiritualmente? Sim. Existem apenas três escolhas no Islã … Converta-se, ou viva sob a soberania do Islã, ou morra”.

Dhimmitude

Mas, como os infiéis devem ser odiados per se e não apenas no contexto da jihad — a capacidade dos mesmos para julgar é muitas vezes reduzida pelas circunstâncias — a hostilidade continua mesmo após a interrupção das jihads bem-sucedidas. Ao contrário de outros conquistadores e conquistas que geralmente permitem que os conquistados continuem sem serem molestados, desde que não desafiem a nova ordem — alguns tentam apaziguar e dominar seus novos assuntos — quando e onde o Islã conquista, de modo que aquela antiga hostilidade metafísica que alimentou a jihad continue a se divertir em triunfo sobre os assuntos dos infiéis. Assim, esse último, não somente deve pagar um imposto especial (jizya), como abraçar uma postura subordinada e seguir uma série de debilitações — e deve também ser lembrado e obrigado a se sentir inferior e desprezado, inclusive para “inspirá-lo” à conversão para a fé “verdadeira”.

Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou no artigo acima mencionado, independentemente de qualquer apaziguamento oferecido pelos não-Muçulmanos, “continuaríamos a odiá-lo porque a nossa principal razão para odiar você não deixará de existir até você abraçar o Islã. Mesmo que você pagasse a jizya e vivesse sob a autoridade do Islamismo, em humilhação, continuaríamos a odiá-lo”.

De qualquer forma, o Islã ganha: se os não-Muçulmanos continuarem com sua fé, os Muçulmanos continuarão caçando eles; Se, por outro lado, os não-Muçulmanos acabarem por se “render” ao Islã, a umma ganha um novo recruta (sob pena de morte, caso ele se entretenha com pensamentos secundários e apostatar).

————

Esses três ensinamentos inter-relacionados do Islamismo — lealdade e inimizade, jihad e dhimmitude — estão inequivocamente fundamentados na lei Islâmica, ou Sharia. Não são questões abertas à interpretação ou ao debate. Ao eliminar ou diminuir o foco em todos os outros ensinamentos “problemáticos” que afetam apenas os Muçulmanos — mas que tendem a ser confundidos com aqueles (três) ensinamentos que afetam diretamente os não-Muçulmanos — poderemos avaliar melhor e, assim, colocar o foco sobre as verdadeiras raízes do conflito entre o Islã e o Ocidente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

BAT YEOR: “O CALIFADO UNIVERSAL ESTÁ DIANTE DE NÓS”

Fonte/Source: Bat Ye’or: ‘The universal caliphate stands before us’ Read 


Por Tião Cazeiro

Traduzi recentemente um artigo incrível com a historiadora Bat Ye’or intitulado “EURABIA E A TRAIÇÃO À ISRAEL: UMA ENTREVISTA COM BAT YE’OR“. Leitura essencial.

Agora, traduzi e reproduzi abaixo um texto dela  publicado pelo “American Thinker” em 2011.

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.


“O Califado Universal Está Diante de Nós”

Por Bat Ye’or

Texto publicado em 2011.

 ‘American Thinker’: Em seu livro “Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate, publicado em 2011, Bat Ye’or atualiza sua análise para demonstrar como a contínua e moralmente grotesca metamorfose Eurabiana está avançando ativamente —através das Nações Unidas, em particular — na busca eterna do Islamismo pela dominação terrena sob a Sharia, ou seja, um Califado Global.

As conclusões de Bat Ye’or nesse trabalho indispensável (pp. 183-185) são reproduzidas a seguir:


Ao escrever este estudo, lembrei-me de uma questão que me incomodou há vinte e cinco anos quando pesquisava “As Cristandades do Oriente entre jihad e dhimmitude” (1991).

Como os povos e estados Cristãos, alguns com exércitos poderosos e as culturas mais ricas de seu tempo, desmoronaram diante do ataque da jihad e dhimmitude a partir do século VII ao XV? Agora, não me pergunto mais essa questão.

O processo de degradação que eu costumava estudar e documentar nas antigas crônicas, tenho visto acontecer na Europa de hoje. Quando examinei o passado vi que estava se repetindo no presente, sob meus próprios olhos. Na verdade, a situação atual é uma reminiscência daquela que seguiu as conquistas Muçulmanas. Manter os funcionários Cristãos em suas posições preservou uma aparência de continuidade. Por trás do nevoeiro, a Islamização pode penetrar em cada estrato das sociedades derrotadas. No entanto, com o tempo, o colapso desse edifício revelou o verdadeiro papel desses pastores, cujo trabalho era fazer cumprir as ordens do califado sobre o seus, sob pena de morte. Faltava um elo essencial na cadeia de eventos: as motivações dos seres humanos que os conduzem numa direção inabalável dentro do caos dos eventos, a rota desviante para um objetivo final. Agora esse link se revelou na mistura de medo, covardia, corrupção, ódio e ambições de curto prazo que, no espaço de quarenta anos, tem levado a Europa ao longo da estrada para a Eurabia, um estágio intermediário para uma mudança ainda mais profunda.

Existe uma moral nessa história? Para as sociedades Judaico-Cristãs, a resposta é afirmativa, porque a Bíblia, o fundamento espiritual dessas sociedades, concede liberdade e dignidade ao homem, bem como seu corolário: responsabilidade. O significado bíblico do bem e do mal tendo penetrado em todos os aspectos do Cristianismo, o último não poderia manter vivo o seu ódio por Israel mais do que o veneno auto infligido.

Ativa na busca de sua própria Islamização, a Europa encorajou a rejeição da Bíblia Hebraica. A lealdade às suas origens foi uma ação de retaguarda travada por defensores heróicos. Pressionados pelos governos, as Igrejas apoiaram a heresia Palestina do Centro de Teologia da Libertação de Sabeel, professando um Cristianismo Marcionita Islamizado, que não só removeu todas as raízes da Bíblia Hebraica, como também despojou o povo Judeu de seu próprio patrimônio eterno e transferiu aos Palestinos. “Palestina Árabe” e a Igreja deixou de ser a nova Israel. Esse movimento majoritário na Europa de hoje é a arma da OIC [Organização da Conferência Islâmica; desde 28 de Junho de 2011, representa todos os 57 estados Muçulmanos, e é o maior bloco de votação nas Nações Unidas]. Cortado de sua base, o Cristianismo pôde, assim, ser recuperado para o Islã. Essa parece ser a missão do Centro Sabeel de Jerusalém e das Igrejas Árabes do Oriente.

Ao lado de um culto de ódio por Israel e a Bíblia, houve outras dinâmicas envolvidas na desintegração da Europa. No entanto, para mim, esse aspecto parece apresentar um dos principais elementos da aliança Europa-OIC, porque a extinção de Israel é essencial para o OCI na conquista do Ocidente Cristão. Israel nasceu da libertação de homens e mulheres da escravidão e com sua liberdade veio a responsabilidade moral — características que são consubstanciais com o significado de Israel desde a antiguidade. A rejeição e até o divórcio cheio de ódio desse espírito de liberdade abriram o caminho para o dhimmitude pregado pelas Igrejas Árabes e para os Cristãos rejeitarem totalmente sua identidade. A renovação das alianças Euro-Árabes formadas por Fascistas e Nazistas deu substância ao culto Palestino, Muçulmano-Cristão de substituição por Israel. A luta contra Israel, inerente à escolha da Palestina, proporcionou a base para a construção de Eurabia. Essa ideologia determinou a negação da jihad e encorajou as políticas autodestrutivas da Islamização moral e ideológica na Europa.

É evidente que tais escolhas, endêmicas nas sociedades Cristãs, representam correntes permanentes que levam inelutavelmente à destruição dos valores Judaico-Cristãos e Iluministas. Determinou a escolha da servidão sobre a liberdade, como a estamos vendo hoje. Porque não se pode comprometer a própria identidade e liberdade, a menos que já seja um escravo… ou um dhimmi.

A Europa perdeu sua aposta. Refém do ódio contra Israel, pensou que poderia salvar a paz por sua rendição ao terrorismo Palestino desde o final da década de 1960. Polindo os instrumentos de sua própria derrota, argumentou que o terrorismo não será derrotado através da opção militar, mas sim através do diálogo, do multilateralismo e do multiculturalismo, o principal argumento do próximo Califado. Ela tem usado inteligentemente esses instrumentos para justificar a estratégia de rendição e para transformar as vitórias militares de Israel em derrotas políticas, correndo para resgatar seus inimigos implacáveis ​​para manter o conflito vivo.

A Palestinização da Europa trouxe o Califado às cidades da Europa. Ele avançou através da negação dos perigos e do ofuscamento da história. Avançou sobre os carpetes dourados dos corredores do diálogo, nas redes de alianças e parcerias, na corrupção de seus líderes, intelectuais e ONGs, particularmente das Nações Unidas. O Califado já está vivo e cresce dentro da Europa, na extinção das liberdades básicas, no controle sobre o pensamento, das opiniões e a cultura, subversão das leis democráticas pela Sharia, fatwas, autocensura e medo — companheiros inseparáveis ​​da dhimmitude.

O Califado universal, para o qual a Europa forneceu um trampolim na ONU, está diante de nós, unindo o poder político e religioso. Ele se estabeleceu como o protetor das massas imigrantes Muçulmanas no mundo e exige que permaneçam firmemente ancorados nas tradições Islâmicas do Alcorão e da Suna, seguindo as leis da Sharia enquanto os Europeus são orientados a abandonar seus valores históricos e até mesmo sua identidade condenada como Islamofobia. Hoje, rumores abafados surgem dos povos da Europa, anunciando aos que criaram essa situação que não escaparão do julgamento da história.


Livros Essenciais da Bat Ye’or:

  1. Eurabia: The Euro-Arab Axis (English Edition)

  2. Understanding Dhimmitude (English Edition)

  3. Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate

Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINOS…

Fonte/Source: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS…
Via Pegida Portugal / Facebook


Por Tião Cazeiro

Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, em seu artigo “FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO“, descreve claramente a influência do Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini Yasir e cita Arafat e a KGB, na fictícia reivindicação Islâmica de Jerusalém.

O artigo (na íntegra) a seguir confirma essa narrativa.


SHALOM ISRAEL
JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINIANOS...

Por shalom-israel.blogspot

 Publicado originalmente em 2 de Marco de 2016

JERUSALÉM vista do Monte das Oliveiras, em Abril de 1862
Uma nova exposição fotográfica em Londres exibe a jornada fotográfica realizada pelo Príncipe de Gales (mais tarde Rei Eduardo VII) no ano 1862, durante 4 meses, nas regiões do Médio Oriente.

E, tal como se esperaria, nenhuns sinais de mesquitas ou de presença activa de “palestinianos” foram traçados naquela jornada, contrariando o mito inventado pelos palestinianos da sua “sempre presença” naquela Terra, com o simples objectivo de justificar a “luta armada” contra os “ocupantes judeus” e cativar as ajudas internacionais.

JERUSALÉM em 1862 – Jardim do Getsemane
Contrariando a tese palestiniana que defende a alegada presença de 1 milhão de “palestinianos”, este documento fotográfico revela a quase inexistência de mesquitas há 150 anos atrás em Jerusalém. A única excepção era na altura o Domo da Rocha, que no entanto sempre se mostra vazia em todas as fotos tiradas nos anos 1800 e no início dos 1900. O Domo da Rocha foi construído originalmente como uma sinagoga judaica, tendo posteriormente sido convertida numa catedral cristã, tendo depois sido conquistada e ocupada pelos muçulmanos que a converteram em mesquita.
DOMO DA ROCHA, Jerusalém, em 1875
Toda a argumentação palestiniana não passa de uma fabricação e de uma grosseira distorção da realidade dos factos.
Os “palestinianos” são uma fabricação ordenada e construída pelo “Grand Mufti Haj Husseini (1889 – 1974), com a invasão em massa de árabes oriundos do Egipto e da Arábia Saudita com o objectivo de fazerem jihad contra os judeus. Os terroristas egípcios ficaram confinados em Gaza, enquanto que os sauditas ocuparam a região da Judéia e da Samaria.
Toda a alegação de que os “palestinianos” perderam terras com a “ocupação judaica” não passa de uma vergonhosa e orquestrada mentira, uma vez que essa gente nem sequer é oriunda daquela terra…
É importante também assinalar que logo que Israel foi declarado como terra a devolver aos judeus, em 1917, durante o mandato britânico, os muçulmanos começaram imediatamente a aparecer de todas as terras árabes à volta com o propósito de matar os judeus. Os primeiros conflitos dos tempos modernos em Israel foram assim iniciados pelos árabes muçulmanos.
Foi nessa altura que, numa atitude dúbia e traiçoeira, as autoridades britânicas começaram a estancar o fluxo de judeus que queriam voltar à sua terra prometida, não impedindo entretanto os árabes de se multiplicarem numa terra que não era originalmente deles. Logo a população árabe se tornou maior que a judaica, não por razões naturais, mas pela verdadeira invasão e ocupação por parte dos árabes muçulmanos consentida pelos ingleses.
Conclui-se que os verdadeiros “ocupantes” da Terra de Israel são realmente os árabes muçulmanos que para ali foram a partir de 1917…
Judeus orando junto ao Muro – 1870
As fotografias patentes nesta exposição realizada no palácio de Buckingham,na galeria da raínha, foram tiradas por Francis Bedford (1815 – 1894), o primeiro fotógrafo na História a acompanhar uma viagem da realeza europeia, numa época de grande esplendor do império britânico.

Shalom, Israel!


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Fonte/Source: Muslim Nazis Stage Anti-Jewish Riots in Berlin


NAZIS MUÇULMANOS ENCENAM TUMULTO ANTISSEMITA EM BERLIM

Por Pamela Geller

10 de dezembro de 2017

Este é o novo movimento Nazista, idêntico ao original. A grande mídia não mostrará o rosto real desses protestos perversos e antissemitas.

Angela Merkel está avançando a agenda do Terceiro Reich, apesar de suas declarações ao contrário.

Tradução do Google por Morgen Post:

Na tarde de Sexta-feira, centenas de pessoas se reuniram em frente à Embaixada dos EUA na Pariser Platz em protesto contra a decisão do Presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital do estado de Israel.

Participantes da demonstração disseram que queimaram duas bandeiras Israelitas e exibiram bandeiras Islâmicas do Hamas e Fatah. A demonstração organizada terminou por volta das 17 horas de acordo com um porta-voz da polícia. O evento foi “na maior parte sem problemas”.

A polícia então pediu aos manifestantes que deixassem a Pariser Platz. Gritos de “Allahu akbar” foram ouvidos de forma isolada. Ânimos exaltados, com pancadaria ocasional entre os próprios manifestantes e disputas com a polícia. Várias pessoas foram presas temporariamente. Não usaram o canhão de água em frente ao Portão de Brandemburgo. Às 18 horas, os manifestantes deixaram a Pariser Platz .

A polícia estima que o número de participantes era de aproximadamente 1200, com 450 policiais em ação.

Transatlantic Inst. Retweeted Jüdisches Forum

Estrelas de Davi foram queimadas, bandeiras do terror tremulavam enquanto cantavam “Khaybar ya Yahud” (o cântico Islâmico evocando os exércitos de Muhammad que exterminaram toda uma tribo de Judeus), tudo isso, vai muito além das críticas à decisão do Presidente Trump em Jerusalém. É uma frontal intimidação antissemita.

Você nunca ouve tais cânticos contra os Muçulmanos, nunca. Você nunca protesta contra os Muçulmanos como agora é comum entre, Muçulmanos e seus esquerdistas cãozinhos de estimação [sic].

[VIDEO] Manifestantes queimam bandeiras com a Estrela de David, em frente ao Portão de Brandemburgo; slogans antissemitas e canções de propaganda com bandeiras Islâmicas do Fatah e Hamas; militantes do Hamas espalhados entre outros em frente à embaixada dos EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

Fonte/Source: Conservative party leadership advisor helped create anti-Islam organization


Por Tião Cazeiro

Este é um artigo especial. Traduzi apenas o que considerei importante devido a complexidade. Este artigo vai mostrar o tamanho do problema e as ações que estão sendo tomadas principalmente pelo Centro de Políticas de Segurança dos Estados Unidos, através de uma pessoa que admiro muito, Clare Lopez, vice presidente do CPS. Isto já está acontecendo aqui no Brasil.  Boa leitura!

Assessor Do Partido Conservador Ajudou A Criar Uma Organização Anti-Islã

 Por Steven Zhou e Evan Balgord

6 de Dezembro de 2017

Menos Islã gera Menos Terror — Sem Islã, Sem Terror

“Um membro sênior da equipe de Andrew Scheer ajudou a criar uma organização anti-Islã durante sua campanha para liderar o Partido Conservador. Agora, essa organização está realizando eventos para protestar contra a petição (Motion 103 ou M103) anti-Islamofobia e está reunindo os especialistas anti-Islamismo do Canadá e os grupos anti-Muçulmanos.

Georganne Burke, presidente da campanha Scheer, participou da criação da Carta Canadense dos Direitos e das Liberdades (C3RF). O grupo adverte que o governo liberal está criminalizando as críticas ao Islamismo e abrindo as portas para a Sharia (Lei Islâmica) assumir o controle da lei Canadense. C3RF planeja realizar eventos em todo o país para advogar contra a M103 e o governo Trudeau.

Georganne Burke é uma dos três membros sênior da equipe de Scheer que agora é afiliada aos chamados grupos alt-rights (direita alternativa) ou anti-Islâmicos. O gerente da campanha de Scheer, Hamish Marshall, foi diretor da Rebel Media, uma mídia alt-right que impulsiona narrativas de genocídio branco e hospeda figuras proeminentes da alt-right, e organizou os escritórios da Rebel durante a campanha. Agora foi nomeado presidente da campanha para as eleições gerais de 2019.

Burke é vice-presidente sênior do Pathway Group, que trabalha nas relações governamentais e presta serviços para campanhas políticas, e tem mais de 10 anos de experiência como agente político para o Partido Conservador do Canadá. Ela é uma grande fã de Donald Trump, de acordo com as postagens das redes sociais e uma entrevista em Outubro de 2016 com a CBC.

INDÚSTRIA ANTI-ISLÃ

A indústria anti-Islã nos Estados Unidos e no Canadá é composta por dezenas de especialistas individuais, think tanks e meios de comunicação que hospedam eventos juntos e ampliam as vozes influentes. Algumas organizações são mais cuidadosas em suas críticas ao Islamismo do que outras, mas tendem a ver o Islã e a comunidade Muçulmana como uma entidade monolítica com uma agenda antiocidental perigosa.

Em 10 de Setembro, o C3RF realizou uma conferência anti-M103 (petição para condenar a Islamofobia) em Toronto, que reuniu vários palestrantes e organizações da indústria anti-Islamismo.

C3RF trabalhou com o ACT! For Canada [trad., Ato! Pelo Canadá], filial Canadense do ACT! For America e o Centro de Política de Segurança, baseado em Washington DC, que fazem parte da indústria de Islamofobia nos Estados Unidos, de acordo com o Fear, Inc., um relatório publicado pelo Centro para o Progresso Americano.

De acordo com o relatório, o Centro de Política de Segurança é uma “fonte chave de informação para a rede Islamofobia”. Clare Lopez, vice-presidente de Pesquisa e Análise da CPS, foi a principal oradora na conferência do C3RF, da qual o Ato! Pelo Canadá também foi co-parceiro, junto com o conservador think-tank The Mackenzie Institute e a pro-Israel Hasbara Fellowships.

O Ato! Pelo Canadá, compartilhou artigos em apoio ao PEGIDA — um grupo anti-Muçulmano da Europa com uma filial Canadense — que frequentemente é linkado pelo Robert Spencer e seu site, Jihad Watch. O Dr. Gad Saad, outro orador do C3RF na conferência de Setembro, também hospedou Spencer em seu canal no Youtube. O Southern Poverty Law Center descreve Spencer como um “propagandista anti-Muçulmano”.

Vários membros da página do Facebook do C3RF também são membros de grupos anti-Muçulmanos no Facebook, incluindo a Aliança de tempestade, uma ramificação dos Soldados de Odin, Sangue e Honra, um grupo neonazista violento e os III%ers [sic], um grupo armado de milícias. O grupo Facebook do C3RF promoveu o dia de ação em 30 de Setembro organizado pela Aliança Storm e outros grupos de extrema direita para protestar contra as políticas de imigração do Partido Liberal.

Além disso, o coordenador do satélite C3RF Calgary é Stephen Garvey, presidente do National Advancement Party (NAP) e membro da Coligação Mundial Contra o Islã, um grupo da supremacia branca. A Liga de Defesa Judaica, que atuou como segurança para várias manifestações anti-Muçulmanas, também forneceu segurança para a conferência de 10 de Setembro do C3RF.

“AGRESSIVO E INTOLERANTE”

Os palestrantes no evento caracterizaram o M103 como uma ameaça à liberdade de expressão apoiada por extremistas Muçulmanos cujo objetivo final é criminalizar as críticas ao Islamismo.

“O aumento do Islamismo Político que estamos vendo em todo o mundo é talvez a maior ameaça ao Canadá”, disse Anthony Furey, um colunista de Toronto Sun que falou na conferência. Furey diz que as audiências do comitê sobre Racismo Sistêmico e Discriminação Religiosa desencadeadas pelo M103 podem “levar a recomendações” que possam sugerir a proibição de críticas ao Islã.

Outra colunista de Toronto Sun, Sue-Ann Levy, deu um passo adiante ao sugerir que os centristas liberais e os extremistas Islâmicos têm uma ampla sobreposição de interesse. “Eu tive problemas para dizer que Barack Obama tem vínculos com a ideologia Islâmica radical”, disse ela. “Não há dúvida em mim sobre o que ele faz, e também acho que ele é Muçulmano”.

Oradores como Benjamin Dichter, fundador da LGBTory, também sugeriram que uma cultura excessivamente liberal e politicamente correta está ajudando a abrir a porta para que os Islamistas radicais assumam a sociedade Canadense.

“Alguns líderes liberais Ocidentais estão impedindo as pessoas de fazerem perguntas importantes”, disse Dichter, “a questão de saber se um Canadá mais Islâmico se tornará mais tolerante ou mais agressivo e intolerante com algo além de si mesmo”.

Os pontos de discussão compartilhados pelo C3RF, seus oradores e organizações parceiras são quase idênticos aos cargos de grupos anti-Muçulmanos extremos e os chamados alt-right. Eles alertam amplamente sobre uma massa não especificada de Muçulmanos no Ocidente que querem a lei da Sharia e uma “teocracia Islâmica”.

“Os princípios e as liberdades que sustentam ambas as constituições nos Estados Unidos e no Canadá se baseam na cultura Judaico-Cristã”, disse a oradora principal Clare Lopez. “O Islamismo não possui tais liberdades, como a liberdade de expressão; tem a “lei da calúnia”, que se entende como qualquer coisa que um Muçulmano não goste”.

A brochura do C3RF adverte sobre os Muçulmanos que “querem implementar pelo menos alguns aspectos da lei da Sharia” e que estão usando ou parceria com Iqra Khalid para implementar a “normalização da lei da Sharia como uma forma respeitável de expressão multicultural”.

Eles também criticam amplamente as políticas de imigração e refugiados do Canadá. Em suas mentes, o Islã e o Ocidente estão em conflito, tanto no exterior como aqui no Canadá, e eles estão lutando por valores Ocidentais e Judaico-Cristãos.

Uma das organizações parceiras do C3RF, ATO! Pelo Canadá, recentemente foi negado espaço numa biblioteca de Ottawa para hospedar uma exibição do Killing Europe [tr., Matando a Europa], um vídeo Islamofóbico. A exibição do vídeo seguiu em frente no Domingo passado, organizada pela Liga de Defesa Judaica no Toronto Sionist Center.

Burke também havia planejado um “Rali para transformar Khadr Settlement Over To Speer e Morris Families” no final de julho, que foi cancelado depois que foi relatado que mais da metade das pessoas que confirmaram presença via Facebook estavam conectadas com grupos e páginas anti-Muçulmanas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel”

Fonte/Source: Trump recognizes Jerusalem as Israel’s capital, starts embassy move


Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel, e inicia a transferência da embaixada

Resultado de imagem para jerusalém

O Presidente dos EUA desafia os avisos de líderes Árabes e mundiais, diz que o movimento não afeta o processo de paz e endossa uma solução de dois estados se ambas as partes concordarem.


WASHINGTON – Desafiando sérias advertências mundiais, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira rompeu com décadas de EUA e política internacional ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Apesar dos apelos urgentes dos líderes Árabes e Europeus e do risco de protestos e violência antiamericana, Trump declarou que estava encerrando uma abordagem que há décadas não conseguiu avançar nas perspectivas de paz. Ele também, pela primeira vez, aprovou o conceito de “solução de dois estados” para Israel e os Palestinos, desde que ambos os lados concordem com isso.

“Eu determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel”, disse em discurso na Casa Branca, chamando-o de “atrasado” e no melhor interesse dos Estados Unidos. Ele disse o reconhecimento confirmou o “óbvio” de que Jerusalém é a sede do governo de Israel, apesar do status disputado que é um dos elementos-chave do conflito Israelense-Palestino.

“Isso é nada mais, nada menos que o reconhecimento da realidade”, disse ele.

Trump também ordenou que o Departamento de Estado comece o processo de transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, conforme exigido pela lei dos EUA. Funcionários disseram, no entanto, que o movimento levará anos para ser completado.

Trump afirmou que sua decisão não comprometeria as fronteiras geográficas e políticas da cidade, que ainda serão determinadas por Israel e Palestinos.

O Primeiro-Miinistro Benjamin Netanyahu elogiou Trump, dizendo que Israel estava “profundamente grato”.

“Este é um dia histórico”, disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo. “Estamos profundamente gratos pelo presidente por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e preparando-se para a abertura da embaixada dos EUA aqui”.

Netanyahu disse que o movimento reflete o “compromisso de Trump com uma verdade antiga, mas duradoura, cumprir suas promessas e promover a paz”.

O principal negociador Palestino, Saeb Erekat, disse que a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel “desqualificou os Estados Unidos da América a desempenhar qualquer papel em qualquer processo de paz”.

Turquia liderou a oposição Muçulmana com o Ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, dizendo que isso é contra o direito internacional.

“Condenamos a declaração irresponsável da administração dos EUA confirmando que reconhece Jerusalém como a capital de Israel e que vai mudar a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém”, escreveu no twitter. “Esta decisão é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

Mesmo os aliados mais próximos da América na Europa questionaram a sabedoria da radical saída de Trump da posição passada dos EUA, que era cuidadosamente neutra sobre a soberania da cidade.

“Esta é uma decisão lamentável que a França não aprova e vai contra o direito internacional e todas as resoluções do Conselho de Segurança da ONU”, disse o Presidente Francês, Emmanuel Macron.

O chefe da ONU, Antonio Guterres, falou contra o que ele chamou de “medidas unilaterais” que põem em perigo a perspectiva de paz entre Israelenses e Palestinos.

“Neste momento de grande ansiedade, quero deixar claro: não há alternativa para a solução de dois estados. Não há Plano B “, disse ele, sem mencionar o discurso de Trump.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que o trabalho de transferência da embaixada começará imediatamente.

“Nós consultamos muitos amigos, parceiros e aliados antes do Presidente tomar sua decisão. Acreditamos firmemente que há uma oportunidade para uma paz duradoura “, disse em comunicado.

No entanto, disse também que os EUA estavam se preparando para a agitação em resposta à decisão.

“A segurança dos Americanos é a maior prioridade do Departamento de Estado, e em conjunto com outras agências federais, implementamos planos de segurança robustos para proteger a segurança dos Aamericanos nas regiões afetadas”, disse Tillerson.

Diante do discurso de Trump, líderes Árabes e Muçulmanos falaram sobre o potencial de violência. Em Gaza, centenas de manifestantes Palestinos queimaram bandeiras Americanas e Israelenses. Eles também acenaram bandeiras e banners Palestinos proclamando Jerusalém como sua “capital eterna”, linguagem que os Israelenses usam de maneira semelhante para a sua nação.

Jerusalém inclui o terreno mais sagrado do Judaísmo. É também o lar do santuário mais antigo do Islã e dos principais locais Cristãos, e qualquer dano percebido às reivindicações Muçulmanas à cidade desencadeou protestos no passado, na Terra Santa e além.

O consulado Americano em Jerusalém ordenou que o pessoal dos EUA e suas famílias evitassem visitar a Cidade Velha de Jerusalém ou a Cisjordânia e exortou os cidadãos Americanos em geral a evitar lugares com maior presença policial ou militar.

O hospital de Jerusalém, Shaare Zedek, disse à equipe da sala de emergência que se preparasse para a possível violência que poderia sair após o discurso na noite de quarta-feira.

Os funcionários foram convidados a ficar “de plantão” nos próximos três dias em antecipação ao aumento das baixas em confrontos em e em torno de Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


 

MODUS OPERANDI – ESTUPRO JIHADISTA II

MODUS OPERANDI – ESTUPRO JIHADISTA II

Por Tião Cazeiro

De acordo com Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, um programa da David Horowitz Freedom Center, as gangues de estupro Muçulmanas acreditam que as suras do Alcorão (4: 3; 4:24; 23: 1-6; 33:50) e a lei Islâmica permitem a captura de meninas não-Muçulmanas e a manutenção das mesmas sob pressão, em escravidão sexual, como fazem os jihadistas do Boko Haram e do Estado Islâmico (ISIS). As autoridades Britânicas têm medo de enfrentar o problema em toda sua magnitude porque temem o estigma dos estigmas do século XXI Ocidental: ser chamado de “racista”.

Alcorão 33.50 
"Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, 
para ti as esposas que tenhas dotado, 
assim como as que a tua mão direita possui (cativas), 
que Alá tenha feito cair em tuas mãos, 
as filhas de teus tios e tias paternas, 
as filhas de teus tios e tias maternas, 
que migraram contigo, 
bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, 
por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; 
este é um privilégio exclusivo teu, 
vedado aos demais fiéis. 
Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), 
em relação às suas esposas e às que suas mãos direita possuem, 
a fim de que não haja inconveniente algum para ti. 
E Alá é Indulgente, Misericordioso."

5 de Dezembro de 2017

Rotherham é um bonito distrito metropolitano de South Yorkshire, localizado na região Yorkshire e Humber, Inglaterra. Porém, esse distrito infelizmente se tornou a “A Capital Pedófila Muçulmana da Grã Bretanha” quando a notícia de que 1400 crianças foram assediadas, estupradas e torturadas por gangues Muçulmanas Paquistanesas.

Esse abuso continuou durante 16 anos porque a polícia e os serviços sociais tinham medo de serem chamados de “racistas”. Como diz Jayda Fransen no tuite abaixo, “o mesmo nome que o establishment Britânico me chamou por criticar os estupros Muçulmanos”.

Em Maio de 2015 traduzi e publiquei este artigo da Pamela Geller intitulado “ESTUPRO JIHADISTA NO REINO UNIDO: ‘NOSSA CULTURA ACEITA ISSO. ’“, um relato corajoso de uma vítima de estupro. Em Setembro de 2015, seguindo os acontecimentos e Rotherham, traduzi e publiquei este outro artigo intitulado “DE QUEM SÃO AS RUAS? SÃO NOSSAS!” MOTIM MUÇULMANO EM ROTHERHAM…, onde Robert Spencer relata duas manifestações que ocorrem separadamente e foram organizadas na cidade no mesmo dia; uma pelo grupo “Britain Firstcontra as gangues de estupro Muçulmanas que proliferam na cidade e a outra, chamada de ‘antidemocrática’.

Recomendo a leitura dos artigos mencionados acima.  Principalmente por serem dois artigos escritos em 2015. Você verá que o padrão na muda, está incrivelmente enraizado.

Caso ainda não tenha lido: MODUS OPERANDI DE ESTUPRO JIHADISTA I

Observar o passado ajuda a compreender o presente e nos prepara para o futuro. Padrões Muçulmanos vêm se repetindo há 1400 e não será uma surpresa se o mesmo já estiver em andamento no Brasil.

Gangues Muçulmanas continuam agindo na Inglaterra. Assim que possível escreverei outro artigo com mais informações para vocês.


 

ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

Fonte/Source: Islamic State promises jihad massacre at World Cup


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

POR ROBERT SPENCER

4 de Dezembro de 2017

Mesmo que não a retirem, a ameaça serve para “aterrorizar os inimigos de Alá” (Alcorão 8:60).


Inglaterra jogará em estádio ameaçado — com slogan ‘nos aguardem’ — pelo Estado Islâmico (ISIS) nas finais da Copa do Mundo”, de Andrew Gilpin e Dave Burke, Mirror, 1 de Dezembro de 2017 (agradecimentos ao The Religion of Peace):

A Inglaterra se prepara para jogar uma de suas partidas da Copa do Mundo num estádio Russo que aparece numa arrepiante campanha de propaganda do ISIS.

Os malditos jihadistas divulgaram no início deste ano uma imagem com um terrorista empunhando uma submetralhadora e uma bomba, com a Arena Volgograd do sul da Rússia em segundo plano.

E uma mensagem com as seguintes palavras “nos aguardem” embaixo de uma figura sinistra.

O estádio receberá Gareth Southgate quando enfrentarem a Tunísia no dia 18 de Junho, revelou o sorteio da Copa do Mundo de hoje.

Embora o Volgograd não seja uma área que o Ministério do Interior aconselha aos fãs de futebol para não visitarem, alertou aos adeptos para antes de viajarem ao torneio, observarem as recomendações das agências de viagem.

A imagem, compartilhada em todos os canais pro-ISIS, no aplicativo de mensagens criptografadas Telegram, apresentou um trecho de um verso Alcorânico, manipulado pelos seguidores do ISIS, pedindo aos companheiros jihadistas para aproveitarem todas as oportunidades para atacar mortalmente os EUA e a Rússia.

Grupos ligados ao ISIS inundaram as redes sociais com a imagem, e com fotografias horrorosas manipuladas  com a estrela da Argentina Lionel Messi e o Brasileiro Neymar.

Messi, a estrela do Barcelona, aparece decapitado e Neymar é retratado de joelhos, chorando, com o terrorista em pé ao lado deles com uma faca na mão.

A imagem foi feita e distribuída pela pro-ISIS Wafa Media Foundation….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos…

Fonte/Source:Red Cross Demands Branches Remove Crucifixes to Be More Secular


Por Tião Cazeiro

A Cruz Vermelha, — assim como a Solidaris, um fundo de seguro saúde socialista da Valônia, Bélgica, que retirou a cruz da mitra de São Nicolau, — e muitas outras organizações na Europa, estão facilitando o trabalho dos supremacistas Islâmicos.
Muçulmanos odeiam a cruz, de acordo com o Alcorão, que nega a morte de Jesus na cruz (4: 157), e no momento em que tomarem o poder na Bélgica, os dhimmis  já terão removido preventivamente todas as cruzes por precaução, para não irritá-los.

Alcorão 4:157
"E por dizerem: 
Matamos o Messias, 
Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, 
embora não sendo, na realidade, 
certo que o mataram, nem o crucificaram, 
senão que isso lhes foi simulado. 
E aqueles que discordam, quanto a isso, 
estão na dúvida, 
porque não possuem conhecimento algum, 
abstraindo-se tão-somente em conjecturas; 
porém, o fato é que não o mataram."

 Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos Para Ser Mais Secular

Por Chris Tomlinson

4 Dezembro de 2017 

Voluntários criticaram a beneficente Cruz Vermelha depois de receberem um comunicado pedindo para removerem os crucifixos das paredes das filiais, porque a organização quer se tornar mais secular.

As filias da organização de ajuda internacional da Bélgica receberam um e-mail do Comitê Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos. André Rouffart, presidente da Cruz Vermelha em Verviers, disse: “Nos pediram para respeitar os princípios da Cruz Vermelha”, e não distinguir entre raça ou crença religiosa, como reporta 7sur7.

Rouffart disse que voluntários e outros membros reclamaram sobre a decisão, mas minimizou o problema, dizendo: “Acho que é uma tempestade numa xícara de chá”.

Vários voluntários conversaram com a emissora Belga RTL e expressaram hostilidade ao movimento, com um deles dizendo: “Deixe as coisas permanecerem como estão. Costumamos dizer “Feriados de Natal”, agora são “Feriados de inverno”. O mercado de Natal em Bruxelas tornou-se “Prazer de Inverno”.

“Para uma certa parte da população — por causa dos Muçulmanos — as cruzes foram removidas das casas da Cruz Vermelha e, mais particularmente, na de Verviers,” acrescentou o voluntário.

Tradução do Twitter acima: “A Cruz Vermelha que sempre foi tão respeitada está agora reforçando a tirania do Politamente Correto.”

A ordem segue uma sugestão de remoção de uma cruz na França que estava localizada acima de uma estátua de São João Paulo II em Ploërmel, Bretanha. O movimento provocou indignação entre muitos o que levou o governo Polonês e Húngaro a se oferecerem para ficar com a cruz.

“Tais medidas devem ser consideradas como tentativas de acabar com a civilização e a cultura do continente”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjártó.

Tradução do Twitter acima: Depois que a França ordenou a remoção da cruzes, a Hungria perguntou: “Será que qualquer um tem o direito de liberdade de expressão exceto os Cristãos?”

Na Irlanda, o sacerdote Católico Padre Desmond O’Donnell pediu aos Cristãos para abandonar completamente a palavra “Natal”, dizendo que a comercialização do feriado substituiu o significado Cristão original.

Enquanto as velhas tradições de Natal estão sendo substituídas, outros emergem — incluindo barreiras antiterrorismo envoltas em papel de embrulho de Natal e arcos vermelhos brilhantes na cidade de Bochum, na Alemanha, para evitar ataques terroristas Islâmicos radicais como o massacre na Feira de Natal de Berlim em Dezembro de 2016.


Tradução; Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Fonte/Source: New Issue of “Voice of Jihad”


Há mais de uma década, Robert Spencer vem alertando o mundo sobre a crescente ameaça do terrorismo Islâmico e a ascensão do Islã nos EUA e Europa.

Ele mesmo diz “O porquê disso ser tão ignorado não sei responder”.

Este artigo foi escrito em 2003 e o interessante é que se eu publicar com a data de hoje não fará a mínima diferença. Os padrões se repetem e o objetivo não muda.


A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Por Robert Spencer

31 de Outubro de 2003

O MEMRI-Middle East Media Research Institute relata uma nova edição da revista Al-Qaeda online, “A Voz da Jihad“.

“O nosso inimigo número um”, informa a edição, “são Judeus e Cristãos, e devemos nos libertar para investir todos os nossos esforços até que possamos aniquilá-los — e somos capazes de fazê-lo, se Alá nos permitir — porque eles são o principal obstáculo para o estabelecimento do estado Islâmico”.

Observe o objetivo: estabelecer o estado Islâmico, o califado. O porquê disso ser tão ignorado não sei responder, e não apenas a Al-Qaeda, mas todo grupo Muçulmano radical declarou isso como objetivo. Se os EUA se retirassem do Iraque e do Afeganistão amanhã, e todo cidadão de Israel se mudasse para Idaho, ainda assim haveria Muçulmanos radicais que lançariam uma jihad contra Judeus e Cristãos com o intuito de estabelecer o estado Islâmico.

Essa questão também declara um plano para “evitar, tanto quanto possível, confrontos com os exércitos e as forças do estado, para que possamos atacar os ocupantes com golpes letais, se Alá assim desejar.” Nessa frase, “o estado” refere-se aos Muçulmanos governantes que não se adequam aos padrões Muçulmanos radicais. Ela pode sinalizar uma intenção para parar de escolher os membros do conselho governamental Iraquiano e se concentrar em matar os Americanos.

Além disso, um certo sheik Nasser Al-Najdi confirma as leis da jihad e dhimmitude que revelei em Soldados Muçulmanos online. O fato dele poder recorrer às estipulações tradicionais da jurisprudência Islâmica para tudo isso, é uma das principais razões pelas quais a Al-Qaeda e grupos como esse podem ganhar recrutas no mundo Muçulmano:

“O Islamismo é uma religião abrangente. É uma religião para pessoas e para regimes… No momento em que as pessoas recebem a escolha [de acreditar] no Islã ou pagando a Jizya [um imposto de proteção pago pelos não-Muçulmanos que vivem sob o domínio Muçulmano], o Islã se torna a única alternativa para os países [do mundo.]…

Portanto, o crime dos tiranos infiéis [i.e. países não-Muçulmanos], que não se governam de acordo com a lei de Alá, é um enorme pecado… e somos obrigados a lutar contra eles e a iniciá-los até que se convertam ao Islã ou até que os Muçulmanos dominem o país, e aquele que não se converter ao Islã pagará a Jizya.”

Leia a Sura 9:29 do Alcorão e me diga que este sheik está pervertendo o Islã; não afirmo que a visão radical do Islã seja a única forma do Islã, mas ignorar os seus fundamentos tradicionais é perder uma fonte principal do problema. [nota: Inseri a Sura mencionada, retirada de um Alcorão online, ipsis litteris].

Sura 9.29 
Combatei aqueles que não crêem em Deus 
e no Dia do Juízo Final, 
nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram
e nem professam a verdadeira religião daqueles 
que receberam o Livro, 
até que, submissos, paguem o Jizya

Além disso, no decorrer de um debate sobre se a Al-Qaeda deve atacar os Americanos na Arábia Saudita ou não, Abd Al-Aziz bin Issa bin Abd Al-Mohsen (Abu Hajjer), o qual é procurado na Arábia Saudita, observou: “É também verdade que devemos usar este país [Arábia Saudita] porque é a principal fonte de financiamento para a maioria dos movimentos Jihadistas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Por Tião Cazeiro

2 de Dezembro de 2017

“Nesta semana, o Presidente dos Estados Unidos transmitiu mensagens maliciosas de um grupo racista e ultranacionalista diretamente a quase 44 milhões de pessoas. Esses 44 milhões o seguem no Twitter e podem ter compartilhado essas mensagens antimuçulmanas para milhões de pessoas a mais.

O presidente retuitou três vídeos postados por um líder do grupo Britain First. Todos os vídeos culpam Muçulmanos por crimes ou ofensas, mas em poucas horas, as afirmações foram ditas como falsas ou fora de contexto. O gabinete da primeira-ministra Teresa May disse que o Britain First “busca dividir as comunidades através do uso de narrativas odiosas que provocam tensões”. É como se o primeiro-ministro Britânico tivesse compartilhado um tuite de David Duke (“ex-líder de uma filial da Ku Klux Klan (KKK) foi um dos vários supremacistas brancos que inundaram no fim de semana passado as ruas de Charlottesville” – El País)— que, por sinal, viu os vídeos da Grã-Bretanha e retuitou: “Graças a Deus por Trump! É por isso que o amamos!” — Scott Simon

Esse texto pertence a um idiota chamado Scott Simon, a quem o Washington Post elogia como “o programa de notícias mais alfabetizado, espirituoso, emocionante e simplesmente interessante…”, e por Brett Martin do Time-Out New York “as duas horas mais ecléticas e inteligentes da radiodifusão”.

Entender como o outro pensa ajuda você a compreender o fato em si, a realidade. Morei um bom tempo em Londres, trabalhei com os ingleses o suficiente para saber que quando explodem, de fato, é porque a coisa está insuportável.

O mundo está lotado de gente como Scott Simon, gente sem noção, que desconhece a História do Islã ao longo de 1400 anos. Pessoas que acreditam nesse empreendimento paramilitar totalitário, sem perceber que serão vítimas do mesmo, caso não se convertam.

Em suma, venho acompanhando Jayda Fransen e ela explodiu há muito tempo, mas agora a luz que ela emana está incontrolável, a ponto de receber explicitamente o apoio do Trump, o ‘líder do mundo livre’.

Jayda pede o fechamento de todas as mesquitas e a expulsão de todos os Muçulmanos radicais, que estão se apropriando e aterrorizando a população Inglesa. E mais, ela é inteligente e se expressa extraordinariamente bem.

Credibilidade não falta a ela e é capaz, como o video mostra, de protestar em frente a uma mesquita de Londres , suportando cuspes, ofensas etc.. Dizer que ela é uma louca fará de você um idiota. Ela agora é a voz sufocada de milhões de Ingleses, humilhados pelo Islã em seu próprio país. Acompanho isso no Twitter todos os dias e afirmo que o governo fará tudo para tirar a Jayda de circulação.

A pressão Islâmica mundial movida a petrodólar vai acelerar o banimento do Islã no mundo, e consequentemente, levará à guerra, esta já declara pelo Islã faz tempo.

Isso se deve a impossibilidade de haver uma reforma no Islã, como aconteceu em outras religiões. A Arábia Saudita está levantando algumas questões atualmente, mas o tempo dirá. A crescente opinião pública mundial aponta para essa direção. Se você não acredita no que estou dizendo é porque você está muito mal informado.

Existem padrões Muçulmanos que remontam a 1400 anos. Esses padrões se repetem e não serão reformados. Aqueles que apostam numa reforma irão se decepcionar.

Consequentemente, sendo o Islã incompatível com o Ocidente por ter como missão subjugar o infiel, pela persuasão ou pela força, e isto está escrito, e é PRESCRITO nos textos sagrados do Islã, podemos concluir que o segundo maior país Católico do mundo, o Brasil, enfraquecido pelos partidos de esquerda, não escapará do conflito armado, quando o Islã se tornar mais expressivo populacionalmente. Este é um padrão inexorável do Islã. O Islã não veio para assimilar ou compartilhar, veio para eliminar tudo aquilo que não reflete o Alcorão. É totalitário por natureza.

Jayda Fransen, a ‘estrela brilhante’ do ativismo anti-Islã, tem a coragem de um grande guerreiro, que luta para resgatar o seu país, para salvar o seu país de um desastre total. Trump acertou em cheio, acordando a Grã-Bretanha com um choque de realidade.

O Scott Simon, esse globalista idiota e a sua turminha, acreditam que criticar o Islã é racismo, ultranacionalismo, Islamofobia etc. O Islã não é uma raça, chamar alguém de racista porque critica o Islã é pura ignorância. Defender a sua própria casa é uma obrigação de todo ser humano lúcido. Islamofobia é uma estratégia para você não interromper o avanço Islâmico global, para não criticar o Islã.


 A Grã-Bretanha agora é submissa à Sharia.
Jayda Fransen

Chegou a hora de fechar as fronteiras da Europa! Basta!” — Jayda Fransen

Vítimas de migrantes Muçulmanos.

Bem-vindos ao Mundo Ocidental. Este é o nosso futuro! — Jayda Fransen

Assista a estes vídeos. Não se preocupe com o Inglês, apenas assista, as imagens falam por si mesmas.  A Jayda é Cristã, por isso protesta com uma cruz nas mãos, e para mostrar que a Grã-Bretanha é Cristã.


 

Era Tarde Demais

Era Tarde Demais


1 de Dezembro de 2017

Traduzido por Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


O IMPENSÁVEL

Texto Traduzido de Autor Desconhecido


Blocos de cimento para proteger os cidadãos contra o terrorismo Islâmico.

Quando os refugiados Muçulmanos vieram, não protestei — eram apenas refugiados pobres.

Quando construíram mesquitas e centros culturais Islâmicos, não protestei — tinham o direito de rezar para Alá.

Quando exigiram que servissem apenas comida Halal nas escolas, não protestei — só podem comer o que o Alcorão lhes permite comer.

Quando estupraram mulheres e meninas, não protestei — violações ocorrem em todas as culturas e não têm nada a ver com o Islã.

Quando lançaram ataques terroristas, não protestei — eram apenas alguns extremistas, que não representavam o verdadeiro Islã.

Quando exigiram áreas (no go zones) comandadas pela lei sharia, não protestei — precisavam de seu próprio espaço, e nós vivemos num país livre.

Quando os deputados deles tomaram posse no parlamento, não protestei — agora eles representam quase metade da população e têm seus direitos.

Quando introduziram a Lei Islâmica, a Sharia, exigindo que fosse aplicada sobre a toda a população, era tarde demais para protestar.


Inseri este vídeo porque faz parte do Twitter acima. Para os versados na língua Inglesa, com vocês Pat Condell.

O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Fonte/Source: What do Muslims think of Jesus?


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Tião Cazeiro

30 de Novembro de 2017

Tenho lido alguns artigos inacreditáveis, pelo grau de ingenuidade e desinformação, como este publicado no U.S. Catholic. Entretanto, acredito na boa intenção da autora, sem dúvida. Portanto, não tenho a intenção de criticar a igreja Católica no sentido ruim da palavra, e sim apresentar uma visão investigativa e crítica da realidade.

Dr. Bill Warner, diretor do Political Islam enviou um Twitter hoje dizendo o seguinte: 
Mulher Muçulmana afirma que Maria (mãe de Jesus) é reverenciada no Alcorão. Verdade, e ela ainda diz que Jesus é o profeta de Alá...
Isso não significa que o Islam não destrua igrejas e os Cristãos que a frequentam. 60 milhões foram mortos ao longo de 1400 anos e muitos estão morrendo hoje. Temos problemas maiores do que os tweets.

Agora leiam estes Hádices… (significa um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Muhammad/Maomé)


Os Quarenta Hadices (Ditos)
— Al‘rba'un Alnawauiah —

— “Para Deus a religião é o Islam. 
E os adeptos do livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
só discordaram por inveja, 
depois que a verdade lhes foi revelada. 
Porém, quem nega os versículos de Deus, 
saiba que Deus é destro em ajustar contas.”
 (3:19) — [Ênfase adicionada]

 — “E quem quer que almeje outra religião 
que não seja o Islam 
jamais lhe será aceito, 
e no outro mundo, 
contar-se-á entre os desventurados.” (3:85)

Outra informação importante retirada dos aquivos do Robert Spencer/Jihad Watch para vocês entenderem o artigo em questão.

Al-Ghazali
O eminente estudioso Islâmico W.M. Watt salienta a ortodoxia Muçulmana de Al-Ghazali. Ele diz que Al-Ghazali foi “aclamado tanto no Oriente e quanto no Ocidente como o maior Muçulmano depois de Muhammad (Maomé) e em hipótese alguma é desmerecedor de dignidade… Ele trouxe ortodoxia e misticismo ao contato mais próximo…; Os teólogos tornaram-se mais dispostos a aceitar os místicos como respeitáveis, enquanto os místicos estavam mais cuidadosos em permanecer dentro dos limites da ortodoxia.” [1]
Aqui está Al-Ghazali, evidentemente, sem intenção de partir ou do Sufismo ou da ortodoxia Muçulmana, escrevendo sobre a guerra (jihad) e o tratamento dos povos dhimmis não-Muçulmanos subjugados:

“Deve-se continuar a jihad (ou seja, ataques bélicos como razzias ou raids) ao menos uma vez ao ano… Pode-se usar uma catapulta contra eles [não-Muçulmanos] quando estão numa fortaleza, mesmo que mulheres e crianças estejam entre eles. Pode-se atear fogo neles e/ou afogá-los… Se uma pessoa da Ahl al-Kitab [Povo do Livro – primordialmente Judeus e Cristãos] for escravizado, seu casamento é [automaticamente] revogado… Podem cortar suas árvores… É preciso destruir seus livros inúteis. Jihadistas podem tomar como espólio o que decidirem… Podem roubar tanto alimento quanto precisarem…”

“O dhimmi é obrigado a não mencionar Allah ou seu apóstolo… Judeus, Cristãos e Majians devem pagar a jizya [imposto de proteção para os não-Muçulmanos]… Em oferecendo a jizya, o dhimmi deve inclinar sua cabeça enquanto um Oficial de Coleta segura a sua barba e bate no [dhimmi] osso protuberante debaixo de sua orelha [isto é, a mandíbula]… Eles não estão autorizados a exibir ostensivamente seus vinhos ou os sinos da Igreja…
Suas casas não podem ser maiores que as dos Muçulmanos, e não importa o quão baixo isso seja.

O dhimmi não pode montar num cavalo ou mula elegante; ele pode montar um burro apenas se a sela [de Trabalho] for de madeira. Ele não pode andar sobre a parte boa da estrada. Eles [os dhimmis] têm que usar [uma identificação] um remendo [em suas roupas], mesmo as mulheres, e até mesmo em banhos [públicos]… [dhimmis] devem segurar sua língua… [2] (Fonte: Wagjiz, escrito em 1101 AD. (Ênfase adicionada).

Para facilitar a vida, vou inserir alguns comentários em ‘vermelho‘. Eis aqui o artigo em questão para que vocês tirem suas próprias conclusões. Comentários serão bem-vindos.


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Marianne Farina, C.S.C.

Publicado originalmente em 19 de Setembro de 2016

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta
a quem foi dada uma mensagem especial 
— injil, ou o Evangelho — 
para ser transmitida a todas as pessoas.

“Quem as pessoas dizem que sou?” Jesus perguntou aos discípulos. A resposta deles — de João Batista a Elijah ou de um dos profetas — revela como os seus seguidores entenderam a vida de Jesus e sua missão. Hoje, indagando a mesma pergunta às comunidades Muçulmanas ao redor do mundo — quem você pensa que é o Cristo? — é igualmente revelador.

O Alcorão menciona Jesus, ou Isa, 25 vezes, mas diferentemente a cada vez. O Alcorão explica que Jesus nasceu da Virgem Maria (19:20-21) e é “nobre neste e no próximo mundo” (3:45–47). Por isso, ele é chamado de Isa ibn Maryan, ou Jesus filho de Maria. O Alcorão também se refere a ele como ruh min ibn Allah (“Espírito de Deus”), mushia bi’l baraka (“o Messias — alguém abençoado por Deus), kalimah min Allah (“Palavra vinda/de Deus”), e rasul (Profeta-Mensageiro) de Deus.

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta a quem foi dada uma mensagem especial — injil, ou o Evangelho— para ser transmitida a todas as pessoas. Ambos confirmaram essa mensagem que foi ensinada na Torá e pressagiou a vinda do Profeta Muhammad. Assim, Jesus tem um papel vital e único a desempenhar na fé muçulmana.

Veja, traduzi o texto ipsis litteris para não haver dúvida. De acordo com Robert Spencer e David Wood não há registro de ‘presságio’ sobre a vinda do profeta do Islam especificamente. 

“Nada disso, no entanto, nega a realidade de que o Islã se baseia em uma falsa revelação. Ao avisar dos falsos profetas, Cristo disse: “Você os conhecerá por seus frutos” — não por suas aparências. Afinal, o aviso não seria necessário, exceto que o lobo estará disfarçado com roupas de ovelha. Infelizmente, muitos Católicos e muitos de seus pastores parecem viver em um mundo de sonhos bucólicos, onde os pensamentos de lobos e falsos profetas nunca são entretidos.’ — Ralph Sidway

Entretanto, enquanto Muçulmanos aceitam que Jesus era um servo, professor, e amante da palavra de Deus, eles não acreditam que ele era uma divindade ou filho de Deus. O Alcorão descreve os milagres que Jesus realizou, como a cura dos enfermos e a ressuscitação dos mortos, mas não atribui esses milagres a sua divindade. Em vez disso, Jesus é um sinal para toda a humanidade da infinita misericórdia de Deus.

Muçulmanos não acreditam em pecado original. Eles não veem necessidade de um salvador, além disso, não acreditam na crucificação de Jesus. O Alcorão afirma que Jesus foi supostamente para o céu (3:169) antes de ser, de fato, considerado morto. A tradição Islâmica explica que Jesus foi poupado da morte porque era o santo de Deus. Muçulmanos acreditam que os inimigos de Jesus não poderiam triunfar sobre ele porque ele é o servo escolhido de Deus.

 Do Inglês “assumed”. O que é supostamente? Que é suposto, uma suposição, hipótese. Pensem nisso!

Da mesma forma que os Cristãos, Muçulmanos acreditam que Jesus retornará. Textos Islâmicos dizem que Jesus regressará no dia do Julgamento, quando ele destruirá o addajjal — anti-Cristo ou impostor.

Durante toda a história e ainda hoje muitos pensadores Muçulmanos tem usado Jesus como um importante modelo religioso. Um estudioso do século XI e XII, Abu Hamid al-Ghazali, encorajou os Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou. O filósofo do século XIII Ibn ‘Arabi chamou Jesus de wilaya (“selo do amigo de Deus”) porque ele possuiu o mais alto conhecimento de e intimidade com Deus. Mahmoud Ayoub, um moderno teologista Islâmico, desenvolveu uma Cristologia Islâmica que explora como Jesus representa a realização da humanidade por estar totalmente iluminado pela luz de Deus (tajalli).

Mencionei al-Ghazali no início do artigo.  Um Mestre Sufi jihadista, que subjugou Cristãos, encoraja Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou.  —‘Guerra é trapaça’ – Hadith 4:269

É claro que o pensamento Islâmico sobre Jesus difere dos ensinamentos Cristãos. Mas nós também compartilhamos muitas crenças em comum: o concepção virginal de Jesus por Maria, profundo respeito pelos mistérios de Deus, amor por Jesus, e uma vontade de aprender com a vida dele enquanto buscamos a felicidade em Deus. Talvez aqui tenhamos uma abertura para uma conversa produtiva entre ambas religiões em torno da fé.

 Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Marianne Farina, C.S.C. é professora da Escola Dominicana de Filosofia e Teologia da Berkeley, California.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Paquistão: Menino Muçulmano Preso Por Estuprar Frango

Fonte/Source: Pakistan: Muslim boy arrested for raping chicken


Paquistão: Menino Muçulmano Preso Por Estuprar Frango

Por Nicolai Sennels

27 de Novembro de 2017

[Nota do Editor: Com base em Resmalhe Towzih al-Masael do Ayatollah Khomeini, traduzido para o Inglês por J. Borujerdi como “Esclarecimento às Questões”:

# 2631. É repugnante comer carne de cavalo e mula e burro e se alguém faz o coito com eles, isso é uma relação sexual, eles se tornam ilegais e devem ser retirados da cidade e vendidos em outro lugar.

# 2632. Se eles tiverem relações sexuais com uma vaca, uma ovelha e um camelo, sua urina e esterco tornam-se impuros e beber seu leite também será ilegal e eles devem ser mortos e queimados sem demora, e a pessoa que teve relações sexuais com eles deve pagar dinheiro ao dono. Além disso, caso ele tenha tido relações sexuais com qualquer animal selvagem seu leite se torna ilegal.] (sic)

Perpetrador Culpa “Frustração Sexual”. O Frango Não Sobreviveu.

Um menino de 14 anos em Punjab no Paquistão foi preso por estuprar uma das galinhas do vizinho. O menino admitiu o estupro e disse que foi culpa da sua frustração sexual.

“Paquistão: Adolescente confessa que estuprou um frango por frustração sexual, e acabou preso”, PTI, 14 de novembro de 2017:

“A galinha morreu enquanto estava sendo atacada sexualmente por Hussain. Duas pessoas, Nasrullah e Tufail, testemunharam o ato”, de acordo com a denúncia.

70 por cento dos mais de 200 milhões de habitantes do Paquistão são consanguíneos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Fonte/Source:  CNN: The “prayerful” phrase “Allahu akbar” is a “celebration of life


CNN:  A “piedosa” frase Allahu akbar é uma “Celebração Da Vida”

Por Robert Spencer

2 de Novembro de 2017

Omar Suleiman é o Ímã que prevaleceu sobre o Google para alterar os resultados de busca, de modo a enterrar qualquer informação negativa sobre o Islã. Agora, na CNN, ele argumenta que os Muçulmanos dizem “Allahu akbar” em uma variedade de contextos, muitos deles positivos, portanto quando “um terrorista solitário grita ‘Allahu akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque, não pode se apropriar do termo.”

Suleiman reclama que “o jeito como ” Allahu Akbar ” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: para incutir medo das pessoas que pronunciam essa frase e suscitar preocupações até mesmo sobre o próprio Islã.”

Veja, se você perceber que jihadistas assassinos em massa, não apenas na cidade de Nova Iorque como na Terça-feira, mas frequentemente em todo o mundo, gritam ‘Allahu akbar’ enquanto assassinam pessoas, você tem uma “agenda nefasta”. Se você lembrar que o sequestrador do 11 de Setembro, Mohamed Atta, lembrou a si mesmo de “gritar, ‘Allahu Akbar’, porque isso causa medo nos corações dos infiéis”, você é um Islamofóbico seboso. Suleiman quer que seus leitores acreditem que ‘Allahu akbar’ é benigno e até bonito, e que não há motivo para “se preocupar mesmo com o próprio Islã”. Ele mesmo cita John J. McCain, o aprendiz de Ímã, para justificar esse caso.

Mas existe um problema. Suleiman diz que “um terrorista solitário que grita ‘Allahu Akbar’ enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova York “não pode se apropriar do termo”, mas que “aqueles que se apropriam do termo” são “aqueles que vivem nesse caminho e comemoram a grandeza de Deus obedecendo seus mandamentos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.” Mas será que o assassino em massa da jihad de Nova York, Sayfullo Saipov, realmente desprezou os comandos de Alá e fez alguma coisa injusta?

O Alcorão pede aos Muçulmanos, três vezes, para “matá-los onde quer que os encontre” (2: 191; 4:89; 9: 5). Ele diz aos Muçulmanos que façam guerra contra o Povo do Livro, ou seja, primordialmente Judeus e Cristãos, até que se submetam à hegemonia da lei Islâmica e aceitem o status de segunda classe (9:29). Ele diz aos Muçulmanos para lutar contra os não-Muçulmanos até que “a religião seja toda pela causa de Alá” (8:39). Muhammad, o profeta do Islã é um “excelente exemplo” (Qur’an 33:21) para que seja emulado pelos Muçulmanos: “Eu fui ordenado (por Alá) a lutar contra o povo até que eles testemunhem que ninguém tem direito de ser adorado, mas Alá e que Muhammad é o Apóstolo de Alá, e oferece perfeitamente as orações e dá a caridade obrigatória, então, se procederem assim, salvarão suas vidas e suas propriedades de mim, com exceção para as leis Islâmicas e assim a avaliação (contas) será feita por Alá. (Bukhari 1.2.24).

Omar Suleiman sabe o que o Alcorão e Muhammad dizem. Ele sabe que Muhammad também disse que: “Guerra é trapaça”. (Bukhari 4.52.268). Sua própria trapaça e cinismo nesta peça da CNN está exposta na sua citação de Hasan Shibly, do CAIR, vinculado ao Hamas. O CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) é coconspirador não incriminado em um caso de terrorismo financiado ligado ao Hamas — assim chamado pelo Departamento de Justiça. Funcionários do CAIR repetidamente se recusam a denunciar o Hamas e o Hezbollah como grupos terroristas. Vários ex-funcionários do CAIR foram condenados por vários crimes relacionados ao terrorismo jihadista. O cofundador do CAIR e o presidente do conselho e de longa data (Omar Ahmad), bem como o seu porta-voz principal (Ibrahim Hooper), fizeram declarações supremacistas sobre como a lei Islâmica deveria ser imposta nos EUA (Ahmad nega isso, mas a repórter original garante a reportagem.) As agencias do CAIR frequentemente distribuem panfletos dizendo aos Muçulmanos para que não cooperem com as investigações ou aplicações da lei. O CAIR se opôs praticamente a todas as medidas antiterroristas que foram propostas ou implementadas e foi declarada organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos. Um funcionário do CAIR recentemente pediu a derrubada do governo dos EUA.

À luz de tudo isso, as palavras de Shibly aqui sobre o massacre da jihad sendo “o pior crime contra Alá” são ocas. Shibly sabe o que o Islã ensina e o significado do CAIR. Do mesmo modo, Suleiman. “Guerra é trapaça” de fato.

A CNN, é claro, tem o prazer de publicar esse nonsense absurdo e promover a ignorância e a complacência quanto à ameaça da jihad entre seus leitores. Mas a CNN nunca publica algo quando eu explico o verdadeiro significado de “Allahu akbar” e por que os terroristas jihadistas o gritam enquanto assassinam? Porque não é a sua vida! Descubra o porquê no meu novo livro Confissões de um Islamofóbico: reserve a sua cópia aqui agora.

O que ‘Allahu Akbar’ realmente significa,” por Omar Suleiman, CNN, 1 de novembro de 2017:

Nota do tradutor: Muitos Muçulmanos utilizam ‘Deus’ no Ocidente em vez de ‘Alá’ como o texto ipsis litteris a seguir.  Entretanto, tenha em mente que o correto é ‘Alá’.

“… Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as palavras “Allahu Akbar” simplesmente significam “Deus é maior”. É uma declaração poderosa usada pelos Muçulmanos em muitas ocasiões e em muitas orações. É uma celebração da vida, as primeiras palavras que os pais sussurram nos ouvidos de seus recém-nascidos. Elas são usadas para indicar gratidão quando Deus lhe concede algo que você teria sido incapaz de alcançar se não fosse pela benevolência divina. É uma frase orante que nos lembra que, não importa quais sejam as nossas preocupações, Deus é maior do que eles.

Adoradores de uma mesquita em Quebec ouviram a frase “Allahu Akhbar [sic]”, a própria frase que eles recitam nas orações da manhã, proferida pelo assassino supremacista branco logo antes de abrir fogo e matar seis Muçulmanos em Janeiro. E os Muçulmanos numa mesquita em Minnesota estavam recitando “Allahu Akbar” durante as orações da manhã quando sua mesquita foi incendiada em Agosto.

Poderia “Allahu Akbar” ser usado às vezes como um grito de batalha? Sim, porém, como o Senador John McCain argumentou na Fox News, isso não faz a frase em si mesmo abominável. Ao notar que “Muçulmanos moderados” também dizem “Allahu Akbar”, McCain disse que a frase não é mais preocupante do que um Cristão dizendo: “Graças a Deus”.

Mas a maneira como “Allahu Akbar” aparece frequentemente na mídia parece servir a uma agenda nefasta: a de inculcar medo por qualquer pessoa que pronuncie a frase e suscite preocupações até mesmo sobre o próprio Islã. Mas um terrorista solitário que grita “Allahu Akbar” enquanto assassina pessoas inocentes nas ruas de Nova Iorque não se apropria desse termo. Nem os que declaram não ser necessário mais detalhes para determinar o motivo, quando um homem com um nome Muçulmano comete um ataque usando essas palavras.

Como disse Hassan Shibly, diretor executivo da CAIR-Florida, em resposta ao recente ataque terrorista em Nova Iorque: “Este é o maior ato de heresia, gritar o nome glorioso de Deus ao cometer o pior crime contra Deus”.

Embora essas palavras sejam usadas para celebrar a vida também às vezes acompanham atos horríveis, este não é um fenômeno novo.

Uma das maiores ironias observadas pelos companheiros do Profeta Muhammad (a paz esteja com ele), foi o nascimento e a morte de Abdullah Ibn Az Zubayr.

Abdullah Ibn Az Zubayr foi o primeiro filho nascido na comunidade Muçulmana depois de terem migrado de Meca para Medina para escapar da perseguição.

Alguns moradores de Medina disseram aos Muçulmanos que eles colocaram um feitiço sobre eles, que os impedirá de ter filhos. Quando Abdullah nasceu, seu avô, Abu Bakr, o levou pelas ruas enquanto a multidão cantava “Allahu Akbar”.

Quando Abdullah foi assassinado por outro grupo de Muçulmanos enquanto representava a justiça em Meca, seus assassinos também cantavam “Allahu Akbar”.

Como uma testemunha disse: “Eu estava lá no dia em que Abdullah nasceu, e eu estou aqui no dia em que ele morreu, e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele nasceu e eu ouvi aqueles que disseram Allahu Akbar no dia em que ele morreu, e eu juro por Deus que os que disseram Allahu Akbar no dia em que nasceu eram muito superiores aos que disseram Allahu Akbar hoje! “

Enquanto aqueles que mataram Abdullah usaram as mesmas palavras daqueles que comemoraram seu nascimento, apenas um grupo realmente honrou a grandeza de Deus. Eles são os que se tornam proprietários do termo: aqueles que vivem de um jeito que comemora a grandeza de Deus obedecendo seus comandos e servindo a sua criação, não aqueles que violam esses comandos e atacam sua criação injustamente.

Não devemos permitir que terroristas ou agendas do medo se apropriem de quaisquer palavras, conceitos ou devoções encontradas no texto sagrado de uma quarta parte da população mundial. Isso lhes daria exatamente o que eles querem. E Deus é superior à feiura cometida em Seu nome. “Allahu Akbar…”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JIHAD ATINGE SUFIS

Fonte/Source: The Jihad on Sufism


JIHAD ATINGE SUFIS

Por Raymond Ibrahim

27 de Novembro de 2017

FrontPage Magazine

Na Sexta-feira, 24 de Novembro, cerca de 30 homens armados empunhando a bandeira do Estado Islâmico (ISIS ou ISIL) bombardearam e invadiram uma mesquita Sufi no Sinai do Norte, Egito, a cerca de 125 quilômetros a nordeste do Cairo. Eles conseguiram massacrar pelo menos 305 pessoas, das quais 27 eram crianças. “A cena foi horrível,” disse Ibrahim Sheteewi, uma testemunha ocular. “Os corpos estavam espalhados pelo chão do lado de fora mesquita. Espero que Deus os castigue por isso”. Continuar lendo JIHAD ATINGE SUFIS