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GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

GETTY

Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Fonte: “May Allah CURSE you, you pig, you dog”: Muslim abuses anti-Sharia Muslim cleric on Australia street – Geller Report


“QUE ALÁ TE AMALDIÇOE, VOCÊ É UM PORCO, CÃO!”: MUÇULMANOS INSULTAM CLÉRIGO MUÇULMANO ANTI-SHARIA NA AUSTRÁLIA

Por Pamela Geller

6 de Maio de 2017

Nota do tradutor: O texto original do Daily Mail Australia menciona ‘Deus’ em vez de ‘Alá’. Entretanto, no título do artigo, isso foi alterado por Pamela Geller.

É improvável que Tawhidi esteja tentando sinceramente expurgar o Alcorão da misoginia, do ódio aos Judeus, da incitação à violência contra os infiéis e o resto. Porém, o que ele tem dito contra a importação da sharia para a Austrália trouxe-lhe a ira do devoto Muçulmano, que o encontrou numa rua de Sydney e lançou a maldição de Alá sobre ele. Isso é completamente contrário à narrativa dominante. Se os Muçulmanos na Austrália, e em todo o Ocidente, fossem da maneira como são descritos pelos líderes Ocidentais, e pela grande mídia do establishment, os Muçulmanos na Austrália estariam aclamando Tawhidi como um herói.


“Que Deus o amaldiçoe, você é um porco, cão!”: Líder Islâmico Sheik Mohammad Tawhidi insultado por Muçulmanos enquanto andava pela rua em Sydney”, por Stephen Johnson, Daily Mail Australia, 2 de Maio de 2017:

Um sheik Islâmico que fala contra a radicalização e a lei da sharia foi amaldiçoado e cuspido enquanto andava por uma importante área Muçulmana em Sydney.

O sheik xiita Mohammad Tawhidi foi assediado com insultos, momentos após caminhar ao longo da rua Haldon, em Lakemba, a qual abriga a maior mesquita da Austrália.

Um homem gritou em Árabe enquanto o sheik se aventurava, passando pelas lojas acompanhado do repórter Bryan Seymour da 7News, na segunda-feira, pouco antes do meio-dia.

Perguntado pelo significado do insulto, o Sheik Tawhidi disse: ‘isso significa, ‘Que Deus te amaldiçoe, você é um porco, cão!’

Depois de apenas alguns minutos, o Sheik Tawhidi e a equipe da 7News voltaram para uma van não marcada para evitar a possibilidade de violência.

Grupos fechados no Facebook começaram a compartilhar o insulto online, com um homem Muçulmano Libanês usando a palavra Árabe para cão sugerindo que deveria ter havido um confronto violento.

“Esse kalb (cão em Árabe) caminhou em Lakemba. Não posso acreditar que ninguém tenha feito nada”, disse o Muçulmano Libanês.

Sheikh Tawhidi, nascido no Iraque, mas que se mudou para a Austrália em 1995, aos 12 anos de idade, disse que esta foi a primeira vez que experimentou insultos dessa natureza.

“Nós fomos maltratados, cuspidos, insultados, chamados porcos e cães, e eles se reuniram para tentar intimidar-nos”, disse o líder religioso baseado em Adelaide ao Daily Mail Australia pouco depois do incidente”.

“Nunca fui insultado ou abusado na Austrália por qualquer não-Muçulmano”.

“Nunca sofri discriminação racial e hoje foi a primeira vez que experimentei a discriminação racial em toda a minha vida, e logo de um Muçulmano”.

O Sheik Tawhidi disse que o Alcorão Sagrado havia influenciado os homens que o abusaram na segunda-feira.

“Alcorão Sagrado”? O Daily Mail se refere à “Bíblia Sagrada”?

‘Eles acreditam que a terra pertence a Deus, e que eles são a nação escolhida por Deus, e que todos aqueles que não crêem no Deus que eles acreditam, da maneira como acreditam, então basicamente a terra não lhes pertence, e portanto não tem o direito de habitá-la”, disse o sheik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: “A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Fonte: ‘The Real Bomb Is in Islam’s Books’ – Raymond Ibrahim


“A Verdadeira Bomba Está Nos Livros Do Islã”

Por Raymond Ibrahim

3 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Durante sua visita ao Egito na semana passada, “o Papa Francisco visitou a Universidade de al-Azhar, a instituição de ensino Islâmico Sunita mundialmente respeitada”, e “se encontrou com o sheik Ahmed al-Tayeb, imam da mesquita de Al-Azhar e professor de filosofia Islâmica”. Isso tem sido divulgado por vários meios de comunicação, frequentemente com muita fanfarra.

Infelizmente, porém, Sheik Tayeb, uma vez eleito “Muçulmano mais influente do mundo“, e Al Azhar, a importante madrassa (escola) da qual ele é chefe, são partes do problema, não a solução. Tayeb é um renomado mestre em exibir uma face aos companheiros Muçulmanos no Egito — uma que apóia a pena de morte aos “apóstatas”; apela à totalidade da regra da Sharia; se recusa a denunciar o ISIS como anti-Islâmico; denuncia toda a arte como imoral, e rejeita o próprio conceito de reformar o Islã — e uma outra face aos não-Muçulmanos.

Considere, por exemplo, as palavras do Islâmico al-Behery — um reformista popular Muçulmano Egípcio que frequentemente se choca com os Islamistas no Egito, os quais o acusam de blasfêmia e apostasia. No dia seguinte ao atentado suicida de duas igrejas Cristãs Coptas no Egito no mês passado, esse scholar Muçulmano foi entrevistado via telefone num programa popular da televisão Egípcia (Amr Adib kul youm, ou “Todo os dias“). Passou a maior parte de seu tempo no ar explodindo Al Azhar e Ahmed al-Tayeb — a ponto de dizer que “70-80% de todo o terror nos últimos cinco anos é um produto da Al Azhar”.

O reformador sabe o que está falando; em 2015, telefonemas televisados ​​de Behery visando a reforma do Islã irritaram tanto Al Azhar que a venerável instituição Islâmica o acusou de “blasfêmia” contra o Islã, o que o levou à prisão.

Agora Behery diz que, desde que o Presidente Sisi implorou à Al Azhar para realizar reformas sobre como o Islã está sendo ensinado no Egito há três anos, a madrassa autoritária “não reformou sequer uma única coisa”, só ofereceu palavras. “Se fossem sinceros sobre alguma coisa, teriam protegido centenas, ou certamente evitado milhares de assassinatos no Egito”, disse al-Behery.

A título de exemplo, o reformador Muçulmano apontou que Al Azhar ainda faz uso de livros em seu currículo que ensinam coisas como “quem mata um infiel, seu sangue é salvaguardado, porque o sangue de um infiel não é igual ao de um fiel [Muçulmano]”. Da mesma forma, mostrou como o sheik Ahmed al-Tayeb afirma que os membros do ISIS não são infiéis, apenas Muçulmanos iludidos; mas as suas vítimas — como os Cristãos bombardeados — são infiéis, o pior rótulo no léxico do Islã.

Um porta-voz de Al Azhar naturalmente rejeitou as acusações do reformador Behery contra a madrassa Islâmica. Disse que a fonte dos problemas no Egito não é a instituição medieval, mas sim as “novas” ideias que chegaram ao Egito provenientes dos “radicais” do século XX como Hasan al-Bana e Sayyid Qutb, líderes fundadores/ideólogos da Irmandade Muçulmana.

A resposta de Behery foi revitalizante; esses muitos analistas Ocidentais que seguem a mesma linha de pensamento — a de que o “radicalismo” só veio depois que pensadores como Bana, Qutb, Mawdudi (no Paquistão) ou Wahhab (na Arábia) entraram em cena — fariam muito bem em ouvir. Depois de dizer que “culpar radicalmente esses homens é puro delírio”, o reformador corretamente acrescentou:

“O homem que se mata hoje em dia, não se mata por causa das palavras de Hassan al-Bana ou Sayyid al-Qutb, ou qualquer outra pessoa. Ele se mata por causa do consenso entre os ulemás (juízes), e as quatro escolas de jurisprudência, com o qual todos concordaram. Hassan al-Bana não criou essas ideias [de jihad contra infiéis e apóstatas, destruindo igrejas, etc.]; Elas estão por aí há muitos, e muitos séculos…. Estou falando sobre o Islã [agora], e não como vem sendo ensinado nas escolas.”

A título de exemplo, Behery disse que se alguém hoje em dia entrar em qualquer mesquita Egípcia ou livraria, e pedir um livro que contenha as decisões das quatro escolas de jurisprudência Islâmica, “tudo o que está acontecendo hoje será encontrado neles; assassinar o Povo do Livro [Cristãos e Judeus] é obrigatório. Não vamos começar a brincar uns com os outros e culpar tais pensamentos sobre Hassan al-Bana!” Behery disse mais:

“Há uma curta distância entre o que está escrito em todos esses livros antigos e o que aconteceu ontem [bombardeios das igrejas Coptas] — a verdadeira bomba está nos livros, que repetidamente chamam os Povos do Livro de “infiéis”, que ensinam que todo o mundo é infiel… Hassan al-Bana e Sayyid al-Qutb não são a fonte do terror, mas são seguidores desses livros. Poupem-me com o termo Qutbism, que fez a nação sofrer com o terrorismo por 50 anos.”

Behery não culpa Al Azhar pela existência desses livros; ao contrário, ele, assim como muitos reformadores, querem que a instituição Islâmica quebre a tradição, que denuncie as decisões das quatro escolas de direito [Islâmico] como produtos de mortais falíveis e a reformem de forma compatível com o mundo moderno. E disse que, considerando que o ex-imam do Egito, Sheikh Muhammad Sayyid Tantawi (d. 2010), tinha “mesmo sem ter sido requisitado, removido todos os livros antigos e colocado apenas um livro introdutório, e quando al-Tayeb” — que dias atrás abraçou o Papa Francisco — retornou, se livrou desse livro e trouxe de volta todos os livros antigos, os quais estão cheios de matança e derramamento de sangue.”

A conclusão final, de acordo com Behery, é que o governo Egípcio — e aqui o Vaticano faria especialmente bem em ouvir — não pode confiar na Al Azhar para realizar qualquer reforma, pois é a mesma que impulsiona o Egito para trás.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis