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Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet

Photo Cover Credit: Michael Gordon – Bathing Beauties


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"

Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Finalizamos o episódio anterior com o Padre Copta comentando a predileção de Muhammad por mulheres menstruadas — apesar de que o próprio Alcorão (como colocou Padre Botros, “suas próprias palavras“) proibiu que os homens se aproximem de mulheres menstruadas.

Aqui, nesta última parte, o sacerdote examina a infidelidade de Muhammad com relação às suas esposas (embora alguém possa pensar que o plural torna a noção de fidelidade discutível), seu comportamento sexual explorador e sua dependência da linguagem bastante obscena.

Primeiro, o Padre Botros passou algum tempo discutindo a conhecida história em que o profeta havia traído sua esposa Hafsa com uma escrava-menina (Infelizmente, não se pode capturar a hilaridade com que o padre relatou este conto).

Em suma, depois de enviar Hafsa para visitar seu pai, ela, a meio caminho, percebeu que era “seu dia” — isto é, o dia em que, de todas as suas esposas, Muhammad a visitaria para ter “relações conjugais”. Ela retornou correndo (Padre Botros acrescentou: “Ela o conhecia bem: se ela não estivesse lá, no seu dia, ele ficaria louco e pegaria a primeira mulher que passasse!”).

De fato, Hafsa pegou Muhammad com uma escrava-menina em sua própria cama. Muhammad rapidamente expulsou a escrava e disse a Hafsa que mantivesse isso entre eles, e que doravante, dispensaria a escrava.

Em vão: Hafsa falou demais e logo todas as esposas de Muhammad revoltaram-se contra o seu incessante flerte; como disse o Padre Botros: “Quando as coisas se tornaram críticas, Muhammad soltou uma “nova revelação” sobre elas; então lançou a sura al-tahrim (66:1-11), onde Alá supostamente castiga Muhammad por tentar agradar suas esposas não dormindo por aí, ameaçando as esposas para que entrem na linha, a fim de que o profeta não se divorcie delas — de fato, caso contrário irão pro inferno.”

Em seguida, olhando para a telão, o Padre Botros perguntou: “Imagine, prezada senhora, se o seu marido lhe pedisse para sair com uma incumbência, e de repente você retorna e encontra o seu marido na cama com outra mulher. Que tipo de homem ele pareceria aos seus olhos? Mesmo assim, ainda consegue ser pior: é o seu profeta, a quem todos vocês exaltam como o ser humano mais perfeito, para ser emulado servilmente!”

Ele então indicou que “a inteligente menina Aisha conheceu [Muhammad] bem”: sempre que tais versículos eram revelados, salvando Muhammad, Aisha com frequência observava que “Na verdade, seu senhor [Alá] rapidamente satisfaz seus caprichos e desejos” (e.g., al-Siyuti v.6, p.629).

Em seguida, o padre narrou um episódio retratando como o profeta explorava sexualmente uma mulher “retardada”. De acordo com 23 fontes (por exemplo, Sahih Muslim vol.4, p.1812), uma retardada chegou até Muhammad dizendo: “Ó profeta de Alá! Eu tenho algo para você.” Ele clandestinamente se encontrou com ela e dela tirou esse “algo”.

Padre Botros ainda adicionou: “Temo agora que muitos fiéis irão querer implementar essa suna — não façam isso, rapazes, isso é apenas para ilustrar…”. Muçulmanos, ouçam bem: não me odeiem por revelar tudo isso a vocês; não fiquem à espreita para me matar. Estou apenas revelando o que os seus próprios livros contêm . Como sempre, esperamos humildemente os grandes sheiks e ulemás, para resolver essas questões e nos mostrar onde erramos.”

Em seguida, o Padre Botros discutiu o tipo de língua abominável que Muhammad — o “maior exemplo” — empregava: “Desculpa, sinto muito por revelar a você o tipo de linguagem desprezível que Muhammad usava, também tenho vergonha de mencionar. Na verdade, seu profeta disse que uma das palavras mais obscenas em Árabes — o equivalente a palavra “f-word” (sic) (em Inglês; o mesmo que “fuck” ) [trad. foda, porra! etc.) [neste ponto ele aconselhou aos espectadores Árabes a pesquisar a palavra no Google para entender o que ele está falando].”

Recusando-se a pronunciar ou soletrar essa palavra, que o padre afirma constar em 67 livros, incluindo Sahih Bukhari, o texto contendo essa palavra, “inkat-ha” (em Árabe) — ou, no contexto, Muhammad perguntando a um homem a respeito de uma mulher, se ele “f***** her” (sic) [trad. fodeu ela)— foi exposto na telão para que todos vissem.

Em seguida, “Rápido! tira essa imundície daí! O que vocês, Muçulmanos, fariam se o Sheik de al Azhar (principal instituição do Islã Sunita, Egito) andasse por aí usando essa linguagem? Pior — é o seu profeta, a “maior criação”.

O co-apresentador ex-Muçulmano perguntou se Muhammad usava alguma outra língua imunda, e o padre respondeu: “Rapaz, ele sempre usou; infelizmente este programa é muito curto para listar todas”.

De acordo com Qaid al-Qadir (v.1, p.381), Muhammad disse aos Muçulmanos para reprimir os infiéis insolentes dizendo coisas como — mais uma vez, ele não pronunciou, mas o texto apareceu na telão — “Vá morder o clitóris da sua mãe” ou, de acordo com Zad al-Mi’ad (v.3, p305), “Vá morder o pênis do seu pai!”

E assim, mais uma vez, balançando a cabeça demonstrando total decepção: “Ôh! Profeta de Alá… Profeta de Alá… Gostaria que você tivesse ouvido o conselho do seu senhor Jesus:

“O homem bom, 
do bom tesouro do seu coração tira o bem; 
e o homem mau, 
do seu mau tesouro tira o mal; 
pois do que há em abundância no coração, 
disso fala a boca.” 
Lucas 6:45.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Mais uma vez no início do programa, o Padre Botros narrou um famoso trecho de Ibn Taymiyya sobre como distinguir o verdadeiro do falso profeta. Taymiyya afirmou que há muitos falsos profetas, como Musailima “o mentiroso”, que muitos desses chamados profetas eram, de fato, “possuídos”, e que a única maneira de determinar a autenticidade de qualquer profeta é examinando sua biografia (sira) e suas ações, para ver se ele é considerado digno do título.

Depois de ler uma longa citação, Padre Botros concluiu com um, “Bom para você, Ibn Taymiyya! Você ao menos sabia muito.”

Os espectadores então receberam o aviso habitual: “Este programa é apenas para adultos! Jovens e crianças, por favor retirem-se agora. “Ele então exortou os espectadores a terem em mente, durante a narração sobre Muhammad, que “esse é o profeta que você segue. Tenha isso em mente, ô! Muçulmano!”

Padre Botros então lamentou que, durante 1400 anos, barreiras foram erguidas em torno de Muhammad para que ninguém — Muçulmano ou infiel — pudesse criticar a sua vida: “Mas chegou a hora, meus amigos; a barreira está quebrada!”

Em seguida, recapitulou os últimos três episódios que tratavam dos hábitos sexuais de Muhammad — incluindo (mas não limitado à) chupar as línguas de meninos e meninas, beijando os seios de sua filha Fátima, “cobiçando” meninas de 2-3 anos, deitando com uma mulher morta, inclinações homossexuais, recebendo revelações vestido com roupas femininas, copulando com nove mulheres seguidas sem se lavar entre uma e outra (e ainda se gabando disso), saudando pessoas enquanto nu e proclamando que copulará com Maria mãe de Jesus no céu. (quanto ao último, o padre, com um semblante enojado disse: “Vamos, cara, caia na real.”)

E então começou este episódio dizendo que não menos que 34 livros, incluindo Tafsir de al-Qurtubi e Sahih Muslim, registram que Muhammad costumava “acariciar” — Botros franziu as sobrancelhas diante da telão — “beijar e fazer sexo durante o jejum [Ramadan], embora tenha proibido isso aos outros.”

Disse o co-apresentador ex-Muçulmano: “Interessante. Mas sabemos que os profetas têm dispensas especiais: Você tem algo mais explícito?”

Padre Botros: “Tudo bem. Que tal isto: o profeta costumava visitar [copular com] suas mulheres quando elas estavam menstruando — sinto muito por este tópico repugnante! Me perdoa, pessoal!”

Ele então mencionou que o principal problema com relação a isso é que o Alcorão (2: 222) — “as próprias palavras de Muhammad”, como demonstrou, proibiu os Muçulmanos de se aproximarem das mulheres menstruadas.

E aí prosseguiu citando alguns hadiths, afirmando que Muhammad teve relações sexuais livremente com mulheres menstruadas, inclusive narrado por Sahih Bukhari (v. 5, p. 350), que dizia que se Muhammad desejasse uma mulher menstruada, ele a enrolava com um lençol e prosseguia com seus afazeres, para o qual o sacerdote gritou:

“Vamos lá, cara! Você não conseguiu encontrar nenhuma das suas 66 mulheres? Tinha que ser com a que está menstruando?”

Então, olhando fervorosamente para a câmera: “Fala sério, pessoal: vocês não se envergonham dessas coisas? Eu sei que estou — apenas mencionando eles (os hadiths). É esse o seu “profeta” — o “homem exemplar”?

Em seguida leu um hadith, narrado por Aisha, incluído nos seis canônicos, onde a jovem esposa do profeta relata que, sempre quando menstruava, caso o profeta “a desejasse”, ele a “comandava” a fazer sexo com ele, ao qual o padre exclamou: “Comandava! Isso é estupro! Quem é esse personagem você está seguindo?”

Dando sequência, lendo vários outros hadiths, todos demonstrativos das tendências sexuais de Muhammad com mulheres menstruadas — o que o Alcorão proíbe — acrescentou: “Pessoal, se é assim que o” Profeta de Deus” se comporta, o que podemos esperar do homem comum?”

Nesse momento o co-apresentador perguntou: “Bem, será que outros homens se comportam desse jeito?”
Padre Botros: “Claro, o profeta sempre foi generoso com os seus seguidores, dando a eles uma saída de escape. De acordo com oito compilações do hadith, Ibn Abbas narra que Muhammad afirma que se um homem não puder se ajudar e copular com a esposa menstruada, tudo o que ele tem a fazer é pagar um dinar em reparação; se ele dormir com ela no final do ciclo, quando ela não estiver sangrando muito, ele só precisa pagar meio dinar — um desconto!” [dizendo “desconto” em Inglês e rindo].

Perguntou o co-apresentador ex-Muçulmano: Como você mencionou, dado que Muhammad tinha tantas mulheres, por que ainda sentiu necessidade de recorrer exatamente àquelas que estavam menstruadas?”

Padre Botros: “Ahhhh. Percebo que você está conectando os pontos sabiamente. Pelo simples motivo, meu amigo, é que Muhammad costumava gostar de cheirar”, nesse ponto o padre imitou, sniff, sniff — “sangue de menstruação”. Em seguida citou al-Siyuti, onde Aisha narra que Muhammad ordenou “Venha aqui!”, e ela respondeu: “Mas estou menstruando, ó profeta de Deus”. Então ele disse: “Exponha as suas coxas”; ela obedeceu e “ele prosseguiu colocando a bochecha e o peito nas coxas dela.”

Padre Botros: “Me ajuda, pessoal! Como um comportamento tão perverso vem de um profeta — o “maior modelo de comportamento?”

Ele então leu um hadith, de Sahih Bukhari (v.6, p.2744), narrado por Aisha, onde ela diz que, durante a menstruação, o profeta costumava colocar a cabeça nas coxas dela e recitar o Alcorão.

Padre Botros: “Enquanto recitava o Alcorão!”

Continuando, leu um texto de Ahkam al-Koran (v.3, p.444), onde uma mulher declarou que costumava recolher água de um poço que tinha, não apenas sangue de menstruação, mas carne de cachorro e toda sorte de imundice, e dava para Muhammad beber.
Padre Botros: “O que aconteceu com o verso do Alcorão 2: 222?! Mesmo o “selo dos profetas” pode beber dessa água tão imunda?”

Então, balançando a cabeça e com os olhos baixos: “Oh! Muhammad, Muhammad, Muhammad…”.


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 3

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"


Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Saímos da Parte 2 com o padre Copta lendo um hadith, afirmando que o profeta do Islã “admirou” uma menina de 2-3 anos (dizendo que esperava viver o tempo suficiente para torná-la sua esposa), e “deitado” num túmulo com uma mulher morta.

Neste novo episódio, ele iniciou com a tendência “travesti” do profeta. Leu hadiths, incluindo Sahih Bukhari — Padre Botros afirma que não existem menos de 32 referências diferentes a este fenômeno nos livros do Islã — em que Muhammad muitas vezes se deitou vestido com roupas femininas, especificamente de sua noiva-criança Aisha.

Padre Botros: “Será que os Muçulmanos pensam que ele só se vestiu com as roupas da Aisha? Já que ela era a “favorita”, será que depois de estar intimamente com ela, simplesmente deitava na cama com suas roupas?“ (Aqui o Padre levou suas mãos ao rosto lamentando que tivesse que falar de coisas tão vergonhosas.)

Então ele ofereceu um hadith interessante e revelador, de Sahih Bukhari (2/911), que relata Muhammad dizendo, “Revelações, [i.e., o Alcorão] nunca venha a mim quando eu estiver vestido com roupas femininas — exceto quando estiver vestido com a roupas da Aisha”, implicando que era um hábito do profeta se vestir com roupas femininas.

Padre Botros prosseguiu com alguns comentários de Tafsir de al-Qurtubi — uma exegese autorizada no Islã. Leu um episódio onde Aisha disse que, um dia, enquanto Muhammad estava deitado nu na cama, Zaid chegou batendo; Muhammad, sem se vestir, abriu a porta e “o abraçou e beijou” — completamente nu. Em outro lugar, Qurtubi conclui que “o profeta — orações e bênçãos sobre ele — estava constantemente preocupado com mulheres.”

Padre Botros aos Muçulmanos: “Então esse é o seu profeta — o homem mais moralmente correto? Em vez de se preocupar com, por exemplo, orações ou boas ações, ele estava preocupado com mulheres?”

Em seguida, leu de Faid al-Qabir (3/371), onde Muhammad é citado dizendo: “Meus maiores amores são as mulheres e perfume: a fome é saciada depois de comer, mas nunca me satisfaço com mulheres”. Outro hadith: “Eu posso conter-me com comida e bebida — mas não com mulheres”. Após a leitura desses hadiths, o padre Botros apenas olhava a telão em silêncio, balançando a cabeça.

Em seguida, leu uma narrativa interessante (contida em Umdat al-Qari e Faid al-Qabir). Dizem que, Alá enviou Gabriel com um tipo de alimento celestial (chamado al-kofid) para Muhammad, o ordenando a “Comer!” — da mesma forma quando Gabriel chegou a Muhammad dizendo “Leia!” (i.e., iqra, a palavra para Alcorão). A narrativa continua citando Muhammad dizendo que a comida que lhe foi dada “me deu a potência sexual de 40 homens celestiais”. Padre Botros, em seguida, leu a Suna de al-Tirmidhi, que diz que o “homem celestial” tem a potência sexual de 100 homens mortais.

Perguntei ao padre: “Então, calculando 40×100 podemos concluir que Muhammad/Maomé, quando comeu seu afrodisíaco celestial, teve a potência sexual de 4.000 homens? É mesmo? Ô! Umma (nação Muçulmana), é essa a reivindicação da fama do seu profeta — que ele era um maníaco delirante?” Em seguida, e um pouco menos sério disse: “Imagine a surpresa quando os Ocidentais descobrirem que, mais uma vez, foi Muhammad quem primeiro descobriu o Viagra!”

Zakaria Botros passou a ler outras fontes, como a Suna al-Nisa’i, em que Muhammad costumava, numa única noite, “visitar” todas as suas mulheres sem se lavar entre uma e outra. Perguntou o padre: “Por que registram até mesmo as coisas mais obscenas e embaraçosas?”

Talvez o mais divertido, quando o padre Botros passou algum tempo analisando um episódio registrado em Al-Bidaya We Al-Nihaya de Ibn Kathir. Eis aqui uma tradução para essa longa narrativa:

Depois de conquistar os Judeus de Khaybar e saquear seus pertences, entre outras coisas, um jumento caiu no lote do profeta, que prosseguiu perguntando ao jumento: “Como você se chama?”

O jumento respondeu: “Yazid Ibn Shihab. Alá trouxe de meus ancestrais 60 jumentos, nenhum dos quais foi conduzido exceto por profetas. Nenhum dos descendentes do meu avô permanece vivo, somente eu, e nenhum dos profetas permanece vivo, mas você e eu esperamos que você me cavalgue. Antes de você, pertenci a um Judeu, a quem causei tropeços e quedas frequentes, e por isso ele costumava chutar o meu estômago e bater nas minhas costas.”

Aqui, rindo por entre os dentes, o padre acrescentou: “um burro praticante de taqiyya! (trad. dissimulação ou mentira). Continuando com a leitura: “O profeta — que as orações de Alá e a paz estejam com ele — disse-lhe: ‘vou te chamar de Ya’foor. Oh! Ya’foor!’ Ya’foor respondeu, ‘Eu obedeço.’ O profeta perguntou: ‘Você cobiça as fêmeas?’ O jumento respondeu, ‘Não!'”

O padre gritou: “Até mesmo o jumento corou de vergonha com as perguntas excessivamente sexuais do seu profeta! Aqui temos o que é suposto ser um milagre — um jumento falante; entretanto, de todas as coisas para se comunicar com este animal, a pergunta mais urgente do seu profeta foi se o jumento desejava as fêmeas?

Em seguida, lendo Sahih Bukhari (5/2012), padre Botros narrou um episódio em que Muhammad entrou na casa de uma jovem chamada Umaima bint Nua’m e ordenou “Entregue-se a mim!” A mulher respondeu: “Deverá uma rainha se entregar à ralé?” Sacudindo o punho, Muhammad a ameaçou e depois a enviou para os seus pais.

Padre Zakaria Botros: “Veja bem, pessoal, mesmo naquela época, ainda havia pessoas que possuíam princípios, que não deram lugar a ameaças e coerções. No entanto, a verdadeira questão aqui é, por que Muhammad estava em contradição com os mandamentos de seu próprio Alcorão — “se uma mulher fiel se entregar para o profeta” (33:50) — tentando coagir essa jovem mulher?

Finalmente, com o olhar mais desagradável possível o padre leu um hadith de al-Siyuti (6/395), onde Muhammad afirma que “no céu, Maria mãe de Jesus, será uma das minhas esposas.”

“Por favor, ô! Profeta”, disse o padre Copta Ortodoxo, “não envolve os nossos santos em suas práticas imundas…”


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 2

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch.

Relembrando o episódio anterior, ouvimos o padre e o co-apresentador ex-Muçulmano; o primeiro observou que “nada menos do que 20 fontes Islâmicas — como os hadiths de Ahmad bin Hanbal — relatam que Muhammad costumava sugar as línguas de meninos e meninas”.

Botros prosseguiu lendo várias fontes em voz alta, como um hadith relatado por Abu Hurreira (considerado um narrador de extrema confiabilidade), no qual Muhammad suga as línguas dos dois meninos de seu primo (e futuro califa) Ali, — Hassan e Hussein — ambos com Memória reverenciada pelos Xiitas.

Em seguida leu um hadith de Muhammad sugando a língua de sua própria filha, Fátima. Padre Botros também acrescentou que a palavra Árabe para “sugar” (muss) não pode, como alguns apologistas insistem, significar qualquer coisa, exceto “sugar”. “Afinal,” acrescentou o padre sagaz, “esta é a mesma palavra usada quando se discute as ‘atividades’ de Muhammad “com suas esposas, especialmente sua amada noiva-criança, Aisha”.

Com um semblante externando extremo desgosto, Botros virou-se para a câmera e disse: “Querida senhora, imagine por um momento, você chegando em casa e encontrando o seu marido sugando a língua de sua filha? O que você faria? Pior ainda: é o seu profeta — o homem mais “moralmente correto”, um homem a ser emulado pelo mundo! Um homem que, de acordo com os registros, costumava andar por aí sugando as línguas das suas esposas, filhas e jovens: Seriam estas as atividades do homem descrito no Alcorão como o pináculo da perfeição moral?”

Co-apresentador ex-Muçulmano: “Mais um!”

“Muhammad não dormia enquanto não tivesse beijado sua filha Fátima e acariciado o seu rosto no peito dela [o sacerdote forneceu as fontes apropriadas]. Querida senhora! O que diria para o seu marido se o visse dormindo com o rosto no peito de sua filha — seria isso o auge da moralidade?!”

Neste ponto, o padre Botros, que parecia abatido, pediu desculpas profusamente, dizendo que só podia imaginar como todos esses episódios devem ser preocupantes para os Muçulmanos, para os quais o co-apresentador o tranquilizou: “Não é culpa sua, padre, mas sim daqueles Muçulmanos que registraram essas incidências infames. De qualquer forma: os Muçulmanos precisam saber disso. Por favor, continue.”

Botros continuou a leitura de hadiths ainda mais reveladores, incluindo um do Musnad de Ahmad bin Hanbal, que registra Muhammad observando uma menina de 2-3 anos nos braços de sua mãe. Muhammad ficou tão “impressionado” com ela que disse: “Por Alá, se essa menina alcançar a idade para casar e eu ainda estiver vivo, certamente casarei com ela”.

Um outro hadith segue narrando que Muhammad acabou morrendo antes que essa menina em particular chegasse à idade de casar, ao qual o sacerdote agora vexado, incapaz de conter-se, exclamou: “Ah! Pobre profeta! Perdeu uma!”

Botros então disse aos espectadores que considerassem esse último hadith, como “contexto”, enquanto lia outro hadith da Suna de Bin Said, que registra Muhammad dizendo: “Eu abracei fulana quando ela era criança e descobri que realmente a desejei imensamente”.

“Que profeta é esse que você segue?”, gritou o ultrajado padre Copta. “Onde está a moralidade dele? É esse o homem que os Muçulmanos seguem servilmente? Usem suas mentes!”

Era tarde da noite, mas o Padre Botros não havia terminado de catalogar suas descobertas quanto aos hábitos “sexuais” do profeta (esses programas duram uma hora e meia). Então, quando prosseguiu com um outro hadith que descrevia Muhammad ao lado de uma mulher morta em seu túmulo, bem como apontando para a categoria de hadiths chamados de “relações sexuais com uma mulher morta”, eu felizmente desliguei a internet e chamei isso de pesadelo — até este momento, enquanto estou (um pouco relutante) revisitando as minhas anotações para preparar este relatório.


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 3


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 1

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Publicado originalmente em 3 de Abril de 2009

Nota: Padre Zakaria Botros nasceu em 24 de Outubro de 1934 na cidade de Kafr el Dawar, na província de Behaira, nas proximidades de Alexandria, Egito. Nasceu de família Cristã profundamente envolvida com o trabalho Evangélico. Produtor da série "Questões Relacionadas à Fé", de enorme sucesso, com mais de 150 programas.

Padre Zakaria Botros realizou recentemente um programa dedicado à discussão da questão da moralidade e como isto é — ou deveria ser — uma das características de um profeta. Logo de início, colocou a questão principal do programa: “Era o profeta Muhammad, um moralista — o homem mais justo, digno de ser emulado pelo mundo?”

Ele abriu o programa confiando numa citação de Ibn Taymiyya, que avaliou os sinais de um profeta. Taymiyya afirmou que há muitos falsos profetas, como Musailima “o mentiroso”, um contemporâneo de Muhammad. Taymiyya concluiu que muitos desses chamados profetas estão, de fato, “possuídos”, e que a única maneira de determinar a autenticidade de qualquer profeta é examinando sua biografia (sira) e seus atos, para ver se ele é considerado digno do título.

Sendo assim, este é o primeiro de vários episódios dedicados a examinar os conceitos de moralidade e as características de um verdadeiro profeta (com a noção de que o primeiro reforça o último). O tema para este episódio em particular é a “pureza” (tahara): “Era Muhammad um homem ‘puro’?” — Neste contexto, a pergunta se refere aos costumes sexuais (ou a falta deles).

Após as preliminares, Botros olhou para a câmera e deu um aviso severo: “Este episódio é apenas para adultos! Vou discutir muitas coisas que me fazem corar de vergonha, então por favor: mulheres e crianças retirem-se da sala.”

Em seguida, pediu aos Muçulmanos que assistiam para ter em mente a seguinte pergunta: “É esse o profeta que eu sigo?”; enquanto delineava alguns dos hábitos sexuais de Muhammad.

Primeiro, e proveniente do Alcorão, Botros leu versos declarando inequivocamente que Muhammad é o paradigma de toda virtude e moral, tal como “E com toda certeza você [Muhammad] conforma (você mesmo) com a moral sublime [68:4]”. Mais adiante citou alguns ulemás (teólogos), como o Ibn Kathir, todos insistindo que Muhammad/Maomé era “O mais nobre da humanidade e o maior dos profetas.”

Botros e seu co-apresentador ex-Muçulmano — o padre havia insistido que fosse um homem para este programa específico, para que ele não ficasse muito envergonhado ao delinear os hábitos sexuais de Muhammad — discutiu o Alcorão verso 4:3, que “limita” o número de esposas de um Muçulmano para quatro, incluindo “o que sua mão direita possui (cativas)”, isto é, meninas escravas.

Isso aparentemente não era bom o suficiente para Muhammad, afirmou Botros; um versículo inteiro teve que ser “revelado” justificando mais mulheres para ele (Alcorão 33:50). De fato, o padre Botros compilou cuidadosamente uma lista de todas as mulheres — 66 são conhecidas — por terem tido relações sexuais com Muhammad.

Botros disse que era normal: de acordo com a Sira Al-Halabi, Muhammad pode possuir uma mulher não importando o que aconteça, mesmo contra a vontade dela; caso Muhammad desejasse uma mulher casada, seu marido teria que divorciar-se dela. De acordo com Ibn Sa’ad, autor de outro relato biográfico autorizado de Muhammad: “O profeta não morreu enquanto todas as mulheres foram-lhe permitidas.” (ver Kitab Al Tabaqat Al Kubra, v. 8, 194).

O co-apresentador ex-Muçulmano interveio de forma abrupta — “O que dizer sobre todos os rumores de que Muhammad exibiu tendências homossexuais?”

Botros levou as mãos ao rosto e sussurrou: “Então você ainda insiste em discutir isso?” O co-apresentador foi inflexível, dizendo que era para o bem dos Muçulmanos conhecer tudo.

Assim, Botros, após pedir profusas desculpas aos seus espectadores Muçulmanos, dizendo o quanto isso era embaraçoso para ele, declarou: “Olha! Somos aqui apenas leitores, revelando o que existe nos próprios livros do Islã! Se isso desagrada aos Muçulmanos, eles deveriam ir e queimar esses livros.”

O primeiro episódio discutido pelo sacerdote rodava em torno de um hadith que, embora alguns ulemás o considerem “fraco”, está no entanto, de acordo com Botros, presente em 44 livros Islâmicos — incluindo algumas coleções altamente respeitadas, como a Suna Bayhaqi e Al Halabi.

De acordo com esse hadith, um homem chamado Zahir, que costumava declarar que “o profeta me ama”, disse que um dia Muhammad rastejou inesperadamente atrás dele e deu-lhe um abraço de urso. Zahir, alarmado, gritou: “Me solta!” Depois de virar a cabeça e descobrir que era Muhammad; parou de lutar e passou a “empurrar as costas para o peito do profeta — orações e bênçãos sobre ele.”

Outro hadith curioso contido na Suna Bayhaqi e que leva à Suna Abu Dawud (uma das seis coleções canônicas de hadiths), tem Muhammad levantando a camisa para um homem que passou a beijar todo o seu torso, “desde o ombro até as axilas”.

Botros olhou casualmente para a câmera e disse: “Imagina se o sheik de Al Azhar [o equivalente Muçulmano mais próximo de um papa] levantasse a camisa para que os homens beijassem seu torso” (e começou a imitar os beijos: smack! smack!… para efeito.)

Co-apresentador ex-Muçulmano : “Certamente, mais algum?”

Botros: “Na verdade, existe. Não menos de 20 fontes Islâmicas — como os hadiths de Ahmad bin Hanbal — relatando que Muhammad costumava sugar as línguas de meninos e meninas…


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 2


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Estatística e o Kafir

Fonte/Source: Statistical Islam, Part 3 of 9 — Statistical Islam, Part 4 of 9 — POLITICAL ISLAM – Dr. Bill Warner, PhD


A Estatística e o Kafir

Por Dr. Bill Warner, PhD

Sobre o autor:

Dr. Bill Warner é um  proeminente expert e altamente respeitado por seu trabalho sobre o Islã Político. É Doutorado em Física e Matemática Aplicada pela North Carolina State University. Ocupou cargos como pesquisador, empresário e professor universitário.

O treinamento do Dr. Warner em teoria científica e matemática moldou a sua forma de analisar a doutrina Islâmica. Percebendo que os textos Islâmicos foram deliberadamente criados para serem difíceis de ler e compreender, começou a organizar a doutrina de uma maneira que seria facilmente entendida pela pessoa comum. Ao analisar os textos Islâmicos fundamentais, tornou-se claro que o Islã não foi construído com os mesmos princípios civilizacionais como o restante do mundo.
Métodos estatísticos simples revelaram que o dualismo e a submissão foram os princípios fundamentais da doutrina Islâmica.
Dr. Warner fundou o Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI) para aprofundar o estudo do Islã político e suas ramificações em relação a civilização Ocidental.
Ele escreveu quinze livros que ensinam sobre o Islamismo político e tornam a doutrina Islâmica compreensível. Ele também desenvolveu o primeiro curso de autoestudo sobre o Islã Político.


Estatística Aplicada ao Islamismo 
Parte 3/9

Por Dr. Bill Warner, PhD

Publicado originalmente em 22 de Outubro de 2010

Análise 2: O Kafir

Há uma segunda divisão que supera o leitor do Alcorão histórico. A maioria dos textos diz respeito ao Kafir (incrédulo/infiel). Não se refere ao modo de ser Muçulmano, mas sobre o Kafir.

Nota: a maioria das traduções do Alcorão usam a palavra “incrédulo” em vez de Kafir, mas Kafir é a verdadeira palavra e de uso corrente em Árabe. Este termo é tão importante e tão desconhecido que o significado de Kafir precisa ser definido.

O significado original da palavra refere-se àquele que cobre ou esconde a verdade conhecida. Um Kafir sabe que o Alcorão é verdadeiro, mas o rejeita.

O Alcorão diz que o Kafir pode ser enganado, conspirado, odiado, escravizado, zombado, torturado e pior. A palavra é geralmente traduzida como “incrédulo”, mas essa tradução está errada. A palavra “incrédulo” é logicamente e emocionalmente neutra, enquanto Kafir é uma palavra mais abusiva, preconceituosa e detestável em qualquer idioma.

Há muitos nomes religiosos para Kafirs: politeístas, idólatras, Povo do Livro (Cristãos e Judeus), ateus, agnósticos e pagãos. Kafir engloba todos, porque não importa o nome religioso, todos podem ser tratados da mesma forma. O que Muhammad disse e fez aos politeístas pode ser feito com qualquer outra categoria de Kafir.

O Islã dedica uma grande quantidade de energia sobre o Kafir. Não só a maioria (64%) do Alcorão é dedicado ao Kafir, mas também quase toda a Sira (81%) lida com a luta de Muhammad/Maomé contra o Kafir. O Hadith (Tradições) dedica 32% do texto aos Kafirs.


Estatística Aplicada ao Islamismo 
Parte 4/9

Análise 3: O Islã Político

O Islã religioso é definido como uma doutrina preocupada com — ir ao Paraíso e evitar o Inferno — através do Alcorão e da Suna. A parte do Islã que trata do “profano”, ou seja, o Kafir, é definida como o Islã político. Uma vez que uma grande parte da Trilogia (Alcorão, Sira e Hadith) é sobre o Kafir, a conclusão estatística é que o Islã é principalmente um sistema político, e não um sistema religioso.

O sucesso de Muhammed /Maomé dependeu da política, e não da religião. A Sira, biografia de Muhammad, fornece uma contabilidade altamente detalhada de sua ascensão ao poder. Ele pregou a religião do Islã por 13 anos em Meca e conquistou 150 seguidores. Foi forçado a mudar-se para Medina e tornou-se político e guerreiro. Nos últimos 9 anos de sua vida, envolveu-se em um evento de violência a cada 6 semanas. Quando morreu, todo Árabe era Muçulmano. Muhammad foi bem-sucedido através da política, não da religião.

Pode-se concluir que havia 100.000 Muçulmanos quando Muhammad morreu. O uso desta informação permite desenhar um gráfico:

Existem dois processos de crescimento distintos: religião e política. Ensino e religião cresceram a uma taxa de cerca de 12 novos Muçulmanos por ano. A política e a jihad cresceram a uma taxa de 10.000 novos Muçulmanos por ano, um enorme crescimento. Este é um processo de melhoria de rendimento de mais de 800%. A política era quase mil vezes mais eficaz do que a religião.
Se Muhammad tivesse continuado com a pregação religiosa, poderíamos extrapolar que apenas 265 Muçulmanos teriam morrido, em vez dos 100 mil que resultaram de sua política e da jihad. Isso nos dá uma estimativa de 265 conversões devido à religião e 99.735 conversões devido ao processo político-jihadista. Podemos calcular as contribuições relativas da religião e da política no crescimento. O sucesso do Islamismo foi de 0,3% de religião e 99,7% de política na época da morte de Muhammed /Maomé, em 632 dC.
Essa importância política reflete no texto da Sira. Há muito mais páginas dedicadas a um ano de jihad do que dedicadas à pregação do Islã. É instrutivo ver a quantidade de textos da Sira dedicada a esses estágios de desenvolvimento.

A Sira dedica cerca de 5 vezes mais palavras à política do que à religião numa base anual. Concede à política 5 vezes mais cobertura por ser muito mais importante.

A natureza política do Islã também é encontrada no Hadith que dedica 37% de seu texto ao Kafir (Incrédulo/Infiel).

O Islamismo não existiria hoje em dia se fosse apenas uma religião. As estatísticas mostram que o sucesso do Islã se deve à política Islâmica, e não à religião. Dizer que o Islamismo é uma religião de paz  demonstra a incompreensão total do problema, já que a religião não é o núcleo do poder Islâmico. É a política que conta, e não religião.

Conclui-se que, estatisticamente, 
o Islamismo é principalmente uma ideologia política.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis