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Erdogan: “A Europa Está Entrando Em Colapso …

Fonte/Source: Erdogan: “Europe is collapsing…Europe will pay for what they have done” in humiliating and oppressing Turks


Por Tião Cazeiro

Em 15 de Novembro de 2014, o ‘alucinado’ Presidente da Turquia Erdogan e o seu PM Davutoglu disseram num artigo publicado neste blog, intitulado Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia que:

“Os contatos entre a América Latina e o Islã remontam ao século 12. Muçulmanos descobriram a América em 1178, e não Cristóvão Colombo”, disse Erdogan. “Marinheiros Muçulmanos chegaram à América a partir de 1178. Colombo mencionou a existência de uma Mesquita numa colina na costa Cubana.”

Em 9 de Fevereiro de 2015 num artigo escrito por Pamela Geller, traduzido e publicado por este blog, intitulado Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e PM Davutoglu ambos disseram o seguinte:

“… ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa, MEMRI 9 de Fevereiro, 2015″

“PM Turco Davutoglu Na Suíça: “Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregaram o Tekbir Para Zurich”; “O Islã é a Religião Indígena da Europa”; “A Turquia é a cura para a Europa”; “Ninguém será capaz de parar” a ascensão do Islã na Europa.”

“O som de Azan [a chamada para a oração Islâmica] trazido por esses heróis à Europa, as cúpulas das mesquitas com que pontilharam este continente, tudo vai ser protegido. Vamos continuar a lutar contra todas as mãos que se estendem para prejudicá-las [as mesquitas]. Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregavam a Tekbir [i.e. o chamado de “Allahu Akbar” – Alá é Maior –] para Zurique. Que Alá abençoe aqueles que o criaram. Bendito seja aqueles que vieram aqui com apenas uma mala, na pobreza, mas com corações ricos cheios de sua fé [Islã]. Como eram santas aquelas pessoas, que vieram e semearam as sementes aqui, que vai, com a ajuda de Deus, continuar a crescer como uma árvore enorme de justiça no centro da Europa. Ninguém será capaz de parar com isso.”


Erdogan: “A Europa Está Entrando Em Colapso … A Europa Pagará Pelo Que Fizeram,” Humilhando E Oprimindo Os Turcos

Por CHRISTINE WILLIAMS

12 de Abril de 2017

Quando os supremacistas Islâmicos sentem cheiro de fraqueza, miram com determinação calculada. O Presidente Turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou:

“Eles disseram há um século que nós éramos o ‘homem doente’. Agora eles são o ‘homem doente’, a Europa está estrando em colapso.”

Erdogan, uma combinação perigosa de implacável com inconstante, declarou recentemente um choque entre “a cruz e o crescente” por causa da proibição do véu (hijab) pela União Europeia (EU) no local de trabalho, enquanto o seu ministro das Relações Exteriores, Mevlüt Çavuşoğlu, declarou que as “guerras santas” começarão em breve na Europa. Erdogan afirmou também:

“Você tem visto o que vem acontecendo na Europa. Por que ficaram loucos? Por que ficaram alucinados? Eles viram o que este sistema trará para a Turquia. A Turquia está dando saltos, crescendo. Isso os deixam loucos.”

A Europa ficou “alucinada” e “louca” quando abriu suas portas para a imigração Muçulmana, levando a um aumento maciço de crime e um golpe devastador para a economia, juntamente com uma ameaça jihadista elevada.

“Erdogan promete” a Europa doente “pagará por” humilhar e oprimir os “Turcos”, RT, 11 de abril de 2017:

Em uma ampla crise diplomática entre a Turquia e a UE, o presidente Recep Tayyip Erdogan fez uma nova declaração provocativa dizendo que a Europa “em colapso,” “pagará” por “humilhar” e “oprimir” os Turcos que vivem no continente.

“Eles disseram há um século que éramos o ‘homem doente’, agora eles são o ‘homem doente’, a Europa está entrando em colapso”, disse o líder Turco, usando um insulto popular entre os políticos Europeus no século XIX quando falavam sobre a colapso do Império Otomano.

Em um comício no Izmir na Turquia, no Domingo, o presidente disse que a economia da Europa estava piorando, sua população estava ficando mais velha e a “doença do racismo ressurgiu como um vírus”, informou a agência de notícias Turca Anadolu. Na Europa, que sofreu duas guerras mundiais no passado, milhões de pessoas estão sendo atacadas e discriminadas, disse ele à manifestação.

Erdogan afirmou que os Turcos que vivem na Europa estavam sendo “muito oprimidos” e “muito humilhados”, e juraram “responsabilizar” a Europa por isso.

“A Europa pagará pelo que fizeram. Se Deus (sic) quiser, a questão da União Europeia voltará a estar sobre a mesa depois de 16 de Abril”, disse ele, referindo-se ao referendo constitucional na Turquia, que poderia aumentar drasticamente seus poderes de governo.

“Você viu o que aconteceu na Europa. Por que ficaram loucos? Por que eles ficaram alucinados? Eles viram o que este sistema trará para a Turquia. A Turquia está pulando, crescendo. Isso os deixam loucos “, explicou Erdogan sobre as tensões com a UE.

O líder Turco reiterou seus planos de realizar um referendo separado sobre se Ancara deve continuar com um processo para se juntar à União Européia, dizendo que agora espera “uma grave explosão na taxa de votos” para abandonar a candidatura de adesão à UE. “Eu não me preocupo com isso”, disse ele.

A Turquia, que vem negociando sua entrada no bloco Europeu de 28 membros por décadas, tem enfrentado consistentemente críticas da UE por seu histórico sobre direitos humanos, democracia e liberdade de imprensa.

As conversações entre Ancara e Bruxelas também estão diretamente ligadas a um controvertido acordo de 6 bilhões de refugiados, que a Turquia ameaça repetidamente suspender. Bruxelas, por seu lado, diz que a Turquia não cumpriu algumas das 72 condições estabelecidas pela UE para levantar os requisitos de visto …


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Fonte: Muslims discovered America before Columbus, claims Turkey’s Erdogan – The Washington Post –


Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Por Ishaan Tharoor

15 de Novembro de 2014 (Reeditado em 27/02/2017)

Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan num discurso em Ankara, Turquia, on May 13, 2014. (AFP/Getty Images)

Em discurso televisionado em Istambul, o Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan afirmou que os Muçulmanos haviam descoberto as Américas três séculos antes das viagens de Cristóvão Colombo. Ele estava se dirigindo a cúpula de líderes Muçulmanos da América Latina.

“Os contatos entre a América Latina e o Islã remontam ao século 12. Muçulmanos descobriram a América em 1178, e não Cristóvão Colombo”, disse Erdogan. “Marinheiros Muçulmanos chegaram à América a partir de 1178. Colombo mencionou a existência de uma Mesquita numa colina na costa Cubana.”

Erdogan não é tímido ao fazer declarações provocativas, sejam sobre seus rivais políticos, minorias étnicas ou sites de mídia social. Suas últimas observações são, em comparação, menos incendiárias.

Elas ecoam a pesquisa de um pequeno grupo de estudiosos que acredita que há evidências arqueológicas e documentais de Muçulmanos na América pré-Colombiana. Erdogan está, aparentemente, citando o trabalho disputado de Youssef Mroueh, um acadêmico afiliado a Fundação As-Sunnah da América.

Num artigo de 1996 Mroueh referiu-se à presença de uma Mesquita descoberta por Colombo ao longo da costa Cubana. “Colombo admitiu em seus papéis que, na Segunda-feira, 21 de Outubro de 1492 CE, enquanto o seu navio navegava próximo a Gibara, na costa nordeste de Cuba, que viu uma Mesquita no topo de uma montanha bonita”, escreve Mroueh.

A maioria dos estudiosos insiste que a “Mesquita” mencionada era uma alusão metafórica a uma característica marcante da terra. Não foram descobertas arqueológicas de estruturas pré-Islâmicas que datam da chegada de Colombo ao Novo Mundo.

Mroueh, que não está listado como um historiador em qualquer instituição de ensino superior sugere que exploradores provenientes de reinos Muçulmanos da África Ocidental fizeram a mesma viagem através do Atlântico a partir das ilhas Canárias, bem antes do marinheiro Italiano ter realizado o serviço para a Coroa Espanhola.

Outros citam o trabalho de um notório geógrafo na Espanha Muçulmana, que produziu um mapa no século 10 mostrando o contorno da América do Sul, referenciando a jornada de um marinheiro Árabe que viajou para o oeste através de um “oceano de trevas e nevoeiro.”

Poderíamos até continuar esse artigo sem dizer que os primeiros povos a “descobrir” as Américas foram os ancestrais dos povos indígenas dos continentes.

Mas há todo tipo de especulação de outros povos em outras épocas encontrando as Américas muito antes de Colombo. Será que os Polinésios remando catamarans chegaram à costa do Pacífico Americano? E sobre as grandes frotas preciosas do imperador chinês Ming? Ou os pescadores Bascos, perseguindo as correntes e o bacalhau do Atlântico?

A narrativa mais consistente de encontro pré-Colombiano envolve os exploradores e colonizadores da Escandinávia, que chegaram a costa da Terra Nova e no Canadá há cerca de cinco séculos antes da expedição Espanhola de 1492.

No entanto, a insistência de Erdogan sobre a presença de Muçulmanos no mundo novo vale a pena considerar, mas não pelas razões que ele tem em mente.

A exploração e a colonização Espanhola das Américas seguiram as sangrentas batalhas da Reconquista — as campanhas Católicas contra os últimos estados Muçulmanos na península Ibérica. Muitos dos soldados e oficiais Espanhóis que cruzaram o Atlântico foram animados pelo fervor da Inquisição Espanhola, e em alguns relatos referem-se às populações indígenas que encontraram como “mouros” e “infiéis” e seus “zigurates” como “mesquitas”. A profusão de cidades no México chamadas de “Matamoros” — morte aos mouros, um nome associado a um santo Cristão místico que lutou contra os Muçulmanos — fala desse legado.

Além dos Árabes e Muçulmanos convertidos a bordo de navios Espanhóis, o Islã não pode ter estado presente no Novo Mundo. Mas ainda assombrava a imaginação dos Europeus enquanto aventuravam em terras alienígenas.


Ishaan Tharoor escreve sobre assuntos externos para o Washington Post. Anteriormente foi editor sénior da TIME, com sede em Hong Kong e depois em Nova York. Siga no Twitter @ishaantharoor


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Fonte/Source: Austria Spearheads Balkan Frontier Defence Project, Says EU Has Failed

16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

8 Fevereiro de 2017

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A Áustria está unindo forças com 15 outros países da Europa Oriental para conter o fluxo de migrantes em direção ao norte, porque acreditam que a União Europeia (UE) falhou no dever de proteger as fronteiras da região.

Sob a bandeira do Projeto de Defesa da Fronteira dos Balcãs, os países garantirão que suas forças policiais e militares estejam em constante contato para assegurar a proteção, vigiando as fronteiras nacionais ao norte da Grécia, repelindo imigrantes ilegais dessas áreas.

O Ministro Austríaco da Defesa, Hans-Peter Doskozil (SPÖ), disse a Die Welt: “Não acreditamos que as fronteiras externas da UE estejam adequadamente protegidas até agora pela UE. É por isso que a Áustria, juntamente com 15 outros países ao longo da rota dos Balcãs e dos Estados de Visegrád, estão planejando uma estreita cooperação no âmbito de um novo projeto de defesa fronteiriça dos Balcãs.

“Se houver um influxo maciço de migrantes, os estados envolvidos na iniciativa de proteção das fronteiras serão capazes de agir rapidamente. Em caso de crise, trabalharemos um plano comum, utilizando contatos claramente definidos e um intercâmbio regular de informações entre os chefes das polícias e militares dos países envolvidos”.

Para fortalecer a capacidade de resposta da Áustria, o Ministro também está trabalhando uma mudança na lei que permitiria ao país enviar tropas para o exterior. Atualmente, as tropas Austríacas só podem ser enviadas para missões humanitárias, mas disse que o governo gostaria de ampliar seu escopo.

“A Áustria está disposta a oferecer ajuda aos países dentro e fora da UE, não só por razões humanitárias, mas também pela proteção das suas fronteiras, se esses países nos pedirem e tivermos capacidade suficiente”, afirmou.

Os movimentos estão sendo feitos, disse Doskozil, porque a quantidade de contrabando ilegal que ocorre nos Balcãs e o número de migrantes continuam “significativos”. Atualmente, entre 500 e 1000 imigrantes chegam à Áustria todas as semanas, mas a situação pode deteriorar-se rapidamente a qualquer momento graças à natureza frágil do acordo da UE com a Turquia.

“Temos de nos preparar intensamente neste momento para a reabertura das comportas (nota: influxo de migrantes) pelo governo [Turco] em Ankara, coisa que o presidente Erdogan já ameaçou várias vezes fazê-lo”, disse Doskozil, acrescentando: “Erdogan não é um parceiro confiável da UE.

E continuou criticando o número atual de migrantes ilegais na UE como “muito alto”, alertando que muito ainda precisa ser feito para reduzirmos esse número.

“Reverter os centros, penas mais elevadas aos requerentes de asilo que violam as regras e cortes maciços no dinheiro dos imigrantes ilegais, todos seriam meios adequados”, sugeriu, apelando à convocação de uma “cúpula de repatriamento da UE” para discutir uma ação coordenada por toda Europa.

“As iniciativas anteriores, como fortalecer o papel da Frontex na repatriação, estão longe de serem suficientes”, afirmou. “Seria melhor ter um oficial de repatriação Europeu de alta categoria e nome, que pudesse assumir essa importante questão”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘Se você ama Jesus, então morra como Jesus!’: Perseguição Muçulmana de Cristãos, Novembro de 2016

Fonte/Source: ‘If You Love Jesus, Then Die Like Jesus!’: Muslim Persecution of Christians, November 2016 – Raymond Ibrahim

‘Se você ama Jesus, então morra como Jesus!’: Perseguição Muçulmana de Cristãos, Novembro de 2016

Por Raymond Ibrahim

6 de Fevereiro de 2017

Originalmente publicado pela Gatestone Institute

Relatórios da vida Cristã sob o Estado Islâmico (ISIS) continuaram chegando ao longo de Novembro. Muitos deles vieram das antigas cidades Cristãs em torno de Mosul, como Batnaya e Qaraqosh, conquistadas pelo ISIS em Agosto de 2014 e liberadas no final de Outubro de 2016.

Um homem Cristão, Esam, de Qaraqosh, relatou o que o ISIS fez depois que o marido de sua irmã recusou-se à conversão ao Islã: “Foi crucificado e torturado diante de sua esposa e filhos, que foram obrigados a assistir. Eles [ISIS] lhe disseram que se amava Jesus tanto assim, iria morrer como Jesus. “Os militantes Islâmicos torturaram seu cunhado das 6 até as 11 da noite.” Abriram o seu estômago e atiraram nele antes de deixá-lo pendurado, crucificado”. Dois outros membros da família de Esam, um casal Cristão, foram sequestrados e separados pelo ISIS. Até hoje, o marido não sabe onde está sua esposa; Ele só sabe que ela foi transformada em concubina, escrava sexual.

Karlus, um Cristão de 29 anos, contou como os membros do ISIS invadiram a casa de seu idoso pai em Batnaya e começaram a destruir as cruzes e rasgaram uma imagem de Cristo. Quando Karlus tentou detê-los, foi levado e torturado: eles “o penduraram no teto da prisão em que estava preso, por uma corda amarrada ao pé esquerdo. Quando o sangue escorria do seu pé, batiam e chutavam, esfregando sal nas feridas. Ele foi abusado sexualmente na prisão por três mulheres usando niqabs [véus negros]. Disseram que seria morto a tiros”, disse o relatório. Sete semanas depois, foi libertado.

Outro punhado de Cristãos relatou que “foram ameaçados, forçados a cuspir num crucifixo ou converter-se ao Islamismo”, mas “milagrosamente sobreviveram mais de dois anos sob o governo do grupo de Estado Islâmico (ISIS)”.

Ismail, outro jovem Cristão de Qaraqosh, contou como foi forçado a converter-se ao Islamismo há dois anos, quando tinha 14 anos: “Eles me disseram para dizer ‘não há Deus além de Alá’ e você se tornará um Muçulmano. Eu disse: ‘Não há outro Deus a não ser Jesus’, então me deu uma bofetada. Eu ainda era jovem. Ele me bateu e apontou uma arma para minha cabeça. E disse à minha mãe: ‘Converta-se ao Islã ou mataremos seu filho’ “.

Antes de serem expulsos dessas cidades Cristãs, agora liberadas em torno de Mosul, o ISIS plantou dispositivos explosivos em ursinhos de pelúcia e brinquedos, que seriam detonados quando as crianças os recolhessem, “matando famílias inocentes”.

Aqueles que sobreviveram ao ISIS, acusaram o ex-presidente dos EUA Barack Hussein Obama de omissão, quando a maior cidade Cristã do Iraque, Qaraqosh, caiu nas mãos dos terroristas Islâmicos, há mais de dois anos, quando sua população Cristã era de mais de 50 mil. Um homem disse: “Obama nunca ajudou os Cristãos. Na verdade, os despreza. Nos últimos 26 meses, mostrou o quanto os despreza. Mas temos esperança no novo presidente, Trump.” Disse o Padre Católico: “O governo dos EUA, liderado pelo Presidente Obama, poderia ter nos protegido — ou pelo menos nos ajudado a nos proteger. Mas, infelizmente, Obama nos abandonou. “Uma moça usando uma cruz acrescentou:” Esperamos que esse novo cara chamado Trump nos ajude mais do que Obama “.

Nos últimos dias do mês de Novembro, a perseguição Muçulmana Mundial de Cristãos reportou, mas isso não é tudo:

Ataques Muçulmanos em (e por causa das) Igrejas Cristãs:

Indonésia: Enquanto vestida com uma camiseta com a palavra “jihad” estampada, um homem chamado Jo Bin Muhammad incendiou uma Igreja em Samarida. Enquanto caminhava pela Igreja, ainda em sessão, atirou um coquetel Molotov, incendiando o prédio. Uma menina de dois anos morreu por queimaduras; Três outras crianças ficaram feridas. Um membro da Igreja descreveu o incidente: “De repente, por volta das 10:00 da manhã, ouvimos uma explosão lá fora. As pessoas fugiam usando a porta da frente e a dos fundos da Igreja. As mulheres estavam chorando e aterrorizadas. Vimos que quatro crianças estavam queimadas — em estado grave —enquanto uma só foi ligeiramente ferida.”

Filipinas: Uma bomba improvisada foi detonada remotamente fora de uma Igreja Católica em Mindanao, quando os fiéis deixavam a missa na manhã de Domingo, 27 de Novembro. Embora a bomba tenha sido projetada para o máximo dano, um carro estacionado entre a entrada da Igreja e a bomba, desviou grande parte da explosão. Duas pessoas ficaram feridas. Segundo o Arcebispo local, o incidente é “um ataque à liberdade de religião e à liberdade de culto”. Acrescentou que o bombardeio da Igreja de Nossa Senhora da Esperança, “no final do nosso Primeiro Domingo da Missa do Advento, às 5:30 da manhã, foi puro terrorismo, agravado por causa da sacralidade do lugar, da sacralidade do dia e da santidade do evento que acabara de acontecer”.

Egito: Logo após os rumores começarem a circular de que os Cristãos de Sohag estavam tentando construir uma Igreja, folhetos foram distribuídos chamando os Muçulmanos locais para atacar os “infiéis”. Dois dias depois, em 25 de novembro, após as orações Muçulmanas, “um grande número de jovens Muçulmanos fanáticos, alguns deles carregando baldes de cilindros de gás e pedras, enquanto outros vinham armados com rifles automáticos, facas, facões e facas, atacaram os Coptas e as casas dos Coptas”, relatou Samir Nashed, um morador Cristão. Os Muçulmanos queimaram e saquearam 11 casas Cristãs, cortaram água e fontes de alimentação da aldeia e bloquearam as estradas para que os caminhões dos bombeiros não pudessem entrar e assim os danos às propriedades Cristãs estariam completos. Quatro Cristãos também foram espancados e feridos.

Bangladesh: Pelo menos 20 homens saquearam a Igreja Católica perto de Dhaka, nação de maioria Muçulmana. Na noite de Sábado, 26 de Novembro, os invasores, com facas, invadiram o recinto e amarraram os guardas e o pastor, Padre Vincent Bimal Rozario. “Os ladrões me advertiram para permanecer em silêncio”, disse ele. “Queriam me matar com armas afiadas. Perguntaram onde estava o dinheiro e os objetos de valor. Fui obrigado a dizer. “Eles então invadiram a Igreja, pegando uma câmera, laptop, dinheiro dedicado à reparação de túmulos e outros bens avaliados em cerca de US $ 1.300. O recinto da Igreja foi atacado pelo menos duas vezes antes, inclusive em 2014, quando duas freiras Cristãs foram estupradas e espancadas.

Um relatório separado publicado em Novembro descobriu que os Cristãos, entre outros grupos minoritários religiosos em Bangladesh, têm sofrido perseguição “quase que diariamente” nas mãos de grupos terroristas Islâmicos profissionais e seus próprios vizinhos Muçulmanos nos últimos três anos.

Chacina Muçulmana de Cristãos

Nigéria: Pastores Muçulmanos mataram 45 Cristãos em ataques coordenados e dirigidos a cinco aldeias de maioria Cristã. “A maioria das vítimas, das últimas atrocidades, foram mulheres, crianças e idosos, que não conseguiram escapar do tiroteio dos atacantes. Mais de 120 edifícios, incluindo oito Igrejas, também foram destruídas”, disse o relatório. Separadamente, um Pastor Cristão e outros oito foram mortos, num ataque suicida, que aconteceu num centro de refugiados. Mulheres suicidas foram enviadas pelo grupo Islâmico, Boko Haram; Elas podem ter vindo das muitas meninas Nigerianas raptadas, estupradas e doutrinadas a acreditar que morrer pela jihad é a sua única salvação. A ajuda humanitária que visitou esses campos de refugiados disse o seguinte: “A vida tornou-se um inferno para as mais de 3.000 pessoas que vivem aqui… As pessoas já estão recorrendo à folhas para sobreviver. As crianças estão morrendo de fome. Se nada for feito por essas pessoas, isso vai levar a uma enorme tragédia. As pessoas não podem ir para casa porque o Boko Haram está constantemente reagrupando e atacando continuamente.”

França: Um homem mascarado carregando uma faca e uma espingarda de cano serrado invadiu uma casa de aposentados missionários em Montpellier, que abriga 60 missionários aposentados, bem como várias freiras, e repetidamente apunhalou uma mulher Francesa idosa até a morte. “O ataque tem ecos do assassinato do Sacerdote Católico Jacques Hamel, esfaqueado no altar de sua Igreja em Julho. No entanto, os funcionários estão mantendo a mente aberta sobre o crime”, observou a reportagem. Uma reportagem mais antiga, de Janeiro de 2015, descreve a região ao redor de Montpellier, próximo ao local do ataque, como “um centro de recrutamento de jihadistas”.

Egito: Depois de 54 anos, Magdy Makeen, um pobre morador Cristão que sustentava a sua família vendendo peixe, acidentalmente bateu num carro da polícia, com seu carro puxado por cavalos. Oficiais furiosos prenderam-no e o levaram à prisão, onde o torturaram e eventualmente o mataram. Como sempre acontece quando as autoridades matam Cristãos presos, ofereceram à família do morto uma história implausível sobre como ele morreu, na qual a polícia foi exonerada de qualquer irregularidade. Mas antes que as autoridades pudessem enterrar o corpo, os membros da família viram muitas contusões, entre outros sinais de violência.

ATAQUES MUÇULMANOS À LIBERDADE CRISTÃ: NÃO À APOSTASIA, BLASFÊMIA E EVANGELISMO

Libéria: Depois de converterem-se do Islã ao Cristianismo, 17 jovens foram perseguidos por suas famílias Muçulmanas. “foram ameaçados, espancados e ordenados à pararem de ir à Igreja e a ouvir música Cristã, e muitos fugiram para as aldeias próximas por segurança”, disse o relatório. “Os jovens crentes colocaram sua fé em Cristo, depois de ouvirem o Evangelho, de visitarem Pastores Cristãos, que também deram a cada um deles uma Bíblia de bolso. Embora inicialmente tivessem medo de ouvir os Pastores por medo de perseguição, continuaram a visita entre eles e outros crentes à noite. Eventualmente, os parentes dos novos Cristãos perceberam que tinham deixado de ir à Mesquita e souberam da sua conversão ao Cristianismo”.

Uganda: Depois de dois meninos, com 16 e 17 anos, convertidos do Islã ao Cristianismo, forma declarados, apóstatas que merecem morrer, pelos próprios pais. Quando fugiram para salvar suas vidas, a casa de um Cristão que lhes deu refúgio foi incendiada e destruída por Muçulmanos. O homem permanece com medo, por sua vida; Os incendiários deixaram folhetos prometendo mais ataques: “Esteja informado de que ainda não terminamos com você. Espere mais, coisas piores estão a caminho.” Agora ele e sua família estão fugindo.

Europa: Os Cristãos, especialmente os Muçulmanos convertidos ao Cristianismo, em campos de refugiados com Muçulmanos, em toda a Europa, continuam sendo perseguidos. Nas palavras de Iranianos que vivem num centro de refugiados na Alemanha:

“Nós, os refugiados Iranianos radicados na cidade de Rotenburg, fugimos da República Islâmica do Irã porque fomos acusados ​​de sermos Cristãos e, por isso, fomos repetidamente ameaçados pela tortura, prisão e pena de morte. Aqui, onde estamos instalados atualmente, estamos expostos aos mesmos tipos de ameaças que antes, desta vez pelas mãos de Muçulmanos Afegãos, e tememos por nossas vidas… Os refugiados Afegãos… que nos chamam de ‘apostatas’ Cristãos Iranianos e ‘Infiéis’ por causa de nossa decisão de deixar o Islã, consideram o derramamento de nosso sangue como legítimo (ou mesmo necessário).”

Separadamente, um líder da Igreja Curda disse que recebeu ameaças de morte por ter deixado o Islã pelo Cristianismo enquanto vivia em campos fora das cidades Francesas de Calais e Dunquerque. Em ambos os campos, os Muçulmanos o antagonizaram: “Em Calais, os contrabandistas [viram] a minha cruz [ao redor do meu pescoço] e disseram: ‘Você é Curdo e você é Cristão? Você é uma vergonha. Eu disse: “Por quê? Estou na Europa, estou livre, estou num país livre”. Eles disseram: ‘Não, você não está livre, você está na selva. Aqui na selva tem regra Curda — saia deste acampamento.’ Os contrabandistas estavam dentro do acampamento, e eram Curdos. E disseram o seguinte: “Vamos pedir aos Argelinos e aos Marroquinos para matarem você”.

Paquistão: Enquanto estava na escola, um menino Cristão de nove anos de idade foi acusado falsamente de queimar um Alcorão. Sua mãe e ele foram presos sob a acusação de blasfêmia. Foram finalmente libertados da prisão depois que a polícia não encontrou evidência para fundamentar a acusação. No entanto, “apesar da sua inocência, os dois Cristãos presos revelaram, após a sua libertação, que foram interrogados e torturados durante os quatro dias de prisão, dizendo que os seus interrogadores tentaram obrigá-los a confessar um crime que não cometeram. Os interrogadores, no entanto, não conseguiram obter qualquer confissão deles”, disse o relatório. Separadamente no Paquistão — uma nação onde dezenas de estações Islâmicas estão livres para exibir seus programas na televisão, incluindo aqueles que glorificam a jihad contra os ‘infiéis’ — todas as estações de televisão Cristãs foram ordenadas a fecharem, apesar de, — como dito pelas minorias Cristãs, — que o artigo 25 da Constituição Paquistanesa estabelece que “Todos os cidadãos são iguais perante a lei e têm direito à igual proteção da lei.” “Qual é o futuro dos meios de comunicação da Igreja no Paquistão? É um momento muito difícil para nós. Estávamos apenas tentando alcançar nossa própria comunidade, que geralmente são ignoradas por outros canais de TV”, disse o Padre Morris Jalal, fundador e diretor executivo da TV Católica aos repórteres enquanto sua equipe empacotava seu equipamento.

Etiópia: Em Outubro do ano passado, quatro jovens Cristãs — de 18, 15, 14 e 14 anos —distribuíram um folheto intitulado “Falemos a verdade com amor”. Porque isso desafia as acusações Islâmicas contra o Cristianismo. Muçulmanos locais ser revoltaram. Atacaram uma Igreja e agrediram os Cristãos. As meninas foram presas e, depois de uma breve audiência em 15 de Novembro, foram condenadas a um mês de prisão. Todas as quatros meninas irão cumprir a sentença entre criminosos comuns, embora três delas estejam abaixo de 18.

Afeganistão: Um relatório publicado em Novembro destacou os grandes perigos que Afegãos convertidos ao Cristianismo enfrentam diariamente: “A representação dos Cristãos no Afeganistão é tão pequena, que ser um deles, significa perseguição certa. Como a maioria da população é Muçulmana, esses novos Cristãos não estão apenas decidindo seguir Cristo. Estão abandonando uma fé antiga e a segurança que advém dela. De acordo com o Projeto Joshua, 99,8% da população segue o Islã. Somente 0,03 por cento da população poderia ser descrita como Cristã Evangélica”. Bob Blincoe, da Frontiers USA, acrescenta: “A doutrina Islâmica é clara e incontestável e uma pessoa que se converte à fé [Cristã] abandonando o Islã deve ser morta. Isso não está em discussão no Islã”.

DHIMMITUDE: MUÇULMANOS DESPREZAM E ABUSAM DE CRISTÃOS

Egito: Apesar da garantia constitucional da nação à liberdade de culto, em todos os distritos das escolas públicas, meninas Cristãs que se recusam a usar o véu Islâmico ou hijab e Cristãos de ambos os sexos que se recusam a recitar o Alcorão — Incluindo versos que contradizem diretamente a fé Cristã — estão sendo expulsos das escolas. Alguns relatam que foram espancados antes de serem expulsos.

Argélia: Silmane Bouhafs, um homem Cristão que atualmente está cumprindo pena de três anos de prisão por “atacar o Islã”, regularmente experimenta perseguição pelas mãos dos outros presos. Em Novembro, depois que os prisioneiros foram mostrados em um programa religioso Islâmico, onde o clérigo incitou contra todos os não-Muçulmanos na Argélia, o Cristão discutiu com os outros espectadores em nome da liberdade religiosa. Os reclusos responderam atacando-o fisicamente. Outro prisioneiro interveio a tempo para alertar aos guardas que interromperam o ataque. Em uma mensagem à sua filha, o Cristão disse que é considerado “um inimigo do Islã” e que vive diariamente em risco.

Marrocos: Um homem Muçulmano em Casablanca tentou matar outro homem com uma espada. A polícia inicialmente demonstrou preocupação — até que descobriu que a vítima, Saeed Zoa, era um Cristão proeminente que trabalha para promover a igualdade de direitos para os Cristãos em Marrocos. A polícia então abandonou a investigação com base no argumento de que o Cristão é um “instigador” que merecia isso. Zoa teme que, desde que a polícia tenha divulgado sua indiferença aos seus direitos, ele ainda será atacado com mais agressividade.

Argélia: Quando a maioria dos membros da família Cristã queria enterrar seu pai de 70 anos, também Cristão, com ritos Cristãos — em vez dos ritos de morte Islâmicos, em que os Muçulmanos se reúnem na casa do falecido, implorando Alá e Muhammad para receberem seus amados — o Imã da vila e outros Muçulmanos “ameaçaram o ostracismo do resto da aldeia se não reverterem sua decisão, e exortou os aldeões a pressionarem a família”, de acordo com um relatório. O xeique Muçulmano acrescentou: “Nós somos Muçulmanos, e continuaremos assim. O funeral de nossos mortos será como sempre foi, e não vamos comprometer nossos costumes e religião. Se alguém quiser enterrar os seus mortos no nosso cemitério, deve fazê-lo de acordo com as nossas tradições”. (Ênfase adicionada)

Paquistão: Numa nação onde a acusação mais implausível de que um Cristão tenha ofendido Muhammad nas mídias sociais, provocou distúrbios, ataques e prisões de Cristãos. Os Cristãos aprenderam o que acontece quando os Muçulmanos zombam de Jesus. Em novembro, uma série de posts apareceu nas mídia social atacando Jesus e seus discípulos; embora os Cristãos tenham apelado às autoridades para que tomassem medidas contra os responsáveis, nada foi feito — apesar de que a lei nacional da “blasfêmia” esteja escrita de uma forma que tecnicamente também protege o Cristianismo.

Turquia: Enquanto ressalta a perseguição que os Cristãos sofrem na Turquia, um relatório diz que essa perseguição “é tão intensa que até mortos Assírios e seus cemitérios não podem escapar”. Eis aqui o exemplo de Miho Irak: Um exilado Cristão de 77 anos morreu recentemente na Bélgica; Como contribuinte e membro do Fundo Funerário da Presidência Turca para Assuntos Religiosos, o governo tinha garantido a transferência de seu corpo para enterrá-lo em sua pátria ancestral na Turquia. No entanto, uma vez que os funcionários souberam que ele era Cristão, imediatamente renunciaram a sua promessa.

SOBRE ESTA SÉRIE

A perseguição de Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, a “perseguição Muçulmana dos Cristãos” foi desenvolvida para reunir alguns — não todos — casos de perseguição que surgem a cada mês. Atendendo a duas finalidades:

1) Documentar o que a mídia tradicional não faz: a perseguição habitual, senão crônica, dos Cristãos.

2) Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — que está enraizada numa cosmovisão inspirada na Sharia Islâmica.

Assim, seja qual for o episódio de perseguição, normalmente se encaixa sob um tema específico, incluindo o ódio às Igrejas e outros símbolos Cristãos; Apostasia, blasfêmia e leis de proselitismo que criminalizam e às vezes punem com a morte aqueles que “ofendem” o Islã; Abuso sexual de mulheres Cristãs; Conversões forçadas ao Islã; Roubo e saque substituindo a jizya (tributo financeiro esperado de não-Muçulmanos); Expectativas gerais para que os Cristãos se comportem como dhimmis intimidados, ou cidadãos de terceira categoria, “tolerados”; E a simples violência e o assassinato. Às vezes, uma combinação deles.

Como esses relatos de perseguição abrangem diferentes etnias, línguas e localidades, — desde Marrocos no Ocidente até a Indonésia no Oriente — , uma coisa precisa ficar bem clara, apenas uma coisa conecta todos esses episódios: Islã — seja a aplicação estrita da lei Islâmica Sharia ou a cultura supremacista nascida dela.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

DONO DA BOATE DE ISTAMBUL ONDE 39 FORAM MORTAS: BANIMENTO DE ARMAS FORTALECE TERRORISTAS ARMADOS

Fonte/Source:  Owner of Istanbul Nightclub: Gun Bans Empower Armed Terrorists


Photo Cover: Burak Kara / Getty ImagesBurak Kara / Getty Images


DONO DA BOATE DE ISTAMBUL ONDE 39 FORAM MORTAS: BANIMENTO DE ARMAS FORTALE TERRORISTAS ARMADOS

Por AWR HAWKINS

9 de Janeiro de 2017

Burak Kara/Getty Images

Memet Kocarslan, dono da boate de Istambul, onde 39 pessoas foram mortas a sangue-frio após o início de 2017, afirma que a proibição dos populares rifles semiautomáticos na Turquia facilitou o terrorista que ignorou a proibição, a superar a polícia e dominar a segurança do estabelecimento.

De acordo com a CNN, “a vigilância policial foi ampliada em torno de Istambul para as festividades e Kocarslan se certificou de que seu clube, Reina, tivesse segurança extra. Entretanto, ele disse que não tinha nenhuma esperança contra um assassino bem armado e determinado.”

Um policial estava no clube, e tinha uma arma, mas é ilegal ter segurança privada armada. Assim, a segurança privada fez com que os participantes da festa se sentissem seguros, mas não poderia oferecer nenhuma resistência real a um ataque armado. No final, era um policial com uma arma de fogo contra um terrorista com um rifle semiautomático, que os civis estão proibidos de possuir na Turquia.

O Gun Policy.org da Universidade de Sidney reportou que “os civis não têm permissão para possuir armas de fogo automáticas e armas de fogo semiautomáticas”. Isso significa que “a posse privada de armas de fogo semiautomáticas é proibida”. Mas, o homem que atacou a boate usou esse mesmo tipo de arma, o mesmo tipo de armamento utilizado pelos terroristas no ataque de 7 de janeiro de 2015 ao Charlie Hebdo e o de Paris em 13 de novembro de 2015. Esses terroristas não seguem a lei. Em vez disso, tiram vantagem da lei, cientes de que os cidadãos cumpridores da lei não serão capazes de contra atacar.

Kocarslan reconhece isso. Disse à CNN:

Esse pistoleiro é inacreditável. Acredito que tenha lutado na guerra por muitos anos. Ele foi muito profissional. Como pode um cara com uma pistola superar um homem com uma máquina de guerra? Devemos mudar essa lei. Estamos lidando com terrorismo. Algo precisa ser feito.

Digno de nota, os Democratas nos EUA responderam ao ataque terrorista de Orlando Pulse em 12 de junho de 2016, por que querem adotar os mesmos sistemas de proibição de armas que agora existem na Turquia. No entanto, o exemplo da boate de Istambul prova que tal proibição só serve para dar vantagem àqueles que estão dispostos a violar o sistema para impor o terror.

Quando estamos falando sobre Istambul, Paris, ou Newtown, Connecticut, uma coisa soa verdadeira: a maneira de parar um bandido armado é garantir que ele seja saudado por bons atiradores.


AWR Hawkins é o colunista da Segunda Emenda para Breitbart News e apresentador de “Bullets with AWR Hawkins“, um podcast da Breitbart News. Ele também é o analista político da Rádio Armed American. Siga-o no Twitter: @AWRHawkins. Alcance-o diretamente em awrhawkins@breitbart.com.


Tradução: Tião Cazeiro 

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Fonte/Source: Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol on the Left and Far Left as Defenders of Islam

Hugh Fitzgerald: Ivan Rioufol sobre a Esquerda e a Extrema Esquerda como Defensores do Islã

Por HUGH FITZGERALD

27 de Abril de 2016

IVAN RIOUFOL, é um colunista do Le Figaro, um dos mais perspicazes comentaristas Franceses sobre a ameaça do Islã e os seus apoiadores de esquerda na França. Naturalmente, como consequência, é desprezado por todas as pessoas que pensam corretamente. No texto abaixo, Rioufol relata:

1) Os ataques físicos e verbais, sobre o famoso membro da Academia Francesa Alain Finkielkraut, que como Rioufol, fala a verdade sobre o Islã e sua aliança com a esquerda e extrema esquerda, e é especialmente odiado pelos “Palestino-Adoradores”;

2) O antissemitismo e o totalitarismo da Extrema Esquerda (exemplificado pelo grupo de extrema esquerda Nuit Debout), que é apoiado pelo mais amplo, de esquerda um pouco menos extrema, representada pelos socialistas agora no poder;

3) A exclusão de homens heterossexuais brancos dos chamados debates públicos realizados por esse grupo periférico de esquerda;

4) A recusa de Nuit Debout, que se promove como uma revolta de oportunidades iguais contra tudo, de condenar o Islã e a ideologia do Alcorão; e finalmente,

5) Rioufol critica o Papa Francisco por sua “recusa em contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano”, sua mal concebida tentativa de conquistar a benevolência Muçulmana fazendo declarações equivocadas sobre a doutrina Islâmica, em confundir o Deus Cristão do Amor com o Vingativo Deus Muçulmano, e sua crítica ao Ocidente por ser insuficientemente indulgente para com o Islã.

“O Progressismo se aconchega ao pensamento totalitário”, traduzido do “Bloc-notes: le progressisme cajole la pensée totalitaire,“, de Ivan Rioufol, 22 de abril de 2016:

As máscaras caíram, e, como se fosse necessário, a incompetência da Esquerda no poder foi revelada. Desvendada, em particular, é a atração da Esquerda pelo sectarismo, e a pura violência do Partido do Bem (Esquerdistas), quando em plena rota. Na Segunda-feira, uma pesquisa conduzida pelo Figaro-RTL-LCI após a aparição na televisão de François Hollande quatro dias antes confirmou a perda abrupta de confiança em Hollande: ele obteve apenas 15% das intenções de votos para 2017, ou seja, quase o mesmo que a extrema esquerda Jean-Luc Mélenchon. Quanto a “Nuit Debout”, esse protesto periférico tão superestimado pelo Sistema [isto é, a grande mídia e a política], se deixou rapidamente subverter por uma extrema esquerda fanática e racista. Na noite de Sábado, o filósofo Alain Finkielkraut, que tinha vindo como um espectador foi expulso da Place de la République, depois de ser insultado e cuspido. (ênfase adicionada pelo tradutor). Em Janeiro, no France 2 [canal de televisão], já tinha sido confrontado com o mesmo ódio de uma mulher que foi identificada simplesmente como ‘professora Muçulmana’ e que atacou pelo nome “pseudo-intelectuais”, todos Judeus.

Uma ideologia antissemita e totalitária goteja dessas “Nuits d’égout” [Noites na sarjeta], no entanto, promovida pela imprensa de imitação. A rejeição do capitalismo e a defesa da causa Palestina  formalizada pela recente criação de uma comissão chamada “Palestina toujours debout” (Palestina ainda de pé)  estão transformando os Judeus, mais uma vez, na caricatura de Banker (banqueiro) e Colonizador. Assim, o antissionismo expõe sua Judeofobia ainda mais, enquanto que o ódio é o alicerce de uma islamo-esquerda preocupada, nos dias de hoje, em destacar suas ligações com as banlieues [subúrbios fortemente Muçulmanos]. Quanto ao totalitarismo, é visível a incapacidade desse movimento de aceitar a contradição ou mesmo a diferença. Os Jovens Comunistas estavam orgulhosos por terem expulsado o acadêmico [Finkielkraut]. O jornal Figaro descreveu, na semana passada, como os homens brancos e heterossexuais tinham sido excluídos de alguns “debates” que floresceram nesse lugar de Intolerância. Felizmente, uma associação de “antirracismo”, LICRA, expressou sua indignação a esse robespierrism.

Nuit Debout mostra o que a Extrema Esquerda é realmente, protegida pelo Centro Esquerda, e por inúmeros jornalistas considerados sensíveis às ideias “nauseantes”: uma desgraça e um insulto à República.

Essa descoberta não é nova para aqueles que, como este que vos fala, tiveram de suportar por muito tempo a ditadura aparentemente suave de um clã que se protege e condena os outros por suas próprias perversões. Por trás da demonstração de um humanitarismo brando como um privilégio especial, a Extrema Esquerda muitas vezes tenta esconder o seu desdém pela democracia liberal e pluralista. Aqueles que continuam a fazer de Nuit Debout um exemplo de revolta negam ao mesmo tempo os perigos da ideologia Corânica, liberticida e sexista. É por ter chamado a atenção para o risco que Finkielkraut fez sua situação piorar aos olhos dos palestino-adoradores.

Esse radicalismo é uma armadilha da qual os Esquerdistas desesperados, que apontam a FN [Frente Nacional, liderada por Marine Le Pen] como um perigo, precisam sair antes que afunde. Nem todos os participantes do Nuit Debout, uma curiosa experiência em expressão societal, estão na imagem da milícia que querem preservar a seu “entre-soi” (entre si) e purificar o lugar. Mas cabe aos democratas [à esquerda] limpar as coisas. No entanto, esse não foi o caminho tomado. Nem mesmo pela CGT [a esquerdista Confederação Geral do Trabalho]; ela também mostra sinais de uma mesma rigidez ideológica em face de sua perda de audiência. Philippe Martinez, o secretário-geral, escolheu apoiar, na Terça-feira, um cartaz da federação Info’com da CGT, que acusa o CRS [as forças antimotim Francesas] de “prender” os cidadãos, em vez de “protegê-los”, contra um cenário de banho de sangue. Deve Martinez, que parece já ter esquecido dos ataques Salafistas de 2015, ser lembrado de que está causando derramamento de sangue na França? Na realidade, o Marxismo e o Islamismo estão destinados a se entenderem.

A fraqueza do Papa

A boa vontade para com a ideologia totalitária, uma preguiça intelectual regularmente denunciada aqui, chegou às sonolentas elites progressistas. Eles querem se convencer da falsa evidência de uma identidade feliz e um diálogo de civilizações. Para eles, a perspectiva de uma guerra civil está no reino da fantasia. Essa abordagem do tipo cabeça-enfiada-na-areia é uma dádiva de Deus para os Salafistas, deixados em paz em seu compromisso de conquistar e reislamizar a comunidade Muçulmana. Ao contrário do que Hollande anunciou na outra noite, a mesquita Sunna do Imam Salafista de Brest, Rachid Abou Houdeyfa, nunca foi fechada. Esse é o iluminado que ensina as crianças que ouvir música o transforma em macaco ou porco. Por sua vez, o Belga Ministro do Interior, o Flamengo Jan Jambon, criou um escândalo na Segunda-feira, quando disse que “uma parte significativa da comunidade Muçulmana” havia comemorado os ataques a Bruxelas “com dança”. Um fato confirmado pelo chefe do governo, Charles Michel, que teve o cuidado de evitar a “generalização”.

Vale a pena repetir: nada é mais óbvio do que a completa incompatibilidade entre o Islã político, uma ideologia totalizante e a democracia. No entanto, é esta mesma incompatibilidade que o Papa Francis descarta por sua vez, pego em sua recusa de contemplar um confronto entre o Ocidente e o mundo Muçulmano, apesar da história e, apesar dos fatos. Sua decisão de buscar na ilha Grega de Lesbos, no Sábado, três famílias Sírias e pô-las aos cuidados do Vaticano, é, naturalmente, uma boa ilustração do humanismo Católico. Seu aparente esquecimento dos Cristãos do Oriente, perseguidos pelo Estado Islâmico (ISIS), no entanto, nos leva a temer uma falta de interesse quando se trata de sua própria religião. Para ele, todos os refugiados são “filhos de Deus”. Mas o Vingativo Deus Muçulmano não é o Deus Cristão do Amor. Na Terça-feira, o Santo Padre acusou as sociedades Ocidentais de se fecharem, “por medo de uma mudança de mentalidade e da vida”, que, segundo ele, a chegada dos imigrantes implicaria. Ele mencionou, em sua resolução, “o nosso Deus misericordioso e clemente”, usando uma expressão do Alcorão. No entanto, esperando a indulgência do Islã submetendo-se a Alá é uma fraqueza que põe em dúvida a credibilidade de Francisco.

Merkel capitula diante de Erdogan

Angela Merkel mostra a mesma rendição quando, a fim de acalmar a ira do sultão Erdogan, autoriza os processos penais exigidos pelo presidente Turco contra um comediante Alemão considerado muito impertinente. Essa renúncia de defender a liberdade de expressão é a humilhação final.

Promoção do véu na Sciences Po

E em seguida isto: um “Dia do Hijab” na Sciences Po de Paris, lançado por estudantes para promover o véu Islâmico. Quando veremos o Dia da Submissão das Mulheres?


Tradução: Sebastian Cazeiro (MUHAMMAD E OS SUFIS)

Robert Spencer no Libero da Itália: “Occidente remissivo fino al suicidio”

Fonte/source: Robert Spencer in Italy’s Libero: “Occidente remissivo fino al suicidio”

Por  Robert Spencer

Libero41) Após os ataques em Paris, podemos dizer que há uma guerra acontecendo? E que tipo de guerra?

Certamente há uma guerra acontecendo. O Estado Islâmico (ISIS) declarou guerra contra o Ocidente, e detalhou como pretende prosseguir essa guerra. Não é uma guerra de exércitos convencionais; esperam destruir o Ocidente pela subversão e infiltração.

2) De onde esse conflito virá? O Ocidente é responsável?

Esse conflito pode surgir de qualquer lugar, tendo em conta os ataques terroristas —”lobo solitário” — que o Estado Islâmico exigiu. O Ocidente não é responsável: o imperativo jihad no Islã não depende das ações dos infiéis alvejados.

3) Muitos argumentam que os terroristas Islâmicos não representam o verdadeiro Muçulmano e que o Islã é uma religião de paz. É verdade?

Isso é um engano comum. O Islã é a única religião que apela para a guerra contra os infiéis e sua subjugação.

4) Após a morte de Bin Laden não fomos capazes de parar o terrorismo. Por quê?

A jihad global não dependia de bin Laden. Não era um movimento girando em torno de uma figura carismática. Pelo contrário, é baseado em uma ideologia que perdura após a morte de bin Laden.

5) O que você acha sobre a resposta da Europa aos ataques em Paris?

A resposta da Europa tem sido a de admitir milhares de refugiados Sírios, sem nenhum controle para vetá-los das atividades da jihad ou semelhantes, e afirmam que os jihadistas não atuaram em nome do Islã, contrariando as intenções já declaradas deles. Essa negação é contra-produtiva a ponto de ser suicida.

6) Você acredita que a Turquia deve aderir à União Europeia?

Se isso acontecer, significará a Islamização da União Europeia.

7) Em sua opinião, a Turquia e os Sauditas são responsáveis pela expansão do Estado Islâmico (ISIS)?

Sim. Os Sauditas espalham a ideologia que justifica o ISIS em todo o mundo. Os Turcos não se deslocaram contra ISIS porque o ISIS odeia os Curdos e Assad, a quem os Turcos também odeiam.

8) O que você acha da islamofobia? Será que realmente existe? Os Muçulmanos estão realmente perseguidos?

Islamofobia é um termo concebido para intimidar as pessoas a pensar que é errado resistir ao terror jihadista. Ela realmente não existe. Muçulmanos desfrutam de mais direitos e liberdades no Ocidente do que em seus países de origem.

9) Nesses dias, em várias escolas Italianas, desistimos de montar o Presépio Natal ou dar bênçãos para não ofender outras culturas. O que você acha?

Essas outras culturas não serão tão generosas ou humildes quando estiverem no poder, e esse dia está chegando.

10) Mas não são apenas os terroristas! Na Europa, há também um problema de “choque de civilizações“, mesmo doméstico, todos os dias. Como você resolve?

Aplicando o princípio de que uma lei se aplica a todas as pessoas. Não permitir enclaves da Sharia.

11) De acordo com ela, por que os jovens Europeus estão radicalizados?

Jovens Muçulmanos na Europa estão radicalizados porque vêem a atividade jihad como o seu dever, prescrito no Alcorão e na Suna.

12) Quais são os movimentos mais urgentes para vencer o Estado Islâmico (ISIS)?

Forças terrestres, juntamente com um esforço concertado para combater as raízes ideológicas genuínas utilizadas pelo ISIS. O Ocidente não poderá fazer isso agora porque os líderes Ocidentais negam a existência dessas raízes.


Tradução: Sebastian Cazerio

Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: Why Hungary’s Victor Orbán Got It Right on Islam via Robert Spencer – Jihad Watch

Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

Por Raymond Ibrahim

21 de Setembro de 2015

FrontPage Magazine

Alguns países do Centro e Leste Europeu estão sendo cada vez mais criticados pelos “progressistas” das nações Ocidentais por não aceitarem refugiados Muçulmanos.

Na liderança está à Hungria, especificamente na pessoa do Primeiro Ministro Victor Orbán. A mídia Ocidental o caracteriza como “xenófobo,” “cheio de discurso de ódio,” e “ditador rastejante” da Europa. Soando como um chefe da máfia de Esquerda, o jornal The Guardian simplesmente refere-se a ele como um ”problema” que precisa ser “resolvido”.

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis.

E a Hungria não estava só. Muitos do Sudeste Europeu e partes da Rússia moderna foram conquistadas, ocupadas, e aterrorizadas pelos Turcos — por vezes, de tal maneira que fazem as atrocidades do Estado Islâmico (ISIS) parecerem brincadeira de criança. (Pense nas decapitações, crucificações, massacres, mercado de escravos e estupros, os quais se tornaram marca registrada do Estado Islâmico (ISIS) — porém em escala muito maior, e durante séculos.

Ainda assim, para os progressistas Ocidentais, tais memórias longínquas estão perdidas. Em um artigo intitulado “A Hungria está envergonhada do governo de Victor Orbán,” o The Guardian ridiculariza e trivializa a posição do primeiro ministro:

A Hungria tem uma história com o império Otomano, e Orbán está ocupado conjurando  isso.  O império Otomano está revidando, avisa. Estão assumindo o controle! A Hungria jamais será a mesma novamente!… Por isso a cerca de arame farpado; Por isso o exército; Por isso, a partir de hoje, o estado de emergência; Por isso a feroz, implacável retórica de ódio. Porque é assim que tem sido desde o início: absoluta, hostilidade crassa e calúnia.

Similarmente, o Washington Post, depois de reconhecer que a Hungria foi uma vez ocupada pelos Otomanos — embora não mencionando qualquer atrocidade que tivessem experienciado — surpreendeu com: “isto é um tanto bizarro, pensar que um passado longínquo, de senhores da guerra a impérios rivais, possa influenciar o modo como uma nação do século 21 atende às necessidades dos refugiados.”

A chamada grande mídia ignora o fato de que, misturado entre os milhares de refugiados, estão os militantes do Estado Islâmico (ISIS), os quais estão atualmente revivendo os “dias Otomanos” no Iraque, Síria, Líbia, e em outros lugares, e que planejam revivê-los na Hungria e no Sudeste Europeu. Já existem Muçulmanos tentando forçar sua entrada na Hungria — e na Eslovênia, que também resiste à entrada de migrantes — estão gritando o seu velho brado de guerra, “Allah Akbar!

Quanto ao outro, o “normal” refugiado Muçulmano, muitos deles jamais assimilarão e alguns irão abusar e explorar o mais fraco — particularmente mulheres e crianças —e irão impor a lei Islâmica em seus enclaves. É exatamente sobre isso que Orbán estava se referindo quando disse “Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países.”

Para se ter certeza, esses “outros países” não estão limitados à Europa. Por exemplo, em Mianmar (Birmânia) as minorias Muçulmanas não-nativas estão por trás do mesmo tipo de caos anti-infiel, violência e estupro.

Como reposta, o sentimento anti-Muçulmano vem crescendo entre a maioria Budista,  seguida pela crítica da mídia Ocidental como sempre.

Dessa forma o líder Budista Ashin Wirathu, a quem a mídia se refere como “Birmanês bin Laden,” se opõe firmemente a presença Muçulmana em Mianmar: “Você pode estar cheio de bondade e amor, mas você não pode dormir ao lado de um cão raivoso,” disse o monge em referência aos Muçulmanos: “Os chamo de encrenqueiros, porque são encrenqueiros.”

Reminiscente de Orbán da Hungria, Wirathu também adverte que: “Se formos fracos, nossa terra se tornará Muçulmana.” O tema musical do seu partido fala de pessoas que “vivem em nossa terra, bebem nossa água e são ingratas conosco” — em referência aos Muçulmanos — e como “Nós iremos construir uma cerca com nossos ossos se for necessário” para mantê-los fora.

Mais uma vez, soando como Orbán da Hungria, panfletos de Wiranthu dizem “Mianmar  está atualmente enfrentando o mais perigoso e temeroso veneno,  grave o suficiente para erradicar toda a civilização.”

Por conta disso, o The New York Time debocha, argumentando que “o Budismo parece ter um lugar seguro em Mianmar. Nove em cada 10 pessoas são Budistas… Estima-se que o percentual de minoria Muçulmana varie entre 4 a 8 por cento.”

Justificar a presença Muçulmana em países não-Muçulmanos, tendo como base que se forem superados em número nunca será um problema é tudo que se poderia esperar. Depois de expressar perplexidade pelo esforço de Orbán sobre a história, o Washington Post ressaltou “o fato de que os Muçulmanos constituem menos de 1 por cento da população [da Hungria] do país.”

Essa falsa notícia ignora uma inabalável Regra de Números do Islã: quando e onde quer que Muçulmanos cresçam em número, a mesma violência “anti-infiel”, endêmica em nações de maioria Muçulmana, cresce junto.

Considere as palavras do Padre Daniel Byantoro, um Muçulmano convertido ao Cristianismo, discutindo as ramificações da lenta entrada do Islã, naquela que outrora fora uma nação não-Muçulmana, mas agora é a maior nação Muçulmana:

Por milhares de anos o meu país (Indonésia) foi um reino Hindu Budista. O último rei Hindu teve a gentileza de isentar o primeiro missionário Muçulmano, do imposto de propriedade, para viver e pregar sua religião. Lentamente, os seguidores dessa nova religião foram crescendo, e depois quando ficaram fortes atacaram o reino, e aqueles que se recusaram a se tornarem Muçulmanos tiveram que fugir para não morrerem… Lentamente, de reino Hindu Budista, a Indonésia se tornou o maior país Islâmico do mundo. Se existe alguma lição a ser absolutamente assimilada pelos Americanos, vale à pena ponderar sobre a história do meu país. Nós não fazemos discurso de ódio e não somos pessoas fanáticas; ao contrário, somos amantes da liberdade, da democracia, do amor e das pessoas humanas amorosas. Nós só não queremos que essa liberdade e democracia sejam arrancadas de nós, pela nossa ignorância “politicamente correta”, e pretensão de tolerância. (Facing Islam, endorsement section).

Realmente. Nações tão diversas como a Hungria e Mianmar — com  líderes tão diversos como o Cristão Orbán e o Budista Wiranthu— estão bem familiarizados com o Islã. Assim, quando se trata de influxo — se pela espada ou sob o disfarce de refugiados — as invés de julgá-los, as nações Ocidentais fariam melhor aprendendo com as experiências deles.

Caso contrário, elas estarão destinadas a aprender com suas próprias experiências pessoais  ou seja, da maneira mais difícil.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Espere e verá”: O Estado Islâmico (ISIS) diz ter infiltrado 1.000 jihadistas na Europa.

Fonte/Source: “Just wait”: Islamic State says it has smuggled 1000s of jihadis into Europe

“Espere e verá”: O Estado Islâmico (ISIS) diz ter infiltrado 1.000 jihadistas na Europa.

Por Robert Spencer – Jihad Watch

6 de Setembro de 2015

Estado Islâmico agente sírio

Exatamente como ameaçaram que fariam. As autoridades não devem descartar essa afirmação com desdém. Afinal de contas, os funcionários Europeus não estão fazendo absolutamente nada para determinar se há jihadistas entre os refugiados.

“Espere e verá… “O Estado Islâmico (ISIS) revelou que infiltrou MILHARES de extremistas na Europa,” por Aaron Brown, Express, 6 de Setembro de 2015.

Um agente trabalhando para o Estado Islâmico (ISIS) revelou que o grupo terrorista infiltrou com sucesso milhares de jihadistas disfarçados na Europa.

O agente Sírio afirmou que mais de 4.000 homens do ISIS, disfarçados e armados, foram infiltrados em nações Ocidentais — escondidos entre os inocentes refugiados.

O contrabandista do ISIS, que está na casa dos 30 anos, com barba cor de azeviche aparada, revelou que a operação clandestina em curso é um sucesso completo.

“Espere e verá,” ele sorriu.

O agente do ISIS falou com exclusividade ao BuzzFeed na condição de anonimato e acredita-se ser o primeiro a confirmar planos para infiltrar em países Ocidentais.

Revelou que há informações de que o Estado Islâmico (ISIS), também conhecido como IS, está infiltrando atiradores de elite, ativamente através da fronteira Turca, que é escassamente guardada (565 milhas) e sobre as ricas nações da Europa, revelou.

O agente disse que a infiltração disfarçada (a paisana), foi o inicio de uma trama maior para realizar ataques vingativos ao Ocidente em retaliação aos ataques aéreos da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

“Se alguém me ataca”, disse ele, “então com certeza vou atacá-los de volta.”

Extremistas do Estado Islâmico (ISIS) estão tirando vantagem da generosidade das nações desenvolvidas, com relação aos refugiados, para se infiltrarem na Europa, disse ele.

Os atiradores de elite do ISIS usam contrabandistas locais para se misturarem e viajarem entre a enorme maré de migrantes ilegais que inundam a Europa.

Mais de 1,5 milhões de refugiados fugiram para a Turquia, desacompanhados e desesperados para escapar do derramamento de sangue na Síria.

Das cidades portuárias Turcas como Izmir e Mersin, milhares de refugiados aventuram através do Mediterrâneo com vistas à Itália, disse ele.

Em seguida, a maioria se dirige para as nações mais acolhedoras como a Suécia e a Alemanha, indo diretamente às autoridades para pedir asilo.

“Eles estão indo como refugiados”, afirmou o agente.

Dois refugiados-contrabandistas Turcos apoiaram as revelações feitas pelo agente Sírio do ISIS.

Um deles admitiu ter ajudado mais de 10 rebeldes treinados do ISIS para os infiltrar na Europa sob o pretexto de requerente de asilo.

Ele disse: “Eu estou enviando alguns guerreiros que querem ir para visitar suas famílias.”

“Outros apenas vão para a Europa para ficarem preparados.”

O agente Sírio, um ex-membro das forças de segurança de sua nação, disse que o ISIS têm planos ambiciosos para o futuro.

“É o nosso sonho, 
que deva ter um califado não apenas na Síria, 
mas em todo mundo.”

Tradução: Sebastian Cazeiro