Arquivo da tag: muhammad e os sufis

O Hitler Muçulmano

Fonte/Source:  The Muslim Hitler – Geller Report


O Hitler Muçulmano

Por Pamela Geller

31 de Janeiro de 2010

Mohammad Amin al-Husseini

Durante uma entrevista realizada no final da década de 1930 (publicada em 1939), Carl Jung, psiquiatra Suíço e fundador da psiquiatria analítica, foi questionado se “… tinha algum ponto de vista sobre o que provavelmente seria o próximo passo no desenvolvimento religioso?” Jung respondeu:

Não sabemos se Hitler irá fundar um novo Islã. Ele já está a caminho; ele é como Muhammad. A emoção na Alemanha é Islâmica; guerreira e Islâmica. Eles estão todos bêbados com o deus selvagem. Esse pode ser o futuro da história.”

Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.” — Hajj Amin al Husseini em programa de rádio Nazista. [1] 

A Alemanha representa uma luta intransigente contra os Judeus. É evidente que a luta contra a pátria nacional Judaica na Palestina faz parte dessa luta, uma pátria nacional não seria outra coisa senão uma base política para a influência destrutiva dos interesses Judaicos. A Alemanha também sabe que a reivindicação de que os Judeus desempenham um pioneirismo econômico na Palestina é uma mentira. Somente os Árabes trabalham lá, não os Judeus. A Alemanha está determinada a convidar as nações Europeias, uma por uma, para resolver o problema Judaico E, no momento oportuno, dirigir o mesmo apelo aos não-Europeus.” — Adolf Hitler para Haj Amin Al-Husseini, mufti de Jerusalém, 28 de Novembro de 1941

Cada vez mais eu pesquiso o papel do Islã no Holocausto em busca de 1941-1945. Ele insistiu e recebeu “uma casa Judaica” para viver (eu não gostaria de morar na casa de um jihadista, você gostaria?). O seu pedido foi aceito e ele viveu em grande estilo em Berlim. Tomou chá regularmente com Himmler e despachou ordens que resultaram na morte de centenas de milhares de Judeus, especialmente de crianças Judaicas.

O chefe das tropas Nazistas SS Heinrich Himmler declarou ao chefe da propaganda Nazista Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.” — [xxxiv]

Heinrich Himmler, chefe de SS, e colega próximo de Amin Al-Husseini, financiou e fundou o instituto Islâmico (‘Islamische Zentralinstitut’) em Dresden sob o comando do Mufti. O objetivo era criar uma geração de líderes Islâmicos que continuariam a usar o Islã como veículo da ideologia Nazista no século 21.

Se recusam a liberar o Livro Branco sobre o Mufti? Por que não ensinaram isso na escola? Por que não ligaram isso ao Setembro Negro, ao bombardeio de Beirute, ao bombardeio do World Trade Center de 93 e o ataque de 11 de Setembro na América? [Ênfase original].

Por que a localização da rara descoberta dos planos de Auschwitz assinados por Himmler é mantida em segredo? A Alemanha não esconde informações como essa após a Segunda Guerra Mundial. Por que esconder agora? Se o local fosse revelado para incriminar o Grand Mufti, seria a única razão para mantê-lo em segredo. Não há outra razão. Minha fonte trabalhou com várias pessoas na Alemanha nos últimos meses, tentando obter a ‘localização’ desse apartamento reformado… sem sucesso.

Uma fonte anônima me diz que, todos fragmentos de informação, apontam para um possível local onde o Grande Mufti viveu durante a Segunda Guerra Mundial. Se fosse a residência do Grande Mufti, isso confirmaria todos os testemunhos e relatos de que o arquiteto da Solução Final, como foi testemunhado nos Julgamentos de Nuremberg, foi o Grande Mufti. Ele tinha experiência. Ele praticou genocídio em primeiro lugar, o genocídio Armênio — o genocídio sistemático da população Armênia sob o Império Islâmico Otomano durante e logo após a Primeira Guerra Mundial. O uso de massacres e deportações envolvendo marchas forçadas sob condições destinadas a levar à morte os deportados, deixou um rastro de um milhão e meio de Armênios mortos (entre outros grupos étnicos que sofreram o mesmo destino — Assírios e Gregos).

E em seguida, na terrível matança de Judeus — nas revoltas Árabes/Muçulmanas de 1920 e no golpe pró-Nazista de 1941 em Bagdá, Iraque, — Kharaillah Tulfah era seu braço direito. Tulfah é o mentor de Saddam Hussein e tio. A Alemanha enviou armas e aviões para Husseini.

Foi o mufti Al-Husseini quem implementou aquela restauração grosseira da Cúpula da Rocha e da Mesquita Al Aqsa em Jerusalém [vii].  Ele tinha a Cúpula Dourada pela primeira vez, impondo a falsa narrativa sobre a Jerusalém Judaica, criando mais importância para um falso local Muçulmano aos olhos do mundo Árabe.

Aqui em ‘Diga a verdade às Crianças’:

“Amin Al-Husseini jura lealdade ao Império Otomano durante o Genocídio Armênio [i][ii] Ele é um oficial estacionado em Smyrna e participa em primeira mão do genocídio Armênio. Um milhão e meio de Cristãos foram massacrados sob a espada da Jihad Islâmica pelo Exército Otomano. A lealdade ao Império Otomano e ao mundo Islâmico será repetida por Osama Bin Laden em sua Declaração pós-11 de Setembro “

“Rede ODESSA [xlv]. Egito, lar da Irmandade Muçulmana e Síria incorpora milhares de especialistas Nazistas no exército Egípcio e Sírio [xlvi], no governo e no serviço de propaganda. Vaticano pesadamente envolvido no fornecimento de vistos de viagem para oficiais Nazistas.

Amin Al-Husseini está diretamente envolvido por prover refúgio seguro aos ex-Nazistas em terras Árabes. Ele é a principal ligação com Francois Genoud, banqueiro Suíço do Terceiro Reich [e mentor de Soros], que financia a rede ODESSA com dinheiro roubado de Judeus Europeus”

World Politics Review

Mas, de facto, o registo completo das provas disponíveis, incluindo tanto fontes Alemãs como Árabes, não deixa mais espaço para dúvidas. Certamente, as próprias palavras do Grande Mufti fornecem a prova mais convincente. Memórias do Grande Mufti, editadas por Abd al-Karim al-Umar, foram publicadas em Damasco em 1999. (Veja a foto da capa abaixo.) Nas memórias, Al-Husaini discute abertamente sua estreita relação com o chefe SS Heinrich Himmler.

Το εξώφυλλο του βιβλίου του Μεγάλου Μουφτή της Ιερουσαλήμ Mohammad Amin al-Husseini

De acordo com o seu relato, encontrou-se frequentemente com Himmler para o chá e durante essas reuniões o líder Nazi confidenciou-lhe alguns dos segredos do Reich Alemão. Assim, por exemplo, em meados de 1943, Himmler supostamente disse a ele que a pesquisa nuclear Alemã tinha feito grandes progressos: Em três anos, a Alemanha poderia obter uma arma atômica que garantiria sua “vitória final”. Como mostra o recente livro de Rainer Karlsch sobre “Hitler´s Bomb“, essa avaliação não estava longe. Himmler presumivelmente confidenciou essa informação ao Grande Mufti em 4 de Julho de 1943. Esta é a data numa foto dos dois homens com uma dedicação assinada de Himmler: “a Sua Eminência o Grande Mufti – uma Recordação” – (abaixo)

Mufti himmler

Nas memórias, o Grande Mufti também descreve o que Himmler disse a ele naquele verão de 1943 sobre a perseguição dos Judeus. Depois de muitas críticas e acusações sobre “culpa de guerra Judaica”, [Jewish war guilt], Himmler disse-lhe que “até agora temos liquidado em torno de três milhões deles” (página 126 – ver trecho em Árabe abaixo).

Há provas, e mais, que o Grande Mufti sabia sobre os planos dos Nazistas com antecedência. Em 1946, Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann na divisão de “Assuntos Judaicos” do Reich Central Security Office, forneceu uma declaração escrita sobre o Grande Mufti ao Tribunal de Nuremberg.

De acordo com Wisliceny, no início de 1942, Eichmann fez uma apresentação detalhada a al-Hussaini sobre a “Solução da questão Judia Européia”. A apresentação aconteceu na “sala de mapas” de Eichmann em Berlim: “onde havia coletado gráficos sobre a população Judaica em vários países Europeus”. O grande Mufti, recorda Wisliceny, ficou “muito impressionado”. Além disso, al-Hussaini deveria ter apresentado um pedido a Himmler para que Eichmann enviasse um de seus assistentes à Jerusalém depois que a Alemanha venceu a guerra. O representante de Eichmann serviria como conselheiro pessoal do mufti: isto é, quando o Grande Mufti poderia então decidir “resolver a questão Judaica no Oriente Médio”. [Ênfase original]

Podemos deduzir a partir de outra documentação que essa não era apenas uma ideia vaga. Um documento desclassificado sobre crimes de guerra Nazistas do Arquivo Nacional de Washington indica que, a partir de meados de 1942, uma unidade SS de comando planejou liquidar os Judeus do Cairo após a captura da cidade pelas forças Alemãs. (Veja os detalhes abaixo). O General Erwin Rommel supostamente ficou enojado com a proposta. O chefe da unidade SS, Walter Rauff, já estava envolvido no desenvolvimento de vans que serviriam como câmaras de gás móvel. Digno de nota,  ele era um Alemão e não um Polonês, como sugerido no documento do governo dos EUA. Em suas memórias, no entanto, o Grande Mufti finge espanto diante da observação de Himmler. Por sua conta, Himmler perguntou-lhe como resolveria a problema dos Judeus em seu país. Amin al-Hussaini diz, que respondeu, que deveriam voltar para onde vieram. E que Himmler supostamente então respondeu o seguinte: “Voltar para a Alemanha – nós nunca permitiremos isso.” Mas o Grande Mufti está aqui acobertando seu próprio papel na história. Afinal, em Berlim, no dia 2 de Novembro de 1943, declarou publicamente que os Muçulmanos deveriam seguir o exemplo dos Alemães, que haviam encontrado uma solução definitiva para a problema.” [Ênfase original]

Wolfgang G. Schwanitz é historiador de política do Oriente Médio e do Oriente Médio Alemão. Ele é autor de quatro livros e editor de dez outros, incluindo “Germany and the Middle East, 1871-1945.”. Cresceu no Cairo e Berlim, e ensina na Rider University em Nova Jersey. O artigo acima foi adaptado de um artigo mais longo que surgiu no site Alemão Kritiknetz. A versão completa em Alemão está disponível no Kritiknetz. A tradução Inglesa é de John Rosenthal.

E quanto ao afeto de Hitler pela brutalidade do Islã e do genocida Muhammad? Emet m’Tsiyon explica:

Muhammad `Inayat Allah Khan [também chamado al-Mashriqi] era um teólogo Muçulmano nascido em Punjab em 1888. No entanto, não era um nacionalista Indiano. Ele queria um estado para os Muçulmanos Indianos, separado da Índia. Em outras palavras, era um expoente da ideia do Paquistão, que Walter Wallbank descreve em A Shorter History of India e Paquistão.

Khan passou um tempo na Europa, incluindo Berlim, onde conheceu o Führer nos primeiros anos de sua liderança do Partido [Nazista] Nacional Socialista. Sua reunião ocorreu em 1926 na Biblioteca Nacional. Aqui está a essência do relatório de Khan sobre seu relacionamento com Hitler. “Fiquei espantado quando [Hitler] me disse que sabia sobre o meu Tazkirah. A notícia me assombrou … Eu o encontrei muito agradável e penetrante. Discutiu sobre a Jihad Islâmica comigo em detalhes. Em 1930, enviei-lhe o meu Isharat sobre o movimento Khaksar com a imagem de um Khaksar carregando uma pá, no final do livro. Em 1933 ele começou o seu ‘movimento (da pá)’. [Spade Movement]. [pp 11-12; ver fonte de dados abaixo]

Então, Hitler começou seu próprio Movimento. Em outras palavras, Hitler copiou algo que Khan estava fazendo. Mais importante ainda, Hitler estava interessado na Jihad Islâmica. Isso significa que Hitler, que adorava a guerra, estava interessado no conceito da Jihad e como poderia ajudá-lo a conduzir uma fanática e perpetua guerra por meio de seu próprio povo. O movimento Khaksar foi semelhante à Nazi SA, as camisas castanhas, em sua “primeira fase”, enquanto a Alemanha ainda estava “desmilitarizada”. Khan considerou Mein Kampf de Hitler uma “obra-prima”. Os membros do Khaksar usavam uniformes marrons e carregavam uma pá, “simbolizando trabalho e prontidão para lutar”.

A Jihad Islâmica, que Hitler era tão Interessado, é definida por Jacques Ellul, um dos mais eminentes Sociólogos:

Mas, um grande duplo fato, transforma a jihad em algo completamente diferente de guerras tradicionais, travadas por ambição e interesse próprio, com objetivos limitados, onde a situação “normal” é a paz entre os povos; [onde] guerra a em si…. deve terminar num retorno à paz. Esse fator [distinto] duplo [da Jihad] é primeiro, a natureza religiosa, e em seguida o fato de que a guerra se tornou um instituição (e não mais um “evento”) …. Esta guerra é um dever religioso….

No Islã…. [em contraste com outras religiões], a jihad é uma obrigação religiosa.

A Jihad não é uma “guerra espiritual”, mas a verdadeira guerra militar de conquista. . .

. . . a segunda característica importante é que a jihad é uma instituição e não um evento, ou seja, faz parte do funcionamento do mundo Muçulmano.

[Jacques Ellul, em seu prefácio para o Bat Yeor, The Decline of Eastern Christianity under Islam: From Jihad to Dhimmitude (Madison, NJ: Fairleigh Dickinson Univ Press, 1996), pp 18-19].

O blog Alemão, Politicamente Incorreto, está em toda parte na história do Atlas Shrugs (nome antigo do site da Pamela Geller). Escrito em Inglês e em Alemão.

UPDATE: “From Time Imemorial“, por Joan Peters – pp 360-390 e 432-442. (Phil)

Uma boa citação de Paul Johnson no “Modern Times”, p. 481:

No ano anterior [tinha sido nomeado Muftí de Jerusalém vitalício] tinham dado a ele dez anos de trabalho duro para provocar tumultos sangrentos antijudaicos. Tinha olhos azuis inocentes e uma maneira calma, quase servil, mas era um assassino dedicado que devotou toda a sua vida adulta ao assassinato de raça. Há uma fotografia dele tirada com Himmler: os dois homens sorriem docemente um para o outro, embaixo, uma encantadora decatória do chefe da SS a “Sua Eminência o Grossmufti”: datado de 1943, quando a “Solução Final” estava em movimento, acima da engrenagem. O Mufti superou Hitler em seu ódio pelos Judeus.”

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros citados neste artigo entre outros. Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: 
The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Fonte/Source: Prince Charles phoned US ambassador to ask for delay on Afghan invasion because he wanted to ‘honour’ Ramadan – Geller Report

Photo credit: (FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images) included photo/cover-black and white edited by the blog.


Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Por Pamela Geller

1 de Abril de 2017

O Príncipe Charles está tentando ser o Rei dos Muçulmanos. O Príncipe Charles atacou o “populismo anti-imigrante” (uma resposta humana e racional à onda sem precedentes de violência pelos imigrantes Muçulmanos). E agora descobrimos isto.

“EXCLUSIVO — O Dia Em Que O Príncipe Charles Tentou Deter Uma Guerra: Como O Futuro Rei Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã … Porque Queria Honrar “O Ramadã”, por Sam Greenhill, Daily Mail, 31 de março, 2017 (Agradecimentos ao Todd):

O príncipe Charles tentou deter a invasão Americana do Afeganistão para “honrar” o Ramadã.

Ele fez esse apelo ao embaixador dos EUA em Londres, quatro semanas depois da grande operação militar lançada após os ataques terroristas de 11 de Setembro.

O enviado, assustado, perguntou ao príncipe: “Senhor, está realmente falando a sério?”, de acordo com um livro que está sendo serializado a partir de hoje pelo Daily Mail. A intervenção de Charles parece ter sido feita pelas costas do então primeiro ministro Tony Blair.

(Photo credit:FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images)

Na noite passada, um oficial que liderou as forças Britânicas no Afeganistão disse que o pedido do príncipe era um absurdo. Os críticos o descreveram como grosseiramente irresponsável. Políticos no Reino Unido estão acostumados com o príncipe tentando se intrometer na política e seus manuscritos ‘memorandos da aranha negra‘ são lendários.

Vinte mil soldados Norte-Americanos e Britânicos foram mandados ao Afeganistão por George W. Bush e Blair em Outubro de 2001, porque o Talibã recusou-se a entregar o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden.

Cerca de um mês depois da ofensiva — e duas semanas antes do início do mês sagrado Muçulmano do Ramadã —, Charles fez um “apelo urgente” a William Farish, o embaixador de Washington em Londres.

Entrevistado para a nova biografia de Charles, Farish lembrou: “O príncipe Charles me perguntou se seria possível parar a invasão para ele honrar o Ramadan, e se eu poderia transmitir este pedido ao presidente Bush“.

O embaixador explicou que seria bastante difícil deter uma invasão militar já em pleno andamento, mas o príncipe supostamente protestou: “Mas os Americanos podem fazer qualquer coisa!”

O enviado perguntou: “Senhor, está realmente falando s sério?”, E o herdeiro do trono respondeu: “Sim, estou“….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Fonte/Source: Pamela Geller, WND Column: Netanyahu tells truth about mufti’s role in Holocaust – Geller Report


Nota: Optei por este artigo publicado em 2015 para complementar o artigo anterior — Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini.


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Por Pamela Geller

29 de Outubro de 2015

Netanyahu diz a verdade sobre o papel do mufti no Holocausto

A reprovação tem sido além do esperado: Benjamin Netanyahu está sendo denunciado pelos meios de comunicação e pelas elites políticas em todo o mundo de um jeito que nem o abertamente  jihadista genocida Mahmoud Abbas conseguiu ser. O crime de Netanyahu? Ele disse ao Congresso Sionista na Terça-feira passada: “Hitler não queria exterminar os Judeus na época; ele queria expulsar os Judeus“. Netanyahu citou Hitler perguntando ao mufti: “Então o que devo fazer com eles?” De acordo com Netanyahu o mufti respondeu, “Queime-os“.

Aqueles que estão esfolando o Netanyahu por isso estão negligenciando um fato: Netanyahu estava certo.

O mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, viveu em Berlim de 1941 a 1945 e recrutou uma divisão Muçulmana SS para Hitler. E Netanyahu estava correto: Os Nazistas originalmente seguiam uma política de expatriação de Judeus para a Europa Oriental, e mesmo para a Palestina — até que o mufti protestou para que não fossem enviados para a Palestina. A decisão de exterminar os Judeus veio logo em seguida.

É bom ver que Netanyahu não está recuando. Considerou o criticismo às suas observações como um “absurdo”, e é:

As observações de Netanyahu refletem os meus anúncios destacando o papel do mundo Muçulmano durante o Holocausto, e o Netanyahu está experimentando a mesma pressão dos supremacistas e apologistas Islâmicos que eu recebo.

Tradução: O ódio Islâmico aos Judeus está no Alcorão.

O primeiro homem a liderar a ideia fracassada de que devíamos colocar toda a nossa esperança no “Islã moderado,” Daniel Pipes, afirmou há vários meses que a nossa campanha publicitária na Filadélfia chamando a atenção para o relacionamento do mufti com Hitler era um fracasso. Pipes discordou de nossas afirmações factuais, afirmando que o encontro do mufti com Hitler era uma “única, consulta oportunista”. Diga isso para as 400 mil mulheres e crianças Judias que Husseini assassinou em campos de concentração Nazistas. Diga isso às vítimas dos exércitos Muçulmanos na Bósnia que Husseini criou para Hitler.

mufti muslim armies

Al-Husseini viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial às custas de Hitler e produziu programas semanais de rádio em Berlim para as nações do poder do Eixo e o mundo Muçulmano. Em um desses programas ele gritou: “Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.”

O mufti fez apelos semelhantes, — sempre referindo-se ao Alcorão, — várias vezes em seus programas de rádio durante a guerra. Organizou serviços de propaganda para os Muçulmanos do mundo a partir de Berlim. Usou estações de rádio do Eixo chamando os Muçulmanos às armas para uma guerra santa contra os Aliados. Ajudou o serviço de espionagem Nazista. Criou grupos de paraquedistas Muçulmanos para sabotagem no Oriente Médio. Criou formações Muçulmanas para lutar contra os aliados. Ajudou o plano Nazista para exterminar quase 6 milhões de Judeus.

Hitler“, Netanyahu comentou em outras ocasiões depois que a tempestade midiática iniciou, “foi responsável pela Solução Final para exterminar seis milhões de Judeus; ele tomou a decisão. É igualmente absurdo ignorar o papel desempenhado pelo mufti, Haj Amin al-Husseini, um criminoso de guerra, por encorajar e incitar Hitler“.

Mais uma vez ele está correto. No meu site, PamelaGeller.com, tenho chamado a atenção para isso há anos. SS Hauptsturmfuehrer Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann, testemunhou que

o grande mufti, que estava em Berlim desde 1941, desempenhou um papel na decisão do governo Alemão para exterminar os Judeus Europeus cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele havia repetidamente sugerido o extermínio dos Judeus Europeu às várias autoridades com quem esteve em contato,  e acima de tudo diante de Hitler, Ribbentrop e Himmler . Ele considera isso como uma solução confortável para o problema Palestino. Em suas mensagens transmitidas de Berlim nos superou em ataques anti-Judáicos. Era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava à acelerar as medidas para o extermínio. Ouvi dizer que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito a câmara de gás que Auschwitz.”

Eichmann expôs a informação mencionada numa Declaração Juramentada em seu escritório, Budapeste, em 4 de Junho de 1944; A confirmação através de Wisliceny foi dada alguns dias mais tarde também em Budapest.

hitler mufti
“À Sua Eminência o Grande Mufti, um Souvenir, 4 de Julho de 1943″ H. Himmler”

E não é tudo: De acordo com o testemunho nos julgamentos de Nuremberg, “[o] mufti era um inimigo amargo dos Judeus e sempre foi protagonista da ideia de aniquilamento. Essa ideia, o mufti, sempre avançava em suas conversas com Eichmann

O papel do mufti no Holocausto foi encoberto. O The New York Post relatou em 1948 que “em 28 de agosto de 1946, Dean Acheson, então Secretário de Estado interino, anunciou que “o Departamento de Estado está preparando um Livro Branco sobre as atividades do ex-mufti de Jerusalém“.

Acheson disse que a publicação seria na forma de um livro, que abrangeria todos os documentos relativos ao ex-mufti confiscado dos arquivos Alemães. Esse Livro Branco ainda não foi publicado, embora tenham decorrido 17 meses. O que impede o Departamento de Estado de publicá-lo? Quem está interessado no atraso? Estão todos os documentos seguros?

Esse atraso continuou por quase setenta anos. O Livro Branco nunca foi publicado. Submeti um pedido à Lei da Liberdade de Informação muitos anos atrás, pedindo uma cópia, assim como de toda a correspondência do departamento de estado a respeito disso. O Departamento de Estado respondeu que esse tal Livro Branco não existia e nunca existiu, e que não havia correspondência sobre o assunto.

Então, o que aconteceu com aquele Livro Branco prometido? Sob cujos auspícios, e por que razão, o papel do mufti no Holocausto foi envolto em silêncio?

Netanyahu fez ao mundo um grande serviço chamando a atenção para isso. A intensidade dos ataques contra ele só atesta o quanto atingiu um nervo. Na grande mídia, o Islã e os Muçulmanos nunca devem ser criticados. Podemos apenas ter esperança de que a controvérsia nos levará aos detalhes que estão sendo revelados sobre o papel do mufti no genocídio de Hitler


Para os versados na língua Inglesa recomendo estes dois Best Sellers da Pamela Geller.

Clique nos links para mais informações.:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini

Fonte/Source: UNCOVERED: Nazi Leader Himmler letter to Muslim leader Mufti al Husseini – Geller Report


Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini

Por Pamela Geller

29 de Março de 2017

Há muitos anos venho documentando os estreitos laços entre a liderança Nazista e os líderes do mundo Muçulmano. Eu tenho uma categoria inteira dedicada à minha pesquisa aqui. Fui severamente ridicularizada e criticada por causa de uma campanha publicitária que coordenei destacando a aliança entre Hitler e o mundo Muçulmano. Mesmo por pseudo-intelectuais como Daniel Pipes.

Aqui está mais uma prova de sua estreita aliança e objetivos compartilhados.

Foto: A foto foi autografada por Himmler: “A sua eminência o Grande Mufti, 4 VII 1943, em memória”

Hitler: Somos aliados naturais — temos o mesmo inimigo, ou seja, os Judeus. Quando ganharmos, o mufti será o Fuhrer dos Muçulmanos.

O ódio Muçulmano dos Judeus remonta muito antes de 1967 ou mesmo de Hitler. Ele remonta a Muhammad.

Heinrich Himmler com Haj Amin El Husseini

DESCOBERTO EM ISRAEL UM DOCUMENTO NUNCA VISTO ANTES  AUTOGRAFADO PELO LÍDER NAZISTA HIMMLER

A BIBLIOTECA NACIONAL DESCOBRIU UM TELEGRAMA ESCRITO POR HEINRICH HIMMLER E ENVIADO AO MUFTI AL-HUSSEINI, NO QUAL O LÍDER NAZI EXPRESSA SEU APOIO À LUTA PALESTINA CONTRA OS JUDEUS.

Por Joy Bernard, Jerusalém Post, 29 de Março de 2017:

A Biblioteca Nacional descobriu um telegrama escrito por Heinrich Himmler e enviado ao Mufti al-Husseini, no qual o líder Nazista expressa seu apoio à luta Palestina contra os Judeus.

The 'Decent One' movie
Neste constrangedor documentário, a vida do oficial SS Heinrich Himmler se desenrola através das filmagens e das cartas que ele escreveu durante a guerra. (Foto: PR)

 Alemanha defenderá firmemente o povo Palestino na sua luta contra a “criminosa” Declaração de Balfour, foi a principal mensagem transmitida no telegrama recentemente descoberto nos arquivos da Biblioteca Nacional de Israel. O raro documento, que a biblioteca avalia, data de 1943, foi escrito pelo infame SS comandante Heinrich Himmler e enviado a Haj Amin al-Husseini, que serviu como o Grande Mufti de Jerusalém entre 1921 a 1937.

O comandante Nazista, que foi um dos principais mentores por trás da “Solução Final” (termo usado pelo regime Nazista para o seu plano de exterminar todos os Judeus da Europa), escreveu ao líder Muçulmano que “o reconhecimento conjunto do inimigo, e batalha conjunta contra ele é o que cria a firme lealdade entre a Alemanha e os Muçulmanos que procuram a liberdade em todo o mundo

Himmler continuou dizendo ao Mufti, — que presidiu os territórios Palestinos durante um período particularmente tumultuado durante o domínio do Mandato Britânico na região, —que seu país seguia de perto a resistência Palestina contra a Declaração de Balfour (o histórico documento Britânico escrito por Arthur James Balfour, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido na época, que apoiou abertamente “o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo Judeu”.)

O movimento Nacional-Socialista da grande Alemanha fez da sua luta contra o Judaísmo mundial um princípio orientador desde o seu início”, escreveu Himmler. “Por isso, [o movimento] vem acompanhando de perto a batalha dos Árabes que buscam a liberdade — e especialmente na Palestina — contra os invasores Judeus“, acrescentou o líder Nazista.

Terminou sua calorosa carta ao Mufti escrevendo: “Com esse espírito, estou feliz em desejar-lhe no primeiro aniversário da Declaração de Balfour, calorosos votos para a continuação de sua batalha até a grande vitória“.

Esse documento recém descoberto revela e ilumina as fortes conexões que os historiadores têm afirmado entre o Mufti e a hierarquia superior do regime Nazista. Em 1937, o Mandato Britânico procurou prender Al-Husseini devido ao seu envolvimento no levante Árabe. O Mufti fugiu para o Líbano e de lá para o Iraque, onde se juntou a um grupo pró-Nazista que se rebelou contra o regime Iraquiano e realizou um golpe militar em Abril de 1941. Quando o golpe falhou, Al-Husseini escapou para a Alemanha Nazista, Berlim, em Novembro de 1941.

Ao testemunhar as marcas de vitórias, na época, da Alemanha Nazista, o Mufti decidiu que tinha que ganhar o apoio pessoal do líder da Alemanha Nazista Adolf Hitler. O encontro de Al-Huseeini e Fuhrer, de 90 minutos de duração, foi especialmente cordial, com o Mufti se apresentando ao Hitler não apenas como líder do movimento nacional Palestino, mas também como líder de todos os Árabes e representantes Muçulmanos em todo o mundo, com o intuito de convencer o líder Nazista da lealdade natural que compartilhava com a Alemanha.

No entanto, historiadores têm enfatizado durante os 72 anos decorridos desde o Holocausto, que o principal objetivo de Mufti al-Husseini, ao promover a reunião na época, era assegurar que os Judeus Europeus não fugissem em massa para a Palestina enquanto tentavam escapar da morte nas mãos dos Nazistas.

Apesar do firme vínculo que o Mufti conseguiu forjar com a liderança Alemã, muitos acreditam que ele não conseguiu atingir a maioria de seus objetivos diplomáticos. Dr. Esther Webman, um historiador da Universidade de Tel Aviv, diz que “No final do dia, o Mufti falhou em alcançar a maioria de seus objetivos: a Alemanha Nazista não declarou seu apoio à independência Árabe e foi usado pela liderança Nazista para realizar seus próprios objetivos.”

“Sua tentativa de incitar os Árabes do Oriente Médio contra as autoridades coloniais durante a Segunda Guerra Mundial também não teve sucesso”, acrescentou o Dr. Webman. “Sua única realização significativa foi o seu sucesso na prevenção de uma série de casos de Judeus deixando a Palestina durante a guerra.”

Como a maioria da liderança Nazista foi rápida em eliminar todas as provas de sua participação nos horrores executados durante a Segunda Guerra Mundial, documentos escritos por altos funcionários do regime servem como uma visão bem-vinda sobre as profundezas dos mecanismos escuros e atrozes de um regime que deixou uma marca trágica na história do mundo. Como recentemente, em Agosto de 2016, mais documentos escritos por Himmler foram revelados. Os diários do escritório do líder Nazista, que acreditava-se perdido por 71 anos, foram encontrados nos arquivos do exército Russo e continham descrições sangrentas das experiências de primeira mão do líder Nazista durante suas visitas aos campos de extermínio que supervisionou e no qual cerca de seis milhões de Judeus haviam perecido. Enquanto as autoridades Israelenses ainda não comentaram o conteúdo do telegrama que surgiu recentemente, muitos estão ansiosos para ouvir a reação do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, que gerou controvérsia em Outubro de 2015, quando expôs durante o discurso que fez no 37º Congresso Sionista Mundial de que Hitler não pretendia exterminar todos os Judeus, mas sim expulsá-los. Netanyahu afirmou ainda que o Fuhrer foi inspirado a massacrar todos os Judeus da Europa somente depois que se reuniu com Mufti al-Husseini, o qual, como mencionado, temia enfrentar uma onda de imigração Judaica à Palestina.

Resta ver como essa nova e significativa descoberta impactará a narrativa histórica sobre a história Judaica e as manobras diplomáticas entre Alemanha-Palestina nos anos anteriores ao estabelecimento do Estado Judeu.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Fonte/Source: Rejuvenating the European Economy: The Role of Islamic Finance | The World Financial Review | Empowering communication globally

 Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Por Tião Cazeiro

29 de Março de 2017

Tradução: A Sharia dominará o mundo / Muçulmanos, levantem-se e instaurem a Sharia

A ideia aqui é comentar alguns excertos de um artigo escrito em Março de 2016 por Sohail Jaffer e publicado no The World Financial Review

Não se trata de uma análise financeira, e sim de uma comparação do sistema financeiro Islâmico com o pensamento Islâmico contido nos textos sagrados do Islã.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!” —Presidente do Egito Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

O antagonismo Islãmico global é um fato que ninguém em sã consciência pode negar. Entretanto, nem mesmo o genocídio de Cristãos no Oriente Médio pesa na balança do gerenciamento de controle de riscos das instituições financeiras.

Obs.: [Ênfase adicionada nos excertos]

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

O título em si, o qual mantive neste artigo, já demonstra que ao invés de rejuvenescer a Europa, o Islã a está destruindo, e o que estamos vendo hoje em dia é só o começo. Não da vitória do Islã, mas do suicídio Europeu.

Ok, ok, eu sei: “Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.” — Shakespeare.

Comentando a queda acentuada dos preços das ações dos bancos Europeus nas primeiras semanas de 2016, que descreveu como uma “preocupação”, o FMI aconselhou que “um setor bancário robusto é necessário para apoiar o investimento e a recuperação econômica”. Em muitos aspectos, idealmente posicionado para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia”. As finanças Islâmicas estão, em muitos aspectos, idealmente posicionadas para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia.

A palavra “dhimmittude” vem de dhimmi, uma palavra Árabe que significa “protegido “. Dhimmittude significa o sistema Islâmico de governança utilizado nas populações conquistadas pelas guerras da Jihad. Em outras palavras, é igual ao sistema utilizado pela máfia. Você paga uma taxa de proteção (jizya) para se manter vivo.

Uma delas [razões] é que as economias Islâmicas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático continuam a ser uma importante fonte de liquidez que procura oportunidades de investimento diversificadas para além das suas regiões de origem.”

Veja o Robert Spencer (Jihad Watch) diz a respeito:

Hijrah, ou jihad pela emigração, é, de acordo com a tradição Islâmica, a migração ou viagem de Muhammad e seus seguidores de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 d.C. Foi depois da Hijra que Muhammad pela primeira vez se tornou não apenas um pregador de ideias religiosas, mas um líder político e militar. Foi isso que ocasionou suas novas “revelações” exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos.

Emigrar pela causa de Alá — ou seja, mudar para uma nova terra para ampliar o Islã, é considerado no Islã como um ato altamente meritório. “E quem emigrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares e abundância“, diz o Alcorão:

"Mas quem migrar pela causa de Alá, achará, na terra, amplos e espaçosos refúgios. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa caberá a Alá, porque é Indulgente, Misericordiosíssimo.” — Alcorão (4:100)

O status exaltado de tais emigrantes levou um grupo de jihadistas Britânicos à notoriedade (e a prisão pelo governo), há alguns anos atrás, por comemorarem o ataque de 11 de Setembro se autodenominando Al- Muhajiroun: Os Emigrantes.

Oitocentos mil refugiados Muçulmanos em apenas um ano (2015). Isso transformará a Alemanha e a Europa, para sempre, sobrecarregando as economias de suas nações mais ricas e alterando a paisagem cultural para além do reconhecimento. No entanto, o debate público sério que precisa ser feito sobre esta crise é vaiado pelo nonsense vulgar: o Washington Post na Quarta-feira publicou uma peça inflamatória e irresponsável comparando aqueles preocupados com esse influxo Muçulmano maciço na Europa, com os Nazistas em 1930, prontos para incinerar Judeus aos milhões. A estrela de Hollywood Emma Thompson acusou as autoridades Britânicas de racismo por não terem recebido mais refugiados — como se as autoridades Britânicas ainda não tivessem feito o suficiente para destruir própria a nação.  Robert Spencer in FrontPage: The Hijrah Into Europe

“Talvez mais significativo, para a aplicação a longo prazo das finanças Islâmicas à economia real, é que os princípios de financiamento em conformidade com a Sharia estão muito alinhados com o investimento que a Europa precisa para construir uma recuperação econômica sustentável e inclusiva….. De acordo com um briefing do Banco Mundial, “as finanças Islâmicas são financiadas por ações, apoiadas por ativos, éticas, sustentáveis, ambientalmente e socialmente responsáveis. Promove a partilha de riscos, liga o sector financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social.

No excerto acima, a única frase que condiz com a realidade do Oriente Médio é esta: “em conformidade com a Sharia”, o restante, ou seja, “investimento que a Europa precisa”, “liga o setor financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social”, etc., qualquer pessoa lúcida é capaz de perceber que existe algo a mais nessa história.

Quero que Londres fique ao lado de Dubai e Kuala Lumpur como uma das grandes capitais das finanças Islâmicas em qualquer lugar do mundo” — David Cameron, Primeiro Ministro, Grã-Bretanha.

Mas os críticos dizem que as ambições Britânicas de atrair investimentos de países, empresas e indivíduos Muçulmanos estão estimulando o estabelecimento gradual de um sistema financeiro paralelo baseado na lei Islâmica da Sharia. O Tesouro também disse que algumas questões com relação ao ‘sukuk’, o bônus Islâmico, podem exigir que o governo restrinja seus negócios com empresas de propriedade Israelense para atrair dinheiro Muçulmano.  — Britain: “A World Capital for Islamic Finance”

Eis aqui realidade:

Alcorão 98:6 “Honestamente falando, aqueles que não creem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé/Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.

“Como as finanças Islâmicas estão ganhando um crescente reconhecimento global por seus altos padrões éticos e de governança, estão posicionadas idealmente para atender às crescentes demandas de oportunidades de investimento socialmente responsável (SRI). No contexto Europeu, não se trata apenas de investimentos que evitem sectores proscritos, como o álcool, as armas, os jogos de azar e o entretenimento para adultos. Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que lidam com a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.”

No caso do Brasil, o ‘prefeitinho’ de São Paulo João Doria e o Governador de Goiás Marconi Perillo entre outros, em suas andanças pelos Emirados Árabes, sabem disso, entrentanto o que estamos vendo é: um peso, duas medidas.

Governador Marconi Perillo (PSDB) e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri — Instalação de uma Indústria de armas dos Emirados Árabes em Goiás

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), observou em seu famoso “Muqaddimah”, a primeira obra de teoria histórica que: “Na comunidade Muçulmana, a guerra santa é um dever religioso por causa do universalismo da missão Muçulmana e (da obrigação de) converter a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força”.

“Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que abordam a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.” — “Os bônus Islâmicos, ou os sukuks, já demonstraram suas credenciais como instrumentos de financiamento para iniciativas éticas.”

Se preocupam com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. Meu Deus! O sujeito precisa ser um mega débil ou um mau caráter para não reconhecer o genocídio de Cristãos no Oriente Médio. Quantos Muçulmanos “moderados” levantaram a voz contra essa monstruosidade? Alguma passeata ou… ah, lembrei, a Linda Sarsour e a “Marcha da Mulher” contra o Trump” etc. Então tá…

“Em dezembro de 2014, por exemplo, o Mecanismo Internacional de Financiamento para Imunização (IFFIm), para o qual o Banco Mundial atua como gerente de tesouraria, lançou um sukuk (bônus Islâmico) (de US$ 500 milhões, cujos recursos foram utilizados para financiar projetos da Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI)….

“Estamos dando a nossas crianças inocentes substâncias proibidas e substâncias químicas nocivas que destroem seus sistemas imunológicos naturais, causando doenças, sofrimento e morte. Todos os médicos e pais Muçulmanos devem estar cientes dos ingredientes da vacina e da eficácia falhada das vacinas. O dano é claramente maior do que o benefício. Chegou a hora de defender a verdade.” —Muslims and vaccines

“A Standard & Poor’s, que estima que os ativos Islâmicos globais valiam cerca de US$ 2,1 trilhões no final de 2015, acredita que os instrumentos financeiros em conformidade com a Sharia podem desempenhar um papel no cumprimento de alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) A sua agenda de 2030 para o desenvolvimento sustentável define metas centradas nos cinco pilares das pessoas, do planeta, da prosperidade, da paz e da parceria.”  — “Olhando para as Nações Unidas SDGs e os princípios de finanças Islâmicas, consideramos que existem algumas semelhanças”.

As Nações Unidas, cá entre nós, e não conta pra ninguém, “santifica o mal” e “declarou guerra contra a civilização Judaico-Cristã” — Mídia Sem Máscara — A ONU declara guerra contra a civilização Judaico-Cristã

“Os dois primeiros SDGs têm como objetivo acabar com a pobreza em todas as formas, travar a fome, alcançar a segurança e alimentar o mundo.”  As formas Islâmicas de empréstimos concessionais como Qard Hassan (empréstimos de bem-estar), Zakat (um imposto sobre a riqueza usado para fins sociais) (Uma doação a instituições de caridade) poderiam ser utilizados em apoio a essas SDGs, embora possam ser mais aplicáveis às economias subdesenvolvidas do que à Europa.”  — “O potencial de financiamento da infra-estrutura em conformidade com a Sharia

Percebam que a linguagem usada pela Sharia nas finanças é a mesma usada no Alcorão etc. Como disse um Muçulmano em Londres numa entrevista: “Islã e Sharia são a mesma coisa.”

Aqueles que por ventura estão achando que eu exagero, expondo versos do Alcorão neste artigo, saibam que eu estou correto, pois é assim mesmo que eles pensam. E aqueles que negarem é porque estão aplicando a Taqiyya em você. Sabe o que isso significa?

Alcorão 3:28: “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Alá, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Alá vos exorta a d´Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno.”

Em outras palavras, você pode e deve mentir se for para alavancar o caminho ou a causa de Alá. O Irã se utiliza desse procedimento praticamente como norma. Veja como negociaram o acordo nuclear… e o “engraçado” é que ambos, Obama e Irã, usaram, usam e abusam da Taqiyya.

“Os sunitas afirmam que os xiitas negam adorar o (Imam) Ali porque estão envolvidos em falsidades (deception) deliberadas e religiosamente sancionadas: Taqiyya. (Imam Ali é considerado um Deus)

“Taqiyya é a nossa religião e a religião de nossos pais; aquele que não tem taqiyya, não tem religião ” — The Complete Infidel’s Guide to Iran por Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch

A Sharia impõe, não se adapta, ela manda, exige e quer dominar o mundo. Não se engane sobre isso. Um exemplo da arrogância é o que aconteceu com o jornal satírico Charlie Hebdo. Os terroristas Islâmicos invadiram o território Frances para matá-los. A França não tem nenhuma lei que proíba você de desenhar um profeta no deserto. Resultado, a Sharia invadiu a França e deu no que deu.

A criação de gado em conformidade com a Sharia do Brasil é em si uma imposição da Sharia em território nacional. Significa de que a Sharia está atuando no Brasil, dando as ordens, acima da constituição Brasileira. Não é uma lei qualquer de um país, é a lei Islâmica, a Sharia, impondo as vontades do Islã, o “povo das necessidades especiais”, vide o Hijab em documentos oficiais como o passaporte Brasileiro etc. Isto é a Sharia.

O Barack Obama, — conhecido também como “Obozo” — não disse que “O futuro não pertence àqueles que difamam o profeta do Islã.”?

Outro exemplo — Reino Unido: Os Tribunais da Sharia operam além do alcance da lei Britânica e oprimem as mulheres — UK: Sharia courts operating beyond reach of British law and oppressing women

“É aceito que o financiamento em conformidade com a Sharia é totalmente compatível com os princípios das parcerias público-privadas (PPP) e elementos de mecanismos de financiamento tais como joint-ventures (Musharaka), estruturas de participação nos lucros (Mudharaba), financiamento com custo adicional (Murabaha) E leasing (Ijara) poderiam ser aplicados ao investimento em infra-estruturas sociais europeias.

Como diz uma amigo meu, “só coisinha boa”…  mas só para Muçulmanos, para quando converterem “a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força“.

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Na hipótese de um conflito armado no Brasil contra a jihad, não me surpreenderei se a empresa bélica em Goiás fornecer armamentos aos jihadistas. A regra dos números fala por si só, porque nenhum Muçulmano se atreverá a trair Alá e o seu Mensageiro Muhammad.

É por último, é óbvio, Sohail Jaffer é Partner e Chefe de Desenvolvimento de Negócios Internacionais para a “private label” bancassurance com o grupo FWU com sede em Dubai. 


 

 

DEEM-ME TRÊS BOAS RAZÕES PARA NÃO APOIAR

DEEM-ME TRÊS BOAS RAZÕES PARA NÃO APOIAR

Por Tião Cazeiro

28 de Março de 2017

Deem-me três boas razões para não apoiar o Luiz Philippe de Orleans e Bragança nestas questões…

Além da rejeição ao voto em lista fechada, e do estatuto  de desarmamento temos um problema grave de cidadania no horizonte. A lei de imigração. Pensava que tinhamos tempo para propor mudanças na lei do Aloysio Nunes do PSDB mas não temos. Ela não é mais alterável. Já foi aprovada e é inaceitável. Cabe um recurso final para tentar bloqueá-la. Conto com sua compreensão e apoio para rejeitar essa lei. Falei dela hoje do nosso caminhão na Paulista.” — Luiz Philippe de Orleans e Bragança – Facebook

Eis alguns excertos de dois artigos que publiquei neste blog sobre o assunto em questão:

“Está bem claro para mim que a Europa perdeu a paciência  e uma Revolução Politica se aproxima em 2017. A Europa vai sentir o calor das ruas e isso não é novidade nenhuma, nem exige conhecimento extraterrestre para ver a realidade, ou seja, que uma guerra civil se aproxima.”

“A extrema esquerda que está destruindo a sociedade Ocidental com Islamização, multiculturalismo, fronteiras abertas, migração em massa, politicamente correto e a destruição do estado-nação estão agora expostos ao perigo que infligiram a todos nós.”  — Fascismo: Quando o poder do Estado é usado para esmagar os direitos do povo.

“Por que o Projeto de Lei 2516/2015 que institui uma nova Lei de Migração no Brasil está sendo veementemente criticado nas redes sociais? A resposta é clara, por não considerar principalmente o antagonismo Islâmico.”

“Este antagonismo a que me refiro foi publicamente denunciado pelo Presidente do Egito Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso que no entanto abraçou os Cristãos Coptas no Natal de 2015 numa Igreja Copta pela primeira vez na história do Egito.”

” O próprio General al-Sisi neste vídeo confirma que o Islã está antagonizando o mundo todo.” —  MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

E por último, não deixem de ler este  artigo escrito por  Raymond Ibrahim — Genocídio Islâmico de Cristãos: Passado e Presente


ALLAHU AKBAR EM WESTMINSTER

Allahu Akbar em Westminster

Por Tião Cazeiro

22 de Março de 2017

O ISLÃ ESTÁ ANTAGONIZANDO O MUNDO TODO!

O que falta para o povo Brasileiro dar um basta definitivo neste governo que está cruelmente abrindo as portas para o impensável?

Notícias como esta — Muçulmanos Devotos E Apoiadores Do Estado Islâmico (ISIS) Celebram Ataque Terrorista Em Londres — deveria sensibilizar o governo, principalmente um governo que tem em seu território 175 milhões de Cristãos entre outros grupos religiosos, ou seja, o segundo maior país Cristão do mundo.

E não me venha com Cruzadas ou Inquisição, pois isto não cabe mais no mundo atual.

A penetração Islâmica no tecido Ocidental chegou a um ponto que até — “mães na Pensilvânia estão produzindo acessórios Barbie-Hijab para “criar uma geração amável”.

O Islã está em guerra contra o mundo para impor a lei Sharia, algo que “todo mundo” já sabe. Agora, se você levantar a voz para criticar o Islã, a esquerda, a globalização etc. será enquadrado, de acordo com a maldita ONU, no “discurso de ódio“, “RACISMO“, “contra os direitos de alguém“. Só não dizem quem estão defendendo.

Veja o Brasil, basta olhar em volta para perceber o que estão fazendo com este país. Tudo orquestrado. Tudo pronto pra você viver no INFERNO, e quem sabe se tornar um DHIMMI. Por acaso você sabe o que é um Dhimmi? Sempre faço esta pergunta, e poucos respondem.

Estão bombardeando o mundo, mas você não pode criticar o agente dos bombardeios. Sim, nada a ver com o Islã, diz a grande inimídia.

Você é obrigado todos os dias a engolir a maldita esquerda, o globalismo, progressistas, feministas etc, mas ai de você se abrir a boca para falar do “povo das necessidades especiais”.


Nações Unidas: Regulando o discurso de “ódio” e não um ataque à liberdade de expressão.

As Nações Unidas marcaram o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na Terça-feira, dizendo aos governos ao redor do mundo que a regulação do “discurso de ódio” é parte da estratégia necessária para “defender os direitos de alguém“.


O ISLÃ NÃO É UMA RAÇA, É UMA IDEOLOGIA.


Para quem não o conhece, Tommy Robinson é um super ativista contra a Islamização.
Muito corajoso e já se machucou feio a ponto de ser hospitalizado quando foi atacado por Muçulmanos.
Ele é um dos líderes do grupo PEGIDA/UK. (Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente).

Neste protesto em vídeo, foi chamado de Nazista, Fascista, Islamofóbico, RACISTA e muito mais…
Resumindo, a polícia o tirou da passeata para evitar violência por parte dos anti-Islamofóbicos…
Essa é a mentalidade de merda da esquerda em Londres, e em toda parte, melhor dizendo.
O atentado de hoje em Westminster não vai mudar em nada, não irão desistir dessa insanidade.

Este vídeo, ainda sem legenda em Português diz muito. Assista, não se preocupe com o Inglês. Eis aqui um resumo só para dar uma ideia. As imagens dizem muito mais…

Tommy Robinson diz que no ano passado foram desarticulados pela polícia 12 atentados em Londres envolvendo supermercado, boate, avião etc., do mesmo porte que esse que aconteceu hoje em Westminster. Acusa o atentado de hoje como autoria do Estado Islâmico (ISIS)…

Tommy Robinson vem alertando a Inglaterra sobre este terrorista, Abu Izzadeen, por mais de uma década.

Nota: Até o momento em que escrevi este artigo a imprensa mundial dizia que Abu Izzadeen era o autor do atentado em Westminster. O blog Lei Islâmica em Ação colaborou com este artigo atualizando o nome do terrorista: Masood, 52anos, nascido em Kent, Inglaterra. Veja a reação dele no fim do vídeo….

 

No Sábado passado, Tommy Robinson participou da passeata anti-Islamofobia em Londres e olha no que deu…

A polícia o retirou da passeata… ele só queria entrevistar o público.

Estou mostrando isto a vocês porque vai acontecer aqui em breve. O padrão Muçulmano é o mesmo e não existe outra alternativa.

O Brasil vai pagar pela estupidez. A velocidade com que estão orquestrando a penetração Islâmica no Brasil não deixa dúvida, quando o país acordar será tarde demais.

175 milhões de Cristãos (Católicos, Evangélicos etc.) e nenhuma reação realmente significativa. Por quê?

Não é bola de cristal, é pura lógica, estudo e common sense.

Já cruzamos a linha vermelha. Infelizmente!


E por último, leia isto…

Reino Unido: terrorista “Asiático” atropela pedestres com  carro antes de correr para o Parlamento com uma faca. — UK: “Asian” attacker crashed into pedestrians in his car before running into Parliament with knife

“Asiático” é o eufemismo da mídia Britânica para Muçulmano.

O “Moderado” Fatah pediu tais ataques. E o Estado Islâmico emitiu esse apelo em Setembro de 2014:

“Então, ó muwahhid, não deixe que essa batalha passe por onde quer que você esteja. Você deve atacar os soldados, patronos e soldados do tawaghit. Golpeie seus membros da polícia, da segurança, e da inteligência, assim como seus agentes traiçoeiros. Destrua suas camas. Amargure a vida deles e ocupe-os com eles mesmos. Se você pode matar um Americano ou um Europeu incrédulo — especialmente o Francês rancoroso e sujo — ou um Australiano, ou um Canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-os de qualquer jeito ou maneira, no entanto, pode ser… se você não for capaz de encontrar um IED ou uma bala, então escolha um Americano descrente, um Francês, ou qualquer um dos seus aliados. Golpeie a cabeça dele com uma pedra, ou mate-o com uma faca, ou o atropele com o seu carro, ou jogue-o de um lugar alto, ou sufoque, envenene…”


IRÃ: AUMENTO ALARMANTE DE ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES QUE NÃO ESTÃO ADEQUADAMENTE VESTIDAS COM VÉU

Fonte/Source Iran: Alarming rise in acid attacks against women who are not properly veiled


IRÃ: AUMENTO ALARMANTE DE ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES QUE NÃO ESTÃO ADEQUADAMENTE VESTIDAS COM VÉU

Por ROBERT SPENCER

20 de Março de 2017

Mulheres que não estão usando o véu/hijab adequadamente: uma indignação, uma provocação.

Encharcando mulheres com ácido por não estarem usando o véu/hijab devidamente: agradando Alá.

“Taxas Alarmantes De Ataques Com Ácido No Irã Estão Em Ascensão”, Al Arabiya, 20 de Março de 2017:

Depois de quase um ano de calma, o encharque de pessoas com ácido abrasivo retornou ao Irã, onde uma família de quatro pessoas foi atacada no Sábado em Sharada, na província de Isfahan, o principal destino turístico do Irã.

No mês passado, pessoas não identificadas também atacaram duas mulheres em Maashour, dentro da província de Ahwaz, de acordo com agências de notícias Iranianas.

O Investigador Chefe de Polícia de Isfahan, Sitar Khasraoui, disse em nota à imprensa que as famílias foram levadas ao hospital para o trato de queimaduras. A família composta por pai, 53, mãe, 48, filho, 23, e a filha, 20. Ambos os pais estão em condição crítica…

Relatos nas redes sociais alegaram que as vítimas foram encharcadas no rosto e no corpo porque não estavam devidamente cobertas com o véu/hijab. Foram alvo de assaltantes em motocicletas.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OSHO SOBRE O ISLÃ

Fonte/Source: Osho on Islam by  Defeat The Third Jihad


Nota do Blog:

Eu sei que existe muita polêmica sobre o Osho, não precisa me dizer…  A ideia aqui é simplemente mostrar a você o que ele disse sobre o Islã, nada mais.

De uma coisa você pode ter certeza, ele sabia tudo sobre o Islã e os Sufis. O primeiro ele detonou, o segundo…..  Leia quando puder: O Lado Sinistro do Sufismo

Para aqueles de nós que estudam o Islã, esta é uma crítica muito suave, mas vinda do Osho, é severa e áspera...” — Defeat The Third Jihad.

Então, vamos ver o que ele disse.

OSHO SOBRE O ISLÃ

Por Defeat The Third Jihad

21 de Junho de 2010

Meu filho de 27 anos veio me visitar. Esteve aqui por uma semana. Claro, falei um pouco sobre a supremacia Islâmica, — aos 27 (e do sul da Califórnia), — meu filho estava tentando encontrar um motivo para não acreditar. Eu podia perceber pelas suas respostas o que ele estava pensando: “Isso não pode ser verdade, papai deve estar exagerando ou lendo apenas uma pequena fonte de informação ou algo assim.

Uma noite, enquanto conversávamos, pegou o meu notebook e me perguntou: “Como você soletra Muhammad?” E então, “como você soletra Alcorão?” (Qur’an em Inglês). Eu não sabia o que ele estava fazendo, e aí pensei: “Vou ser condenado.”

Ele estava olhando o site do Osho. É um grande fã do Osho, um professor espiritual da Índia que escreve sobre todas as religiões, revelando a natureza espiritual compartilhada, universal, no centro de cada religião (ou como descobrimos, de quase todas as religiões).

Meu filho supôs que se o Osho escreveu um livro sobre cada religião (e elogiou os ensinamentos centrais de cada um deles), logo o Osho deve ter escrito algo sobre o Islã, e o meu filho iria lê-lo para entender “o outro lado da história.” Mas o que ele descobriu foi que Osho não escreveu sobre o Islã, e não só isso, explicou por que não o fez.

Para aqueles de nós que estudam o Islã, esta é uma crítica muito suave, mas vinda do Osho, é severa e áspera, e impressionou o meu filho.

Eis aqui o que Osho disse:

Maomé (Muhammad) era um homem absolutamente analfabeto, e o Alcorão, no qual seus ditos são coletados, é noventa e nove por cento lixo. Você pode simplesmente abrir o livro em qualquer lugar e lê-lo, e você ficará convencido do que estou dizendo. Eu não estou falando de uma determinada página — em qualquer lugar. Basta abrir o livro acidentalmente, ler a página e você estará convencido do que estou dizendo.

Qualquer verdade encontrada nesse um por cento, que existe aqui e ali no Alcorão, não é de Maomé. É apenas uma sabedoria antiga e comum que as pessoas sem instrução coletam facilmente — mais facilmente do que as pessoas educadas, porque as pessoas instruídas têm fontes de informação muito melhores — livros, bibliotecas, universidades, eruditos. Os ignorantes, simplesmente ouvindo os antigos, recolhem algumas palavras de sabedoria aqui e ali. E essas palavras são significativas, porque durante milhares de anos elas foram testadas e estabelecidas de alguma forma como verdadeiras. Assim é a sabedoria dos séculos que está espalhada aqui e ali; de qualquer forma, é possivelmente o livro mais ordinário do mundo.

Os Muçulmanos têm me perguntado: “Por que você não fala sobre o Alcorão? Você falou sobre a Bíblia, sobre o Gita entre outros”. Eu não poderia dizer-lhes que é um lixo; simplesmente continuei adiando. Mesmo antes de eu entrar em silêncio, um estudioso Muçulmano enviou a última versão em Inglês do Alcorão, rezando por um comentário meu. Mas agora tenho que dizer que é um lixo, é por isso que eu não falei sobre ele — perder tempo desnecessariamente pra quê?

Da inconsciência à consciência —Capítulo 5 — por Osho


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”

Fonte/Source: Erdogan: EU ruling on headscarf bans starts “clash between Islam and Christianity”


Por Tião Cazeiro

Em vária ocasiões, este blog entre outros, comentamos sobre o significado do hijab e os problemas que o mesmo acarreta aos países que permitem o uso indiscriminado e a sua inserção por exemplo, em documentos oficiais como a CNH, Passaporte etc.

Afinal o Islã é o povo das necessidades especiais, não é mesmo? Existe uma razão nisso, chama-se Sharia, a lei do Islã.

Recomento estes tres artigos:

  1. Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas
  2. O Hijab e a Sharia
  3. Lei Islâmica (Sharia) — Link do excelente blog “Lei Islâmica em Ação

O artigo que segue, apresenta o hijab/véu como o stopim de um conflito que pode ter consequências inimagináveis, ou seja, o “Choque Entre o Islã e o Cristianismo“, onde milhares de pessoas poderão ser massacradas por conta da maldita ignorância.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas…” Sun Tzu


Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”

Por CHRISTINE WILLIAMS

18 de Março de 2017

Erdogan ainda está furioso com “o cancelamento das manifestações de seus partidários em toda a Europa“. Ele nunca permitirá desafios à sua própria autoridade em seu próprio país, mas é claro que ele não tem respeito pela Europa. Até porque a Europa não tem respeito por si mesma, e aparentemente não tem interesse em defender sua própria cultura e proteger seu próprio povo.

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, também declarou que “as guerras santas começarão em breve” na Europa, apesar da derrota Geert Wilders na Holanda. Esta declaração ameaçadora não deve ser surpresa. A Islamização da Turquia vem se acelerando num ritmo alarmante em todos os níveis, da liderança aos cidadãos.

A Europa, por outro lado, acolheu passivamente a jihad pela imigração (hijrah) em seus países, tudo em nome da diversidade e do multiculturalismo. Quanto mais “acolhedor” o Ocidente é, mais encorajados os supremacistas Islâmicos e os jihadistas se tornam. Seu objetivo é a conquista da Casa da Guerra (dar al-harb), não a coexistência pacífica. Os Europeus são os culpados pelo atrevimento dos líderes supremacistas da Turquia.

“Recep Tayyip Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”, Lizzie Dearden, Independent, 16 de março de 2017:

Recep Tayyip Erdogan acusou a Europa de dar início ao “choque” entre Cristianismo e Islamismo com uma decisão que permite aos empregadores proibirem o véu/hijab como parte de restrições mais amplas sobre símbolos religiosos e políticos.

Falando horas depois que seu ministro das Relações Exteriores alertou que as “guerras santas começarão em breve“, o Presidente Turco lançou um novo ataque em meio a uma disputa em curso sobre o cancelamento dos comícios de seus adeptos em toda a Europa.

Disse que a decisão do Tribunal Europeu de Justiça que confirmou a demissão de duas mulheres Muçulmanas que se recusaram a remover seus hijabs deu início ao “choque entre o crescente e a cruz” na terminologia alusiva às Cruzadas.

A EU é uma vergonha. É o fim de seus princípios, valores e justiça Europeus,” Disse Erdogan aos que o apoiam em Sakarya. “Eles começaram um choque entre a cruz e o crescente, não há outra explicação.”

Num discurso combativo, Erdogan atingiu líderes Europeus na Holanda e na Alemanha, depois que os ministros Turcos foram impedidos de realizar eventos destinados a obter apoio antes do referendo constitucional.

O Presidente Turco disse que o Primeiro-Ministro Holandês Mark Rutte, que derrotou o líder de extrema direita Geert Wilders nas eleições gerais de Quarta-feira, perdeu a amizade de Ankara ao proibir a campanha política Turca no país.

A disputa se intensificou desde que uma manifestação a ser realizada pelo ministro das Relações Exteriores Turco, Mevlut Cavusoglu, em Roterdã, foi cancelada no Sábado.

 

As autoridades Holandesas retiraram a permissão para que o avião do ministro das Relações Exteriores aterrissasse quando prometeu visitar o país de qualquer maneira, provocando uma série de sanções tit-for-tat (olho por olho).

Erdogan e ministros proeminentes chamaram o governo Holandês de “fascistas” e “nazistas“, enquanto líderes da UE chamaram as acusações de ofensivas e “desapegadas da realidade“.

A disputa provocou protestos na Turquia e em toda a Europa. Um manifestante escalou o consulado Holandês em Istambul e substituiu a bandeira nacional pela bandeira Turca durante manifestações no Domingo, enquanto os manifestantes Turcos foram fotografados apunhalando laranjas e mostrando cartazes dizendo “Holanda Facista“.

Ancara também interrompeu conversas de alto nível com funcionários do governo Holandês na Segunda-feira e fechou seu espaço aéreo aos diplomatas do país, enquanto repetia ameaças para fechar um acordo com a UE no ano passado para retardar o fluxo de refugiados para a Grécia.

Os aliados do presidente Turco visam mais de um milhão de eleitores Turcos que vivem na Europa, que serão elegíveis para votar no dia 16 de Abril.

O referendo pode ver o sistema parlamentar da Turquia substituído por uma presidência executiva usando as emendas constitucionais, os quais vêm alarmado os grupos de direitos humanos…