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Príncipe Charles adverte contra Trump e “os dias escuros dos anos 30” durante o Holocausto

Fonte/Source: Prince Charles warns against Trump and “the dark days of the 30’s” during Holocaust

Príncipe Charles adverte contra Trump e “os dias escuros dos anos 30” durante o Holocausto

23 DE DEZEMBRO DE 2016

 Por CHRISTINE WILLIAMS

É um equívoco equiparar a legítima preocupação com os crimes disseminados por migrantes Muçulmanos que vêm aprisionando a Europa; o plano da Irmandade Muçulmana para a destruição do Ocidente; as áreas controladas por Muçulmanos (No-Go Zones) na Europa; o chocante número de um milhão de meninas Britânicas violentamente agredidas sexualmente por gangues de estupro Muçulmanas; a furiosa e cruel perseguição aos Cristãos historicamente (e atualmente) nos estados Islâmicos; pelos massacres de Muçulmanos perpetrados por Muçulmanos — tudo em nome do Islã — com a intolerância contra os Judeus que levaram aos campos de concentração e as câmaras de gás durante a época de Hitler, o qual colaborou com o Grande Mufti de Jerusalém. O príncipe Charles, em referência aos migrantes Muçulmanos, afirma:

“Estamos assistindo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos com aqueles que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso tem ecos profundamente perturbadores provenientes dos dias escuros da década de 1930 “, disse o príncipe.

“A geração dos meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e as tentativas desumanas de exterminar a população Judaica da Europa”.

A comparação do Príncipe Charles de alguma “islamofobia” imaginada com o tratamento dos Judeus sob Hitler é cruel, absurda e estúpida. Nenhum ser humano lógico poderia ser tão louco a ponto de chegar a uma equivalência moral tão escandalosa, a menos que tivesse uma agenda subjacente. Os reformistas Muçulmanos também têm advertido sobre a guerra contra o Ocidente e a mentalidade supremacista Islâmica, que representam um perigo real para a civilização ocidental:

“Nós fugimos do Islã Político no Irã, mas ele nos seguiu …. O  Conselho de Relações Islâmico-Americanas -(CAIR) criou a imagem de que todos os 3 milhões de Muçulmanos na América são iguais e o que o CAIR os representa – o que não é verdade… Bin Laden e o Islã Político foram criados porque [os Islamistas] sentiram que Eles estavam sendo arrastados para o século 21 a partir do século VI “.

São os semelhantes ao Príncipe Charles, entre outros surtados em diversidade, que estão capacitando os supremacistas Islâmicos contra o Ocidente e abrindo a Europa para os piores tipos de vitimização e terror, mas o príncipe Charles e sua família estão imunes aos perigos com relação a segurança que os “plebeus” enfrentam: eles têm segurança de alto preço, pagos por esses “plebeus”.

Por que o príncipe Charles não está falando em nome dos Cristãos perseguidos? Em 2008, o Príncipe Charles fez uma declaração significativa: a de que ele, o príncipe, “não seria mais conhecido como Defensor da Fé pela primeira vez desde o reinado de Henrique VIII”.

Abusar de Muçulmanos inocentes sem razão é intolerante e indesculpável. Chamar para uma verdadeira guerra contra o terror jihadista e para uma guerra contra os ataques da Sharia aos direitos humanos e às liberdades não é intolerante. É obrigatório.

Mais sobre essa história.

“O príncipe Charles emite um aviso velado sobre Donald Trump e retorna aos ‘dias escuros dos anos 30′”, por May Bulman, Independent, 22 de dezembro de 2016:

“O príncipe Charles advertiu sobre a “ascensão do populismo” numa aparente referência à eleição de Donald Trump e as atitudes cada vez mais hostis em relação aos refugiados na Europa.

O príncipe de Gales disse que havia “ecos profundamente perturbadores dos dias escuros da década de 1930”, acrescentando que a “má” perseguição religiosa estava ocorrendo em todo o mundo.

O “sofrimento não termina quando eles chegam em busca de refúgio em uma terra estrangeira”, disse ele na mensagem pré-gravada para o “Pensamento Para O Dia” da BBC Radio 4.

“Estamos assistindo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos com aqueles que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso tem ecos profundamente perturbadores dos dias escuros da década de 1930 “, disse ele.

“A geração dos meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e as tentativas desumanas de exterminar a população judaica da Europa”.

Citando as estatísticas da ONU, acrescentou que um número “impressionante” de 65,3 milhões de pessoas abandonaram suas casas em 2015 – 5,8 milhões a mais do que no ano anterior.

“O sofrimento não termina quando chegam buscando refúgio em uma terra estrangeira”, disse o príncipe. “Estamos vendo agora a ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, cada vez mais agressivos para com aqueles que aderem a uma fé minoritária”.

Ele passou a instar os ouvintes a se lembrarem deste Natal “como a história da Natividade se desdobra com a fuga da santa família para escapar da perseguição violenta”.

Enquanto o príncipe não faz referência direta ao Sr. Trump, seu discurso está amplamente ligado à ascensão do bilionário ao poder.

Isso surgiu depois que o Presidente eleito sinalizou que poderia estar empenhado em levar adiante uma proposta de “registro” Muçulmano.

“Obrigado Príncipe Charlespor por mencionar a tendência rastejante do autoritarismo moderno em que Trump e Putin são jogadores significativos”, um usuário do Twitter escreveu….


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol on the Left and Far Left as Defenders of Islam

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Por HUGH FITZGERALD

27 de Abril de 2016

IVAN RIOUFOL, é um colunista do Le Figaro, um dos mais perspicazes comentaristas Franceses sobre a ameaça do Islã e os seus apoiadores de esquerda na França. Naturalmente, como consequência, é desprezado por todas as pessoas que pensam corretamente. No texto abaixo, Rioufol relata:

1) Os ataques físicos e verbais, sobre o famoso membro da Academia Francesa Alain Finkielkraut, que como Rioufol, fala a verdade sobre o Islã e sua aliança com a esquerda e extrema esquerda, e é especialmente odiado pelos “Palestino-Adoradores”;

2) O antissemitismo e o totalitarismo da Extrema Esquerda (exemplificado pelo grupo de extrema esquerda Nuit Debout), que é apoiado pelo mais amplo, de esquerda um pouco menos extrema, representada pelos socialistas agora no poder;

3) A exclusão de homens heterossexuais brancos dos chamados debates públicos realizados por esse grupo periférico de esquerda;

4) A recusa de Nuit Debout, que se promove como uma revolta de oportunidades iguais contra tudo, de condenar o Islã e a ideologia do Alcorão; e finalmente,

5) Rioufol critica o Papa Francisco por sua “recusa em contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano”, sua mal concebida tentativa de conquistar a benevolência Muçulmana fazendo declarações equivocadas sobre a doutrina Islâmica, em confundir o Deus Cristão do Amor com o Vingativo Deus Muçulmano, e sua crítica ao Ocidente por ser insuficientemente indulgente para com o Islã.

“O Progressismo se aconchega ao pensamento totalitário”, traduzido do “Bloc-notes: le progressisme cajole la pensée totalitaire,“, de Ivan Rioufol, 22 de abril de 2016:

As máscaras caíram, e, como se fosse necessário, a incompetência da Esquerda no poder foi revelada. Desvendada, em particular, é a atração da Esquerda pelo sectarismo, e a pura violência do Partido do Bem (Esquerdistas), quando em plena rota. Na Segunda-feira, uma pesquisa conduzida pelo Figaro-RTL-LCI após a aparição na televisão de François Hollande quatro dias antes confirmou a perda abrupta de confiança em Hollande: ele obteve apenas 15% das intenções de votos para 2017, ou seja, quase o mesmo que a extrema esquerda Jean-Luc Mélenchon. Quanto a “Nuit Debout”, esse protesto periférico tão superestimado pelo Sistema [isto é, a grande mídia e a política], se deixou rapidamente subverter por uma extrema esquerda fanática e racista. Na noite de Sábado, o filósofo Alain Finkielkraut, que tinha vindo como um espectador foi expulso da Place de la République, depois de ser insultado e cuspido. (ênfase adicionada pelo tradutor). Em Janeiro, no France 2 [canal de televisão], já tinha sido confrontado com o mesmo ódio de uma mulher que foi identificada simplesmente como ‘professora Muçulmana’ e que atacou pelo nome “pseudo-intelectuais”, todos Judeus.

Uma ideologia antissemita e totalitária goteja dessas “Nuits d’égout” [Noites na sarjeta], no entanto, promovida pela imprensa de imitação. A rejeição do capitalismo e a defesa da causa Palestina  formalizada pela recente criação de uma comissão chamada “Palestina toujours debout” (Palestina ainda de pé)  estão transformando os Judeus, mais uma vez, na caricatura de Banker (banqueiro) e Colonizador. Assim, o antissionismo expõe sua Judeofobia ainda mais, enquanto que o ódio é o alicerce de uma islamo-esquerda preocupada, nos dias de hoje, em destacar suas ligações com as banlieues [subúrbios fortemente Muçulmanos]. Quanto ao totalitarismo, é visível a incapacidade desse movimento de aceitar a contradição ou mesmo a diferença. Os Jovens Comunistas estavam orgulhosos por terem expulsado o acadêmico [Finkielkraut]. O jornal Figaro descreveu, na semana passada, como os homens brancos e heterossexuais tinham sido excluídos de alguns “debates” que floresceram nesse lugar de Intolerância. Felizmente, uma associação de “antirracismo”, LICRA, expressou sua indignação a esse robespierrism.

Nuit Debout mostra o que a Extrema Esquerda é realmente, protegida pelo Centro Esquerda, e por inúmeros jornalistas considerados sensíveis às ideias “nauseantes”: uma desgraça e um insulto à República.

Essa descoberta não é nova para aqueles que, como este que vos fala, tiveram de suportar por muito tempo a ditadura aparentemente suave de um clã que se protege e condena os outros por suas próprias perversões. Por trás da demonstração de um humanitarismo brando como um privilégio especial, a Extrema Esquerda muitas vezes tenta esconder o seu desdém pela democracia liberal e pluralista. Aqueles que continuam a fazer de Nuit Debout um exemplo de revolta negam ao mesmo tempo os perigos da ideologia Corânica, liberticida e sexista. É por ter chamado a atenção para o risco que Finkielkraut fez sua situação piorar aos olhos dos palestino-adoradores.

Esse radicalismo é uma armadilha da qual os Esquerdistas desesperados, que apontam a FN [Frente Nacional, liderada por Marine Le Pen] como um perigo, precisam sair antes que afunde. Nem todos os participantes do Nuit Debout, uma curiosa experiência em expressão societal, estão na imagem da milícia que querem preservar a seu “entre-soi” (entre si) e purificar o lugar. Mas cabe aos democratas [à esquerda] limpar as coisas. No entanto, esse não foi o caminho tomado. Nem mesmo pela CGT [a esquerdista Confederação Geral do Trabalho]; ela também mostra sinais de uma mesma rigidez ideológica em face de sua perda de audiência. Philippe Martinez, o secretário-geral, escolheu apoiar, na Terça-feira, um cartaz da federação Info’com da CGT, que acusa o CRS [as forças antimotim Francesas] de “prender” os cidadãos, em vez de “protegê-los”, contra um cenário de banho de sangue. Deve Martinez, que parece já ter esquecido dos ataques Salafistas de 2015, ser lembrado de que está causando derramamento de sangue na França? Na realidade, o Marxismo e o Islamismo estão destinados a se entenderem.

A fraqueza do Papa

A boa vontade para com a ideologia totalitária, uma preguiça intelectual regularmente denunciada aqui, chegou às sonolentas elites progressistas. Eles querem se convencer da falsa evidência de uma identidade feliz e um diálogo de civilizações. Para eles, a perspectiva de uma guerra civil está no reino da fantasia. Essa abordagem do tipo cabeça-enfiada-na-areia é uma dádiva de Deus para os Salafistas, deixados em paz em seu compromisso de conquistar e reislamizar a comunidade Muçulmana. Ao contrário do que Hollande anunciou na outra noite, a mesquita Sunna do Imam Salafista de Brest, Rachid Abou Houdeyfa, nunca foi fechada. Esse é o iluminado que ensina as crianças que ouvir música o transforma em macaco ou porco. Por sua vez, o Belga Ministro do Interior, o Flamengo Jan Jambon, criou um escândalo na Segunda-feira, quando disse que “uma parte significativa da comunidade Muçulmana” havia comemorado os ataques a Bruxelas “com dança”. Um fato confirmado pelo chefe do governo, Charles Michel, que teve o cuidado de evitar a “generalização”.

Vale a pena repetir: nada é mais óbvio do que a completa incompatibilidade entre o Islã político, uma ideologia totalizante e a democracia. No entanto, é esta mesma incompatibilidade que o Papa Francis descarta por sua vez, pego em sua recusa de contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano, apesar da história e, apesar dos fatos. Sua decisão de buscar na ilha Grega de Lesbos, no Sábado, três famílias Sírias e pô-las aos cuidados do Vaticano, é, naturalmente, uma boa ilustração do humanismo Católico. Seu aparente esquecimento dos Cristãos do Oriente, perseguidos pelo Estado Islâmico (ISIS), no entanto, nos leva a temer uma falta de interesse quando se trata de sua própria religião. Para ele, todos os refugiados são “filhos de Deus”. Mas o Vingativo Deus Muçulmano não é o Deus Cristão do Amor. Na Terça-feira, o Santo Padre acusou as sociedades Ocidentais de se fecharem, “por medo de uma mudança de mentalidade e da vida”, que, segundo ele, a chegada dos imigrantes implicaria. Ele mencionou, em sua resolução, “o nosso Deus misericordioso e clemente”, usando uma expressão do Alcorão. No entanto, esperando a indulgência do Islã submetendo-se a Alá é uma fraqueza que põe em dúvida a credibilidade de Francisco.

Merkel capitula diante de Erdogan

Angela Merkel mostra a mesma rendição quando, a fim de acalmar a ira do sultão Erdogan, autoriza os processos penais exigidos pelo presidente Turco contra um comediante Alemão considerado muito impertinente. Essa renúncia de defender a liberdade de expressão é a humilhação final.

Promoção do véu na Sciences Po

E em seguida isto: um “Dia do Hijab” na Sciences Po de Paris, lançado por estudantes para promover o véu Islâmico. Quando veremos o Dia da Submissão das Mulheres?


Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

“Será que o Papa atual será forçado a fugir de Roma?”

Foto/Cover: Alessandro Di Meo / EPA file 

Fonte/Source: Immigration, Reason, and Responsibility | Catholic World Report – Global Church news and views via RAYMOND IBRAHIM

Imigração, Razão e Responsabilidade

Por William Kilpatrick

25 de Março de 2016

Migrantes e refugiados aguardando numa longa fila para receber alimentos distribuídos por voluntários após a sua chegada em Atenas, Grécia, no 25 de Fevereiro. (CNS foto / Simela Pantzartzi, EPA)

Donald Trump levantou recentemente o espectro de um ataque do Estado Islâmico (ISIS) sobre o Vaticano. O Sr. Trump gosta de afirmar que é sempre o primeiro, a saber, o que o futuro pressagia, mas neste caso chegou atrasado. Em Janeiro deste ano, escrevi um artigo intitulado “Será que o futuro Papa será forçado a fugir de Roma?”. Daqui a um ano, talvez seja mais pertinente perguntar se o atual Papa será forçado a fugir.

Há um ano, a Europa vem gradualmente acelerando em direção à completa Islamização. Naquele tempo geralmente estimava-se que o processo levaria décadas ou mesmo a maior parte do século para chegar à conclusão. Mas o súbito influxo de migrantes Muçulmanos e refugiados em 2015 empurrou o acelerador para frente a toda a velocidade. Só a Alemanha arrecadou mais de um milhão de migrantes em 2015. E uma vez que muitos dos migrantes são homens jovens, estima-se que em menos de um ano haverá um grande número de homens Muçulmanos em idade de combate na Alemanha, como existem Alemães nativos da mesma faixa etária.

Migrantes tendem a não ficar na Itália, em grande parte, por conta dos escassos benefícios sociais, de forma que pode levar um tempo para o total efeito ser sentido em Roma.  Ainda assim, e não parece cedo demais, podemos contemplar a possibilidade do Papa Francisco ser forçado a fugir de Roma. Desde a queda de Constantinopla, conquistar Roma tem sido o maior objetivo dos Muçulmanos. Em Julho de 2014 Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico (ISIS) renovou a esperança de suas tropas com a promessa de que “vocês irão conquistar Roma e serão os donos do mundo”. Agora que o Estado Islâmico (ISIS) está inserido na Líbia, a rota para Roma é relativamente curta e direta.

Naturalmente, uma saída forçada não é a única alternativa. Dependendo de como o processo de Islamização desenrolar, o Papa pode ser autorizado a ficar em Roma. Mas a Igreja na Europa será uma Igreja muito diminuída e o Papa terá que respeitar as regras aplicadas aos dhimmis. Sua posição nesse caso seria semelhante a do Papa Copta do Egito: precária se um Muçulmano como Mohamed Morsi estiver no poder; suportável se um Muçulmano Iluminado, como Presidente El-Sisi estivesse no poder.

Mas, esse é o cenário otimista. No pior dos cenários, devemos contemplar não só a partida do Papa, mas também o fim do Cristianismo na Europa. Julgando pela contínua perseguição dos Cristãos no Oriente Médio, África e outras partes do mundo Muçulmano não se podem dar ao luxo de ser demasiado otimista diante do panorama Cristãos Europeu. Na verdade, a Europa Cristã enfrenta a maior ameaça à sua existência desde os exércitos do sultão Mehmed IV convergiram para Viena em 1683.

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Foto: Alessandro Di Meo / EPA file — Um raio atinge a cúpula da Basílica de São Pedro no Vaticano, durante uma tempestade em 11 de Fevereiro de 2013, no mesmo dia em que o Papa Bento XVI anunciou sua renúncia.

Só que desta vez as tropas avançadas já estão dentro dos portões. Além disso, as regras politicamente corretas de engajamento tornam a autodefesa uma proposição arriscada, como no caso de uma adolescente Dinamarquesa que foi multada por usar spray de pimenta para repelir um homem que a agredia sexualmente. A situação é muito pior do que qualquer um poderia ter imaginado há um ano. Migrantes Muçulmanos hospedados em Centros de asilo na Alemanha assaltam (estupram) Cristãos e abusam sexualmente mulheres e crianças. Um menino de dez anos foi estuprado por um migrante Muçulmano numa piscina pública em Viena. Gangues Muçulmanas armados com barras de ferro vagam pelas pequenas cidades da Europa à procura de vítimas para espancar. Um menino de uma escola na Suécia foi esfaqueado até a morte por defender uma menina contra o abuso sexual por parte de um colega de escola Muçulmano. Judeus temem usar o kipá. Mulheres solteiras têm medo de andar sozinhas. As mães têm medo de deixar seus filhos visitarem os parques infantis. Os próprios policiais muitas vezes têm medo e há inúmeros casos de policiais em retirada diante das gangues Muçulmanas. Em partes do norte da Inglaterra, policiais estão sendo orientados a não dirigir ao trabalho vestindo uniforme para não serem atacados.

Além do mais, temos uma situação susceptível de gerar graves consequências a cada onda sucessiva de migrantes Muçulmanos. Como os Europeus já perceberam que a polícia é incapaz de defendê-los ou não querem, irão resolver o assunto com as próprias mãos. Numerosos movimentos de resistência já se formaram em toda a Europa, juntamente com organizações de autodefesa locais e até mesmo grupos de vigilantes. Rifles já estão sendo vendidos em lugares como a Áustria e a Suécia. Cursos para manuseio de armas de fogo estão com excesso de inscrições. O confronto entre os habitantes locais e os migrantes eclodiu em cidades que eram pacíficas no passado. Muitos estão prevendo uma guerra étnica em grande escala com dezenas de milhares ou mesmo centenas de milhares de vítimas.

A ironia é que, se o caos se abater sobre a Europa, o Papa Francisco juntamente com outros da mesma hierarquia terão que arcar com parte da responsabilidade. Isto é, por estarem na vanguarda dos que pedem de braços abertos, pelo acolhimento de refugiados e migrantes Muçulmanos.

Papa Francisco abordou a situação dos refugiados em várias ocasiões. Geralmente falando sobre seu sofrimento, sua fuga da guerra e da opressão, e seu desejo de liberdade. Comparou a sua migração a jornada de Abraão a Terra Prometida, ao Êxodo do povo escolhido, e a fuga da Sagrada Família ao Egito. Falou também sobre as contribuições benéficas que os migrantes irão introduzir nas culturas anfitriãs.

Quanto às culturas anfitriãs? Nesse ponto, Francisco é um pouco menos generoso. Ele adverte às sociedades que os acolhem contra a “mente-fechada”, a “intransigência”, cedendo a temores, e adotando atitude de “fria indiferença”. Em sua mais recente observação sobre o assunto, afirmou que: “Uma pessoa que só pensa em construir muros… e não em construir pontes, não é Cristão”. Claramente sente que os cidadãos Ocidentais têm a obrigação moral de acolher os refugiados.

Mas, o Papa e os numerosos Bispos, que disseram a mesma coisa sobre a imigração, terão alguma responsabilidade moral, quando suas esperanças para um continente harmonioso são infundadas?

A vida é imprevisível. E não há nenhuma maneira de sabermos com certeza se suas ações bem intencionadas darão frutos. Ainda assim, é geralmente melhor errar do lado da caridade. Algumas coisas, no entanto, são mais previsíveis do que outras. Muito antes da onda de refugiados chegar em 2015, já era dolorosamente óbvio que algo estava terrivelmente errado com a imigração Muçulmana. Os Muçulmanos, em geral, não estavam assimilando a cultura Europeia. Muitos viviam em guetos auto-segregados e em zonas de exclusão. Muçulmanos tinham altas taxas desproporcionais de crime violento e dependência da assistência social. E tempos após tempo haviam tentado impor seus próprios códigos culturais e religiosos aos outros.

O problema com a postura, da hierarquia pró-Muçulmana de imigração, é o seu quase total desrespeito aos fatos. Ao ler as declarações episcopais sobre o assunto, tem-se a impressão de que todas as migrações são essencialmente benignas: a de que, para usar as palavras do Papa, todos os migrantes procuram a “dignidade e a igualdade de cada pessoa, o amor ao próximo… a liberdade de consciência e de solidariedade para com os nossos semelhantes homens e mulheres”. “A maioria dos Muçulmanos, no entanto, caso leve a sua fé a sério, não compartilha essa visão comum”. O Islã prescreve um conjunto de regras aos Muçulmanos e outros códigos muito mais duros aos não-Muçulmanos. Além disso, a teologia Islâmica contém o que equivale a uma doutrina do destino manifesto.

O Alcorão, juntamente com outras escrituras, comanda os Muçulmanos a lutar contra os infiéis até que toda a adoração seja somente por Alá. A atitude do Bispo em relação à imigração Muçulmana não só demonstra um desrespeito pela teologia Islâmica, mas também aos 1400 anos de história. Durante esses catorze séculos, a agressão Islâmica contra os não-Muçulmanos tem sido uma constante que atravessa culturas, geografia, raça e língua. Como documenta Raymond Ibrahim em  Crucified Again o padrão de perseguição carrega exatamente a mesma forma quer seja na África, Oriente Médio, Ásia Central, ou Sudeste Asiático.

Em seguida temos a história atual. Os Bispos devem estar cientes da enorme mudança populacional que já estava em andamento antes de 2015. Nos Países Baixos e na Bélgica, 50 por cento de todos os recém-nascidos são Muçulmanos. No Reino Unido, o nome mais popular para bebês é “Mohammed”. Em Viena, Birmingham, e Marselha há mais crianças Muçulmanas que crianças Cristãs. No sul da França, há mais Mesquitas que Igrejas. Os Bispos devem estar cientes da epidemia de estupro na Inglaterra e na Suécia. Devem estar cientes dos numerosos ataques terroristas em toda a Europa. Devem saber que Estado Islâmico (ISIS) tem afirmado a intenção de se infiltrar na população de refugiados. Devem estar cientes agora que, de 70 a 75 por cento dos refugiados de 2015 eram homens jovens, e não mulheres e crianças.

A vida é imprevisível, no entanto, não se pode dar ao luxo de ignorar as probabilidades da mesma. Tanto o padrão do passado, quanto o padrão do presente, sugere fortemente que a experiência da Europa em relação à imigração Muçulmana em massa vai acabar mal. Alguns Bispos estão tardiamente acordando para essa possibilidade. Cardeal Reinhard Marx, que preside a Conferência Episcopal Alemã, era até há pouco tempo, um dos mais fortes defensores da imigração Muçulmana e fez questão de cumprimentar os refugiados na estação de trem. Agora, talvez em resposta às agressões sexuais em massa, perto da Catedral de Colônia, o Cardeal tem uma mensagem diferente. Em uma entrevista recente ao Passauer Neue Presse, disse: “Como Igreja, dizemos que precisamos de uma redução do número de refugiados”. Ele acrescentou: “A Alemanha não pode absorver todos os necessitados do mundo”. A resposta da Igreja à crise dos migrantes, afirmou, não deve ser apenas uma questão de “caridade, mas também de razão”.

Muita miséria poderia ter sido evitada se líderes políticos e líderes da Igreja na Europa tivessem antes aplicado à regra da razão. Como o professor Stephen Krason observa:

Insistir que essa gama de questões relacionadas à imigração ilegal deva ser ignorada simplesmente porque a Escritura diz para “acolher o estrangeiro” não é apenas um literalismo impermeável ao contexto e a qualificação, mas pede para que as pessoas entreguem suas mentes. Catolicismo, no entanto, não é uma religião de “fé cega”, mas uma em que a fé e a razão trabalham em harmonia.

Assim como precisamos ser cautelosos com relação à fé cega, é preciso ter o cuidado com a caridade cega. Uma das razões pela qual o mundo Cristão não tem sido preparado para o ataque Islâmico é a prevalência do pensamento politicamente correto. Em certo sentido, o politicamente correto é uma forma de falsa caridade. No caso do Islã, é um acordo tácito para poupar os sentimentos dos Muçulmanos, fingindo que não há um lado repulsivo no Islã. Mas este silêncio caridoso sobre a ameaça do Islamismo teve o efeito de colocar os Cristãos em risco, negando-lhes o conhecimento crucial.

Durante uma recente entrevista com um repórter Francês, Jean-Clément Jeanbart, Católico Arcebispo Melquita de Aleppo, criticou os meios de comunicação Europeus e alguns de seus colegas Bispos por ignorarem a perseguição Muçulmana aos Cristãos do Oriente Médio: “Porque seus Bispos estão em silêncio, sobre uma ameaça que também é sua hoje em dia? Porque os Bispos são como você, criados no politicamente correto. Mas Jesus nunca foi politicamente correto, ele era politicamente justo!” Acrescentou:

“A responsabilidade de um Bispo é ensinar, e usar a sua influência para transmitir a verdade. Por que seus Bispos têm medo de falar? Claro que seriam criticados, mas isso lhes daria a chance de se defender e defender a verdade. Você deve lembrar que o silêncio muitas vezes significa consentimento”.

Quanto à celebração da imigração em massa da Europa, o Arcebispo disse isto:

O egoísmo e os interesses servilmente defendidos por seus governos, no final, também irão matá-lo. Abra seus olhos, você não viu o que aconteceu recentemente em Paris?

Em agosto de 2014, Emil Nona, o Cardeal Arcebispo exilado de Mosul emitiu um alerta semelhante sobre ingenuidade com relação à imigração Muçulmana. Vamos dar a ele a última palavra:

Os nossos sofrimentos são o prelúdio daquilo que você, os Europeus e os Cristãos Ocidentais, também sofrerão no futuro próximo… Você deve considerar novamente a nossa realidade no Oriente Médio, porque você está acolhendo em seus países um número crescente de Muçulmanos. Além disso, você está em perigo. Você deve tomar decisões fortes e corajosas, mesmo à custa de contradizer seus princípios. Você acha que todos os homens são iguais, mas isso não é verdade: O Islã não diz que todos os homens são iguais. Os seus valores não são os valores deles. Se você não entender isso, em breve irão se tornar vítimas do inimigo, aos quais vocês deram boas-vindas em sua casa.


Sobre o Autor:

William Kilpatrick lecionou por muitos anos no Boston College. Autor de vários livros sobre questões culturais e religiosas, incluindo Psychological Seduction, Why Johnny Can’t Tell Right from Wrong e, mais recentemente, Christianity, Islam, and Atheism: The Struggle for the Soul of the West. Os artigos do Professor Kilpatrick sobre temas culturais e educacionais têm aparecido no First Things; Policy Review; American Enterprise; American Educador; The Los Angeles Times, entre várias outras revistas acadêmicas. Seus artigos sobre o Islã têm aparecido em Aleteia; National Catholic Register; Investor’s Business Daily; FrontPage Magazine entre outras publicações. O trabalho do professor Kilpatrick é apoiado em parte pela Shillman Foundation. Para saber mais sobre o seu trabalho e escritos, visite o website: turningpointproject.com.


Tradução: Sebastian Cazeiro

Mulheres Suecas mostram solidariedade ao Islã tirando selfies com Hijab após massacre em Bruxelas

Fonte/Source: Swedish women show support for Islam by taking selfies in hijabs after #BrusselsAttacks | Pamela Geller

Mulheres Suecas mostram solidariedade ao Islã tirando selfies com Hijab após massacre em Bruxelas

Por Pamela Geller

25 de Marco, de 2016

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Afiando as espadas dos seus executores. Não é de se admirar que a síndrome de Estocolmo tenha sido nomeada a partir de uma cidade Sueca.

Essas mulheres querem mostrar solidariedade? Por que não se oferecem como escravas sexuais ao Estado Islâmico (ISIS)?

O ganso (ou será um bode?) está assado!

Do site da hijabuppropet (agradecimentos a Jim Hoft):

A violência contra as mulheres Muçulmanas aumentou, e isso é extremamente preocupante. Seus direitos básicos não estão sendo respeitados, seus direitos civis não estão sendo respeitados. E nós precisamos acabar com isso. São xingadas nas ruas, seus lenços/hijabs arrancados de suas cabeças, e a calúnia se tornou uma rotina diária para muitas dessas mulheres Muçulmanas.

Organizamos essa manifestação porque não podemos permitir esse tipo de comportamento por mais tempo em nossa sociedade. Venha e mostre seu apoio, neste Sábado, dia 26, às 17:00.

Em Estocolmo, vamos caminhar de Kulturhuset, Sergels Torg (Plattan) até a Mesquita de Medborgarplatsen, esta será uma demonstração silenciosa!

As mulheres têm absolutamente nenhum direito sob o Islã e essas cabeças-desmioladas estão realizando um comício em apoio aos bárbaros.

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Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

Hugh Fitzgerald: Muitos perguntam “Por que nos odeiam?”

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Why Do So Many Ask “Why Do They Hate Us?” via Robert Spencer (Jihad Watch)

Hugh Fitzgerald: 
Muitos perguntam “Por que nos odeiam?”

Por Hugh Fitzgerald

24 de março de 2016

“Várias vezes transitei por esses lugares. Por que nos odeiam tanto?” perguntou Franziska Brantner, do partido Verde Alemão e ex-membro do Parlamento Europeu, no Twitter (sobre os ataques em Bruxelas).

Lembram-se do Michael Scheuer, aquele que era obsessivamente anti-Israel, especialista em “unidade Bin Laden” da C.I.A., e que costumava declarar que “nos odeiam [América] porque nossas políticas apoiam Israel, dão suporte à Al-Saud e a invasão do Iraque”?

Ou aqueles que disseram que “nos odeiam por causa da nossa intervenção na Líbia”? Ou ainda, aqueles que diziam: “nos odeiam porque apoiamos (!) Assad” ou “apoiamos os Houthis no Iêmen” ou “apoiamos Mubarak” ou “abandonamos Mubarak”? Ou aqueles que disseram “nos odeiam porque…” (preencha aqui com a sua razão favorita — absolutamente nada vai mudar, desde que você não mencione o Islã).

Em longa lista de respostas com relação a “por que nos odeiam”, Scheuer forneceu pelo menos meia dúzia de razões:

  • EUA apoiam governos Muçulmanos apóstatas, corruptos e tirânicos.
  • EUA e outras tropas Ocidentais estão na Península Arábica
  • EUA apoiam Israel, que mantém Palestinos sob o poder dos Israelenses.
  • EUA pressionam os produtores Árabes para manter os preços do petróleo em baixa.
  • EUA ocupam o Iraque e o Afeganistão.
  • EUA apoiam Rússia, Índia e China contra os seus militantes Muçulmanos.

Esse rol implausível torna-se ainda mais cômico se “EUA” for substituído por “Bélgica”, em qualquer um dos motivos de Scheuer  ou seja, — nunca houve uma “ocupação do Iraque e do Afeganistão,” por parte da Bélgica, nem “tropas Belgas na Península Arábica, “nem qualquer Belga” pressionando os produtores de petróleo Árabe” e assim por diante. E se alguém tentar explicar quaisquer ataques terroristas Muçulmanos fora do Ocidente, na Índia, por exemplo, ou nas Filipinas, a inadequação dessas “razões” ainda se torna mais aparente — tente substituir “Filipinas” ou “Nigéria” por “EUA” e em seguida, ler essa lista em voz alta.

E, claro, Scheuer tem um monte de empresas. Aqueles que ainda indagam “por que nos odeiam tanto?” têm uma coisa em comum: nunca irá aceitar a resposta perfeitamente óbvia — “nos odeiam porque não somos Muçulmanos, e não nos submeteremos ao Islã” — resposta esta que tem sido verdadeira por 1350 anos. Esse é o ódio que encontramos em todo o Alcorão e na Suna, um ódio que não precisa de qualquer aviso especial para existir, e que é inflexivelmente dirigido contra qualquer fazendeiro rural Cristão sóbrio ou a um Judeu Ortodoxo caminhando em direção a Sinagoga, contra o admirador mais devasso de Miley Cyrus ou alguém da tripulação Kardashian. “Nos odeiam tanto” porque somos infiéis e ainda não sucumbimos, nos “convertendo” ao Islã ou, concordando em sermos tratados como dhimmis, pagando aos Muçulmanos pelo privilégio de permanecer vivo enquanto nos permitem observar a nossa própria fé, se formos qualificados como o “Povo do Livro” (Cristãos e Judeus).

“Por que nos odeiam tanto?”

As bombas explodiram em Bruxelas. como anteriormente em Paris, Madri, Moscou, Londres, e em dezenas de outras cidades ao redor do mundo, e muitas delas fora do Ocidente (Índia, Filipinas, Tailândia, Burma, Mali, Nigéria, Burkina Faso, Camarões, Sudão). Esse ódio omnidirecional, que incitou todas essas bombas e armas, vem sendo martelado na cabeça dos Muçulmanos desde a mais tenra idade, através dos textos canônicos que o justificam. Nem todos os recentes Muçulmanos subscrevem esse ódio mas, o suficiente deles o faz, de modo que é razoável concluir que, “nos odeiam”, porque é o que os ensinam a fazer.

O Islã está em marcha na Europa. As elites políticas e midiáticas, cujo dever é proteger e instruir o povo Europeu, fracassou em sua responsabilidade de alertar. Em vez disso, permitiram,  o que agora certamente deve estar na casa de muitos milhões de Muçulmanos, que se instalassem definitivamente na Europa, apesar de que ensinam aos Muçulmanos a considerar-nos como linhas inimigas, as linhas de Dar al-Harb (Nota do blog: a “casa dos resistentes”, aqueles contra quem se deve fazer guerra santa até que sejam submetidos ou mortos); e as elites Europeias simplesmente não sabem como lidar com o problema, nem por onde começar. Pode alguém que tem sido parte da classe política, dentro e fora do poder durante as últimas décadas sombrias, em qualquer país Europeu, desafiar agora e admitir que “eles nos odeiam, finalmente percebi, porque somos infiéis — e ajudei a deixá-los entrar”? Não seja estúpido. (Ênfase adicionada).

Nota: Hugh Fitzgerald é Vice Presidente do Conselho da Jihad Watch David Horowitz Freedom Center


Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

Um Apocalipse Islâmico em Bruxelas

Fonte/Source: An Islamic Apocalypse in Brussels

Um Apocalipse Islâmico em Bruxelas

Por Raymond Ibrahim

A Jihad Islâmica atingiu Bruxelas ontem pela manhã — primeiro o aeroporto de Bruxelas e, em seguida, uma estação de metrô a 400 metros do quartel-general da EU (União Europeia) — deixando pelo menos 34 mortos e 230 feridos.

Foi uma cena apocalíptica, de acordo com os sobreviventes; “com sangue e corpos desmembrados por todo lado”, até mesmo “lançados ao ar”. Um homem recordou o “horror. Eu vi pelo menos sete pessoas mortas. Havia muito sangue. Pessoas tinham perdido as pernas. Você podia ver seus corpos, mas sem pernas”.

Testemunhas ouviram os atacantes gritando em Árabe, momentos antes das bombas — uma das quais continha pregos — serem detonadas. Outras marcas registradas dos Jihadistas — incluindo um colete suicida não detonado e um rifle Kalashnikov ao lado do corpo de um terrorista morto — foram encontradas. A antiga tática de guerra Islâmica, de se misturar aos não-Muçulmanos também foi implementada. 

Horrendo, como todo ataque, sua inspiração e a resposta Ocidental a isso são típicas — significando, como opinei há um ano, após o massacre de Paris, que “muito mais desses ataques e piores irão continuar. Conte com isso”.

Primeiro como aconteceu em 11 de Setembro (Nova York), os Muçulmanos de todo o mundo — aqueles anônimos que a mídia se refere como “apoiadores do ISIS” — celebraram, incluindo mais uma vez, a distribuição de doces, bradando o grito de guerra Islâmico, “Allahu Akbar.” Sim, o antigo ódio Islâmico está mais uma vez no ar e disparando na mídia social. “Não estamos apenas batendo palma, estamos felizes novamente. Estamos sorrindo, estamos rindo como se fosse um dia de celebração”, tuitou um simpatizante do ISIS. Outro escreveu: “#Bruxelas, se vocês continuarem a sua guerra contra a religião de Alá então, essa é a nossa resposta”. Outro escreveu: “Que dia lindo. F*** (Vai se foder!) Bélgica”. E outro ainda escreveu, “Um monte de [orações Muçulmanas] foram respondidas hoje”.

Ainda assim, a maioria dos simpatizantes Muçulmanos foi rápida em retratar sua sede de sangue como um produto de ressentimentos contra o Ocidente: “o comentário mais comum sob uma hashtag foi “Você declarou guerra contra nós e nos bombardeou, e agora atacamos o interior da sua terra natal”. Outra reação popular dos apoiadores do ISIS no Twitter era que os ataques a Bruxelas tinham a intenção de vingar o sangue dos Muçulmanos, derramado em Mosul, numa série de ataques aéreos pela coalizão Ocidental durante o fim de semana”.

Enquanto isso, e como de costume, nos seus comunicados a outros Muçulmanos, o ISIS articulou o ataque através de um paradigma distintamente Islâmico. E ainda sinalizou o ataque com as palavras: “Viemos para trazer a morte” — uma afirmação baseada nas palavras do profeta do Islã, Muhammad (Maomé), dirigidas a uma tribo não-Muçulmana que recusou a se submeter ao Islã: “Tragovos a morte”.

Se essa afirmação não for suficientemente clara a respeito da intenção e da missão de Muhammad (Maomé) — e aqueles que o seguem — eis aqui outra afirmação canônica atribuída a ele e regularmente citada por jihadistas, incluída mais de uma década atrás no parágrafo da “Declaração de Guerra contra os Americanos”, que mostra o profeta dizendo:

“Fui enviado, com a espada entre as minhas mãos, para garantir que ninguém senão Alá seja adorado — Alá que colocou meu sustento sob a sombra da minha lança e que inflige humilhação e desprezo sobre aqueles que desobedecem aos meus mandamentos” (Al Qaeda Reader, p. 12).

Infelizmente, esse aspecto em particular — no qual a escritura Islâmica claramente, nitidamente, e inequivocamente promove a violência contra todos que recusam a submeter-se a Alá — é o mesmo aspecto e o mais veementemente negado pelas elites Ocidentais. Neste momento, como sempre acontecem, logo após um ataque ao Ocidente, cabeças falantes alertam contra a “Islamofobia desenfreada” e a reação contra os Muçulmanos. A mídia está hospedando mentirosos profissionais como a Fundação Ramadan do Muhammad Shafiq, que insiste que o “terrorismo é proibido no Islã” (embora o Alcorão exorte aos Muçulmanos a aterrorizar aqueles que resistem ao Islã, e.g., 3:151 e 8:12)

Ainda assim, devido ao número crescente de ataques jihadistas em solo Ocidental, um número crescente de políticos estão respondendo com duras — mas, em última análise, totalmente sem sentido — palavras: “Estamos em guerra”, respondeu o Primeiro Ministro Francês Manuel Valls. “Temos sido submetidos nesses últimos meses na Europa a atos de guerra”.

Isso é verdade. Mas, assim como o famoso “guerra ao terrorismo” de George W. Bush — guerra ao método e não a sua motivação — Valls não indica que “estamos em guerra” com, apesar do passo mais elementar para se ganhar uma guerra seja “conheça o seu inimigo”.

Um dos poucos aspirantes políticos Norte-Americanos que não precisam rever seu tom à luz deste ataque é Donald Trump. Mais de dois meses atrás, ele disse: “Vá a Bruxelas. Vá a Paris. Vá a lugares diferentes. Há algo acontecendo e não é bom, onde eles querem a Sharia... Você vai a Bruxelas  Eu estava em Bruxelas há muito tempo, há 20 anos, tão bonito, tudo é tão bonito — agora é como estar vivendo num buraco do inferno”.

Esse último ataque terrorista na Europa provavelmente vai reacender o debate sobre os refugiados, que, embora importante, também minimiza a importância da questão. O denominador comum entre todos esses recentes ataques terroristas em todo o Ocidente não é que os culpados sejam todos refugiados, mas sim que são todos Muçulmanos. Muitos ataques terroristas foram feitos em casa. Cidadãos Muçulmanos da América foram responsáveis ​​por Fort Hood (treze assassinados), Maratona de Boston (quatro assassinados), Chattanooga (quatro assassinados) e, mais recentemente San Bernardino (quatorze assassinados).

É claro, a Europa poderia ter poupado a si mesma se só tivesse olhado para a situação das minorias não-Muçulmanas que vivem em nações de maioria Muçulmana. Já em 2012, depois que os combatentes/jihadistas apoiados pelo Ocidente foram lançados sobre a Síria anteriormente estável de Assad, deslocando intencionalmente centenas de milhares de Cristãos, o arcebispo Cristão Sírio corretamente previu “os jihadistas não vão parar por aqui [Oriente Médio], essa guerra irá se espalhar pela Europa”. Quatro anos mais tarde, a guerra, sem dúvida começou.

Considere o massacre de 2010 contra a Igreja Nossa Senhora da Salvação em Bagdá. Jihadistas armados invadiram a Igreja durante o culto de Domingo, abriram fogo indiscriminadamente contra os fiéis Cristãos, antes de detonar seus coletes suicidas. Pelo menos cinquenta e oito fiéis Cristãos, incluindo muitas mulheres e crianças, foram mortos e quase 100 feridos, — muitos como em Bruxelas, perdendo seus braços ou pernas (nota do blog: Imagens extremamente fortes — veja as fotos). Se os jihadistas de Bruxelas usaram pregos em suas bombas, os jihadistas da Igreja de Bagdá usaram coletes “cheios de rolamentos de esferas para matar tantas pessoas quanto possível”.

Agora, se Bruxelas — ou Nova York, ou Londres, ou Madrid, ad infinitum — estivessem realmente “com a intenção de vingar o sangue dos Muçulmanos derramado em Mosul numa série de ataques aéreos”, como afirmam os ressentidos Muçulmanos, regularmente, — então precisam se perguntar: porque as minorias Cristãs que vivem no mundo Muçulmano são imensamente fracas, em menor número, condenadas ao ostracismo, e politicamente marginalizadas, e são totalmente incapazes de ferir qualquer Muçulmano, também estão sendo aterrorizadas e abatidas, ao ponto de genocídio?

A resposta deveria ser clara. Enquanto o Islã clamar a jihad contra aqueles que rejeitam Alá e seu profeta, ataques a Bruxelas (e os incontáveis ​​antes dele) continuarão. Antes da era do politicamente correto, a Enciclopédia do Islã colocou desta forma:

[A] propagação do Islã pelas armas é um dever religioso aos Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad [guerra para espalhar o Islã] possa ser eliminada.

Esse é o fato repulsivo que poucos querem aceitar, muito menos agir sobre ele — o que é compreensível, pois as ramificações são imensas.


Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Fonte/Source: “Islam Hates Us” More Than You Know

“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Por Raymond Ibrahim

13 de Março de 2016

O mais recente comentário politicamente incorreto de Donald Trump com relação ao Islã é muito mais verdadeiro do que a maioria pensa. Após ser indagado na semana passada pela CNN se acreditava que o Ocidente está em guerra com o Islã, o candidato presidencial Republicano simplesmente disse:

Acho que o Islã nos odeia. Existe alguma coisa lá que — Há um ódio tremendo lá. Temos que chegar ao fundo da questão. Há um ódio tremendo. Existe um ódio inacreditável da gente.”

Enquanto milhões de Americanos indiscutivelmente estão de acordo com as afirmações de Donaldo Trump, — pelo menos aqueles que têm olhos e ouvidos para ver e ouvir — poucos realizam que esse “ódio tremendo” não é um produto de ressentimentos, fatores políticos ou mesmo da interpretação “extremista” do Islã; ao contrário, é um subproduto direto da corrente principal do ensinamento Islâmico.

De acordo com a antiga doutrina Islâmica de “al-wal’a wa al-Bara”, ou “lealdade e inimizade” — a qual está bem fundamentada nas escrituras Islâmicas; bem patrocinada pelas autoridades Islâmicas; bem manifestada em toda a história Islâmica e em assuntos contemporâneos — os Muçulmanos devem odiar e se opor a todos os não-Muçulmanos, incluindo os próprios membros da família.

Alcorão 60: 4 – Este verso é a pedra angular dessa doutrina e fala por si: “Você [Muçulmanos] teve um excelente exemplo em Abraão e naqueles que o seguiram, quando disseram ao seu povo: “Nós renegamos você e tudo quanto adorais em lugar de Alá. Renunciamos a você: inimizade e ódio duradouros reinarão entre nós e vós, a menos que creia unicamente em Alá!” (Alcorão 60:4, ênfase adicionada pelo autor).

Alcorão 58:22  louva os Muçulmanos que lutam e matam seus próprios membros familiares não-Muçulmanos: “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, —ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes.”

De acordo com o comentário convencional de Ibn Kathir sobre o Alcorão, esse versículo refere-se a um número de Muçulmanos que massacraram seus parentes não-Muçulmanos (um matou seu próprio pai não-Muçulmano, outro seu irmão não-Muçulmano, um terceiro — Abu Bakr, o primeiro califa reverenciado da história Islâmica — tentou matar seu filho não Muçulmano, e Omar, o segundo califa, massacrou seus parentes). Como Ibn Kathir explica, [1] Alá ficou imensamente satisfeito pelo zelo inabalável à sua causa e os premiou com o paraíso.

De fato, versos que apoiam a doutrina divisionista de “lealdade e inimizade” permeiam o Alcorão (veja também 4:89, 4: 144, 5:51, 5:54, 6:40, 9:23 e 60: 1). Há uma ressalva, capturada pelo Alcorão 03:28: quando Muçulmanos estão em posição de fraqueza, podem fingir amizade com os não-Muçulmanos enquanto o ódio pulsa em seus corações. (Leia aqui para vários exemplos recentes de Muçulmanos que vivem há anos em paz e amizade com não-Muçulmanos, mas que em seguida se levantam de forma violenta contra eles, assim que se tornam mais fortes. [2]).

Pelo fato da inimizade aos não-Muçulmanos ser algo tão inquebrantável no Alcorão, a elite dominante do ensinamento Islâmico detém que, os homens Muçulmanos, devem até mesmo odiar — e mostrar que odeiam — suas mulheres não-Muçulmanas, por serem “infiéis”, nada mais.

Se os Muçulmanos devem odiar até os mais próximos — pais, filhos, irmãos e esposas simplesmente por serem não-Muçulmanos, não é surpresa alguma que tantos Muçulmanos odeiem “infiéis” estrangeiros que vivem a oceanos de distância, — tais como os Americanos que, além disso, são retratados em todo o mundo Islâmico como tentando minar o Islã?

Assim, mesmo os supostos melhores amigos e aliados Muçulmanos — como a Arábia Saudita e o Qatar, — foram registrados como pedindo a todos os Muçulmanos que nos odeiem. De acordo com o site governamental Saudita, os Muçulmanos devem “se opor e odiar, quem quer que seja se Alá nos ordenar a opor e odiar. Incluindo Judeus, Cristãos, e outros mushrikin [não- Muçulmanos], até acreditarem unicamente em Alá e obedecer a suas leis, as quais ele enviou a seu Profeta Muhammad, paz e bênçãos sobre ele”.

Em suma, a afirmação de Donald Trump de que “o Islã nos odeia” é demonstrável através das palavras claras e ensinamentos do Alcorão, pelas palavras claras e os ensinamentos do passado e do presente dos clérigos Islâmicos, e pelas ações passadas e presentes de Muçulmanos em todo o mundo.

Mas, como de costume, em vez de discutir esses fatos problemáticos, os poderosos estão muito mais interessados ​​em retratar Donald Trump como aquele que odeia.


[1] Alcorão 58:22 – Verso Completo:  “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes. Para aqueles, Alá lhes firmou a fé nos corações e os confortou com o Seu Espírito, e os introduzirá em jardins, abaixo dos quais correm os rios, onde morarão eternamente. Alá se comprazerá com eles e eles se comprazerão n’Ele. Estes formam o partido de Alá. Acaso, não é certo que os que formam o partido de Alá serão os bem-aventurados?”

De acordo com o comentário de Ibn Kathir: “Foi dito que a frase do Altíssimo ‘mesmo que sejam seus pais’ foi revelada sobre Abu Ubayda quando matou seu pai na [batalha de] Badr; ‘seus filhos’ estavam com Abu Bakr [sucessor e primeiro califa de Muhammad] quando pretendeu matar seu filho, Abd al-Rahman; ‘seus irmãos’ estavam com Mus’ab Bin Umayr, que massacrou seu irmão, Ubayd Bin Umayr, ‘ou seu parente’ estava com Omar, que massacrou seus parentes.

Além disso, Hamza, Ali, e Ubayda bin al-Harith: Mataram Utba, Sheeba, e al-Walid bin Uitba [seus parentes] naquela batalha. Alá sabe [melhor]. E mais, quando o Mensageiro de Alá consultou os Muçulmanos com relação aos cativos de Badr, Abu Bakr aconselhou que deviam pagar pelo resgate, permitindo assim que os Muçulmanos ficassem mais fortes. Além disso, uma vez que eles [prisioneiros] eram primos e parentes, Alá, o Altíssimo, talvez, eventualmente, os tenha guiado. Mas, Omar disse: “Isso vai contra o meu pensamento, ó Mensageiro de Alá. Deixe-me matar assim e assim (um parente de Omar), e deixe Ali [massacrar] Aquil [irmão de Ali], e fulano de tal [massacrar] fulano de tal para que Alá possa saber que não há nenhum amor em nossos corações para com os idólatras… “Essa é a história toda.” Extraído de Ayman al-Zawahiri de “Lealdade e inimizade”  The Al Qaeda Reader, pgs., 63-115.

[2]Para mais informações sobre formas de engodo sancionadas pelo Islã, leia sobre tawriya, and taysir.


Tradução: Sebastian Cazeiro (Muhammad e os Sufis)

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

Fonte/Source: German asylum centers: Muslim migrants tear up Bibles, assault Christians, sexually abuse women and children, beat up gays

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

POR ROBERT SPENCER – JIHAD WATCH

11 de Fevereiro de 2016

E ainda assim todos os líderes Cristãos, feministas e ativistas dos direitos gays gostariam de rapidamente esfolar como “Islamofóbicos” e “Racistas” aqueles que relatam isto, em vez de denunciar as ações dos migrantes.

German asylum center

“REPORTAGEM: Cristãos, Gays, Mulheres em fuga dos Centros de Asilo Devido à Perseguição por Homens Muçulmanos”, por Chris Tomlinson, Breitbart, 11 de fevereiro de 2016:

Cristãos, homossexuais e mulheres estão fugindo dos centros de asilo da Alemanha, em números cada vez maiores devido aos atos de violência, intolerância e crime perpetrados por homens Muçulmanos.

De acordo com o jornal Alemão Die Welt, a violência contra minorias étnicas, minorias religiosas e mulheres continua a subindo rapidamente em todos os centros de asilo Alemães. Homens Muçulmanos rasgam Bíblias, agridem Cristãos, abusam sexualmente de mulheres e crianças, e batem em homossexuais. A notícia gerou protestos de ativistas de direitos humanos para que deem um basta definitivo nessa situação.

Em Stuttgart, um caso de abuso contra um Cristão Assírio pelo companheiro de quarto Muçulmano, gerou uma petição para separar alojamentos assinada por mais de 17.000 pessoas online. A petição, organizada pela Central de Cristãos Orientais, pediu a cidade de Stuttgart para —”,por favor, acomodar os Cristãos desalojados em Stuttgart-Neugereut e mantê-los distante de mais sofrimento e perseguição a que estão expostos, num alojamento descentralizado.”

O assunto foi levado à cidade, e um centro de asilo separado para 30 Cristãos foi aprovado pelo conselho. Porta-voz do Stuttgart Sven Matis disse ao jornal que depois de falar com o assistente do distrito, que eles seriam capazes de aprovar alojamento para os 30 Cristãos em Neugereut até o final de Abril.

Martin Lessenthin, CEO da Sociedade Internacional para Direitos Humanos também comentou sobre as perseguições sistemáticas de Cristãos em todas as casas de asilo da Alemnhã. Disse que era comum ver ambos os Cristãos e Yázidis sujeitos a tortura e espancamentos, e ao mesmo tempo em que não é desejável acomodar separadamente migrantes, pode ser inevitável para a segurança das minorias.

Separação dos migrantes tem sido um procedimento quando se trata de minorias extremamente vulneráveis. Meninas Yázidis que foram usadas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico estão alojadas em locais secretos na Alemanha, de modo a não atrair a atenção indesejada de migrantes simpáticos ao Estado Islâmicos ou Muçulmanos que as veem como nada mais do que objetos sexuais. Conjectura-se que 1.100 dessas mulheres vivem em vários abrigos especiais em toda a Alemanha.

Uma vítima de abuso sexual disse que tinha apenas oito anos de idade no momento da sua exploração abusiva, pelo ISIS. Outra menina teve que ser tratada, por médicos especialistas em queimaduras, porque o tormento sexual constante a levou a atear fogo em si mesmo, numa tentativa fracassada de suicídio.

Em Freibeurg, cerca de 200 mulheres vivem em segredo. O chefe da Chancelaria do Estado Baden-Wurttemberg Klaus-Peter Murawski adverte que militantes do ISIS podem estar monitorando ativamente o projeto na esperança de obter vingança contra as mulheres. Esse aviso se mostrou preciso quando um comandante do ISIS foi encontrado numa casa de asilo no início desta semana.

A Breitbart-Londres publicou um artigo sobre a violência dos migrantes dentro das casas de asilo com casos de Cristãos, homossexuais e outros sendo espancados nos centros de asilo por toda a Alemanha, relatando os centros de asilo como terreno fértil para o extremismo, e até mesmo crianças pequenas sendo brutalmente estupradas por colegas migrantes.

No jornal The Guardian de hoje, a colunista Owen Jones culpa a “extrema direita” pela instabilidade em toda a Europa, agregando milhares de migrantes criminais, provocando uma onda de crimes em todo o continente com Judeus que fugiram da Alemanha Nazista. Disse o jornalista: “E quem está esperando, preparando e consolidando? A extrema direita da Europa, já que alimenta o desespero da crise econômica e reage contra os refugiados que fogem da violência do Oriente Médio. Onde uma vez o alvo principal eram os Judeus, agora é o Muçulmano.”.

No entanto, a “extrema direita” não está espancando e nem estuprando pessoas.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Fonte/Source: Obama at Baltimore mosque quoted Muhammad from speech endorsing caliphate and beheading

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Por Robert Spencer

09 de Fevereiro de 2016

Disse Obama:

Aquele que quiser entrar no paraíso, ensinou o Profeta Muhammad: ‘deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado”.

Esse dito vem deste hadith:

Foi narrado sob a autoridade de ‘Abd al-Rahman b. Abd Rabbo al-Caaba, que disse:

Entrei na mesquita quando ‘Abdullah b. ‘Amr b. al-`As estava sentado à sombra da Ka’ba e as pessoas reunidas em torno dele. Dirigi-me a elas e sentei-me próximo. (Agora)  disse: eu acompanhei o Mensageiro Alá (ﷺ) em uma viagem. Paramos em um lugar. Alguns de nós começamos a montar nossas tendas, outros começaram a competir uns com os outros no tiro, e outros começaram a pastar seus animais, quando um locutor do Mensageiro de Alá (ﷺ) anunciou que as pessoas deveriam se reunir para a oração, que nos reunissem em torno do Mensageiro de Alá (ﷺ). Disse: Foi o dever de cada Profeta anterior a mim guiar seus seguidores para o qual sabia que era bom para eles e adverti-los contra o que ele sabia que era ruim para eles; mas esta Umma de vocês tem seus dias de paz e (segurança) em início de sua carreira, e em sua última fase de existência será atingida com provações e coisas desagradáveis ​​para você. (Nesta fase da Umma), haverá grandes provações, uma após a outra, cada uma fazendo a anterior diminuir em insignificância. Quando forem atingidos por provações, o crente dirá: Isto vai trazer a minha destruição. Quando (a provação) terminar, serão atingidos com outra provação, e o crente dirá: Isso certamente vai ser o meu fim. Quem quiser ser libertar do fogo e entrar no jardim deverá morrer com fé em Alá e no Último Dia, e deve tratar as pessoas como deseja ser tratado por elas. Aquele que jura fidelidade a um califa deve dar-lhe a promessa da mão e da sinceridade do seu coração (i. E. Submeter-se a ele, tanto externamente, bem como internamente). Deverá obedecê-lo com o melhor de sua capacidade. Se outro homem se apresentar (como um pretendente ao Califado), disputando sua autoridade, eles (os muçulmanos) deverão decapitar o último. O narrador disse: Eu fui para perto dele ( ‘Abdullah b.’ Amr b al-‘As.) E disse: Você pode dizer sob juramento que você ouviu do Mensageiro de Deus (ﷺ)? Ele apontou com as mãos para os seus ouvidos e seu coração e disse: Meus ouvidos ouviram e minha mente reteve. Eu disse a ele: Esse seu primo, Mu’awiya, nos ordenou que consumíssemos injustamente nossa riqueza entre nós e matássemos uns aos outros, enquanto ALá diz: “Ó fiéis, não consumam a sua riqueza entre vós injustamente, a menos que seja um negócio de comum acordo, e não matem a si mesmos. Em verdade, Al é misericordioso com você” (IV. 29). O narrador disse que (ouvindo isso) Abdullah b. ‘Amr b. al-As manteve o silêncio por um tempo e depois disse: obedeça-o na medida em que ele é obediente a Alá; e desobedeça-o em questões envolvendo desobediência a Deus. (Livro Sahih Muslim 20, n. 4546)

Imediatamente após a passagem citada por Obama, vem uma exortação para obedecer o califa e decapitar pretendentes rivais. Incorporado ao mesmo texto que Obama estava usando, vemos endossos de ideias que Obama provavelmente rejeitaria como não tendo nada a ver com o autêntico Islã. É extremamente improvável, é claro, que Obama tenha visto essa passagem, mas o uso (i.e., seus redatores de discursos ‘) dessa citação segue o mesmo padrão quando exorta o verso do Alcorão 05:32: cita seletivamente (embora nenhum Muçulmano o esteja acusando de “cherry-picking”! — ou seja, aquele que só escolhe as melhores partes...), ignorando passagens inconvenientemente violentas que estão ao lado da passagem citada.

Não estaria isso afirmando de forma extrema que Barack Obama, ao sustentar que o Islã ensina a paz, não possa encontrar algumas passagens que são inequivocamente pacíficas, e em vez disso tem busca suas passagens pacíficas em meio a exortações à violência?

Não nos diz algo sobre o Islã como um todo — algo que Obama e o establishment político e a mídia Ocidental nunca irão nos dizer?

Obama at Islamic Society of Baltimore, Allah

Discurso do Obama na última quarta-feira na Sociedade Islâmica de Baltimore:

Então, vamos começar com este fato: Por mais de mil anos, as pessoas têm sido atraídas pela mensagem de paz do Islã. E a própria palavra, Islamismo, vem de salam — paz. A saudação padrão é as-salamu alaikum — que a paz esteja com você. E como tantas religiões, o Islã está enraizado em um compromisso de compaixão, misericórdia, justiça e caridade. Quem quiser entrar no paraíso, o Profeta Muhammad ensinou: “deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado.” (Aplausos). Para os Cristãos, como eu, estou assumindo que parece familiar. (Risos.)


Tradução: Sebastian Cazeiro

Califado Na Europa: Suécia Cede o Controle das Áreas Muçulmanas

Fonte/Source: Caliphate In Europe: Sweden Cedes Control Of Muslim Areas  via  Bill Warner, Phd
Comentário: 
Este artigo, publicado pela 
Investor´s Business Daily em Maio de 2014, 
mostra claramente o padrão migratório Muçulmano. 
Portanto, resolvi traduzi-lo para que vejam como o Islã opera ao longo do tempo. 
E não será diferente no Brasil.

Califado Na Europa: Suécia Cede o Controle de Áreas Muçulmanas

 Editorial

11 de Maio de 2014

sweden-no-go-zones
A Suécia se rendeu aos seus colonizadores hostis sem dar um gemido. É de se admirar que essa nação em cativeiro foi o primeiro país da União Europeia a “reconhecer” o autodeclarado estado “Palestino” de terror. http://buff.ly/1PlSSXY

O politicamente correto: Os perigos do multiculturalismo e a abertura das fronteiras atingiu a massa crítica na Suécia. Há enclaves Muçulmanos, onde os correios, as brigadas de incêndio e outros serviços essenciais — até mesmo os próprios policiais — requerem proteção policial.

Um relatório da polícia divulgado no mês passado identifica 55 dessas “no-go zones” ou “zona de exclusão” na Suécia. Essas zonas são semelhantes a outras que surgiram na Europa nos últimos anos. Surgiram no momento em que grandes populações Muçulmanas, emigrando para os estados Europeus politicamente corretos e tolerantes, se recusam assimilar e configuram estados virtuais dentro do estado onde as autoridades temem pisar.

Soeren Kern do Instituto Hudson documentou a proliferação dessas zonas. Elas são, de fato, micro-estados Muçulmanos sob a lei Sharia, que rejeita os valores Ocidentais, a sociedade e os sistemas jurídicos. Nesses distritos espera-se que os não-Muçulmanos se conformem com os ditames do Islã fundamentalista ou terão que enfrentar consequências violentas.

“Um nome mais preciso para essas zonas”, diz o especialista em Oriente Médio Daniel Pipes, “seria Dar al-Islam — a Casa do Islã ou o lugar onde as regras do Islã imperam”.

A imigração Muçulmana para a Suécia tem sido fomentada por uma política de fronteiras abertas e asilo. Na década de 1990, o país acolheu 100.000 refugiados fugindo do conflito nos Balcãs.

A Suécia também tem sido um refúgio para os refugiados do Iraque, e uma estimativa recente revelou que 125.000 refugiados Iraquianos vivem no país. Desde setembro de 2012, os requerentes de asilo do mundo Árabe estão emigrando para a Suécia a uma taxa de cerca de 1.250 por semana, escreve Kern.

De acordo com uma reportagem do jornal Daily Caller, oficiais da polícia Sueca perseguiram em Maio um suspeito, em umas dessas zonas, ao sul da cidade de Landskrona. Seu carro foi abalroado, os oficiais foram forçados a sair. Foram rapidamente cercados por cerca de 50 “bandidos” e pediram reforços, enquanto retendo a multidão ameaçadora, com armas em punho.

Outros oficiais que responderam foram forçados a parar a 800 metros de distância, fora da zona. O comandante da polícia não pressionou temendo uma escalada. Somente com a ajuda de alguns moradores, que um policial encurralado conhecia, é que os policiais foram autorizados a saírem da área restrita.

A polícia Sueca não tenta seriamente contestar essas zonas desde os motins dos guetos de Estocolmo em 2013, quando centenas de carros e prédios foram queimados. A polícia relata que agora existem postos de controle de veículos operados por quadrilhas Muçulmanas nas fronteiras dessas zonas. Em vez de confronto, as autoridades Suecas enviam ocasionalmente “oficiais de diálogo” especiais, uma espécie de programa de extensão Muçulmana.

Um novo currículo na Academia de Polícia Sueca no início do próximo ano irá incluir um curso de sensibilidade cultural projetado para alcançar “maior compreensão da perspectiva intercultural”.

Desnecessário dizer que não haverá criação de perfil migratório na Suécia.

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português. De qualquer forma…

Nem haverá qualquer criação de perfil nos EUA, apesar do influxo não muito diferente de imigrantes Muçulmanos onde a assimilação tem seus limites. No bairro de Cedar-Riverside em Minneapolis existe um “Pequeno Mogadíscio”, que abriga a maior concentração de imigrantes Somalis da América. Esse bairro se tornou um terreno de recrutamento farto para os terroristas Islâmicos.

A CBS News informou que cerca de 40 jovens de Minnesota se uniram aos combatentes Islâmicos no Iraque e na Síria. Entre eles estava um Americano chamado Douglas MacArthur McCain, que morreu lutando pelo Estado Islâmico na Síria.

Uma afiliada da Fox, a KMSP-TV, de Minneapolis-St. Paul relatou o caso de Abdirahmaan Muhumed. Antes de ir à Síria para lutar e morrer pelo Estado Islâmico (ISIS), trabalhou na Delta Global Services, uma subsidiária da Delta Air Lines. Seu trabalho era limpar aviões, e tinha um certificado de segurança que lhe deu acesso irrestrito a pista e aos jatos de passageiros.

Não existem ainda mini califados nos EUA. Mas talvez devêssemos manter a experiência Sueca em mente, para nos lembrar de que o preço da liberdade é a eterna vigilância.


Tradução: Sebastian Cazeiro