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GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Fonte: Egypt: Islamic State top dog warns Muslims to “stay away from Christian gatherings”


Egito: Líder Do Estado Islâmico Adverte aos Muçulmanos para “Ficarem Longe Das Aglomerações De Cristãos”

Por ROBERT SPENCER

5 de Maio de 2017

Porque Planejam Assassinar Mais Cristãos.

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não crêem em Alá
 e no Último Dia, e nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, nem tampouco reconheça a religião da Verdade, do Povo do Livro, até que submissos paguem a Jizya com submissão voluntária, e sentindo-se subjugados."

“O Líder do Estado Islâmico (ISIS) no Egito alerta aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos”, de Jack Moore, Newsweek, 5 de maio de 2017 (Agradecimentos a Lookmann):

O líder do grupo Estado Islâmico (ISIS) no Egito alertou aos Muçulmanos para que evitem as aglomerações de Cristãos, apontando a possibilidade de novos ataques contra Cristãos no país após os dois atentados suicidas que mataram dezenas no mês passado.

Uma entrevista com o líder anônimo apareceu na última edição do grupo jihadista em seu jornal semanal Al Naba, publicado na plataforma Telegram de mensagens criptografadas. Ele também advertiu aos Muçulmanos para manterem-se longe de potenciais alvos do exército e da polícia.

“Estamos alertando você para ficar longe das aglomerações de Cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, disse o líder.

No Domingo de Ramos, feriado Cristão, os combatentes do ISIS no Egito detonaram duas bombas suicidas separadas em igrejas na segunda cidade do país, Alexandria, e na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, matando 45. Foi o ataque mais mortal contra os Cristãos Coptas do Egito em anos.

A entrevista sugere que o grupo continuará visando o grupo minoritário. Em Fevereiro, o ISIS lançou um vídeo que dizia que os Cristãos eram a sua “presa favorita”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Estupidez Americana: Será que o Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Fonte: The American blunder: Will the West correct its response to Islamist threat? | IndiaFacts


A Estupidez Americana: Será Que O Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem.

Por Shankar Sharan | IndiaFacts

29 de Abril de 2017

A Secretária de Estado dos EUA, Hillary Rodham Clinton, encontra-se com as mulheres líderes da sociedade civil Afegã na Embaixada dos EUA em Cabul, no Afeganistão, na Quinta-feira, 20 de outubro de 2011. (S.K. Vemmer / Departamento de Estado)

Sessenta anos atrás, o Comunismo Soviético era uma ameaça aos países livres e democráticos em todo o mundo. Os líderes Comunistas tinham uma fé enorme no que chamavam de “ciência” do Marxismo-Leninismo e estavam firmes na crença de que, mais cedo ou mais tarde, converteriam o mundo inteiro ao Comunismo. Foi nesse momento tão histórico que o principal líder Soviético, Nikita Khrushchev, ameaçou diretamente o mundo Ocidental: “Vamos enterrá-lo”.

Em resposta, o Ocidente liderado pelos EUA não hesitou em lançar uma guerra ideológica contra o Comunismo. Mostraram que a fé Marxista-Leninista não era uma ciência, mas uma construção ideológica. Ela estava cheia de buracos e por isso os Soviéticos e outros comunistas recorreram regularmente à falsidade, à censura e à violência. Caso contrário, teriam poucas realizações para mostrar em qualquer dos países comunistas que governaram durante décadas.

Na época, aproximadamente entre o final dos anos de 1950 e o começo dos anos 80, acadêmicos dos EUA, formuladores de políticas e comentaristas nunca disseram que ‘o Marxismo-Leninismo é bom, mas os líderes Soviéticos estão equivocados’. Em vez disso, os círculos governamentais Ocidentais, acadêmicos, mídia, travaram uma guerra aberta contra os princípios do Marxismo-Leninismo e expuseram as sombrias realidades das sociedades comunistas. É claro que também havia outros no mundo Ocidental, que defendiam tenazmente as posições Soviéticas e comunistas. Mas foram rejeitadas ponto por ponto na academia e na mídia, sem quaisquer escrúpulos.

Agora, os mesmos EUA e seus aliados Ocidentais estão mais seriamente ameaçados pelas declarações semelhantes provenientes dos Islamistas em todo o mundo. O ISIS é apenas o último avatar do mesmo Islamismo, ostentando uma fé semelhante para converter o mundo inteiro ao Islã, exterminando todas as outras crenças e ideias, o que chamam de ‘kufr’(incrédulo).

Mas desta vez, estranhamente, os mundos Ocidentais escolheram uma postura peculiar: o Islã é bom, só os terroristas Islâmicos são maus. Embora o Islã por si só seja mais uma ideologia política do que uma religião. Em outras palavras, é uma ideologia política sob um traje religioso. De fato, o aiatolá Khomeini certa vez expressou assim: “Todo o Islã é político”. E ele não estava sozinho nesta observação. Todos os clérigos Islâmicos e acadêmicos testemunham dessa forma, embora de várias maneiras, sem hesitar.

É por isso que muitos e muitos Muçulmanos humanistas também sublinham a necessidade de olhar para a ideologia Islâmica per se, a fim de combatê-la até o fim. Por exemplo, o ex-Jihadista Britânico Ed Hussain enfatizou a necessidade de “enfrentar essa violenta ideologia” que o influenciou antes de se afastar dela. Taslima Nasreen e Salman Rushdie também destacaram isso direta e indiretamente.

Então, a qual ideologia Hussain está se referindo? Por que o Ocidente até agora não se preocupou em desmascará-la tão completamente, como fez com o Marxismo-Comunismo? A ideologia jihadista é nada mais que uma parte intrínseca do Islã. É uma entidade histórica, autodeclaradamente criada por um homem histórico, e assim como qualquer outra coisa, é extremamente vulnerável a erros humanos. Ora, o próprio Muhammad tinha duvidado disso! Mesmo que apenas em sua fase anterior como “profeta”, mas o fato é que duvidou de seus pensamentos. Para não dizer sobre a sociedade em que vivia — estavam esmagadoramente duvidando de suas reivindicações. Como consequência, todas as guerras que Maomé teve que fazer, para forçá-los a aceitar sua reivindicação profética. A situação continua até hoje, enquanto todos os Muçulmanos estão sob ameaça dos guardiões do Islã, caso duvidem do Profeta ou das suas imposições. A importância deste fato, e o seu potencial para causar dano, ainda não foi realizada pelos líderes do mundo livre.

Em segundo lugar, os famosos “versículos satânicos” são também uma prova de que Muhammad, o Profeta, mesmo depois, ainda poderia estar equivocado. Afinal, ele mesmo descartou esses quatro versos, os quais uma vez proclamou como Divinos. Há outras evidências também, em abundância, mostrando que a ideologia do Islã desde o início tem sido uma construção pobre. É por isso que, da mesma forma que o Comunismo Soviético, também foi condenado mais tarde a empregar violência constante, e a impor censura sobre qualquer discussão e crítica aos princípios Islâmicos.

De fato, essa é uma prova positiva de que o Islã não é uma doutrina infalível. Porque uma doutrina infalível não pode ter medo das simples perguntas e observações vindas de um ser humano comum. Assim como um princípio científico da física ou uma sólida equação matemática, não se sentem ameaçados pelos incrédulos.

Assim sendo, se o establishment Americano tivesse lançado uma guerra ideológica aberta contra a ideologia Islâmica, e a fé política que emana dela, ao invés de enviar exércitos para os estados Islâmicos nocivos — o mundo Islâmico estaria há muito tempo na defensiva. Teriam que responder em palavras todas as questões levantadas contra a qualidade do profeta Maomé e a “única fé verdadeira”. Não teriam escolha. Como os Khomeinis puderam emitir Fatwas para matar inúmeros estudiosos, escritores e líderes que duvidaram das reivindicações Islâmicas, como Rushdie fez em 1988?

Declarar uma guerra ideológica contra o Islã não teria prejudicado as “relações comerciais”, uma vez que os países Islâmicos estão mais dependentes de vários bens do Ocidente que o Ocidente em relação ao petróleo. Os establishments Islâmicos, nesse caso, teriam sido obrigados a responder em palavras, para justificar seu credo, seu sistema sociopolítico, suas leis, suas realidades sociais, os abusos generalizados perpetrados contra não-Muçulmanos e sobre suas próprias mulheres e crianças, etc. Falhando nesta tarefa, teriam simplesmente mostrado o valor de uma doutrina oca. No processo, Muçulmanos comuns, pelo menos uma considerável parte sensata deles, notariam a grosseira irracionalidade do credo Islâmico, um credo que presunçosamente chama as outras culturas de “kufr”, “podre” e “aptas a serem destruídas”.

Não fazê-la, é a maior estupidez que os EUA e seus aliados vêm cometendo há pelo menos três décadas, ou seja, desde que Rushdie abriu uma frente crucial. Teriam ganhado generosamente a guerra contra a visão do mundo Islâmico, apenas estabelecendo jornais de qualidade, estações de rádio, canais de TV exclusivamente dedicados à expor as doutrinas Islâmicas moribundas e suas práticas bárbaras em países Islâmicos e as comunidades Muçulmanas que vivem em outros lugares. Algo exatamente na linha da rádio ‘Europa Livre’, ‘Liberdade’ e revistas como ‘Problemas do Comunismo’ etc., que expuseram brilhantemente a antiga URSS e a Europa Oriental. Trouxeram tudo que fosse comunista ao escrutínio humano normal.

Se os Estados Unidos tivessem feito algo semelhante em relação à ideologia e aos establishments Islâmicos, além de tornarem os regimes Islâmicos, as organizações, os partidos, as defesas dos establishments e dos mais fracos, também teriam encorajado os Muçulmanos reformistas em todo o mundo. Os dissidentes adormecidos das ditaduras Islâmicas em todos os países/sociedades Islâmicos teriam produzido numerosos Salman Rushdies e Wafa Sultans.

Há um número considerável de dissidentes nas sociedades Muçulmanas como aconteceu nas ditaduras comunistas anteriores. Mas estes estão sob a ameaça da shariat ameaçando o mundo todo. Eles não estão recebendo qualquer apoio do mundo livre como receberam os dissidentes Soviéticos do comunismo. Este foi o grande erro dos políticos e intelectuais Ocidentais.

Na verdade, é surpreendente que um método totalmente não-violento para solucionar o problema Islâmico jihadista não tenha sido realizado até agora. Foi apenas um erro tolo ou um resultado da ignorância geral sobre o Islã e suas realidades históricas? Seja o que for, mas se manter em silêncio em nome de “respeitar os sentimentos” dos Islâmicos, mostra que o Ocidente vem ao longo do tempo cometendo uma dupla falta. Uma delas é não estar apoiando os seus melhores aliados e a outra, fortalecendo seus inimigos!

Basta imaginar, por comparação, o que teria acontecido se nos anos de 1960 os EUA tivessem reiterado que Marx, Lênin, Mao e seus livros e prescrições eram ótimos, só os comunistas Russos ou Chineses ou seus propagandistas é que são maus? Isso teria apenas reforçado o poder do credo Marxista-Leninista, o credo que sustentou os líderes Soviéticos durante décadas. É exatamente isto que vem acontecendo nos últimos trinta anos em relação ao Islã. Essa é a grade estupidez Ocidental. Tente reconhecer isso.

A postura Ocidental de apaziguar o Islã sempre foi autodestrutiva. É a mesma história na Ásia e em outros lugares que seguem a mesma postura. Nenhum deles parece realmente estar entendendo a loucura completamente. Às vezes proferem algo como lutar contra a “ideologia do mal”, mas não conseguem apontá-la.

A verdade verificável é: o que era uma tática correta contra a fé comunista é ainda mais apta para o caso Islâmico. Exceto uma fé cega para conquistar o mundo para o Islã, as forças Islâmicas não têm muito o que fazer numa guerra contra o “mundo infiel” liderado pelos EUA. Nenhum líder jihadista promete qualquer coisa e nenhum jihadista comum falha em mencioná-la como sua inspiração. Considere estes fatos incrivelmente simples e qualquer um poderá ver que é tão fácil destruir a fonte do terrorismo Islâmico para fora da face da terra.

Uma vez que essa fé for enfraquecida, criando uma enorme dúvida na mente de um grande número de Muçulmanos sobre a fé e as realidades sociais durante todos esses séculos, e todos os aspectos dela, já será meio caminho andado (testemunhar todo o tipo de ameaças feitas para matar Muçulmanos escritores, intelectuais que exprimem dúvidas sobre um preceito do Islã: são sinais seguros de temor, o temor de não poder defender as posições ideológicas se as pessoas críticas a elas não forem ameaçadas), a desintegração de organizações terroristas seria uma mera formalidade. Eles não têm mais nada para sustentar, exceto a ideia de jihad e a recompensa no paraíso, a única recompensa no Islã. Por favor, observe os depoimentos dos terroristas Islâmicos e jihadistas, todos quase sem exceções, foram exaltados pela fé nesse credo e na recompensa.

O credo, portanto, deve ser desafiado com ousadia e desinteresse. Depois disso os jihadistas não saberiam o que fazer! Depois de completamente feito, conseguirá a vitória da liberdade de expressão/pensamento sobre dogmas Islâmicos sem qualquer derramamento de sangue. Isso também aliviará ipso facto milhões de Muçulmanos que vivem em escravidão pela ulemá, os guardiões do “partido do Islã”.

O Ocidente e o mundo livre não têm nada a perder se decidir fazer uma guerra contra os princípios sociopolíticos e jurídicos Islâmicos. Por favor note: será um ato civil, não militar. Portanto, nenhum derramamento de sangue estará envolvido. As ameaças iniciais de assassinato e violência por parte dos grupos Islâmicos, e regimes para estancar tal escrutínio ideológico aberto, seria totalmente insignificante em comparação ao que temos visto desde o Afeganistão, Paquistão até a Síria.

É também um direito humano básico bem reconhecido desde a época dos grandes Upanishads até Sócrates e a Reforma na Europa, onde todos estão satisfeitos com o seu direito de criticar um pensamento, uma ideologia, incluindo uma ideologia político-religiosa. Isto é mais válido no caso Islâmico, porque as proclamações Islâmicas nunca deixam os outros, os “infiéis” sozinhos. Então por que os outros não deveriam retribuir com veemência?

Por exemplo, por que um Hindu não deve dizer que a maioria das coisas pregadas em livros Islâmicos autoritários são simples ‘Adharma’, um monte de maldade, de acordo com o que os Hindus entendem por milênios? E, portanto, os Hindus e os Budistas, por exemplo, têm o direito de travar uma guerra contra as forças de asuri (demônio) representadas por todos os tipos de Islamistas. Da mesma forma, os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem. Chegou a hora do Ocidente, bem como as outras sociedades não-Islâmicas ao redor do mundo, perceber o ponto crucial e evitar inibições. Tem sido contraproducente o tempo todo.

Dr. Shankar Sharan é Professor de Ciência Política no NCERT, Nova Delhi


Raymond Ibrahim: Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

sFonte: Why Islamists and Fascists Persecute Christians – Raymond Ibrahim


Por Que Islamistas E Fascistas Perseguem Cristãos

Por Raymond Ibrahim

28 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Um estudo do Centro para Estudos sobre Novas Religiões com sede na Europa, confirmou recentemente que os “Cristãos continuam sendo os fiéis mais perseguidos do mundo, com mais de 90.000 seguidores de Cristo mortos no último ano [2016]”, o que reflete uma morte a cada seis minutos. O estudo também descobriu que cerca de 600 milhões de Cristãos ao redor do mundo foram impedidos de praticar sua fé.

Qual grupo é mais propenso a perseguir Cristãos ao redor do mundo? A resposta foi esclarecida por outro estudo recente, o qual constatou que das dez nações ao redor do mundo, onde os Cristãos sofrem as piores formas de perseguição, nove são Islâmicas, embora a pior delas e absoluta — a Coréia do Norte — não é.

O que há nos Cristãos que traz o pior de algumas pessoas, Muçulmanos em sua maioria? Três razões principais vêm à mente, embora existam mais:

  • O Cristianismo é a maior religião do mundo. Há cristãos praticamente em todo o mundo, inclusive em grande parte do mundo Muçulmano. Além disso, porque grande parte do território que o Islã conquistou ao longo dos séculos era originalmente Cristão — incluindo todo o Oriente Médio, Turquia e África do Norte — e continuando confrontando vestígios do Cristianismo. Somente no Egito, que era o centro intelectual da antiga Cristandade antes das invasões Islâmicas, restam pelo menos 10 milhões de Cristãos. Em suma, somente por conta do seu número absoluto, Cristãos no mundo Muçulmano são muito mais propensos a sofrerem sob o Islã do que outros “infiéis”.
  • O Cristianismo se dedica a “proclamar o Evangelho” (literalmente, “as boas novas”). Nenhuma outra religião maior — nem o Budismo, Hinduísmo, Judaísmo — tem esse aspecto missionário. Essas crenças tendem a ser coextensivas com certas etnias e cultivadas em certos locais. A única outra religião que tem o que pode ser descrito como um elemento missionário é o próprio Islã. Assim, porque o Cristianismo é a única religião que desafia ativamente os Muçulmanos com as verdades de sua própria mensagem, também é a religião principal a ser acusada de proselitismo, o qual é proibido pela lei Islâmica. E, ao proclamar publicamente ensinamentos que contradizem a mensagem central de Muhammad — incluindo a mensagem central do Cristianismo — os Cristãos caem em conflito também com a lei de blasfêmia do Islã. Daí a razão pela qual a maioria dos Muçulmanos que cometem apostasia por outras religiões — e são punidos por isso, às vezes com a morte — apostatam pelo Cristianismo.
  • O Cristianismo é a quintessência do martírio. Desde o início — começando com Jesus e seguido por seus discípulos e inúmeros outros da igreja primitiva — muitos Cristãos se dispuseram a aceitar a morte em vez de parar de espalhar o Evangelho — ou pior, renunciar a fé; isto era evidente nos tempos antigos nas mãos do Império Romano pagão e nos tempos medievais (e modernos) nas mãos dos Muçulmanos e de outros perseguidores. Praticamente nenhuma outra religião incentiva seus adeptos a abraçar a morte em vez de abjurar a fé. Assim, enquanto Cristo diz: “Mas aquele que me negar diante dos homens, eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” (Mateus 10:33, ver também Lucas 14:33), o Islã ensina os Muçulmanos a esconder e até a renunciar publicamente a Muhammad, em vez de morrer. Além disso, outras religiões e seitas aprovam a dissimulação para preservar a vida de seus adeptos. Um missionário do século XIX observou que no Irã “o Bahaísmo aprecia a taqiyya (ocultação da fé) como um dever, mas o Cristianismo exige a declaração pública; e portanto, na Pérsia é muito mais fácil se tornar um Bahai do que se tornar um Cristão. “[I]

É claro que as leis opressivas do Islã têm como alvo pessoas de todas ou nenhuma religião. Muitos apóstatas Muçulmanos sinceros no Ocidente, que não se converteram ao Cristianismo, devem temer a execução caso acabem nas mãos de seus ex-correligionários. No entanto, estão aqui e agora, vivos e bem no Ocidente e nos advertem, precisamente porque não estavam desafiando as verdades espirituais do Islã na ocasião, quando estavam vivendo sob sua sombra — e por que deveriam ter feito? Se a vida está limitada ao agora, como acontece na cosmovisão secular, por que arriscar, especialmente quando simplesmente não balançar o barco, como muitos “Muçulmanos moderados” o fazem, irá salvá-lo?

É de fato uma propensão do Cristianismo de não seguir a linha que, desde os seus primórdios até agora, fez com que fascistas [ii] e supremacistas de todos os tipos — desde o antigo Império Romano (de onde vem a palavra fascista) até a atual Coréia do Norte — perseguissem Cristãos. O último tem uma longa história de recusa ao silêncio, pagando uma falsa propaganda onde todos estão dispostos a compartilhar para sobreviver.

Assim como Jesus irritou Pilatos, recusando-se a proferir algumas palavras para salvar sua vida — “Você não percebe que tenho o poder de te libertar ou crucificar?”, Perguntou o despreocupado procurador (João 19:10) — seus discípulos e incontáveis ​​outros Cristãos antigos desafiaram o Império Romano, levando vários imperadores a lançar o que, pelo menos até agora, eram consideradas as piores perseguições da história dos Cristãos; e hoje, incontáveis ​​Cristãos modernos continuam sofrendo e sendo assim punidos pelos seus senhores totalitários e supremacistas — da Coréia do Norte a todos os cantos do mundo Muçulmano — pelas mesmas razões.

[i]Samuel M. Zwemer, The Law of Apostasy in Islam: Answering the Question Why There are So Few Moslem Converts, and Giving Examples of Their Moral Courage and Martyrdom (London: Marshall Brothers, 1916), 25.

[ii] Uso o termo “fascista (s)” aqui no sentido popular — como num regime não-Cristão que “reprime forçosamente a oposição e a crítica” — e não em referência a qualquer partido ou governo fascista particular história.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTUPRO NO BRASIL

Capa: Orientalist Painting by Eugene Ansen Hofmann

Estupro no Brasil

 Por Tião Cazeiro

Publicado em 29 de Dezembro de 2015 — Reeditado em 13 de Abril de 2017

O artigo “Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História” escrito por Raymond Ibrahim, traduzido por mim, e publicado neste blog no dia 3 de Agosto de 2015, continua entre os artigos mais lidos . Por quê?

Muslim sheikhs examines a slave-girl for purchase
Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História — Raymond Ibrahim

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Gangue de Estupro em Rotherham: Escândalo de Abuso Sexual — 1.400 Crianças Atingidas


A polícia Britânica escondeu a informação para não ser acusada de racismo. Porém, o Islã não é uma raça.

Veja o que Pamela Geller disse:

O Reino Unido acabou. Sem dúvida.
Alguma coisa foi feita? Não.
Eles pararam com a imigração de nações jihadistas? Não.
Levantaram a proibição [de entrar em Londres] a Robert Spencer e a mim? Não.
É tudo parte do mesmo esquema. Submissão e rendição à mais cruel e brutal ideologia sobre a face da terra.

A violação e o tráfico de meninas infiéis por Muçulmanos no Reino Unido não é diferente da violação e o tráfico de meninas Yazidis no Iraque ou a violação e o tráfico de meninas Cristãs pelo Boko Haram na Nigéria.

A escravidão sexual, a violação e o tráfico estão todos de acordo com a lei Islâmica (Sharia).

 Reino Unido – Gangues Muçulmanas De Sexo: “Pode Chegar A Um ‘Milhão’ De [Não-Muçulmanas] Crianças Vítimas De Abusos Sexuais” – Geller Report

Alcorão 3:59 
"Ó Profeta, dize as tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que (quando saírem) 
se cubram com as suas mantas; 
isso é mais conveniente, 
para que distingam das demais e não sejam molestadas; 
sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo."

Por isso Muhammad (Maomé) ordenou no Alcorão o uso do hijab, para que a mulher não seja molestada pelos próprios Muçulmanos. Leia este artigo: O Hijab e a Sharia (leitura imperdível!).

Se isso acontece hoje em dia em países como a Inglaterra, a Suécia (que lidera o ranking de estupros na Europa) entre outros, o que pode estar acontecendo no Brasil?

O Islã é o mesmo há quase 1.400 anos. 
Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

Existe gangue de estupro Muçulmana no Brasil? Ou existe, mas ninguém tem coragem de denunciar, como aconteceu na Inglaterra. Até porque é um padrão Muçulmano, como estamos vendo nos artigos apresentados e escritos por gente séria, como o Raymond Ibrahim, Robert Spencer, Pamela Geller, Brigitte Gabriel, Dr. Bill Warner, David Wood entre muitos outros.

Pintura antiga. Muçulmano marcando meninas escravas a ferro quente.

Dois excertos do artigo:  Turcos Glorificam História de Massacre e Estupro de Cristãos

Na contemporaneidade, é o mesmo que dizer “Estamos orgulhosos de nossos irmãos Muçulmanos Sunitas do Estado Islâmico (ISIS) que estão atualmente abatendo, decapitando, escravizando e estuprando as pessoas simplesmente porque são Cristãos ‘infiéis’”.

Tal orgulho, das atrocidades Islâmicas, chega até o topo na Turquia, ao presidente Erdogan, que afirma que a conquista jihadista de Constantinopla foi um verdadeiro “período iluminado”.

O comandante do Exército, General Villas Bôas ressalta que 100 mulheres são estupradas por dia no Brasil.

Veja também os dados oficiais das secretarias estaduais da Segurança coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.  O Fórum acredita que possam ter ocorrido entre 136 mil e 476 mil casos de estupro no Brasil no ano passado. Nº oficial de estupros cai, mas Brasil ainda tem 1 caso a cada 11 minutos.

Não podeira deixar de mencionar aqui o artigo do brilhante jornalista Felipe Moura Brasil em relação ao IPEA. — A verdadeira cultura do estupro | VEJA.com


Considere:

De acordo com um novo estudo da Pew Research Center, a Índia terá 1.3 bilhões de Hindus e 311 milhões de Muçulmanos em 2050. Isto fará da Índia o “maior” país Muçulmano. Hoje, a índia tem a terceira maior população Muçulmana do mundo, com 177 milhões.

Muçulmanos têm a maior taxa de fertilidade, com média de 3.02 filhos por mulher. Isso levará a comunidade Muçulmana a uma taxa de crescimento de 76% em 35 anos, a frente dos Hindus, 33% e Cristãos,18%.

Inglaterra: Homens Muçulmanos estão fazendo ’20 filhos cada’ por causa da poligamia.


Agora, ouvi comentários sobre a atuação das novelas no imaginário popular etc. Entretanto, tenho dúvidas se isso justifica o gigantesco número de estupros no Brasil. A minha consciência e história de vida não registrou esse dado de estupro por Brasileiros nesse volume.

Existe algo a mais envolvido nesse ambiente demoníaco de estupro no Brasil. Em algum momento isso será revelado, como aconteceu em Rotherham, Inglaterra. O medo de revelar está por trás disso tudo.

Será que essas novelas tem todo esse poder? Estamos falando de quase 500 mil estupros/ano. Até mesmo a ‘cultura da violência‘ pode ser vista por outra perspectiva.

Vetores como a ‘Marxislamização‘ durante décadas no Brasil, por exemplo, só pode dar nisso.

De uma coisa eu tenho certeza, misturar ‘supremacia Islãmica’ com ‘Antonio Gramsci’ dá uma bomba maior que a MOAB.

De qualquer maneira, sem provas não há acusação, apenas uma argumentação baseada em commom sense… para que haja uma investigação urgente.

E por último:

13 de Abril de 2017 — Por Robert Spencer/Jihad Watch

Reino Unido: Gangue De Estupro Muçulmana No Tribunal Com Mais De 170 Acusações De Exploração Sexual De 18 Crianças

UK: Muslim rape gang in court over 170 charges of sexual exploitation of 18 children


 


 

O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Fonte: Aprovado acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos


O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Por Tião Cazeiro

24 de Abril de 2017


Publiquei recentemente neste blog um artigo do Raymond Ibrahim intitulado “Uma ‘Fobia’ De 1.389 Anos De Idade?”  que  observa o seguinte:

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.”

Em Novembro de 2016, o governador Marconi Perillo oficializou os entendimentos para que uma fábrica de armamentos e munições dos Emirados Árabes, exclusivas para as forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina, fosse instalada em Goiás.

No dia 19 de Abril de 2017, foi aprovado um acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, que acatou o parecer do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

“Segundo Miguel Haddad, “adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países e, potencialmente, de outros daquela região”.

Portanto, resolvi questionar os brasileiros envolvidos nesse projeto, — e o faço com todo respeito, sem que isso deixe margem para o medo, pois se este fosse o caso eu não teria traduzido e publicado mais de 250 artigos dos mais respeitados experts em Islã do mundo.

Eis aqui algumas perguntas:

• O que vocês sabem sobre o Islã?
• O que os levou a não considerar os 175 milhões de Cristãos entre outras religões etc.?

Gostaria de deixar claro que não estou particularizando a religião em si, e sim as 175 milhões de pessoas que irão ser massacradas pelo antagonismo Islâmico, o Islã Político. Falo de pessoas, mulheres, crianças, pais de família etc. que serão punidas/massacradas pela sua fé. As igrejas do Egito, por exemplo, que foram e continuam sendo bombardeadas pela intolerânica Islâmica.

A Arábia Saudita é um problema para o mundo. — Arábia Saudita: O Grande Hipócrita do Mundo

Em vários artigos, sempre menciono o impressionante discurso do Presidente do Egito al Sisi, um Muçulmano fervoroso, diante das maiores autoridades do Islã e em Al Azhar:

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Ele também apelou publicamente à instituição Al Azhar para reconsiderar o uso dos livros auxiliares, num esforço para mudar a imagem internacional do Islã, de guerra e inimizade, para algo mais tolerante.

Agora, a mais alta autoridade Muçulmana do Egito deixou claro que Al Azhar nunca teve nenhuma intenção de mudar nada, que o “discurso religioso” articulado na era Medieval — o de hostilidade e violência para com o outro, em uma palavra, jihad — é o único “discurso” que os Muçulmanos podem/devem aceitar.

Al-Azhar, a principal instituição do Islã Sunita, recusa-se a declarar que o Estado Islâmico (ISIS) comete apostasia — Al-Azhar, the foremost institution in Sunni Islam, refuses to declare the Islamic State apostate

Tendo dito, gostaria de finalizar este artigo raciocinando sobre a frase do Miguel Haddad:

“Adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países…”

‘Adentrar o Oriente Médio’ deve induzir realmente muita fantasia na mente do criativo Miguel Haddad, o que me faz lembrar alguns excertos e versos do Alcorão. É importante neste raciocício, ter em mente o Exército de Muhammad (Maomé), o “homem perfeito” aos olhos dos Muçulmanos. E não é à toa que estão antagonizando o mundo todo. O genocídio de Cristãos no Oriente Médio é a prova disso. Leia também: A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Será que estes excertos e versos irão contribuir com a sociedade Brasileira através desse acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos?

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo os aprisionou em Medina, na região de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najar. Depois disso, o Apóstolo foi até o mercado de Medina, onde cavou trincheiras. E assim os enviou e decapitou suas cabeças nas trincheiras, que foram trazidas para fora diante dele, em lotes. Entre eles estavam o inimigo de Alá, Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registrem de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes, para o Apóstolo, perguntaram a Kab o que pensou que seria feito com eles. Kab respondeu: “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até o Apóstolo ter dado um fim a todos eles.” — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra,
é que sejam mortos, ou crucificados,
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos…”

Alcorão 8:12
“Vou lançar o terror
nos corações dos incrédulos.
Portanto cortarei suas cabeças
e cortarei todos os dedos deles.”

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406),
 observou em seu famoso “Muqaddimah”,
 a primeira obra de teoria histórica que:
 “Na comunidade Muçulmana,
 a guerra santa é um dever religioso
 por causa do
 universalismo da missão Muçulmana
 e (da obrigação de) converter a todos ao Islã
 ou pela persuasão ou pela força".

Alcorão 98:6
“Honestamente falando, aqueles que não creem
na religião Islâmica, no Alcorão
e no Profeta Muhammad/Maomé)
entre eles o
Povo do Livro (Judeus e Cristãos)
e demais infiéis,
terão que aceitar o
Fogo do Inferno.
Eles são as piores criaturas”.

Esses versos estão disponíveis online, podem ser acessados em sites Islâmicos (Alcorão), e são ensinados nas mesquitas instaladas no Brasil.

E agora? Vão me chamar de racista, Islamofóbico, xenófogo etc… Isso é público, não estou inventando nada.

Que futuro estão buscando para o país?  Uma “República Islâmica do Brasil“, com partidos comunistas controlando o poder, — e quem sabe dividindo as Huris no paraíso?

Ops! já ia me esquecendo de mencionar o prefeitinho de São Paulo e suas andanças pelos Emirados Árabes…. e a Lei de Migração do Aloysio Nunes… e o Papa Francisco, e a CNBB… Xiitas no Brasil…

Ideias têm consequências e no caso do Brasil, tenho a nítida impressão que o mundo vai se envolver.

Se isso não for uma invasão…

Grato pela atenção! Espero ter contribuído de alguma forma.


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Fonte/Source: Why Easter Brings Out the Worst in Islam – Raymond Ibrahim


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

17 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Por que alguns Cristãos são assassinados e muitos aterrorizados em nome do Islã nos feriados da Páscoa?

O ataque mais notável deste ano ocorreu no Egito, onde duas igrejas Cristãs Coptas foram bombardeadas durante a missa do Domingo de Ramos, deixando 50 mortos e 120 feridos.

Embora este incidente tenha recebido alguma cobertura da mídia Ocidental, os ataques às igrejas do Egito na Páscoa, ou em torno dela, não são incomuns. Por exemplo, neste último dia 12 de Abril, apenas dois dias após os ataques do Domingo de Ramos, as autoridades frustraram outro ataque terrorista Islâmico visando um monastério Copta no Alto Egito. Da mesma forma, no dia 12 de Abril de 2015, Domingo de Páscoa, duas explosões dirigidas a duas igrejas separadas ocorreram no Egito. Apesar de nenhuma ocorrência fatal— e por esta razão não houve relatos na mídia Ocidental —poderia facilmente ter resultado num grande número, baseado em precedentes (por exemplo, em 1 de Janeiro de 2011, quando os Cristãos do Egito inauguravam o Ano Novo — outro feriado Cristão para as comunidades Ortodoxas — carrosbomba explodiram perto da Igreja dos Dois Santos em Alexandria, resultando em 23 mortos e dezenas de feridos em estado crítico).

Menos espetacular, mas não menos contundente, depois de 45 anos de espera, os Cristãos de Nag Shenouda, no Egito, finalmente conseguiram uma autorização para construir uma igreja; os Muçulmanos locais responderam com tumultos e até queimaram a tenda temporária que os Coptas tinham erguido para o culto (um incidente diferente deste aqui). Rejeitados, os Cristãos de Nag Shenouda comemoraram a Páscoa na rua, para zombaria e escárnio (foto aqui)

Enquanto quase tudo pode provocar os Muçulmanos a atacar as igrejas em todo o mundo, há uma razão para que o acirramento de ânimos possa atingir um pico febril durante a Páscoa: mais do que qualquer outra festa Cristã, o Domingo da Ressurreição comemora e celebra três doutrinas centrais Cristãs que o Islã manifestamente rejeita: que Cristo foi crucificado e morreu; que ressuscitou; e que por virtude especial do último, é o Filho de Deus. Como disse o Dr. Abdul Rahman al-Bir, mufti da Irmandade Muçulmana do Egito em 2013, os Muçulmanos não devem elogiar os Cristãos durante a Páscoa, pois esse feriado “contradiz e colide com a doutrina Islâmica, ao contrário do Natal”.

Daqui por diante a carnificina faz sentido. Assim, no Domingo de Páscoa de 2016, outro atentado suicida com bombas Islâmicas ocorreu perto de um parque público infantil no Paquistão, onde os Cristãos eram conhecidos por estarem congregados e celebrando. Cerca de 70 pessoas — em sua maioria mulheres e crianças — foram mortas e quase 400 feridas. Algo semelhante estava reservado ao Paquistão este ano, em 2017, quando os funcionários frustraram um “grande ataque terrorista” dirigido aos Cristãos no Domingo de Páscoa.

Celebrar a Páscoa é um assunto especialmente perigoso nas regiões de maioria Muçulmana na Nigéria: uma igreja foi incendiada no Domingo de Páscoa de 2014, deixando 150 mortos; outra igreja foi bombardeada no Domingo de Páscoa de 2012, deixando cerca de 50 fiéis mortos; os pastores Muçulmanos lançaram uma série de ataques durante a semana da Páscoa, em 2013, matando pelo menos 80 Cristãos — principalmente crianças e idosos; além disso, mais de 200 casas Cristãs foram destruídas, oito igrejas queimadas e 4.500 Cristãos removidos.

Como a presença do Islã continua crescendo na Europa, e de acordo com a regra de números do Islã, os ataques relacionados com a Páscoa também estão crescendo. De acordo com um relatório, “a célula terrorista que atingiu Bruxelas [em Março de 2016, matando 34] estava planejando massacrar os fiéis nos cultos da Páscoa em toda a Europa, incluindo a Grã-Bretanha”. Na Escócia, em 2016, um homem Muçulmano apunhalou outro Muçulmano até a morte por desejar aos Cristãos uma Sexta-Feira Santa e uma Feliz Páscoa. E se um plano terrorista da al-Qaeda visando os consumidores durante a Páscoa no Reino Unido não fosse frustrado “certamente teria sido o pior ataque terrorista da Grã-Bretanha, com o potencial de causar mais mortes do que os ataques suicidas de 7 de Julho de 2005, quando 52 pessoas foram assassinadas”.

Episódio atrás de episódio…

É claro que, embora o Domingo da Ressurreição tenha a capacidade de ofender — e, assim, revelar o pior em alguns Muçulmanos mais do que em qualquer outro dia santo Cristão, deve-se ter cuidado para não atribuir muito dano doutrinário aos agressores. Afinal, os Muçulmanos bombardearam e queimaram igrejas Cristãs em outros feriados — uma igreja do Cairo foi bombardeada deixando 27 mortos antes do último Natal — e sem feriados. (Veja aqui o Natal de 2016, aqui o Natal de 2015, e aqui o Natal de 2014 para ver dezenas de episódios de violência Muçulmana contra e assassinato de Cristãos no contexto do Natal.)

Em suma, qualquer que seja o feriado, um número crescente de Muçulmanos parece concordar com a opinião de um clérigo Egípcio de que “o culto Cristão é pior do que assassinato e derramamento de sangue” —significando, derramando o sangue dos Cristãos e os assassinando é preferível do que permitir que exibam sua oposição aos ensinamentos de Muhammad/Maomé, como fazem naturalmente todos os Domingos na igreja. Somente os Muçulmanos doutrinariamente sintonizados, e que estão em minoria, salvam seus ataques para aquele dia especial do ano que tão flagrantemente desafia o Islã: Domingo da Ressureição.


Tradução: Tião Cazeiro —Muhammad e os Sufis

Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Fonte/Source:  How the Islamic World was Forged: An Exercise in Common Sense | Raymond Ibrahim 


Nota do blog: Resolvi reeditar e publicar novamente este artigo por causa dos ataques recentes às igrejas no Egito.


Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum

Por Raymond Ibrahim

 31 de Agosto de 2015

FrontPage Magazine

O que levou os não-Muçulmanos a se converterem ao Islã, levando à criação do mundo Islâmico?

Fontes históricas primitivas — ambas Muçulmanas e não-Muçulmanas — deixam claro que o império Islâmico foi forjado pela espada e que as pessoas abraçaram o Islã, não muito pela fé sincera, mas por uma miríade de razões,  desde a conversão com o intuito de aproveitar as benesses do “time ganhador” até a conversão com o intuito de escapar do infortúnio de estar no “time perdedor”.

É claro, como mencionado, que os primeiros textos da história estão repletos de episódios demonstrando o oposto.  No entanto, pelo fato da nossa sociedade estar cada vez mais anti-histórica, neste ensaio, me empenho para mostrar que, o puro senso comum em si, valida o que os registros históricos revelam, a saber, que o mundo Islâmico foi forjado através de violenta coerção.

E para demonstrar, usarei o Egito,  uma das mais importantes nações Muçulmanas e minha terra ancestral — como paradigma. Vou demonstrar como um fato histórico, do qual apologistas Islâmicos habitualmente se gabam  de que ainda existem milhões de Cristãos no Egito (aproximadamente 10% da população)  não é prova de tolerância Islâmica, mas sim de intolerância.

No século VII, no tempo em que o Islã estava sendo formulado, o Egito já era Cristão há séculos, [1] bem antes da Europa ter sido convertida. A Alexandria era um dos mais importantes centros eclesiásticos da antiga aprendizagem Cristã e junto com Roma e Antioquia, uma das três (Santa Sé) originais. [2]  Muitas evidências literárias e arqueológicas em andamento atestam para o fato de que o Cristianismo permeou todo o Egito.

Escrevendo por volta do ano 400,  mais ou menos dois séculos e meio antes da invasão Árabe,  John Cassian, um monge Cristão da região atualmente conhecida como moderna Romênia, observou que,

Um viajante de Alexandria ao norte, se dirigindo para Luxor ao sul ouviria ao longo da jornada os sons das rezas e rimas dos monges dispersos no deserto, dos monastérios e das cavernas, dos monges, eremitas e anacoretas. [3]

E nos últimos tempos, ambos, os mais antigos pergaminhos contendo palavras do Evangelho (que datam do século I) e a mais antiga imagem de Cristo foram descobertas em regiões separadas do Egito.

Possivelmente a mais antiga imagem de Cristo, descoberta no Egito e datada do primeiro século.

A questão agora passa a ser: o que fez essa nação tão antiga e intensamente Cristã se tornar Islâmica? Mais especificamente, o que fez os ancestrais dos atuais Muçulmanos do Egito, muitos dos quais eram Coptas Cristãos, se converterem ao Islã?

Para obter uma resposta objetiva a essa questão, um fator completamente ignorado deve ser considerado.

No século VII, quando os Árabes Muçulmanos invadiram o Egito, adentrando a era medieval, a religião não era algo para casualmente se aderir ou mudar como acontece hoje em dia no Ocidente. As pessoas daquela época eram verdadeiramente crentes, não havia uma narrativa alternativa,  não existiam reivindicações do tipo “Ciência x Deus”.

Seja qual for a religião em que uma pessoa tivesse nascido, era aceita com convicção absoluta — apesar dos muitos filmes projetando modernidade sobre os Cristãos Medievais. (Assim, o personagem central do Kingdom of Heaven, Balian e todos os outros protagonistas Cristãos rejeitam o “Cristão fanático” e exibem alguém mais aberto, tolerante e uma visão “sutil” sobre religião, incluindo o Islã. Tais representações são anacrônicas, com muito pouco embasamento histórico.)

Na Europa Medieval, a realidade do Cristianismo era gravada na mente de todos, do jovem ao mais velho. Não havia dúvida porque não havia alternativa. Conforme o historiador de Europa Medieval e Cruzadas, Thomas Madden coloca:

O mundo medieval não era o mundo moderno. Para as pessoas medievais, a religião não era algo que alguém apenas fez na Igreja. Era a ciência dele, filosofia, política, identidade e sua esperança de salvação. Não era uma preferência pessoal, mas uma verdade duradoura e universal.

Nesse contexto, apostatar, deixar a fé Cristã, especialmente por outra crença, era a coisa mais impensável de todas as transgressões contra a própria alma, um pecado que poderia levar a eterna danação.

“É a vontade de Deus!” Representações típicas de cruzados “hipócritas” em Kingdom of Heaven

É claro que a situação era a mesma com os Muçulmanos. O ponto aqui é que o homem pré-moderno levou a religião do seu povo, de sua tribo, do seu mundo, muito a sério, especialmente quando tais religiões ensinavam que o incumprimento da obrigação, ou pior, o desejo de apostatar o conduziria ao inferno eterno .

Dito de outro modo, mesmo que o Islã oferecesse um apelo intrínseco, a ideia de que os Cristãos pré-modernos eram “livres” para escolher a conversão,  livre da culpa, livre do medo, livre do trauma existencial  é puro anacronismo e, portanto implausível.

Mais uma vez, o homem Ocidental, que vive na era em que as pessoas trocam de religião com a mesma frequência que trocam de sapatos, deve ter muita dificuldade de apreciar plenamente essa ideia. Mas mesmo assim é verdade.

Após escrever que “os Cristãos viram as cruzadas ao leste como atos de amor e caridade, travadas contra os conquistadores Muçulmanos em defesa do povo Cristão e suas terras,” Madden colocou corretamente:

É muito fácil, para as pessoas modernas, descartarem as cruzadas como moralmente repugnantes ou cinicamente más. Esses julgamentos, no entanto, nos dizem mais sobre o observador do que o observado. São baseados unicamente em valores modernos (e, portanto, Ocidentais). Se, da segurança do nosso mundo moderno, somos rápidos em condenar a cruzada medieval, devemos estar cientes de que eles, também poderiam ser tão rápidos quanto, em nos condenar [a respeito dos nossos valores e prioridades]… Em ambas as sociedades, a medieval e a moderna, as pessoas lutam por aquilo que é mais importante para eles. [4]

Se os Europeus eram assim tão dedicados ao Cristianismo na era medieval, o que dizer dos Coptas do Egito, os quais já eram Cristãos há muitos séculos atrás? De fato, de acordo com algumas fontes históricas, os antigos Cristãos do Egito devem ter sido especialmente obstinados à exaustão.

O que então aconteceu, fazendo com que todos se convertessem ao Islã em massa, é a questão diante de nós?

Seria plausível acreditar que os primitivos conquistadores Muçulmanos do Egito não discriminaram contra os Cristãos nativos ou pressionaram para que se convertessem ao Islã (mesmo quando os Muçulmanos atualmente o fazem em plena era “iluminada” moderna)??

Isso é verdade, cita o professor John Esposito da Universidade de Georgetown, que os Cristãos “eram livres para praticar a sua fé de culto, para serem governados pelos líderes de sua religião e leis em áreas como casamento, divórcio e herança. Em troca, eram obrigados a pagar um tributo, um imposto de proteção (jizya) que os autorizavam a serem protegidos por Muçulmanos contra agressão externa e que os isentava do serviço militar”. refutação dessa afirmação.

De fato, o senso comum sugere nada menos que, circunstâncias extremamente severas, dificuldades  e perseguição, levaram os Coptas a se converterem ao Islã.

Claro, para o historiador que lê as fontes primárias — em oposição às principais obras de ficção sendo propagadas por tipos como Karem Armstrong entre outros  o exercício acima de senso comum é supérfluo.

As fontes primárias deixam claro que, enquanto os Coptas do Egito aquiesceram com o status de dhimmi  ou seja, — constantemente pagando somas enormes de dinheiro extorquido e aceitando a vida como pessoa de terceira classe, com pouquíssimos direitos, simplesmente por serem Cristãos — ataques de extrema perseguição explodiam regularmente. E a cada um desses, mais e mais Cristãos se convertiam ao Islã com o intuito de achar um alívio. [5]

Um exemplo revelador: Na história Muçulmana, no livro de Taqi al-Din al-Magrizi (d. 1442) a História Autêntica do Egito, episódio após episódio, registram Muçulmanos queimando Igrejas, assassinando Cristãos e escravizando suas mulheres e crianças. A única saída, então,  como acontece cada vez mais atualmente, era os Cristãos se converterem ao Islã.

Depois de registrar um ataque particularmente escandaloso de perseguição, onde muitos Cristãos foram massacrados, escravizados e estuprados; onde declaradamente cerca de 30.000 Igrejas do Egito e da Síria foram destruídas —  um número impressionante que indica também como os Cristãos do Oriente Próximo eram antes do Islã — o piedoso historiador Muçulmano deixa bem claro o porquê de Cristãos convertidos: “Nessas circunstancias um grande número de Cristãos tornaram-se Muçulmanos” (ênfase do autor). [6]

Paralelamente, em tempos de extrema perseguição, o enraizado sistema dhimmi, viu o empobrecido povo Egípcio lentamente se convertendo ao Islã ao longo de séculos, de modo que hoje apenas 10% permanecem Cristãos.

Considere as palavras de Alfred Butler, um historiador do século XIX, escrevendo antes do politicamente correto chegar ao meio acadêmico. O livro, A Conquista Árabe do Egito, destaca “o vicioso sistema de subornar os Cristãos para a conversão”.

Embora a liberdade religiosa estivesse, em teoria, assegurada aos Coptas sob a rendição, isso logo provou de fato ser sombrio e ilusório. Uma liberdade religiosa que se tornou identificada com a escravidão social e financeira, não poderia ter substancia nem vitalidade. Como o Islã se espalhou, a pressão social sobe os Coptas se  tornou enorme, e a pressão financeira, pelo menos, pareceu mais difícil de resistir, enquanto  o número de Cristãos ou Judeus responsáveis pelo pagamento do imposto [jizya] diminuiu ano após ano, e o seu isolamento tornou-se conspícuo… Os encargos dos Cristãos cresceram com força, em proporção à medida que seus números diminuíram [isto é, quanto mais Cristãos eram convertidos ao Islã, mais encargos recaiam sobre os poucos que restavam]. A maravilha, portanto, não é que muitos Coptas tenham se rendido à corrente, a qual os irritou com uma força arrebatadora sobre o Islã; mas que uma imensa multidão de Cristãos permaneceu firme contra a corrente, e nem mesmo todas as tempestades em treze séculos, conseguiram mover a fé deles da pedra de sua fundação. [7]

O leitor deve ter em mente que, embora a exposição acima seja a respeito do Egito, o mesmo paradigma se aplica ao resto das terras Cristãs conquistadas. Hoje em dia, toda a África é declaradamente 99% Muçulmana, e no entanto, poucos estão cientes de que era em sua maioria Cristã, no século VII, quando o Islã a invadiu. Santo Agostinho — indiscutivelmente o pai da teologia Cristã Ocidental — é oriundo da atual moderna Argélia.

Assim, não é exagero dizer que o “mundo Muçulmano” seria uma pequena fração de seu tamanho atual, ou talvez não existisse, se não fosse o fato de que os não-Muçulmanos se converteram ao Islã simplesmente para fugir da opressão e da perseguição. Uma vez que todos esses Cristãos se converteram ao Islamismo, todos os seus descendentes se tornaram Muçulmanos em perpetuidade, graças à lei de apostasia do Islã, a qual proíbe os Muçulmanos de deixarem o Islã sob pena de morte. “Na verdade, de acordo com o Dr. Yusuf al-Qaradawi, um líder clérigo no mundo Muçulmano, se a pena de [morte] por apostasia fosse ignorada, hoje em dia o Islã não existiria; o Islã teria desaparecido com a morte do profeta.”

Portão ensanguentado de uma Igreja Cristã Copta no Egito – uma das muitas dezenas atacadas nos últimos anos.

O qual leva a uma das ironias mais amargas do Islã: um grande número de Cristãos atualmente, especialmente no mundo Árabe, estão sendo perseguidos pelos Muçulmanos, cujos próprios ancestrais foram Cristãos perseguidos, que se converteram ao Islã para acabar com o seu próprio sofrimento. Em outras palavras, os Muçulmanos descendentes de Cristãos estão, hoje em dia, perseguindo seus primos Cristãos e portanto, perpetuando o ciclo que os tornou Muçulmanos em primeiro lugar.

Fazer uma longa história curta é simples: Passado e presente, o Islã tem sido uma religião de coerção [8]. Mais da metade do território que uma vez pertenceu à Cristandade  incluindo o Egito, Síria, Turquia e África do Norte, foi convertido ao Islamismo devido a episódios de extrema violência e sangria financeira constante.  O Estado Islâmico (ISIS), as organizações similares e os Muçulmanos ao redor do mundo não são aberrações, mas continuações. A violência, a intolerância e a coerção que eles exibem — pressionando os Cristãos a se converterem ao Islã, obrigando os Muçulmanos a permanecerem no Islã — criou  e sustenta o que hoje é conhecido como mundo Islâmico.

Não somente temos uma infinidade 
de material original 
provando todas essas conclusões, 
como também o senso comum puro, 
que demonstra tão bem quanto.

Referências Bibliográficas das notas e citações:

Nota do tradutor: Deste ponto em diante, de interesse restrito, deixarei o texto na forma original.


[1] St. Mark began evangelizing Egypt in the middle of the 1st century.
[2] That two of the three original sees of Christianity originated in what are now two Muslim nations—Egypt and Turkey—further speaks to the Christian nature of the Middle East before the Islamic invasions.

[3] Abba Anthony, Coptic Orthodox Patriarchate, Saint Anthony Monastery, March 2014, issue #3, p.6).

[4] Thomas Madden, The New Concise History of the Crusades (NY: Barnes and Noble, 2007), 223.

[5] As Muslims grew in numbers over the centuries in Egypt, so did persecution (according to Islam’s Rule of Numbers), culminating in the immensely oppressive Mameluke era (1250-1517), when Coptic conversion to Islam grew exponentially.

[6] Taqi Ed-Din El-Maqrizi, A Short History of the Copts and Their Church, trans. S. C. Malan (London: D. Nutt, 1873), 88-91.

[7] Alfred Butler, The Arab Invasion of Egypt and the Last 30 Years of Roman Dominion (Brooklyn: A & B Publishers, 1992), 464. One of the major themes throughout Butler’s book—which, first published in 1902, is heavily based on primary sources, Arabic and Coptic, unlike more modern secondary works that promote the Islamic “liberator” thesis—is that “there is not a word to show that any section of the Egyptian nation viewed the advent of the Muslims with any other feeling than terror” (p. 236):

Even in the most recent historians it will be found that the outline of the story [of the 7th century conquest of Egypt] is something as follows: …. that the Copts generally hailed them [Muslims] as deliverers and rendered them every assistance; and that Alexandria after a long siege, full of romantic episodes, was captured by storm.  Such  is the received account.  It may seem presumptuous to say that it is untrue from beginning to end, but to me no other conclusion is possible. [pgs. iv-v]

Butler and other politically incorrect historians were and are aware of the savage and atrocity-laden nature of the Islamic conquests.  The Coptic chronicler, John of Nikiu, a contemporary of the Arab conquest of Egypt and possibly an eyewitness, wrote:

Then the Muslims arrived in Nikiu [along the Nile]… seized the town and slaughtered everyone they met in the street and in the churches—men, women, and children, sparing nobody.  Then they went to other places, pillaged and killed all the inhabitants they found….  But let us say no more, for it is impossible to describe the horrors the Muslims committed…

Not, of course, that the average Muslim is aware of this fact. Indeed, in 2011 the Egyptian Muslim scholar Fadel Soliman published a book that was well received and widely promoted in the Islamic world, including by Al Jazeera, entitled Copts: Muslims Before Muhammad.  The book makes the ahistorical and anachronistic—in a word, the absurd—argument that Egypt’s 7th century Christians were really prototypical Muslims and that that is why Arabia’s Muslims came to “liberate” them from “oppressive” Christian rule.

[8] If not in theory, certainly in practice.   See “Islamic Jihad and the Doctrine of Abrogation.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis