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O Islã e a “Grande Mídia” – VI

Foto Capa: Pintura de Frederick Goodall

O Islã e a “Grande Mídia” – VI

Por Tião Cazeiro

30 de Novembro de 2015

Outra pérola do colunista do jornal O GLOBO Rasheed Abou-Alsamh, publicado no dia 27 de Novembro deste ano.

O artigo intitulado “A repercussão sombria dos ataques em Paris” traz como “novidade” a desinformação para desassociar o Islã da imagem do Estado Islâmico (ISIS). Vamos dar uma olhada.

Eis alguns excertos do artigo:

Nota: Ênfase adicionada pelo blog.

Os terroristas, todos de ascendência árabe e muçulmana, eram muito jovens, variando de 20 a 26 anos de idade. Todos nasceram na Europa na França ou na Bélgica. E todos eram conhecidos por hábitos bem laicos, como beber álcool, frequentar bares e baladas, vender drogas e envolvimento em crimes mesquinhos.

Ou seja, eram apenas jovens Europeus, com hábitos bem laicos, como todo Europeu metido com drogas, baladas etc. Apenas uma galerinha. Não eram Muçulmanos moderados de verdade. Eram só uma coisinha.

A pergunta que não quer calar na minha mente é como se faz a transição de ser um jovem laico para se tornar um extremista que quer explodir tudo em nome de sua religião, e como vingança contra o que eles vêem como ataques ao Islã e ao mundo Árabe, especialmente o bombardeio diário da Síria pela França e Rússia.”

Como se faz a transição? De jovem laico a extremista? Como vingança? Um jornalista como o Rasheed, que trabalhou por 20 anos como repórter e Editor Sênior da Arab News em Jeddah, Arábia Saudia, com certeza conhece os ensinamentos violentíssimos de Muhammad no Alcorão. Esses jovens enxergam no Estado Islâmico (ISIS) ou EI, o que está escrito no Alcorão.

Alcorão 9:14      
Combatei-os! Alá os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis.
   Alcorão 9:20      
Os fiéis que migrarem 
e sacrificarem seus bens 
e suas pessoas pela causa de Alá, 
obterão maior dignidade ante Alá 
e serão os ganhadores.

Continuando…

Depois de atraí-los, o EI leva esses jovens para a Síria para serem treinados em atos terroristas e para a lavagem cerebral que os transforma em máquinas de matar.

Abu Bakr al-Baghdadi

Os jovens recebem treinamentos, mas a “lavagem cerebral” já foi feita muito antes disso via Alcorão. Esses jovens, com idade ideal para guerra, são Muçulmanos e como todos os outros seguem o Alcorão, igual à turma do ISIS ou EI. Não são atraídos, são voluntários. Segue o líder Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa que tem doutorado em Estudos Islâmicos.

Mas voltando aos ataques em Paris, a repercussão em termos de islamofobia no mundo inteiro tem sido terrível.”

Vitimização. Por que o mundo está nos tratando assim quando somos a religião de paz? São todos uns Islamofóbicos irracionais. Não conhecem os Muçulmanos moderados pacíficos.

No Brasil, uma nova pesquisa mostrou que agressões a muçulmanos nas ruas do Rio de Janeiro cresceram 1.016% em um ano. A maioria dos abusos foram agressões verbais a mulheres muçulmanas que usam o véu. Foram 67 casos registrados por essas mulheres somente de janeiro a agosto deste ano, sendo a maioria xingada de “mulher-bomba”.”

Não culpe os Brasileiros pela imagem extremamente negativa que a religião Islâmica criou para si mesmos, ao redor do mundo. Eu não apoio esse comportamento, essas agressões a Muçulmanos nas ruas, mas o Islã está forçando a sua ideologia no Brasil, onde a religião predominante é a Cristã. Além disso, o Islã massacrou 65 milhões de Cristãos. Destruiu 30.000 igrejas.

A vitimização é uma estratégia conhecida e muito usada pelo Islã, para ocupar espaços. O Islã através do hijab, por exemplo, infelizmente aceito em documentos oficiais, como o passaporte, está ocupando espaços e se aproveitando da falta desse tipo de informação  no Brasil.

Não nos acuse do que você faz, vide Arábia Saudita, e não nos chame do que você é. O Islã é incompatível com o Ocidente. Muçulmanos são proibidos de fazer amizade com Kafirs (não-Muçulmanos). Este verso do Alcorão é ensinado nas mesquitas.

Alcorão 05:51  
Oh Você que acredita!
Não tenhas os Judeus e os Cristãos como amigos,
pois eles são amigos entre si,
e aquele que entre vocês fizer deles um amigo, certamente será um deles;
e certamente Alá não guiará as pessoas injustas.

Precisamos acabar com essa loucura do EI, que não representa, nem um pouco, a maioria dos muçulmanos moderados.

Mais uma vez o Islã não representa o Estado Islâmico (ISIS). Algo em torno de 30.000 Muçulmanos aderiram ao ISIS por quê? Lavagem cerebral?

O mundo islâmico deve usar suas vastas reservas de moderação para pregar a paz e o equilíbrio naturais no Islã.

Quem acredita nisso? Vejam o que o Islamismo e os Sufis fizeram na Índia: O Lado Sinistro do Sufismo

Os países do Ocidente, por sua vez, não podem cair na armadilha de querer desconfiar de todo muçulmano a ponto de querer colocá-los em campos de detenção, como os americanos fizeram com seus cidadãos de ascendência japonesa durante a Segunda Guerra Mundial.

Agora ataca os Americanos. Devia reconhecer que o Islã massacrou 65 milhões de Cristãos. E que ao longo de 1.400 anos massacrou 270 milhões de pessoas.

Creio que já evoluímos o bastante para distinguir o bem do mal em qualquer população e religião. Os terroristas querem que o Ocidente maltrate e mate muçulmanos em atos de vingança pelos ataques em Paris. Não podemos sucumbir a isso, e não devemos dar esse prazer irracional aos terroristas.”

Então os terroristas Muçulmanos querem matar os Muçulmanos? Uau! É isso? E querem que o Ocidente maltrate e mate os Muçulmanos por vingança? Não existe uma Jihad Global contra o kafir (não-Muçulmano)?  Os terroristas Marcianos querem maltratar os pobres Muçulmanos indefesos? Que coisa confusa. O jornalista está confuso ou desinformando?

Não, ninguém quer matar os Muçulmanos. O problema é que quando um Muçulmano diz que o Islã não é violento ou que o Islã é pacífico (harmonioso), está se referindo a paz que virá quando o mundo todo se submeter à Jurisprudência Islâmica (Sharia), ou seja, ao Islã. Sendo que no final, se acontecer, ainda terão que aguentar os Sunitas contra os Xiitas. Briga feia. Não vai sobrar ninguém.

Tudo que vemos ao redor do mundo é a violência Islâmica, a enganação, a imposição a todo custo da “religião Islâmica” sobre todas as outras formas de religião, comportamento, cultura etc.  É o povo das necessidades especiais como o hijab, rezas em ruas, proibição de tudo, inimizade com o kafir etc. É um  empreendimento paramilitar totalitário em ação.

A entrevista com o Sheik Mohammad Al-Bukai recentemente mostrou muito bem o velho padrão Islâmico, o “exemplo para a humanidade”. O Islã não se adapta, não se integra, não resolve as contendas religiosas com o Cristianismo, não é humilde, não divide. O Islã invade. 

Arábia Saudita:  
“Em outras palavras, qualquer um que tentar levar Bíblias ou literatura Evangélica 
para o país terá todo material confiscado, 
será preso e condenado à morte.”

E ainda querem criar mais laços entre países Árabes e Sul-Americanos. Leia: Aspa cria mais laços entre países árabes e sul-americanos por Rasheed Abou-Alsamh

Diálogos: Uma conversa com um dos sheiks mais novos do Brasil, Sheik Mohamad Al-Bukai – GloboNews


 

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Um Recado ao GRUPO GLOBO

Um Recado ao GRUPO GLOBO por Sebastian Cazeiro

Comentários sobre dois artigos publicados hoje (7/03/2015) no setor “Opinião” do Jornal OGLOBO:

1. O Infrutífero comício de Netanyahu nos EUA – Artigo Editorial

2. O delírio de Mohammed Emwazi pelo jornalista Rasheed Abou-Alsamh

Vamos a eles:

  1. O Infrutífero comício de Netanyahu nos EUA – Artigo Editorial:

O artigo simplesmente menospreza o brilhante discurso do Primeiro Ministro de Israel Netanyahu o chamando de “comício”, não levando em conta o nível de preocupação real diante do que vem acontecendo entre os EUA e o Irã que de certa forma está cima de eleições.

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As relações entre a administração do Muçulmano Barack Obama com o Irã, através do seu líder psicopata Ali Khamenei, que prega em vídeos a destruição total de Israel, Europa e já se diz em guerra com os Estados Unidos; deixa clara a certeza de que o discurso de Netanyahu foi muito bem vindo, necessário e principalmente da forma como foi realizado, ou seja, passando por cima da cabeça desse traidor da nação Americana. O Imperador Barack Hussain Obama II é reconhecido pelos maiores especialistas em Islã e Oriente Médio como – um palhaço sem caráter e sem determinação.

Dizer que Netanyahu não apresentou propostas é uma mentira. A sua presença no Congresso é a melhor proposta e a entregou ao povo Americano. A de que Barack Obama, o traidor, está destruindo a América de dentro para fora e essa estratégia já foi dita e prometida por terroristas Islâmicos no Oriente Médio. Os Muçulmanos antenados sabem disso. O discurso do Netanyahu repercutiu muito positivamente nos EUA, apoiado por quem conhece o assunto.

Diz o artigo:

“O pronunciamento de Netanyahu, além de não ajudar a construção de uma solução pacífica para o impasse nuclear iraniano, feriu o protocolo diplomático, estimulou o Congresso a intervir em negociações conduzidas pelo Executivo e colocou Israel e EUA, dois aliados históricos, em seu pior momento”. OGLOBO.

Esse tom diplomático, higiênico, cheio de protocolos, clean, executivo, com ar de secretária gostosa como expressa o jornal, não revela a brutalidade por trás da cortina Iraniana. Israel vive isso na carne, no dia a dia, não nas BMWs dos diplomatas e executivos brasileiros aqui e no exterior.

Artigos desse tipo só podem vir de alguém que protege o Islã em detrimento de Judeus e Cristãos. Esse sujeito propositalmente desinforma a sociedade brasileira, principalmente diante da carnificina que o levante Islâmico global está impondo ao mundo, principalmente aos Cristãos, o qual estamos assistindo com os olhos arregalados sem saber o que fazer para ajudar.

Como pode alguém raciocinar dessa maneira senão por um víeis Islâmico? Como pode alguém raciocinar dessa maneira no Brasil?

Para quem não conhece o Islã talvez seja difícil alcançar o que estou dizendo. Já fiz várias críticas ao jornal no meu blog pelo mesmo motivo. Os artigos mencionados são muito sutis.

O artigo em questão enfraquece o povo de Israel e os Cristãos. Todos sabem que não há outra saída senão pressionar o Irã a abdicar da violência e do financiamento ao terrorismo internacional dito inclusive por Netanyahu. Não há outra saída para o Ocidente que não seja fortalecer o povo Judeu e Cristão, caso contrário o mundo como conhecemos desaparecerá para sempre. Você quer ser um escravo? Um dhimmi? Eu não, aliás, jamais!

Se o Irã conseguir o seu objetivo o resultado será catastrófico. Não haverá conversinha, protocolo diplomático, toma lá dá cá ou sensibilidade jornalística, estilo, liberdade de expressão e de consciência, etc.

Não faço acusações sem provas. Não sei que pessoa escreveu o artigo em questão.

Entretanto, vou mencionar aqui o todo poderoso Diretor Geral de Jornalismo e Esportes, da TV Globo e colunista do jornal O Globo, o jornalista e sociólogo Muçulmano Ali Kamel como exemplo de desinformação a respeito do Islã..

Ali Kamel em seu livro “Sobre o Islã” distorceu um ponto importantíssimo e muito sensível sobre o Islã. Vou reproduzir o que mencionei no meu blog:  Leia se quiser: Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte I http://buff.ly/190qvys

 1 — O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo Ali kamel, Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo:

O que me surpreende muito é o fato do autor ter mencionado na página 88 que:

“Maomé se casara com Ayishah quando ela ainda tinha seis anos de idade, mas o casamento, claro, só se consumou quando ela atingiu a maturidade.”

Pois esse é um dos pontos ou talvez o principal, que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre  profeta do Islã.

Muhammad na verdade consumou o casamento quando Ayishah completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes. Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um profeta de 51? Isso não abala a reputação de um profeta?

Por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “CLARO”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia

2 — O delírio de Mohammed Emwazi pelo jornalista Rasheed Abou-Alsamh

Não é a primeira vez que critico o jornalista Rasheed. O Embaixador de Israel Rafael Edad também o fez e está correto. Rasheed é um desinformante.

O artigo ”O delírio de Mohammed Emwazi” é um absurdo e só um moderado poderia ter escrito isso. Não há espaço para ingenuidade quando se trata do Islã. Como diz Pamela Geller, “o moderado é o terrorista de amanhã”. O artigo é tão cara de pau que não vale a pena perder tempo com ele.

Em suma, Rasheed ocupa quase meia página do jornal para dizer que o famoso terrorista islâmico Mohammed Emwazi, o Jihad John  aquele que aparece sempre de preto na propaganda do ISIS dizendo que vai decapitar alguém  é vítima de uma vida difícil, da falta de oportunidade; e da ideologia fanática do Estado Islâmico (ISIS), ”responsáveis por desviá-lo do bem a ponto de virar um astro de vídeos pornográficos do EI (Estado Islâmico (ISIS)”.

Ora bolas, Rasheed faz de tudo para acobertar o Islã, como se os ensinamentos do profeta Muhammad (Maomé), os Hadiths nada tivesse a ver com isso quando o mundo todo já sabe que é exatamente por isso que ele chegou ao topo da barbárie. A prova é muito simples: você não entra pro ISIS se: não for Muçulmano ou não se converter. São os ensinamentos do Alcorão que o liberta e o orienta para cometer os atos mais bárbaros que o ser humano já viu. 

Não, eles não são apóstatas como muitos pensam. E também não estão ali só porque tiveram uma vida difícil. Não, nada disso, está tudo escrito no Alcorão, a fonte de tudo. E os Muçulmanos sabem muito bem, só não admitem. 

Leia: El-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo“. http://buff.ly/1BivNyx

Esses dois artigos 
estão na mesma página 
do jornal
não por acaso.
Portanto, tudo o que 123 milhões de Cristãos, 
algo em torno de 200 mil Judeus, 
Budistas, Espíritas, Umbandistas etc. 
não merecem ter nesse momento no Brasil 
é a desinformação.

O descrédito chega a galope.

Rasheed, O GLOBO e o blá-blá-blá…

Foto / Capa: (AKO RASHEED/REUTERS) – Moradores inspecionam uma igreja danificada depois de um ataque a bomba no centro de Kirkuk (Iraque) pelo grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS). 

É com todo respeito ao Jornal O GLOBO que faço a seguinte pergunta:

Por que insistem em publicar 
os artigos tendenciosos 
do jornalista Rasheed Abou-Alsamh 
sobre Oriente Médio?

Hoje, sexta-feira, 14/11/2014, o jornal O GLOBO publicou na página 18 (Opinião) mais um artigo do jornalista Rasheed Abou-Alsamh  intitulado “Quando o incentivo ao ódio falha”.

Pois bem, esse artigo ocupa nada menos que quase meia página para simplesmente…:

  1. Enaltecer o  Rei Abdullah Bin-Abd-al-Aziz Al Saud da Arábia Saudita
  2. Glorificar “a mais alta autoridade religiosa do país, o grande Mufti Sheikh Abdul Aziz al-Sheikh.”
  3. Proteger a imagem do Islã dizendo que “Al-Sheikh declarou que o ataque foi contra os ensinamentos do Islã”.

O resto é puro blábláblá que nada acrescenta a sociedade Brasileira. Para não ser injusto, acrescenta aos intelectuais que discutem política externa, cenário internacional, mencionando pérolas como “o problema de Israel é o excesso de democracia” sem mencionar a violência dos ensinamentos Islâmicos.

Debater o Oriente Médio no jornal ou na TV sem reconhecer os ensinamentos violentos do profeta Muhammad e os objetivos do Islã em escala global acaba alimentando conclusões sombrias do tipo: ingenuidade, falsidade ideológica, falsidade intelectual etc.  Portanto, a verdade tem que prevalecer, tem que ser divulgada para evitar esse tipo de ruido.

Já estamos vivendo no tão falado “Clash of Civilizations” ou “Choque de Civilizações”. Não estou falando do futuro e sim do “now”, do agora. Já estamos nele e muito precisa ser dito sobre o Islã com relação a perseguição aos Cristãos no Oriente Médio, aos Judeus etc.

Não precisamos de propaganda Islâmica no Brasil. 

O Brasil já está cometendo erros básicos com relação ao Islã.

O uso do “Hijad” ou “Véu” 
em documentos importantes como passaporte, 
já prova que em breve o país 
não irá segurar o volume de problemas 
que o Islã irá (não confunda com Irã) impor. 

Temos 123 milhões de Cristãos e algo em torno de 110 mil judeus entre outras religiões como o Budismo etc.

E tudo que temos são esses malditos artigos do Rasheed enfiando goela abaixo que o Islã não é violento; que o Estado Islâmico (ISIS) não representa o Islã; que Israel massacrou os Palestinos; que Boko Haram não representa o Islã; que o Islã é puro, inocente etc.

Pelo amor de Deus, 
o jornal precisa agir e mudar esse cenário 
o mais rápido possível 
ou o descrédito virá a galope. 
Isso depõe contra o jornal 
e o jornal não merece isso, 
reconhecemos o grande trabalho que fazem. 
Portanto, ouçam o que estamos dizendo... 

O Embaixador de Israel Rafael Edad criticou muito bem o jornalista Rasheed e eu o também fiz no meu blog.

Recentemente também critiquei o livro “Sobre o Islã” do jornalista Ali Kamel no meu  Blog:

  1. Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte I | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1xECrxM
  2. Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte II | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1uamixV

O Brasil precisa se posicionar sobre o Islã ou vamos ter um futuro trágico pela frente.

A Europa já está em sérios apuros e  já está com o futuro comprometido. A Suécia está se autodestruindo e isso, por incrível que pareça, não é divulgado no mainstream sueco de acordo com fontes internacionais.. A Suécia já não controla mais as 55 áreas Muçulmanas espalhadas por 22 cidades onde a polícia não entra, a Sharia legisla, rejeitam o sistema jurídico do país e principalmente os próprios suecos.

Invadem a sua casa, 
usufruem do que é seu 
e ainda escorraçam você.

Londres está vivendo seus últimos anos de liberdade enquanto a Bolsa de Valores de Londres opera o Sukuk, ou seja, Islamic Bonds.

O Brasil precisa atuar com leis severas para frear a expansão Islâmica que já está descontrolada ou será tarde demais. O país não pode se render às “exceções” (o uso do Véu em documentos por exemplo) e nem a expansão Islâmica como vem acontecendo no exterior.

Existem Muçulmanos pacíficos? 
Sim, certamente, mas eles não têm a luz 
para se levantarem contra os ensinamentos 
violentos do profeta Muhammad 
e nem contra a imensa 
influência externa Islâmica no Brasil 
proveniente de interesses políticos 
visivelmente Petistas. 
Tenham isso em mente. 

Por último, Xiitas e Sunitas (mencionados no artigo do jornalista Rasheed) estão em plena guerra pelo controle do Califado Global. E não estão contra os ensinamentos do Islã que impõe o genocídio de Judeus e Cristãos (Povo do Livro) em todo mundo.

A minoria religiosa 
mais perseguida no Mundo 
atualmente são os Cristãos. 
Especificamente as minorias que vivem 
em países de maioria Muçulmana. 
E estamos falando no sentido 
mais duro da palavra, ou seja: 
“ponha-se no seu lugar ou vamos matá-los”.
"Ponha-se no seu lugar" significa 
se tornar um cidadão de segunda classe 
em território Muçulmano. 
E as opções são claras: 
conversão ao Islamismo, 
pagamento da Jizya (imposto) 
ou MORTE. 

Rasheed, Lula e o Jornal O GLOBO

O jornalista Rasheed Abou-Alsamh e o Jornal O GLOBO

O artigo intitulado “A batalha complexa contra o Estado Islâmico” escrito pelo jornalista muçulmano Rasheed Abou-Alsamh no jornal O GLOBO (Opinião) no dia 17/10/2014 é digno de nota.

Esse artigo, dada a complexidade do assunto e da forma como foi exposto, parece mais uma propaganda islâmica, com o claro intuito de mostrar à população brasileira que o Islã está a milhões de anos-luz do Estado Islâmico (ISIS).

Percebe-se inclusive que o jornalista não utiliza da abreviação utilizada internacionalmente com relação ao grupo terrorista Estado Islâmico, ou seja, (ISIS), e sim (EI). Por que será???

Para quem não conhece:  ISIS = Islamic State of Iraq and Syria   e       EI = Estado Islâmico

Indo direto ao ponto…  o jornalista Rasheed escreveu o seguinte texto:

“Enquanto isso, 
o EI continua a chocar o mundo 
com ações e pronunciamentos 
que justificam a apreensão e venda de imóveis, 
em Mosul, de cristãos, xiitas e até de sunitas 
que não os apoiam, 
e a escravização sexual de mulheres 
capturadas do inimigo. 
Isso devia ser um sinal claro 
do nível da loucura 
a que eles chegaram, e a distancia enorme 
que eles estão de qualquer versão 
justa e humanitária 
do Islã que eles adotaram.”

Comentário:   Seria muito mais construtivo se o jornalista Rasheed dissesse ao Brasil que o Islã precisa de uma reforma urgente, pois o que ele descreveu, (as ações e pronunciamentos do Estado Islâmico), estão escritos no Alcorão há 1.400 anos.

Exemplo:

 Alcorão 4:24 

“Também (estão proibidas) 
as mulheres já casadas, 
exceto aquelas (prisioneiras e escravas) 
que suas mãos corretas possuem. 
Assim tem Alá ordenado (Proibições) contra você: exceto essas, 
todas as outras são legais, 
desde que você as procure (no casamento) 
com presentes de sua propriedade, 
desejando castidade, e não a luxúria; 
vendo que você se beneficia delas, 
dar-lhes os seus dotes (pelo menos), 
conforme prescrito; 
mas se, depois que um dote for prescrito, 
mutuamente de acordo 
(para variar), 
não há culpa em você, 
porque Deus é Onisciente, Todo-sábio.

O jornalista termina o artigo da seguinte forma:

“Eles devem achar 
que estão construindo 
o tão desejado Califado. 
Só que as suas ações sanguinárias, 
horríveis e injustas 
deixaram a maioria do mundo, 
islâmico e não islâmico enojado e chocado. 
Todos nós, humanitários, 
rejeitamos essa visão deturpada, 
e tenho certeza que o EI 
não vai durar muito tempo.”

Com relação ao Califado, leia o texto a seguir para entender que há uma guerra pela disputa do Califado Global:

nazismo

Fonte: Robert Spencer Jihad Watch

Robert Spencer falando de Tariq Ramadan:

"Sua oposição ao Estado islâmico, no entanto, 
é sem dúvida nenhuma, verdadeira, 
embora não venha de sua 
ostentadíssima moderação islâmica, 
que não passa de cínica e fraudulenta."

"Tariq Ramadan é, de fato, 
o neto do fundador da Irmandade Muçulmana, 
e seu avô a fundou  
com o objetivo de restaurar o califado. Consequentemente, 
o califado do Estado islâmico (ISIS) é rival da Irmandade Muçulmana 
que ambiciona (e ainda espera)  
poder instituir um Califado."
Alcorão 5:33  
“O castigo, 
para aqueles que lutam contra Deus 
e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos...”
 Alcorão 09:29  
"Lute contra aqueles 
que não acreditam em Alá ou no Último Dia; 
ou que não aceitam a proibição 
que tem sido imposta por Alá 
e seu Mensageiro Muhammad 
ou que não reconheça a religião da verdade, 
entre eles o 
Povo do Livro (Judeus e Cristãos), 
até eles pagarem a Jizya (imposto) 
através da submissão desejada 
e sentirem-se subjugados."
 Sira, p. 463-4: 
Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, 
e o Apóstolo (Muhammad) limitou-os em Medina, 
no bairro de d. al-Harith, 
uma mulher de Bani al-Najjar. 
Depois disso o Apóstolo saiu 
para o mercado de Medina 
e cavou trincheiras nele. 
Então ele os enviou 
e decapitou as suas cabeças 
nas trincheiras que foram trazidas 
para fora diante dele em lotes. 
Entre eles estava 
o inimigo de Alá 
Huyayy bin Akhtab 
e Kab bin Asad, chefe deles. 
Havia 600 ou 700 ao todo,
embora alguns registram de 800 a 900. 
Como eles estavam sendo levados 
para fora em lotes para o Apóstolo (Muhammad)
perguntaram a Kab o que ele pensou 
que seria feito com eles. 
Ele respondeu “Você não percebe? 
Não vê que a soma nunca para 
e aqueles que são levados jamais retornam? 
Por Alá isso é a morte!” 
E continuou até que o Apóstolo (Muhammad)
fizesse um sinal a eles.

nazis-in-palestine-2

Foto: Nazi-Islâmicos na Al-Quds University no West Bank (Palestina).

Veja:  Estado Islâmico (ISIS) em Dez Versos do Alcorão | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1t9I2KN   
Conto com o 
respeitado Jornal O GLOBO 
para que a verdade 
sobre o profeta Muhammad (Maomé)
seja de conhecimento público 
no Brasil.

Não sou contra o Islã (pacífico) ou aos brasileiros que se converteram ingenuamente, mas aos ensinamentos violentos de Muhammad (Maomé).  Entretanto, não cabe ao Brasil se esforçar para entender o Islã e sim o Islã se esforçar para entender que aqui no Brasil, o califado islâmico não irá encontrar terreno fértil.

O Islã precisa admitir e se responsabilizar 
pela propagação dos ensinamentos 
violentos do profeta Muhammad (Maomé) 
no Brasil. 
Incluo aqui os Sufis.

Aos poucos, e com o auxílio luxuoso do PT (Lula /Dilma) e do PSOL, com relação à imposição do Ensino Islâmico (Propaganda Islâmica) nas escolas brasileiras, estamos vendo que isso não passa de moeda de troca para com  o mercado multibilionário de alimentos Halal em escala global e por consequência  a submissão ao califado global quando o número de muçulmanos alcançar um percentual significativo da população brasileira. Não é à toa que já existe um  site muçulmano promovendo casamento com perfil global.

Segue o projeto de lei para o ensino islâmico no Brasil:

PROJETO DE LEI N.º 1.780, DE 2011

Se não pararmos a islamização no Brasil, o que já ocorre com espantosa velocidade, encontraremos um futuro absolutamente trágico pela frente...

Por último…  O texto que segue é imperdível:

A Imigração Muçulmana no Mundo | Muhammad e os Sufis no Brasil http://buff.ly/1t9OzVZ

 

 

 

Sobre o artigo “A deturpação do Boko Haram”

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O jornal O GLOBO publicou no dia 16/05/2014, na seção "Opinião, um artigo do colunista Rasheed Abou-Aslamh intitulado "A deturpação do Boko Haram”.

Com todo respeito ao colunista Rasheed, vou comentar o artigo com o intuito de colaborar para que possamos entender melhor os acontecimentos. Estou aberto e agradeço eventuais comentários.

O colunista Rasheed inicia o artigo da seguinte forma:

“O reinado de terror do grupo islamita Boko Haram na Nigéria……..”

Em seguida, o colunista menciona: “Talvez o mais surpreendente para mim tenha sido a interpretação deturpada e medieval do Islã feita pelo líder do Boko Haram….”

Continuando: “Não há nada de islâmico nisso, que deve ser denunciado por todo muçulmano são.”; “O fato é que Shekau….., usando o Islã para justificar sua brutalidade e venalidade.”; “Se não fizerem isso, muito mais meninas serão sequestradas, e a Nigéria vai ficar presa na Idade das Trevas.“

Em primeiro lugar, o colunista identifica o grupo como Islâmico para mais adiante afirmar que “Não há nada de islâmico nisso…”.

Não é verdade. Há tudo de islâmico nisso.  O  Boko Haram é um braço da Al-Qaeda e do Talibã e a mídia mundial já está falando sobre isso abertamente.

Numa coluna, publicada pela Lahore, The Friday Times, (Pasquistão) Shahid ressaltou:
“Falar que  muçulmanos estão usando o Islã de forma “errada” é a mesma lógica que muçulmanos usam para dizer que progressistas estão usando o Islã de forma “errada”. Jogando “verdadeiro e falso” enquanto milhares continuam sobre a mira islâmica, é um jogo muito perigoso..  
(via Robert Spencer).

Não se trata de uma “interpretação deturpada e medieval do Islâ feita pelo lider do Boko Haram.” como o colunista afirma, pois se existe alguma coisa que essa turma respeita são os ensinamentos do Profeta Muhammad (Maomé) que há 14 séculos prega o genocídio de Cristãos, Judeus e demais descrentes de Alá. Veja Irã versus USA e Israel.

Portanto, a verdade não pode ser distorcida para favorecer o avanço ou levante islâmico mundial. Entretanto, por não conhecer o colunista,  não posso afirmar aqui que esteja distorcendo propositalmente, mas me causa espanto.

Diante do sequestro das meninas nigerianas, o mundo islâmico está tentando distorcer os acontecimentos para proteger a imagem do Islã ao redor do mundo. Por que? Porque agora caiu nas graças da grande mídia mundial.

Robert Spencer em 2012 alertou os Estados Unidos sobre as atividades do Boko Haram na Nigéria e ninguém, e digo mais, ninguém deu atenção e ainda o chamaram de Islamofóbico e vive sendo ameaçado de morte há 12 anos por criticar o Islamismo. 
Muçulmanos do mundo todo ficam calados diante dos fatos. Agora querem amenizar o estrago para não atrapalhar o levante mundial.  
Não se esqueça que o Islã colaborou ativamente com Adolph Hitler.

Heil Jihad! Islam e a conexão nazista

Muitos já estão acordados para o fato de que existe um movimento muito forte tentando implantar o ensino Islâmico nas escolas brasileiras e consequentemente a Sharia num futuro próximo. Partidos aliados ao PT estão trabalhando nessa linha que é totalmente desastrosa para o país.
Existe um projeto de Lei que inclui a assinatura do Deputado Jean Willys do PSOL/RJ, Deputado Edson Santos PT/RJ entre outros. Não estou acompanhando esse projeto, mas de qualquer forma isso é puro surrealismo e precisa ser investigado. Vide: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=896884&filename=PL+1780%2F2011
O Brasil não precisa de islamismo nas escolas. O Brasil não vai abraçar a vinda da Sharia. O Brasil precisa é proteger as suas fronteiras contra o avanço islâmico mundial. Precisa investigar as mesquitas e frear o islamismo no país, pois o Islamismo não é uma religião e sim um empreendimento paramilitar e prega o genocídio de Judeus e Cristãos e demais descrentes.
Continuando…
Não vamos nos esquecer aqui que as meninas da Nigéria são Cristãs. As que escaparam são muçulmanas de acordo com o Blog do Robert Spencer.

Vamos ao que o Profeta Muhammad “Maomé” diz. Especialmente porque o Alcorão é o livro sagrado do Islã e tudo roda em torno de Muhammad. O Islã vive fechado numa caixa há 14 séculos. Não se relaciona se não for por conveniência e nem aceita o mundo atual. Tudo é feito para atingir o objetivo final que é a dominação do mundo para terem os “dhimmies” trabalhando para eles. Os Dhimmies, são os cristãos, judeus e demais descrentes que terão que pagar um imposto (Jizya) caso contrário, a morte. A ideia é se apossar dos bens alheios. Nunca fizeram nada de bom para mundo e se não forem confrontados continuarão até atingirem o objetivo.

Leia o texto abaixo sobre a “Dhimmitude em Londres!!!” e assista ao vídeo gravado recentemente. É mais uma prova de que o Islã continua o mesmo há 14 séculos e não vai mudar se não for confrontado.

Vide: https://tiaocazeiro.wordpress.com/2014/05/14/dhimmitude-em-londres/

Não há muçulmano nesse mundo que não siga Muhammad, pois ele é a imagem do homem perfeito para os muçulmanos. A quase totalidade do universo muçulmano nunca leu o Alcorão. Alguns leram e abandonaram o barco mesmo correndo risco de morte. Outros tornaram-se terroristas e outros estão sem saber direito o que fazer.  Ninguém critica os ensinamentos de Muhammad e isso é estranho. Essa informação já é de conhecimento público há muito tempo ao redor do mundo. 

Veja alguns versos:

Alcorão 3:110 – Alá disse aos muçulmanos: “Vocês são as melhores criaturas que a humanidade já produziu”.
Alcorão 98:6 – “Honestamente falando, aqueles que não crêem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé ou Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.
Alcorão 9:29 – Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, ou que não aceitam a proibição que tem sido imposta por Alá e seu Mensageiro Muhammad (Maomé) ou que não reconheça a religião da verdade, entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos), até eles pagarem a Jizya (imposto) através da submissão desejada e sentirem-se submissos.
Sunan Ibn Majah 2763: O mensageiro de Alá disse: “Aquele que se encontrarem com Alá sem cicatrizes no corpo (causadas por lutas) em nome de Alá, se encontrará com Alá com uma deficiência.“
Sahih Al-Bukhari 2794: “Por ele, que em suas mãos minha alma está! Eu gostaria de ser martirizado pelas Causas de Alá e então retornar a vida para ser de novo martirizado, e de novo voltar a vida e de novo ser martirizado para de novo voltar a vida para de novo ser martirizado.“

 E por último, de acordo com o colunista:

“Se não fizerem isso, muito mais meninas serão sequestradas, e a Nigéria vai ficar presa na Idade das Trevas.“. O Islã é que vive na Idade das Trevas. A Nigéria vai sair dessa. A caça ao Boko Haram começou e muita coisa vem por aí. O mundo finalmente acordou!

Os textos que seguem foram traduzidos do Blog do Robert Spencer, o mais respeitado crítico do Islamismo ao lado de Pamela Geller e David Wood.

Esses textos irão dar continuidade ao que eu penso. Espero que possa contribuir para que não haja deturpação sobre o que realmente é o Islã. Portanto, as escolas brasileiras e o Brasil como todo precisa evitar esse movimento para que o país não caia numa guerra religiosa sem fim.

Embora eu pense diferentemente do povo judeu, estou do lado de Israel. 

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Comentário do colunista Robert Spencer sobre os textos Paquistaneses:  16 de maio de 2014

Fonte: http://www.jihadwatch.org/2014/05/pakistani-writers-there-is-a-mini-boko-haram-thriving-in-every-muslim-society

“Apesar da discriminação flagrante, os apologistas muçulmanos argumentam que isso não tem nada a ver com o Islã ou com os muçulmanos. Culpam apressadamente os “inimigos do Islã” por propagarem mentiras sobre os muçulmanos.

Bode expiatório, no entanto, não serve pra nada. Boko Haram e sua laia feriram todos os muçulmanos, mais ainda as mulheres Nigerianas.

Os muçulmanos devem confrontar aqueles que prejudicam as mulheres em nome do Islã. Boko Haram talvez pareça com uma tribo Africana remota que rapta meninas, que ameaça matá-las, e de casá-las contra sua vontade. Entretanto, um pouco de introspecção, revelará que as mesmas tendências estão vivas e instrumentalizadas em todas as sociedades muçulmanas.

"É preciso ter uma coragem extraordinária para constatar verdades tão óbvias no Paquistão, ou em qualquer lugar, nos dias de hoje.” Robert Spencer.

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Colunistas Paquistaneses: “Há um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas.” 

 “Existe um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas.”; “Países muçulmanos se queimam de raiva contra os “Cartoons”, mas há uma completa ausência de revolta ou repulsa por atos hediondos como esses. ”MEMRI”, 16 de maio 2014 (Agradecimentos à Pamela Geller ):

Vários escritores paquistaneses questionaram recentemente os liberais “apologistas” por não enxergarem as ligações entre a Sharia e incidentes como o rapto de mais de 200 adolescentes de uma escola Nigeriana pelo grupo jihadista nigeriano Boko Haram. Inclusive o ataque do Talibã paquistanês em 2012 a jovem liberal e ícone Malala Yousafzai, e a justificativa dada pela Sharia ao fato.

Em um artigo intitulado “Há um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas”,  o colunista Murtaza Haider advertiu que tais situações são inerentes nas sociedades muçulmanas e pode ser visto na maneira como as meninas são criadas.

O artigo foi publicado pelo diário liberal Dawn.

Em outro artigo intitulado “Apologia sem vergonha”, o jornalista Kunwar Khuldune Shahid questionou os apologistas muçulmanos liberais e esquerdistas ocidentais por discriminarem as vozes liberais como “islamofóbicas”.

Numa coluna, publicada pela Lahore, The Friday Times, Shahid também ressaltou “Falar que  muçulmanos estão usando o Islã de forma “errada” é a mesma lógica que muçulmanos usam para dizer que progressistas estão usando o Islã de forma “errada”. Jogando “verdadeiro e falso” enquanto milhares continuam sobre a mira islâmica, é um jogo muito perigoso..

Em seguida, trechos de artigos escritos por Murtaza Haider e Kunwar Khuldune Shahid :

Murtaza Haider: “Boko Haram levou as conversões forçadas a outro nível; Sequestraram mulheres jovens fizeram-nas refém, ameaçaram matá-las, e ofereceram conversão e casamento forçado com guerreiros Boko Haram”

"Nós os conhecemos como Al- Qaeda, Boko Haram e Talibã. Sua marca pode ser diferente, mas suas ideologias misóginas não. Esses chamados islâmicos promoveram a discriminação contra as mulheres por séculos. Agora, eles sequestram as meninas adolescentes e ameaçam matá-las. Permitir que esses militantes prossigam com suas agendas equivocadas irá destruir toda a boa vontade que ainda resta para com os muçulmanos.”

“No mês passado, os militantes islâmicos baseados na Nigéria, Boko Haram (Jama’atu Ahlis Sunna wal -Jihad Lidda’awati ), invadiram uma escola em Chibok, uma pequena cidade no estado de Borno nordeste, e sequestraram mais de 200 meninas adolescentes . Um vídeo lançado recentemente pela Boko Haram mostra os jovens cristãs sequestradas vestidas de abayas . Abubakar Shekau, líder do Boko Haram, afirma que as meninas, durante o cativeiro, abraçaram o Islã.”

“Pais muçulmanos no Ocidente têm raptado as filhas e as transportado de volta para casa para evitar que suas filhas se casassem por amor. Em nome da honra, pais e irmãos muçulmanos são conhecidos por terem matado suas filhas e irmãs que se casaram contra a vontade da família. Em quase todos os bairros nas sociedades muçulmanas, um vai encontrar mulheres que foram forçadas a casar com homens escolhidos por seus pais. Há um mini-Boko Haram vivo e próspera em todos os bairros, nas sociedades muçulmanas.”

"Em algumas sociedades muçulmanas a situação piorou na medida em que as mulheres jovens muçulmanas tiveram que abandonar sua terra natal..."; "Nunca se perguntaram por que... Malala Yousafzai não está segura no Paquistão, mas está segura em Birmingham, Inglaterra?"

A migração forçada de Malala e outras jovens como ela envia uma mensagem clara para as jovens muçulmanas; conforme-se, e você terá uma vida de servidão; expressar a dissidência,  estará condenada a morte ou ao exílio.

“Enquanto os Ingleses deram as mãos à Malala, milhões como ela necessitam de resgate. Um rápido olhar para as estatísticas de desenvolvimento em sociedades muçulmanas revela um viés não tão escondido contra as meninas, que são menos educadas e enfrentam um conjunto muito restrito de opções para o seu desenvolvimento e auto-realização. Dada a escala da discriminação contra as mulheres muçulmanas, a pessoa pode sentir-se oprimida, sem saber por onde começar. Pode ser tentado a culpar o governo e pedir aos legisladores para aprovar leis para tentar salvaguardar o bem-estar das adolescentes. Embora possa ajudar, não é onde a mudança realmente precisa acontecer. Em vez disso, a mudança tem que acontecer em casa.”

“Alys Faiz, um ativista social, sabia o que estava no cerne desta questão. Ela cresceu na Inglaterra, mas viveu no Paquistão após se casar com Faiz Ahmed Faiz, um dos poetas mais reverenciados do Urdu.

Ela me perguntou: 'Por que os paquistaneses servem primeiro o pai na mesa de jantar? Por que as filhas são servidas após os filhos, e por que as mães são as últimas a jantar em uma família muçulmana? "Ela podia ver claramente o que o resto do Paquistão não tinha conhecimento.
As mulheres são submetidas à discriminação institucionalizada nos lares por causa da hierarquia que privilegia os homens em relação às mulheres. Não é de admirar, a menina no Paquistão, e em outras sociedades muçulmanas, se esforça para ser alimentada.
“A discriminação e a negligência de crianças do sexo feminino nas sociedades muçulmanas não devem continuar. Bode expiatório não é mais uma opção, nem deve ser tolerado. Em nome de nossas filhas, devemos levantar-nos para salvaguardar o bem-estar econômico, emocional, físico e social das mulheres. Podemos começar esta noite, servindo as mulheres, jovens e velhos, em primeiro lugar na mesa de jantar”. [1]