Arquivo da tag: israel

FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Anúncios

Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Fonte/Source: Eurabia and the selling out of Israel: An interview with Bat Ye’or


Comentário de Robert Spencer/Jihad Watch

A historiadora pioneira e de renome mundial explica a situação geopolítica contemporânea com muito mais precisão e abrangência do que os diplomatas de carreira, política externa Ocidental e analistas de contraterrorismo.


Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Por 

4 de Dezembro de 2017

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

“Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or”, por Niram Ferretti, L’informale, 3 de Dezembro de 2017:

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado como Bat Ye’or. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.

É devido a esse esquema, que se desenvolveu em fases e culminou com a crise do petróleo de 1973, que a Europa traiu Israel por interesses Árabes. Com rara precisão, indicando um episódio após o outro, com documentos irrefutáveis ​​e declarações públicas, Bat Ye’or mostrou como o pós-guerra e o pós-Holocausto na Europa tornaram progressivamente o antissemitismo ainda praticável sob a forma de antissionismo.

L’informale  se reuniu com ela recentemente durante sua viagem à Itália, onde foi convidada para uma conferência em Turim.

No seu livro seminal Eurabia, você explicou como a Europa nos anos Setenta, liderada pela França, perseguiu uma política específica pro Árabe explicitamente contra os interesses de Israel. Em que medida, de acordo com você, o antissemitismo desempenhou um papel em tudo isso?

É difícil determinar o papel do antissemitismo entre os atores de vários países que tomam decisões em uma variedade de áreas. Especialmente porque na Europa pós-guerra era praticamente impossível expressar opiniões antissemitas. No entanto, pode-se notar que antissemitas notórios permaneceram em posições-chave. Assim, apesar dos expurgos realizados no pós-guerra, nas décadas de 1960 e 1970, uma influente rede de funcionários, intelectuais e executivos que apoiaram ou colaboraram com os regimes Nazista e Fascista permaneceram em altas posições do Estado. Por exemplo, Walter Hallstein, que foi o primeiro presidente da Comissão Europeia de 1958 a 1967, era Nazista convicto, advogado universitário e oficial da SS. Ele tinha defendido uma Europa unida sob o Nazismo, onde a aplicação das leis raciais de Nuremberg teria eliminado toda a vida Judaica — uma Europa Nazista economicamente unida com o mundo Árabe. Hans Globke, co-autor das Leis de Nuremberg, foi conselheiro do Chanceler Adenauer e da sua eminência parda. Essa situação existia em toda a Europa Ocidental. Esses círculos promoveram uma aliança Europeia com os países Árabes onde os criminosos Nazistas se refugiaram. Convertidos ao Islã, ocuparam posições importantes na Síria e no Egito na guerra contra Israel. Não podemos esquecer que desde a década de 1930 uma forte aliança ideológica e política baseada no antissemitismo comum, uniu o Fascismo e o Nazismo com os povos Árabe-Muçulmanos. Esse núcleo anti-Israelense, porém discreto, Euro-Árabe, ganhou importância a partir de 1967 graças à política Francesa pró-Árabe. Daí em diante, sob o patrocínio do Quai d’Orsay, surge um discurso digno de Goebbels com relação ao Estado de Israel. Apesar dessas redes, no entanto, a opinião pública Europeia e os governos da época — exceto a França — não eram antissemitas. Foi a Liga Árabe que impôs sobre a Comunidade Europeia, após a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, uma estratégia política antissemita, antecipando a erradicação do Estado de Israel, como é possível ver na Conferência dos Chefes de Estado Árabes em Argel, que decorreu de 26 a 29 de Novembro de 1973.

Por esse motivo usou o petróleo como arma, proibindo sua venda a todos os países amigos de Israel. O embargo do petróleo só seria cancelado nas seguintes condições: primeiro, o reconhecimento do povo Palestino anteriormente desconhecido e de Yasser Arafat como seu único representante; em segundo lugar, a Islamização de Jerusalém e terceiro, o recuo de Israel sobre as linhas do armistício de 1949.

Abba Eban, Ministro Israelense de Relações Exteriores na época, chamou essas linhas de “as fronteiras de Auschwitz”, isto é, aquelas da Solução Final porque colocaram Israel em perigo mortal. A França não foi atingida pelo embargo. Em 1969, abriu um escritório da OLP em Paris depois de ter adotado em 1967 uma política anti-Israelense. De acordo com o analista Árabe Saleh A. Mani, uma política convergente Euro-Árabe vis-à-vis Israel foi concebida pela França com Muammar Gaddafi antes da guerra de 1973. Em duas declarações em Novembro e Dezembro de 1973, para o espanto dos EUA, os Nove (G9) se subjugou às demandas da Liga Árabe. Essas decisões marcam o início de uma política de aliança Européia com a OLP cujo objetivo, conhecido por todos, era destruir Israel. O apoio Europeu à guerra Árabe contra Israel levou a um movimento de deslegitimação e difamação do Estado Judeu imposto pelos estados Europeus sobre suas populações no plano político, social e cultural e visando substituir Israel pela Palestina. Os antissemitas estão envolvidos neste movimento, agora legal e promovido pelos Estados.

As recentes resoluções da Unesco de 2016 e 2017 simbolicamente expropriaram Israel em Jerusalém do Muro das Lamentações e do Monte do Templo e em Hebron do túmulo dos Patriarcas. Isso não é parte de uma estratégia precisa, o apagamento da memória Judaica da Palestina para substituí-la inteiramente pela história Islâmica?

Exatamente, é esse precisamente o objetivo. Essa estratégia já estava implícita nas decisões da Comunidade Europeia em 1973, quando exigiu a retirada de Israel das linhas de 1949 e a Islamização de Jerusalém. Tenha em mente que a guerra de 1948-1949 foi desencadeada por países Árabes e Árabes na Palestina, assistidos por soldados Muçulmanos dos exércitos Fascistas e Nazistas da Segunda Guerra Mundial. Durante essa guerra, os países Árabes capturaram Jerusalém Oriental e territórios da Judeia e Samaria, os quais eles colonizaram  e Islamizaram, expulsando os habitantes Judeus. A Europa não protestou contra a aquisição Árabe dos territórios pela guerra e nem pela expulsão de seus habitantes Judeus.

De 1949 a 1967, nenhum povo Palestino apareceu nesses territórios para recuperar seu estado. A política anti-Israelita da Comunidade Europeia decidida em 1973 foi reafirmada pela Comunidade Europeia numa reunião com a OLP na ocasião da Declaração de Veneza em Junho de 1980. Após essa etapa, a Comunidade Europeia quis restaurar as relações econômicas frutíferas com os países Árabes que haviam quebrado depois do acordo de paz Israel-Egito que os países Europeus não conseguiram evitar. A negação dos direitos históricos dos Israelenses em seu país e o apagamento de sua memória religiosa e cultural confirmam a versão Islâmica e as interpretações da história bíblica.

O Alcorão afirma que todos os personagens bíblicos Hebraicos, incluindo Jesus, eram Muçulmanos. Arafat e Mahmoud Abbas, ajudados por historiadores Europeus, continuaram a se apropriar da história do povo Judeu. A supressão da história e da memória do povo de Israel pela Europa também apaga a do Cristianismo, sua identidade e legitimidade porque o Cristianismo está enraizado no Judaísmo. E se o Judaísmo é uma aberração ou a falsificação do Islamismo, o Cristianismo também. Os estados Europeus — que em princípio são Cristãos — concordam em Islamizar as fontes de sua teologia e identidade religiosa, por ódio à Israel.

Nos últimos anos, vimos cada vez mais o desenvolvimento de uma narrativa cujo núcleo é que o Islã contribuiu fortemente para a Europa. Ao mesmo tempo, na introdução da Constituição Europeia, não há menção às raízes Judaico-Cristãs na Europa. O atual papa nunca perde a chance de dizer que o Islamismo é uma religião de paz e que, se houver Muçulmanos violentos, também há Cristãos violentos. Como você me diz sobre isso?

Essa narrativa sobre a influência Islâmica predominante na ciência Europeia vem de duas fontes: uma Árabe e o outra Europeia, ambos políticas. Experts demonstraram que não tem base histórica porque as raízes da atual civilização Europeia são a Judaico-Cristianismo, Grécia, Roma e o Iluminismo. A fonte Árabe-Muçulmana é uma resposta, desde 1920 a 30, ao confronto dos países Muçulmanos com o progresso moderno da civilização Europeia. Essa superioridade do mundo da descrença é humilhante e inaceitável para o Islã, que por essa reivindicação cultural atribui todos os seus méritos a si mesmo. Dito isto, é claro que houve empréstimos aqui e ali, como dos Hindus e Chineses. São trocas recíprocas normais entre povos e civilizações, mas não são elementos fundamentais.

É verdade que as civilizações da antiguidade no Oriente influenciaram aquelas mais tarde na Europa. Mas essas civilizações pagãs, três mil anos antes da nossa era, não devem nada ao Islamismo, que veio muito mais tarde, nem à Arábia, isolada geograficamente por seus desertos. Essa afirmação é também uma forma de os imigrantes Muçulmanos afirmarem uma antiga presença cultural e científica do Islamismo na Europa e reivindicar direitos políticos e religiosos nos países onde emigram. A fonte Europeia vem da política Mediterrânea cujo objetivo é unir as duas margens do Mediterrâneo pela integração estratégica e cultural. Adota a linguagem lisonjeira do cortesão em relação aos potentados Árabes e sempre tenta apaziguar a sensibilidade Muçulmana, em particular, por uma ilusória semelhança histórica do Islamismo e Judaísmo. Essa fonte não reconhece a Judaico-Cristianismo porque os Muçulmanos estão ofendidos. Para facilitar a integração de milhões de imigrantes Muçulmanos, a Europa está abandonando suas raízes.

Em 2000, o deputado Francês Jean-Louis Bianco discutiu os temas sobre essa matéria no Comité de Redação da Carta Europeia. O negociador do governo Francês, Guy Braibant, tendo perguntado “quais as conclusões que os milhões de Muçulmanos Europeus poderiam tirar” se a carta se referisse aos valores Cristãos, o caso foi encerrado. O papa está certo em dizer que a violência existe em todos os lugares. Mas não estamos falando de violência individual, estamos falando de um sistema político religioso que defende a guerra e aceita apenas tréguas temporárias com não-Muçulmanos. A meu ver, a Jihad, guerra religiosa de conquista planetária, existe apenas no Islã. Sem querer minimizar os períodos de tolerância Islâmica ou as tentativas de alguns monarcas para modernizar as concepções Islâmicas, é preciso reconhecer que a ideologia jihadista justifica o terror, o fanatismo, a guerra e o genocídio. Se queremos criar uma humanidade mais fraterna, devemos discutir abertamente os objetivos e as leis da jihad. Nós ajudaremos os Muçulmanos progressistas que lutam corajosamente nessa luta.

Na sua carta de 1989, o Hamas afirma explicitamente que toda a Palestina é uma eterna waqf Islâmica. Isso é muito consistente com a ideia Islâmica de que, uma vez que uma terra é conquistada pelo Islã, pertence a ela para sempre. Qual é a sua opinião sobre isso?

Nota: waqf [trad., do Árabe, literalmente “paralisação, imobilização (de posse da propriedade)”, de waqafa ‘ficar parado’; ‘impasse’]

A opinião do Hamas está de acordo com as leis da guerra Islâmica de conquista. Qualquer país não-Muçulmano conquistado pelo Islã torna-se um waqf, uma doação para todos os Muçulmanos. Não são apenas as terras conquistadas dos povos descrentes que constituem um waqf, mas o planeta inteiro que é destinado por Alá a se tornar um waqf administrado pelo Califa para os Muçulmanos. É essa crença que determina a obrigação de conquista universal que  incumbe a todos os Muçulmanos, possivelmente pela guerra. A fortiori, nenhum dos países que já foram Islamizados poderão retornar aos seus antigos proprietários. Esse argumento aplica-se não só a Israel, mas a todos os países da Europa, Ásia e África que, conquistados e Islamizados pela jihad, se tornaram um waqf. O conceito de waqf apareceu pela primeira vez no Islã durante a conquista Árabe da Mesopotâmia, Sawad, cerca de 636 numa discussão entre o Califa Omar ibn al-Khattab e seus comandantes militares, sobre terras e povos conquistados. A ideia de uma waqf administrada pelo Califa para todos os Muçulmanos foi proposta por Ali, o futuro Califa. O estabelecimento da waqf na lei da terra, sobre todos os países removidos dos povos infiéis, proibiu, com poucas exceções, a divisão de terras e a propriedade privada, o que explica a falta de direitos de propriedade dos aldeões na Palestina Otomana e do Mandato.

Entretanto, a opinião do Hamas contém uma contradição. Se a Palestina é uma terra waqf, então os Palestinos nunca possuíram lotes de terra demarcados de acordo com o registro de terras. Se possuem lotes, então a Palestina não é uma terra de waqf. O Hamas está teoricamente certo em termos do direito à conquista Islâmica até o mandato Britânico que aboliu esse direito em 1917 na Palestina. Hoje, o Ocidente confrontado com a jihad global, deve questionar a base moral da jihad e se suas leis de Islamização de terras conquistadas de outros povos podem ser universalmente aplicáveis ​​mesmo na Europa. Em 1973, a Europa impôs essas leis sobre Israel chamando Judeia-Samaria de terras Árabes ocupadas após a expulsão de todos os Judeus. Seus recentes decretos sobre a sinalização de produtos desses territórios indicam que a Europa adota as leis da jihad e da sharia em relação a Israel….

Há cinquenta anos Israel vem sofrendo calúnias. A inesperada e impressionante vitória Israelense na Guerra dos Seis Dias nunca foi perdoada pelos Árabes e pelo mundo Muçulmano. Em que medida a Europa contribuiu para essa difamação e por quê?

O mundo Muçulmano não aceitara Israel desde antes de 1948. Foi para destruir Israel que a coalizão Egípcio-Síria e Transjordana a atacou em 1967. O terrorismo Palestino e o boicote ao petróleo forçaram a Europa a submeter-se às condições Árabes. Em 1973, o apoio à OLP tornou-se um elemento estrutural indispensável da política Mediterrânica Euro-Árabe. O antissemitismo, a difamação, a incitação ao ódio e a deslegitimação de Israel se tornaram uma fonte rentável para a Europa e constituíram uma base imóvel que condicionava suas trocas econômicas, industriais, comerciais e culturais ao mundo Árabe. A decisão Europeia de apoiar à OLP para construir uma estratégia de união com o mundo Árabe-Muçulmano do Mediterrâneo — Eurabia — exigiu o condicionamento da opinião pública Europeia, nas universidades, mídia e cultura, em nome de uma política que justificou moralmente a erradicação do Estado Judeu.

O mundo Árabe reivindica a partir da Europa a criação da Palestina com Jerusalém como sua capital. A resistência de Israel ao suicídio exigido pela União Européia exacerba as tensões. A Europa está pagando bilhões aos Palestinos, UNRWA e ONG espalhando o ódio a Israel em escala global, por isso contribuiu enormemente para o antissemitismo. Os motivos para esta campanha são apenas o petróleo, os lucros econômicos e um anti-semitismo virulento do estoque Europeu disfarçado de política humanitária.

Israel é o único país Ocidental do Oriente Médio. Hoje, na companhia desses Árabes e Muçulmanos que a odeiam, encontramos esquerdistas radicais, amantes do terceiro mundo e, claro, extremistas de direita. O denominador comum desse ódio não é apenas Israel, mas o Ocidente do qual Israel é um símbolo. Você concorda?

Geograficamente, Israel não é um país Ocidental. É uma democracia, um estado Hebraico legal que compartilha valores fundamentais com o Ocidente por causa de sua herança secular comum e bíblica. Lembre-se de que todas as igrejas têm uma Bíblia e que, sem o Judaísmo, o Cristianismo não existiria. No campo secular, a contribuição da diáspora Judaica para a civilização Ocidental em termos de direito, cultura, ciência e solidariedade social é um elemento comum adicional. No Islã, o ódio aos Judeus e aos Cristãos é inseparável. Desde o início, o mundo Árabe-Islâmico e Turco tentou destruir e Islamizar os reinos Cristãos. Essa guerra jihadista que a Europa não quer reconhecer, liderada hoje pela caneta, corrupção das elites, terrorismo e a destruição de sua identidade, durou treze séculos. Se tivéssemos aberto um debate sobre essas realidades, poderíamos ter esvaziado o abscesso e encorajado o surgimento de um Islã liberto do fanatismo do passado. Muitos Muçulmanos alegaram isso porque nem todos são jihadistas. Os esquerdistas e os Terceiro-Mundistas, sobreviventes de ideologias totalitárias, se unem aos interesse dos movimentos Árabes e Muçulmanos hostis ao Ocidente e a Israel.

Enquanto Israel é considerada por uma minoria consistente do mundo Ocidental como um estado desonesto e o antissemitismo é muitas vezes justificado ao declarar que é o efeito da política de Israel em relação aos Árabes Palestinos (o que é outra maneira de dizer que as vítimas merecem o que recebem), o Islã é a única religião no Ocidente que se beneficia de uma espécie de proteção contra as críticas. Quais são os principais motivos dessa atitude?

Os estados Ocidentais estão perfeitamente conscientes dos perigos de criticar as leis Islâmicas. O conceito de um Alcorão não criado, ou seja, um texto consubstanciado com a eternidade divina, proíbe sob a acusação de blasfêmia qualquer crítica das leis enraizadas nela. A proibição de criticar o Islã no Ocidente tem como objetivo poupar a suscetibilidade das populações imigrantes que não estão acostumadas às liberdades políticas e à expressão de nossas democracias. Essa proibição não impede as reações criminosas violentas, como o assassinato de Theo Van Gogh na Holanda, entre outros, e a retaliação da Organização de Cooperação Islâmica, que reúne 56 países Muçulmanos. A OCI exige dos estados Europeus que se apressem a obedecê-los, medidas severas punem os Europeus culpados de “Islamofobia”.

Descrevo essa situação em “Europa, Globalização e a vinda do Califado Universal“. É verdade que a crítica ao Islã representa um problema: isso mina a política de fusão Euro-Árabe da Europa e provoca conflitos entre Europeus e dezenas de milhões de imigrantes Muçulmanos. Os Estados são obrigados a impor a paz social entre diferentes religiões e populações. Prisioneiro desse dilema, a UE, encorajada pela OCI, reforça contra suas populações seu arsenal repressivo punindo a “Islamofobia”, violando a liberdade de expressão e opinião.

A Europa é antiga e Israel é jovem. Na Europa, a taxa de natalidade diminuiu drasticamente nas últimas décadas, enquanto em Israel cresce constantemente. Na Itália, apenas para dar um exemplo, a taxa de natalidade é 1,3, enquanto na França é 2,0. Em Israel é 3,11. Israel, um país cercado de inimigos que querem sua destruição, é projetado para o futuro, enquanto a Europa, que está numa situação muito mais favorável, parece não acreditar mais no futuro. Como você explica esse paradoxo?

Existem vários motivos para esse declínio Europeu. Os governos não incentivaram suficientemente uma política familiar que liberaria a mãe da combinação de trabalho doméstico e externo. Mas é acima de tudo a natureza hedonista e agradável de nossas sociedades, uma supressão deliberada de valores, uma educação que generaliza o ceticismo, que incita os jovens a recusar as obrigações, os deveres e os sacrifícios relacionados aos compromissos e à procriação. Mas não devemos exagerar, nossas sociedades Europeias possuem tesouros de generosidade e solidariedade. Israel representa um povo unido, apesar da sua dispersão em diferentes países e que poderia sobreviver em todos os lugares graças à solidariedade de seus membros. Após a destruição da Judeia pelos Romanos em 135, as comunidades Judaicas no exílio se deram regras para sobreviver entre as populações hostis. Não posso explicar a força da esperança de Israel, talvez venha dos problemas existenciais exigidos por essas pessoas excepcionais que vivem em permanente diálogo com Deus.

Em relação à violência no Islamismo, uma das principais distinções acadêmicas feitas é entre o Islã e o Islamismo. Nessa visão, o Islamismo é simplesmente o Islã desviado. Qual é a sua opinião?

Essa afirmação é parte do discurso enganoso da Europa, que foi negado desde os acordos em 1973. Os próprios Muçulmanos a refutam. A violência Islâmica que vemos hoje, a qual está aterrorizando muitos Muçulmanos e estados Islâmicos, se manifestou repetidamente na história porque está em conformidade com a lei Islâmica. A evolução das ideias e das sociedades Muçulmanas no século XX atenuou ou suprimiu os mandamentos mais rigorosos. Hoje, muitos intelectuais e líderes políticos como o General Abdel Fattah al-Sissi e até a Arábia Saudita estão exigindo das autoridades religiosas uma atualização. A UE e o governo de Barak Obama não acompanharam ou apoiaram esse movimento revolucionário e corajoso que poderia mudar totalmente as relações internacionais e trazer paz, segurança e desenvolvimento econômico para esses países. Obama e a UE colaboraram com a tão difundida primavera Árabe e o surgimento de movimentos radicais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

Fonte/Source: Archeologists discover early Islamic coins featuring an image of a menorah


Arqueólogos Descobrem Moedas Islâmicas Antigas Com Imagem Da Menorá

POR ROBERT SPENCER

8 de Dezembro de 2017

Símbolo Menorá retratada a 1300 anos em Moedas Islâmicas

Isso apóia o argumento que mostrei em meu livro, Será Que Muhammad Realmente Existiu? que o Islamismo não foi apresentado ao mundo de forma completa por um homem chamado Muhammad, mas começou a aparecer apenas décadas mais tarde da tradicional data da morte de Muhammad e é um amálgama de materiais de múltiplas fontes, principalmente do Judaísmo e Cristianismo. Durante décadas no século VII, ainda estava apenas num estado incipiente em termos de doutrina, mesmo quando os exércitos Árabes conquistavam grandes dimensões do Oriente Médio e da África do Norte. Durante esse período, os edifícios públicos foram inscritos com cruzes, e inclusive as moedas também apresentaram cruzes, juntamente com, como agora vemos, menorás. O Islamismo foi montado por vários elementos diferentes para proporcionar uma religião que unisse o novo império Árabe. O novo credo era marcial e expansionista, porque era trabalhado por guerreiros e para guerreiros.

“Arqueologistas descobrem inscrição menorá em moedas do período Islâmico primitivo”, de Daniel K. Eisenbud, Jerusalem Post, 6 de Dezembro de 2017:

Os pesquisadores descobriram recentemente que menorás adornavam moedas e navios Muçulmanos durante o período Islâmico primitivo há 1.300 anos.

As relíquias inscritas com o símbolo Judaico que datam da dinastia Umayyad, durante os séculos VII-VIII, foram encontradas em vários sítios arqueológicos em Israel e agora estão sendo exibidas ao público.

No ano passado, os arqueólogos Assaf Avraham da Universidade Bar-Ilan e Peretz Reuven da Universidade Hebraica de Jerusalém expuseram uma inscrição Islâmica inicial que se refere à Cúpula da Rocha como “Beit al-Maqdis”. Influências Judaico-Muçulmanas nos primeiros dias do Islã

De acordo com os estudiosos, a “inscrição Nuba”, como é conhecida, implica que nos primeiros dias do Islã, os Muçulmanos perceberam o santuário como uma versão Islâmica do Templo de Salomão.

Agora, os pesquisadores estão expondo novas descobertas em Israel que constituem evidências de influências Judaicas nos primeiros dias do Islã.

“O símbolo Judaico que os Muçulmanos estavam usando era a menorá [candelabro de sete braços do templo], que apareceu em várias moedas e outros artefatos Islâmicos primitivos”, disse Avraham na Quarta-feira.

“As moedas menorá carregam a inscrição Árabe, Shahada, de um lado:” Não há Deus senão Alá”, enquanto a menorá aparece no centro da moeda. O outro lado tem a inscrição: “Muhammad [é o] mensageiro de Deus”[sic].

Além das moedas, os arqueólogos estão apresentando vários vasos de cerâmica e chumbo do período Islâmico primitivo que também utilizou o símbolo menorá em seu design.

“São datados dos primeiros dias do califado Islâmico e foram utilizados pelos Muçulmanos”, disse Avraham, observando que os achados são de grande importância para a compreensão da história do Islã…


Tradição: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Fonte/Source: Hamas says Trump has opened ‘the gates of hell’ and calls for ‘day of rage’


Hamas Diz Que Trump Abriu “Os Portões Do Inferno” e Exige um “Dia De Fúria”

Por Pamela Geller

6 de Dezembro de 2017

Pode vir. Chegou a hora de esmagar esses selvagens.

Em qualquer guerra entre o homem civilizado e o selvagem, apoie o homem civilizado.

Estou certa de que os grupos dos Hamas, como o CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas), também estarão agitando nos EUA. É hora do Departamento de Justiça avançar a “montanha da evidências” contra os grupos dos Hamas: CAIR, ISNA, et al.

Últimas notícias de Jerusalém:

Hamas diz que Trump abriu “os portões do inferno” e pede um “dia de fúria”.

O Presidente dos EUA reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e irá transferir a embaixada dos EUA para a cidade.

O Hamas disse que o reconhecimento do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a decisão de mover a embaixada dos EUA para lá, “abre os portões do inferno”.

“A decisão de Trump sobre Jerusalém não conseguirá mudar o fato de que Jerusalém é uma terra Árabe Muçulmana”, afirmou um porta-voz do grupo militante que governa Gaza.

O grupo também repetidamente pediu um “dia de fúria” Palestino marcado para 8 de Dezembro.

E mais…

Atualizações ao vivo enquanto Trump espera a hora para anunciar que Jerusalém é a capital de Israel:

“A juventude e a resistência Palestina na Cisjordânia precisam responder com todos os meios disponíveis à decisão dos EUA que prejudica a nossa Jerusalém”, diz o comunicado.

O Hamas chamou a decisão sobre a cidade — lar de locais sagrados para Judeus, Muçulmanos e Cristãos — de “linha vermelha”.

A declaração foi inequívoca: “A resistência não permitirá qualquer profanação”.

O porta-voz disse que “essa decisão é tola e o tempo vai provar que os maiores perdedores são“ o Sr.Trump e o Primeiro-Ministro Israelense, Benjamin Netanyahu.

A transferência da embaixada só acontecerá antes de pelo menos seis meses por causa de uma renúncia que o Presidente assinou, se não demorar mais , mas o reconhecimento do capital rompe com a prática de política externa dos EUA nos últimos 70 anos.

“Seria uma loucura assumir a repetição da mesma fórmula” e produzir resultados diferentes, disse Trump, acrescentando que as partes não estão próximas de um acordo de paz.

Trump chamou as decisões “há muito atrasadas” porque Jerusalém é a “sede do moderno governo Israelense”.

O parlamento do Knesset, a Suprema Corte e vários ministérios estão localizados lá.

A Senadora Republicana Lindsey Graham imediatamente tuitou seu apoio à decisão do Presidente, escrevendo: “Apoio plenamente a decisão da Administração do Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel porque essa afirmação reflete a realidade na região nos últimos 3.000 anos”.

Os líderes Palestinos estavam buscando reunir o apoio diplomático para persuadir Trump a não reconhecer Jerusalém como a capital de Israel depois que ele lançou a possibilidade.

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavasoglu, também respondeu via Twitter, publicando que a decisão era “irresponsável” e “é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

A Jordânia controlava a Jerusalém Oriental desde a criação de Israel em 1948 até que as forças Israelenses a capturaram durante a Guerra dos Seis Dias em 1967.

Mais tarde, Israel a anexou num movimento não reconhecido pela comunidade internacional, incluindo seu aliado histórico, os EUA.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Fonte/Source: Icelandic Leftist poisons Robert Spencer


Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Por ROBERT SPENCER

16 de Maio de 2017

Na última Quinta-feira, dei uma palestra sobre a ameaça da jihad no Grand Hotel, em Reykjavik, Islândia. Pouco tempo depois, um jovem Esquerdista Islandês expressou sua desaprovação ao que eu disse me envenenando.

Aconteceu depois do evento, quando meu chefe de segurança, os organizadores do evento, e Christine Williams, escritora da Jihad Watch, que também foi convidada para falar, foram comigo a um restaurante local para celebrar o sucesso da noite.

Fui rapidamente reconhecido nesse estabelecimento aglomerado de Reykjavik. Um jovem Islandês me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse que era um grande fã. Pouco depois, um outro cidadão daquela terra famosa e gentil também me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse: “Vá se foder!”.

Recebemos essa maravilhosa saudação Islandesa como um sinal para irmos embora. Mas o dano já tinha sido feito. Cerca de quinze minutos depois, quando voltei para o meu quarto no hotel, comecei a sentir dormência no meu rosto, mãos e pés. Comecei a tremer e a vomitar. Meu coração estava acelerando perigosamente. Passei a noite num hospital de Reykjavik.

O que tinha acontecido rapidamente se tornou claro, e logo foi confirmado por um teste no hospital: um desses Islandeses locais que se aproximou de mim — provavelmente aquele que disse que era um grande fã, porque estava muito mais perto de mim do que o sujeito do “Vá se foder!” — tinha colocado alguma droga na minha bebida. Eu não estava e não estou tomando nenhum outro medicamento, e por isso não havia qualquer outra explicação de como essas coisas tinham chegado à minha corrente sanguínea.

Durante vários dias, depois disso, fiquei doente, mas fui à delegacia de Reykjavik e dei-lhes um caso maior do que tinham visto há algum tempo. O policial com quem falei tomou medidas imediatas para identificar e localizar os principais suspeitos e obter o vídeo de vigilância do restaurante.

A Islândia é um país pequeno. Todo mundo se conhece. E assim, fui rapidamente capaz de descobrir a identidade, o número de telefone e a página no Facebook do principal suspeito, o jovem que afirmou ser um “grande fã”. Não pretendo chamá-lo. A polícia Islandesa entrará em contato com ele em breve, caso ainda não o tenha feito.

No entanto, olhei a sua página do Facebook, e como previa, não achei nada que pudesse indicar que ele realmente era um “grande fã” do meu trabalho, ou que tivesse qualquer ponto de vista fora do convencional — e sim, a cortesia das elites políticas e de mídia da Islândia, dominadas inteiramente pela Esquerda.

O cenário mais provável é que este jovem, ou quem me drogou, ouviu que um notório “racista” estava vindo para Reykjavik, por acaso me viu no restaurante, e decidiu me dar uma lição com algumas das drogas ilegais que são tão abundantes em Reykjavik como em qualquer outro lugar.

Eu deveria ter previsto isso. Afinal, minha visita desencadeou uma tormenta de insultos na imprensa Islandesa, todos baseados pontos de discussão dos Esquerdistas Americanos. Cada história sobre a minha visita tinha os mesmos elementos: o aviso de que o SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul) afirma que eu provoco o “discurso de ódio”, o qual é um julgamento subjetivo usado para barrar divergências da linha do establishment; o fato de que fui banido da Grã-Bretanha, sem menção aos principais detalhes de que fui banido por dizer que o Islã tem doutrinas de violência (que é o mesmo que ser banido por dizer que a água é molhada) e pelo crime de apoiar Israel; e a falsa alegação que eu incitei o assassino em massa Norueguês Anders Breivik para matar (na verdade, não sou mais responsável pelos assassinatos de Breivik do que os Beatles pelo Charles Manson). Após o evento, um artigo ainda apresentou uma grande foto de Breivik, mas nada do que eu disse naquela noite foi mencionado.

Nenhum dos meios de comunicação Islandeses que publicou uma história sobre a minha vinda ou sobre o evento em si, me contatou para comentar, muito menos para refutar as acusações que fizeram contra mim. Uma emissora de TV fez uma entrevista comigo em que o entrevistador se recusou a acreditar que eu não me sentia responsável pelos assassinatos de Breivik, e me perguntou sobre isto repetidamente.

Após o evento, os artigos na imprensa Islandesa incluíam citações dos 50 manifestantes, mas nenhum incluiu uma única citação sequer ou descrição de qualquer coisa que realmente tivéssemos dito. Ninguém citou nenhum dos 500 corajosos Islandeses que desafiaram o ódio das elites politicamente corretas e foram ao Grand Hotel para ouvir Cristine Williams e eu — um número incrivelmente grande num país de 300 mil pessoas.

Está claro: a jihad e a Islamização não são assuntos que os políticos Islandeses e os formadores de opinião da mídia querem que os Islandeses discutam.

Essa é a razão pela qual deve ser discutido.

Entretanto, aprendi uma lição. A lição que aprendi foi que a demonização da mídia daqueles que discordam da linha Esquerdista é a incitação direta à violência. Ao me retratarem e a outros que levantam questões legítimas sobre o terror da Jihad e a opressão da Sharia como Islamistas racistas e intolerantes, sem nos permitir uma audiência justa, os meios de comunicação da Islândia e do resto do Ocidente estão ativamente colocando em perigo aqueles que ousam discordar. O SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul), o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), o Centro para o Progresso Americano e o resto que dedicam tanto dinheiro, tempo e atenção para demonizar os “Islamofóbicos” estão pintando alvos enormes em nossas costas.

Claro, pensam que estão fazendo algo nobre. A Esquerda não somente preenche com ódio aqueles que sofrem lavagem cerebral, mas o faz enquanto retrata seus inimigos como os incitadores de ódio, de tal forma que os Esquerdistas violentos, como o jovem que me drogou, sentem-se justos, mesmo quando vitimam e brutalizam os conservadores.

Não há dúvida: estou certo de que quem me envenenou na Islândia foi embora feliz com o que tinha feito. Se comentou com alguém o que ele fez, tenho certeza que foi saudado como herói. Também estou ciente de que muitos dos que lerem isso ficarão felizes com o fato de eu ter ficado gravemente doente. Isto em si é um sinal de quão degenerada e do mal a Esquerda se tornou.

Por todo o Ocidente, enquanto os estudantes de Esquerda provocam e ameaçam fisicamente palestrantes conservadores e os porta-vozes da Esquerda se entregam à retórica mais histérica para difamar seus inimigos, políticos se acovardam com medo e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuarão a crescer na Islândia e em outros lugares.

À medida que subiam ao poder na Alemanha, os Nazistas doutrinavam seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão fazendo uma grande coisa. A demonização dos oponentes da Esquerda, hoje em dia, vai levar a exatamente a mesma coisa. E já aconteceu comigo, na bela Reykjavik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Novo Líder Do Hamas Elogiou Bin Laden Como “Guerreiro Santo”, A BBC O Chama De “Pragmático”

Fonte: New Hamas top dog praised bin Laden as “holy warrior,” BBC calls him “pragmatic”


Novo Líder Do Hamas Elogiou Bin Laden Como “Guerreiro Santo”, A BBC O Chama De “Pragmático”

Por ROBERT SPENCER

6 de Maio de 2017

A BBC: sem noção ou cúmplice? A essa altura, que diferença faz?

“Hamas escolhe Ismail Haniya como novo líder”, BBC, 6 de Maio de 2017 (Agradecimentos a Fjordman):

O grupo militante Palestino Hamas anunciou que Ismail Haniya foi escolhido como seu novo líder global.

Ele sucede Khaled Meshaal, que serviu o máximo de dois mandatos no cargo.

Sr. Haniya, 54, vive em Gaza, governada pelo Hamas desde 2007, ao contrário de Meshaal, que vive no Qatar.

Sr. Haniya é visto como um pragmatista que tentará aliviar o isolamento internacional do Hamas. O grupo publicou um novo documento político esta semana, considerado como uma tentativa de suavizar a sua imagem….

Declara pela primeira vez uma disposição para aceitar um estado Palestino provisório dentro das fronteiras pré-1967, sem reconhecer Israel.

Também diz que a luta do Hamas não é com os Judeus, mas com os “agressores ocupantes Sionistas”. A carta de 1988 foi condenada por sua linguagem anti-Judáica.

Sr. Barhoum disse: “O documento nos dá uma chance de conexão com o mundo exterior.”

Um porta-voz do Primeiro-Ministro Israelense Benjamin Netanyahu disse que o Hamas estava “tentando enganar o mundo, mas não terá sucesso”….

Mas com certeza vai enganar a BBC.

“O Hamas elogia Osama bin Laden como guerreiro santo”, de Conal Urquhart, Guardian, 2 de Maio de 2011 (Agradecimentos a Fjordman):

O grupo Islâmico Palestino Hamas elogiou Osama bin Laden como um “guerreiro santo Árabe” e condenou sua morte pelas forças Americanas no Paquistão….

Ismail Haniyeh, chefe do governo do Hamas na Faixa de Gaza, disse aos repórteres que o Hamas considerou o assassinato de Bin Laden como “uma continuação da política Americana baseada na opressão e no derramamento de sangue Muçulmano e Árabe”.

Observou diferenças doutrinárias entre a al-Qaeda de Bin Laden e o Hamas, que vê a sim mesmo como um movimento nacionalista em vez de um movimento internacional. Haniyeh acrescentou: “Nós condenamos o assassinato e o assassinato de um guerreiro sagrado Árabe. Pedimos a Deus que lhe dê misericórdia com os verdadeiros fiéis e os mártires.”….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

No Caminho Das Folhas

 

No Caminho Das Folhas

Por Tião Cazeiro

Resultado de imagem para coelhinho da pascoa
Coelhinho da Páscoa, o que trazes?   —   Crédito da foto: http://buff.ly/2pFNabD

Fui batizado e crismado na igreja Católica. Entretanto, desde criança, tive contato com outras religiões como a Umbanda, a qual sigo há muito tempo, embora lá no fundo eu sinto que não tenho religião, (mas a grande música), porque gosto de todas, excluindo as que antagonizam todas as outras.

Minha falecida mãe frequentou a Mahikari durante décadas até o fim da vida, e no entanto visitava e gostava da Umbanda, do Budismo etc. Adoro o Budismo, já frequentei e tenho muitos amigos Budistas. Gosto da Índia (Hinduísmo), gosto dos amigos Judeus, dos amigos do Candomblé…

Pense o que quiser… Existe um ditado na Umbanda, — não sei se é exclusivo da mesma — que diz o seguinte: “O pensamento é do homem; o sentimento é de Deus”.

Veja o que disse al Sisi, o Presidente do Egito, um Muçulmano fervoroso, no seu famoso discurso em Al Azhar, diante das maiores lideranças do Islã:

Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!

Hoje, Domingo de Páscoa, diante de tanta tragédia no Egito etc. e outras que virão, em nome do Islã, acordei com a seguinte imagem…

Lembrei de uma amiga especial, de ascendência Pomerana, que adora e me mostrou a tradição das folhas na Páscoa, ou seja, colocam folhas no chão, — para quando as crianças acordarem — formando um caminho, ou trilha pela casa até chegar aos ovinhos escondidos, deixados pelo coelhinho da Páscoa…

Resultado de imagem para people celebrating easter

Rever essa imagem deixa os olhos embaçados, pois trata-se de um sentimento especial, um sentimento precioso, muitíssimo delicado, que praticamente se perdeu por conta do pensamento antagônico em ascensão, sem luz, nefasto, destruidor, atrelado à violência, a supremacia Islâmica e a ignorância espiritual.

Um exemplo de escuridão espiritual é o senador Aloysio Nunes e sua lei de Migração, a qual tem grande chance de ser aprovada, e nesse caso será uma tragédia.

Como bem diz Leandro Ruschel, “eu gostaria de saber quanto esses Senadores estão recebendo para acabar com o Brasil, para destruir com o conceito de Brasil como uma nação?”

Ainda há tempo para tentar impedir, precisamos lutar como nunca, para que isso não aconteça.

Criticar o Cristianismo, a Umbanda, o Budismo, o Judaísmo, o Hinduísmo etc. é natural e saudável porque existe luz nesses caminhos… no caminho das folhas…

Aceitar a natureza antagônica do Islamismo 
através do globalismo é suicídio.

Feliz Páscoa a todos vocês! Vamos seguindo as folhas…

Resultado de imagem para forest beautiful

Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Fonte/Source:  How the Islamic World was Forged: An Exercise in Common Sense | Raymond Ibrahim 


Nota do blog: Resolvi reeditar e publicar novamente este artigo por causa dos ataques recentes às igrejas no Egito.


Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Por Raymond Ibrahim

 31 de Agosto de 2015

FrontPage Magazine

O que levou os não-Muçulmanos a se converterem ao Islã, levando à criação do mundo Islâmico Continuar lendo Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

O Islã e o Desejo Pelo Poder: Entrevista Com Raymond Ibrahim

Fonte/Source: Islam’s Will to Power: An Interview with Raymond Ibrahim – Raymond Ibrahim

O Islã e o Desejo Pelo Poder:  Entrevista Com Raymond Ibrahim

Por Raymond Ibrahim

20 de Outubro de 2016

Nota do autor: Recentemente, fui entrevistado por Niram Ferretti para a publicação Italiana L'informale.
Raymond Ibrahim

De pais Coptas Egípcios e fluente em Árabe, Raymond Ibrahim está entre os estudiosos e comentaristas que, como Robert Spencer e David Horowitz, não têm medo de chamar uma espada de espada. Nesses tempos em que vivemos, envenenado pelo politicamente correto, soa como uma rajada de ar fresco.

Ele não falará do Islã como “a religião de paz”, fingindo ser algo que nunca foi. Pelo contrário, enfatizará que os jihadistas contemporâneos seguem a aplicação estrita do Alcorão, muito parecido com os reformistas protestantes com seu conceito de sola scriptura (a escritura por si só). A principal diferença é que o último geralmente não se explode, ou decapita “infiéis” ou estão comprometidos com uma luta permanente contra o Ocidente para subjugá-lo.

A razão para isso é que no Alcorão, a jihad é prescrita e Muhammad/Maomé, o exemplo perfeito para todos os Muçulmanos, foi um profeta, mas também um caudilho. Raymond Ibrahim é autor regular do David Horowitz Freedom Center e anteriormente foi diretor associado do The Middle East Forum, Raymond Ibrahim é autor do livro Crucified AgainExposing Islam’s New War on Christians e editor do seminal The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden’s Terrorist Organization.

Raymond Ibrahim aceitou gentilmente responder às nossas perguntas.

A primeira questão que gostaria de abordar é a noção generalizada de que o ISIS é, de fato, um produto da intervenção dos EUA no Iraque. A implicação é muito clara. Se os EUA não tivessem invadido o Iraque, não haveria nenhum ISIS ao redor. Qual é o seu comentário sobre isso?

Ibrahim: Fatos são fatos. Antes de os EUA invadirem, Saddam Hussein era conhecido por suprimir os movimentos Islâmicos. De fato, uma das razões para sua posterior reputação de abusar dos direitos humanos foi que estava brutalmente pisoteando os jihadistas, um rótulo que os meios de comunicação Ocidentais omitem quando falam de ditadores Árabes seculares usando meios brutais, como Assad e seus esforços contra os jihadistas. Uma década depois que Saddam foi expulso, morto e os EUA proclamaram a vitória por terem trazido “liberdade e democracia” para o Iraque, tudo o que temos que mostrar é o surgimento do ISIS, que, quando se trata de abusos de direitos humanos, faz Saddam parecer um Papai Noel.

Costumo olhar para a situação das minorias Cristãs nos países Muçulmanos para entender a natureza daqueles que governam. Sob Saddam, eles e suas igrejas foram protegidos; o ano em que os Estados Unidos trouxeram “liberdade e democracia” ao Iraque, os Cristãos foram perseguidos e dezenas de igrejas bombardeadas. Aliás, não é apenas no Iraque que a intervenção Americana deu origem ao ISIS. Líbia e Síria também fazem parte do califado do ISIS, e mais uma vez, graças aos Estados Unidos pavimentando o caminho ao expulsar Gaddafi e tentar derrubar Assad. Eu não pretendo saber a razão por trás desse fenômeno, mas os fatos falam por si mesmos: onde os EUA expulsam homens fortes Árabes seculares — cujos abusos de direitos humanos estavam muitas vezes dentro de um contexto para combater ainda mais os abusos de direitos humanos que os jihadistas/ISIS seguem.

O antiamericanismo continua forte entre os esquerdistas tanto na Europa como nos Estados Unidos. Pessoas como Noam Chomsky espalharam a noção de que os EUA são a encarnação do mal junto com Israel, visto como seu proxy no Oriente Médio. Quais são os principais fatores, segundo você, por trás dessa atitude?

Ibrahim: Em última análise, acredito que essas opiniões se baseiam menos em fatos objetivos e mais em distorções subjetivas da história. A visão dominante hoje é que, pelo menos historicamente, homens brancos e Cristãos são a fonte de todo o mal no planeta Terra; Portanto, o mínimo que podem fazer por meio de reparações é serem passivos, enquanto Muçulmanos e outros do terceiro mundo convivem com seus tormentos crescentes — que se manifestam nas atrocidades contra os não-Muçulmanos, incluindo Ocidentais. Assim, sempre que os EUA ou Israel fazem qualquer coisa para defender seus interesses e a segurança, o qual deveria considerado absolutamente normal e padrão para outras nações, especialmente as não-Ocidentais, a esquerda chora injustamente, racismo, etc.

Os apologistas do Islã nos dizem que o Islã é uma parte muito importante do Ocidente, pois ajudou a moldar nossa cultura com suas inovações quando ainda era um império. Aqui na Itália um renomado historiador, Franco Cardini, disse recentemente que “o Islã está na base da modernidade”. Qual é a sua opinião pessoal?

Ibrahim: Esse ponto de vista é apenas mais um exemplo de como a verdadeira história do Islã e da Europa foi tão profundamente distorcida e deformada visando glorificar o Islã e humilhar a Europa anteriormente Cristã. A realidade e a história — como registradas pelos historiadores mais renomados do Islã — têm uma história muito diferente a contar, uma história que é conhecida pela criança mediana Europeia, mas que agora virou “tabu” reconhecer isto: a guerra ou a jihad na Europa é a verdadeira história do Islã e do Ocidente. Considere alguns fatos por um momento: Uma década após o nascimento do Islã no século 7, a jihad explodiu fora da Arábia. Dois terços do que era então a Cristandade foram conquistados permanentemente e grande parte de sua população foi posta à espada e/ou pressionada a se converter, de modo que quase ninguém percebe hoje que a Síria, o Egito e toda a África do Norte foram os centros do Cristianismo. Depois foi a vez da Europa. Entre outras nações e territórios que foram atacados e/ou estavam sob a dominação Muçulmana são — dando os seus nomes modernos, mas não necessariamente nesta ordem: Portugal, Espanha, França, Itália, Sicília, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Rússia, Polônia, Bulgária, Ucrânia, Lituânia, Roménia, Albânia, Sérvia, Arménia, Geórgia, Creta, Chipre, Croácia, etc.

Em 846 Roma foi saqueada e o Vaticano contaminado por invasores Árabes Muçulmanos; Cerca de 600 anos depois, em 1453, a outra grande basílica da Cristandade, a Santa Sofia (ou Hagia Sophia) foi conquistada permanentemente pelos Turcos Muçulmanos. As poucas regiões Europeias que escaparam da ocupação Islâmica direta, devido ao seu afastamento à noroeste incluem a Grã-Bretanha, Escandinávia e Alemanha. Isso, naturalmente, não significa que não foram atacados pelo Islã. Na verdade, no extremo noroeste da Europa, na Islândia, os Cristãos costumavam rezar para que Deus os salvasse do “terror Turco”. Até 1627 corsários Muçulmanos invadiram a ilha Cristã capturando quatrocentos cativos, e os vendendo nos mercados de escravos da Argélia. Nem a América escapou. Poucos anos após a formação dos Estados Unidos, em 1800, navios mercantes Americanos no Mediterrâneo foram saqueados e seus marinheiros escravizados por corsários Muçulmanos. O embaixador de Trípoli explicou a Thomas Jefferson que era um “direito e dever dos Muçulmanos fazer guerra contra os [não-Muçulmanos] onde quer que pudessem ser encontrados e escravizar tantos quantos pudessem tomar como prisioneiros”. Cerca de um milênio — pontuado pelas Cruzadas —refutação que o Ocidente moderno está obcecado em demonizar — o Islã diariamente representou uma ameaça existencial à Europa Cristã e, por extensão, à civilização Ocidental. Neste contexto, do que adianta destacar as aberrações? Mesmo aquela exceção periférica que tantos acadêmicos Ocidentais tentam usar como regra — a Espanha Islâmica – foi recentemente desmentida como fraude no livro de Dario Fernández-Morera — The Myth of the Andalusian Paradise. O Islã se apresenta como a verdadeira e definitiva religião da humanidade. O Judaísmo e o Cristianismo na visão Islâmica são vistos como profundamente defeituosos e corrompidos. De acordo com o Islã, o profeta Muçulmano Jesus virá no Dia do Juízo Final para destruir todas as cruzes e expor a falsidade do próprio Cristianismo. Não obstante, o Papa continua chamando o Islã de religião de paz e o apresenta somente sob uma luz favorável. De acordo com você, é apenas prudência política ou algo mais?

Ibrahim: Este papa enxerga a si mesmo como diplomata e político, não como um líder espiritual, e certamente não como defensor dos Cristãos. É uma pena, uma vez que em toda Europa, historicamente foram os papas Católicos que mais compreenderam os perigos do Islamismo — físico e espiritual — especialmente para os irmãos Cristãos. No entanto, ele se recusa firmemente  associar o Islã à violência. Mesmo quando um jornalista o perguntou se o padre Francês de 85 anos, Padre Jacques, recentemente assassinado, foi “morto em nome do Islã“, Francis discordou veementemente; argumentou que ouve falar de Cristãos que cometem violência todos os dias na Itália: “Aquele que assassinou sua namorada, outro que assassinou a sogra… e esses são batizados como Católicos! Há Católicos violentos! Se falo de violência Islâmica, devo falar de violência Católica. “Aparentemente, para o Papa Francisco, a violência feita de acordo com os mandamentos de Alá não é mais preocupante do que a violência feita em contradição com os mandamentos do Deus Judeu-Cristão. Por essa lógica perversa, se responsabilizamos o Islã, então devemos responsabilizar o Cristianismo — independentemente do fato de que o Islã justifica a violência enquanto o Cristianismo a condena. E quando se encontrou com os familiares e os sobreviventes do Dia da Bastilha — outro ataque Islâmico que custou a vida a 86 e feriu centenas — disse: “Precisamos iniciar um diálogo sincero e ter relações fraternas entre todos, especialmente com aqueles que acreditam num único Deus que é misericordioso”, uma referência aos Muçulmanos monoteístas. Acrescentou que isso era “uma prioridade urgente… Só podemos responder aos ataques do Diabo com as obras de Deus, que são o perdão, o amor e o respeito pelo outro, mesmo que sejam diferentes.” Esta é certamente uma abordagem diferente da do seu corajoso homônimo. E também é fútil o vis-à-vis com o Islã, o qual só vai tirar proveito. Como alguém pode ter “relações fraternas” com adeptos de uma religião que exorta o ódio a todos os não-Muçulmanos, incluindo seus membros familiares e esposas? Mesmo o Alcorão 60:4, exorta os Muçulmanos ao “ódio eterno” a todos os não-Muçulmanos.

Alguma chance do Islã acomodar-se aos valores Ocidentais, e se isso for possível, com que base?

Ibrahim: Para que o Islã possa acomodar os valores Ocidentais, primeiro terá de deixar de ser o Islã. Inúmeras formas de comportamento que antagonizam diretamente os valores Ocidentais são exigidas no Alcorão e/ou Hadith, e os ulemás, estão de acordo: morte aos apóstatas e blasfemos, subjugação de mulheres Muçulmanas, escravização sexual de mulheres não-Muçulmanas, poligamia, casamento com crianças, banimento e destruição dos locais de culto não-Muçulmanos e suas escrituras, e a inimizade com os não-Muçulmanos — não são menos Islâmicos do que a oração e o jejum.

Mesmo as atrocidades do Estado Islâmico — tal como triunfando sobre os corpos mutilados de “infiéis” e sorrindo enquanto posam com as cabeças decapitadas — encontram apoio no Alcorão e nas histórias do profeta. Para examinar profundamente o quanto o Islã antagoniza diretamente os valores Ocidentais, considere as descobertas de um artigo em língua Árabe do Dr. Ahmed Ibrahim Khadr. Ele lista uma série de coisas que a corrente principal Muçulmana apoia, mesmo contradizendo diretamente os valores Ocidentais. A lista inclui (sem surpresa): demandas para um califado regido de acordo com a Sharia e que se expanda sobre o território “infiel” através da jihad; Morte para qualquer pessoa vocalmente crítica do Islã ou Muhammad; perseguição de Muçulmanos que tentam deixar o Islã; rejeição da igualdade para Cristãos e Judeus num estado Muçulmano; rejeição da igualdade entre mulheres e homens; e assim por diante.

Qualquer um que entenda como o Islã é realmente articulado, sabe que a afirmação de que é “possível ser um liberal Ocidental pertencente à principal corrente Muçulmana”, como o prefeito Muçulmano de Londres disse recentemente, é um oxímoro grotesco. É o mesmo que dizer que é possível ajustar uma cavilha quadrada através de um buraco redondo. Não funciona — a não ser, é claro, que alguém o force com um martelo, quebrando partes da cavilha, ou seja, o Muçulmano ou destruindo a superfície do buraco, isto é, a sociedade Ocidental.

O Islã é um sistema religioso político desde a sua criação. Você subscreveria a noção de que é realmente uma ideologia com um revestimento religioso, ou há algo realmente religioso sobre ele? Estou pensando nos místicos Islâmicos e nos Sufis, por exemplo.

Ibrahim: Em última análise, não importa: mesmo que tenha um revestimento religioso envolvido, é certamente uma ideologia política, especialmente no período inicial. Quando olhamos a vida de seu fundador, o profeta Muhammad, tudo isso fica simplesmente claro. Quando era meramente um pregador impotente em Meca, só tinha um pequeno grupo de seguidores; quando foi para Medina e se tornou um caudilho e bandido de caravanas — e quando seus seguidores começaram a enriquecer com as pilhagens — suas fileiras começaram a inchar.

Muitas são as recompensas mundanas, incentivos e privilégios — para não falar das recompensas “mundanas” (sexo com mulheres sobrenaturais) no futuro — que recebem por ser um Muçulmano: se você luta pelo empoderamento do Islã contra os não-Muçulmanos então pode mentir, enganar, matar, roubar, escravizar e estuprar. Inúmeros são os Muçulmanos, passado ​​e presente, que se juntaram ao movimento Islâmico precisamente por essas prerrogativas. Dito isto, acredito que alguns Muçulmanos tentam transformar o Islã em algo mais espiritual por causa própria. Mas, isso não muda o fato de que outros o usam pelo seu propósito original de conquista e saque.

Uma das declarações mais repetidas sobre o terrorismo Islâmico é que ele é um produto de vários grupos fanáticos. A maioria dos Muçulmanos são moderados e nunca irão sair por aí decapitando pessoas ou explodindo a si mesmos. Essas evidências são conclusivas?

Ibrahim: Sim e não. Pode ser verdade que muitos Muçulmanos não querem decapitar pessoas ou detonar-se, mas isso é porque não estão comprometidos ou interessados ​​no Islã além do básico para a sobrevivência. No entanto, é errado pensar que “o terrorismo Islâmico é…. produto de vários grupos de fanáticos”. O terrorismo é na verdade um produto do Alcorão e do exemplo do profeta — as duas coisas que todos os Muçulmanos são obrigados a seguir. E enquanto esses dois pilares do Islã existirem, terão adeptos, mesmo que a maioria dos nomeados Muçulmanos — que não se atreve a apostatar devido à pena de morte do Islã — não o siga literalmente.

O Islã tem sido profundamente dividido em si mesmo a partir da morte de Muhammad em 632. Parece que a guerra e os conflitos são inatos no mundo Muçulmano. Você concorda?

Ibrahim: Sim. Talvez o aspecto mais definidor do Islã seja a busca do poder absoluto — poder sobre todos os outros, sejam eles infiéis, mulheres, os tipos errados de Muçulmanos, ad infinitum. Assim, e apesar de algumas das suas imposições contra, por exemplo, matar Muçulmanos, os Muçulmanos massacraram e continuam massacrando uns aos outros, em nome do Islã.

Podemos dizer que o wahhabismo está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo, ou é um ponto de vista reducionista?

Ibrahim: Podemos dizer isso, mas seria muito mais preciso dizer que uma leitura literal dos principais textos do Islã “está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo”. Afinal de contas, isso é o que significa “Wahhabismo”. Aliás, nenhum Wahhabi chama ou vê a si mesmo como um Wahhabi, — uma palavra usada com frequência no Ocidente para distanciar o Islã da violência e da intolerância — veem a si mesmos simplesmente como Muçulmanos que literalmente modelam suas vidas através dos ensinamentos de Muhammad/Maomé e Alcorão.

Qual é a sua opinião sobre a aliança de longa data entre os EUA e a Arábia Saudita, que está entre os mais estritos estados wahhabitas. A realpolitik justifica tudo?

Ibrahim: Eu acho que é uma aliança repugnante e vergonhosa que transforma tudo o que os EUA representam em piada. Além disso a realpolitik não é a raiz do problema. Afinal, os EUA e todo o mundo livre poderiam facilmente colocar a Arábia Saudita de joelhos e forçá-los a uma reforma ou então seu petróleo poderia ser apreendido — e na verdade deve, visto que, com essa receita, a Arábia Saudita gasta 100 bilhões anualmente radicalizando Muçulmanos em todo o mundo, tal como a sua criação, o ISIS. O conhecimento da Arábia Saudita sobre tudo isso é uma das principais razões pelas quais pagam milhões aos políticos Ocidentais entre outros, que em troca se postam diante dos Ocidentais e falam da Arábia Saudita como um “aliado fiel”, cuja ajuda na “luta contra o terrorismo” é ” indispensável”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD, COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

Fonte/Source: “Endeavor to portray Muslims as ‘brown’ and foes of jihad terror as disliking them for racial reasons is dishonest”

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

 

POR ROBERT SPENCER

8 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour afirmou recentemente que, por ser “morena” (uma afirmação duvidosa na melhor das hipóteses), “Palestina” e “Muçulmana”, além de uma “mulher franca”, era “o pior pesadelo dos Islamofóbicos”.

Isso é apenas mais uma negação e projeção. Na realidade, ela é criticada por estar a favor da opressão da Sharia e ligada de várias maneiras ao Hamas. Mas isso é apenas mais inversão esquerdista da realidade.

“Por que os liberais continuam abrindo caminho para o Islã radical — e o que será necessário para mudar de opinião”, de Dave Urbanski, The Blaze, 7 de fevereiro de 2017:

Alguém poderia concluir que, depois de tantos exemplos de atos hediondos do Islã radical em todo o mundo, mesmo depois do 11 de Setembro, os liberais deixariam de abrir caminho ou de dar o benefício da dúvida.

Mas mesmo depois dos ataques em Fort Hood, Boston, Paris, Garland, Chattanooga, San Bernardino e Orlando — para citar alguns deles — alguns liberais claramente não se sentem assim. De fato, uma nova pesquisa da CBS indica que 66% dos democratas acreditam que o Islã não é diferente de outras religiões quando se trata de incentivar a violência…

Robert Spencer — diretor da Jihad Watch e notável autoridade sobre a omnipresença do Islamismo radical — disse ao The Blaze que vê a esquerda não somente continuando a abrir caminhos para o extremismo Islâmico, mas notando também que os liberais estão começando a normalizar alguns elementos dele.

E não precisou ir muito longe para falar da tão alardeada Marcha das Mulheres, que lotou as ruas um dia após a inauguração de Trump — e que contou com a organizadora do evento, Linda Sarsour, uma “Palestina Muçulmana Americana” que está sob escrutínio por declarações ameaçadoras que ela fez contra a crítica do Islã Ayaan Hirsi Ali vários anos atrás.

“A Sra. Sarsour não está interessada em direitos humanos universais”, disse Ali ao New York Times, acrescentando que: “ela é defensora da lei da Sharia. Não há princípio que humilhe, degrade e desumanize mais as mulheres do que o princípio da lei Sharia”.

Apesar disso, Spencer disse que os liberais continuam “glamorizando e glorificando” Linda Sarsour — bem como “vilipendiando qualquer um que aponte as ligações dela com o Hamas, o ódio vicioso à Israel…. mesmo em publicações como a Elle”.

Outros exemplos de normalização incluem a “proliferação dos eventos do Dia Mundial do Hijab, que ignoram as muitas mulheres que foram brutalizadas ou até mesmo mortas por não usarem o hijab e a disseminação entre as feministas esquerdistas Ocidentais da ideia de que as restrições do hijab e da Sharia às mulheres são sinais lindos da diversidade cultural, para ser comemorado e não condenado.”

Spencer concordou, também, que o preconceito esquerdista contra o Cristianismo e o Judaísmo, encontra um parentesco espiritual com o Islamismo radical, visto que ambos compartilham “o ódio pela civilização Ocidental Judaico-Cristã”. Além disso, o objetivo do Islã radical de derrubar o “Ocidente” bate levemente num tipo de auto-aversão liberal que não se importaria de ver a América de joelhos, dado que é visto por alguns liberais como “a fonte de todo o mal no mundo”.

Outra ferramenta que a esquerda tende a usar — e vista nesta aparição do Affleck em “Tempo Real”. — é a caracterização da crítica Islâmica como “racismo”, apesar do fato de que o Islã não é uma raça. (Ênfase adicionada).

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português e não pertence ao texto original. Resolvi publicá-lo para dar sentido ao parágrafo acima. 

“O racismo é o nosso trauma nacional”, acrescentou Spencer ao The Blaze. “Esforçar-se para retratar Muçulmanos como “morenos” e os inimigos do terror da jihad como repugnantes unicamente por razões raciais, é um cínico e desonesto empreendimento que tem o efeito de intimidar as pessoas a terem medo de se oporem ao terror jihadista. Naturalmente, muitos esquerdistas são tão mal educados e incapazes de pensar criticamente que sem dúvida acreditam nisso tudo”.

Então, o que — por acaso — poderia eventualmente mudar a maré da esquerda?

Spencer observou que muito provavelmente seria algo pelo menos tão terrível quanto outro ataque em escala como o 11 de Setembro, porque “a cada ataque de jihad algumas pessoas acordam”.

Mas, a “intelectualidade esquerdista sabe disso”, disse ele, o que coloca uma questão, já que “depois de cada ataque, há um esforço extenuante para exonerar o Islã de qualquer responsabilidade por ele”.

Aqui está Spencer discutindo o Islã e a agressão da esquerda à liberdade de expressão em 2009 — e você pode dizer que as palavras dele provaram ser bastante proféticas nos Estados Unidos nos últimos anos:

 — Infelizmente este vídeo não está legendado em Português —


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A CONSTANTE NO EMBATE ENTRE O ISLÃ E O CRISTIANISMO

A CONSTANTE NO EMBATE ENTRE O ISLÃ E O CRISTIANISMO

Por Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

6 de Fevereiro de 2017

Bergoglio e o Sheikh Ahmed al-Tayeb, Imã da Mesquita de Al-Azhar (a maior autoridade Islâmica Sunita do Egito).

A constante no embate entre o Islã e o Cristianismo é a ideia de que ambos cometeram barbaridades no passado, e portanto ambos são absolutamente fanáticos — principalmente por ambos mencionarem “o céu e o inferno”. E isto, mais uma vez, foi mencionado hoje, por um leitor, através de um artigo que publiquei.

Primeiro: Já se sabe hoje em dia, via tecnologia, que Muhammad pinçou as ideias Judaico-Cristãs e as adaptou à sua narrativa profética. ISTO É FATO.

Segundo: A violência no Islã é PRESCRITA, mandatória, enquanto no Cristianismo não. Absolutamente não. A violência, a qual muitos se referem, não se equipara aos mandamentos (prescritos) de Muhammad contra os não-Muçulmanos.

Por conseguinte, não há Cristãos decapitando crianças, cozinhando suas cabeças com arroz e obrigando as mães a comê-las, como acontece hoje em dia, via Estado Islâmico (ISIS).

O ISIS não representa o Islã? Saiba que o “Califa” do Estado Islâmico (ISIS) Abu Bakr al-Baghdadi, é doutorado em Estudos Islâmicos.

Terceiro: As ideias estapafúrdias com relação ao passado — “as conquistas da Igreja Cristã” — é um tabu destruído. Assista ao vídeo do Dr. Bill Warner no final deste texto. (Vídeo legendado em Português — faça o ajuste, se necessário, no próprio vídeo via “settings”)

Quarto:  “Aqueles que falam muito são culpados; Aqueles que falam pouco são culpados. Nesse mundo todos são culpados. Tente não culpar.” Shakyamuni Buddha — Uma visão compartilhada também pela Umbanda Espírita Cristã.

O que a Esquerda/Comunista  — que anda de braços dados com Islã e seus satélites — estão fazendo contra o Cristianismo e o Judaísmo é um crime contra a Humanidade.  O Islã Político é incompatível com o Ocidente.

A inconsciência tem um preço, e serão cobrados.

Dr. Warner fundou o Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI) e é Diretor. Produziu uma dúzia de livros, incluindo um Alcorão, uma biografia de Maomé e um resumo das tradições políticas de Maomé. Ele também desenvolveu o primeiro curso de auto-aprendizagem sobre o Islã Político.

Dr. Warner é palestrante, nacional e internacionalmente, sobre Doutrina Política Islâmica.

Quando em guerra…

Por Tião Cazeiro

Quando em guerra, onde não existe um histórico local ou uma estratégia estabelecida, — todos os tipos de idiotas, parasitas infames, filhos da puta, inconscientes, —  aparecem castigando a todos com pensamentos do tipo “Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.”

Para aqueles que comparam o Cristianismo ao Islamismo com o claro intuito de difamar as pessoas humildes, os devotos, tenho um recado:

A inconsciência tem um preço e serão cobrados.

Este vídeo está legendado em Português. Ajuste no ‘settings’ do próprio vídeo caso necessário.

Dr. Warner fundou o Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI) e é Diretor. Produziu uma dúzia de livros, incluindo um Alcorão, uma biografia de Maomé e um resumo das tradições políticas de Maomé. Ele também desenvolveu o primeiro curso de auto-aprendizagem sobre o Islã Político.

Dr. Warner é palestrante, nacional e internacionalmente, sobre Doutrina Política Islâmica.


 

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Fonte/Source: Linda Sarsour, Women’s March Organizer and Fake Feminist

Photo Cover Page: THEO WARGO / GETTY IMAGES / AFP

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Por ALEX VANNESS

Linda Sarsour

3 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour é uma das principais organizadoras de Marcha da Mulher em Washington após a inauguração do Presidente Donald Trump.

Sua ascensão ao estrelato liberal após a marcha ocorreu apesar de seu apoio as ideias antifeministas e aos ataques ultrajantes contra as mulheres lideram o movimento anti-Sharia.

Sarsour, que atua como Diretora Executiva da Associação Árabe-Americana de Nova York (AAANY) e que foi homenageada pela Casa Branca do ex-Presidente Obama como uma “campeã da mudança“, mostra que a cada oportunidade que ela se envolve, relacionada a todas as causas de justiça social conhecidas pelo homem, ela as vincula à Palestina. Por exemplo, em Novembro, se ligou à causa do bloqueio do Dakota Access Pipeline e fez questão de trazer sua bandeira Palestina.

Essa promoção desavergonhada também pode ser vista na Marcha das Mulheres. Ao dirigir-se à multidão, assegurou-se de injetar alguma solidariedade Palestina à causa, afirmando que “você pode contar com ela, sua irmã Muçulmana Palestina para manter a voz dela alta”. Ela também fez questão de certificar de que ela era sua “Avó que vive o sonho mais selvagem em território ocupado.”

No entanto, seu maior vexame naquele fim de semana foi quando o nível de sua hipocrisia em relação à causa adotada pela Marcha da Mulher foi apontada para o público.

Especificamente, por causa de um tuite da Sarsour, que tem circulado nas mídias sociais descartando as visões misóginas da Arábia Saudita simplesmente porque o país tem um programa de licença-maternidade pago.

Linda-Sarsour-Tweet-Saudi-Maternity-Leave-2016

Sarsour rejeita o fato de que as mulheres na Arábia Saudita são tratadas como cidadãs de segunda classe, — impedidas de dirigir, interagir com os homens e de se vestirem como quiserem, — como insignificante.

Além de rejeitar a subjugação Saudita de mulheres, ela atacou um documentário chamando a atenção para a situação das mulheres no mundo Islâmico. Sarsour tem criticado a produtora executiva do filme, Ayaan Hirsi Ali, ex-Parlamentar Holandesa, ex-Muçulmana, e uma importante crítica do Islã, que também foi vítima de mutilação genital feminina.

Em 2011, Sarsour através do Tuiter, vulgarmente ofendeu Hirsi Ali e a fundadora da ACT for America, Brigitte Gabriel, dizendo: “Eu gostaria de poder tirar suas vaginas — elas não merecem ser mulheres“. Isto é especialmente vulgar considerando o sofrimento que Hirsi Ali sofreu. Logo após o tuíte ter sido descoberto, em vez de assumir a autoria do tuíte vulgar e se desculpar, tentou excluí-lo antes que fosse visto por muitas pessoas.

sarsour-ayaan-hirsi-ali-tweet-2011

Sarsour também tem uma longa história de críticas a Israel de tal maneira que cruzam a linha do antissemitismo e do simpatizante terrorista.

Ela apoia o Movimento BDS, que além de ser discriminatório, tem ligações terroristas e afirmou que “nada é mais assustador” do que o Sionismo.

Ela pediu solidariedade a Muhammad Allan, um membro do grupo terrorista Palestino Jihad Islâmica que tem uma história de recrutamento de suicidas.

Depois que a hipocrisia com relação à questão da Mulher foi exposta, ela se defendeu descrevendo os ataques como fascistas, alegando que “o fascismo está aqui” e que “não podemos permitir que criminalizem nossos líderes e movimentos usando reivindicações sem fundamento… Lembre-se, nós somos e podemos ser a verdadeira geração #NeverAgain/#NuncaMais.

Ela descreve aqueles que a apoiam como seu “Exército do Amor”. Para eles, críticas legítimas a seus pontos de vista e de suas associações soam ocos.

Os grupos que patrocinaram a marcha — incluindo a conta oficial do Tuíte da Marcha das Mulheres, Human Rights Watch, Black Lives Matter, Amnesty International e do Southern Poverty Law Center — lançaram uma defesa em grande escala para apoiar Sarsour. A hashtag #IMarchWithLinda foi usada no Tuíte.

Sally Kohn, personalidade da Cable news, emitiu diversos tuites defendendo Sarsour, incluindo chamadas para que as pessoas façam doações para AAANY. Eu não acho que Kohn está ciente de que AAANY costumava receber apoio financeiro da Qatar Foundation International, uma organização intimamente ligada ao governo do Qatar. Além disso, por causa de seus laços com o prefeito de Nova York Bill de Blasio, a AAANY foi capaz de garantir US$500.000 em financiamento para a própria AAANY.

Sarsour também recebeu vários endossos de celebridades como, Susan Sarandon, Mark Ruffalo e Russell Simmons entre outros.

Opa! se Mark Ruffalo gosta dela ela deve ser boa, certo?

Enquanto atestados pessoais são agradáveis, eles não provam que alguém é mesmo uma boa pessoa. Mesmo as pessoas terríveis podem encontrar alguém que pensam que são agradáveis.

Aqueles que a apoiam não se importam de que ela promova terroristas; Eles não se importam que ela vulgarmente diga para uma vítima de mutilação genital feminina para ter sua genitália removida; E eles não estão preocupados se ela minimiza a misoginia na Arábia Saudita. Tão pouco estão preocupados, se ela ajudou a montar uma Marcha porque para eles, ela é excelente e de alta qualidade.

Sarsour é vista como uma estrela em ascensão nos círculos Esquerdistas e no Partido Democrata. A Esquerda precisa tirar as viseiras e dar uma longa e dura olhada para as pessoas que estão apoiando como modelos.

Alex Vanness é o Diretor do Projeto de Paz e Segurança no Oriente Médio, no Centro de Política de Segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISRAEL: ESTUDANTE RECEBE UMA ENXURRADA DE AMEAÇAS DE MORTE POR PROJETO DE ARTE “ANTI-ISLÔ

Fonte/Source: Israel: Student gets deluge of death threats for “anti-Islam” art project


ISRAEL: ESTUDANTE RECEBE UMA ENXURRADA DE AMEAÇAS DE MORTE POR PROJETO DE ARTE “ANTI-ISLÔ

Por ROBERT SPENCER

12 de JANEIRO DE 2017

Na verdade é mais um projeto de arte ateísta do que um projeto de arte “anti-Islã”, e o termo “projeto de arte” foi usado de forma muito desprendida neste caso, mas de qualquer maneira, os Muçulmanos estão enfurecidos. É bom saber que a universidade está do seu lado. Provavelmente nos Estados Unidos, seria expulsa e teria que se refugiar.

“Estudante Israelense recebe enxurrada de ameaças de morte sobre projeto de arte anti-Islã”, de Benedict Spence, Heat Street, 12 de janeiro de 2017:

Uma estudante Israelense foi ameaçada de morte após apresentar um projeto de arte criticando o Islã, — mas foi defendida pela sua universidade, que levantou-se em defesa da liberdade de expressão da estudante.

A aluna anônima, que frequenta a Universidade de Haifa, 60 milhas ao Norte de Tel Aviv, entregou um tapete de oração Muçulmana com as palavras “Deus está morto; Continue orando” pintada sobre ele.

O projeto desencadeou uma reação furiosa dos colegas Muçulmanos, que postaram fotos da peça online, a qual anteriormente tinha sido mostrada apenas a alguns poucos alunos.

Segundo o site de notícias local Ynetnews.com, o compartilhamento da imagem gerou uma enxurrada ameaças de morte, o que a fez ir à polícia.

Ela disse: “Eu tenho muito apoio, exceto pelos dois alunos que fotografaram, o que eu estava apresentando, sem minha aprovação.”

“Eles atribuíram uma interpretação à peça completamente diferente. Recebi ameaças de morte e mensagens de pessoas dizendo que queriam me matar”.

Ela acrescentou “na vida cotidiana, quando você descreve alguém sem piedade, você diz ‘você não tem Deus’. Eu quis dizer ISIS, que não acredita que religião é moralidade. “

Outro estudante, no entanto, disse Ynetnews “[ela] queria receber atenção para prejudicar a religião. É inaceitável escrever coisas como essa. Escrever que Deus está morto realmente nos prejudica…”.

 Como? Por que você se importa com o que ela pensa?


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Photo Cover: GETTY

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Por Tião Cazeiro

Por que o Projeto de Lei 2516/2015 que institui uma nova Lei de Migração no Brasil está sendo veementemente criticado nas redes sociais?

A resposta é clara, por não considerar principalmente o antagonismo Islâmico.

Este antagonismo a que me refiro foi publicamente denunciado pelo Presidente do Egito Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso que no entanto abraçou os Cristãos Coptas no Natal de 2015 numa Igreja Copta pela primeira vez na história do Egito.

O próprio General al-Sisi neste vídeo confirma que o Islã está antagonizando o mundo todo.

Infelizmente e apesar dos esforços de al-Sisi teremos que conviver com a realidade: Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso”

“Como pode o homem de bom senso” negligenciar a violência no Alcorão?

A situação atual diverge do padrão normal de migração. Uma decisão desastrada neste momento levará o Brasil a uma guerra civil. Vide Europa. Principalmente quando o Ministro da Justiça Alexandre de Moraes diz publicamente que não há limite para o número de migrantes.

Migração em massa para o Brasil em meio a uma crise profunda, com milhões de brasileiros desempregados, com Venezuelanos dormindo nas ruas e calçadas na região norte de Roraima, criminalidade altíssima, conflitos armados com traficantes, corrupção etc. me leva a pensar que esse governo está envolvido numa intensa pressão internacional.

George Soros disse que a União Européia deveria aceita no mínimo um milhão de refugiados anualmente.

Os excertos a seguir foram retirados de um artigo do Express:

“George Soros,  ativista dos direitos humanos, e notável adepto da União Europeia, apelou para que a UE aceite mais refugiados e que cubra os custos de alojamento e os cuidados com relação a saúde e a educação, para cada refugiado durante os primeiros dois anos.

O empresário bilionário foi acusado na semana passada pelo primeiro-ministro da Hungria de encorajar deliberadamente a crise migratória.

O Primeiro-ministro Húngaro, Viktor Orban, afirmou que ativistas como Soros são em parte culpados pela crise atual. (ênfase adicionada)

Ele disse: “Essa invasão é conduzida, por um lado, por contrabandistas de pessoas, e por outro lado por aqueles ativistas que se alimentam de tudo aquilo que enfraquece o Estado-nação”.

Agora entenda o motivo que levou o Primeiro-ministro Húngaro Viktor Orbán a fechar as fronteiras da Hungria:

Raymond Ibrahim diz que o crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos foram incontroláveis, implacáveis.

Agora, eis aqui um dado importante:

“Soros tem um histórico de doações de elevadas somas de dinheiro para áreas carentes ao redor do mundo, mas isso só ocorreu uma vez através da ONU. “Na Bósnia, nós fizemos uma doação ao Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados). Mas aquela foi realmente uma exceção.” “Nós interferimos em assuntos internos dos Estados, mas baseados em ajudar pessoas dentro do país.” “Na verdade, temos sido bastante efetivos em levar democratização, mudança democrática de regime, na Eslováquia, na Croácia e na Iugoslávia, mas isso ajudando a mobilização da sociedade civil nesses países.” MundoRI – Editorial – George Soros: o desafio de Bush (ênfase adicionada)

“Neste artigo, a famosa ativista Pamela Geller revela documentos que vazaram na rede social comprovando que George Soros chama a crise migratória de “Nova Norma” dizendo que isso abre oportunidades globais, para a influencia global da sua fundação. Isso a grande a mídia jamais dirá a você, não é mesmo?  Leaked Soros Memo Calls Refugee Crisis ‘New Normal,’ Says It ‘Opens Opportunities’ for Foundation’s Global Influence – The Geller Report

Portanto, impor uma migração em massa no momento atual, não somente é uma tremenda irresponsabilidade como também capital político. Partidos de esquerda aliados do Islã e globalistas como Soros, que não medem consequências quando se trata de atingir a meta de uma ideologia utópica muito parecida com a do Islã, podem estar por trás disso tudo, o que não me surpreenderia.

O Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu tem razão quando diz:

“Nós já vimos isso antes: Há uma raça superior; Agora há uma fé superior”

 


 

 

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Foto: General Vo Nguyen Giap com Dilma, Lula e Celso Amorim.

"O general Vo Nguyen Giap, vencedor de Dien Bien Phu, reconheceu indiretamente, em 1964, a contribuição chinesa: “A partir de 1950, depois da vitória chinesa, o nosso exército e o nosso povo tiveram oportunidade de aprender lições preciosas com o Exército de Libertação do Povo Chinês. Nós pudemos nos educar graças ao pensamento militar de Mao Tse Tung. Esse foi o fator importante que determinou a maturidade do nosso exército e contribuiu para as nossas sucessivas vitórias”. 

A “educação” do ídolo de Dilma foi com ninguém menos do que o maior genocida da história da humanidade, responsável pela morte de cerca de 60 milhões de pessoas!

Excerto do artigo "A Lição do Presidente Lula" de Rodrigo Constantino.

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Por Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

06 de Janeiro de 2017

Em 27 de Outubro de 1964, o brilhante  ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan  disse o seguinte:

“”Você e eu fomos informados de que devemos escolher entre uma esquerda ou uma direita, mas eu sugiro que não existe tal coisa como uma esquerda ou uma direita. Há apenas um para cima ou para baixo. Até o velho sonho do homem — o máximo de liberdade individual consistente com a ordem — ou até o monte de formigas do totalitarismo. Independentemente de sua sinceridade, seus motivos humanitários, aqueles que sacrificariam a liberdade pela segurança embarcaram nesse caminho descendente”.

Infelizmente não tenho como traduzir alguns artigos citados aqui, muito menos o vídeo.

O governo Reagan é admirado até hoje e comparado aos Pais da Nação Americana.

Agora, vejam o que Eric Beinhocker (professor em Oxford) disse recentemente numa entrevista:

“Precisamos avançar para além das categorias tradicionais de esquerda vs. direita, e desenhar um modelo de capitalismo que seja inclusivo, resiliente e ambientalmente sustentável. Esse é o desafio da nossa geração”.

Propor uma sociedade melhor para os nossos filhos, não necessariamente passa pela reinvenção da roda. “Próximo Papa diz que Trump poderia ser como ‘o melhor presidente’ Reagan“.

Precisamos mais do que nunca de bom senso.

Margaret Thatcher deixou uma frase interessante:

“As nações Democráticas devem tentar encontrar formas de matar de fome o terrorista e o sequestrador, com o oxigênio da publicidade de que dependem.”

O que eu quero dizer com isso? A grande mídia, como sempre, não revela que a esquerda anda de braços dado com o Islã.

O Islã não é uma minoria e muito menos raça. Islamofobia é pura demagogia contra o Kafir (infiel).

Quem defende foto com o Hijab em documentos oficiais (passaporte por exemplo) e tenta introduzir o Ensino Islâmico nas Escolas Brasileiras?  Advinha…  Leia este artigo: A vereadora Anice Gazzaoui (PT) defende o seguinte

O blog Portal Conservador
 questiona o deputado Jean Wyllys, 
observando  que os gays 
serão fatalmente atingidos,
 pois o Islamismo é totalmente anti-homossexual.  
E mais, se o Ensino Islâmico 
for aprovado 
"irá promover uma religião 
em detrimento das demais, 
e justamente sobre  a parcela da sociedade
 mais indefesa, as crianças." 
 http://buff.ly/SMV9Tl 

Isso nada mais é do que a Sharia se impondo no Brasil.

Ator preponderante que há 1.400 anos despeja um ódio mortal a Judeus, Cristãos etc. Algo em torno de 270 milhões de pessoas foram massacradas pelo Islã. Se podemos afirmar que a esquerda odeia o Cristianismo, e é fato, logo podemos afirmar que a esquerda e o globalismo tem uma interseção com o Islamismo. Anotações hackeadas: George Soros Network promoveu intensamente a ‘Islamofobia’ após ataque terrorista Islâmico

A esquerda, em particular, nos convenceram de que criticar o Islã é ser “intolerante”.  Assim que alguém criticar o Islã a primeira resposta que ouve é  “você é um racista”. Isso não é verdade. O Islã é uma ideologia não uma raça. Você pode criticar o Islã da mesma forma que pode criticar o comunismo, o liberalismo, o feminismo, etc.

A esquerda está sempre no futuro. Nunca no presente, é sempre para depois, sempre para “algum dia”, igualzinho ao Islã: “A paz virá quando o Islã dominar o mundo“. Isto é ridículo.

Veja o que estão fazendo com o Donald Trump. Não suportaram a derrota e agora o acusam de Fascista, Nazista etc. Pânico em Hollywood: 100 celebridades prometem parar o ‘perigoso’ Donald Trump

A vinda em massa de migrantes para o Brasil é oportunismo político barato. A tempestade perfeita.

Leiam este artigo escrito em 2015 por  Dorrit Harazim, O Globo‘Onde está o mundo? Compare esse artigo com o que está acontecendo na Europa atualmente e irão entender tudo.

Encerro a questão com três artigos brilhantes:

1 – Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

2 -Por que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

3 –A Revolução Globalista – Olavo de Carvalho


REVOLUÇÃO POLÍTICA EM EFERVESCÊNCIA NA EUROPA

  • As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã… Eles traíram seus próprios cidadãos.
  • Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.
  • Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).
  • Teremos que desislamizar nossas sociedades… Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.
  • Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.

O Estado Islâmico reivindicou o ataque terrorista de segunda-feira,19 de dezembro, em Berlim, no qual doze pessoas morreram atropeladas por um caminhão em uma feira natalina.

O assassino conseguiu escapar. No entanto, no caminhão a polícia encontrou documentos de identidade pertencentes a Anis A., um tunisiano que chegou à Alemanha como candidato a asilo em 2015.

(Imagem: captura de tela da RTL Nieuws)

No ano passado, ao abrir as fronteiras da Alemanha a quase um milhão de refugiados e candidatos a asilo, a chanceler alemã Angela Merkel convidou o Cavalo de Troia do Islã ao seu país. Entre os assim chamados refugiados se encontravam muitos rapazes de origem islâmica, cheios de ódio ao Ocidente e a sua civilização. Um deles era Anis A.

Levou quase um ano para que as autoridades alemãs rejeitassem seu pedido de asilo, enquanto isso o homem já tinha desaparecido. A polícia está agora em seu encalço como principal suspeito do ataque de segunda-feira em Berlim.

As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã. Suas marcas estão aí para que todos possam ver. Em outubro um requerente a asilo afegão estuprou e assassinou uma alemã de 19 anos de idade em Freiburg. Um menino iraquiano de 12 anos foi pego antes que pudesse explodir uma bomba repleta de pregos em um mercado de Natal em Ludwigshafen.

No verão passado, um afegão armado com um machado atacou passageiros em um trem em Heidingsfeld, um sírio assassinou uma mulher grávida com um facão em Reutlingen, outro sírio detonou uma bomba atada ao corpo em um festival de música em Ansbach, um palestino tentou decapitar um cirurgião em Troisdorf. E quem pode esquecer o que aconteceu na última Passagem do Ano Novo, quando turbas de migrantes estupradores atacaram centenas de mulheres em Colônia?

No ano em curso, 1.500 policiais estarão patrulhando as ruas de Colônia na véspera do Réveillon. Dez vezes mais do que no ano passado. Quantos policiais serão necessários no próximo ano? E no ano seguinte? E o que vai acontecer quando eles estiverem em desvantagem? O necessário não são apenas mais policiais, o imprescindível é que haja uma revolução política democrática.

Os Políticos São os Culpados

Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.

Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).

Em vez de se informarem, eles abriram as fronteiras de seu país à imigração em massa e incentivaram a vinda de candidatos a asilo, apesar do fato do Estado Islâmico ter anunciado que iria enviar terroristas ao Ocidente disfarçados de requerentes a asilo.

Eles até permitiram que combatentes que viajaram para a Síria voltassem para a Europa, em vez de cassar sua cidadania e impedir a sua reentrada. Eles sequer os prenderam. Em suma, eles são culpados de negligência gravíssima. Eles traíram seus próprios cidadãos.

O tsunami dos requerentes a asilo de 2015 só exacerbou uma situação que já era terrível. Há quase uma década, em 2008, um estudo realizado pela Universidade de Amsterdã (muito de esquerda) revelou que 11% de todos os muçulmanos que estão na Holanda concordam que há situações em que eles acham que é aceitável usar a violência em nome da sua religião.

Isto significa que somente no meu país, a Holanda, há 100.000 muçulmanos que estão pessoalmente dispostos a fazer uso da violência. O exército holandês, no entanto, conta com menos de 50.000 soldados. Assim sendo, mesmo se posicionarmos o exército inteiro para proteger as feiras natalinas, teatros, casas noturnas, festivais, shoppings centers, igrejas e sinagogas, não teremos condições de garantir a segurança de todos os nossos cidadãos.

É por isso que não há a menor sombra de dúvida que 2017 trará à Alemanha e a todo o Ocidente mais violência, mais ataques contra nossas mulheres e filhas, mais derramamento de sangue, mais lágrimas, mais tristeza. A terrível verdade é que não temos a menor ideia do que vem por aí.

Mas isso não significa que não há esperança.

Assim como a presente situação de perigo foi criada por políticos que se recusam a ver a horrível realidade do Islã e que se recusam a fazer o seu dever, a solução para o gigantesco problema autoinfligido que o Ocidente está sofrendo atualmente também precisa de uma decisão política.

Consertando uma Europa fragmentada

Teremos que desislamizar nossas sociedades. Com efeito, cada medida que tomarmos para atingir esse objetivo: acabar com toda a imigração de países islâmicos, a prisão preventiva de muçulmanos radicais, a promoção da remigração voluntária, a desnaturalização e expulsão de criminosos com dupla nacionalidade, será um passo na direção de uma sociedade mais segura para nós e para nossos filhos. Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.

Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.

Temos que tirar do poder políticos como Angela Merkel, meu fraco primeiro-ministro holandês Mark Rutte e seus colegas com a mesma mentalidade em outros países. Temos o dever de libertar nossos países.

E acreditem, meus amigos, é exatamente isso que vamos fazer. Os terroristas que esperam quebrar a nossa determinação com atrocidades sangrentas não terão sucesso. Escolheremos líderes novos e corajosos, vamos desislamizar, vamos vencer!

Geert Wilders é membro do Partido Holandês e líder do Partido da Liberdade

A Verdade sobre a Inquisição Espanhola

Fonte/Source: The Truth about the Spanish Inquisition – Crisis Magazine

A Verdade sobre a Inquisição Espanhola

Por Thomas F. Madden

Por ter sido profissional e eficiente, a Inquisição Espanhola guardou registros muito bons. Esses documentos são uma mina de ouro para os historiadores modernos que veem mergulhando avidamente neles. Até o momento, os frutos dessa pesquisa tem deixado uma coisa absolutamente clara — o mito da Inquisição Espanhola não tem nada a ver com a realidade.

A cena é uma sala de aparência simples com uma porta à esquerda. Um jovem agradável, importunado por perguntas tediosas e irrelevantes, exclama num tom frustrado, “Eu não esperava uma espécie de Inquisição Espanhola.” De repente, a porta irrompe aberta para revelar o Cardinal Ximenez acompanhando pelo Cardeal Fang e o Cardinal Biggles. “Ninguém espera uma Inquisição Espanhola!” Grita Ximenez. “Nossa arma principal é a surpresa… surpresa e medo… medo e surpresa… Nossas duas armas são o medo e a surpresa… e a eficácia brutal… Nossas três armas são medo, surpresa e eficácia brutal… e uma devoção quase fanática ao Papa… Nossos quatros… não… Entre as nossas armas… Entre nossos armamentos… estão elementos tais como medo, surpresa… Eu vou entrar novamente.”

images
Credit: BBC

Qualquer pessoa que não esteve vivendo sob uma pedra nos últimos 30 anos certamente reconhecerá essa famosa cena do Monty Python´s Flyinc Circus. Nesses esquetes, três capas escarlates e inquisidores ineptos, torturam suas vitimas com instrumentos como travesseiros e cadeira confortável. A coisa toda é engraçada porque a audiência sabe muito bem que a Inquisição Espanhola nunca foi inepta e muito menos confortável, mas cruel, intolerante, e mortal. Ninguém precisa ter lido O Poço e o Pêndulo de Edgar Allan Poe para ter ouvido das masmorras escuras, clérigos sádicos e torturas excruciantes da Inquisição Espanhola. O suporte, a donzela de ferro, as fogueiras em que a Igreja Católica despejava seus inimigos aos milhões: Esses são todos os ícones familiares da Inquisição Espanhola, firmemente estabelecidos em nossa cultura.

A imagem da Inquisição Espanhola é muito útil para aqueles que não possuem um pingo de amor pela Igreja Católica. Qualquer pessoa que queira espancar a cabeça e os ombros da Igreja não tardará muito para pegar seus dois tacos de baseball prediletos: as Cruzadas e a Inquisição Espanhola. Já tratei das Cruzadas em “A Verdade Sobre as Cruzadas“. Agora estou com o outro taco.

A fim de compreender a Inquisição Espanhola, que começou no final do século 15, devemos examinar brevemente o seu antecessor, a Inquisição Medieval. Antes de fazê-lo, no entanto, vale a pena mencionar que o mundo medieval não era o mundo moderno. Para as pessoas medievais, a religião não era algo que só se faz na Igreja. Isso era a sua ciência, sua filosofia, sua política, sua identidade e sua esperança de salvação. Não era uma preferência pessoal, mas uma verdade permanente e universal. A heresia, em seguida, atingiu o coração dessa verdade. Condenou o herege, e pôs em perigo aqueles que estavam por perto, e destruiu o tecido da comunidade. Os Europeus medievais não estavam sozinhos nessa visão. Ela foi compartilhada por inúmeras culturas ao redor do mundo. A prática moderna de tolerância religiosa universal é em si muito nova e exclusivamente Ocidental.

Os líderes seculares e eclesiásticos da Europa medieval abordaram a heresia de maneiras diferentes. A lei Romana equacionou a heresia como traição. Por quê? Porque a Realeza foi concedida por Deus, tornando assim a heresia um desafio inerente à autoridade real. Heréticos dividiam as pessoas, causando inquietação e revolta. Nenhum Cristão duvidou que Deus fosse punir uma comunidade que permitisse a heresia se enraizar e se espalhar. Reis e plebeus, portanto, tinham um bom motivo para encontrar e destruir os hereges onde quer que os encontrem — e assim fizeram com gusto.

Um dos mitos mais duradouros da Inquisição é que ela era um instrumento de opressão imposta aos relutantes Europeus por uma Igreja sedenta de poder. Nada poderia estar mais equivocado. Na verdade, a Inquisição trouxe ordem, justiça e compaixão para combater a secular e popular perseguição desenfreada aos hereges. Quando o povo de uma aldeia encurralava um herege suspeito e o levava à presença do senhor local, como era ele para ser julgado? Como poderia um leigo iletrado determinar se as crenças do acusado eram heréticas ou não? E como eram as testemunhas para serem ouvidas e analisadas?

A Inquisição medieval começou em 1184 quando o Papa Lucius III enviou uma lista de heresias aos bispos da Europa e ordenou-lhes que assumissem um papel ativo para determinar se os acusados de heresia eram, de fato, culpados. Em vez de depender dos tribunais seculares, senhores locais, ou apenas das plebes, os bispos foram para ver se os acusados em suas dioceses estavam sendo examinados por clérigos experientes, usando leis Romanas de evidências. Em outras palavras, foram para “inquirir” — Daí, o termo “inquisição”.

Do ponto de vista das autoridades seculares, hereges eram traidores de Deus e do rei e, portanto, merecia a morte. Do ponto de vista da Igreja, no entanto, herege era uma ovelha perdida que havia se desviado do rebanho. Como pastores, o papa e os bispos tinham o dever de levar as ovelhas de volta ao redil, assim como o Bom Pastor havia ordenado. Assim, enquanto os líderes seculares medievais estavam tentando salvaguardar os seus reinos, a Igreja estava tentando salvar almas. A Inquisição forneceu um meio para os hereges escaparem da morte e voltar para a comunidade.

A maioria das pessoas acusadas de heresia pela Inquisição medieval ou foram absolvida ou a sua pena suspensa. Aquele considerado culpado de um grave erro era autorizado a confessar seus pecados, fazer penitência, e ser restaurado para o Corpo de Cristo. A hipótese subjacente da Inquisição era que, como ovelhas perdidas, o herege havia simplesmente se desviado. Se, no entanto, um inquisidor determinasse que uma ovelha em particular tivesse propositadamente se afastada por hostilidade para com o rebanho, não havia mais nada que pudesse ser feito. Hereges impenitentes ou obstinados eram excomungados e entregues às autoridades seculares. Apesar do mito popular, a Igreja não queimou o herege. Foi a autoridade secular que considerou a heresia uma ofensa capital. A realidade é que a Inquisição medieval salvou incontáveis milhares de pessoas inocentes (e mesmo as não tão inocentes) que de outra forma teriam sido torradas pelos senhores seculares ou pela regra da plebe.

Tendo o poder dos papas medievais crescido, também o fez a extensão e a sofisticação da Inquisição. A introdução dos Franciscanos e Dominicanos, no início do século 13 forneceu ao papado um grupo de religiosos, dedicados e desejosos a devotar suas vidas a salvação do mundo. Pela razão de sua ordem ter sido criada para debater com os hereges e pregar a fé Católica, os Dominicanos tornaram-se especialmente ativos na inquisição.

Seguindo os códigos de leis mais progressistas do dia, a Igreja no século 13 formou tribunais inquisitoriais que respondiam a Roma em vez de bispos locais. Para assegurar a equidade e a uniformidade, manuais foram escritos para as autoridades inquisitoriais. Bernard Gui, mais conhecido hoje como o inquisidor fanático e do mal em O Nome da Rosa, escreveu um manual particularmente influente. Não há nenhuma razão para acreditar que Gui fosse qualquer coisa parecida com o seu retrato ficcional.

Por volta do século 14, a Inquisição representou as melhores práticas legais disponíveis. Autoridades da Inquisição eram especialistas com formação universitária em direito e teologia. Os procedimentos eram semelhantes aos usados em inquisições seculares (chamados de “inquéritos” hoje em dia, mas é a mesma palavra).

O poder dos reis aumentou dramaticamente nos final da Idade Média. Governantes seculares apoiaram fortemente a Inquisição, porque viram nisso uma forma eficiente de garantir a saúde religiosa de seus reinos. De qualquer forma, os reis criticaram a Inquisição por ser muito leniente com os hereges. Como em outras áreas de controle eclesiástico, as autoridades seculares no final da Idade Média começaram a assumir a Inquisição, removendo-a da supervisão papal. Na França, por exemplo, funcionários reais assistidos por juristas da Universidade de Paris assumiram o controle da Inquisição Francesa. Os reis justificaram isso, convictos de que conheciam melhor do que o distante papa, em como lidar com a heresia em seus próprios reinos.

Essas dinâmicas ajudariam a formar a Inquisição Espanhola —, mas havia outras também. A Espanha era, em muitos aspectos, bem diferente do resto da Europa. Conquistada pela jihad Muçulmana no século VIII, a Península Ibérica tinha sido um lugar de quase guerra constante. Por conta de suas fronteiras, entre os reinos Cristãos e Muçulmanos, terem mudado rapidamente ao longo dos séculos, era do interesse da maioria dos governantes a prática de um bom grau de tolerância para com outras religiões. A habilidade de Muçulmanos, Cristãos e Judeus para viverem juntos, chamado de convivencia pelos Espanhóis, era uma raridade na Idade Média. Na verdade, a Espanha foi o lugar mais diverso e tolerante da Europa medieval. A Inglaterra expulsou todos os seus Judeus em 1290. A França fez o mesmo em 1306. No entanto, na Espanha, os Judeus prosperaram em todos os níveis sociais.

Mas foi talvez inevitável que as ondas de antissemitismo que varreram toda a Europa medieval acabassem por encontrar o seu caminho na Espanha. Inveja, ganância e credulidade levaram a crescentes tensões entre Cristãos e Judeus no século 14. Durante o verão de 1391, plebes urbanas em Barcelona e em outras cidades invadiram bairros Judeus, encurralaram os Judeus, e deram a eles duas opções, o batismo ou a morte. A maioria optou pelo batismo. O rei de Aragão, que tinha feito o seu melhor para estancar os ataques, mais tarde lembrou seus súditos da doutrina bem estabelecida da Igreja sobre a questão de batismos forçados — eles não contam. Decretou que todo Judeu que aceitou o batismo para evitar a morte poderia voltar à sua religião.

Mas a maioria destes novos convertidos, ou conversos, decidiu permanecer Católica. Havia muitas razões para isso. Alguns acreditavam que a apostasia os tornou impróprios para serem Judeus. Outros temeram que o retorno ao Judaísmo fosse deixá-los vulneráveis a ataques futuros. Ainda outros viram o seu batismo como uma maneira de evitar o aumento do número de restrições e impostos incidentes sobre os Judeus. Com o passar do tempo, os conversos se estabeleceram em sua nova religião, tornando-se tão piedosos quantos os outros Católicos. Seus filhos foram batizados no nascimento e criados como Católicos. Mas permaneceram em um submundo cultural. Apesar de Cristãos, a maioria dos conversos ainda falava, vestia e comia como Judeu. Muitos continuaram a viver em bairros Judeus para ficarem próximos aos membros da família. A presença de conversos teve como efeito de Cristianizar o Judaísmo Espanhol. Este, por sua vez levou a um fluxo constante de conversões voluntárias ao Catolicismo.

Em 1414 realizou-se um debate em Tortosa entre líderes Cristãos e Judeus. O Papa Bento XIII participou pessoalmente. Do lado Cristão estava o médico papal, Jerónimo de Santa Fé, que recentemente havia se convertido ao Judaísmo. O debate trouxe uma onda de novas conversões voluntárias. Só em Aragon, 3.000 Judeus receberam o batismo. Tudo isso causou uma boa dose de tensão entre aqueles que permaneceram Judeus e aqueles que se tornaram Católicos. Rabinos Espanhóis, após 1.391, consideraram os conversos Judeus, uma vez que tinha sido forçado ao batismo. No entanto, por volta de 1.414, rabinos sublinharam repetidamente que conversos eram realmente verdadeiros Cristãos, uma vez que tinha voluntariamente deixado o Judaísmo.

Em meados do século 15, uma nova cultura conversa floresceu na Espanha — Judeus em etnia e cultura, mas Católicos em religião. Conversos, sejam os novos convertido ou descendentes dos convertidos, tiveram enorme orgulho dessa cultura. Alguns chegaram a afirmar que foram melhores do que os “Antigos Cristãos”, já que como Judeus eram parentes de sangue do próprio Cristo. Quando o converso bispo de Burgos, Alonso de Cartagena rezou a Ave Maria, dizia com orgulho, “Santa Maria, Mãe de Deus e minha parente de sangue, rogai por nós pecadores…”.

A expansão da riqueza do converso e o poder na Espanha levaram a uma reação, particularmente entre os aristocratas e os Antigos Cristãos da classe média. Ressentiram-se da arrogância dos conversos e invejaram seus sucessos. Vários panfletos foram escritos demonstrando que praticamente toda linhagem nobre da Espanha tinha sido infiltrada por conversos. Teorias da conspiração antissemitas abundavam. Os conversos, dizia-se, era parte de uma conspiração Judaica, elaborada para assumir a nobreza Espanhola e a Igreja Católica, os destruindo a partir do seu interior. Os conversos, de acordo com esta lógica, não eram Cristãos sinceros, mas Judeus secretos.

A erudição moderna tem definitivamente demonstrado que, como a maioria das teorias da conspiração, essa era pura imaginação. A grande maioria dos conversos eram bons Católicos que simplesmente tinha orgulho de sua herança Judaica. Surpreendentemente, muitos autores modernos — na verdade, muitos autores Judeus — adotaram essas fantasias antissemitas. É comum hoje em dia ouvir que os conversos realmente eram Judeus secretos, lutando para manter sua fé escondida sob a tirania do Catolicismo. Até mesmo o American Heritage Dictionary descreve “converso” como “um Judeu Espanhol ou Português, que se converteu ao Cristianismo aparentemente no final da Idade Média, de modo a evitar a perseguição ou expulsão, embora muitas vezes continuando a praticar o Judaísmo em segredo.” Isto é simplesmente falso.

Mas o barulho constante das acusações convenceu o Rei Fernando e a Rainha Isabel de que a questão dos Judeus secretos deveria ser no mínimo investigada. Respondendo a seu pedido, o Papa Sixtus IV emitiu uma bula em 01 de novembro de 1.478, permitindo que a coroa formasse um tribunal inquisitorial que consistisse em dois ou três sacerdotes com 40 anos de idade. Como era de costume naquela época, os monarcas tinham autoridade total sobre os inquisidores e a Inquisição. Ferdinando, que tinha muitos Judeus e conversos na sua corte, não estava, em primeiro lugar, excessivamente entusiasmado com a coisa toda. Dois anos se passaram antes que tivesse finalmente nomeado dois homens. Assim começou a Inquisição Espanhola.

Rei Ferdinando parecia ter acreditado que a investigação iria se transformar em algo irrisório. Estava errado. Um barril de pólvora cheio de ressentimento e ódio explodiu em toda Espanha por conta dos inimigos dos conversos — ambos Cristãos e Judeus — que saíram da toca para denunciá-los. Aposta e oportunismo foram os motivadores primários. No entanto, o grande volume de acusações oprimiu os inquisidores. Pediram e receberam mais assistentes, mas quanto maior a Inquisição se tornava mais acusações recebiam. Por fim, mesmo Ferdinando se convenceu de que o problema dos Judeus secretos era real.

Nessa fase inicial da Inquisição Espanhola, Antigos Cristãos e Judeus usaram os tribunais como arma contra seus inimigos conversos. Uma vez que o único objetivo da Inquisição era investigar os conversos, os Antigos Cristãos não tinham nada a temer. A sua fidelidade à fé Católica não estava sob investigação (embora estivesse longe de ser pura). Quanto aos Judeus, estavam imunes à Inquisição.  Lembre-se, a finalidade da inquisição era encontrar e corrigir as ovelhas perdidas do rebanho de Cristo. Ela não tinha jurisdição sobre outros rebanhos. Aqueles que leem a história deles através do livro de Mel Brooks, a História do Mundo, Parte I, se surpreenderão ao saber, que todos aqueles Judeus resistindo a várias torturas nas masmorras da Inquisição Espanhola, nada mais são do que um produto da imaginação fértil de Brooks. Os Judeus da Espanha não tinham nada a temer da Inquisição Espanhola.

No início, época de rápida expansão, houve bastante abuso e confusão. A maioria dos conversos acusados foi absolvida, mas nem todos. A queima na fogueira, amplamente divulgada — muitas vezes devido a um descarado falso testemunho — justificadamente assustava outros conversos. Aqueles que tinham inimigos frequentemente saiam da cidade antes que pudessem ser denunciados. Por onde olhassem, inquisidores achavam mais acusadores. Enquanto a Inquisição se expandia por toda Aragão, o nível de histeria atingia novas alturas. O Papa Sixtus IV tentou por um fim a isso tudo. Em 18 de Abril de 1482, escreveu aos bispos da Espanha:

Em Aragão, Valência, Maiorca e Catalunha a Inquisição tem sido durante algum tempo conduzida não por zelo pela fé e pela salvação das almas, mas pelo desejo de riqueza. Muitos verdadeiros e fiéis Cristãos, no depoimento de inimigos, rivais, escravos e outros mais baixos e ainda pessoas menos apropriadas, têm sido empurrados, sem qualquer prova legítima, às prisões seculares, tortura e condenados como hereges reincidentes, privados de seus bens e propriedades e entregues ao braço secular para serem executados, para o perigo das almas, dando um exemplo pernicioso, e causando desgosto para muitos.

Sixtus ordenou que os bispos tivessem participação direta em todos os tribunais futuros.  Eles deveriam garantir que as normas consolidadas de justiça da Igreja fossem respeitadas. Os acusados deveriam ter assessoria jurídica e o direito de apelar seu caso a Roma.

Na Idade Média, os comandos do papa teriam sido obedecidos. Mas esses dias se foram. Rei Fernando ficou indignado quando soube da carta. Ele escreveu a Sixtus, sugerindo abertamente que o papa tinha sido subornado com ouro converso:

Coisas têm sido ditas a mim, Santo Padre, que, se for verdade, parece merecer o maior espanto… Para esses rumores, no entanto, não temos dado nenhuma credibilidade, porque parecem ser coisas que de modo algum foram concedidas pela Sua Santidade que tem um dever para com a Inquisição. Mas se por acaso concessões foram feitas através da persuasão persistente e astúcia dos conversos, pretendo jamais deixá-las entrar em vigor. Tome cuidado, pois, para não deixar o assunto ir mais longe, e para revogar quaisquer concessões e confiar-nos com o cuidado desta questão.

Esse foi o fim da participação do papado na Inquisição Espanhola. Ele passaria a ser um braço da monarquia Espanhola, separado da autoridade eclesiástica. É estranho, portanto, que a Inquisição Espanhola seja tão frequentemente descrita nos dias de hoje como um dos grandes pecados da Igreja Católica. A Igreja Católica, como instituição, não tinha quase nada a ver com isso.

Em 1483 Ferdinando designou Tomás de Torquemada como inquisidor−geral para a maior parte da Espanha. Era responsabilidade de Torquemada estabelecer regras de prova e processos para a Inquisição, bem como a criação de filiais nas principais cidades. Sixtus confirmou a nomeação, na esperança de que ele iria trazer alguma ordem para a situação.

Infelizmente, o problema virou uma bola de neve. Esse foi o resultado direto dos métodos empregados pela antiga Inquisição Espanhola, que se desviou significativamente dos padrões da Igreja. Quando os inquisidores chegaram a uma determinada área, anunciavam um Édito da Graça. Isso significava um período de 30 dias em que os Judeus secretos poderiam voluntariamente vir à frente, confessar seu pecado e fazer penitência. Significava também um tempo para que, aqueles com informações sobre Cristãos praticando Judaísmo em segredo, pudessem torná-las conhecida pelo tribunal. Aqueles considerados culpados após os 30 dias decorridos poderiam ser queimados na fogueira.

Para os conversos, por conseguinte, a chegada da Inquisição certamente deixou suas mentes focadas. Eles geralmente tinham muitos inimigos, qualquer um dentre os quais poderia optar por dar falso testemunho. Ou, seriam suas práticas culturais suficientes para uma condenação? Quem poderia saber? A maioria dos conversos, portanto, fugiram ou se alinharam para confessar. Aqueles que não fizeram o mesmo se arriscavam ao inquérito, de modo que qualquer tipo de boato ou de prova, não importava quão velho ou suspeito, era aceito.

A oposição dentro da hierarquia da Igreja Católica à Inquisição Espanhola só aumentou. Muitos clérigos salientavam que eram contrários a todas as práticas aceitas para que os hereges fossem queimados sem a instrução da Fé. Se os conversos fossem culpados em tudo, era apenas por ignorância, não por heresia intencional. Numerosos clérigos, dos níveis mais altos, queixaram-se com Ferdinando. A oposição à Inquisição Espanhola também continuou em Roma. O sucessor de Sixtus, Innocent VIII, escreveu duas vezes ao rei pedindo por mais compaixão, misericórdia e clemência aos conversos —, mas sem sucesso.

À medida que a Inquisição Espanhola ganhava força, os envolvidos tornavam-se cada vez mais convencidos de que os Judeus da Espanha estavam seduzindo ativamente os conversos de volta para sua antiga fé. Isso era uma ideia boba, não mais real do que as teorias anteriores da conspiração. Mas Ferdinando e Isabella foram influenciados por isso. Ambos monarcas tinham amigos e confidentes Judeus, mas eles também sentiram que seu dever para com seus súditos Cristãos os obrigava a afastar o perigo. A partir de 1482, expulsaram os Judeus de áreas específicas onde o problema parecia maior. Durante a década seguinte, porém, estavam sob uma crescente pressão para remover a percebida ameaça. A Inquisição Espanhola, isso foi acordado, nunca poderia ter sucesso trazendo os conversos de volta ao redil, enquanto os Judeus minavam o trabalho. Finalmente, em 31 de Março de 1492, os monarcas emitiram um édito de expulsão para todos os Judeus da Espanha.

Ferdinando e Isabella esperavam que o seu édito resultasse na conversão da maioria dos Judeus restantes em seu reino. Estavam em grande parte corretos. Muitos Judeus em altas posições, incluindo aqueles da corte real, aceitaram o batismo imediatamente. Em 1492 a população Judaica da Espanha era calculada em 80.000. Cerca da metade foi batizada e, assim, manteve sua propriedade e os meios de subsistência. O resto partiu, mas muitos deles eventualmente regressaram a Espanha, onde recebeu o batismo e tiveram suas propriedades restauradas. Quanto à Inquisição Espanhola, a expulsão dos Judeus significava que o número de casos de conversos era agora muito maior.

Os primeiros 15 anos da Inquisição Espanhola, sob a direção de Torquemada, foram o mais mortais. Aproximadamente 2.000 conversos foram colocados nas chamas. Em 1.500, no entanto, a histeria tinha acalmado. O sucessor de Torquemada, o cardeal arcebispo de Toledo, Francisco Jiménez de Cisneros, trabalhou duro para reformar a Inquisição, removendo as maçãs podres e reformando os procedimentos. Cada tribunal recebeu dois inquisidores Dominicanos, um consultor jurídico, um policial, um promotor, e um grande número de assistentes. Com exceção de dois Dominicanos, todos esses eram funcionários leigos da realeza. A Inquisição Espanhola foi em grande parte financiada por confiscos, mas estes não eram frequentes ou grandes. Na verdade, mesmo no auge da Inquisição foi sempre apenas para fazer face às despesas. Após as reformas, a Inquisição Espanhola teve muito poucos críticos. Formada por profissionais jurídicos bem-educados, era um dos órgãos judiciais mais eficientes e compassivos da Europa.  Nenhuma grande corte da Europa executou menos pessoas do que a Inquisição Espanhola. Essa era uma época, afinal de contas, que danificar arbustos de um jardim público em Londres acarretava em pena de morte. Em toda a Europa, execuções eram eventos diários. Mas não foi assim com a Inquisição Espanhola. Em seus 350 anos de vida apenas cerca de 4.000 pessoas foram condenados à fogueira. Compare isso à caça às bruxas que se alastrou por todo o resto da Europa Católica e Protestante, onde 60.000 pessoas, a maioria mulheres, foram torradas. A Espanha foi poupada dessa histeria precisamente porque a Inquisição Espanhola parou na fronteira. Quando as primeiras acusações de feitiçaria surgiram no norte da Espanha, a Inquisição enviou pessoas para investigar. Esses juristas treinados não encontraram nenhuma evidência crível para o Sabbat das bruxas, magia negra, ou bebês assando na fogueira. Perceberam também que aqueles confessando bruxaria tinham uma curiosa incapacidade para voar através do buraco da fechadura. Enquanto os Europeus estavam jogando mulheres nas fogueiras sem cerimônia, a Inquisição Espanhola bateu fechou a porta com força contra essa insanidade. (Para registro, a Inquisição Romana impediu que a mania de bruxa infectasse a Itália.).

E sobre as masmorras escuras e câmaras de tortura? A Inquisição Espanhola teve prisões, é claro. Mas elas não eram especialmente escuras nem do tipo calabouço. De fato, as prisões Espanholas eram amplamente consideradas como as melhores da Europa. Houve mesmo casos de criminosos na Espanha propositadamente blasfemando de modo a serem transferidos para as prisões da Inquisição. Como todos os tribunais da Europa, a Inquisição Espanhola usou a tortura. Mas a utilizou poucas vezes, muito menos do que outros tribunais. Os pesquisadores modernos descobriram que a Inquisição Espanhola aplicou a tortura em apenas dois por cento dos casos. Cada instância de tortura foi limitada para no máximo 15 minutos. Em apenas um por cento dos casos a tortura foi aplicada duas vezes e nunca uma terceira vez.

A conclusão inevitável é que, pelos padrões da época, a Inquisição Espanhola foi positivamente iluminada. Essa foi a avaliação da maioria dos Europeus até 1.530. Foi então que a Inquisição Espanhola voltou sua atenção para longe dos conversos e sobre a nova Reforma Protestante. O povo da Espanha e seus monarcas estavam decididos de que o Protestantismo não iria se infiltrar em seu país como aconteceu na Alemanha e na França. Os métodos da Inquisição não se alteraram. Execuções e tortura permaneceram raras. Mas o seu novo alvo mudaria para sempre sua imagem.

Por meados do século 16, a Espanha foi o país mais rico e mais poderoso da Europa. Rei Filipe II via a si mesmo e seus compatriotas como defensores fiéis da Igreja Católica. Menos ricos e menos poderosos eram as áreas protestantes da Europa, incluindo a Holanda, norte da Alemanha e a Inglaterra. Mas eles tinham uma nova e potente arma: a imprensa. Embora os Espanhóis tivessem derrotado os protestantes no campo de batalha, perderiam a guerra de propaganda. Esses foram os anos em que a famosa “Legenda Negra” da Espanha foi forjada. Inúmeros livros e panfletos lançados pela impressa do norte acusavam o Império Espanhol da depravação desumana e atrocidades horríveis no Novo Mundo. A opulenta Espanha foi marcada como um lugar de trevas, ignorância e do mal. Embora estudiosos modernos tenham descartado muito tempo atrás a Lenda Negra, ela ainda permanece muito viva hoje em dia. Rápido: Pense num bom conquistador.

A propaganda Protestante, que teve como objetivo a Inquisição Espanhola, inspirou-se livremente a partir da Lenda Negra. Mas também tinha outras fontes. Desde o início da Reforma, os Protestantes tiveram dificuldade para explicar a diferença de 15 do século desde quando Cristo instituiu a Sua Igreja e a fundação das igrejas Protestantes. Católicos naturalmente apontaram para o problema, acusando os Protestantes de terem criado uma nova igreja separada da de Cristo. Protestantes responderam que sua igreja fora criada por Cristo, mas que tinham sido obrigados à clandestinidade pela Igreja Católica. Assim como o Império Romano havia perseguido os Cristãos, agora seu sucessor, a Igreja Católica Romana, continuou a persegui-los durante toda a Idade Média. Inconvenientemente, não havia Protestantes na Idade Média, ainda assim autores Protestantes os encontraram de qualquer maneira sob o disfarce de várias heresias medievais. (Eles estavam na clandestinidade, afinal de contas.) Sob essa luz, a Inquisição medieval era nada mais do que uma tentativa de esmagar a escondida, verdadeira igreja. A Inquisição Espanhola, ainda ativa e extremamente eficiente em manter os Protestantes fora da Espanha, foi para os escritores Protestantes meramente a versão mais recente dessa perseguição. Misture liberalmente com a Lenda Negra, e você tem tudo que precisa para produzir pista após pista sobre a hedionda e cruel Inquisição Espanhola. E assim o fizeram.

O povo Espanhol amava sua Inquisição. É por isso que durou tanto tempo. Ela ficou de guarda contra o erro e a heresia, protegendo a fé da Espanha e assegurando a graça de Deus. Mas o mundo estava mudando. Com o tempo, o Império Espanhol desapareceu. A riqueza e o poder deslocaram-se para o norte, em particular para a França e a Inglaterra. Até o final do século 17, novas ideias de tolerância religiosa borbulharam entre os cafés e salões da Europa. Inquisições, ambas Católicas e Protestantes, murcharam. Os Espanhóis teimosamente mantiveram a sua, e por isso, foram ridicularizados. Filósofos Franceses como Voltaire viram na Espanha um modelo da Idade Média: fraca, bárbara, supersticiosa. A Inquisição Espanhola, já estabelecida como uma ferramenta sanguinária de perseguição religiosa foi ridicularizada pelos pensadores iluministas como uma arma brutal da intolerância e ignorância. Uma nova, Inquisição Espanhola fictícia havia sido construída, projetada pelos inimigos da Espanha e da Igreja Católica.


Este artigo foi publicado originalmente na edição de Setembro de 2003 pela Crisis Magazine.

Thomas F. Madden é Ex-Presidente do Departamento de História da Universidade de Saint Louis e Diretor do Centro de Estudos Medievais e Renascença. Seu livro mais recente —Empires of Trust: How Rome Built —And America Is Building —A New World.


Traduzido por Sebastian Cazeiro

 

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham

Fonte/Source: PEGIDA UK – Why I’m Joining PEGIDA in Birmingham on 6th February

Nota: PEGIDA  Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente.

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham no dia 6 de Fevereiro

29 de Janeiro de 20016

websitelogo

É muito mais provável que você encontre homens de meia idade passando o tempo com suas famílias, jogando golfe, pescando ou assistindo futebol num sábado à tarde do que tomando as ruas em protesto. E quem pode culpa-los? A vida pode realmente ser confortável e agradável.

Mas poucos deles percebem a ameaça existencial que desafia a nossa sociedade, e se percebessem iriam se sentir tão à vontade?

Esqueça o terror e o assassinato, embora para aqueles de nós que vivem nas cidades, essas ameaças agora fazem parte da nossa vida diária. A evolução demográfica terá um efeito profundo sobre este país e sua cultura ao longo das próximas décadas. Não agir agora só vai acelerar o desaparecimento do Reino Unido e levar a uma metamorfose irrevogável do nosso país em algo menos tolerante, menos democrático e mais desigual do que é hoje. Uma cultura enraizada em sua herança Cristã e encorajada pelo espírito do Iluminismo está correndo o risco de sucumbir a uma ideologia supremacista, os agentes que temos literalmente convidado para dentro de nossas vilas e cidades.

24-PEGIDA-AFP-Getty

O Islã já está produzindo um efeito pernicioso na sociedade. A autocensura da mídia em grande escala. Representações de Maomé não são mostradas, supostamente para não ofender, mas na realidade é porque jornalistas e empresas de radiodifusão têm medo de serem alvos de massacres ao estilo Charlie Hebdo. O estupro e o abuso sistemático de milhares de meninas brancas vulneráveis ​​ não foram coibidos, porque os assistentes sociais e a polícia estavam com muito medo de serem acusados de racismo ou de “Islamofobia”. O culto ao multiculturalismo tem sido imposto sobre nós, o que torna impossível a defesa do que é decente e verdadeiro.

A crítica ao Islã se tornou “discurso de ódio”; Aqueles que levantam questões legítimas sobre a ideologia são marcados como ‘Islamofóbicos’. Se você está na escola poderá ser chamado de racista, seus registros irão mostrar isso e você será penalizado e condenado ao ostracismo e suas perspectivas estarão limitadas. Pior ainda, você poderá ser processado por “crime de ódio”.

Os Judeus da França, entre muitos outros países da Europa Ocidental, estão sendo submetidos a um número crescente de ataques antissemitas, e muitos fogem para Israel, acreditando que a Europa já não é mais um lar seguro. Enquanto isso, a grande mídia aprecia conectar isso ao ressurgimento da “extrema direita”, mas na realidade é devido ao antissemitismo, que é inerente ao Islamismo e endêmico em todas as nações Islâmicas.

FILE - In this Dec. 15, 2014 file photo thousands of participants of a rally called 'Patriotic Europeans against the Islamization of the West' (PEGIDA) gather in Dresden, eastern Germany. The group said Sunday Jan. 18, 2015 it is calling off a rally planned next week in the city of Dresden because of a threat against one of its organizers. The group calling itself PEGIDA, or Patriotic Europeans against the Islamization of the West, has organized rallies every Monday in the eastern German city. Last week's event drew the biggest crowd yet, with police estimating some 25,000 people attended. It called on supporters to instead hang flags out of their windows and light candles on Monday evening. Banner reads : Nonviolent and United against Faith Wars on German soil. AP Photo/Jens Meyer)
AP Photo/Jens Meyer)

Os recentes problemas em toda Alemanha, Suécia, França entre outros países Europeus já deixaram muito claro o que esperar dos migrantes Muçulmanos, largados numa cultura alienígena, cujas normas de conduta eles não têm conhecimento ou optaram por ignorar.

Enquanto a Alemanha pode ter aberto as portas para mais de um milhão de migrantes do Oriente Médio, é preciso lembrar que dentro de poucos anos todas essas pessoas — a maioria das quais são jovens e do sexo masculino — terão o direito de vir para o Reino Unido; terão acesso aos benefícios previdenciários; terão a liberdade de impor sua cultura retrógrada, e seus costumes, sobre uma população muito assustada e subjugada para reagir contra isso. Em tal situação, a perspectiva para as nossas crianças e mulheres é muito sombria. Em poucos meses, o influxo continuará, uma vez mais, com previsões de 2-3 milhões de Muçulmanos em direção à Europa num futuro muito próximo.

Na educação temos visto o escândalo chamado Trojan Horse, em Birmingham, mas o pior, em muitos aspectos, é até que ponto os nossos próprios filhos estão sendo doutrinados.

Nota: Trojan Horse, ou seja, Operação Cavalo de Tróia, refere-se a uma tentativa organizada, por um número de indivíduos associados, para introduzir o Islamismo  em várias escolas de Birmingham, Inglaterra.

São ensinados de que o Islã é uma “religião de paz”, doutrinados para aprender os Cinco Pilares do Islã e podem até ser levados a uma mesquita e forçados a orar de joelhos para Alá — que simbolismo! Uma visão inofensiva de paz e serenidade é alimentada, completamente desprovida de verdade e da realidade do que constitui o Islã e as sociedades que o promovem. O Islã é colocado num pedestal enquanto sua própria cultura, religião e história são deformadas e ignoradas.

O Islã é em essência uma ideologia profundamente misógina, por isso não deve ser visto com surpresa quando migrantes Muçulmanos estupram meninas e mulheres Europeias. O que é profundamente chocante é a forma de como os meios de comunicação têm acobertado esses ataques, tentando nos manter acreditando que a utopia multicultural criada por nossos políticos está viva e bem. O influxo de Muçulmanos para este país tem visto o aumento de mutilação genital feminina, assassinatos “de honra”, casamento entre primos em primeiro grau — associado à maior incidência de defeitos congênitos de nascença — e a supressão e opressão de mulheres dentro de nossas fronteiras. A poligamia é essencialmente financiada pelo Estado, e os tribunais da Sharia estão operando em paralelo com o sistema legal Britânico, perpetuando assim a desigualdade feminina.

Tudo isso poderia não ser um problema se tivéssemos uma classe política educada, que tivesse conhecimento do seu próprio patrimônio cultural, que tivesse a capacidade de evitar a propaganda e ver o Islã como realmente é.

Mas nós não. Temos políticos fracos, mais interessados ​​em seus próprios interesses e em reeleição do que em apoiar os descendentes daqueles que se esforçaram para fazer do Reino Unido o que é e morreram para defendê-lo. Temos parlamentares iludidos que não entendem os dogmas do Islã, nem os escritos suprematistas, totalitários, violentos dos textos canônicos os quais exortam Muçulmanos a cometerem atos terríveis e a subverterem as sociedades daqueles que não são Muçulmanos. E só nesta semana temos Trevor Phillips, ex-chefe da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, dizendo que os Muçulmanos são diferentes e que nós simplesmente não podemos esperar que se integrem ou adotem nossos valores.

epa04493686 People march with a banner reading 'nonviolent and united against religious wars on German soil! Pegida' during a protest of right-wing initiative PEGIDA ('Patriotische Europaeer gegen die Islamisierung des Abendlandes', lit: 'Patriotic Europeans against Islamization of the Occident') in Dresden, Germany, 17 November 2014. PEGIDA claims to be against religious fanatism in any form, left-wing initiatives say the PEGIDA is promoting a hatred towards Islam and saylum seekers. EPA/MATTHIAS HIEKEL
EPA/MATTHIAS HIEKEL

Por isso, precisamos do PEGIDA UK (Reino Unido). Precisamos apoiar aqueles indivíduos corajosos como Tommy Robinson, Paul Weston e Marie Anne Waters que colocaram suas cabeças acima do parapeito, na tentativa de sensibilizar o público para essas questões. Nós precisamos dizer aos nossos políticos traidores que pensamos na dizimação que estão trazendo para este país, e os problemas incomensuráveis que resultarão se a situação continuar do jeito que está. Também precisamos educar nossos concidadãos, levantar questões que a mídia tem medo de discutir. Nós precisamos confrontar a extrema Esquerda, que está preparada para por o nosso país de joelhos, numa tentativa de derrubar o governo e o Estado de Direito.

É por isso que devemos marchar, e é por isso que PEGIDA UK (Reino Unido) merece o nosso apoio.

Por que não abrir mão de algumas horas numa tarde de inverno sombrio, dado o que está em jogo? Você pode até achar o ar fresco, e camaradagem vai te fazer bem.

Marchar no dia 06 de fevereiro é apenas um pequeno esforço, mas um que é vital para a salvaguarda do Reino Unido e do legado que nós deixaremos para os nossos filhos e netos.


Tradução: Sebastian Cazeiro

(CAIR) CULPA AMÉRICA PELO MASSACRE EM SAN BERNARDINO

Fonte/Source: CAIR Blames America for San Bernardino Massacre

(CAIR) CULPA AMÉRICA PELO MASSACRE EM SAN BERNARDINO

O retorno do mito do “ressentimento“.

Por Raymond Ibrahim

8 de dezembro de 2015

Raymond Ibrahim é Shillman Fellow da David Horowitz Freedom Center

Nota: (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas.

Outro ataque terrorista Islâmico ocorreu em solo Americano, San Bernardino, onde 14 pessoas foram assassinadas  e ninguém menos do que o coconspirador não incriminado de terrorismo Islâmico, (CAIR), está dizendo que a culpa é da América.

Frank Camp do jornal Independent relata que “Durante uma entrevista com Chris Cuomo, da CNN, na sexta-feira [4 de Dezembro], o Conselho de Relações Islâmico-Americanas (CAIR) de Los Angeles, através do seu diretor Hussam Ayloush, disse que os Estados Unidos são parcialmente responsáveis pelo Islã radical”:

Não vamos esquecer de que algumas de nossas próprias políticas externas como Americanos, como Ocidente, têm alimentado o extremismo. Quando apoiamos os líderes cruéis no Egito, ou em outros lugares. Quando apoiamos ditaduras, regimes repressivos em todo o mundo, que empurram as pessoas para a borda. Em seguida, elas se tornam extremistas; e assim elas se tornam terroristas. Nós somos em parte responsáveis. O terrorismo é um problema global, não é um problema Muçulmano.

É um testemunho da natureza intelectualmente estéril e moralmente falida do (CAIR), — ou, em uma palavra, Islâmica, — índole que precisa retroceder a uma das mais falsas manifestações de todas as apologias: a alegação de que a violência Islâmica é um produto do ressentimento Islâmico — que nesse caso é a política externa dos EUA.

O problema fundamental com a alegação de “ressentimento” é que contradiz o que os próprios terroristas afirmam repetidamente ser sua motivação — matar não-Muçulmanos (“infiéis“), de acordo com a doutrina Islâmica da jihad.

Enquanto jihadistas apreciam tirar vantagem da suavidade Ocidental /ingenuidade, alegando que sua sede de sangue assassina é “nossa culpa” — por conseguinte matando dois coelhos com uma cajadada só: 1) jogando a atenção indesejada para longe do Islã / Muçulmanos e 2) ganhando concessões para o mesmo — eles também deixam claro que odiar, subjugar e aterrorizar não-Muçulmanos é uma exigência da lei Islâmica, ou Sharia.

Isso foi muito bem resumido pelo falecido Osama bin Laden. Embora tivesse emitido um número de comunicados que foram ansiosamente publicados pela BBC e CNN, dizendo que o ataque de 11 de Setembro de 2001 foi “vingança”, pela suposta política externa anti-Muçulmana Norte-Americana, deixou as seguintes palavras numa carta privada aos colegas Sauditas:

Nossas conversas com o Ocidente infiel e em última análise, o nosso conflito com eles, giram em torno de um problema… : O Islã força ou não força as pessoas, pelo poder da espada, a submeterem-se a sua autoridade, corporalmente senão espiritualmente?…  A questão se resume para cada pessoa viva: ou se submete, ou vive sob a suserania do Islã, ou morre. (A Al Qaeda Reader, p. 42)

Ayman al-Zawahiri, atual líder da al-Qaeda, também escreveu um tratado de 60 páginas sobre a Doutrina Muçulmana de Lealdade e Inimizade. Com base em inúmeros versículos do Alcorão, deixa claro que os Muçulmanos devem sempre ter inimizade para com todos os não-Muçulmanos — de fato, devem ainda odiar as suas próprias mulheres, se acontecer de serem Cristãs ou Judias.

Justificativas doutrinárias — ou seja, palavras — à parte, eventos atuais diários também criam solavancos na máquina de propaganda de “ressentimento“. Por exemplo, se os Muçulmanos estão aterrorizando e matando Americanos devido a políticas de “ressentimento”, então por que estão aterrorizando e matando minorias não-Muçulmanas, que não têm poder político algum para “ressentir” alguém?

Considere a situação dos Cristãos, a maior minoria religiosa e a mais visível no mundo Muçulmano. Não só estão nas mãos do Estado Islâmico “ISIS”, como estão nas mãos dos Muçulmanos em todos os lugares do Oriente Médio Árabe, na África negra, no Extremo Oriente e Ásia Central, e até mesmo no Ocidente — Cristãos estão sendo perseguidos e privados da liberdade religiosa; estão tendo suas Igrejas bombardeadas, queimadas, ou simplesmente proibidas; estão sendo sequestrados, extorquidos, escravizados e estuprados.

Esses Cristãos são muitas vezes idênticos aos seus concidadãos Muçulmanos, em raça, etnia, identidade nacional, cultura e língua. Não há disputa política, não há disputa de terra. Mais significativamente, essas minorias Cristãs certamente não tem poder político — o que significa que não há como ter mesmo “ressentimento”. Então, por que são odiados e perseguidos? Porque são Cristãos — infiéis — e essa é a mesma razão porque os Americanos estão sendo aterrorizados.

Como James Lorimer, um teórico de jurisprudência, respondeu por escrito, em 1884, em Institutes of the Law of Nations:

Enquanto o Islã perdurar, a reconciliação de seus seguidores, mesmo com Judeus e Cristãos, e ainda mais com o resto da humanidade, deverá continuar a ser um problema insolúvel… Mediante um futuro indefinido, embora com relutância, devemos limitar nosso reconhecimento político aos professores dessas religiões que… pregam a doutrina do “viva e deixe viver”.

Claro, hoje nós “não limitamos o nosso reconhecimento político aos professores dessas religiões que… pregam a doutrina do ”viva e deixe viver ” — e assim nós morremos por isso em nome da “diversidade” e do “multiculturalismo”.

Para crédito de Hussam Ayloush do (CAIR), que está parcialmente correto quando diz que “Não vamos nos esquecer de que algumas de nossas próprias políticas externas como Americanos, como Ocidente, têm alimentado o extremismo [Islâmico].

Não é, no entanto, porque “nós apoiamos líderes cruéis no Egito”, —em referência ao Presidente Sisi, que derrubou a Irmandade Muçulmana, organização-mãe do (CAIR), que a administração Obama apoiou. Mas sim porque “nós apoiamos líderes cruéis” em países como a Arábia Saudita, que se engajam nos mesmos tipos de atrocidades que o ISIS faz — não mencionando que é o principal exportador da ideologia jihadista em todo o mundo. No entanto, os direitos humanos que o reino Islâmico abusa é chamado de “US amigo e aliado” (enquanto o secular, religiosamente tolerante Bashar Assad é retratado como Satanás encarnado). As políticas da administração Obama têm, nas palavras do (CAIR), certamente “alimentado o extremismo [Islâmico]” de inúmeras maneiras mais notavelmente através da criação de vácuos no Iraque, Líbia, Síria e que foram preenchidos pelo Estado Islâmico (ISIS).

Falando em Obama, o motivo pelo qual organizações como o (CAIR) continuam divulgando o mito do “ressentimento” é porque o presidente dos EUA e sua administração também contam com ele para distanciar o terror Islâmico de ensino Islâmico. O próprio Obama disse que o ISIS “explora o ressentimento para seu próprio proveito“, o Departamento de Estado afirmou que “a falta de oportunidades de emprego“, foi um apelo do ISIS, e o chefe da CIA disse que a jihad foi “alimentada um monte de vezes por, você sabe, a repressão política, econômica, você sabe, privação de direitos.”.

Enquanto isso, no mundo real, estudos e estatísticas tornam inequivocamente claro que a “devoção” ao Islã é o que precede os ataques terroristas do tipo que ocorreu em San Bernardino.


Tradução: Sebastian Cazeiro