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Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

Fonte/Source: UK: Mother converts to Islam, is murdered by her Muslim husband for wearing Western clothes

Photo Cover Credit: Pamela Geller Report


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

 Por Robert Spencer

17 de Novembro de 2017

Reino Unido: vítimas do crescente crime contra a honra.

Esse é o resultado da cultura de violência criada pelos ensinamentos religiosos, que dizem aos homens para espancar as mulheres por quem “temem a desobediência” (Alcorão 4:34). É também um resultado de uma cultura que aceita o crime contra a honra. Muçulmanos cometem 91% dos crimes contra a honra no mundo.

A Autoridade Palestina concede perdões ou suspende sentenças aos assassinatos em nome da honra. Mulheres Iraquianas pediram sentenças mais duras aos assassinatos Islâmicos em nome da honra, das quais se livram com muita facilidade. A Síria em 2009 descartou uma lei que limitava a duração das sentenças por homicídios em nome da honra, mas “a nova lei diz que um homem ainda pode se beneficiar das circunstâncias atenuantes em crimes de paixão ou contra a honra”, desde que tenha pena de prisão de pelo menos dois anos em caso de assassinato”.

Em 2003, o Parlamento Jordano rejeitou por motivos Islâmicos uma disposição destinada a endurecer as penas por homicídios contra a honra. Al-Jazeera informou que “Islamistas e conservadores disseram que as leis violavam tradições religiosas e poderiam destruir famílias e valores”.

Enquanto o encorajamento fornecido pela lei Islâmica ao crime contra a honra não for reconhecido e confrontado, mais mulheres sofrerão.

“Jovem Mãe Convertida ao Islã Assassinada a Marteladas por Voltar ao Estilo de Vida Ocidental”, de Virginia Hale, Breitbart, 17 de Novembro de 2017 (Agradecimentos à Ken):

Uma jovem mãe convertida ao Islã foi brutalmente assassinada pelo marido, que a impediu de ver familiares e amigos depois de começar a usar novamente suas roupas Ocidentais, um tribunal Britânico ouviu.

Akshar Ali atingiu Sinead Wooding com um martelo e a esfaqueou repetidamente, antes de despejar e incendiar o corpo da mãe de quatro crianças numa floresta, disse o promotor Nicholas Campbell QC à Leeds Crown Court.

A Sra. Wooding estava em processo de conversão ao Islã e havia mudado seu nome para Zakirah quando conheceu o Sr. Ali, de 27 anos, que trabalhava numa tenda de alimentação no mercado interno de Leeds, de acordo com o Times.

Casaram-se numa cerimônia Islâmica no início de 2015, mas o júri ouviu que seu relacionamento era “volátil” e às vezes violento, com argumentos sobre a constante visita de Wooding, de 26 anos aos familiares e amigos de quem seu marido a “proibia” de ver.

O Sr. Campbell disse que a Sra. Wooding tinha começado a usar roupas Ocidentais, do dia-a-dia, antes de ser assassinada em 11 de Maio numa festa realizada na casa do amigo do marido, Yasmin Ahmed, que junto com o Sr. Ali, negam o assassinato.

Depois que o casal teve uma discussão, os convidados ouviram um estrondo da cozinha, momento em que a Sra. Ahmed foi verificar.

Ela voltou e disse que a Sra. Wooding havia esbarrado contra uma porta, mas que estava tudo bem, e pouco tempo depois relatou aos convidados que a jovem mãe tinha deixado a casa.
“Na verdade, Sinead Wooding não saiu da propriedade com vida”, disse Campbell, dizendo ao tribunal que ela primeiro estava incapacitada — sofrendo de uma fraturada craniana após repetidos golpes na cabeça por um martelo de unha — e em seguida assassinada após ter sido “apunhalada várias vezes”.

“Se ela estivesse consciente naquele momento, teria sido impedida de chorar”, disse Campbell ao júri, que o sangue encontrado nas paredes e chão da adega da Sra. Ahmed correspondia ao DNA da Sra. Wooding.

“Ela foi apunhalada várias vezes com pelo menos um instrumento afiado, quase definitivamente uma faca”.

Seu corpo foi supostamente mantido na adega por dois dias, e depois “embrulhado [e] amarrado com fio” antes que duas pessoas fossem vistas, por um vizinho, transportando um corpo durante a noite… “.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Photo-Cover/Credit: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Fonte/Source: 450 acid attacks against women since 2011 – in LONDON – Geller Report


Por Tião Cazeiro

Em meu último artigo, — Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão, — o qual me deixou muito nervoso diante de tanta brutalidade demoníaca, comentei que havia decidido desde o início não expor fotografias de mulheres ou meninas deformadas pela violencia Muçulmana sem limite em várias partes do mundo entre outros. Disse também que poderia estar errado, mas era o que eu sentia no momento. Entretanto, pensando com calma, depois da tempestade, compreendi e resolvi seguir a Pamela Geller.

Nesse artigo, critiquei também a postura da “grande mídia” pelas reportagens superficiais, nunca mostrando a realidade. ou o que está por trás. Pamela Geller não tem medo de charmar uma espada de espada, cita o nome dos perpetradores e ponto final. O artigo a seguir mostra isso. Pamela diz a verdade enquanto a mídia divulga estatísticas e abobrinhas.

Mas a lição é que essa estrema violência precisa ser exposta, inclusive para ajudar as vítimas financeiramente e é o que farei.

E principalmente para que isso não aconteça no Brasil.

Vídeo de Reshma Quereshi destina-se a ensinar espectadores muito mais do que apenas dicas de beleza — e espera aumentar a consciência sobre a frequência horrível de ataques com ácido

Para acessar o vídeo da Indiana Reshma Quereshi clique neste link: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Para as pessoas interessadas em fazer doações recomendo o site da Índia:  The world’s first job portal for acid attack survivors. #SkillsNotScars — makelovenotscars.org

Este vídeo faz parte da campnha  makelovenotscars.org mencionado acima. Vídeo legendado em Inglês. Infelizmente não tenho como traduzi-lo.


450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Por Pamela Geller 

17 de Março de 2017

Como observei hoje cedo, os ataques com ácido são uma marca registrada de homens Muçulmanos irados do Paquistão, onde mulheres foram desfiguradas em ataques com ácido por crimes como rejeitar uma proposta de casamento ou ser estuprada. Agora tem havido uma onda de tais ataques em Berlim. Sete em cada dez vítimas em Londres são do sexo masculino, em crimes relacionados à gangues. Mas que deixam 30%, ou 450 vítimas do sexo feminino. Isto é, sem dúvida, uma consequência da Islamização da Grã-Bretanha.

Houve 450 Ataques Com Ácido Desde 2011 Em… Londres“, por Christine Rousselle, Townhall, 16 de março de 2017 (Agradecimentos à The Religion of Peace):

Os números são de cair o queixo. Anunciados no início desta semana, mostram que houve 1.500 ataques com ácido em Londres de 2011 a 2016. E o que é mais perturbador, a frequência de ataques parece estar aumentando — 2016 por si só representaram 431 ataques em comparação com 261 em 2015. Ao todo no Reino Unido, esses ataques aumentaram 50% na última década.

Ao contrário do resto do mundo, onde as vítimas de ataques com ácido são principalmente mulheres, estima-se que 7 a cada 10 vítimas de ataques com ácido em Londres sejam do sexo masculino. Acredita-se que estejam conectados com a atividade de gangues. Um ex-membro da uma gangue disse que os ataques com ácido tornaram-se “aceitáveis” devido à facilidade de adquirir os componentes necessários para criar a arma.

Jaf Shah, diretor executivo do grupo de apoio Acid Survivors Trust International (ASTI), disse ao Guardian: “Olhando para os dados em geral, há uma probabilidade bastante grande de que uma alta porcentagem dos incidentes são os ataques do macho-em-macho E com maior probabilidade de estarem relacionados com gangues ….

Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Fonte/Source:  UK Puts 15-Year-Old Burqa Opponent on Anti-Terror Programme — Breaitbart News

Photo Cover: AFP PHOTO / Carl de Souza (Crédito da foto: CARL DE SOUZA / AFP / Getty Images) Getty

As mulheres Muçulmanas manifestam-se a favor da lei da Sharia durante um protesto em frente à 10 Downing Street, em Londres, em 21 de março de 2011. Diz um cartaz: A SHARIA VAI DOMINAR O MUNDO

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Por LIAM DEACON

04 de Janeiro de 2017

Um estudante Britânico de 15 anos que pensava que as “mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para vestir o niqab” foi identificado como um potencial terrorista e passou pelo mais rígido programa de desradicalização do governo.

Channel é parte do esquema Prevent e é reservado para os casos mais graves de radicalização, visando “indivíduos em risco de serem atraídos para o extremismo violento” e o terrorismo.

O menino não identificado, que vem de uma área predominantemente branca, foi obrigado a passar um tempo com um Imã (autoridade religiosa do Islamismo), bem como visitar Mesquitas além de um “projeto multi fé”, onde ele foi registrado como voluntário.

O funcionamento do Channel é geralmente mantido em segredo, mas as autoridades tomaram a decisão incomum de divulgar o ataque do aluno branco depois que os ativistas alegaram que o Prevent era “racista” e que “injustamente atacam Muçulmanos”.

A polícia disse ao The Yorkshire Post que o menino foi detido depois de ter feito comentários na escola sobre Muçulmanos “tentando assumir o controle do país” e ter sido “insistente nos seus pontos de vista sobre o que os Muçulmanos devem ou não ser autorizados a usar.”

A cobertura completa do rosto é proibida ou restrita em grande parte da Europa Continental, e uma pesquisa realizada em Setembro passado revelou que o público Britânico apoiou a proibição da burca por dois a um.

Descrevendo o processo em que o adolescente de West Yorkshire foi encaminhado para o Channel, o detetive superintendente Nik Adams, coordenador regional da região Nordeste do Prevent, disse que ele mostrou uma “vulnerabilidade genuina”.

“Ele estava dizendo que as mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para usar o niqab e tinha a cabeça cheia de disparates sobre Muçulmanos tentando tomar o controle do país”, acrescentou.

Apesar de supostamente ajudarem a deter vários terroristas, e a França e a Alemanha planejarem esquemas similares, o Prevent foi atacado implacavelmente no Reino Unido.

O Sindicato Nacional dos Professores pediu a sua eliminação e a União Nacional de Estudantes afirma que é “racista” e trabalhou com os Islâmicos para organizar workshops que instruia os estudantes a “resistir“.

Até mesmo o Comité de Assuntos Internos do Parlamento considerou-o como “tóxico” e discriminatório em relação aos Muçulmanos. Em Abril, o relator especial das Nações Unidas (ONU) sobre o direito à liberdade de reunião interveio alegando que criou um “espectro do Big Brother”.

No entanto, em 2011, o Prevent foi atualizado para torná-lo explicitamente claro sobre a segmentação de todas as formas de radicalização, não apenas o extremismo Islâmico.

Fontes insistem que o caso do estudante é “bastante típico” no trabalho do Prevent, e desde o mês passado, uma em cada dez referências tinha ligações com a “extrema-direita” nacional. Em Yorkshire, as referências de “extrema-direita” representam quase 50% do seu número de casos e 30% do número de casos no East Midlands.

O detetive superintendente Adams disse ao Yorkshire Post que recentemente houve um foco renovado sobre a “extrema-direita”.

Ele admitiu que a “extrema-direita” era predominantemente conhecida por protestos de rua, prejudicando a “coesão comunitária”, em vez de terrorismo, mas disse que as coisas mudaram desde o assassinato de Joe Cox por um simpatizante Nazista em Junho.

“Historicamente, o que você vê na extrema-direita é a desordem pública, o protesto público, que teve um impacto sobre a coesão da comunidade, o senso de bem-estar e pertencimento das pessoas”, disse ele.

Acrescentando: “Embora não estamos olhando a inteligência para sugerir que temos um número crescente de Thomas Mairs, é uma preocupação que se deixarmos inexplorada e incontestada haverá o risco real de que isso [possa] crescer e que podemos ver mais incidentes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham

Fonte/Source: PEGIDA UK – Why I’m Joining PEGIDA in Birmingham on 6th February

Nota: PEGIDA  Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente.

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham no dia 6 de Fevereiro

29 de Janeiro de 20016

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É muito mais provável que você encontre homens de meia idade passando o tempo com suas famílias, jogando golfe, pescando ou assistindo futebol num sábado à tarde do que tomando as ruas em protesto. E quem pode culpa-los? A vida pode realmente ser confortável e agradável.

Mas poucos deles percebem a ameaça existencial que desafia a nossa sociedade, e se percebessem iriam se sentir tão à vontade?

Esqueça o terror e o assassinato, embora para aqueles de nós que vivem nas cidades, essas ameaças agora fazem parte da nossa vida diária. A evolução demográfica terá um efeito profundo sobre este país e sua cultura ao longo das próximas décadas. Não agir agora só vai acelerar o desaparecimento do Reino Unido e levar a uma metamorfose irrevogável do nosso país em algo menos tolerante, menos democrático e mais desigual do que é hoje. Uma cultura enraizada em sua herança Cristã e encorajada pelo espírito do Iluminismo está correndo o risco de sucumbir a uma ideologia supremacista, os agentes que temos literalmente convidado para dentro de nossas vilas e cidades.

24-PEGIDA-AFP-Getty

O Islã já está produzindo um efeito pernicioso na sociedade. A autocensura da mídia em grande escala. Representações de Maomé não são mostradas, supostamente para não ofender, mas na realidade é porque jornalistas e empresas de radiodifusão têm medo de serem alvos de massacres ao estilo Charlie Hebdo. O estupro e o abuso sistemático de milhares de meninas brancas vulneráveis ​​ não foram coibidos, porque os assistentes sociais e a polícia estavam com muito medo de serem acusados de racismo ou de “Islamofobia”. O culto ao multiculturalismo tem sido imposto sobre nós, o que torna impossível a defesa do que é decente e verdadeiro.

A crítica ao Islã se tornou “discurso de ódio”; Aqueles que levantam questões legítimas sobre a ideologia são marcados como ‘Islamofóbicos’. Se você está na escola poderá ser chamado de racista, seus registros irão mostrar isso e você será penalizado e condenado ao ostracismo e suas perspectivas estarão limitadas. Pior ainda, você poderá ser processado por “crime de ódio”.

Os Judeus da França, entre muitos outros países da Europa Ocidental, estão sendo submetidos a um número crescente de ataques antissemitas, e muitos fogem para Israel, acreditando que a Europa já não é mais um lar seguro. Enquanto isso, a grande mídia aprecia conectar isso ao ressurgimento da “extrema direita”, mas na realidade é devido ao antissemitismo, que é inerente ao Islamismo e endêmico em todas as nações Islâmicas.

FILE - In this Dec. 15, 2014 file photo thousands of participants of a rally called 'Patriotic Europeans against the Islamization of the West' (PEGIDA) gather in Dresden, eastern Germany. The group said Sunday Jan. 18, 2015 it is calling off a rally planned next week in the city of Dresden because of a threat against one of its organizers. The group calling itself PEGIDA, or Patriotic Europeans against the Islamization of the West, has organized rallies every Monday in the eastern German city. Last week's event drew the biggest crowd yet, with police estimating some 25,000 people attended. It called on supporters to instead hang flags out of their windows and light candles on Monday evening. Banner reads : Nonviolent and United against Faith Wars on German soil. AP Photo/Jens Meyer)
AP Photo/Jens Meyer)

Os recentes problemas em toda Alemanha, Suécia, França entre outros países Europeus já deixaram muito claro o que esperar dos migrantes Muçulmanos, largados numa cultura alienígena, cujas normas de conduta eles não têm conhecimento ou optaram por ignorar.

Enquanto a Alemanha pode ter aberto as portas para mais de um milhão de migrantes do Oriente Médio, é preciso lembrar que dentro de poucos anos todas essas pessoas — a maioria das quais são jovens e do sexo masculino — terão o direito de vir para o Reino Unido; terão acesso aos benefícios previdenciários; terão a liberdade de impor sua cultura retrógrada, e seus costumes, sobre uma população muito assustada e subjugada para reagir contra isso. Em tal situação, a perspectiva para as nossas crianças e mulheres é muito sombria. Em poucos meses, o influxo continuará, uma vez mais, com previsões de 2-3 milhões de Muçulmanos em direção à Europa num futuro muito próximo.

Na educação temos visto o escândalo chamado Trojan Horse, em Birmingham, mas o pior, em muitos aspectos, é até que ponto os nossos próprios filhos estão sendo doutrinados.

Nota: Trojan Horse, ou seja, Operação Cavalo de Tróia, refere-se a uma tentativa organizada, por um número de indivíduos associados, para introduzir o Islamismo  em várias escolas de Birmingham, Inglaterra.

São ensinados de que o Islã é uma “religião de paz”, doutrinados para aprender os Cinco Pilares do Islã e podem até ser levados a uma mesquita e forçados a orar de joelhos para Alá — que simbolismo! Uma visão inofensiva de paz e serenidade é alimentada, completamente desprovida de verdade e da realidade do que constitui o Islã e as sociedades que o promovem. O Islã é colocado num pedestal enquanto sua própria cultura, religião e história são deformadas e ignoradas.

O Islã é em essência uma ideologia profundamente misógina, por isso não deve ser visto com surpresa quando migrantes Muçulmanos estupram meninas e mulheres Europeias. O que é profundamente chocante é a forma de como os meios de comunicação têm acobertado esses ataques, tentando nos manter acreditando que a utopia multicultural criada por nossos políticos está viva e bem. O influxo de Muçulmanos para este país tem visto o aumento de mutilação genital feminina, assassinatos “de honra”, casamento entre primos em primeiro grau — associado à maior incidência de defeitos congênitos de nascença — e a supressão e opressão de mulheres dentro de nossas fronteiras. A poligamia é essencialmente financiada pelo Estado, e os tribunais da Sharia estão operando em paralelo com o sistema legal Britânico, perpetuando assim a desigualdade feminina.

Tudo isso poderia não ser um problema se tivéssemos uma classe política educada, que tivesse conhecimento do seu próprio patrimônio cultural, que tivesse a capacidade de evitar a propaganda e ver o Islã como realmente é.

Mas nós não. Temos políticos fracos, mais interessados ​​em seus próprios interesses e em reeleição do que em apoiar os descendentes daqueles que se esforçaram para fazer do Reino Unido o que é e morreram para defendê-lo. Temos parlamentares iludidos que não entendem os dogmas do Islã, nem os escritos suprematistas, totalitários, violentos dos textos canônicos os quais exortam Muçulmanos a cometerem atos terríveis e a subverterem as sociedades daqueles que não são Muçulmanos. E só nesta semana temos Trevor Phillips, ex-chefe da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, dizendo que os Muçulmanos são diferentes e que nós simplesmente não podemos esperar que se integrem ou adotem nossos valores.

epa04493686 People march with a banner reading 'nonviolent and united against religious wars on German soil! Pegida' during a protest of right-wing initiative PEGIDA ('Patriotische Europaeer gegen die Islamisierung des Abendlandes', lit: 'Patriotic Europeans against Islamization of the Occident') in Dresden, Germany, 17 November 2014. PEGIDA claims to be against religious fanatism in any form, left-wing initiatives say the PEGIDA is promoting a hatred towards Islam and saylum seekers. EPA/MATTHIAS HIEKEL
EPA/MATTHIAS HIEKEL

Por isso, precisamos do PEGIDA UK (Reino Unido). Precisamos apoiar aqueles indivíduos corajosos como Tommy Robinson, Paul Weston e Marie Anne Waters que colocaram suas cabeças acima do parapeito, na tentativa de sensibilizar o público para essas questões. Nós precisamos dizer aos nossos políticos traidores que pensamos na dizimação que estão trazendo para este país, e os problemas incomensuráveis que resultarão se a situação continuar do jeito que está. Também precisamos educar nossos concidadãos, levantar questões que a mídia tem medo de discutir. Nós precisamos confrontar a extrema Esquerda, que está preparada para por o nosso país de joelhos, numa tentativa de derrubar o governo e o Estado de Direito.

É por isso que devemos marchar, e é por isso que PEGIDA UK (Reino Unido) merece o nosso apoio.

Por que não abrir mão de algumas horas numa tarde de inverno sombrio, dado o que está em jogo? Você pode até achar o ar fresco, e camaradagem vai te fazer bem.

Marchar no dia 06 de fevereiro é apenas um pequeno esforço, mas um que é vital para a salvaguarda do Reino Unido e do legado que nós deixaremos para os nossos filhos e netos.


Tradução: Sebastian Cazeiro