Arquivo da tag: jihadistas

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Anúncios

EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller: …enquanto os Judeus FOGEM da Europa

Fonte/Source: Holocaust Remembrance Day: EU vows to ‘make sure Jews feel totally safe in Europe’ as Jews FLEE Europe – Geller Report


Dia Da Memória Do Holocausto: UE Promete “Garantir Que Judeus Sintam-Se Totalmente Seguros Na Europa”, Enquanto Os Judeus FOGEM Da Europa

Por Pamela Geller

25 de abril de 2017

A ideia de que a União Europeia (UE) pode ou deveria manter os Judeus seguros é ilusória. Sua política era importar um verdadeiro exército de inimigos violentos que odeiam Judeus. Esses cretinos não conseguem se proteger do terror da jihad, como podem ter a pretensão de salvar os seus Judeus?

Os Judeus estão fugindo da Europa em massa e com boas razões. Eles estão “cada vez mais preocupados com sua segurança devido às experiências cotidianas de antissemitismo”. O aumento do ódio ao Judeus é resultado da migração sem precedentes de Muçulmanos. Antissemitismo Islâmico — isto está no Alcorão.

A UE está tornando o sonho de Hitler uma realidade — uma Europa Judenrein. [depurada de Judeus]

Os comentários abaixo do artigo contam a verdadeira história

“Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Exceto, é claro, quando se trata de votar na ONU e no terreno de ação, ambos exigem que a UE esteja na cama com os terroristas Islâmicos entre outros que desprezam os Estados Unidos e Israel.

Para a União Europeia: Stick it! — Nota do tradutor: neste caso, ‘stick it!’ é o mesmo que  ‘shove it (up your ass)’, ou seja, ‘enfia na bunda!’. 

A UE não pode proteger os seus próprios cidadãos nativos contra ataques terroristas dos seus cidadãos mais favorecidos, os descontentes Muçulmanos e os terroristas. Eles estão fazendo tudo o que podem para mostrar aos Judeus que não os querem, então como podem protegê-los?


Não são os Judeus mortos que precisam se sentir mais seguros — agora é tarde e muito tarde para nós, Judeus vivos!

Quanta hipocrisia, fazer esse pronunciamento no HaShoah Day; a REALIDADE é que não estamos “seguros” e nem somos queridos na Europa. (Quão ingênuos pensam que somos?) Repita essa mentira para si mesmo se isso o faz sentir menos culpado; nós conhecemos melhor do que ninguém. (e mais importante ainda é que D-us sabe)

Aproveite a sua Europa Juden Frei!! — [Livre de Judeus]


Os Europeus sabem disso — escolheram os Muçulmanos às custas dos Judeus; escolhem o apaziguamento/dhimmitude sobre a coragem e os princípios; escolheram a morte sobre a vida.

E esta não é a primeira vez, mas será a última vez; a Europa acabou.

(E o coisa doente é que provavelmente culparão os Judeus pela morte deles).


Por que devemos acreditar em você? Você está um pouco atrasada, cerca de 7 décadas.

De fato.


UE PROMETE “GARANTIR QUE JUDEUS SINTAM-SE TOTALMENTE SEGUROS NA EUROPA  — World News Israel, 24 de abril de 2017:

Emissários da UE e dignitários estacionados em Israel “reafirmaram o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer” o Holocausto e as suas lições.

Em uma declaração conjunta divulgada no Dia da Memória do Holocausto, a delegação da União Européia (UE) para Israel e as embaixadas dos Estados membros da UE no país se comprometeram a garantir que os Judeus na Europa vivam em segurança por causa do antissemitismo.

Na atual realidade de aumento do antissemitismo, do fanatismo e da violência em todo o mundo, a União Européia está determinada a prevenir e combater o antissemitismo em todas as suas formas, e garantir que os Judeus se sintam totalmente seguros na Europa. “Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Os dignitários da UE reconheceram a importância de manter viva a memória do Holocausto.

“A União Europeia reafirma o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer”, sublinharam. Como lembrou o vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel, “a memória tornou-se um dever sagrado de todas as pessoas de boa vontade”.

“Nós nos juntamos ao povo de Israel e às comunidades Judaicas em toda a UE em sua comemoração das vítimas do Holocausto e estamos com eles em suas orações”.

Os emissários da UE sublinharam também o seu desejo de proteger os direitos de todas as minorias em toda a UE, afirmando que

“os valores da democracia e da dignidade humana em que a União Europeia foi fundada e continua a orientar-nos nestes tempos difíceis à medida que procuramos manter a nossa visão de paz e tolerância para todos os cidadãos da União Europeia “.

Dirigindo-se ao Congresso Judaico Mundial no Domingo à noite, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, prometeu combater o antissemitismo global.


Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Fonte/Source: Ten Dead After Explosion in Saint Petersburg Metro Station


Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Por Tião Cazeiro

3 de Abril de 2017

Mais um ataque terrorista Islâmico, e muitos outros virão… é a triste realidade.

“Acredita-se que nove foram mortos e mais de 30 feridos depois de uma explosão no metrô de São Petersburgo nesta tarde de Segunda-feira.” Breibart News

E as famílias? Quanta dor por trás disso tudo… quantos não estão neste momento completamente arrasados, em estado de choque… e outros entre a vida e a morte numa UTI; por conta da selvageria de uma ideologia que está antagonizando o mundo todo. Os partidários do Estado Islâmico (ISIS) culpam a Rússia etc., mas…   Estado Islâmico (ISIS) em Dez Versos do Alcorão

Alcorão 9:73 
Oh Profeta! Lute arduamente contra os incrédulos 
e os hipócritas; seja inflexível para com eles; 
e que a morada deles seja o inferno, 
e o mal o destino deles.
Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Enquanto as autoridades e a "grande mídia" discutem 
"a natureza do atentado" 
o Estado Islâmico(ISIS) comemora e manda recado.

Vocativ cita alguns partidários do Estado Islâmico (ISIS) que comemoram o bombardeio de St. Petersburg nas mídias sociais:

Pedimos a Alá para abençoar a operação pelos leões do califado, pedimos a Alá para matar os cruzados“, disse um partidário ISIS no fórum do grupo terrorista al-Minbar online. Outros comemoraram dizendo que as bombas desta Segunda-feira foram feitas para “o metrô ir pro inferno com os adoradores da Cruz” e afirmou que os ataques — que ainda estão sob investigação pelas autoridades Russas — foram uma vingança ao apoio da Rússia à luta do presidente Sírio Bashar al-Assad contra o Estado Islâmico (ISIS) e outros grupos rebeldes na guerra civil da Síria. Os ataques aéreos Russos e os bombardeios na Síria mataram centenas de pessoas e reduziram áreas inteiras a escombros.” — Breibart News

O Presidente Russo Putin chega para colocar flores na estação do Instituto Tecnológico do metrô de São Petersburgo
Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Fonte/Source: Pamela Geller, WND Column: Netanyahu tells truth about mufti’s role in Holocaust – Geller Report


Nota: Optei por este artigo publicado em 2015 para complementar o artigo anterior — Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini.


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Por Pamela Geller

29 de Outubro de 2015

Netanyahu diz a verdade sobre o papel do mufti no Holocausto

A reprovação tem sido além do esperado: Benjamin Netanyahu está sendo denunciado pelos meios de comunicação e pelas elites políticas em todo o mundo de um jeito que nem o abertamente  jihadista genocida Mahmoud Abbas conseguiu ser. O crime de Netanyahu? Ele disse ao Congresso Sionista na Terça-feira passada: “Hitler não queria exterminar os Judeus na época; ele queria expulsar os Judeus“. Netanyahu citou Hitler perguntando ao mufti: “Então o que devo fazer com eles?” De acordo com Netanyahu o mufti respondeu, “Queime-os“.

Aqueles que estão esfolando o Netanyahu por isso estão negligenciando um fato: Netanyahu estava certo.

O mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, viveu em Berlim de 1941 a 1945 e recrutou uma divisão Muçulmana SS para Hitler. E Netanyahu estava correto: Os Nazistas originalmente seguiam uma política de expatriação de Judeus para a Europa Oriental, e mesmo para a Palestina — até que o mufti protestou para que não fossem enviados para a Palestina. A decisão de exterminar os Judeus veio logo em seguida.

É bom ver que Netanyahu não está recuando. Considerou o criticismo às suas observações como um “absurdo”, e é:

As observações de Netanyahu refletem os meus anúncios destacando o papel do mundo Muçulmano durante o Holocausto, e o Netanyahu está experimentando a mesma pressão dos supremacistas e apologistas Islâmicos que eu recebo.

Tradução: O ódio Islâmico aos Judeus está no Alcorão.

O primeiro homem a liderar a ideia fracassada de que devíamos colocar toda a nossa esperança no “Islã moderado,” Daniel Pipes, afirmou há vários meses que a nossa campanha publicitária na Filadélfia chamando a atenção para o relacionamento do mufti com Hitler era um fracasso. Pipes discordou de nossas afirmações factuais, afirmando que o encontro do mufti com Hitler era uma “única, consulta oportunista”. Diga isso para as 400 mil mulheres e crianças Judias que Husseini assassinou em campos de concentração Nazistas. Diga isso às vítimas dos exércitos Muçulmanos na Bósnia que Husseini criou para Hitler.

mufti muslim armies

Al-Husseini viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial às custas de Hitler e produziu programas semanais de rádio em Berlim para as nações do poder do Eixo e o mundo Muçulmano. Em um desses programas ele gritou: “Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.”

O mufti fez apelos semelhantes, — sempre referindo-se ao Alcorão, — várias vezes em seus programas de rádio durante a guerra. Organizou serviços de propaganda para os Muçulmanos do mundo a partir de Berlim. Usou estações de rádio do Eixo chamando os Muçulmanos às armas para uma guerra santa contra os Aliados. Ajudou o serviço de espionagem Nazista. Criou grupos de paraquedistas Muçulmanos para sabotagem no Oriente Médio. Criou formações Muçulmanas para lutar contra os aliados. Ajudou o plano Nazista para exterminar quase 6 milhões de Judeus.

Hitler“, Netanyahu comentou em outras ocasiões depois que a tempestade midiática iniciou, “foi responsável pela Solução Final para exterminar seis milhões de Judeus; ele tomou a decisão. É igualmente absurdo ignorar o papel desempenhado pelo mufti, Haj Amin al-Husseini, um criminoso de guerra, por encorajar e incitar Hitler“.

Mais uma vez ele está correto. No meu site, PamelaGeller.com, tenho chamado a atenção para isso há anos. SS Hauptsturmfuehrer Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann, testemunhou que

o grande mufti, que estava em Berlim desde 1941, desempenhou um papel na decisão do governo Alemão para exterminar os Judeus Europeus cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele havia repetidamente sugerido o extermínio dos Judeus Europeu às várias autoridades com quem esteve em contato,  e acima de tudo diante de Hitler, Ribbentrop e Himmler . Ele considera isso como uma solução confortável para o problema Palestino. Em suas mensagens transmitidas de Berlim nos superou em ataques anti-Judáicos. Era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava à acelerar as medidas para o extermínio. Ouvi dizer que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito a câmara de gás que Auschwitz.”

Eichmann expôs a informação mencionada numa Declaração Juramentada em seu escritório, Budapeste, em 4 de Junho de 1944; A confirmação através de Wisliceny foi dada alguns dias mais tarde também em Budapest.

hitler mufti
“À Sua Eminência o Grande Mufti, um Souvenir, 4 de Julho de 1943″ H. Himmler”

E não é tudo: De acordo com o testemunho nos julgamentos de Nuremberg, “[o] mufti era um inimigo amargo dos Judeus e sempre foi protagonista da ideia de aniquilamento. Essa ideia, o mufti, sempre avançava em suas conversas com Eichmann

O papel do mufti no Holocausto foi encoberto. O The New York Post relatou em 1948 que “em 28 de agosto de 1946, Dean Acheson, então Secretário de Estado interino, anunciou que “o Departamento de Estado está preparando um Livro Branco sobre as atividades do ex-mufti de Jerusalém“.

Acheson disse que a publicação seria na forma de um livro, que abrangeria todos os documentos relativos ao ex-mufti confiscado dos arquivos Alemães. Esse Livro Branco ainda não foi publicado, embora tenham decorrido 17 meses. O que impede o Departamento de Estado de publicá-lo? Quem está interessado no atraso? Estão todos os documentos seguros?

Esse atraso continuou por quase setenta anos. O Livro Branco nunca foi publicado. Submeti um pedido à Lei da Liberdade de Informação muitos anos atrás, pedindo uma cópia, assim como de toda a correspondência do departamento de estado a respeito disso. O Departamento de Estado respondeu que esse tal Livro Branco não existia e nunca existiu, e que não havia correspondência sobre o assunto.

Então, o que aconteceu com aquele Livro Branco prometido? Sob cujos auspícios, e por que razão, o papel do mufti no Holocausto foi envolto em silêncio?

Netanyahu fez ao mundo um grande serviço chamando a atenção para isso. A intensidade dos ataques contra ele só atesta o quanto atingiu um nervo. Na grande mídia, o Islã e os Muçulmanos nunca devem ser criticados. Podemos apenas ter esperança de que a controvérsia nos levará aos detalhes que estão sendo revelados sobre o papel do mufti no genocídio de Hitler


Para os versados na língua Inglesa recomendo estes dois Best Sellers da Pamela Geller.

Clique nos links para mais informações.:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Fonte/Source: Tamimi: “We are Muslims in Europe, not European Muslims”

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Por Tião Cazeiro

24 de Março de 2017

Robert Spencer escreveu um artigo em Agosto de 2006 dizendo o seguinte:

“Me pergunto se os dhimmis das populações não-Muçulmanas da Eurábia entendem a diferença. Tamimi, o qual a duplicidade foi desmascarada, também reiterou seu apoio ao martírio suicida jihadista.”

Dr. Azzam Tamimi, um radical Muçulmano estacionado na Inglaterra, pareceu apoiar o atentado suicida de ontem, quando afirmou que morrer por suas crenças era “justo”. Tamimi disse, — diante de uma multidão de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, — que defender seus princípios é o “maior ato de martírio”.

Tamimi, de 51 anos, afirmou que a guerra ao terrorismo era uma guerra contra o Islã. “Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus“, acrescentou. A multidão irrompeu em urros e aplausos quando disse que Israel havia sido derrotado pelo Hezbollah. ” [Ênfase adicionada]

Enquanto isso…

O ‘prefeitinho’ Muçulmano de Londres, Sadiq Khan, cria força tarefa para prender todos aqueles que “irritam” os Muçulmanos online. Muçulmanos são obcecados em calar qualquer crítica ao Islã, o que na verdade é uma das táticas para impor a Sharia em novas terras…

O site do Conservativehome lista outras preocupações (com relação ao prefeitinho), incluindo:

  • Em carta ao The Guardian na sequência dos atentados terroristas de 7/7 em Londres, culpa o governo Britânico pelo terrorismo;
  • Sua defesa legal de Zacarias Moussaoui, um terrorista do 11 de Setembro que confessou ser membro da Al Qaeda;
  • Seu capítulo num livro, intitulado “Ações contra a Polícia”, aconselhando sobre como fazer acusações contra a polícia por “racismo”. A mesma força policial que o Sr. Khan como prefeito de Londres iria exercer autoridade;
  • Sua defesa do extremista Islâmico Azzam Tamimi. Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammed “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Sr. Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”;
  • Sua plataforma compartilhada com Suliman Gani, um Imã do sul de Londres, que exigiu subserviência feminina aos homens, e pediu a fundação de um Estado Islâmico.

Completando o raciocício…

“O terrorista Islâmico que atacou Westminster na Quarta-feira era um Muçulmano convertido que possivelmente foi radicalizado na prisão; tinha vivido em várias áreas do Reino Unido, e era conhecido por atividade Islâmica radical.

khalid Masood, 52, passou algum tempo em Birmingham, East London e em Luton, antes de assassinar quatro pessoas no centro de Londres. Depois de morto a tiros, o Estado Islâmico (ISIS) o descreveu como um de seus “soldados”. — Westminster Killer was Muslim Convert, Lived in Several Extremism Hotspots

O padrão utilizado pelo terrorista é o mesmo que estamos vendo ao redor do mundo, ou seja, atropelamento, faca, locais públicos de alta visibilidade etc.

Entretanto, o colunista da BBC Simons Jenkins, criticou o posicionamento da mídia neste vídeo, infelizmente não legendado em Português.

“A BBC fez uma escolha, deram preferência ao terrorista”. O colunista Simon Jenkins critica a cobertura dada ao ataque pela mídia.

A cada dia que passa a BBC deixa claro um firme compromisso com a subserviência e a desinformação.

Nesse vídeo, o colunista Simon Jenkins afirma que dar proeminência aos terroristas ajuda e complica ainda mais a situação, e que o incidente deveria ser tratado com um crime e não como terrorismo. Compara o incidente com os atentados do IRA, PLO etc.; diz que Masood “era um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca” etc., um caso como outros que acontecem em Londres e em outros lugares….

Sério? Simon Jenkins realmente vive num outro planeta.  Sem ofensa, mas por trás desse raciocínio, se puxarmos a linha, encontraremos camadas e camadas de comprometimento político, os quais estão propositalmente deixando a população Britânica completamente indefesa, o que acarretará em mais mortes, em mais terrorismo ao longo dos anos.

Jenkins assume a postura de que é melhor não irritar para não aumentar…  e isto é covardia, isto é desinformação, isto é não querer enchergar a realidade, ou seja, a jihad global. Estamos em guerra e a jihad não vai parar, irritando ou não, com ou sem medo.

Duas “detenções significativas” feitas durante a noite associadas aos assassinatos da jihad em Londres

24 de Março de 2017 —  Por Robert Spencer — Two “significant arrests” made overnight in association with London jihad murders

“O nome de nascimento do perpetrador do atentado terrorista de Quarta-feira no centro de Londres é Adrian Russell Ajao, disse o mais antigo policial Britânico de contraterrorismo.

Nove pessoas permanecem sob custódia e uma mulher foi libertada sob fiança”.  Este parece ter sido um enredo de grande escala. E mais em andamento.

Uma mulher de 39 anos foi presa em um endereço na noite de Quinta-feira em East London, sob suspeita de preparação de atos terroristas, disse a polícia. Uma mulher, que não foi nomeada, está sob custódia da Polícia e da Evidência Criminal (PACE).

Seis pessoas  — duas mulheres e quatro homens, com idades variando de 21 a 28 — foram presas em dois endereços em Birmingham, uma cidade no centro da Inglaterra. Os seis também foram mantidos sob suspeita de preparação de atos terroristas.

Outro homem, 58, também foi preso sexta-feira pela manhã em outro endereço em Birmingham, e realizado sob a mesma acusação ….”

Óbvio que a polícia não está inventando esses dados, portanto não se trata aqui de “um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca etc.” como quer acreditar o colunista Simon Junkins. Estamos vendo os ingredientes de um ataque orquestrado.

E mais…

Repórter da NBC teme que o ataque jihadista em Londres venha “pôr vento nas velas” do “movimento de direita”.

23 de Março de 2017 — Por Robert Spencer

“Os meios de comunicação do establishment não estão preocupados com os ataques terroristas jihadistas no Ocidente. O establishment não está preocupado com as pessoas mortas nos massacres da jihad. Os meios de comunicação do establishment só querem que você não pense mal do Islã e para não começar a apoiar os “movimentos de direita” que ameaçam a hegemonia das elites políticas.” — NBC reporter fears London jihad attack will “put wind in the sails” of the “right-wing movement”

Conclusão…

“De acordo com a Primeira Ministra Theresa May, o terrorista de Westminster Khalid Masood era uma “figura periférica”, e aparentemente há muitos outros Muçulmanos na Grã-Bretanha que são ainda mais violentos e perturbados do que Khalid Masood, e por isso não havia nenhuma questão de mantê-lo sob vigilância.

Esse é o plano do Estado Islâmico (ISIS) para subjugar a aplicação da lei, com muitos ataques e complôs até que o sistema inteiro entre em colapso. Parece que este plano está funcionando bem no Reino Unido.” — Robert Spencer.

Khalid Masood converteu-se ao Islamismo, e portanto, do ponto de vista de Tamimi, deixou de ser um cidadão Britânico.

Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus

Dito pelo Dr. Azzam Tamimi diante de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, com direito a urros e aplausos frenéticos.

Portanto, Masood era um Muçulmano no Reino Unido e não um Muçulmano Britânico, de acordo com Tamimi.

Criticar a mídia pela enorme cobertura que deu a um suposto — crime comum perpetrado por um cidadão Britânico — demonstra o quanto, uma parte da mídia, desinforma.

Ideias têm consequencias.


 

ALLAHU AKBAR EM WESTMINSTER

Allahu Akbar em Westminster

Por Tião Cazeiro

22 de Março de 2017

O ISLÃ ESTÁ ANTAGONIZANDO O MUNDO TODO!

O que falta para o povo Brasileiro dar um basta definitivo neste governo que está cruelmente abrindo as portas para o impensável?

Notícias como esta — Muçulmanos Devotos E Apoiadores Do Estado Islâmico (ISIS) Celebram Ataque Terrorista Em Londres — deveria sensibilizar o governo, principalmente um governo que tem em seu território 175 milhões de Cristãos entre outros grupos religiosos, ou seja, o segundo maior país Cristão do mundo.

E não me venha com Cruzadas ou Inquisição, pois isto não cabe mais no mundo atual.

A penetração Islâmica no tecido Ocidental chegou a um ponto que até — “mães na Pensilvânia estão produzindo acessórios Barbie-Hijab para “criar uma geração amável”.

O Islã está em guerra contra o mundo para impor a lei Sharia, algo que “todo mundo” já sabe. Agora, se você levantar a voz para criticar o Islã, a esquerda, a globalização etc. será enquadrado, de acordo com a maldita ONU, no “discurso de ódio“, “RACISMO“, “contra os direitos de alguém“. Só não dizem quem estão defendendo.

Veja o Brasil, basta olhar em volta para perceber o que estão fazendo com este país. Tudo orquestrado. Tudo pronto pra você viver no INFERNO, e quem sabe se tornar um DHIMMI. Por acaso você sabe o que é um Dhimmi? Sempre faço esta pergunta, e poucos respondem.

Estão bombardeando o mundo, mas você não pode criticar o agente dos bombardeios. Sim, nada a ver com o Islã, diz a grande inimídia.

Você é obrigado todos os dias a engolir a maldita esquerda, o globalismo, progressistas, feministas etc, mas ai de você se abrir a boca para falar do “povo das necessidades especiais”.


Nações Unidas: Regulando o discurso de “ódio” e não um ataque à liberdade de expressão.

As Nações Unidas marcaram o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na Terça-feira, dizendo aos governos ao redor do mundo que a regulação do “discurso de ódio” é parte da estratégia necessária para “defender os direitos de alguém“.


O ISLÃ NÃO É UMA RAÇA, É UMA IDEOLOGIA.


Para quem não o conhece, Tommy Robinson é um super ativista contra a Islamização.
Muito corajoso e já se machucou feio a ponto de ser hospitalizado quando foi atacado por Muçulmanos.
Ele é um dos líderes do grupo PEGIDA/UK. (Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente).

Neste protesto em vídeo, foi chamado de Nazista, Fascista, Islamofóbico, RACISTA e muito mais…
Resumindo, a polícia o tirou da passeata para evitar violência por parte dos anti-Islamofóbicos…
Essa é a mentalidade de merda da esquerda em Londres, e em toda parte, melhor dizendo.
O atentado de hoje em Westminster não vai mudar em nada, não irão desistir dessa insanidade.

Este vídeo, ainda sem legenda em Português diz muito. Assista, não se preocupe com o Inglês. Eis aqui um resumo só para dar uma ideia. As imagens dizem muito mais…

Tommy Robinson diz que no ano passado foram desarticulados pela polícia 12 atentados em Londres envolvendo supermercado, boate, avião etc., do mesmo porte que esse que aconteceu hoje em Westminster. Acusa o atentado de hoje como autoria do Estado Islâmico (ISIS)…

Tommy Robinson vem alertando a Inglaterra sobre este terrorista, Abu Izzadeen, por mais de uma década.

Nota: Até o momento em que escrevi este artigo a imprensa mundial dizia que Abu Izzadeen era o autor do atentado em Westminster. O blog Lei Islâmica em Ação colaborou com este artigo atualizando o nome do terrorista: Masood, 52anos, nascido em Kent, Inglaterra. Veja a reação dele no fim do vídeo….

 

No Sábado passado, Tommy Robinson participou da passeata anti-Islamofobia em Londres e olha no que deu…

A polícia o retirou da passeata… ele só queria entrevistar o público.

Estou mostrando isto a vocês porque vai acontecer aqui em breve. O padrão Muçulmano é o mesmo e não existe outra alternativa.

O Brasil vai pagar pela estupidez. A velocidade com que estão orquestrando a penetração Islâmica no Brasil não deixa dúvida, quando o país acordar será tarde demais.

175 milhões de Cristãos (Católicos, Evangélicos etc.) e nenhuma reação realmente significativa. Por quê?

Não é bola de cristal, é pura lógica, estudo e common sense.

Já cruzamos a linha vermelha. Infelizmente!


E por último, leia isto…

Reino Unido: terrorista “Asiático” atropela pedestres com  carro antes de correr para o Parlamento com uma faca. — UK: “Asian” attacker crashed into pedestrians in his car before running into Parliament with knife

“Asiático” é o eufemismo da mídia Britânica para Muçulmano.

O “Moderado” Fatah pediu tais ataques. E o Estado Islâmico emitiu esse apelo em Setembro de 2014:

“Então, ó muwahhid, não deixe que essa batalha passe por onde quer que você esteja. Você deve atacar os soldados, patronos e soldados do tawaghit. Golpeie seus membros da polícia, da segurança, e da inteligência, assim como seus agentes traiçoeiros. Destrua suas camas. Amargure a vida deles e ocupe-os com eles mesmos. Se você pode matar um Americano ou um Europeu incrédulo — especialmente o Francês rancoroso e sujo — ou um Australiano, ou um Canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-os de qualquer jeito ou maneira, no entanto, pode ser… se você não for capaz de encontrar um IED ou uma bala, então escolha um Americano descrente, um Francês, ou qualquer um dos seus aliados. Golpeie a cabeça dele com uma pedra, ou mate-o com uma faca, ou o atropele com o seu carro, ou jogue-o de um lugar alto, ou sufoque, envenene…”


KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Fonte/Source: Kashmir: Jihadi imam killed, 70,000 people attend his funeral


KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Por ROBERT SPENCER

17 de Março de 2017

Você acha que qualquer um dos “reformadores Muçulmanos” que desfruta da lisonja e adulação dos ignorantes e esperançosos nos EUA terá 70.000 Muçulmanos presente em seu funeral? Nem eu. Mas agora é oficialmente uma falha moral por parte dos não-Muçulmanos comentar o fato de que “extremistas” são muito mais populares entre os Muçulmanos em todo o mundo do que os “reformadores”. Não devemos pensar assim, e se o fizermos, isto nos torna jihadistas.

Enquanto isso, como esse imã, — que dedicou sua vida à compreensão correta do Islã, —pôde tornar-se um líder da jihad? Como pôde compreender tão mal os ensinamentos verdadeiros e pacíficos do Alcorão, que são tão claros para o Papa Francisco e John Kerry e George W. Bush e uma miríade de outros Mulás instruídos?

O Militante Que Era Um Imã“, de Owais Farooqi, Kashmir Monitor, 11 de Março de 2017:

Bandipora: Mushtaq, militante do Hizbul Mujahideen morto em Bandipora na Quinta-feira, era um imã de uma mesquita local em Hathlangoo, Sopore, até Setembro de 2014, quando acreditava-se que tinha se afogado nas inundações. Seu pai, Sher-Dil Seer, ficou tão surpreso com a notícia do assassinato de seu filho mais velho nas mãos das forças governamentais, que demorou 15 minutos para reconhecer sua face: amolecida, de aparência desagradável e sem a barba comprida.

“Pensamos que ele estivesse morto. Mas continuamos procurando em todos os lugares“, disse Sher-Dil, um dia depois da morte de seu filho.

Nunca cruzou a mente de Sher-Dil que seu filho pudesse ter se juntado à militância. Tudo o que sabia era que Mushtaq fora acusado pelas forças governamentais de pregar sermões provocativos na mesquita quando liderava as orações. Ao mesmo tempo, Mushtaq foi levado pela polícia SOG (Special Operation Group) sob a acusação de pregar sermões provocativos na mesquita de Hathlangoo.

“Ele foi esbofeteado e mantido por cerca de 15 dias no campo SOG. O DySP (vice-superintendente de polícia) da SOG disse naquele momento que Mushtaq era um menino que não podia ser um encrenqueiro”, disse Sher-Dil.

Antes de ser preso pelo SOG, Mushtaq havia cumprido cinco anos de prisão. Foi acusado de matar sua esposa após dois meses de casado em 2008. “Ele foi absolvido pelo tribunal de todas as acusações”, disse Sher-Dil sobre esse caso.

“Após a sua libertação da prisão em 2013, Mushtaq tornou-se um homem religioso. Cresceu uma longa barba. Liderava as orações até mesmo na prisão”, disse Sher-Dil.

Depois de sair da prisão, Mushtaq se tornou um Imã e conduziu as orações na mesquita de Hathlangoo.

“Depois do incidente da SOG, quando voltei para casa, tive uma discussão muito forte com Mushtaq. Disse a ele para não dizer coisas que não soariam bem com as forças do governo. Foi um argumento muito acalorado. Depois dessa discussão, ele saiu de casa, para sempre”, disse Sher-Dil. “Ele disse à mãe que iria para Srinagar e que conduziria as orações.” …

Parentes e vizinhos vieram para consolar Sher-Dil e disseram que Mushtaq tinha “alcançado o lugar mais alto no céu”. Para isso, Sher-Dil respondeu: “Deixe-me tirar isso do meu peito: até mesmo o Alcorão diz que matar um ser humano é matar a humanidade. Me chame do que quiser… ”

Então Sher-Dil disse em um sussurro, “Você sabe que setenta mil pessoas compareceram ao funeral dele.”…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã — Canibalismo

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The Islamic State Revives Islam’s Original Terror Tactic — Cannibalism


Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã  — Canibalismo

Por RAYMOND IBRAHIM

9 de Março de 2017

À luz das recentes revelações de que o Estado Islâmico está ensinando aos seus seguidores para comerem os não-Muçulmanos, — certamente podemos agora concordar que, pelo menos nisso, — o ISIS não é verdadeiramente Islâmico?

Infelizmente não. Até mesmo comer “infiéis” tem precedentes em toda história Islâmica, especialmente como tática do terror. Dois episódios bem documentados vêm à mente:

O primeiro diz respeito à jihad por excelência, Khalid bin al-Walid (d.642). Apelidado de “Espada de Alá” por Muhammad, devido a sua proeza, mantém posição reverenciada entre os grupos jihadistas (a bandeira negra do ISIS com escrita Árabe branca é um fac-símile da bandeira que Khalid carregava nas batalhas). Durante a Ridda — ou “guerras de apostasia” contra as várias tribos Árabes que tentaram romper com o Islã após a morte de Muhammad — Khalid acusou falsamente Malik bin Nuwayra, um bem quisto chefe Árabe, de apostasia. Depois de matá-lo, Khalid estuprou — fontes Muçulmanas chamam isso de “casou” — a esposa de Malik. Não contente,

“Ele [Khalid] ordenou a cabeça de [Malik]; juntou-a com duas pedras e a cozinhou num pote sobre elas. E Khalid a comeu naquela noite para aterrorizar as tribos Árabes apóstatas entre outros. E foi dito que os cabelos de Malik criaram uma chama tão brilhante que a carne ficou muito bem cozida [da crônica em vários volumes do historiador Muçulmano al-Tabari, al-bidaya w’al nihaya (“O Início e o Fim”; Excerto Árabe aqui).”

O segundo episódio diz respeito à conquista Islâmica da Espanha. De acordo com o cronista Muçulmano Ibn Abdul Hakam, depois de capturarem um grupo de vinicultores Cristãos, os invasores Islâmicos

“os aprisionaram. Depois pegaram um dos vinicultores e o mataram, o cortaram em pedaços e o ferveram, enquanto o resto de seus companheiros olhavam. Eles também tinham fervido carne em outros caldeirões. Quando a carne ficou cozida, jogaram fora o corpo do homem que tinham fervido; sem ninguém saber que jogaram fora; e comeram a carne que tinham fervido, enquanto os outros vinicultores eram espectadores. Estes não duvidaram que os Muçulmanos comeram a carne de seu companheiro; os outros, depois de serem liberados e mandados embora, informaram ao povo de Andaluzia [Cristãos Espanhóis] que os Muçulmanos se alimentavam de carne humana, informando-os sobre o que tinha sido feito ao vinicultor [fonte].”

Tarek ibn Ziyad — outro jihadi extraordinaire, reverenciado por queimar seus barcos ao chegar à costa da Espanha como prova de seu compromisso com a jihad ou o “martírio” — também tinha Cristãos cativos, abatidos, cozidos e aparentemente comidos diante de seus companheiros reféns. Então, de acordo com o historiador Muçulmano Ahmad ibn Muhammad al-Maqqari, o herói jihadista “permitiu que alguns dos cativos escapassem, para que pudessem relatar aos seus conterrâneos o que tinham visto. E assim o estratagema produziu o efeito desejado, já que o relato dos fugitivos contribuiu em alto grau para aumentar o pânico entre os infiéis” (The History of the Mohammedan Dynasty, p.227).

Note-se que, de acordo com todos os cronistas Muçulmanos acima citados, os jihadistas se engajaram nessas práticas canibais para aterrorizar e criar pânico entre os infiéis e apóstatas, isto é, como uma forma de guerra psicológica. Isto é mais uma vez ressaltado quando, como de costume, os cronistas citam ou parafraseiam versos do Alcorão que clamam por “infundir o terror” nos corações dos infiéis (e.g., 3:151, 8:12, 8:60) em justaposição à selvageria relatada.

(Assisti alguns anos atrás a um vídeo de um clérigo Egípcio moderno que também deixava claro que as ações de Khalid foram calculadas para aterrorizar os apóstatas. Entretanto o YouTube como de costume retirou o vídeo, mas aqui está a minha tradução original do que ele disse: “As pessoas se perguntam como Nosso Senhor Khalid poderia ter comido de tal carne? Oh sim — ele comeu disso! Nosso Senhor Khalid tinha um caráter muito forte, um grande apetite e tudo mais! Tudo para aterrorizar os Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exige determinação, estas questões exigem força — terrorismo.”)

Existem mais e episódios relacionados. Durante as primeiras invasões Muçulmanas na Síria Cristã, um dos companheiros de Muhammad, ‘Ubadah bin al-Samat, disse a um comandante Cristão que “Nós provamos sangue e não encontramos nada mais doce do que o sangue dos Romanos”, significando Bizantinos e/ou Cristãos. Se literal ou figurativo, claramente essas referências sanguinárias inspiram a cosmovisão do Estado Islâmico como evidenciado pela afirmação deste último de que “o sangue Americano é o melhor, e vamos prová-lo em breve”.

Aliás, a veneração e/ou a emulação da barbárie jihadista primitiva não se limita a trajes “radicais” ou extremistas, como sempre nos é dito, ou seja, “não têm nada a ver com o Islã“. Nada além de Al Azhar — a universidade mais prestigiada do mundo Muçulmano, que anfitriou o discurso do “Novo Começo” de Obama em 2009 — ensina estes relatos de Muçulmanos comendo infiéis. A razão é simples: tal herança não pertence ao ISIS mais do que à Al Azhar.

Uma nota final: uma escola de pensamento sustenta que, nos episódios históricos acima mencionados, Muçulmanos não fingiam apenas devorar suas vítimas; eles realmente faziam isso. No entanto, cronistas Muçulmanos posteriores, envergonhados pelo selvageria bestial de seus correligionários, retrataram o canibalismo como fosse apenas fingimento. Se isso for verdade, valida ainda mais o porquê do ISIS não está apenas ensinando os Muçulmanos a fingirem que devoram suas vítimas infiéis, mas a comê-las na realidade — como quando um jihadista cortou e enterrou os dentes no coração de um soldado Sírio caído, “Juro por Alá, soldados de Bashar, seus cães — comeremos os seus corações e fígados! Allahu Akbar!” (Sim, vídeo aqui.) — Nota do Blog: Vídeo de extrema violência. Se for em frente, clique em “continue”, em vermelho, na tela que surgirá.

Isso também pode ajudar a clarear explicação insatisfatória do Daily Mail  sobre o porquê do ISIS estar promovendo o canibalismo. De acordo com Haras Rafiq, uma autoridade do Daily, que descreve, como”Muçulmano praticante”, que o ISIS está promovendo o canibalismo “caso não haja suprimentos de alimentos disponíveis durante o que descrevem como em tempos de jihad”. Diante das circunstâncias, “terroristas foram encorajados a matar os não-Muçulmanos ou Muçulmanos, que não compartilham da mesma versão do Islã, por alimento.”

Com certeza, comer seres humanos em tempos de coação extrema e inanição — ou alimento “não-halal” — não é particularmente chocante e aconteceu muitas vezes, passado e presente, por povos de todas as raças e religiões. Fica a critério de cada aqui, refletir se Rafiq é mais um de uma longa lista de autoridades Muçulmanas embaraçadas tentando racionalizar as práticas depravadas de seus correligionários em nome do Islã.

[PJ Media]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Fonte/Source: Robert Spencer: Good Riddance: Hijab-wearing Muslim NSC staffer quits, blames Trump, claims victim status


ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA  DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Por ROBERT SPENCER

27 de Fevereiro de 2017


Meus mais recentes artigos no FrontPage Magazine:

Rumana Ahmed

A mídia do establishment encontrou uma nova heroína: Rumana Ahmed, uma mulher Muçulmana que trabalha vestida com o seu hijab, que integrou o Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama, e que aora pediu demissão depois de oito dias no governo Trump .

Ahmed explicou: “Eu tive que partir porque era um insulto entrar no edifício mais histórico do país todos os dias sob uma administração que está lutando contra e vilipendiando tudo o que eu defendo como Americana e como Muçulmana”. Isso basta para a mídia disparar sua fúria anti-Trump com uivos hipócritas, mas como sempre, há mais nessa história do que a mídia está dizendo, e muito mais sobre Rumana Ahmed que gostariam que você não soubesse.

Em seu artigo no The Atlantic, explicando por que deixou o NSC – National Security Council, (e é importante notar que ela não foi demitida pelos seus novos patrões supostamente “Islamofóbicos”, ela pediu demissão), Ahmed usa expressões pós-9/11 de vitimização Muçulmana, que se tornaram tropos familiares entre os esquerdistas: depois de contar sua vida idílica “vivendo o sonho Americano”, ela diz: “Depois do 11 de Setembro, tudo mudaria. No auge do meu choque, horror e desgosto, tive que lidar com o medo que algumas crianças de repente tiveram de mim. Fui observada, amaldiçoada e cuspida em público e na escola. As pessoas me chamavam de “terrorista” e me disseram: “volte para seu país”.

Não surpreende que Ahmed não tenha mencionado o fato de que essa narrativa de vitimização Muçulmana foi manchada, se não completamente viciada, pelo alto número de “crimes de ódio anti-Muçulmanos” que foram falsificados por Muçulmanos. O Conselho ligado às Relações Americano-Islâmicas (CAIR) do Hamas e outros Muçulmanos em muitas ocasiões não hesitaram em rebaixar-se até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques às mesquitas e até assassinatos: um Muçulmano de Nova Jersey foi considerado culpado pelo assassinato que tentou retratar como um ataque “Islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de primeiro acusar o assassinato de “Islamofobia”.

Ahmed ainda culpou um assassinato por “Islamofobia”: “Um mundo mais duro começou a ressurgir em 2015”, escreveu no The Atlantic. “Em Fevereiro, três jovens estudantes Muçulmanos Americanos foram mortos em suas casas, em Chapel Hill, por um Islamofóbico. Tanto a mídia como a administração foram lentas ao enfrentar o ataque, como se os mortos tivessem de ser examinados antes que pudessem ser velados. Foi emocionalmente devastador.”

Na verdade, não há provas de que os assassinatos de Chapel Hill tenham sido cometidos por um “Islamofóbico”. O advogado Ripley Rand declarou no dia seguinte aos assassinatos: “Os acontecimentos de ontem não fazem parte de uma campanha contra os Muçulmanos na Carolina do Norte”. Rand disse que não havia “informações de que isso fizesse parte de um evento organizado contra Muçulmanos”. Nem surgiu desde então, embora esse fato não tenha impedido os grupos Islâmicos de advocacia de rotineiramente tratar esses assassinatos como evidência de uma onda de ódio anti-Muçulmano nos EUA. Ruhana Ahmed, no The Atlantic, encoraja essa agenda cínica e maliciosa.

Na mesma linha, Ahmed afirma: “Quando Trump pediu o banimento Muçulmano pela primeira vez, os relatos de crimes de ódio contra Muçulmanos dispararam“. Na realidade, como notou o MRC Newsbusters no final de Novembro, “Uma série desses incidentes já foram desmascarados, embora os poucos detalhes sobre a maioria das histórias faz com que seja quase impossível refutar (ou provar!)”.

Ahmed não é só desonesta; ela está conectada. Antes de trabalhar para o governo de Obama, era funcionária da associação dos estudantes Muçulmanos da Universidade de George Mason (MSA). De acordo com a Discover the Networks, a MSA “foi estabelecida principalmente por membros da Irmandade Muçulmana (MB) em Janeiro de 1963 na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign. O Teólogo Larry A. Poston da Nyack College escreve que ‘muitos dos membros fundadores dessa agência [MSA] eram membros de, ou tinha conexões com’ a Irmandade Muçulmana ou Jamaat-i-Islami.” O MSA é “uma força política radical e uma importante organização lobista da seita Wahhabi do Islã, dizendo aos estudantes que a América é uma potência imperialista e Israel uma nação opressora. Palestrantes do MSA rotineiramente vomitam libelos antissemitas e justificam o genocídio contra os Judeus que é promovido por organizações terroristas Islâmicas como o Hamas e o Hezbollah e pelo governo do Irã “.

Além disso, “um documento interno da Irmandade Muçulmana de 1991 — intitulado “Um Memorando Explicativo sobre o Objetivo Estratégico Geral para o Grupo na América do Norte” — que nomeou a MSA como uma das 29 “organizações de amigos” da Irmandade que compartilha o objetivo comum de destruir a América e transformá-la numa nação Muçulmana. Esses “amigos” foram identificados pela Irmandade como grupos que poderiam ajudar a ensinar aos Muçulmanos que seu trabalho nos Estados Unidos é uma espécie de grande Jihad para eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro e “sabotar” sua miserável casa pelas próprias mãos… de modo que… a religião de Deus <a href="sic“>Islã seja vitoriosa sobre todas as outras religiões”.

É difícil imaginar como alguém que tinha servido como funcionária numa organização dedicada a “eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro” seria tão rapidamente nomeada para o Conselho de Segurança Nacional, mas essa era a América de Barack Obama. O governo Trump está, de fato, estabelecendo um tom surpreendentemente diferente, que Rumana Ahmed considera inaceitável. Sua insatisfação e partida do NSC são boas razões para que todos os Americanos patrióticos aplaudam.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Fonte/Source: Pope Francis Tears at History’s Ancient Walls against Islam – Raymond Ibrahim

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Por Raymond Ibrahim

24 de Fevereiro de 2017

FrontPage Magazine

Papa Francisco continua a defender dois pontos inter-relacionados que, embora aparentemente humanos, comprometam as nações Ocidentais e expõe seus cidadãos ao perigo.

Ele reiterou seu primeiro ponto no início deste mês quando disse: “Eu apelo para não criar muros, mas para construir pontes”. Francisco tem feito este apelo com frequência, tanto figurativamente (quando implora aos países Ocidentais para não fecharem as portas contra a entrada de mais migrantes Muçulmanos) e literalmente (nessa caso, caracterizando a proposta de Donald Trump de construir uma muralha entre os EUA e o México como “não Cristã“).

Francisco reiterou seu segundo ponto alguns dias atrás, quando disse: “O terrorismo Muçulmano não existe”. Sua lógica é que, já que existem Cristãos que se envolvem em atividades criminosas e violentas — e, no entanto, ninguém culpa o Cristianismo por seu comportamento — sendo assim, então o Islã também não pode ser culpado quando Muçulmanos se envolvem em atividades criminosas e violentas.

Nisso, o papa Católico parece incapaz ou não quer fazer a distinção fundamental entre a violência cometida de acordo com os ensinamentos Islâmicos e a violência cometida em contradição com os ensinamentos Cristãos.

Mas existe uma outra ironia relevante e muitas vezes esquecida: todas as manhãs Francisco acorda no Vaticano e olha pela janela, vê um lembrete muito grande e concreto que desmente tanto a sua argumentação contra os muros e o seu argumento em defesa do Islamismo. Falo das grandes muralhas que cercam a Cidade do Vaticano, mais especificamente a Muralha Leonina.

Contexto: Poucos anos após a morte do profeta Muhammad em 632, seus seguidores irromperam da Arábia e conquistaram terras vizinhas não-Muçulmanas em nome do Islã. Em poucas décadas, tinham anexado dois terços do que foi a Cristandade no século VII. Tomaram todo o Oriente Médio, Norte da África e Espanha, até que finalmente foram parados em Tours, no centro da França (732). No final do século IX, as incursões jihadistas haviam transformado o Mar Mediterrâneo em um lago Muçulmano; as ilhas principais — Sicília, Creta, Rodes, Malta, Chipre — foram conquistadas, e a costa Europeia foi habitualmente invadida para espólio e escravos.

Segundo os cronistas Muçulmanos mais influentes e contemporâneos — al-Waqidi, al-Baladhuri, al-Tabari, al-Maqrizi, etc. — tudo isso foi feito porque o Islã ordena os Muçulmanos a subjugar e humilhar os não-Muçulmanos.

Foi neste contexto que, em 846, as frotas Muçulmanas do Norte da África desembarcaram perto de Roma. Incapazes de romper os muros da Cidade Eterna, saquearam e espoliaram os arredores rurais, incluindo — para consternação da Cristandade — as basílicas veneradas e centenárias de São Pedro e São Paulo. Os invasores Muçulmanos profanaram os túmulos dos apóstolos venerados e os despojaram de todos os seus tesouros. Papa Leão IV (847-855) respondeu construindo grandes muralhas e fortificações ao longo da margem direita do Tibre para proteger os locais sagrados de outras incursões Muçulmanas. Concluída em 852, as muralhas, em alguns lugares, mediam de 12 m de altura por 3,7 m de espessura.

Antecipando em muito as cruzadas contra o Islã por mais de dois séculos — isso mostra como era há muito tempo — o Papa Leão decretou que qualquer Cristão que morresse combatendo invasores Muçulmanos iria entrar no céu. Depois dele e pelas mesmas razões, o Papa João VIII ofereceu a remissão de pecados àqueles que morreram combatendo invasores Islâmicos. Tal era o perigo existencial e permanente que os Muçulmanos causavam na Europa Cristã — mais de dois séculos antes do apelo do Papa Urbano para a Primeira Cruzada em 1095.

Hoje, muitos Muçulmanos, não apenas as variações do ISIS, continuam vangloriando-se de que o Islã conquistará Roma, a única das cinco sés apostólicas — sendo as outras quatro Antioquia, Alexandria, Jerusalém e Constantinopla —que nunca foi subjugada pela jihad. Da mesma forma, Muçulmanos em toda a Europa continuam exibindo a mesma hostilidade e desprezo por todas as coisas e pessoas não-Islâmicas, seja indo à igreja para vandalizar e quebrar cruzes, ou estuprando mulheres “infiéis” como suas por direito.

Em suma, as muralhas do Papa Leão provam que o Papa Francis está errado em ambos os casos: sim, as muralhas são por vezes necessárias para preservar a civilização; sim, o Islã promove a violência e a intolerância à diferença do outro — muito mais do que qualquer outra religião. Este fato é facilmente discernido examinando as palavras passadas e presentes e os atos dos Muçulmanos, todos os quais evidenciam uma notável e inabalável continuidade de hostilidade contra “infiéis”.

Talvez a mais irônica de todas, se não fosse as muralhas do Papa Leão — e tantas outras muralhas Cristãs, como a de Constantinopla, que manteve o Islã fora da Europa durante séculos, e a de Viena, que bloqueou uma jihad completa em 1683 — não haveria hoje em dia um papa para pontificar sobre como as muralhas são terríveis e quão incompreendido é o Islã. E quando Francisco acusa, de não serem Cristãos, os que constroem muros, como fez com Trump, acusa essencialmente homens como o Papa Leão IV — que fez tanto para proteger e preservar a Cristandade em um tempo em que o Islã estava engolindo o mundo — de não ser um verdadeiro Cristão.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O Islã e o Desejo Pelo Poder: Entrevista Com Raymond Ibrahim

Fonte/Source: Islam’s Will to Power: An Interview with Raymond Ibrahim – Raymond Ibrahim

O Islã e o Desejo Pelo Poder:  Entrevista Com Raymond Ibrahim

Por Raymond Ibrahim

20 de Outubro de 2016

Nota do autor: Recentemente, fui entrevistado por Niram Ferretti para a publicação Italiana L'informale.
Raymond Ibrahim

De pais Coptas Egípcios e fluente em Árabe, Raymond Ibrahim está entre os estudiosos e comentaristas que, como Robert Spencer e David Horowitz, não têm medo de chamar uma espada de espada. Nesses tempos em que vivemos, envenenado pelo politicamente correto, soa como uma rajada de ar fresco.

Ele não falará do Islã como “a religião de paz”, fingindo ser algo que nunca foi. Pelo contrário, enfatizará que os jihadistas contemporâneos seguem a aplicação estrita do Alcorão, muito parecido com os reformistas protestantes com seu conceito de sola scriptura (a escritura por si só). A principal diferença é que o último geralmente não se explode, ou decapita “infiéis” ou estão comprometidos com uma luta permanente contra o Ocidente para subjugá-lo.

A razão para isso é que no Alcorão, a jihad é prescrita e Muhammad/Maomé, o exemplo perfeito para todos os Muçulmanos, foi um profeta, mas também um caudilho. Raymond Ibrahim é autor regular do David Horowitz Freedom Center e anteriormente foi diretor associado do The Middle East Forum, Raymond Ibrahim é autor do livro Crucified AgainExposing Islam’s New War on Christians e editor do seminal The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden’s Terrorist Organization.

Raymond Ibrahim aceitou gentilmente responder às nossas perguntas.

A primeira questão que gostaria de abordar é a noção generalizada de que o ISIS é, de fato, um produto da intervenção dos EUA no Iraque. A implicação é muito clara. Se os EUA não tivessem invadido o Iraque, não haveria nenhum ISIS ao redor. Qual é o seu comentário sobre isso?

Ibrahim: Fatos são fatos. Antes de os EUA invadirem, Saddam Hussein era conhecido por suprimir os movimentos Islâmicos. De fato, uma das razões para sua posterior reputação de abusar dos direitos humanos foi que estava brutalmente pisoteando os jihadistas, um rótulo que os meios de comunicação Ocidentais omitem quando falam de ditadores Árabes seculares usando meios brutais, como Assad e seus esforços contra os jihadistas. Uma década depois que Saddam foi expulso, morto e os EUA proclamaram a vitória por terem trazido “liberdade e democracia” para o Iraque, tudo o que temos que mostrar é o surgimento do ISIS, que, quando se trata de abusos de direitos humanos, faz Saddam parecer um Papai Noel.

Costumo olhar para a situação das minorias Cristãs nos países Muçulmanos para entender a natureza daqueles que governam. Sob Saddam, eles e suas igrejas foram protegidos; o ano em que os Estados Unidos trouxeram “liberdade e democracia” ao Iraque, os Cristãos foram perseguidos e dezenas de igrejas bombardeadas. Aliás, não é apenas no Iraque que a intervenção Americana deu origem ao ISIS. Líbia e Síria também fazem parte do califado do ISIS, e mais uma vez, graças aos Estados Unidos pavimentando o caminho ao expulsar Gaddafi e tentar derrubar Assad. Eu não pretendo saber a razão por trás desse fenômeno, mas os fatos falam por si mesmos: onde os EUA expulsam homens fortes Árabes seculares — cujos abusos de direitos humanos estavam muitas vezes dentro de um contexto para combater ainda mais os abusos de direitos humanos que os jihadistas/ISIS seguem.

O antiamericanismo continua forte entre os esquerdistas tanto na Europa como nos Estados Unidos. Pessoas como Noam Chomsky espalharam a noção de que os EUA são a encarnação do mal junto com Israel, visto como seu proxy no Oriente Médio. Quais são os principais fatores, segundo você, por trás dessa atitude?

Ibrahim: Em última análise, acredito que essas opiniões se baseiam menos em fatos objetivos e mais em distorções subjetivas da história. A visão dominante hoje é que, pelo menos historicamente, homens brancos e Cristãos são a fonte de todo o mal no planeta Terra; Portanto, o mínimo que podem fazer por meio de reparações é serem passivos, enquanto Muçulmanos e outros do terceiro mundo convivem com seus tormentos crescentes — que se manifestam nas atrocidades contra os não-Muçulmanos, incluindo Ocidentais. Assim, sempre que os EUA ou Israel fazem qualquer coisa para defender seus interesses e a segurança, o qual deveria considerado absolutamente normal e padrão para outras nações, especialmente as não-Ocidentais, a esquerda chora injustamente, racismo, etc.

Os apologistas do Islã nos dizem que o Islã é uma parte muito importante do Ocidente, pois ajudou a moldar nossa cultura com suas inovações quando ainda era um império. Aqui na Itália um renomado historiador, Franco Cardini, disse recentemente que “o Islã está na base da modernidade”. Qual é a sua opinião pessoal?

Ibrahim: Esse ponto de vista é apenas mais um exemplo de como a verdadeira história do Islã e da Europa foi tão profundamente distorcida e deformada visando glorificar o Islã e humilhar a Europa anteriormente Cristã. A realidade e a história — como registradas pelos historiadores mais renomados do Islã — têm uma história muito diferente a contar, uma história que é conhecida pela criança mediana Europeia, mas que agora virou “tabu” reconhecer isto: a guerra ou a jihad na Europa é a verdadeira história do Islã e do Ocidente. Considere alguns fatos por um momento: Uma década após o nascimento do Islã no século 7, a jihad explodiu fora da Arábia. Dois terços do que era então a Cristandade foram conquistados permanentemente e grande parte de sua população foi posta à espada e/ou pressionada a se converter, de modo que quase ninguém percebe hoje que a Síria, o Egito e toda a África do Norte foram os centros do Cristianismo. Depois foi a vez da Europa. Entre outras nações e territórios que foram atacados e/ou estavam sob a dominação Muçulmana são — dando os seus nomes modernos, mas não necessariamente nesta ordem: Portugal, Espanha, França, Itália, Sicília, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Rússia, Polônia, Bulgária, Ucrânia, Lituânia, Roménia, Albânia, Sérvia, Arménia, Geórgia, Creta, Chipre, Croácia, etc.

Em 846 Roma foi saqueada e o Vaticano contaminado por invasores Árabes Muçulmanos; Cerca de 600 anos depois, em 1453, a outra grande basílica da Cristandade, a Santa Sofia (ou Hagia Sophia) foi conquistada permanentemente pelos Turcos Muçulmanos. As poucas regiões Europeias que escaparam da ocupação Islâmica direta, devido ao seu afastamento à noroeste incluem a Grã-Bretanha, Escandinávia e Alemanha. Isso, naturalmente, não significa que não foram atacados pelo Islã. Na verdade, no extremo noroeste da Europa, na Islândia, os Cristãos costumavam rezar para que Deus os salvasse do “terror Turco”. Até 1627 corsários Muçulmanos invadiram a ilha Cristã capturando quatrocentos cativos, e os vendendo nos mercados de escravos da Argélia. Nem a América escapou. Poucos anos após a formação dos Estados Unidos, em 1800, navios mercantes Americanos no Mediterrâneo foram saqueados e seus marinheiros escravizados por corsários Muçulmanos. O embaixador de Trípoli explicou a Thomas Jefferson que era um “direito e dever dos Muçulmanos fazer guerra contra os [não-Muçulmanos] onde quer que pudessem ser encontrados e escravizar tantos quantos pudessem tomar como prisioneiros”. Cerca de um milênio — pontuado pelas Cruzadas —refutação que o Ocidente moderno está obcecado em demonizar — o Islã diariamente representou uma ameaça existencial à Europa Cristã e, por extensão, à civilização Ocidental. Neste contexto, do que adianta destacar as aberrações? Mesmo aquela exceção periférica que tantos acadêmicos Ocidentais tentam usar como regra — a Espanha Islâmica – foi recentemente desmentida como fraude no livro de Dario Fernández-Morera — The Myth of the Andalusian Paradise. O Islã se apresenta como a verdadeira e definitiva religião da humanidade. O Judaísmo e o Cristianismo na visão Islâmica são vistos como profundamente defeituosos e corrompidos. De acordo com o Islã, o profeta Muçulmano Jesus virá no Dia do Juízo Final para destruir todas as cruzes e expor a falsidade do próprio Cristianismo. Não obstante, o Papa continua chamando o Islã de religião de paz e o apresenta somente sob uma luz favorável. De acordo com você, é apenas prudência política ou algo mais?

Ibrahim: Este papa enxerga a si mesmo como diplomata e político, não como um líder espiritual, e certamente não como defensor dos Cristãos. É uma pena, uma vez que em toda Europa, historicamente foram os papas Católicos que mais compreenderam os perigos do Islamismo — físico e espiritual — especialmente para os irmãos Cristãos. No entanto, ele se recusa firmemente  associar o Islã à violência. Mesmo quando um jornalista o perguntou se o padre Francês de 85 anos, Padre Jacques, recentemente assassinado, foi “morto em nome do Islã“, Francis discordou veementemente; argumentou que ouve falar de Cristãos que cometem violência todos os dias na Itália: “Aquele que assassinou sua namorada, outro que assassinou a sogra… e esses são batizados como Católicos! Há Católicos violentos! Se falo de violência Islâmica, devo falar de violência Católica. “Aparentemente, para o Papa Francisco, a violência feita de acordo com os mandamentos de Alá não é mais preocupante do que a violência feita em contradição com os mandamentos do Deus Judeu-Cristão. Por essa lógica perversa, se responsabilizamos o Islã, então devemos responsabilizar o Cristianismo — independentemente do fato de que o Islã justifica a violência enquanto o Cristianismo a condena. E quando se encontrou com os familiares e os sobreviventes do Dia da Bastilha — outro ataque Islâmico que custou a vida a 86 e feriu centenas — disse: “Precisamos iniciar um diálogo sincero e ter relações fraternas entre todos, especialmente com aqueles que acreditam num único Deus que é misericordioso”, uma referência aos Muçulmanos monoteístas. Acrescentou que isso era “uma prioridade urgente… Só podemos responder aos ataques do Diabo com as obras de Deus, que são o perdão, o amor e o respeito pelo outro, mesmo que sejam diferentes.” Esta é certamente uma abordagem diferente da do seu corajoso homônimo. E também é fútil o vis-à-vis com o Islã, o qual só vai tirar proveito. Como alguém pode ter “relações fraternas” com adeptos de uma religião que exorta o ódio a todos os não-Muçulmanos, incluindo seus membros familiares e esposas? Mesmo o Alcorão 60:4, exorta os Muçulmanos ao “ódio eterno” a todos os não-Muçulmanos.

Alguma chance do Islã acomodar-se aos valores Ocidentais, e se isso for possível, com que base?

Ibrahim: Para que o Islã possa acomodar os valores Ocidentais, primeiro terá de deixar de ser o Islã. Inúmeras formas de comportamento que antagonizam diretamente os valores Ocidentais são exigidas no Alcorão e/ou Hadith, e os ulemás, estão de acordo: morte aos apóstatas e blasfemos, subjugação de mulheres Muçulmanas, escravização sexual de mulheres não-Muçulmanas, poligamia, casamento com crianças, banimento e destruição dos locais de culto não-Muçulmanos e suas escrituras, e a inimizade com os não-Muçulmanos — não são menos Islâmicos do que a oração e o jejum.

Mesmo as atrocidades do Estado Islâmico — tal como triunfando sobre os corpos mutilados de “infiéis” e sorrindo enquanto posam com as cabeças decapitadas — encontram apoio no Alcorão e nas histórias do profeta. Para examinar profundamente o quanto o Islã antagoniza diretamente os valores Ocidentais, considere as descobertas de um artigo em língua Árabe do Dr. Ahmed Ibrahim Khadr. Ele lista uma série de coisas que a corrente principal Muçulmana apoia, mesmo contradizendo diretamente os valores Ocidentais. A lista inclui (sem surpresa): demandas para um califado regido de acordo com a Sharia e que se expanda sobre o território “infiel” através da jihad; Morte para qualquer pessoa vocalmente crítica do Islã ou Muhammad; perseguição de Muçulmanos que tentam deixar o Islã; rejeição da igualdade para Cristãos e Judeus num estado Muçulmano; rejeição da igualdade entre mulheres e homens; e assim por diante.

Qualquer um que entenda como o Islã é realmente articulado, sabe que a afirmação de que é “possível ser um liberal Ocidental pertencente à principal corrente Muçulmana”, como o prefeito Muçulmano de Londres disse recentemente, é um oxímoro grotesco. É o mesmo que dizer que é possível ajustar uma cavilha quadrada através de um buraco redondo. Não funciona — a não ser, é claro, que alguém o force com um martelo, quebrando partes da cavilha, ou seja, o Muçulmano ou destruindo a superfície do buraco, isto é, a sociedade Ocidental.

O Islã é um sistema religioso político desde a sua criação. Você subscreveria a noção de que é realmente uma ideologia com um revestimento religioso, ou há algo realmente religioso sobre ele? Estou pensando nos místicos Islâmicos e nos Sufis, por exemplo.

Ibrahim: Em última análise, não importa: mesmo que tenha um revestimento religioso envolvido, é certamente uma ideologia política, especialmente no período inicial. Quando olhamos a vida de seu fundador, o profeta Muhammad, tudo isso fica simplesmente claro. Quando era meramente um pregador impotente em Meca, só tinha um pequeno grupo de seguidores; quando foi para Medina e se tornou um caudilho e bandido de caravanas — e quando seus seguidores começaram a enriquecer com as pilhagens — suas fileiras começaram a inchar.

Muitas são as recompensas mundanas, incentivos e privilégios — para não falar das recompensas “mundanas” (sexo com mulheres sobrenaturais) no futuro — que recebem por ser um Muçulmano: se você luta pelo empoderamento do Islã contra os não-Muçulmanos então pode mentir, enganar, matar, roubar, escravizar e estuprar. Inúmeros são os Muçulmanos, passado ​​e presente, que se juntaram ao movimento Islâmico precisamente por essas prerrogativas. Dito isto, acredito que alguns Muçulmanos tentam transformar o Islã em algo mais espiritual por causa própria. Mas, isso não muda o fato de que outros o usam pelo seu propósito original de conquista e saque.

Uma das declarações mais repetidas sobre o terrorismo Islâmico é que ele é um produto de vários grupos fanáticos. A maioria dos Muçulmanos são moderados e nunca irão sair por aí decapitando pessoas ou explodindo a si mesmos. Essas evidências são conclusivas?

Ibrahim: Sim e não. Pode ser verdade que muitos Muçulmanos não querem decapitar pessoas ou detonar-se, mas isso é porque não estão comprometidos ou interessados ​​no Islã além do básico para a sobrevivência. No entanto, é errado pensar que “o terrorismo Islâmico é…. produto de vários grupos de fanáticos”. O terrorismo é na verdade um produto do Alcorão e do exemplo do profeta — as duas coisas que todos os Muçulmanos são obrigados a seguir. E enquanto esses dois pilares do Islã existirem, terão adeptos, mesmo que a maioria dos nomeados Muçulmanos — que não se atreve a apostatar devido à pena de morte do Islã — não o siga literalmente.

O Islã tem sido profundamente dividido em si mesmo a partir da morte de Muhammad em 632. Parece que a guerra e os conflitos são inatos no mundo Muçulmano. Você concorda?

Ibrahim: Sim. Talvez o aspecto mais definidor do Islã seja a busca do poder absoluto — poder sobre todos os outros, sejam eles infiéis, mulheres, os tipos errados de Muçulmanos, ad infinitum. Assim, e apesar de algumas das suas imposições contra, por exemplo, matar Muçulmanos, os Muçulmanos massacraram e continuam massacrando uns aos outros, em nome do Islã.

Podemos dizer que o wahhabismo está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo, ou é um ponto de vista reducionista?

Ibrahim: Podemos dizer isso, mas seria muito mais preciso dizer que uma leitura literal dos principais textos do Islã “está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo”. Afinal de contas, isso é o que significa “Wahhabismo”. Aliás, nenhum Wahhabi chama ou vê a si mesmo como um Wahhabi, — uma palavra usada com frequência no Ocidente para distanciar o Islã da violência e da intolerância — veem a si mesmos simplesmente como Muçulmanos que literalmente modelam suas vidas através dos ensinamentos de Muhammad/Maomé e Alcorão.

Qual é a sua opinião sobre a aliança de longa data entre os EUA e a Arábia Saudita, que está entre os mais estritos estados wahhabitas. A realpolitik justifica tudo?

Ibrahim: Eu acho que é uma aliança repugnante e vergonhosa que transforma tudo o que os EUA representam em piada. Além disso a realpolitik não é a raiz do problema. Afinal, os EUA e todo o mundo livre poderiam facilmente colocar a Arábia Saudita de joelhos e forçá-los a uma reforma ou então seu petróleo poderia ser apreendido — e na verdade deve, visto que, com essa receita, a Arábia Saudita gasta 100 bilhões anualmente radicalizando Muçulmanos em todo o mundo, tal como a sua criação, o ISIS. O conhecimento da Arábia Saudita sobre tudo isso é uma das principais razões pelas quais pagam milhões aos políticos Ocidentais entre outros, que em troca se postam diante dos Ocidentais e falam da Arábia Saudita como um “aliado fiel”, cuja ajuda na “luta contra o terrorismo” é ” indispensável”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Fonte/Source: ISIS: The Latest Phase of the Jihad – Raymond Ibrahim

Nota do blog: Este artigo, escrito em 5 de Fevereiro de 2016, continua absolutamente atual. O autor o republicou hoje por causa de sua entrevista à uma rádio, onde comenta sobre “A diferença — Apocalíptca e Prática — entre o ISIS e a al-Qaeda“. Para os versados na língua Inglesa, eis aqui o link para ouvir a entrevista : Apocalyptic – and Practical – Differences between ISIS and Al-Qaeda – Raymond Ibrahim


ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Por Raymond Ibrahim

22 de Fevereiro de 2017

Hoover Institution’s Strategika

A melhor maneira de entender o Estado Islâmico (ISIS) é vê-lo como a próxima fase da Al-Qaeda. Todos os grupos jihadistas Islâmicos Sunitas — Boko Haram, ISIS, Taliban, al-Shabaab, al-Qaeda e até mesmo o Hamas — compartilham as mesmas motivações baseadas numa leitura literal e ortodoxa da história e da doutrina Islâmica: ressuscitar um califado (que existiu de várias formas de 632 a 1924) que implementa e difunde a totalidade da sharia, ou lei Islâmica.

Portanto, as notórias atrocidades do ISIS — decapitação, crucificação, escravidão sexual e destruição de locais de culto não-Sunitas — estão sendo cometidas por outros grupos jihadistas (por exemplo, Boko Haram e al-Shabaab, ambos os quais prometeram lealdade ao ISIS) e até mesmo para alguns governos Muçulmanos (por exemplo, Arábia Saudita) e Muçulmanos individuais ao redor do mundo.

Por outro lado, embora a al-Qaeda (AQ) professe à mesma sharia que o ISIS implementa, há muito vem travando uma guerra de propaganda contra o Ocidente. AQ retrata todos os ataques terroristas no Ocidente, incluindo o 11 de Setembro, como mera retaliação às políticas injustas do Ocidente contra Muçulmanos, incluindo o apoio a Israel e aos ditadores Árabes. [1]

Para manter essa narrativa de “ressentimento”, AQ sabe que os aspectos supremacistas e violentos inerentes à sharia — por exemplo, a destruição de Igrejas por parte do ISIS e a subjugação de minorias Cristãs “infiéis” — precisam ser restringidos ou ocultos do mundo Ocidental. Caso contrário, os esforços da AQ de retratar os jihadistas como “combatentes da liberdade” que resistem a um Ocidente opressivo correm o risco de serem minados. [2]

Independentemente disso, a estratégia da AQ de transformar a opinião Ocidental parece ter dado fruto numa área fundamental: cancelar o apoio Ocidental de longa data aos ditadores Árabes seculares. No contexto da “Primavera Árabe”, o governo Obama virou as costas ao aliado Egípcio dos EUA há 30 anos, Hosni Mubarak; ajudou jihadistas afiliados ao ISIS a derrubar Gaddafi da Líbia (embora estivesse cumprindo as ordens de Washington); e continua apoiando os afiliados “moderados” do ISIS [3] para derrubar Assad da Síria. Os idealistas do governo e da mídia esqueceram-se da razão primordial pela qual os Estados Unidos haviam anteriormente apoiado ditadores Árabes seculares: eles determinadamente se opuseram aos jihadistas.

O resultado foi uma nova e encorajada fase da jihad, a.k.a., ISIS. Nascido e entrincheirado precisamente nas nações em que a liderança dos EUA trouxe “liberdade e democracia” — Iraque, Síria e Líbia —ISIS (ou al-Qaeda 2.0) é agora indiferente à opinião Ocidental. Ao difundir amplamente na mídia seu triunfalismo selvagem em nome do Islã, ISIS perde o “cartão de ressentimento”, mas desempenha o “cartão de força”, inspirando assim milhões de Muçulmanos. De acordo com a Pew Research Center, em apenas 11 países, pelo menos 63 milhões e tantos quantos 287 milhões de Muçulmanos apoiam o ISIS. [4]

Mesmo assim, o ISIS trabalha em etapas. Quando criticado pelos Muçulmanos por matar Muçulmanos e não atacar Israel — o inimigo supremo — o ISIS respondeu dizendo que seguia o padrão do califado histórico fundado em 632. [5] Então, o Califa Abu Bakr decapitou e crucificou dezenas de milhares de Muçulmanos por apostatar. Somente depois que as tribos rebeldes foram trazidas de volta ao rebanho do Islã é que foram soltos para conquistar territórios Europeus/Cristãos durante as primeiras conquistas Muçulmanas da história (634-750). Na verdade, acredita-se que o califa Abu Bakr al-Baghdadi do ISIS tomou esse nome para significar seu foco, ou seja, aterrorizar todos os “hipócritas” e “apóstatas” até que se unifiquem sob a bandeira do califado.

Ainda resta saber se as estratégia do ISIS, — que inspira os Muçulmanos, mas perde a opinião Ocidental, terá sucesso. Segundo as pesquisas, a “Islamofobia” está em ascensão no Ocidente, especialmente após o surgimento do ISIS, levando vários políticos a falarem mais abertamente sobre os catalisadores da violência terrorista.

As fracas respostas do governo Obama alimentam a narrativa da AQ de que o terrorismo Islâmico, pelo menos em parte, reflete o ressentimento Islâmico; e se recusa a conectar as ações de qualquer organização jihadista — seja ISIS, al-Qaeda, Boko Haram, e outros — ao ensino Islâmico.

O tempo dirá se a próxima administração permanecerá deliberadamente ignorante sobre a natureza de seu inimigo jihadista — o que é fatal na guerra, de acordo com o antigo dictum de Sun Tzu, “conhece o teu inimigo” — ou se a realidade irá prevalecer sobre o politicamente correto.


[1] Veja, “Uma Análise da Visão de Mundo da Al-Qaeda: Tratamento Reciproco ou Obrigação Religiosa?” Veja também, The Al Qaeda Reader, o qual separara a comunicação da organização em dois grupos: mensagens de “Propaganda” para o Ocidente retratando terroristas jihadistas como mero Combatentes da Liberdade e mensagens de “Teologia” para os companheiros Muçulmanos, pregando o mesmo Islã do ISIS.

[2] Ver “Al-Qaeda: Defensor dos Cristãos?” para uma explicação mais elaborada deste tema.

[3] Em favor do papel do Exército Livre Sírio: “Maior massacre de Cristãos na Síria ignorado.

[4] “Pew poll: Entre 63 milhões e 287 milhões de apoiadores do ISIS em apenas 11 países.

[5] “Novo califado Islâmico declara Jihad aos … Muçulmanos


Traução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE OS SUPREMACISTAS ISLÂMICOS E OS ESQUERDISTAS RADICAIS DETESTAM O DIA DOS NAMORADOS

Fonte/Source: Hating Valentine’s — Why Islamic Supremacists and Radical Leftists Loathe the Day of Love

POR QUE OS SUPREMACISTAS ISLÂMICOS E OS ESQUERDISTAS RADICAIS DETESTAM O DIA DOS NAMORADOS

Por JAMIE GLAZOV

14 de Fevereiro de 2017

valentines

Hoje, 14 de Fevereiro, é Dia dos Namorados (nos Estados Unidos), um dia sagrado o, que companheiros íntimos marcam para celebrar o amor e o afeto de uns pelos outros. Se você está pensando em fazer um estudo sobre como os casais celebram este dia, o mundo Muçulmano e o meio social da Esquerda radical não são lugares que você deva gastar seu tempo. Na verdade, é muito difícil superar os Islamistas e os “progressistas” quando se trata de ódio ao Dia dos Namorados. E esse ódio é precisamente o território sobre o qual se forma o romance contemporâneo entre a Esquerda e a Supremacia Islâmica.

O trem nunca chega tarde: todos os anos no Dia dos Namorados, o mundo Muçulmano entra em erupção com raiva feroz, com os seus líderes fazendo tudo o que está ao seu alcance para sufocar a festa que vem com a celebração do romance privado. Os Imãs em todo o mundo trovejam contra os Namorados todos os anos — e a celebração do próprio dia é literalmente proscrita nos estados Islâmicos.

Este ano, por exemplo, a Suprema Corte de Islamabad, no Paquistão, proibiu a celebração do Dia dos Namorados em locais públicos e em nível oficial, e proibiu todos os meios eletrônicos e impressos de cobrir qualquer festa ou mencionar a ocasião. Várias cidades de maioria Muçulmana através da Indonésia, entretanto, proibiram as pessoas de celebrar o dia. Na cidade de Surabaya, um grupo de alunos de uma escola, que incluiu muitas meninas vestindo o hijab, denunciou o Dia dos Namorados. Na Malásia predominantemente Muçulmana, o grupo Associação Nacional de Juventude Muçulmana ordenou as mulheres, numa mensagem precedendo o Dia dos Namorados, para não usar emotivos e perfumes.

No ano passado, o Paquistão também proibiu o Dia dos Namorados, chamando-o de “insulto” ao Islã e alertando sobre uma ação “severa” contra qualquer pessoa que ousar celebrar esse dia em qualquer parte de Islamabad. No passado, as atividades do Dia dos Namorados foram interrompidas pelo Jamaat-e-Islami, o principal partido religioso do Paquistão, mas nos últimos dois anos o estado e a corte envolveram-se para proibir a celebração. De volta ao Dia dos Namorados no Paquistão em 2013, os partidários do Jamat-e-Islami saíram às ruas em Peshawar para denunciar veementemente o Dia do Amor. Demonizando-o como “anti-Islâmico”, manifestantes Muçulmanos gritaram que o dia tinha “difundido imodéstia no mundo”. Shahzad Ahmed, líder local da ala estudantil de Jamat-e-Islami, declarou que a organização não vai “permitir” qualquer cerimônia no Dia dos Namorados, advertindo que se a aplicação da lei Paquistanesa não impedir que Paquistaneses realizem tais cerimônias, então Jamat-e-Islami impedirá, “do nosso jeito.” Khalid Waqas Chamkani, um líder do Jamat-e-Islami, chama o Dia dos Namorados de “um dia vergonhoso.”

Essas forças Islâmicas no Paquistão não podem, naturalmente, impedir completamente que os casais demonstrem amor uns aos outros nesse dia especial, e muitos Paquistaneses ainda misteriosamente comemoram o Dia dos Namorados e trocam presentes em segredo.

No Irã, Arábia Saudita e na Indonésia no ano passado, como sempre, o Dia dos Namorados foi proibido. Sob o regime Islâmico no Irã, por exemplo, qualquer venda ou promoção de itens relacionados ao Dia dos Namorados, incluindo o intercâmbio de presentes, flores e cartões, é ilegal. A polícia Iraniana consistentemente adverte os varejistas contra a promoção das comemorações do Dia dos Namorados.

Ao longo dos anos, líderes religiosos Islâmicos e autoridades da Malásia alertaram os Muçulmanos contra a celebração do Dia dos Namorados. Na Arábia Saudita, a polícia da moralidade proíbe a venda de todos os itens do Dia dos Namorados, forçando os lojistas a removerem os itens vermelhos, porque o dia é considerado um feriado Cristão.

Malásia e Arábia Saudita estão carregando a tocha para o Conselho Indonésio Ulema em Dumai, Riau, e para a Agência de Educação, Juventude e Desporto em Mataram (sic), West Nusa Tenggara, onde ambos, todos os anos, emitem um aviso terrível a todas as pessoas contra a celebração do Dia dos Namorados, afirmando que o Dia do Amor “é contra o Islã”. Isso é porque, como o julgamento do Conselho Indonésio Ulema de 2011 explicou, o Dia dos Namorados levam os jovens para um “mundo sombrio“.

O assistente do chefe mufti Mat Jais Kamos, da Malásia, sempre mantém sua mente focada nesse mundo sombrio e, em 2014, poucos dias antes do Dia dos Namorados, ordenou que os jovens ficassem longe da celebração do Dia do Amor: “A celebração enfatiza o relacionamento entre dois indivíduos, ao invés do amor entre os membros da família ou casais casados”, afirmou, e funcionários do departamento apoiaram seu comando distribuindo panfletos para lembrar aos Muçulmanos da proibição em 2006 do Dia dos Namorados emitido pelo conselho fatwa de estado (sic). No Uzbequistão Islâmico, entretanto, várias universidades habitualmente se asseguram de que os estudantes assinem contratos prometendo não festejar o Dia dos Namorados.

Todos esses protestos Islâmicos contra o Dia dos Namorados refletem uma miríade de outros esforços para sufocar o dia do amor durante a Guerra Muçulmana. Por exemplo, na província de Aceh, na Indonésia, todos os anos, os clérigos Muçulmanos enviam severos avisos aos Muçulmanos contra a observação do Dia dos Namorados. Tgk Feisal, secretário-geral da Associação Aceh Ulema (HUDA), afirmou que “é haram para os Muçulmanos observarem o Dia dos Namorados porque não está de acordo com a Sharia Islâmica”. Enfatizou que o governo deve estar atento aos jovens que participam das atividades do Dia dos Namorados em Aceh. Só podemos imaginar o que acontece com os culpados.

Como mencionado, os Sauditas sempre punem o menor indício de celebração do Dia dos Namorados. O Reino e sua polícia religiosa sempre emitem oficialmente uma severa advertência para que qualquer um que tenha sido apanhado, até mesmo pensando no Dia dos Namorados, sofrerá algumas das mais dolorosas penalidades da Lei da Sharia. Daniel Pipes documentou como o regime Saudita toma uma posição firme contra o dia dos Namorados a cada ano e como a polícia religiosa Saudita monitora as lojas que vendem rosas e outros presentes.

Trabalhadores Cristãos estrangeiros que vivem na Arábia Saudita provenientes das Filipinas, entre outros países, sempre tomam precauções extras, atendendo a advertência dos Sauditas, especificamente evitando cumprimentar alguém com as palavras “Feliz Dia dos Namorados” ou trocar qualquer presente que cheira romance. Um porta-voz de um grupo de trabalhadores Filipinos comentou:

 “Estamos pedindo aos colegas Filipinos no Oriente Médio, especialmente os amantes, para celebrarem o Dia dos Namorados secretamente e com muito cuidado.”

Os déspotas Iranianos, entretanto, como mencionado acima, tentam consistentemente certificar-se de que os Sauditas não os superam em aniquilação do Dia dos Namorados. A polícia da “moralidade” do Irã ordena severamente que as lojas para removam as decorações com corações, flores e imagens de casais que se abraçam nesse dia — e a qualquer hora em torno desse dia.

Típico dessa patologia no mundo Islâmico foi um acontecimento testemunhado em 10 de Fevereiro de 2006, quando as ativistas do grupo Islâmico radical Dukhtaran-e-Millat (Filhas da Comunidade), em Caxemira, criaram um tumulto em Srinagar, a principal cidade da parte Indiana de Caxemira. Cerca de duas dúzias de mulheres Muçulmanas com véu negro invadiram lojas de presentes e papelarias, queimando cartões do Dia dos Namorados e cartazes mostrando casais unidos.

No Ocidente, entretanto, as feministas Esquerdistas não devem ser superadas pelos seus aliados Islâmicos por criticar — e tentar exterminar — o Dia dos Namorados. Ao longo de muitos Programas de Estudos sobre a Mulher em campi Americanos, por exemplo, você encontrará a demonização desse dia, visto que, como os discípulos de Andrea Dworkin explicam com raiva, o dia é uma manifestação de como os patriarcas capitalistas e homofóbicos lavam o cérebro e oprimem as mulheres — e as empurram para dentro das esferas da impotência.

Como um indivíduo que passou mais de uma década na academia, tive o privilégio de testemunhar essa guerra contra o Dia dos Namorados de perto e de forma pessoal. Ícones feministas como Jane Fonda, entretanto, ajudam a liderar o ataque ao Dia dos Namorados na sociedade em geral. Como David Horowitz documentou, Fonda liderou a campanha para transformar esse dia especial em “V-Day” (“Dia da Violência contra a Mulher”) — como já mencionado, quando tudo se resume a isso, um dia de ódio, caracterizado pela acusação em massa dos homens.”

Então, o que exatamente está acontecendo aqui? O que explica esse ódio ao Dia dos Namorados por feministas Esquerdistas e Islamistas? E como e por que isso serve como vínculo sagrado que une a Esquerda e o Islã nessa festa de ódio?

A questão central na fundação desse fenômeno é que o Islã e a esquerda radical criticam a noção do amor privado, uma entidade não tangível e divina que atrai os indivíduos uns aos outros e, portanto, não permite que se submetam a uma divindade secular.

O objetivo mais elevado do Islã e da esquerda radical é claro: romper a sagrada intimidade que um homem e uma mulher podem compartilhar, pois esse vínculo é inacessível à ordem. A história, portanto, demonstra como o Islã e o Comunismo travam uma guerra feroz contra qualquer tipo de amor privado e não regulado. No caso do Islã, a realidade é sintetizada em suas estruturas monstruosas de apartheid de gênero e o terror que o mantém no lugar. De fato, a sexualidade e a liberdade femininas são demonizadas, consequentemente, o véu forçado, o casamento forçado, a mutilação genital feminina, os crimes de honra e outras monstruosidades misóginas, partes obrigatórias do paradigma sádico.

A natureza puritana dos sistemas totalitários (Fascista, Comunista ou Islâmico) é outra manifestação desse fenômeno. Na Rússia Stalinista, o prazer sexual era retratado como anti-socialista e contrarrevolucionário. Sociedades Comunistas mais recentes também travaram uma guerra contra a sexualidade — uma guerra que, como sabemos, o Islã trava com ferocidade semelhante. Essas estruturas totalitaristas não podem sobreviver em ambientes cheios de indivíduos interessados em si mesmos e que buscam o prazer, que priorizam a devoção à outros seres humanos individuais acima do coletivo e do Estado. Como o Esquerdista visceralmente odeia a noção e a realidade do amor pessoal e “o casal”,  defendendo a imposição do puritanismo totalitário pelos regimes despóticos que tanto adora.

Os famosos romances da distopia do século XX, Yevgeny Zamyatin’s We, George Orwell’s 1984, e Aldous Huxley’s Brave New World, retratam poderosamente o assalto da sociedade totalitária ao domínio do amor pessoal com sua violenta tentativa de desumanizar os seres humanos e submetê-los completamente à sua regra. Em Zamyatin’s We, o mais antigo dos três romances, o regime despótico mantém os seres humanos em linha, dando-lhes licença para a promiscuidade sexual regulamentada, enquanto o amor privado é ilegal. O herói quebra as regras com uma mulher que o seduz — não só no amor proibido, mas também na luta contrarrevolucionária. No fim, a totalidade força o herói, como o resto da população mundial, a sofrerem a Grande Operação, que aniquila a parte do cérebro que dá vida à paixão e à imaginação e, portanto, gera o potencial de amor. Em 1984 de Orwell, o personagem principal acaba sendo torturado e inutilizado pelo Ministério da Verdade por estar envolvido com um comportamento proscrito de amor não regulamentado. No Mundo Bravo de Huxley, a promiscuidade é encorajada — todos têm relações sexuais com todos sob as regras do regime, mas ninguém tem permissão para estabelecer uma conexão privada, profunda e independente.

No entanto, como demonstram esses romances, nenhuma tentativa tirânica de transformar os seres humanos em robôs obedientes pode ter sucesso. Há sempre alguém que tem dúvidas, que é desconfortável, e que questiona a divindade secular — mesmo que fosse mais seguro se conformar como todos os outros. O desejo que, portanto, supera o instinto de autopreservação é a paixão erótica. E é por isso que o amor apresenta tal ameaça à ordem totalitária: ousa servir a si mesmo. É uma força mais poderosa do que o medo, que permeia tudo, que uma ordem totalitária precisa impor para sobreviver. Os engenheiros sociais Esquerdistas e Muçulmanos acreditam, portanto, que a estrada rumo à redenção terrena (sob uma sociedade sem classes ou a Sharia) só tem uma chance se o amor e a afeição privada forem purgados da condição humana.

É exatamente por isso que, quarenta anos atrás, como bem demonstraram Peter Collier e David Horowitz em Destructive Generation, o ‘Weather Underground’ não só travou uma guerra contra a sociedade Americana por meio da violência e do caos, mas também travou uma guerra contra o amor privado dentro de suas próprias fileiras. Bill Ayers, um dos principais terroristas do grupo, argumentou num discurso defendendo a campanha:

Qualquer noção de que as pessoas possam ter responsabilidade por uma pessoa, que elas possam ter isso “de fora” — temos de destruir essa noção para construir um coletivo; Temos de destruir todos os “de fora”, para destruir a noção de que as pessoas podem se apoiar numa pessoa e não serem responsáveis para com o todo coletivo.”

Assim, o ‘Weather Underground’ destruiu quaisquer sinais de monogamia dentro de suas fileiras e casais foram forçados, — alguns dos quais haviam estado juntos durante anos, — a admitir seu “erro político” e separar-se. Como seu ícone Margaret Mead, eles lutaram contra as noções de amor romântico, ciúme e outras manifestações “opressivas” de intimidade e compromisso individual. Isso foi seguido por sexo em grupo forçado e “orgias nacionais”, cujo principal objetivo era esmagar o espírito do individualismo. Isto constituiu uma repetição misteriosa da promiscuidade sexual que foi encorajada (enquanto o amor privado era proibido) em We, 1984, e em Brave New World.

Torna-se completamente compreensível, por esse motivo, o porquê dos crentes Esquerdistas terem sido inspirados pelas tiranias da União Soviética, China Comunista, Vietnã do Norte Comunista e muitos outros países. Como o sociólogo Paul Hollander documentou em seu clássico Political Pilgrims, os companheiros de viagem ficaram especialmente encantados com o vestido dessexualizado que o regime Maoísta impunha aos seus cidadãos. Isso satisfez imediatamente o desejo da Esquerda pela identidade forçada e o imperativo de apagar as atrações entre cidadãos particulares. Como demonstrei no United in Hate, a roupa unissex dos Maoístas encontra seu paralelo no mandato do Islamismo fundamentalista para que os revestimentos sem forma sejam usados por homens e mulheres. O “uniforme” coletivo simboliza a submissão a uma entidade superior e frustra a expressão individual, a atração física mútua, a conexão e a afeição privada. E assim, mais uma vez, o Esquerdista Ocidental permanece não apenas acrítico, mas completamente apoiante — e encantado — nesta forma de puritanismo totalitário.

É precisamente por isso que as feministas de Esquerda, hoje em dia, não condenam o véu forçado das mulheres no mundo Islâmico; porque suportam tudo o que o véu forçado gera. Não deve ser nenhuma surpresa, portanto, que Naomi Wolf acha o hijab “sexy”. E não deveria ser nenhuma surpresa que o Professor de Antropologia de Oslo, Dr. Unni Wikan, tenha encontrado uma solução para a alta incidência de Muçulmanos violando a mulher Norueguesa: o estuprador não deve ser punido, mas as mulheres Norueguesas precisam usar o véu.

O Dia dos Namorados é um “dia vergonhoso” para o mundo Muçulmano e para a Esquerda radical. É vergonhoso porque o amor privado é considerado obsceno, pois ameaça o mais alto dos valores: a necessidade de uma ordem totalitária para atrair a atenção completa e indivisa, a lealdade e a veneração de cada cidadão. O amor serve como a ameaça mais letal para os tiranos que procuram construir a Sharia e uma utopia sem classes na terra, e assim esses tiranos anseiam pela aniquilação de cada ingrediente do homem que cheira a qualquer coisa que significa ser humano.

E assim, precisamente por estarmos refletindo sobre o Dia dos Namorados anteriores, é que somos lembrados da esperança que podemos realisticamente ter na nossa batalha contra a feia e perniciosa Aliança Profana (Unholy Allianceque procura destruir nossa civilização.

Esse dia nos lembra que temos uma arma, o arsenal mais poderoso da face da terra, diante do qual os déspotas e os terroristas tremem e se agitam, e correm horrorizados pelas sombras da escuridão, evitando desesperadamente sua luz penetrante.

Esse arsenal é amor.

E nenhuma guarda Maoísta Vermelha ou polícia Saudita Islâmico-Fascista conseguiu derrubar — por mais que batessem e torturassem suas vítimas. E nenhum jihadista da Al-Qaeda no Paquistão ou Feminazi em qualquer campus Americano conseguirá sufocá-lo, não importa o quão ferozmente cobiçam desinfetar o homem do quem e do que ele é.

O amor prevalecerá.

Vida Longa ao Dia dos Namorados!


Para obter toda a história sobre a guerra do Islã e da Esquerda contra o amor privado, veja o livro de Jamie Glazov ” United in Hate: The Left’s Romance With Tyranny and Terror “.

 Jamie Glazov é o Editor da Frontpagemag.com. Ele possui um Ph.D. em História com especialidade em Rússia, nos EUA e na política externa Canadense. Ele é o autor do United in Hate, o apresentador da web-TV show, The Glazov Gang, e pode ser contatado via:  jamieglazov11@gmail.com.



Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD, COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

Fonte/Source: “Endeavor to portray Muslims as ‘brown’ and foes of jihad terror as disliking them for racial reasons is dishonest”

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

 

POR ROBERT SPENCER

8 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour afirmou recentemente que, por ser “morena” (uma afirmação duvidosa na melhor das hipóteses), “Palestina” e “Muçulmana”, além de uma “mulher franca”, era “o pior pesadelo dos Islamofóbicos”.

Isso é apenas mais uma negação e projeção. Na realidade, ela é criticada por estar a favor da opressão da Sharia e ligada de várias maneiras ao Hamas. Mas isso é apenas mais inversão esquerdista da realidade.

“Por que os liberais continuam abrindo caminho para o Islã radical — e o que será necessário para mudar de opinião”, de Dave Urbanski, The Blaze, 7 de fevereiro de 2017:

Alguém poderia concluir que, depois de tantos exemplos de atos hediondos do Islã radical em todo o mundo, mesmo depois do 11 de Setembro, os liberais deixariam de abrir caminho ou de dar o benefício da dúvida.

Mas mesmo depois dos ataques em Fort Hood, Boston, Paris, Garland, Chattanooga, San Bernardino e Orlando — para citar alguns deles — alguns liberais claramente não se sentem assim. De fato, uma nova pesquisa da CBS indica que 66% dos democratas acreditam que o Islã não é diferente de outras religiões quando se trata de incentivar a violência…

Robert Spencer — diretor da Jihad Watch e notável autoridade sobre a omnipresença do Islamismo radical — disse ao The Blaze que vê a esquerda não somente continuando a abrir caminhos para o extremismo Islâmico, mas notando também que os liberais estão começando a normalizar alguns elementos dele.

E não precisou ir muito longe para falar da tão alardeada Marcha das Mulheres, que lotou as ruas um dia após a inauguração de Trump — e que contou com a organizadora do evento, Linda Sarsour, uma “Palestina Muçulmana Americana” que está sob escrutínio por declarações ameaçadoras que ela fez contra a crítica do Islã Ayaan Hirsi Ali vários anos atrás.

“A Sra. Sarsour não está interessada em direitos humanos universais”, disse Ali ao New York Times, acrescentando que: “ela é defensora da lei da Sharia. Não há princípio que humilhe, degrade e desumanize mais as mulheres do que o princípio da lei Sharia”.

Apesar disso, Spencer disse que os liberais continuam “glamorizando e glorificando” Linda Sarsour — bem como “vilipendiando qualquer um que aponte as ligações dela com o Hamas, o ódio vicioso à Israel…. mesmo em publicações como a Elle”.

Outros exemplos de normalização incluem a “proliferação dos eventos do Dia Mundial do Hijab, que ignoram as muitas mulheres que foram brutalizadas ou até mesmo mortas por não usarem o hijab e a disseminação entre as feministas esquerdistas Ocidentais da ideia de que as restrições do hijab e da Sharia às mulheres são sinais lindos da diversidade cultural, para ser comemorado e não condenado.”

Spencer concordou, também, que o preconceito esquerdista contra o Cristianismo e o Judaísmo, encontra um parentesco espiritual com o Islamismo radical, visto que ambos compartilham “o ódio pela civilização Ocidental Judaico-Cristã”. Além disso, o objetivo do Islã radical de derrubar o “Ocidente” bate levemente num tipo de auto-aversão liberal que não se importaria de ver a América de joelhos, dado que é visto por alguns liberais como “a fonte de todo o mal no mundo”.

Outra ferramenta que a esquerda tende a usar — e vista nesta aparição do Affleck em “Tempo Real”. — é a caracterização da crítica Islâmica como “racismo”, apesar do fato de que o Islã não é uma raça. (Ênfase adicionada).

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português e não pertence ao texto original. Resolvi publicá-lo para dar sentido ao parágrafo acima. 

“O racismo é o nosso trauma nacional”, acrescentou Spencer ao The Blaze. “Esforçar-se para retratar Muçulmanos como “morenos” e os inimigos do terror da jihad como repugnantes unicamente por razões raciais, é um cínico e desonesto empreendimento que tem o efeito de intimidar as pessoas a terem medo de se oporem ao terror jihadista. Naturalmente, muitos esquerdistas são tão mal educados e incapazes de pensar criticamente que sem dúvida acreditam nisso tudo”.

Então, o que — por acaso — poderia eventualmente mudar a maré da esquerda?

Spencer observou que muito provavelmente seria algo pelo menos tão terrível quanto outro ataque em escala como o 11 de Setembro, porque “a cada ataque de jihad algumas pessoas acordam”.

Mas, a “intelectualidade esquerdista sabe disso”, disse ele, o que coloca uma questão, já que “depois de cada ataque, há um esforço extenuante para exonerar o Islã de qualquer responsabilidade por ele”.

Aqui está Spencer discutindo o Islã e a agressão da esquerda à liberdade de expressão em 2009 — e você pode dizer que as palavras dele provaram ser bastante proféticas nos Estados Unidos nos últimos anos:

 — Infelizmente este vídeo não está legendado em Português —


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FRANÇA: ATAQUES ANTICRISTÃOS CRESCEM 245 POR CENTO

Fonte/Source: France: Anti-Christian attacks rise 245 percent — Robert Spencer – Jihad Watch

FRANÇA: ATAQUES ANTICRISTÃOS  CRESCEM 245 POR CENTO

 

Por CHRISTINE WILLIAMS

8 DE FEVEREIRO DE 2017

O elevadíssimo aumento de 245% no número de ataques contra os Cristãos representa um problema genuíno e crescente; A preocupação com a “islamofobia” conseguiu afastar as verdadeiras questões de direitos humanos.

Perceba a peculiaridade do Ministério do Interior Francês ao minimizar a seriedade dos ataques anticristãos, vangloriando-se de como o ministério estava ocupado, implementando ações contra a “islamofobia” e o antissemitismo. O governo também foi rápido ao mencionar que não havia nenhum motivo religioso para esse drástico aumento de ataques anticristãos.

Um ponto-chave aqui, é que o Ministério do Interior Francês e os meios de comunicação social de esquerda, fazem um grande esforço para não admitir ou abordar qualquer possível envolvimento de supremacistas Islâmicos nessa perseguição contra os Cristãos. O governo chegou a negar qualquer motivação religiosa e declarou que dos 949 ataques anticristãos “havia uma possível ‘motivação satânica’ em 14 casos e motivação ‘anarquista’ em 25.” E quanto aos outros casos?

Uma reportagem da CNN em Julho revelou:

“Ao insistir nos ataques às Igrejas, o ISIS tenta eliminar o que chama de “zona cinzenta” para Muçulmanos no Ocidente, provocando uma reação da extrema-direita. Os constantes ataques na França produziram uma onda de raiva anti-muçulmana, alimentada e explorada pelos políticos de extrema-direita.

O jornal La Figaro também tentou achar uma justificativa, afirmando que “é esperado que ataques às Igrejas sejam os mais abundantes porque elas existem em maior número”, e ignorando o fato de que os Cristãos enfrentam ataques brutais em países Muçulmanos como o Egito e Paquistão. Apesar de não existirem em grande número.

Alimento para o pensamento: O artigo abaixo também destaca que “no ano passado em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de imigrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques à estátuas religiosas Cristãs”.

“França: Ataques Anticristãos Crescem 245 Por Cento”, por Virginia Hale, Breitbart, 7 de fevereiro de 2017:

“Embora os ataques racistas, anti-muçulmanos e antissemitas tenham sofrido uma queda enorme desde 2008, ataques a cultos Cristãos mais do que dobraram nesse período, informou na semana passada o Ministério do Interior da França.

Tendo documentado um número recorde de ataques antissemitas e anti-muçulmanos em 2015, o ano passado em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de migrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques às estátuas religiosas Cristãs.

Posteriormente, os ataques racistas, antissemitas e anti-muçulmanos caíram acentuadamente em 2016, com o primeiro vendo um declínio de 58,5 por cento e o último uma queda de 57,6 por cento. Esses ataques são definidos como incêndios, violência, degradação e ameaças — comentários, inscrições, cartas insultantes. Neste ano, os ataques aos locais de culto Cristãos aumentaram 17,4% em 2016 em comparação com 2015. Os ataques racistas, por sua vez, caíram 23,7% (608 contra 797).

A queda acentuada de incidentes de natureza islamofóbica ou antissemita foi bem recebida pelo governo Francês, que creditou os números como “fruto do plano de ação do governo”.

“Graças a uma mobilização sem precedentes dos serviços do Estado, já obtivemos resultados muito encorajadores, como evidenciado pelos números de 2016. Isso nos dá muita satisfação”, disse o ministro do Interior, Bruno Le Roux.

Le Figaro relatou que os ataques dirigidos aos Cristãos agora representam 90% dos ataques aos locais de culto.

O jornal aponta que, embora espera-se que os ataques às igrejas sejam os mais abundantes porque elas existem em maior número, os casos em que os locais de culto Cristãos foram maculados viram um enorme aumento entre 2008 e 2016.

O governo diz que a maioria dos 949 ataques às igrejas “não tem motivos religiosos”, mas que há uma possível “motivação satânica” em 14 casos e uma motivação “anarquista” em 25. No entanto, desde 2008 assaltos a locais de culto Cristãos aumentaram 245 por cento.

No ano passado, em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de imigrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques a estátuas religiosas Cristãs.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

PSICO E PSEUDO JIHAD

Fonte/Source: The Psycho and Pseudo Jihad – Raymond Ibrahim

PSICO E PSEUDO JIHAD

Por Raymond Ibrahim

2 de Novembro de 2016

gnh

Sempre que os Muçulmanos se envolvem em comportamentos que aparentemente contradizem o Islã — desde o consumo de drogas recreativas, filme pornô e até matar companheiros Muçulmanos — os apologistas do Islã proclamam em voz alta “Aha, tá vendo, eles não são os verdadeiros Muçulmanos!” Ou, nas palavras do diretor da CIA John Brennan sobre o Estado Islâmico (ISIS): “São terroristas, são criminosos. Muitos deles são vândalos psicopatas, assassinos que usam um conceito religioso, se disfarçam e se mascaram nessa construção religiosa”.

O que ele negligencia é que muitos autodenominados jihadistas são realmente “marginais psicopatas, assassinos”; Alguns nem mesmo creem em Alá. No entanto, isso não exonera o Islã, pois sua “construção religiosa” sempre foi projetada de forma a atrair e mobilizar esse tipo de homem.

Como de costume, isso remonta ao profeta, Muhammad/Maomé. [1] Após mais de uma década de pregação em Meca, Muhammad tinha cerca de 100 seguidores, na maioria parentes. Foi somente quando se tornou um caudilho bem-sucedido e um assaltante de caravanas que seus seguidores cresceram e se multiplicaram. Enquanto esses bandidos ajudaram-no a espalhar a bandeira do Islã em terras infiéis, foram considerados como Muçulmanos bons e piedosos — independentemente de suas verdadeiras intenções, prioridades ou mesmo fé.

Isso porque Alá fez um “pacto” com eles. De acordo com o Alcorão 9: 111: “Alá cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Alá, matarão e serão mortos…. Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício.” Segundo o profeta, “Alinhar-se para a batalha no caminho de Alá [jihad para empoderar o Islã] vale mais do que 60 anos de adoração”. Em outras palavras, difundir o Islã através da espada é mais agradável para Alá do que pacificamente orar para ele em perpetuidade. O maior de todos é o Muçulmano que morre lutando por Alá. Nas palavras de Muhammad/Maomé:

“O mártir é especial para Alá. Ele é perdoado desde a primeira gota de sangue [que ele derrama]. Ele vê seu trono no paraíso…. Se casará com o ‘aynhour [mulheres sobrenaturais, celestiais, projetadas exclusivamente para fins sexuais] e não viverá os tormentos da sepultura e estará protegido do maior horror [o inferno]. Fixado em cima de sua cabeça, uma coroa de honra, um rubi que é maior do que o mundo e tudo o que ele contém. E copulará com setenta e duas ‘aynhour.

Daí por que um repórter que passou algum tempo com ISIS “nunca viu o Islã”, apenas homens ansiosos para serem “martirizados” e para terem relações sexuais com mulheres sobrenaturais.

Quanto aos Muçulmanos que rejeitam a jihad, Muhammad disse que “serão torturados como nenhum outro pecador humano”. (Para ver muitas outras escrituras Islâmicas que descrevem a jihad como o maior dos empreendimentos, que ganha perdão incondicional e o paraíso, clique aqui (Inglês).

Não deveria surpreender, portanto, que muitos dos jihadistas originais agora reverenciados na hagiografia Islâmica fossem, de acordo com os padrões modernos, pouco mais do que psicóticos e assassinos em massa. Considere Khalid bin al-Walid: um pagão de Meca, que se opôs a Muhammad por anos; Mas quando o profeta tomou Meca, Khalid — tal como muitos inimigos de Maomé, como Abu-Sufian — converteu-se oportunamente, proclamou a shahada, juntou-se a equipe vencedora, e depois se juntou a jihad, mutilando, pilhando, estuprando, escravizando, crucificando, e incendiando pessoas durante o processo. Mas porque ele ter feito isso sob a bandeira da jihad, esse assassino serial e estuprador é hoje um dos heróis mais reverenciados do Islã.

A razão para isso é que em nenhum lugar do Islã se fala sobre a “condição” do “coração” dos jihadista, ou se ele está “certo” com Alá. Alá não é Deus: não está interessado em “corações e mentes”, mas em combatentes e espadas. Enquanto seus lutadores proclamarem a shahada — “Não há nenhum Deus exceto Alá e Muhammad/Maomé é seu Mensageiro” — e se lutarem sob a bandeira do Islã, poderão tomar, saquear, assassinar e violar os infiéis; E se morrerem em ação, terão o paraíso garantido.

Tal era o gênio de Muhammad: na sociedade Árabe em que vivia, os membros da tribo eram tão invioláveis quanto os não-membros eram jogo livre (sic), para serem saqueados, escravizados ou mortos com impunidade. Muhammad tomou esta ideia e infundiu-a com uma justificativa piedosa. De agora em diante, haveria apenas duas tribos no mundo: a umma — que engloba todos os Muçulmanos, independentemente da raça — e os “infiéis”, que merecem ser saqueados, escravizados ou mortos impunemente por rejeitarem Alá.

Isso explica por que outras sociedades nômades — Turcos e Tártaros, cujo estilo de vida consistia em caçar todos que não pertenciam a sua tribo — também se converteram ao Islamismo e, sob a bandeira da jihad continuaram atacando o outro, o infiel, mas agora como venerados “Campeões da fé”. Como uma autoridade Ocidental em Turcos Seljúcidas escreveu sobre seus motivos para converter-se ao Islã no século X:” …se tirar vidas e devastar as terras dos infiéis eram os meios pelos quais os fins do Islamismo em expansão eram justificados, então os tradicionais prazeres dos novos convertidos eram agora felizmente dotados de uma razão piedosa.”

A Europa Cristã estava ciente do apelo do Islã desde o início. Teófanes, o erudito Bizantino, escreveu o seguinte sobre Muhammad em suas crônicas:

Ele ensinou aos que lhe ouviram que aquele que matava o inimigo — ou era morto pelo inimigo — entrava no paraíso [ver Corão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias como comer, beber e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56:7-40; 78:31; 55:70-77]. E todo o tipo de absurdo.

Quase cinco séculos mais tarde, Santo Tomás de Aquino (d. 1274) fez observações semelhantes:

Ele [Muhamad] seduziu o povo por meio de promessas de prazer carnal para o qual a concupiscência da carne nos exorta. Seu ensinamento também continha preceitos que estavam em conformidade com suas promessas, e deu livre curso ao prazer carnal. Com tudo isso, nada é inesperado; Ele foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina…. Muhammad disse que foi enviado em poder de suas armas — e isso é um sinal de não falta inclusive ladrões e tiranos. Além do mais, nenhum homem sábio, homem treinado em coisas divinas e humanas, acreditou nele desde o princípio. Aqueles que acreditavam nele eram homens brutais e vagabundos do deserto, completamente ignorantes de todo ensino divino, através dos quais Maomé forçou outros a se tornarem seguidores pela violência de suas armas.

Há, finalmente, um outro grupo de “jihadistas” que não deveria ser negligenciado. Estes não dão a mínima para Alá, nem querem ser “martirizados” em troca do paraíso, mas confiam no Islã para justificar roubo, escravização, estupro e matança de não-Muçulmanos, como muitas minorias Cristãs em países como Paquistão e Egito atestam. Porque são apenas “infiéis” — e é um pecado ajudar um não-Muçulmano contra um Muçulmano (isto é, um membro não tribal contra um membro tribal) — criminosos Muçulmanos atacando minorias Cristãs precisamente porque sabem que as autoridades Muçulmanas nada farão a respeito em nome dos infiéis vitimados.

Em suma, chega dessas reinvindicações, de que tal ou qual jihadista é, nas palavras do Diretor da CIA John Brennan, “terroristas”, “criminosos”, “bandidos psicopatas” e “assassinos” Sim, eles são. Mas isso não muda o fato de que um grupo deles está convencido de que, por mais imoral ou perverso que seja seu comportamento, enquanto continuam lutando e morrendo em nome da jihad, não só são exonerados como o paraíso é assegurado; E um outro grupo não se importa nem um pouco com a vida após a morte, mas sabe que, enquanto vitimizam “infiéis”, poucos Muçulmanos irão responsabilizá-los.


[1] Um episódio: Após de ter dito a seus seguidores que Alá havia permitido aos Muçulmanos quatro esposas e concubinas ilimitadas (Alcorão 4: 3), alegou mais tarde que Alá tinha entregado um nova revelação (Alcorão 33.51) permitindo que, somente Muhammad/Maomé, se casasse e dormisse com tantas mulheres quanto quisesse. Em resposta, sua jovem esposa Aisha observou de forma sarcástica: “Sinto que o seu Senhor se apressa para realizar os seus anseios e desejos.” (Apóstatas do Islã regularmente citam esse episódio por especialmente desencantá-los pelo profeta.)


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis