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Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Fonte/Source: Rejuvenating the European Economy: The Role of Islamic Finance | The World Financial Review | Empowering communication globally

 Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Por Tião Cazeiro

29 de Março de 2017

Tradução: A Sharia dominará o mundo / Muçulmanos, levantem-se e instaurem a Sharia

A ideia aqui é comentar alguns excertos de um artigo escrito em Março de 2016 por Sohail Jaffer e publicado no The World Financial Review

Não se trata de uma análise financeira, e sim de uma comparação do sistema financeiro Islâmico com o pensamento Islâmico contido nos textos sagrados do Islã.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!” —Presidente do Egito Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

O antagonismo Islãmico global é um fato que ninguém em sã consciência pode negar. Entretanto, nem mesmo o genocídio de Cristãos no Oriente Médio pesa na balança do gerenciamento de controle de riscos das instituições financeiras.

Obs.: [Ênfase adicionada nos excertos]

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

O título em si, o qual mantive neste artigo, já demonstra que ao invés de rejuvenescer a Europa, o Islã a está destruindo, e o que estamos vendo hoje em dia é só o começo. Não da vitória do Islã, mas do suicídio Europeu.

Ok, ok, eu sei: “Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.” — Shakespeare.

Comentando a queda acentuada dos preços das ações dos bancos Europeus nas primeiras semanas de 2016, que descreveu como uma “preocupação”, o FMI aconselhou que “um setor bancário robusto é necessário para apoiar o investimento e a recuperação econômica”. Em muitos aspectos, idealmente posicionado para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia”. As finanças Islâmicas estão, em muitos aspectos, idealmente posicionadas para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia.

A palavra “dhimmittude” vem de dhimmi, uma palavra Árabe que significa “protegido “. Dhimmittude significa o sistema Islâmico de governança utilizado nas populações conquistadas pelas guerras da Jihad. Em outras palavras, é igual ao sistema utilizado pela máfia. Você paga uma taxa de proteção (jizya) para se manter vivo.

Uma delas [razões] é que as economias Islâmicas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático continuam a ser uma importante fonte de liquidez que procura oportunidades de investimento diversificadas para além das suas regiões de origem.”

Veja o Robert Spencer (Jihad Watch) diz a respeito:

Hijrah, ou jihad pela emigração, é, de acordo com a tradição Islâmica, a migração ou viagem de Muhammad e seus seguidores de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 d.C. Foi depois da Hijra que Muhammad pela primeira vez se tornou não apenas um pregador de ideias religiosas, mas um líder político e militar. Foi isso que ocasionou suas novas “revelações” exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos.

Emigrar pela causa de Alá — ou seja, mudar para uma nova terra para ampliar o Islã, é considerado no Islã como um ato altamente meritório. “E quem emigrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares e abundância“, diz o Alcorão:

"Mas quem migrar pela causa de Alá, achará, na terra, amplos e espaçosos refúgios. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa caberá a Alá, porque é Indulgente, Misericordiosíssimo.” — Alcorão (4:100)

O status exaltado de tais emigrantes levou um grupo de jihadistas Britânicos à notoriedade (e a prisão pelo governo), há alguns anos atrás, por comemorarem o ataque de 11 de Setembro se autodenominando Al- Muhajiroun: Os Emigrantes.

Oitocentos mil refugiados Muçulmanos em apenas um ano (2015). Isso transformará a Alemanha e a Europa, para sempre, sobrecarregando as economias de suas nações mais ricas e alterando a paisagem cultural para além do reconhecimento. No entanto, o debate público sério que precisa ser feito sobre esta crise é vaiado pelo nonsense vulgar: o Washington Post na Quarta-feira publicou uma peça inflamatória e irresponsável comparando aqueles preocupados com esse influxo Muçulmano maciço na Europa, com os Nazistas em 1930, prontos para incinerar Judeus aos milhões. A estrela de Hollywood Emma Thompson acusou as autoridades Britânicas de racismo por não terem recebido mais refugiados — como se as autoridades Britânicas ainda não tivessem feito o suficiente para destruir própria a nação.  Robert Spencer in FrontPage: The Hijrah Into Europe

“Talvez mais significativo, para a aplicação a longo prazo das finanças Islâmicas à economia real, é que os princípios de financiamento em conformidade com a Sharia estão muito alinhados com o investimento que a Europa precisa para construir uma recuperação econômica sustentável e inclusiva….. De acordo com um briefing do Banco Mundial, “as finanças Islâmicas são financiadas por ações, apoiadas por ativos, éticas, sustentáveis, ambientalmente e socialmente responsáveis. Promove a partilha de riscos, liga o sector financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social.

No excerto acima, a única frase que condiz com a realidade do Oriente Médio é esta: “em conformidade com a Sharia”, o restante, ou seja, “investimento que a Europa precisa”, “liga o setor financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social”, etc., qualquer pessoa lúcida é capaz de perceber que existe algo a mais nessa história.

Quero que Londres fique ao lado de Dubai e Kuala Lumpur como uma das grandes capitais das finanças Islâmicas em qualquer lugar do mundo” — David Cameron, Primeiro Ministro, Grã-Bretanha.

Mas os críticos dizem que as ambições Britânicas de atrair investimentos de países, empresas e indivíduos Muçulmanos estão estimulando o estabelecimento gradual de um sistema financeiro paralelo baseado na lei Islâmica da Sharia. O Tesouro também disse que algumas questões com relação ao ‘sukuk’, o bônus Islâmico, podem exigir que o governo restrinja seus negócios com empresas de propriedade Israelense para atrair dinheiro Muçulmano.  — Britain: “A World Capital for Islamic Finance”

Eis aqui realidade:

Alcorão 98:6 “Honestamente falando, aqueles que não creem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé/Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.

“Como as finanças Islâmicas estão ganhando um crescente reconhecimento global por seus altos padrões éticos e de governança, estão posicionadas idealmente para atender às crescentes demandas de oportunidades de investimento socialmente responsável (SRI). No contexto Europeu, não se trata apenas de investimentos que evitem sectores proscritos, como o álcool, as armas, os jogos de azar e o entretenimento para adultos. Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que lidam com a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.”

No caso do Brasil, o ‘prefeitinho’ de São Paulo João Doria e o Governador de Goiás Marconi Perillo entre outros, em suas andanças pelos Emirados Árabes, sabem disso, entrentanto o que estamos vendo é: um peso, duas medidas.

Governador Marconi Perillo (PSDB) e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri — Instalação de uma Indústria de armas dos Emirados Árabes em Goiás

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), observou em seu famoso “Muqaddimah”, a primeira obra de teoria histórica que: “Na comunidade Muçulmana, a guerra santa é um dever religioso por causa do universalismo da missão Muçulmana e (da obrigação de) converter a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força”.

“Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que abordam a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.” — “Os bônus Islâmicos, ou os sukuks, já demonstraram suas credenciais como instrumentos de financiamento para iniciativas éticas.”

Se preocupam com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. Meu Deus! O sujeito precisa ser um mega débil ou um mau caráter para não reconhecer o genocídio de Cristãos no Oriente Médio. Quantos Muçulmanos “moderados” levantaram a voz contra essa monstruosidade? Alguma passeata ou… ah, lembrei, a Linda Sarsour e a “Marcha da Mulher” contra o Trump” etc. Então tá…

“Em dezembro de 2014, por exemplo, o Mecanismo Internacional de Financiamento para Imunização (IFFIm), para o qual o Banco Mundial atua como gerente de tesouraria, lançou um sukuk (bônus Islâmico) (de US$ 500 milhões, cujos recursos foram utilizados para financiar projetos da Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI)….

“Estamos dando a nossas crianças inocentes substâncias proibidas e substâncias químicas nocivas que destroem seus sistemas imunológicos naturais, causando doenças, sofrimento e morte. Todos os médicos e pais Muçulmanos devem estar cientes dos ingredientes da vacina e da eficácia falhada das vacinas. O dano é claramente maior do que o benefício. Chegou a hora de defender a verdade.” —Muslims and vaccines

“A Standard & Poor’s, que estima que os ativos Islâmicos globais valiam cerca de US$ 2,1 trilhões no final de 2015, acredita que os instrumentos financeiros em conformidade com a Sharia podem desempenhar um papel no cumprimento de alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) A sua agenda de 2030 para o desenvolvimento sustentável define metas centradas nos cinco pilares das pessoas, do planeta, da prosperidade, da paz e da parceria.”  — “Olhando para as Nações Unidas SDGs e os princípios de finanças Islâmicas, consideramos que existem algumas semelhanças”.

As Nações Unidas, cá entre nós, e não conta pra ninguém, “santifica o mal” e “declarou guerra contra a civilização Judaico-Cristã” — Mídia Sem Máscara — A ONU declara guerra contra a civilização Judaico-Cristã

“Os dois primeiros SDGs têm como objetivo acabar com a pobreza em todas as formas, travar a fome, alcançar a segurança e alimentar o mundo.”  As formas Islâmicas de empréstimos concessionais como Qard Hassan (empréstimos de bem-estar), Zakat (um imposto sobre a riqueza usado para fins sociais) (Uma doação a instituições de caridade) poderiam ser utilizados em apoio a essas SDGs, embora possam ser mais aplicáveis às economias subdesenvolvidas do que à Europa.”  — “O potencial de financiamento da infra-estrutura em conformidade com a Sharia

Percebam que a linguagem usada pela Sharia nas finanças é a mesma usada no Alcorão etc. Como disse um Muçulmano em Londres numa entrevista: “Islã e Sharia são a mesma coisa.”

Aqueles que por ventura estão achando que eu exagero, expondo versos do Alcorão neste artigo, saibam que eu estou correto, pois é assim mesmo que eles pensam. E aqueles que negarem é porque estão aplicando a Taqiyya em você. Sabe o que isso significa?

Alcorão 3:28: “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Alá, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Alá vos exorta a d´Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno.”

Em outras palavras, você pode e deve mentir se for para alavancar o caminho ou a causa de Alá. O Irã se utiliza desse procedimento praticamente como norma. Veja como negociaram o acordo nuclear… e o “engraçado” é que ambos, Obama e Irã, usaram, usam e abusam da Taqiyya.

“Os sunitas afirmam que os xiitas negam adorar o (Imam) Ali porque estão envolvidos em falsidades (deception) deliberadas e religiosamente sancionadas: Taqiyya. (Imam Ali é considerado um Deus)

“Taqiyya é a nossa religião e a religião de nossos pais; aquele que não tem taqiyya, não tem religião ” — The Complete Infidel’s Guide to Iran por Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch

A Sharia impõe, não se adapta, ela manda, exige e quer dominar o mundo. Não se engane sobre isso. Um exemplo da arrogância é o que aconteceu com o jornal satírico Charlie Hebdo. Os terroristas Islâmicos invadiram o território Frances para matá-los. A França não tem nenhuma lei que proíba você de desenhar um profeta no deserto. Resultado, a Sharia invadiu a França e deu no que deu.

A criação de gado em conformidade com a Sharia do Brasil é em si uma imposição da Sharia em território nacional. Significa de que a Sharia está atuando no Brasil, dando as ordens, acima da constituição Brasileira. Não é uma lei qualquer de um país, é a lei Islâmica, a Sharia, impondo as vontades do Islã, o “povo das necessidades especiais”, vide o Hijab em documentos oficiais como o passaporte Brasileiro etc. Isto é a Sharia.

O Barack Obama, — conhecido também como “Obozo” — não disse que “O futuro não pertence àqueles que difamam o profeta do Islã.”?

Outro exemplo — Reino Unido: Os Tribunais da Sharia operam além do alcance da lei Britânica e oprimem as mulheres — UK: Sharia courts operating beyond reach of British law and oppressing women

“É aceito que o financiamento em conformidade com a Sharia é totalmente compatível com os princípios das parcerias público-privadas (PPP) e elementos de mecanismos de financiamento tais como joint-ventures (Musharaka), estruturas de participação nos lucros (Mudharaba), financiamento com custo adicional (Murabaha) E leasing (Ijara) poderiam ser aplicados ao investimento em infra-estruturas sociais europeias.

Como diz uma amigo meu, “só coisinha boa”…  mas só para Muçulmanos, para quando converterem “a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força“.

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Na hipótese de um conflito armado no Brasil contra a jihad, não me surpreenderei se a empresa bélica em Goiás fornecer armamentos aos jihadistas. A regra dos números fala por si só, porque nenhum Muçulmano se atreverá a trair Alá e o seu Mensageiro Muhammad.

É por último, é óbvio, Sohail Jaffer é Partner e Chefe de Desenvolvimento de Negócios Internacionais para a “private label” bancassurance com o grupo FWU com sede em Dubai. 


 

 

O Islã e o Desejo Pelo Poder: Entrevista Com Raymond Ibrahim

Fonte/Source: Islam’s Will to Power: An Interview with Raymond Ibrahim – Raymond Ibrahim

O Islã e o Desejo Pelo Poder:  Entrevista Com Raymond Ibrahim

Por Raymond Ibrahim

20 de Outubro de 2016

Nota do autor: Recentemente, fui entrevistado por Niram Ferretti para a publicação Italiana L'informale.
Raymond Ibrahim

De pais Coptas Egípcios e fluente em Árabe, Raymond Ibrahim está entre os estudiosos e comentaristas que, como Robert Spencer e David Horowitz, não têm medo de chamar uma espada de espada. Nesses tempos em que vivemos, envenenado pelo politicamente correto, soa como uma rajada de ar fresco.

Ele não falará do Islã como “a religião de paz”, fingindo ser algo que nunca foi. Pelo contrário, enfatizará que os jihadistas contemporâneos seguem a aplicação estrita do Alcorão, muito parecido com os reformistas protestantes com seu conceito de sola scriptura (a escritura por si só). A principal diferença é que o último geralmente não se explode, ou decapita “infiéis” ou estão comprometidos com uma luta permanente contra o Ocidente para subjugá-lo.

A razão para isso é que no Alcorão, a jihad é prescrita e Muhammad/Maomé, o exemplo perfeito para todos os Muçulmanos, foi um profeta, mas também um caudilho. Raymond Ibrahim é autor regular do David Horowitz Freedom Center e anteriormente foi diretor associado do The Middle East Forum, Raymond Ibrahim é autor do livro Crucified AgainExposing Islam’s New War on Christians e editor do seminal The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden’s Terrorist Organization.

Raymond Ibrahim aceitou gentilmente responder às nossas perguntas.

A primeira questão que gostaria de abordar é a noção generalizada de que o ISIS é, de fato, um produto da intervenção dos EUA no Iraque. A implicação é muito clara. Se os EUA não tivessem invadido o Iraque, não haveria nenhum ISIS ao redor. Qual é o seu comentário sobre isso?

Ibrahim: Fatos são fatos. Antes de os EUA invadirem, Saddam Hussein era conhecido por suprimir os movimentos Islâmicos. De fato, uma das razões para sua posterior reputação de abusar dos direitos humanos foi que estava brutalmente pisoteando os jihadistas, um rótulo que os meios de comunicação Ocidentais omitem quando falam de ditadores Árabes seculares usando meios brutais, como Assad e seus esforços contra os jihadistas. Uma década depois que Saddam foi expulso, morto e os EUA proclamaram a vitória por terem trazido “liberdade e democracia” para o Iraque, tudo o que temos que mostrar é o surgimento do ISIS, que, quando se trata de abusos de direitos humanos, faz Saddam parecer um Papai Noel.

Costumo olhar para a situação das minorias Cristãs nos países Muçulmanos para entender a natureza daqueles que governam. Sob Saddam, eles e suas igrejas foram protegidos; o ano em que os Estados Unidos trouxeram “liberdade e democracia” ao Iraque, os Cristãos foram perseguidos e dezenas de igrejas bombardeadas. Aliás, não é apenas no Iraque que a intervenção Americana deu origem ao ISIS. Líbia e Síria também fazem parte do califado do ISIS, e mais uma vez, graças aos Estados Unidos pavimentando o caminho ao expulsar Gaddafi e tentar derrubar Assad. Eu não pretendo saber a razão por trás desse fenômeno, mas os fatos falam por si mesmos: onde os EUA expulsam homens fortes Árabes seculares — cujos abusos de direitos humanos estavam muitas vezes dentro de um contexto para combater ainda mais os abusos de direitos humanos que os jihadistas/ISIS seguem.

O antiamericanismo continua forte entre os esquerdistas tanto na Europa como nos Estados Unidos. Pessoas como Noam Chomsky espalharam a noção de que os EUA são a encarnação do mal junto com Israel, visto como seu proxy no Oriente Médio. Quais são os principais fatores, segundo você, por trás dessa atitude?

Ibrahim: Em última análise, acredito que essas opiniões se baseiam menos em fatos objetivos e mais em distorções subjetivas da história. A visão dominante hoje é que, pelo menos historicamente, homens brancos e Cristãos são a fonte de todo o mal no planeta Terra; Portanto, o mínimo que podem fazer por meio de reparações é serem passivos, enquanto Muçulmanos e outros do terceiro mundo convivem com seus tormentos crescentes — que se manifestam nas atrocidades contra os não-Muçulmanos, incluindo Ocidentais. Assim, sempre que os EUA ou Israel fazem qualquer coisa para defender seus interesses e a segurança, o qual deveria considerado absolutamente normal e padrão para outras nações, especialmente as não-Ocidentais, a esquerda chora injustamente, racismo, etc.

Os apologistas do Islã nos dizem que o Islã é uma parte muito importante do Ocidente, pois ajudou a moldar nossa cultura com suas inovações quando ainda era um império. Aqui na Itália um renomado historiador, Franco Cardini, disse recentemente que “o Islã está na base da modernidade”. Qual é a sua opinião pessoal?

Ibrahim: Esse ponto de vista é apenas mais um exemplo de como a verdadeira história do Islã e da Europa foi tão profundamente distorcida e deformada visando glorificar o Islã e humilhar a Europa anteriormente Cristã. A realidade e a história — como registradas pelos historiadores mais renomados do Islã — têm uma história muito diferente a contar, uma história que é conhecida pela criança mediana Europeia, mas que agora virou “tabu” reconhecer isto: a guerra ou a jihad na Europa é a verdadeira história do Islã e do Ocidente. Considere alguns fatos por um momento: Uma década após o nascimento do Islã no século 7, a jihad explodiu fora da Arábia. Dois terços do que era então a Cristandade foram conquistados permanentemente e grande parte de sua população foi posta à espada e/ou pressionada a se converter, de modo que quase ninguém percebe hoje que a Síria, o Egito e toda a África do Norte foram os centros do Cristianismo. Depois foi a vez da Europa. Entre outras nações e territórios que foram atacados e/ou estavam sob a dominação Muçulmana são — dando os seus nomes modernos, mas não necessariamente nesta ordem: Portugal, Espanha, França, Itália, Sicília, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Rússia, Polônia, Bulgária, Ucrânia, Lituânia, Roménia, Albânia, Sérvia, Arménia, Geórgia, Creta, Chipre, Croácia, etc.

Em 846 Roma foi saqueada e o Vaticano contaminado por invasores Árabes Muçulmanos; Cerca de 600 anos depois, em 1453, a outra grande basílica da Cristandade, a Santa Sofia (ou Hagia Sophia) foi conquistada permanentemente pelos Turcos Muçulmanos. As poucas regiões Europeias que escaparam da ocupação Islâmica direta, devido ao seu afastamento à noroeste incluem a Grã-Bretanha, Escandinávia e Alemanha. Isso, naturalmente, não significa que não foram atacados pelo Islã. Na verdade, no extremo noroeste da Europa, na Islândia, os Cristãos costumavam rezar para que Deus os salvasse do “terror Turco”. Até 1627 corsários Muçulmanos invadiram a ilha Cristã capturando quatrocentos cativos, e os vendendo nos mercados de escravos da Argélia. Nem a América escapou. Poucos anos após a formação dos Estados Unidos, em 1800, navios mercantes Americanos no Mediterrâneo foram saqueados e seus marinheiros escravizados por corsários Muçulmanos. O embaixador de Trípoli explicou a Thomas Jefferson que era um “direito e dever dos Muçulmanos fazer guerra contra os [não-Muçulmanos] onde quer que pudessem ser encontrados e escravizar tantos quantos pudessem tomar como prisioneiros”. Cerca de um milênio — pontuado pelas Cruzadas —refutação que o Ocidente moderno está obcecado em demonizar — o Islã diariamente representou uma ameaça existencial à Europa Cristã e, por extensão, à civilização Ocidental. Neste contexto, do que adianta destacar as aberrações? Mesmo aquela exceção periférica que tantos acadêmicos Ocidentais tentam usar como regra — a Espanha Islâmica – foi recentemente desmentida como fraude no livro de Dario Fernández-Morera — The Myth of the Andalusian Paradise. O Islã se apresenta como a verdadeira e definitiva religião da humanidade. O Judaísmo e o Cristianismo na visão Islâmica são vistos como profundamente defeituosos e corrompidos. De acordo com o Islã, o profeta Muçulmano Jesus virá no Dia do Juízo Final para destruir todas as cruzes e expor a falsidade do próprio Cristianismo. Não obstante, o Papa continua chamando o Islã de religião de paz e o apresenta somente sob uma luz favorável. De acordo com você, é apenas prudência política ou algo mais?

Ibrahim: Este papa enxerga a si mesmo como diplomata e político, não como um líder espiritual, e certamente não como defensor dos Cristãos. É uma pena, uma vez que em toda Europa, historicamente foram os papas Católicos que mais compreenderam os perigos do Islamismo — físico e espiritual — especialmente para os irmãos Cristãos. No entanto, ele se recusa firmemente  associar o Islã à violência. Mesmo quando um jornalista o perguntou se o padre Francês de 85 anos, Padre Jacques, recentemente assassinado, foi “morto em nome do Islã“, Francis discordou veementemente; argumentou que ouve falar de Cristãos que cometem violência todos os dias na Itália: “Aquele que assassinou sua namorada, outro que assassinou a sogra… e esses são batizados como Católicos! Há Católicos violentos! Se falo de violência Islâmica, devo falar de violência Católica. “Aparentemente, para o Papa Francisco, a violência feita de acordo com os mandamentos de Alá não é mais preocupante do que a violência feita em contradição com os mandamentos do Deus Judeu-Cristão. Por essa lógica perversa, se responsabilizamos o Islã, então devemos responsabilizar o Cristianismo — independentemente do fato de que o Islã justifica a violência enquanto o Cristianismo a condena. E quando se encontrou com os familiares e os sobreviventes do Dia da Bastilha — outro ataque Islâmico que custou a vida a 86 e feriu centenas — disse: “Precisamos iniciar um diálogo sincero e ter relações fraternas entre todos, especialmente com aqueles que acreditam num único Deus que é misericordioso”, uma referência aos Muçulmanos monoteístas. Acrescentou que isso era “uma prioridade urgente… Só podemos responder aos ataques do Diabo com as obras de Deus, que são o perdão, o amor e o respeito pelo outro, mesmo que sejam diferentes.” Esta é certamente uma abordagem diferente da do seu corajoso homônimo. E também é fútil o vis-à-vis com o Islã, o qual só vai tirar proveito. Como alguém pode ter “relações fraternas” com adeptos de uma religião que exorta o ódio a todos os não-Muçulmanos, incluindo seus membros familiares e esposas? Mesmo o Alcorão 60:4, exorta os Muçulmanos ao “ódio eterno” a todos os não-Muçulmanos.

Alguma chance do Islã acomodar-se aos valores Ocidentais, e se isso for possível, com que base?

Ibrahim: Para que o Islã possa acomodar os valores Ocidentais, primeiro terá de deixar de ser o Islã. Inúmeras formas de comportamento que antagonizam diretamente os valores Ocidentais são exigidas no Alcorão e/ou Hadith, e os ulemás, estão de acordo: morte aos apóstatas e blasfemos, subjugação de mulheres Muçulmanas, escravização sexual de mulheres não-Muçulmanas, poligamia, casamento com crianças, banimento e destruição dos locais de culto não-Muçulmanos e suas escrituras, e a inimizade com os não-Muçulmanos — não são menos Islâmicos do que a oração e o jejum.

Mesmo as atrocidades do Estado Islâmico — tal como triunfando sobre os corpos mutilados de “infiéis” e sorrindo enquanto posam com as cabeças decapitadas — encontram apoio no Alcorão e nas histórias do profeta. Para examinar profundamente o quanto o Islã antagoniza diretamente os valores Ocidentais, considere as descobertas de um artigo em língua Árabe do Dr. Ahmed Ibrahim Khadr. Ele lista uma série de coisas que a corrente principal Muçulmana apoia, mesmo contradizendo diretamente os valores Ocidentais. A lista inclui (sem surpresa): demandas para um califado regido de acordo com a Sharia e que se expanda sobre o território “infiel” através da jihad; Morte para qualquer pessoa vocalmente crítica do Islã ou Muhammad; perseguição de Muçulmanos que tentam deixar o Islã; rejeição da igualdade para Cristãos e Judeus num estado Muçulmano; rejeição da igualdade entre mulheres e homens; e assim por diante.

Qualquer um que entenda como o Islã é realmente articulado, sabe que a afirmação de que é “possível ser um liberal Ocidental pertencente à principal corrente Muçulmana”, como o prefeito Muçulmano de Londres disse recentemente, é um oxímoro grotesco. É o mesmo que dizer que é possível ajustar uma cavilha quadrada através de um buraco redondo. Não funciona — a não ser, é claro, que alguém o force com um martelo, quebrando partes da cavilha, ou seja, o Muçulmano ou destruindo a superfície do buraco, isto é, a sociedade Ocidental.

O Islã é um sistema religioso político desde a sua criação. Você subscreveria a noção de que é realmente uma ideologia com um revestimento religioso, ou há algo realmente religioso sobre ele? Estou pensando nos místicos Islâmicos e nos Sufis, por exemplo.

Ibrahim: Em última análise, não importa: mesmo que tenha um revestimento religioso envolvido, é certamente uma ideologia política, especialmente no período inicial. Quando olhamos a vida de seu fundador, o profeta Muhammad, tudo isso fica simplesmente claro. Quando era meramente um pregador impotente em Meca, só tinha um pequeno grupo de seguidores; quando foi para Medina e se tornou um caudilho e bandido de caravanas — e quando seus seguidores começaram a enriquecer com as pilhagens — suas fileiras começaram a inchar.

Muitas são as recompensas mundanas, incentivos e privilégios — para não falar das recompensas “mundanas” (sexo com mulheres sobrenaturais) no futuro — que recebem por ser um Muçulmano: se você luta pelo empoderamento do Islã contra os não-Muçulmanos então pode mentir, enganar, matar, roubar, escravizar e estuprar. Inúmeros são os Muçulmanos, passado ​​e presente, que se juntaram ao movimento Islâmico precisamente por essas prerrogativas. Dito isto, acredito que alguns Muçulmanos tentam transformar o Islã em algo mais espiritual por causa própria. Mas, isso não muda o fato de que outros o usam pelo seu propósito original de conquista e saque.

Uma das declarações mais repetidas sobre o terrorismo Islâmico é que ele é um produto de vários grupos fanáticos. A maioria dos Muçulmanos são moderados e nunca irão sair por aí decapitando pessoas ou explodindo a si mesmos. Essas evidências são conclusivas?

Ibrahim: Sim e não. Pode ser verdade que muitos Muçulmanos não querem decapitar pessoas ou detonar-se, mas isso é porque não estão comprometidos ou interessados ​​no Islã além do básico para a sobrevivência. No entanto, é errado pensar que “o terrorismo Islâmico é…. produto de vários grupos de fanáticos”. O terrorismo é na verdade um produto do Alcorão e do exemplo do profeta — as duas coisas que todos os Muçulmanos são obrigados a seguir. E enquanto esses dois pilares do Islã existirem, terão adeptos, mesmo que a maioria dos nomeados Muçulmanos — que não se atreve a apostatar devido à pena de morte do Islã — não o siga literalmente.

O Islã tem sido profundamente dividido em si mesmo a partir da morte de Muhammad em 632. Parece que a guerra e os conflitos são inatos no mundo Muçulmano. Você concorda?

Ibrahim: Sim. Talvez o aspecto mais definidor do Islã seja a busca do poder absoluto — poder sobre todos os outros, sejam eles infiéis, mulheres, os tipos errados de Muçulmanos, ad infinitum. Assim, e apesar de algumas das suas imposições contra, por exemplo, matar Muçulmanos, os Muçulmanos massacraram e continuam massacrando uns aos outros, em nome do Islã.

Podemos dizer que o wahhabismo está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo, ou é um ponto de vista reducionista?

Ibrahim: Podemos dizer isso, mas seria muito mais preciso dizer que uma leitura literal dos principais textos do Islã “está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo”. Afinal de contas, isso é o que significa “Wahhabismo”. Aliás, nenhum Wahhabi chama ou vê a si mesmo como um Wahhabi, — uma palavra usada com frequência no Ocidente para distanciar o Islã da violência e da intolerância — veem a si mesmos simplesmente como Muçulmanos que literalmente modelam suas vidas através dos ensinamentos de Muhammad/Maomé e Alcorão.

Qual é a sua opinião sobre a aliança de longa data entre os EUA e a Arábia Saudita, que está entre os mais estritos estados wahhabitas. A realpolitik justifica tudo?

Ibrahim: Eu acho que é uma aliança repugnante e vergonhosa que transforma tudo o que os EUA representam em piada. Além disso a realpolitik não é a raiz do problema. Afinal, os EUA e todo o mundo livre poderiam facilmente colocar a Arábia Saudita de joelhos e forçá-los a uma reforma ou então seu petróleo poderia ser apreendido — e na verdade deve, visto que, com essa receita, a Arábia Saudita gasta 100 bilhões anualmente radicalizando Muçulmanos em todo o mundo, tal como a sua criação, o ISIS. O conhecimento da Arábia Saudita sobre tudo isso é uma das principais razões pelas quais pagam milhões aos políticos Ocidentais entre outros, que em troca se postam diante dos Ocidentais e falam da Arábia Saudita como um “aliado fiel”, cuja ajuda na “luta contra o terrorismo” é ” indispensável”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SOU MUÇULMANO, MAS EIS AQUI PORQUE ADMIRO A IGREJA CATÓLICA

Fonte:  Tradutores Cristãos — “Sou muçulmano, mas eis aqui porque admiro a Igreja Católica” por Tamer Nashef

SOU MUÇULMANO, MAS EIS AQUI PORQUE ADMIRO A IGREJA CATÓLICA

Por Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

29 de Dezembro de 2016

Eis aqui um breve comentário sobre o ensaio de Tamer Nashef intitulado “Sou muçulmano, mas eis aqui porque admiro a Igreja Católica”.

Tamer Nashef é pesquisador freelance Árabe de Israel. Um sujeito interessante.

Em primeiro lugar, não tenho a intensão de gerar nenhum tipo de antagonismo com Tamer Nashef, pois seria deselegante criticar qualquer Muçulmano que venha escrever sobre a Civilização Ocidental demonstrando admiração pela Igreja Católica, filosofia Ocidental etc.

Sem dúvida alguma eu poderia citar alguns versos do Alcorão que irão questionar essa aproximação do Nashef com o Cristianismo. Mas, como todo movimento no sentido do bem é bem vindo, tenho a impressão de que Nashef é sincero, além de muito inteligente, mas aposto na ideia de que ele não conhece o que autores modernos estão revelando. Posso estar errado.

Segundo, reconheço a minha insignificância para discutir aspectos históricos e filosóficos, mas a experiência adquirida traduzindo artigos de  críticos do Islã como Robert Spencer, Raymond Ibrahim, Pamela Geller, Dr. Bill Warner entre outros, me possibilita enxergar um pouquinho além do cidadão comum, um certo “faro fino” para algumas ideias implantadas no inconsciente coletivo, via entrelinhas, através dos tempos.

A ideia aqui é entregar ao leitor, uma “perspectiva nova, para que seja discutida e criticada se for o caso.

Nashef menciona Woods:

Enquanto a Igreja Católica é constantemente acusada de destruir a cultura clássica ou greco-romana, o fato é que os mosteiros merecem todo o crédito pela “cuidadosa preservação dos trabalhos do mundo clássico e dos Padres da Igreja, ambos centrais para a civilização do Ocidente” (Woods 42).”  — Enfase adicionada.

Entretanto, abaixo, cita o seguinte:

“Por vezes penso em voz alta: se a Igreja Católica tivesse extinguido a tradição clássica, como vários estudiosos alegam, então de que maneira se explica que muitos homens da Igreja antiga e medieval dialogavam com os escritos clássicos?” — Enfase adicionada.

Outro excerto que chama muita atenção é quando Nashef atribui certas descobertas ao Islã, quando muitos alegam que teriam sido espólios de guerra, no sentido de apropriação intelectual, tendo a Índia como exemplo, onde 80 milhões de Hindus foram massacrados por Sufis e Muçulmanos:

“Preciso dizer agora algumas palavras sobre Gerberto de Aurillac, mencionado anteriormente como o fabricante de um sofisticado relógio. Ele é uma das figuras chave do Renascimento Otoniano e o maior erudito europeu de seu tempo. O conhecimento enciclopédico que demonstrava abrangia os mais diversos tópicos, incluindo matemática, astronomia, filosofia, lógica, literatura latina, música e teologia. Ele assegurou seu lugar na história do desenvolvimento científico ocidental introduzindo o ábaco e os numerais indo-arábicos (Huff, The Rise of Early Modern Science 50), além de ter recebido o crédito por ter sido “o primeiro estudioso a introduzir a ciência arábica no Ocidente” provavelmente após passar três anos estudando-a na Espanha, com claros “traços de influência árabe” (Zuccato 192-93)”. — Enfase Adicionada.

Leia:  PAMELA GELLER: “1001 MITOS MUÇULMANOS E REVISÕES HISTÓRICAS”

Agora, quando nos deparamos com um sujeito como o Dr. Bill Warner, PhD em Física e Matemática, que dedicou o seu tempo precioso para nos mostrar cientificamente o que realmente aconteceu no período Clássico,  Greco-Romano, o mínimo que podemos fazer é respirar fundo para encarar a realidade, os fatos, e ver com nossos próprios olhos a injustiça que se faz com a Igreja Católica e as Cruzadas. Existiram excessos? Dizem que sim, mas basta olhar ao redor, o mundo atual, caso você tenha algum commom sense na sua cachola, para perceber 1400 anos de Islã  ainda atuando ostensivamente contra os Cristãos nos dias de hoje. Sem falar nos Judeus etc.

Vamos ao vídeo:

A ideia de que  “a Igreja Católica é constantemente acusada de destruir a cultura clássica ou greco-romana” é uma, entre outras falácias.

O outro lado da moeda é que tudo isso é intencional, por conta de uma agenda totalitária…  o que sinceramente não vejo no caso do Tamer Nashef.

Grato pela atenção e um Feliz Ano Novo a todos.

Príncipe Charles adverte contra Trump e “os dias escuros dos anos 30” durante o Holocausto

Fonte/Source: Prince Charles warns against Trump and “the dark days of the 30’s” during Holocaust

Príncipe Charles adverte contra Trump e “os dias escuros dos anos 30” durante o Holocausto

23 DE DEZEMBRO DE 2016

 Por CHRISTINE WILLIAMS

É um equívoco equiparar a legítima preocupação com os crimes disseminados por migrantes Muçulmanos que vêm aprisionando a Europa; o plano da Irmandade Muçulmana para a destruição do Ocidente; as áreas controladas por Muçulmanos (No-Go Zones) na Europa; o chocante número de um milhão de meninas Britânicas violentamente agredidas sexualmente por gangues de estupro Muçulmanas; a furiosa e cruel perseguição aos Cristãos historicamente (e atualmente) nos estados Islâmicos; pelos massacres de Muçulmanos perpetrados por Muçulmanos — tudo em nome do Islã — com a intolerância contra os Judeus que levaram aos campos de concentração e as câmaras de gás durante a época de Hitler, o qual colaborou com o Grande Mufti de Jerusalém. O príncipe Charles, em referência aos migrantes Muçulmanos, afirma:

“Estamos assistindo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos com aqueles que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso tem ecos profundamente perturbadores provenientes dos dias escuros da década de 1930 “, disse o príncipe.

“A geração dos meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e as tentativas desumanas de exterminar a população Judaica da Europa”.

A comparação do Príncipe Charles de alguma “islamofobia” imaginada com o tratamento dos Judeus sob Hitler é cruel, absurda e estúpida. Nenhum ser humano lógico poderia ser tão louco a ponto de chegar a uma equivalência moral tão escandalosa, a menos que tivesse uma agenda subjacente. Os reformistas Muçulmanos também têm advertido sobre a guerra contra o Ocidente e a mentalidade supremacista Islâmica, que representam um perigo real para a civilização ocidental:

“Nós fugimos do Islã Político no Irã, mas ele nos seguiu …. O  Conselho de Relações Islâmico-Americanas -(CAIR) criou a imagem de que todos os 3 milhões de Muçulmanos na América são iguais e o que o CAIR os representa – o que não é verdade… Bin Laden e o Islã Político foram criados porque [os Islamistas] sentiram que Eles estavam sendo arrastados para o século 21 a partir do século VI “.

São os semelhantes ao Príncipe Charles, entre outros surtados em diversidade, que estão capacitando os supremacistas Islâmicos contra o Ocidente e abrindo a Europa para os piores tipos de vitimização e terror, mas o príncipe Charles e sua família estão imunes aos perigos com relação a segurança que os “plebeus” enfrentam: eles têm segurança de alto preço, pagos por esses “plebeus”.

Por que o príncipe Charles não está falando em nome dos Cristãos perseguidos? Em 2008, o Príncipe Charles fez uma declaração significativa: a de que ele, o príncipe, “não seria mais conhecido como Defensor da Fé pela primeira vez desde o reinado de Henrique VIII”.

Abusar de Muçulmanos inocentes sem razão é intolerante e indesculpável. Chamar para uma verdadeira guerra contra o terror jihadista e para uma guerra contra os ataques da Sharia aos direitos humanos e às liberdades não é intolerante. É obrigatório.

Mais sobre essa história.

“O príncipe Charles emite um aviso velado sobre Donald Trump e retorna aos ‘dias escuros dos anos 30′”, por May Bulman, Independent, 22 de dezembro de 2016:

“O príncipe Charles advertiu sobre a “ascensão do populismo” numa aparente referência à eleição de Donald Trump e as atitudes cada vez mais hostis em relação aos refugiados na Europa.

O príncipe de Gales disse que havia “ecos profundamente perturbadores dos dias escuros da década de 1930”, acrescentando que a “má” perseguição religiosa estava ocorrendo em todo o mundo.

O “sofrimento não termina quando eles chegam em busca de refúgio em uma terra estrangeira”, disse ele na mensagem pré-gravada para o “Pensamento Para O Dia” da BBC Radio 4.

“Estamos assistindo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos com aqueles que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso tem ecos profundamente perturbadores dos dias escuros da década de 1930 “, disse ele.

“A geração dos meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e as tentativas desumanas de exterminar a população judaica da Europa”.

Citando as estatísticas da ONU, acrescentou que um número “impressionante” de 65,3 milhões de pessoas abandonaram suas casas em 2015 – 5,8 milhões a mais do que no ano anterior.

“O sofrimento não termina quando chegam buscando refúgio em uma terra estrangeira”, disse o príncipe. “Estamos vendo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos para com aqueles que aderem a uma fé minoritária”.

Ele passou a instar os ouvintes a se lembrarem deste Natal “como a história da Natividade se desdobra com a fuga da santa família para escapar da perseguição violenta”.

Enquanto o príncipe não faz referência direta ao Sr. Trump, seu discurso está amplamente ligado à ascensão do bilionário ao poder.

Isso surgiu depois que o Presidente eleito sinalizou que poderia estar empenhado em levar adiante uma proposta de “registro” Muçulmano.

“Obrigado Príncipe Charlespor por mencionar a tendência rastejante do autoritarismo moderno em que Trump e Putin são jogadores significativos”, um usuário do Twitter escreveu….


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol on the Left and Far Left as Defenders of Islam

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Por HUGH FITZGERALD

27 de Abril de 2016

IVAN RIOUFOL, é um colunista do Le Figaro, um dos mais perspicazes comentaristas Franceses sobre a ameaça do Islã e os seus apoiadores de esquerda na França. Naturalmente, como consequência, é desprezado por todas as pessoas que pensam corretamente. No texto abaixo, Rioufol relata:

1) Os ataques físicos e verbais, sobre o famoso membro da Academia Francesa Alain Finkielkraut, que como Rioufol, fala a verdade sobre o Islã e sua aliança com a esquerda e extrema esquerda, e é especialmente odiado pelos “Palestino-Adoradores”;

2) O antissemitismo e o totalitarismo da Extrema Esquerda (exemplificado pelo grupo de extrema esquerda Nuit Debout), que é apoiado pelo mais amplo, de esquerda um pouco menos extrema, representada pelos socialistas agora no poder;

3) A exclusão de homens heterossexuais brancos dos chamados debates públicos realizados por esse grupo periférico de esquerda;

4) A recusa de Nuit Debout, que se promove como uma revolta de oportunidades iguais contra tudo, de condenar o Islã e a ideologia do Alcorão; e finalmente,

5) Rioufol critica o Papa Francisco por sua “recusa em contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano”, sua mal concebida tentativa de conquistar a benevolência Muçulmana fazendo declarações equivocadas sobre a doutrina Islâmica, em confundir o Deus Cristão do Amor com o Vingativo Deus Muçulmano, e sua crítica ao Ocidente por ser insuficientemente indulgente para com o Islã.

“O Progressismo se aconchega ao pensamento totalitário”, traduzido do “Bloc-notes: le progressisme cajole la pensée totalitaire,“, de Ivan Rioufol, 22 de abril de 2016:

As máscaras caíram, e, como se fosse necessário, a incompetência da Esquerda no poder foi revelada. Desvendada, em particular, é a atração da Esquerda pelo sectarismo, e a pura violência do Partido do Bem (Esquerdistas), quando em plena rota. Na Segunda-feira, uma pesquisa conduzida pelo Figaro-RTL-LCI após a aparição na televisão de François Hollande quatro dias antes confirmou a perda abrupta de confiança em Hollande: ele obteve apenas 15% das intenções de votos para 2017, ou seja, quase o mesmo que a extrema esquerda Jean-Luc Mélenchon. Quanto a “Nuit Debout”, esse protesto periférico tão superestimado pelo Sistema [isto é, a grande mídia e a política], se deixou rapidamente subverter por uma extrema esquerda fanática e racista. Na noite de Sábado, o filósofo Alain Finkielkraut, que tinha vindo como um espectador foi expulso da Place de la République, depois de ser insultado e cuspido. (ênfase adicionada pelo tradutor). Em Janeiro, no France 2 [canal de televisão], já tinha sido confrontado com o mesmo ódio de uma mulher que foi identificada simplesmente como ‘professora Muçulmana’ e que atacou pelo nome “pseudo-intelectuais”, todos Judeus.

Uma ideologia antissemita e totalitária goteja dessas “Nuits d’égout” [Noites na sarjeta], no entanto, promovida pela imprensa de imitação. A rejeição do capitalismo e a defesa da causa Palestina  formalizada pela recente criação de uma comissão chamada “Palestina toujours debout” (Palestina ainda de pé)  estão transformando os Judeus, mais uma vez, na caricatura de Banker (banqueiro) e Colonizador. Assim, o antissionismo expõe sua Judeofobia ainda mais, enquanto que o ódio é o alicerce de uma islamo-esquerda preocupada, nos dias de hoje, em destacar suas ligações com as banlieues [subúrbios fortemente Muçulmanos]. Quanto ao totalitarismo, é visível a incapacidade desse movimento de aceitar a contradição ou mesmo a diferença. Os Jovens Comunistas estavam orgulhosos por terem expulsado o acadêmico [Finkielkraut]. O jornal Figaro descreveu, na semana passada, como os homens brancos e heterossexuais tinham sido excluídos de alguns “debates” que floresceram nesse lugar de Intolerância. Felizmente, uma associação de “antirracismo”, LICRA, expressou sua indignação a esse robespierrism.

Nuit Debout mostra o que a Extrema Esquerda é realmente, protegida pelo Centro Esquerda, e por inúmeros jornalistas considerados sensíveis às ideias “nauseantes”: uma desgraça e um insulto à República.

Essa descoberta não é nova para aqueles que, como este que vos fala, tiveram de suportar por muito tempo a ditadura aparentemente suave de um clã que se protege e condena os outros por suas próprias perversões. Por trás da demonstração de um humanitarismo brando como um privilégio especial, a Extrema Esquerda muitas vezes tenta esconder o seu desdém pela democracia liberal e pluralista. Aqueles que continuam a fazer de Nuit Debout um exemplo de revolta negam ao mesmo tempo os perigos da ideologia Corânica, liberticida e sexista. É por ter chamado a atenção para o risco que Finkielkraut fez sua situação piorar aos olhos dos palestino-adoradores.

Esse radicalismo é uma armadilha da qual os Esquerdistas desesperados, que apontam a FN [Frente Nacional, liderada por Marine Le Pen] como um perigo, precisam sair antes que afunde. Nem todos os participantes do Nuit Debout, uma curiosa experiência em expressão societal, estão na imagem da milícia que querem preservar a seu “entre-soi” (entre si) e purificar o lugar. Mas cabe aos democratas [à esquerda] limpar as coisas. No entanto, esse não foi o caminho tomado. Nem mesmo pela CGT [a esquerdista Confederação Geral do Trabalho]; ela também mostra sinais de uma mesma rigidez ideológica em face de sua perda de audiência. Philippe Martinez, o secretário-geral, escolheu apoiar, na Terça-feira, um cartaz da federação Info’com da CGT, que acusa o CRS [as forças antimotim Francesas] de “prender” os cidadãos, em vez de “protegê-los”, contra um cenário de banho de sangue. Deve Martinez, que parece já ter esquecido dos ataques Salafistas de 2015, ser lembrado de que está causando derramamento de sangue na França? Na realidade, o Marxismo e o Islamismo estão destinados a se entenderem.

A fraqueza do Papa

A boa vontade para com a ideologia totalitária, uma preguiça intelectual regularmente denunciada aqui, chegou às sonolentas elites progressistas. Eles querem se convencer da falsa evidência de uma identidade feliz e um diálogo de civilizações. Para eles, a perspectiva de uma guerra civil está no reino da fantasia. Essa abordagem do tipo cabeça-enfiada-na-areia é uma dádiva de Deus para os Salafistas, deixados em paz em seu compromisso de conquistar e reislamizar a comunidade Muçulmana. Ao contrário do que Hollande anunciou na outra noite, a mesquita Sunna do Imam Salafista de Brest, Rachid Abou Houdeyfa, nunca foi fechada. Esse é o iluminado que ensina as crianças que ouvir música o transforma em macaco ou porco. Por sua vez, o Belga Ministro do Interior, o Flamengo Jan Jambon, criou um escândalo na Segunda-feira, quando disse que “uma parte significativa da comunidade Muçulmana” havia comemorado os ataques a Bruxelas “com dança”. Um fato confirmado pelo chefe do governo, Charles Michel, que teve o cuidado de evitar a “generalização”.

Vale a pena repetir: nada é mais óbvio do que a completa incompatibilidade entre o Islã político, uma ideologia totalizante e a democracia. No entanto, é esta mesma incompatibilidade que o Papa Francis descarta por sua vez, pego em sua recusa de contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano, apesar da história e, apesar dos fatos. Sua decisão de buscar na ilha Grega de Lesbos, no Sábado, três famílias Sírias e pô-las aos cuidados do Vaticano, é, naturalmente, uma boa ilustração do humanismo Católico. Seu aparente esquecimento dos Cristãos do Oriente, perseguidos pelo Estado Islâmico (ISIS), no entanto, nos leva a temer uma falta de interesse quando se trata de sua própria religião. Para ele, todos os refugiados são “filhos de Deus”. Mas o Vingativo Deus Muçulmano não é o Deus Cristão do Amor. Na Terça-feira, o Santo Padre acusou as sociedades Ocidentais de se fecharem, “por medo de uma mudança de mentalidade e da vida”, que, segundo ele, a chegada dos imigrantes implicaria. Ele mencionou, em sua resolução, “o nosso Deus misericordioso e clemente”, usando uma expressão do Alcorão. No entanto, esperando a indulgência do Islã submetendo-se a Alá é uma fraqueza que põe em dúvida a credibilidade de Francisco.

Merkel capitula diante de Erdogan

Angela Merkel mostra a mesma rendição quando, a fim de acalmar a ira do sultão Erdogan, autoriza os processos penais exigidos pelo presidente Turco contra um comediante Alemão considerado muito impertinente. Essa renúncia de defender a liberdade de expressão é a humilhação final.

Promoção do véu na Sciences Po

E em seguida isto: um “Dia do Hijab” na Sciences Po de Paris, lançado por estudantes para promover o véu Islâmico. Quando veremos o Dia da Submissão das Mulheres?


Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

Fonte/Source: German asylum centers: Muslim migrants tear up Bibles, assault Christians, sexually abuse women and children, beat up gays

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

POR ROBERT SPENCER – JIHAD WATCH

11 de Fevereiro de 2016

E ainda assim todos os líderes Cristãos, feministas e ativistas dos direitos gays gostariam de rapidamente esfolar como “Islamofóbicos” e “Racistas” aqueles que relatam isto, em vez de denunciar as ações dos migrantes.

German asylum center

“REPORTAGEM: Cristãos, Gays, Mulheres em fuga dos Centros de Asilo Devido à Perseguição por Homens Muçulmanos”, por Chris Tomlinson, Breitbart, 11 de fevereiro de 2016:

Cristãos, homossexuais e mulheres estão fugindo dos centros de asilo da Alemanha, em números cada vez maiores devido aos atos de violência, intolerância e crime perpetrados por homens Muçulmanos.

De acordo com o jornal Alemão Die Welt, a violência contra minorias étnicas, minorias religiosas e mulheres continua a subindo rapidamente em todos os centros de asilo Alemães. Homens Muçulmanos rasgam Bíblias, agridem Cristãos, abusam sexualmente de mulheres e crianças, e batem em homossexuais. A notícia gerou protestos de ativistas de direitos humanos para que deem um basta definitivo nessa situação.

Em Stuttgart, um caso de abuso contra um Cristão Assírio pelo companheiro de quarto Muçulmano, gerou uma petição para separar alojamentos assinada por mais de 17.000 pessoas online. A petição, organizada pela Central de Cristãos Orientais, pediu a cidade de Stuttgart para —”,por favor, acomodar os Cristãos desalojados em Stuttgart-Neugereut e mantê-los distante de mais sofrimento e perseguição a que estão expostos, num alojamento descentralizado.”

O assunto foi levado à cidade, e um centro de asilo separado para 30 Cristãos foi aprovado pelo conselho. Porta-voz do Stuttgart Sven Matis disse ao jornal que depois de falar com o assistente do distrito, que eles seriam capazes de aprovar alojamento para os 30 Cristãos em Neugereut até o final de Abril.

Martin Lessenthin, CEO da Sociedade Internacional para Direitos Humanos também comentou sobre as perseguições sistemáticas de Cristãos em todas as casas de asilo da Alemnhã. Disse que era comum ver ambos os Cristãos e Yázidis sujeitos a tortura e espancamentos, e ao mesmo tempo em que não é desejável acomodar separadamente migrantes, pode ser inevitável para a segurança das minorias.

Separação dos migrantes tem sido um procedimento quando se trata de minorias extremamente vulneráveis. Meninas Yázidis que foram usadas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico estão alojadas em locais secretos na Alemanha, de modo a não atrair a atenção indesejada de migrantes simpáticos ao Estado Islâmicos ou Muçulmanos que as veem como nada mais do que objetos sexuais. Conjectura-se que 1.100 dessas mulheres vivem em vários abrigos especiais em toda a Alemanha.

Uma vítima de abuso sexual disse que tinha apenas oito anos de idade no momento da sua exploração abusiva, pelo ISIS. Outra menina teve que ser tratada, por médicos especialistas em queimaduras, porque o tormento sexual constante a levou a atear fogo em si mesmo, numa tentativa fracassada de suicídio.

Em Freibeurg, cerca de 200 mulheres vivem em segredo. O chefe da Chancelaria do Estado Baden-Wurttemberg Klaus-Peter Murawski adverte que militantes do ISIS podem estar monitorando ativamente o projeto na esperança de obter vingança contra as mulheres. Esse aviso se mostrou preciso quando um comandante do ISIS foi encontrado numa casa de asilo no início desta semana.

A Breitbart-Londres publicou um artigo sobre a violência dos migrantes dentro das casas de asilo com casos de Cristãos, homossexuais e outros sendo espancados nos centros de asilo por toda a Alemanha, relatando os centros de asilo como terreno fértil para o extremismo, e até mesmo crianças pequenas sendo brutalmente estupradas por colegas migrantes.

No jornal The Guardian de hoje, a colunista Owen Jones culpa a “extrema direita” pela instabilidade em toda a Europa, agregando milhares de migrantes criminais, provocando uma onda de crimes em todo o continente com Judeus que fugiram da Alemanha Nazista. Disse o jornalista: “E quem está esperando, preparando e consolidando? A extrema direita da Europa, já que alimenta o desespero da crise econômica e reage contra os refugiados que fogem da violência do Oriente Médio. Onde uma vez o alvo principal eram os Judeus, agora é o Muçulmano.”.

No entanto, a “extrema direita” não está espancando e nem estuprando pessoas.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Islã: Será que tem “sempre sido parte da América”?

Foto/Capa: John Adams – U.S. Presidents
Fonte/Source: Islam: Has It “Always Been Part of America”?

Islã: Será que tem “sempre sido parte da América”?

Por Joseph Klein

09 de fevereiro de 2016

O discurso do Obama na Mesquita versus a história.

O Presidente Barack Obama falou pela primeira vez como presidente numa Mesquita dos EUA no dia 03 de fevereiro de 2016. Sua escolha foi a Mesquita da Sociedade Islâmica de Baltimore, ligada à Irmandade Muçulmana, onde retratou o Islamismo como tendo “sempre sido parte da América”.

A Sociedade Islâmica de Baltimore foi criada em 1969. Se Obama quisesse falar da “mais antiga Mesquita, especialmente construída, e que ainda está em uso hoje em dia” dos Estados Unidos, para tentar demonstrar que o Islã tem “sempre sido parte da América”, teria considerado a de Cedar Rapids, Iowa. No entanto, não teria ajudado a sua causa. Essa Mesquita, conhecida como “a Mesquita Mãe da América,” remonta — rufem os tambores, por favor —  a 1934. A Mesquita mais antiga de os EUA foi construída em Dakota do Norte em 1929.

Para fornecer alguma perspectiva ao pouco tempo de existência das primeiras Mesquitas construídas nos Estados Unidos, a Sinagoga Touro, em Newport, Rhode Island, a mais antiga sinagoga Judaica sobrevivente construída na América do Norte, foi concluída em 1763.

No entanto, ao levantar a hipótese de que o Islã tem “sempre sido parte da América”, Obama observou que os Muçulmanos estavam chegando à costa já em tempos coloniais.

“Iniciando na época colonial, muitos dos escravos trazidos da África eram Muçulmanos”, declarou Obama.

Vale a pena recordar o Café da Manhã de Oração Nacional cerca de um ano atrás, quando Obama denunciou que “a escravidão… frequentemente foi justificada em nome de Cristo”. Ele, evidentemente, acredita que as primeiras ondas de Muçulmanos chegando a América como escravos foram totalmente vítimas do sistema Cristão escravagista. Ele não vai admitir a verdade: que seus irmãos Muçulmanos da África tinham vendido alguns dos “escravos trazidos da África” em primeiro lugar. Esses comerciantes de escravos Muçulmanos eram jihadistas operando em territórios do Oeste Africano que tinham sido violentamente dominados por guerreiros Muçulmanos e transformados em teocracias Islâmicas.

Muçulmanos trazidos para a América como escravos, cerca de 10 a 15 por cento do total da população escrava, trouxeram com eles a atitude da supremacia Islâmica, com a qual cresceram na África.

“Para viver como um Muçulmano nos séculos XVIII e XIX na África Ocidental era como viver numa sociedade cada vez mais intolerante”, escreveu Michael A. Gomez em seu artigo intitulado “Muslims in Early America” (Tradução: Muçulmanos nos Primórdios da América ) (Fonte: The Journal of Southern History). “Esse foi o período da jihad, do estabelecimento de teocracias Muçulmanas, de autopurificação e separação das práticas e crenças, vistas como contraditórias ao Islã”.

Alguns escravos Muçulmanos — “professores de religião Maometana”, como um dono de escravos os descreveu — foram colocados em posições de autoridade sobre os seus companheiros escravos e ajudaram a derrubar as insurreições de escravos. Um desses “professores de religião Maometana” se refere aos não escravos Muçulmanos como “cães Cristãos”.

Talvez essa repugnância, em geral, pela maioria da população colonial Cristã, explique por que apenas quatro ou mais Americanos, de nome com sonoridade Muçulmana, lutaram junto ao Exército Continental durante a Guerra Revolucionária. Por outro lado, mais de 100 Judeus serviram ao lado da América, 15 dos quais como oficiais.

Em todo caso, a primeira guerra da América contra estados estrangeiros, desde que alcançou a sua independência, foi contra potências Muçulmanas. Os potentados Muçulmanos do Estado da Barbária — Marrocos, Argélia, Tunes, e Tripolitânia — estavam saqueando navios comerciais Norte-Americanos e mantendo Americanos como reféns para pedir resgate, nos anos iniciais, logo após os Estados Unidos terem conquistado a independência da Grã-Bretanha. Eles foram à guerra contra os Estados Unidos quando a exigência por impostos foi recusada pelo presidente Thomas Jefferson. Foram necessárias duas guerras contra os Estado da Barbária para derrotar essa ameaça Muçulmana.

Ambos Jefferson e John Adams haviam confrontado a ideologia teocrática jihadista Islâmica anos antes, quando tentaram negociar um fim aos ataques de piratas Muçulmanos do Estado da Barbária e a captura de reféns Americanos para resgate. Enquanto Jefferson estava servindo como embaixador na França e Adams como embaixador na Grã-Bretanha, se encontraram em Londres com Sidi Haji Abdul Rahman Adja, o embaixador da Grã-Bretanha a partir de “Dey of Algiers.” Eles queriam saber por que os governantes Muçulmanos estavam sancionando os ataques a navios mercantes Norte-Americanos e fazendo reféns Americanos quando o jovem Estados Unidos tinha feito absolutamente nada para provocar qualquer um dos Estados Muçulmanos da Barbária.

Como descrito por Jefferson e Adams em carta a John Jay em 28 de Março de 1786, o embaixador Muçulmano explicou que a conduta dos piratas do Estado da Barbária “foi fundada a partir das Leis de seu Profeta, que isso estava escrito no Alcorão, que todas as nações que não reconhecessem sua autoridade seriam pecadores, que era seu direito e dever fazer guerra contra eles onde quer fossem encontrados, e escravizar todos que pudessem tomar como Prisioneiros, e que cada Musselman morto em batalha tenha a certeza de que irá para o Paraíso”.

Nota do tradutor: Etimologicamente, o arcaico “Musselman” é derivado do Turco Otomano (e do antigo Persa) “Mosalmun” [Mosælmɒn]; ambas significam “Muçulmano”.

Em suma, quando o recém-independente Estados Unidos estava em seu momento mais vulnerável, o nosso país enfrentou inimigos Muçulmanos animados pela jihad.

No entanto, em seu discurso na Mesquita da Sociedade Islâmica de Baltimore, o Presidente Obama tentou demonstrar a influência positiva do Islã sobre os Pais Fundadores. Fez alusão ao fato de que “Jefferson e John Adams tinham suas próprias cópias do Alcorão.” É verdade, mas isso é apenas uma parte da história.

Por exemplo, Obama negligenciou ao não compartilhar com sua audiência, um comentário nada elogioso sobre o Islã, que apareceu no prefácio da edição especial do Alcorão que John Adams escolheu para comprar:

“Este livro é uma longa conferência de Deus, de anjos, e Maomé, o qual esse falso profeta muito grosseiramente inventou… Hás de saber que tais absurdos infectaram a melhor parte do mundo, e reconhecerá, que o conhecimento do que está contido neste livro, vai tornar essa lei desprezível…”.

John Adams evidentemente acreditava no que o comentário do prefácio de seu Alcorão tinha concluído. Em numa carta que Adams escreveu a Thomas Jefferson em 16 de Julho de 1814, Adams aglomerou Napoleão, “Mahomet” e outros famosos guerreiros da história juntos sob o rótulo de “Fanático Militar”. Adams adicionou, como traduzido do Latim para o Inglês: “Ele nega que as leis foram feitas por ele, e reivindica tudo pela força das armas”.

O filho de John Adams, John Quincy Adams, foi ainda mais direto: “O preceito do Alcorão é, guerra perpétua contra todos os que negam que Maomé é o profeta de Deus”.

Quanto a Thomas Jefferson, estudou a sua cópia do Alcorão para compreender a sua jurisprudência. Rejeitou algumas das mais severas prescrições da Sharia, tais como o corte de membros, como punição por roubar. Tais punições são desproporcionais, disse ele, “apresentam espetáculos na execução cujo efeito moral seria questionável”.

Depois de um estudo mais aprofundado do Alcorão e de diversos materiais sobre o Islã, assim como aprendendo da sua experiência com o jihadista Embaixador Sidi Haji Abdul Rahman Adja, Jefferson concluiu que não poderia haver nenhuma negociação ou compromisso com os jihadistas. Como presidente, como já observado, lançou ataques contra as forças Muçulmanas. O acompanhamento dos ataques pelo Presidente Madison levou, finalmente, a derrota das potências Muçulmanas.

Em sua obra “Como Thomas Jefferson lê o Alcorão“, o professor Kevin J. Hayes escreveu: “O que Jefferson encontrou mais perturbador sobre o Alcorão foram as reivindicações Islâmicas à sua infalibilidade”.

Aparentemente, Obama não compartilha as preocupações de Jefferson sobre o rígido dogma Islâmico. Continua insistindo na sua afirmação de que o Islã tem “sempre sido parte da América.” No entanto, a primeira grande onda de imigração voluntária dos Muçulmanos aos Estados Unidos ocorreu entre 1880 e 1924, enquanto a primeira onda de Judeus Sefarditas chegou às colônias durante o século XVII.

Obama mencionou durante o decorrer de suas observações na Sociedade Islâmica de Baltimore que ” Muçulmanos Americanos trabalharam na linha de montagem de Henry Ford, dando partida nos carros.” Ofereceu isso como exemplo para mostrar como as “Gerações de Muçulmanos Americanos ajudaram a construir a nossa nação.” Imigrantes Judeus se uniram aos Muçulmanos Americanos na linha de montagem. Mas foi um arquiteto Judeu, um imigrante da Prússia chamado Albert Kahn, a quem Henry Ford contratou para projetar a primeira fábrica em que uma linha de montagem em movimento contínuo poderia ser usada para fabricar o Modelo T.

O Presidente Obama reivindicou que entre os Muçulmanos Americanos incluem “cientistas que ganham prêmios Nobel.” Só a partir de 2015, que apenas um dos três vencedores do Prêmio Nobel Muçulmano da ciência em todo o mundo foi para um Muçulmano Americano, que ganhou o prêmio em 1999.

O primeiro vencedor do Prémio Nobel Americano Judaico da ciência, Albert Abraham Michelson, era um imigrante da Prússia. Recebeu o prêmio em 1907. Pelo menos 80 Judeus que ganharam o Prêmio Nobel das ciências foram dos Estados Unidos.

No campo do direito, foi um longo caminho até 1981 para que o primeiro Muçulmano na história do país pudesse servir como juiz. Ou seja, quando Adam Shakoor, um Muçulmano Africano-Americano, foi nomeado juiz do Tribunal de Pequenas Causas para Wayne County, Michigan. O Conselho jihadista de Relações Islâmico-Americanas (CAIR) honrou o juiz Shakoor com um banquete em 2015. “Agradeço a Alá, e agradeço a Alá, e agradeço a Alá pelo serviço que tenho sido capaz de prestar”, disse Shakoor recebendo o prêmio da CAIR.

De acordo com uma pesquisa recente de Muçulmanos Americanos, encomendado pelo Centro de Política de Segurança, a maioria (51%) concordou que “Muçulmanos nos Estados Unidos devem ter a opção de ser governado de acordo com a Sharia”.

A primeira nomeação judicial, em toda historia Americana, de Adam Shakoor, ocorreu 71 anos após Robert Heberton Terrell, filho de escravos, se tornar o primeiro Africano-Americano a servir numa corte federal, em 1910. Terrell fez um discurso em 1903, intitulado “Um Olhar para o Passado e o Presente do Negro”, no qual mencionou que os descendentes de escravos vindo da África tinham “adquirido a língua e adotado a religião de um grande povo”. Ele se refere a Deus cinco vezes nesse discurso, e não menciona Alá. Referiu-se ao Cristianismo, e não ao Islamismo, como fonte de inspiração à libertação dos escravos.

Em suma, o destaque descarado de que o Islã é uma força positiva que tem “sempre sido parte da América” simplesmente não é apoiado pelo registro histórico. Nenhuma Mesquita foi construída nos Estados Unidos até o início do século XX. Comerciantes de escravos Muçulmanos permitiram que o mercado de escravos se desenvolvesse na América. A primeira guerra que o jovem Estados Unidos enfrentou contra potências estrangeiras foi contra estados Muçulmanos. Os fundadores citados por Obama, que possuíam exemplares do Alcorão, não se sentiam confortáveis ​​com a rigidez da doutrina Islâmica e sua mentalidade guerreira. As contribuições  Muçulmana Americana para áreas como a ciência e a jurisprudência, só começaram seriamente bem depois do meio do século XX.

Se Obama decidir falar de outra Mesquita nos EUA, enquanto for presidente, fará melhor concentrar suas observações sobre incentivo Muçulmano Americano para assimilar mais plenamente a cultura Americana. Isso inclui o respeito pela Constituição dos Estados Unidos da América como lei suprema do país.


Sobre Joseph KLEIN:

Joseph Klein é um advogado formado em Harvard e autor de Global Deception: The UN’s Stealth Assault on America’s Freedom and Lethal Engagement: Barack Hussein Obama, the United Nations & Radical Islam.


Traduzido por: Sebastian Cazeiro