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EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller: …enquanto os Judeus FOGEM da Europa

Fonte/Source: Holocaust Remembrance Day: EU vows to ‘make sure Jews feel totally safe in Europe’ as Jews FLEE Europe – Geller Report


Dia Da Memória Do Holocausto: UE Promete “Garantir Que Judeus Sintam-Se Totalmente Seguros Na Europa”, Enquanto Os Judeus FOGEM Da Europa

Por Pamela Geller

25 de abril de 2017

A ideia de que a União Europeia (UE) pode ou deveria manter os Judeus seguros é ilusória. Sua política era importar um verdadeiro exército de inimigos violentos que odeiam Judeus. Esses cretinos não conseguem se proteger do terror da jihad, como podem ter a pretensão de salvar os seus Judeus?

Os Judeus estão fugindo da Europa em massa e com boas razões. Eles estão “cada vez mais preocupados com sua segurança devido às experiências cotidianas de antissemitismo”. O aumento do ódio ao Judeus é resultado da migração sem precedentes de Muçulmanos. Antissemitismo Islâmico — isto está no Alcorão.

A UE está tornando o sonho de Hitler uma realidade — uma Europa Judenrein. [depurada de Judeus]

Os comentários abaixo do artigo contam a verdadeira história

“Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Exceto, é claro, quando se trata de votar na ONU e no terreno de ação, ambos exigem que a UE esteja na cama com os terroristas Islâmicos entre outros que desprezam os Estados Unidos e Israel.

Para a União Europeia: Stick it! — Nota do tradutor: neste caso, ‘stick it!’ é o mesmo que  ‘shove it (up your ass)’, ou seja, ‘enfia na bunda!’. 

A UE não pode proteger os seus próprios cidadãos nativos contra ataques terroristas dos seus cidadãos mais favorecidos, os descontentes Muçulmanos e os terroristas. Eles estão fazendo tudo o que podem para mostrar aos Judeus que não os querem, então como podem protegê-los?


Não são os Judeus mortos que precisam se sentir mais seguros — agora é tarde e muito tarde para nós, Judeus vivos!

Quanta hipocrisia, fazer esse pronunciamento no HaShoah Day; a REALIDADE é que não estamos “seguros” e nem somos queridos na Europa. (Quão ingênuos pensam que somos?) Repita essa mentira para si mesmo se isso o faz sentir menos culpado; nós conhecemos melhor do que ninguém. (e mais importante ainda é que D-us sabe)

Aproveite a sua Europa Juden Frei!! — [Livre de Judeus]


Os Europeus sabem disso — escolheram os Muçulmanos às custas dos Judeus; escolhem o apaziguamento/dhimmitude sobre a coragem e os princípios; escolheram a morte sobre a vida.

E esta não é a primeira vez, mas será a última vez; a Europa acabou.

(E o coisa doente é que provavelmente culparão os Judeus pela morte deles).


Por que devemos acreditar em você? Você está um pouco atrasada, cerca de 7 décadas.

De fato.


UE PROMETE “GARANTIR QUE JUDEUS SINTAM-SE TOTALMENTE SEGUROS NA EUROPA  — World News Israel, 24 de abril de 2017:

Emissários da UE e dignitários estacionados em Israel “reafirmaram o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer” o Holocausto e as suas lições.

Em uma declaração conjunta divulgada no Dia da Memória do Holocausto, a delegação da União Européia (UE) para Israel e as embaixadas dos Estados membros da UE no país se comprometeram a garantir que os Judeus na Europa vivam em segurança por causa do antissemitismo.

Na atual realidade de aumento do antissemitismo, do fanatismo e da violência em todo o mundo, a União Européia está determinada a prevenir e combater o antissemitismo em todas as suas formas, e garantir que os Judeus se sintam totalmente seguros na Europa. “Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Os dignitários da UE reconheceram a importância de manter viva a memória do Holocausto.

“A União Europeia reafirma o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer”, sublinharam. Como lembrou o vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel, “a memória tornou-se um dever sagrado de todas as pessoas de boa vontade”.

“Nós nos juntamos ao povo de Israel e às comunidades Judaicas em toda a UE em sua comemoração das vítimas do Holocausto e estamos com eles em suas orações”.

Os emissários da UE sublinharam também o seu desejo de proteger os direitos de todas as minorias em toda a UE, afirmando que

“os valores da democracia e da dignidade humana em que a União Europeia foi fundada e continua a orientar-nos nestes tempos difíceis à medida que procuramos manter a nossa visão de paz e tolerância para todos os cidadãos da União Europeia “.

Dirigindo-se ao Congresso Judaico Mundial no Domingo à noite, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, prometeu combater o antissemitismo global.


Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Fonte/Source: Ten Dead After Explosion in Saint Petersburg Metro Station


Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Por Tião Cazeiro

3 de Abril de 2017

Mais um ataque terrorista Islâmico, e muitos outros virão… é a triste realidade.

“Acredita-se que nove foram mortos e mais de 30 feridos depois de uma explosão no metrô de São Petersburgo nesta tarde de Segunda-feira.” Breibart News

E as famílias? Quanta dor por trás disso tudo… quantos não estão neste momento completamente arrasados, em estado de choque… e outros entre a vida e a morte numa UTI; por conta da selvageria de uma ideologia que está antagonizando o mundo todo. Os partidários do Estado Islâmico (ISIS) culpam a Rússia etc., mas…   Estado Islâmico (ISIS) em Dez Versos do Alcorão

Alcorão 9:73 
Oh Profeta! Lute arduamente contra os incrédulos 
e os hipócritas; seja inflexível para com eles; 
e que a morada deles seja o inferno, 
e o mal o destino deles.
Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Enquanto as autoridades e a "grande mídia" discutem 
"a natureza do atentado" 
o Estado Islâmico(ISIS) comemora e manda recado.

Vocativ cita alguns partidários do Estado Islâmico (ISIS) que comemoram o bombardeio de St. Petersburg nas mídias sociais:

Pedimos a Alá para abençoar a operação pelos leões do califado, pedimos a Alá para matar os cruzados“, disse um partidário ISIS no fórum do grupo terrorista al-Minbar online. Outros comemoraram dizendo que as bombas desta Segunda-feira foram feitas para “o metrô ir pro inferno com os adoradores da Cruz” e afirmou que os ataques — que ainda estão sob investigação pelas autoridades Russas — foram uma vingança ao apoio da Rússia à luta do presidente Sírio Bashar al-Assad contra o Estado Islâmico (ISIS) e outros grupos rebeldes na guerra civil da Síria. Os ataques aéreos Russos e os bombardeios na Síria mataram centenas de pessoas e reduziram áreas inteiras a escombros.” — Breibart News

O Presidente Russo Putin chega para colocar flores na estação do Instituto Tecnológico do metrô de São Petersburgo
Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Fonte/Source: Pamela Geller, WND Column: Netanyahu tells truth about mufti’s role in Holocaust – Geller Report


Nota: Optei por este artigo publicado em 2015 para complementar o artigo anterior — Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini.


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Por Pamela Geller

29 de Outubro de 2015

Netanyahu diz a verdade sobre o papel do mufti no Holocausto

A reprovação tem sido além do esperado: Benjamin Netanyahu está sendo denunciado pelos meios de comunicação e pelas elites políticas em todo o mundo de um jeito que nem o abertamente  jihadista genocida Mahmoud Abbas conseguiu ser. O crime de Netanyahu? Ele disse ao Congresso Sionista na Terça-feira passada: “Hitler não queria exterminar os Judeus na época; ele queria expulsar os Judeus“. Netanyahu citou Hitler perguntando ao mufti: “Então o que devo fazer com eles?” De acordo com Netanyahu o mufti respondeu, “Queime-os“.

Aqueles que estão esfolando o Netanyahu por isso estão negligenciando um fato: Netanyahu estava certo.

O mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, viveu em Berlim de 1941 a 1945 e recrutou uma divisão Muçulmana SS para Hitler. E Netanyahu estava correto: Os Nazistas originalmente seguiam uma política de expatriação de Judeus para a Europa Oriental, e mesmo para a Palestina — até que o mufti protestou para que não fossem enviados para a Palestina. A decisão de exterminar os Judeus veio logo em seguida.

É bom ver que Netanyahu não está recuando. Considerou o criticismo às suas observações como um “absurdo”, e é:

As observações de Netanyahu refletem os meus anúncios destacando o papel do mundo Muçulmano durante o Holocausto, e o Netanyahu está experimentando a mesma pressão dos supremacistas e apologistas Islâmicos que eu recebo.

Tradução: O ódio Islâmico aos Judeus está no Alcorão.

O primeiro homem a liderar a ideia fracassada de que devíamos colocar toda a nossa esperança no “Islã moderado,” Daniel Pipes, afirmou há vários meses que a nossa campanha publicitária na Filadélfia chamando a atenção para o relacionamento do mufti com Hitler era um fracasso. Pipes discordou de nossas afirmações factuais, afirmando que o encontro do mufti com Hitler era uma “única, consulta oportunista”. Diga isso para as 400 mil mulheres e crianças Judias que Husseini assassinou em campos de concentração Nazistas. Diga isso às vítimas dos exércitos Muçulmanos na Bósnia que Husseini criou para Hitler.

mufti muslim armies

Al-Husseini viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial às custas de Hitler e produziu programas semanais de rádio em Berlim para as nações do poder do Eixo e o mundo Muçulmano. Em um desses programas ele gritou: “Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.”

O mufti fez apelos semelhantes, — sempre referindo-se ao Alcorão, — várias vezes em seus programas de rádio durante a guerra. Organizou serviços de propaganda para os Muçulmanos do mundo a partir de Berlim. Usou estações de rádio do Eixo chamando os Muçulmanos às armas para uma guerra santa contra os Aliados. Ajudou o serviço de espionagem Nazista. Criou grupos de paraquedistas Muçulmanos para sabotagem no Oriente Médio. Criou formações Muçulmanas para lutar contra os aliados. Ajudou o plano Nazista para exterminar quase 6 milhões de Judeus.

Hitler“, Netanyahu comentou em outras ocasiões depois que a tempestade midiática iniciou, “foi responsável pela Solução Final para exterminar seis milhões de Judeus; ele tomou a decisão. É igualmente absurdo ignorar o papel desempenhado pelo mufti, Haj Amin al-Husseini, um criminoso de guerra, por encorajar e incitar Hitler“.

Mais uma vez ele está correto. No meu site, PamelaGeller.com, tenho chamado a atenção para isso há anos. SS Hauptsturmfuehrer Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann, testemunhou que

o grande mufti, que estava em Berlim desde 1941, desempenhou um papel na decisão do governo Alemão para exterminar os Judeus Europeus cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele havia repetidamente sugerido o extermínio dos Judeus Europeu às várias autoridades com quem esteve em contato,  e acima de tudo diante de Hitler, Ribbentrop e Himmler . Ele considera isso como uma solução confortável para o problema Palestino. Em suas mensagens transmitidas de Berlim nos superou em ataques anti-Judáicos. Era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava à acelerar as medidas para o extermínio. Ouvi dizer que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito a câmara de gás que Auschwitz.”

Eichmann expôs a informação mencionada numa Declaração Juramentada em seu escritório, Budapeste, em 4 de Junho de 1944; A confirmação através de Wisliceny foi dada alguns dias mais tarde também em Budapest.

hitler mufti
“À Sua Eminência o Grande Mufti, um Souvenir, 4 de Julho de 1943″ H. Himmler”

E não é tudo: De acordo com o testemunho nos julgamentos de Nuremberg, “[o] mufti era um inimigo amargo dos Judeus e sempre foi protagonista da ideia de aniquilamento. Essa ideia, o mufti, sempre avançava em suas conversas com Eichmann

O papel do mufti no Holocausto foi encoberto. O The New York Post relatou em 1948 que “em 28 de agosto de 1946, Dean Acheson, então Secretário de Estado interino, anunciou que “o Departamento de Estado está preparando um Livro Branco sobre as atividades do ex-mufti de Jerusalém“.

Acheson disse que a publicação seria na forma de um livro, que abrangeria todos os documentos relativos ao ex-mufti confiscado dos arquivos Alemães. Esse Livro Branco ainda não foi publicado, embora tenham decorrido 17 meses. O que impede o Departamento de Estado de publicá-lo? Quem está interessado no atraso? Estão todos os documentos seguros?

Esse atraso continuou por quase setenta anos. O Livro Branco nunca foi publicado. Submeti um pedido à Lei da Liberdade de Informação muitos anos atrás, pedindo uma cópia, assim como de toda a correspondência do departamento de estado a respeito disso. O Departamento de Estado respondeu que esse tal Livro Branco não existia e nunca existiu, e que não havia correspondência sobre o assunto.

Então, o que aconteceu com aquele Livro Branco prometido? Sob cujos auspícios, e por que razão, o papel do mufti no Holocausto foi envolto em silêncio?

Netanyahu fez ao mundo um grande serviço chamando a atenção para isso. A intensidade dos ataques contra ele só atesta o quanto atingiu um nervo. Na grande mídia, o Islã e os Muçulmanos nunca devem ser criticados. Podemos apenas ter esperança de que a controvérsia nos levará aos detalhes que estão sendo revelados sobre o papel do mufti no genocídio de Hitler


Para os versados na língua Inglesa recomendo estes dois Best Sellers da Pamela Geller.

Clique nos links para mais informações.:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Fonte/Source: Tamimi: “We are Muslims in Europe, not European Muslims”

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Por Tião Cazeiro

24 de Março de 2017

Robert Spencer escreveu um artigo em Agosto de 2006 dizendo o seguinte:

“Me pergunto se os dhimmis das populações não-Muçulmanas da Eurábia entendem a diferença. Tamimi, o qual a duplicidade foi desmascarada, também reiterou seu apoio ao martírio suicida jihadista.”

Dr. Azzam Tamimi, um radical Muçulmano estacionado na Inglaterra, pareceu apoiar o atentado suicida de ontem, quando afirmou que morrer por suas crenças era “justo”. Tamimi disse, — diante de uma multidão de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, — que defender seus princípios é o “maior ato de martírio”.

Tamimi, de 51 anos, afirmou que a guerra ao terrorismo era uma guerra contra o Islã. “Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus“, acrescentou. A multidão irrompeu em urros e aplausos quando disse que Israel havia sido derrotado pelo Hezbollah. ” [Ênfase adicionada]

Enquanto isso…

O ‘prefeitinho’ Muçulmano de Londres, Sadiq Khan, cria força tarefa para prender todos aqueles que “irritam” os Muçulmanos online. Muçulmanos são obcecados em calar qualquer crítica ao Islã, o que na verdade é uma das táticas para impor a Sharia em novas terras…

O site do Conservativehome lista outras preocupações (com relação ao prefeitinho), incluindo:

  • Em carta ao The Guardian na sequência dos atentados terroristas de 7/7 em Londres, culpa o governo Britânico pelo terrorismo;
  • Sua defesa legal de Zacarias Moussaoui, um terrorista do 11 de Setembro que confessou ser membro da Al Qaeda;
  • Seu capítulo num livro, intitulado “Ações contra a Polícia”, aconselhando sobre como fazer acusações contra a polícia por “racismo”. A mesma força policial que o Sr. Khan como prefeito de Londres iria exercer autoridade;
  • Sua defesa do extremista Islâmico Azzam Tamimi. Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammed “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Sr. Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”;
  • Sua plataforma compartilhada com Suliman Gani, um Imã do sul de Londres, que exigiu subserviência feminina aos homens, e pediu a fundação de um Estado Islâmico.

Completando o raciocício…

“O terrorista Islâmico que atacou Westminster na Quarta-feira era um Muçulmano convertido que possivelmente foi radicalizado na prisão; tinha vivido em várias áreas do Reino Unido, e era conhecido por atividade Islâmica radical.

khalid Masood, 52, passou algum tempo em Birmingham, East London e em Luton, antes de assassinar quatro pessoas no centro de Londres. Depois de morto a tiros, o Estado Islâmico (ISIS) o descreveu como um de seus “soldados”. — Westminster Killer was Muslim Convert, Lived in Several Extremism Hotspots

O padrão utilizado pelo terrorista é o mesmo que estamos vendo ao redor do mundo, ou seja, atropelamento, faca, locais públicos de alta visibilidade etc.

Entretanto, o colunista da BBC Simons Jenkins, criticou o posicionamento da mídia neste vídeo, infelizmente não legendado em Português.

“A BBC fez uma escolha, deram preferência ao terrorista”. O colunista Simon Jenkins critica a cobertura dada ao ataque pela mídia.

A cada dia que passa a BBC deixa claro um firme compromisso com a subserviência e a desinformação.

Nesse vídeo, o colunista Simon Jenkins afirma que dar proeminência aos terroristas ajuda e complica ainda mais a situação, e que o incidente deveria ser tratado com um crime e não como terrorismo. Compara o incidente com os atentados do IRA, PLO etc.; diz que Masood “era um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca” etc., um caso como outros que acontecem em Londres e em outros lugares….

Sério? Simon Jenkins realmente vive num outro planeta.  Sem ofensa, mas por trás desse raciocínio, se puxarmos a linha, encontraremos camadas e camadas de comprometimento político, os quais estão propositalmente deixando a população Britânica completamente indefesa, o que acarretará em mais mortes, em mais terrorismo ao longo dos anos.

Jenkins assume a postura de que é melhor não irritar para não aumentar…  e isto é covardia, isto é desinformação, isto é não querer enchergar a realidade, ou seja, a jihad global. Estamos em guerra e a jihad não vai parar, irritando ou não, com ou sem medo.

Duas “detenções significativas” feitas durante a noite associadas aos assassinatos da jihad em Londres

24 de Março de 2017 —  Por Robert Spencer — Two “significant arrests” made overnight in association with London jihad murders

“O nome de nascimento do perpetrador do atentado terrorista de Quarta-feira no centro de Londres é Adrian Russell Ajao, disse o mais antigo policial Britânico de contraterrorismo.

Nove pessoas permanecem sob custódia e uma mulher foi libertada sob fiança”.  Este parece ter sido um enredo de grande escala. E mais em andamento.

Uma mulher de 39 anos foi presa em um endereço na noite de Quinta-feira em East London, sob suspeita de preparação de atos terroristas, disse a polícia. Uma mulher, que não foi nomeada, está sob custódia da Polícia e da Evidência Criminal (PACE).

Seis pessoas  — duas mulheres e quatro homens, com idades variando de 21 a 28 — foram presas em dois endereços em Birmingham, uma cidade no centro da Inglaterra. Os seis também foram mantidos sob suspeita de preparação de atos terroristas.

Outro homem, 58, também foi preso sexta-feira pela manhã em outro endereço em Birmingham, e realizado sob a mesma acusação ….”

Óbvio que a polícia não está inventando esses dados, portanto não se trata aqui de “um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca etc.” como quer acreditar o colunista Simon Junkins. Estamos vendo os ingredientes de um ataque orquestrado.

E mais…

Repórter da NBC teme que o ataque jihadista em Londres venha “pôr vento nas velas” do “movimento de direita”.

23 de Março de 2017 — Por Robert Spencer

“Os meios de comunicação do establishment não estão preocupados com os ataques terroristas jihadistas no Ocidente. O establishment não está preocupado com as pessoas mortas nos massacres da jihad. Os meios de comunicação do establishment só querem que você não pense mal do Islã e para não começar a apoiar os “movimentos de direita” que ameaçam a hegemonia das elites políticas.” — NBC reporter fears London jihad attack will “put wind in the sails” of the “right-wing movement”

Conclusão…

“De acordo com a Primeira Ministra Theresa May, o terrorista de Westminster Khalid Masood era uma “figura periférica”, e aparentemente há muitos outros Muçulmanos na Grã-Bretanha que são ainda mais violentos e perturbados do que Khalid Masood, e por isso não havia nenhuma questão de mantê-lo sob vigilância.

Esse é o plano do Estado Islâmico (ISIS) para subjugar a aplicação da lei, com muitos ataques e complôs até que o sistema inteiro entre em colapso. Parece que este plano está funcionando bem no Reino Unido.” — Robert Spencer.

Khalid Masood converteu-se ao Islamismo, e portanto, do ponto de vista de Tamimi, deixou de ser um cidadão Britânico.

Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus

Dito pelo Dr. Azzam Tamimi diante de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, com direito a urros e aplausos frenéticos.

Portanto, Masood era um Muçulmano no Reino Unido e não um Muçulmano Britânico, de acordo com Tamimi.

Criticar a mídia pela enorme cobertura que deu a um suposto — crime comum perpetrado por um cidadão Britânico — demonstra o quanto, uma parte da mídia, desinforma.

Ideias têm consequencias.


 

ALLAHU AKBAR EM WESTMINSTER

Allahu Akbar em Westminster

Por Tião Cazeiro

22 de Março de 2017

O ISLÃ ESTÁ ANTAGONIZANDO O MUNDO TODO!

O que falta para o povo Brasileiro dar um basta definitivo neste governo que está cruelmente abrindo as portas para o impensável?

Notícias como esta — Muçulmanos Devotos E Apoiadores Do Estado Islâmico (ISIS) Celebram Ataque Terrorista Em Londres — deveria sensibilizar o governo, principalmente um governo que tem em seu território 175 milhões de Cristãos entre outros grupos religiosos, ou seja, o segundo maior país Cristão do mundo.

E não me venha com Cruzadas ou Inquisição, pois isto não cabe mais no mundo atual.

A penetração Islâmica no tecido Ocidental chegou a um ponto que até — “mães na Pensilvânia estão produzindo acessórios Barbie-Hijab para “criar uma geração amável”.

O Islã está em guerra contra o mundo para impor a lei Sharia, algo que “todo mundo” já sabe. Agora, se você levantar a voz para criticar o Islã, a esquerda, a globalização etc. será enquadrado, de acordo com a maldita ONU, no “discurso de ódio“, “RACISMO“, “contra os direitos de alguém“. Só não dizem quem estão defendendo.

Veja o Brasil, basta olhar em volta para perceber o que estão fazendo com este país. Tudo orquestrado. Tudo pronto pra você viver no INFERNO, e quem sabe se tornar um DHIMMI. Por acaso você sabe o que é um Dhimmi? Sempre faço esta pergunta, e poucos respondem.

Estão bombardeando o mundo, mas você não pode criticar o agente dos bombardeios. Sim, nada a ver com o Islã, diz a grande inimídia.

Você é obrigado todos os dias a engolir a maldita esquerda, o globalismo, progressistas, feministas etc, mas ai de você se abrir a boca para falar do “povo das necessidades especiais”.


Nações Unidas: Regulando o discurso de “ódio” e não um ataque à liberdade de expressão.

As Nações Unidas marcaram o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na Terça-feira, dizendo aos governos ao redor do mundo que a regulação do “discurso de ódio” é parte da estratégia necessária para “defender os direitos de alguém“.


O ISLÃ NÃO É UMA RAÇA, É UMA IDEOLOGIA.


Para quem não o conhece, Tommy Robinson é um super ativista contra a Islamização.
Muito corajoso e já se machucou feio a ponto de ser hospitalizado quando foi atacado por Muçulmanos.
Ele é um dos líderes do grupo PEGIDA/UK. (Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente).

Neste protesto em vídeo, foi chamado de Nazista, Fascista, Islamofóbico, RACISTA e muito mais…
Resumindo, a polícia o tirou da passeata para evitar violência por parte dos anti-Islamofóbicos…
Essa é a mentalidade de merda da esquerda em Londres, e em toda parte, melhor dizendo.
O atentado de hoje em Westminster não vai mudar em nada, não irão desistir dessa insanidade.

Este vídeo, ainda sem legenda em Português diz muito. Assista, não se preocupe com o Inglês. Eis aqui um resumo só para dar uma ideia. As imagens dizem muito mais…

Tommy Robinson diz que no ano passado foram desarticulados pela polícia 12 atentados em Londres envolvendo supermercado, boate, avião etc., do mesmo porte que esse que aconteceu hoje em Westminster. Acusa o atentado de hoje como autoria do Estado Islâmico (ISIS)…

Tommy Robinson vem alertando a Inglaterra sobre este terrorista, Abu Izzadeen, por mais de uma década.

Nota: Até o momento em que escrevi este artigo a imprensa mundial dizia que Abu Izzadeen era o autor do atentado em Westminster. O blog Lei Islâmica em Ação colaborou com este artigo atualizando o nome do terrorista: Masood, 52anos, nascido em Kent, Inglaterra. Veja a reação dele no fim do vídeo….

 

No Sábado passado, Tommy Robinson participou da passeata anti-Islamofobia em Londres e olha no que deu…

A polícia o retirou da passeata… ele só queria entrevistar o público.

Estou mostrando isto a vocês porque vai acontecer aqui em breve. O padrão Muçulmano é o mesmo e não existe outra alternativa.

O Brasil vai pagar pela estupidez. A velocidade com que estão orquestrando a penetração Islâmica no Brasil não deixa dúvida, quando o país acordar será tarde demais.

175 milhões de Cristãos (Católicos, Evangélicos etc.) e nenhuma reação realmente significativa. Por quê?

Não é bola de cristal, é pura lógica, estudo e common sense.

Já cruzamos a linha vermelha. Infelizmente!


E por último, leia isto…

Reino Unido: terrorista “Asiático” atropela pedestres com  carro antes de correr para o Parlamento com uma faca. — UK: “Asian” attacker crashed into pedestrians in his car before running into Parliament with knife

“Asiático” é o eufemismo da mídia Britânica para Muçulmano.

O “Moderado” Fatah pediu tais ataques. E o Estado Islâmico emitiu esse apelo em Setembro de 2014:

“Então, ó muwahhid, não deixe que essa batalha passe por onde quer que você esteja. Você deve atacar os soldados, patronos e soldados do tawaghit. Golpeie seus membros da polícia, da segurança, e da inteligência, assim como seus agentes traiçoeiros. Destrua suas camas. Amargure a vida deles e ocupe-os com eles mesmos. Se você pode matar um Americano ou um Europeu incrédulo — especialmente o Francês rancoroso e sujo — ou um Australiano, ou um Canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-os de qualquer jeito ou maneira, no entanto, pode ser… se você não for capaz de encontrar um IED ou uma bala, então escolha um Americano descrente, um Francês, ou qualquer um dos seus aliados. Golpeie a cabeça dele com uma pedra, ou mate-o com uma faca, ou o atropele com o seu carro, ou jogue-o de um lugar alto, ou sufoque, envenene…”


KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Fonte/Source: Kashmir: Jihadi imam killed, 70,000 people attend his funeral


KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Por ROBERT SPENCER

17 de Março de 2017

Você acha que qualquer um dos “reformadores Muçulmanos” que desfruta da lisonja e adulação dos ignorantes e esperançosos nos EUA terá 70.000 Muçulmanos presente em seu funeral? Nem eu. Mas agora é oficialmente uma falha moral por parte dos não-Muçulmanos comentar o fato de que “extremistas” são muito mais populares entre os Muçulmanos em todo o mundo do que os “reformadores”. Não devemos pensar assim, e se o fizermos, isto nos torna jihadistas.

Enquanto isso, como esse imã, — que dedicou sua vida à compreensão correta do Islã, —pôde tornar-se um líder da jihad? Como pôde compreender tão mal os ensinamentos verdadeiros e pacíficos do Alcorão, que são tão claros para o Papa Francisco e John Kerry e George W. Bush e uma miríade de outros Mulás instruídos?

O Militante Que Era Um Imã“, de Owais Farooqi, Kashmir Monitor, 11 de Março de 2017:

Bandipora: Mushtaq, militante do Hizbul Mujahideen morto em Bandipora na Quinta-feira, era um imã de uma mesquita local em Hathlangoo, Sopore, até Setembro de 2014, quando acreditava-se que tinha se afogado nas inundações. Seu pai, Sher-Dil Seer, ficou tão surpreso com a notícia do assassinato de seu filho mais velho nas mãos das forças governamentais, que demorou 15 minutos para reconhecer sua face: amolecida, de aparência desagradável e sem a barba comprida.

“Pensamos que ele estivesse morto. Mas continuamos procurando em todos os lugares“, disse Sher-Dil, um dia depois da morte de seu filho.

Nunca cruzou a mente de Sher-Dil que seu filho pudesse ter se juntado à militância. Tudo o que sabia era que Mushtaq fora acusado pelas forças governamentais de pregar sermões provocativos na mesquita quando liderava as orações. Ao mesmo tempo, Mushtaq foi levado pela polícia SOG (Special Operation Group) sob a acusação de pregar sermões provocativos na mesquita de Hathlangoo.

“Ele foi esbofeteado e mantido por cerca de 15 dias no campo SOG. O DySP (vice-superintendente de polícia) da SOG disse naquele momento que Mushtaq era um menino que não podia ser um encrenqueiro”, disse Sher-Dil.

Antes de ser preso pelo SOG, Mushtaq havia cumprido cinco anos de prisão. Foi acusado de matar sua esposa após dois meses de casado em 2008. “Ele foi absolvido pelo tribunal de todas as acusações”, disse Sher-Dil sobre esse caso.

“Após a sua libertação da prisão em 2013, Mushtaq tornou-se um homem religioso. Cresceu uma longa barba. Liderava as orações até mesmo na prisão”, disse Sher-Dil.

Depois de sair da prisão, Mushtaq se tornou um Imã e conduziu as orações na mesquita de Hathlangoo.

“Depois do incidente da SOG, quando voltei para casa, tive uma discussão muito forte com Mushtaq. Disse a ele para não dizer coisas que não soariam bem com as forças do governo. Foi um argumento muito acalorado. Depois dessa discussão, ele saiu de casa, para sempre”, disse Sher-Dil. “Ele disse à mãe que iria para Srinagar e que conduziria as orações.” …

Parentes e vizinhos vieram para consolar Sher-Dil e disseram que Mushtaq tinha “alcançado o lugar mais alto no céu”. Para isso, Sher-Dil respondeu: “Deixe-me tirar isso do meu peito: até mesmo o Alcorão diz que matar um ser humano é matar a humanidade. Me chame do que quiser… ”

Então Sher-Dil disse em um sussurro, “Você sabe que setenta mil pessoas compareceram ao funeral dele.”…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis