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O Hitler Muçulmano

Fonte/Source:  The Muslim Hitler – Geller Report


O Hitler Muçulmano

Por Pamela Geller

31 de Janeiro de 2010

Mohammad Amin al-Husseini

Durante uma entrevista realizada no final da década de 1930 (publicada em 1939), Carl Jung, psiquiatra Suíço e fundador da psiquiatria analítica, foi questionado se “… tinha algum ponto de vista sobre o que provavelmente seria o próximo passo no desenvolvimento religioso?” Jung respondeu:

Não sabemos se Hitler irá fundar um novo Islã. Ele já está a caminho; ele é como Muhammad. A emoção na Alemanha é Islâmica; guerreira e Islâmica. Eles estão todos bêbados com o deus selvagem. Esse pode ser o futuro da história.”

Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.” — Hajj Amin al Husseini em programa de rádio Nazista. [1] 

A Alemanha representa uma luta intransigente contra os Judeus. É evidente que a luta contra a pátria nacional Judaica na Palestina faz parte dessa luta, uma pátria nacional não seria outra coisa senão uma base política para a influência destrutiva dos interesses Judaicos. A Alemanha também sabe que a reivindicação de que os Judeus desempenham um pioneirismo econômico na Palestina é uma mentira. Somente os Árabes trabalham lá, não os Judeus. A Alemanha está determinada a convidar as nações Europeias, uma por uma, para resolver o problema Judaico E, no momento oportuno, dirigir o mesmo apelo aos não-Europeus.” — Adolf Hitler para Haj Amin Al-Husseini, mufti de Jerusalém, 28 de Novembro de 1941

Cada vez mais eu pesquiso o papel do Islã no Holocausto em busca de 1941-1945. Ele insistiu e recebeu “uma casa Judaica” para viver (eu não gostaria de morar na casa de um jihadista, você gostaria?). O seu pedido foi aceito e ele viveu em grande estilo em Berlim. Tomou chá regularmente com Himmler e despachou ordens que resultaram na morte de centenas de milhares de Judeus, especialmente de crianças Judaicas.

O chefe das tropas Nazistas SS Heinrich Himmler declarou ao chefe da propaganda Nazista Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.” — [xxxiv]

Heinrich Himmler, chefe de SS, e colega próximo de Amin Al-Husseini, financiou e fundou o instituto Islâmico (‘Islamische Zentralinstitut’) em Dresden sob o comando do Mufti. O objetivo era criar uma geração de líderes Islâmicos que continuariam a usar o Islã como veículo da ideologia Nazista no século 21.

Se recusam a liberar o Livro Branco sobre o Mufti? Por que não ensinaram isso na escola? Por que não ligaram isso ao Setembro Negro, ao bombardeio de Beirute, ao bombardeio do World Trade Center de 93 e o ataque de 11 de Setembro na América? [Ênfase original].

Por que a localização da rara descoberta dos planos de Auschwitz assinados por Himmler é mantida em segredo? A Alemanha não esconde informações como essa após a Segunda Guerra Mundial. Por que esconder agora? Se o local fosse revelado para incriminar o Grand Mufti, seria a única razão para mantê-lo em segredo. Não há outra razão. Minha fonte trabalhou com várias pessoas na Alemanha nos últimos meses, tentando obter a ‘localização’ desse apartamento reformado… sem sucesso.

Uma fonte anônima me diz que, todos fragmentos de informação, apontam para um possível local onde o Grande Mufti viveu durante a Segunda Guerra Mundial. Se fosse a residência do Grande Mufti, isso confirmaria todos os testemunhos e relatos de que o arquiteto da Solução Final, como foi testemunhado nos Julgamentos de Nuremberg, foi o Grande Mufti. Ele tinha experiência. Ele praticou genocídio em primeiro lugar, o genocídio Armênio — o genocídio sistemático da população Armênia sob o Império Islâmico Otomano durante e logo após a Primeira Guerra Mundial. O uso de massacres e deportações envolvendo marchas forçadas sob condições destinadas a levar à morte os deportados, deixou um rastro de um milhão e meio de Armênios mortos (entre outros grupos étnicos que sofreram o mesmo destino — Assírios e Gregos).

E em seguida, na terrível matança de Judeus — nas revoltas Árabes/Muçulmanas de 1920 e no golpe pró-Nazista de 1941 em Bagdá, Iraque, — Kharaillah Tulfah era seu braço direito. Tulfah é o mentor de Saddam Hussein e tio. A Alemanha enviou armas e aviões para Husseini.

Foi o mufti Al-Husseini quem implementou aquela restauração grosseira da Cúpula da Rocha e da Mesquita Al Aqsa em Jerusalém [vii].  Ele tinha a Cúpula Dourada pela primeira vez, impondo a falsa narrativa sobre a Jerusalém Judaica, criando mais importância para um falso local Muçulmano aos olhos do mundo Árabe.

Aqui em ‘Diga a verdade às Crianças’:

“Amin Al-Husseini jura lealdade ao Império Otomano durante o Genocídio Armênio [i][ii] Ele é um oficial estacionado em Smyrna e participa em primeira mão do genocídio Armênio. Um milhão e meio de Cristãos foram massacrados sob a espada da Jihad Islâmica pelo Exército Otomano. A lealdade ao Império Otomano e ao mundo Islâmico será repetida por Osama Bin Laden em sua Declaração pós-11 de Setembro “

“Rede ODESSA [xlv]. Egito, lar da Irmandade Muçulmana e Síria incorpora milhares de especialistas Nazistas no exército Egípcio e Sírio [xlvi], no governo e no serviço de propaganda. Vaticano pesadamente envolvido no fornecimento de vistos de viagem para oficiais Nazistas.

Amin Al-Husseini está diretamente envolvido por prover refúgio seguro aos ex-Nazistas em terras Árabes. Ele é a principal ligação com Francois Genoud, banqueiro Suíço do Terceiro Reich [e mentor de Soros], que financia a rede ODESSA com dinheiro roubado de Judeus Europeus”

World Politics Review

Mas, de facto, o registo completo das provas disponíveis, incluindo tanto fontes Alemãs como Árabes, não deixa mais espaço para dúvidas. Certamente, as próprias palavras do Grande Mufti fornecem a prova mais convincente. Memórias do Grande Mufti, editadas por Abd al-Karim al-Umar, foram publicadas em Damasco em 1999. (Veja a foto da capa abaixo.) Nas memórias, Al-Husaini discute abertamente sua estreita relação com o chefe SS Heinrich Himmler.

Το εξώφυλλο του βιβλίου του Μεγάλου Μουφτή της Ιερουσαλήμ Mohammad Amin al-Husseini

De acordo com o seu relato, encontrou-se frequentemente com Himmler para o chá e durante essas reuniões o líder Nazi confidenciou-lhe alguns dos segredos do Reich Alemão. Assim, por exemplo, em meados de 1943, Himmler supostamente disse a ele que a pesquisa nuclear Alemã tinha feito grandes progressos: Em três anos, a Alemanha poderia obter uma arma atômica que garantiria sua “vitória final”. Como mostra o recente livro de Rainer Karlsch sobre “Hitler´s Bomb“, essa avaliação não estava longe. Himmler presumivelmente confidenciou essa informação ao Grande Mufti em 4 de Julho de 1943. Esta é a data numa foto dos dois homens com uma dedicação assinada de Himmler: “a Sua Eminência o Grande Mufti – uma Recordação” – (abaixo)

Mufti himmler

Nas memórias, o Grande Mufti também descreve o que Himmler disse a ele naquele verão de 1943 sobre a perseguição dos Judeus. Depois de muitas críticas e acusações sobre “culpa de guerra Judaica”, [Jewish war guilt], Himmler disse-lhe que “até agora temos liquidado em torno de três milhões deles” (página 126 – ver trecho em Árabe abaixo).

Há provas, e mais, que o Grande Mufti sabia sobre os planos dos Nazistas com antecedência. Em 1946, Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann na divisão de “Assuntos Judaicos” do Reich Central Security Office, forneceu uma declaração escrita sobre o Grande Mufti ao Tribunal de Nuremberg.

De acordo com Wisliceny, no início de 1942, Eichmann fez uma apresentação detalhada a al-Hussaini sobre a “Solução da questão Judia Européia”. A apresentação aconteceu na “sala de mapas” de Eichmann em Berlim: “onde havia coletado gráficos sobre a população Judaica em vários países Europeus”. O grande Mufti, recorda Wisliceny, ficou “muito impressionado”. Além disso, al-Hussaini deveria ter apresentado um pedido a Himmler para que Eichmann enviasse um de seus assistentes à Jerusalém depois que a Alemanha venceu a guerra. O representante de Eichmann serviria como conselheiro pessoal do mufti: isto é, quando o Grande Mufti poderia então decidir “resolver a questão Judaica no Oriente Médio”. [Ênfase original]

Podemos deduzir a partir de outra documentação que essa não era apenas uma ideia vaga. Um documento desclassificado sobre crimes de guerra Nazistas do Arquivo Nacional de Washington indica que, a partir de meados de 1942, uma unidade SS de comando planejou liquidar os Judeus do Cairo após a captura da cidade pelas forças Alemãs. (Veja os detalhes abaixo). O General Erwin Rommel supostamente ficou enojado com a proposta. O chefe da unidade SS, Walter Rauff, já estava envolvido no desenvolvimento de vans que serviriam como câmaras de gás móvel. Digno de nota,  ele era um Alemão e não um Polonês, como sugerido no documento do governo dos EUA. Em suas memórias, no entanto, o Grande Mufti finge espanto diante da observação de Himmler. Por sua conta, Himmler perguntou-lhe como resolveria a problema dos Judeus em seu país. Amin al-Hussaini diz, que respondeu, que deveriam voltar para onde vieram. E que Himmler supostamente então respondeu o seguinte: “Voltar para a Alemanha – nós nunca permitiremos isso.” Mas o Grande Mufti está aqui acobertando seu próprio papel na história. Afinal, em Berlim, no dia 2 de Novembro de 1943, declarou publicamente que os Muçulmanos deveriam seguir o exemplo dos Alemães, que haviam encontrado uma solução definitiva para a problema.” [Ênfase original]

Wolfgang G. Schwanitz é historiador de política do Oriente Médio e do Oriente Médio Alemão. Ele é autor de quatro livros e editor de dez outros, incluindo “Germany and the Middle East, 1871-1945.”. Cresceu no Cairo e Berlim, e ensina na Rider University em Nova Jersey. O artigo acima foi adaptado de um artigo mais longo que surgiu no site Alemão Kritiknetz. A versão completa em Alemão está disponível no Kritiknetz. A tradução Inglesa é de John Rosenthal.

E quanto ao afeto de Hitler pela brutalidade do Islã e do genocida Muhammad? Emet m’Tsiyon explica:

Muhammad `Inayat Allah Khan [também chamado al-Mashriqi] era um teólogo Muçulmano nascido em Punjab em 1888. No entanto, não era um nacionalista Indiano. Ele queria um estado para os Muçulmanos Indianos, separado da Índia. Em outras palavras, era um expoente da ideia do Paquistão, que Walter Wallbank descreve em A Shorter History of India e Paquistão.

Khan passou um tempo na Europa, incluindo Berlim, onde conheceu o Führer nos primeiros anos de sua liderança do Partido [Nazista] Nacional Socialista. Sua reunião ocorreu em 1926 na Biblioteca Nacional. Aqui está a essência do relatório de Khan sobre seu relacionamento com Hitler. “Fiquei espantado quando [Hitler] me disse que sabia sobre o meu Tazkirah. A notícia me assombrou … Eu o encontrei muito agradável e penetrante. Discutiu sobre a Jihad Islâmica comigo em detalhes. Em 1930, enviei-lhe o meu Isharat sobre o movimento Khaksar com a imagem de um Khaksar carregando uma pá, no final do livro. Em 1933 ele começou o seu ‘movimento (da pá)’. [Spade Movement]. [pp 11-12; ver fonte de dados abaixo]

Então, Hitler começou seu próprio Movimento. Em outras palavras, Hitler copiou algo que Khan estava fazendo. Mais importante ainda, Hitler estava interessado na Jihad Islâmica. Isso significa que Hitler, que adorava a guerra, estava interessado no conceito da Jihad e como poderia ajudá-lo a conduzir uma fanática e perpetua guerra por meio de seu próprio povo. O movimento Khaksar foi semelhante à Nazi SA, as camisas castanhas, em sua “primeira fase”, enquanto a Alemanha ainda estava “desmilitarizada”. Khan considerou Mein Kampf de Hitler uma “obra-prima”. Os membros do Khaksar usavam uniformes marrons e carregavam uma pá, “simbolizando trabalho e prontidão para lutar”.

A Jihad Islâmica, que Hitler era tão Interessado, é definida por Jacques Ellul, um dos mais eminentes Sociólogos:

Mas, um grande duplo fato, transforma a jihad em algo completamente diferente de guerras tradicionais, travadas por ambição e interesse próprio, com objetivos limitados, onde a situação “normal” é a paz entre os povos; [onde] guerra a em si…. deve terminar num retorno à paz. Esse fator [distinto] duplo [da Jihad] é primeiro, a natureza religiosa, e em seguida o fato de que a guerra se tornou um instituição (e não mais um “evento”) …. Esta guerra é um dever religioso….

No Islã…. [em contraste com outras religiões], a jihad é uma obrigação religiosa.

A Jihad não é uma “guerra espiritual”, mas a verdadeira guerra militar de conquista. . .

. . . a segunda característica importante é que a jihad é uma instituição e não um evento, ou seja, faz parte do funcionamento do mundo Muçulmano.

[Jacques Ellul, em seu prefácio para o Bat Yeor, The Decline of Eastern Christianity under Islam: From Jihad to Dhimmitude (Madison, NJ: Fairleigh Dickinson Univ Press, 1996), pp 18-19].

O blog Alemão, Politicamente Incorreto, está em toda parte na história do Atlas Shrugs (nome antigo do site da Pamela Geller). Escrito em Inglês e em Alemão.

UPDATE: “From Time Imemorial“, por Joan Peters – pp 360-390 e 432-442. (Phil)

Uma boa citação de Paul Johnson no “Modern Times”, p. 481:

No ano anterior [tinha sido nomeado Muftí de Jerusalém vitalício] tinham dado a ele dez anos de trabalho duro para provocar tumultos sangrentos antijudaicos. Tinha olhos azuis inocentes e uma maneira calma, quase servil, mas era um assassino dedicado que devotou toda a sua vida adulta ao assassinato de raça. Há uma fotografia dele tirada com Himmler: os dois homens sorriem docemente um para o outro, embaixo, uma encantadora decatória do chefe da SS a “Sua Eminência o Grossmufti”: datado de 1943, quando a “Solução Final” estava em movimento, acima da engrenagem. O Mufti superou Hitler em seu ódio pelos Judeus.”

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros citados neste artigo entre outros. Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: 
The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Fonte/Source: Prince Charles phoned US ambassador to ask for delay on Afghan invasion because he wanted to ‘honour’ Ramadan – Geller Report

Photo credit: (FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images) included photo/cover-black and white edited by the blog.


Príncipe Charles Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã Porque Queria “Honrar” O Ramadã

Por Pamela Geller

1 de Abril de 2017

O Príncipe Charles está tentando ser o Rei dos Muçulmanos. O Príncipe Charles atacou o “populismo anti-imigrante” (uma resposta humana e racional à onda sem precedentes de violência pelos imigrantes Muçulmanos). E agora descobrimos isto.

“EXCLUSIVO — O Dia Em Que O Príncipe Charles Tentou Deter Uma Guerra: Como O Futuro Rei Telefonou Ao Embaixador Dos Estados Unidos Para Pedir Adiamento Da Invasão Afegã … Porque Queria Honrar “O Ramadã”, por Sam Greenhill, Daily Mail, 31 de março, 2017 (Agradecimentos ao Todd):

O príncipe Charles tentou deter a invasão Americana do Afeganistão para “honrar” o Ramadã.

Ele fez esse apelo ao embaixador dos EUA em Londres, quatro semanas depois da grande operação militar lançada após os ataques terroristas de 11 de Setembro.

O enviado, assustado, perguntou ao príncipe: “Senhor, está realmente falando a sério?”, de acordo com um livro que está sendo serializado a partir de hoje pelo Daily Mail. A intervenção de Charles parece ter sido feita pelas costas do então primeiro ministro Tony Blair.

(Photo credit:FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images)

Na noite passada, um oficial que liderou as forças Britânicas no Afeganistão disse que o pedido do príncipe era um absurdo. Os críticos o descreveram como grosseiramente irresponsável. Políticos no Reino Unido estão acostumados com o príncipe tentando se intrometer na política e seus manuscritos ‘memorandos da aranha negra‘ são lendários.

Vinte mil soldados Norte-Americanos e Britânicos foram mandados ao Afeganistão por George W. Bush e Blair em Outubro de 2001, porque o Talibã recusou-se a entregar o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden.

Cerca de um mês depois da ofensiva — e duas semanas antes do início do mês sagrado Muçulmano do Ramadã —, Charles fez um “apelo urgente” a William Farish, o embaixador de Washington em Londres.

Entrevistado para a nova biografia de Charles, Farish lembrou: “O príncipe Charles me perguntou se seria possível parar a invasão para ele honrar o Ramadan, e se eu poderia transmitir este pedido ao presidente Bush“.

O embaixador explicou que seria bastante difícil deter uma invasão militar já em pleno andamento, mas o príncipe supostamente protestou: “Mas os Americanos podem fazer qualquer coisa!”

O enviado perguntou: “Senhor, está realmente falando s sério?”, E o herdeiro do trono respondeu: “Sim, estou“….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

Foto/Capa:  BOOM! Os efeitos digitais de explosão

Fonte/Source: Abu Dhabi: Non-Muslim couple imprisoned for sex before marriage

Nota do blog:
O prefeitinho de São Paulo, João Doria, 
“In Love” com Abu Dhabi, e que anda a “210 Km/H”, 
— e não é o único, — 
talvez não queira saber desta notícia, 
a qual não é novidade, já foi divulgada na mídia. 
Mas, eis a questão: 
Quanto tempo falta para o Brasil explodir?

ABU DHABI: CASAL NÃO-MUÇULMANO PRESO POR SEXO ANTES DO CASAMENTO

Por Robert Spencer

12 de Março de 2017

Estamos constantemente seguros no Ocidente de que a Sharia se aplica apenas aos Muçulmanos e não aos não-Muçulmanos. A realidade, como é tantas vezes o caso nesses assuntos, é diferente.

“CRIME DA PAIXÃO — Casal é preso em Abu Dhabi por sexo antes do casamento depois que médicos descobriram que a noiva estava grávida”, de Brittany Vonow, The Sun, 9 de Março de 2017:

Um casal foi preso por ter relações sexuais antes do casamento depois que a polícia descobriu que a mulher estava grávida — com sua família dizendo: “A única coisa que fizeram de errado foi se apaixonar“.

Iryna Nohai, segundo o noticiário, estava de férias em Abu Dhabi com seu parceiro Emlyn Culverwell quando começou a sofrer dores de estômago e aos 27 anos de idade, foi rapidamente levada ao hospital.

Mas, quando o médico local percebeu que estava grávida, e não era casada com seu parceiro de 29 anos, relatou o casal à polícia, disse o Netwerk 24.

O Sul-Africano e sua noiva Ucraniana estão detidos pela polícia desde 29 de Janeiro, porque o sexo antes do casamento é uma ofensa criminal nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo relatos, o casal ainda não foi notificado.

Nohai poderia ser acusado por “Zina” — esse termo Islâmico refere-se a relações sexuais ilegais.

A família do casal afirmou desde então que eles só se envolveram no dia 27 de Janeiro, dois dias antes de sua prisão, com a dupla saindo há três anos.

A mãe perturbada também disse que a embaixada Ucraniana estava tentando pedir permissão para o casal se casar ou ser deportado, em vez de ter que ficar em Dubai.

O Ministério das Relações Exteriores da África do Sul disse que não pode ajudar o casal porque estão enfrentando uma lei doméstica dos Emirados Árabes Unidos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP: “NÃO PODEMOS, E NÃO DEVEMOS, ADMITIR… AQUELES QUE COLOCARIAM ÉDITOS RELIGIOSOS VIOLENTOS ACIMA DA LEI AMERICANA”

Fonte/Source:  Trump: “We cannot, and should not, admit…those who would place violent religious edicts over American law”

TRUMP: “NÃO PODEMOS, E NÃO DEVEMOS, ADMITIR… AQUELES QUE COLOCARIAM ÉDITOS RELIGIOSOS VIOLENTOS ACIMA DA LEI AMERICANA”

Por ROBERT SPENCER

26 DE JANEIRO DE 2017

Eis aqui um excerto notável da ordem executiva  do Presidente Trump, “Protegendo a Nação de Ataques Terroristas por Estrangeiros“, sobre imigração. Você pode ler o texto completo aqui (em Inglês).

“A fim de proteger os Americanos, devemos garantir que aqueles que foram admitidos neste país não tenham atitudes hostis em relação ao nosso país e seus princípios fundadores. Não podemos e não devemos admitir no nosso país aqueles que não apoiam a Constituição dos EUA ou aqueles que colocariam violentos éditos religiosos acima  da Lei Americana. Além disso, os Estados Unidos não devem admitir aqueles que se engajam em atos de fanatismo e ódio (incluindo homicídios de “honra”, entre outras formas de violência contra as mulheres ou perseguição aos que praticam outras religiões) ou aqueles que oprimem os membros de uma raça, sexo ou orientação sexual.”

A precisão e abrangência desse excerto é profundamente impressionante. A ideia de que qualquer ponto desse texto possa ser remotamente controverso, mostra o quão profundamente confusa a opinião pública Americana se tornou, durante décadas de hegemonia da Esquerda.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Photo Cover: GETTY

MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

Por Tião Cazeiro

Por que o Projeto de Lei 2516/2015 que institui uma nova Lei de Migração no Brasil está sendo veementemente criticado nas redes sociais?

A resposta é clara, por não considerar principalmente o antagonismo Islâmico.

Este antagonismo a que me refiro foi publicamente denunciado pelo Presidente do Egito Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso que no entanto abraçou os Cristãos Coptas no Natal de 2015 numa Igreja Copta pela primeira vez na história do Egito.

O próprio General al-Sisi neste vídeo confirma que o Islã está antagonizando o mundo todo.

Infelizmente e apesar dos esforços de al-Sisi teremos que conviver com a realidade: Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso”

“Como pode o homem de bom senso” negligenciar a violência no Alcorão?

A situação atual diverge do padrão normal de migração. Uma decisão desastrada neste momento levará o Brasil a uma guerra civil. Vide Europa. Principalmente quando o Ministro da Justiça Alexandre de Moraes diz publicamente que não há limite para o número de migrantes.

Migração em massa para o Brasil em meio a uma crise profunda, com milhões de brasileiros desempregados, com Venezuelanos dormindo nas ruas e calçadas na região norte de Roraima, criminalidade altíssima, conflitos armados com traficantes, corrupção etc. me leva a pensar que esse governo está envolvido numa intensa pressão internacional.

George Soros disse que a União Européia deveria aceita no mínimo um milhão de refugiados anualmente.

Os excertos a seguir foram retirados de um artigo do Express:

“George Soros,  ativista dos direitos humanos, e notável adepto da União Europeia, apelou para que a UE aceite mais refugiados e que cubra os custos de alojamento e os cuidados com relação a saúde e a educação, para cada refugiado durante os primeiros dois anos.

O empresário bilionário foi acusado na semana passada pelo primeiro-ministro da Hungria de encorajar deliberadamente a crise migratória.

O Primeiro-ministro Húngaro, Viktor Orban, afirmou que ativistas como Soros são em parte culpados pela crise atual. (ênfase adicionada)

Ele disse: “Essa invasão é conduzida, por um lado, por contrabandistas de pessoas, e por outro lado por aqueles ativistas que se alimentam de tudo aquilo que enfraquece o Estado-nação”.

Agora entenda o motivo que levou o Primeiro-ministro Húngaro Viktor Orbán a fechar as fronteiras da Hungria:

Raymond Ibrahim diz que o crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos foram incontroláveis, implacáveis.

Agora, eis aqui um dado importante:

“Soros tem um histórico de doações de elevadas somas de dinheiro para áreas carentes ao redor do mundo, mas isso só ocorreu uma vez através da ONU. “Na Bósnia, nós fizemos uma doação ao Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados). Mas aquela foi realmente uma exceção.” “Nós interferimos em assuntos internos dos Estados, mas baseados em ajudar pessoas dentro do país.” “Na verdade, temos sido bastante efetivos em levar democratização, mudança democrática de regime, na Eslováquia, na Croácia e na Iugoslávia, mas isso ajudando a mobilização da sociedade civil nesses países.” MundoRI – Editorial – George Soros: o desafio de Bush (ênfase adicionada)

“Neste artigo, a famosa ativista Pamela Geller revela documentos que vazaram na rede social comprovando que George Soros chama a crise migratória de “Nova Norma” dizendo que isso abre oportunidades globais, para a influencia global da sua fundação. Isso a grande a mídia jamais dirá a você, não é mesmo?  Leaked Soros Memo Calls Refugee Crisis ‘New Normal,’ Says It ‘Opens Opportunities’ for Foundation’s Global Influence – The Geller Report

Portanto, impor uma migração em massa no momento atual, não somente é uma tremenda irresponsabilidade como também capital político. Partidos de esquerda aliados do Islã e globalistas como Soros, que não medem consequências quando se trata de atingir a meta de uma ideologia utópica muito parecida com a do Islã, podem estar por trás disso tudo, o que não me surpreenderia.

O Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu tem razão quando diz:

“Nós já vimos isso antes: Há uma raça superior; Agora há uma fé superior”

 


 

 

ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO

Fonte/Source: Germany: Muslim migrants who witness “right-wing hate crimes” to be immune from deportation

ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO
POR ROBERT SPENCER

 

DE JANEIRO DE 2017

Venho notando que na maioria das várias vezes, crimes de ódio são capital político. Quando os crimes reais não existem, devem ser inventados. Isso só levará a mais crimes de ódio anti-Muçulmanos fabricados — e já houve muitos. O (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas vinculado ao Hamas e outros Muçulmanos, em muitas ocasiões, não hesitaram em se curvar até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques contra Mesquitas. Um Muçulmano de New Jersey foi considerado culpado de um homicídio que ele tentou retratar como um ataque “islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de culpar a “islamofobia” pelo assassinato dela.

Este tipo de coisa acontece com bastante frequência. O New York Daily News informou que “uma mulher que disse aos policiais que foi chamada de terrorista e golpeada no rosto em plena Manhattan, admitiu mais tarde que inventou a história, disse a polícia no início da Sexta-feira. A mulher, que usava um lenço na cabeça, disse às autoridades que um excêntrico portando uma lâmina cortou o rosto dela ao sair de uma escola de cosmetologia em Manhattan, disseram fontes policiais.”

Fomos informados também que um menino Muçulmano foi atacado e espancado num ônibus escolar na Carolina do Norte — mas uma foto mostrou o menino sem um arranhão e ninguém no ônibus corroborou sua história. E recentemente, na Grã-Bretanha, o assassinato de um imã popular se espalhou por toda parte como um outro “crime de ódio islamofóbico” — até confirmarem que o assassino era um Muçulmano. O Mirror relatou que o imã “foi atacado porque tinha feito esforços para que jovens abandonassem o Islã radical.”

De acordo com o The Detroit News, uma mulher Muçulmana, Saida Chatti, foi “acusada de fazer um boletim de ocorrência falso depois que supostamente fabricou um plano para explodir a escola Dearborn Fordson em retaliação aos ataques terroristas de Novembro em Paris… A Polícia afirma que Chatti chamou os investigadores de Dearborn no dia 19 de Novembro, seis dias após extremistas Islâmicos assassinarem 130 pessoas em Paris.”

E da mesma forma na Grã-Bretanha, uma mulher Muçulmana foi “multada por mentir à polícia que tinha sido atacada por usar um hijab. A estudante de 18 anos, conhecida apenas como Senhorita Choudhury, disse que foi violentamente empurrada pelas costas e socada no rosto por um homem no centro de Birmingham, 10 dias após as atrocidades na capital Francesa no dia 13 de Novembro.”

“Migrantes serão IMUNES à deportação se testemunharem crime ‘de direita’ de acordo com a nova proposta”, de Simon Osborne, Express, 5 de janeiro de 2017:

MIGRANTES que sofrerem ou testemunharem crimes de ódio “de direita” estarão imunes à deportação de acordo com as propostas apresentadas pelo estado federal Alemão de Brandemburgo.

O parlamento estadual no ano passado tornou-se o primeiro da Alemanha a oferecer aos migrantes, direitos extras às vítimas de crimes de direita após o aumento dos ataques registrados, e a nova medida agora está sendo pressionada pelo Ministério do Interior.

Uma declaração do ministério disse: “Além de sempre prevenir e processar as infrações penais, a proteção especial às vítimas e cuidados especiais são necessários se as vítimas são pessoas de origem estrangeira”.

Os defensores do movimento argumentam que os recém-chegados são exclusivamente vulneráveis, ​​sem redes de apoio na Alemanha e que a deportação pode tornar suas vidas mais difíceis.

O parlamento regional também concordou em “pedir ao governo regional para garantir que, às vítimas de crimes violentos de direita, seja oferecida a possibilidade de serem emitidos autorizações de residência e tolerâncias”.

Migrantes que cometerem crime ou partilharem a responsabilidade por um incidente violento na Alemanha ficam isentos da nova regra proposta…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Foto: General Vo Nguyen Giap com Dilma, Lula e Celso Amorim.

"O general Vo Nguyen Giap, vencedor de Dien Bien Phu, reconheceu indiretamente, em 1964, a contribuição chinesa: “A partir de 1950, depois da vitória chinesa, o nosso exército e o nosso povo tiveram oportunidade de aprender lições preciosas com o Exército de Libertação do Povo Chinês. Nós pudemos nos educar graças ao pensamento militar de Mao Tse Tung. Esse foi o fator importante que determinou a maturidade do nosso exército e contribuiu para as nossas sucessivas vitórias”. 

A “educação” do ídolo de Dilma foi com ninguém menos do que o maior genocida da história da humanidade, responsável pela morte de cerca de 60 milhões de pessoas!

Excerto do artigo "A Lição do Presidente Lula" de Rodrigo Constantino.

A ESQUERDA, O GLOBALISMO E O ISLÃ

Por Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

06 de Janeiro de 2017

Em 27 de Outubro de 1964, o brilhante  ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan  disse o seguinte:

“”Você e eu fomos informados de que devemos escolher entre uma esquerda ou uma direita, mas eu sugiro que não existe tal coisa como uma esquerda ou uma direita. Há apenas um para cima ou para baixo. Até o velho sonho do homem — o máximo de liberdade individual consistente com a ordem — ou até o monte de formigas do totalitarismo. Independentemente de sua sinceridade, seus motivos humanitários, aqueles que sacrificariam a liberdade pela segurança embarcaram nesse caminho descendente”.

Infelizmente não tenho como traduzir alguns artigos citados aqui, muito menos o vídeo.

O governo Reagan é admirado até hoje e comparado aos Pais da Nação Americana.

Agora, vejam o que Eric Beinhocker (professor em Oxford) disse recentemente numa entrevista:

“Precisamos avançar para além das categorias tradicionais de esquerda vs. direita, e desenhar um modelo de capitalismo que seja inclusivo, resiliente e ambientalmente sustentável. Esse é o desafio da nossa geração”.

Propor uma sociedade melhor para os nossos filhos, não necessariamente passa pela reinvenção da roda. “Próximo Papa diz que Trump poderia ser como ‘o melhor presidente’ Reagan“.

Precisamos mais do que nunca de bom senso.

Margaret Thatcher deixou uma frase interessante:

“As nações Democráticas devem tentar encontrar formas de matar de fome o terrorista e o sequestrador, com o oxigênio da publicidade de que dependem.”

O que eu quero dizer com isso? A grande mídia, como sempre, não revela que a esquerda anda de braços dado com o Islã.

O Islã não é uma minoria e muito menos raça. Islamofobia é pura demagogia contra o Kafir (infiel).

Quem defende foto com o Hijab em documentos oficiais (passaporte por exemplo) e tenta introduzir o Ensino Islâmico nas Escolas Brasileiras?  Advinha…  Leia este artigo: A vereadora Anice Gazzaoui (PT) defende o seguinte

O blog Portal Conservador
 questiona o deputado Jean Wyllys, 
observando  que os gays 
serão fatalmente atingidos,
 pois o Islamismo é totalmente anti-homossexual.  
E mais, se o Ensino Islâmico 
for aprovado 
"irá promover uma religião 
em detrimento das demais, 
e justamente sobre  a parcela da sociedade
 mais indefesa, as crianças." 
 http://buff.ly/SMV9Tl 

Isso nada mais é do que a Sharia se impondo no Brasil.

Ator preponderante que há 1.400 anos despeja um ódio mortal a Judeus, Cristãos etc. Algo em torno de 270 milhões de pessoas foram massacradas pelo Islã. Se podemos afirmar que a esquerda odeia o Cristianismo, e é fato, logo podemos afirmar que a esquerda e o globalismo tem uma interseção com o Islamismo. Anotações hackeadas: George Soros Network promoveu intensamente a ‘Islamofobia’ após ataque terrorista Islâmico

A esquerda, em particular, nos convenceram de que criticar o Islã é ser “intolerante”.  Assim que alguém criticar o Islã a primeira resposta que ouve é  “você é um racista”. Isso não é verdade. O Islã é uma ideologia não uma raça. Você pode criticar o Islã da mesma forma que pode criticar o comunismo, o liberalismo, o feminismo, etc.

A esquerda está sempre no futuro. Nunca no presente, é sempre para depois, sempre para “algum dia”, igualzinho ao Islã: “A paz virá quando o Islã dominar o mundo“. Isto é ridículo.

Veja o que estão fazendo com o Donald Trump. Não suportaram a derrota e agora o acusam de Fascista, Nazista etc. Pânico em Hollywood: 100 celebridades prometem parar o ‘perigoso’ Donald Trump

A vinda em massa de migrantes para o Brasil é oportunismo político barato. A tempestade perfeita.

Leiam este artigo escrito em 2015 por  Dorrit Harazim, O Globo‘Onde está o mundo? Compare esse artigo com o que está acontecendo na Europa atualmente e irão entender tudo.

Encerro a questão com três artigos brilhantes:

1 – Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

2 -Por que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

3 –A Revolução Globalista – Olavo de Carvalho


REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Fonte/Source:  UK Puts 15-Year-Old Burqa Opponent on Anti-Terror Programme — Breaitbart News

Photo Cover: AFP PHOTO / Carl de Souza (Crédito da foto: CARL DE SOUZA / AFP / Getty Images) Getty

As mulheres Muçulmanas manifestam-se a favor da lei da Sharia durante um protesto em frente à 10 Downing Street, em Londres, em 21 de março de 2011. Diz um cartaz: A SHARIA VAI DOMINAR O MUNDO

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Por LIAM DEACON

04 de Janeiro de 2017

Um estudante Britânico de 15 anos que pensava que as “mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para vestir o niqab” foi identificado como um potencial terrorista e passou pelo mais rígido programa de desradicalização do governo.

Channel é parte do esquema Prevent e é reservado para os casos mais graves de radicalização, visando “indivíduos em risco de serem atraídos para o extremismo violento” e o terrorismo.

O menino não identificado, que vem de uma área predominantemente branca, foi obrigado a passar um tempo com um Imã (autoridade religiosa do Islamismo), bem como visitar Mesquitas além de um “projeto multi fé”, onde ele foi registrado como voluntário.

O funcionamento do Channel é geralmente mantido em segredo, mas as autoridades tomaram a decisão incomum de divulgar o ataque do aluno branco depois que os ativistas alegaram que o Prevent era “racista” e que “injustamente atacam Muçulmanos”.

A polícia disse ao The Yorkshire Post que o menino foi detido depois de ter feito comentários na escola sobre Muçulmanos “tentando assumir o controle do país” e ter sido “insistente nos seus pontos de vista sobre o que os Muçulmanos devem ou não ser autorizados a usar.”

A cobertura completa do rosto é proibida ou restrita em grande parte da Europa Continental, e uma pesquisa realizada em Setembro passado revelou que o público Britânico apoiou a proibição da burca por dois a um.

Descrevendo o processo em que o adolescente de West Yorkshire foi encaminhado para o Channel, o detetive superintendente Nik Adams, coordenador regional da região Nordeste do Prevent, disse que ele mostrou uma “vulnerabilidade genuina”.

“Ele estava dizendo que as mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para usar o niqab e tinha a cabeça cheia de disparates sobre Muçulmanos tentando tomar o controle do país”, acrescentou.

Apesar de supostamente ajudarem a deter vários terroristas, e a França e a Alemanha planejarem esquemas similares, o Prevent foi atacado implacavelmente no Reino Unido.

O Sindicato Nacional dos Professores pediu a sua eliminação e a União Nacional de Estudantes afirma que é “racista” e trabalhou com os Islâmicos para organizar workshops que instruia os estudantes a “resistir“.

Até mesmo o Comité de Assuntos Internos do Parlamento considerou-o como “tóxico” e discriminatório em relação aos Muçulmanos. Em Abril, o relator especial das Nações Unidas (ONU) sobre o direito à liberdade de reunião interveio alegando que criou um “espectro do Big Brother”.

No entanto, em 2011, o Prevent foi atualizado para torná-lo explicitamente claro sobre a segmentação de todas as formas de radicalização, não apenas o extremismo Islâmico.

Fontes insistem que o caso do estudante é “bastante típico” no trabalho do Prevent, e desde o mês passado, uma em cada dez referências tinha ligações com a “extrema-direita” nacional. Em Yorkshire, as referências de “extrema-direita” representam quase 50% do seu número de casos e 30% do número de casos no East Midlands.

O detetive superintendente Adams disse ao Yorkshire Post que recentemente houve um foco renovado sobre a “extrema-direita”.

Ele admitiu que a “extrema-direita” era predominantemente conhecida por protestos de rua, prejudicando a “coesão comunitária”, em vez de terrorismo, mas disse que as coisas mudaram desde o assassinato de Joe Cox por um simpatizante Nazista em Junho.

“Historicamente, o que você vê na extrema-direita é a desordem pública, o protesto público, que teve um impacto sobre a coesão da comunidade, o senso de bem-estar e pertencimento das pessoas”, disse ele.

Acrescentando: “Embora não estamos olhando a inteligência para sugerir que temos um número crescente de Thomas Mairs, é uma preocupação que se deixarmos inexplorada e incontestada haverá o risco real de que isso [possa] crescer e que podemos ver mais incidentes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Estudantes da Columbia University apoiam a mutilação genital feminina

Excertos por Pamela Geller 

 

03 de Janeiro de 2017

Estes excertos mostram muito bem o grau de submissão, inconsciente, com relação a imposição da Sharia nos Estados Unidos da América e no mundo.

As universidades estão bombardeando a cabeça das alunos. O Islã está intenso e a esquerda dando todo apoio.

Criticar ou não criticar, eis a questão. Se apoiar a mutilação genital feminina será criticado. Se não apoiar será criticado também. Só resta ficar em cima do muro e dizer que aceita os costumes alheios.

Aos poucos, vão aceitando este absurdo que nada mais é do que tirar o prazer sexual da mulher. O Islã odeia a mulher. O mundo todo fala disso, não estou inventando nada. Está escrito no Alcorão.

A mulher é um inimigo perpétuo do Islã

islam-women eles nos detestam

Tradução do texto da foto: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito”

Vamos aos excertos de Pamela Geller:

“O grupo de defesa dos direitos humanos, a American Freedom Defense Initiative (AFDI), revelou hoje uma pesquisa alarmante divulgada em vídeo,  — filmado na Universidade de Columbia, uma escola da Ivy League e um dos principais centros de ensino superior da nação, — que a maioria dos estudantes estão dispostos a tolerar a mutilação genital feminina.

“A presidente da AFDI, Pamela Geller, observou: “Os alunos foram questionados se a Planned Parenthood deveria financiar e apoiar a mutilação genital feminina (MGF). A MGF envolve a remoção parcial ou total do clitóris causando lesões nos órgãos genitais femininos por razões não médicas. Ela não tem benefícios para a saúde de meninas e mulheres, e remove toda a possibilidade de prazer sexual. É o pior tipo de misoginia. Os procedimentos podem causar sangramento severo e problemas de urinar, e mais tarde cistos, infecções, bem como complicações no parto e aumento do risco de mortes de recém-nascidos.”
"Hipócritas e enganadores afirmam que a mutilação genital feminina é um fenômeno cultural e não religioso, a MGF é um fenômeno ISLÂMICO e só é encontrado no interior, ou em áreas adjacentes, das comunidades Muçulmanas.
Mais de 200 milhões de meninas e mulheres vivas hoje foram cortadas em 30 países na África, Oriente Médio e Ásia, onde a MGF está concentrada."
 Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REVOLUÇÃO POLÍTICA EM EFERVESCÊNCIA NA EUROPA

  • As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã… Eles traíram seus próprios cidadãos.
  • Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.
  • Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).
  • Teremos que desislamizar nossas sociedades… Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.
  • Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.

O Estado Islâmico reivindicou o ataque terrorista de segunda-feira,19 de dezembro, em Berlim, no qual doze pessoas morreram atropeladas por um caminhão em uma feira natalina.

O assassino conseguiu escapar. No entanto, no caminhão a polícia encontrou documentos de identidade pertencentes a Anis A., um tunisiano que chegou à Alemanha como candidato a asilo em 2015.

(Imagem: captura de tela da RTL Nieuws)

No ano passado, ao abrir as fronteiras da Alemanha a quase um milhão de refugiados e candidatos a asilo, a chanceler alemã Angela Merkel convidou o Cavalo de Troia do Islã ao seu país. Entre os assim chamados refugiados se encontravam muitos rapazes de origem islâmica, cheios de ódio ao Ocidente e a sua civilização. Um deles era Anis A.

Levou quase um ano para que as autoridades alemãs rejeitassem seu pedido de asilo, enquanto isso o homem já tinha desaparecido. A polícia está agora em seu encalço como principal suspeito do ataque de segunda-feira em Berlim.

As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã. Suas marcas estão aí para que todos possam ver. Em outubro um requerente a asilo afegão estuprou e assassinou uma alemã de 19 anos de idade em Freiburg. Um menino iraquiano de 12 anos foi pego antes que pudesse explodir uma bomba repleta de pregos em um mercado de Natal em Ludwigshafen.

No verão passado, um afegão armado com um machado atacou passageiros em um trem em Heidingsfeld, um sírio assassinou uma mulher grávida com um facão em Reutlingen, outro sírio detonou uma bomba atada ao corpo em um festival de música em Ansbach, um palestino tentou decapitar um cirurgião em Troisdorf. E quem pode esquecer o que aconteceu na última Passagem do Ano Novo, quando turbas de migrantes estupradores atacaram centenas de mulheres em Colônia?

No ano em curso, 1.500 policiais estarão patrulhando as ruas de Colônia na véspera do Réveillon. Dez vezes mais do que no ano passado. Quantos policiais serão necessários no próximo ano? E no ano seguinte? E o que vai acontecer quando eles estiverem em desvantagem? O necessário não são apenas mais policiais, o imprescindível é que haja uma revolução política democrática.

Os Políticos São os Culpados

Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.

Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).

Em vez de se informarem, eles abriram as fronteiras de seu país à imigração em massa e incentivaram a vinda de candidatos a asilo, apesar do fato do Estado Islâmico ter anunciado que iria enviar terroristas ao Ocidente disfarçados de requerentes a asilo.

Eles até permitiram que combatentes que viajaram para a Síria voltassem para a Europa, em vez de cassar sua cidadania e impedir a sua reentrada. Eles sequer os prenderam. Em suma, eles são culpados de negligência gravíssima. Eles traíram seus próprios cidadãos.

O tsunami dos requerentes a asilo de 2015 só exacerbou uma situação que já era terrível. Há quase uma década, em 2008, um estudo realizado pela Universidade de Amsterdã (muito de esquerda) revelou que 11% de todos os muçulmanos que estão na Holanda concordam que há situações em que eles acham que é aceitável usar a violência em nome da sua religião.

Isto significa que somente no meu país, a Holanda, há 100.000 muçulmanos que estão pessoalmente dispostos a fazer uso da violência. O exército holandês, no entanto, conta com menos de 50.000 soldados. Assim sendo, mesmo se posicionarmos o exército inteiro para proteger as feiras natalinas, teatros, casas noturnas, festivais, shoppings centers, igrejas e sinagogas, não teremos condições de garantir a segurança de todos os nossos cidadãos.

É por isso que não há a menor sombra de dúvida que 2017 trará à Alemanha e a todo o Ocidente mais violência, mais ataques contra nossas mulheres e filhas, mais derramamento de sangue, mais lágrimas, mais tristeza. A terrível verdade é que não temos a menor ideia do que vem por aí.

Mas isso não significa que não há esperança.

Assim como a presente situação de perigo foi criada por políticos que se recusam a ver a horrível realidade do Islã e que se recusam a fazer o seu dever, a solução para o gigantesco problema autoinfligido que o Ocidente está sofrendo atualmente também precisa de uma decisão política.

Consertando uma Europa fragmentada

Teremos que desislamizar nossas sociedades. Com efeito, cada medida que tomarmos para atingir esse objetivo: acabar com toda a imigração de países islâmicos, a prisão preventiva de muçulmanos radicais, a promoção da remigração voluntária, a desnaturalização e expulsão de criminosos com dupla nacionalidade, será um passo na direção de uma sociedade mais segura para nós e para nossos filhos. Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.

Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.

Temos que tirar do poder políticos como Angela Merkel, meu fraco primeiro-ministro holandês Mark Rutte e seus colegas com a mesma mentalidade em outros países. Temos o dever de libertar nossos países.

E acreditem, meus amigos, é exatamente isso que vamos fazer. Os terroristas que esperam quebrar a nossa determinação com atrocidades sangrentas não terão sucesso. Escolheremos líderes novos e corajosos, vamos desislamizar, vamos vencer!

Geert Wilders é membro do Partido Holandês e líder do Partido da Liberdade