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Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

200 milhões de mulheres foram submetidas à mutilação genital

Foto/Capa/Crédito: Adital – Novo impulso na luta contra a mutilação genital feminina

Fonte/Source: 200 million women have undergone genital mutilation — 70 million more than previously thought http://buff.ly/…

200 milhões de mulheres foram submetidas à mutilação genital —70 milhões a mais do que previamente se pensava

Por ROBERT SPENCER – JIHAD WATCH

06 de Fevereiro de 2016

“Os 30 países” em que a mutilação genital feminina (MGF) se mostra prevalecente estão “principalmente na África, Oriente Médio e Ásia”. Hmmm. O que possivelmente poderiam ter em comum? E por que é tão disseminada? A resposta é porque a mutilação genital feminina é sancionada pela Lei Islâmica: “Circuncisão é obrigatório (para todos os homens e mulheres) (retirando o prepúcio, pele que cobre a glande do pênis do homem, mas a circuncisão feminina se dá retirando o bazr ‘clitóris’ [isso se chama khufaadh ‘circuncisão feminina’]). “—‘Umdat al-Salik e4.3, traduzido por Mark Durie, The Third Choice, p. 64

De acordo com Reza Aslan, a mutilação genital feminina “não é um problema Islâmico. É um problema Africano… É um problema da África Central. A Eritreia tem quase 90 por cento de mutilação genital feminina. É um país Cristão. A Etiópia tem 75 por cento de mutilação genital feminina. É um país Cristão. Em nenhum outro lugar Muçulmano, estados de maioria Muçulmana, a mutilação genital feminina se presta à discussão”. Além de sua visão idiota que a Eritreia e a Etiópia estão na África Central, Aslan está errado ao afirmar que “em nenhum outro lugar Muçulmano, estados de maioria Muçulmana, a mutilação genital feminina se presta à discussão” Será que ele pensa também que a Indonésia está na África Central?

FGM

“Quase 70 milhões a mais mulheres do que previamente se pensava foram submetidas a mutilação genital feminina – MGF,” Telegraph, 05 de Fevereiro de 2016, (agradecimentos a todos que nos enviaram o artigo a seguir):

A estimativa é de que pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres em 30 países tenham sido submetidas a circuncisão feminina — metade delas no Egito, Etiópia e Indonésia, disse a UNICEF, agência da ONU dedicada às crianças, através de um relatório divulgado na quinta-feira a noite.

O relatório estatístico da UNICEF relatou que a estimativa global inclui cerca de 70 milhões a mais de meninas e mulheres do que foi estimado em 2014. Disse também que é devido ao crescimento populacional em alguns países e novos dados da Indonésia.

A Assembleia Geral da ONU aprovou por unanimidade, em dezembro de 2012, uma resolução exigindo a proibição global da mutilação genital feminina, uma prática secular, decorrente da crença de que a circuncisão de meninas controla a sexualidade das mulheres e aumenta a fertilidade. Uma das metas adotadas pela ONU em Setembro último exige que a prática seja eliminada até 2030.

O Vice-Diretor Executivo da UNICEF Geeta Rao Gupta disse em um comunicado, coincidindo com um novo relatório, que “determinar a magnitude da mutilação genital feminina é essencial para eliminar a prática”.

Embora tenha havido um declínio geral na prevalência da mutilação genital feminina ao longo das últimas três décadas, a UNICEF informa que não é o suficiente para acompanhar o aumento populacional. Advertiu que se as tendências atuais continuarem, o número de meninas e mulheres submetidas a mutilação genital feminina “aumentará significativamente ao longo dos próximos 15 anos.”

A especialista em estatística da UNICEF Claudia Cappa, principal autora do relatório, disse que a estimativa de 200 milhões de circuncisões vem através de pesquisas domiciliares sobre a prevalência da mutilação genital feminina, e dos modelos estatísticos.

Os 30 países, principalmente na África, Oriente Médio e Ásia, “tem dados representativos em grande escala”, disse à AP. “Ainda acho que esta é uma estimativa conservadora, porque sabemos que há muitos mais países onde existe a prática, mas que não poderia informar sobre eles com o mesmo nível de cuidado, porque não temos dados disponíveis”.

Cappa disse ainda que a prática existe em outros países não envolvidos no estudo, onde os dados em grande escala não estão disponíveis, como a Índia, Malásia, Omã, Arábia [sic] Saudia, Emirados Árabes Unidos, bem como em bolsões da Austrália, América do Norte e Europa, onde os imigrantes de países com um grande número de circuncisões femininas residem.

Em 30 países, a UNICEF disse que a maioria das meninas foi circuncidada antes de alcançar seu quinto aniversário. “No Iêmen, 85 por cento das adolescentes experimentaram a prática em sua primeira semana de vida”, disse a agência.

De acordo com os dados, as meninas menores de 14 anos de idade representam um número estimado de 44 milhões de pessoas que foram incisadas, com maior prevalência nesta faixa etária em Gâmbia com 56 por cento, a Mauritânia com 54 por cento e na Indonésia, onde cerca de metade das adolescentes com idades compreendidas entre 11 ou inferior foram submetidas à prática.

Países com maior prevalência entre meninas e mulheres com idades entre 15 e 49 anos são a Somália com 98 por cento, Guiné com 97 por cento e Djibouti (Jibuti) com 93 por cento, disse a UNICEF.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Por que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

Fonte/Source: Why Western Nations Should Only Accept Christian Refugees | Raymond Ibrahim

Nota do Blog: 

O artigo a seguir, é uma resposta à parte da “grande mídia Brasileira”, que junto com seus correspondentes, principalmente da hipócrita Arábia Saudita, querem a todo custo proteger o Islã. A ponto de dizer que “Esquecemos que Assad é a maior razão do êxodo de sírios?“, — inclusive com ‘Sírios’ no diminutivo. Que este artigo sirva como orientação à nação Brasileira, para que o extremo sofrimento dos Cristãos do Oriente Médio, não seja ofuscado por “GRUPOS”  desinformantes. E que a nação, em algum momento, através da verdadeira advocacia, processe esses mentecaptos, que querem impor de fato, uma agenda Islâmica no Brasil.

Por Que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

Por Raymond Ibrahim

16 de Setembro de 2015

FrontPage Magazine

 Enquanto os refugiados do Oriente Médio inundam o Ocidente, um número de países — incluindo Hungria, Bulgária, Polônia, República Checa, Eslováquia, Chipre e Austrália — está desafiando o politicamente correto porque quer aceitar apenas refugiados Cristãos.

Cristãos Oriente Médio

Enquanto cada vez mais, vozes “progressistas” gritam “racismo”, o fato permanece: existem várias razões objetivas para que o Ocidente dê prioridade, senão exclusividade, aos Cristãos refugiados  e algumas dessas razões são de fato em benefício das nações Europeias anfitriãs.

Considere:

Os Cristãos são as verdadeiras vítimas de perseguição. Do ponto de vista humanitário — e do humanitarismo, é a principal razão que está sendo citada para receber refugiados — os Cristãos devem receber prioridade máxima simplesmente porque é o grupo mais perseguido no Oriente Médio — muito antes do fenômeno Estado Islâmico (ISIS) surgir. Como disse o Ministro das Relações Exteriores da Austrália, Julie Bishop, “Penso que as minorias Cristãs estão sendo perseguidas na Síria, e mesmo que o conflito termine, ainda assim serão perseguidos.”

De fato. Enquanto são especialmente visados pelo Estado Islâmico (ISIS), antes do novo “califado” ter sido estabelecido, os Cristãos eram e continuam a ser alvejados pelos Muçulmanos — máfia Muçulmana, indivíduos Muçulmanos, regimes Muçulmanos e terroristas Muçulmanos de países Muçulmanos de todas as raças (Árabes, Africanos, Asiáticos, etc.) — e pela mesma razão: Cristão é o infiel número um. Leia Crucified Again: Exposing a Nova guerra do Islã contra os Cristãos para ver centenas de anedotas anteriores ao surgimento do ISIS, bem como as doutrinas Muçulmanas que criam tamanho ódio e desprezo contra os Cristãos.

Por outro lado, os refugiados Muçulmanos — ao contrário de muitos do Estado Islâmico (ISIS) entre outros jihadistas infiltrados posando de “refugiados” — não estão fugindo da perseguição direta, mas do caos criado pelos ensinamentos violentos e supremacistas da sua religião, no caso, o Islã. Não é à toa que Samuel Hutington, que de forma esplêndida, ressaltou que “As fronteiras do Islã são sangrentas, e assim são suas entranhas.” Isto significa que, quando os Muçulmanos entram em nações Ocidentais, o caos, a perseguição e a mutilação seguem coesas. Dê uma olhada nas cidades da Europa Ocidental – como exemplo Londonistan — que já possui uma enorme população Muçulmana para ter uma ideia.

Nota do tradutor: Londonistan é o apelido pejorativo atualmente em uso, por partes da mídia, referente à Londres, pela tolerância do Governo Britânico a presença de vários grupos Islâmicos.

A perseguição de Cristãos tem sido cada vez mais ativada por políticas Ocidentais, especialmente pela administração Obama. Em outras palavras, as nações Ocidentais deveriam aceitar refugiados Cristãos, tendo como base o fato de que a intromissão Ocidental no Oriente Médio é diretamente responsável pela agravação da situação das minorias Cristãs. Afinal, os Cristãos não fugiram da Síria de Bashar Assad, ou do Iraque de Saddam Hussein. A perseguição sistemática deles começou de fato, depois que os Estados Unidos entre outros, interferiram nessas nações em nome da “democracia”. Tudo que fizeram foi libertar as forças jihadistas que os ditadores mantiveram reprimidas por muito tempo.  Agora, o Estado Islâmico (ISIS) está profundamente incrustado em todas as três nações, escravizando, estuprando e massacrando inúmeros Cristãos “infiéis” e outras minorias.

As reflexões de Vladimir Putim sobre os refugiados são claramente verdadeiras:

Essa é uma crise que foi absolutamente esperada… Nós na Rússia e o seu humilde servo, dissemos alguns anos atrás que haveria grandes problemas, caso os nossos chamados parceiros Ocidentais comandassem, o que eu sempre chamei de política externa “errada” especialmente em regiões do Mundo Muçulmano, como o Oriente Médio e o norte da África  a qual continuam praticamente até os dias de hoje.

O líder Russo corretamente acrescentou que “as pessoas estão fugindo não do regime de Bashar Assad, mas do Estado Islâmico (ISIS), que tomou grandes áreas na Síria e no Iraque, e estão cometendo atrocidades por lá. É disso que estão escapando.”

Assim, se o Ocidente é responsável por desencadear a jihad com força total sobre os Cristãos, certamente é para eles que o Ocidente deve dar prioridade, do ponto de vista humanitário.

Diferente dos Muçulmanos ou mesmos dos Yazidis, Cristãos são facilmente assimilados nos países Ocidentais, devido à herança Cristã compartilhada. Como a Eslováquia, que prefere refugiados Cristãos, esclarece corretamente que, os Muçulmanos não se adaptam, inclusive porque não existem mesquitas na Eslováquia. Por outro lado, “a Eslováquia, como um país Cristão, pode realmente ajudar os Cristãos da Síria a encontrar uma nova casa na Eslováquia”, disse o ministro do Interior.

Isso também é senso comum. Os mesmos ensinamentos Cristãos que moldaram a Europa ao longo dos séculos são os mesmos que moldam os Cristãos do Oriente Médio — seja ortodoxo, católico ou protestante. Como disse o Padre Noel de San Diego, com relação aos refugiados Cristãos Iraquianos que conseguiram fugir do Estado Islâmico (ISIS), mas que agora estão apodrecendo num centro de detenção dos Estados Unidos: os Cristãos do Oriente Médio “que vieram pra cá [América] ‘querem se tornar bons cidadãos’ e outros que chegaram há uma década tornaram-se advogados, professores ou outro membro produtivo da sociedade.”

Enquanto isso, os Muçulmanos seguem um modelo completamente diferente, ou seja, o Alcorão — que condena Cristãos pelo nome, apela à guerra constantemente (jihad) contra todos os não-Muçulmanos e apóiam um grande número de práticas totalmente anti-Ocidentais. Por isso, não é nenhuma surpresa que muitos requerentes de asilo são no fundo Muçulmanos anti-Ocidentais, se não forem membros de organizações jihadistas.

Os Cristãos do Oriente Médio trazem uma linguagem confiável e habilidades culturais que são benéficas ao Ocidente. Entendem o Oriente Médio,— incluindo a mentalidade Islâmica, — por conseguinte, podem ajudar o Ocidente a compreendê-la. Além disso, ao contrário dos Muçulmanos, os Cristãos não têm questões tipo “conflito de lealdade”: A lei Islâmica proíbe os Muçulmanos de ajudar “infiéis” contra concidadãos Muçulmanos (clique aqui para ver algumas deslealdades que acontece nos Estados Unidos e clique aqui para ver outras deslealdades que os Cristãos sofreram por parte dos vizinhos e “amigos” Muçulmanos de longa data). Realmente, existe um livro inteiro sobre como os “agentes duplos” Muçulmanos se infiltram em cada esquina do governo dos Estados Unidos. Não existe esse tipo de ameaça entre os Cristãos do Oriente Médio. Eles também rendem a Deus o que é de Deus e a César o que é de César.

Nota do tradutor: Para os não versados na língua Inglesa, que é o objetivo deste blog, a ideia sobre as deslealdades é o seguinte: O Barack Obama mudou a lei para que os cidadãos Muçulmanos com cidadania Americana, possam ser eximidos, caso o país entre em guerra contra algum país Muçulmano.
E a segunda circunstância, mencionada pelo autor via link, fala sobre as comunidades Muçulmanas que durante longa data, vivendo lado a lado com os não-Muçulmanos,  com fortes laços afetivos, mudaram de lado assim que o Estado Islâmico (ISIS) invadiu a região. Ou seja, se alinharam aos Muçulmanos, abandonando os não-Muçulmanos à própria sorte. Entenderam?

Finalmente, torna-se desnecessário dizer que os Cristãos do Oriente Médio não possuem nenhuma simpatia pelas mesmas pessoas e  a ideologia que fizeram de suas vidas um inferno vivo  — as mesmas pessoas e a ideologia que são também hostis a todo o Ocidente. Dessa forma, todos ganham: Ocidente e o Oriente Médio se complementarão na medida em que ambos os lados compartilham o mesmo inimigo.


As razões apresentadas acima — desde aquelas que oferecem ajuda humanitária às verdadeiras vítimas da perseguição até as que oferecem benefícios ao Ocidente —  são inatacáveis em lógica e sabedoria. Contudo, diante do fato de que progressistas Ocidentais priorizam ideias politicamente corretas e fantasias sobre a dura realidade, a chance de serem consideradas é muito pequena.

Muito pelo contrário: na América e na Grã-Bretanha, Cristãos perseguidos estão “no fundo do poço” dos refugiados a conseguirem asilo. Muçulmanos têm prioridade. Desde Janeiro de 2015, os Estados Unidos concederam asilo na relação de seis Muçulmanos para cada Cristão aceito.

A razão disso é simples: De acordo com a mentalidade progressista  que domina os governos Ocidentais, mídia e o meio acadêmico — receber refugiados tem pouco a ver com altruísmo, mas tudo a ver com o egoísmo: Representa pouco, aquele que está sendo perseguido, — mas como visto, o Ocidente é diretamente responsável por exacerbar, de forma extrema, o sofrimento dos Cristãos.

Não, o importante é “nos sentirmos bem” a cerca de nós mesmos. Mas, receber Muçulmanos “estrangeiros” ao invés de “ficar ao lado” do “familiar” Cristão deixa os progressistas “iluminados”, “de cabeça aberta”, “tolerantes” e “multiculturais” —  e isso é tudo o que importa.

Enquanto isso, a realidade caminha calmamente sobre: A mesma mentalidade Islâmica que massacra os Cristãos “infiéis” no Oriente Médio e que agora é bem-vinda no Ocidente com braços abertos.


Tradução: Sebastian Cazeiro

Al Azhar Distribui Livretos Gratuitos Dedicados a Desacreditar o Cristianismo, a “Religião Fracassada”

Fonte/Source: World’s Leading Islamic University Al Azhar distributing free book dedicated to discrediting Christianity, the “failed religion” | Pamela Geller, Atlas Shrugs

Al Azhar Distribui Livretos Gratuitos Dedicados a Desacreditar o Cristianismo, a "Religião Fracassada"

Por Pamela Geller, Atlas Shrugs

9 de Junho de 2015

Está cada vez mais claro que aqueles que estão enfaticamente insistindo de que: o apartheid de credo, o apartheid de gênero, o ódio ao Judeu, a opressão, a supressão e o genocídio comandado pelo Alcorão, Hadith, Sira e outros – é “incompreensão” do Islã – são apologistas da mais brutal e intolerante ideologia sobre a face da terra.

alazhar folheto 2

Por Raymond Ibrahim – Al Azhar distributing free book dedicated to discrediting Christianity, the “failed religion”

Al Azhar Distribui Livretos Gratuitos Dedicados a Desacreditar o Cristianismo, a “Religião Fracassada” 

9 de Junho de 2015

Al Azhar – indiscutivelmente a mais prestigiada universidade Islâmica – continua a incitar os  Muçulmanos do Egito contra os Cristãos. Recentemente, a universidade foi vista distribuindo livretos grátis dedicados a desacreditar o Cristianismo, repletos de ataques diretos ao Cristianismo em geral, e aos Cristãos Coptas do país em particular.

O Cristianismo é referido como uma “religião fracassada”, enquanto o Islã é saudado como a religião verdadeira e superior.

Pela simples razão de que as “sementes de fraqueza” são inerentes ao Cristianismo e a Bíblia, diz o livreto, o Islã foi facilmente capaz de suplantá-lo no Oriente Médio.


Tradução; Sebastian Cazeiro

Rasheed, O GLOBO e o blá-blá-blá…

Foto / Capa: (AKO RASHEED/REUTERS) – Moradores inspecionam uma igreja danificada depois de um ataque a bomba no centro de Kirkuk (Iraque) pelo grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS). 

É com todo respeito ao Jornal O GLOBO que faço a seguinte pergunta:

Por que insistem em publicar 
os artigos tendenciosos 
do jornalista Rasheed Abou-Alsamh 
sobre Oriente Médio?

Hoje, sexta-feira, 14/11/2014, o jornal O GLOBO publicou na página 18 (Opinião) mais um artigo do jornalista Rasheed Abou-Alsamh  intitulado “Quando o incentivo ao ódio falha”.

Pois bem, esse artigo ocupa nada menos que quase meia página para simplesmente…:

  1. Enaltecer o  Rei Abdullah Bin-Abd-al-Aziz Al Saud da Arábia Saudita
  2. Glorificar “a mais alta autoridade religiosa do país, o grande Mufti Sheikh Abdul Aziz al-Sheikh.”
  3. Proteger a imagem do Islã dizendo que “Al-Sheikh declarou que o ataque foi contra os ensinamentos do Islã”.

O resto é puro blábláblá que nada acrescenta a sociedade Brasileira. Para não ser injusto, acrescenta aos intelectuais que discutem política externa, cenário internacional, mencionando pérolas como “o problema de Israel é o excesso de democracia” sem mencionar a violência dos ensinamentos Islâmicos.

Debater o Oriente Médio no jornal ou na TV sem reconhecer os ensinamentos violentos do profeta Muhammad e os objetivos do Islã em escala global acaba alimentando conclusões sombrias do tipo: ingenuidade, falsidade ideológica, falsidade intelectual etc.  Portanto, a verdade tem que prevalecer, tem que ser divulgada para evitar esse tipo de ruido.

Já estamos vivendo no tão falado “Clash of Civilizations” ou “Choque de Civilizações”. Não estou falando do futuro e sim do “now”, do agora. Já estamos nele e muito precisa ser dito sobre o Islã com relação a perseguição aos Cristãos no Oriente Médio, aos Judeus etc.

Não precisamos de propaganda Islâmica no Brasil. 

O Brasil já está cometendo erros básicos com relação ao Islã.

O uso do “Hijad” ou “Véu” 
em documentos importantes como passaporte, 
já prova que em breve o país 
não irá segurar o volume de problemas 
que o Islã irá (não confunda com Irã) impor. 

Temos 123 milhões de Cristãos e algo em torno de 110 mil judeus entre outras religiões como o Budismo etc.

E tudo que temos são esses malditos artigos do Rasheed enfiando goela abaixo que o Islã não é violento; que o Estado Islâmico (ISIS) não representa o Islã; que Israel massacrou os Palestinos; que Boko Haram não representa o Islã; que o Islã é puro, inocente etc.

Pelo amor de Deus, 
o jornal precisa agir e mudar esse cenário 
o mais rápido possível 
ou o descrédito virá a galope. 
Isso depõe contra o jornal 
e o jornal não merece isso, 
reconhecemos o grande trabalho que fazem. 
Portanto, ouçam o que estamos dizendo... 

O Embaixador de Israel Rafael Edad criticou muito bem o jornalista Rasheed e eu o também fiz no meu blog.

Recentemente também critiquei o livro “Sobre o Islã” do jornalista Ali Kamel no meu  Blog:

  1. Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte I | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1xECrxM
  2. Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte II | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1uamixV

O Brasil precisa se posicionar sobre o Islã ou vamos ter um futuro trágico pela frente.

A Europa já está em sérios apuros e  já está com o futuro comprometido. A Suécia está se autodestruindo e isso, por incrível que pareça, não é divulgado no mainstream sueco de acordo com fontes internacionais.. A Suécia já não controla mais as 55 áreas Muçulmanas espalhadas por 22 cidades onde a polícia não entra, a Sharia legisla, rejeitam o sistema jurídico do país e principalmente os próprios suecos.

Invadem a sua casa, 
usufruem do que é seu 
e ainda escorraçam você.

Londres está vivendo seus últimos anos de liberdade enquanto a Bolsa de Valores de Londres opera o Sukuk, ou seja, Islamic Bonds.

O Brasil precisa atuar com leis severas para frear a expansão Islâmica que já está descontrolada ou será tarde demais. O país não pode se render às “exceções” (o uso do Véu em documentos por exemplo) e nem a expansão Islâmica como vem acontecendo no exterior.

Existem Muçulmanos pacíficos? 
Sim, certamente, mas eles não têm a luz 
para se levantarem contra os ensinamentos 
violentos do profeta Muhammad 
e nem contra a imensa 
influência externa Islâmica no Brasil 
proveniente de interesses políticos 
visivelmente Petistas. 
Tenham isso em mente. 

Por último, Xiitas e Sunitas (mencionados no artigo do jornalista Rasheed) estão em plena guerra pelo controle do Califado Global. E não estão contra os ensinamentos do Islã que impõe o genocídio de Judeus e Cristãos (Povo do Livro) em todo mundo.

A minoria religiosa 
mais perseguida no Mundo 
atualmente são os Cristãos. 
Especificamente as minorias que vivem 
em países de maioria Muçulmana. 
E estamos falando no sentido 
mais duro da palavra, ou seja: 
“ponha-se no seu lugar ou vamos matá-los”.
"Ponha-se no seu lugar" significa 
se tornar um cidadão de segunda classe 
em território Muçulmano. 
E as opções são claras: 
conversão ao Islamismo, 
pagamento da Jizya (imposto) 
ou MORTE.