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UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã são simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Fonte/Source: Robert Spencer: Good Riddance: Hijab-wearing Muslim NSC staffer quits, blames Trump, claims victim status


ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA  DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Por ROBERT SPENCER

27 de Fevereiro de 2017


Meus mais recentes artigos no FrontPage Magazine:

Rumana Ahmed

A mídia do establishment encontrou uma nova heroína: Rumana Ahmed, uma mulher Muçulmana que trabalha vestida com o seu hijab, que integrou o Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama, e que aora pediu demissão depois de oito dias no governo Trump .

Ahmed explicou: “Eu tive que partir porque era um insulto entrar no edifício mais histórico do país todos os dias sob uma administração que está lutando contra e vilipendiando tudo o que eu defendo como Americana e como Muçulmana”. Isso basta para a mídia disparar sua fúria anti-Trump com uivos hipócritas, mas como sempre, há mais nessa história do que a mídia está dizendo, e muito mais sobre Rumana Ahmed que gostariam que você não soubesse.

Em seu artigo no The Atlantic, explicando por que deixou o NSC – National Security Council, (e é importante notar que ela não foi demitida pelos seus novos patrões supostamente “Islamofóbicos”, ela pediu demissão), Ahmed usa expressões pós-9/11 de vitimização Muçulmana, que se tornaram tropos familiares entre os esquerdistas: depois de contar sua vida idílica “vivendo o sonho Americano”, ela diz: “Depois do 11 de Setembro, tudo mudaria. No auge do meu choque, horror e desgosto, tive que lidar com o medo que algumas crianças de repente tiveram de mim. Fui observada, amaldiçoada e cuspida em público e na escola. As pessoas me chamavam de “terrorista” e me disseram: “volte para seu país”.

Não surpreende que Ahmed não tenha mencionado o fato de que essa narrativa de vitimização Muçulmana foi manchada, se não completamente viciada, pelo alto número de “crimes de ódio anti-Muçulmanos” que foram falsificados por Muçulmanos. O Conselho ligado às Relações Americano-Islâmicas (CAIR) do Hamas e outros Muçulmanos em muitas ocasiões não hesitaram em rebaixar-se até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques às mesquitas e até assassinatos: um Muçulmano de Nova Jersey foi considerado culpado pelo assassinato que tentou retratar como um ataque “Islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de primeiro acusar o assassinato de “Islamofobia”.

Ahmed ainda culpou um assassinato por “Islamofobia”: “Um mundo mais duro começou a ressurgir em 2015”, escreveu no The Atlantic. “Em Fevereiro, três jovens estudantes Muçulmanos Americanos foram mortos em suas casas, em Chapel Hill, por um Islamofóbico. Tanto a mídia como a administração foram lentas ao enfrentar o ataque, como se os mortos tivessem de ser examinados antes que pudessem ser velados. Foi emocionalmente devastador.”

Na verdade, não há provas de que os assassinatos de Chapel Hill tenham sido cometidos por um “Islamofóbico”. O advogado Ripley Rand declarou no dia seguinte aos assassinatos: “Os acontecimentos de ontem não fazem parte de uma campanha contra os Muçulmanos na Carolina do Norte”. Rand disse que não havia “informações de que isso fizesse parte de um evento organizado contra Muçulmanos”. Nem surgiu desde então, embora esse fato não tenha impedido os grupos Islâmicos de advocacia de rotineiramente tratar esses assassinatos como evidência de uma onda de ódio anti-Muçulmano nos EUA. Ruhana Ahmed, no The Atlantic, encoraja essa agenda cínica e maliciosa.

Na mesma linha, Ahmed afirma: “Quando Trump pediu o banimento Muçulmano pela primeira vez, os relatos de crimes de ódio contra Muçulmanos dispararam“. Na realidade, como notou o MRC Newsbusters no final de Novembro, “Uma série desses incidentes já foram desmascarados, embora os poucos detalhes sobre a maioria das histórias faz com que seja quase impossível refutar (ou provar!)”.

Ahmed não é só desonesta; ela está conectada. Antes de trabalhar para o governo de Obama, era funcionária da associação dos estudantes Muçulmanos da Universidade de George Mason (MSA). De acordo com a Discover the Networks, a MSA “foi estabelecida principalmente por membros da Irmandade Muçulmana (MB) em Janeiro de 1963 na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign. O Teólogo Larry A. Poston da Nyack College escreve que ‘muitos dos membros fundadores dessa agência [MSA] eram membros de, ou tinha conexões com’ a Irmandade Muçulmana ou Jamaat-i-Islami.” O MSA é “uma força política radical e uma importante organização lobista da seita Wahhabi do Islã, dizendo aos estudantes que a América é uma potência imperialista e Israel uma nação opressora. Palestrantes do MSA rotineiramente vomitam libelos antissemitas e justificam o genocídio contra os Judeus que é promovido por organizações terroristas Islâmicas como o Hamas e o Hezbollah e pelo governo do Irã “.

Além disso, “um documento interno da Irmandade Muçulmana de 1991 — intitulado “Um Memorando Explicativo sobre o Objetivo Estratégico Geral para o Grupo na América do Norte” — que nomeou a MSA como uma das 29 “organizações de amigos” da Irmandade que compartilha o objetivo comum de destruir a América e transformá-la numa nação Muçulmana. Esses “amigos” foram identificados pela Irmandade como grupos que poderiam ajudar a ensinar aos Muçulmanos que seu trabalho nos Estados Unidos é uma espécie de grande Jihad para eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro e “sabotar” sua miserável casa pelas próprias mãos… de modo que… a religião de Deus <a href="sic“>Islã seja vitoriosa sobre todas as outras religiões”.

É difícil imaginar como alguém que tinha servido como funcionária numa organização dedicada a “eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro” seria tão rapidamente nomeada para o Conselho de Segurança Nacional, mas essa era a América de Barack Obama. O governo Trump está, de fato, estabelecendo um tom surpreendentemente diferente, que Rumana Ahmed considera inaceitável. Sua insatisfação e partida do NSC são boas razões para que todos os Americanos patrióticos aplaudam.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

VITIMIZAÇÃO

 VITIMIZAÇÃO

Por  Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

9 de Janeiro de 2017

Fica registrado aqui minha solidariedade 
ao excelente blog "LEI ISLÂMICA EM AÇÃO".

O texto a seguir é a reprodução ipsis litteris de um post das “Mulheres do Islam do Brasil” no Facebook.

Caros irmãos,

Ajude-nos a denunciar esta pagina que vem difundindo o discurso de odio contra os muculmanos brasileiros (islamofobia). Compartilhem com seus contatos.

https://www.facebook.com/LeiIslamicaEmAcao/

Sem dúvida alguma será um grande prazer ver também o meu blog “Muhammad e os Sufis” ser denunciado. Mas, o que realmente precisa ser denunciado? A verdade?

Significado de Vitimização: 
Ação de vitimizar 
(tornar alguém vítima ou tornar-se vítima). 
É, pois, forma derivada deste verbo vitimizar.

Quando se fala em “islamofobia”, quem realmente é a vítima? Os 90.000 Cristãos assassinados só em 2016 pelo “ultra-fundamentalismo islâmico” ou os Muçulmanos que acusam os Cristãos entre outros não-Muçulmanos de “islamofóbicos” porque estão denunciando o Islã Político em blogs entre outras mídias? É uma boa pergunta, não é mesmo?

Eis a prova do que foi dito acima?

Enquanto “as últimas salvas do comunismo” ainda são responsáveis por alguns maus-tratos dos Cristãos, disse Introvigne à Breitbart, o “ultra-fundamentalismo islâmico” tomou seu lugar como o agente número um de perseguição.” Report: 90,000 Christians Killed for Their Faith in 2016

"Islamofobia" 
é um vocábulo criado para você não criticar o Islã. 
Não criticar o Islã significa se render ao Islã
 e é exatamente por isso 
que precisa ser criticado. 

O que tem sido dito sobre o Islã, por mim, em grande parte, foi escrito por acadêmicos respeitados pela comunidade internacional, especialmente por serem versados na língua Árabe. A ideia de que o Alcorão só é compreendido na língua Árabe é totalmente falsa.

Robert Spencer (Jihad Watch) e Raymond Ibrahim são os autores que mais traduzo. Ambos, têm capacidade, além do normal, para debater publicamente qualquer questão sobre o Islã e consequentemente com qualquer líder religioso Islâmico.

Robert Spencer é diretor da Jihad Watch. Tem 16 livros sobre o Islã publicados, vários Best Sellers, além de serviços prestados aos EUA através de seminários para as seguintes instituições:

FBI, the United States Central Command, United States Army Command and General Staff College, the U.S. Army’s Asymmetric Warfare Group, the Joint Terrorism Task Force (JTTF), the Justice Department’s Anti-Terrorism Advisory Council, the U.S. intelligence community,  the U.S. State Department, the German Foreign Ministry, the Center for Security Policy  e além disso é vice presidente da American Freedom Defense Initiative.

Raymond Ibrahim:

 Autor de dois Best Sellers: Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) and The Al Qaeda Reader (2007). Seu trabalho tem sido publicado em várias e importantes mídias como the New York Times, CNN, LA Times, Fox News, Financial Times, Jerusalem Post, New York Times Syndicate, United Press International, USA Today, Washington Post, Washington Times, and Weekly Standard;  Almanac of Islamism, Chronicle of Higher Education, Hoover Institution’s Strategika, Jane’s Islamic Affairs Analyst, Middle East Quarterly, Middle East Review of International Affairs; American Thinker, the Blaze, Bloomberg, Breitbart, Christian Post, Daily Caller, FrontPage Magazine, Gatestone Institute, the Inquisitr, Jihad Watch, NewsMax, National Review Online, PJ Media, the UK’s Commentator, World Magazine entre outros.

Traduzi algo em torno de 230 artigos para o meu blog “Muhammad e os Sufis”,  para que a população Brasileira entenda o porquê do antagonismo Islâmico no mundo.

O próprio presidente Abdel Fattah alSisi, um Muçulmano fervoroso, considerado um herói nacional, inclusive por Israel, já reconheceu isso em vídeo, diante das maiores lideranças religiosa do Islã, na Universidade de Al Azhar, a mais importante autoridade Islâmica do Egito: — Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a ummah [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — inserido nos corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Entretanto, o Sheikh Ahmed al-Tayeb, a mais alta autoridade do Egito sobre o Islã e Grande Imã da Universidade de Al Azhar, a universidade Islâmica mais conceituada do mundo, rejeitou a reforma do “Discurso Religioso”. Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso”

A maioria dos Brasileiros, através de vários blogs e páginas do Facebook, estão agora podendo acessar os 1.400 anos de história do Islã. Estão se conscientizando que ao longo de 1.400 anos,  270 milhões de pessoas foram assassinadas, estupradas, saqueadas entre muitas outras coisas pela religião Islâmica.

Ao longo de 1.400 anos: 548 batalhas contra a Civilização Clássica versus 16 Cruzadas sem falar do mundo atual.

O segundo maior país Católico do mundo tem o direito e o dever de expressar a sua indignação diante do crescimento acelerado do Islã no Brasil. Principalmente quando turbinado por emissoras de TV como a Globo News entre outros veículos: Em dez anos, número de muçulmanos no Brasil dobra e chega a 1,5 milhão

Uma pergunta, quem está financiando esse crescimento acelerado do Islã no Brasil?

Não existe Muçulmano Brasileiro e sim Muçulmano no Brasil.


Assista a estes dois vídeos legendados em Português. Ajuste o idioma caso necessário no “settings” do vídeo.

Produzido por Dr. Bill Warner, Phd – Diretor do CSPI International

Ambos legendados pelo blog “LEI ISLÂMICA EM AÇÃO”.

 

 

AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

Fonte/Source: Australia: Party vowing to “reduce Islam” soaring in popularity —JIHAD WATCH

AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

POR CHRISTINE WILLIAMS

7 DE JANEIRO DE 2017

A Q Society  (da qual Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, é o “Primeiro Membro Vitalício”) é descrita no artigo abaixo como “anti-Islã” e marcada como uma entidade reacionária que reage exageradamente aos ataques terroristas da jihad. Mas o desafio do Islamismo político é muito maior que a ameaça sempre presente de ataques terroristas da jihad. A incursão dos supremacistas Islâmicos nos países Ocidentais tem sido alarmante, para dizer o mínimo, e a Q Society está tentando alertar as pessoas para isso.

É desconcertante ver que as sociedades Ocidentais continuam tolerando os crimes desenfreados cometidos por imigrantes Muçulmanos; bem como as chocantes agressões sexuais; ameaças à liberdade de expressão; ameaças de violência jihadista; o ódio vomitado contra o Ocidente por muitas Mesquitas; o poderoso lobby mainstream co-conspirador não incriminado que grita “islamofobia” a cada oportunidade; os comícios da Al Quds Day cheios de ódio — realizados abertamente sem consequências; as campanhas de ódio do BDS (Boycott, Divestment, Sanctions)  —organizada e coordenada pela Palestinian BDS National Committee) —em campos universitários e impulsionados por grupos do Hamas.

O Ocidente está paralisado por uma negação coletiva da realidade, fomentada por muitos líderes corruptos que se fixam na contagem de votos em detrimento de uma liderança responsável. No entanto, a crise migratória Muçulmana é um mero prenúncio das coisas que virão, a menos que os Ocidentais acordem.

civilização jihad para dominar o Ocidente, que a Irmandade Muçulmana e outros grupos estão persistentemente construindo, está em pleno andamento. “‘O novo manifesto do partido político Australiano afirma que’ o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”. Há Muçulmanos no Ocidente que desejam praticar sua fé em privado, como as pessoas de outras religiões, mas o Islã político se espalhou sem controle e as autoridades Ocidentais não se atrevem a falar sobre ele ou criar estratégias contra ele, por medo de serem agredidas como “racistas” e “islamofóbicas”. Em contrapartida, a Q Society declara:

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente… o principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e tirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

Se essas palavras não forem atendidas no que diz respeito ao Islamismo político, a Austrália acabará por deixar de ser uma sociedade multicultural em tudo ou culturas não-Muçulmanas irão subsistir apenas se estiverem subjugadas à lei Islâmica.

Geert Wilders palestrando na Sociedade Q, Austrália.

“‘Não é apenas uma religião’ Partido secreto prometendo reduzir o Islã ‘sobe em popularidade'”, por Rebecca Perring, Express, 6 de janeiro de 2017:

A misteriosa Q Society está ganhando terreno e apoio para o “Movimento Islâmico-Crítico” em toda a Austrália e agora decidiu abraçar a publicidade.

Bem diferente dos dias em que o grupo insistia que os membros assinassem um acordo de não-divulgação caso quisessem assistir a uma de suas reuniões.

Mas agora o partido anti-Islã está promovendo publicamente um jantar para arrecadar $150 por cabeça (£ 89), em Sydney e Melbourne, que contará com discursos de conselheiros locais bem conhecidos.

Líderes dizem que o grupo secreto está recebendo apoio da oposição, na esteira de vários ataques terroristas islâmicos…

“Se você olhar para 10 anos atrás, não encontrará um aritgo escrito sobre essas questões. Tudo era fantástico, todos queriam um falabel ou um kebab.

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente. Estamos provavelmente 10 anos atrás da Grã-Bretanha e da Europa, mas chegaremos lá rapidamente.”

“O principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e retirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

O novo manifesto do partido político Australiano afirma que “o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”.

O partido é afiliado à Aliança de Liberdade Australiana e a organização global Pare a Islamização das Nações (SION), que trouxe o político Holandês de direita Geert Wilders para falar na Austrália.

A Q Society tem 1.000 membros registrados em toda a Austrália que doam somas de US$ 5 (£ 3) a US$ 5.000 (£ 3.000).

Mas, a popularidade da organização não está imune às críticas.

Keysar Trad, da Associação Islâmica de Amizade da Austrália, disse que a Q Society dissemina “a perturbadora islamofobia sem fundamento”, mas disse que alguns subscreveram essa mensagem por causa da falta de boas informações sobre o Islã.

No entanto, Schumann argumenta que a “islamofobia” é um conceito falso.

Ele disse ao news.com.au: “É calúnia básica, material usual para calar as pessoas.”

“Chame-os de Nazistas ou fanáticos. Eu não acho que isso seja racismo. É preocupação com uma ideologia específica .”

“Você provavelmente não lembra como era quando embarcava num avião, era como entrar num trem ou bonde. A mudança certamente não é por causa de alguns Hindus malucos ou Judeus. Terror funciona.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Um Aviso ao Ocidente/A Esquerda e o Islã – Parte III

Fonte/Source: A Warning To The West: A Voice From Egypt | via Geert Wilders supporters

Um Aviso ao Ocidente: Uma Voz do Egito – Parte III

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11 de Setembro de 2001 – World Trade Center

Após quase todos os ataques terroristas contra o Ocidente, os Muçulmanos fingem condenar o assassinato de pessoas inocentes ou dizem que o Islã condena o massacre dos mesmos. Mas o que não explicam a você é que a noção de ser inocente nunca poderá ser aplicada aos não-Muçulmanos, porque de acordo com a Jurisprudência Islâmica, os não-Muçulmanos rejeitam a mensagem de Allah (Alá) e Muhammad (Maomé), portanto são automaticamente considerados culpados (ou não inocentes). Assim, quando os Muçulmanos dizem aos meios de comunicação Ocidental e ao público não-Muçulmano que o Islã condena o assassinato de inocentes, realmente não estão mentindo. Mas, simplesmente não estão dizendo a você toda a verdade, ou seja, que inocentes seriam caso fossem companheiros Muçulmanos, de acordo com a Lei Islâmica.

Essa tática amplamente utilizada é chamada Tawriya ou Ketman (تورية و كتمان). É uma parte integrante dos ensinamentos Islâmicos sobre como os Muçulmanos devem lidar com os não-Muçulmanos. Significa que é permitido ao Muçulmano dizer uma coisa na sua frente e esperar que você acredite nele, enquanto mantém outro pensamento em mente e no coração como verdade. E isso não é considerado uma mentira no Islã.

O mesmo conceito é aplicado a palavra terrorismo ou terrorista. Muçulmanos não consideram como terrorismo o que estão fazendo . Em suas mentes, acreditam que seu comportamento é simplesmente uma resistência a tirania Ocidental, ou que estão defendendo o Islã e a luta contra a opressão, mas definitivamente estão engajados na jihad pela causa de Allah. Portanto, Muçulmanos podem facilmente dizer que o Islã condena o terrorismo ou que os Muçulmanos não são terroristas, porque em seus corações, acreditam que o que fazem não é terrorismo e como mencionei anteriormente, não estão mentindo. O objetivo final do Islã é a dominação total, não somente do seu país, mas eventualmente do mundo todo.
Lembre-se das palavras do terrorista Muçulmano Mohammad Atta, abordando os passageiros do voo 11 antes do avião atingir o primeiro World Trade Center em 11 de Setembro de 2001. Ele anunciou através do intercomunicador: “Temos alguns planos. Basta ficarem quietos e vocês estarão okay. Estamos retornando ao aeroporto. Ninguém se mexe. Tudo ficará bem. Se vocês tentarem fazer qualquer movimento vai pôr em perigo a si mesmos e o avião. Basta ficarem quietos.” Em seguida, repetiu essa afirmação, “Ninguém se mexe, por favor. Vamos retornar ao aeroporto. Não tentem fazer qualquer movimento estúpido.” As pobres vítimas acreditaram nele e ficaram quietas, sem saber que estavam a um passo da morte.

Shaira Zone Futebol Clube
Nota: Foto adicionada pelo Blog —Veja: O site da Sociedade Islâmica do Maranhão expõe claramente tudo o que vem sendo dito a respeito do Islã. Consideram o site deles uma área controlada pela Sharia. (SHARIA CONTROLLED ZONE – ISLAMIC RULES ENFORCED). Não respeitam a Constituição Brasileira. Se fazem de vítima e acusam os Americanos, quando o Islã durante 1.400 anos massacrou 270 milhões de pessoas, sem contar com os dados atuais como o genocídio de Cristãos Coptas no Oriente Médio. Clique na foto para acessar o site da sociedade. ATENÇÃO: FOTOS CHOCANTES.

Isso é o que os Muçulmanos querem que você faça — ficar quieto, permanecer ignorante e não resistir a eles. Mas, permanecer em silêncio e não fazer nada simplesmente significa que você está cavando sua sepultura com as próprias mãos, enquanto testemunha e contribui para a morte de sua cultura nas mãos do Islã.

Se há uma mensagem que posso passar a você que seja esta — tenha orgulho de quem você é. Seja orgulhoso de seu país, de seus valores, da sua civilização, da sua herança, da sua cultura e da sua religião. Este é o lugar onde a sua força e poder reside. Você não tem absolutamente nada para se envergonhar.

Não se esqueça do fato de que seus antepassados ​​a construíram, e você a herdou, a melhor civilização que a humanidade já conheceu. Esta é a civilização que trouxe o Consciência ao mundo. É por isso que pessoas de todo o mundo, incluindo os Muçulmanos, querem e tentam viver em seus países. Mesmo que os Muçulmanos joguem com o sentimento de culpa para que você se sinta envergonhado de algum ressentimento histórico, não se deixe enganar por essas táticas sujas. Fique forte e orgulhoso. Eles é que têm milhões de razões para se envergonharem de si mesmos, de sua cultura, de sua história e de sua religião. Eles estão entre as pessoas mais decadentes da história, e seus países são o mais selvagens e atrasados da terra. E continuam com o auto engano de que são perfeitos, e orgulhosos, e fazem o papel de pessoas devotas.

Se você mostrar aos Muçulmanos que não está orgulhoso da sua identidade cultural, ou qualquer sinal de fraqueza social ou aversão histórica , eles irão usar isso contra você e você será mais uma vítima. Nunca se esqueça, ninguém monta em suas costas se você se manter ereto.


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Muçulmanos usam suas próprias leis democráticas contra você e fazem isso com sucesso, enquanto você dorme, como se num estado de coma profundo. É por isso que os Esquerdistas (comunistas) são as pessoas verdadeiramente dignas do título de “idiotas úteis“. Eles estão num estado perpétuo de vergonha e autodepreciação e serão as primeiras vítimas do Islã se por ventura tomarem o poder. Muçulmanos os usam como uma vara para bater em você e eles mesmo não serão aceitos como amigos dos Muçulmanos, a menos que se convertam ou optem por aceitar o status humilhante de dhimmis de segunda classe. Esquerdistas, Liberais, Progressistas, Antifa, Code Pink, etc., são todos pacificadores e todos serão as primeiras vítimas do Islã. Apaziguar o mau é covardia.

Seu país é como sua casa. Você espera que visitantes respeitem as suas regras, não o contrário. Os visitantes devem apreciar sua bondade e generosidade por recebê-los em sua residência e não tentar impor regras a você. Esta é a sua casa. Você a possui, então você tem a obrigação de protegê-la e defendê-la. Se o visitante não gosta de suas regras, tudo o que ele tem a fazer é se retirar. Ninguém o forçou a visitá-la e ninguém vai impedi-lo de sair. Da mesma forma que  ele chegou em sua casa por livre escolha,  poderá deixá-la por livre e espontânea vontade. Ele também pode ser removido pela força, se necessário.

Por mais de 1.400 anos o Islã tem sido protegido de críticas. Ninguém se atreveu a questionar esse sistema de crenças para não ser condenado à morte. O Islã é cercado por muros muito altos e os Muçulmanos não têm permissão para ver além do muro. A ideia de questionar o Islã é impensável para os Muçulmanos, por isso são incapazes de aceitar o fato de que existem algumas pessoas que estão começando a retirar os tijolos dessa parede para permitir que os raios de luz brilhem. Eles são incapazes de tolerar o fato de que o Islã está começando a ser exposto como uma pessoa que assisti as suas roupas sendo removidas, peça por peça, lentamente. E enquanto as peças estão sendo removidas, as pessoas estão começando a ver o Islã pelo que ele realmente é, e os Muçulmanos estão lutando mais do que nunca para encobrir a verdade.

O Muçulmano médio é incapaz de diferenciar crítica e insulto, análise e ataque. Eles interpretam qualquer crítica ao Islã como um ataque e sua própria reação é, a de em troca, atacar ou insultar. Lembre-se de que, o conceito de “discurso de ódio” ou “insulto“, na mentalidade Islâmica, não é igual ao conceito universal dessas palavras.

O Islã vê como discurso de ódio, ou insulto, qualquer coisa que os Muçulmanos não gostam de ouvir, mesmo que seja verdade. Ou então é algo que eles não querem reconhecer sobre a sua religião, algo que talvez a pessoa não esteja ciente. Por exemplo, dizer que o profeta do Islã era um pedófilo, é considerado um grande insulto para os Muçulmanos, apesar do fato de que há muitos hadiths autênticos que testemunham isso. Aisha tinha 6 anos de idade quando casou com Muhammad/Maomé de 54 anos de idade, mas os Muçulmanos irão dizer que era normal naquela época. Eles sempre gostam de afirmar que você está julgando as coisas fora do contexto. Mas, mesmo dentro do contexto, as palavras e atos de Maomé são maus e desprovidos de qualquer honra ou nobreza.

A incapacidade de criticar o Islã deve ser enfrentada de frente. As pessoas devem ser capazes de criticar o Islã sem medo de represálias. Os Muçulmanos devem saber que não estão acima de qualquer crítica ou acima das outras pessoas ou das outras religiões. O Islã, como todas as outras religiões devem ser questionadas, analisadas e criticadas.

Muçulmanos são mestres do engano e da manipulação. Eles usam a calúnia para intimidar e silenciar. Eles sabem que um dos maiores medos que as pessoas têm no Ocidente é o de serem chamados de racistas. Por isso os Muçulmanos não hesitam em chamar de racista qualquer um que não concorde com eles, ou que não atenda aos seus interesses. Eles usam essa palavra para intimidar as pessoas, mesmo que o Islã não seja uma raça, e sim um sistema de crenças. Como já mencionei, não mostre aos Muçulmanos quaisquer sinais de fraqueza, e não permita que eles imponham seus valores sobre vocês. Só entendem a linguagem do poder. Basta dizer não às suas exigências irracionais e as demandas sem fim.

Lembre-se, os Muçulmanos amam e precisam se retratar como sendo sempre a vítima. Essa é a mais poderosa arma deles contra você no Ocidente. A vitimização permite agir com violência, que gera o pretexto para atacar os não-Muçulmanos em todo o mundo. Isso os enche de ódio, que por sua vez gera mais violência. Além disso, essa vitimização permite que silenciem você e o impeça de resistir à agenda deles. É por isso que a coisa mais fácil para eles é rotular aqueles que criticam o Islã como — racistas, islamofóbicos ou fanáticos.

Uma última coisa que você precisa saber. Os Muçulmanos usam a noção psicológica de projeção contra você. Eles o acusam de ser o que eles mesmos são. Eles o acusam de ser racista, mas são eles mesmos os racistas. O Islã é tudo sobre racismo. O acusam de ser o inimigo enquanto eles mesmos o odeiam incondicionalmente. O acusam de ser fanático enquanto se comportam de forma supremacista.

Nota do Blog  
Lênin: 
“Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.”

Os Muçulmanos em geral sofrem de paranoia coletiva.  Isso já existe desde o tempo do profeta Muhammad e continua até hoje.  Acreditam que são perpetuamente perseguidos, discriminados e oprimidos pelos não-Muçulmanos. Acreditam que Judeus e Cristãos estão conspirando contra eles para convertê-los ao Cristianismo e ao Judaísmo. Alguns versos do Alcorão reforçam esse sentimento doentio, como o

Alcorão 2:120 
"Nem os Judeus, nem os Cristãos, 
jamais estão satisfeitos contigo, 
a menos que abraces os seus credos. Dize-lhes: 
"Por certo que a orientação de Deus é a Orientação!" Se te renderes aos seus desejos, 
depois de te Ter chegado o conhecimento, 
fica sabendo que não terás, em Deus, 
Protetor, nem Defensor."

Muçulmanos residentes nos países Ocidentais estão sempre vivendo na defensiva. Interpretam qualquer ação disciplinar contra um Muçulmano, ou a recusa de uma exigência religiosa irracional, como um ato de preconceito anti-Muçulmano, ou como sendo um caso direto de discriminação contra os Muçulmanos. Consequentemente, os Muçulmanos causam um monte de problemas e dores de cabeça desnecessárias dentro do país que os acolhem e para as pessoas que os recebem em suas terras.

Nota do Blog: 
O Brasil comete um erro grave
permitindo às mulheres Muçulmanas 
o uso do hijab (véu) em documentos oficiais Brasileiros como em passaporte, 
carteira de motorista etc.

A razão disso é porque os países estão tolerando o Imperialismo Cultural Islâmico. Os Muçulmanos têm se aproveitado da mente aberta do Ocidente com relação aos refugiados e requerentes de asilo. Os Muçulmanos adotaram a tática do Cavalo de Troia para invadir, expandir e tomar o poder. Com esta migração Islâmica atual que está sendo permitida nos países Ocidentais (América do Norte, Europa e Austrália), estamos testemunhando o começo do fim do Ocidente que conhecemos e prezamos. A imigração Islâmica é o erro mais mortífero que o Ocidente já fez. Ninguém no mundo conhece mais o Islã e a mentalidade dos Muçulmanos do que aqueles que sofreram e ainda sofrem por ter o Islã como uma parte de suas vidas.

Se vocês ouvirem os gritos dos Coptas (Cristãos Egípcios), dos Cristãos da Síria, Iraque, Sudão, Paquistão e de todos os outros países Muçulmanos, vocês irão ouvir as vozes coletivas gritando os horrores infligidos sobre eles pelo Islã. Vejam as lágrimas das minorias em todas as sociedades Islâmica. Essas lágrimas irão mostrar a vocês a verdadeira natureza do Islã. Ouçam o sangue dos ex-Muçulmanos pulsando. É o sangue que está gritando e a cada segundo pedindo ao resto do mundo para que “Acordem!” Por favor, ouçam a minha voz, o meu clamor. Por favor, vejam e sintam as minhas lágrimas. Escutem o meu sangue pulsando na minha mensagem. Eu sou uma vítima sobrevivente do Islã.

Texto original enviado por Magda Burhan (codinome) do Egito

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Tradução: Sebastian Cazeiro

Um Aviso ao Ocidente/A Esquerda e o Islã – Parte I

Fonte/Source: A Warning To The West: A Voice From Egypt | via Geert Wilders supporters

Um Aviso ao Ocidente: Uma Voz do Egito – Parte I

Islamofobia, racismo e fanatismo — são as palavras mais usadas atualmente pelos Muçulmanos e seus simpatizantes de esquerda para caluniar, manchar a reputação, difamar e falsamente acusar os que optam por falar e criticar o Islã. Usam essas palavras com o intuito de encerrar o debate e promover a própria agenda.

Essas falsas acusações 
não me intimidam. 
Nem vão me calar, porque falo a verdade.

Eu venho do Egito, e tenho visto o meu país se transformar numa nação Muçulmana rigorosa ao longo dos últimos 30 anos. Como muitos outros, fui gravemente queimado por essa transformação. O Islã arruinou a minha terra, e os seus seguidores estão agora levando o mesmo destino a outros países, particularmente ao Ocidente.

O Islã não é como qualquer outra religião.  É supremacista,  racista, totalitário, jurídico, político e socialmente envolto num disfarce religioso. Ele procura o domínio sobre todos os outros sistemas jurídicos e religiões. O Islã é pior que o Nazismo. Seguidores do Islã acreditam que são as únicas pessoas justas na terra, e os únicos que têm acesso a verdades mais elevadas. Os Muçulmanos acreditam que o Islã é a última e a única religião verdadeira.


article-1328703-0C05A0CB000005DC-102_638x429Muçulmanos referem-se aos não-Muçulmanos como Kaffirs (um termo insultante e extremamente depreciativo para os incrédulos). O Alcorão e os Hadiths (palavras e atos de Muhammad / Maomé) dizem aos Muçulmanos que elas são as melhores criaturas que a humanidade produziu. Por exemplo, de acordo com a Surata 3: 110 do Alcorão. Allah disse aos Muçulmanos: “Sois a melhor nação que surgiu na humanidade.”

Os Muçulmanos não buscam se integrar na cultura de uma nação anfitriã. Nem tentam assimilar ou se adaptar às práticas culturais das terras que escolhem para assentamento. Também não se sentem felizes quando recebem o status de igualdade numa sociedade com raças e crenças religiosas variadas. Muçulmanos procuram dominar e ditar o discurso público, e tentam ser o mais privilegiado grupo. Eles  refletem a Mesquita no local de trabalho, através de exigências nutricionais e de demandas por tempo e espaço para orações, usando a ofensa como um meio de obter o seu próprio caminho, e controlam a fala dos outros na medida em que nunca permitem qualquer crítica ao Islã.

Os Muçulmanos emigram para outros países carregando consigo as mesmas crenças e ideias que formaram as sociedades, nações e estados do qual procuram escapar. Falta inteligência para perceberem que é o próprio sistema político e religioso ao qual aderiram, que transformou suas vidas e o local onde nasceram num inferno. O elemento político no Islã é responsável por transformar seus países em zonas de guerra com conflitos intermináveis.

Os Muçulmanos não estão no seu país para ajudá-lo a construí-lo ou fazê-lo prosperar. Os Muçulmanos atuam como parasitas nos países que os acolhem. As estatísticas apoiam uma visão particular dos Muçulmanos na sociedade, e como resultado, temos agora os políticos criticando os enormes gastos em Providência Social causados por homens Muçulmanos e suas múltiplas esposas e uma multidão de crianças.

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A única verdadeira lealdade dos Muçulmanos não é e nunca será para com os outros países, mas somente à Umma (Comunidade Islâmica Global).

Por favor, não me interpretem mal. Eu não estou dizendo que todos os Muçulmanos são maus,  mas ainda não temos escolha, portanto precisamos ter cuidado com as pessoas que concordam com os ensinamentos do Islã. Todos acreditam em Muhammad (Maomé), um homem mau para os padrões de qualquer pessoa, em qualquer período da história e em qualquer contexto. Muçulmanos apoiam o Halal, e todos pagam o Zakat. Assim, enquanto os Muçulmanos pacíficos não estão jogando bombas em nós, eles certamente estão financiando os que estão.

No mundo de cobras e víboras, a maioria das pessoas não conseguem distinguir entre a serpente venenosa e a não-venenosa. Sendo esse o caso, a pessoa média, portanto, não tem escolha, a não ser evitar todos os tipos de cobras. Já que o mundo ainda não inventou uma ferramenta que possa detectar o Muçulmano devoto e o Muçulmano nominal ou apenas no nome, ou um dispositivo para detectar quem está dizendo a verdade e quem pratica taqqiyah تقية “(contando mentiras para os descrentes, a fim de avançar a causa do Islã), é aconselhável tomar precauções contra todos os Muçulmanos e não aceitá-los como imigrantes ou requerentes de asilo. Seu comportamento histórico e presente não nos deixa outra escolha senão excluí-los para a segurança e o bem-estar dos povos nativos da região.

Os Muçulmanos foram colocados nessa situação por causa dos seus textos sagrados. O Alcorão e os Hadiths incitam milhares de Muçulmanos a cometerem atos de terrorismo. Também é proibido criticar Muhammad e seus ensinamentos, o que tornará a reforma do Islã uma coisa extremamente difícil de se alcançar. Muhammad, de acordo com os Muçulmanos, é o melhor exemplo para toda a humanidade. Esse é o homem que mentiu, roubou, trapaceou, decapitou, estuprou, pilhou, e teve relações sexuais com crianças. E isso é só para começar.

NA
ITÁLIA: MUÇULMANOS DESTROEM E URINAM SOBRE A ESTÁTUA DA VIRGEM MARIA
Até que os Muçulmanos assumam a responsabilidade 
por todas as passagens violentas do Alcorão, 
e a menos que comessem a ignorá-las ou omiti-las,  
não terão o direito de exigir respeito. 
A recitação monótona e robótica de que o Islã é uma religião de paz não tem credibilidade, 
nem tem qualquer fundamento na realidade.

Muçulmanos não devem esperar que o mundo vá respeitá-los quando os próprios Muçulmanos não se dão o devido respeito em troca. Muçulmanos vão tão longe a ponto de ignorar as leis das terras que estão vivendo, e constroem seus próprios tribunais de justiça (Sharia), que são geralmente sempre ilegais, enquanto tentam impor o seu sistema jurídico e o seu modo de vida sobre todos os outros.


Cristãos na cruz
O Genocídio Islâmico de Cristãos: Passado e Presente

A mentalidade Islâmica continua a ser a mesma desde sua origem no deserto há 1.400 anos. Há um duplo padrão que é aplicado aos não-Muçulmanos pelos Muçulmanos. Os Muçulmanos exigem tolerância quando são minoria numa terra, mas não mostram muita tolerância às minorias das terras onde são maioria. Proíbem os não-Muçulmanos de sua liberdade de religião, e exigem que os não-Muçulmanos paguem pesados ​​impostos para obter o privilégio de viver ao lado deles. No Paquistão, as comunidades Cristãs são construídas em pontos de coleta de esgoto. Os Muçulmanos insistem que suas necessidades sejam acomodadas, mas não acomodam as necessidades de qualquer outra pessoa. Quando os Muçulmanos emigram para países Ocidentais, sentem que é dever de outras pessoas se integrarem na maneira Islâmica de pensar, e não o contrário. Os Muçulmanos não parecem compreender que respeito não é algo que se busca ou se exige, é algo que se dá e se recebe.

O Islã transforma a vida dos Muçulmanos e a vida dos outros num inferno vivo. Agora estamos vendo Muçulmanos emigrando de suas terras desoladas em grande número e invadindo outras. Fazem o que podem para emigrar para a Europa, América e Austrália. Estão dispostos a arriscar suas próprias vidas viajando em barcos superlotados, e atravessam as fronteiras ilegalmente. Todos os dias, milhares de Muçulmanos ficam na frente dos consulados Ocidentais com a esperança de obterem um visto para deixarem suas terras, político religiosa e economicamente fracassadas. Chegam as terras estrangeiras tentando replicar a fracassada e corrupta terra que deixaram. Essa incapacidade de alterar a própria percepção pode ser devido ao analfabetismo. Estudo após estudo mostra que os Muçulmanos têm uma percentagem muito elevada de analfabetismo dentro de suas comunidades, em todas as terras de maioria Muçulmana.

Em circunstancias onde Muçulmanos têm vivido por muitas gerações, percebe-se que as segunda e terceira gerações são ainda mais fanáticas e violentas do que os seus colonos originais. As gerações posteriores aprenderam que ser um Muçulmano e gritar que você foi ofendido vem causando um grande impacto na mudança do perfil demográfico e nas leis do país para obter privilégios extras, e assim continuam com a prática de serem ofendidos.

Comunidades Muçulmanas também têm uma elevada taxa de natalidade em comparação a todas as outras, o que representa mais um artifício para se tornarem o grupo majoritário e portanto estabelecer o controle sobre a sociedade. Isso irá inevitavelmente causar uma série de alterações e modificações às liberdades que as pessoas Ocidentais tanto apreciam enquanto assistimos palestras sendo censuradas e críticas a religião, em particular, proibidas. Mulheres e meninas são violentadas em massa em todos os países em que o Islã está se instalando. Esse é um evento cultural e comunitário, e mais uma vez sancionado por Muhammad (Maomé), que permite que os Muçulmanos tenham escravas sexuais. Gangues de estupro são compostas de parentes do sexo masculino  — tios, pais, filhos, primos — o que prova que as comunidades Muçulmanas concordam com esse tipo de comportamento. Se algo está ocorrendo com um certo padrão, da forma como essas violações em grupo estão, então não é uma coincidência. Essa é a prova de que é um evento cultural e comunitário sancionado pelo Islã. (Exemplo: Inglaterra)

Haverá consequências catastróficas, porque as pessoas livres e não-religiosas não irão tolerar viver sob uma teocracia, e a única solução será uma eventual guerra civil.

Um Aviso ao Ocidente: A Esquerda e o Islã – Parte II

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Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e PM Davutoglu

Fonte/Source: Anti-West Statements By Turkish President Erdogan And PM Davutoglu: Muslim Countries Must ‘Unite And Defeat The Successors Of Lawrence Of Arabia’; ‘No One Will Be Able To Stop’ The Rise Of Islam In Europe por Pamela Geller, Atlas Shrugs


Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e Primeiro Ministro Davutoglu: Países Muçulmanos Precisam ‘Se Unir e Derrotar os Sucessores de Lawrence da Arábia’; ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa

Por Pamela Geller

9 de Fevereiro de 2015

Mais Islã do aliado estrangeiro favorito e “mais confiável” de Obama:

Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e do PM Davutoglu: Países Muçulmanos Precisam ‘Se Unir e Derrotar os Sucessores de Lawrence da Arábia’; ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa, MEMRI 9 de Fevereiro, 2015

No dia 21 de Janeiro de 2015 durante o discurso no encontro União Parlamentar dos Estados Membros da Organização de Cooperação Islâmica (OCI-PUIC) em Istambul, o Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan atacou o Ocidente. Acusou-o de conspirar contra o mundo Islâmico induzindo os muçulmanos a matarem uns aos outro. Sangue muçulmano tem sido derramado, disse ele, pedindo aos países muçulmanos para “que se unam e derrotem os sucessores de Lawrence da Arábia, que querem derrubar o Oriente Médio.” Ele também advertiu o Ocidente sobre o “grande perigo” da islamofobia. [1]

Durante  visita oficial posterior à Etiópia, Djibuti e Somália, em que estava acompanhado de uma grande delegação de funcionários e empresários, ele repetidamente atacou o Ocidente, particularmente a União Européia (UE). A Turquia estava testando a UE, disse ele; “São eles contra a Islamofobia ou não? Se são, devem aceitar a Turquia. Caso contrário, a UE vai confirmar as alegações de que é um clube Cristão”. Acrescentou que a Turquia não vai bater na porta da Europa e implorar para ser autorizada a entrar.

Na ocasião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o Primeiro-Ministro Ahmet Davutoglu, o primeiro ministro do alto escalão da Turquia a participar desde janeiro de 2009; quando o então Primeiro Ministro Erdogan invadiu o palco depois de gritar com o Presidente Israelense Shimon Peres dizendo que ele “sabia bem como matar crianças”, afirmou que o Islã é e sempre será a religião Indígena da Europa, de Al-Andalus até os estados Otomanos. Acrescentou que a Europa temia o poder da nova Turquia, e que a Turquia é a “cura” para os males da Europa. [2]

A seguir, o resumo dos discursos e das reportagens que mostram a crescente hostilidade da política do governo Turco (AKP) contra o Ocidente:

Erdogan para os membros da OIC: “Há graves conspirações contra o mundo Islâmico”; “A Turquia pode… ensinar [a UE] uma lição de democracia”

No discurso de 21 de Janeiro na PUIC em Istambul, o Presidente Turco, Recep Tayyip Erdogan, também disse que graves complôs e jogos contra países Islâmicos estavam sendo realizados pelo Ocidente, e que eles estavam incitando muçulmanos a matarem uns aos outros. [3] “Devemos prestar atenção” disse ele, “o sangue derramado é o sangue muçulmano. Aqueles que matam e os que morrem são todos muçulmanos. Os terroristas desconhecidos que não sabemos para quem eles servem e que são marionetes, não nos representam no mundo Islâmico.”

Como havia feito muitas vezes anteriormente, Erdogan se queixou de que o Conselho de Segurança da ONU tinha cinco membros permanentes, mas nenhum país Muçulmano entre eles. Ninguém iria permitir que os 56 países muçulmanos fossem representados, disse ele, e acrescentou que esses países precisam fazer com que isso aconteça.

Exortando países muçulmanos para alertar o Ocidente das consequências perigosas da Islamofobia, acrescentou que nenhuma liberdade de expressão pode conceder o direito de desrespeitar os valores sagrados dos outros.

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PUIC, Istambul. Yeni Akit, 21 de janeiro de 2015.

Erdogan em Djibouti: Se a Europa é Contra a Islamofobia, Deverá Aceitar a Turquia Caso Contrário, Irá “Confirmar as Alegações De Que a União Européia é Um Clube Cristão”

A segunda parada de Erdogan em sua visita a África, depois da Etiópia, foi Djibouti. Numa coletiva de imprensa conjunta com o seu conterrâneo de Djiboutian, Ismail Omar Guelleh, Erdogan disse: [4] “Nós estamos continuando o processo de adesão à UE. Não é importante para nós saber se eles nos aceitam ou não. Na verdade, estamos testando a Europa. Serão eles capazes de digerir a adesão de um Estado com uma população Muçulmana? São eles contra a Islamofobia ou não? Se são, devem aceitar a Turquia. Caso contrário, a UE irá confirmar as alegações de que é um Clube Cristão.

“A Turquia é um país poderoso. Se vocês [UE] ainda vêem a Turquia como um país que irá implorar à sua porta [para ser admitido] a Turquia não é país de implorar. Se for aceita, nós nos uniremos, mas caso contrário, vamos traçar o nosso próprio caminho.

“A Turquia é um membro da NATO, da OCDE, e muitas outras organizações. Por que a UE não nos aceita? Isso significa que eles têm outro problema [i.e. Islamofobia].”

Disse também que mais uma vez sérios complôs estavam sendo armados contra o mundo Islâmico pelo Ocidente, e disse aos repórteres que a Turquia iria construir uma mesquita e um hospital moderno em Djibouti, fornecendo ambulâncias, e aumentando o número de alunos que estudam em Djibouti, na Turquia.

As declarações de Erdogan sobre a adesão da Turquia a União Européia, veio uma semana após tê-la criticado, dizendo para “manterem suas observações para si mesmos”, após a sua crítica à repressão da mídia na Turquia. [5]

Também em Janeiro, a UE emitiu uma declaração, juntamente com um esboço do relatório sobre o progresso de adesão da Turquia, o qual observou: “O Estado de Direito e de respeito às liberdades fundamentais formam o núcleo do processo de negociação da UE. A este respeito, a Turquia atualmente não atende as expectativas que temos para um país candidato à UE. As preocupações do PE [Parlamento Europeu] focalizam a liberdade de expressão e de independência do poder judiciário, ambas componentes essenciais de uma democracia aberta”

Respondendo imediatamente a isso, Erdogan disse em 17 de janeiro: “Se dê ao trabalho de vir a Turquia, de modo que a Turquia possa dar-lhe uma lição de democracia” E disse também: “Aqueles que tentam aconselhar-nos devem compreender que a Turquia não é mais a velha Turquia. Nós não nos importamos se você nos aceita ou não.”

Vice Primeiro Ministro Turco na África: Agora os Africanos Estão “Vendo uma Mão Branca Que Não Explora, Escraviza ou os Esmurra”

Em 25 de Janeiro de 2015, o VP Ministro Turco Numan Kurtulmus, que acompanhou Erdogan em sua viagem a África, disse: “Pela primeira vez desde que os Otomanos partiram, os Africanos estão vendo uma mão branca que não explora, escraviza, ou esmurra suas cabeças. Uma mão branca que não explora suas minas, não elimina os seus valores, não os assimilam ou os vêem como subumanos. Eles [agora] estão vendo o lado branco da Turquia, que os vêem como iguais e como irmãos. É um tipo de despertar à África. Pode demorar um longo tempo, mas estamos construindo laços de coração a coração. Estamos tentando ajudar o renascimento dessas pessoas corajosas de pele negra, mas gente de coração quente. “[6]

Erdogan Conduz Orações Numa Mesquita da Somália Inaugura Novo Aeroporto em Mogadíscio e Hospital

Erdogan chamou sua última parada na África, Somália, de visita “apenas para ajudar os irmãos e para trazer serviços, hospitais, mesquitas e estradas para a Somália, e não explorar os seus recursos.” Junto com o presidente da Somália Hassan Sheik Mahmoud Adel Abdulle, inaugurou um novo terminal do aeroporto, um hospital, e uma mesquita com instalações para educação, que a Turquia tinha construído e que recebeu o nome da mãe de Erdogan. Ele próprio conduziu orações como muezzin na nova mesquita.

Ele disse aos jornalistas que a THY (Aero línea da Turca) logo iniciaria seus vôos semanais para Mogadíscio, e que no próximo ano ou dois, a Turquia iria construir 10 mil casas na cidade. [7]

PM Turco Davutoglu Na Suíça: “Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregaram o Tekbir Para Zurich”; “O Islã é a Religião Indígena da Europa”; “A Turquia é a cura para a Europa”; “Ninguém será capaz de parar” a ascensão do Islã na Europa

Na Suíça, no Fórum Econômico Mundial em Davos, o Primeiro-Ministro Turco Ahmet Davutoglu visitou Zurique para falar num grande encontro de Turcos que vivem na Europa [8]: “Eu estou dizendo isso de Zurique. O Islã é a religião indígena da Europa, e continuará a ser. Apesar dos obstáculos, preconceitos e muitas provocações, a Turquia continuará a andar no caminho para a adesão à UE. Vamos andar nesta estrada, principalmente por vocês [Turcos da Europa]. Desde que você represente a nossa cultura, nossas tradições, a nossa língua e a nossa religião aqui, e uma vez que temos irmãos, [ou seja,] os 45 milhões de muçulmanos aqui [na Europa], a Turquia será parte da Europa. Nós nunca vamos implorar ou fazer pedidos especiais; vamos entrar com honra, com a cabeça erguida. Vamos entrar na UE com a nossa língua, nossas tradições e nossa religião [Islã]. Você vive orgulhoso com a  nossa cultura na Europa. Será que sacrificaríamos um pingo da nossa cultura? Com a graça de Deus, nós nunca vamos inclinar nossas cabeças. Nós somos os netos dos heróis que lutaram em Gallipoli, que nunca baixaram a cabeça.

“Em 2002, quando nós [AKP] chegamos ao poder, eles [a UE] disseram que a Turquia era tão pobre, tão fraca como país, que nos tornaríamos um fardo para a Europa. Obrigado Deus, hoje a Turquia é o poder crescente do mundo, um membro que preside o G20. Não queremos nada deles. Chegamos a este ponto com o nosso suor, e graças aos impostos pagos pelo nosso povo, graças à moral do nosso povo trabalhador. Que Alá nunca nos faça necessitar de alguma coisa de alguém.

“E agora os mesmos círculos [Europeus] estão dizendo que somos demasiado fortes para sermos aceitos. Tão fortes que iríamos mudar o caráter da Europa, e ocupar um quarto do Parlamento Europeu. Eu digo daqui, agora: “Nós não somos um peso para a Europa. A Turquia é a cura para a Europa! “A Turquia é a cura para a doença do racismo. Nós somos a cura para o seu abrandamento econômico, somos a cura para a sua perda de poder.

“Eu repito isso de novo de Zurique: o Islã é a religião Indígena da Europa, e continuará a ser a sua religião Indígena. De Andaluzia a Otomanos, e, meio século atrás com a santa marcha do nosso povo que veio de todos os cantos da Anatólia. O som de Azan [a chamada para a oração Islâmica] trazido por esses heróis à Europa, as cúpulas das mesquitas com que pontilharam este continente, tudo vai ser protegido. Vamos continuar a lutar contra todas as mãos que se estendem para prejudicá-las [as mesquitas]. Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregavam a Tekbir [i.e. o chamado de “Allahu Akbar” – Alá é Maior –] para Zurique. Que Alá abençoe aqueles que o criaram. Bendito seja aqueles que vieram aqui com apenas uma mala, na pobreza, mas com corações ricos cheios de sua fé [Islã]. Como eram santas aquelas pessoas, que vieram e semearam as sementes aqui, que vai, com a ajuda de Deus, continuar a crescer como uma árvore enorme de justiça no centro da Europa. Ninguém será capaz de parar com isso.”

Primeiro-Ministro Turco Ahmet Davutoglu fala em Zurique, Takvim, 23 de Janeiro, 2015.  Erdogan critica Washington: “Os Estados Unidos devem mudar sua política na Síria, não a Turquia”

Falando com jornalistas a bordo de seu avião, retornando de sua viagem à África, o Presidente Erdogan prometeu que a Turquia nunca iria mudar a sua política sobre a Síria, e propôs que os EUA revisem suas próprias políticas. [9]

Sobre o desentendimento entre os Estados Unidos e a Turquia ele disse: “Nossa posição é bem conhecida. Nossa meta é o regime Sírio. Deixei claro tanto ao Presidente Norte-Americano Obama quanto ao Vice-Presidente Biden que três coisas devem ser resolvidas: o estabelecimento de zonas de segurança dentro da Síria, a declaração de uma zona de exclusão aérea, e o lançamento de uma operação de Treinamento-Equipamento [para os rebeldes Sírios].”

Criticando os EUA por não mais tomar medidas contra o regime de Assad, disse que acontecimentos negativos na Síria, particularmente na região de Aleppo, poderiam refletir o que aconteceu no Iraque “o nascimento do ‘[Curdistão] no Norte do Iraque.” Nós não queremos um [Regime Curdistão] no Norte da Síria. “Nós não vamos aceitar isso.”

Ele queixou-se do foco dos EUA na cidade Iraquiana de Kobane, e observou que os EUA tentam fornecer armas aos combatentes Curdos na região: “Dissemos a eles para não fornecer essas armas, que seria um erro. Apesar dos nossos avisos, infelizmente, três aviões de carga lançaram essas armas, e metade delas foi parar nas mãos do Estado Islâmico (ISIS). Então, quem está alimentando ISIS?”

Turquia, único país a não assinar “A Declaração do Parlamento Europeu Contra o Antissemitismo

Também em 27 de janeiro de 2015, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, seguido de uma mesa-redonda em Praga, com parlamentares de 30 países Europeus, a delegação Turca foi a única a se recusar a assinar o resumo da declaração conjunta pedindo “tolerância zero para o antissemitismo”. [10]

A declaração afirma, entre outras coisas: “Exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública incluem a distorção ou a negação do Holocausto, com a intenção de ferir os Judeus ao redor do mundo e do Estado de Israel. É imperativo que os parlamentos, governos, organizações internacionais e a sociedade civil de todo o mundo adotem uma política de tolerância zero em relação a esses fenômenos.”


Traduçã: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis